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RBS Magazine Ed 61

• Por que as empresas solares ainda não têm um setor de pós-venda implementado? • GD de energia alcança 32 GW no Brasil com forte participação da Região Norte • Estratégias de fortalecimento: AMESolar marca presença em grandes eventos de energia solar • A importância da proteção contra surtos para cidades como Manaus • Salvador será palco da 4ª edição do Fórum e Feira Internacional do Hidrogênio • Solar Experience reunirá grandes players do segmento na região sudeste • 9º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída reunirá especialistas e inovadores do setor de energias renováveis em outubro • SEMIG é destaque na atuação em prol do desenvolvimento da Política Amazonense de Energia, Petróleo e Gás, Base Motora da Bioeconomia

• Por que as empresas solares ainda não têm um setor de pós-venda implementado? • GD de energia alcança 32 GW no Brasil com forte participação da Região Norte • Estratégias de fortalecimento: AMESolar marca presença em grandes eventos de energia solar • A importância da proteção contra surtos para cidades como Manaus • Salvador será palco da 4ª edição do Fórum e Feira Internacional do Hidrogênio • Solar Experience reunirá grandes players do segmento na região sudeste • 9º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída reunirá especialistas e inovadores do setor de energias renováveis em outubro • SEMIG é destaque na atuação em prol do desenvolvimento da Política Amazonense de Energia, Petróleo e Gás, Base Motora da Bioeconomia

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SEMIG é destaque na atuação em prol

do desenvolvimento da Política

Amazonense de Energia

Estratégias de fortalecimento: AMESolar

marca presença em grandes eventos de

energia solar

Vol. 07 - Nº 61 - SET/OUT 2024

www.revistabrasilsolar.com

GD de energia alcança 32 GW no

Brasil com forte participação da

Região Norte

26°FórumGD

FÓRUM REGIONAL DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA COM FONTES RENOVÁVEIS

REGIÃO NORTE

Anos

MANAUS - AM - BRASIL

11 E 12

SETEMBRO

2024

ACESSE NOSSO

SITE

ISSN 2526-7167



índice

Editorial

Olá, Amigos

Estamos chegando à edição 61 da Revista Brasileira de Energia Solar

- RBS Magazine. Ano de desafios e restruturação para o setor de energia

no Brasil, mas diversos sinais têm mostrado que o setor se mantém forte

e crescendo.

Até o fechamento do editorial desta edição, nosso país alcança 46,9

GW de potência solar fotovoltaica instalada, sendo 32,0 GW no modelo

GD e 14,9 GW como GC, o que representa um significativo aumento de

3,2% em dois meses.

Isso mostra a força do setor solar no Brasil, o que resulta em diversos

empregos diretos e indiretos sendo mantidos ou gerados, agregando

riqueza nas regiões que investem em uma tecnologia limpa e de baixo

impacto ambiental.

O momento é positivo onde quase meio milhão de novas instalações

de energia solar no modelo de geração distribuída já foram feitas de

janeiro a final de agosto deste ano. São milhões de módulos e milhares

de inversores instalados, sistemas solares economizando e compensando

energia para as unidades consumidoras que acreditaram na tecnologia.

A capital do Amazonas, Manaus, cidade que recebe o Fórum GD

Norte é uma das protagonistas da energia solar brasileira e onde está na

9ª posição com mais de 10.500 instalações e 167 MW de sistemas solares

instalados. A outra capital protagonista do Norte, Belém do Pará, tem

163 MW instalados e mais de 17.000 instalações solares. Ambas as cidades

estão Top 10 brasileiro e um orgulho para o nosso setor de energia.

Além disso, convido a todos a aproveitar a nossa 61ª Edição da RBS

Magazine com artigos e matérias pertinentes aos empresários do setor

de energia e soluções importantes para que todos fiquem atentos. Aproveite

esta edição e sempre esteja preparado as mudanças e tendências

do mercado de energia!

04

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Boa leitura e até mais!

Cassol – Editor RBS Magazine

Por que as empresas solares ainda não têm um

setor de pós-venda implementado?

GD de energia alcança 32 GW no Brasil com forte

participação da Região Norte

Estratégias de fortalecimento: AMESolar marca

presença em grandes eventos de energia solar

A importância da proteção contra surtos para

cidades como Manaus

Salvador será palco da 4ª edição do Fórum e Feira

Internacional do Hidrogênio

Solar Experience reunirá grandes players do

segmento na região sudeste

9º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída

reunirá especialistas e inovadores do setor de

energias renováveis em outubro

SEMIG é destaque na atuação em prol do

desenvolvimento da Política Amazonense

de Energia, Petróleo e Gás, Base Motora da

Bioeconomia

Expediente

Curitiba - PR – Brasil

www.revistabrasilsolar.com

EDIÇÃO

FRG Mídia Brasil Ltda.

CHEFE DE EDIÇÃO

Tiago Cassol Severo

JORNALISTA RESPONSÁVEL

Stephanie Romero

DIREÇÃO COMERCIAL

Tiago Fraga

COMERCIAL

Claudio Fraga, Luan Ignacio Dias

e Klidma Bastos

COMITÊ EDITORIAL

Colaboradores da edição

DISTRIBUIÇÃO

Carlos Alberto Castilhos

REDES SOCIAIS

Nicole Fraga

EDIÇÃO DE ARTE

Vórus Design e Web

www.vorusdesign.com.br

CAPA

Carolina Corral Blanco

APOIO

ABGD / TECPAR / WBA - Associação Mundial

de Bioenergia Solar / Instituto BESC / CBCN

/ Portal Brasileiro de Energia Solar / NEEAL

- Núcleo de Estudo em Energia Alternativa /

ABEAMA

DISTRIBUIÇÃO DIRIGIDA

Empresas do setor de energia solar

fotovoltaica, geração distribuída e energias

renováveis, sustentabilidade, câmaras

e federações de comércio e indústria,

universidades, assinantes, centros de

pesquisas, além de ser distribuído em grande

quantidade nas principais feiras e eventos do

setor de energia solar, energias renováveis,

construção sustentável e meio ambiente.

TIRAGEM: 5.000 exemplares

VERSÕES: Impressa / eletrônica

PUBLICAÇÃO: Bimestral

CONTATO: +55 (41) 3225.6693 - (41) 3222.6661

E-MAIL: contato@grupofrg.com.br

A Revista RBS é uma publicação do

Para reprodução parcial ou completa das

informações da RBS Magazine - Revista Brasil Solar

é obrigatório a citação da fonte.

Os artigos e matérias assinados por colunistas e

ou colaboradores, não correspondem a opinião

da RBS Magazine - Revista Brasil Solar, sendo

de inteira responsabilidade do autor.

RBS Magazine 3


Artigo do Editor

Por que as empresas solares

ainda não têm um setor de

pós-venda implementado?

Por: Tiago Cassol Severo, Professor da Universidade de Caxias

do Sul e Diretor Executivo da CGP Engenharia & Consultoria

RESUMO

Este artigo serve de motivação às empresas de energia solar implementarem um setor de pós-venda e ver os benefícios desta oportunidade

na geração de novos negócios mediante indicação de novos clientes ou a apresentação de novos serviços ou produtos a clientes que

já estão satisfeitos em ter instalado um sistema solar com a empresa.

O MERCADO APRESENTA SINAIS

PARA NOVAS OPORTUNIDADES

Nos últimos anos, a energia

solar fotovoltaica tem andado firme

no Brasil e o número de novas

instalações solares no mercado da

geração distribuída brasileira são

sólidos e não apresentam baixas

expressivas, mesmo com todas as

confusões que a ANEEL e algumas

distribuidoras de energia tem submetido

o setor nos últimos anos.

Os números das instalações solares

do mercado GD Solar podem

ser analisados na Figura 01.

Figura 01. Mais de 490 mil novas instalações GD Solar no Brasil até 29/08/2024. [1]

Isso totaliza mais de 2.250.000

instalações residenciais e quase

600.000 instalações solares nos setores

comercial, rural e industrial

abrindo diversas oportunidades

para as empresas investirem em

clientes que já conhece a empresa

e que confiam nos serviços prestados

na instalação. Normalmente,

um cliente satisfeito com o serviço

de instalação solar vai indicar

novos clientes ou vai querer ouvir

propostas de novos serviços ou

investimentos que possam estar

disponíveis para ele ampliar a economia

ou até ganhar um valor recorrente.

Então, se for analisar uma situação

hipotética (mas próxima da

realidade da maioria das empresas

solares de pequeno porte), uma

empresa com dois anos de existência

e uma atuação ainda municipalizada,

isto é, setor comercial

4

RBS Magazine


Artigo do Editor

Esclarecimentos são sempre importantes ao

seu cliente já que dúvidas podem surgir no

período inicial da geração solar...

atuante na cidade da empresa e

cidades vizinhas próximas, um número

estimado de instalações concluídas

dentro desse período está

entre 40 e 50 instalações, onde elas

majoritariamente são residenciais

e algumas comerciais de pequeno

ou médio porte. Tendo esse cenário

em vista, essas 50 instalações,

se bem concluídas e sem maiores

problemas, podem gerar de uma

a três indicações qualificadas, isto

é, pessoas que são da confiança do

cliente já satisfeito.

Somente fazendo o trabalho

bem-feito, há a possibilidade de

trabalho para, no mínimo, mais

dois anos. Entretanto, mesma que

a indicação seja um forte motivador

para novos negócios, não é garantia

de novas instalações. Assim,

é importante implementar uma

rede de novos serviços e/ou produtos

para aqueles clientes que já

conhecem o serviço da empresa,

sentem confiança no trabalho e já

estão tendo economia com o sistema

solar instalado.

De praxe, a maioria da empresa

oferece de forma gratuita um

monitoramento da geração ou uma

higienização dos módulos solares

nos primeiros 6 a 12 meses. Após

o fim deste período, as empresas

tentem a oferecer renovações

ou a higienização de forma periódica.

Uma boa ideia para

manter o cliente próximo da

empresa, mas não são serviços

de alto valor agregado,

principalmente, se houver a

necessidade de transferir alguém

da equipe para fazer o

envio do monitoramento ou

da equipe de instalação para

fazer a lavagem dos módulos.

Assim, investir em tecnologia é

crucial já que há diversas plataformas

automatizadas que podem fazer

a supervisão e envio da geração

e economia ao cliente. Em relação

a higienização, o serviço pode ser

terceirizado para outra empresa ou

pode haver o investimento em sistemas

automatizados de lavagem,

isto é, robôs que venham a fazer

esses serviços. Eles podem ser um

pouco lentos, mas podem evitar a

necessidade de uma equipe maior

de operação e até evitar acidades

com os operadores que poderiam

gerar custos indesejados.

O QUE A EMPRESA SOLAR PODE

OFERECER MAIS QUE MONITORA-

MENTE E HIGIENIZAÇÃO DOS MÓ-

DULOS?

Neste artigo, serão definidas

três áreas prioritárias e de atuação

do setor de pós-venda de uma

empresa solar iniciante. Claro que

para cada um desses serviços, deve

ser avaliada a capacidade de investimento,

a equipe, o tempo de execução

ou a necessidade da criação

de parcerias para a execução para

que isso não se torne um fardo

para a empresa.

Mesmo assim, vale a tentativa para

que haja a criação de novos negócios

ou reforço da imagem junto ao

cliente que virá a gerar indicações

qualificadas.

1. OFEREÇA O CONHECIMENTO

Esclarecimentos são sempre

importantes ao seu cliente já que

dúvidas podem surgir no período

inicial da geração solar. Dúvidas

sobre as faturas, a geração e outros

itens são comuns e informativos

periódicos podem reforçar a

imagem da empresa para futuros

serviços ou indicações. Entretanto,

é importante lembrar que a maioria

das instalações junto à carga

geram créditos e que podem ser

reorganizados para geração remota.

Isso pode render uma entrada

financeira já que é um serviço especializado.

2. REVISE TODA A ESTRUTURA DO

SISTEMA SOLAR

Além da higienização dos módulos,

os sistemas solares irão precisar

de revisão da estrutura de

fixação, trocas de cabos ou conectores

e retirada de obstruções que

impeçam a geração solar. Lembre

o cliente que para a melhor performance

e para que a vida útil do sistema

solar seja superior a 25 anos,

a revisão destes itens é importante.

Os inversores

mesmo que hoje

com garantias

bem mais longas,

ainda irão

precisar de

revisão ou

até troca

dependendo

da situação.

A

implementação

de

poupanças

ou mensalidades

para

manutenções

desses itens ou

até trocas dos inversores

pode ser

pensada pelas empresas.

Importante lem-

RBS Magazine 5


Artigo do Editor

brar que esses serviços têm longos

prazos para execução e as ações

devem ser fortemente analisadas

pelas empresas para não gerarem

passivos indesejáveis.

Pode-se incluir também, o controle

de reativos em empresas do

Grupo A. Se já não oferecido na

venda do sistema solar, é totalmente

factível ser oferecido após

alguns meses monitoramento. É

um trabalho técnico especializado

e a necessidade de materiais para

essa correção é relativamente pequena,

onde pode ser agregado

um bom valor no serviço prestado.

3. OFEREÇA NOVAS OPORTUNI-

DADES AO CLIENTE

Aumento do número de módulos

solares pode ser oferecida

pelas empresas que tem monitoramento

constante dos clientes. Esse

aumento pode vir agregado até a

inserção de novas unidades consumidoras

onde há o oferecimento

assim de dois serviços. Além disso,

os sistemas solares com armazenamento

via baterias estão ficando

cada vez mais competitivos, onde

a troca ou atualização do inversor

pode ser uma oportunidade.

Carregadores

veiculares e

aquecimento solar

podem ser boas

oportunidades

de extensão de

negócios...

Hoje as usinas solares de investimento,

também conhecidas

como usinas solares de locação,

estão em alta e podem servir para

o cliente ampliar os benefícios a

partir da geração compartilhada.

Atenção com os parceiros gestores

para não cair em uma encrenca

desnecessária, mas o modelo de

negócio é seguro e respaldado pela

Lei 14.300.

Carregadores veiculares e

aquecimento solar podem ser boas

oportunidades de extensão de

negócios. Em relação ao primeiro

item, não há dificuldades para

uma empresa solar oferecer esse

serviço já que mantém uma linha

na área elétrica e com uma equipe

elétrica experiente, pode ser facilmente

oferecido pelas empresas.

Já o aquecimento solar envolve

uma linha um pouco diferente e se

aconselha fazer uma parceria com

empresas que já prestam esse serviço.

Nunca pode ser esquecido a

eficiência energética, item de suma

importância principalmente para

clientes comerciais e industriais,

mas que sofre resistência para ser

implementado por desconhecimento

das empresas. Ela vai além

da troca de lâmpadas, já que pode

relacionar todos os setores da empresa

do cliente, troca de máquinas,

fiações, tubulações, quadros

elétricos e até revisar posto tarifário

e rotina de trabalho da empresa

para fugir de consumo ponta.

Serviço que pode agregar um bom

valor para a empresa, mas que precisa

de preparo para oferecimento.

CONCLUSÕES

Neste artigo foram apresentadas

algumas oportunidades para

implementar o setor de pós-venda

para empresas que ainda não

viram este potencial. Recomenda-se

uma análise cuidadosa das

empresas que querem diversificar

seus serviços já que a precificação

deve ser cuidadosa e o tempo de

oferecimento também, para que o

pós-venda não vire um setor de reclamação

da empresa.

Mesmo assim, não dá para

deixar de oferecer novos serviços

e estender o período de negociações

com clientes que já estão

satisfeitos com o trabalho da empresa

e que podem gerar entradas

significativas de novos valores.

REFERÊNCIA

[1] Dados do Setor de Geração

Distribuída, disponível em:

https://app.powerbi.com/view?r=ey-

JrIjoiY2VmMmUwN2QtYWFiOS-

00ZDE3LWI3NDMtZDk0NGI4M-

GU2NTkxIiwidCI6IjQwZDZmOWI4LW-

VjYTctNDZhMi05MmQ0LWVhNGU5YzAxNzBlMSIsImMiOjR9

– visitado no

dia 28 de agosto de 2024.

6

RBS Magazine


AGRIVOLTAICOS

CULTIVANDO ENERGIA

ATÉ 75% MENOS PROBABILIDADE DE FRATURA

SAIBA MAIS

RBS Magazine 7


PROGRESSO

GD de energia alcança

32 GW no Brasil com

forte participação

da Região Norte

Potencialidades do setor energético serão discutidos

em fórum, organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos

Em setembro, o Centro de Convenções

Vasco Vasques II, em

Manaus, Amazônia, será palco

da 26ª edição do Fórum Regional

de Geração Distribuída com Fontes

Renováveis da região Norte (Fórum

GD Norte).

Organizado pelo Grupo FRG Mídias

& Eventos, assim como promovido

pela Secretaria de Estado de

Energia, Mineração e Gás (SEMIG) do

Amazonas, o evento reunirá provedores

de soluções, EPCs, integradores,

distribuidores, fabricantes, profissionais

e acadêmicos com atuação

direta ou indireta na geração distribuída

oriunda de fontes renováveis

de energia para juntos debater o cenário

atual do setor, bem como suas

oportunidades.

Segundo a organização, o Fórum

tem como objetivo principal reunir a

cadeia produtiva do setor de Geração

Distribuída com Fontes Renováveis

no Norte do Brasil, focando em oportunidades

de negócios, discussões

sobre barreiras regulatórias, impedimentos

jurídicos, tecnologias inovadoras,

financiamento, capacitação e

perspectivas de crescimento.

“Mais uma edição do Fórum GD

Norte, agora na cidade de Manaus,

no Amazonas. O evento, na verdade,

retornando à cidade de Manaus. Já

fizemos um evento aí. Então, o Grupo

FRG continua esse trabalho de

desenvolvimento regional em estados

como Tocantins, Belém em duas

ocasiões, agora Manaus a segunda

ocasião. Todos já receberam esse que

é o maior evento de geração distribuída

com fontes renováveis em toda a

América Latina” comenta Tiago Fraga,

diretor do Grupo FRG Mídias &

Eventos.

“Então, o evento chega à capital

manauara, num momento muito importante

para a geração distribuída,

onde mais de dois milhões e meio de

sistemas estão conectados à rede. E

quando se fala em unidades consumidoras,

esse universo se aproxima

aí de três milhões de unidades. Então,

são números expressivos da região

do Brasil como um todo” completa

Fraga.

Geração distribuída na região Norte

Segundo a Agência Nacional de

Energia Elétrica (ANEEL), a geração

distribuída de energia atingiu a marca

de 30 GW de potência instalada

em julho de 2024, com a região Norte

contribuindo com 2 GW. Apesar

de ser a região com menor participação

no setor, o Fórum GD Norte

representa um importante mecanismo

para desenvolver e impulsionar

a produção de energia renovável na

área.

Fraga comenta que a região Norte

tem participado cada vez mais

efetivamente, e há grandes possibilidades

de negócios na área. Empresas

e indústrias internacionais,

por exemplo, estão se instalando

na região, de olho no mercado crescente.

Assim, o Fórum GD Norte

pretende colaborar ainda mais com

esse crescimento.

“Esperamos impulsionar o uso

de baterias e a chegada de energia

elétrica em comunidades ribeirinhas

e isoladas. Estamos certos de que

o evento será um divisor de águas

para a região Norte, especialmente

para o Amazonas, e que o número

de conexões e potencial instalado irá

disparar após o evento. O ambiente

propício à geração de negócios, networking,

e a criação de empregos e

parcerias fortalecerá o avanço da geração

distribuída na região” finaliza o

especialista.

Simultaneidade com o 2º Fórum de

Meio Ambiente e Sustentabilidade

da Amazônia

O Fórum GD Norte também trará

novidades esse ano. Ele acontecerá

simultaneamente ao 2º Fórum de

Meio Ambiente e Sustentabilidade

da Amazônia, considerado o maior

evento de sustentabilidade e inovação

do Brasil.

Durante o evento, que será realizado

no mesmo local que o Fórum

GD, o Fórum de Meio Ambiente e

Sustentabilidade da Amazônia apresentará

uma série de palestras abordando

a importância, vantagens e

oportunidades das energias limpas,

do Polo Industrial de Manaus, da mitigação

e compensação de gases de

efeito estufa e outros temas.

Segundo a organização, também

haverá um espaço dedicado a oportunidades

de negócios, onde os participantes

poderão acompanhar, debater

e expor suas ideias.

8

RBS Magazine


CALENDÁRIO DE

EVENTOS

2024

19/20

SET

7˚ SOLAR EXPERIENCE

VITÓRIA - ES

30/31

OUT

9˚ CBGD/EXPOGD

BELO HORIZONTE - MG

24 A 26

SET

7º SMART ENERGY

CURITIBA - PR

30/31

OUT

6º ENERGY STORAGE BRASIL

BELO HORIZONTE - MG

24 A 26

SET

1º FÓRUM DE EFICIÊNCIA

ENERGÉTICA

CURITIBA - PR

30/31

OUT

5º FÓRUM DE MOBILIDADE

URBANA E VEÍCULOS ELÉTRICOS

BELO HORIZONTE - MG

24 A 26

SET

2º FÓRUM DE MERCADO

LIVRE DE ENERGIA

CURITIBA - PR

21/22

NOV

4˚FÓRUM HIDROGÊNIO

SALVADOR - BA

02/03

OUT

2˚GC SOUTH AMERICA

SÃO PAULO - SP

RBS Magazine 9


REPRESENTATIVIDADE

Estratégias de fortalecimento:

AMESolar marca presença em

grandes eventos de energia solar

Representantes da primeira Associação Amazonense do setor buscam

conhecer as tendências mundiais do mercado e firmar parcerias em

prol do crescimento das empresas do Estado.

Criada com o propósito de

fortalecer o mercado de

energia solar fotovoltaica na

região, a Associação Amazonense

de Energia Solar

(Amesolar) encerra agosto com uma

agenda conectada com as tendências

mundiais do segmento. Durante a

última semana do mês de agosto, representantes

da entidade marcaram

presença nos maiores eventos sobre

essa cadeia produtiva, que aconteceram

em São Paulo: o Intersolar South

America 2024 e o Fórum Sebrae de

Energias Renováveis.

Maior feira e Congresso da América

Latina para o setor solar, o Intersolar

South aconteceu nos dias 27, 28

e 29 no Expo Center Norte, reunindo

autoridades públicas, entidades, empresários

e especialistas internacionais

para apresentar as inovações

do segmento e discutir o avanço da

energia solar no Brasil, que colocou o

país como o terceiro maior mercado

do mundo no ano passado.

Aclamada presidente da Associação

desde 2023, a empresária Helane

Souza – proprietária e diretora executiva

da Future Solar, primeira empresa

de energia solar do Amazonas

– que esteve presente juntamente

com demais associados no stand da

multinacional chinesa Livoltek, primeira

fábrica de inversores no Brasil

que investiu inicialmente cerca de R$

70 milhões com a estimativa de geração

de 600 empregos diretos e mais

de dois mil indiretos, inaugurou em

julho na capital amazonense aponta

a importância da organização de

eventos neste segmento, bem como

o investimento em empresas que

promovam o crescimento do setor

de energia solar no Brasil. “A convite

da Livoltek, estamos no stand deles,

unindo forças em prol do crescimento

das empresas no Amazonas, que

apostam e investem no segmento de

energia limpa. Nosso objetivo, junto

com as demais empresas associadas

pela Amesolar, é conhecer as últimas

tecnologias e tendências mundiais do

setor solar fotovoltaico, como mobilidade

elétrica, sistemas de armazenamento

de baterias e painéis solares

com maior potência e eficácia. Além

disso, estamos buscando novas parcerias

com o Banco BV, Santander e

empresas de seguros”, pontua Helane,

que também é vice-presidente de

relações institucionais da Associação

Nacional das Entidades Representativas

de Energias Renováveis (ANER).

*Importância do Associativismo*

A passagem da Amesolar pela

capital paulista também incluiu um

bate-papo com grandes nomes do

setor no Fórum Sebrae de Energias,

que aconteceu no dia 28 de agosto.

A presidente da entidade – que acredita

no potencial do Amazonas para

receber novos investimentos na geração

de energia limpa – foi uma das

palestrantes convidadas pelo Serviço

Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas

Empresas (Sebrae) e falou sobre

a importância do associativismo. “A

programação do Fórum incluiu palestras

sobre questões contemporâneas

do mercado, networking estratégico e

oportunidades de negócios. E a nossa

contribuição foi justamente falando

sobre como o associativismo auxilia o

crescimento do setor e das empresas

associadas, por meio da qualificação

e da defesa do interesse de todos. Estamos

prontos para compartilhar e

absorver novas ideias em novos grandes

eventos que estão programados

para acontecer”, assevera.

Segundo Helane, a proposta dos

representantes da Amesolar é repassar

todo o conhecimento adquirido

aos associados por meio de assembleias

e também dos eventos previstos

para acontecerem em Manaus no

início de setembro, como a 1ª Feira

de Negócios e Inovação da Agência

de Fomento do Amazonas (Afeam),

que acontecerá nos dias 03 e 04, e

a 26ª edição do Fórum Regional de

Geração Distribuída com Fontes Renováveis

da Região Norte (Fórum GD

Norte), que acontecerá nos dias 11 e

12. “O potencial do setor no Amazonas

é imenso, basta que o Estado e

os Municípios apresentem, por meio

de políticas públicas, vantagens para

atrair investidores para a região. Enquanto

primeira e única entidade

dessa cadeia produtiva no Amazonas,

nossa missão é fazer de tudo para

ajudar na consolidação do setor”, finaliza.

10

RBS Magazine


AmeSolar & Liderança Feminina

A homologação da Associação

Amazonense de Energia Solar (Amesolar)

e da chapa que comanda a diretoria

durante o biênio 2023/2025

aconteceu no ano passado, após a

realização de um amplo debate com

a participação de empresários e líderes

do setor de energia no Amazonas

que trataram sobre melhorias, visibilidade

e abertura de novos caminhos

e políticas públicas junto ao poder

público objetivando o crescimento do

segmento, entre outros assuntos. Na

ocasião, a empresária Helane Souza

fundadora da Future Solar e primeira

mulher a trabalhar com o segmento

no Norte do Brasil foi aclamada como

presidente da entidade.

A chapa que comanda a Amesolar

durante o biênio 2023/2025

é composta pelo 1º Vice-presidente,

Werner Deimling Albuquerque,

pelo 2.º Vice-presidente, Alexandre

Brilhante. Também fazem parte da

chapa, 1º Secretário Executivo, Fábio

Wesen, 2º Secretário Executivo

Thenyson Moreira. E para o cargo de

1º Tesoureiro, Kleber Valente e 2º tesoureiro

Amarildo Lima.

Para a empresária e presidente

da Amesolar, Helane Souza, a criação

da entidade buscou oferecer um

equilíbrio, estruturação e segurança

das empresas e profissionais que

atuam no setor. E, segundo ela, mais

que do isso, esse é um momento necessário

para apresentar discussões

sobre o segmento na região. "Estamos

vivendo um momento histórico e

vejo também como uma nova etapa

com aberturas de perspectivas positivas,

pois, desejo contribuir de forma

efetiva em prol das melhorias para o

setor e para os agentes atuantes no

mercado de modo que as empresas

de energia solar se unam e possam

crescer cada vez mais. Nossa intenção

é unir cada vez mais forças, pois

juntos somos mais fortes e ganhamos

representatividade. Hoje depois

de um intenso trabalho nessa gestão

já conquistamos muita coisa. E isso

traz a certeza que estamos no caminho

certo e que nossas contribuições

para que o Amazonas se torne uma

referência nacional na produção de

energia limpa e renovável", disse a

presidente.

RBS Magazine 11


REFERÊNCIA

Hypontech listada entre os 9 principais

fornecedores globais de inversores

monofásicos pela Wood Mackenzie

A Hypontech, uma empresa líder em inovação técnica, foi classificada

entre os 9 principais fornecedores globais de inversores monofásicos,

de acordo com dados divulgados pela proeminente organização

internacional de pesquisa em energia Wood Mackenzie.

"Carregadores

veiculares e

aquecimento solar

podem ser boas

oportunidades

de extensão de

negócios..."

Leng Zhou, CEO da Hypontech

Desde a sua criação, o inversor

monofásico da série

Hypon HPS tornou-se

um dos principais modelos

da Hypontech. A série HPS

recebeu vários prêmios desde o seu

lançamento e é altamente considerada

pelo mercado por seu excelente

desempenho. A fim de melhorar

o desempenho de dissipação de calor,

o inversor adota tecnologia de

fundição de uma peça e um módulo

PCBA integrado. Este ano, a Hypontech

introduziu o mais recente inversor

monofásico HPS 3-6K PRO, com

atualizações significativas, como um

aumento na corrente máxima de entrada

para 16A, função AFCI, monitoramento

on-line 24h e muito mais.

Essas melhorias melhoraram ainda

mais a segurança, a confiabilidade e

a experiência do usuário do produto.

"Estamos profundamente honrados

em alcançar resultados tão excelentes

no mercado global", disse Leng

Zhou, CEO da Hypontech. "Desde

a nossa criação, a Hypontech tem

mantido uma alta taxa de crescimento

e expandido nossa participação de

mercado. Estamos comprometidos

em fornecer inversores e soluções de

energia inteligentes, confiáveis e eficientes

para atender às diversas necessidades

de seus clientes em todo

o mundo. Juntamente com o nosso

compromisso com a inovação tecnológica

e a otimização de produtos,

damos grande ênfase ao investimento

contínuo em P&D e à estreita colaboração

com nossos clientes. Isso nos

permite fornecer serviços abrangentes

de pré-venda, vendas e pós-venda

para garantir a melhor experiência

possível ao cliente."

A marca Hypontech tem sido favorecida

pelos clientes há muito tempo.

Seja o ranking global publicado

pela Wood Mackenzie, o prêmio "Top

PV Brand" da EUPD por quatro anos

consecutivos ou o reconhecimento

dos sistemas de armazenamento de

energia da Hypontech na Inspeção de

Armazenamento de Energia 2024 da

HTW Berlin, esses prêmios ressaltam

o rápido crescimento e a confiança

do cliente nos produtos da Hypontech.

Para mais informações, visite:

www.hypon.com/index.html

12

RBS Magazine


RBS Magazine 13


A importância da

proteção contra surtos

para cidades como Manaus

Cleiton Busse

Gerente de engenharia

da Embrastec.

Felipe de Lima Vioo

Coordenador de pós-venda

da Embrastec.

As descargas atmosféricas

são fenômenos naturais

associados ao clima.

Por esse motivo,

normalmente quanto

mais próxima da linha do Equador,

mais quente uma cidade é,

sendo maior a ocorrência de raios.

Por possuir uma alta incidência de

descargas atmosféricas (Ng), de

aproximadamente 12,7 descargas

atmosféricas anuais por quilômetro

quadrado, Manaus é uma cidade

cujas instalações elétricas são muito

vulneráveis às sobretensões transitórias

e correntes de surto, sejam elas

instalações residenciais, comerciais

ou industriais, incluindo as instalações

para geração solar fotovoltaica.

Para calcular a necessidade e as características

da Proteção contra Descargas

Atmosféricas (PDA) de um

Sistema Fotovoltaico (SFV) um dos

principais fatores em consideração é

o valor de Ng. Quanto mais raios mais

surtos, o que pode não significar mais

falhas em SFV se eles estiverem protegidos

corretamente, principalmente

através da utilização de Dispositivos

de Proteção contra Surtos (DPS)

(imagem 1).

do em sintonia com especialistas na

geração fotovoltaica em suas empresas,

congressos técnicos e comissões

da Associação Brasileira de Normas

Técnicas (ABNT). Graças a esse trabalho

foram desenvolvidas soluções

de proteção contra surtos, String Box

e DPS, extremamente seguras e eficientes

(imagem 2).

Imagem 2. String Box Embrastec.

Imagem 1. DPS PV Embrastec.

Para proteger os SFV instalados

em locais com alto valor de Ng, como

Manaus e região, principalmente

aqueles que alimentam localidades

isoladas, a Embrastec se valeu da

sua experiência no desenvolvimento

de várias linhas de DPS, trabalhan-

Pelos motivos expostos, em cidades

como Manaus a proteção contra

surtos é fundamental para a viabilização

técnica e econômica da geração

fotovoltaica, tendo a Embrastec desenvolvido

os protetores contra surtos

adequados para isso. Cabe agora

aos responsáveis pelos SFV destinados

a essas localidades exigir que os

seus projetos utilizem esses DPS, a

decisão tecnica e econômica mais

acertada.

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RBS Magazine


RBS Magazine 15


FUTURO

Salvador será palco da 4 ª edição do

Fórum e Feira Internacional do Hidrogênio

Organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos e

Governo do Estado da Bahia, em parceria com o SENAI-CIMATEC,

o evento acontecerá nos dias 21 e 22 de novembro, no SENAI/CIMATEC

As três primeiras edições realizadas em Fortaleza,

Sorocaba e Belo Horizonte foram um enorme sucesso

e agora é a vez de Salvador receber este

que é o maior fórum e feira do hidrogênio de

2024!

Durante o evento são conectados os principais

players, produtores, consumidores, fabricantes, técnicos

do setor, academia e governo. Garantindo o espaço ideal

para discutir e debater sobre as principais oportunidades

e desafios que teremos para o setor do hidrogênio.

A programação da Feira Internacional do Hidrogênio

foi planejada cuidadosamente para atender as necessidades

de quem está ligado nas mais recentes tendências da

pesquisa e desenvolvimento de soluções voltadas à descarbonização

da economia.

etc), Hidrogênio de baixa emissão de carbono, captura e

armazenamento de carbono;

• Empresas EPCistas;

• Fabricantes de equipamentos e componentes, consultoria,

engenharia e gestão de projetos;

• Empresários e executivos representantes da indústria,

comércio e serviços;

• Pesquisadores e instituições de ensino;

• Profissionais interessados no setor de hidrogênio de

baixa emissão de carbono.

Além de promover um ambiente para quem quer ouvir

e debater com especialistas, pesquisadores, empresários,

executivos e empreendedores que estão envolvidos

no processo decisório para implantação de projetos de

produção e uso dos derivados do hidrogênio como amônia,

SAF, HVO e combustíveis sintéticos.

Qual o Público-Alvo?

- Empresas ligadas aos setores de geração de energias

renováveis (solar, eólica, hidro, biomassa, etanol,

16

RBS Magazine


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RBS Magazine 17


ENERGIA RENOVÁVEL

Solar Experience

reunirá grandes players do

segmento na região sudeste

Organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos, em parceria com a

CGP Engenharia & Consultoria, o evento acontecerá em Vitória,

no Espírito Santo nos dias 19 e 20 de setembro, na Casa Mizzi.

Se você está com essa dificuldade

e sente que precisa ir em

busca de novos conhecimentos,

está convidado a participar

do Solar Experience!

Serão dois dias de evento com

mais de 20 horas de conteúdo com

foco em: Novos modelos de negócios,

projetos da instalação ao comissionamento,

inovação tecnológica,

regulamentação e desenvolvimento

pessoal.

“Consolidado como a principal

imersão do setor de energia solar fotovoltaica

no Brasil, o Solar Experience

é uma das únicas iniciativas desse

porte que agrega e realmente traz

conhecimento, ferramentas, tecnologias,

soluções e novos cenários para

os integradores de todo o estado do

Espírito Santo e também dos arredores”,

explica Tiago Fraga, CEO do Grupo

FRG.

Ainda segundo Fraga, a estimativa

é que o evento alcance também

os estados do Rio de Janeiro,

São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

Além de “capacitar os integradores

para esse novo momento e novas

oportunidades que estão surgindo”,

complementa.

reverso, também um pouco sobre

financiamento”.

“A certeza é que o evento

será para o integrador

e todos que participarem,

incluindo instaladores,

agentes financeiros,

enfim, todos que

participarem conosco,

um divisor de águas

em suas carreiras”,

comenta.

Fraga finaliza enfatizando

que, “isso mantém o

compromisso do Grupo FRG de

levar soluções diversas. Não somente

fóruns e eventos maiores, mas

também eventos que são idealizados

e organizados no formato de imersão

e agora temos mais uma etapa sendo

concluída e o Grupo FRG segue

ajudando a escrever

a brilhante história

das energias renováveis

no país”.

Não perca

a chance

de se atualizar

e fazer

conexões

valiosas.

Dentre os temas que serão abordados,

Fraga destaca “iremos falar

sobre o mercado livre de energia,

sobre o atual cenário jurídico, fluxo

18

RBS Magazine


RBS Magazine 19


MINAS GERAIS

9º Congresso Brasileiro de Geração

Distribuída reunirá especialistas e inovadores

do setor de energias renováveis em outubro

O maior evento de Geração Distribuída com fontes renováveis da América Latina

acontecerá em Belo Horizonte, nos dias 30 e 31 de outubro

Nos dias 30 e 31 de outubro

de 2024, o Expominas BH,

em Belo Horizonte, Minas

Gerais, será palco do 9º Congresso

Brasileiro de Geração Distribuída

(CBGD), o maior evento oficial

de geração distribuída para todos os

envolvidos no setor de energias renováveis.

Promovido e realizado anualmente

pelo Grupo FRG Mídias &

Eventos, em parceria com diversas

empresas do setor, o evento é o ponto

de encontro de provedores de

soluções, EPCs, integradores, distribuidores,

fabricantes, profissionais

e acadêmicos que atuam direta ou

indiretamente na geração distribuída

a partir de fontes renováveis de

energia.

Com o apoio oficial de entidades

e associações nacionais e internacionais,

como a WBA – Associação

Mundial de Bioenergia, o Congresso

vem sendo pioneiro no Brasil ao focar

exclusivamente nos interesses

das empresas de Geração Distribuída

(GD), a qual já é responsável por 31

GW de potência instalada, segundo a

Agência Nacional de Energia Elétrica

(ANEEL).

“O CBGD chegou em 2024, mais

maduro do que nunca, consolidado

como o maior evento de geração distribuída

com fontes renováveis em

toda a América Latina”, reforça Tiago

Fraga, diretor do Grupo FRG Mídias &

Eventos.

Programação trará temas relevantes

vividos pelo setor GD atualmente

O principal objetivo do CBGD,

segundo a organização, é discutir o

cenário atual da Geração Distribuída

com Fontes Renováveis na matriz

elétrica brasileira, explorando oportunidades

de negócios, barreiras regulatórias,

impedimentos jurídicos,

inovações tecnológicas e perspectivas

de crescimento. Além disso, reunirá

as principais empresas do setor

para compartilhar e debater soluções

tecnológicas, estratégias de mercado

e informações cruciais que impulsionam

o crescimento da GD no país.

Em 2024, por exemplo, temas

amplos que interferem no cenário

atual serão debatidos. Dentre as palestras

confirmadas estão o mercado

de geração distribuída no Brasil,

as oportunidades e novos negócios

para integradores e EPCistas, considerações

sobre a GD/FV no país, ferramentas,

diferenciais e tecnologias

para o desenvolvimento no setor GD/

FV, entre muitas outras.

“O objetivo é o mesmo, reunir

toda a reunião da cadeia produtiva,

das energias renováveis como um

todo, como biomassa, solar, hidrogênio,

armazenamento de energia.

Todos os temas são ligados também

com as energias renováveis como

ESG, sustentabilidade, meio ambiente,

compensação de carbono, então

todos esses são temas que nós estaremos

abordando e trocando experiências

nesse evento” explica Fraga.

Mais sobre o CBGD e como participar

Por fim, vale saber que em nove

anos de história, o CBGD já recebeu

mais de 250.000 visitantes e contou

com a participação de mais de 200

marcas, gerando mais de 1 bilhão em

negócios.

Ele acontece simultaneamente a

ExpoGD - Feira Brasileira de Geração

Distribuída com Fontes Renováveis,

o primeiro evento focado exclusivamente

aos temas voltados ao setor,

trazendo ao mercado uma vitrine exclusiva,

onde o público participante

tem interesse direto nos assuntos do

setor, buscando por informações sobre

tecnologias, equipamentos, entre

outros.

“Ele tem aí 100 marcas de mais

de 10 países trazendo as principais

tendências de tecnologias, móveis,

inversores, conectores. Então é isso,

esperamos que o evento continue se

consolidando e sendo o principal domínio”

finaliza Fraga.

Interessados em participar do

evento podem acessar

o site oficial:

www.cbgd.com.br

20

RBS Magazine


PHB leva capacitação e conhecimento a

parceiros em todas as regiões do país.

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PHB e convidados especiais. É o momento de aprendizagem, com

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RBS Magazine 21


DESENVOLVIMENTO

SEMIG é destaque na atuação em

prol do desenvolvimento da Política

Amazonense de Energia, Petróleo e Gás,

Base Motora da Bioeconomia

Inicialmente impulsionado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico,

Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), o governo do Amazonas

decidiu investir pesado na indústria de petróleo e gás.

Há cerca de um ano, a base

do esforço passou a centrar-se

na Secretaria de

Energia, Mineração e Gás

(SEMIG), criada pelo governador

Wilson Lima, para a qual nomeou

como secretário o economista

Ronney Peixoto.

A SEMIG assumiu a coordenação

do Fórum Amazonense de Petróleo

e Gás, uma iniciativa coletiva, envolvendo

empresas, instituições privadas

e universidades, cujo objetivo é

promover o desenvolvimento dessa

área estratégica por meio de uma

abordagem colaborativa, envolvendo

diversos setores da sociedade.

gia, petróleo e gás do estado do

Amazonas, em conformidade com

as diretrizes e metas governamentais,

assim como com as políticas

nacionais e programas que visam fomentar

as atividades de exploração

e produção dos Recursos Minerais,

redução e consumo de Energia, de

modo a propiciar o desenvolvimento

regional, gerando emprego e renda

e estimular o uso consciente dos

recursos naturais”.

Os estudos técnicos realizados

pela SEDECTI confirmam que a matriz

energética do Estado do Amazonas é

composta de fontes de energias renováveis

e não renováveis. Atualmente

Manaus é suprida por fonte das hidrelétricas

de Balbina (AM) e Tucuruí

(PA), gás natural e um percentual mínimo

de combustíveis líquidos. Com

exceção dos municípios de Coari,

Anamã, Caapiranga, Codajás e Tefé,

que são atendidos pelo gasoduto Coari-Manaus,

os 57 (cinquenta e sete)

municípios restantes do interior utilizam

como fonte de energia óleo diesel

(termelétricas).

Em relação ao gás natural, o

governo do Estado vem despendendo

esforços para alavancar a

política de gás natural, especialmen-

"A SEMIG assume

a missão de

desenvolver a

política de gás

natural no Estado e

aumentar a oferta

de distribuição

do GNV na capital

amazonense

e Região

Metropolitana"...

A SEMIG surge em boa hora visando

“a promoção, articulação,

planejamento, coordenação e implementação

de políticas públicas

voltadas ao setor mineral, de enerte

após a promulgação da Lei Nº

5.420 de 17 de março de 2021, tendo

como um dos eixos prioritários

o fomento ao uso do Gás Natural

Veicular (GNV).

Nesse sentido, a SEMIG assume

a missão de desenvolver a política

22

RBS Magazine


Certamente, confirmam os estudos,

“o crescente atendimento às

demandas da sociedade moderna impõe

a necessidade da inclusão da atividade

de mineração no processo de

desenvolvimento social, econômico e

ambiental dos estados e municípios,

compatibilizando-a com as demais

vocações econômicas de cada território.

Mas, a garantia do suprimento

de insumos minerais passa pelo

planejamento, desenvolvimento de

novas tecnologias e pela gestão pública”.

"O governador Wilson Lima sancionou a

Lei n. 5.350, de 22 de dezembro de 2020,

dispondo sobre à Política Estadual de Incentivo

ao Aproveitamento de Fontes Renováveis de

Energia e Eficiência Energética do Amazonas."

de gás natural no Estado e aumentar

a oferta de distribuição do GNV

na capital amazonense e Região Metropolitana.

Tendo como alvo prioritário

a diversificação de fontes com

foco em energias renováveis e limpas,

a partir do potencial comprovado

existente no próprio território, o

governador Wilson Lima sancionou

a Lei n. 5.350, de 22 de dezembro

de 2020, dispondo sobre à Política

Estadual de Incentivo ao Aproveitamento

de Fontes Renováveis de

Energia e Eficiência Energética do

Amazonas.

Ao que apontam os estudos, geologicamente,

o Amazonas é caracterizado

por uma extensa cobertura

sedimentar fanerozóica, distribuída

nas bacias Acre, Solimões, Amazonas

e Alto Tapajós. Atualmente a produção

mineral concentra-se na lavra

e no beneficiamento de minérios

como a cassiterita, columbita e

tantalita, com olhar voltado ao alto

potencial de potássio e água potável

de mesa. A atividade mineral é

tradicionalmente indutora de altos

volumes de investimentos, forte geradora

de emprego e renda no contexto

da cadeia produtiva (que envolve

pesquisa, produção, transporte

e distribuição), campos essenciais

à promoção do desenvolvimento

econômico do Estado. Inicialmente

impulsionado pela Secretaria de Desenvolvimento

Econômico, Ciência,

Tecnologia e Inovação (Sedecti), o

governo do Amazonas decidiu investir

pesado na indústria de petróleo

e gás.

Fonte: Osiris M. Araújo da Silva

RBS Magazine 23


Eventos do Grupo FRG

25° FÓRUM GD NORDESTE - RECIFE / PE

www.forumgdnordeste.com.br

24

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RBS Magazine 25


24° FÓRUM GD CENTRO-OESTE - CUIABÁ / MT

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23 o FÓRUM GD SUL

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RBS Magazine 29


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