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Artigo - MailVU (2)

número de aparelhos

número de aparelhos celulares ativos no Brasil chega a 264 milhões. De acordo com a reguladora, a média nacional equivale a 1,3 aparelhos por habitante. A internet móvel está ativa em 68,2 milhões de aparelhos (33,6%). Segundo dados, divulgados também pelo site G1 em São Paulo 3 , publicados no Diário Oficial pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 50% dos brasileiros estão conectados a internet por celular ou pelo computador. Ainda segundo o site G1 em São Paulo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2013, divulgou que a partir de grupos de idade, pessoas entre 15 e 17 anos e de 18 a 19 anos registraram os maiores índices de internautas em 2013, com 76% e 74,2%, respectivamente. Já na faixa etária entre 40 e 49 anos, 44,4% do total acessa a internet. Apenas 21,6% de quem tem mais de 50 anos se conecta à web. O aumento gradativo do acesso a internet e, consequentemente, o uso de aparatos conectados (smartphones, tablets, iphones) por aprendizes nas escolas tem gerado uma preocupação quanto ao uso pedagógico das novas tecnologias e reforça a atração de pesquisadores quanto ao tema. No que diz respeito ao ensino-aprendizagem de línguas, dados apresentados pelo Ministério da Educação (MEC) no documento Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Estrangeira (1998), obtidos a partir da análise das propostas elaboradas por equipes designadas por Secretarias Estaduais de Educação de oito estados, de quatro regiões brasileiras, apontam que: a maioria das propostas priorizam o desenvolvimento da habilidade de compreensão escrita, mas essa opção não parece decorrer de uma análise de necessidades dos alunos, nem de uma concepção explícita da natureza da linguagem e do processo de ensino e aprendizagem de línguas, tampouco de sua função social. (MEC, 1998, p. 24) Há que se considerar, assim, a carência de técnicas que proporcionem a abordagem das quatro habilidades trabalhadas no ensino de idiomas, a saber: leitura, escrita, fala e audição – essas duas últimas, em especial, quase sempre negligenciadas em salas de aula de ensino regular. Neste contexto, a tecnologia surge como um potencial aliado, tendo em vista as possibilidades inúmeras que traz consigo e o interesse que desperta, naturalmente, nos aprendizes. Trazer a mídia para dentro da escola, tanto para discussão quanto para seu uso pedagógico, é uma maneira de aproximar os alunos de suas realidades, o que permite maior 3 Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/04/1263591-brasil-tem-13-aparelho-celular-ativopara-cada-habitante.shtml Acesso em 28 de fevereiro de 2015.

facilidade na ocorrência das mediações escolares, tanto mediações alunos-professores quanto alunos-tecnologias-professores. (BELLONI, 2005; FANTIN, 2006). Nesse artigo, o que se pretende, pois, é refletir sobre a proposta de uso da ferramenta MailVu, um aplicativo online para gravação de mensagens de vídeo, que permite a integração da aula presencial e do ambiente virtual, para proporcionar o aprimoramento e motivação ao aprendizado da Língua Inglesa como segunda língua (L2) e também refletir sobre a relação do aprendiz com as novas mídias e possibilidades de uso delas para o aprendizado. Serão abordados a linguagem visual e o propiciamento que a ferramenta oferece para o aprendizado da Língua Estrangeira. Para tanto, busca-se respostas para os seguintes questionamentos: A ferramenta é gratuita? Pode ser usada em qualquer plataforma, inclusive como aplicativo em celulares? O uso da ferramenta é intuitivo, tem interface amigável? A que público ela se destina? Qual sua função social? Possibilita o uso significativo da Língua Inglesa? A ferramenta é adequada ao desenvolvimento de habilidades orais? Quais recursos interacionais que a ferramenta proporciona? Que vantagens a ferramenta apresenta para que seu uso seja efetivo no contexto pedagógico? Hipermídia, uma nova linguagem Santaella (2001), chama a atenção para o aparecimento e desenvolvimento de uma nova linguagem na qual o vídeo e vários outros campos tradicionais de produção de linguagem e processos de comunicação humanos convergiram: a hipermídia. Para a autora, “trata-se de fato de uma linguagem inaugural em um novo tipo de meio ou ambiente de informação no qual ler, perceber, escrever e sentir adquirem características inéditas.” SANTAELLA (2001, p.390) A autora afirma que toda nova linguagem traz consigo novos modos de pensar, agir, sentir. Em “Matrizes da Linguagem e Pensamento - Sonora, Visual, Verbal”, Santaella(2001) detalha a existência de três categorias de matrizes: sonoras, visuais e verbais que em diferentes combinações, compõem diferentes linguagens. A autora argumenta que tudo o que aparece em forma de som e imagem traz consigo uma camada de discursividade: “Costuma-se chamar o cinema, vídeo e mesmo a TV de audiovisuais. De fato, são áudio, no som em geral, música ruído e na fala dos diálogos. São também visuais, nas imagens. Entretanto, é necessário repetir que cinema, vídeo e TV têm também caráter discursivo, verbal, na medida em que são necessariamente narrativos ou descritivos. Isso quer dizer que, subjacente ao que costuma ser chamado de audiovisual, há uma camada de discursividade

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