80% das seguradoras já utilizam Inteligência Artificial
Esta edição da Revista Universo do Seguro reúne um setor que aprendeu a correr. Nos EUA, a cotação instantânea de seguro paramétrico contra enchentes mostra como APIs e automação reduzem atrito e ampliam distribuição em escala. No Brasil, o estudo CNseg/EY confirma a IA como prioridade: os ganhos já aparecem em produtividade e atendimento, e a próxima fronteira é integrar legados com responsabilidade. Nos balanços, a Mapfre entrega rentabilidade. Na ponta comercial, Odonto vira alavanca de portfólio nas PMEs, o Auto One reforça a disputa pelo cliente premium e a proteção digital entra de vez na prateleira. Para 2026, o reposicionamento da HDI e a “Vou com a Zurich” lembram: o corretor segue no centro. Com dados e serviço. Boa leitura.
Esta edição da Revista Universo do Seguro reúne um setor que aprendeu a correr.
Nos EUA, a cotação instantânea de seguro paramétrico contra enchentes mostra como APIs e automação reduzem atrito e ampliam distribuição em escala.
No Brasil, o estudo CNseg/EY confirma a IA como prioridade: os ganhos já aparecem em produtividade e atendimento, e a próxima fronteira é integrar legados com responsabilidade.
Nos balanços, a Mapfre entrega rentabilidade. Na ponta comercial, Odonto vira alavanca de portfólio nas PMEs, o Auto One reforça a disputa pelo cliente premium e a proteção digital entra de vez na prateleira.
Para 2026, o reposicionamento da HDI e a “Vou com a Zurich” lembram: o corretor segue no centro. Com dados e serviço. Boa leitura.
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ESTUD
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1
2
Editorial
Velocidade e escala: IA, paramétricos e
novos produtos mexem com o mercado
Foto: Possessed Photography / Unsplash
Esta edição da Revista
Universo do Seguro
reúne um setor que aprendeu
a correr. Nos EUA, a cotação
instantânea de seguro paramétrico
contra enchentes mostra como
APIs e automação reduzem atrito
e ampliam distribuição em escala.
No Brasil, o estudo CNseg/EY
confirma a IA como prioridade: os
ganhos já aparecem em produtividade
e atendimento, e a próxima
fronteira é integrar legados com
responsabilidade. Nos balanços,
a Mapfre entrega rentabilidade.
Na ponta comercial, Odonto vira
alavanca de portfólio nas PMEs,
o Auto One reforça a disputa pelo
cliente premium e a proteção digital
entra de vez na prateleira. Para
2026, o reposicionamento da HDI
e a “Vou com a Zurich” lembram: o
corretor segue no centro. Com dados
e serviço. Boa leitura!
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Estados Unidos | por Redação
Floodbase e Liberty Mutual lançam
cotação instantânea de seguro
paramétrico contra enchentes
A
Floodbase, principal plataforma
para seguro de
risco de enchentes, e a
Liberty Mutual (Liberty) anunciaram
o lançamento de uma aplicação
de cotação instantânea para (res)
seguro paramétrico de enchentes
nos Estados Unidos. A solução
permite que corretores atacadistas
e varejistas precifiquem coberturas
paramétricas contra enchentes
em minutos, reduzindo atritos
e trazendo a agilidade necessária
para atender de forma mais eficaz
o mercado comercial de pequeno
e médio porte, de alto volume. Desenvolvido
especificamente para o
mercado norte-americano, o motor
de precificação da Liberty, alimentado
pela nova API da Plataforma
Floodbase, revoluciona um processo
de cotação tradicionalmente
demorado e exigente, entregando
a velocidade e a consistência que
os distribuidores precisam.
As coberturas paramétricas
de enchente para grandes áreas
atingiram um ponto de maturida-
Foto: Wirestock / Freepik
4
5
Estados Unidos |
de de produto, com apólices que
hoje transferem o risco de perdas
econômicas em escala global para
municípios dos EUA, agricultores
colombianos, o portfólio nacional
de propriedades distribuídas da
CEI na Itália, entre outros. À medida
que cresce, nos EUA, a demanda
por uma gestão abrangente do
risco de enchentes, impulsionada
por eventos de enchente mais frequentes
e intensos, pelo aumento
dos prêmios do National Flood Insurance
Program (NFIP) e pela incerteza
em torno do seguro federal
contra enchentes. Neste sentido,
o seguro paramétrico contra enchentes
tem sido cada vez mais
visto como um complemento viável
à cobertura patrimonial tradicional,
além de cobrir perdas financeiras
por interrupção de negócios sem
dano físico.
O risco de enchentes nos
EUA continua avançando mais rápido
do que a capacidade do mercado
privado. Dois terços das perdas
modeladas por enchentes nos
EUA estão subseguradas, o que
reforça a necessidade de opções
privadas escaláveis ao lado das
coberturas indenizatórias tradicionais.
Embora, inicialmente, o produto
tenha sido limitado pelo risco
Foto: Sveta Fedarava / Unsplash
6
7
Estados Unidos |
Foto: Steven Weeks / Unsplash
de base e pela padronização, hoje
a principal limitação é a distribuição
em escala.
Com uma solução como a
aplicação de cotação instantânea
de seguro paramétrico contra enchentes
da Liberty, alimentada
pela API da Floodbase, corretores
e MGAs agora podem incorporar
a cobertura paramétrica de
enchente para grandes áreas em
fluxos automatizados de cotação
e tarifação, tornando viável a distribuição
em escala nos mercados
comerciais de pequeno e médio
porte, onde velocidade, consistência
e eficiência operacional são
essenciais. Com múltiplas estruturas
otimizadas e opções de preço,
a aplicação torna as apólices de
enchente fáceis de cotar, simples
de posicionar e de baixa complexidade
para transacionar, ao mesmo
tempo em que oferece uma solução
paramétrica diferenciada que
antes era restrita a colocações
complexas e sob medida.
Jean-Christophe Garaix, head
de Parametrics & Agriculture da
Liberty Mutual, afirmou: “Esta colaboração
nos permite responder
à evolução do risco de enchentes
com soluções mais rápidas e mais
adaptáveis. É a mesma cobertura,
8
“Esta colaboração nos
permite responder à
evolução do risco de
enchentes com soluções
mais rápidas e mais
adaptáveis. É a mesma
cobertura, apenas entregue
com mais velocidade e
muito menos atrito,
permitindo que os corretores
explorem e personalizem,
em segundos, a cobertura
de enchente de um cliente
antes mesmo de enviar um
e-mail a um subscritor”
Jean-Christophe Garaix
Head de Parametrics & Agriculture da
Liberty Mutual
apenas entregue com mais velocidade
e muito menos atrito, permitindo
que os corretores explorem e
personalizem, em segundos, a cobertura
de enchente de um cliente
antes mesmo de enviar um e-mail
a um subscritor. Isso não apenas
melhora a experiência do cliente
e da distribuição, como também
nos permite responder à evolução
do risco de enchentes com produtos
paramétricos inovadores para
segmentos de pequeno e médio
mercado”.
“O seguro paramétrico contra
enchentes pode ser um instrumento
eficaz de gestão de riscos para
preencher lacunas de proteção em
apólices tradicionais para pequenas
e médias empresas nos EUA,
mas isso exige distribuição rápida
em escala”, acrescentou Bessie
Schwarz, cofundadora e CEO
da Floodbase. “A nova solução
de cotação instantânea de seguro
paramétrico contra enchentes da
Liberty resolve isso, oferecendo a
corretores e MGAs dos EUA a flexibilidade
para incorporar coberturas
paramétricas rápidas contra
enchentes em seus próprios ambientes
de cotação, permitindo
distribuição escalável nos segmentos
de pequeno e médio mercado”.
Isso é viabilizado pela nova
API que a Floodbase desenvolveu
e lançou para permitir que qualquer
seguradora ou resseguradora
incorpore o seguro paramétrico
contra enchentes diretamente aos
fluxos de cotação e tarifação.
9
Balanço | por Mapfre
Lucro líquido da Mapfre cresce 5%
em 2025 e atinge 268 milhões de
euros no Brasil
A
operação brasileira da
Mapfre, companhia global
de seguros e serviços
financeiros, encerrou 2025
com lucro líquido de 268 milhões
de euros, alta de 5,1% em relação
ao ano anterior e o maior resultado
já registrado pela empresa no
país. O desempenho mantém o
Brasil entre os principais polos de
rentabilidade do grupo segurador
espanhol. Com cerca de 15% dos
prêmios globais, o Brasil respondeu
por quase 25% de todo o lucro
mundial da Mapfre em 2025.
O índice combinado de Não
Vida, indicador que mede a relação
entre despesas e sinistros sobre
os prêmios arrecadados, fechou o
ano em 72%, com leve melhora de
0,7 ponto percentual frente a 2024
e em patamar considerado de excelência
no setor. O retorno sobre
o patrimônio líquido (ROE) atingiu
27,6%, impulsionado pela disciplina
de subscrição, pela diversificação
de portfólio e pelo resultado
financeiro.
Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil / Foto: Divulgação
10
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11
Balanço |
No recorte por linhas de negócio,
o ramo de Seguros Gerais
registrou índice combinado de
63,3%, um dos melhores níveis
históricos da operação, enquanto
Vida Risco manteve rentabilidade
consistente, com indicador
de 82,4%. O segmento de Automóveis
permaneceu próximo ao
ponto de equilíbrio, em 101,6%,
refletindo ajustes tarifários implementados
ao longo do ano e da
eficiência da carteira.
Segundo Felipe Nascimento,
CEO da Mapfre no Brasil, o desempenho
confirma a maturidade
e a relevância da operação local
dentro do grupo. “Concluímos
2025 com o melhor resultado da
nossa história no país, preservando
margens e ampliando eficiência
mesmo em um cenário macroeconômico
mais desafiador. O resultado
reflete a parceria estratégica
com o Banco do Brasil e demais
distribuidores junto à combinação
entre diversificação de portfólio,
foco em eficiência operacional e
proximidade com o cliente, que
nos permitem crescer de forma
sustentável e com rentabilidade.
Para este ano, seguiremos investindo
em inovação, distribuição e
qualidade de serviço para ampliar
nossa participação de mercado”,
afirma o executivo.
O volume de prêmios no
Brasil somou 4,32 bilhões de euros
em 2025, retração de 10%
frente ao ano anterior, impactada
Sede da Mapfre em São Paulo / Foto: Divulgação
12
principalmente pela depreciação
do real diante do euro e pela desaceleração
de linhas mais dependentes
de crédito, como Agro
e Vida Risco. Em moeda local, a
queda foi mais moderada. Já os
ramos de Seguros Gerais, tanto
no segmento corporativo quanto
no varejo, avançaram ao longo do
ano e ajudaram a sustentar a margem
operacional, compensando
parcialmente os efeitos cambiais.
“Nosso objetivo em 2026 é
crescer acima do mercado em todas
as frentes, apoiados em uma
estratégia multiproduto e multicanal.
Esse movimento traduz um
posicionamento mais próximo,
simples e integrado, alinhado à
evolução da nossa identidade de
marca, apresentada globalmente
neste início de ano, e à transformação
que a companhia vem
construindo nos últimos anos”, explica
Nascimento.
Desempenho global
Considerando todos os países
em que a companhia atua, a
Mapfre registrou lucro líquido de
1,079 bilhão de euros em 2025,
alta de 19,6% na comparação anual
e a primeira vez em que o grupo
supera a marca de 1 bilhão de
euros de resultado.
O volume global de prêmios
atingiu 29,1 bilhões de euros,
avanço de 3,6% em euros. O índice
combinado não vida consolidado
recuou para 92,2%, o melhor
nível histórico da companhia, enquanto
o retorno sobre o patrimônio
líquido alcançou 12,4%.
Entre as regiões, a Ibéria, que
reúne Espanha e Portugal, reportou
lucro de 450 milhões de euros,
crescimento de 22,7%. A América
do Norte registrou resultado recorde
de 139 milhões de euros,
avanço de 41,8%. Já a Mapfre RE,
unidade de resseguros e riscos
globais, alcançou lucro histórico de
381 milhões de euros, favorecida
pela ausência de grandes eventos
catastróficos no quarto trimestre
e pelo desempenho financeiro da
carteira de investimentos.
13
Capa | por William Anthony
Estudo da CNseg e EY aponta
avanço acelerado da Inteligência
Artificial no setor de seguros
A
inteligência artificial já
deixou de ser promessa
no mercado segurador
brasileiro e entrou de vez na agenda
estratégica das companhias.
Essa é a principal conclusão do
estudo “Inteligência Artificial no
Setor de Seguros”, divulgado pela
Confederação Nacional das
Seguradoras (CNseg), em parceria
com a EY, e apresentado
em coletiva de imprensa com
abertura do presidente da Confederação,
Dyogo Oliveira, exposição
do diretor técnico da
CNseg, Alexandre Rodrigues
Leal Neto, e comentários de Nuno
Vieira, líder de Insurance da EY
Consulting na América do Sul. O
material consolida dados de 26
respondentes, 17 executivos entrevistados
e empresas que representam
R$ 210 bilhões em receita,
equivalente a 50,7% de market
share do setor, indicando que 80%
já implantaram soluções de IA.
Foto: Freepik
14
15
Capa |
Dyogo Oliveira, Presidente da CNseg / Foto: Divulgação
Na abertura, Dyogo Oliveira
reforçou que a pesquisa aprofunda
uma agenda que já vinha sendo
mapeada pela CNseg no estudo
anterior sobre inovação e tecnologia.
“Essa coletiva é para a gente
fazer uma apresentação de um
estudo que nós concluímos agora
sobre a aplicação de inteligência
artificial no setor de seguros”, afirmou.
Ao contextualizar o avanço
da modernização nas companhias,
ele lembrou que a Confederação
havia estimado, no levantamento
anterior, “mais de R$ 20 bilhões
em investimentos por ano em tecnologia”,
e destacou que a IA ganhou
protagonismo dentro desse
movimento. Segundo Dyogo, “a
mensagem principal é de que, sim,
a inteligência artificial é uma estratégia
prioritária nas companhias
de seguros brasileiras hoje”.
A apresentação de Alexandre
Leal detalhou um retrato de adoção
ampla, porém ainda em estágio
de amadurecimento em termos
de retorno econômico. Ele ressaltou
que o setor já utilizava técnicas
como machine learning e deep learning
há anos, mas que a IA generativa
trouxe um novo impulso
de interesse e de experimentação.
No recorte de 2025, os principais
16
Plataforma global de
seguros e resseguros (MGU)
Estamos em São Paulo e conectados a centros
globais para apoiar clientes e parceiros com
soluções estruturadas e visão de longo prazo
Cotações: cotacoes@xsglobal.com
Dúvidas: p.navas@xsglobal.com
17
xsglobal.com
Capa |
motivadores para adoção de IA
foram aumento de produtividade,
melhoria da experiência do cliente,
automação de tarefas e redução
de custos, com concentração
de casos de uso em atendimento
ao cliente, operações e tecnologia.
Ao correlacionar os dados
com a realidade operacional das
seguradoras, Alexandre enfatizou
que os ganhos ainda são majoritariamente
incrementais. “A maior
parte das empresas, ou seja, 77%
delas, indicaram algum impacto incremental
no processo”, disse, explicando
que isso representa ganhos
de eficiência ou redução de
custos sem alterar de forma relevante
o modelo de negócio. O próprio
estudo aponta que 84% das
empresas reportaram aumento de
receita de até 1% após implementação
de IA, enquanto apenas uma
pequena parcela indicou impactos
substanciais ou disruptivos.
Resultados e desafios
Ademais, a coletiva trouxe
exemplos concretos de resultados
já percebidos em algumas empresas,
o que ajuda a explicar por que
a IA vem ganhando orçamento.
Alexandre chamou atenção para
casos em que houve “redução de
30% a 50% do tempo de resposta
do cliente”, companhias que “conseguiram
dobrar o número de cotações
realizadas” após modelos
de precificação com IA e ganhos
relevantes em produtividade de TI.
Esses exemplos dialogam diretamente
com os destaques do estudo,
que também registra melhora
das capacidades tecnológicas
existentes em 88% das empresas
respondentes e expectativa crescente
de automação em até cinco
Alexandre Leal, Diretor Técnico da CNseg / Foto: Reprodução
18
19
Capa |
anos.
Se a adoção avança, os desafios
também aparecem com nitidez.
Na coletiva, Alexandre foi didático
ao apontar que a integração
com sistemas legados continua
sendo uma das principais travas,
tema que já havia surgido no levantamento
anterior de inovação.
“A questão dos sistemas legados”
voltou a aparecer como dificultador
relevante, ao lado de “precisão
e confiabilidade dos modelos”, da
“falta de expertise técnica estratégica”
e do custo de implementação.
O estudo reforça esse diagnóstico
ao listar, entre as principais
barreiras, integração com legados,
custo elevado, falta de clareza de
ROI, necessidade de priorização e
capacitação das equipes.
Alexandre ainda conectou
esse desafio tecnológico a um debate
mais amplo de mercado, citando
o peso de infraestruturas
antigas e a complexidade de integração
em empresas com histórico
de fusões e aquisições. Ele observou
que há seguradoras com sistemas
legados robustos, inclusive
em linguagens antigas, e que isso
torna a implantação de IA mais
lenta e mais cara. Na prática, esse
cenário ajuda a explicar por que
muitos projetos ainda começam
em pilotos e provas de conceito,
com métricas claras de retorno,
antes de uma escalada maior.
Outro ponto central da coletiva
foi a dificuldade de tangibilizar o
retorno financeiro da IA. Alexandre
indicou que “ainda há uma dificuldade
de tangibilizar quanto esse
investimento, ele vai, no final do
dia, repercutir em uma maior rentabilidade
do negócio”, o que afeta
a alocação de orçamento. A fala
conversa diretamente com os dados
do estudo, que mostram restrições
orçamentárias e percepção
de ROI inadequado entre as barreiras
mais citadas para criação de
equipes dedicadas à IA.
Investimento em IA
deve crescer em 2026
Apesar disso, o setor projeta
20
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21
Capa |
avanço de investimento em 2026.
Segundo Alexandre, com base na
metodologia de extrapolação da
amostra, o investimento estimado
em IA pelas empresas pesquisadas
foi de cerca de R$ 2,3 bilhões
em 2025 e pode chegar a aproximadamente
R$ 2,6 bilhões em
2026, usando a arrecadação de
2025 como referência. Ele explicou
a lógica da conta durante as
perguntas, detalhando o uso do
ponto médio dos intervalos informados
pelas companhias. “Se a
arrecadação de 2026 for igual à de
2025, significa que a expectativa
das empresas é aumentar cerca
de R$ 300 milhões em investimento
em IA para esse próximo ano”,
disse. O estudo também registra
expectativa de maior redução de
despesas, com projeção em torno
de R$ 177 milhões em 2026, acima
do patamar estimado para 2025.
Cenário internacional
Na parte internacional da
apresentação, Nuno Vieira comentou
o slide de comparação entre
Brasil e Estados Unidos e trouxe
um diagnóstico relevante para o
momento do mercado brasileiro.
Segundo ele, a principal diferença
não está no nível de adoção, mas
no ritmo de desenvolvimento. “O
primeiro ponto essencial é que o
Brasil foi bastante, as empresas
brasileiras e as seguradoras brasileiras
adotaram todas as questões
relacionadas à IA”, diagnosticou
Nuno Vieira, líder de Insurance da EY Consulting na América do Sul / Foto: Reprodução
22
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que vai
alavancar a
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Capa |
ao destacar a proximidade entre
os percentuais de implantação no
Brasil e nos EUA. “A principal diferença
entre os dois países não
é na adoção da IA, mas é basicamente
no ritmo de desenvolvimento”,
completou.
Nuno observou que os Estados
Unidos avançaram antes e,
por isso, já apresentam maior maturidade
em casos de uso, com
aplicações mais robustas em cross
selling, gestão de risco, detecção
de fraude e análise preditiva, enquanto
o Brasil ainda concentra a
maior parte dos projetos em operações,
sinistros, tecnologia, análise
documental e atendimento.
O comparativo do estudo reforça
essa leitura, mostrando que o mercado
brasileiro segue a mesma
tendência de adoção, mas em estágio
anterior de escala e captura
de valor.
Ainda assim, o executivo da
EY enfatizou a posição regional
do país. “É importante referir que
o Brasil vai claramente liderando a
dianteira do ponto de vista de inteligência
artificial na região”, sinalizou
ao mencionar escala de dados
e capacidade de investimento
como fatores estruturais. A fala de
Nuno reforça um ponto estratégico
para o setor segurador nacional,
que pode se beneficiar de liderança
regional, mas precisará
acelerar governança, formação de
talentos e consolidação de casos
de uso para reduzir a distância em
relação aos mercados mais maduros.
Mão de obra especializada
A questão de mão de obra especializada
também ganhou espaço
no debate com os jornalistas.
Ao responder pergunta sobre escassez
de profissionais, Alexandre
reconheceu que o desafio extrapola
o setor de seguros e depende
de esforços mais amplos, com
participação de iniciativa privada,
universidades e políticas públicas.
Ele citou iniciativas da própria
CNseg, como apoio à formação
de atuários, e defendeu avanço
em capacitação para ampliar
24
Soooooooolluuuuuççõeeeeeeeessssss pppaaaaaaaarrrrrrrraaaaaaaa cuuuuuiiiiiddddaaaaaaaarrrrrrrr
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25 37
Capa |
o repertório técnico ligado a IA.
Nuno complementou com um alerta
sobre competição intersetorial
e retenção: “Nós hoje temos uma
competição de talento que é global”
e, no Brasil, profissionais de
IA transitam entre varejo, bancos
e seguradoras, o que torna “muito
difícil a retenção de talento”.
No campo do consumidor,
Alexandre destacou que os impactos
mais visíveis neste momento
estão no atendimento e no relacionamento,
especialmente em chatbots,
SAC e análise de interações.
“Hoje, o principal achado da pesquisa
é em relação a consulta de
consumidor, ou consulta ou atendimento
mesmo do consumidor”,
apontou. Ele relatou casos em que
empresas utilizam IA para analisar
o estado emocional do cliente em
contatos de atendimento e, a partir
disso, ajustar scripts e abordagem.
A tendência, segundo ele, é que o
uso avance para personalização
de serviços, análise de comportamento
e precificação mais aderente
ao risco, o que pode ampliar
competitividade e melhorar a experiência
do segurado.
Depois da comparação internacional,
Alexandre retomou a
palavra para apontar os próximos
passos do setor, em linha com o
encerramento do estudo. “A inteligência
artificial já entrega alguma
agilidade e eficiência, o próximo
ciclo é de ganhar escala, com governança,
ética e foco absoluto no
consumidor”, sintetizou. A frase
traduz bem o momento do mercado
segurador brasileiro: a fase de
prova de conceito já produziu sinais
concretos de produtividade e
eficiência, mas a consolidação da
IA como alavanca de transformação
dependerá da capacidade de
integrar legados, qualificar pessoas,
medir retorno e ampliar casos
de uso com responsabilidade.
Ilustração: Igor Omilaev / Unsplash
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Juntos, seguimos construindo a nova geração de seguros.
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seguimos construindo a nova geração de seguros.
Parabéns Juntos, seguimos pelo Dia construindo Corretor a de nova Seguros geração de seguros.
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12 Parabéns de outubro pelo Dia do Corretor de Seguros
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Otávio e Guilherme são filhos de Ildebrando Gozzo, e dividem a liderança
da ST Corretora de Seguros, uma corretora associada ao Grupo GC,
ao lado de Marcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich.
Otávio e Guilherme são filhos de Ildebrando Gozzo, e dividem a liderança
@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance da ST Corretora Zurich de Seguros, no Brasil uma corretora associada @zurichnobrasil ao Grupo GC,
Otávio ao lado e de Guilherme Marcio Benevides, são filhos de Diretor Ildebrando Distribuição Gozzo, e da dividem Zurich. a liderança
da ST Corretora de Seguros, uma corretora associada ao Grupo GC,
ao lado de Marcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich.
@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance Zurich no Brasil @zurichnobrasil
@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance Zurich no Brasil @zurichnobrasil
@zurichnobrasil /zurichnobrasil Zurich Insurance Zurich no Brasil @zurichnobrasil
27
Incentivo | por Zurich Seguros
Zurich anuncia destinos para a
nova edição da campanha de
incentivo “Vou com a Zurich”
Marcio Benevides e Sidemar Spricigo / Foto: Divulgação
A
Zurich Seguros anuncia
os destinos da edição
2026/2027 da campanha
de incentivo “Vou com a
Zurich”, iniciativa que reconhece
os corretores e parceiros de negócios
com melhor performance
em vendas e reforça o relacionamento
da companhia em seus canais
de distribuição. Os parceiros
serão premiados com viagens internacionais
com direito a acompanhante,
em experiências exclusivas
pensadas para ir além do
turismo convencional.
Para esta nova edição, os
vencedores da categoria Premium
terão como destino o Panamá. Já
os parceiros da categoria Infinite
Blue embarcarão para Málaga
e Sevilla, no sul da Espanha. Os
roteiros foram definidos com foco
em proporcionar vivências diferenciadas,
promovendo integração,
28
troca de experiências e momentos
de conexão entre corretores, parceiros
de negócios e executivos da
seguradora.
Criada em 2012, a campanha
“Vou com a Zurich” é parte da estratégia
da companhia para valorizar
o papel dos corretores e parceiros
de negócios, que atuam como elo
fundamental entre a seguradora
e seus clientes. “Essa iniciativa é
uma forma concreta de reconhecer
a importância dos corretores e parceiros
de negócios para os nossos
resultados e para a construção de
relacionamentos sólidos e duradouros.
Celebrar essas conquistas
juntos faz parte da nossa cultura”,
afirma Marcio Benevides, diretor
executivo de Distribuição.
Para Sidemar Spricigo, diretor
executivo de Parcerias,
a campanha também representa
um agradecimento pelo empenho
dos profissionais ao longo do ano.
“Nossos corretores e parceiros de
negócios têm participação direta
no crescimento da Zurich no Brasil.
Oferecer experiências marcantes
é uma maneira de reconhecer
esse esforço e reforçar a parceria
que sustenta nossa estratégia de
expansão”, destaca o executivo.
Além do anúncio dos novos
destinos, a Zurich também se prepara
para realizar, nos próximos
meses, as viagens de premiação
da edição anterior da campanha.
Os corretores e parceiros de negócios
reconhecidos em 2025 irão,
em 2026, para Bariloche, na Argentina,
na categoria Premium; e
para a África do Sul, na categoria
Infinite Blue.
Ao longo de sua trajetória, a
campanha já levou corretores e
parceiros a destinos como Ilha de
Comandatuba, Fernando de Noronha,
Mendoza, Croácia e Cartagena,
consolidando-se como uma
das principais iniciativas de relacionamento
da companhia com o
mercado. “Buscamos, a cada edição,
surpreender nossos parceiros
com experiências únicas, que reforcem
vínculos e valorizem quem
constrói diariamente a história da
Zurich”, conclui Benevides.
29
Mercado | por Redação
Odonto como alavanca de portfólio nas
PMEs: por que o produto virou “próximo
passo” para corretores
Renata Oliveira, sup. com. nacional do Canal Broker da CNP Seguradora
Em um mercado cada vez
mais competitivo (e pressionado
pela busca de previsibilidade
e fidelização), corretores
que atuam com Vida em Grupo e
benefícios empresariais têm sido
levados a olhar para soluções
complementares capazes de elevar
o ticket médio e reforçar o relacionamento
com as carteiras
corporativas. Nesse contexto, os
planos odontológicos aparecem
como uma extensão natural da estratégia
comercial, sobretudo no
segmento de pequenas e médias
empresas (PMEs).
Um mercado grande, mas com
espaço claro para crescer
Os números ajudam a explicar
por que o tema entrou no ra-
30
dar. Segundo a Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) e
o Instituto de Estudos de Saúde
Suplementar (IESS), o Brasil soma
34,47 milhões de beneficiários em
planos odontológicos, mas apenas
16,2% da população possui esse
tipo de cobertura. Outro ponto relevante
para a estratégia do corretor
é o perfil de contratação: 74% dos
contratos são coletivos empresariais,
com cerca de 1,1 milhão de
empresas contratantes (dados até
junho de 2025).
Na prática, o recado é direto:
existe escala e existe uma margem
de penetração ainda significativa,
principalmente quando o
olhar se volta ao universo PME,
que costuma demandar “pacotes”
mais completos de benefícios para
atrair e reter talentos.
Odonto não concorre com Vida;
ele potencializa
A lógica de cross-sell é o que
sustenta o movimento. Ao acoplar
um plano odontológico à conversa
“Nosso objetivo
é apoiar o corretor
com um portfólio
estruturado e
competitivo, que
facilite a ampliação
da carteira e
fortaleça o
relacionamento com
seus clientes”
Renata Oliveira
Superintendente Comercial Nacional do
Canal Broker da CNP Seguradora
que já acontece em Vida e benefícios,
o corretor tende a ampliar a
percepção de valor da proposta,
aumentar o ticket médio e criar receita
recorrente, além de contribuir
para retenção da carteira.
É nessa direção que a CNP
Seguradora posiciona o produto
para o canal broker. “Para o
orretor que já atua com Vida e
benefícios empresariais, o plano
odontológico representa uma evolução
natural da estratégia comercial.
Trata-se de uma solução com
alta aceitação no segmento PME,
que amplia o portfólio, aumenta o
31
Mercado |
Foto: Arthur Hidden / Freepik
ticket médio e gera receita recorrente.
Nosso objetivo é apoiar o
corretor com um portfólio estruturado
e competitivo, que facilite a
ampliação da carteira e fortaleça
o relacionamento com seus clientes”,
afirma Renata Oliveira, superintendente
comercial nacional
do Canal Broker.
Do “essencial” ao “ampliado”:
como desenhar proposta sob
medida
Para que o produto funcione
como alavanca (e não como “mais
um item” na apresentação), a estrutura
do portfólio e a capacidade
de adequação ao perfil da empresa
contam muito. A CNP Seguradora
apresenta um portfólio escalonado
(do essencial ao mais completo),
com flexibilidade de enquadramento
para diferentes necessidades
de PMEs e uma rede credenciada
distribuída nacionalmente.
Renata reforça esse ponto ao
conectar desenho de produto e entrega
ao cliente final: “Nosso portfólio
foi desenhado para dar flexibili-
32
dade ao corretor na construção de
propostas para o segmento PME,
com diferentes níveis de cobertura
e possibilidade de adequação
ao perfil de cada empresa. Somado
a isso, oferecemos uma rede
credenciada ampla e presente em
todo o Brasil, garantindo capilaridade,
qualidade no atendimento e
confiança na entrega do produto”.
Estrutura e
posicionamento para apoiar a
estratégia do canal
Vida e benefícios empresariais, o
movimento costuma ser menos
sobre “vender mais um produto” e
mais sobre organizar a proposta:
• apresentar odonto como
complemento de pacote (e
não como oferta isolada);
• mapear perfis de PMEs na
carteira para sugerir níveis
de cobertura compatíveis;
• usar o argumento de recorrência
e retenção como
parte do planejamento comercial.
Além disso, a CNP
Seguradora destaca sua ligação
com a CNP Assurances, grupo
francês com mais de 170 anos de
história e presença em 17 países.
No Brasil, a empresa atua há 24
anos, com portfólio que inclui seguros,
consórcios, capitalização e
planos odontológicos.
Contato (CNP Seguradora):
Corretores interessados
em conhecer melhor
as soluções de planos
odontológicos
podem escrever para:
comercial.broker@cnpseguradora.com.br.
Caminho prático: onde o
corretor pode começar
Para quem já tem entrada em
33
Auto | por Bradesco Seguros
Bradesco lança Seguro Auto
One para veículos de alto valor
A
Bradesco Seguros acaba
de lançar o Bradesco
Seguro Auto One, novo
produto da companhia voltado para
clientes premium, oferecendo um
conjunto de coberturas e serviços
exclusivos. O seguro será ofertado
neste primeiro momento para
clientes do segmento Principal do
Banco Bradesco. “Desenvolvemos
o Auto One com base em um conceito
de exclusividade e personalização.
O produto foi criado para
um cliente que busca mais conveniência,
proteção e atendimento
especializado, sendo uma solução
sob medida para clientes que
exigem uma experiência única e
diferenciada”, explica Saint’Clair
Lima, diretor da Bradesco
Seguros.
Entre os diferenciais, o Auto
One oferece a nova cobertura opcional
de isenção da franquia, exclusiva
para o produto, que isenta
o cliente da franquia no primeiro
sinistro, quando atingir o valor de
franquia contratado para o veículo.
Além dessa novidade, o produto
inclui as coberturas de bens
no interior do veículo, que protege
itens pessoais que estejam dentro
Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação
34
do carro em caso de roubo ou furto
do veículo, incluindo notebook,
celular, cabo e carregador portátil
para veículos elétricos, bolsas,
entre outros. O seguro cobre ainda
os acessórios, incluindo itens
como película de proteção à pintura
do veículo e rodas e pneus esportivos.
Outro destaque é a cobertura
de blindagem com o maior limite
do mercado e a proteção para vidros
com logotipo, incluindo teto
solar e panorâmico. Além disso,
em caso de indenização integral,
os clientes têm acesso à cobertura
0km gratuita por seis meses,
recebendo o valor correspondente
ao de um veículo novo, no período
previsto.
O Auto One conta ainda com
um novo pacote de assistência,
que oferece atendimento premium,
com serviços exclusivos
como o Moto SOS, que disponibiliza
um prestador para acompanhar
o cliente durante a espera do guincho,
e a limpeza de estofado, que
inclui banco de couro e não precisa
estar atrelada a um sinistro. O
produto também oferece assistência
residencial completa, incluindo
conserto de eletrodomésticos de
linha branca, como micro-ondas e
geladeira. O atendimento também
se diferencia com equipe dedicada
desde a assistência até a abertura
de sinistros.
Além disso, os clientes correntistas
do Banco Bradesco contam
com descontos especiais e
podem utilizar pontos Livelo para
pagar parcial ou totalmente o seguro.
Segundo Sain’t Clair, o lançamento
deste produto visa atender
as necessidades específicas
de um público cada vez mais exigente.
“Ouvimos nossos corretores
e clientes para construir um
produto alinhado às necessidades
de quem valoriza exclusividade,
conforto e atendimento personalizado.
O Auto One foi desenvolvido
para atender exatamente esse
perfil, acompanhando a evolução
do mercado de automóveis premium,
incluindo veículos híbridos
e elétricos no País”.
35
Marketing | por HDI Seguros
HDI Seguros: novo posicionamento
de marca em 2026
A
HDI Seguros dá continuidade
à sua estratégia
de fortalecimento de
marca ao retomar a veiculação de
sua campanha de mídia e nos patrocínios
aos projetos incentivados
neste início de 2026. Sob o mote
“HDI Seguros. Certeza que te deixa
seguro”, a comunicação reforça
o reposicionamento da companhia,
enquanto as iniciativas culturais
apoiadas (como a Festa Nacional
da Uva de Caxias do Sul e o São
João de Caruaru, tradicional festa
do Nordeste) se conectam com
seus novos atributos de marca.
A estratégia da campanha de
reposicionamento parte de uma
mensagem que destaca praticidade,
precisão e capacidade de entrega.
Com uma abordagem leve e
descontraída, o vídeo publicitário
Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação
36
37
Marketing |
apresenta situações inesperadas
do dia a dia, nas quais a HDI mostra
como consegue neutralizar o
impacto dos imprevistos e reforça
seu papel como parceira na proteção
e segurança dos clientes.
No primeiro trimestre de 2026,
a companhia investe cerca de
R$ 2,8 milhões em mídia, com foco
em praças estratégicas como São
Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Salvador.
O plano inclui presença out
of home (OOH) em shoppings durante
o período de férias, além de
cinema, rádio e uma frente robusta
em digital, com Meta, Google
Search, social e influenciadores. A
campanha também será veiculada
em plataformas de varejo, que se
conectam ao consumidor no momento
de decisão de compra, especialmente
nas categorias Auto e
Residência.
“Estamos direcionando nossos
investimentos para momentos
e ambientes em que conseguimos
gerar impacto real na consideração
de marca. No primeiro trimestre,
concentramos mais de R$ 2,5
milhões em uma estratégia omni-
Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros / Divulgação
38
channel que fortalece nossa presença
em plataformas relevantes
e amplia o alcance em canais de
alta afinidade com os segurados.
É um movimento estruturado para
consolidar o novo momento da HDI
e impulsionar nosso portfólio completo”,
afirma Daniel Mello, diretor
de Transformação do Grupo HDI.
Projetos incentivados apoiados
pela HDI Seguros
Em paralelo à campanha de
mídia, a HDI amplia sua presença
de marca neste início de ano por
meio do patrocínio de projetos via
Leis de Incentivo que também ajudam
a traduzir seu novo posicionamento.
Entre os destaques, está a
35ª edição da Festa Nacional da
Uva, já em andamento em Caxias
do Sul (RS). O patrocínio inédito
marca a primeira ação apoiada
pela companhia em 2026 e reforça
sua conexão com a cultura e as
tradições regionais.
Realizada há 95 anos, a Festa
Nacional da Uva é um dos eventos
mais emblemáticos do Rio Grande
do Sul, celebrando a herança da
imigração italiana, a vitivinicultura
e a cultura da Serra Gaúcha. Durante
a programação, a HDI conta
com presença institucional, ativações
e um estande exclusivo para
interação com segurados, corretores,
parceiros e o público em geral.
“Os projetos incentivados
complementam nossa estratégia
de mídia ao fortalecer nossa presença
nas comunidades e nas regiões
que temos maior atuação. A
Festa da Uva, por exemplo, simboliza
bem esse movimento: estamos
investindo em visibilidade,
mas também em relacionamento e
conexão local, alinhados à nossa
estratégia de longo prazo”, conclui
Daniel.
Ao longo do ano, a HDI também
estará presente em outras
iniciativas culturais e esportivas
de grande alcance, como a 15ª
Maratona Internacional da Cidade
de Florianópolis (Maratona de
Floripa), a Meia de Sampa e a Rio
S21K.
39
Nordeste | por Redação
Tokio Marine acelera crescimento no Nordeste
e transforma Carnaval de Salvador em palco
estratégico para Corretores de Seguros
A
Tokio Marine vive uma
fase de expansão consistente
no Nordeste do
País e está aproveitando cada
oportunidade para reforçar que a
presença na região é estratégica
e de longo prazo. Em 2025, a
Regional, que atende Pernambuco,
Bahia, Paraíba, Rio Grande do
Norte, Alagoas e Sergipe, registrou
crescimento de 11% e alcançou
quase R$ 640 milhões em faturamento,
com forte desempenho de
carteiras como Garantia, Riscos
Digitais, Riscos de Engenharia,
E&O, RC Geral e Condomínio.
Para Ronaldo Dalcin, Diretor
Comercial Regional Nordeste
da Tokio Marine, o resultado
não é apenas numérico, mas reflete
um modelo de atuação mais
consultiva e próxima do mercado.
Ronaldo Dalcin, Diretor Comercial Regional Nordeste da Tokio Marine / Divulgação
40
“Crescer em um ambiente cada
vez mais competitivo exige muito
mais do que volume. Exige conhecimento,
preparo técnico e
capacidade de execução. A Tokio
Marine vem investindo fortemente
no desenvolvimento e especialização
de seus Corretores e equipes,
pois acreditamos que o diferencial
competitivo sustentável está nas
pessoas”, afirma.
Resultados robustos e
protagonismo da
Regional Nordeste
Os números da Tokio Marine
no Nordeste confirmam o avanço
de uma estratégia baseada em disciplina
comercial, diversificação de
portfólio e fortalecimento de Produtos
Pessoa Jurídica. Em 2025, a
Regional esteve em evidência nacionalmente
no agrupamento de
Produtos PJ, com taxas de crescimento
expressivas em segmentos
como Seguro Garantia, Riscos Digitais,
Risco de Engenharia, E&O,
RC Geral e Condomínio, consolidando
a região como um dos principais
polos de negócios da Companhia.
Dalcin indica que esse reconhecimento
é resultado de um
trabalho estruturado, e não de um
movimento isolado. “Esse reconhecimento
não é circunstancial.
Ele reflete um modelo de atuação
baseado em eficiência operacional,
inteligência comercial e aprofundamento
técnico dos nossos
parceiros”, reforça o executivo.
O olhar para os próximos anos
é igualmente desafiador. Produtos
como Empresarial, Garantia, Frotas,
RC Geral, Fiança e Vida seguem
como pilares relevantes de
crescimento, mas com uma abordagem
cada vez mais segmentada.
“O próximo ciclo será marcado
por margens mais pressionadas e
decisões mais estratégicas. Nesse
contexto, só terão espaço aqueles
que estiverem preparados. A Tokio
Marine vem se antecipando a esse
movimento, investindo continuamente
em treinamento, especialização
por produto e no foco da
41
Nordeste |
venda consultiva, sempre buscando
uma carteira mais diversificada”,
projeta Dalcin.
Carnaval de Salvador:
visibilidade, relacionamento
e negócios no coração
do Nordeste
Dentro dessa estratégia de
crescimento, a Tokio Marine decidiu
estar presente em um dos
maiores palcos de visibilidade do
país: o Carnaval de Salvador. Pela
primeira vez, a Seguradora entra
oficialmente na festa com patrocínio
e ações de visibilidade no
Bloco Fissura, que desfila no tradicional
circuito Barra/Ondina, além
de uma experiência exclusiva de
relacionamento com Corretores no
Camarote Planeta Band.
A presença no Carnaval é
encarada como muito mais do
que uma ação de marca. “O Nordeste
é um dos mercados estratégicos
para a Tokio Marine dada
sua importância para a economia
do País. Estar no Carnaval de
Salvador reforça nosso compromisso
em investir localmente, gerar
oportunidades de negócios e
fortalecer o relacionamento com
Corretores e Assessorias”, destaca
Marcos Kobayashi, Diretor Comercial
Nacional Varejo e Vida da Tokio
Marine.
Ao ocupar um espaço de
grande apelo cultural e de audi-
Foto: Freepik
42
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43
Nordeste |
ência massiva, a Tokio Marine conecta
exposição de marca, aproximação
regional e relacionamento
de alto nível com seus Parceiros
de Negócios. A experiência no camarote
é pensada para gerar conversas,
novos projetos e fortalecer
vínculos em um ambiente informal
e memorável. “É uma ocasião importante
para ampliar conexões e
impulsionar novas oportunidades
comerciais para a Tokio Marine”,
completa Kobayashi.
Investimento em sucursais e
presença regional para falar a
“língua” do Nordeste
O movimento de expansão da
Tokio Marine no Nordeste também
se materializa na estrutura física e
na capilaridade comercial. A Companhia
está presente na região
com as sucursais Salvador, Vitória
da Conquista, Aracaju, Natal e
Recife, reforçando o atendimento
local e a conexão com a realidade
econômica de cada praça sob a liderança
de Ronaldo Dalcin.
Esse plano de crescimento
está ancorado em três pilares:
Proximidade, Soluções Completas
e Especialização. De um lado, a
Seguradora investe na abertura de
novas sucursais para estar fisicamente
mais próxima dos Corretores
e Assessorias; de outro, coloca
à disposição um portfólio multiprodutos,
com mais de 90 seguros e
120 serviços e assistências nas
áreas de Massificados, Pessoa Jurídica
e Vida, apoiado por um time
altamente capacitado e por Gerentes
Especialistas PJ com atuação
consultiva nas regiões.
A sucursal de Vitória da Conquista,
por exemplo, levou a marca
Tokio Marine ao sudoeste baiano,
onde a Seguradora é pioneira com
estrutura física própria, oferecendo
atendimento humanizado, suporte
direto aos Corretores e fortalecimento
do mercado local de
seguros. Ao mesmo tempo, outras
unidades e novas frentes, como a
sucursal de São Luís (que reforça
a presença no Nordeste ampliado),
mostram que a estratégia de
44
descentralização é nacional, mas
tem impacto direto no dia a dia dos
profissionais que atuam na região.
Corretor no centro da
estratégia e apoio
permanente à capacitação
Seja nos números da Regional
Nordeste, nas ações do Carnaval
de Salvador ou na abertura
de sucursais, o fio condutor da
estratégia da Tokio Marine continua
sendo o Corretor de Seguros.
A Companhia reforça que esses
profissionais são o único canal de
distribuição e exercem o papel de
consultores para seus Clientes,
fundamentais para a expansão da
cultura de seguros no Brasil.
“Nosso papel é preparar e
apoiar o Corretor para atuar com
profundidade, segurança e diferenciação.
Seguiremos oferecendo
suporte próximo, inteligência de
mercado e soluções que gerem valor
real para Clientes e Parceiros”,
complementa Ronaldo Dalcin, ao
comentar as perspectivas para a
Regional Nordeste em 2026.
Para isso, a Tokio Marine
vem combinando investimento
em pessoas com um conjunto de
ferramentas digitais e programas
de capacitação. Iniciativas como
a plataforma Brokertech, o SuperApp
do Corretor, a solução Tokio
Sites, o Portal de APIs e o Cotador
Digital são exemplos de como
a Companhia busca reduzir tarefas
operacionais e liberar tempo
para que o Corretor foque na venda
consultiva e no relacionamento
com o cliente final.
No campo da formação, a UP
– Universidade Parceiros Tokio
tornou-se uma das principais aliadas
do Corretor nordestino. Com
treinamentos ao vivo, trilhas de
aprendizagem e conteúdos on-line
acessíveis 24 horas por dia, a
plataforma oferece desde aprofundamento
técnico sobre produtos
até temas estratégicos como sucessão,
governança e diversidade,
equidade e inclusão, sempre
com foco em geração de negócios
e aplicação prática.
45
Nordeste |
Nordeste no centro
do mapa de crescimento da
Tokio Marine
A combinação de crescimento
de dois dígitos na Regional Nordeste,
investimento em sucursais
e presença em um ícone cultural
como o Carnaval de Salvador deixa
claro que a região ocupa um
lugar central no mapa estratégico
da Tokio Marine. A Seguradora
enxerga na economia nordestina
(impulsionada por turismo, serviços,
agronegócio e energias renováveis),
um enorme potencial de
desenvolvimento e de ampliação
da cultura de seguros.
Ao mesmo tempo, a baixa penetração
de seguros em diversos
segmentos abre espaço para que
Corretores preparados, apoiados
por uma Seguradora multiprodutos
e especialista em atendimento,
avancem com soluções sob medida
para empresas, famílias e empreendedores
da região.
Nesse cenário, a mensagem
da Tokio Marine ao mercado nordestino
é direta: a Companhia quer
crescer junto com o Corretor de
Seguros, combinando resultados
consistentes, presença regional,
tecnologia, capacitação e ações
de relacionamento de alto impacto,
dentro e fora do escritório, inclusive
na avenida mais famosa
do Carnaval de Salvador.
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46
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47
Setor | por Redação
IFRS 17: a norma que reescreveu
a contabilidade dos seguros
Desde 1º de janeiro de
2023, a indústria global
de seguros passou a ser
lida por um novo “idioma” contábil.
Entrou em vigor a IFRS 17, norma
internacional para contratos de seguro
que substituiu a IFRS 4 com
um objetivo claro: elevar a transparência
e tornar mais comparáveis
os resultados reportados pelas seguradoras,
especialmente em um
setor no qual carteiras semelhantes
podiam gerar demonstrações
difíceis de confrontar entre países
e grupos econômicos. A mudança
não altera a economia do negócio,
porque os fluxos de caixa permanecem
os mesmos, mas muda
a forma e o ritmo com que lucro,
risco e desempenho aparecem
nas demonstrações, o que impacta
diretamente a interpretação do
mercado, o acompanhamento de
guidance e a comparação internacional
de companhias listadas.
Na prática, a IFRS 17 estabelece
como reconhecer, mensurar,
apresentar e divulgar contratos de
seguro com base em uma mensuração
atualizada e estruturada. O
modelo parte da estimativa de fluxos
de caixa futuros do contrato,
como prêmios, sinistros, despesas
e cancelamentos, incorpora o valor
do dinheiro no tempo por meio de
desconto a valor presente e exige
um ajuste de risco não financeiro
de forma explícita. A peça que
mais chama atenção, por traduzir
a lógica de prestação de serviço
do seguro, é a Contractual Service
Margin, conhecida como CSM,
que representa o lucro ainda não
reconhecido por estar associado
à cobertura futura. Em termos de
Foto: Kelly Sikkema / Unsplash
48
AF_Robapg_MAWDY_3 copiar.pdf 1 14/02/2025 17:59:18
leitura de resultado, a norma força
uma separação mais nítida entre o
que decorre do serviço de seguro
propriamente dito e o que é efeito
financeiro, como juros, atualização
e variações ligadas a taxas e desconto,
reduzindo uma confusão
histórica em que componentes
operacionais e volatilidade financeira
muitas vezes se misturavam
na análise.
A necessidade dessa padronização
tem origem no caráter transitório
da antiga IFRS 4. Ao permitir
práticas bastante distintas entre
jurisdições e grupos, o padrão anterior
abria espaço para que seguradoras
com riscos parecidos
apresentassem números pouco
comparáveis, o que dificultava
benchmarking e avaliação consistente
por investidores, analistas
e supervisores. A IFRS 17 nasce
justamente para reduzir essa distância
e, ao mesmo tempo, elevar
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49
Setor |
sas e riscos, aproximando atuária,
finanças, governança e tecnologia
em torno de uma visão mais auditável
do desempenho.
Outro ponto relevante é que
a IFRS 17 não mede todo seguro
da mesma forma. Ela prevê abordagens
de mensuração distintas
para acomodar a diversidade de
contratos e, com isso, influencia o
“desenho” do resultado ao longo
do tempo. O modelo geral, conhecido
como General Measurement
Model, é a base do padrão e aplica
os blocos de mensuração como regra.
Para contratos de curto prazo,
especialmente aqueles com cobertura
de até um ano, pode ser utilizada
uma simplificação chamada
Premium Allocation Approach, a
PAA, desde que produza um resultado
próximo ao do modelo geral.
Já para contratos com características
de participação direta, em que
os benefícios ao segurado variam
conforme itens subjacentes e a
seguradora atua como uma espécie
de gestora de parte do retorno,
existe a Variable Fee Approach, a
VFA, que ajusta a lógica de mensuração
a esse tipo de produto.
Essa reconfiguração do resultado
aparece com força também na
apresentação das demonstrações.
A norma direciona a divulgação
de linhas como receita de seguro,
despesas de serviço de seguro e
resultado financeiro do seguro, separando
aquilo que é desempenho
operacional da cobertura, como
sinistralidade, despesas e liberação
de margem, do que é efeito de
taxa, desconto e risco financeiro.
O objetivo é tornar mais transparente
o que está de fato relacionado
à prestação do serviço segurador
e, assim, permitir uma leitura
mais consistente da performance,
inclusive em períodos de maior volatilidade
de juros e mercado.
Nesse contexto, não por
acaso, o mercado costuma tratar
IFRS 17 e IFRS 9 como um par.
Se a IFRS 17 reorganiza passivos
e a forma de reconhecer o resultado
do seguro, a IFRS 9 disciplina
a contabilidade dos ativos
financeiros e, para seguradoras,
50
51
Setor |
essa combinação é sensível por
causa do asset-liability management,
o ALM. Mesmo quando há
alinhamento econômico entre ativos
e passivos, escolhas contábeis
inadequadas podem ampliar
a volatilidade reportada, e por isso
temas como a desagregação do
resultado financeiro do seguro e a
possibilidade de levar parte dele a
outros resultados abrangentes, o
OCI, entram no centro das decisões
para reduzir descasamentos
contábeis.
No Brasil, a convergência do
padrão internacional ocorre por
meio do CPC 50, Contratos de
Seguro, que espelha a IFRS 17 e
estabelece princípios para reconhecimento,
mensuração, apresentação
e divulgação, além de
trazer estrutura de evidenciação
de riscos e orientações de aplicação.
Para o mercado local, o efeito
prático é uma conversa mais comparável
e verificável sobre performance,
especialmente em grupos
com investidores, resseguro internacional
ou presença multinacional,
que passam a dialogar com
uma linguagem contábil mais uniforme.
A IFRS 17 também reforça
que a leitura de balanços no setor
não se sustenta em uma única
norma. Orbitam esse ecossistema
padrões como a própria IFRS 9,
para instrumentos financeiros; a
IFRS 13, sobre mensuração a valor
justo; a IFRS 15, quando a receita
não é de contrato de seguro,
como serviços e assistências con-
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial
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Setor |
forme a estrutura; a IFRS 16, que
impacta arrendamentos de imóveis,
frotas e equipamentos; além
de normas essenciais para apresentação
e tributação, como IAS 1
e IAS 12. Todas elas, em conjunto,
influenciam a forma como se interpreta
resultado, risco e estratégia
em companhias seguradoras.
No fim, a relevância do novo
padrão vai além de uma mudança
de contabilidade. Ao exigir maior
explicitação de premissas, desconto,
ajuste de risco e margem de
serviço, a IFRS 17 torna mais difícil
“parecer melhor” apenas por regra
contábil e aumenta a pressão por
eficiência real. A CSM torna mais
visível o conceito de lucro não realizado
e tende a suavizar o reconhecimento
ao longo do tempo,
alinhando resultado à prestação
do serviço de cobertura. Ao mesmo
tempo, contratos com expectativa
de perda ganham tratamento
explícito, com reconhecimento de
perdas e controles específicos, o
que afeta gestão de portfólio, resseguro
e a própria narrativa de desempenho.
E talvez o ponto mais
operacional de todos seja este:
implementar IFRS 17 virou, para
muitas seguradoras, um projeto de
dados e transformação, que exige
integração de bases, rastreabilidade
de premissas e motores de cálculo,
com impacto direto em processos,
governança e tecnologia.
Foto: Adam Śmigielski / Unsplash
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Notícias | por PROAUTO
Seguradora ALM integra o conselho de
mantenedoras da Amcham Rio em 2026
Alexandre Dominguez, CEO da Seguradora ALM / Foto: Divulgação
Após registrar um crescimento
exponencial no
último biênio, a
Seguradora ALM dá um passo decisivo
na estratégia de governança
e relacionamento institucional. A
companhia acaba de oficializar sua
transição de patrocinadora para
mantenedora da Câmara Americana
de Comércio (Amcham Rio)
para 2026. A elevação de categoria
insere a seguradora no grupo
seleto de corporações que dão
sustentabilidade às atividades da
entidade, garantindo assento em
comitês estratégicos e voz ativa
nas discussões que moldam o ambiente
de negócios no estado.
Estratégia institucional
A decisão de se tornar mantenedora
ocorre em um momento em
que a Seguradora ALM busca refinar
seu posicionamento de marca
frente a grandes multinacionais e
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players do mercado brasileiro. Se
em 2025 a atuação como patrocinadora
de eventos de networking
e tecnologia serviu para dar visibilidade
às soluções da casa, em
2026 o foco é a influência e a capilaridade.
Como mantenedora, a
Seguradora ALM passa a integrar
os fóruns que debatem desde políticas
de comércio exterior até tendências
de ESG e transformação
digital. Esse ecossistema é visto
pela diretoria da seguradora como
o terreno ideal para consolidar sua
liderança em nichos de alta complexidade,
como as linhas financeiras.
Real estate e modelagem de
dados
O plano de negócios da companhia
para este ano está ancorado
em três pilares que serão intensamente
trabalhados dentro da
Amcham:
• Seguro Garantia e real estate:
A ALM pretende estreitar o elo
com o setor imobiliário, oferecendo
suporte a grandes projetos
de infraestrutura e incorporação
que orbitam a Câmara.
• Tecnologia e subscrição: A
empresa planeja utilizar os fóruns
de inovação para apresentar
seus modelos de subscrição
baseados em dados, reforçando
a imagem de uma seguradora
ágil, técnica e moderna.
• Crescimento seletivo e governança:
A governança da
Seguradora ALM define este
novo estágio como um período
de “disciplina técnica e crescimento
seletivo”. O objetivo não
é apenas aumentar o market
share, mas qualificar a base de
clientes e parceiros.
“O ingresso como Mantenedora
da Amcham Rio é o reflexo de
um amadurecimento institucional.
Saímos de uma fase de expansão
de marca para uma fase de consolidação
de influência no coração
financeiro e comercial do Rio”,
comenta Alexandre Dominguez,
CEO da Seguradora ALM.
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Notícias | por PROAUTO
PROAUTO reúne lideranças em encontro
voltado à preparação para novos
desafios organizacionais
O
Grupo Costa Ramos
promoveu, em fevereiro,
o Encontro de Líderes
“Chave Mestra: É hora de abrir
a próxima porta”, uma experiência
imersiva voltada à preparação de
suas lideranças para os desafios
contemporâneos do mercado e
para a construção de um novo ciclo
de crescimento organizacional.
Com protagonismo da
PROAUTO, o encontro se consolidou
como um marco estratégico
no fortalecimento da governança e
no desenvolvimento de competências
que sustentem a evolução da
companhia em um cenário cada
vez mais complexo e dinâmico. A
iniciativa integrou também lideranças
das empresas Velox e Blocx,
reforçando a convergência de propósitos
entre as organizações do
grupo, ainda que com ênfase no
papel da PROAUTO no atual momento
de transição institucional.
De acordo com o presidente
Foto: Divulgação
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da PROAUTO, Leandro Costa
Ramos, o evento refletiu um movimento
estruturado de amadurecimento
coletivo: “Vivemos um
momento decisivo de preparação
para uma nova etapa organizacional.
Este encontro representa,
sobretudo, um tempo de treinamento
para a cooperação um esforço
consciente de alinhamento
entre nossas lideranças para que
possamos avançar de forma integrada,
com responsabilidade
compartilhada e visão sistêmica
sobre os próximos desafios da
PROAUTO”.
Conforme apresentado no
conceito do encontro, a PROAUTO
assumiu o eixo da Transição, atuando
como ponte entre a solidez
do legado construído e as exigências
estratégicas do futuro.
Já a Velox e a Blocx participaram
do processo sob as perspectivas
complementares de Transformação
e Evolução, respectivamente,
contribuindo para o redesenho interno
de práticas e para a ampliação
de horizontes de inovação no
âmbito do Grupo Costa Ramos.
A diretoria da PROAUTO,
representada por Letícia Costa
Ramos Abdo, ressalta que o investimento
contínuo na formação
das lideranças é um pilar indispensável
para sustentar os próximos
movimentos institucionais:
“A capacitação permanente de
nossas lideranças é condição essencial
para que a PROAUTO
avance com consistência rumo
aos novos passos que se anunciam.
Este é um momento de preparação
técnica e comportamental,
que visa não apenas ampliar
repertórios, mas consolidar uma
cultura de protagonismo e corresponsabilidade
frente às transformações
que estão por vir”.
Ao longo da programação, os
participantes foram convidados a
assumir compromissos públicos
de desenvolvimento para os próximos
90 dias, em uma dinâmica
simbólica que representa o papel
ativo de cada líder na superação
de desafios e no destravamento
de potencialidades internas.
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