MAGAZINE RALIS ONLINE : RALLY DE LISBOA 2026
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#10/2026
ralisonline.net
DA TEMPESTADE
À BONANÇA
A
entrada do Rally de Lisboa no
Campeonato de Portugal de Ralis
representou muito mais do que a
integração de uma nova prova no
calendário. Para a entidade organizadora,
o CPAK, representou a capacidade de
uma organização enfrentar desafios complexos
e demonstrar que, mesmo perante condicionantes
significativas, é possível realizar um evento
competitivo, seguro e capaz de atrair as atenções
dos adeptos.
Ao longo dos últimos anos, muito se tem discutido
sobre o futuro dos ralis nacionais. Fala-se
da necessidade de captar público, de criar valor
para patrocinadores, de envolver os municípios
e de proporcionar melhores condições às equipas.
O Rally de Lisboa mostrou, precisamente,
que estas dimensões não são incompatíveis
com a vertente desportiva. Pelo contrário, complementam-se.
Porém, o que sucedeu na região
Oeste nos meses que antecederam a prova, nomeadamente
a tempestade Kristin, levou a uma
de duas opções: ou a prova não se organizava,
ou teria que ir para estrada correndo-se muitos
riscos.
A primeira hipótese foi desde cedo colocada de
parte (teria que se aproveitar a oportunidade
tão desejada de integrar o CPR), pelo que opção
pela sua realização acabou por ser também
uma enorme “tempestade” para a organização
que, só mesmo ela sabe o que passou para colocar
a mesma na estrada.
Naturalmente, houve aspetos a melhorar... já
antes identificados. A própria organização reconheceu
que esta não foi a prova idealizada inicialmente
e que diversas limitações obrigaram
a adaptar o percurso, a logística e a estrutura.
Mas essa capacidade de adaptação acabou por
ser, também ela, um dos maiores méritos desta
estreia.
Mesmo sujeita a uma decisão federativa sem
explicação, pois a FPAK obrigou os pilotos a
escolher entre duas provas para pontuar para
o CPR, uma delas o Rally de Lisboa, a prova foi
mesmo para estrada e depois da “tempestade”
veio a “bonança”, atendendo a que não houve
incidentes (nem acidentes) relevantes.
Apesar de todas as incidências, a competição
em si foi intensa do primeiro ao último quilómetro.
A luta pela vitória absoluta decidiu-se por
apenas um segundo (que prova do CPR não
gostaria de terminar assim?), as duas rodas motrizes
ofereceram uma demonstração de elevado
nível competitivo e os troféus monomarca
voltaram a confirmar a importância que têm nas
listas de inscritos das provas do CPR.
BONS RALIS
MAS EM SEGURANÇA
Paulo Homem
Diretor Ralis Online
paulohomem.ralisonline@gmail.com
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DIREÇÃO EDITORIAL
Paulo Homem
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TEXTOS
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Comunicados oficiais
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Ralis Online
André Ribeiro
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Pilotos (Oficiais)
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CPKA (Oficiais)
EDIÇÃO
ORMP – PÓS-VENDA MEDIA
MAGAZINE RALIS ONLINE
PORTUGAL | ESPANHA | FRANÇA | HOLANDA | ITÁLIA | ALEMANHA | REINO UNIDO | MARROCOS | MOÇAMBIQUE
APRESENTAÇÃO
DA PROVA
AMBIÇÃO, MAS COM OS
PÉS ASSENTES NO CHÃO
O Rally de Lisboa foi apresentado oficialmente, em Mafra, três
dias antes da prova se realizar, marcando o arranque público
de uma edição que assumia uma especial importância para a
organização do CPKA, para os municípios envolvidos e para
todos os parceiros que contribuíram para a afirmação desta
prova no panorama do automobilismo nacional, já que se
tratava da estreia no Campeonato de Portugal de Ralis, tão
desejada e ambicionada.
Durante a apresentação oficial, foi sublinhado
o enorme esforço desenvolvido pela
organização para colocar a prova na estrada
durante os vários meses que antecederam
a sua realizam. A preparação da prova,
contou a organização, voltou a revelar-se
exigente, com alterações ao percurso
constante quase até à data de realização
da prova, enormes ajustamentos logísticos
e a necessidade de articular diversos
meios no terreno. Ainda assim, a estrutura
organizativa destacou a motivação e o empenho
de todos os envolvidos, assumindo
que este tem sido um dos maiores desafios
desde a criação do evento. “Foi muito
difícil colocar a prova na estrada”, disse
Humberto Vairinhos, presidente do CPKA,
explicando que “não são as classificativas
que gostaríamos de fazer, nem o parque de
assistência onde queríamos estar, tínhamos
outra ideia e o rali montado de uma
outra forma, mas fizemos o rali possível
depois das tempestades. Mesmo assim,
acho que o rali manteve uma excelente estrutura,
com muitas novidades e que serão
do agrado de todos”.
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Um dos aspetos destacados foi a forte ligação
da prova aos territórios por onde
passa. Os municípios envolvidos têm assumido
um papel determinante na criação
das condições necessárias para acolher
o rali, não apenas do ponto de vista desportivo,
mas também enquanto evento
com impacto económico, social e promocional.
O envolvimento das populações,
das empresas locais e das instituições foi
apontado como um dos fatores que mais
tem contribuído para a consolidação do
Rally de Lisboa.
“A expectativa é elevada e a organização
acredita que estão reunidas as condições
para proporcionar um fim de semana em
grande ao nível do desporto automóvel,
com emoção, competitividade e forte envolvimento
popular”, afirmou o presidente
do CPAK, nesta ocasião, terminando reconhecendo
que “vai ser uma estreia difícil
no Campeonato de Portugal de Ralis,
mas temos a ambição de realizar a melhor
prova possível, com todas as condicionantes
que tivemos para colocar a
prova na estrada”.
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SESSÃO DE
AUTÓGRAFOS
EM CONTATO COM O PÚBLICO
Bem em frente ao Palácio Nacional de
Mafra as principais equipas marcaram
presença na sessão de autógrafos, um
momento já tradicional das provas do
Campeonato de Portugal de Ralis.
Desta forma o público teve a oportunidade
de recolher autógrafos, tirar selfies
e ter miniaturas assinadas pelas equipas
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intervenientes, como também estar mesmo
ao lado dos principais carros de ralis
que correm no Campeonato de Portugal.
Trata-se de um momento que as equipas
gostam e que os adeptos agradecem,
neste caso com um cenário de eleição
como é o Palácio Nacional de Mafra, património
Mundial da Unesco.
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SHAKEDOWN
HUGO LOPES
FOI QUEM DEU O MOTE
Utilizando o rápido traçado do Sobral da Abelheira, o
Shakedown do Rally de Lisboa serviu não só para os pilotos
terem o derradeiro teste em ambiente de competição,
mas também para começar já a definir quem vinha
com intenções de disputar os primeiros lugares no Rally
de Lisboa.
O mais rápido de todos foi Hugo Lopes / Magda Oliveira
aos comandos do Hyundai I20 N Rally2 com o tempo
de 2m21,1s, obtido na terceira passagem, superando
por apenas uma décima Armindo Araújo / Luís Ramalho
(Skoda Fabia Rs Rally2), que só fizeram duas passagens
pela especial. Também Gonçalo Henriques / Gonçalo
Cunha, no outro Hyundai oficial estiveram em destaque,
sendo mais lentas 0,5s.
Estava dado o mote para um rali competitivo e disputado.
HUGO LOPES
MAGDA OLIVEIRA
HYUNDAI I20 N RALLY2
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FOTOGRAFIA
DE FAMÍLIA
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PARA A POSTERIDADE
Como já começa a ser tradição no Rally de Lisboa,
antes da partida oficial da prova os pilotos e navegadores
juntam-se para uma foto de família, neste
caso do Campeonato de Portugal de Ralis. O Palácio
Nacional de Mafra foi o palco escolhido para este
momento icónico, que reúne toda a família do CPR e
marca sempre um momento importante também para
a Câmara Municipal de Mafra, que acolhe sempre de
forma hospitaleira toda esta caravana.
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PARTIDA OFICIAL
UMA OUTRA FORMA DE VER O
PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS
Sendo esta prova o Rally de Lisboa nada mais simbólico do que fazer a partida
oficial da prova junto a um dos monumentos mais icónicos e conhecidos dos
habitantes da cidade de Lisboa e dos portugueses em geral.
Ter mesmo atrás do palanque de partida e como pano de fundo o Padrão dos
Descobrimentos é sempre um momento alto do Rally de Lisboa e, por isso, o
organizador (CPKA) faz questão que o arranque simbólico do rali se faça exatamente
com todo aquele exuberante cenário, onde não falta o Rio Tejo e ainda a
não menos famosa Ponte 25 de Abril.
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1 a ETAPA
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PEDRO ALMEIDA
LIDERA EM DIA COMPETITIVO
A primeira etapa do Rally de Lisboa foi muito interessante de seguir fruto
da elevada competitividade que se registou na frente da prova. Pedro
Almeida terminou o dia inaugural na frente, mas com a diferença entre
os primeiros quatro a ser de apenas 7,5s.
PEDRO ALMEIDA
ANTÓNIO COSTA
TOYOTA GR YARIS RALLY2
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Foi muito competitivo o início da terceira
prova do Campeonato de Portugal de
Ralis, com a liderança de prova a pertencer
a Pedro Almeida / António Costa, no
Toyota GR Yaris Rally2, mas a verdade é
que em cinco troços houve quatro vencedores
de diferentes, o que diz bem do
equilíbrio de forças a que assistiu.
O primeiro líder até foi Armindo Araújo /
Luís Ramalho, no Skoda Fabia RS Rally2,
que entrou com um ritmo elevado nesta
prova, mas logo no troço seguinte foi
Pedro Almeida a assumir o comando que
mais não viria a largar ao longo do dia,
cimentando até a sua liderança na quarta
especial. Porém, foi mesmo necessário ao
piloto da Toyota aplicar-se bastante, pois
Rúben Rodrigues / Rui Raimundo (em
Toyota GR Yaris Rally2) e Gonçalo Henriques
/ Gonçalo Cunha (Hyundai I20 N
Rally2) pressionaram bastante o líder do
rali, com qualquer destes pilotos a vencer
troços. No final da etapa Gonçalo Henriques
ficou a 4,7s de Almeida, enquanto
Rúben Rodrigues somou um atraso de
6,0s para o líder e Armindo Araújo, que
foi perdendo algum tempo, terminou o
dia com 7,5s de atraso.
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GONÇALO HENRIQUES
GONÇALO CUNHA
HYUNDAI I20 N RALLY2
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Num rali rápido e tão competitivo, os 16,4s
que Ricardo Teodósio / José Teixeira (Citroen
C3 Rally2) perderam no primeiro
dia demonstravam que começava a ser
difícil pensar em vitórias (tal o ritmo à sua
frente), depois de uma exibição irregular
de troço para troço, fruto também de ser
a estreia em asfalto com este carro.
Também com dificuldade nos acertos
do seu Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale
(que estreava em asfalto), José Pedro
Fontes / Inês Ponte já somavam 20s de
atraso no final do primeiro dia, não sendo
fácil pensar em grandes recuperações.
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RÚBEN RODRIGUES
RUI RAIMUNDO
TOYOTA GR YARIS RALLY2
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Entre os pilotos que andaram na frente,
a primeira desistência foi de Hugo Lopes
/ Magda Oliveira, com o Hyundai I20 N
Rally2, que deu um toque e partiu a suspensão,
sendo obrigado a desistir a meio
do dia, continuando a sua maré de azar
no campeonato. Depois de ter sido o mais
rápido no Shakedown as expetativas de
Hugo Lopes para esta prova eram altas,
mas numa prova sprint, um azar destes
deita logo por terra qualquer hipótese de
um bom resultado.
Rafael Rego, a patir desta prova com
Nuno Mota Ribeiro a seu lado, realizou
uma boa prova com o Toyota GR Yaris
Rally2, terminando o primeiro dia com
um sétimo lugar, terminando na frente de
Diogo Marujo / Jorge Carvalho no Skoda
Fabia RS Rally2, Rui Madeira / Mário
Castro em Hyundai i20 Rally2 e João Barros
/ Jorge Henrique (também em Skoda),
já com mais de 30s de diferença para
o primeiro lugar.
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ARMINDO ARAÚJO
LUÍS RAMALHO
ŠKODA FABIA RS RALLY2
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Nas duas rodas motrizes a liderança
estava nas mãos do piloto da “casa”, o
Mafrense João Rodrigues, em Peugeot
208 Rally4, que comandava com algum
desafogo, mais de 19s de diferença, face
Iago Gabeiras e a 26s para Danny Carreira,
sendo esta a classificação da Peugeot
Rally Cup Portugal. Destaque para
o capotanço de Pedro Câmara, piloto
que tinha dominado a primeira prova
nas 2RM, que logo no primeiro troço ficou
de fora.
No Chalhenge Clio Rally5, liderança
para Miguel Carvalho, com uma vantagem
de 10,1s para Luís Caetano e 14,1s
para Tiago Pereira.
Já na FPAK Junior Team, o primeiro lugar
era ocupado por Leandro Costa,
seguido de Guilherme Nunes a 16,8s e
Gustavo Silva a 18,1s.
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RICARDO TEODÓSIO
JOSÉ TEIXEIRA
CITROËN C3 RALLY2
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JOSÉ PEDRO FONTES
INÊS PONTE
LANCIA YPSILON RALL2 HF INTEGRALE
RAFAEL REGO
NUNO MOTA RIBEIRO
TOYOTA GR YARIS RALLY2
DIOGO MARUJO
JORGE CARVALHO
ŠKODA FABIA RS RALLY2
RUI MADEIRA
MÁRIO CASTRO
HYUNDAI I20 N RALLY2
JOÃO BARROS
JORGE HENRIQUE
ŠKODA FABIA RS RALLY2
HENRIQUE MONIZ
JORGE DINIZ
ŠKODA FABIA RALLY2 EVO
PAULO NETO
CARLOS MAGALHÃES
ŠKODA FABIA RS RALLY2
GUILHERME MEIRELES
PEDRO ALVES
ŠKODA FABIA RALLY2 EVO
RICARDO SOUSA
LUÍS MARQUES
ŠKODA FABIA RS RALLY2
PAULO CALDEIRA
RICARDO FARIA
ŠKODA FABIA RALLY2 EVO
DUARTE MONTEIRO
NUNO DUQUE
RENAULT TWINGO RS R2
VITOR CALCA
JOSÉ CORREIA
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FORD ESCORT RS
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2 a ETAPA
VITÓRIA CAPITAL DE
PEDRO ALMEIDA
O segundo dia do Rally de Lisboa foi emocionante
(mais ainda que o primeiro) e com incerteza quanto
ao vencedor mesmo até ao derradeiro troço,
com a vitória absoluta a ficar nas mãos de Pedro
Almeida com apenas um segundo de diferença
para Rúben Rodrigues, numa das mais pequenas
diferenças de sempre dos ralis do Campeonato
de Portugal.
PEDRO ALMEIDA
ANTÓNIO COSTA
TOYOTA GR YARIS RALLY2
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MAGAZINE RALIS ONLINE
A Toyota continua imparável no Campeonato
de Portugal de Ralis de 2026, e
mesmo tendo sido um dos protagonistas
da prova, desta feita a vitória não foi para
Rúben Rodrigues, mas sim para o piloto
oficial da Toyota, Pedro Almeida... por
apenas 1s de diferença.
Sem qualquer vitória em troços no segundo
dia, Pedro Almeida, navegado por
António Costa, foi perdendo pouco tempo
troço a troço, tentando sempre suster
o forte ataque de Rúben Rodrigues, que
mesmo não pontuando nesta prova, tudo
fez para a vencer à geral. Ficou a faltar ao
açoriano apenas 1s, depois de ter vencido
quatro dos cinco troços do segundo
dia, fazendo estes dois pilotos um grande
Rally de Lisboa. Recorde-se que ao longo
de toda a prova, quase 107 quilómetros de
especiais, a diferença entre os dois primeiros
nunca foi superior a 6,2s, ficando
demonstrando que o Rally de Lisboa, do
ponto de vista desportivo e competitivo,
foi um dos melhores ralis de sempre do
longo historial do Campeonato de Portugal
de Ralis.
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RÚBEN RODRIGUES
RUI RAIMUNDO
TOYOTA GR YARIS RALLY2
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JOSÉ PEDRO FONTES
INÊS PONTE
LANCIA YPSILON RALLY2 HF INTEGRALE
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Quem também andou próximo destes
dois pilotos foi Gonçalo Henriques no
Hyundai i20 N Rally2. Tentou tudo para
se aproximar dos dois primeiros, até talvez
andar um pouco além dos limites,
mas a dois troços do fim fez um pião e
perdeu mais de 23s, que o relegou para
o quinto lugar onde, para sua infelicidade,
viria a terminar. Merecia mais, mas os
ralis são mesmo assim.
Neste segundo dia, já com novas afinações
no seu Lancia e com a cabeça mais
“limpa”, José Pedro Fontes fez uma prova
mais ao seu nível no asfalto. Ao longo do
dia perdeu apenas 5s para Pedro Almeida,
mas foi subindo posições para se fixar
no terceiro lugar, superando mesmo
Ricardo Teodósio no derradeiro troço.
O piloto da Citroen esteve também bem
melhor do que no primeiro dia, continuando
a dar espetáculo e foi mesmo
o único piloto, que neste segundo dia,
conseguiu vencer um troço para além de
Rúben Rodrigues.
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RICARDO TEODÓSIO
JOSÉ TEIXEIRA
CITROËN C3 RALLY2
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Quem mais saiu a perder desta prova,
com muitas dificuldades em tornar o seu
Skoda competitivo, foi Armindo Araújo,
que teve um segundo dia ainda pior
que o final do primeiro. Perdendo sempre
muito tempo para os seus adversários,
Armindo nunca parece se ter entendido
com o asfalto desta prova, saindo de
Lisboa com nítida ideia de que tem que
fazer qualquer coisa para dar a volta por
cima desta situação que se arrasta desde
o início do campeonato.
Bom sétimo lugar do jovem Rafael Rego
no segundo Toyota oficial, que ficou na
frente do mais rodado Diogo Marujo, mas
também dos experientes João Barros e
Rui Madeira. Estes quatro pilotos estiveram
num segundo pelotão de competitividade,
terminando separados entre si
por cerca de um minuto.
Autoritário, João Rodrigues obteve de
uma assentada duas vitórias. Uma foi nas
duas rodas motrizes, competição que dominou
totalmente, a semelhança do que
fez na Peugeot Rally Cup Portugal.
Nas contas do Challenge Clio Rally5, Miguel
Carvalho, que já tinha terminado a
primeira etapa na frente, conseguiu resistir
a todos os ataques e venceu por apenas
2,7s de diferença para Luís Caetano.
No FPAK Junior Team, Leandro Costa
confirmou o bom andamento do primeiro
dia e venceu com categoria, superando
por 56,4s Guilherme Nunes.
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GONÇALO HENRIQUES
GONÇALO CUNHA
HYUNDAI I20 N RALLY2
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RUI MADEIRA
MÁRIO CASTRO
HYUNDAI I20 N RALLY2
RAFAEL REGO
NUNO MOTA RIBEIRO
TOYOTA GR YARIS RALLY2
DIOGO MARUJO
JORGE CARVALHO
ŠKODA FABIA RS RALLY2
ARMINDO ARAÚJO
LUÍS RAMALHO
ŠKODA FABIA RS RALLY2
GIL ANTUNES
DIOGO CORREIA
DACIA SANDERO R4
ANDRÉ CABEÇAS
JOSÉ MARTINS
CITROËN C3 RALLY2
NELSON TRINDADE
RAQUEL GRAÇA
ŠKODA FABIA N5
OLIVER SOLBERG
ELLIOTT EDMONDSON
MANUEL VISTAS
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SANDRO CARVALHO
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FORD FISTES RALLY3
CITY STAGE
MARINA DE CASCAIS
RÚBEN RODRIGUES
RUI RAIMUNDO
TOYOTA GR YARIS RALLY2
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TERMINAR EM BELEZA
Tal como na edição de 2025, também em 2026 o Rally
de Lisboa terminou com uma City Stage, novamente
na Marina de Cascais. No fundo trata-se de uma prova
espetáculo, que já não tem qualquer intervenção na
classificação final do rali, que serve para os pilotos darem
um pouco mais de espetáculo sem estarem preocupados
com o cronómetro.
Mesmo não contando para “nada”, Rúben Rodrigues
não quis deixar os seus créditos por “mãos alheias”
efetuando o tempo mais rápido com 1m18s, superando
por 0,8s Armindo Araújo e 1,2s João Barros.
Refira-se que a Marina de Cascais serviu ainda como
cenário para o encerramento oficial do Rally de Lisboa.
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ARMINDO ARAÚJO
LUÍS RAMALHO
ŠKODA FABIA RS RALLY2
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MAGAZINE RALIS RALIS ONLINE ONLINE
PEDRO ALMEIDA
ANTÓNIO COSTA
TOYOTA GR YARIS RALLY2
RUI MADEIRA
MÁRIO CASTRO
HYUNDAI I20 N RALLY2
RICARDO TEODÓSIO
JOSÉ TEIXEIRA
CITROËN C3 RALLY2
DUAS RODAS
MOTRIZES
(2RM)
JOÃO RODRIGUES
BRUNO CARVALHO
PEUGEOT 208 RALLY4
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JOÃO RODRIGUES
ESTEVE NOUTRO PATAMAR
O Campeonato de Portugal de Ralis de Duas Rodas Motrizes teve
no Rally de Lisboa um dominador claro. João Rodrigues, piloto de
Mafra, impôs-se de forma categórica ao volante do Peugeot 208
Rally4, vencendo oito das dez especiais de classificação disputadas
e liderando a prova do primeiro ao último troço.
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MAGAZINE RALIS ONLINE
Navegado por Bruno Carvalho, o piloto
local confirmou desde cedo que seria a
grande referência entre os concorrentes
das duas rodas motrizes. Sempre muito
rápido e consistente, João Rodrigues foi
aumentando gradualmente a sua vantagem
ao longo do rali, terminando com
58,6 segundos de avanço sobre Danny
Carreira, também em Peugeot 208 Rally4,
navegado por Marco Vilas Boas.
A vitória teve ainda um significado especial
para João Rodrigues, por competir
numa região muito próxima da sua zona
onde reside. O piloto de Mafra soube
aproveitar bem esse fator, apresentando
um andamento muito forte desde o início
e sem dar margem aos adversários para
discutirem a liderança.
Atrás do vencedor, a luta pelas restantes
posições do pódio foi um pouco mais
movimentada. Danny Carreira acabou
por terminar no segundo lugar, depois de
uma prova em que foi tentando ser cada
vez mais rápido. Ainda assim, o resultado
final acabou por ser também melhor
do que o esperado devido à desistência
de Iago Gabeiras e Ian Quintana, dupla
espanhola que, também em Peugeot 208
Rally4, ocupou durante praticamente
todo o rali a segunda posição. O percalço
da dupla espanhola no derradeiro troço
abriu a porta a alterações importantes na
classificação final.
Quem também beneficiou dessa desistência
foi Pedro Gastão. Navegado por
Marco Macedo, igualmente em Peugeot
208 Rally4, o piloto realizou uma prova
muito regular, sempre em evolução e
com um andamento consistente. Apesar
de ter estado relativamente próximo de
Danny Carreira, nunca conseguiu aproximar-se
o suficiente para discutir diretamente
a posição. Ainda assim, a regularidade
acabou por ser recompensada
com a subida ao terceiro lugar do pódio,
a 1m26,7s de João Rodrigues.
No quarto posto terminou Pedro Silva,
navegado por Valter Cardoso, ao volante
do Lancia Ypsilon Rally4 HF, enquanto
o Top5 foi encerrado pela dupla Rafael
Cardeira e Luís Boiça, também em Peugeot
208 Rally4.
DANNY CARREIRA
MARCO VILAS BOAS
PEUGEOT 208 RALLY4
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PEDRO GASTÃO
MARCO MACEDO
PEUGEOT 208 RALLY4
C
M
PEDRO SILVA
VALTER CARDOSO
LANCIA YPSILON RALLY4
Y
CM
MY
CY
CMY
K
RAFAEL CARDEIRA
LUÍS BOIÇA
PEUGEOT 208 RALLY4
HÉLDER MIRANDA
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MARIANA MACHADO
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PEUGEOT 208 RALLY4
CASINO SPORTS POKER
APP DE CASINO
E APOSTAS
CHALLENGE
CLIO RALLY5
VITÓRIA SUADA DE
MIGUEL CARVALHO
O Challenge Clio Rally5 proporcionou mais
uma prova de grande competitividade no Rally
de Lisboa, com Miguel Carvalho e António Reis
a conquistarem a vitória após uma intensa luta
pelo primeiro lugar que apenas ficou decidida
na derradeira classificativa.
MIGUEL CARVALHO
ANTÓNIO REIS
RENAULT CLIO RALLY5
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MAGAZINE RALIS ONLINE
LUIS CAETANO
DAVID MONTEIRO
RENAULT CLIO RALLY5
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Depois do segundo lugar alcançado
no Rali Terras d’Aboboreira, a dupla
de Barcelos confirmou o bom momento
de forma e assumiu a liderança do
Rally de Lisboa na terceira especial,
conseguindo mantê-la até ao final apesar
da forte pressão exercida por Luís
Caetano e David Monteiro. No final, a
diferença entre os dois primeiros classificados
ficou reduzida a apenas 2,7
segundos, demonstrando o elevado
equilíbrio existente entre os participantes
do troféu monomarca da Renault.
Tiago Pereira e Fernando Pereira completaram
o pódio, a apenas 12,9 segundos
dos vencedores, fechando um trio
que protagonizou uma disputa intensa
ao longo de todo o rali.
Henrique Silva e Fábio Ribeiro terminaram
na quarta posição, somando mais
um resultado consistente, enquanto
David Brites, estreante no Challenge
Clio Rally5, encerrou a sua participação
num positivo quinto lugar, evidenciando
uma boa adaptação à competição.
Cristiano Gil concluiu a prova na sexta
posição, prosseguindo a sua evolução
na modalidade, seguido de Vasco Tintim,
que regressou ao troféu e terminou
em sétimo. Filipa Tintim, acompanhada
por Mariana Tintim, fechou a classificação
na oitava posição.
A única baixa de relevo aconteceu com
Carlos Marreiros, que liderava a classificação
quando sofreu uma saída de
estrada na terceira classificativa, vendo
assim terminada de forma prematura
uma prova onde se apresentava
como um dos principais candidatos ao
triunfo.
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MAGAZINE RALIS ONLINE
TIAGO PEREIRA
FERNANDO PEREIRA
RENAULT CLIO RALLY5
HENRIQUE SILVA
FÁBIO RIBEIRO
RENAULT CLIO RALLY5
DAVID BRITES
JOSÉ PATRICIO
RENAULT CLIO RALLY5
CRISTIANO GIL
ANTÓNIO COELHO
RENAULT CLIO RALLY5
PEUGEOT RALLY CUP
PORTUGAL
JOÃO RODRIGUES
BRUNO CARVALHO
PEUGEOT 208 RALLY4
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JOÃO RODRIGUES
IMPÔS-SE COMO UM LEÃO
A Peugeot Rally Cup Portugal voltou a proporcionar um rali de elevado
nível competitivo na segunda prova da temporada, disputada no
Rally de Lisboa. João Rodrigues e Bruno Carvalho foram os grandes
protagonistas da prova, impondo um ritmo inalcançável para a concorrência
e conquistando uma vitória autoritária após vencerem nove
das dez especiais disputadas.
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MAGAZINE RALIS ONLINE
Ao volante do Peugeot 208 Rally4, a dupla
assumiu desde cedo o controlo da prova,
terminando a primeira etapa já com
uma vantagem confortável sobre os principais
perseguidores. Apenas a segunda
passagem por Sobral de Monte Agraço
escapou ao domínio de João Rodrigues,
com o espanhol Iago Gabeiras a conseguir
a única vitória parcial que não ficou
nas mãos dos vencedores.
Danny Carreira e Marco Vilas Boas acompanharam
sempre o ritmo dos líderes
e garantiram o segundo lugar, enquanto
Hélder Miranda e Mariana Machado
completaram o pódio após beneficiarem
do azar que atingiu Iago Gabeiras e Ian
Quintana na derradeira classificativa.
O Rally de Lisboa ficou marcado por dois
abandonos importantes na luta pelo troféu.
Logo na primeira especial, Pedro
Câmara e João Câmara, vencedores da
prova inaugural e líderes do campeonato,
sofreram um aparatoso capotamento que
ditou o abandono imediato. Já na Power
Stage, quando ocupavam confortavelmente
a segunda posição, Iago Gabeiras
e Ian Quintana ficaram parados a poucos
quilómetros da meta, vendo escapar um
resultado que parecia praticamente assegurado.
DANNY CARREIRA
MARCO VILAS BOAS
PEUGEOT 208 RALLY4
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ralisonline.net
Na luta pelos lugares seguintes, Nuno
Coelho e Ricardo Cunha terminaram na
quarta posição, enquanto Bryn Jones e
Max Freeman fecharam o top cinco, num
rali em que o equilíbrio voltou a ser uma
das principais marcas entre as equipas
da Peugeot Rally Cup Portugal.
Além da vitória absoluta, João Rodrigues
reforçou o seu domínio ao conquistar também
os três pontos da Power Stage, encerrando
um fim de semana praticamente
perfeito e confirmando a superioridade
demonstrada ao longo dos quase 107 quilómetros
cronometrados da prova.
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MAGAZINE RALIS ONLINE
HÉLDER MIRANDA
MARIANA MACHADO
PEUGEOT 208 RALLY4
NUNO COELHO
RICARDO CUNHA
PEUGEOT 208 RALLY4
BRYN JONES
MAX FREEMAN
PEUGEOT 208 RALLY4
JOSÉ RASILLA
CORRAL RASILLA
PEUGEOT 208 RALLY4
FPAK JUNIOR TEAM
LEANDRO COSTA
LILIANA COSTA
PEUGEOT 208 RALLY6
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VITÓRIA EM FAMÍLIA DE
LEANDRO COSTA
O Rally de Lisboa marcou o arranque do FPAK Junior Team
2026, competição promovida pela Federação Portuguesa
de Automobilismo e Karting destinada aos jovens valores
que se querem iniciar nos ralis.
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O primeiro líder da competição foi Mário
Matias, navegado por Carlos Silva,
em Peugeot 208 Rally6. O jovem piloto
entrou muito forte, vencendo o troço de
abertura e repetindo o melhor tempo na
segunda especial de classificação, assumindo
desde cedo uma vantagem interessante
sobre Francisco Fontes / Nuno
Rodrigues da Silva, em Lancia Ypsilon
Rally6.
Contudo, a quarta especial viria a alterar
completamente o rumo da prova. Mário
Matias sofreu uma saída de estrada, sendo
obrigado a abandonar, tal como Francisco
Fontes, que também terminou aí a
sua participação no rali. Com estes dois
abandonos, a liderança passou para as
mãos de Leandro Costa e Liliana Costa,
também em Peugeot 208 Rally6.
A partir desse momento, a dupla não
mais largou o comando. Leandro Costa
geriu bem a vantagem e foi consolidando
a liderança ao longo dos troços seguintes,
aumentando gradualmente a diferença
para Guilherme Nunes, que seguia no
segundo lugar. No final do primeiro dia,
a margem era de 16,8 segundos, mas à
chegada ao final do rali a vantagem já tinha
aumentado para 56,4 segundos.
Guilherme Nunes, navegado por Rodrigues
Assunção, terminou na segunda posição,
também ao volante de um Peugeot
GUILHERME NUNES
RODRIGO ASSUNÇÃO
PEUGEOT 208 RALLY6
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208 Rally6. Apesar de nunca ter conseguido
aproximar-se verdadeiramente dos
líderes na fase final da prova, conseguiu
assegurar um resultado muito positivo na
estreia da competição.
A terceira posição ficou para Gustavo Silva
e José Janela, igualmente em Peugeot
208 Rally6, a 1m03,5s dos vencedores. A
dupla chegou a discutir o segundo lugar
e manteve-se durante boa parte da prova
na luta direta com Guilherme Nunes, mas
acabou por perder algum terreno na parte
final. Ainda assim, a diferença entre o
segundo e o terceiro classificados foi de
apenas 7,1 segundos.
No quarto lugar terminaram José Coelho
Lima e Frederico Gonçalves, em Peugeot
208 Rally6, a 3m40,6s da frente. Foram,
de resto, apenas quatro as equipas que
conseguiram chegar ao final, entre as
sete que iniciaram a primeira prova do
FPAK Junior Team.
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GUSTAVO SILVA
JOSÉ JANELA
PEUGEOT 208 RALLY6
JOSÉ COELHO LIMA
FREDERICO GONÇALVES
PEUGEOT RALLY6
FRANCISCO FONTES
NUNO RODRIGUES DA SILVA
LANCIA YPSILON RALLY6
MÁRIO MATIAS
CARLOS SILVA
PEUGEOT 208 RALLY6
PÓDIO
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AFONSO SANTOS
ALEXANDRE RODRIGUES
PEUGEOT 208 RALLY4
AFONSO SEIXAS
FRANCISCO PONTE
RENAULT CLIO RALLY5
AMÉRICO GOUVEIA
LUÍS NEVES
PEUGEOT 208 RALLY4
ANTON KURZAN
PAVLOV KONONOV
PEUGEOT 208 RALLY4
CARLOS MARREIROS
RICARDO BARRETO
RENAULT CLIO RALLY5
FILIPA TINTIM
MARIANA TINTIM
RENAULT CLIO RALLY5
GONÇALO REGO
PEDRO CASTRO
PEUGEOT 208 RALLY4
IAGO GABEIRAS
IAN QUINTANA
PEUGEOT 208 RALLY4
JOÃO SANTOS
MIGUEL SANTOS
PEUGEOT 205 GTI
LARA RODRIGUES
PEDRO BAIONA
KIA PICANTO
LUÍS MOTA
ALEXANDRE RAMOS
RENAULT CLIO N5
PEDRO CÂMARA
JOÃO CÂMARA
PEUGEOT 208 RALLY4
RICARDO SOARES
GONÇALO REGO
PEUGEOT 208 RALLY6
RUI PEREIRA
JOÃO MIRANDA
OPEL ASTRA GTC
VASCO TINTIM
CARLOS PEREIRA
RENAULT CLIO RALLY5
CLASSIFICAÇÃO FINAL
VENCEDORES DOS TROÇOS
ARMINDO ARAÚJO (1)
PEDRO ALMEIDA (2)
RÚBEN RODRIGUES (5)
GONÇALO HENRIQUES (1)
RICARDO TEODÓSIO (1)
COMANDANTES SUCESSIVOS
ARMINDO ARAÚJO (PEC 1)
PEDRO ALMEIDA ( PEC 2 A 10)
1 o PEDRO ALMEIDA / ANTÓNIO COSTA TOYOTA GR YARIS RALLY2 55M53,6S
2 o RÚBEN RODRIGUES / RUI RAIMUNDO TOYOTA GR YARIS RALLY2 +1.0S
3 o JOSÉ PEDRO FONTES / INÊS PONTE LANCIA YPSILON RALLY2 +25.1S
4 o RICARDO TEODÓSIO / JOSÉ TEIXEIRA CITROËN C3 RALLY2 +28.5S
5 o GONÇALO HENRIQUES / GONÇALO CUNHA HYUNDAI I20 RALLY2 +29.5S
6 o ARMINDO ARAÚJO / LUÍS RAMALHO SKODA FABIA RS RALLY2 +33.1S
7 o RAFAEL RÊGO / NUNO MOTA RIBEIRO TOYOTA GR YARIS RALLY2 +1M03.1S
8 o DIOGO MARÚJO / JORGE CARVALHO SKODA FABIA RS RALLY2 +1M34.1S
9 o JOÃO BARROS / JORGE HENRIQUES SKODA FABIA RS RALLY2 +1M41.1S
10 o RUI MADEIRA / MÁRIO CASTRO HYUNDAI I20 RALLY2 +2M04.9S
11 o GUILHERME MEIRELES / PEDRO ALVES SKODA FABIA RALLY2 EVO +2M49.6S
12 o PAULO NETO / CARLOS MAGALHÃES SKODA FABIA RS RALLY2 +2M57.1S
13 o JOÃO RODRIGUES / BRUNO CARVALHO PEUGEOT 208 RALLY4 +4M11.5S
14 o HENRIQUE MONIZ / JORGE DINIZ SKODA FABIA RALLY2 EVO +4M38.2S
15 o DANNY CARREIRA / MARCO VILAS BOAS PEUGEOT 208 RALLY4 +5M10.1S
16 o PEDRO GASTÃO / MARCO MACEDO PEUGEOT 208 RALLY4 +5M38.2S
17 o GIL ANTUNES / DIOGO CORREIA DACIA SANDERO R4 +5M46.9S
18 o PAULO CALDEIRA / RICARDO FARIA SKODA FABIA RALLY2 EVO +5M55.3S
19 o PEDRO SILVA / VALTER CARDOSO LANCIA YPSILON RALLY4 +6M11.2S
20 o RAFAEL CARDEIRA / LUÍS BOIÇA PEUGEOT 208 RALLY4 +6M28.7S
21 o HÉLDER MIRANDA / MARIANA MACHADO PEUGEOT 208 RALLY4 +6M43.5S
22 o NUNO COELHO / RICARDO CUNHA PEUGEOT 208 RALLY4 +6M52.2S
23 o MIGUEL CARVALHO / ANTÓNIO REIS RENAULT CLIO RALLY4/5 +8M16.0S
24 o LUÍS CAETANO / DAVID MONTEIRO RENAULT CLIO RALLY4/5 +8M18.7S
25 o TIAGO PEREIRA / FERNANDO PEREIRA RENAULT CLIO RALLY4/5 +8M28.9S
26 o RICARDO SOUSA / LUÍS MARQUES SKODA FABIA RS RALLY2 +9M25.3S
27 o BRYN JONES / MAX FREEMAN PEUGEOT 208 RALLY4 +9M35.9S
28 o HENRIQUE SILVA / FÁBIO RIBEIRO RENAULT CLIO RALLY4/5 +11M01.5S
29 o NELSON TRINDADE / RAQUEL GRAÇA SKODA FABIA N5 +11M01.6S
30 o DAVID BRITES / JOSÉ ALMEIDA RENAULT CLIO RALLY4/5 +11M32.7S
31 o HUGO LOPES / MAGDA OLIVEIRA HYUNDAI I20 RALLY2 +11M38.0S
32 o AFONSO SEIXAS / FRANCISCO PONTE RENAULT CLIO RALLY4/5 +11M38.6S
33 o LEANDRO COSTA / LILIANA COSTA PEUGEOT 208 RALLY6 +11M44.9S
34 o GUILHERME NUNES / RODRIGO ASSUNÇÃO PEUGEOT 208 RALLY6 +12M41.3S
35 o JOAQUIN LA BARRERA / BORJA RASILLA CORRAL PEUGEOT 208 RALLY4 +12M45.3S
36 o GUSTAVO SILVA / JOSÉ JANELA PEUGEOT 208 RALLY6 +12M48.5S
37 o CRISTIANO GIL / ANTÓNIO M. COELHO RENAULT CLIO RALLY4/5 +12M52.4S
38 o AMÉRICO GOUVEIA / LUÍS NEVES PEUGEOT 208 RALLY4 +14M55.2S
39 o JOSÉ LIMA / FREDERICO GONÇALVES PEUGEOT 208 RALLY6 +15M25.5S
40 o VASCO TINTIM / CARLOS PEREIRA RENAULT CLIO RALLY4/5 +16M05.3S
41 o FILIPA TINTIM / MARIANA TINTIM RENAULT CLIO RALLY4/5 +17M17.6S
42 o JOÃO SANTOS / MIGUEL SANTOS PEUGEOT 205 GTI +18M27.6S
43 o MANUEL VISTAS / SANDRO CARVALHO FORD FIESTA RALLY3 +20M25.2S
44 o DUARTE MONTEIRO / NUNO DUQUE RENAULT TWINGO RS +27M05.3S
45 o LARA RODRIGUES / PEDRO BAIONA KIA PICANTO +39M24.2S
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