RBS Magazine Ed 65
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Vol. 07 - Nº 65 - SET/OUT 2025
www.revistabrasilsolar.com
29°FórumGD
FÓRUM REGIONAL DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA COM FONTES RENOVÁVEIS
REGIÃO NORTE
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ISSN 2526-7167
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PUBLICAÇÃO
índice
04
06
07
08
09
10
ABGD reforça papel da geração
distribuída durante a Semana
Internacional das Energias Renováveis,
Sustentabilidade e Meio Ambiente em
Belém
Como a energia fotovoltaica
colabora com as “ODS” da ONU
Entrevista com Tiago Bao Ribeiro,
advogado tributarista e investidor em
energia renovável, especialista em
geração distribuída
ESG na prática:
o papel das fixações sustentáveis
Entrevista com Eduardo Lopes,
diretor comercial da INOX-PAR.
Oportunidades da geração distribuída
para comunidades amazônicas
Curitiba - PR – Brasil
www.revistabrasilsolar.com
CHEFE DE EDIÇÃO
Tiago Cassol Severo
JORNALISTA RESPONSÁVEL
Enaira Schoemberger
DIREÇÃO COMERCIAL
Tiago Fraga
EQUIPE COMERCIAL
Claudio Fraga, Luan Ignacio Dias
COMITÊ EDITORIAL
Colaboradores da edição
DISTRIBUIÇÃO
Carlos Alberto Castilhos
REDES SOCIAIS
Nilvia Maria Marques
EDIÇÃO DE ARTE
Vórus Design e Web
www.vorusdesign.com.br
CAPA
Carolina Agostini Mendes
APOIO
ABGD / TECPAR / WBA - Associação Mundial
de Bioenergia Solar / Instituto BESC / CBCN
/ Portal Brasileiro de Energia Solar / NEEAL
- Núcleo de Estudo em Energia Alternativa /
ABEAMA
DISTRIBUIÇÃO DIRIGIDA
Empresas do setor de energia solar
fotovoltaica, geração distribuída e energias
renováveis, sustentabilidade, câmaras
e federações de comércio e indústria,
universidades, assinantes, centros de
pesquisas, além de ser distribuído em grande
quantidade nas principais feiras e eventos do
setor de energia solar, energias renováveis,
construção sustentável e meio ambiente.
TIRAGEM: 5.000 exemplares
VERSÕES: Impressa / eletrônica
PUBLICAÇÃO: Bimestral
CONTATO: +55 (41) 3225.6693 - (41) 3222.6661
E-MAIL: contato@grupofrg.com.br
12
João Pessoa sedia Semana Internacional
das Energias Renováveis e abre chamada
de trabalhos científicos
13
Solar tritec
A Revista RBS é uma publicação do
14
Semana Internacional das Energias
Renováveis, Meio Ambiente e
Sustentabilidade acontece em João
Pessoa
Para reprodução parcial ou completa das
informações da RBS Magazine - Revista Brasil Solar
é obrigatório a citação da fonte.
Os artigos e matérias assinados por colunistas e
ou colaboradores, não correspondem a opinião
da RBS Magazine - Revista Brasil Solar, sendo
de inteira responsabilidade do autor.
RBS Magazine 3
ABGD reforça papel da geração distribuída durante
a Semana Internacional das
Energias Renováveis, Sustentabilidade e
Meio Ambiente em Belém
Evento aquece debates presentes na COP30 sobre transição energética,
bioeconomia e desenvolvimento sustentável na região Norte
Belém, PA – Belém (PA) recebe,
de 23 a 25 de setembro, a Semana Internacional
das Energias Renováveis,
Sustentabilidade e Meio Ambiente.
A programação reúne especialistas,
autoridades, empresas e instituições
para discutir soluções ligadas à transição
energética e ao desenvolvimento
sustentável na região Norte. Os temas
se conectam diretamente à 30ª
Conferência das Nações Unidas sobre
Mudanças Climáticas (COP30), que
também ocorre na capital paraense,
em novembro.
A Associação
Brasileira
de Geração
Distribuída
(ABGD) confirma
participação
no
29° Fórum
GD Norte,
um dos principais
eventos da programação. “É
com grande satisfação que a ABGD
participa do Fórum GD, que acontece
em setembro, na cidade de Belém
do Pará. Este evento representa uma
fase importante para a expansão da
geração distribuída no Brasil”, afirma
Carlos Evangelista, presidente da
ABGD.
Ele destaca que o encontro reforça
o compromisso com o desenvolvimento
regional equilibrado e com
a interiorização do conhecimento
técnico, regulatório e de mercado sobre
geração distribuída com
fontes renováveis. O fórum
também promove capacitação
técnica e integração entre
empresas, agentes públicos,
instituições financeiras
e lideranças locais.
A programação foca nos
desafios e nas oportunidades
da geração distribuída
na Região Norte, com destaque
para inovação tecnológica,
inclusão energética e
modelos sustentáveis. “Pensando na
COP30, a ABGD acredita que o 29º
Fórum GD em Belém será um ponto
de inflexão para o crescimento do
setor na região, contribuindo para o
fortalecimento do ecossistema de geração
distribuída em todo o Brasil”,
completa Evangelista.
Essa agenda reforça o protagonismo
brasileiro na COP30. Durante
o evento internacional “3x Renewable”,
realizado em junho, o Ministério
de Minas e Energia lança oficialmente
a Coalizão Global para o Planejamento
Energético. A iniciativa, que integra
a contribuição do Brasil à conferência,
busca ampliar a participação
das fontes renováveis na matriz elétrica
e acelerar a transição energética
justa e inclusiva.
Tiago Fraga, CEO do Grupo FRG
Mídias & Eventos, organizador do
Fórum, ressalta a sinergia com a conferência
climática da ONU. “O 29º
Fórum GD Norte, este ano, está inserido
em um contexto todo especial,
alinhado com a COP 30, que também
acontece na cidade de Belém”, afirma.
Ele pontua que o evento está há
quase 15 anos conectado aos temas
da conferência.
Fraga também pontua o papel
do Fórum de Carbono na programação.
“Esse valor agregado fortalece
a proposta de debater a transição
energética com foco em inovação
e viabilidade tecnológica”, explica.
“Nosso objetivo é impulsionar a nova
indústria de baixo carbono, com soluções
reais para a redução de gases de
efeito estufa”, complementa.
Além do 29° Fórum GD Norte, a
Semana Internacional inclui o 3º Fórum
Carbono Neutro, no dia 23 de
setembro, voltado à descarbonização
e ao mercado de carbono, e o Fórum
Amazônia, que acontece simultaneamente
ao 29º Fórum GD e foca em
bioeconomia, turismo sustentável e
inovação social.
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Como a energia fotovoltaica
colabora com as “ODS” da ONU
Os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável são
um conjunto de 17 e 169
metas, o integrador fotovoltaico
mesmo sem ter
consciência contribui em muito nestes
objetivos e metas:
ODS 7: Energia Limpa e Acessível
ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento
Econômico
ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura
A fotovoltaica vai muito
além de somente "gerar
energia verde..."
ODS 11: Cidades e Comunidades
Sustentáveis
ODS 13: Ação Contra a Mudança
Global do Clima
• Descarbonização: É uma das
tecnologias-chave para mitigar as
mudanças climáticas, por evitar a
emissão de milhões de toneladas de
CO₂. A descarbonização foi deixada
em destaque porque sem dúvida será
um tema cada vais mais relevante
como fator decisório na construção
civil.
A fotovoltaica vai muito além de
somente "gerar energia verde". Ela
é um catalisador para o desenvolvimento
sustentável, impactando positivamente
a economia, a sociedade e
o meio ambiente.
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RBS Magazine
Entrevista
Entrevista com Tiago Bao Ribeiro,
advogado tributarista e investidor em
energia renovável, especialista em
geração distribuída.
Amazônia discute energia limpa e inclusão produtiva
às vésperas da COP30. Semana Internacional
das Energias Renováveis, de 23 a 25 de
setembro, debate políticas públicas, incentivos
e impactos sociais antes da conferência
climática da ONU.
Entre 23 e 25 de setembro de 2025, Belém (PA) recebe a Semana Internacional das Energias Renováveis,
Sustentabilidade e Meio Ambiente, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre
Mudanças Climáticas (COP30), marcada para novembro. A programação reunirá governo, setor produtivo,
academia e organizações da sociedade civil em torno de temas como transição energética, bioeconomia e
desenvolvimento sustentável na Amazônia, com destaque para o 29º Fórum de Geração Distribuída da Re-
gião Norte (Fórum GD Norte), principal encontro sobre geração distribuída no país.
Um dos destaques da agenda é Tiago Bao Ribeiro, advogado tributarista e investidor em energia renová-
vel, especialista em geração distribuída, que aponta caminhos para acelerar a transição energética na região
e avalia o impacto da COP30 sobre políticas públicas e atração de investimentos.
RBS Magazine - Quais mecanismos
regulatórios ou tributários poderiam
acelerar a transição energética na
Amazônia?
TIAGO BAO RIBEIRO - Para ganhar
escala rápida na Amazônia, precisamos
combinar três frentes. Primeiro,
usar e ampliar o que já existe:
SUDAM (redução de até 75% do IRPJ
para projetos prioritários) e REIDI
(suspensão de PIS/Cofins sobre o CA-
PEX dos projetos) aplicados também
a microrredes e sistemas isolados. Segundo,
ajuste fino do Marco da GD
(Lei 14.300) para a realidade amazônica:
conexão simplificada até 75 kW,
compensação adequada em sistemas
isolados e prazos menores para acesso.
Terceiro, crédito dirigido via FNO/
FDA com juros subsidiados e garantias
de desempenho, além de licenciamento
ambiental simplificado para
sistemas fotovoltaicos em áreas já antropizadas.
Esse pacote reduz CAPEX,
encurta payback e tira o diesel do centro
da matriz local.
RBS Magazine: Como a proximidade
da COP30 pode influenciar políticas
"A geração
distribuída com
microrredes
viabiliza um ciclo
virtuoso local ..."
públicas e atrair investimentos para o
setor na Região Norte?
A COP30, em Belém, funciona como
um acelerador institucional e financeiro.
O governo e o setor privado
chegam ao evento com carteiras de
projetos para sistemas isolados, o que
tende a destravar portarias, chamadas
públicas e linhas de financiamento antes
e durante a conferência. Para o investidor,
isso significa previsibilidade
regulatória, maior oferta de blended
finance e uma vitrine de projetos com
métricas claras de diesel evitado e CO₂
reduzido. Em resumo: a COP30 transforma
a Amazônia de risco percebido
em oportunidade bancável, especialmente
para geração distribuída com
armazenamento e soluções híbridas.
RBS Magazine - Na prática, que oportunidades
a geração distribuída traz
para comunidades amazônicas?
A geração distribuída com microrredes
viabiliza um ciclo virtuoso local.
Primeiro, energia confiável e mais barata
que o diesel, via modelos Energy-
-as-a-Service (energia como serviço),
com tarifa previsível e manutenção
inclusa. Segundo, renda e inclusão
produtiva: refrigeração, internet e
processamento local de açaí, castanha
e óleos elevam o valor agregado e geram
novos negócios. Terceiro, capacitação
e empregos: formamos técnicos
comunitários para instalação e operação
e manutenção, reduzindo o tempo
de parada. O resultado aparece rápido:
menos custo público com combustível,
menos emissões e mais atividade
econômica nas comunidades ribeirinhas
e indígenas.
RBS Magazine 7
ESG na prática:
o papel das fixações sustentáveis
"Cada peça é
pensada para
unir resistência,
qualidade e
custo-benefício,
fatores que
impactam não só
a performance..."
A
transição energética é um
dos maiores desafios do
nosso tempo e o avanço
da energia solar no Brasil
mostra que o país está
preparado para liderar essa transformação.
Mas, além das placas fotovoltaicas
e dos inversores, há um
componente essencial que garante
a segurança e a durabilidade das usinas:
as fixações.
É nesse ponto que a INOX-PAR se
destaca. Com uma linha solar completa
de parafusos e fixadores em aço
inoxidável, a empresa garante até
30% a mais de durabilidade adicional
por meio do processo de passivação,
contribuindo diretamente para projetos
mais eficientes e sustentáveis.
Cada peça é pensada para unir resistência,
qualidade e custo-benefício,
fatores que impactam não só a performance,
mas também o ciclo de
vida das estruturas solares.
O compromisso da INOX-PAR
com ESG vai além da indústria. A
empresa participa de iniciativas de
impacto social como os projetos Iluminando
Famílias e o Quillowatt do
Bem, ações que conectam eficiência
energética à solidariedade. São
exemplos de como inovação e responsabilidade
podem caminhar juntas,
iluminando lares e ampliando
oportunidades.
Assim, a INOX-PAR reafirma seu
papel como parceira estratégica na
construção de um futuro mais limpo
e justo, em que cada fixador instalado
representa também um compromisso
real com as próximas gerações.
Conheça as soluções e
o trabalho da INOX-PAR em
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8
RBS Magazine
Entrevista
Entrevista com Eduardo Lopes,
diretor comercial da INOX-PAR.
Cadeia de suprimentos fortalece
transição energética no Brasil
Participação de empresas como a INOX-PAR em
eventos sobre sustentabilidade reforça o papel da
indústria no avanço da energia solar
De 23 a 25 de setembro, Belém (PA) recebe a Semana Internacional das Energias Renováveis, Sustenta-
bilidade e Meio Ambiente, encontro preparatório para a COP30. A programação reúne representantes de
diferentes setores para debater transição energética, bioeconomia e inovação, com destaque para o 29º
Fórum de Geração Distribuída da Região Norte (Fórum GD Norte).
Entre os participantes está a INOX-PAR, especializada na fabricação de parafusos e soluções em aço inox.
A empresa vem ampliando sua atuação no setor solar, com foco em engenharia aplicada, inovação em fixa-
ções e compromisso com a sustentabilidade. Em entrevista, Eduardo Lopes, diretor comercial da INOX-PAR,
comenta a contribuição da indústria de suprimentos para o setor de energia renovável e a importância de
participar de debates sobre sustentabilidade.
RBS Magazine - A INOX-PAR é reconhecida
na fabricação de parafusos e
soluções em aço inox. Como esses produtos
contribuem para a durabilidade
e eficiência de estruturas em projetos
de energia renovável?
"Além da parte
mecânica, integramos
soluções que
consideram também o
caminho da elétrica e
eletrônica..."
EDUARDO LOPES - Os nossos produtos
são fundamentais na ancoragem
e na fixação de soluções em telhados,
solos e também em estruturas
flutuantes em água doce. Atendemos
diferentes aplicações, como carpórtios,
plantas solares e fachadas sustentáveis
(IPV). São peças projetadas em
aço, alumínio e outros materiais, personalizadas
para cada demanda, que
garantem a estabilidade e a eficiência
das instalações. Além da parte mecânica,
integramos soluções que consideram
também o caminho da elétrica
e eletrônica.
RBS Magazine - Quais são os principais
investimentos ou inovações da
empresa para atender à crescente demanda
do setor solar no Brasil?
Temos dedicação constante em estudos
de engenharia e pesquisa para
oferecer sempre as melhores opções
de fixação, buscando o equilíbrio entre
custo e benefício. Isso envolve não
apenas a transformação das peças,
mas também a logística, com foco
em eficiência e competitividade. Trabalhamos
para expandir fronteiras
e aplicar também a chamada “engenharia
tributária”, de forma a proporcionar
condições mais vantajosas ao
setor de energia solar no Brasil e no
exterior.
RBS Magazine - Na sua visão, qual é
a importância de empresas da cadeia
de suprimentos, como a INOX-PAR,
participarem de eventos que discutem
transição energética e sustentabilidade?
É essencial participar desses espaços,
como a Semana Internacional das
Energias Renováveis em Belém, pois
permitem entender tendências, compartilhar
soluções e acompanhar o
que há de mais moderno. Além disso,
reforçam a importância de observar a
sustentabilidade em toda a cadeia —
desde o reaproveitamento de materiais
até as condições de trabalho dos colaboradores.
O networking e a interação
com outros atores do setor aumentam
a capacidade de perceber necessidades
reais e propor melhorias contínuas. A
governança, o envolvimento social e
a colaboração são pontos-chave para
que possamos contribuir efetivamente
na transição energética.
RBS Magazine 9
Oportunidades da geração
distribuída para comunidades
amazônicas
A
Amazônia enfrenta
grandes desafios
energéticos devido
à distância, à dispersão
populacional e
à dependência de geradores a
diesel, caros e poluentes. A Geração
Distribuída (GD) com microrredes
surge como solução
estratégica, oferecendo energia
confiável, limpa e mais barata,
especialmente por modelos
Energy-as-a-Service, em que a
comunidade paga uma tarifa
estável já com manutenção incluída.
O primeiro impacto é direto:
menos custos públicos com
combustível e menos emissões
de gases poluentes. Mas os efeitos
mais transformadores estão
no campo econômico e social.
Com energia estável, comunidades
ribeirinhas e indígenas
podem refrigerar e processar
produtos como açaí, castanha e
óleos, agregando valor e reduzindo
a dependência de atravessadores.
A internet confiável,
viabilizada pela energia, abre
Mais que eletrificação,
a GD representa
inclusão produtiva,
cidadania energética e
desenvolvimento sustentável
acesso a mercados, capacitação
e inclusão digital. Pequenos negócios
como padarias, marcenarias
e casas de polpas tornam-se
realidade, criando renda e circulação
econômica local.
Outro aspecto fundamental
é a formação
de técnicos
comunitários
para instalação
e operação
das
microrredes.
Isso garante
maior autonomia,
reduz
falhas e cria
empregos
qualificados, sobretudo para jovens.
A GD, assim, estimula um
ciclo virtuoso: energia confiável
traz negócios, os negócios elevam
a renda, a renda fortalece
a comunidade, que demanda
ainda mais infraestrutura e estabilidade.
Mais que eletrificação, a GD
representa inclusão produtiva,
cidadania energética e desenvolvimento
sustentável. A Amazônia
pode se tornar referência
global ao mostrar que energia
limpa pode gerar prosperidade
sem abrir mão da floresta, unindo
inovação, cultura local e preservação
ambiental.
10
RBS Magazine
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RBS Magazine 11
João Pessoa sedia
Semana Internacional das Energias
Renováveis e abre chamada de
trabalhos científicos
Evento recebe artigos e resumos até 28 de setembro e integra o
30º Fórum GD Nordeste em programação que une academia e mercado
A
Semana Internacional das
Energias Renováveis, Meio
Ambiente e Sustentabilidade,
organizada pelo Grupo
FRG Mídias & Eventos,
recebe submissões de trabalhos científicos
até 28 de setembro de 2025.
O encontro ocorre em 23 e 24 de outubro
de 2025, no Centro de Convenções
de João Pessoa (PB), e terá na
programação o 30º Fórum GD Nordeste.
Os trabalhos poderão ser submetidos
nas modalidades Resumo
Expandido (até 3 páginas) e Artigo
Completo (4 a 10 páginas) e devem
ser enviados em PDF pelo link oficial
de submissão. Todos os trabalhos
aceitos serão publicados em repositório
digital com DOI.
A comissão científica selecionará
30 trabalhos para apresentação oral;
os demais aprovados integrarão a
sessão de pôsteres. Os cinco melhores
artigos receberão prêmios em dinheiro
(até R$ 1.500,00) e menções
honrosas. Pesquisas de destaque poderão
ser convidadas à publicação na
RBS Magazine (Revista Brasileira de
Energia Solar Fotovoltaica), publicação
técnica focada em energia solar
fotovoltaica, geração distribuída e
energias renováveis.
Os temas de interesse incluem:
geração distribuída a partir de fontes
solar, eólica, hídrica, biogás, biomassa
e hidrogênio; armazenamento de
energia; mobilidade elétrica; eficiência
energética, comunicação, monitoramento,
sistemas inteligentes
e controle; certificação, segurança e
qualidade de sistemas; impactos da
GD no Sistema Elétrico de Potência;
tecnologia de equipamentos; modelagem
de negócios; economia,
sustentabilidade, regulamentação e
políticas públicas; educação e treinamento
em GD.
Comissão Organizadora:
• Prof. Dr. Euler Cássio Tavares
de Macêdo – Diretor do Centro de
Energias Alternativas e Renováveis
e da Unidade Embrapii CEAR/UFPB,
Professor do Departamento de Engenharia
Elétrica e Coordenador Científico.
• Tiago Fraga – Diretor-Presidente
do Grupo FRG Mídias & Eventos e
Presidente do Conselho da WCA.
• Prof. Dr. Lucas Vizzotto Bellinaso
– Instituto de Energia e Mobilidade,
Universidade Federal de Santa
Maria, Co-coordenador Científico.
12
RBS Magazine
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RBS Magazine 13
Semana Internacional das Energias
Renováveis, Meio Ambiente e
Sustentabilidade acontece
em João Pessoa
30º Fórum GD Nordeste integra programação e reforça
protagonismo da região na geração distribuída com fontes renováveis
Entre os dias 23 e 24 de outubro
de 2025, o Centro de Convenções
de João Pessoa (PB)
sedia a Semana Internacional
das Energias Renováveis,
Meio Ambiente e Sustentabilidade,
que inclui o 30º Fórum de Geração
Distribuída com Fontes Renováveis
– Região Nordeste, promovido pelo
Grupo FRG Mídias & Eventos.
O evento reúne especialistas,
empresários, investidores e representantes
do setor elétrico para debater
os principais temas que impactam
a transição energética no Brasil,
com foco em geração distribuída com
fontes renováveis, hidrogênio, carbono
neutro e armazenamento de
energia.
"Estamos vivendo um momento
de transformação no setor, com
mudanças regulatórias e avanço tecnológico.
O Nordeste tem um papel
estratégico nesse processo", afirma
Tiago Fraga, CEO do Grupo FRG Mídias
& Eventos.
A geração distribuída segue em
expansão no país. Em janeiro de 2025,
mais de 110 mil novos consumidores
foram beneficiados pela micro e minigeração,
somando 725 MW de potência
instalada, segundo a Agência
Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Estados como Pernambuco e Paraíba
se destacam pelo crescimento no
número de conexões, impulsionado
pelo acesso ao crédito e redução de
custos de implantação.
Na Paraíba, o crescimento foi de
29,7% no número de sistemas solares
conectados em 2024. O estado registrou
8.200 novas unidades de geração
distribuída instaladas em residências,
comércios e indústrias entre
janeiro e dezembro do ano passado.
"O potencial solar da região
Nordeste é elevado. A Semana Internacional
visa conectar os principais
agentes do setor para discutir estratégias
e soluções que respondam às
demandas atuais do mercado", conclui
Fraga.
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RBS Magazine
RBS Magazine 15
FOTOVOLTAICO E O ACORDO DE PARIS: O PAPEL DA ENERGIA SOLAR
NA REDUÇÃO DE EMISSÕES ATÉ 2050
LÍDER NO SETOR
ENERGIAS
RENOVÁVEIS
REGIÃO SUDESTE
28 E 29
MAIO
2025
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