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Comunicação Ibadepiana - 04ª Edição

Comunicação Ibadepiana - 04ª Edição #compartilhe

Monitor(a) do Núcleo

Monitor(a) do Núcleo (Professor(a)): É quem conduzirá a orientação e direção do ensino, esclarecendo dúvidas e fazendo a explanação de cada lição. Sugerimos que o(a) mesmo(a) tenha noções básicas para conduzir a aula de forma produtiva e organizada. Realizar junto com os alunos os exercícios contidos no final de cada lição, com o propósito de verificar o índice de aproveitamento do conteúdo aplicado. Se nomeado(a) pelo diretor, deverá preencher as seguintes prerrogativas: 1) É dever do(a) monitor(a) saber ensinar; 2) Deve ter conhecimento sistemático da Bíblia; 3) Ter conhecimento da sequência normal das partes que constituem as lições, bem como o tempo necessário para a exposição do conteúdo, sem que ultrapasse o previsto para a duração de cada aula; 4) Em relação à espiritualidade, o(a) monitor(a) deve ser dedidado à oração, cheio do Espírito Santo e de fé (At 6). Monitor(a): Endereço: Cidade: Fone Res.: E-Mail: Escolaridade: Monitor(a )do Núcleo Bairro: Estado: CEP: Celular: Dt.Nasc: Cargo na Igreja: Curso Teológico: Secretário(a)/Tesoureiro(a) do Núcleo O(a) Secretário(a)/Tesoureiro(a) do Núcleo: É quem realizará tudo o que diz respeito a secretariar o Núcleo e acumulará também a função de tesouraria. Deverá ter boa caligrafia, suporte cultural e ser confiável, pois todo o material da secretaria implica em sigilo, discrição e segurança. Se nomeado(a) pelo diretor, será responsável por: 1) Preenchimento dos formulários enviados pelo IBADEP; 2) Cooperar com o(a) Coordenador(a) e com o(a) Monitor(a) quando necessário, para a aplicação das avaliações e correções das mesmas, lançamento das notas no formulário ‘‘Registro de Presenças e Notas’’; 3) Passar informações aos alunos relacionados à Secretaria e Tesouraria; 4) Manter em dia o recebimento dos livros no Núcleo, para que não ocorra atraso no pagamento e assim fique prejudicada a remessa seguinte de livros; 5) Deverá prestar contas ao Diretor e ao(à) Coordenador(a), sempre que lhe for solicitado. Secretário(a)/Tesoureiro(a): Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Fone Res.: Celular: Dt.Nasc: E-Mail: Cargo na Igreja: Por ser expressão da verdade, assinamos: , de de 20 . Pastor Presidente/Diretor Coordenador Monitor Secretário/Tesoureiro ‘‘Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça.’’ 2° Timóteo 3:16 08| IBADEP - Comunicação IBADEPIANA

Artigo STELIO Rega, Loureço Teólogo, eticista e escritor (www.etica.pro.com) A ética e a opção na orientação sexual A ética e a opção na orientação sexual. Duas citações q e u s a í r a m recentemente nos jornais aqui em São Paulo indicam uma tentativa de buscar outros rumos para o estabelecimento da verdade. A primeira foi de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que “o órgão sexual é um plus, um bônus, um regalo da natureza. Não é um ônus, um peso, um estorvo, menos ainda a reprimenda dos deuses”. Quando se fala que o órgão sexual é u m p l u s d a n a t u r e z a h á c o n s c i e n t e rejeição de fatos c i e n t í f i c o s c o n s a g r a d o s c o m o a integralidade do corpo. O corpo é o que é. Nada é um plus da natureza, porque simplesmente tudo o que o nosso corpo possui constitui sua própria natureza. Dizer que o órgão sexual é um plus da natureza seria o mesmo que sossegar diante da cegueira, que seria facilmente justificável com a afirmação paralela de que os olhos são um plus da natureza. O mesmo sobre a fala, a audição. Além disso, ninguém justificaria o desejo de ficar com os olhos fechados pelo resto da vida, em silêncio ou mesmo colocando um tampão nos ouvidos afirmando que os órgãos desses sentidos são um plus da natureza. O que o ministro do STF fez foi apenas um joguete de palavras cientificamente insustentáveis. A outra afirmativa veio de um defensor do neoconceito de orientação sexual e identidade de gênero como opções possíveis para cada um que queira rejeitar a natureza biológica corporal como indicativa da natureza sexual. O autor afirma que a identidade de gênero ou orientação sexual deve ser objeto de decisão de cada um sem influência da sociedade, que a h e t e r o s s e x u a l i d a d e n ã o é p ro veniente d a o r i e nta ção corporal, mas uma imposição [da sociedade] sobre a vontade Assim viveremos num mundo em que cada um faz o que quer e o pior, o que o seu coração e os seus impulsos irresisvelmente ordenam. pessoal. Como resultado, os heterossexuais são vítimas compulsórias dessa imposição. Temos aqui um argumento: o ministro do STF - corroborando a cultura como fome de verdade, e o outro argumento rejeitando a cultura [produzida pela sociedade] nesse papel. Mas esse último acaba sendo vítima de sua própria hipótese, pois se, de um lado rejeita a pressão da cultura sobre a busca da identidade de gênero e orientação sexual, acaba sendo fruto da própria semeadura do imperativo da cultura sobre as opiniões; pois na verdade o articulista nada mais faz do que buscar comprovação do que é culturalmente hoje disseminado. Além disso, essas duas hipóteses são fruto do imperativo da autonomia humana semeada pela chamada pós-modernidade, que elimina qualquer metanarrativa ou padrão ético que possa ser aceito como universal de modo a sustentar a sobrevivência de todos por meio de valores éticos mínimos. Assim viveremos num mundo em que cada um faz o que quer e o pior, o que o seu coração e os seus i m p u l s o s i r r e s i s t i v e l m e n t e ordenam. O resultado disso já é perceptível ao observarmos a banalização da sexualidade, que acaba sendo reduzida à mera s a t i s f a ç ã o d e i m p u l s o s i m e d i a t i s t a s e deixa de ser parte constituinte de relacionamento histórico íntimo e durável. A sexualidade se banalizou. O mesmo pode-se dizer a respeito do aumento da violência e da sofisticação. Esses dois exemplos indicam o imperativo da vontade própria e autônoma em busca da satisfação pessoal imediata custe o que custar. Se o uso desses estratagemas continuarem, logo teremos a defesa da pedofilia, poligamia, homicídio. A defesa das drogas já está a caminho, pois o STF já permite a manifestação favorável. Aonde vamos parar? STELIO Rega, Loureço. Artigo extraído da revista Eclésia ano 15. Ed 149 - pg.52 09| IBADEP - Comunicação IBADEPIANA

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