A Nutrição da Igreja - A Necessidade da Mutualidade dos Dons
► Uma Perspectiva Batista Confessional Com profundidade bíblica e aplicação pastoral, o autor confronta a passividade e o individualismo da membresia, chamando cada membro de Igreja a viver sua vocação com intencionalidade, piedade e mutualidade prática. Uma obra solidamente firmada nas Confissões Batistas de 1644/46 e 1677/89.
► Uma Perspectiva Batista Confessional
Com profundidade bíblica e aplicação pastoral, o autor confronta a passividade e o individualismo da membresia, chamando cada membro de Igreja a viver sua vocação com intencionalidade, piedade e mutualidade prática. Uma obra solidamente firmada nas Confissões Batistas de 1644/46 e 1677/89.
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Conselho Editorial:
Pr. Fernando Angelim
O Estandarte de Cristo
Editora
Diretor Executivo:
Pr. Jorge Rodríguez
Pr. Josué Meninel
Pr. Marcus Paixão
Pr. William Teixeira
Título
A Nutrição da Igreja:
A Necessidade da Mutualidade dos Dons
Por Elivando Mesquita
Copyright © 2025 Elivando Mesquita.
Copyright © 2025 Editora O Estandarte de Cristo.
As citações usadas nesta tradução são da versão Almeida
Revista e Atualizada © | ARA Copyright © 1993 Sociedade
Bíblica do Brasil.
1ª edição: Agosto de 2025.
Todos os direitos em língua
portuguesa reservados por
Editora O Estandarte de Cristo.
Proibida a reprodução por
quaisquer meios, salvo em breves
citações, com indicação da fonte.
Revisão ortográfica: Denis Luna
Revisão teológica: George Luiz
Gomes de Oliveira
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Mesquita, Elivando de Carvalho
M582n
A Nutrição da Igreja: A Necessidade da Mutualidade dos Dons / Elivando de
Carvalho Mesquita; – Francisco Morato, SP: O Estandarte de Cristo, 2025.
268 p.: 16 x 23 cm.
ISBN 978-65-01-64468-4
1. Cristianismo. 2. Igreja. 3. Eclesiologia. I. Título
CDD 230
Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422
A Nutrição da Igreja: A Necessidade da Mutualidade dos Dons
Uma Perspectiva Batista Confessional
Com profundidade bíblica e aplicação pastoral,
o autor confronta a passividade e o individualismo da membresia,
chamando cada membro de Igreja a viver sua vocação com
intencionalidade, piedade e mutualidade prática.
Uma obra solidamente firmada nas
Confissões Batistas de 1644/46 e 1677/89.
Para mais informações acesse o site: https://www.anutricaodaigreja.com/
Ou escaneie o QR Code abaixo:
A Nutrição da Igreja é uma obra bem-vinda no atual cenário da igreja
brasileira, e útil para a compreensão da teologia dos dons do Espírito na
igreja local. O autor faz um chamado bíblico e pastoral à redescoberta da
mutualidade dos dons, baseando seu argumento não apenas no texto bíblico,
mas também na teologia da Confissão de Fé Batista de 1689. Com
clareza, o livro desafia igrejas locais a viverem a interdependência espiritual,
destacando que a maturidade cristã se manifesta no serviço sacrificial e coletivo.
Ideal para discipulado e ensino na escola bíblica dominical, esta é
mais uma obra valiosa para edificar líderes e membros, promovendo uma
igreja saudável e comprometida com a glória de Cristo.
Marcus Paixão
Pastor da Igreja Batista Bom Samaritano — Teresina, Piauí
Fundador do Curso de História e Teologia Batista (CHTB)
Presidente do Seminário Batista Confessional do Brasil (SBCB | CBTS-Brazil)
A Nutrição da Igreja é uma obra teológica e pastoral que apresenta um
diagnóstico preciso e oferece remédios bíblicos para a saúde da igreja local.
O Pr. Elivando Mesquita afirma com clareza que os oficiais são essenciais,
mas não suficientes para a edificação do corpo de Cristo. A liderança espiritual
faz parte do plano redentivo de Deus, mas os dons foram concedidos a
toda a igreja para sua edificação. O livro destaca que negligenciar os dons
equivale a negligenciar a própria vocação cristã, e seu exercício é uma evidência
concreta de nova vida em Cristo.
Ao tratar a igreja como corpo, o autor enfatiza a importância da mutualidade,
da interdependência e da nutrição mútua entre os membros. O
discipulado é apresentado como expressão prática do amor cristão e como
cultura vital para a saúde da igreja, manifestando-se na vivência do cuidado
mútuo. O autor também corrige a confusão comum entre dons e ofícios,
mostrando que todos são chamados ao serviço, ainda que nem todos exerçam
liderança formal.
Por fim, o pastor Elivando Mesquita oferece um caminho pastoral,
bíblico e confessional para que cada crente descubra e desenvolva seus dons
no contexto da vida da igreja local. Sem dúvida, é uma leitura essencial para
todos que desejam uma igreja centrada em Cristo, viva na Palavra e edificada
em amor.
Iranildo Medeiros
Pastor da Igreja Bíblica Monte Sião — Fortaleza-CE
Professor e escritor de Teologia Histórica
O pastor Elivando é um amigo querido, cuja caminhada ministerial
tenho tido o privilégio de acompanhar ao longo dos anos. Ele é um batista
confessional convicto, um pastor zeloso e profundamente comprometido
com a edificação da igreja local.
Este livro nasce de sua vivência no ministério e reflete aquilo que ele
prega e pratica: uma teologia bíblica, sólida e confessional, marcada por rigor
exegético e diálogo honesto com grandes vozes da tradição cristã, tanto
do passado quanto do presente.
Mais do que uma obra acadêmica, trata-se de um testemunho fiel escrito
por alguém que vive, na prática, a vida da igreja no contexto brasileiro,
aplicando verdades eternas ao cotidiano do povo de Deus. Recomendo esta
obra com alegria.
Fernando Angelim
Pastor da igreja Batista Reformada de Belém-PA
Diretor do Seminário Batista Confessional do Brasil (SBCB | CBTS-Brazil)
Mestre em Estudos Histórico-Teológicos,
escritor e professor de Teologia Bíblica Batista Confessional
A Nutrição da Igreja ajuda-nos a ver como o evangelho é central não só para
a nossa salvação inicial, mas também para o resto da vida cristã. Este livro
ajuda-nos a compreender a importância dos dons e o seu uso adequado na
Igreja local para a glória de Deus e para a edificação da Igreja. Esta é uma
• 6 •
obra centrada em Deus e rica na tradição batista confessional. Será certamente
de benefício para o leitor e para as Igrejas não só no Brasil, mas também
em África. Recomendo este livro aos membros da Igreja, pastores, plantadores
de Igrejas e estudantes de teologia.
João Macedo
Pastor da Igreja Baptista em Kitwe | Kitwe Church (Zâmbia - África)
Diretor do PodCast Batista Confessional Reforma244 (Angola - África)
A vida cristã é vida em Cristo e é vivida no corpo de Cristo, a igreja. A
mesma fé que nos une a Cristo, nos une também ao corpo dele. E uma vez
unidos à igreja de Cristo, nos tornamos membros uns dos outros e o próprio
Senhor Jesus nos concede dons que devem ser usados para a edificação mútua
e crescimento do seu corpo. E é justamente esta verdade gloriosa, além
de muitas outras, que é brilhantemente abordada no livro A Nutrição da
Igreja: A Necessidade da Mutualidade dos Dons, da autoria do querido pastor
Elivando Mesquita.
Com o coração e zelo de um pastor, e a habilidade e precisão de um
teólogo, Elivando Mesquita expõe o ensino bíblico e confessional de que
Cristo concedeu dons a cada membro do seu povo da Nova Aliança e que
deseja que esses dons sejam exercidos fielmente no contexto da igreja local.
Este livro é proveitoso tanto para os membros quanto para os oficiais da
igreja, ao definir biblicamente quais são os papéis que — segundo seus dons
e chamados —, eles devem desempenhar no corpo de Cristo, bem como oferecer
reflexões sábias e orientações práticas para que sejamos realmente
uma “igreja gloriosa, santa e irrepreensível” (Efésios 5:27), uma igreja “de
acordo com a mente de Cristo” (CFB1689 26.8).
William Teixeira
Pastor na Igreja Batista Reformada de Francisco Morato-SP
Diretor executivo da editora O Estandarte de Cristo
Psicólogo e Vice-Presidente da Comunhão Batista Reformada do Sudeste.
Mestrando em Teologia Batista Reformada
pelo Covenant Baptist Theological Seminary (CBTS-Brazil).
A Nutrição da Igreja, do pastor Elivando Mesquita, é uma obra que
aborda a essência da igreja local como um organismo vivo e interdependente,
formado pelos eleitos que foram chamados, redimidos e capacitados
por Cristo para viverem juntos para a glória de Deus. O autor conduz os
leitores a reconhecerem a importância de cada pessoa na edificação do
corpo, enfatizando que a vitalidade da igreja é, de fato, um esforço coletivo
e dependente do Senhor Jesus Cristo. Ao analisar Efésios 4.7-16, Mesquita
nos desafia a abandonar a passividade e a abraçar nossa vocação com intencionalidade,
vivendo-a “de maneira digna”, conforme exorta o apóstolo
Paulo. Essa mensagem é crucial em um contexto onde o individualismo e o
consumismo impõem grandes desafios às igrejas locais.
Uma das principais contribuições do livro é o reconhecimento de que,
embora os oficiais da igreja sejam cruciais na nutrição do corpo, eles não são
os únicos capacitados e ordenados a se desgastar em prol da igreja e da causa
do Evangelho. Diferentemente disso, os oficiais também são membros do
corpo e, portanto, precisam de cuidado e edificação por parte dos demais.
Cada membro é chamado à “justa cooperação de cada parte”, evitando assim
a exaustão pastoral e o adoecimento da igreja. Essa visão de uma igreja na
qual cada pessoa assume a responsabilidade e a honra de edificar o corpo é
bíblica e, portanto, fundamental para a saúde e o crescimento da família da
fé.
A Nutrição da Igreja é um convite não apenas à reflexão profunda, mas
também à ação transformadora, promovendo um discipulado ativo que glorifica
a Cristo e nutre a comunidade da fé.
Pr. Janyson Ferreira
Pastor da Primeira Igreja Batista Reformada em Limoeiro do Norte-CE
Advogado e 1º Secretário da Comunhão Batista Reformada do Nordeste.
Mestrando em Teologia Batista Reformada
pelo Covenant Baptist Theological Seminary (CBTS-Brazil).
Conheço o Rev. Elivando Mesquita como alguém que não apenas fala
sobre o Evangelho, mas o vive com sinceridade e entrega. Ele ama e defende
a igreja de Cristo, reconhecendo-a como a noiva do Cordeiro. Ao ler este
• 8 •
livro, torna-se evidente que suas palavras nascem da vivência pastoral e de
uma caminhada real com Deus — não apenas de estudo ou pesquisa. Ele
escreve com o coração de quem experimenta o que ensina.
Este endosso tem ainda mais valor para mim, pois já tive o privilégio
de caminhar ao lado do Rev. Elivando e vivenciar, na prática, muito do que
ele defende nesta obra. A Nutrição da Igreja destaca o discipulado e o serviço
mútuo no contexto da igreja local, onde os dons do Espírito são exercidos
para edificação comum. O autor valoriza o papel dos oficiais da igreja sem
diminuir a importância de cada membro, mostrando uma relação de interdependência
no corpo de Cristo.
Essa é uma obra que confronta a ideia de igreja como espaço de consumo
religioso e propõe uma comunidade viva, bíblica, onde todos são chamados
a servir, crescer e contribuir. Se você sente que algo está errado na
sua igreja — este é um livro indispensável para você.
Paulo Júnior Salgado de Moraes
Pastor Sênior da Primeira Igreja Batista Reformada em Jataí-GO
Advogado e Diretor da Comissão de Constituição e
Justiça da Comunhão Batista Reformada do Sudeste — CBRSE
Mestrando em Teologia Batista Reformada
pelo Covenant Baptist Theological Seminary (CBTS-Brazil).
Sumário
AGRADECIMENTOS ......................................................................................21
PREFÁCIO .......................................................................................................23
INTRODUÇÃO ................................................................................................25
1 FUNDAMENTAÇÕES ................................................................................31
AS LISTAS DE DONS NO NOVO TESTAMENTO .....................................................31
TODOS OS CRENTES RECEBERAM DONS NO NOVO NASCIMENTO ......................33
DONS ESPIRITUAIS EXTRAORDINÁRIOS E ORDINÁRIOS ......................................34
DONS EXTRAORDINÁRIOS ..............................................................................35
DONS ORDINÁRIOS ........................................................................................37
SINTETIZANDO OS FUNDAMENTOS DA OBRA: ....................................................37
2 OS OFICIAIS DA IGREJA SÃO ESSENCIAIS, MAS NÃO
SUFICIENTES .................................................................................................39
O PRINCÍPIO CRIACIONAL DA LIDERANÇA ..........................................................39
ILUSTRAÇÃO: O RELÓGIO DO MESTRE RELOJOEIRO ......................................42
APLICAÇÃO PASTORAL ....................................................................................42
A LIDERANÇA NA ANTIGA E NOVA ALIANÇA .......................................................44
A ANTIGA ALIANÇA.........................................................................................44
A NOVA ALIANÇA ...........................................................................................49
OS OFÍCIOS ESBOÇADOS PELA CONFISSÃO: ...................................................53
O PRINCÍPIO DA MUTUALIDADE ESSENCIAL NA EDIFICAÇÃO .............................59
A MEMBRESIA RESPONSÁVEL E A CULTURA DE EDIFICAÇÃO ..............................62
CONCLUSÃO ........................................................................................................64
DESAFIOS AOS LEITORES: ...................................................................................67
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ...............................................................................67
AOS MEMBROS DA IGREJA: ............................................................................67
• 11 •
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO: ............................................................................ 67
3 A OBRA DE CRISTO E A DISTRIBUIÇÃO DOS DONS ...................... 69
CRISTO: O CABEÇA DA IGREJA E O DOADOR DOS DONS ..................................... 69
O CRISTO TRIUNFANTE E O PODER CONCEDIDO ........................................... 71
A GRAÇA CAPACITADORA DA NOVA ALIANÇA .................................................... 75
ILUSTRAÇÃO: A ORQUESTRA DO REI .............................................................. 78
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................... 78
OS DONS COMO EXPRESSÃO DO PROPÓSITO REDENTIVO ................................. 80
ILUSTRAÇÃO: A CIDADE REDIMIDA EM RECONSTRUÇÃO ............................... 84
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................... 86
IMPLICAÇÕES PRÁTICAS: FIDELIDADE E RESPONSABILIDADE ............................. 87
CONCLUSÃO ....................................................................................................... 91
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................... 92
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................... 92
AOS MEMBROS DA IGREJA: ............................................................................ 93
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO .............................................................................. 93
4 O EXERCÍCIO DOS DONS COMO EVIDÊNCIA DE CONVERSÃO .. 95
A OMISSÃO E O RISCO DE NÃO CONVERSÃO ...................................................... 95
ILUSTRAÇÃO: A LAMPARINA APAGADA NO ARSENAL DO REI ....................... 101
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 103
IMATURIDADE VERSUS MORTE ESPIRITUAL ..................................................... 103
ILUSTRAÇÃO: O NAVEGADOR, O APRENDIZ E O PASSAGEIRO MORTO ......... 108
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 110
O EXERCÍCIO DOS DONS: OBEDIÊNCIA E EVIDÊNCIA ....................................... 111
ILUSTRAÇÃO: O ARMAZÉM DO REI E OS MORDOMOS DA GRAÇA................. 117
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 117
ILUSTRAÇÃO: A CHAMA QUE NÃO PODE FICAR ENCOBERTA ....................... 119
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 121
FÉ FRUTÍFERA: SINAL DE NOVA VIDA .............................................................. 122
ILUSTRAÇÃO: O RIO QUE CORRE DO MONTE .............................................. 125
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 127
CRISTÃOS NOMINAIS NÃO SÃO COMPROMETIDOS COM OS DONS .................. 128
CONCLUSÃO ..................................................................................................... 132
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................ 134
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................ 134
AOS MEMBROS DA IGREJA: .......................................................................... 134
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO ........................................................................... 135
5 A IGREJA COMO CORPO: UNIDADE, DIVERSIDADE E MÚTUA
NUTRIÇÃO ................................................................................................... 137
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ..................................................................... 137
A METÁFORA DO CORPO: MAIS QUE UMA ILUSTRAÇÃO .................................. 139
A UNIDADE QUE CELEBRA A DIVERSIDADE ...................................................... 143
ILUSTRAÇÃO: A ORQUESTRA DO MAESTRO INVISÍVEL ................................. 146
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 148
A NECESSIDADE DA MÚTUA NUTRIÇÃO ........................................................... 149
ILUSTRAÇÃO: CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE VIVA ...................................... 153
.................................................................................................................... 154
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 155
A CULTURA DO EGOÍSMO ESPIRITUAL ............................................................. 155
CONCLUSÃO ..................................................................................................... 156
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................ 158
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................ 158
AOS MEMBROS DA IGREJA: .......................................................................... 158
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO ........................................................................... 159
6 O DISCIPULADO COMO EXPRESSÃO DE AMOR MÚTUO ........... 161
A IGREJA É DISCIPULADO: UMA IDENTIDADE ESPIRITUAL ............................... 161
DISCIPULADO: O USO COTIDIANO E SACRIFICIAL DOS DONS .......................... 165
O CHAMADO DE CRISTO À MULTIPLICAÇÃO DO ENSINO ................................. 167
O ESFRIAMENTO DO AMOR E A FALÊNCIA DO DISCIPULADO ........................... 170
ILUSTRAÇÃO: A OFICINA DE FORJA CONJUNTA ............................................... 171
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 173
CONCLUSÃO ..................................................................................................... 174
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................. 175
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................. 175
AOS MEMBROS DA IGREJA: .......................................................................... 176
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO ............................................................................ 176
7 O EXERCÍCIO DOS DONS NÃO EXIGE OFÍCIO............................... 179
O ERRO COMUM: INTERPRETAR DONS COMO OFÍCIOS ................................... 179
A FUNÇÃO DOS OFICIAIS: EQUIPAR OS SANTOS PARA O SERVIÇO .................... 189
ILUSTRAÇÃO: O JARDINEIRO-MESTRE E O JARDIM VIVO ............................ 192
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 192
A VISÃO CONFESSIONAL: TODOS OS SANTOS POSSUEM DEVERES ................... 194
SERVIR SEM OFÍCIO: FIDELIDADE ANTES DE RECONHECIMENTO .................... 197
ILUSTRAÇÃO: O AFINADOR DE PIANOS ........................................................ 201
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 203
O PERIGO DO CORAÇÃO VAIDOSO ................................................................... 203
ILUSTRAÇÃO: A MÃO INVISÍVEL DA GRAÇA ................................................. 207
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 207
CONCLUSÃO ..................................................................................................... 209
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................. 210
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................. 210
AOS MEMBROS DA IGREJA: .......................................................................... 211
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO ............................................................................ 211
8 IDENTIFICANDO OS DONS ESPIRITUAIS PARA EDIFICAÇÃO DA
IGREJA LOCAL ............................................................................................ 213
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ..................................................................... 213
A ORIGEM E PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS ............................................ 215
ILUSTRAÇÃO: O FERREIRO DESCONHECIDO DO REINO ............................... 217
APLICAÇÃO PASTORAL ................................................................................. 219
PRINCÍPIOS PARA O DISCERNIMENTO DOS DONS ............................................ 219
A) SUBMISSÃO À ESCRITURA E À IGREJA LOCAL ............................................ 220
B) CHÃO DA IGREJA LOCAL E INTENCIONALIDADE NO SERVIÇO ................... 222
C) CONFIRMAÇÃO DA IGREJA LOCAL ............................................................ 223
D) ORAÇÃO E INTENCIONALIDADE .............................................................. 224
CONCLUSÃO ..................................................................................................... 228
DESAFIOS AOS LEITORES: ................................................................................ 230
AOS OFICIAIS DA IGREJA: ............................................................................ 230
AOS MEMBROS DA IGREJA: .......................................................................... 230
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO ........................................................................... 231
CONCLUSÃO FINAL ................................................................................... 233
APÊNDICE 1: ELEMENTOS QUE CONSTITUEM UMA IGREJA LOCAL
SEGUNDO A CFB1689 ............................................................................... 237
ELEMENTOS QUE CONSTITUEM UMA IGREJA LOCAL SEGUNDO A CONFISSÃO 238
1. CRENTES REGENERADOS E PROFESSANTES.............................................. 238
2. REUNIÃO VISÍVEL, VOLUNTÁRIA E PACTUAL ........................................... 238
3. ORGANIZAÇÃO LOCAL E COMPLETA ........................................................ 238
4. MINISTÉRIO DA PALAVRA E ORAÇÃO ....................................................... 239
5. AUTORIDADE E DISCIPLINA ESPIRITUAL .................................................. 239
6. ADMINISTRAÇÃO CORRETA DAS ORDENANÇAS ....................................... 239
7. OFICIAIS ORDENADOS POR CRISTO ......................................................... 239
8. COMPROMISSO COM A COMUNHÃO E A EDIFICAÇÃO MÚTUA ................. 240
9. COMUNHÃO E COOPERAÇÃO ENTRE IGREJAS .......................................... 240
RESUMO DOS CONSTITUINTES ESSENCIAIS DE UMA IGREJA LOCAL (SEGUNDO A
CONFISSÃO) ..................................................................................................... 240
APÊNDICE 2: AS PRINCIPAIS METÁFORAS BÍBLICAS PARA O
POVO DE DEUS ........................................................................................... 243
METÁFORAS ORGÂNICAS ................................................................................. 244
1. CORPO ..................................................................................................... 244
2. VIDEIRA E RAMOS .................................................................................... 244
3. OLIVEIRA ................................................................................................. 244
4. REBANHO ................................................................................................ 245
5. FAMÍLIA ................................................................................................... 245
6. CAMPO DE LAVOURA ............................................................................... 245
7. NOIVA/ESPOSA ........................................................................................ 245
8. PEDRAS VIVAS.......................................................................................... 246
METÁFORAS INSTITUCIONAIS .......................................................................... 246
9. EDIFÍCIO/TEMPLO ................................................................................... 246
10. NAÇÃO SANTA/POVO ELEITO ................................................................ 246
11. SACERDÓCIO REAL ................................................................................ 246
12. CIDADE .................................................................................................. 247
13. CARTA DE CRISTO .................................................................................. 247
14. HERDEIROS............................................................................................ 247
METÁFORAS MISSIONAIS ................................................................................. 247
15. LUZ DO MUNDO .................................................................................... 247
16. SAL DA TERRA ........................................................................................ 248
APÊNDICE 3: AS PRINCIPAIS MUTUALIDADES DO NOVO
TESTAMENTO ............................................................................................. 249
MUTUALIDADES COMO MANDAMENTOS POSITIVOS ....................................... 249
O QUE DEVEMOS FAZER “UNS AOS OUTROS”: ............................................... 249
MUTUALIDADES COMO MANDAMENTOS NEGATIVOS...................................... 250
APÊNDICE 4: BREVE DESCRIÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS ......... 253
1. PROFECIA ..................................................................................................... 254
2. MINISTÉRIO OU SERVIÇO ............................................................................. 254
3. ENSINO ........................................................................................................ 255
4. EXORTAÇÃO ................................................................................................. 255
5. CONTRIBUIÇÃO (LIBERALIDADE) ................................................................. 255
6. PRESIDIR (LIDERANÇA)................................................................................ 255
7. MISERICÓRDIA ............................................................................................. 255
8. PALAVRA DE SABEDORIA .............................................................................. 256
9. PALAVRA DE CONHECIMENTO ..................................................................... 256
10. FÉ .............................................................................................................. 256
11. DONS DE CURA .......................................................................................... 256
12. OPERAÇÕES DE MILAGRES ......................................................................... 256
13. DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS ................................................................. 257
14. VARIEDADE DE LÍNGUAS ............................................................................ 257
15. INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS .................................................................... 257
16. APÓSTOLOS, PROFETAS, EVANGELISTAS, PASTORES E MESTRES ............... 257
17. HOSPITALIDADE (IMPLÍCITO).................................................................... 258
DONS QUE CESSARAM ...................................................................................... 258
1. DOM DE PROFECIA REVELACIONAL ......................................................... 258
2. DOM DE LÍNGUAS (GLOSSOLALIA)........................................................... 258
3. DOM DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS .................................................... 259
4. DONS DE CURA E MILAGRES COMO OFÍCIO REGULAR .............................. 259
TABELA DOS DONS ESPIRITUAIS E SUAS REFERÊNCIAS BÍBLICAS ...................... 259
CATECISMO DOS DONS ........................................................................... 261
I. FUNDAMENTOS DOS DONS ESPIRITUAIS ...................................................... 261
II. CESSAÇÃO E CONTINUIDADE DOS DONS ..................................................... 263
III. MUTUALIDADE E VIDA NA IGREJA.............................................................. 263
IV. NEGLIGÊNCIA E RISCOS .............................................................................. 265
V. DISCERNIMENTO E DESENVOLVIMENTO DOS DONS ................................... 265
VI. AÇÃO PASTORAL E ESTRUTURA ECLESIÁSTICA ........................................... 266
VII. DISCIPULADO E SERVIÇO .......................................................................... 267
VIII. CONSEQUÊNCIAS ETERNAS ..................................................................... 268
REFERÊNCIAS ............................................................................................. 269