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Revista Vida, Solidariedade, Sardoura - 2ª Edição

SUMÁRIO Visita da

SUMÁRIO Visita da Secretária de Estado 4 Propriedade Centro Social de Santa Maria de Sardoura Quinta da Devesa 4550-743 Santa Maria de Sardoura Telf.: 255 698 013 E-mail: geral@centrosocialdesardoura.com www.centrosocialdesardoura.com Direção José António Rocha Cristina Fernandes António da Rocha Maria da Silva Angelina Cunha Pereira Ana Raquel Santos Hélio Rocha Nazaré Rocha 1000 exemplares Editorial 3 Oficinas Inclusivas 6 Feira Social 8 CSSMS em Movimento 10 CSSMS Entrevista 14 Sugestões dos Formandos 15 Edição Tiragem 2 Formação Informações úteis Formação Pedagógica Inicial para Formadores/as Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) para exercer a atividade de formador/a Habilitações: mínimo 9º Ano Idade: mínimo 18 anos Tipologia 3.2 Cursos de Ensino e Aprendizagem Dupla certificação: profissional e escolar, 12º ano (nível 4 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações) possibilitando a progressão nos estudos. Habilitações: 9º ano ou ensino secundário incompleto Idade: 16 aos 24 anos Tipologia 3.01 Qualificação de Pessoas com Deficiência e/ou Incapacidade Dotar as pessoas com deficiências e incapacidades de conhecimentos e competências necessárias à obtenção de uma qualificação profissional Formação Inicial - Longa duração Habilitações: mínimo 4º ano, máximo 8ºano Idade: 16 aos 65 anos Contactos úteis Centro Social de Santa Maria de Sardoura Polo Formativo Cooperatipaiva - Hotel S. Pedro Junta de Freguesia de Sta. Maria de Sardoura Câmara Municipal de Castelo de Paiva GNR - Castelo de Paiva Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva Centro de Saúde de Castelo de Paiva Extensão de Saúde de Sardoura Extensão de Saúde Oliveira do Arda Farmácia Marques Lopes (Sardoura) Farmácia Adriano Moreira Farmácia Central Farmácia Pinho Lopes (Oliveira do Arda) Hospital Padre Américo - Vale do Sousa Hospital S. Sebastião Serviço Local de Segurança Social Gabinete da Rede Social Repartição de Finanças Hotel S. Pedro Formação Contínua - Curta duração Habilitações: não definidas Idade: 16 aos 65 anos Aplicação de produtos fitofarmacêuticos Este curso pretende capacitar os participantes para a manipulação e aplicação segura de produtos fitofarmacêuticos, minimizando os riscos para o aplicador, o ambiente e o consumidor. Requisitos: Escolaridade mínima obrigatória à data de nascimento. Podem ser aceites formandos que não disponham da escolaridade mínima, desde que comprovem saber ler, fazer cálculos simples e interpretar um texto. CSSMS - Entidade formadora certificada pela DRAPN Mais informações /inscrições - Polo formativo Cooperatipaiva (Hotel S.Pedro) 255 698 013 914 797 968 255 689 072 255 689 500 255 690 380 255 690 550 255 690 280 255 699 725 255 762 234 255 689 515 255 689 440 255 689 310 255 762 239 255 714 000 256 379 700 808 266 266 255 689 320 255 699 381 255 689 468 RevistaVidaSSjunho16Grafica.indd 2 23-09-2016 23:19:37

EDITORIAL A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA SOCIAL, EM PORTUGAL Na minha qualidade de fundador e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Centro Social de Santa Maria de Sardoura (CSSMS), uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social, chego por esta via até vós. Para quem ainda não saiba, as IPSS’s são instituições sem finalidade lucrativa, não administradas pelo Estado, quer central quer local e são criadas por iniciativa de particulares e com o propósito de prestar serviços sociais às populações. No caso concreto do Centro Social de Santa Maria de Sardoura, que é uma IPSS estatutariamente de âmbito nacional, presta atualmente apoio a utentes localizados nos concelhos de Penafiel, Marco de Canaveses, Gondomar, Sta. Maria da Feira, Cinfães e Castelo de Paiva e a sua atuação está centrada nas populações mais desfavorecidas, sendo o seu mote a “Inclusão”. O CSSMS insere-se assim, na Economia Social, que genericamente é o conjunto de atividades económico-sociais, que têm por finalidade prosseguir o interesse geral da sociedade. São por isso consideradas entidades pertencentes à Economia Social as Cooperativas, as Associações Mutualistas, as Misericórdias, as Fundações, as IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social, as Associações com fins altruísticos e outras entidades que com estas estão referidas na Lei de Bases da Economia Social (Lei nº30/2013, de 8 de Maio). Os princípios orientadores da Economia Social e plasmados nesta Lei são o primado das pessoas e dos objetivos sociais, a adesão livre e voluntária, o controlo democrático dos respectivos órgãos pelos seus membros, a conciliação entre o interesse dos membros, utilizadores ou beneficiários e o interesse social, a gestão autónoma e independente das autoridades públicas e de quaisquer outras entidades exteriores à economia social e a afetação dos excedentes à prossecução dos fins das entidades da economia social de acordo com o interesse geral. Fazendo eu parte integrante de alguns projetos na área da Economia Social e conhecendo muito por dentro esta realidade há quase duas décadas, por ter sido fundador/dinamizador de alguns projetos, posso afirmar que a Economia Social é hoje um dos pilares da sociedade portuguesa, contribuindo decisivamente para que alguns dados estatísticos que os nossos governantes debitam estejam protegidos sobre esta realidade. Nos últimos anos a Economia Social contribuiu decisivamente para a construção de uma sociedade plural mais participativa, mais democrática e mais solidária. Segundo os últimos dados, em Portugal e enquadrados na Economia Social, existem 55.383 organizações, que criaram 227 mil postos de trabalho, representando 5,5% do total de Emprego. Em muitos concelhos destes País as entidades que compõem a economia social representam a maior entidade empregadora. Para além de que estas entidades da Economia Social, nomeadamente as IPSS têm dezenas e dezenas de fornecedores e centenas de clientes sendo criadores de uma dinâmica concelhia e regional ímpar. Daí que, quando a Assembleia da República aprovou a Lei de Bases da Economia Social, o projeto foi aprovado por unanimidade, o que reflete a importância do sector da economia social. A economia social tem uma forte influência no PIB português, representando cerca de 5% no mercado de trabalho interno. Portugal foi o segundo país da Europa, a seguir à Espanha, a reconhecer com uma lei específica a importância da economia social. Mas esta é uma realidade que não se limita a Portugal. Na União Europeia a Economia Social oferece emprego pago a cerca de 14,5 milhões de pessoas, ou seja, aproximadamente 6,5% da população ativa da UE a 27, existindo cerca de 2 milhões de PME’s neste sector. Nos últimos anos de crise social que vivemos, constatou-se que foi a economia social que criou mais respostas e emprego, e a sua importância na economia portuguesa é de tal ordem que, foi criada pelo INE – Instituto Nacional de Estatística uma Conta Satélite da Economia Social publicada recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), representando este sector em 2010, 2,8% do Valor Acrescentado Bruto nacional e 5,5% do emprego remunerado, isto significa, em termos de peso relativo no VAB, que a economia social é mais importante do que certos sectores da chamada actividade tradicional. Temos aqui um novo paradigma que os mais cépticos teimam em aceitar. Um aspecto importante que a Conta Satélite da Economia Social nos refere é que em 2010, só 23,8% dos recursos destas organizações tiveram origem em transferências e subsídios: o resto correspondeu a produção (62,8%) e a rendimentos da propriedade (10,3%). Por tudo isto, é possível constatar que a Economia Social foi, é e continuará a ser, um grande suporte da economia portuguesa. Direta e indiretamente é o sustentáculo de muita pobreza encoberta, associada a um desemprego “oculto”, provocada por uma crise que tarda a sair da economia portuguesa. 3 Presidente da Mesa da Assembleia Geral Dr. Paulo Teixeira RevistaVidaSSjunho16Grafica.indd 3 23-09-2016 23:19:37

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