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1-16 - Universidade de Coimbra

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: : : : : ^ÍÉBLICAjSE* ÁS 'TERÇAS-FEIRAS, QtHN^AS-FEIRAS E S/ffeApOS * J * : s Redacção e administração; 1-. pOfÚ INQUISIÇÃO, 6, 1° QllÍ(lta-feÍra, 4 dc }an«2ÍfO de 1923 Tipografia, PÁTIO*DA INQUISIÇÃO, 27. - Telefone, 351. :or, Diamantino Ribeiro Arroba» IIII1I11IHII! IIII! DIRECTOR, João Ribeiro Arrobas jj|| [| Admlnlst, Manuel Ribeiro Arrobas 7 V R L O S t > ' A L M E I * D A A Gazetade Coim-\ bra honra-se publicando, neste numero, © retratç d^L^eu querid^ ciireçfor.* ** * ' « Traballtador itlcançável, duma grande honestidade jjjj^raeter, protector de&iíiferes^ado dos pobres, & seu esforço e a sua preseverança tornaram possível a vida do nosso jornal que, contia' todas as adversidades, tem mantido a mesma atitude nobre na defesa da cidade de Coimbra. A Gazeta de Coimbra, apresentando-se com um novo aspecto material, que representa, para a nossa vida jornalística, um esforço intenso, quer prestar a sua homenagem aos seus colaboradores ilustres, publicandolhes o retrato. O Dr. Capela e Silva, Dr. Manuel Braga, Rasteiro Fontes, Carlos d'Almeida, Dr. Mário Vieira Machado, Dr. João Alves Barata, Foi ariulaòa a àe 5anto Rntonio òos Oliuais Tenente Campos Rego, Alfredo Loureiro e outros cujo retrato não podemos obter, espalharam pelas colunas da Gazeta de Coimbra, a sua prosa brilhante'e moderna. Felipe Coelho, cujo retrato não podemos obter, tem, também, nas colunas da Gazeta de Coimbra, revelado as suas qualidades de jornalista na apreciada secção «Retalhos». no concelho capital deste distrito, para procuradores á Junta Geral e vereadores ás camaras municipais dos respectivos concelhos, sendo validada aquela e anulada a eleição realizada na assembleia primaria da freguezia de Santo Antonio dos Olivais. Foram também validadas as eleições das juntas de freguezia de PortUnhos, concelho de Cantanhede, e de Penalva de Alva, concelho de Oliveira do Hospital. A luta, ém que albinas sogem de certos fenomenos sociais, ciedades nacionais andam pref ^ um quasi-nada' de^receio na ^entemente envolvidas, é um sin- eftteriorizaçãi da verdade forçam $.fôwypde^iffi^iifciJlfriddbte, do os povos pârnf um falso terreno, egoísmo pesado qu4 está a nor- permitindo que os audaciosos se tear as classes ,e a dominar os abalancem á guerra, por mercê homens. de cobardias aHiejas e de mas- A serenidade cede o lugar ao caras de humanismo. interêsse materealizado, emquanto as imuderadas paixões çfe indefensável predomínio vexam, as consciências com desageim áadas deduções e mal-çoinpostas atitudes. Parece que*a fra- Desse ií!òdo.»»„ As lutas, sem apoio na justiternidade, ba^e do civismo e da orderrrç e a justiça, padrão | da legitimidade moral dos |f ~ actos humanos, deixaram de ser categorias de força imperativa para todos, e se tornaram vocábulos capciosos ao serviço de homens a quem a ambição exageradamente cega. \ E, assim, os extremismos, positivos e negativos, postados frente-a-frente, teem gerado i uma tenção enervante, amorfa |j j e dissolvente, com e sofismas I paradoxos. O que nos vem j daí? Vem o que tem vindo I — a mentira. | Os preconceitos falsos, irmanados com variadosdestemperos, fartamente hão comprometido a vontade maior das Nações, negando, (talvez involuntariamente), a própria subsistancia das realidades. Mas, pregunto: desavindos os pólos, o que se passa no equador? Coisa simples e grave — expectativa e frouxidão. Melhor: acanhamento e amoralidade. Um pouco de ignorancia, quanto á vantagem ou desvanta- iniCIHTIUR5 LOC DR. A. C\q|LA E SILVA » ça, definhamos Povos, impelindo-os para â Shtercâfnara*dajftiína —o descrédito.' Sem'verdade, não ha honra. v ' ., if^. Nãb deveremos desejar, por-, tanto, que o novq ano, hoje iniciado, decididamente* comporte um salvatério da Paz? •;. •. A

A caminho do Brasil - Universidade de Coimbra
Obra Completa - Universidade de Coimbra