A Nutrição da Igreja - A Necessidade da Mutualidade dos Dons
► Uma Perspectiva Batista Confessional Com profundidade bíblica e aplicação pastoral, o autor confronta a passividade e o individualismo da membresia, chamando cada membro de Igreja a viver sua vocação com intencionalidade, piedade e mutualidade prática. Uma obra solidamente firmada nas Confissões Batistas de 1644/46 e 1677/89.
► Uma Perspectiva Batista Confessional
Com profundidade bíblica e aplicação pastoral, o autor confronta a passividade e o individualismo da membresia, chamando cada membro de Igreja a viver sua vocação com intencionalidade, piedade e mutualidade prática. Uma obra solidamente firmada nas Confissões Batistas de 1644/46 e 1677/89.
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A Nutrição da Igreja é uma obra bem-vinda no atual cenário da igreja
brasileira, e útil para a compreensão da teologia dos dons do Espírito na
igreja local. O autor faz um chamado bíblico e pastoral à redescoberta da
mutualidade dos dons, baseando seu argumento não apenas no texto bíblico,
mas também na teologia da Confissão de Fé Batista de 1689. Com
clareza, o livro desafia igrejas locais a viverem a interdependência espiritual,
destacando que a maturidade cristã se manifesta no serviço sacrificial e coletivo.
Ideal para discipulado e ensino na escola bíblica dominical, esta é
mais uma obra valiosa para edificar líderes e membros, promovendo uma
igreja saudável e comprometida com a glória de Cristo.
Marcus Paixão
Pastor da Igreja Batista Bom Samaritano — Teresina, Piauí
Fundador do Curso de História e Teologia Batista (CHTB)
Presidente do Seminário Batista Confessional do Brasil (SBCB | CBTS-Brazil)
A Nutrição da Igreja é uma obra teológica e pastoral que apresenta um
diagnóstico preciso e oferece remédios bíblicos para a saúde da igreja local.
O Pr. Elivando Mesquita afirma com clareza que os oficiais são essenciais,
mas não suficientes para a edificação do corpo de Cristo. A liderança espiritual
faz parte do plano redentivo de Deus, mas os dons foram concedidos a
toda a igreja para sua edificação. O livro destaca que negligenciar os dons
equivale a negligenciar a própria vocação cristã, e seu exercício é uma evidência
concreta de nova vida em Cristo.
Ao tratar a igreja como corpo, o autor enfatiza a importância da mutualidade,
da interdependência e da nutrição mútua entre os membros. O
discipulado é apresentado como expressão prática do amor cristão e como
cultura vital para a saúde da igreja, manifestando-se na vivência do cuidado
mútuo. O autor também corrige a confusão comum entre dons e ofícios,
mostrando que todos são chamados ao serviço, ainda que nem todos exerçam
liderança formal.