26.02.2026 Visualizações

80% das seguradoras já utilizam Inteligência Artificial

Esta edição da Revista Universo do Seguro reúne um setor que aprendeu a correr. Nos EUA, a cotação instantânea de seguro paramétrico contra enchentes mostra como APIs e automação reduzem atrito e ampliam distribuição em escala. No Brasil, o estudo CNseg/EY confirma a IA como prioridade: os ganhos já aparecem em produtividade e atendimento, e a próxima fronteira é integrar legados com responsabilidade. Nos balanços, a Mapfre entrega rentabilidade. Na ponta comercial, Odonto vira alavanca de portfólio nas PMEs, o Auto One reforça a disputa pelo cliente premium e a proteção digital entra de vez na prateleira. Para 2026, o reposicionamento da HDI e a “Vou com a Zurich” lembram: o corretor segue no centro. Com dados e serviço. Boa leitura.

Esta edição da Revista Universo do Seguro reúne um setor que aprendeu a correr.

Nos EUA, a cotação instantânea de seguro paramétrico contra enchentes mostra como APIs e automação reduzem atrito e ampliam distribuição em escala.

No Brasil, o estudo CNseg/EY confirma a IA como prioridade: os ganhos já aparecem em produtividade e atendimento, e a próxima fronteira é integrar legados com responsabilidade.

Nos balanços, a Mapfre entrega rentabilidade. Na ponta comercial, Odonto vira alavanca de portfólio nas PMEs, o Auto One reforça a disputa pelo cliente premium e a proteção digital entra de vez na prateleira.

Para 2026, o reposicionamento da HDI e a “Vou com a Zurich” lembram: o corretor segue no centro. Com dados e serviço. Boa leitura.

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Editorial

Velocidade e escala: IA, paramétricos e

novos produtos mexem com o mercado

Foto: Possessed Photography / Unsplash

Esta edição da Revista

Universo do Seguro

reúne um setor que aprendeu

a correr. Nos EUA, a cotação

instantânea de seguro paramétrico

contra enchentes mostra como

APIs e automação reduzem atrito

e ampliam distribuição em escala.

No Brasil, o estudo CNseg/EY

confirma a IA como prioridade: os

ganhos já aparecem em produtividade

e atendimento, e a próxima

fronteira é integrar legados com

responsabilidade. Nos balanços,

a Mapfre entrega rentabilidade.

Na ponta comercial, Odonto vira

alavanca de portfólio nas PMEs,

o Auto One reforça a disputa pelo

cliente premium e a proteção digital

entra de vez na prateleira. Para

2026, o reposicionamento da HDI

e a “Vou com a Zurich” lembram: o

corretor segue no centro. Com dados

e serviço. Boa leitura!

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Estados Unidos | por Redação

Floodbase e Liberty Mutual lançam

cotação instantânea de seguro

paramétrico contra enchentes

A

Floodbase, principal plataforma

para seguro de

risco de enchentes, e a

Liberty Mutual (Liberty) anunciaram

o lançamento de uma aplicação

de cotação instantânea para (res)

seguro paramétrico de enchentes

nos Estados Unidos. A solução

permite que corretores atacadistas

e varejistas precifiquem coberturas

paramétricas contra enchentes

em minutos, reduzindo atritos

e trazendo a agilidade necessária

para atender de forma mais eficaz

o mercado comercial de pequeno

e médio porte, de alto volume. Desenvolvido

especificamente para o

mercado norte-americano, o motor

de precificação da Liberty, alimentado

pela nova API da Plataforma

Floodbase, revoluciona um processo

de cotação tradicionalmente

demorado e exigente, entregando

a velocidade e a consistência que

os distribuidores precisam.

As coberturas paramétricas

de enchente para grandes áreas

atingiram um ponto de maturida-

Foto: Wirestock / Freepik

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Estados Unidos |

de de produto, com apólices que

hoje transferem o risco de perdas

econômicas em escala global para

municípios dos EUA, agricultores

colombianos, o portfólio nacional

de propriedades distribuídas da

CEI na Itália, entre outros. À medida

que cresce, nos EUA, a demanda

por uma gestão abrangente do

risco de enchentes, impulsionada

por eventos de enchente mais frequentes

e intensos, pelo aumento

dos prêmios do National Flood Insurance

Program (NFIP) e pela incerteza

em torno do seguro federal

contra enchentes. Neste sentido,

o seguro paramétrico contra enchentes

tem sido cada vez mais

visto como um complemento viável

à cobertura patrimonial tradicional,

além de cobrir perdas financeiras

por interrupção de negócios sem

dano físico.

O risco de enchentes nos

EUA continua avançando mais rápido

do que a capacidade do mercado

privado. Dois terços das perdas

modeladas por enchentes nos

EUA estão subseguradas, o que

reforça a necessidade de opções

privadas escaláveis ao lado das

coberturas indenizatórias tradicionais.

Embora, inicialmente, o produto

tenha sido limitado pelo risco

Foto: Sveta Fedarava / Unsplash

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Estados Unidos |

Foto: Steven Weeks / Unsplash

de base e pela padronização, hoje

a principal limitação é a distribuição

em escala.

Com uma solução como a

aplicação de cotação instantânea

de seguro paramétrico contra enchentes

da Liberty, alimentada

pela API da Floodbase, corretores

e MGAs agora podem incorporar

a cobertura paramétrica de

enchente para grandes áreas em

fluxos automatizados de cotação

e tarifação, tornando viável a distribuição

em escala nos mercados

comerciais de pequeno e médio

porte, onde velocidade, consistência

e eficiência operacional são

essenciais. Com múltiplas estruturas

otimizadas e opções de preço,

a aplicação torna as apólices de

enchente fáceis de cotar, simples

de posicionar e de baixa complexidade

para transacionar, ao mesmo

tempo em que oferece uma solução

paramétrica diferenciada que

antes era restrita a colocações

complexas e sob medida.

Jean-Christophe Garaix, head

de Parametrics & Agriculture da

Liberty Mutual, afirmou: “Esta colaboração

nos permite responder

à evolução do risco de enchentes

com soluções mais rápidas e mais

adaptáveis. É a mesma cobertura,

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“Esta colaboração nos

permite responder à

evolução do risco de

enchentes com soluções

mais rápidas e mais

adaptáveis. É a mesma

cobertura, apenas entregue

com mais velocidade e

muito menos atrito,

permitindo que os corretores

explorem e personalizem,

em segundos, a cobertura

de enchente de um cliente

antes mesmo de enviar um

e-mail a um subscritor”

Jean-Christophe Garaix

Head de Parametrics & Agriculture da

Liberty Mutual

apenas entregue com mais velocidade

e muito menos atrito, permitindo

que os corretores explorem e

personalizem, em segundos, a cobertura

de enchente de um cliente

antes mesmo de enviar um e-mail

a um subscritor. Isso não apenas

melhora a experiência do cliente

e da distribuição, como também

nos permite responder à evolução

do risco de enchentes com produtos

paramétricos inovadores para

segmentos de pequeno e médio

mercado”.

“O seguro paramétrico contra

enchentes pode ser um instrumento

eficaz de gestão de riscos para

preencher lacunas de proteção em

apólices tradicionais para pequenas

e médias empresas nos EUA,

mas isso exige distribuição rápida

em escala”, acrescentou Bessie

Schwarz, cofundadora e CEO

da Floodbase. “A nova solução

de cotação instantânea de seguro

paramétrico contra enchentes da

Liberty resolve isso, oferecendo a

corretores e MGAs dos EUA a flexibilidade

para incorporar coberturas

paramétricas rápidas contra

enchentes em seus próprios ambientes

de cotação, permitindo

distribuição escalável nos segmentos

de pequeno e médio mercado”.

Isso é viabilizado pela nova

API que a Floodbase desenvolveu

e lançou para permitir que qualquer

seguradora ou resseguradora

incorpore o seguro paramétrico

contra enchentes diretamente aos

fluxos de cotação e tarifação.

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Balanço | por Mapfre

Lucro líquido da Mapfre cresce 5%

em 2025 e atinge 268 milhões de

euros no Brasil

A

operação brasileira da

Mapfre, companhia global

de seguros e serviços

financeiros, encerrou 2025

com lucro líquido de 268 milhões

de euros, alta de 5,1% em relação

ao ano anterior e o maior resultado

já registrado pela empresa no

país. O desempenho mantém o

Brasil entre os principais polos de

rentabilidade do grupo segurador

espanhol. Com cerca de 15% dos

prêmios globais, o Brasil respondeu

por quase 25% de todo o lucro

mundial da Mapfre em 2025.

O índice combinado de Não

Vida, indicador que mede a relação

entre despesas e sinistros sobre

os prêmios arrecadados, fechou o

ano em 72%, com leve melhora de

0,7 ponto percentual frente a 2024

e em patamar considerado de excelência

no setor. O retorno sobre

o patrimônio líquido (ROE) atingiu

27,6%, impulsionado pela disciplina

de subscrição, pela diversificação

de portfólio e pelo resultado

financeiro.

Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil / Foto: Divulgação

10


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Balanço |

No recorte por linhas de negócio,

o ramo de Seguros Gerais

registrou índice combinado de

63,3%, um dos melhores níveis

históricos da operação, enquanto

Vida Risco manteve rentabilidade

consistente, com indicador

de 82,4%. O segmento de Automóveis

permaneceu próximo ao

ponto de equilíbrio, em 101,6%,

refletindo ajustes tarifários implementados

ao longo do ano e da

eficiência da carteira.

Segundo Felipe Nascimento,

CEO da Mapfre no Brasil, o desempenho

confirma a maturidade

e a relevância da operação local

dentro do grupo. “Concluímos

2025 com o melhor resultado da

nossa história no país, preservando

margens e ampliando eficiência

mesmo em um cenário macroeconômico

mais desafiador. O resultado

reflete a parceria estratégica

com o Banco do Brasil e demais

distribuidores junto à combinação

entre diversificação de portfólio,

foco em eficiência operacional e

proximidade com o cliente, que

nos permitem crescer de forma

sustentável e com rentabilidade.

Para este ano, seguiremos investindo

em inovação, distribuição e

qualidade de serviço para ampliar

nossa participação de mercado”,

afirma o executivo.

O volume de prêmios no

Brasil somou 4,32 bilhões de euros

em 2025, retração de 10%

frente ao ano anterior, impactada

Sede da Mapfre em São Paulo / Foto: Divulgação

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principalmente pela depreciação

do real diante do euro e pela desaceleração

de linhas mais dependentes

de crédito, como Agro

e Vida Risco. Em moeda local, a

queda foi mais moderada. Já os

ramos de Seguros Gerais, tanto

no segmento corporativo quanto

no varejo, avançaram ao longo do

ano e ajudaram a sustentar a margem

operacional, compensando

parcialmente os efeitos cambiais.

“Nosso objetivo em 2026 é

crescer acima do mercado em todas

as frentes, apoiados em uma

estratégia multiproduto e multicanal.

Esse movimento traduz um

posicionamento mais próximo,

simples e integrado, alinhado à

evolução da nossa identidade de

marca, apresentada globalmente

neste início de ano, e à transformação

que a companhia vem

construindo nos últimos anos”, explica

Nascimento.

Desempenho global

Considerando todos os países

em que a companhia atua, a

Mapfre registrou lucro líquido de

1,079 bilhão de euros em 2025,

alta de 19,6% na comparação anual

e a primeira vez em que o grupo

supera a marca de 1 bilhão de

euros de resultado.

O volume global de prêmios

atingiu 29,1 bilhões de euros,

avanço de 3,6% em euros. O índice

combinado não vida consolidado

recuou para 92,2%, o melhor

nível histórico da companhia, enquanto

o retorno sobre o patrimônio

líquido alcançou 12,4%.

Entre as regiões, a Ibéria, que

reúne Espanha e Portugal, reportou

lucro de 450 milhões de euros,

crescimento de 22,7%. A América

do Norte registrou resultado recorde

de 139 milhões de euros,

avanço de 41,8%. Já a Mapfre RE,

unidade de resseguros e riscos

globais, alcançou lucro histórico de

381 milhões de euros, favorecida

pela ausência de grandes eventos

catastróficos no quarto trimestre

e pelo desempenho financeiro da

carteira de investimentos.

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Capa | por William Anthony

Estudo da CNseg e EY aponta

avanço acelerado da Inteligência

Artificial no setor de seguros

A

inteligência artificial já

deixou de ser promessa

no mercado segurador

brasileiro e entrou de vez na agenda

estratégica das companhias.

Essa é a principal conclusão do

estudo “Inteligência Artificial no

Setor de Seguros”, divulgado pela

Confederação Nacional das

Seguradoras (CNseg), em parceria

com a EY, e apresentado

em coletiva de imprensa com

abertura do presidente da Confederação,

Dyogo Oliveira, exposição

do diretor técnico da

CNseg, Alexandre Rodrigues

Leal Neto, e comentários de Nuno

Vieira, líder de Insurance da EY

Consulting na América do Sul. O

material consolida dados de 26

respondentes, 17 executivos entrevistados

e empresas que representam

R$ 210 bilhões em receita,

equivalente a 50,7% de market

share do setor, indicando que 80%

já implantaram soluções de IA.

Foto: Freepik

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Capa |

Dyogo Oliveira, Presidente da CNseg / Foto: Divulgação

Na abertura, Dyogo Oliveira

reforçou que a pesquisa aprofunda

uma agenda que já vinha sendo

mapeada pela CNseg no estudo

anterior sobre inovação e tecnologia.

“Essa coletiva é para a gente

fazer uma apresentação de um

estudo que nós concluímos agora

sobre a aplicação de inteligência

artificial no setor de seguros”, afirmou.

Ao contextualizar o avanço

da modernização nas companhias,

ele lembrou que a Confederação

havia estimado, no levantamento

anterior, “mais de R$ 20 bilhões

em investimentos por ano em tecnologia”,

e destacou que a IA ganhou

protagonismo dentro desse

movimento. Segundo Dyogo, “a

mensagem principal é de que, sim,

a inteligência artificial é uma estratégia

prioritária nas companhias

de seguros brasileiras hoje”.

A apresentação de Alexandre

Leal detalhou um retrato de adoção

ampla, porém ainda em estágio

de amadurecimento em termos

de retorno econômico. Ele ressaltou

que o setor já utilizava técnicas

como machine learning e deep learning

há anos, mas que a IA generativa

trouxe um novo impulso

de interesse e de experimentação.

No recorte de 2025, os principais

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Capa |

motivadores para adoção de IA

foram aumento de produtividade,

melhoria da experiência do cliente,

automação de tarefas e redução

de custos, com concentração

de casos de uso em atendimento

ao cliente, operações e tecnologia.

Ao correlacionar os dados

com a realidade operacional das

seguradoras, Alexandre enfatizou

que os ganhos ainda são majoritariamente

incrementais. “A maior

parte das empresas, ou seja, 77%

delas, indicaram algum impacto incremental

no processo”, disse, explicando

que isso representa ganhos

de eficiência ou redução de

custos sem alterar de forma relevante

o modelo de negócio. O próprio

estudo aponta que 84% das

empresas reportaram aumento de

receita de até 1% após implementação

de IA, enquanto apenas uma

pequena parcela indicou impactos

substanciais ou disruptivos.

Resultados e desafios

Ademais, a coletiva trouxe

exemplos concretos de resultados

já percebidos em algumas empresas,

o que ajuda a explicar por que

a IA vem ganhando orçamento.

Alexandre chamou atenção para

casos em que houve “redução de

30% a 50% do tempo de resposta

do cliente”, companhias que “conseguiram

dobrar o número de cotações

realizadas” após modelos

de precificação com IA e ganhos

relevantes em produtividade de TI.

Esses exemplos dialogam diretamente

com os destaques do estudo,

que também registra melhora

das capacidades tecnológicas

existentes em 88% das empresas

respondentes e expectativa crescente

de automação em até cinco

Alexandre Leal, Diretor Técnico da CNseg / Foto: Reprodução

18


19


Capa |

anos.

Se a adoção avança, os desafios

também aparecem com nitidez.

Na coletiva, Alexandre foi didático

ao apontar que a integração

com sistemas legados continua

sendo uma das principais travas,

tema que já havia surgido no levantamento

anterior de inovação.

“A questão dos sistemas legados”

voltou a aparecer como dificultador

relevante, ao lado de “precisão

e confiabilidade dos modelos”, da

“falta de expertise técnica estratégica”

e do custo de implementação.

O estudo reforça esse diagnóstico

ao listar, entre as principais

barreiras, integração com legados,

custo elevado, falta de clareza de

ROI, necessidade de priorização e

capacitação das equipes.

Alexandre ainda conectou

esse desafio tecnológico a um debate

mais amplo de mercado, citando

o peso de infraestruturas

antigas e a complexidade de integração

em empresas com histórico

de fusões e aquisições. Ele observou

que há seguradoras com sistemas

legados robustos, inclusive

em linguagens antigas, e que isso

torna a implantação de IA mais

lenta e mais cara. Na prática, esse

cenário ajuda a explicar por que

muitos projetos ainda começam

em pilotos e provas de conceito,

com métricas claras de retorno,

antes de uma escalada maior.

Outro ponto central da coletiva

foi a dificuldade de tangibilizar o

retorno financeiro da IA. Alexandre

indicou que “ainda há uma dificuldade

de tangibilizar quanto esse

investimento, ele vai, no final do

dia, repercutir em uma maior rentabilidade

do negócio”, o que afeta

a alocação de orçamento. A fala

conversa diretamente com os dados

do estudo, que mostram restrições

orçamentárias e percepção

de ROI inadequado entre as barreiras

mais citadas para criação de

equipes dedicadas à IA.

Investimento em IA

deve crescer em 2026

Apesar disso, o setor projeta

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Capa |

avanço de investimento em 2026.

Segundo Alexandre, com base na

metodologia de extrapolação da

amostra, o investimento estimado

em IA pelas empresas pesquisadas

foi de cerca de R$ 2,3 bilhões

em 2025 e pode chegar a aproximadamente

R$ 2,6 bilhões em

2026, usando a arrecadação de

2025 como referência. Ele explicou

a lógica da conta durante as

perguntas, detalhando o uso do

ponto médio dos intervalos informados

pelas companhias. “Se a

arrecadação de 2026 for igual à de

2025, significa que a expectativa

das empresas é aumentar cerca

de R$ 300 milhões em investimento

em IA para esse próximo ano”,

disse. O estudo também registra

expectativa de maior redução de

despesas, com projeção em torno

de R$ 177 milhões em 2026, acima

do patamar estimado para 2025.

Cenário internacional

Na parte internacional da

apresentação, Nuno Vieira comentou

o slide de comparação entre

Brasil e Estados Unidos e trouxe

um diagnóstico relevante para o

momento do mercado brasileiro.

Segundo ele, a principal diferença

não está no nível de adoção, mas

no ritmo de desenvolvimento. “O

primeiro ponto essencial é que o

Brasil foi bastante, as empresas

brasileiras e as seguradoras brasileiras

adotaram todas as questões

relacionadas à IA”, diagnosticou

Nuno Vieira, líder de Insurance da EY Consulting na América do Sul / Foto: Reprodução

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Capa |

ao destacar a proximidade entre

os percentuais de implantação no

Brasil e nos EUA. “A principal diferença

entre os dois países não

é na adoção da IA, mas é basicamente

no ritmo de desenvolvimento”,

completou.

Nuno observou que os Estados

Unidos avançaram antes e,

por isso, já apresentam maior maturidade

em casos de uso, com

aplicações mais robustas em cross

selling, gestão de risco, detecção

de fraude e análise preditiva, enquanto

o Brasil ainda concentra a

maior parte dos projetos em operações,

sinistros, tecnologia, análise

documental e atendimento.

O comparativo do estudo reforça

essa leitura, mostrando que o mercado

brasileiro segue a mesma

tendência de adoção, mas em estágio

anterior de escala e captura

de valor.

Ainda assim, o executivo da

EY enfatizou a posição regional

do país. “É importante referir que

o Brasil vai claramente liderando a

dianteira do ponto de vista de inteligência

artificial na região”, sinalizou

ao mencionar escala de dados

e capacidade de investimento

como fatores estruturais. A fala de

Nuno reforça um ponto estratégico

para o setor segurador nacional,

que pode se beneficiar de liderança

regional, mas precisará

acelerar governança, formação de

talentos e consolidação de casos

de uso para reduzir a distância em

relação aos mercados mais maduros.

Mão de obra especializada

A questão de mão de obra especializada

também ganhou espaço

no debate com os jornalistas.

Ao responder pergunta sobre escassez

de profissionais, Alexandre

reconheceu que o desafio extrapola

o setor de seguros e depende

de esforços mais amplos, com

participação de iniciativa privada,

universidades e políticas públicas.

Ele citou iniciativas da própria

CNseg, como apoio à formação

de atuários, e defendeu avanço

em capacitação para ampliar

24


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25 37


Capa |

o repertório técnico ligado a IA.

Nuno complementou com um alerta

sobre competição intersetorial

e retenção: “Nós hoje temos uma

competição de talento que é global”

e, no Brasil, profissionais de

IA transitam entre varejo, bancos

e seguradoras, o que torna “muito

difícil a retenção de talento”.

No campo do consumidor,

Alexandre destacou que os impactos

mais visíveis neste momento

estão no atendimento e no relacionamento,

especialmente em chatbots,

SAC e análise de interações.

“Hoje, o principal achado da pesquisa

é em relação a consulta de

consumidor, ou consulta ou atendimento

mesmo do consumidor”,

apontou. Ele relatou casos em que

empresas utilizam IA para analisar

o estado emocional do cliente em

contatos de atendimento e, a partir

disso, ajustar scripts e abordagem.

A tendência, segundo ele, é que o

uso avance para personalização

de serviços, análise de comportamento

e precificação mais aderente

ao risco, o que pode ampliar

competitividade e melhorar a experiência

do segurado.

Depois da comparação internacional,

Alexandre retomou a

palavra para apontar os próximos

passos do setor, em linha com o

encerramento do estudo. “A inteligência

artificial já entrega alguma

agilidade e eficiência, o próximo

ciclo é de ganhar escala, com governança,

ética e foco absoluto no

consumidor”, sintetizou. A frase

traduz bem o momento do mercado

segurador brasileiro: a fase de

prova de conceito já produziu sinais

concretos de produtividade e

eficiência, mas a consolidação da

IA como alavanca de transformação

dependerá da capacidade de

integrar legados, qualificar pessoas,

medir retorno e ampliar casos

de uso com responsabilidade.

Ilustração: Igor Omilaev / Unsplash

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Otávio e Guilherme são filhos de Ildebrando Gozzo, e dividem a liderança

da ST Corretora de Seguros, uma corretora associada ao Grupo GC,

ao lado de Marcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich.

Otávio e Guilherme são filhos de Ildebrando Gozzo, e dividem a liderança

@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance da ST Corretora Zurich de Seguros, no Brasil uma corretora associada @zurichnobrasil ao Grupo GC,

Otávio ao lado e de Guilherme Marcio Benevides, são filhos de Diretor Ildebrando Distribuição Gozzo, e da dividem Zurich. a liderança

da ST Corretora de Seguros, uma corretora associada ao Grupo GC,

ao lado de Marcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich.

@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance Zurich no Brasil @zurichnobrasil

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Incentivo | por Zurich Seguros

Zurich anuncia destinos para a

nova edição da campanha de

incentivo “Vou com a Zurich”

Marcio Benevides e Sidemar Spricigo / Foto: Divulgação

A

Zurich Seguros anuncia

os destinos da edição

2026/2027 da campanha

de incentivo “Vou com a

Zurich”, iniciativa que reconhece

os corretores e parceiros de negócios

com melhor performance

em vendas e reforça o relacionamento

da companhia em seus canais

de distribuição. Os parceiros

serão premiados com viagens internacionais

com direito a acompanhante,

em experiências exclusivas

pensadas para ir além do

turismo convencional.

Para esta nova edição, os

vencedores da categoria Premium

terão como destino o Panamá. Já

os parceiros da categoria Infinite

Blue embarcarão para Málaga

e Sevilla, no sul da Espanha. Os

roteiros foram definidos com foco

em proporcionar vivências diferenciadas,

promovendo integração,

28


troca de experiências e momentos

de conexão entre corretores, parceiros

de negócios e executivos da

seguradora.

Criada em 2012, a campanha

“Vou com a Zurich” é parte da estratégia

da companhia para valorizar

o papel dos corretores e parceiros

de negócios, que atuam como elo

fundamental entre a seguradora

e seus clientes. “Essa iniciativa é

uma forma concreta de reconhecer

a importância dos corretores e parceiros

de negócios para os nossos

resultados e para a construção de

relacionamentos sólidos e duradouros.

Celebrar essas conquistas

juntos faz parte da nossa cultura”,

afirma Marcio Benevides, diretor

executivo de Distribuição.

Para Sidemar Spricigo, diretor

executivo de Parcerias,

a campanha também representa

um agradecimento pelo empenho

dos profissionais ao longo do ano.

“Nossos corretores e parceiros de

negócios têm participação direta

no crescimento da Zurich no Brasil.

Oferecer experiências marcantes

é uma maneira de reconhecer

esse esforço e reforçar a parceria

que sustenta nossa estratégia de

expansão”, destaca o executivo.

Além do anúncio dos novos

destinos, a Zurich também se prepara

para realizar, nos próximos

meses, as viagens de premiação

da edição anterior da campanha.

Os corretores e parceiros de negócios

reconhecidos em 2025 irão,

em 2026, para Bariloche, na Argentina,

na categoria Premium; e

para a África do Sul, na categoria

Infinite Blue.

Ao longo de sua trajetória, a

campanha já levou corretores e

parceiros a destinos como Ilha de

Comandatuba, Fernando de Noronha,

Mendoza, Croácia e Cartagena,

consolidando-se como uma

das principais iniciativas de relacionamento

da companhia com o

mercado. “Buscamos, a cada edição,

surpreender nossos parceiros

com experiências únicas, que reforcem

vínculos e valorizem quem

constrói diariamente a história da

Zurich”, conclui Benevides.

29


Mercado | por Redação

Odonto como alavanca de portfólio nas

PMEs: por que o produto virou “próximo

passo” para corretores

Renata Oliveira, sup. com. nacional do Canal Broker da CNP Seguradora

Em um mercado cada vez

mais competitivo (e pressionado

pela busca de previsibilidade

e fidelização), corretores

que atuam com Vida em Grupo e

benefícios empresariais têm sido

levados a olhar para soluções

complementares capazes de elevar

o ticket médio e reforçar o relacionamento

com as carteiras

corporativas. Nesse contexto, os

planos odontológicos aparecem

como uma extensão natural da estratégia

comercial, sobretudo no

segmento de pequenas e médias

empresas (PMEs).

Um mercado grande, mas com

espaço claro para crescer

Os números ajudam a explicar

por que o tema entrou no ra-

30


dar. Segundo a Agência Nacional

de Saúde Suplementar (ANS) e

o Instituto de Estudos de Saúde

Suplementar (IESS), o Brasil soma

34,47 milhões de beneficiários em

planos odontológicos, mas apenas

16,2% da população possui esse

tipo de cobertura. Outro ponto relevante

para a estratégia do corretor

é o perfil de contratação: 74% dos

contratos são coletivos empresariais,

com cerca de 1,1 milhão de

empresas contratantes (dados até

junho de 2025).

Na prática, o recado é direto:

existe escala e existe uma margem

de penetração ainda significativa,

principalmente quando o

olhar se volta ao universo PME,

que costuma demandar “pacotes”

mais completos de benefícios para

atrair e reter talentos.

Odonto não concorre com Vida;

ele potencializa

A lógica de cross-sell é o que

sustenta o movimento. Ao acoplar

um plano odontológico à conversa

“Nosso objetivo

é apoiar o corretor

com um portfólio

estruturado e

competitivo, que

facilite a ampliação

da carteira e

fortaleça o

relacionamento com

seus clientes”

Renata Oliveira

Superintendente Comercial Nacional do

Canal Broker da CNP Seguradora

que já acontece em Vida e benefícios,

o corretor tende a ampliar a

percepção de valor da proposta,

aumentar o ticket médio e criar receita

recorrente, além de contribuir

para retenção da carteira.

É nessa direção que a CNP

Seguradora posiciona o produto

para o canal broker. “Para o

orretor que já atua com Vida e

benefícios empresariais, o plano

odontológico representa uma evolução

natural da estratégia comercial.

Trata-se de uma solução com

alta aceitação no segmento PME,

que amplia o portfólio, aumenta o

31


Mercado |

Foto: Arthur Hidden / Freepik

ticket médio e gera receita recorrente.

Nosso objetivo é apoiar o

corretor com um portfólio estruturado

e competitivo, que facilite a

ampliação da carteira e fortaleça

o relacionamento com seus clientes”,

afirma Renata Oliveira, superintendente

comercial nacional

do Canal Broker.

Do “essencial” ao “ampliado”:

como desenhar proposta sob

medida

Para que o produto funcione

como alavanca (e não como “mais

um item” na apresentação), a estrutura

do portfólio e a capacidade

de adequação ao perfil da empresa

contam muito. A CNP Seguradora

apresenta um portfólio escalonado

(do essencial ao mais completo),

com flexibilidade de enquadramento

para diferentes necessidades

de PMEs e uma rede credenciada

distribuída nacionalmente.

Renata reforça esse ponto ao

conectar desenho de produto e entrega

ao cliente final: “Nosso portfólio

foi desenhado para dar flexibili-

32


dade ao corretor na construção de

propostas para o segmento PME,

com diferentes níveis de cobertura

e possibilidade de adequação

ao perfil de cada empresa. Somado

a isso, oferecemos uma rede

credenciada ampla e presente em

todo o Brasil, garantindo capilaridade,

qualidade no atendimento e

confiança na entrega do produto”.

Estrutura e

posicionamento para apoiar a

estratégia do canal

Vida e benefícios empresariais, o

movimento costuma ser menos

sobre “vender mais um produto” e

mais sobre organizar a proposta:

• apresentar odonto como

complemento de pacote (e

não como oferta isolada);

• mapear perfis de PMEs na

carteira para sugerir níveis

de cobertura compatíveis;

• usar o argumento de recorrência

e retenção como

parte do planejamento comercial.

Além disso, a CNP

Seguradora destaca sua ligação

com a CNP Assurances, grupo

francês com mais de 170 anos de

história e presença em 17 países.

No Brasil, a empresa atua há 24

anos, com portfólio que inclui seguros,

consórcios, capitalização e

planos odontológicos.

Contato (CNP Seguradora):

Corretores interessados

em conhecer melhor

as soluções de planos

odontológicos

podem escrever para:

comercial.broker@cnpseguradora.com.br.

Caminho prático: onde o

corretor pode começar

Para quem já tem entrada em

33


Auto | por Bradesco Seguros

Bradesco lança Seguro Auto

One para veículos de alto valor

A

Bradesco Seguros acaba

de lançar o Bradesco

Seguro Auto One, novo

produto da companhia voltado para

clientes premium, oferecendo um

conjunto de coberturas e serviços

exclusivos. O seguro será ofertado

neste primeiro momento para

clientes do segmento Principal do

Banco Bradesco. “Desenvolvemos

o Auto One com base em um conceito

de exclusividade e personalização.

O produto foi criado para

um cliente que busca mais conveniência,

proteção e atendimento

especializado, sendo uma solução

sob medida para clientes que

exigem uma experiência única e

diferenciada”, explica Saint’Clair

Lima, diretor da Bradesco

Seguros.

Entre os diferenciais, o Auto

One oferece a nova cobertura opcional

de isenção da franquia, exclusiva

para o produto, que isenta

o cliente da franquia no primeiro

sinistro, quando atingir o valor de

franquia contratado para o veículo.

Além dessa novidade, o produto

inclui as coberturas de bens

no interior do veículo, que protege

itens pessoais que estejam dentro

Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

34


do carro em caso de roubo ou furto

do veículo, incluindo notebook,

celular, cabo e carregador portátil

para veículos elétricos, bolsas,

entre outros. O seguro cobre ainda

os acessórios, incluindo itens

como película de proteção à pintura

do veículo e rodas e pneus esportivos.

Outro destaque é a cobertura

de blindagem com o maior limite

do mercado e a proteção para vidros

com logotipo, incluindo teto

solar e panorâmico. Além disso,

em caso de indenização integral,

os clientes têm acesso à cobertura

0km gratuita por seis meses,

recebendo o valor correspondente

ao de um veículo novo, no período

previsto.

O Auto One conta ainda com

um novo pacote de assistência,

que oferece atendimento premium,

com serviços exclusivos

como o Moto SOS, que disponibiliza

um prestador para acompanhar

o cliente durante a espera do guincho,

e a limpeza de estofado, que

inclui banco de couro e não precisa

estar atrelada a um sinistro. O

produto também oferece assistência

residencial completa, incluindo

conserto de eletrodomésticos de

linha branca, como micro-ondas e

geladeira. O atendimento também

se diferencia com equipe dedicada

desde a assistência até a abertura

de sinistros.

Além disso, os clientes correntistas

do Banco Bradesco contam

com descontos especiais e

podem utilizar pontos Livelo para

pagar parcial ou totalmente o seguro.

Segundo Sain’t Clair, o lançamento

deste produto visa atender

as necessidades específicas

de um público cada vez mais exigente.

“Ouvimos nossos corretores

e clientes para construir um

produto alinhado às necessidades

de quem valoriza exclusividade,

conforto e atendimento personalizado.

O Auto One foi desenvolvido

para atender exatamente esse

perfil, acompanhando a evolução

do mercado de automóveis premium,

incluindo veículos híbridos

e elétricos no País”.

35


Marketing | por HDI Seguros

HDI Seguros: novo posicionamento

de marca em 2026

A

HDI Seguros dá continuidade

à sua estratégia

de fortalecimento de

marca ao retomar a veiculação de

sua campanha de mídia e nos patrocínios

aos projetos incentivados

neste início de 2026. Sob o mote

“HDI Seguros. Certeza que te deixa

seguro”, a comunicação reforça

o reposicionamento da companhia,

enquanto as iniciativas culturais

apoiadas (como a Festa Nacional

da Uva de Caxias do Sul e o São

João de Caruaru, tradicional festa

do Nordeste) se conectam com

seus novos atributos de marca.

A estratégia da campanha de

reposicionamento parte de uma

mensagem que destaca praticidade,

precisão e capacidade de entrega.

Com uma abordagem leve e

descontraída, o vídeo publicitário

Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

36


37


Marketing |

apresenta situações inesperadas

do dia a dia, nas quais a HDI mostra

como consegue neutralizar o

impacto dos imprevistos e reforça

seu papel como parceira na proteção

e segurança dos clientes.

No primeiro trimestre de 2026,

a companhia investe cerca de

R$ 2,8 milhões em mídia, com foco

em praças estratégicas como São

Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Salvador.

O plano inclui presença out

of home (OOH) em shoppings durante

o período de férias, além de

cinema, rádio e uma frente robusta

em digital, com Meta, Google

Search, social e influenciadores. A

campanha também será veiculada

em plataformas de varejo, que se

conectam ao consumidor no momento

de decisão de compra, especialmente

nas categorias Auto e

Residência.

“Estamos direcionando nossos

investimentos para momentos

e ambientes em que conseguimos

gerar impacto real na consideração

de marca. No primeiro trimestre,

concentramos mais de R$ 2,5

milhões em uma estratégia omni-

Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

38


channel que fortalece nossa presença

em plataformas relevantes

e amplia o alcance em canais de

alta afinidade com os segurados.

É um movimento estruturado para

consolidar o novo momento da HDI

e impulsionar nosso portfólio completo”,

afirma Daniel Mello, diretor

de Transformação do Grupo HDI.

Projetos incentivados apoiados

pela HDI Seguros

Em paralelo à campanha de

mídia, a HDI amplia sua presença

de marca neste início de ano por

meio do patrocínio de projetos via

Leis de Incentivo que também ajudam

a traduzir seu novo posicionamento.

Entre os destaques, está a

35ª edição da Festa Nacional da

Uva, já em andamento em Caxias

do Sul (RS). O patrocínio inédito

marca a primeira ação apoiada

pela companhia em 2026 e reforça

sua conexão com a cultura e as

tradições regionais.

Realizada há 95 anos, a Festa

Nacional da Uva é um dos eventos

mais emblemáticos do Rio Grande

do Sul, celebrando a herança da

imigração italiana, a vitivinicultura

e a cultura da Serra Gaúcha. Durante

a programação, a HDI conta

com presença institucional, ativações

e um estande exclusivo para

interação com segurados, corretores,

parceiros e o público em geral.

“Os projetos incentivados

complementam nossa estratégia

de mídia ao fortalecer nossa presença

nas comunidades e nas regiões

que temos maior atuação. A

Festa da Uva, por exemplo, simboliza

bem esse movimento: estamos

investindo em visibilidade,

mas também em relacionamento e

conexão local, alinhados à nossa

estratégia de longo prazo”, conclui

Daniel.

Ao longo do ano, a HDI também

estará presente em outras

iniciativas culturais e esportivas

de grande alcance, como a 15ª

Maratona Internacional da Cidade

de Florianópolis (Maratona de

Floripa), a Meia de Sampa e a Rio

S21K.

39


Nordeste | por Redação

Tokio Marine acelera crescimento no Nordeste

e transforma Carnaval de Salvador em palco

estratégico para Corretores de Seguros

A

Tokio Marine vive uma

fase de expansão consistente

no Nordeste do

País e está aproveitando cada

oportunidade para reforçar que a

presença na região é estratégica

e de longo prazo. Em 2025, a

Regional, que atende Pernambuco,

Bahia, Paraíba, Rio Grande do

Norte, Alagoas e Sergipe, registrou

crescimento de 11% e alcançou

quase R$ 640 milhões em faturamento,

com forte desempenho de

carteiras como Garantia, Riscos

Digitais, Riscos de Engenharia,

E&O, RC Geral e Condomínio.

Para Ronaldo Dalcin, Diretor

Comercial Regional Nordeste

da Tokio Marine, o resultado

não é apenas numérico, mas reflete

um modelo de atuação mais

consultiva e próxima do mercado.

Ronaldo Dalcin, Diretor Comercial Regional Nordeste da Tokio Marine / Divulgação

40


“Crescer em um ambiente cada

vez mais competitivo exige muito

mais do que volume. Exige conhecimento,

preparo técnico e

capacidade de execução. A Tokio

Marine vem investindo fortemente

no desenvolvimento e especialização

de seus Corretores e equipes,

pois acreditamos que o diferencial

competitivo sustentável está nas

pessoas”, afirma.

Resultados robustos e

protagonismo da

Regional Nordeste

Os números da Tokio Marine

no Nordeste confirmam o avanço

de uma estratégia baseada em disciplina

comercial, diversificação de

portfólio e fortalecimento de Produtos

Pessoa Jurídica. Em 2025, a

Regional esteve em evidência nacionalmente

no agrupamento de

Produtos PJ, com taxas de crescimento

expressivas em segmentos

como Seguro Garantia, Riscos Digitais,

Risco de Engenharia, E&O,

RC Geral e Condomínio, consolidando

a região como um dos principais

polos de negócios da Companhia.

Dalcin indica que esse reconhecimento

é resultado de um

trabalho estruturado, e não de um

movimento isolado. “Esse reconhecimento

não é circunstancial.

Ele reflete um modelo de atuação

baseado em eficiência operacional,

inteligência comercial e aprofundamento

técnico dos nossos

parceiros”, reforça o executivo.

O olhar para os próximos anos

é igualmente desafiador. Produtos

como Empresarial, Garantia, Frotas,

RC Geral, Fiança e Vida seguem

como pilares relevantes de

crescimento, mas com uma abordagem

cada vez mais segmentada.

“O próximo ciclo será marcado

por margens mais pressionadas e

decisões mais estratégicas. Nesse

contexto, só terão espaço aqueles

que estiverem preparados. A Tokio

Marine vem se antecipando a esse

movimento, investindo continuamente

em treinamento, especialização

por produto e no foco da

41


Nordeste |

venda consultiva, sempre buscando

uma carteira mais diversificada”,

projeta Dalcin.

Carnaval de Salvador:

visibilidade, relacionamento

e negócios no coração

do Nordeste

Dentro dessa estratégia de

crescimento, a Tokio Marine decidiu

estar presente em um dos

maiores palcos de visibilidade do

país: o Carnaval de Salvador. Pela

primeira vez, a Seguradora entra

oficialmente na festa com patrocínio

e ações de visibilidade no

Bloco Fissura, que desfila no tradicional

circuito Barra/Ondina, além

de uma experiência exclusiva de

relacionamento com Corretores no

Camarote Planeta Band.

A presença no Carnaval é

encarada como muito mais do

que uma ação de marca. “O Nordeste

é um dos mercados estratégicos

para a Tokio Marine dada

sua importância para a economia

do País. Estar no Carnaval de

Salvador reforça nosso compromisso

em investir localmente, gerar

oportunidades de negócios e

fortalecer o relacionamento com

Corretores e Assessorias”, destaca

Marcos Kobayashi, Diretor Comercial

Nacional Varejo e Vida da Tokio

Marine.

Ao ocupar um espaço de

grande apelo cultural e de audi-

Foto: Freepik

42


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Para abertura de sinistro, Assistência 24 horas ou outras informações, ligue para 0800 31 TOKIO (0800 31 86546). O registro do produto é automático e não representa aprovação ou recomendação por parte da SUSEP.

A aceitação da proposta de Seguro está sujeita à análise do risco. O Segurado poderá consultar a situação cadastral do Corretor de Seguros e da Sociedade Seguradora no sítio eletrônico www.susep.gov.br. Outubro/2025.

43


Nordeste |

ência massiva, a Tokio Marine conecta

exposição de marca, aproximação

regional e relacionamento

de alto nível com seus Parceiros

de Negócios. A experiência no camarote

é pensada para gerar conversas,

novos projetos e fortalecer

vínculos em um ambiente informal

e memorável. “É uma ocasião importante

para ampliar conexões e

impulsionar novas oportunidades

comerciais para a Tokio Marine”,

completa Kobayashi.

Investimento em sucursais e

presença regional para falar a

“língua” do Nordeste

O movimento de expansão da

Tokio Marine no Nordeste também

se materializa na estrutura física e

na capilaridade comercial. A Companhia

está presente na região

com as sucursais Salvador, Vitória

da Conquista, Aracaju, Natal e

Recife, reforçando o atendimento

local e a conexão com a realidade

econômica de cada praça sob a liderança

de Ronaldo Dalcin.

Esse plano de crescimento

está ancorado em três pilares:

Proximidade, Soluções Completas

e Especialização. De um lado, a

Seguradora investe na abertura de

novas sucursais para estar fisicamente

mais próxima dos Corretores

e Assessorias; de outro, coloca

à disposição um portfólio multiprodutos,

com mais de 90 seguros e

120 serviços e assistências nas

áreas de Massificados, Pessoa Jurídica

e Vida, apoiado por um time

altamente capacitado e por Gerentes

Especialistas PJ com atuação

consultiva nas regiões.

A sucursal de Vitória da Conquista,

por exemplo, levou a marca

Tokio Marine ao sudoeste baiano,

onde a Seguradora é pioneira com

estrutura física própria, oferecendo

atendimento humanizado, suporte

direto aos Corretores e fortalecimento

do mercado local de

seguros. Ao mesmo tempo, outras

unidades e novas frentes, como a

sucursal de São Luís (que reforça

a presença no Nordeste ampliado),

mostram que a estratégia de

44


descentralização é nacional, mas

tem impacto direto no dia a dia dos

profissionais que atuam na região.

Corretor no centro da

estratégia e apoio

permanente à capacitação

Seja nos números da Regional

Nordeste, nas ações do Carnaval

de Salvador ou na abertura

de sucursais, o fio condutor da

estratégia da Tokio Marine continua

sendo o Corretor de Seguros.

A Companhia reforça que esses

profissionais são o único canal de

distribuição e exercem o papel de

consultores para seus Clientes,

fundamentais para a expansão da

cultura de seguros no Brasil.

“Nosso papel é preparar e

apoiar o Corretor para atuar com

profundidade, segurança e diferenciação.

Seguiremos oferecendo

suporte próximo, inteligência de

mercado e soluções que gerem valor

real para Clientes e Parceiros”,

complementa Ronaldo Dalcin, ao

comentar as perspectivas para a

Regional Nordeste em 2026.

Para isso, a Tokio Marine

vem combinando investimento

em pessoas com um conjunto de

ferramentas digitais e programas

de capacitação. Iniciativas como

a plataforma Brokertech, o SuperApp

do Corretor, a solução Tokio

Sites, o Portal de APIs e o Cotador

Digital são exemplos de como

a Companhia busca reduzir tarefas

operacionais e liberar tempo

para que o Corretor foque na venda

consultiva e no relacionamento

com o cliente final.

No campo da formação, a UP

– Universidade Parceiros Tokio

tornou-se uma das principais aliadas

do Corretor nordestino. Com

treinamentos ao vivo, trilhas de

aprendizagem e conteúdos on-line

acessíveis 24 horas por dia, a

plataforma oferece desde aprofundamento

técnico sobre produtos

até temas estratégicos como sucessão,

governança e diversidade,

equidade e inclusão, sempre

com foco em geração de negócios

e aplicação prática.

45


Nordeste |

Nordeste no centro

do mapa de crescimento da

Tokio Marine

A combinação de crescimento

de dois dígitos na Regional Nordeste,

investimento em sucursais

e presença em um ícone cultural

como o Carnaval de Salvador deixa

claro que a região ocupa um

lugar central no mapa estratégico

da Tokio Marine. A Seguradora

enxerga na economia nordestina

(impulsionada por turismo, serviços,

agronegócio e energias renováveis),

um enorme potencial de

desenvolvimento e de ampliação

da cultura de seguros.

Ao mesmo tempo, a baixa penetração

de seguros em diversos

segmentos abre espaço para que

Corretores preparados, apoiados

por uma Seguradora multiprodutos

e especialista em atendimento,

avancem com soluções sob medida

para empresas, famílias e empreendedores

da região.

Nesse cenário, a mensagem

da Tokio Marine ao mercado nordestino

é direta: a Companhia quer

crescer junto com o Corretor de

Seguros, combinando resultados

consistentes, presença regional,

tecnologia, capacitação e ações

de relacionamento de alto impacto,

dentro e fora do escritório, inclusive

na avenida mais famosa

do Carnaval de Salvador.

Foto: Freepik

46


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47


Setor | por Redação

IFRS 17: a norma que reescreveu

a contabilidade dos seguros

Desde 1º de janeiro de

2023, a indústria global

de seguros passou a ser

lida por um novo “idioma” contábil.

Entrou em vigor a IFRS 17, norma

internacional para contratos de seguro

que substituiu a IFRS 4 com

um objetivo claro: elevar a transparência

e tornar mais comparáveis

os resultados reportados pelas seguradoras,

especialmente em um

setor no qual carteiras semelhantes

podiam gerar demonstrações

difíceis de confrontar entre países

e grupos econômicos. A mudança

não altera a economia do negócio,

porque os fluxos de caixa permanecem

os mesmos, mas muda

a forma e o ritmo com que lucro,

risco e desempenho aparecem

nas demonstrações, o que impacta

diretamente a interpretação do

mercado, o acompanhamento de

guidance e a comparação internacional

de companhias listadas.

Na prática, a IFRS 17 estabelece

como reconhecer, mensurar,

apresentar e divulgar contratos de

seguro com base em uma mensuração

atualizada e estruturada. O

modelo parte da estimativa de fluxos

de caixa futuros do contrato,

como prêmios, sinistros, despesas

e cancelamentos, incorpora o valor

do dinheiro no tempo por meio de

desconto a valor presente e exige

um ajuste de risco não financeiro

de forma explícita. A peça que

mais chama atenção, por traduzir

a lógica de prestação de serviço

do seguro, é a Contractual Service

Margin, conhecida como CSM,

que representa o lucro ainda não

reconhecido por estar associado

à cobertura futura. Em termos de

Foto: Kelly Sikkema / Unsplash

48


AF_Robapg_MAWDY_3 copiar.pdf 1 14/02/2025 17:59:18

leitura de resultado, a norma força

uma separação mais nítida entre o

que decorre do serviço de seguro

propriamente dito e o que é efeito

financeiro, como juros, atualização

e variações ligadas a taxas e desconto,

reduzindo uma confusão

histórica em que componentes

operacionais e volatilidade financeira

muitas vezes se misturavam

na análise.

A necessidade dessa padronização

tem origem no caráter transitório

da antiga IFRS 4. Ao permitir

práticas bastante distintas entre

jurisdições e grupos, o padrão anterior

abria espaço para que seguradoras

com riscos parecidos

apresentassem números pouco

comparáveis, o que dificultava

benchmarking e avaliação consistente

por investidores, analistas

e supervisores. A IFRS 17 nasce

justamente para reduzir essa distância

e, ao mesmo tempo, elevar

o nível de evidenciação de premis-

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49


Setor |

sas e riscos, aproximando atuária,

finanças, governança e tecnologia

em torno de uma visão mais auditável

do desempenho.

Outro ponto relevante é que

a IFRS 17 não mede todo seguro

da mesma forma. Ela prevê abordagens

de mensuração distintas

para acomodar a diversidade de

contratos e, com isso, influencia o

“desenho” do resultado ao longo

do tempo. O modelo geral, conhecido

como General Measurement

Model, é a base do padrão e aplica

os blocos de mensuração como regra.

Para contratos de curto prazo,

especialmente aqueles com cobertura

de até um ano, pode ser utilizada

uma simplificação chamada

Premium Allocation Approach, a

PAA, desde que produza um resultado

próximo ao do modelo geral.

Já para contratos com características

de participação direta, em que

os benefícios ao segurado variam

conforme itens subjacentes e a

seguradora atua como uma espécie

de gestora de parte do retorno,

existe a Variable Fee Approach, a

VFA, que ajusta a lógica de mensuração

a esse tipo de produto.

Essa reconfiguração do resultado

aparece com força também na

apresentação das demonstrações.

A norma direciona a divulgação

de linhas como receita de seguro,

despesas de serviço de seguro e

resultado financeiro do seguro, separando

aquilo que é desempenho

operacional da cobertura, como

sinistralidade, despesas e liberação

de margem, do que é efeito de

taxa, desconto e risco financeiro.

O objetivo é tornar mais transparente

o que está de fato relacionado

à prestação do serviço segurador

e, assim, permitir uma leitura

mais consistente da performance,

inclusive em períodos de maior volatilidade

de juros e mercado.

Nesse contexto, não por

acaso, o mercado costuma tratar

IFRS 17 e IFRS 9 como um par.

Se a IFRS 17 reorganiza passivos

e a forma de reconhecer o resultado

do seguro, a IFRS 9 disciplina

a contabilidade dos ativos

financeiros e, para seguradoras,

50


51


Setor |

essa combinação é sensível por

causa do asset-liability management,

o ALM. Mesmo quando há

alinhamento econômico entre ativos

e passivos, escolhas contábeis

inadequadas podem ampliar

a volatilidade reportada, e por isso

temas como a desagregação do

resultado financeiro do seguro e a

possibilidade de levar parte dele a

outros resultados abrangentes, o

OCI, entram no centro das decisões

para reduzir descasamentos

contábeis.

No Brasil, a convergência do

padrão internacional ocorre por

meio do CPC 50, Contratos de

Seguro, que espelha a IFRS 17 e

estabelece princípios para reconhecimento,

mensuração, apresentação

e divulgação, além de

trazer estrutura de evidenciação

de riscos e orientações de aplicação.

Para o mercado local, o efeito

prático é uma conversa mais comparável

e verificável sobre performance,

especialmente em grupos

com investidores, resseguro internacional

ou presença multinacional,

que passam a dialogar com

uma linguagem contábil mais uniforme.

A IFRS 17 também reforça

que a leitura de balanços no setor

não se sustenta em uma única

norma. Orbitam esse ecossistema

padrões como a própria IFRS 9,

para instrumentos financeiros; a

IFRS 13, sobre mensuração a valor

justo; a IFRS 15, quando a receita

não é de contrato de seguro,

como serviços e assistências con-

Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial

52


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Setor |

forme a estrutura; a IFRS 16, que

impacta arrendamentos de imóveis,

frotas e equipamentos; além

de normas essenciais para apresentação

e tributação, como IAS 1

e IAS 12. Todas elas, em conjunto,

influenciam a forma como se interpreta

resultado, risco e estratégia

em companhias seguradoras.

No fim, a relevância do novo

padrão vai além de uma mudança

de contabilidade. Ao exigir maior

explicitação de premissas, desconto,

ajuste de risco e margem de

serviço, a IFRS 17 torna mais difícil

“parecer melhor” apenas por regra

contábil e aumenta a pressão por

eficiência real. A CSM torna mais

visível o conceito de lucro não realizado

e tende a suavizar o reconhecimento

ao longo do tempo,

alinhando resultado à prestação

do serviço de cobertura. Ao mesmo

tempo, contratos com expectativa

de perda ganham tratamento

explícito, com reconhecimento de

perdas e controles específicos, o

que afeta gestão de portfólio, resseguro

e a própria narrativa de desempenho.

E talvez o ponto mais

operacional de todos seja este:

implementar IFRS 17 virou, para

muitas seguradoras, um projeto de

dados e transformação, que exige

integração de bases, rastreabilidade

de premissas e motores de cálculo,

com impacto direto em processos,

governança e tecnologia.

Foto: Adam Śmigielski / Unsplash

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Notícias | por PROAUTO

Seguradora ALM integra o conselho de

mantenedoras da Amcham Rio em 2026

Alexandre Dominguez, CEO da Seguradora ALM / Foto: Divulgação

Após registrar um crescimento

exponencial no

último biênio, a

Seguradora ALM dá um passo decisivo

na estratégia de governança

e relacionamento institucional. A

companhia acaba de oficializar sua

transição de patrocinadora para

mantenedora da Câmara Americana

de Comércio (Amcham Rio)

para 2026. A elevação de categoria

insere a seguradora no grupo

seleto de corporações que dão

sustentabilidade às atividades da

entidade, garantindo assento em

comitês estratégicos e voz ativa

nas discussões que moldam o ambiente

de negócios no estado.

Estratégia institucional

A decisão de se tornar mantenedora

ocorre em um momento em

que a Seguradora ALM busca refinar

seu posicionamento de marca

frente a grandes multinacionais e

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players do mercado brasileiro. Se

em 2025 a atuação como patrocinadora

de eventos de networking

e tecnologia serviu para dar visibilidade

às soluções da casa, em

2026 o foco é a influência e a capilaridade.

Como mantenedora, a

Seguradora ALM passa a integrar

os fóruns que debatem desde políticas

de comércio exterior até tendências

de ESG e transformação

digital. Esse ecossistema é visto

pela diretoria da seguradora como

o terreno ideal para consolidar sua

liderança em nichos de alta complexidade,

como as linhas financeiras.

Real estate e modelagem de

dados

O plano de negócios da companhia

para este ano está ancorado

em três pilares que serão intensamente

trabalhados dentro da

Amcham:

• Seguro Garantia e real estate:

A ALM pretende estreitar o elo

com o setor imobiliário, oferecendo

suporte a grandes projetos

de infraestrutura e incorporação

que orbitam a Câmara.

• Tecnologia e subscrição: A

empresa planeja utilizar os fóruns

de inovação para apresentar

seus modelos de subscrição

baseados em dados, reforçando

a imagem de uma seguradora

ágil, técnica e moderna.

• Crescimento seletivo e governança:

A governança da

Seguradora ALM define este

novo estágio como um período

de “disciplina técnica e crescimento

seletivo”. O objetivo não

é apenas aumentar o market

share, mas qualificar a base de

clientes e parceiros.

“O ingresso como Mantenedora

da Amcham Rio é o reflexo de

um amadurecimento institucional.

Saímos de uma fase de expansão

de marca para uma fase de consolidação

de influência no coração

financeiro e comercial do Rio”,

comenta Alexandre Dominguez,

CEO da Seguradora ALM.

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Notícias | por PROAUTO

PROAUTO reúne lideranças em encontro

voltado à preparação para novos

desafios organizacionais

O

Grupo Costa Ramos

promoveu, em fevereiro,

o Encontro de Líderes

“Chave Mestra: É hora de abrir

a próxima porta”, uma experiência

imersiva voltada à preparação de

suas lideranças para os desafios

contemporâneos do mercado e

para a construção de um novo ciclo

de crescimento organizacional.

Com protagonismo da

PROAUTO, o encontro se consolidou

como um marco estratégico

no fortalecimento da governança e

no desenvolvimento de competências

que sustentem a evolução da

companhia em um cenário cada

vez mais complexo e dinâmico. A

iniciativa integrou também lideranças

das empresas Velox e Blocx,

reforçando a convergência de propósitos

entre as organizações do

grupo, ainda que com ênfase no

papel da PROAUTO no atual momento

de transição institucional.

De acordo com o presidente

Foto: Divulgação

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da PROAUTO, Leandro Costa

Ramos, o evento refletiu um movimento

estruturado de amadurecimento

coletivo: “Vivemos um

momento decisivo de preparação

para uma nova etapa organizacional.

Este encontro representa,

sobretudo, um tempo de treinamento

para a cooperação um esforço

consciente de alinhamento

entre nossas lideranças para que

possamos avançar de forma integrada,

com responsabilidade

compartilhada e visão sistêmica

sobre os próximos desafios da

PROAUTO”.

Conforme apresentado no

conceito do encontro, a PROAUTO

assumiu o eixo da Transição, atuando

como ponte entre a solidez

do legado construído e as exigências

estratégicas do futuro.

Já a Velox e a Blocx participaram

do processo sob as perspectivas

complementares de Transformação

e Evolução, respectivamente,

contribuindo para o redesenho interno

de práticas e para a ampliação

de horizontes de inovação no

âmbito do Grupo Costa Ramos.

A diretoria da PROAUTO,

representada por Letícia Costa

Ramos Abdo, ressalta que o investimento

contínuo na formação

das lideranças é um pilar indispensável

para sustentar os próximos

movimentos institucionais:

“A capacitação permanente de

nossas lideranças é condição essencial

para que a PROAUTO

avance com consistência rumo

aos novos passos que se anunciam.

Este é um momento de preparação

técnica e comportamental,

que visa não apenas ampliar

repertórios, mas consolidar uma

cultura de protagonismo e corresponsabilidade

frente às transformações

que estão por vir”.

Ao longo da programação, os

participantes foram convidados a

assumir compromissos públicos

de desenvolvimento para os próximos

90 dias, em uma dinâmica

simbólica que representa o papel

ativo de cada líder na superação

de desafios e no destravamento

de potencialidades internas.

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