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Edição 881

Jornal Folha do Norte Paranaense

LEIS E EDITAIS

LEIS E EDITAIS BANDEIRANTES, SÁBADO, 03 DE MARÇO DE 2018 - Edição 881 18 Novo mínimo regional já está em vigor O governador Beto Richa assinou decreto do salário mínimo regional para 2018. As novas faixas salariais variam de R$ 1.247,40 a R$ 1.441,00. O valor foi ajustado conforme o percentual aplicado para o mínimo nacional, como determina a Lei 18.766 de maio de 2016, aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná. A mudança passou a vigorar na quinta-feira (1º de março). O mínimo regional, reajustado em 1,81%, regulamenta o salário de cerca de 1,5 milhão de trabalhadores do setor privado não contemplados com convenções ou acordos coletivos de trabalho. Mesmo a menor faixa do piso salarial no Paraná é 24% maior que o mínimo nacional, fixado em R$ 954,00. “O piso salarial é uma importante conquista do nosso Estado e concilia tanto os interesses dos trabalhadores como dos empregadores paranaenses. Esta nova tabela consolida o Paraná entre os estados com o maior salário regional do Brasil”, disse o governador Beto Richa. Para a categoria de trabalhadores agropecuários, florestais e de pesca, o piso sobe para R$ 1.247,40. Para os trabalhadores de serviços administrativos e serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados e trabalhadores de reparação e manutenção o piso salarial passa para R$ 1.293,60. O terceiro grupo, formado por aqueles que atuam com produção de bens e serviços industriais, tem um novo piso no valor de R$ 1.339,80; e o quarto, composto por técnicos de nível médio, passa a receber o valor de R$ 1.441,00. DATA-BASE – A data-base para reajuste do piso mínimo regional será antecipada em um mês a cada ano, fixando-se em 1º de março em 2018; 1º de fevereiro para 2019 e 1º de janeiro para 2020. A regra foi estabelecida em decreto assinado pelo governador. Sistema Fiep, por meio do Senai no Paraná, oferece mil vagas em cursos técnicos semipresenciais Os cursos podem ser a oportunidade para quem sonha com uma qualificação profissional Para quem tem pouco tempo, mas quer se aprimorar profissionalmente, o Sistema Fiep oferece mil vagas para cursos técnicos semipresenciais, nos quais 80% das aulas são online e 20% são práticas, sendo ministradas a cada 15 dias em laboratórios Senai. São sete cursos disponíveis, em 18 pólos, de 14 cidades do Estado, incluindo Toledo, Londrina, Francisco Beltrão, Ponta Grossa e Curitiba. Não existe limite de idade para a inscrição e o pré-requisito é a escolaridade – o interessado precisa estar cursando ou ter concluído o ensino médio. As Inscrições podem ser feitas até o início de abril e mais informações sobre os cursos podem ser encontradas em www.senaipr.org.br/cursostecnicos. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, só no 2º semestre de 2017, o número de cadastrados em Educação a Distância (EAD), no Brasil, subiu 85%: passou de 7,1 mil para 13,2 mil. Entre as vantagens que motivam o crescimento desse tipo de modalidade estão acompanhamento online contínuo de professores – tutores, mensalidades mais baixas e maior flexibilidade na administração dos horários de estudo conforme a rotina. Chats, fóruns e atividades online também são um aparato complementar para o ensino. A gerente de Educação Profissional do Sistema Fiep, Vanessa Frason, explica que o Sistema Fiep, por meio do Senai no Paraná, começou a ofertar cursos técnicos, na modalidade semipresencial, em 2017. Com o lançamento, tiveram uma surpresa no número de inscritos. “Tivemos uma boa demanda com essa modalidade. Acreditamos que o grande chamariz é a flexibilidade de horário. Temos muitos alunos que já são trabalhadores da indústria, estão inseridos no mercado de trabalho, mas não têm tempo para se deslocar todo dia para aulas presenciais nas unidades. A modalidade EAD supre essa necessidade e, ao final, oferece a mesma certificação que um curso presencial”, explica. COMO FUNCIONA - O aluno realiza a maior parte do curso a distância, com aulas pela internet, e tem a cada 15 dias, aulas práticas em sala de aula, em uma das unidades pólo. Pelo fato de as aulas teóricas serem pela internet, o aluno recebe um login e uma senha para acesso a todas as aulas online, com os conteúdos e as atividades que deverá desenvolver ao longo do curso. Dependendo do curso escolhido, a duração pode ser de um ano e meio a dois anos. Ao final, tanto no presencial, quanto no semipresencial, a formação do Senai capacita tecnicamente o aluno para atuar no mercado de trabalho. Para realizar a matrícula, interessados devem apresentar a documentação necessária na unidade onde serão realizadas as aulas presenciais. O edital com a lista de documentos para inscrição, bem como outras informações, está disponível no sitewww.senaipr.org.br/ cursos-tecnicos. SOBRE O SISTEMA FIEP - O Sistema Fiep é composto pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). As instituições trabalham integradas em prol do desenvolvimento industrial. Com linhas de atuação complementares, realizam a interlocução com instâncias do poder público, estimulam o fomento de negócios nacionais e internacionais, a competitividade, a inovação, a tecnologia e a adoção de práticas sustentáveis, e oferecem serviços voltados à segurança e saúde dos trabalhadores, à educação básica de crianças, jovens e adultos, à formação e aperfeiçoamento profissional, à formação de nível superior, além de capacitação executiva. As Faculdades da Indústria têm se firmado como organização que contribui para o desenvolvimento das indústrias e o desenvolvimento da sociedade. Sistema Fiep: nosso i é de indústria.

LEIS E EDITAIS BANDEIRANTES, SÁBADO, 03 DE MARÇO DE 2018 - Edição 881 19 Agropecuária puxa resultado positivo do PIB em 2017 Com o melhor resultado anual da série histórica, iniciada em 1996, o setor agropecuário cresceu 13% no ano passado e foi responsável por 70% do crescimento de 1% no Produto Interno Bruto (PIB). A soma total da produção das riquezas nacionais em 2017 ficou em R$ 6,559 trilhões. Os dados foram divulgados hoje (1º), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os resultados das Contas Nacionais Trimestrais, o que inclui o fechamento do ano. Segundo a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de La Rocque Palis, o resultado da agropecuária foi puxado pelo recorde das safras de milho, com crescimento de 55,2% no ano, e de soja, com aumento de 19,4% na produção em 2017, na comparação com 2016. “São duas culturas muito importantes na lavoura brasileira", disse a economista. Ela explicou que, do percentual de crescimento do PIB (1%), a maior parte (0,7%) deve-se à agropecuária e parte dos 3% restantes ao setor de serviços, que tem grande peso na economia. O resultado foi também influenciado pelo crescimento em termos reais dos impostos líquidos e subsídios, puxado pelo crescimento em volume, em termos reais, do Imposto de Produtos Industrializados (IPI). De acordo com Rebeca, a arrecadação de impostos também foi beneficiada pelo crescimento da agropecuária e da indústria de transformação no ano, bem como o aumento nas importações. O Imposto de Importação fechou o ano com crescimento de 7,9% e o IPI subiu 4,1%. Apesar de a indústria ter fechado o ano sem registrar crescimento, com peso grande da construção, que teve queda de 5%, Rebeca ressaltou que outros setores tiveram crescimento. “Olhando a indústria por dentro, a gente vê que quem puxou para baixo foi a construção; as outras três atividades da indústria tiveram crescimento, principalmente as indústrias extrativas [crescimento de 4,3%], puxadas pelo petróleo e minério de ferro, tanto na parte da indústria de transformação [+1,7%] quanto na de eletricidade, gás, água e esgoto [+0,9%]”. Baixo investimento e alta no consumo Pelo quarto ano seguido, a taxa de investimento fechou o ano com queda, chegando ao menor nível da série histórica, iniciada em 1996. A taxa ficou em 15,6% do PIB, depois de fechar 2016 em 16,1%. Segundo a ecnomista, o aumento no quarto trimestre do ano não foi suficiente para reverter a trajetória de queda. “A taxa de investimento estava em uma trajetória de queda há 14 trimestres, na taxa interanual, ou seja, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Então, depois de 14 trimestres seguidos de queda, no quarto trimestre de 2017 houve crescimento, e isso foi uma reversão bastante importante que pudemos visualizar na economia brasileira no quarto trimestre, influenciado positivamente pela produção nacional e a importação de bens de capital, já que a construção, apesar de ter uma queda menor, ainda continua no terreno negativo”, acrescentou. Rebeca citou como destaque positivo o consumo das famílias, com peso de mais de 60% na economia. “Depois de dois anos de queda, como tinha acontecido com o PIB, o consumo das famílias reverteu as duas quedas e passou a ter um crescimento também de 1% no ano, influenciado pela melhora dos indicadores no mercado de trabalho. O disponível de renda do trabalho na mão das pessoas, em termos reais, cresceu no ano, e então elas puderam traduzir isso em aumento no consumo das famílias e também no aumento da taxa de poupança. A economista destacou também como fatores que influenciaram no aumento do consumo das famílias a inflação em baixa, que passou de 8,7% em 2016 para 3,4% em 2017; a taxa de juros menor, que caiu de 14% para 10%; e o crédito para pessoa física, que recuperou 2,6% no ano passado.

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