Book - Consolidado - v18 - completo

PMIMF

Ministério da Fazenda


Ministério da Fazenda


......................................................................................6

.........................................................................................7

...........................................................................13

............................................................................43

..............................................................................73

...............................................................................95

...............................................................................117

...................................................................145

........................................................................................165


4


7


8


DESENVOLVIMENTO DA

ESTRATÉGIA E PACTUAÇÃO DOS

RESULTADOS

TRANSFORMAÇÃO

ORGANIZACIONAL

MONITORAMENTO

DOS RESULTADOS

PROJETOS E PORTFÓLIO

2. FORMULAÇÃO

DA ESTRATÉGIA

DESDOBRAMENTO

DA ESTRATÉGIA

PARA PROJETOS E

PORTFÓLIO

APOIO À EXECUÇÃO DOS PROJETOS ESTRATÉGICOS

Monitorar a Execução

Física, Financeira e

de Riscos

Controlar a

Execução dos

Projetos

Gerir Mudanças

Encerrar

Projetos

ACOMPANHAMENTO

DAS CARTEIRAS DE

PROJETOS

3. DIAGNÓSTICO

INTEGRADO DE

DESEMPENHO

GESTÃO DE PESSOAS

DESDOBRAMENTO

DA ESTRATÉGIA

PARA PESSOAS

ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS MINISTERIAS DE PESSOAS

Formular políticas

Consolidar as informações a

transversais de Gestão de respeito do dimensionamento

Pessoas

da força de trabalho

ACOMPANHAMENTO

DE PESSOAS

1. REFLEXÃO

ESTRATÉGICA

PROCESSOS

DESDOBRAMENTO

DA ESTRATÉGIA

PARA PROCESSO

EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE TRANSFORMAÇÃO DE PROCESSOS

Construir a Entender e Conceber

Ativar Processos e

Soluções e

Visão de Analisar

Realizar Operação

Redesenhar

Futuro Processos

Assistida

Processos

ACOMPANHAMENTO

DOS PROCESSOS

CRÍTICOS

4. REUNIÃO DE

ANÁLISE CRÍTICA

6. AVALIAÇÃO E

REVISÃO DA

ESTRATÉGIA

GOVERNANÇA DE TIC

DESDOBRAMENTO

DA ESTRATÉGIA

PARA TIC

ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS MINISTERIAS DE TIC

Formular política de TIC

ACOMPANHAMENTO

DE TIC

5.

MONITORAMENTO

DA EXECUÇÃO DOS

PLANOS DE AÇÃO

GOVERNANÇA

AVALIAR E DESENVOLVER A

MATURIDADE EM GESTÃO DOS

ÓRGÃOS E DISSEMINAR A

CULTURA DE RESULTADOS

PROVER ESTRUTURAS,

MÉTODOS E CONHECIMENTO

EM GESTÃO

10


ESTRATÉGIA

MONITORAMENTO

PROJETOS E PORTFÓLIO

PESSOAS

PROCESSOS, RISCOS E CUSTOS

TECNOLOGIA

GOVERNANÇA

11


12


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança




Estratégia Pretendida

Estratégia Deliberada

Estratégia Real

Estratégia não

Realizada

Estratégias Emergentes

15













16


18





• •



19


1

2

3

20











21


Prestar conta da efetividade das

políticas sob gestão do MF

SPE, STN, SAIN, SEAE

1

2

3

1 - GESTÃO INTEGRADA DAS POLÍTICAS ECONÔMICAS E SUPORTE À FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS SETORIAIS

Formulação e Preparação da Decisão

Monitoramento Econômico

Propor diretrizes para subsidiar a

Identificar necessidade de

formulação de políticas

Acompanhar e analisar a evolução

Construir e modelar

formulação de política e

econômicas

dos indicadores econômicos

projeções

recomendar opções de

MF, SE, SPE, SAIN, SEAE, RFB

atendimento

Realizar estudos para subsidiar

SPE, STN, SAIN, SEAE, RFB SPE, STN, SAIN, SEAE, RFB SPE, STN, SAIN,SEAE, RFB

a formulação das políticas

analisando aspectos técnicos,

custo-benefício, riscos e impactos

SPE, SAIN, SEAE, RFB, STN

Análise e Encaminhamento das Demandas de Formulação Política

Elaborar propostas de

política

Representar o MF em fóruns,

Acompanhar projetos de

Receber e analisar propostas de Receber e analisar pleito e

conselhos e comitês técnicos

SPE, STN, SAIN, SEAE, RFB

legislação ou regulamentação,

política pública de ministérios demanda de formulação de

relacionados com as políticas

Consolidar, preparar e

emitindo pareceres técnicos

setoriais

política

econômicas

encaminhar proposta de política

SPE, SAIN, SEAE, RFB

SPE, SAIN, SEAE, RFB

SPE, SAIN, SEAE, RFB

SPE, SAIN, SEAE, RFB

para deliberação do Ministro da

Fazenda

SE,GMF

Harmonização dos Procedimentos Relacionados a Benefícios e Incentivos Vinculados ao ICMS

Monitoramento e Avaliação das

Políticas Econômicas

Acompanhar a implantação das

políticas nos ministérios setoriais

SPE, STN, SAIN, SEAE

Analisar resultados quantitativos

(eficiência) e qualitativos(eficácia)

das políticas adotadas

SPE, STN, SAIN,SEAE,RFB

Monitorar riscos relacionados às

políticas

SPE, SAIN, STN, SEAE

DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO

SUSTENTÁVEL

Receber, analisar e distribuir as

demandas relacionadas ao ICMS

Realizar análise técnica por grupo

de trabalho

Preparar para deliberação da

COTEPE

Preparar para

deliberação do CONFAZ

Publicar atos normativos e

deliberativos

CONFAZ CONFAZ CONFAZ

CONFAZ

CONFAZ

Suporte à Gestão das Políticas

Gerir demandas de política sob

responsabilidade do órgão

Coordenar a articulação das

demandas de política no âmbito

do Ministério da Fazenda

Gerir fontes de

informação

Gerir a memória das políticas

econômicas

SPE, RFB, PGFN

SE,

Todos os órgãos

Todos os órgãos

2 - GESTÃO DOS CRÉDITOS DA FAZENDA PÚBLICA

Arrecadação e Controle dos Créditos da Fazenda Pública

Arrecadar e Controlar o crédito da Fazenda Pública

RFB, PGFN, STN

Controlar o cumprimento

das obrigações

acessórias

RFB

RFB

Realizar cobrança

administrativa do crédito

RFB, PGFN

Gerir direito creditório e benefícios fiscais

Inscrever créditos na Dívida Ativa

da União

PGFN

PGFN, RFB

Atuar na garantia do crédito

Fiscalização Tributária

ARRECADAÇÃO

FEDERAL

Realizar pesquisa e seleção

Planejar a execução da

fiscalização

Executar a

fiscalização

RFB RFB RFB

RFB

Realizar ações de pesquisa e investigação

22





• •



23


1

2

3

24







• •





27


1

2

3

4

FAZENDA

Ministério da Fazenda

28









• •







29


ARTICULAÇÃO DA POLÍTICA ECONÔMICA

DE 03

DE 01

DE 02

DE 04

DE 05

DE 06

DE 07

ARRECADAÇÃO E GESTÃO DE CRÉDITOS

EQUILÍBRIO FISCAL E FINANCIAMENTO

PÚBLICO

DE 08

DE 09

DE 10

COMÉRCIO EXTERIOR

DE 11

DE 12

DE 13

RELACIONAMENTO COM SOCIEDADE E

GOVERNO

DE 14

DE 15

DE 16

DE 17

PREVENÇÃO E SOLUÇÃO DE LITÍGIO

MERCADO FINANCEIRO

ORDEM ECONÔMICA

CONTROLE DA LEGALIDADE

DE 20

DE 19

DE 18

1

2

3

4

DIRETRIZ ESTRATÉGICA 1

DETALHAMENTO DA DIRETIZ:

Garantir segurança e agilidade no fluxo internacional de bens, mercadorias e

viajantes, com atuação assertiva e tempestiva no combate ao ilícito aduaneiro, assim

como promover a redução no tempo total de permanência dos bens e mercadorias

lícitos nos portos, aeroportos e pontos de fronteira, e maior facilidade e

previsibilidade aos operadores do comércio exterior no cumprimento de suas

obrigações aduaneiras.

INDICADORES DA DIRETRIZ:

Elaborar políticas econômicas que

promovam crescimento

econômico,

de forma articulada, com

responsabilidade fiscal,

isonomia e transparência

Intensificar as iniciativas para

reformas econômicas visando à

redução dos custos e aumento da

eficiência dos setores produtivos

Aumentar a eficiência e

efetividade dos mecanismos de

arrecadação, controle e

recuperação dos créditos da

fazenda pública

Aumentar a qualidade do

lançamento e da garantia do

crédito

Aprimorar o processo de

financiamento público federal

Melhorar a eficiência alocativa

dos recursos públicos

Aumentar a capacidade de

atuação no âmbito dos foros e

acordos internacionais mais

relevantes para o MF

Fomentar a exportação por

intermédio das garantias de

crédito

Aperfeiçoar e articular o processo

de comunicação do Ministério da

Fazenda para garantir que as

informações e conhecimentos

sejam divulgados de forma

organizada, clara e transparente

Criar e aprimorar espaços e canais

permanentes de diálogo e

cooperação intra, inter e

extragovernamental, no marco de

política de comunicação e de

gestão das informações

Reduzir a litigância e o tempo de

tramitação dos processos,

garantindo o crédito tributário e a

segurança jurídica

Integrar e fortalecer as ações de

regulação e fiscalização do

sistema financeiro para garantir o

adequado funcionamento das

instituições e dos mercados

INDICADOR 1

Indicador que mensura a presença

fiscal aduaneira

FÓRMULA:

Indicador que avalia a aderência dos

procedimentos aduaneiros aos

padrões pré-estabelecidos

FÓRMULA:

INDICADOR 2

Aperfeiçoar o processo de

planejamento, formulação e

avaliação das políticas

econômicas

Fortalecer as ações que elevem a

percepção de risco pelo

contribuinte

Aperfeiçoar o processo de

consolidação e a divulgação das

informações fiscais e contábeis

como ferramenta para aprimorar a

gestão dos recursos públicos

Aumentar a efetividade dos

processos relacionados ao

comércio exterior de forma

articulada com os

demais órgãos do governo

Aperfeiçoar o atendimento

prestado pelo Ministério da

Fazenda, garantindo a qualidade

do acesso e da orientação à

sociedade e aos governos

Aperfeiçoar as práticas de

promoção da eficiência

econômica, livre concorrência e

regulação, em colaboração com

os demais órgãos do governo

0,5*A + 0,5*B

A: índice de presença fiscal da

fiscalização aduaneira

B: índice de presença fiscal de

vigilância e repressão

0,2*(A + B) + 0,8*(C +

D)

A: % de aderência do tempo de

liberação do viajante

B: % da aderência do tempo de

liberação de rem. postal

C e D: % de aderência do tempo

total de permanência da carga

(importação e exportação)

Fortalecer as ações de

acompanhamento e suporte aos

programas de infraestrutura

Fortalecer a tomada de decisão

mediante o aprofundamento da

análise jurídica garantindo, em

tempo adequado, a clareza,

objetividade e uniformidade

INDICADOR 3

INDICADOR 4

Indicador que qualifica as ações

aduaneiras de combate ao

contrabando e ao descaminho

Indicador que avalia os resultados

das apreensões realizadas nas ações

de combate à ilícitos aduaneiros

FÓRMULA:

FÓRMULA:

0,5*A + 0,5*B

A: somatório dos valores dos

autos com RFFP (somente autos

aduaneiros)

B: qtd. de operações aduaneiras

com RFFP e/ou prisões / total de

operações aduaneiras

0,4*A + 0,2*B +

0,4*C

A: índice de apreensões de

mercadorias sensíveis

B: valor total de apreensões de

mercadorias, excluídas as

atípicas

C: qtd de autos de perdimento

30














31


1

2

3

Julgar recursos administrativos

em 1ª instância

RFB

CARF, RFB, PGFN

Julgamento de Recursos Administrativos Fiscais

Julgar recursos administrativos

em 2ª instância

CARF, RFB, PGFN

Gerenciar os processos administrativos fiscais

RFB

Incentivar a

autorregularização

Julgar recursos administrativos

em instância especial

CARF, RFB, PGFN, GMF

8 - PREVENÇÃO E SOLUÇÃO DE LITÍGIO FISCAL

Disseminar entendimentos da

administração tributária

RFB, PGFN, CARF

Prevenção do Litígio

Acompanhar a evolução da

jurisprudência e uniformizar o

entendimento nos órgãos do MF

RFB, CARF, PGFN

Representar a Fazenda Nacional

em 1ª instância

PGFN, RFB

PGFN, RFB

PGFN

Formular atos

interpretativos e normativos

RFB, PGFN, GMF

Processo Judicial

Representar a Fazenda Nacional

em 2ª instância

PGFN

Gerenciar os processos judiciais

Prestar informações em mandado de segurança

PGFN

Representar a Fazenda

Nacional em Tribunais

Superiores

REDUÇÃO DA

LITIGIOSIDADE

32



















33


1

2

3

34


janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro


• •


• •

37


1

2

3

38


• •





39


DE 02

DE 03

DE 04

DE 01

Receber e analisar pleito e demanda

de formulação de política

Realizar estudos para subsidiar

a formulação das políticas analisando aspectos

técnicos, custo-benefício, riscos e impactos

Analisar resultados quantitativos (eficiência) e

qualitativos(eficácia) das políticas adotadas

Milhões

Milhões

1,2

1

0,8

0,6

0,4

0,2

0

Os indicadores desta diretriz estratégica ainda não foram

definidos.

Os indicadores desta diretriz estratégica ainda não foram

definidos.

Índice de execução do

planejamento de política

econômica do MF

Percentual de Conformidade na

Formulação de Políticas

Percentual de cumprimento da

avaliação

Não apurado no período

Não apurado no período

Não apurado no período

Os indicadores desta diretriz estratégica ainda não foram

definidos.

Tempo médio de Análise de

Pleito

Estoque de Pleitos de Política

para Análise

Cumprimento de Prazo na

Análise de Pleitos

Percentual de Conformidade na

Formulação de Políticas (não

validado)

Percentual de Cumprimento de

Avaliação

Fevereiro Março Abril

Cadeia 1

Não apurado no período

Não apurado no período

Não apurado no período

Não apurado no período

Não apurado no período

Análise e Encaminhamento

das Demandas de

Formulação Política

Formulação e Preparação da

Decisão

Monitoramento e Avaliação

das Políticas Econômicas

Suporte à Gestão das

Políticas

PEC 201415

Institucionalização de

fórum interno de temas

prioritários de políticas

econômicas

PEC 201234 –

Elaboração de estudo

sobre os impactos da

Reforma Tributária no

Federalismo Fiscal

PEC 201404 –

Aperfeiçoamento do

Sistema Tributário

PEC 201416 – Livro

Branco da Política

Econômica

PEC 201417 – Portfólio

de metodologia de

avaliação de políticas

econômicas

PEC 201414 – Análise de

custo de observância nas

políticas

PEC 201418 –

Sistematização da

formulação, implementação

e acompanhamento das

Políticas Econômicas

PEC 201215 –

Metodologias para

Análise da Viabilidade

Econômica e Financeira

de Concessões

PEC 201419 –

Desenvolvimento de um

Programa para

Provimento de Créditos

para Projetos de

Infraestrutura para

Estados e Municípios

Ação

Unificação da planilha de

gestão de pleitos da SE

Realizar uma reunião com a

PGFN e SPAE afim de

avaliar a revisão do momento

de envolvimento da PGFN no

processo de consulta

Ação

Ainda não foi levantada

ação de melhoria de

custos

Ação

Definição da lista de políticas

a serem avaliadas

Ação

Ainda não foi levantada

ação de melhoria de

custos

SE/SPAE

Responsável

SGE, SPAE e

Assessorias do

SE

SGE, SPAE

e PGFN

Responsável

Responsável

SGE e

Assessoria

do SE

Responsável

Exe. Física

Exe. Física

Exe. Física

Exe. Física

Conclusão

Conclusão

Conclusão

Exe. Financeira

0%

Exe. Financeira

0%

0%

Exe. Financeira

0%

0%

0%

0%

Exe. Financeira

1%

0%

Status

Status

Status

0%

1

2

3

AVALIAÇÃO DA

ESTRATÉGIA

1. GESTÃO INTEGRADA DAS

POLÍTICAS ECONÔMICAS

(1/2)

2. GESTÃO DOS CRÉDITOS

3. CONTROLE FISCAL E

GESTÃO DOS RECURSOS

PÚBLICOS

Diretriz Estratégica

Elaborar políticas econômicas que promovam

crescimento econômico, de forma articulada,

com responsabilidade fiscal, isonomia e

transparência

Intensificar as iniciativas para reformas

econômicas visando à redução dos custos e

aumento da eficiência dos setores produtivos

Aperfeiçoar o processo de planejamento,

formulação e avaliação das políticas

econômicas

4. DESENVOLVIMENTO,

FISCALIZAÇÃO E CONTROLE

DO COMÉRCIO EXTERIOR

5. ATIVIDADES ECONÔMICAS

6. CONSULTORIA JURÍDICA E

Fortalecer as ações de acompanhamento e

REPRESENTAÇÃO

suporte aos programas de infraestrutura

EXTRAJUDICIAL

7 – MONITORAMENTO E

Diretriz Prioritária

CONTROLE DAS ATIVIDADES

FINANCEIRAS

Processo Crítico

Indicador Estratégico Projeto Estratégico Corporativo

Ocorrências Análise

67%

53%

0%

• A principal agenda declarada

do Ministro da Fazenda no

período foi o Ajuste Fiscal.

• Foram realizadas uma serie

de estudos e esforços no

sentido de propor medidas

políticas em relação a tema.

Principais Medidas

Provisórias: MP 664/2014,

MP 668/2015, 669/2015 e

675/2015.

• Foi realizado no dia 16/04 a

Reunião de Análise Crítica

desta cadeia. Foi aprovado o

detalhamento de alguns

indicadores da estratégia e

levantamento de possíveis

ações para alavancarem os

resultados desta cadeia.

• Os principais PECs propostos

pela SPE no 3º ciclo de

planejamento foram

suspensos devido a

necessidade de esforço para

condução dos estudos

relacionados ao ajuste fiscal.

• A execução das

Diretrizes estratégicas

01 e 02 se deram

mediante a mudança

de posicionamento do

Ministério da Fazenda.

Representando hoje

um papel mais ativo.

Por isso percebe-se

que houve uma

melhora com relação a

essas diretrizes, mas

não por causa dos

PECs e sim devido a

mudança das gestão

econômica;

• Já as ações com

relação as diretrizes

estratégicas 03 e 04

não evoluíram muito,

principalmente por

causa da não

priorização dessas

ações frente a agenda

política de ajuste fiscal.

• De forma geral não

está claro a forma

como o MF deve atuar

para a fortalecimento

do programa de

infraestrutura.

• Vale ressaltar que os

direcionamentos 1, 2 e

4 desta cadeia de valor

permanecem como

grandes desafios. Uma

possível análise de

revisão seria a questão

da agenda de ajuste

fiscal em médio e longo

prazo.

Indicador de Desempenho Plano de Ação

Ocorrências Análise

8 PREVENÇÃO E SOLUÇÃO

DE LITÍGIO FISCAL

9 RELACIONAMENTO

INSTITUCIONAL

AVALIAÇÃO DA

ESTRATÉGIA

1. GESTÃO INTEGRADA DAS

POLÍTICAS ECONÔMICAS

(2/2)

Processo Crítico

Conclusão Status • Foi realizado no dia 16/04 a

Reunião de Análise Crítica

desta cadeia. Foi aprovado o

detalhamento de alguns

indicadores da estratégia e

levantamento de possíveis

ações para alavancarem os

resultados desta cadeia.

• Existe a oportunidade de

melhoria que aprimorará

a gestão dos pleitos e

da formulação de

política. Sobretudo no

que diz respeito à

unificação das planilhas

de gestão da Secretaria

Executiva.

Indicador de Desempenho Plano de Ação

Ocorrências Análise

• Houve a definição do que o

Ministério da Fazenda

considera como estudos,

contudo ainda não foi possível

a criação de um indicador que

de fato mensurasse os

resultados deste processo.

• Não foram realizadas 4

análise no período.

2. GESTÃO DOS CRÉDITOS

3. CONTROLE FISCAL E

• Criação de uma metodologia

de avaliação de políticas e a

definição da lista de quais

políticas o MF deveria avaliar.

• Não foram realizadas

análise no período.

GESTÃO DOS RECURSOS

PÚBLICOS

4. DESENVOLVIMENTO,

FISCALIZAÇÃO E CONTROLE

DO COMÉRCIO EXTERIOR

ASPECTOS GERAIS DO DESEMPENHO DA CADEIA DE VALOR

Indicador de Desempenho Plano de Ação

Ocorrências Análise

5. ATIVIDADES ECONÔMICAS

6. CONSULTORIA JURÍDICA E

REPRESENTAÇÃO

EXTRAJUDICIAL

7 – MONITORAMENTO E

CONTROLE DAS ATIVIDADES

FINANCEIRAS

8 PREVENÇÃO E SOLUÇÃO

DE LITÍGIO FISCAL

9 RELACIONAMENTO

INSTITUCIONAL

$

Análise de

Custos por

processos

$ Custo Total Por Macro Processo

$ Custo Total Por Órgão

1,4

1,2

1

0,8

0,6

0,4

0,2

0

RFB SAIN SPE RFB SAIN SPE RFB SAIN SPE

Fevereiro Março Abril

• A apuração de custos por

processos foi iniciada em

01/2015 e houve a realização

de ajustes nos meses

subsequentes.

• Esta informação foi

apresentada na 2ª rodada de

Reuniões de Análise Crítica

(RACs).

• Poucos órgãos

alocaram os custos

nesta cadeia o que

pode indicar uma não

participação efetiva

destes nos processos

de política, indicando

a necessidade de

revisão da cadeia de

valor integrada do

Ministério da

Fazenda.

Cadeia 1

5

40


• •


• •





41


ARTICULAÇÃO DA POLÍTICA ECONÔMICA

DE 03

DE 01

DE 02

DE 04

DE 05

DE 06

DE 07

ARRECADAÇÃO E GESTÃO DE CRÉDITOS

EQUILÍBRIO FISCAL E FINANCIAMENTO

PÚBLICO

DE 08

DE 09

DE 10

COMÉRCIO EXTERIOR

DE 11

DE 12

DE 13

RELACIONAMENTO COM SOCIEDADE E

GOVERNO

DE 14

DE 15

DE 16

DE 17

PREVENÇÃO E SOLUÇÃO DE LITÍGIO

MERCADO FINANCEIRO

ORDEM ECONÔMICA

CONTROLE DA LEGALIDADE

DE 20

DE 19

DE 18

1

2

3

4

DIRETRIZ ESTRATÉGICA 1

DETALHAMENTO DA DIRETIZ:

Garantir segurança e agilidade no fluxo internacional de bens, mercadorias e

viajantes, com atuação assertiva e tempestiva no combate ao ilícito aduaneiro, assim

como promover a redução no tempo total de permanência dos bens e mercadorias

lícitos nos portos, aeroportos e pontos de fronteira, e maior facilidade e

previsibilidade aos operadores do comércio exterior no cumprimento de suas

obrigações aduaneiras.

INDICADORES DA DIRETRIZ:

Elaborar políticas econômicas que

promovam crescimento

econômico,

de forma articulada, com

responsabilidade fiscal,

isonomia e transparência

Intensificar as iniciativas para

reformas econômicas visando à

redução dos custos e aumento da

eficiência dos setores produtivos

Aumentar a eficiência e

efetividade dos mecanismos de

arrecadação, controle e

recuperação dos créditos da

fazenda pública

Aumentar a qualidade do

lançamento e da garantia do

crédito

Aprimorar o processo de

financiamento público federal

Melhorar a eficiência alocativa

dos recursos públicos

Aumentar a capacidade de

atuação no âmbito dos foros e

acordos internacionais mais

relevantes para o MF

Fomentar a exportação por

intermédio das garantias de

crédito

Aperfeiçoar e articular o processo

de comunicação do Ministério da

Fazenda para garantir que as

informações e conhecimentos

sejam divulgados de forma

organizada, clara e transparente

Criar e aprimorar espaços e canais

permanentes de diálogo e

cooperação intra, inter e

extragovernamental, no marco de

política de comunicação e de

gestão das informações

Reduzir a litigância e o tempo de

tramitação dos processos,

garantindo o crédito tributário e a

segurança jurídica

Integrar e fortalecer as ações de

regulação e fiscalização do

sistema financeiro para garantir o

adequado funcionamento das

instituições e dos mercados

INDICADOR 1

Indicador que mensura a presença

fiscal aduaneira

INDICADOR 2

Indicador que avalia a aderência dos

procedimentos aduaneiros aos

padrões pré-estabelecidos

Aperfeiçoar o processo de

planejamento, formulação e

avaliação das políticas

econômicas

Fortalecer as ações que elevem a

percepção de risco pelo

contribuinte

Aperfeiçoar o processo de

consolidação e a divulgação das

informações fiscais e contábeis

como ferramenta para aprimorar a

gestão dos recursos públicos

Aumentar a efetividade dos

processos relacionados ao

comércio exterior de forma

articulada com os

demais órgãos do governo

Aperfeiçoar o atendimento

prestado pelo Ministério da

Fazenda, garantindo a qualidade

do acesso e da orientação à

sociedade e aos governos

Aperfeiçoar as práticas de

promoção da eficiência

econômica, livre concorrência e

regulação, em colaboração com

os demais órgãos do governo

FÓRMULA:

FÓRMULA:

0,5*A + 0,5*B

A: índice de presença fiscal da

fiscalização aduaneira

B: índice de presença fiscal de

vigilância e repressão

0,2*(A + B) + 0,8*(C +

D)

A: % de aderência do tempo de

liberação do viajante

B: % da aderência do tempo de

liberação de rem. postal

C e D: % de aderência do tempo

total de permanência da carga

(importação e exportação)

Fortalecer as ações de

acompanhamento e suporte aos

programas de infraestrutura

Fortalecer a tomada de decisão

mediante o aprofundamento da

análise jurídica garantindo, em

tempo adequado, a clareza,

objetividade e uniformidade

INDICADOR 3

INDICADOR 4

Indicador que qualifica as ações

aduaneiras de combate ao

contrabando e ao descaminho

Indicador que avalia os resultados

das apreensões realizadas nas ações

de combate à ilícitos aduaneiros

FÓRMULA:

FÓRMULA:

0,5*A + 0,5*B

A: somatório dos valores dos

autos com RFFP (somente autos

aduaneiros)

B: qtd. de operações aduaneiras

com RFFP e/ou prisões / total de

operações aduaneiras

0,4*A + 0,2*B +

0,4*C

A: índice de apreensões de

mercadorias sensíveis

B: valor total de apreensões de

mercadorias, excluídas as

atípicas

C: qtd de autos de perdimento

42


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança
























49


1

2

3

4

50














51


1

2

3

4

52






• •






55


1

2

3

4

56

















57


58

ESTR 1

1

2

3













59


ESTR 1

1

2

3

60










61


1

2

62













63


ESTR 1

1

2

3

Plano de Implementação

Legenda

1 - Não iniciado 2 - 25% Concluído 3 - 50% Concluído 4 - 75% Concluído 5 - 100% Concluído

Ação em dia

Ação com prazo de vencimento

menor que uma semana

Ação atrasada

Atualização

# Melhoria

Status

Global

Responsável Geral Ações Responsável direto

Término

Previsto

1 Ação 1 Responsável - 27/01/2015

2 Ação 2 Responsável -

1 MELHORIA 1 Responsável

3 Ação 3 Responsável -

-

4 Ação 4 Responsável -

1 Ação 1 Responsável -

2 MELHORIA 2 Responsável 2 Ação 2 Responsável 30/01/2015

-

3 Ação 3 Responsável 30/01/2015

Término

Real

Status

Observações

64


• •






23


1

2

Painel de Resultado dos Ganhos

Fórmula

Inserir fórmula do ganho [Valor inadimplência]

Meta

Inserir a meta do ganho [42%]

Descrição

Inserir uma breve descrição do ganho

Data de implementação

Início: DD/MM/AA Término: DD/MM/AA

Início da mensuração

Início: DD/MM/AA Término: DD/MM/AA

Atingimento do ganho

DD/MM/AA

Situação atual Em implementação Implementado

66


janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro












69


ESTR 1

1

2

Boletim do Processo

NOME DO PROCESSO

DATA DE REPORTE

STATUS MELHORIAS EM IMPLANTAÇÃO

INDICADORES DO PROCESSO

Ações

Responsável

Data Limite

de

Conclusão

Conclusão

Real

Status

Ideia 1 Responsável 1 07/01 07/01

Ideia 2 Responsável 2 27/02 02/03

Ideia 3 Responsável 3 07/03 -

Ideia 4 Responsável 4 22/03 -

EVENTOS OCORRIDOS

Descrever evento ocorrido 1

Descrever evento ocorrido 2

AÇÕES PARA MELHORIA CONTÍNUA

Ação para melhoria contínua 1

Ação para melhoria contínua 2

AÇÕES PREVENTIVAS / CORRETIVAS

Ação preventiva / corretiva 1

Ação preventiva / corretiva 2

ANÁLISE DO DESEMPENHO

Análise do Desempenho do processo

Ações em dia

Ações em alerta

Ações atrasadas

Não Iniciado 25% Concluído 50% Concluído 75% Concluído

100% Concluído

1

70













71


ESTR 1

1

2

Boletim do Processo

NOME DO PROCESSO

DATA DE REPORTE

STATUS MELHORIAS EM IMPLANTAÇÃO

INDICADORES DO PROCESSO

Ações

Responsável

Data Limite

de

Conclusão

Conclusão

Real

Status

Ideia 1 Responsável 1 07/01 07/01

Ideia 2 Responsável 2 27/02 02/03

Ideia 3 Responsável 3 07/03 -

Ideia 4 Responsável 4 22/03 -

EVENTOS OCORRIDOS

Descrever evento ocorrido 1

Descrever evento ocorrido 2

AÇÕES PARA MELHORIA CONTÍNUA

Ação para melhoria contínua 1

Ação para melhoria contínua 2

AÇÕES PREVENTIVAS / CORRETIVAS

Ação preventiva / corretiva 1

Ação preventiva / corretiva 2

ANÁLISE DO DESEMPENHO

Análise do Desempenho do processo

Ações em dia

Ações em alerta

Ações atrasadas

Não Iniciado 25% Concluído 50% Concluído 75% Concluído

100% Concluído

1

72


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança




















79


ESTR 1

1

2

3

4

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81


ESTR 1

1

2

3

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janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro


• •




• •



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1

2

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• •










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ESTR 1

1

2

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• •







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ESTR 1

1

2

3

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• •










91


ESTR 1

1

2

92


PROJ 3.1

Monitorar o Desempenho das

Carteiras de Projetos


• •







95


ESTR 1

1

2

96


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança




estratégicos de TIC,





• •


• •




101


- Consolidar o papel do analista de solução

- Aumentar a capacidade de implementação

- Definir e implementar regra de para integração e monitoramento dos serviços de integração (exemplo

cartórios e Tribunais)

- Implementar (de forma qualificada) a capacidade desenho de soluções de integração

Resultado:

- Promover soluções com maior capacidade de atendimento das necessidades das áreas de

negócio

- Atraso na implantação da nova sistemática de controle do crédito

- Sobreposição do esforço ( manutenção do legado e mudança no novo)

- Garantir os níveis de serviço

- Redução substancialmente o tempo e retrabalho nos esforços de integração

ESTR 1

1

2

DIAGNÓSTICO E LEVANTAMENTO DE OPORTUNIDADES DE MELHORIA

1 ANÁLISE DE CONTRIBUIÇÃO DO

ÓRGÃO PARA OS PROCESSOS

(POR CADEIA, MACROPROCESSO OU PROCESSO)

Arrecadar e Controlar o crédito da Fazenda Pública

Controlar o cumprimento das obrigações acessórias

Realizar cobrança administrativa do crédito

Inscrever créditos na Dívida Ativa da União

NÍVEL DE

AUTOMAÇÃO ATUAL

Alto

Alto

Alto

Alto

NÍVEL DE

AUTOMAÇÃO

PLANEJADO

Alto

Alto

Alto

Alto

SOLUÇÃO DE TI

UTILIZADA

PGFN – SIDA, Divida Previdenciária

RFB - ?

SIC, Plataforma Previdenciária

RFB - ?

PGFN – SIDA / Protesto

PGFN – SIDA / Protesto

Ministério

da Fazenda

PRINCIPAIS EVOLUÇÕES PLANEJADAS

(VISÃO DE FUTURO DAS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA SUPORTAR O

PROCESSO DE NEGÓCIO)

Finalizar todas as etapas do parcelamento parametrizável

Conclusão da Integração do Crédito via SIC

Manter aderência da plataforma previdenciária as legislação

Automatizar a coleta de dados a partir das obrigações principais

(SPED), dispensando a apresentação das obrigações assessórias

Fortalecer as ações de TI que viabilizem o escopo e abrangência do

instrumento do protesto

Gerir direito creditório e benefícios fiscais

Atuar na garantia do crédito

Realizar pesquisa e seleção

?

PGFN Baixo / RFB - ?

Alto

?

PGFN – Alto / RFB - ?

Alto

RFB - ?

PGFN Diligências e

Garantias (SAJ)

RFB - ?

Dossiê, SIGA

?

PGFN – Sistema nacional de controle das base de garantias

PGFN – Consulta as bases de informações para busca patrimonial do contribuinte

RFB - ?

Mineração de dados

Executar a fiscalização

Alto

Alto

Contagil

-

Realizar ações de pesquisa e investigação

Médio

Alto

?

Implantação do laboratório de PLD/FT

3

ANÁLISE DOS PROCESSO DE TI

IDEIAS DE MELHORIA NOS PROCESSOS DE TI

(PARA O ÓRGÃO)

IDEIAS DE MELHORIA NOS PROCESSOS DE TI

(PARA O MF)

Prover governança de TIC

Ação:

Prover capacidade para realizar a governança de TI

com quadro próprio

Resultado:

Mitigação de risco de descontinuidade de TI

Ação:

Resultado:

Maior aproximação da alta administração do MF e Dataprev.

Alinhamento de prioridade e garantir a entrega das necessidades legais (Eliminar

Maior alinhamento da estratégia do MF com o SERPRO (prioridades e risco de prescrição de créditos previdenciários)

capacidades)

Maior capacidade de entrega

Prover infraestrutura de TIC

Ação:

Implementação de contingencia de sitio para os serviços estratégicos (demanda

SPED)

Garantir a adequação da infraestrutura de TI as necessidades futuras das

aplicações

Resultado:

Garantir o nível de serviço para os serviços estratégicos

Ação:

Resultado:

Garantir a adequação da infraestrutura de TI as necessidades futuras Garantir o nível de serviço para os serviços estratégicos

das aplicações (garantir orçamento e orientação/prioritário aos

terceiros participantes)

Gerir banco e tratamento de dados

Ação:

Resultado:

Ação:

Resultado:

Gerir segurança da informação

Ação:

Resultado:

Ação:

Resultado:

Desenvolver e dar manutenção em sistemas

Gerir incidentes e solicitação de serviços

Ação:

Resultado:

Ação:

Prover quadro de pessoal com formação para analista de solução.

Ação:

Resultado:

Provimento de soluções com maior qualidade.

Resultado:

Monitorar desempenho de TIC

Ação:

Resultado:

Ação:

Resultado:

3

102


• •






103


ESTR 1

1

2

104













105


ESTR 1

1

2

3

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• •








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ESTR 1

1

2

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janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro


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ESTR 1

1

2

3

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• •





116


1

2

3

4

116


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança












• •




123


ESTR 1

1

2

ALINHAMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE PESSOAS DO MF À ESTRATÉGIA MINISTERIAL

TEMA: GESTÃO DAS POLÍTICAS ECONÔMICAS PRINCIPAIS ÓRGÃOS: SPE, SEAE, SAIN, RFB, SE, CONFAZ,

Ministério

da Fazenda

DIAGNÓSTICO

ESCOPO DO MF

AÇÃO PLANEJADA

ESCOPO DO ÓRGÃO

RESULTADO ESPERADO

RESULTADO PARA O MF

GRUPO

Inexistência de uma lógica meritocrática institucionalizada;

Práticas de avaliação de desempenho vigentes não asseguram

o alinhamento do desempenho humano às estratégias

organizacionais;

Rever políticas de meritocracia (remuneração variável,

incentivo econômico, prioridade na participação de eventos e

cursos) – (13;16)

PEC

201302

Estabelecer sistemáticas meritocratica que subsidiem a decisão

em gestão de pessoas

Garantir a uniformidade das políticas entre os órgãos (perda de

recursos dada a não existência de critérios meritocráticos nos

demais órgãos)

Implantação/uso de sistema de registro de

desempenho e comportamento

Estabelecer metas individuais alinhadas as metas

institucionais

Seleção interna para processo sucessório, pósgraduação

stricto sensu, processo de mobilidade.

(já existente)

Melhoria do clima organizacional e percepção favorável de

justiça, reconhecimento e recompensa.

Não concorrência (canibalismo) de recursos entre os órgãos

do MF.

Definir padrão de sistemática de avaliação de desempenho

funcional (24)

Garantir condições ao cumprimento das normas que tratam da

gestão de competência e gestão de desempenho

Integração da gestão de desempenho à

sistemática de gestão de competências

Arcabouço normativo adequado às políticas de competência e

desempenho de pessoal.

Desequilíbrios estruturais na distribuição de servidores

(problemas de alocação);

Definição de metodologias para apoio à definição do quadro de

servidores.

Implantar metodologia para definição do quadro

necessário

Maior assertividade de alocação

Melhorar o processo de recrutamento dos órgãos – Aprimorar o

processo de definição quantitativa e qualitativa de necessidade

de pessoal (6; 15;8 - previsibilidade fora da governança do MF)

Garantir a estabilidade do quadro dos órgãos (18;19;20

“Garantir” está fora da governança do MF)

PEC

201303

poiar os órgãos na metodologia de quantificação e qualificação

da força de trabalho.

Garantir que o processo de mobilidade não gere instabilidade

nos órgãos. Exemplo: Definir regra de limite de descentralização

de quadro, adequar legislação que permita descentralização.

Ter os perfis de trabalho necessários e avaliar o

quantitativo necessário de acordo com os

processos de trabalho.

Aprimorar o processo de descentralização de

servidores para os demais órgãos fazendários.

Melhorar a qualidade da demanda ministerial de pessoal (única

e equilibrada), visão sistêmica e redução do retrabalho nas

negociações.

Dar maior estabilidade às cadeias de negócio do MF.

Melhorar a distribuição dos DAS de acordo com os desafios dos

órgãos. (5)

Definir critérios de distribuição em relação aos processos de

trabalho e existência de carreiras específicas.

Explicitar os problemas de má distribuição da

estrutura de DAS para os níveis de decisórios do

MF.

Redução do “canibalismo” de recursos entre os órgãos.

Duplicidade de esforços de planejamento e capacitação do

quadro de servidores

Investir na capacitação/especialização dos servidores

(capacitações específicas por área de atuação, treinamentos em

modelos e projeções) (14)

PEC

201304

Promover a visão sistêmica das demandas de capacitação do

MF

Aumentar a capacidade (da ESAF) de prover soluções de

capacitação relacionadas aos gaps identificados

Participação efetiva nas discussões de

planejamento de capacitação do MF.

Identificar os perfis necessários e eliminar gaps

de competência por meio de capacitação.

Otimização dos investimentos

Maior capacidade técnica dos quadros dos órgãos do MF

Promover a gestão de conhecimento relacionado a memória das

políticas econômicas (7)

Definição das taxonomias e classificações transversais

Inventariar o conhecimento estrutural

Maior objetividade no levantamento dos conhecimentos do

MF.

Sistemática de apoio a tomada de decisão estratégica de gestão

de pessoas (índice de evasão, aposentadoria, composição da

força de trabalho, etc)

PEC

201305

Definição de conjunto de acordos e procedimentos de

fornecimento e análise de informações

Manter o fluxo de informações conforme definido

na sistemática

Maior segurança e efetividade na tomada de decisão de gestão

de pessoas

Reproduzir nos órgãos menores as condições dos órgãos de

origem (como treinamentos, licenças e DAS); Definir política no

âmbito do MF para licença capacitação

Definir políticas de gestão de pessoas com escopo ministerial

(estratégia incremental)

Apresentar o conjunto de práticas já existentes no

órgão

Dar harmonia e uniformidade das condições de trabalho e de

desenvolvimento profissional e evitar o “canibalismo” entre os

órgãos.

Necessidade de propiciar meios para que o servidor fazendário

desenvolva suas atividades com saúde física, mental e social.

PEC

201306

Definir condições adequadas de ambiente organizacional

Prover as condições adequadas para o trabalho

das equipes

Maior produtividade com qualidade de vida para os servidores

Desenvolver competências de avaliação das políticas nos

órgãos que atuam no tema política (PEC 201403)

Capacitar no sistema de gestão de políticas do MF (PEC 201407)

Capacitar em análise econômica financeira de concessões de

serviços públicos (PEC 201215)

124


• •






125


ESTR 1

1

2

126













127


ESTR 1

1

2

3

128


• •








131


ESTR 1

1

2

3

132


• •



• •

133


1

2

134


• •







137


1

2

3

138


• •





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ESTR 1

1

2

3

4

140


• •

• •





141


ESTR 1

1

2

142


• •








143


1

2

144


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança


70%














149


ESTR 1

1

2

150


• •






151


ESTR 1

1

2

EI 3 - Baixa confiabilidade

do sistema de gestão do

ensino médio

EI 22 - Há

contingenciamento

orçamentário

* *

EI 17 - Há a ineficiência de

alguns projetos pedagógicos

EI 21 - A distribuição dos

projetos nas escolas não é

feita de forma sistematizada

EI 23 - Os critérios de

distribuição dos projetos nas

escolas não são claros e

declarados

EI 5 - Monitoramento

inadequado/insuficiente dos

PPP´s e das atividades

pedagógicas

EI 1 - Alguns planos político

pedagógicos não são bem

construídos ou

implementados

EI 18 – Na escola, a

priorização dos projetos

pedagógicos é realizada de

forma inadequada

EI 11 - Os instrumentos e

mecanismos de

monitoramento e gestão não

são claros, definidos e

declarados

EI 4 - Há a intervenção

inadequada dos inspetores

no monitoramento dos PPP´s

e das atividades pedagógicas

EI 2 - A articulação para a

participação da comunidade

escolar na onstrução/revisão dos

PPP's e atividades pedagógicas é

inadequada/inexistente

*

EI 20 - É precária a visão da

escola como um todo na

secretaria

EI 10 - Há o descumprimento

das atribuições dos

inspetores

EI 7 - O monitoramento da

atuação dos inspetores não é

realizado e avaliado de

forma adequada

*

EI 16 - Há demora na

liberação das informações e

ações internas

EI 14 - Há divergências de

entendimento das diretrizes

de atuação dos profissionais

EI 8 - As atualizações dos

inspetores são insuficientes

EI 9 - Há a distribuição

inadequada das atribuições

dos inspetores

EI 12 - Há o desvio de

funções de alguns inspetores

EI 15 - Há dificuldade de

replicação das informações

EI 19 - As articulações

internas e intersetoriais dos

projetos são insuficientes

EI 6 - Equipe insuficiente

para a realização do

monitoramento dos PPP´s e

das atividades pedagógicas

*

EI 13 - O fluxo das

informações entre a

secretaria, superintendência

regional e escola não é

efetivado

*

152


Semestre 1

Semestre 2 Semestre 3 Semestre 4

S1 S2 S3 S4 S1 S2 S3 S4 S1 S2 S3 S4 S1 S2 S3 S4

CEG

CEG

...

...

RAC RAC RAC RAC

Pré - RAC Pré - RAC Pré - RAC

Pré - RAC

Execução dos Projetos Estratégicos

Execução dos planos de ação


• •







155


1

2

3

156


• •










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ESTR 1

1

2

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• •








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ESTR 1

1

2

3

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janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro

MON 3.1


• •







163


1

2

164


Estratégia

Monitoramento

Projetos e Portfólio

Pessoas

Processos, Custos e Riscos

Tecnologia

Governança


Critério 1

Critério 2

Critério 3

Critério 4

Critério 5

Critério 6

Critério 7

Critério 8

Critério 9

Órgão 1

Órgão 2

Órgão 3


• •








169


ESTR 1

1

2

3

170


• •










171


ESTR 1

1

2

3

172


• •








175


1

2

Modelo de Gestão Integrada com Foco em Resultados

PACTUAÇÃO DOS RESULTADOS REFLEXÃO ESTRATÉGICA

REFLEXÃO ESTRATÉGICA

• Direcionamentos para a estratégia

• Análise Interna

• Análise Externa

Conciliar FORMULAÇÃO as prioridades DA ESTRATÉGIA

de

Realizar AVALIAÇÃO Análise das E REVISÃO Janelas DA

Realizar Análise das Janelas

ESTR 1.1 INTEGRADA

ESTR

governo

1.2 ESTRATÉGIA

ESTR

Internas

1.3

Externas

• Mapa Estratégico

• Relatório de Monitoramento

• Indicadores e Metas Estratégicas

• Relatório de Avaliação

O processo de conciliar • Processos as prioridades Críticos de governo possui o objetivo de • Mapa identificar Estratégico quais Revisado são os direcionamentos para a formulação da estratégia

integrada. Esses direcionamentos • Projetos Estratégicos são representados Corporativos por meio da identificação • Indicadores das e prioridades Metas Repactuados da agenda do governo para o Ministério e a definição

da agenda da alta gestão para os próximos dois anos. Esta é essencial para que todo o exercício da formulação estratégica esteja alinha à agenda

interna e externa.

PARTICIPANTES

• CODIP

• CODIP

• CODIP

• Secretário Executivo

informações são apresentadas por meio do delimitar os direcionamento para a que necessitam de serem aprimorados ou

mapa estratégico . Além disso, essa atividade elaboração da estratégia. Além disso, será

1.1.1. Mapear

monitorados de maneira 1.1.3. diferenciada) Conciliar a e os

1.1.2. Mapear

prevê, como forma de reflexão, a utilização ENTRADAS realizada o diagnóstico Direcionamentos interno, a do partir da

agenda externa

Direcionamentos

Projetos Estratégicos Corporativos.

de indicadores de resultado estratégico, • A cada dois anos análise da cadeia de valor, Governoe o diagnóstico

com a agenda

Por Internos fim, na terceira etapa interna – avaliação e

permitindo, assim, a análise do atual externo, por meio de uma ferramenta a ser revisão da estratégia – será elaborado os

contexto da organização.

definida de acordo

ATIVIDADES

com o contexto. Vale relatórios de monitoramento e de avaliação

No que diz respeito ao Modelo de Gestão ressaltar que esta A cada ferramenta dois anos a CODIP deve conter A CODIP da deve realizar, estratégia antes da e anualmente Com a agenda interna será e externa realizada

Integrada com Foco em Resultados a aspectos de

realizar o

avaliação direcionamentos

mapeamento

do

dos

valor governo, que

formulação

reuniões o

da estratégia, em mãos, a CODIP de realizar a

reuniões com a alta gestão comdo

os gestores consolidação adessas fiminformações,

de avaliar a

do

temática planejamento estratégico integrado

consiste no levantamento

Ministério Ministério da Fazenda está entregando à

exploratório das prioridades prioridades

a fim de identificar as relatando quais são as prioridades

suficiência do mapa estratégico, indicadores

para o período. Ou presentes em ambas agendas e

é dividia em três principais etapas, são elas: seus clientes.

esta eetapa metas. visa à divulgadas pelo governo. Ou seja, seja, definição quais só aparecem em um

reflexão estratégica; formulação da

é o levantamento da agenda do da agenda

Na segunda etapa, governo formulação que impacta da o Ministério. estratégia contida

interna que deve estar processo. Esta consolidação deve

no A planejamento seguir cada uma ser validada dessas pelo Secretário etapas será

estratégia integrada; e avaliação e revisão da

Existem instrumentos que podem estratégico integrada, é realizado uma série de reuniões

ser utilizados para este

integrado.

Executivo a fim de garantir que as

detalhada mediante a apresentação dos

prioridades relatadas

estratégia.

e debates com olevantamento, intuito desão definir eles: PPA, o mapa principais processos, representem agenda atividades interna e e

a

Na etapa da reflexão estratégica será estratégico

propostas

(missão, positiva,

de campanha,

LOA, visão informações e

agenda

diretrizes

da

externa do Ministério.

ferramentas que as compõem.

realizada a análise da agenda de governo e estratégicas), mídia, os entre outros. indicadores e metas

da agenda do Ministro da Fazenda a fim de estratégicas, os processos críticos (processos

DOCUMENTOS

Agenda Interna e Externa

SAÍDAS

• Agenda Interna

• Agenda Externa

SISTEMAS

1

176


• •







177


1

2

Plano de Implementação

Legenda

1 - Não iniciado 2 - 25% Concluído 3 - 50% Concluído 4 - 75% Concluído 5 - 100% Concluído

Ação em dia

Ação com prazo de vencimento

menor que uma semana

Ação atrasada

Atualização

# Melhoria

Status

Global

Responsável Geral Ações Responsável direto

Término

Previsto

1 Ação 1 Responsável - 27/01/2015

2 Ação 2 Responsável -

1 MELHORIA 1 Responsável

3 Ação 3 Responsável -

-

4 Ação 4 Responsável -

1 Ação 1 Responsável -

2 MELHORIA 2 Responsável 2 Ação 2 Responsável 30/01/2015

-

3 Ação 3 Responsável 30/01/2015

Término

Real

Status

Observações

178


• •







179


GESTÃO DE

PROJETOS E

PORTFÓLIO

PLANEJAMENTO

ESTRATÉGICO

GESTÃO DE

PROCESSOS

GESTÃO

FUNCIONAL

MELHORIA

ENTRADAS

SECRETÁRIO

EXECUTIVO

LÍDERES

E RELATOR

DIRIGENTES

SGE

GESTORES

PRODUTOS

1

2

GESTÃO INTEGRADA

Projeto Ministério da Fazenda

CONSTRUÇÃO E

1. COLETA INFORMAÇÕES

IMPLANTAÇÃO

2. TOMADA DE DECISÃO

DO

3. AÇÃO

MODELO DE GESTÃO

MODELO

INTEGRADA

DE GESTÃO

COM FOCO EM RESULTADOS Ministério da Fazenda

Planejamento Indicadores Melhorias

INTEGRADA COM FOCO

TEMPO MÉDIO

CRÉDITO

EM RESULTADOS PAF PARA O

EM RECURSO A cada 3 meses (por cadeia)

MINISTÉRIO DA FAZENDA

PROCESSO RESULTADOS

AVALIA PONTOS QUE

ESTÃO “FORA DE

Planejamento

Indicadores Melhorias

CONTROLE” +

“DESTRAVA” QUESTÕES

CRITICAS

Reunião com o Secretário Executivo

para apresentar pontos críticos e

coleta de diretrizes de execução.

RESOLVE CONFLITOS

E “DESTRAVA”

Fluxos Indicadores Melhorias

QUESTÕES CRÍTICAS

ALINHAMENTO DAS AÇÕES DE CONSTRUÇÃO

E IMPLANTAÇÃO DO NOVO MODELO

Brasília, 15/09/2014

EXECUTA O PLANO DE

EXECUTAM A

AÇÃO

Planejamento Indicadores Melhorias

ESTRATÉGIA NO SEU

DIA A DIA

Reunião com o Dirigente Patrocinador para

avaliar os pontos críticos e solicitar apoio

no tratamento da questão. Além da SGE

deve participar da reunião o gestor

responsável da ação (executa a

apresentação do caso)

Rio de Janeiro | São Paulo | Belo Horizonte | Brasília

ESTRUTURA

ORGANIZACIONAL

Brasília, julho de 2014

POLÍTICAS,

PESSOAS: APOIA NA

NORMAS E

COMPETÊNCIAS

CONSOLIDAÇÃO /

ANÁLISE DAS

PROCEDIMENTOS E MOTIVAÇÕES

INFORMAÇÕES DE

DESEMPENHO

Os órgãos são os responsáveis pela divulgação

da informação. Estas informações devem ser

repassadas com antecedência.

REALIZA A REUNIÃO DE

ANÁLISE CRÍTICA

SISTEMAS DE

INFORMAÇÃO

Realizar a reunião de análise crítica entre os

diversos atores envolvidos na execução da

cadeia a fim de levantar problemas e

melhorias para a construção de planos de

ação, e consequente sustentação do

desempenho e resultados.

INFRAESTRUTURA

DIVULGA OS RESULTADOS

PARA OS DIRIGENTES

Os resultados são divulgados na forma de relatórios executivos contendo,

principais números do negócio (desempenho e resultado dos indicadores,

ocorrências, ações pensadas pelo grupo técnico)

180

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