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Revista Jussara Motta 44

Gaslighting no trabalho: a manipulação que você não vê com o advogado Wagner Lourenço - Maria Fernanda Motta de Castro: juventude, talento e determinação em destaque - Prevenir é Viver: 11 Atitudes Cientificamente Comprovadas que Podem Reduzir o Risco de Câncer

Gaslighting no trabalho: a manipulação que você não vê com o advogado Wagner Lourenço - Maria Fernanda Motta de Castro: juventude, talento e determinação em destaque - Prevenir é Viver: 11 Atitudes Cientificamente Comprovadas que Podem Reduzir o Risco de Câncer

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Gaslighting no trabalho: a manipulação que você não vê com o

advogado Wagner Lourenço - Maria Fernanda Motta de Castro:

juventude, talento e determinação em destaque - Prevenir é Viver:

11 Atitudes Cientificamente Comprovadas que Podem Reduzir o

Risco de Câncer

JMx

REVISTA

Jussara Motta

Edição número 44

Juventude em

Cena: Maria Fernanda

é Capa


Revista Jussara Motta - JM

Revista Jussara Motta - JM

índice 04

Apresentando Jussara Carvalho Motta, a

diretora da revista JM!

06

Prevenir é Viver: 11 Atitudes

Cientificamente Comprovadas que Podem

Reduzir o Risco de Câncer

Fotos em Foco

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Randa Vieira: Conectando Pessoas e

Soluções entre Brasil e EUA

62

Maria Fernanda Motta de Castro: juventude,

talento e determinação em destaque

26

Gaslighting no trabalho: a manipulação

que você não vê com o advogado

Wagner Lourenço

Aniversário da Mitzi Maciel

30

34

Quando os Homens Usavam Salto Alto:

Uma Volta ao Passado da Moda

38

Shutdown: Quando o Governo Para

e a Vida Real Sente os Impactos

2 3



Revista Jussara Motta - JM

Apresentando Jussara Carvalho Motta, a

diretora da revista JM!

Olá a todos,

É com grande

entusiasmo que me

apresento como diretora da

revista JM! Quero compartilhar

um pouco da minha trajetória

pessoal e profissional com vocês.

Minha formação começou no

colégio Sacre Coeur de Marie, onde

concluí o ensino fundamental, e

seguiu com a graduação na UDF, em

Brasília. Ao longo dos anos, trilhei um

caminho marcado por dedicação ao

serviço público, à responsabilidade

social e à construção de soluções

concretas para o bem comum.

Minha história de vida é enriquecida

por diferentes experiências culturais

e geográficas. Vivi até os cinco anos

de idade no Rio de Janeiro, depois

morei por quatro anos em Balsas, no

Maranhão, e sete anos em Maceió, em

Alagoas. Mais tarde, tive ainda uma

vivência de seis meses na Califórnia,

nos Estados Unidos — cada lugar

contribuiu de maneira única para minha

formação humana e visão de mundo.

Minha carreira teve início como

Chefe do Conselho Fiscal da Secretaria

de Saúde do Governo do Distrito

Federal, onde mergulhei nas áreas

de finanças e planejamento. Logo

depois, tive a oportunidade de atuar

na Presidência da República, como

técnica em orçamento no Conselho

Nacional dos Direitos da Mulher —

uma experiência transformadora

que fortaleceu minha atuação

em prol da igualdade de gênero.

Passei também pelo Tribunal

Superior do Trabalho (TST), pela

Secretaria de Orçamento e Finanças

do Ministério do Planejamento, e

ocupei cargos de liderança no TRF da

1ª Região e no TRT da 19ª Região,

sempre com o propósito de promover

uma gestão eficiente e transparente.

No setor privado, atuei como

Relações Públicas na Zamin Resources

Limited e fui Diretora Presidente da

Pesquisa S/A Indústria e Comércio de

Minérios — vivências que ampliaram

minha visão sobre inovação,

liderança e empreendedorismo.

Minha história também é marcada

pelo amor incondicional à maternidade.

Tive dois filhos: Ulisses Motta Coelho

e Flávia Motta Coelho. Hoje, apenas

Flávia está entre nós, e é a luz que

inspira e fortalece minha caminhada

todos os dias. A lembrança de Ulisses

permanece viva em meu coração e na

essência de tudo o que sou e realizo.

Agora, como fundadora e diretora

da revista eletrônica JM, trago comigo

toda essa bagagem para contribuir

com um projeto editorial comprometido

com a qualidade da informação, o

pensamento crítico e o respeito ao

leitor. Nossa revista abrange temas

como política, economia, cultura

e comportamento — sempre com

seriedade, profundidade e elegância.

A revista JM é fruto de uma jornada

feita de superações, conquistas e

Revista Jussara Motta - JM

valores humanos. Agradeço a cada um

de vocês que nos acompanha. Juntos,

seguimos construindo um espaço de

reflexão, aprendizado e inspiração.

Com carinho,

Jussara Carvalho Motta

jjussaramotta@gmail.com

Instagram: @jussaramottax

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Prevenir é Viver: 11 Atitudes

Cientificamente Comprovadas que Podem

Reduzir o Risco de Câncer

Segundo o oncologista Mikkael

A. Sekeres, chefe da Divisão de

Hematologia da Universidade de

Miami, cerca de 40% dos casos de

câncer poderiam ser evitados com

mudanças simples, mas baseadas

em evidências científicas. Em artigo

publicado no The Washington Post,

ele compartilha 11 recomendações

que, incorporadas à rotina, podem

fazer grande diferença na saúde.

O câncer é uma das doenças que

mais impactam a população mundial.

Só nos Estados Unidos, em 2021,

foram registrados quase 1,8 milhão

de novos casos, e cerca de 600 mil

mortes no ano seguinte. Diante desses

números alarmantes, a prevenção

se mostra um dos caminhos mais

eficazes na luta contra a doença.

Com base em sua experiência

médica e pessoal — já que sua mãe

e outros familiares enfrentaram o câncer

—, Sekeres reforça que o cuidado

com a saúde deve começar muito

antes do diagnóstico. A seguir, conheça

os 11 passos essenciais para viver

com mais consciência e proteção:

Alimente-se

com

mais vegetais e fibras

Inclua frutas, vegetais crucíferos

(como brócolis e couve-flor),

grãos integrais e leguminosas. Eles

ajudam a prevenir diversos tipos

de câncer, inclusive o colorretal.

Prefira óleos vegetais à manteiga

Óleos como o de oliva e canola estão

associados a menor risco de

mortalidade por câncer, em comparação

com gorduras animais.

Reduza o consumo de carnes

vermelhas e processadas

Esses alimentos aumentam o risco de

câncer colorretal, especialmente quando

preparados em altas temperaturas.

Evite alimentos ultraprocessados

e bebidas açucaradas

Comidas industrializadas com

aditivos e pobres em fibras podem

estar ligadas ao surgimento

de diversos tipos de câncer.

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Use protetor solar todos os dias

A exposição ao sol sem proteção

ou o uso de câmaras de bronzeamento

aumenta muito o risco de

câncer de pele. Aposte em protetor

solar com FPS 30 ou mais.

Modere (ou evite)

o consumo de álcool

O álcool está associado a milhares

de casos de câncer, especialmente

de mama. Reduzir ou eliminar

o consumo faz toda a diferença.

O excesso de peso está relacionado

a treze tipos de câncer. A perda

de peso, mesmo que moderada,

já contribui para a redução do risco.

Diga não ao cigarro

Parar de fumar é uma das atitudes

mais impactantes. O tabaco

é a principal causa de câncer

de pulmão, e abandonar o vício

traz benefícios em qualquer idade.

Conclusão

Vacine-se

contra

o HPV e a Hepatite B

Essas vacinas são fundamentais

para prevenir cânceres relacionados

a infecções, como o

de colo do útero e o de fígado.

Faça

colonoscopia

a partir dos 45 anos

O exame detecta e remove pólipos antes

que se tornem malignos, sendo essencial

na prevenção do câncer colorretal.

A prevenção não é apenas uma

escolha de estilo de vida — é um investimento

diário em bem-estar e longevidade.

Com informação, consciência

e pequenas mudanças, é possível

reduzir significativamente o risco de

câncer e viver com mais saúde.

Pratique

atividade

física regularmente

Exercícios por pelo menos 150

minutos por semana reduzem

o risco de vários tipos de câncer,

como o de mama e pulmão.

Mantenha um peso saudável

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Fotos em Foco

Adélia Vasconcelos esbanjando charme e leveza em um dia especial na

icônica Casa de Chá em Brasília, com a beleza da arquitetura modernista ao

fundo e a alegria de viver estampada nas cores do seu vestido.

Maria Rosângela, sempre radiante, celebrando mais um ano de vida com

alegria e charme. Integrante do grupo das Santas do Colégio Sacre Coeur de

Marie, ela é símbolo de amizade, afeto e memórias inesquecíveis.

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Fotos em Foco

Wady Coelho, nascida em Balsas do Maranhão, é sinônimo de inteligência,

charme e simpatia. Uma mulher inspiradora, cuja presença ilumina qualquer

ambiente com elegância e sabedoria.

“Adilson Gomes Euangelista participou da 2025 Drop13 Half Marathon

na categoria 55 a 59 anos, completando os 5K com o excelente tempo de

28min35s. Um exemplo de determinação e energia!

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Fotos em Foco

Rosângela, Dra. Herminegilda Presidenta TRT13, Saletiel e Dra. Larissa

Juíza Auxiliar da Previdência. Aniversário das Magistradas.

Visita especial da Casa Barroco à Minuano, a maior fábrica de couro da

América Latina, localizada no Rio Grande do Sul! Na imagem, o supervisor

de vendas Damião Caetano e sua dedicada equipe celebram a parceria e a

excelência no design e na produção de móveis em couro.

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Fotos em Foco

Mais um emocionante Torneio de Futebol de Botão em Utah! Esta foi a 22ª edição desde 2021, reunindo 12 competidores e muitas histórias para contar. Um encontro marcado

pela diversão, pela estratégia e pela paixão pelo esporte!

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Fotos em Foco

Evento - Armamento e Tiro | 31/05/2025

O primeiro evento oficial do Clube de Tiro foi realizado no Thistle Gun Range, em Utah, marcando o início de uma jornada empolgante para os entusiastas do tiro esportivo.

Organizado por Carolina Herrin, o encontro reuniu participantes em um dia de aprendizado, prática segura e integração comunitária.

Estiveram presentes tanto atiradores experientes quanto iniciantes — incluindo alguns que dispararam pela primeira vez. A presença de Tom Herrin foi fundamental: ele

ensinou os princípios básicos do manuseio de armas, reforçou a importância da segurança e acompanhou os participantes com atenção e incentivo.

A alegria e a confiança demonstradas por todos a cada disparo tornaram o dia ainda mais especial. Um momento de entusiasmo, aprendizado e boas energias que já

deixou expectativa para os próximos encontros.

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Fotos em Foco

Deputado Leonam Pinheiro ao lado da esposa Juliana Pinheiro e do filho,

irradiando harmonia e amor em família. Um representante que se destaca por

seu compromisso com Alagoas, dentro e fora da política.

Leyla Leão inicia uma nova fase brilhante como gerente da sofisticada

loja Le Blog, em Moema, São Paulo. Estilo, elegância e talento à frente de

mais um desafio de sucesso!

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Fotos em Foco

Promoter Wilton Rocha celebrando mais um ano de vida com alegria, estilo

e rodeado de carinho. Feliz aniversário!

Comodoro do Motonáutica Clube José Carlos Silveira e Flávia Silveira

brindando momentos especiais com elegância e sintonia. Um casal que inspira!

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Fotos em Foco

Casal querido Waldove e Avea Wanderley esbanjando charme e simpatia

no 18º Arraial by Jéssica! Uma noite especial com alegria, cores e muito amor

no ar.

Jornalista Fátima Vasconcelos, Suely Amaral e Jacira Leão em clima de

alegria e tradição no animado 18º Arraial by Jéssica! Uma noite de encontros,

cores e muita festa!

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Gaslighting no trabalho: a

manipulação que você não vê

Desvendando o teatro

corporativo

Imagine entrar no trabalho todos os

dias com uma sensação crescente de dúvida e

insegurança. As memórias se embaralham e a

certeza do que realmente aconteceu começa a se

dissipar. Essa experiência angustiante pode ser o

resultado de um fenômeno insidioso conhecido

como gaslighting laboral.

Você já sentiu que suas experiências

e percepções no trabalho estão sendo

manipuladas de forma sutil? No ambiente

corporativo, o gaslighting pode assumir a forma

de assédio moral silencioso ou abuso de poder

velado. Trata-se de uma manipulação psicológica

constante que leva a vítima a duvidar de sua

sanidade — como no filme Gaslight, de 1944,

que deu nome ao termo.

Quando a luz apaga no

trabalho:

“Você está exagerando.”

“Isso nunca aconteceu.”

“Ninguém mais aqui pensa

como você.”

Não gritam com você. Não jogam a

caneta na sua mesa, nem batem portas. O tom

é civilizado, até gentil. O problema é que, aos

poucos, você começa a duvidar de si mesmo.

Era isso mesmo que foi dito na

reunião?

Você entregou aquele relatório

no prazo?

Sua memória está falhando… ou será que você está

mesmo se tornando inadequado?

Assim começa o gaslighting laboral — uma

forma de agressão psicológica que não aparece

em manchetes, mas corrói a saúde emocional

e a identidade profissional. A manipulação se

disfarça de diálogo, a violência se traveste de

preocupação.

Não se trata de modismo, mas de uma

realidade cotidiana. Em empresas, órgãos

públicos, instituições acadêmicas — em qualquer

ambiente onde o poder se desequilibra — essa

forma de violência floresce em silêncio. E o mais

grave: ela altera a forma como a vítima se vê no

mundo — e como acredita ser vista pelos outros.

Gaslighting: o assédio

que apaga por dentro

O termo ainda é pouco usado nos

tribunais, mas seus efeitos já aparecem nas

ações de assédio moral: humilhações reiteradas,

manipulação emocional, injustiça sistemática.

O que falta é nomear com precisão — e agir

enquanto ainda há reversibilidade.

Provar esse tipo de abuso é um desafio.

O gaslighting raramente deixa rastros. É um

teatro de sombras. O que sobra, muitas vezes,

é o vazio. A sensação de não saber mais o que é

justo, o que é real, o que se pode dizer sem ser

diminuído.

Mais do que um conceito jurídico, o

gaslighting é um desafio ético e humano. O

ambiente de trabalho deveria ser um espaço de

crescimento, não de desgaste; de dignidade, não

de dúvida. Em tempos de tanta performance,

metas e discursos sobre “liderança empática”,

talvez seja hora de falar mais honestamente

sobre poder — o que ilumina, e o que apaga.

Quantas luzes já foram apagadas em

nome da autoridade, da hierarquia ou do ego?

E, mais urgente: quem acende de novo?

Intuição, literatura e

sobrevivência

Gabriel García Márquez, em Cem Anos

de Solidão, nos lembra da importância de ouvir

a intuição — aquela voz interior que resiste à

manipulação.

Shakespeare, em Romeu e Julieta,

sugere: quando nos prendemos a um ambiente

inadequado, deixamos de conhecer novas

belezas, novos encontros.

Talvez a liberdade comece aí — no

reconhecimento de que nem todo lugar merece

nossa permanência.

Gaslighting não é exclusividade do

ambiente de trabalho. Crianças, adolescentes,

idosos, parceiros em relações abusivas — todos

podem ser vítimas. A manipulação emocional

atinge qualquer pessoa, independente de idade,

classe ou gênero. E os danos são profundos:

autoestima abalada, ansiedade, depressão,

confusão mental.

Reconhecer os sinais precocemente

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Revista Jussara Motta - JM

é vital. Buscar apoio profissional — jurídico,

psicológico ou emocional — não é fraqueza, mas

ato de proteção.

Dessa forma, imagine, por um instante,

um anjo da guarda ao seu lado, pronto para

protegê-lo das armadilhas da manipulação. Ele

acende a luz onde tentaram apagar. Ele diz: você

não está sozinho.

Relações não se

registram em cartório

O Professor, Samer Agi, no livro: As

cinco áreas da vida, lembra: as pessoas não são

propriedades que registramos em nosso nome

para exercer domínio total sobre elas. As pessoas

se unem por afeto.

No gaslighting, essa lógica é pervertida: o

afeto vira instrumento de controle, e a liberdade,

uma ameaça.

Por isso, é importante nomear essa

violência e reconhecer os possíveis crimes

envolvidos: abuso emocional, assédio, calúnia,

restrição de liberdades, danos à saúde mental,

violação de direitos humanos e até rupturas

contratuais. A lista é longa — mas o primeiro

passo é sempre o mesmo: enxergar.

Para encerrar (e

recomeçar)

Se você suspeita que está sendo

manipulado, procure ajuda. Fale com um

advogado, um psicólogo, um amigo de confiança.

O silêncio não é solução.

E lembre-se:

Depois de um tempo, os verbos e os

substantivos mudam. Em vez de conquistar,

queremos conservar. No lugar da novidade,

escolhemos a profundidade. O que é raso só

interessa àqueles que são rasos. (Samer Agi)

Cuidem-se. Acendam a própria luz.

Protejam sua essência.

A sua verdade é o seu farol.

advogado e escritor

Sinta-se à vontade

para compartilhar suas

impressões, dúvidas ou

reflexões sobre este

texto. Estou sempre

disponível para conversar

— basta me escrever!

Autor: Wagner Lourenço,

E-mail: advwagner1212@gmail.com

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ANIVERSÁRIO DA MITZI MACIEL

Rio de Janeiro

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Quando os Homens Usavam Salto Alto: Uma Volta ao

Passado da Moda

Hoje, ao pensar em salto alto, o

imaginário popular remete quase que exclusivamente

ao universo feminino. No

entanto, nem sempre foi assim. A história

da moda reserva capítulos surpreendentes,

e um dos mais curiosos é o período

em que os saltos altos eram símbolo

de poder, masculinidade e status social

– exclusivamente usados por homens.

Origens Persas e o Uso Militar

O salto alto surgiu no Oriente Médio,

entre os séculos IX e X, especialmente

entre os guerreiros persas. O objetivo

era puramente prático: ao montar a cavalo,

o salto encaixava melhor no estribo,

conferindo mais estabilidade durante

o combate. A funcionalidade dessa

peça logo ganhou os olhos do Ocidente.

Do Campo de Batalha

às Cortes Europeias

No século XVII, a aristocracia europeia

adotou o salto como símbolo de autoridade.

O rei Luís XIV da França foi um

dos maiores entusiastas. Seus saltos

vermelhos – uma exclusividade da nobreza

– se tornaram ícones de prestígio.

Homens poderosos passaram a usar

saltos cada vez mais altos e ornamentados,

reforçando sua posição social.

masculino. Os trajes da época incluíam

calças justas, casacos adornados e perucas

volumosas – e os saltos altos eram

o toque final de um visual elaborado e

imponente. O salto dizia: “eu tenho status,

riqueza e sou digno de respeito”.

A Transição e a “Feminização” do Salto

A partir do século XVIII, com o advento

do Iluminismo e uma visão mais racional

e funcional da vestimenta, os homens

começaram a abandonar os adornos excessivos.

A moda masculina passou a valorizar

a sobriedade, enquanto os saltos

migraram para o guarda-roupa feminino,

ganhando novas formas e significados.

Reflexões Contemporâneas

Hoje, embora os saltos sejam vistos majoritariamente

como um item feminino,

sua origem nos lembra que a moda

é cíclica, fluida e muitas vezes desafiadora

das normas de gênero. O salto alto

masculino não apenas existiu — foi símbolo

de virilidade, poder e elegância.

Curiosidade: grandes grifes e designers

contemporâneos têm resgatado

o salto alto masculino, promovendo discussões

sobre identidade, estilo e liberdade

de expressão.

Moda, Vaidade e Masculinidade

Durante esse período, o salto alto não

tinha conotação feminina. Pelo contrário,

era um acessório exclusivamente

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Shutdown: Quando o Governo Para e a Vida

Real Sente os Impactos

Nos Estados Unidos, a palavra

“shutdown” causa alarde toda

vez que aparece nas manchetes.

Mas afinal, o que significa esse termo,

por que ele ocorre e quais são

suas consequências para o país

— e até mesmo para o mundo?

O que é o shutdown?

O shutdown (em português, “paralisação”)

ocorre quando o governo

federal dos Estados Unidos é forçado

a suspender temporariamente suas

atividades por falta de aprovação do

orçamento anual no Congresso. Isso

significa que vários serviços públicos

são interrompidos, funcionários federais

são colocados em licença sem remuneração,

e programas considerados

“não essenciais” param de funcionar.

Por que acontece?

Nos EUA, o Congresso precisa

aprovar as leis de financiamento do

governo até o fim do ano fiscal, que

termina em 30 de setembro. Quando

não há consenso entre os partidos —

normalmente entre democratas e republicanos

— sobre os gastos públicos,

o orçamento não é aprovado a tempo,

e o governo entra em shutdown.

Quem é afetado?

Milhões de americanos sentem

os efeitos quase imediatamente:

Funcionários

públicos

deixam de receber salário.

Parques nacionais, museus e

agências federais são fechados.

Processos de imigração, inspeções

de alimentos e liberações

de empréstimos ficam suspensos.

Pesquisas médicas e científicas

podem ser interrompidas.

Enquanto isso, serviços conside-

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rados essenciais — como segurança

pública, controle aéreo e serviços

médicos emergenciais — continuam

funcionando, mas muitas vezes sob

pressão e com equipes reduzidas.

Impactos econômicos e sociais

A cada dia de shutdown, a economia

americana perde bilhões de dólares

em produtividade, turismo e consumo.

Além disso, o impasse político

abala a confiança de investidores e

pode afetar mercados internacionais.

Conclusão

Mais do que uma disputa política,

o shutdown escancara a fragilidade

das negociações no coração da

maior democracia do mundo. Ele nos

lembra que decisões tomadas no alto

escalão afetam diretamente a vida de

cidadãos comuns e nos alerta para a

importância da responsabilidade fiscal

e do diálogo político.

O que o mundo tem a ver com isso?

Sendo a maior economia do planeta,

qualquer instabilidade nos EUA

pode influenciar negativamente a

economia global. O dólar enfraquecido,

bolsas em queda e atrasos

em acordos internacionais são algumas

das consequências indiretas

que outros países enfrentam.

Um problema recorrente

Desde 1976, os Estados Unidos

já enfrentaram mais de 20 shutdowns

— alguns durando apenas

dias, outros ultrapassando um

mês, como em 2018-2019, quando

o país passou 35 dias em paralisação

parcial, a mais longa da história.

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Randa Vieira: Conectando Pessoas e

Soluções entre Brasil e EUA

Com uma carreira consolidada e

mais de duas décadas de experiência, a

advogada Randa Vieira se destaca como

uma ponte essencial entre o Brasil e

os Estados Unidos, especialmente na

área de imigração. Sócia da PLLC/

Lear Immigration Corp., Randa atua

em diversas frentes do direito — como

imobiliário, energia e imigração —

oferecendo suporte jurídico estratégico

e humano a brasileiros que desejam

construir sua trajetória nos EUA.

carreira no Brasil, atuando nas

áreas tributária e criminal. Desde

2014, vive nos Estados Unidos,

onde tem sido uma referência na

área de imigração, especialmente

para a comunidade brasileira.

Seu trabalho é pautado por ética,

empatia e excelência — características

que a tornaram uma voz respeitada

tanto no campo jurídico quanto nas

relações internacionais.

Sua atuação vai além do escritório.

Randa também é Assessora Jurídica

da Câmara de Comércio Brasil-

Americana de Utah, onde trabalha

para fortalecer os laços econômicos

e institucionais entre os dois países.

Com sensibilidade e profissionalismo,

facilita a inserção de empresários e

famílias brasileiras no contexto norteamericano,

promovendo segurança

jurídica e confiança nos processos.

Formada pela BYU Law School e

pela University of Utah S.J. Quinney

College of Law, Randa iniciou sua

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Maria Fernanda Motta de Castro:

juventude, talento e determinação em

destaque

No último dia 16 de junho,

Maria Fernanda Motta de Castro

completou 18 anos, celebrando não

apenas a chegada à maioridade, mas

também uma fase repleta de sonhos,

desafios e dedicação. Geminiana nata,

carrega consigo a leveza, o carisma

e a curiosidade tão marcantes do

signo, além de uma energia vibrante

que encanta todos à sua volta.

Primeira neta da tradicional

família Motta, Maria Fernanda

sempre foi motivo de orgulho. Desde

pequena demonstra um talento

especial para a escrita, sendo

elogiada por suas redações criativas

e profundamente articuladas — um

dom que certamente a acompanhará

em sua futura trajetória acadêmica.

Atualmente, ela está mergulhada

nos estudos para o vestibular, com

foco e disciplina, determinada a

construir um caminho brilhante.

Fernanda também sabe se divertir

com alegria e espontaneidade. Outro

de seus hábitos preferidos é frequentar

a academia de ginástica do Iate Clube

de Brasília, onde cuida da saúde e

renova as energias com entusiasmo.

Doce, inteligentíssima e cheia

de vida, Maria Fernanda representa

uma nova geração que sonha alto, sem

perder suas raízes. Um nome que, sem

dúvida, ainda será muito ouvido — e

admirado — por onde passar.

Mas nem só de livros vive essa

jovem promissora. Apaixonada

por pagode e música baiana, Maria

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