02.07.2024 Visualizações

Seguro Nova Digital #44

Isto aqui é trabalho! Quando escolhi o jornalismo como profissão, muitas áreas na comunicação passaram pela minha cabeça. Durante a faculdade, fui indicado para estagiar numa tradicional editora do mercado de seguros. Fora os seguros de automóvel que eu ouvia minha família comentar durante nossas reuniões, minha familiaridade com este mercado era zero. “Este trabalho é temporário. Assim que possível, vou procurar novos horizontes”, pensei durante o estágio. Quase 10 anos depois, aqui estou escrevendo este editorial numa revista em que sou cofundador. Recordo-me pouco do que me trouxe até aqui. Pode ser porque me chamou a atenção a variedade de seguros ofertados pelo mercado, talvez a importância que esta indústria tem na sociedade e, portanto, a necessidade de difundir isso, ou também por um plano de carreira que ele me proporcionou. O fato é que ele tem uma incrível capacidade de retenção. No entanto, poucas pessoas conhecem o mercado e as possibilidades de emprego que ele proporciona. Este é o tema destaque desta edição. Com metas ambiciosas de democratização de acesso a produtos de proteção financeira, patrimonial e pessoal, o setor de seguros precisa de cada vez mais profissionais para atuarem nas áreas como tecnologia, comunicação e marketing, organização, entre outras. A contratação de novos profissionais pode esbarrar na baixa popularidade do segmento e na falta de capacitação e especialização dos candidatos. Por isso, as companhias seguradoras, corretoras, entidades e prestadoras de serviços se movimentam no sentido de não só divulgar o mercado, mas também de formar profissionais. Especialistas entrevistados nesta publicação afirmam que, para o setor criar raízes na cultura do brasileiro e não ser apenas um assunto de seguro de automóvel no almoço em família, é necessária a atuação dos trabalhadores, responsáveis por fazê-lo funcionar.

Isto aqui é trabalho!

Quando escolhi o jornalismo como profissão, muitas áreas na comunicação passaram pela minha cabeça. Durante a faculdade, fui indicado para estagiar numa tradicional editora do mercado de seguros. Fora os seguros de automóvel que eu ouvia minha família comentar durante nossas reuniões, minha familiaridade com este mercado era zero. “Este trabalho é temporário. Assim que possível, vou procurar novos horizontes”, pensei durante o estágio.

Quase 10 anos depois, aqui estou escrevendo este editorial numa revista em que sou cofundador. Recordo-me pouco do que me trouxe até aqui. Pode ser porque me chamou a atenção a variedade de seguros ofertados pelo mercado, talvez a importância que esta indústria tem na sociedade e, portanto, a necessidade de difundir isso, ou também por um plano de carreira que ele me proporcionou. O fato é que ele tem uma incrível capacidade de retenção.

No entanto, poucas pessoas conhecem o mercado e as possibilidades de emprego que ele proporciona. Este é o tema destaque desta edição. Com metas ambiciosas de democratização de acesso a produtos de proteção financeira, patrimonial e pessoal, o setor de seguros precisa de cada vez mais profissionais para atuarem nas áreas como tecnologia, comunicação e marketing, organização, entre outras.

A contratação de novos profissionais pode esbarrar na baixa popularidade do segmento e na falta de capacitação e especialização dos candidatos. Por isso, as companhias seguradoras, corretoras, entidades e prestadoras de serviços se movimentam no sentido de não só divulgar o mercado, mas também de formar profissionais.

Especialistas entrevistados nesta publicação afirmam que, para o setor criar raízes na cultura do brasileiro e não ser apenas um assunto de seguro de automóvel no almoço em família, é necessária a atuação dos trabalhadores, responsáveis por fazê-lo funcionar.

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informações sobre a importância do seguro.<br />

Assim, passei a vender apólices de seguros<br />

condominiais a centenas de prédios e milhares de<br />

condôminos muito rapidamente. Ao longo de mais<br />

de 30 anos tenho tido inúmeras experiências<br />

emocionantes ao indenizar famílias com perdas<br />

que ocorreram por incêndio e outros fatores mais.<br />

Nada comparado à tragédia que se abateu ao<br />

Rio Grande do Sul.<br />

É claro que meu coração doe demais ao ver tantas<br />

perdas. Os números são impressionantes.<br />

Segundo alguns estudos, na região hidrográfica do<br />

Lago Guaíba, a estimativa é de que tenham sido<br />

afetados com algum nível de inundação mais de<br />

301 mil domicílios. Em um mês de enchentes, o<br />

desastre atingiu 471 cidades, matou mais de 170<br />

pessoas e expulsou 600 mil de casa. Ao todo,<br />

mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas<br />

pela tragédia. O maior desastre ambiental da<br />

história do Rio Grande do Sul.<br />

Além dos impactos sociais e emocionais causados<br />

por um fenômeno dessa magnitude, a vida<br />

financeira da população da região também foi<br />

atingida em cheio, com a perda de imóveis,<br />

automóveis, eletrodomésticos, além da<br />

impossibilidade de trabalhar.<br />

É nesse contexto que se constata a relevância do<br />

seguro na proteção das vidas e na reconstituição<br />

do patrimônio.<br />

É imprescindível aprender com essa fatalidade.<br />

Os seguros patrimoniais foram desenvolvidos para<br />

oferecer ao cliente um leque de coberturas capaz de<br />

abranger diversas situações de risco. A partir de<br />

uma cobertura básica que é o incêndio, pode-se<br />

contratar, danos elétricos, desmoronamento,<br />

vendaval, impacto de veículos, alagamentos,<br />

vazamento de tubulações, roubo ou furto e diversas<br />

responsabilidades civis. Cada um desses riscos tem<br />

sua própria precificação, contribuindo para que a<br />

apólice possa ser bem abrangente sem<br />

necessariamente ter um custo elevado.<br />

ALIÁS, ESSES<br />

SEGUROS CABEM<br />

PERFEITAMENTE<br />

NO BOLSO DE<br />

QUALQUER<br />

PESSOA QUE<br />

CONSIGA<br />

MINIMAMENTE SE<br />

PROGRAMAR<br />

FINANCEIRAMENTE<br />

Com uma ampla variedade de coberturas e<br />

tendo opções por diversas companhias<br />

seguradoras, uma apólice de seguro<br />

condominial, empresarial ou residencial deve<br />

ser contratada sempre por um corretor de<br />

seguros, profissional capacitado para, junto<br />

com o cliente, identificar minuciosamente os<br />

riscos e oferecer a melhor opção. <strong>Seguro</strong>s<br />

comprados em bancos ou por outros canais<br />

tendem a ser mais genéricos e podem não<br />

garantir indenização devida no momento do<br />

acidente.<br />

Um velho ditado popular afirma: “<strong>Seguro</strong><br />

morreu de velho”. Nessas circunstâncias, não<br />

vale a pena abrir mão da segurança, da<br />

proteção e da recomposição do patrimônio,<br />

coisa que, para a maioria das pessoas, só é<br />

possível por intermédio de uma apólice de<br />

seguro.<br />

S E G U R O N O V A D I G I T A L | 2 9

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