Histórias de Nós

kazuapro

Poemas de nós dois

Histórias de Nós

Todos os dias serão de festa, música, dança e poesia...

Elis Vasquez

Ramón Vasquez


Ah se eu pudesse

Se eu pudesse

Tomaria café ao seu lado

Pegaria na sua mão

Te daria o beijo guardado

Te preparava um pedaço de pão

Olharia nos teus olhos

Diria o quanto você é especial para mim

Isso repetiria até o fim

Ah Se eu pudesse

Te beijaria calma e lentamente

Suspiraria perto do seu ouvido

Sussurraria sorridente

Que bom que estas aqui

Maravilhoso é me deixa te amar

A cada dia me deixa de ti cuidar

Se eu pudesse

Afagaria os teus cabelos

Os colocaria entre os meus dedos

Te traria para perto

Te abraçaria não de uma forma qualquer

Mas como se não houvesse outra vez

Te chamaria de minha, minha mulher

Ah se eu pudesse

Te colocaria encostada no meu peito

Só para poder compassar meu respirar com o teu

Mudaria para me encaixar no teu jeito

E quando chegasse a noite

Simplesmente me abandonaria aos seus cuidados

Me largaria

Com a certeza de que você me cuidaria

Se eu pudesse

Tudo que escrevi e sonho se realizaria

Não como mágica

Ilusória e temporária

Mas como obra de engenharia

Palpável e duradoura


Infinitivos

Amo teu olhar

Desejo te Beijar

Me perco no teu abraçar

Mergulho no teu sentir

Da tua presença não quero ir

Não sei o que fazer

Pra sempre te ter

Em tuas partidas chego a me perder

Só me resta esconder

Todo o meu bem querer

Pra quando você voltar

Poder te dar meu olhar, meu beijar e meu abraçar

Pelo simples fato de te amar


Encontros

Que assim seja amor

Afinal, amor não seria

Se assim não fosse

Mesmo no salgar dos olhos, doce

Na ausência a saudade

Na presença a felicidade

Ao encontrar teu olhar

A espera do meu passar

Coração em ritmo forte

Tenho realmente sorte

De ter me encaixado em minha metade

Agora vivo não de sombras, mas de verdade


Suborno

Te darei um milhão em beijos

Se satisfizer meus desejos

Simples, são os mesmos...

Carinhos sem fim

Sua língua passeando em mim

Te cubro de abraços fortes

Se em troca os aceitar

E em meu ombro se encaixar

Fechar os olhos como quem chega em casa

E ao pé do ouvido sussurrar...

Prometo ficar

Te levo pra passear no céu

Mesmo que seja em minha boca

Vai descobrir que minha vontade não é pouca

De dar-te minha vida de qualquer maneira

Só pra que fique comigo a noite inteira

Desse crime sou réu confesso

Quero comprar tua serenidade no olhar

Só pra menina dos teus olhos eu namorar

Minha culpa te querer subornar

Mas é por causa boa

Só pra poder ornar

Minha história com a tua

Eu sol e você minha lua


Uma tarde qualquer

Cobertores bagunçados, meias nos pés

Brigadeiro de colher e na nuca um cafuné

Chuva caindo na janela e beijos molhando os lábios

Anavitoria tocando, mas nos ouvidos os sussurros soando

O amor está no ar e também em nosso olhar

Um doce sonho ou um lindo pesadelo

Seja o que for não quero acordar de você

Eu sol e você minha lua


Permanência

Seu beijo continua em minha boca

Sensação que me deixa louca

Seu gosto em minha língua

Salivo por te sentir ainda

Seu toque passeia pelo meu corpo

Arrebata minha razão como num sopro

Pelos de pé mesmo depois

Basta imaginar nós dois

Seu cheiro fica em minha roupa

Estou vestida de você

Sem a tua, minha alma parece pouca

Sua essência marca meu viver

Sua respiração no meu ouvido

Juras de amor que não duvido

Palavras que ficam

Me implodem e edificam

Detalhes impossíveis de esquecer

Basta você permanecer


A troca

Trocaria todas as vezes que me achei

Por me achar perdido em teus lábios

Trocaria todas as vezes que perdi o fôlego

Por suspirar de amores por você

Trocaria todas as primeiras vezes

Por ter-te continuamente um dia por vez

Trocaria todos os lugares que conheci

Por conhecer seu prazer

Trocaria todas os céus que vi

Por ver o encarnado do céu de tua boca ao sorrir

Trocaria tudo que toquei

Por ser tocado em meu coração pelo teu

Trocaria todas as mulheres que tive

Por ter todas elas em você

A troca pode ser insana ao que lê

Trocaria a sanidade pela loucura de amar você


Meu lugar preferido

Olhar você é um assombro!

Me espanto de minha cegueira

Como não percebera a beleza de teu ombro?

A curva perfeita em que se abriga teu aroma

Lugar em que se formam redemoinhos de arrepios

Ao chegar perto, sem tocar, aparece o salivar

Minha boca, minha língua, tem um único desejar

Sentir tua pele, provar de teu gosto

De tão perto do rosto, sinto teu respirar

Lugar perfeito para começar a amar

Observo seu corpo mudar, mesmo sem te tocar

Ajeita os cabelos e me deixa ver melhor

Gravo cada detalhe, para saber de cor

Quando a distância se por entre nós

E nos nós de nós dois como fitas amarradas no dedo

Não me deixam esquecer da perfeição que é ter você

Me aninho em meu lugar favorito

Do teu ombro não preciso gritar

O sussurro me basta para declarar meu amor

E se palavras faltarem, basta cumprir meu desejo

Alcançar teu corpo com um beijo

E de tua essência me saciar


Meu adorável carrasco

Ah, o amor! Como fugir desse adorável verdugo?

Como escapar de suas doces prisões?

Como não me deixar prender por seu julgo?

Como não me entregar as suas coerções?

Permito algemar meu coração

Vai, leva embora toda minha razão

Arranca de mim todos os sentidos

Pois não há sentido em amar

Se de corpo e alma não me entregar

Castiga-me com açoites de beijos da minha amada

Fere-me o orgulho, faz-me vida desarmada

Entrega-me a ela nu para o prazer tortura

Leva-me rendido as mãos da loucura

Ah, o amor! Não consigo escapar de teus muros

Não tenho forças, o desejo se extinguiu

Estou indefeso, não fujo dos sussurros

Ao pé do ouvido, quando ela me canta você

A vontade única que me resta

É a de me deixar sorver até não mais ser

Apenas desaparecer dentro do coração dela

Fazer dali morada eterna e encontrar paz


Desconsolo

Que me perdoem os céus!

Mas não há o que fazer...

Que me perdoem os céus!

Mas não sei como viver.

Se é um erro esse amor,

Sou o pior pecador.

Se é loucura,

Me internem por favor.

Não imaginava que era possível,

Talvez por isso o espanto.

E por ter sido imprevisível

É que me gera tanto encanto.

Mesmo sendo bobos os versos,

Com rimas e palavras infames

Traduzem toda minha alma que a você está presa como que

por arames

Se me fosse permitido, cantaria para o mundo ouvir,

Todos invejariam o meu canto, pois em cada verso falo de ti

A cada dia esse amor aumenta em meu peito, a ponto de

explodir,

Por causa do martírio, que é sua ausência, penso em desistir.

Se tiver que desistir de amar

Desisto também de viver,

Hoje para mim são sinônimos o respirar e te bem querer


Obrigado por você

Obrigado por ser minha festa, meus fogos de artifício

Obrigado pelo teu sorriso, fez de minha vida alegria, não ofício

Obrigado por ser meu porto, minha âncora

Obrigado pelo teu colo, nele encontro segurança

Obrigado por ser minha montanha, meu castelo, meu abrigo

Obrigado pelo teu coração que está sempre comigo

Obrigado por ser minha praia num dia de sol

Obrigado por tuas mãos, seu toque meu crisol

Obrigado por ser minha cabana num dia de frio

Teus beijos me envolvem como quem entra num rio

Obrigado por ser você, se não fosse você, não seria ninguém


Devaneios

Ainda bem que sabes me ler

Por que as palavras me faltam

Minha alma grita

Desesperada, por ti

Já não sabe lidar com sua ausência

Insana, deseja-te e insiste que és só dela

Como fazê-la entender que não é essa a hora?


Amor etílico

Como não me embebedar de amor?

Como dizer que o amor não é etílico

Se meu amor por você

Me faz perder os sentidos?

A razão se evapora

Quando bebo teus beijos

Revelo meus segredos

A qualquer, em qualquer hora

Como dizer que o amor não é etílico

Se me faz as pernas tremer?

O caminhar se perde

Quando penso em te ver

Busco o teu olhar

Denunciando meu vício

Salivo, só de pensar

Provar novamente teu cio

Como dizer que o amor não é etílico

Se basta um gole de teu sorriso

Para entender que estou no paraíso

e subverter o caos em ordem?

Sou ébrio

E não consigo dormir

Preciso sorver

Todo amor antes de ir


Meu mar

O que não daria

Para navegar em seu corpo

Em dia de calmaria

Aproveitar o som de teus cabelos

E no ondulado dos mesmos

Me ancorar de amor

Poderia olhar o sol

Refletido no teu sorriso

Na tua pele morena

Descobrir segredos

Que só se revelam

De forma serena

Ah, se pudesse sentir

As águas de teus beijos

O frescor de teus carinhos

Jamais sairia dali

Meu mar é você

Minha calmaria é você

E em você quero navegar

Todos os dias

E Nas tempestades

Aportar em teu coração


Incendeia-me

Lendo seus versos consigo te ouvir

Meu coração acelera, parece sorrir

Minhas pernas tremem

O arrepio me domina a nuca

Logo me toma por inteira

Pereço uma louca

Quando me tocas,

Algo acontece em mim

Incendeio

Queimo de desejo

Sua voz, a fagulha

Me acende dos pés à cabeça

Em chamas desejo seus lábios

Quero seu calor

Combustível perfeito, amor

Debruçada em seu peito

Ouço seus contos

De amor, me consumo

Fogo que parece canção

Dedilha-me como um violão

Faz-me enlouquecer

Apalpa-me no mais íntimo

Sente minha alma gemer

Queima-me de prazer

Sou sua, como dizes

Sou sua, como queres

Sou sua, como imaginas

Queima-me com teu amor

Consuma-me com teu desejo

Renove tudo com um beijo

Estou pronta

Ama-me, incendeia-me


Insanidade

Ah esse amor insensato...

Embebeda-me a alma

Tira-me a razão

Inimaginável, confuso, intenso

Quem diria nós dois?!

Se dissessem não acreditaria

Nossos olhos não mentem

Quando sorri de um jeito abobalhado

Respira fundo como se lhe faltasse o ar

Suspira sem saber que falar

Para que negar?

Te quero pra mim sem dias marcados

Só beijos molhados

Sua mão na minha

Corações acelerados

É loucura, insanidade, eu sei

Mas quem nunca enlouqueceu assim?

Quem nunca sonhou acordado

E se pegou com sorriso nos lábios?

Quem nunca recitou poesias ao vento

Andrade, Pessoa ou Bento?

Quem nunca passou uma noite acordado

E se arrependeu do que havia falado?

Quem nunca?

É ridículo de fato

É loucura também

Que sejamos ridículos então

Doidos varridos, sem, razão

Vivendo intensamente essa loucura que é o amor


Amor platônico

Corpos vestidos

Almas nuas

Entrega, verdade

Pureza e vaidade

Ia além da paixão

Ia além do carnal

Muitas vezes confusão

E, muitas outras, surreal

Uma pitada de medo

Uma pitada de dor

Não era um simples desejo

Mas em suma era amor

Não um amor comum

Não um amor de casal

Não um amor de irmão

Era mais que especial

Não fazia perder os sentidos

Não lhes faltava o ar

Pelo contrário

Era vida, consegues imaginar?

Poderia ser passageiro

Alguns anos nada mais

Mas para eles era eterno

Cada memória guardada

Real ou utopia?

Sanidade ou loucura?

Era muito estranho

Simplesmente a cura


Quando penso em você

Quando penso em você

Já penso em poesia

Imagino o elogio perfeito

Já na aurora do dia

Quando penso em você

Penso em emudecer

Cala-me com teus beijos

fala-me do teu bem querer

Quando penso em você

Imagino quantos mais lampejos terei

Lampejos não de felicidade

Apenas agonia

Quando penso em você

Lembro que apenas sofria

Agora vivo alegre, contente

Vibrante e sorridente

Quando penso em você

Não imagino uma melhor razão

Um melhor viver

Descanso, tenho paz então


Noite de suspiros

Quem dera fossem os de açúcar

Perco a lucidez pela ausência do ar

Os meus pensamentos são todos teus

Os tempos se confundem, ainda estão a misturar

Vejo nossos encontros de ontem hoje

Imaginando hoje os de amanhã

O agitar das circunstâncias batem meu coração como clara em

neve

Acrescentas o doce dos teus beijos mesmo que por momento

breve

O teu perfume é o aromatizante perfeito

Gotas de lágrimas acrescentam a acidez necessária para não

enjoar

Fico a pensar como foi misturada assim minha vida com a tua

O calor do dia a dia cristaliza a doce e leve lembrança de vê-la

nua

Suspiros continuarei a produzir, não os de açúcar, os de quem

ama a quem que não pode ter

A realidade me lembra então que os doces são frágeis, por

pouca pressão se desfazem

Amar-te seria colocar em risco de quebra o coração?

Certamente! Só se pode amar se for negligente

Se pararmos para racionalizar fugiremos dos riscos de sofrer

Mas há sofrimento maior que temer suspirar de amor?


Olhei o tempo

Olhei o tempo

Os teus olhos estavam nublados

Cinzenta tua face

Previsão de quebra do enlace

Erro meu

Culpa minha

O tempo perdido

O sorriso frio

Olhei o tempo

Os dias passaram depressa

Na correria egoísta

Não senti a ferida aberta

Não travei o relógio

Parei meu coração

Faltou-me um pedido de perdão

O passado não está presente

Olhei o tempo

Perdi o vento da primavera

Os segundos da razão

Sobraram tristeza e desespero

Ela não está mais aqui

Meu contentamento a seguiu

Perdi as estações e os dias

Apenas olhei o tempo


Trinta dias (ele)

Esse negócio de amor é engraçado

A gente troca beijo molhado

Não se importa de lamber corpo suado

Acha linda a lua acima do telhado

Suspira sem mais nem porquê

Junta sorrisos como num buquê

Dá vontade de gritar ao mundo

Aquilo que se diz mudo

Palavras são dispensadas

Quando um abraço nos deixa de mãos atadas

Troço estranho esses diminutivos

Mas como fazem bem aos ouvidos

Amorzinho, denguinho, gostosinho

Faz melhor o nosso caminho

Enxergamos beleza em lugares mil

Até em coisa que nunca se viu

Não se viu, pois não se olhava

Como são bonitos os olhos sorrindo

Bonitos não, bonitinhos, como sonhava

Amor faz isso com a gente

Faz comemorar bodas de beijinhos

Faz dar atenção ao canto dos passarinhos

Ah o amor...


Trinta dias (ela)

Primeiro mês casados,

Como é bom estar ao seu lado.

Trinta dias passaram voando,

E eu aqui ainda sonhando.

O pôr do sol, no fundo o mar,

Você me esperava no altar.

A nossa música tocando, e nós ali a bailar

Olhos nos olhos, parecia poder voar.

O sim mais acertado, o dia mais esperado,

O caminho está traçado, e por Deus desenhado.

Em um mês, já conheço suas manias,

E já nem ligo para suas manhas e birras.

Briguinhas sem porquê,

Mas no fim sempre o mesmo clichê:

Simplesmente amo você.

Turrões, exagerados,

Mas são assim os enamorados.

As risadas no café, e a tarde um cafuné.

Nos dias de chuva deitados,

Completamente apaixonados.

Fica comigo para sempre?

Quando falas, sei que não mente.

Meu par, minha melhor metade,

Que dure no mínimo uma eternidade.


Minha felicidade

Felicidade é palavra fácil

Que adoça a boca de quem diz

Coisa que sempre quis

Mas quem não quer ser feliz?

Vivi buscando algo assim

O caminho sempre errado

Cedi ao extremo, sofri calado

Fiz do outro alvo do meu agrado

Me iludi pensando que era o certo

Mas não há contentamento sem acerto

Felicidade não é instantânea

Não acontece de forma espontânea

Me entreguei, me conformei

“Não é pra mim”, tantas vezes pensei

A vida me surpreendeu

A você me deu

Os medos foram embora

Curado das feridas de outrora

Sei o que é sorrir agora

Sorrir de verdade, sem educação ou vaidade

Riso solto, escancarado pra vida

Sem pensar em partida

Quero ficar nesse estado de graça

Nítido até pra quem correndo passa

Minha cara de bobo, e olhos brilhando

Piegas, estou amando!

Felicidade é ser encontrado por alguém

Que te quer tão bem, que o amor não retém

É encontrar resposta pros carinhos

É saber que tem companhia pros caminhos

É discordar e se contentar com o que não se pode mudar


Sou feliz com você meu bem

Não significa que é perfeito

Apenas do nosso jeito

Sei que é de verdade, pois me quer também

Isso é suficiente, sem utopias

Tão bom e real como minha boca na tua

Como beijo estalado no meio da rua

Olhar apaixonado sob a luz da lua

Felicidade está diretamente ligada ao amor

Não pode ser feliz quem não ama

Não é só pele, prazer e cama

É entrega, renúncia e as vezes dor

Encontro felicidade todos os dias

Com você mulher da minha vida

Felicidade é palavra fácil

Que me adoça a boca

Coisa que sempre quis

Agora sei ser feliz


Um dia só

Tem dia certo para namorar

Para dizer que ama e presentear?

Namoro todo dia

Beijo o dia todo se deixar

Pensando em homenagear a ela

Fiz enfeite de porta e janela

Mas na verdade queria o coração adornar

Para que a vidinha possa lembrar

Que nele é o seu lugar

Foi reconstruído para ela poder chamar de lar

Todos os dias, o dia todo

Quero dizer de forma insana

Compreendida só por quem ama

A falta que me faz

Como sua chegada me dá paz

No fechar dos olhos sua imagem

Na boca um canto de romagem

No caminho até seu coração

Ouço o badalar de sino

Fé no amor e caminhar de peregrino

Passos forte para cumprir minha sina

Amar e desejar essa menina

Se morro e vivo continuamente

Um dia é muito pouco minha gente

Se for para fazer mimo de namorado

Quero que o dia seja dobrado

A décima potência elevado

E multiplicado por cada sorriso dado

Por cada lágrima de alegria derramada

Por cada jura de amor declarada


Quero todos os dias, o dia todo

Te devolver beijos roubados

Dar e receber abraços apertados

E quando tudo silenciar

Ao pé do ouvido declarar

Você é a mulher da minha vida

Ao seu lado quero esquecer a partida

Me estabeleço em teu colo

Faço de teus olhos minha terra, meu solo

Presentes prometo te dar

Serão canções, poesias e lembranças boas de contar

Coisa que não passa, que não amassa

Que o tempo e traça não consomem

Coisas para gente guardar

Para de eternidade a eternidade lembrar

A felicidade que hoje tem

Para saber de onde vem

Vem de corações que se completam

De vidas que se amam, se buscam e se entregam


istória de Nós é uma declaração de amor entre

Hduas almas que se completam, que vivem

entrelaçadas, passando uma pela outra,

apertando-se, sem ferir-se, apenas porque não sabem ficar

distantes, desejam estar mais perto a cada momento,

formando um nó feito do nós, ele e ela. É a verdade de

pessoas completamente racionais, céticas em muitos casos,

que descobriram o amor em sua forma mais doce e

emotiva.

O convite que fazemos é para que entrem nesse universo

que parece utópico, mas que é pleno de realidade, de amor,

de sinceridade... Venham provar desse par, que em suas

juras matrimoniais decidiram que todos os dias serão de

festa, música, dança e poesia.

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