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THE DAYS OF A MUSEUMThe necessary renovation of the Centro Integrado de Cultura(Cultural Center Complex) has made the reopening of its facilitiesfor public visitation a gradual process. The Oficinas de Arte(Art Workshops) have been restored for the resumption of theireducational activities, and now the Museu de Arte de SantaCatarina (Santa Catarina Art Museum) reopens its doors withan event that reassures its importance in the Brazilian culturalscene.In fact, the curatorial principle is itself a significant mark. Theevent involves two simultaneous and parallel exhibitions. Oneof them approaches the museum’s historiography and the other,as a didactic counterpoint, provides a genealogy of artworkspertaining to its technical reserve, i.e., its collection. Providingvisual and written information means presenting the entirebody of its actions and, as a result, integrating art and society.One can observe, in the history of MASC and in the formation ofits collection, that the museum has adapted itself to conceptualchanges in the arts and, in recent years, has also become an institutionwhich encourages and sponsors the creativity of newgenerations.Therefore, MASC fulfills its contemporaneity role and representsthe cultural aspirations of the State, which, according to OscarWilde, “is to make what is useful”, while “the individual is tomake what is beautiful”.These are the days of MASC, these are the days of art.LOS DIAS DE UM MUSEOCon la necesária reforma del Centro Integrado de Cultura, la reaperturade los espacios destinados al público ha sido gradual.Las Oficinas de Arte ya fueron devueltas a sus funciones educativasy ahora, el Museo de Arte de Santa Catarina, que abrelas puertas con un evento que reafirma su importancia en elpanorama cultural brasileño.Prueba de ésto, es el principio curatorial de reapertura que albergados exposiciones paralelas y concomitantes con la historiografiadel Museo que tiene, en contrapunto didáctico, unagenealogia de las obras que integran la reserva técnica, o sea, elacervo. Colocar a disposición las informaciones visuales y escritassignifica presentar el cuerpo entero de sus acciones, y enconsecuencia, integrar arte y sociedad.Se observa, en la história y en la formación del acervo del MASC,que éste se adaptó a los cambios conceptuales del arte, siendoen los últimos años, una institución que estimula y financia lainventividad de las nuevas generaciones.El MASC, de ésta manera, cumple su papel de contemporaneidady representa las aspiraciones culturales del Estado, que segundoOscar Wilde “debe hacer lo que es útil”, mientras que “elindivíduo debe hacer lo que es bello”.Estos son los dias del MASC, estos son los dias del arte.Cesar Souza JúniorSecretário de Estado de Turismo, Cultura e EsporteCesar Souza JúniorSanta Catarina Secretary of Tourism, Culture and Sports


MEMÓRIA SIMBOLIZADAA reabertura do Museu de Arte de Santa Catarina afirma a suaprincipal função: a formação de público. Sem tal prática, que édialética em termos de evoluções e reações culturais, a alma domuseu permaneceria desconhecida.Com esse objetivo programático, duas exposições foram elaboradascomo se fossem radiografias que assinalam a trajetória doMASC.A primeira aborda o percurso do museu desde a sua criação até adefinitiva instalação no Centro Integrado de Cultura. Trata-se deum trabalho de pesquisa historiográfica e museológica que, comtratamento semiótico expositivo, desvela as diversas situaçõesvivenciadas no museu, lugar presente de experiências do tempoe do espaço que preparam as futuras realizações.A segunda exposição é uma imersão no acervo, que conta comimportantes obras de artistas catarinenes, nacionais e internacionais,salientando, com didática curatorial, as linhas artísticasque apareceram e se expandiram com os focos modernos e contemporâneosdas linguagens que conjugam o social, o útil, o onírico,a expressividade, a formatividade e a redução.Com esse evento de memória simbolizada, o Governo do Estado,por meio da Fundação Catarinense de Cultura, entrega o MASCdinamizado e equipado, com inovações que o colocam definitivamenteno circuito nacional, no padrão de outros equipamentosbrasileiros do gênero, e que, por certo, levará à ampliação daspossibilidades de construção de identidades e à percepção críticaacerca das realidades artísticas e culturais.Joceli de SouzaPresidente da Fundação Catarinense de Cultura


RECOLLECTIONS THROUGH SYMBOLSThe reopening of the Museu de Arte de Santa Catarina (Art Museumof Santa Catarina) affirms its main purpose: the creationof an audience. Without such practice, which is dialectic interms of cultural evolutions and reactions, the soul of the museumwould remain unknown.In accordance with this programmatic goal, two exhibitionswere prepared so as to provide an inner view of MASC’s course.The first exhibition traces the course of the museum events sinceits foundation until its being transferred to Centro Integrado deCultura (Cultural Center Complex). The research was conductedaccording to historical procedures and museum principlesin addition to a semiotic approach to the expository materials,which reveals the museum’s experience, an acting site in timeand space in preparation for future accomplishments.The second exhibition is an immersion in MASC’s collectionthrough works authored by prominent Santa Catarina, nationaland international artists. In fact, the instructive curatorshipemphasizes artistic lines that have emerged and expanded as aresult of the modern and contemporary focus in languages thatexpress the social, the utility, the oneiric, the expressiveness,the formability and the reduction.With this event of recollections through symbols, our State Government,by means of Fundação Catarinense de Cultura – FCC(Santa Catarina Cultural Foundation), grants the public a renovatedMuseu de Arte de Santa Catarina, (Art Museum of SantaCatarina), with innovations that place it in the excellence ranksof the national museums of its kind. This museum is certainlyan asset for the broadening of possibilities towards the constructionof identities and a critical perception of artistic andcultural realities.Joceli de SouzaPresident of Fundação Catarinense de Cultura(Santa Catarina Cultural Foundation)MEMORIA SIMBOLIZADALa reapertura del Museo de Arte de Santa Catarina reafirma suprincipal función: la formación de público. Sin tal práctica, quees dialéctica en términos de evolución y reacciones culturales,el alma del Museo seguiria siendo desconocida.Con este objetivo programático, dos exposiciones fueron elaboradascomo si fueran radiografias que señalan la trayectoria delMASC.La primera hace referencia al recorrido del Museo desde sucreación hasta la instalación definitiva en el Centro Integradode Cultura. Se trata de un trabajo de investigación histórica ymuseológica, que con tratamiento semiótico expositivo, revelalas diferentes situaciones vividas en el Museo, lugar presente deexperiencias de tiempo y de espacio que preparan las futurasrealizaciones.La segunda exposición es una inmersión en el acervo, que cuentacon importantes obras de artistas catarinenses, nacionales einternacionales, resaltando, con didáctica curatorial, las líneasartísticas que han surgido y se han ampliado con los enfoquesmodernos y contemporáneos de lenguages que combinan lo social,lo útil, lo onírico, la expresividad, la formatividad y la reducción.Con este evento de memoria simbolizada, el Gobierno del Estado,a través de la Fundación Catarinense de Cultura, hace entregade un MASC dinámico y equipado, con innovaciones quelo colocan definitivamente en el circuito nacional, en el padrónde otros equipamientos brasileños del género, y que sin duda,dará lugar a meyores oportunidades de construcción de identidadesy a la percepción crítica sobre las realidades artísticas yculturales.Joceli de SouzaPresidente da Fundação Catarinense de Cultura


A REABERTURA DO MASCO campo museal no Brasil, neste início de século, passa por profundastransformações que repercutem de maneira positiva no cenárioartístico e cultural brasileiro.Essas mudanças, provenientes de intensos debates e análises darealidade das instituições museológicas, estão sendo essenciaispara o processo de amadurecimento da função dos museus na sociedade.De gabinetes de curiosidades, passando por museus enciclopédicose tradicionais, chegamos ao atual papel dessas instituições,que devem se comprometer com a conservação, a investigação, acomunicação e a interpretação em maior profundidade dos seusacervos, colocando-os a serviço da sociedade.Portanto, com a implementação do Sistema Brasileiro de Museus(2004); do Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina (2006); doInstituto Brasileiro de Museus (2009); e a criação do Estatuto dosMuseus por meio da Lei Federal 11.904/09, o qual é atualmente umdos mais eficazes instrumentos de legitimação para área museológica,ocorreu um maior crescimento e fortalecimento do campomuseal brasileiro.Ao reabrir o Museu de Arte de Santa Catarina, a Fundação Catarinensede Cultura contribui para a consolidação desse processo,restituindo - não só para os catarinenses, mas para todos os brasileiros- uma destacada instituição museológica do país no espaçodas artes visuais.Renilton Roberto da Silva Matos de AssisMuseólogo


THE REOPENING OF MASCThe field of museum studies and praxis in Brazil, in the beginningof the 21st century, has undergone profound changesresulting in positive contributions to the Brazilian artistic andcultural scene.These changes, resulting from intensive debates and analyses ofthe Brazilian museum reality, have been essential in the processof establishing the role of such institutions in society.From cabinets of curiosities, through encyclopedic and traditionalmuseums, we have eventually reached the current role ofthese institutions, that is, to commit themselves with conservation,investigation, communication and interpretation of theircollections, while providing access to society.Thus, the implementation of the Sistema Brasileiro de Museus(Brazilian Museum System) (2004); the Sistema Estadual de Museusde Santa Catarina (Santa Catarina Museum System) (2006);and the establishment of the Statute of Museums by means ofFederal Law 11.904/09, one of the most effective instruments tolegitimize the museum activities, allowed for a faster growthand development of museums in Brazil.The Fundação Catarinense de Cultura (Santa Catarina CulturalFoundation), through the reopening of MASC, contributes toconsolidating this process, reestablishing an important visualarts museum, not only for Santa Catarina, but for the wholecountry.Renilton Roberto da Silva Matos de AssisMuseologistLA REAPERTURA DEL MASCEl campo museal en Brasil, en este inicio de Siglo pasa por profundastransformaciones que repercuten de manera positiva enla escena artística y cultural brasileña.Estos cambios, a partir de intensos debates y análisis de la realidadde las instituciones museológicas, son esenciales para elproceso de maduración de la función de los museos en la sociedad.De gabinetes de curiosidades, pasando por museos enciclopédicosy tradicionales, se llega a la función actual de estas instituciones,que deben estar comprometidas con la conservación,la investigación, la comunicación y la interpretación en mayorprofundidad de sus acervos, poniéndolas al servicio de la sociedad.Por lo tanto, con la aplicacación del Sistema Brasileño de Museos(2004); del Sistema Estadual de Museos de Santa Catarina(2006); del Instituto Brasileño de Museos (2009); y la creación delEstatuto de Museos por médio de la Ley Federal 11.904/09, elcual es actualmente uno de los más efectivos instrumentos delegitimidad para el área museológica, ocurrió un mayor crecimientoy fortalecimiento del campo museal brasileño.Al reabrir el Museo de Arte de Santa Catarina, la Fundación Catarinensede Cultura contribuye a la consolidación de este proceso,devolviendo - no solo para los catarinenses, pero para todoslos brasileños - una destacada institución museológica delpaís en el espacio de las artes visuales.Renilton Roberto da Silva Matos de AssisMuseólogo


MASC:TEMPO, ESPAÇO E ARTETIME, SPACE AND ARTTIEMPO, ESPACIO Y ARTE


O TEMPO E O ESPAÇO DO MASCA extensa história do Museu de Arte de Santa Catarina marca a suapresença nas realizações artísticas e culturais no sul do País.Embora tenha passado por sucessivas mudanças de endereços, avançossubstancias foram obtidos graças ao empenho de personalidadesque tiveram a capacidade de adaptá-lo às transformações da arte contemporânea,sem contudo, perder de vista a necessidade da implementaçãode parâmetros museológicos.O propósito desta exposição é pontuar a existência do MASC, que, emgrande parte, superou as instabilidades físicas relativas às provisóriasmoradas. Esta questão, nos últimos anos, resolveu-se com a longa permanênciano Centro Integrado de Cultura.Consolidado como tal, o surgimento do MASC reporta-se à preparaçãodo solo com a primeira exposição de arte moderna na capital dos catarinenses,mérito de Marques Rebelo, o que motivou a inauguração doMuseu de Arte Moderna de Florianópolis.Este foi o núcleo propulsor do MASC, em cuja reabertura mostra aopúblico, com princípios historiográficos e expográficos, sua real importânciano cenário estadual e nacional.Jayro Schmidt


MASC IN TIME AND SPACEThe broad history of Museu de Arte de Santa Catarina has left its markin the artistic and cultural achievements of Southern Brazil.Despite the successive changes of its location, expressive advanceshave been made thanks to the efforts of personalities who were ableto contribute towards harmonizing the museum with the transformationsin the realm of contemporary art, in addition to taking the necessaryimplementation of museum parameters into account.The present exhibition aims at pointing out to the existence of MASC.In fact, to a great extent, it has been able overcome the physical instabilitiesrelated to its transitory houses. This issue was solved thanks toits long time permanence in Centro Integrado de Cultura.Therefore, the establishment of MASC dates back to the preparationof its birthplace, which was marked by the first exhibition of modernart in the Santa Catarina state capital, an achievement resulting fromMarques Rebelo’s efforts, which led to the inauguration of the Museude Arte Moderna de Florianópolis (Florianópolis Museum of ModernArt).This was the initial propelling force behind MASC’s history. In fact, itssignificance to Santa Catarina and to the country can be perceivedthrough expository and historiographical principles, especially nowthat its doors have been re-opened to the public.Jayro Schmidt


EL TIEMPO Y EL ESPACIO DEL MASCLa extensa história del Museo de Arte de Santa Catarina marca su presenciaen las manifestaciones artísticas y culturales del sur del país.Aunque haya pasado por reiteradas mudanzas de dirección, avanzossubstanciales fueron obtenidos gracias al empeño de personalidadesque tuvieron la capacidad de adaptarlo a las transformaciones del artecontemporáneo, sin perder de vista la necesidad de implementaciónde parámetros museológicos.El propósito de esta exposición es resaltar la existencia del MASC, queen su mayor parte, superó las inestabilidades físicas relativas a las moradastemporales. Esta cuestión, en los últimos años, se resolvió con laprolongada permanencia en el Centro Integrado de Cultura.Consolidado como tal, el surgimiento del MASC se traslada a la preparacióndel terreno realizada con la primera exposición de arte modernoen la capital de los catarinenses, mérito de Marques Rebelo, lo que motivóla inauguración del Museo de Arte Moderna de Santa Catarina.Este fue el núcleo propulsor del MASC, cuya reapertura muestra al público,con principios históricos y expográficos, su real importancia enla escena estadual y nacional.Jayro Schmidt


O PREÂMBULOO panorama cultural da Santa Catarina de 1947 apresentavaum distanciamento do que ocorria nos principaiscentros do país.A permanência de uma arte guiada pela rigidez daacademia mantinha o predomínio de concepçõesestéticas do século XIX.Em 1947, surgiu o Círculo de Arte Moderna - CAM-, propondo “acordar Florianópolis do passado” e,consequentemente, Santa Catarina.O círculo tinha como orientação a pesquisa estéticae literária com total liberdade de manifestação ecriação.O modernismo foi criticado pela intelectualidade tradicionaldo estado, pois, segundo ela, teria elementosartificiais, exagerados, bizarros e grotescos.Apesar das críticas, os modernistas catarinensesfundam a revista Sul, que projeta nacionalmentesuas ideias e os articula com os demais modernistasbrasileiros.Progressivamente vão sendo lançadas as bases paranovas ações que ligariam o estado à vanguarda modernista,dentre elas, um museu que permitisse aapresentação de novas manifestações artísticas.O museu surgiu a partir de um conjunto de esforços,com destaque para Marques Rebelo, Grupo Sul e ogoverno estadual da época.Círculo de Arte Moderna - Grupo Sul - (fonte: revista Sul nº 5)Marques Rebelo (fonte: Memórias de Marques Rebelo)Nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 1948, MarquesRebelo proferiu três conferências sobre a arte contemporânea.Durante as conferências, afirmou que “pintura nãoé imitação da natureza, mas interpretação da natureza”.A frase causou indignação entre o público conservador,acostumado a padrões artísticos bem delimitados.


PRELIMINARIESUN PREAMBULOBy 1947, the Santa Catarina state cultural scene was somehowdetached from the ongoing occurrences throughoutthe Brazilian most representative cultural centers.Nineteenth century aesthetic concepts were dominantdue to the support of an artistic expression dictated byrigid academic principles.The year 1947 marked the birth of Círculo de Arte Moderna(Circle of Modern Art) - CAM -, with the motto of “awakeningFlorianópolis from the past”, and, thereby, the wholeSanta Catarina state.This circle had the purpose of developing independentaesthetic and literary research.The modernist movement was criticized by conservativeSanta Catarina intellectuals, who considered thatits elements were artificial, exaggerated, bizarre and grotesque.Despite these criticisms, the Santa Catarina modernistsestablished the periodical entitled Sul, which would approximatethem to other Brazilian modernists, besidespropagating their ideas throughout the country.Along this process, further steps were gradually taken inorder to connect Santa Catarina to the modernist van, e.g.,a museum for the presentation of new kinds of artisticexpression.This museum resulted from the endeavor of many, withspecial reference to Marques Rebelo, Grupo Sul and thestate government at that time.On September 28, 29 and 30, 1948, Marques Rebelo deliveredthree lectures on contemporary art.During each lecture, he stated that “a picture is not a reproductionof nature, but its interpretation”.Such statement shocked the conservative public, whowere used to wel defined artistic patterns.El panorama cultural de Santa Catarina en 1947 se distanciabade lo que sucedia en los demás centros del país.La permanencia de un arte guiada por la rigidez de la academiamantenía el predomínio de concepciones estéticasdel Siglo XIX.En 1947 surgió el Círculo de Arte Moderna (CAM), queproponía “el despertar de Florianópolis del pasado”, y porconsequencia, de Santa Catarina.El Círculo tenía como orientación la pesquisa estética yliterária con total libertad de manifestación y creación.El Modernismo fue criticado por la intelectualidad tradicionaldel Estado, pues de acuerdo con ésta, el mismotendría elementos artificales, exagerados, extraños y grotescos.A pesar de las críticas, los modernistas catarinenses creanla revista Sur, através de la cual sus ideas son proyectadasnacionalmente y los coloca en comunicación con losdemás modernistas brasileños.Gradualmente, se van asentando las bases para la realizaciónde nuevas acciones, que unirian el Estado a la vanguardiamodernista, entre ellas, un museo que permitierala apresentación de manifestaciones artísticas.El Museo surgió a partir de um conjunto de esfuerzos, comdestaque para Marques Rebelo, Grupo Sur y el Gobiernodel Estado de la época.En los dias 28, 29 y 30 de setiembre de 1948, Marques Rebelodictó tres conferencias sobre el arte contemporáneo.Durante las mismas, afirmo que “la pintura no es imitaciónde la naturaleza, pero interpretación de la naturaleza”.Esta frase causó indignación entre el público conservador,acostumbrado a padrones artísticos bien delimitados.


O Primeiro EspaçoSurge o Museu de Arte Moderna de Florianópolis / MAMFGrupo Escolar Dias Velho - Foto editada(fonte: livro Biografia de um museu)Pátio Marques Rebelo - Foto entre os anos 1980-90(fonte: arquivo do MASC)O Grupo Escolar Modelo Dias Velho, localizado nocentro de Florianópolis, foi cedido pelo Governo Estadualpara a realização da Exposição de Arte Contemporâneade 1948.O saguão onde se realizou o evento foi chamadoposteriormente de Pátio Marques Rebelo.O museu de arte permaneceria sediado no GrupoEscolar até 1952.O Grupo Escolar Modelo Dias Velho, localizado noCentro de Florianópolis, foi cedido pelo Governo Estadualpara a realização da Exposição de Arte Contemporâneade 1948.A instituição surgiu inicialmente com o nome de“Museu de Arte Moderna de Florianópolis”- MAMF.O nome deveria ter sido “Museu de Arte Contemporânea”,segundo a revista Sul, pois o termo artemoderna era na época de menor aceitação pelo público.O MAMF foi um dos primeiros museus de arte modernado país, juntamente com o Museu de Arte deSão Paulo – MASP (1948) e o Museu de Arte Modernado Rio de Janeiro (1948).Seu primeiro diretor, o professor Sálvio de Oliveira,seria indicado somente em março de 1950.


THE FIRST HOUSEThe Museu de Arte Modernade Florianópolis (FlorianópolisMuseum of Modern Art) / MAMFis established.EL PRIMER ESPACIOSurge el Museo de Arte Modernode Florianópolis / MAMFThe facilities of the high school Grupo Escolar Modelo DiasVelho , located in the Florianópolis downtown area, wereprovided by the State Government for the realization ofthe 1948 Exposição de Arte Contemporânea (ContemporaryArt Exhibition).The hall where the event took place was later called PátioMarques Rebelo (The Marques Rebelo Hall).The art museum would remain at the high school untilaté 1952.The Museum was initially established under the denomination“Museu de Arte Moderna de Florianópolis”(Florianópolis Museum of Modern Art) - MAMF.According to the periodical revista Sul, the denomminationshould have been “Museu de Arte Contemporânea” (Museumof Contemporary Art), since the expression ‘modernart’ was less accepted by the public at that time.MAMF was one of the first museums of modern art in Brazil,along with Museu de Arte de São Paulo – MASP (1948)and Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1948).Its first diretor, professor Sálvio de Oliveira, would only beappointed in March, 1950.El Grupo Escolar Modelo Dias Viejo, localizado en el centrode Florianópolis, fue cedido por el Gobierno del Estadopara la realización de la Exposición de Arte Contemporánode 1948.El zaguán donde se realizó el evento fue llamado posteriormentede Patio Marques Rebelo.El museo de arte permaneceria con su sede en el GrupoEscolar hasta 1952.La institución surgió inicialmente con el nombre de “Museode Arte Moderno de Florianópolis – MAMF”.El nombre deberia haber sido “Museo de Arte Contemporáneo”,según la revista Sur, pues el término arte modernotenía en la época una aceptación menor por parte delpúblico.El MAMF fue uno de los primeros museos de arte modernodel país, junto con el Museo de Arte de San Pablo– MASP (1948) y el Museo de Arte Moderno de Rio deJaneiro (1948).Su primer director, profesor Sálvio de Oliveira, fue indicadoal cargo solamente en marzo de 1950.


Esboço da futura sede própria, por Flávio de Aquino - (fonte: revista Sul n.º 10)O esforço pela consolidação do Museu de Arte Modernade Florianópolis contou com um projeto elaboradopor Flávio de Aquino, arquiteto e futuro críticode arte.O projeto, publicado em 1949 na revista Sul, previaa existência de salões para exposições, conferênciase cursos.MAMF - O Primeiro AcervoO primeiro acervo do Museu de Arte Moderna deFlorianópolis, formado em 1948, contou com obrasde tendências artísticas modernistas.As diferenças em relação aos padrões estéticos quepredominavam em Santa Catarina resultaram emum estranhamento diante das obras por parte dopúblico visitante do museu.Setores da intelectualidade catarinense da épocatambém divulgavam críticas ao modernismo.As críticas tinham como base a ideia de que as arteseram guiadas por princípios imutáveis, leis fundamentais,aprendidas pelos artistas nas academias,e que buscavam a harmonia.Eram concepções contrárias às ideias de livre experimentaçãopropostas pelos modernistas.


The efforts for the consolidation of Museu de Arte Modernade Florianópolis included a project elaborated byFlávio de Aquino, an architect and a future art critic.That project, published in a 1949 issue of Revista Sul, includedfacilities for exhibitions, lectures and courses.El esfuerzo por la consolidación del Museo de Arte Modernode Florianópolis contó con un proyecto elaborado porFlávio de Aquino, arquitecto y futuro crítico de arte.El proyecto, publicado en 1949 en la Revista Sur, predecíala existencia de salones para exposiciones, conferenciasy cursos.MAMF - The Initial CollectionThe initial collection of Museu de Arte Moderna de Florianópolis,concluded in 1948, included artworks showingmodernist traces.The differences in relation to the Santa Catarina prevailingaesthetic patterns resulted in a certain reluctance on thepart of the visitors to accept the artworks displayed.Certain sectors pertaining to the Santa Catarina intellectualsof that time were also judgmental about modernism.The judgments of such critics were based on the idea thatthe arts are oriented by immutable principles, fundamentallaws learned by artists in the academies, which aimat harmony.These concepts were contrary to the ideas of independentexperimentation proposed by the modernists.MAMF - El Primer AcervoEl primer acervo del Museo de Arte Moderno de Florianópolis,formado en 1948, contó con obras de tendenciasartísticas modernistas.Las diferencias con los padrones estéticos que predominabanen Santa Catarina resultaron en una cierta extrañezapor parte del público visitante del Museo con relación alas obras.Sectores de la intelectualidad catarinense de la épocatambién divulgaban sus críticas al modernismo.Estas críticas tenían como base la idea de que las arteseran guiadas por principios inmutables, leyes fundamentales,aprendidas por los artistas en las academias y quebuscaban armonía.Eran concepciones contrarias a las ideas de libre experimentaciónpropuestas por los modernistas.


2ª Morada – A Casa de Santa Catarina2ª MoradaA Casa de Santa CatarinaAs dificuldades para que o MAMF pudesse expor de forma permanente o seu acervo no Grupo Escolar DiasVelho e a falta de recursos para construir um prédio próprio levaram à busca de um novo local.A Casa de Santa Catarina era um prédio localizado na Rua Tenente Silveira, esquina com a Rua Álvaro deCarvalho. No local havia funcionado o Clube Germânia, desapropriado pelo governo durante a 2ª GuerraMundial.No As dificuldades prédio também para estavam que o MAMF localizados pudesse o Instituto expor de Histórico e Geográfico de Santa Catarina, a ComissãoCatarinense forma permanente de Folclore, o seu a acervo Academia no Grupo Catarinense Escolar de Letras e a Associação dos Ex-Combatentes de SantaCatarina. Dias Velho e a falta de recursos para construir umprédio próprio levaram à busca de um novo local.O A MAMF Casa de ficou Santa sediado Catarina por 16 era anos um no prédio local localizado (abril de 1952 a outubro de 1968). Nele teve como diretores Sálviode na Oliveira, Rua Tenente seguido Silveira, por Martinho esquina de com Haro a Rua (1955-62) Álva-ro de Carvalho. No local havia funcionado o ClubeCarlos Humberto Pederneiras Corrêa (1962-69).Germânia, desapropriado pelo governo durante a 2ªGuerra Mundial.Fachada do Museu de Arte Moderna de FlorianópolisFoto do Jornal Diário da Tarde, março de 1952(fonte: arquivo do MASC)


Sala de exposições na Casa de Santa Catarina (fonte: catálogo MASC 38 anos)No prédio também estavam localizados o InstitutoHistórico e Geográfico de Santa Catarina, a ComissãoCatarinense de Folclore, a Academia Catarinense deLetras e a Associação dos Ex-Combatentes de SantaCatarina.O MAMF ficou sediado por 16 anos no local (abril de1952 a outubro de 1968). Nele teve como diretoresSálvio de Oliveira, seguido por Martinho de Haro(1955-62) e Carlos Humberto Pederneiras Corrêa(1962-69).A EXPOSIÇÃO DE INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDEDO MAMF OCORREU EM 15 DE ABRIL DE 1952.Dentre os trabalhos expostos estava a primeira esculturado acervo do MAMF.A obra com o título “A Máscara e o Rosto” fora especialmentedoada para o museu em novembro de1949, durante a visita de seu autor a Florianópolis,o escultor Bruno Giorgi.


That building also housed the following institutions: InstitutoHistórico e Geográfico de Santa Catarina, ComissãoCatarinense de Folclore, Academia Catarinense de Letrasand Associação dos Ex-Combatentes de Santa Catarina.MAMF remained at this location for 16 years (from April1952 until October 1968). During this period, its directorswere Sálvio de Oliveira, followed by Martinho de Haro(1955-62), and then Carlos Humberto Pederneiras Corrêa(1962-69).THE NEW MANF HEADQUARTERS HAD ITSINAUGURATION EXHIBITION ON APRIL 15TH, 1952.The artworks displayed included the first sculpture pertainingto MAMF’s collection.This sculpture, entitled “A Máscara e o Rosto” (The Maskand the Face), had been endowed to the museum in November,1949, by its author, the sculptor Bruno Giorgi,during his visit to Florianópolis.En el edificio también estaban localizados el Instituto Históricoy Geográfico de Santa Catarina, la Comisión Catarinensede Folclore, la Academia Catarinense de Letras y laAsociación de Ex-Combatientes de Santa Catarina.El MAMF estuvo sediado por 16 años en el local (abril de1952 a octubre de 1968). En éste, tuvo como directoresSálvio de Oliveira, seguido por Martinho de Haro (1955-1962) y Carlos Humberto Pederneiras Corrêa (1962-1969).LA EXPOSICIÓN DE INAUGURACIÓN DE LA NUEVASEDE EL MAMF OCURRIÓ EN 15 DE ABRIL DE 1952.Entre los trabajos expuestos, estuvo la primera esculturadel acervo del MAMF.La obra con el título de “La Máscara y el Rostro” fue especialmentedonada para el Museo en noviembre de 1949,durante la visita de su autor a Florianópolis, el escultorBruno Giorgi.


3ª Morada– Surge o Museu de Arte de Santa Catarina-MASCSurge o Museu de Arte de Santa Catarina - MASCO mau estado e a impossibilidade de realizar nova reforma no prédio da Casa de Santa Catarina acarretarama mudança da localização do museu.O Museu foi instalado em uma casa na Avenida Rio Branco, FOI NA construída SUA TERCEIRA no início MORADA do século QUE XX e OCORREU atualmente Ademolida. Permaneceu no local de outubro de 1968 a janeiro MUDANÇA de 1977. DO NOME DO MUSEU.Durante sua permanência neste local, o museu somenteUmatevereformacomo seuadministrativaefetivo diretordo governoo professorestaduale artistanaplástico Aldo Nunes (1969 a 1981).Secretaria da Educação e Cultura resulta no Decretonº 9.150, de 4 de junho de 1970, que estabeleceu, entreoutrasA instituição apresentou, entre março de 1969 e dezembro de 1974,determinações,mais de 80 exposiçõeso nome detemporárias,Museu de Arteentremostras individuais, coletivas, de artistas catarinenses,de SantabrasileirosCatarinae estrangeiros.(MASC) para a instituição.Fachada do MASC - casa na Avenida Rio Branco -Desenho de Aldo Nunes - (fonte: arquivo do MASC)Foi na sua terceira morada que ocorreu a mudança do nome do museu.Uma O mau reforma estado administrativa e a impossibilidade do governo de realizar estadual nova na Secretaria da Educação e Cultura resulta no Decretonº reforma 9.150, no de 4 prédio de junho da Casa de 1970, de Santa que estabeleceu, Catarina acarretaramCatarina a mudança - MASC da para localização a instituição. do museu.entre outras determinações, o nome de Museu de Arte deSantaO museu foi instalado em uma casa na Avenida RioBranco, construída no início do século XX e atualmentedemolida. Lá permaneceu de outubro de 1968a janeiro de 1977.Durante a permanência neste local, o museu somenteteve como efetivo diretor o professor e artistaplástico Aldo Nunes (1969 a 1981).A instituição apresentou, entre março de 1969 e dezembrode 1974, mais de 80 exposições temporárias,entre mostras individuais, coletivas, de artistas catarinenses,brasileiros e estrangeiros.Logomarca do MASC no ano de 1970 - (fonte: arquivo do MASC]


3rd HOUSEThe Emergence of Museu de Artede Santa Catarina (Art Museumof Santa Catarina) - MASC3ª CASASurge el Museo de Arte de SantaCatarina - MASCThe poor conditions of the Casa de Santa Catarina buildingand the unfeasibility for its renovation were responsiblefor the relocation of the Museum.The Museum was transferred to an early 20th centuryhouse located on Rio Branco Avenue. It remained therefrom October, 1968, until January, 1977.In this location, the Museum had only one director, i.e.,the professor and artist Aldo Nunes (1969-1981).From March, 1969, until December 1974, the institutionpresented in excess of 80 temporary individual and groupexhibitions of Santa Catarina, Brazil and internationalartists.THE MUSEUM WAS RENAMED IN THE PERIOD IT WASLOCATED IN ITS THIRD HOUSE.A state government administrative reform in the Secretariatfor Education and Culture resulted in an enactment(Decreto nº 9.150, de 4 de junho de 1970) that established,among other determinations, the name of the museumas Museu de Arte de Santa Catarina – MASC (Art Museumof Santa Catarina).El mal estado y la imposibilidad de realizar una nuevareforma en el edificio de la Casa de Santa Catarina diócomo resultado una nueva mudanza.El Museo fue instalado en una casa en la Avenida RioBranco, construída en los comienzos del Siglo XX y ahorademolida. Permaneció en este local desde octubre de 1968a enero de 1977.Durante su permanencia en este local, el Museo solamentetuvo como director efectivo el profesor y artista plásticoAldo Nunes (1969 hasta 1981).La instituición apresentó, entre marzo de 1969 y diciembrede 1974, más de 80 exposiciones temporales, entremuetras individuales, colectivas, de artistas catarinenses,brasileños y extranjeros.FUE EN SU TERCERA MORADA QUE OCURRIÓ EL CAMBIODE NOMBRE DEL MUSEO.Una reforma administrativa del Gobierno del Estado enla Secretaria de Educación y Cultura resultó en el Decretonº 9.150, de 4 de junio de 1970, que estableció, entre otrasdeterminaciones, el nombre del Museo de Arte de SantaCatarina – MASC para la instituición.


4ª MoradaTempos difíceisFachada do MASC – casa na Rua Tenente Silveira – Desenho de Aldo Nunes(fonte: arquivo do MASC)A necessidade da entrega do imóvel levou à transferênciado MASC para outro local.A nova morada era uma casa localizada na RuaTenente Silveira, centro de Florianópolis. O museuficaria sediado nela entre janeiro de 1977 e marçode 1979.O imóvel revelou-se pequeno para as necessidadesdo MASC. Apesar das dificuldades, o acervo da instituiçãonunca parou de crescer, tendo naquele momentocerca de 435 obras.Apesar das dificuldades do local, a Escolinha de Artemanteve suas atividades, apresentando sua XVIIexposição na cidade de Itajaí/SC no ano de 1977. Elaacabaria sendo desmembrada do museu com a criaçãoda Fundação Catarinense de Cultura em 1979.


4th HouseDifficult times4ª CasaTiempos difícilesThe necessity to leave the current building resulted in therelocation of MASC.Its headquarters were then transferred to a house in theFlorianópolis downtown area, on Tenente Silveira Street.The museum would conduct its activities there from January,1977, to March, 1979.Despite its poor facilities, the Escolinha de Arte (Children’sSchool of Art) continued its activities, with the presentationof its 17th exhibition in the city of Itajaí / SC in theyear 1977. This school would eventually become independentfrom the museum in the year 1979, as a result of theestablishment of Fundação Catarinense de Cultura (SantaCatarina Cultural Foundation).La necesidad de la entrega del inmueble llevó a la transferenciadel MASC para otro local.La nueva morada era una casa localizada en la calle TenenteSilveira, centro de Florianópolis. El Museo quedariasediado allí entre enero de 1977 y marzo de 1979.A pesar de las dificultades del local, la Escuelita de Artemantuvo sus actividades, apresentando su XVII exposiciónen la ciudad de Itajaí/SC en el año de 1977. Esta terminariasiendo separada del Museo con la creación de la FundaciónCatarinense de Cultura en 1979.


5ª Morada:Novos ímpetosPrédio da antiga Alfândega, centro de Florianópolis, anos 1980.(fonte: arquivo do MASC)Espaço expositivo do MASC na Alfândega(fonte: arquivo do MASC)A antiga Alfândega (1876) teve suas instalações restauradaspelo governo estadual, sendo disponibilizadapara sediar o MASC.O museu foi instalado no local em março de 1979.Deixou este endereço progressivamente durante oprimeiro semestre de 1983.Durante a permanência na Alfândega, o MASC tevecomo diretores Aldo Nunes (até março de 1981) e JoséSilveira d’Ávila (abril de 1981 a junho de 1983).O novo prédio proporcionou melhorias na área deexposição do MASC, que passou a contar com duassalas de 244 metros quadrados. Elas foram batizadascom os nomes de Eduardo Dias e Victor Meirelles.O Museu Histórico de Santa Catarina também estevelocalizado na Alfândega, tendo cedido uma de suassalas para a guarda do acervo do MASC.


5th HouseNew impetuses5ª CasaNuevos ímpetusThe former customshouse Alfândega (1876) had its facilitiesrestored by the state government and was thenappointed as MASC’s headquarters.The museum was transferred to this building in March,1979. During the first semester of 1983, it would once againbe gradually relocated.During the time of MASC’s permanence in Alfândega, itsdirectors were Aldo Nunes (until March, 1981) and JoséSilveira d’Ávila (from April, 1981, to June, 1983).The new house provided MASC with more appropriateexhibition facilities, which included two 244 square meterhalls. These halls were denominated Eduardo Dias andVictor Meirelles.The Museu Histórico de Santa Catarina (Santa CatarinaMuseum of History) had also had its headquarters inAlfândega, and, during that period, provided one of itsrooms for the storage of MASC’s collection.La antigua Alfândega tuvo sus instalaciones restauradaspor el Gobierno del Estado, y colocada a disposición parasediar el MASC.El Museo fue instalado en el local en marzo de 1979. Dejóeste local progresivamente durante el primer semestrede 1983.Durante la estadia en la Alfândega, el MASC tuvo comodirectores Aldo Nunes (hasta marzo de 1981) y José Silveirad’Ávila (abril de 1981 a junho de 1983).El nuevo edificio proporcionó mejoras en el área de exposicióndel MASC, que pasó a contar con dos salas de244 metros quadrados. Estas fueron bautizadas con losnombres de Eduardo Dias y Victor Meirelles.El Museu Histórico de Santa Catarina también estuvo localizadoen la Alfândega, habiendo cedido una de sus salaspara la guarda del acervo del MASC.


A Morada AtualCentro Integrado de Cultura - CICMASC no CIC (créditos: fotógrafo Márcio H.Martins)MASC no CIC (créditos: fotógrafo Márcio H.Martins)A construção e inauguração em 1982 do Centro Integradode Cultura – CIC, com 9.993 metros quadradosde área construída e destinado para atividadesculturais como teatro, cinema, música e exposições,trouxe a possibilidade de o MASC desenvolver aindamais seu potencial.O museu começou a ser transferido durante o primeirosemestre de 1983 e, no segundo semestre,iniciou suas exposições no CIC.O museu passou a contar com uma área de 1.980 metrosquadrados, sendo que, deste espaço, aproximadamente1.440 foram destinados para exposições.


Current HouseCentro Integrado Cultura - CIC(Cultural Center Complex)La Casa ActualCentro Integrado de Cultura - CICThe construction and inauguration in 1982 of the CentroIntegrado Cultura (CIC) – (Cultural Center Complex), withits 9,993 square meter area with facilities for cultural activitiessuch as theater, movies, music and exhibitions,allowed MASC to further develop its potentiality.The museum was gradually transfered during the firstsemester of 1983 and started its activities in CIC the secondsemester.The museum’s new facilities encompassed 1,980 squaremeters, and approximately 1,440 square meters were usedfor exhibitions.La construcción e inauguración en 1982 del Centro Integradode Cultura – CIC, con 9.993 metros cuadrados deárea construída y destinado a actividades culturales comoteatro, cine, música y exposiciones, trajo la posibilidad alMASC de desarrollar todavia más su pontencial.El Museo comenzó a ser transferido durante el primersemestre de 1983 y ya en el segundo semestre inició susexposiciones en el CIC.El Museo pasó a contar con un área de 1.980 metros quadrados,siendo que de este espacio, aproximadamente1.440 fueron destinados para exposiciones.


Trabalhos durante a elaboração do Plano Museal (créditos: fotógrafo Márcio H. Martins)A partir do ano de 2010, o MASC passou a desenvolvero seu plano museológico. Trata-se de um instrumentobásico de planejamento estratégico parao museu.Foi uma atividade desenvolvida por uma equipemultidisciplinar. Tal plano é ferramenta obrigatória,prevista no Artigo nº 44 da Lei Federal 11.904/2009,que criou o Estatuto dos Museus.Envolve etapas de diagnóstico da situação física edocumental do museu, discussão de seus processosinternos, elaboração e implementação de ações paracorrigir os problemas detectados.A coleção de obras do MASC tem em seu acervo, atéo ano de 2011, o total de 1.775 obras.Possui trabalhos de variadas tendências e de artistasnacionais como Di Cavalcanti, Portinari, Djanira,Emeric Marcier, Volpi, Tarsila do Amaral, Guignard,Pancetti, Carlos Scliar, Iberê Camargo, Tomie Ohtake,Aldo Bonadei, Mário Zanini, Lula Cardoso Aires,Krajcberg, Antonio Maia, Marcelo Grassmann, FaygaOstrower, Antonio Henrique Amaral e Lívio Abramo,entre outros.Entre os artistas catarinenses, o museu possui obrasde Eduardo Dias, Malinverni Filho, Martinho de Haro,Hassis, Eli Heil, Rodrigo de Haro, Vera Sabino, SuelyBeduschi, entre outros.


Since 2010, MASC has been working on its museum plan.It is a basic tool for the museum’s strategic planning.Such activity was developed by a multidisciplinary team.The plan is a mandatory instrument, as of Article n. 44 ofFederal Law 11.904/2009, which established the Statuteof Museums.Involves steps such as diagnosing the physical and documentalstate of the museum, discussing internal processes,and designing and implementing actions to correct theidentified problems.MASC’s collection has a total of 1,775 artworks.It features works of various trends and national artistssuch as Di Cavalcanti, Portinari, Djanira, Emeric Marcier,Volpi, Tarsila do Amaral, Guignard, Pancetti, Carlos Scliar,Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Aldo Bonadei, Mário Zanini,Lula Cardoso Aires, Krajcberg, Antonio Maia, MarceloGrassmann, Fayga Ostrower, Antonio Henrique Amaraland Lívio Abramo, among others.Referring to Santa Catarina artists, MASC’s collection includesworks by Eduardo Dias, Malinverni Filho, Martinhode Haro, Hassis, Eli Heil, Rodrigo de Haro, Vera Sabino, andSuely Beduschi, among others.A partir del año 2010, el MASC pasó a desarrollar su PlanMuseal. Se trata de un instrumento básico de planificaciónestratégica para el Museo.Fue una actividad desarollada por un equipo multidisciplinar.El plan es una herramienta obligatória prevista enel Artículo n° 44 de la Ley Federal 11.904/2009, que creó elEstatuto de los Museos.Incluye etapas de diagnóstico de la situación física y documentaldel Museo, discusión de sus procesos internos,elaborar y aplicar acciones para corregir los problemasidentificados.La colección de obras del MASC tiene en su acervo, hastael año de 2011 un total de 1.775 obras.Tiene trabajos de variadas tendencias y de artistasnacionales como Di Cavalcanti, Portinari, Djanira, EmericMarcier, Volpi, Tarsila do Amaral, Guignard, Pancetti, CarlosScliar, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Aldo Bonadei, MárioZanini, Lula Cardoso Aires, Krajcberg, Antonio Maia,Marcelo Grassmann, Fayga Ostrower, Antonio HenriqueAmaral e Lívio Abramo, entre otros.Entre los artistas catarinenses, el Museo tiene obras deEduardo Dias, Malinverni Filho, Martinho de Haro, Hassis,Eli Heil, Rodrigo de Haro, Vera Sabino, Suely Beduschi,entre otros.


REFERÊNCIASMASC: TEMPO, ESPAÇO E ARTEBibliografiaBORTOLIN, Nancy Therezinha. Biografia deum museu. Itajaí, SC: UNIVALI; Florianópolis:FCC, 2002.SABINO, Lina Leal. Grupo Sul: o modernismoem Santa Catarina. Florianópolis: FundaçãoCatarinense de Cultura, 1982.SUGAI, Maria Inês; VILLAÇA, Flávio.UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade deArquitetura e Urbanismo. As intervençõesviárias e as transformações do espaçourbano. A via de contorno norte-Ilha. 1994.2v. Dissertação (Mestrado) - Universidadede São Paulo, Faculdade de Arquitetura eUrbanismo.OLIVEIRA, Emerson Dionísio G. de. UmAcervo de Arte moderna e Contemporâneae a Identidade Institucional. RevistaHistória em Reflexão, Dourados, v. 2, n. 4,p.1-13, 2008. Jul/dez. Disponível em: .Acesso em: 10 jun. 2011.PROENÇA, Graça. História da arte. SãoPaulo: Ática, 2008.


Fontes DocumentaisArquivo do Museu de Artede Santa CatarinaAcervo do Museu de Artede Santa CatarinaArquivo do Museu da Imageme do Som de Santa CatarinaArquivo da Diretoria dePreservação do Patrimônio Cultural.Acervo do Setor de Santa Catarina.Biblioteca Pública de Santa Catarina.Banco de Imagens Sylvio Ferrari.Casa da Memória, Fundação Culturalde Florianópolis Franklin Cascaes.


LINHASARTÍSTICASno acervo do MascAs linhas artísticas são compostas por morfologias queenglobam movimentos e tendências das artes plásticas.As fundamentações são de Renato De Fusco, comprecedentes em Herbert Read e Wassily Kandinsky.Cada linha acentua um aspecto principal da expressão,e cada morfologia contém tipologias de onde surgem aspossibilidades de uma mesma expressão e um mesmoartista apresentarem obras que ora se integram numalinha e ora em outra.Trata-se de uma perspectiva analógica de processosartísticos nas seguintes modalidades: linha do social, linhado útil, linha da expressividade, linha da formatividade,linha da redução e linha do onírico.Quando menciona-se processo artístico, deve-se levar emconta que as obras são resultados da atividade perceptivaem conexão com o intuído, o sentido e o pensado.Jayro Schmidtcurador


Giovana Zimermann - Série “O lugar do outro” - 2004 - fotografia s/papel - 35x40cmA arte social tem conotações políticas e ideológicas comfinalidades humanitárias, geralmente de orientação socialista,comunista e anarquista. Caracteriza-se pela continuidadedo tema com variabilidade em termos de forma.LINHA DO SOCIAL


LINHA DO ÚTILA linha do útil concorre para elevar a qualidadeda vida ao colocar a relação direta entre arte esociedade. Orienta o homem por meio de soluçõesutilitárias voltadas para a cultura de massa e paraa indústria cultural.Sebastião Rodrigues Brasil - “Vaso I e II” - 1985 - lata, óleo e terracota - 34x28x28cm


LINHA DA EXPRESSIVIDADEA linha da expressidade é uma supercorrente que enfatiza a expressão. Identifica-se, destamaneira, com a empatia, que é a projeção sentimental que muda a atitude psicológica doartista em relação ao mundo.Onor Filomeno - “Tempo” - 1998 - óleo s/tela, corda e osso - 168x207cm


Tomie Ohtake - “Abstração” - 1976 - serigrafia s/papel - 66x66cmA arte da formatividade é composta por movimentos que expressam a forma abstrata e afiguração que tende ao abstrair, desligando-se da representação ao inserir a realidade doconhecimento na realidade da visão.LINHA DA FORMATIVIDADE


Doraci Girrulat - “Altruísmo Helpemo - cápsula do tempo da ética visual” - 1983 - acrílico e vidro - 50 Ø x 67cmO termo redução indica processos que conceituam as estruturasartísticas através de seus materiais e instrumentos, proporcionandograndes mudanças ao deslocar um código recém-adquirido emum outro mais recente ainda.LINHA DA REDUÇÃO


LINHA DO ONÍRICOA arte do onírico tende para o sentido da revelação e do estranhamento,dando visibilidade ao metafísico e ao psiquismoao voltar-se para o sonho, a memória e a imaginação com overismo figurativo.Marcelo Grassmann - sem títulosem data - nanquim s/papel - 52x34cm


ARTISTICLINESen el acervo del MascLINEASARTÍSTICASen el acervo del MascThe artistic lines comprise morphologies within movementsand trends of the plastic arts. Their fundamentswere developed by Renato de Fusco, with preceding worksby Herbert Read and Wassily Kandinsky.Each line emphasizes one main aspect concerning expressionand each morphology contains typologies. In this respect,it is possible that an expression and an artist presentworks that relate themselves to more than one line.The lines refer to an analogical perspective of artistic processesin the following modalities: social, utility, expressiveness,formability, reduction and oneiric lines.Concerning the artistic process, it is important to considerthat artworks result from perceptual activity in connectionwith intuition, meaning and thought.Jayro SchmidtcuratorLas líneas artísticas se componen de morfologias que incluyenmovimientos y tendencias de las artes plásticas.Las bases son de Renato De Fusco, con precedentes enHerbert Read y Wassily Kandinsky.Cada línea acentúa un aspecto principal de la expresión,y cada morfologia contiene tipos de donde surgen las posibilidadesde una misma expresión y un mismo artistapresentar obras que una vez se integran a una línea yotra vez a otra.Se trata de una perspectiva analógica de procesos artísticosen las siguientes modalidades: línea social, línea útil,línea de la expresividad, línea de la formatividad, línea dela reducción y línea de lo onírico.Cuando se menciona un proceso artístico, se debe teneren cuenta que las obras son resultado de la actividad perceptivaen conexión con lo que se intuye, lo sentido y lopensado.Jayro Schmidtcurador


SOCIAL LINEThe social arts have political and ideological connotations;often presenting socialist, communist and anarchistorientations; with humanitarian purposes. They are characterizedby the continuity of the theme and variabilityof the form.LÍNEA SOCIALEl arte social tiene connotaciones políticas e ideológicascon fines humanitários, generalmente de orientaciónsocialista, comunista y anarquista. Se caracteriza por lacontinuidad del tema con variabilidad en términos deforma.UTILITY LINEThe utility line contributes to the improvement of lifequality by establishing a direct relationship between artand society. It guides man through utilitarian solutionsdirected to mass culture and the cultural industry.LÍNEA ÚTILLa línea útil concurre para aumentar la calidad de vidaal colocar la relación directa entre el arte y la sociedad.Orienta el hombre por medio de solucioens útiles volcadaspara la cultura de masas y para la indústria cultural.EXPRESSIVENESS LINEThe expressiveness line is a major movement that emphasizesexpression. It is thus connected with empathy, whichis the emotional projection that alters the psychologicalattitude of the artist towards the world.LÍNEA DE LA EXPRESIVIDADLa línea de la expresividad es una super corriente quehace hincapié en la expresión. Se identifica, de esta manera,con la empatia, que es la proyección sentimentalque cambia la actitud sicológica del artista en su relacióncon el mundo.FORMABILITY LINEThe art of formability is made of movements that expressabstract forms and figurations that tend to abstraction,disconnecting itself from representation when insertingthe reality of knowledge into the reality of vision.LÍNEA DE LA FORMATIVIDADEl arte de la formatividad se compone de movimientos quecolocan la forma abstracta y la figuración que tiende a laabstracción, rompiendo con la representación al inserir larealidad del conocimiento en la realidad de la visión.REDUCTION LINEThe term reduction refers to processes that conceptualizethe artistic structures through its instruments andmaterials, providing major changes by moving a recentlyacquired code into an even more recent one.LÍNEA DE REDUCCIÓNEl término reducción indica procesos que conceptualizanlas estructuras artísticas a través de sus materiales einstrumentos, proporcionando grandes cambios al movimentarun código recién adquirido en otro más recientetodavia.ONEIRIC LINEThe art of the oneiric points to the sense of revelation andastonishment, and gives visibility to metaphysics and thepsyche by approaching dreams, memory and imaginationby means of the figurative verismo.LÍNEA DE LO ONÍRICOEl arte de lo onírico tiende para el sentido de la revelacióny del extrañamiento, dando visibilidad a lo metafísico y ala psique al volcarse para el sueño, la memória y la imaginacióncon el verismo figurativo.


Governador do Estado de Santa CatarinaJoão Raimundo ColomboVice-Governador do Estado de Santa CatarinaEduardo Pinho MoreiraSecretário de Estado de Turismo, Cultura e EsporteCesar Souza JuniorPresidente da Fundação Catarinense de CulturaJoceli de SouzaDiretora de Difusão ArtísticaMary Elizabeth Benedet GarciaDiretora de Preservação do Patrimônio CulturalAndréa Marques Dal GrandeAdministradora do Museu de Arte de Santa CatarinaLygia Helena Roussenq Neves


FICHA TÉCNICAMASC: TEMPO, ESPAÇO E ARTEProjeto museográfico e concepção geralRenilton Roberto da Silva Matos de AssisLayout da planta expográficaElizangela Cristina OliveiraDesign gráficoMoysés Lavagnoli da SilvaTextosFábio Andreas Richter(elaboração, pesquisa e concepção geral)Jayro Schmidt(texto de abertura e revisão)José Carlos Boaventura dos Santos(pesquisa e confecção de suporte expositivo)Luiz Carlos de Almeida Mesquita(tradução-inglês)Luciana Stábile Monteblanco(tradução-espanhol e pesquisa)Marcos Heimbert Karro (revisão)Denize Gonzaga Santos (revisão)Ronaldo Linhares (pesquisa)Edição e reprodução de imagensMárcio Henrique MartinsSérgio Kinichi Gomes SakakibaraLINHAS ARTÍSTICAS NO ACERVO DO MASCProjeto museográficoRenilton Roberto da Silva Matos de AssisLayout da planta expográficaElizangela Cristina OliveiraCuradoria, texto e planificação de montagemJayro SchmidtApoio técnico de acervoJosé Carlos Boaventura dos SantosRonaldo LinharesMediação educacionalEliane Prudêncio da CostaMaria Helena Rosa BarbosaSérgio Da Silva ProsdócimoEquipe de montagemAndré Tapajós da Silva GomesAnézio Antônio RamosItamar de Pinho AlvesPaulo Roberto SouzaSérgio Adolfo QuintEstágio em iluminaçãoEdmar NascimentoGabriel GuedertDesign gráficoMoysés Lavagnoli da SilvaAGRADECIMENTOSDamerau Cruz, da Lighting DesignerDaniel Ferreira da Silva, da Montagem SeteCriação e Execução de Serviços Ltda.

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