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Manual Pedras de Arkansas 2025

Catálogo Pedras de Arkansas JOTA Switzerland 2023.

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CONHEÇA MAIS<br />

SOBRE A JOTA<br />

PHOTO BY DR. DANIEL ROSA


PEDRAS DE ARKANSAS<br />

As pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> são produzidas com Corundum (abrasivo)<br />

<strong>de</strong> par culas ultrafinas e com alta a<strong>de</strong>são entre a matriz aglunante<br />

e o Corundum tornando-os duráveis e eficientes.<br />

As <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> são indicadas para:<br />

Acabamento <strong>de</strong> restaurações <strong>de</strong> Resina Composta.<br />

Alisamento e Acabamento em preparos.<br />

Precisão em preparo marginal e reparos <strong>de</strong><br />

falhas marginais.<br />

Remoção <strong>de</strong> cimento residual após restaurações<br />

temporárias ou após tratamento ortodôn co.<br />

ARKANSAS PREP<br />

4,0° 4,0°<br />

Em adição aos formatos das <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> padrão, a Jota<br />

<strong>de</strong>senvolveu especialmente 3 formatos chamados <strong>Arkansas</strong> Prep,<br />

já que em termos <strong>de</strong> forma e ângulo correspon<strong>de</strong>m aproximadamente<br />

às pontas diamantadas projetadas especialmente para<br />

preparos. Isto facilita o acabamento do coto do <strong>de</strong>nte sem<br />

danificar a geometria e margens.<br />

ACABAMENTO DA RESTAURAÇÃO<br />

SIMPLIFICA O POLIMENTO<br />

SUAVIZA OS PRISMAS DO ESMALTE<br />

ÓTIMA ADESÃO DAS RESTAURAÇÕES<br />

GEOMETRIA DE PONTAS DIAMANTADAS<br />

RESULTADOS PRECISOS NOS PREPAROS<br />

2


AS NOVAS PEDRAS DE ARKANSAS PREP<br />

O COMPLEMENTO IDEAL PARA SEUS<br />

PREPAROS COM PONTAS DIAMANTADAS<br />

CÓDIGO BRASIL 6172 2096 3100<br />

FIGURA 6172 638<br />

837 837L<br />

HASTE FG FG | RA FG FG<br />

DIÂMETRO 025 023 014 016<br />

L mm 6,0 8,0 6,0 8,0<br />

ALTA ROTAÇÃO FG Q<br />

80‘000 - 100‘000<br />

180‘000 210‘000<br />

CÓDIGO BRASIL<br />

2136<br />

4137<br />

4138<br />

FIGURA<br />

6198 849<br />

849<br />

850<br />

852<br />

HASTE<br />

FG<br />

FG<br />

FG<br />

FG<br />

FG<br />

DIÂMETRO<br />

023 016<br />

025<br />

025<br />

018<br />

L mm<br />

8,0 6,0<br />

7,0<br />

8,0<br />

10,0<br />

ALTA ROTAÇÃO<br />

FG Q<br />

80‘000 - 100‘000 190‘000<br />

190‘000<br />

210‘000<br />

190‘000<br />

FIGURA<br />

6298 878<br />

879<br />

HASTE<br />

FG<br />

FG<br />

FG<br />

DIÂMETRO<br />

L mm<br />

ALTA ROTAÇÃO<br />

FG Q<br />

023 021<br />

021<br />

8,0 8,0<br />

10,0<br />

80‘000 - 100‘000 190‘000<br />

190‘000<br />

3


PREPARAÇÃO PARA O ACABAMENTO<br />

O fator mais importante nas restaurações fixas é que a a<strong>de</strong>são seja duradoura. Vários fatores<br />

influenciam na a<strong>de</strong>são das restaurações: substratos, material restaurador, técnica do condicionamento<br />

e preparo. Preparos com pontas diamantadas <strong>de</strong> granulação média po<strong>de</strong>m criar micro<br />

trincas no esmalte e significa vas camadas <strong>de</strong> “smear layer”.<br />

Microtrincas po<strong>de</strong>m ser removidas com o acabamento do preparo ³ e a importância do acabamento<br />

é cien ficamente comprovada. Alguns estudos reportam que brocas mul laminadas produzem<br />

uma melhora na qualida<strong>de</strong> da super cie, uma maior resistência ao cisalhamento, uma “smear<br />

layer” mais fina, e um melhor molhamento da <strong>de</strong>n na comparado as pontas diamantadas. CLARKE<br />

ET AL compararou o perfil da margem e a rugosida<strong>de</strong> da super cie <strong>de</strong> 4 instrumentos diferentes<br />

para acabamento: pontas diamantadas <strong>de</strong> granulação fina, pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>, mul laminadas e<br />

pontas <strong>de</strong> diamante ultrassônicas. Neste teste compara vo, as pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> foram as que<br />

ob veram o melhor acabamento e menor dano no perfil da margem. Resultados similares foram<br />

também ob dos em um recente estudo pela Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Zurique.<br />

As fotomicrogra as mostram a super cie <strong>de</strong>ntal após o acabamento com pontas diamantadas,<br />

mul lamnadas e <strong>Arkansas</strong>. Como po<strong>de</strong> ser visto nas fotomicrogra as as <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> foram<br />

as que menos <strong>de</strong>ixaram ranhuras na super cie da <strong>de</strong>n na, não apresentando microtrincas.<br />

O mesmo estudo mostrou que o melhor material <strong>de</strong> acabamento para super cie <strong>de</strong>n nária são as<br />

<strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>, seguido das Mul laminadas porque a resistência <strong>de</strong> união do cimento após<br />

termociclagem foi mais alta quando preparada com as <strong>Pedras</strong> <strong>Arkansas</strong>. (Prof. Dr. Dr. h.c., Mutlu<br />

Özcan, PhD, University of Zúrich).<br />

Imagens SEM <strong>de</strong> super cies <strong>de</strong>n nárias profundas após o acabamento com<br />

pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>, mul laminadas e pontas diamantadas antes do ataque<br />

ácido com ampliação <strong>de</strong> 250x 11<br />

PEDRAS DE<br />

ARKANSAS<br />

MULTILAMINADAS<br />

PONTA DIAMANTADA<br />

PARA ACABAMENTO<br />

4


Após o acabamento do esmalte com as pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>, a super cie apresenta menos ranhuras<br />

e uma menor “smear layer”, como po<strong>de</strong>mos ver nas imagens. (Prof. Dr.h.c.,Mutlu Özcan, PhD,<br />

11<br />

University of Zürich).<br />

A menor quan da<strong>de</strong> <strong>de</strong> “smear layer”, cria excelente condições para o procedimento do<br />

condicionamento ácido. Super cies lisas e prismas <strong>de</strong> esmalte abertos resultam em preparos mais<br />

precisos, tão como uma base para um ó mo ajuste e a<strong>de</strong>são das restaurações.<br />

Imagens do esmalte após o acabamento com pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> (A),<br />

mul laminadas (M) e pontas diamantadas (D) antes e<br />

após o condicionamento ácido 11<br />

ANTES DO<br />

CONDICIONAMENTO ÁCIDO<br />

APÓS O<br />

CONDICIONAMENTO ÁCIDO<br />

Aumento 250x Aumento 5000x Aumento 5000x<br />

A<br />

M<br />

D<br />

5


ACABAMENTO DO PREPARO<br />

Baseado em evidências cien ficas a<br />

Jota recomenda o acabamento das<br />

rugosida<strong>de</strong>s do esmalte após o preparo<br />

com <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>.<br />

<strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> também po<strong>de</strong>m ser<br />

usadas para remover cimento residual<br />

após a remoção das restaurações temporárias<br />

para uma maior a<strong>de</strong>são das<br />

restaurações permanentes.<br />

Desgaste dos <strong>de</strong>ntes com pontas diamantadas resulta em super cies ásperas, geometria irregular e<br />

super cies com uma “smear layer” exposta. Estas super cies e irregularida<strong>de</strong>s po<strong>de</strong>m ser perfeitamente<br />

alisadas com as <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>.<br />

Prismas <strong>de</strong> esmalte quebrados po<strong>de</strong>m ser removidos ou alisados, melhorando diretamente a qualida<strong>de</strong><br />

da vida ú l das restaurações. Em adição, as pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> Prep foram <strong>de</strong>senvolvidas para promover<br />

um fluxo <strong>de</strong> trabalho i<strong>de</strong>al, sendo que estas possuem o formato e angulação que correspon<strong>de</strong>m as<br />

pontas diamantadas mais u lizadas para preparos. Os ângulos e formas são idên cos, para que o<br />

preparo inicial realizado com pontas diamantadas (ombro, bizel ou chanfro) sejam preservados com<br />

al ssima precisão também na fase <strong>de</strong> acabamento.<br />

Além disso, as super cies dos <strong>de</strong>ntes com estruturas mais suaves, leva a um selamento marginal<br />

significa vamente melhor em restaurações diretas, as quais reduzem substancialmente o risco <strong>de</strong> cáries<br />

secundárias.<br />

6


ACABAMENTO DE MATERIAIS RESTAURADORES<br />

PHOTO BY DR. DANIEL ROSA<br />

Acabamento inicial da restauração é realizado<br />

para obter a anatomia e a textura <strong>de</strong>sejada,<br />

enquanto o polimento refere a redução <strong>de</strong><br />

rugosida<strong>de</strong>s, removendo arranhões e produzindo<br />

14<br />

alto brilho.<br />

Instrumentos rotatórios para acabamento, <strong>de</strong>vem<br />

fornecer suficiente <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> <strong>de</strong>sbaste para<br />

a remoção do excesso <strong>de</strong> material <strong>de</strong> resina e<br />

adaptação oclusal.<br />

Por outro lado, o acabamento não <strong>de</strong>ve <strong>de</strong>ixar a<br />

super cie áspera pois irá interferir no<br />

procedimento <strong>de</strong> polimento; por esta razão o acabamento<br />

é uma etapa importante para o sucesso<br />

13<br />

da técnica <strong>de</strong> polimento final.<br />

Uma forma eficaz para o acabamento <strong>de</strong> resinas compostas e restaurações <strong>de</strong> ionômero <strong>de</strong> vidro é com<br />

as <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong>. As <strong>Pedras</strong> <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> tem um ó mo custo-bene cio para subs tuir as brocas<br />

mul laminadas, as quais têm diferentes formas <strong>de</strong> contorno e acabamento para Resinas Compostas.<br />

As pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> são muito mais eficientes para remover material da super cie das restaurações<br />

12<br />

do que as mul laminadas, e a rugosida<strong>de</strong> da super cie no acabamento po<strong>de</strong> ser colocado num nível<br />

intermediário entre as mul laminadas e as diamantadas.<br />

DESCOLAMENTO<br />

Descolamento é um procedimento padrão em<br />

aparelhos fixos ortodôn cos, incluindo a remoção<br />

<strong>de</strong> brackets e a<strong>de</strong>sivos da super cie <strong>de</strong>ntária.<br />

PHOTO BY DR. DANIEL ROSA<br />

As pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> po<strong>de</strong>m ser u lizadas para<br />

remover os resíduos <strong>de</strong> a<strong>de</strong>sivos da super cie do<br />

esmalte.<br />

As pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> criam super cies tão lisas<br />

quanto as mul laminadas, e mesmo com um<br />

tempo <strong>de</strong> procedimento ligeiramente maior, conta<br />

15<br />

com a vantagem <strong>de</strong> um custo menor.<br />

7


MIX PEDRAS DE ARKANSAS<br />

601 638 645 649<br />

666<br />

6198<br />

6298<br />

FG FG FG FG<br />

FG<br />

FG<br />

FG<br />

030 025 028 025<br />

025<br />

023<br />

023<br />

6,0 7,0 6,0<br />

6,5<br />

8,0<br />

8,0<br />

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS<br />

1. BIOCOMPATIBILIDADE: A qualida<strong>de</strong> e a pureza das par culas abrasivas são cruciais para assegurar<br />

a biocompa bilida<strong>de</strong> das pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> para uso intraoral. A JOTA comprova a<br />

biocompa bilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> seus produtos através <strong>de</strong> uma série <strong>de</strong> testes rigorosos, incluindo análises<br />

biológicas, endotoxinas, citotoxicida<strong>de</strong> e composição química, garan ndo segurança em todas as<br />

aplicações.<br />

2. ACABAMENTO DIFERENCIADO: A seleção <strong>de</strong> par culas abrasivas <strong>de</strong> tamanho exclusivo é essencial<br />

para alcançar os mais elevados padrões <strong>de</strong> rugosida<strong>de</strong> superficial, prolongando a vida ú l <strong>de</strong> coroas,<br />

inlays, onlays, entre outros.<br />

A JOTA u liza par culas <strong>de</strong> coríndon <strong>de</strong> alta qualida<strong>de</strong>, com um tamanho padrão <strong>de</strong> 37 mícrons,<br />

escolhido após centenas <strong>de</strong> testes para proporcionar o melhor acabamento superficial possível.<br />

3. DURABILIDADE: A seleção dos agentes aglu nantes é realizada com extrema atenção à<br />

biocompa bilida<strong>de</strong>. O processo <strong>de</strong> sinterização é cuidadosamente controlado, seguindo uma curva<br />

precisa <strong>de</strong> tempo e temperatura, para o mizar os resultados <strong>de</strong> acabamento e durabilida<strong>de</strong>. A<br />

sinterização lenta e controlada resulta em pedras robustas, compactas e resistentes a quebras.<br />

4. FORMAS PADRONIZADAS: As pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> são me culosamente cortadas em seu formato<br />

final, garan ndo precisão na geometria e no <strong>de</strong>slocamento radial. Esse processo assegura que pedras<br />

do mesmo mo<strong>de</strong>lo apresentem um alto nível <strong>de</strong> padronização e consistência.<br />

5. HASTES CALIBRADAS: As hastes das pedras <strong>de</strong> <strong>Arkansas</strong> da JOTA são fabricadas em aço inoxidável<br />

<strong>de</strong> alta qualida<strong>de</strong>, endurecido para máxima resistência. O diâmetro das hastes é man do <strong>de</strong>ntro das<br />

mais rigorosas classes <strong>de</strong> tolerância e precisão, conforme as normas internacionais DIN, garan ndo<br />

ajuste e <strong>de</strong>sempenho excepcionais.<br />

REFERÊNCIAS<br />

CIENTÍFICAS<br />

DO ESTUDO<br />

8

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