Jornal - Agrupamento de Escolas de Vizela

eb23.caldas.vizela.rcts.pt

Jornal - Agrupamento de Escolas de Vizela

Editorial

Poderá perguntar quem nos lê:

Quando é que nos dão

notícias mais concretas sobre as

obras na EB 2,3 ?

As expectativas são

enormes e justificadas mas

enquanto o processo não avança

vamos aproveitar para dar algumas

informações sobre outro tipo

de “obras”, não menos importantes

que estão a acontecer

dentro da comunidade escolar.

Já repararam que esta

publicação tem uma alternativa

digital, embora ainda restrita à

escola sede? Chama-se BLOCO A.

Podem consultá-lo a qualquer

hora, em qualquer lugar.

Sabem que 99% dos

alunos, do 2º ao 9º anos têm

acesso à internet nas diversas

escolas do Agrupamento?

Sabem que em todas as

salas da EB 2,3 há um projector

multimédia e que 11 delas estão

apetrechadas com quadros interactivos?

Facilitam a vida aos

professores, espevitam a atenção

dos alunos, fazendo da famosa

expressão “ir ao quadro” uma

experiência mais electrónica.

Podemos afirmar com

toda a segurança que o Agrupamento

está ligado.

Mais... é que para ensinar

através da exploração de

conteúdos multimédia adaptados

às matérias leccionadas na

sala de aula, os tais recursos

interactivos emergentes, os professores

estão a fazer formação,

às vezes sob a forma de elearning.

O trabalho colaborativo

virtual, a partilha como filosofia

de aprendizagem começa a

ganhar forma consistente.

É a cultura da inovação.

Querem notícias mais

importantes?

Votos de um Feliz Natal

a toda a comunidade educativa.

Bom ano de 2010.

N e s t a e d i ç ã o :

Sala dos

professores

Sala dos pais

Agrupamento em

Movimento

A Direcção

2

3

4

e

5

Passatempos 6

O lugar da escrita 7

Experiências 8

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E V I Z E L A

E d i ç ã o 7 0

A nova EB1 Mª de Lurdes Sampaio e Melo

Foi inaugurada a 16 de Dezembro e entrará em funções efectivas no

início do 2º período. O próximo passo no ciclo de melhoramento do

parque escolar do Agrupamento serão as obras de fundo na EB2,3.

Educação Especial em debate

As equipas do Ensino Especial e da Biblioteca do Agrupamen-

to promoveram entre 3 e 7 de Dezembro a Semana do Cidadão

Portador de Deficiência que encerrou com um debate, aberto a

toda a comunidade escolar. Ficou a ideia de que apesar de muito já

se ter feito de positivo através do esforço e dedicação dos pais, da

Direcção, dos professores de EE, dos professores das turmas em que

estão integrados, dos assistentes operacionais que lhes dão apoio,

dos Serviços de Psicologia, da Câmara Municipal e da própria DREN,

falta dar o passo que vai da integração à inclusão. O preconceito,

a falta de tempo, a falta de uma mentalidade direccionada para a

felicidade e a realização pessoal em detrimento do lucro, são barrei-

ras para muitos destes alunos que apesar de bem integrados na

escola não encontram depois respostas capazes na sociedade.

Esperam-se muitos aderentes?

Na escola juntamos a

campanha de troca de Lâmpadas com o

projecto Escola Eletrão. Esperamos o

empenho de todos: quem trouxer um

resíduo recebe uma lâmpada economizadora

no valor de mais de 4€. Temos

mais de 1000 lâmpadas para distribuir

e trocar por REEE.

É muito importante o envolvimento

da família. Temos que ser muitos!

Prof. Luís Filipe Barata

Visite o portal do Agrupamento: WWW.INSCOLA.ORG

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a mensagem

09 Dez

Pretende-se ouvir a tua opinião e as

tuas propostas, relativamente ao papel da

sexualidade e afectividade entre as pessoas

no desenvolvimento individual, respeitando

o pluralismo das concepções existentes na

sociedade portuguesa.

Vais aprender muitas coisas sobre o

tema, vais desenvolver competências que te

permitirão escolhas informadas e seguras,

vais aprender como se discutem os assuntos

no Parlamento, vais desenvolver a capacidade

de argumentação discutindo ideias

com outros jovens, com a possibilidade de

conhecer directamente os Deputados,

mulheres e homens que foram eleitos para

representar os cidadãos portugueses na

Assembleia da República.

Ao ver na prática, como os órgãos

políticos funcionam, poderás participar

melhor na vida da Escola ou da cidade. É

isto a cidadania.

Por isso, é uma honra ser eleito para

ir à Assembleia da República e vale a pena

trabalhar para isso.

Contamos convosco!

O Coordenador Geral: Prof. Carlos Alberto Costa

A alternativa

digital

na EB 2,3

Mantém-te

informado (a)!

Educação Sexual

BLOCO A

Jornal digital

EB 2,3 de Vizela

ebvizela.blogspot.com


a mensagem

P á g i n a 2

09 O

DEZ

Con-

selho

P á g i n a 2

Vive nos arredores de Madrid (capital de Espanha) e ouviu dizer que em Portugal,

com a revolução de 25 de Abril todos os estudantes transitarão de ano por passagens

administrativas… sonha que o colégio onde anda sofre um incêndio grave que o destrói, e

não é que, de facto acorda com os Bombeiros a tentarem apagar um incêndio tremendo

que deixa em ruínas esse edifício! São todos os alunos transferidos para outra escola e o

professor, que já tem demasiado trabalho com os seus alunos, resolve fazer um exame

oral e toda a matéria com apenas uma pergunta por disciplina a cada aluno:

- Carlos Alcântara, como era a vida na Pré-História, na época conhecida por

Paleolítico (pedra lascada)?

- Como funciona o nosso coração na função circulatória?

- Sr. Professor, os humanos pré-históricos eram feitos de pedra e passavam o

tempo a andar à pedrada.

do!!!

- O nosso coração apenas tem três movimentos: para trás, para diante e para-

Evidentemente que reprovou neste exame!...

O aluno Carlos Alcântara está no final do 7º ano,

tem 13 anos, está preocupadíssimo com os exames

finais em Junho de 1974.

Porém é um leitor apaixonado, escreve muito, e bem…! Obtém o 1º prémio de

conto juvenil da cidade de Madrid, pela sua fluência estilística e pela maturidade revelada

na narrativa! Estudar, estar atento nas aulas é que já não é com ele pois interessam-lhe

muito mais os acontecimentos de que ouve falar: O irmão Toni é advogado, jornalista e

vai relatando a crise que a Espanha atravessa nesses tempos de final da ditadura do general

Franco, o qual irá morrer a 20 de Novembro de 1975; a irmã Inês casou com o padre

da freguesia e foi para Paris como actriz de teatro; o pai, António Alcântara, tem uma

empresa gráfica e vai publicando revistas de sucesso; a mãe, Mercedes, tem uma empresa

de moda feminina e acompanha a evolução do vestuário europeu.

É a “voz off” de Carlos adulto que nos permite comparar os tempos actuais com

os desses anos setenta em que uns temem perder os privilégios que tinham até então e os

outros desejam uma Espanha mais europeia e democrática. A grande vantagem desta

série da televisão espanhola é colocar os personagens nos filmes e reportagens dessa época,

misturando-os com os personagens reais em inúmeros episódios…

A série portuguesa “Conta-me como foi!” acompanha parcialmente a série espanhola

através da família LOPES. Tem tido algum sucesso, mas não tem tido o apoio e

investimento que a Espanha tem posto neste reviver dos tempos de há 30 anos que só os

mais velhos puderam viver e que agora recordam…

Em Portugal eram os tempos da guerra colonial em África; em Espanha as recordações

da Guerra Civil (1936-1939) que provocou mais de um milhão de mortos. Em

ambos os países a actuação das polícias secretas, as prisões, a censura, o medo à participação

na política, a repressão das mulheres e dos trabalhadores…

Vale a pena ver como foi, para que esses tempos não voltem a repetir-se!

O Conselho Geral, que é o órgão de direcção estratégica responsável pela defi-

nição das linhas orientadoras da actividade do Agrupamento, tem a responsabilidade de

traçar as linhas orientadoras para a organização e funcionamento do Agrupamento e já

constituiu uma Comissão Permanente de acompanhamento da actividade do Agrupamento

de Escolas. Esta comissão é uma fracção do órgão que respeita a sua proporcionalidade e

pretende ser um grupo de reflexão que reunirá com a regularidade necessária com o

Director para uma melhor operacionalização das competências do Conselho Geral defini-

das na lei. A constituição final e que tem mandato para quatro anos, ficou assim defini-

da:

Rep. do Pessoal Docente – Carlos Alberto Carneiro da Costa (Presidente)

Rep. do Pessoal Docente – Carla Alexandra Lemos

Rep. do Pessoal Docente – Augusta Paula Oliveira

Rep. do Pessoal Docente – Fernanda Maria Magalhães

Rep. do Pessoal Docente – Céu de Fátima Marcos

Necessitará o homem

ainda de ser salvo?

Ao aproximarmo-nos do

Natal necessitamos de preparar o nosso

coração para comemorar o nascimento

de Jesus, Ele que veio ao mundo

com uma única missão: Salvar e Libertar

a pessoa humana. E actualmente

necessitará o homem de um salvador

ou poderá salvar-se a si mesmo? Convido-te,

leitor, a reflectir sobre isso

comigo…

O homem continua mergulhado

no obscurantismo, parece cada

vez mais catapultado pelos ideais,

pelas concepções que o auto-afirmam

mas que, ao mesmo tempo, o encurralam

num labirinto onde o mal prolifera.

As ideologias, a falta de reflexão, o

tempo diminuto para o discernimento

de conceitos, leva o indivíduo a recusar

tudo o que lhe exija comportamentos

pautados por uma verdadeira moral na

medida em que esta se encontra obstruída

e obscurecida por padrões comportamentais

por grupos de interesses

que, cada vez mais avassalam o mundo.

Talvez, em nenhuma outra época

histórica, o homem enquanto pessoa se

tenha sentido tão só, tão distante dos

outros. Tudo parece ser visto com desconfiança,

instalando-se a dúvida, o

nada, que se manifesta numa falta de

adesão aos ideais e valores cristãos e

numa desvalorização da existência. Os

valores como que entraram num processo

de ruína deixando de ser a medida.

Tudo parece cair na convicção da

inanidade, da incoerência e carência de

sentido da realidade. É neste sentido

que, já na sua época, Nietzsche estava

convencido de que tinha começado

uma época de ruína e, sobre isto escreve:

«o que eu vou contar é a história

dos próximos dois séculos. Descrevo o

que se avizinha, o que já não pode

deixar de ser de outro modo: a irrup-

Rep. do Pessoal Não Docente – Belchior Silva Martins

Rep. do Pessoal Não Docente – Cecília Maria Vilela Correia

Rep. da AP e Enc. de Educ. (Pré-escolar) - Sílvia Narcisa

Machado Lopes

ção do niilismo (...) Toda a nossa cultura

europeia se move, há muito, sob

uma pressão angustiante, que cresce

de década em década, como se se dirigisse

para uma catástrofe: inquieta,

violenta, arrebatada, semelhante a

uma corrente que quer chegar ao final

da corrida; já não reflecte sobre si, já

tem medo de reflectir sobre si». O niilismo

ergue-se como uma grande interrogação

que impregna todas as coisas.

É a reacção contra a crença de que

Deus é a verdade, convertendo-se na

crença de que tudo é falso, de que tudo

carece de sentido. Perante isto, verifica

-se que, mais do que em qualquer

outra época, o homem necessita de ser

salvo e, ao contrário do que é preconizado

por Nietzsche e pelos seus seguidores,

o homem não é um Super-

Homem como Deus. Por si só jamais

poderá ser uma ponte para um estado

superior da existência, não pode

«morrer por si mesmo a fim de se tornar

o que na verdade é, o homem

supera-se para chegar a ser ele mesmo

enquanto super-homem», não é a contra-figura

que poderá preencher o lugar

de Deus nem dissipar a Sua imagem

colocando-se no Seu Lugar. O homem

não pode ser superado pelo homem. O

homem não pode auto-salvar-se, pois é

um ser finito, exposto à mudança, à

degradação, à morte. A salvação de

que necessita vai para além de si próprio.

A história já mostrou que uma

sociedade sem Deus está condenada à

ruína, ao nada, ao niilismo.

A salvação que Deus providenciou

para cada um de nós, é algo

de belo, pois Ele não quer que um único

se perca. Ele ama cada pessoa

humana com um amor inefável e é

devido a esse grande amor que quer

resgatá-la, transformá-la, curá-la. Mas,

para que isso aconteça, é necessário

responder à iniciativa divina. Essa resposta

depende de cada um de nós,

porque Deus salva, mas nunca salva

sem que nós o queiramos. Há necessidade

de uma conversão, de uma

mudança de vida. Que neste Natal acolhamos

Jesus na intimidade do nosso

coração com a certeza que só Ele nos

poderá verdadeiramente salvar e libertar.

Rep. da AP e Enc. de Educ. (1º ciclo) – Ângela Cristina Pedrosa

Que assim seja!

Prof. Fernanda Moreira

Rep. da AP e Enc. de Educ. (2º/3º ciclos) – Carlos Jorge Matos Gonçalves

Rep. da Câmara Municipal de Vizela – Dora Fernanda Gaspar

Rep. da Câmara Municipal de Vizela - Carla Manuela Pinto Leite

Rep. da Associação Comercial e Industrial de Vizela - Sandra Cristina S. Gomes

Rep. da Sociedade Filarmónica Vizelense – Maria José Novais Ramos

Rep. dos Cursos Novas Oportunidades - Filipe André Graça de Lima

Director - Abílio José de Jesus Nunes Costa

O Presidente do Conselho Geral : Prof. Carlos Alberto Costa


Natal poesia

Natal solidão

Natal num murmúrio

e calor no coração...

Natal guerra

Natal abundância

Natal velhice

lampejo de infância...

Natal mundo

Natal lugarejo

Natal secura

ou ternura de um beijo...

Natal distância

Natal amizade

Natal presente

sem tempo nem idade!

Natal magia

Natal confiança

Natal consumismo

ou um marco para a Esperança?

Natal saudade

Natal comunhão

Natal é nostalgia

que adormece o coração...

Temos fome e sede

de calor e luz

É por isso URGENTE:

Ressuscitar Jesus!

Prof. Conceição Lima

Visita ao Convento de S. Paio—Cerveira

(O dia que não esquecerei)

09

DEZ

a mensagem

P á g i n a 3

Começava o Verão e terminavam as aulas. 20 de Junho. Eu e os meus colegas de turma, fizemos

uma visita de estudo, programada atempadamente pela professora Conceição Lima. Não foi minha formadora,

mas convivi várias vezes com ela em ambiente escolar, admirando sempre a sua organização, a vontade

de ensinar, e fazer acontecer as coisas.

O professor Carlos Alberto, deu uma boa ajuda na organização da visita e a turma foi preparando

o “farnel”, fazendo contas aos mantimentos, comida e bebidas, que cada um pudesse levar para ajudar a

passar o dia.

O autocarro da Câmara Municipal de Vizela, o modelo mais pequeno, chegou e sobrou para nos

transportar até à linda vila nortenha de Vila Nova de Cerveira.

Tempo quente e um céu azul, temperaturas previstas para esse dia na ordem dos 37 graus centígrados.

Foi um dia perfeito, reinando uma alegria muito educada no interior do nosso autocarro. Um percurso

agradável com visitas a locais interessantes e lindíssimos: Convento de S. Paio na freguesia de Loivos,

e Casa da Aldeia numa quinta de agricultura biológica, na freguesia de Gondarém. As Estátuas do

escultor José Rodrigues, o Convento de S. Paio, e a paisagem envolvente, deixaram-me desde logo fascinado.

O convívio com as pessoas presentes, engenheira agrícola, tratador da quinta, os colegas e professores

contribuiu para fazer deste dia uma data inesquecível. De regresso, eu já estremecia de saudade,

deixando para trás o rio Minho, e Espanha que dali se vislumbrava, com as ilhas Boega e a Ilha do Amores,

a separarem as duas pátrias. Partíamos na viagem de regresso, com uma breve passagem por Ponte

de Lima, com a intenção de visitar ainda, a Exposição Internacional de Jardins . Não foi possível.

Na margem esquerda do rio Lima, naquela que parecia uma praia fluvial relvada, aproveitámos

para lanchar, e quase para jantar ao mesmo tempo, dada a hora tardia ,mas ainda de dia e em convívio

animado entre todos, estendemos as toalhas, tiramos os petiscos das “marmitas”, porque o que havia

tinha de dar para todos. Terminado o “pic-nic”, foi tempo de nos levantarmos, verificando se o local ficou

limpo. Rumámos para o autocarro, cujo motorista nos aguardava, deixando aqui também testemunho de

admiração pelo seu sentido de responsabilidade, visto ser muito jovem e não ter bebido uma gota de álcool

num dia de tanto calor.

Alegrar-me, a mim e aos outros, é tudo aquilo que pretendo com esta recordação para além de

deixar uma palavrinha de muito apreço a uma professora tão especial como a professora Conceição Lima.

Também não a esquecerei.

Eu adoro o Natal. Quando penso nele lembra-me a árvore de Natal, as prendas para os filhos, as decorações,

a festa para preparar. As decorações do pinheiro proporcionam-me um espírito de paz inspirado pelas

luzes, pela neve, mesmo que seja a fingir, pelas fitas que lembram abraços, pela própria forma do pinheiro a

apontar o céu! O pisca-pisca daqui e dali, tem o efeito mágico de nos fazer sentir por momentos num mundo de

fantasia, acho que até chego a ouvir uns sininhos como no filme do Polar Express.

E o presépio?

Em minha casa é montado com todos os pormenores, desde a casinha com menino Jesus, a Maria, o José,

a vaca, o burro, as ovelhas que pastavam nas montanhas, até aos pastores e aos reis magos. Chega a parecer

uma aldeia. Gosto de olhar para ele, tão perfeito, tão sereno. Que bom seria se fosse sempre assim na realidade.

Miguel Vieira, CURSO EFA SECUNDÁRIO

Pensando bem poderá não ser tão diferente, o presépio não é mais que uma miniatura do nosso dia-a-dia, ainda que as personagens

sejam um pouco diferentes. Acredito, (por influência do espírito de Natal ou não) que o sentido da comunidade e da «aldeia» é o mesmo: unido,

fraterno, capaz de lutar pelo melhor para os seus membros, cada um no seu papel.

A todos os membros deste Agrupamento votos sinceros de um Santo e Feliz Natal.

A Presidente da Associação de Pais da EB 2,3 : Joaquina Pinto

FOTOS: Andreia


a mensagem

P á g i n a 4

09

DEZ

A acne é uma doença inflamatória da pele e é mais frequente na

fase da adolescência, uma vez que o nível elevado de hormonas sexuais

causa o aumento da secreção de sebo pelas glândulas sebáceas, provocan-

do o aparecimento de espinhas, bolhas e pontos negros principalmente no

rosto, costas, peito e ombros.

As lesões da Acne podem-se manifestar como lesões mínimas qua-

se imperceptíveis e assim permanecem por toda a adolescência. Porém, em

alguns casos, as lesões tornam-se mais evidentes, tais como: seborreia é o

excesso de secreção sebácea que ocorre no rosto e tronco; comedão é a

16 de Outubro - Dia da alimentação

Olá, somos os meninos da turma A- 1º e 2º ano e do Jardim de Infân-

cia de Lagoas. Festejamos o dia da alimentação em conjunto e realizamos as

seguintes actividades:

- Recorte de imagens com alimentos saudáveis;

- Elaboração da roda dos alimentos e divisão dos respectivos grupos;

- Colagens dos diferentes alimentos nos grupos;

- Colocação da roda dos alimentos no placar do refeitório para ornamentação;

- Diálogo entre nós sobre alguns dos aspectos mais importantes da alimentação

(quantidades recomendadas, alimentação variada…).

Trabalhamos num ambiente de grande animação, pois entoamos canções

alusivas ao tema.

Ah, já nos esquecíamos, os meninos do jardim de infância, durante a

manhã confeccionaram uma deliciosa salada de fruta, com os frutos que trouxeram

de casa, que serviu de sobremesa para todos nós!!!

lesão mais característica da Acne; pápula é a inflamação do comedão e

pústula é a evolução da pápula.

A acne conforme o tipo de lesões, pode causar cicatrizes, em alguns

casos, esta é a única consequência visível a longo prazo. As consequências

mais preocupantes são as psicológicas que ocorrem conforme o grau de

desenvolvimento da doença inflamatória e podem provocar redução da auto

-estima, vergonha de sair de casa e depressão. Em alguns casos também a

descriminação. A acne atinge a vida social do indivíduo profundamente,

pois é na adolescência que se desenvolvem as relações sociais, e acontece

o amadurecimento emocional e psicológico.

O tratamento desta doença exige uma responsabilidade do pacien-

te. Existem várias opções terapêuticas para o tratamento da Acne. Qual-

quer que seja o medicamento usado, é importante que se entenda que o

tratamento da Acne é um processo contínuo que exige semanas ou meses

para que se obtenham resultados satisfatórios.

Assim propomos que procurem um dermatologista, após o apareci-

mento contínuo de borbulhas bem como a diminuição da ingestão de doces

e/ou gorduras. Isto não é cientificamente provado mas ajuda a evitar algu-

mas borbulhas. www.Acne.com

PERRICONE, Nicolas “O fim da Acne “ Editora Campus.

Ana João, n.º3; Catarina n.º 9; Marcos n.º 18; Marlene n.º20 e Nuno n.º

22 (9.º D – Área de Projecto)

No inicio do mês de

Novembro a Turma A do Jar-

dim de Infância de S. João

visitou a Fábrica de Pão

“Celeste”, numa actividade inse-

rida no Projecto Curricular de

Turma (Alimentação Saudável).

À chegada à fábrica as

crianças foram devidamente

“equipadas” para fazer a visita,

que foi guiada pela Drª Celeste ,

pelo Engenheiro Alimentar e pelo

chefe dos padeiros. O ciclo do

pão foi seguido a rigor desde o

saco da farinha até ao pão a sair

do forno.

No final foi-nos oferecido

pão-de-ló , croissants para todos

os meninos do Jardim de Infân-

cia, o que nós agradecemos.

Foi uma actividade

espectacular.

Na EB 2,3 o Dia da Alimentação foi comemorado com diversas actividades. Foram dadas a conhecer as turmas

6ºB e 7ºE como as vencedoras do concurso escolar “Ementa mais equilibrada”, cujo prémio consistiu num almoço gra-

tuito em dia a combinar. Na cantina, durante o almoço, esteve exposta uma Roda dos Alimentos gigante onde os alu-

nos puderam actualizar a informação sobre a nova divisão dos alimentos nos oito grupos e ainda visualizar vários

deos sensibilizadores para a importância de uma alimentação equilibrada. Durante a tarde, o lanche foi diferente. No

bar dos alunos foi distribuído pão com manteiga e salada de fruta.

Os professores também não foram esquecidos e durante a manhã foi-lhes proporcionado um pequeno-almoço

mais saudável constituído por tostas com doce, salada de fruta e sumo natural de laranja.

O Dia não passou despercebido e para o ano esperamos poder proporcionar muito mais!

Alimentação saudável

Estas actividades foram uma iniciativa da Coordenadora de Educação para a Saúde em articulação com o Grupo de Ciências.


No ensino pré-escolar também existe a sensibilização às ciências e ao conhecimento do mundo. Foi

neste contexto que realizamos uma experiência . O objectivo foi descobrir porque flutua um navio pesado.

Para aqueles que queiram realizar esta experiência são necessários os seguintes materiais:

20 clips; folha de alumínio; régua; balde de água.

Corta na folha de alumínio dois quadrados com 30cm de lado.

Embrulha 10 clips num desses quadrados e amachuca-o até ficar com a forma duma bola.

Dobra para cima os quatro lados do segundo quadrado de modo a obteres uma caixinha.

Introduz 10 clips na caixinha.

Coloca a caixinha à superfície da água do balde.

Coloca a bola metálica igualmente à superfície da água.

A bola e a caixinha têm igual peso, mas a bola ocupa menos espaço que a caixinha. O volume

( ou seja, o espaço que ocupa ) de um dado objecto, juntamente com o seu peso, é que vão determinar

se o objecto flutua ou não. A caixinha é oca e está, portanto, cheia de ar que pesa menos do que

a água e é isso que a vai fazer flutuar.

Os grandes navios são muito pesados e para poderem flutuar têm que ter compartimentos ocos cheios de ar.

09

DEZ

a mensagem

P á g i n a 5

Esperamos que se divirtam e aprendam tanto como nós ao realizarem esta e outras experiências! JI Maria de Lurdes

O Nosso Magusto decorreu com

muita alegria e brincadeira. Fizemos a

fogueira no recreio com a caruma que

trouxemos de casa. Cantámos canções à

volta dela. O fumo ia para os mais boni-

tos. Eram tantos…os bonitos, claro!

Comemos as castanhas quenti-

nhas e saborosas e fizemos uma dramati-

zação da Lenda do Verão de S. Martinho.

A professora Margarida participou

no nosso almoço e, de tarde, recebemos

a visita do Director do Agrupamento bem

como da sua equipa.

Registámos esta actividade dese-

nhando com carvão. Foi muito engraçado

e divertido!

JI Campo da Vinha

Os alunos da EB1/JI do Monte no

dia de S. Martinho foram presenteados

com o bom tempo para comer as castanhas

e beber o suminho. Foi dramatizada

a lenda de S. Martinho com a

presença de Pais.

Procedimento

Resultado:

A caixinha flutua e

a bola afunda-se

No passado dia 18 de Novembro, durante a manhã, a nossa turma

foi visitar o Centro Regional de Sangue do Porto. À chegada fomos amavel-

mente recebidos pela técnica Conceição que nos direccionou para uma sala

onde explicou como era constituído o sangue, como se processa a recolha e

tratamento do sangue doado e que ainda nos convenceu a tornarmo-nos

dadores indirectos, uma vez que não temos idade para podermos ser dado-

res directos, não assumindo comportamentos de risco.

Após um vídeo esclarecedor sobre este líquido tão importante e todo

Olá, nós somos um grupo de crianças de 4/ 5 anos do J.I. do Monte.

Gostamos de ouvir histórias e fazer teatro. Com a história da “A Quadradinha”

trabalhámos ainda as formas geométricas.

o trabalho desenvolvido desde a recolha à distribuição dos vários componentes do sangue pelos diferentes hospitais,

seguiu-se uma visita guiada a todo o centro, incluindo sala de recolha onde tivemos a sorte de poder assistir à recolha de

sangue de quatro dadores directos.

Visita ao Centro Regional de Sangue do Porto

A visita foi muito interessante e permitiu-nos reconhecer a importância da dádiva de sangue.

O nosso MUITO OBRIGADO à Associação de Dadores Benévolos de Vizela, por nos ter proporcionado esta visita.

Galeria de arte da Turma E 3º ano da Escola da Devesinha

Os alunos do 9º D


a mensagem

P á g i n a 6

O grito do

pato não faz

eco, não se

sabe porquê.

O isqueiro foi

inventado

antes dos

fósforos

Cada pessoa perde

cerca de 40

KG de pele

durante toda a

sua vida.

09

DEZ

É fisicamenteimpossível

lamber o

próprio cotovelo

Mais germes se

transferem num

aperto de mão do

que num beijo.

Andreia Ferreira

Bruna Fernandes

Fernando Vieira

Pedro Costa

Vânia Pereira

9ºD

peso, melância

Soluções: Castanha, livro, não

sei!, chuva, botão, garfo,

1

Qual é a coisa

qual é ela

que tem três

capas no

Inverno?

Qual é o

cúmulo da

ignorância?

O que é que é

que dá tudo o

que tem e fica

com tudo o

que tem?

3

Recolha do

Diogo Santos,

6º E

2

Prémio Nobel da Paz: Barack Obama.

Prémio Nobel da Literatura: Herta Muller.

Dos 320 alunos inscritos participa-

ram 252. O mau tempo que se fez sentir

no dia anterior poderá ter contribuído para

desencorajar alguns alunos.

A prova decorreu sem incidentes.

Agradecemos mais uma vez a colaboração

dos Bombeiros Voluntários de Vizela. Ainda

bem que não foi necessária a sua intervenção.

Os profs. De Educação Física

Diverte-te e encontra todas as respostas às adivinhas…

Qual é a coisa qual é ela

que cai em pé e corre deitado?

Qual é a coisa qual é ela

que mal entra em casa se põe

logo à janela?

Qual é a coisa qual é ela que

tem dentes e não come?

O que é que um burro faz em

cima de uma ponte?

Qual é a coisa qual é ela que é

verde por fora e vermelha por dentro?

Prémio Nobel da Física: Charles Kao (China); Willard

Boyle e George Smith (Estados Unidos).

Bibliografia: ruifms.wordpress.com

Rui Gomes 4º ano Lag B

E A M E L Â N C I A

I G M A S R R F P I

R O A M E I U I L S

M C B B O T Ã O E E

G L H I C S D A A O

A I S U L H V V Ã G

R Â D S V E U G O M

F A S F I A P E S O

O I F O L M N O I E

L P K L T O M A R T

Bambis Femininos Bambis Masculinos

1º Inês Ferreira, EB1 JP

2º Bruna Monteiro, EB1 DEV

3º Alina Lima, EB1 DEV

4º Sandra Ribeiro, EB1 Mª L

1º Diogo Silva, EB1 Mª L

2º João Ribeiro, EB1 Monte

3º Luís Oliveira, EB1 Mª L

Infantis A Femininos Infantis A Masculinos Infantis B Femininos Infantis B Masculinos

1º Ana Rita Magalhães. 6º D

2º Cláudia Monteiro, 5ºC

3º Carla Pacheco, 5º B

1º Diogo Ferreira, 5º F

2º João Viana, 5º C

3º Alexandre Mende, 5º D

Iniciados Femininos Iniciados Masculinos Juvenis Femininos Juvenis Masculinos

1º Ana Cláudia Ribeiro, 9º A

2º Sílvia Oliveira, 8º C

3º Mariana Costa, 8º D

1º Pedro Soares, 7º C

2º Pedro Mota, 8º C

3º Hugo Pereira, 7º F

1º Ana Nunes, 6º E

2º Diana Faria, 7º F

3º Marilisa Ribeiro, 6º C

1º Tiago Silva, 7º F

2º Pedro Lopes, 7º D

3º José Ribeiro, 7º B

1º Mª Eduarda Marques, 7º B 1º Ângelo Azevedo, 8º A

2º Leandro Castro, 8º B

3º Telmo Lopes, 8º C

Além dos três primeiros classificados por escalão/género, os seis primeiros de cada escalão/género

estarão presentes no Corta-Mato Distrital a realizar na Pista Gémeos Castro, em Guimarães, no âmbito

do Desporto Escolar.


Atento devo estar;

Brincar só no recreio ;

Chegar sempre a horas;

Dedo devo levantar para falar;

Estudar diariamente;

Fazer os trabalhos de casa;

Guardar sempre o material ;

Haver respeito na sala de aula;

Ir embora! Só quando o professor(a) permitir;

Ler atentamente ;

Manter silêncio na sala de aula;

Não irritar os professores;

Organizar o material escolar;

Partilhar as ideias com a turma;

Querer sempre estudar;

Respeitar as opiniões dos outros;

Saber sempre o que para fazer;

Trabalhar concentradamente ;

Utilizar o material sem o estragar;

Vontade devo ter, para aprender;

X-acto não devo usar;

Zelar pelo bem estar.

A fada que voa

e que é muito bela,

Foi ter com a sua amiga

Que se chama Felisbela.

Apareceu o sol.

Desapareceu a tempestade

Porque o S. Martinho

Mostrou a sua bondade.

Miguel, Ricardo,

Catarina,

No dia de S. Martinho

As castanhas vou comer

E vou beber vinho?

Talvez, quando crescer!

Cláudio, Bruno, Sílvia

Trabalho colectivo 6ºF

Viam as flores

que cresciam no chão,

Até que encontraram

O seu amigo João.

Carlos Magalhães, 5º A

Em dia de S. Martinho

Ângelo, Zé

Pedro,

Formámos um grupinho

E na biblioteca, num cantinho

Criámos este versinho

A manhã chegou cheia de tons azuis, sons estivais e

agradáveis, bailando ao som da alegria. Chegara o dia do meu

Aniversário!

Ainda estava deitada na cama, olhando para o meu único

companheiro naquele momento: o meu querido urso de peluche.

Um amigo ele nunca seria, só podia ouvir os meus desabafos sem

nunca me responder, não me podia ajudar nem me podia tirar a

fria solidão que me corria pelas veias a uma velocidade fantástica!

De repente, ouvi um estranho ruído vindo do armário.

Curiosa, dirigi-me para lá, pé ante pé como se estivesse a pisar

algodão. Abri a porta vagarosamente. Naquele momento, apareceu

à minha frente uma cara querida, bonita e robusta, ornamentada

com caracóis de oiro, olhos cor de esmeralda e brilhantes

como duas pérolas. Sorria ternamente para mim.

-Quem és tu? - perguntei eu incrédula.

-Não sabes quem eu sou? - disse aquele ser desconhecido

que abria as suas asas esbeltas.

-Não… -disse eu ficando mais confusa.

-Sou um amigo, talvez o teu mais secreto amigo! Alguém

que foi enviado para te ajudar, para te compreender e tirar as

tuas dúvidas.

Fiquei por alguns minutos espantada sem me mover.

Como é que alguém me podia compreender se não sabia o que

eu sentia ou que queria sentir?

-Então, não falas? - perguntou novamente, tocando-me

com a sua mão de neve, pequena e macia.

-Quem és?

-Será que não sabes já quem eu sou, Daniela? Pareces

estar receosa da minha presença. Como dá para ver sou um

anjo. Alguém que vem do além para te ajudar.

-E como é que sabes que me podes ajudar?

-Todos os anjos têm missões. A minha missão é acompanhar-te

e proteger-te. Embora tu nunca me tenhas visto, desde o

dia em que nasceste que eu tenho estado sempre ao teu lado,

desde o momento do primeiro grito até agora, já adolescente e

com algumas dúvidas…

-Então tens-me acompanhado há doze anos e eu nunca

te vi! Segues todos os meus passos? – interrompi eu.

-Sim. E é por isso que estou aqui. Não posso deixar a

minha protegida estar triste e no meio da solidão! E logo no dia

do seu aniversário!

-Pois, tens razão. Mas não há maneira de me alegrares -

concluí eu.

- Chegou-me o alerta de que ultimamente a solidão tem

sido a tua companheira. Já percebi que te sentes mal! Não queres

confessar-me as tuas verdadeiras emoções?

- Não há maneira de explicar! Sinto-me sozinha. Parece

que tenho um colete anti-amizade. Os meus pais estão a trabalhar,

a minha irmã foi sair com as amigas…

-Eu compreendo, mas eu estou aqui e jamais te deixarei

só. Sou teu amigo e companheiro incondicional! - disse o anjo. E

começou a dançar para ver se me animava.

Foi o primeiro riso daquele dia.

Trim…Trim tocaram à campainha. Desci as escadas e abri

a porta.

-Surpresa! - Gritaram todos em conjunto.

Não acreditava no que via. A minha família, os meus amigos…

Mas já não via o anjo.

Então percebi que o barulho da campainha que tocara me

teria acordado de um sonho. Afinal era tudo irreal, mas continuo

a crer que aquele anjo existe de verdade!

Daniela Costa, 7º D

09

DEZ

a mensagem

P á g i n a 7

“ Quando chega o Outono vejo…

as folhas das árvores a cair;

as negras andorinhas a partir;

o azul cinzento do céu, a escurecer…

Leandro Brandão, 7 anos

Quando chega o Outono oiço…

um vento mansinho a soprar;

uma chuva miudinha a cair;

às vezes a trovejar…

Ruben Machado, 7 anos

Quando chega o Outono cheiro e

saboreio…

as uvas madurinhas, nas vindimas;

O aroma doce da marmelada;

as saborosas castanhas assadas…

Quando chega o Outono sinto…

uma brisa fresquinha no ar;

o frio apressado que não tarda a

chegar;

a roupa quentinha para me aconchegar…

Quando chega o Outono descubro…

ouriços carrapitos, escondidos nas

suas toquinhas;

pais e filhos a desfolhar espigas de

milho;

Nuno Manuel, 7 anos

Moreno e elegante

Muito emocionante

Cheinho e fofinho

Eu sou um anjinho

Beatriz Lima, 6 anos

Sou frágil e sensível

Isso é bem possível

Mas não sou capaz

De deixar alguém p´ra trás.

Daniel Alexis L. Figueira, 6º E

EB 1 Devesinha, 2º ano, turma C


a mensagem

P á g i n a 8

09

DEZ

Comecei a apaixonar-me por aves

aos dez anos. É uma história muito bonita.

Um dia em pleno verão, fui com

um colega dar um passeio de bicicleta até

ao mosteiro de Singeverga.

Entramos no mosteiro para conhecer

e daí veio ao nosso encontro um

padre. Perguntou-nos:

- O que é que os meninos estão

aqui a fazer?

E nós respondemos que andávamos

a passear.

Perguntei ao senhor padre se

podia ir beber água à fonte que se encontrava

ali mesmo ao pé de nós e ele deu

autorização para ir. Estava a beber quando,

avistei um viveiro onde tinha muitos

passarinhos. Perguntei ao padre se os

passarinhos lhes pertenciam.

Ele disse-me que sim, foi-nos

mostrar . Eu e o meu colega ficamos muito

encantados. Eram lindos!

-São canários! - Explicou o padre

Perguntei-lhe se ele vendia algum,

e ele sorriu dizendo que sim.

Disse-me que mos dava e eu

fiquei sem palavras. Deu-me dois canários

e uma gaiola para eu os trazer para casa.

E foi assim que eu fiquei com o

gosto pelos canários. Estávamos 1986. Os

meus primeiros canários eram de cor

amarela.

No ano 1987, em Março, foi quando

me nasceram três crias. Eram tão bonitas!

E fiquei viciado. Nunca mais parei

Hoje tenho 70 canários em

minha casa e faço parte de uma associação

Ornitológica de Paços de Ferreira.

Os canários são aves que necessitam

de muita higiene e de cuidados com a

alimentação para se manterem saudáveis,

bonitos e bons cantadores .

Marco António Graça Mendes, EFA3

NOTA

Chegaram até nós trabalhos

que não foram publicados por falta de espaço,

mas podem apreciá-los nos blogues “RABISCOS

LITERÁRIOS” alojados no blogue da Biblioteca.

bibliotecadoagrupamentovizela.blogspot.com

Ficha Técnica:

Coordenador geral: Biblioteca Escolar/CRE

Colaboradores: Educadores, professores

titulares de turma, professores de Língua

Portuguesa, outros professores.

15 de Maio, Empresa de Artes Gráficas,

Lda.

Sou uma pessoa comum. Penso na vida, no sentido

da vida. Parece uma questão muito profunda e

complicada, mas, a verdade é que são as pequenas e

humildes sensações que dão sentido à vida.

Por exemplo, hoje, sexta-feira depois de uma

semana de trabalho intenso, custa vir à escola. Mas o

próprio esforço faz-me sentir melhor com a vida.

Aqui estou eu outra vez na escola, porque é

bom aprender cada vez mais. É bom ver o Mundo com

outros olhos, para além do verde que mora nos meus.

Aprende-se muito na escola, com os professo-

res, com os amigos, com os livros, com o computador.

O importante é estarmos atentos e gostarmos de

aprender. Mas não é só a escola que nos proporciona

muitos ensinamentos, a vida também ensina, muito. A

vida é um livro aberto.

A minha

vida de pastor

começou quando eu

tinha 8 anos. Fui

para esta vida por

castigo porque eu tinha um comportamento

mau, só fazia asneiras.

Estava no monte a vigiar cabras

sozinhas, era pequeno e tinha medo e

quando chovia eram os piores dias. Umas

das coisas más da altura era a falta de comunicação (não

existiam telemóveis) eu tinha que vir sempre ter com

alguém mais próximo para ir chamar alguém da minha

família quando estava “à rasca”. Nesta vida nem tudo foi

mau ganhei muita responsabilidade e aprendi a “ ser parteiro“,

sim... às vezes as cabras começavam a ter os seus

filhos e eu ajudava-as. Fiz isto muitas e muitas vezes.

Depois precisava de ajuda para levar os cabritinhos

novos para casa.

Este rebanho de cabras começou a crescer e começou

a dar lucro ao meu pai.

Então os meus irmãos também vieram para o monte

vigiar as cabras.

Muitas vezes os meus irmãos esqueciam-se de me

levar o almoço e eu como tinha que comer para não passar

fome tirava o leite das cabras e bebia esse leite.

Aprendi também que na altura da Primavera era

mais difícil tomar conta das cabras, pois as árvores tinham

verdes que ela queriam comer. Era também a altura das

cabras terem os cabritos. Se elas comessem as folhas tenras

ganhavam febre e feridas na boca e não podiam alimentar

os cabritos.

Uma vez uma cabra apareceu com estas feridas e o

meu pai bateu-me por não ter vigiado direito as cabras.

Mas elas eram tantas que eu nem dava conta disso.

Com a natureza aprendi a perceber melhor como a

natureza funciona. No monte onde estava havia muitas

árvores e dava comigo a pensar muitas vezes como era

possível vir dali o nosso oxigénio. Foi lá que eu percebi a

sua importância para a nossa sobrevivência e fico feliz

quando vejo espaços verdes nas cidades.

José Maria C. Azevedo EFA 3

Que sentido damos à nossa vida?

Que neste Natal, sejamos mais tolerantes e

compreensivos connosco e com os outros, capazes de

transformar o espírito de Natal num verdadeiro rumo

para a vida inteira.

Cristina, EFA Secundário

A importância da leitura de jornais

Numa das aulas

do PNEP, estivemos a ler

os jornais do dia.

A nossa professora

organizou grupos de

quatro e de seguida distribuiu

variados jornais do dia.

A nossa mente é uma força pode-

rosa de energia, quando utilizada

de forma positiva.

Por vezes estamos tristes e não

sabemos bem porquê, temos a

sensação que tudo nos corre mal

ou não temos a concentração

desejada. A nossa vida fica alterada de tal forma que

nos isolamos, a ponto de ficar deprimidos.

A nossa mente assemelha-se a um computador e os

pensamentos são como programas que nos ajudam

ou atrapalham. Se na mente só temos pensamentos

negativos, vamos emitir uma energia negativa. Dessa

forma atraímo-la e vai prejudicar-nos em casa, na

escola e no trabalho.

Resumindo, a mente possui uma força poderosa ao

nosso dispor, precisamos apenas de aprender a con-

trolar melhor. Na realidade só temos que emitir cons-

tantemente pensamentos optimistas e acreditar que

as coisas boas vão acontecer. Não vamos nunca ser

derrotistas, devemos afirmar sempre: eu sou, eu

quero, eu tenho… Vamos aproveitar a época natalícia

para partilhar o que de melhor temos para dar. Por-

que quem beneficia é recompensado! Com essa atitu-

de de ajudar o próximo estamos a enriquecer a men-

te com pensamentos positivos.

Filipe Lima, EFA Secundário

...Vou passando folha a folha…começa a

minha viagem.

Mesmo sentada ou deitada, no sofá na

cama, regra geral dentro de casa, é fantástica a

facilidade com que o meu cérebro me transporta

de avião de barco, de moto até novas culturas. É

fabuloso! Com um simples livro consigo estar em

NEW YORK, em LONDRES ,em PARIS ,no MEXICO.

De repente entro numa floresta e ouço o ruído dos

próprios animais.

A sensação é tão real que eu sinto o vento,

o frio, o macio, a luz, o escuro tudo me chega

através do que os olhos lêem.

Posso dizer que a leitura é uma forma de

felicidade Armanda Fontes, EFA Secundário

Livremente explorámos o jornal, lemos as

notícias que mais nos chamaram à atenção.

Depois conversámos um pouco sobre as características

de cada jornal.

Escolhemos uma notícia que partilhámos

com toda a turma e fizemos o resumo nos nossos

PC’S Magalhães.

No final imprimimos e elaborámos um cartaz

com as notícias do dia.

Esta actividade foi muito importante porque

a maioria dos alunos nunca tinha lido o jornal

pensando que era muito “chato” e chegámos à

conclusão de que pode ser muito divertido ler o

jornal. EB1 Lagoas, 3º e 4º anos

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