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Peripécias 18

A “tia Neuza”

A “tia Neuza” Colaboração: Anna Luiza Rabello Alves Corrêa A Tia Neuza era uma professora de mão cheia, do tipo que está em extinção hoje em dia, ela se doava, amava o que fazia, se dedicava com todo o coração e eu sempre a apreciei por ser assim. Dançava com animação e vibrava quando eu tocava piano e quando comecei a tocar teclado. Tia Neuza era animada. Nas festas lá em casa ela chegava cedo, pra tirar fotos. Era a fotógrafa dos nossos eventos. Gostava também de ajudar a arrumar as flores que sempre enfeitavam a casa. Um momento de descontração, jogamos frescobol! Ela apreciava jardinagem. De vez em quando eu a via fazendo Na rede da casa de praia, com papai e comigo alguma plantação na casa da vovó e quando meu pai comprou uma casa na região dos lagos, eu me lembro bem dela curtindo o jardim com ele.

casamentos, etc... o que ajudou inclusive a resgatar grande parte da história da família e que auxiliou a memória de muita gente, recorrendo ao que fora ali escrito. O valor que ela dava a família estava incontestavelmente ali naquelas anotações. “Que coisa rica!”, ela dizia. As vezes também escuto minha filha falar, “nossa, que chique!” e, imediatamente, me lembro da tia Neuza, ela sempre usava essas expressões! Essa roseira tomou grande força pelas mãos da tia Neuza Tia Neuza gostava muito de escrever. Em seu “famoso” caderninho registrou muita coisa da história da família, os nascimentos, A partida dela foi muito precoce e a primeira vez que senti de fato a dor da perda de alguém querido. Eu e papai concordamos que ela ia adorar conviver com minha filha e apreciaria demais suas gracinhas.

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