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Não se pode deixar de

Não se pode deixar de utilizar o elemento que talvez seja o mais direto no contato com a população: O próprio gari. A distribuição de circulares, folhetos e a própria conversa do gari (desde que devidamente preparado) com a população devem ser procedimentos utilizados sempre que possível. 74

8. Situações especiais Hospitais e demais unidades de trato de saúde Os resíduos só1idos produzidos nestes locais requerem providências bastante particularizadas desde o seu acondicionamento até a disposição final. Atualmente, muitos técnicos consideram que o procedimento ideal para este caso é: - o acondicionamento do lixo, no momento de sua geração, em recipiente metálico ou de plástico rígido, padronizado, guarnecido por saco plástico de cor branca leitosa e que atenda as demais especificações da NBR-9191 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT; - o transporte interno dos resíduos acondicionados deverá ser feito por meios manuais ou mecânicos, obedecidos os requisitos de segurança de forma a não proporcionar o rompimento do acondicionamento e evitando-se o transito por locais de maior potencial de risco; - a colocação, por funcionário treinado do próprio estabelecimento, dos sacos plásticos contendo os resíduos dentro de contenedores providos de tampa, em local na área externa, adequadamente protegido e de fácil acesso ao pessoal da coleta; - a remoção e transporte do lixo acondicionado nos sacos plásticos em veículo coletor específico, fechado e sem compactação, até o local de disposição final; - a queima do lixo em incinerador adequadamente projetado, a alta temperatura e o respeito à legislação ambiental no que se refere à liberação dos gases da combustão para a atmosfera. Pode-se perceber que atender a toda estas condições ideais é uma tarefa difícil de ser cumprida por grande parcela dos Municípios brasileiros, tendo em vista especialmente: - a falta de informação técnica sobre o assunto; - a inexistência de incineradores em muitos hospitais e casas de saúde, tanto particulares como governamentais, devido ao alto custo de instalação, operação e manutenção de tais equipamentos; - a impossibilidade, por parte de muitos órgãos de limpeza urbana, de manter um veículo exclusivo para a coleta desses resíduos, principalmente em cidades com poucas unidades hospitalares. Entretanto, o administrador não pode recuar diante de tais dificuldades. Tem de inventar saídas. Alguns cuidados mínimos podem ser tomados, como por exemplo: - no interior das unidades de trato de saúde, acondicionar os resíduos em recipientes metálicos ou de plástico rígido guarnecidos com sacos plásticos resistentes e bem fechados; 75

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