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Seguro Nova Digital #37

A saga da distribuição No fim do segundo tempo da prorrogação, o espanhol Andrés Iniesta recebeu um passe dentro da área e finalizou sem chances de defesa para o goleiro holandês Stekelenburg. Foi o último gol da Copa da África do Sul, em 2010, que consagrou a seleção espanhola campeã do mundo pela primeira vez. Esse momento se mantém vivo na minha memória, pois coroou um dos melhores jogadores que já assisti. Iniesta era meio campista clássico, habilidoso, com bom passe e visão de jogo acima da média. Enxergo o jogador espanhol exercendo dentro de campo o que o corretor de seguros faz fora dele. Enquanto Iniesta distribuía passes para gol, o corretor é o meia habilidoso com as palavras, responsável por colocar o seguro dentro do orçamento familiar. Entretanto, nesse quesito o Brasil ainda não é campeão: mesmo os seguros de automóvel e de vida sendo os mais populares do país, eles têm baixa penetração na sociedade. A Espanha não chegou à final da Copa somente com Iniesta. Segundos antes dele finalizar, a bola rodou por um time que possuía qualidades raras, treinado por Vicente Del Bosque, um influenciador na sua profissão. Para o corretor “distribuir o jogo”, ele precisa de uma seguradora que abra as possibilidades de se vender um seguro com as características de cada segurado. É preciso, portanto, trabalhar em conjunto, como um time, para aumentar a distribuição de seguros.  Durante o Conec 2023, o presidente do SindsegSP, Rivaldo Leite, falou sobre coalização como chave no aumento do número de brasileiros segurados. “É extremamente importante para o mercado que as lideranças olhem para frente e se unam como agora”.  O tema ‘distribuição de seguros’ será visto com certa constância nesta edição, que celebra o Mês do Corretor, o profissional do meio de campo que faz gol quando fecha uma apólice e faz valer a função social do seguro.

A saga da distribuição

No fim do segundo tempo da prorrogação, o espanhol Andrés Iniesta recebeu um passe dentro da área e finalizou sem chances de defesa para o goleiro holandês Stekelenburg. Foi o último gol da Copa da África do Sul, em 2010, que consagrou a seleção espanhola campeã do mundo pela primeira vez. Esse momento se mantém vivo na minha memória, pois coroou um dos melhores jogadores que já assisti. Iniesta era meio campista clássico, habilidoso, com bom passe e visão de jogo acima da média.

Enxergo o jogador espanhol exercendo dentro de campo o que o corretor de seguros faz fora dele. Enquanto Iniesta distribuía passes para gol, o corretor é o meia habilidoso com as palavras, responsável por colocar o seguro dentro do orçamento familiar. Entretanto, nesse quesito o Brasil ainda não é campeão: mesmo os seguros de automóvel e de vida sendo os mais populares do país, eles têm baixa penetração na sociedade.

A Espanha não chegou à final da Copa somente com Iniesta. Segundos antes dele finalizar, a bola rodou por um time que possuía qualidades raras, treinado por Vicente Del Bosque, um influenciador na sua profissão. Para o corretor “distribuir o jogo”, ele precisa de uma seguradora que abra as possibilidades de se vender um seguro com as características de cada segurado. É preciso, portanto, trabalhar em conjunto, como um time, para aumentar a distribuição de seguros. 

Durante o Conec 2023, o presidente do SindsegSP, Rivaldo Leite, falou sobre coalização como chave no aumento do número de brasileiros segurados. “É extremamente importante para o mercado que as lideranças olhem para frente e se unam como agora”. 

O tema ‘distribuição de seguros’ será visto com certa constância nesta edição, que celebra o Mês do Corretor, o profissional do meio de campo que faz gol quando fecha uma apólice e faz valer a função social do seguro.

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PERFIL ALFAIATE DO SEGURO<br />

DE MOTORISTA DE ÔNIBUS À<br />

ALFAIATE DO SEGURO<br />

A história do pernambucano José Carlos da Silva, corretor<br />

que mudou o rumo do seu destino ao conhecer o mercado<br />

de seguros<br />

Por: Sergio Vitor Guerra<br />

Duas horas para ir e outras duas para<br />

voltar. Para chegar à escola mais próxima<br />

de onde morava, o jovem José<br />

Carlos da Silva andava por um trajeto<br />

de 10 km todos os dias. A volta para<br />

a casa em Ribeirão, cidade do interior pernambucano<br />

que fica a 87 km de Recife, funcionava<br />

da mesma forma. O mais novo de cinco irmãos<br />

via-os trabalhando no engenho de cana de açúcar<br />

de São Pedro em condições precárias e com<br />

um salário baixo. Usou os exemplos de casa<br />

como seu combustível diário para estudar.<br />

“A melhor profissão que se poderia almejar era<br />

a de motorista de caminhão”, constata José<br />

Carlos, hoje um dos corretores de seguros mais<br />

reconhecidos do Brasil. Para alcançar esse patamar,<br />

ele se inspirou no seu pai, o motorista<br />

José Farias, e na sua mãe, a empregada doméstica<br />

Severina, que trabalhavam duro para deixar<br />

a casa em ordem.<br />

O pai, apesar de ser motorista, tinha dificuldades<br />

em decorar o nome das ruas por onde passava,<br />

principalmente quando viajava até a capital<br />

Recife: era semianalfabeto. Ele recorria ao filho<br />

mais novo que passou a acompanhá-lo no seu<br />

trabalho e a memorizar os pontos de referência.<br />

“Essa técnica me fez desenvolver uma memória<br />

muito boa até os dias de hoje”, frisa o corretor.<br />

Entre uma viagem e outra, José Carlos, aos<br />

20 anos, conseguiu um emprego no escritório<br />

do engenho Coimbra, localizado na cidade de<br />

Cabo de Santo Agostinho, onde morou sozinho<br />

S E G U R O N O V A D I G I T A L | 5 4

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