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Guia para Professores

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- Apresentação do Projeto...............................................................................00

- O guia de compostagem para professores.........................................00

- Em que consiste a compostagem? Porque é Importante

participar?..................................................................................................00

- Compromissos assumidos por Portugal.......................................00

- Caracterização da situação no Município de Sines.................00

- Participação das escolas..........................................................................00

- Economia Circular........................................................................................00

- A Compostagem – Metodologia a adotar.............................................00

- O que é a compostagem.........................................................................00

- O ciclo da matéria orgânica...................................................................00

- O composto......................................................................................................00

- Vantagens da prática da Compostagem......................................00

- Material e condições necessárias.......................................................00

- Como montar o compostor...................................................................00

- Regras que devem ser adotadas........................................................00

- Resíduos a colocar no compostor......................................................00

- Resíduos a evitar colocar no compostor.......................................00

- Resíduos que não se deve colocar no compostor..................00

- Condições ideais............................................................................................00

- O processo.........................................................................................................00

- A utilização do composto........................................................................00

- Teste de Esponja............................................................................................00

- Problemas, possíveis causas e soluções...............................................00

- Proposta de atividades a desenvolver nas escolas.........................00

- Já ouviu falar so saco laranja?......................................................................00

- Saber mais...............................................................................................................00


O BioSines, é um projeto desenvolvido pelo Município de Sines, que

visa a separação e valorização dos resíduos orgânicos ou

biorresíduos, através de várias medidas a implementar junto dos

munícipes, nos estabelecimentos comerciais e na comunidade

educativa.

Neste projeto há a destacar dois objetivos principais:

- Valorizar os biorresíduos através da produção de composto,

devolvendo a matéria orgânica ao solo, numa ótica de economia

circular;

-Desviar os biorresíduos da deposição em aterro sanitário.

O desafio que lançamos aos professores, é para que adiram a este

projeto através da prática da Compostagem na vossa escola.

Convidamos assim, a Vossa escola a receber o selo “Embaixadores da

Compostagem”.

2


Embora a compostagem seja uma prática relativamente simples

que não exige profundos conhecimentos sobre a matéria, há

metodologias que nos permitem otimizar o processo de forma a

obter um composto rico e de qualidade, mas evitando maus odores

ou a presença de seres indesejáveis no compostor.

Este manual tem como principal objetivo disponibilizar o

conhecimento necessário para a aplicação prática de técnicas de

compostagem em conjunto com alunos, e em simultâneo

sensibilizar para a importância de promover a economia circular

dos resíduos, e dos biorresíduos em particular.

Ao longo do guia é apresentada a metodologia da compostagem

doméstica e quais as melhores práticas aconselhadas, parâmetros a

ter em consideração no processo, problemas que poderão surgir e

como os solucionar e ainda algumas propostas de atividades a

desenvolver com os alunos.

3


Compromissos e metas assumidos por

Portugal

Para começar, há que conhecer o panorama geral em termos de

compromissos e metas assumidos por Portugal no que diz respeito

à gestão dos resíduos:

- No ano de 2023 a produção de resíduos urbanos (RU) em Portugal

foi de 5 338 mil toneladas.

- Em 2023, 57% dos RU foram depositados em aterra sanitário.

- Portugal comprometeu-se em aumentar a taxa de preparação

para a reutilização e reciclagem de RU para 65%, até 2035. Estes

representam uma fração significativa dos resíduos urbanos em

Portugal.

- Portugal comprometeu-se em reduzir a percentagem de RU

depositados em aterro sanitário para 10% até 2035.

Indicador

Nacional

Unidade

Referência

(2019)

Referência

(2023)

Meta a alcançar

2025 2030 2035

Prevenção

(Quantidade

de resíduos

produzidos)

kg/hab.ano

513

505

513

513

-

Preparação

para

reutilização

e reciclagem

% de RU

recicláveis

-

32%

55%

60%

65%

Deposição

em aterro

% de RU

depositados

em aterro

-

57%

-

-

10%

(Fonte: APA, 2024)

4


Caracterização da situação

no Município de Sines

- Em 2022, no Município de Sines foram recolhidas cerca de 8 748

toneladas de RU, o que equivale a uma produção per capita de 601

kg/hab.ano.

- Cerca de 90% do total de RU recolhidos tiveram como destino

direto o aterro sanitário.

- Segundo o PAPERSU da Ambilital, prevê-se a redução da

deposição em aterro sanitário para 30% até 2030.

A recolha seletiva de biorresíduos é obrigatória em Portugal, desde

janeiro de 2024. Para facilitar esta prática está a ser implementado

um sistema de deposição seletiva de biorresíduos no Município de

Sines para utilizadores domésticos e não domésticos. Em

simultâneo estão a ser promovidas ações que visam a adoção da

compostagem in situ, como no caso das escolas, IPSSs ou na

população que disponha de jardim ou quintal.

Os restos de alimentos da

preparação de refeições e os

restos de comida que são

descartados com os resíduos

indiferenciados representam

um impacto significativo no

ambiente, na economia e na

saúde humana.

Os impactos negativos

identificados, a legislação

publicada e os compromissos

assumidos a nível europeu vêm

reforçar a necessidade de se

separar e valorizar os

biorresíduos.

Sines

Porto

Covo

5


Participação das escolas

Devido à elevada produção de biorresíduos nas cantinas escolares,

as escolas assumem um papel preponderante nesta estratégia,

pelo que a sua adesão a este projeto, é de elevada importância.

De salientar que o desperdício alimentar, que corresponde a cerca

de 1/3 dos alimentos que são produzidos anualmente em todo o

mundo, são um grave problema ambiental e social, e que apesar

dos seus impactos serem minimizados com a compostagem, há

que continuar a combater este problema através de medidas de

prevenção. O que é utilizado na compostagem é sobretudo

material proveniente da confeção dos alimentos, e com muito

menor expressão, as sobras que ficam no prato.

Economia Circular

Economia Circular é um conceito estratégico que assenta na

redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e

energia.

Se o lixo for reciclado, serve para produzir novos materiais ou

fertilizar o solo, reduz-se o gasto de energia, poupam-se recursos

naturais incluindo água e gera-se menos gases com efeito de

estufa.

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Reciclagem de embalagens

O lixo que não é reciclado, é depositado num Aterro Sanitário, uma

estrutura de engenharia, escavada no solo, onde os resíduos são

depositados em camadas e tapados.

O Projeto X irá tem como objetivo promover a transformação de

parte desse lixo que é biodegradável, num fertilizante natural para

as plantas através através da compostagem, promovendo assim a

economia circular da matéria orgânica.

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A Compostagem

– Metodologia a adotar

O que é a compostagem?

- A natureza não produz lixo

Na Natureza todos os resíduos orgânicos são transformados,

voltando a ser um recurso para as plantas, através da ação dos

decompositores (microrganismos, fungos e alguns invertebrados.).

Assim, num processo natural, de forma circular, os nutrientes são

devolvidos ao solo. É esse processo que se pretende promover com

a prática da Compostagem.

O Ciclo da Matéria Orgância

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A compostagem é um processo biológico de transformação da

matéria orgânica, por ação de microrganismos e outros pequenos

invertebrados, num composto, um fertilizante natural parecido

com o solo (terra) e com alto valor nutritivo para as plantas. Para que

isto aconteça de forma mais rápida, eficiente e sem causar maus

cheiros, utiliza-se um compostor, deposita-se os biorresíduos em

camadas e controlam-se algumas condições como a humidade, a

temperatura e o oxigénio.

A matéria orgânica, os biorresíduos, são restos de comida da

cozinha e resíduos do jardim ou horta.

O composto

O composto que se obtém no fim do processo poderá ser utilizado

como adubo, uma vez que melhora bastante a qualidade e a

estrutura do solo.

O composto tem também um efeito profilático nas culturas. Possui

fungicidas naturais e organismos benéficos que ajudam a eliminar

os organismos patogénicos que perturbam o solo e as plantas.

Quais são as vantagens de

praticarmos a Compostagem?

- Evita o uso de fertilizantes químicos;

- Previne doenças e pragas no solo e nas plantas;

- O composto é um material rico em nutrientes;

- O composto melhora a estrutura do solo;

- O composto retém a humidade e os nutrientes no solo;

- Poupa-se dinheiro ao produzir-se um fertilizante de forma natural;

- Reduz-se a quantidade de resíduos que vai para o aterro sanitário

e isso nota-se no nosso caixote de lixo;

- Melhora o ambiente e a nossa qualidade de vida.

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Material e condições necessárias

- Resíduos verdes e castanhos;

- Um compostor;

- Acesso a água;

- Tesoura de podar (para diminuir a dimensão dos resíduos que vão

para o compostor);

- Uma forqueta de arejamento ou ancinho (para remexer o material

dentro do compostor);

- Um termómetro;

- Um regador;

- Terra ou composto acelerador

(terra para plantas).

02

Como montar o compostor?

O compostor é muito fácil de montar

e é constituído por quatro peças:

- Tampa

- Corpo

- Porta

- Base

Que podem ser facilmente montadas

por encaixe, como ilustra o esquema ao lado.

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Para que a compostagem decorra da melhor forma

possível, há algumas regras que devem ser adotadas:

- Utilizar resíduos verdes, que são os que são mais ricos em

azoto. A maioria são provenientes da nossa alimentação.

- Utilizar resíduos castanhos que são os que são mais ricos

em carbono. São resíduos mais secos e lenhosos.

- A quantidade de resíduos castanhos deve ser o dobro da quantidade

de resíduos verdes e devem ser colocados em camadas.

Castanhos

Verdes

Folhas Secas

Galhos e Ramos

Aparas de Plantas

e Relva

Sobras de Vegetais

e Frutas

Cartão

Papel

Casca de Ovo

Estrume Animal

(não de estimação)

- Há resíduos que se deve evitar colocar no compostor por demorarem

muito tempo a decompor-se ou por perturbarem o processo de

compostagem. É o caso dos citrinos que podem alterar o pH da pilha

de composto tais como os limões, laranjas ou clementinas.

- Há materiais que não podem ser colocados dentro do compostor

porque não se decompõem, ou porque têm substâncias que são

tóxicas, não adequadas à produção de um fertilizante natural.

Ver a tabela, em seguida, com mais informação sobre exemplos

destes tipos de resíduos.

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Resíduos a colocar no compostor:

Resíduos verdes

- Fruta;

- Hortaliça;

- Legumes;

- Cereais;

- Borras de Café;

- Sacos de Chá;

- Relva;

- Restos de Plantas;

- Cascas de Ovo;

- Migalhas de Pão;

Resíduos castanhos

- Palha;

- Feno;

- Aparas de madeira;

- Serradura;

- Relva Seca;

- Erva Seca;

- Ramos;

- Cinzas de madeira;

Resíduos a a evitar colocar no compostor:

- Papel e cartão

- Citrinos (Reduzem o pH dentro do

compustor)

- Salada Temperada

- Relva verde em grandes quantidades

- Materiais muito rijos (cascas de noz,

caroços de pêssego...)

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Resíduos que NÃO se deve colocar no compostor

- Comida cozinhada

- Ossos e espinhas

- Carne, peixe e marisco

- Óleos e gorduras

- Lacticínios

- Cinzas de carvão mineral

- Excrementos de animais

domésticos

- Beatas de cigarros

- Materiais não orgânicos

(vidro, plástico e metal)

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Condições Ideais

Água:

É necessário acesso a água para regar o material dentro do

compostor, pois para que se dê a decomposição de forma

eficiente, é necessário que haja humidade na pilha de

composto. Para verificar se necessitamos de regar a pilha,

fazemos o “Teste Esponja”.

Oxigénio:

Para que a decomposição se dê de forma eficiente e sem

causar mau cheiro, é necessário arejar o material dentro do

compostor, fazendo circular o oxigénio, e isso consegue-se

com o auxílio da forqueta para revirar o material dentro do

compostor.

Temperatura:

No auge do processo de decomposição, na fase termófila, dá-se a

libertação de calor, o que faz aumentar a temperatura dentro da pilha

de composto. O aumento da temperatura é um bom indicador

que o processo está a decorrer de forma prevista, no entanto

este valor deverá manter-se entre os 50ºC e 60ºC. Acima de 65ºC

pode por em risco toda a compostagem, queimando o material

e afetando os microrganismos.

Tamanho dos materiais:

O material a decompor deve estar em pequenos pedaços de

forma a maximizar a superfície de contacto com os

microrganismos. Por outro lado, partículas demasiado

pequenas favorecem a compactação e consequentemente

limitam a circulação de oxigénio e água. Materiais

estruturantes (como os ramos) ajudam a garantir o

espaçamento adequado e devem ser colocados no fundo do

compostor.

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Como instalar o compostor

Deve optar-se por um local à sombra e abrigado do

vento para posicionar o compositor, prevenindo assim

a desidratação do composto. Além disso, o compositor

deverá ser colocado diretamente sobre o solo,

favorecendo a entrada de microrganismos e outros

pequenos seres vivos, como as minhocas, que

desempenharão um papel crucial na

compostagem, além de facilitar a

drenagem dos lixiviados (líquido que resulta

do processo).

O processo

1 Cortam-se os resíduos castanhos e verdes em

pequenos pedaços. Uma tesoura de poda pode

ser uma ferramenta útil para este fim.

2 No fundo do compostor colocam-se

aleatoriamente ramos da grossura de um dedo

(promovendo o arejamento e impedindo a

compactação).

3 Adiciona-se uma camada de 5 a 10 cm de resíduos castanhos.

4 Adiciona-se no máximo uma mão cheia de terra ou composto

acelerador; esta quantidade conterá microrganismos suficientes para

iniciar o processo de compostagem.

5 Adiciona-se uma camada de resíduos verdes;

6 Cobre-se com outra camada de resíduos castanhos. A última

camada a adicionar deve ser sempre de resíduos castanhos, para

diminuir os problemas de maus cheiros e a proliferação de insetos e

outros animais indesejáveis.

7 Rega-se cada camada de forma a manter um teor de humidade

adequado. Ver o “Teste Esponja”.

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A utilização do composto

- Quando o composto estiver pronto deve ser

retirado do compostor pela pequena porta na

parte inferior do contentor. Deverá ter uma

aparência semelhante a terra, de cor escura

- Usa-se um crivo para separar o material que

ainda não foi degradado e volta-se a colocar

dentro do compostor.

- Deixa-se o compostor repousar 2 a 4 semanas antes da sua aplicação,

especialmente em plantas sensíveis. Deverá ficar num sítio arejado e

protegido da chuva. Esta fase de repouso é designada por fase de

maturação.

- Se for adicionado a um vaso, a proporção deverá ser de 2 partes de

terra e 1 parte de composto.

- Se for adicionado a um terreno, e tivermos uma boa quantidade de

composto, deverá ser espalhado por todo o terreno.

- Se for para colocar na nossa horta e não tivermos muita quantidade,

deveremos depositar junto ao pé das nossas culturas.

Teste de Esponja

Retira-se um pouco de composto com a mão e aperta-se como se

fosse uma esponja:

- Se escorrer água significa que a pilha de composto está demasiado

húmida.

- Se, ao largar, a mão ficar completamente seca significa que necessita

de adicionar água.

- Se a mão ficar húmida, mas sem escorrer, significa que tem a

humidade correta.

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Problemas, possíveis causas e

conselhos para os resolver

Sendo a compostagem um processo natural, existem alguns

problemas que podem ocorrer durante o processo de decomposição

dos resíduos depositados. No quadro seguinte são apresentados

alguns problemas recorrentes e as soluções a adotar para os controlar.

Cheiro a ovos

podres

Problema Causa Solução

Cheiro a mistura

de manteiga

rançosa e vinagre

Temperatura não

aumenta

Compostagem

muito lenta

Pilha muito

húmida

Composto atrai

animais

Compostor atrai

formigas

Pilha muito húmida

Demasiados materiais

verdes

Falta de verdes

Pilha muito seca

Tamanho dos materiais

muito grande

Demasiados materiais

castanhos

Excesso de água

Pilha pouco arejada

Há resíduos de

carne/peixe.

Restos de comida na

parte superior da pilha

Composto está

demasiado seco

Adicionar materiais castanhos e

remexer a pilha

Adicionar materiais castanhos

Adicionar verdes

Fazer teste da humidade, adicionar

água e remexer

Cortar os materiais em pedaços mais

pequenos

Misturar com os materiais um pouco

de terra ou composto já pronto

Adicionar materiais secos. Tirar a

tampa do compostor durante algum

tempo

Colocar o compostor num local com

boa drenagem

Mexer a pilha para o ar circular

Retirar os materiais que não possam

ser colocados

Cobrir a pilha com castanhos

Fechar bem a tampa do compostor

Mexer bem o composto para

aumentar a temperatura

Mexer bem o composto para

aumentar a temperatura

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Proposta de atividades a

desenvolver na escola com os

alunos, no âmbito da prática da

Compostagem:

- Elaborar uma apresentação sobre o tema e apresentar às várias

turmas da escola;

- Comparar o crescimento das culturas antes e após a utilização do

composto;

- Com o auxílio de lupas de mão, identificar os pequenos

invertebrados que participam no processo da decomposição como o

bicho-de-conta, a maria-café ou minhocas.

- Deixar uma maça a apodrecer num tabuleiro com terra e observar as

alterações ao longo do tempo. Registar as observações e/ ou

fotografar.

- Utilizar as disciplinas de matemática e ciências / estudo do meio para

registar os dados medidos durante o processo da compostagem:

temperatura, humidade, tamanho dos resíduos, coloração, odor.

- Relacionar a compostagem com os conteúdos relativos a “cadeia

alimentar” e do “ciclo do carbono”.

- Explorar o tema na disciplina de cidadania.

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Já ouviste falar do saco laranja?

Compostagem Industrial realizada pela Câmara Municipal de Sines.

Para além deste tipo de compostagem que pode fazer na sua escola

ou até em casa (caso tenha um terreno, jardim ou quintal), o

município de Sines também se encontra a implementar outras

medidas que visam a separação e valorização dos biorresíduos. Uma

dessas medidas é dirigida aos residentes e consiste na deposição dos

biorresíduos em sacos de cor laranja, previamente distribuídos pelo

município, que são posteriormente colocados no contentor do lixo

indiferenciado (comum). Esses biorresíduos são triados na central de

gestão de resíduos da Ambilital e destinam-se a um processo de

compostagem de grandes dimensões, à escala industrial, que

aproveita os resíduos dos restos alimentares das refeições, incluindo

comida cozinhada, ossos, espinhas e até guardanapos, os quais não

devem ser utilizados na compostagem doméstica.

Qualquer munícipe pode participar neste projeto. Para receber o saco

laranja e aderir ao projeto, informe-se aqui:

A tua família também pode participar neste

projeto. Para receberes estes sacos e contribuíres

para este projeto, informa-te aqui:

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Saber mais e inscrições:

Município de Sines

Largo Ramos da Costa, 21-A

7520-159 Sines

Tel. 269 630 600

Email (geral) geral@mun-sines.pt

Inscrições: Formulário Online e Balcão único

www.sines.pt


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