ANY MAGAZINE

luishun

Edição 4 da Any Magazine, revista digital que fala sobre cinema, games, animes, série e tudo que envolve as artes visuais com conteúdo.

Digital Magazine that talks about games, series, animes and cinema.

Acesse tambem www.projetoany.wordpress.com e se mantenha informado das novidades da revista.

EDIÇÃO 4

JUNHO 2013

RESIDENT EVIL: REVELATIONS

Hannibal

FACEBOOK.COM/ANYMAGAZINE

ALÉM DA ESCURIDÃO

Star Trek volta

aos cinemas

mais sombrio

e mais sóbrio.

ADAPTAÇÕES DE MANGÁS


PARCERIA:

O T ACRA ZY

OTAKUS E NERDS

G O GO!

APOIO:

Only Good Animes

Apenas o Melhor

anime

portfolio

O conteúdo exclusivo para a revista

foi licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-

SemDerivados 3.0 Brasil.

EDITOR CHEFE:

LUIS HUNZECHER

REDAÇÃO:

LUIS HUNZECHER

ALINE FIDENCIO

ROBERTA OLIVEIRA

DESIGN:

LUIS HUNZECHER

ALINE FIDENCIO

REVISÃO:

ROBERTA OLIVEIRA

COLABORADORES:

EVILASIO COSTA JUNIOR

(ANIME PORTFOLIO)

TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA

(AFONTEGEEK)

LUIZ FELIPE

(OTACRAZY GO)

RICARDO SET

(ESPAÇO GAMER)

ARIANE DE SÁ

(CASA DO HERÓI)

CHRISTIANO

(OTAKU ANIMES)

CARLÍRIO NETO

(NETOIN)

FRANK LEMOS

(BEEK)

ALEX

(FATALITY)

EQUIPE SENPU TOKUSATSU

(SENPU)

SPIDEY

(THE AMAZING NERD)

ANYTHING

EDITORIAL

HERÓIS NOS

CINEMAS

Recentemente fomos surpreendidos com a noticia de que a

HBO produzirá uma serie baseada no Anime/Manga Monster.

A noticia repercutiu positivamente pois pode ser o primeiro

passo para o maior reconhecimento das obras japonesas no

cinema americano.

Hollywood é muito preconceituosa, não adianta negar, pois

é. Filmes estrangeiros tem que causar um baque imenso para

poderem ter sua chance nos cinemas americanos, foi assim

com quem quer ser um milionário, com Cidade de Deus,

Oldboy entre outros. Somente um filme que cause impacto

consegue abrir portas para esse pais ou para esse gênero em

Hollywood, e acredito que Monster tenha potencial para isso.

O espetacular Anime tem um roteiro de tirar o folego,

uma historia envolvente e muitos momentos extremamente

emocionantes e interessantes. Essas características não são

únicas desse titulo, muitos outros animes possuem capacidade

para se tornarem um filme Hollywoodiano, e nos próximos

anos veremos se uma série como Monster pode abrir portas

para o cinema japonês.

Quem sabe não teremos um Death Note, um Code Geas, um

Soul Eater nas telonas. Não custa sonhar, mas mais importante

do que isso, é preciso que se faça um trabalho de qualidade

para a idéia não se perder.

Luis Hunzecher - Editor Chefe


LEIA TODAS AS EDIÇÕES DA

ANY MAGAZINE

CLICANDO NAS CAPAS ABAIXO


ÍNDICE

SESSÃO DO LEITOR

CRÍTICA: STAR TREK: ALÉM DA

ESCURIDÃO

ANÁLISE:EVIL DEAD

ESPECIAL BATMAN

CRÍTICA: HANNIBAL

TOKUSATSU: O PROTOCOLO

SUPER SENTAI

ESPECIAL: ADAPTAÇÃO DE

ANIMES E MANGAS PARA LIVE

ACTION

7

9

13

21

23

25

29

ANÁLISE: HEIDI

ESPECIAL: DRAGON BALL PARTE 2

REVIEW: RESIDENT EVIL

REVELATIONS

E-GAMMING

LISTA: MAIORES MUSAS DO

HEAVY METAL

ANY DISTOPIA

LEITURAS: VISUAL NOVEL

MOBILE GAME

PRÉVIA PRÓXIMA EDIÇÃO

35

39

43

47

49

51

53

55

57


SESSÃO DO LEITOR

ESCREVA PARA NÓS!

Possui alguma pergunta? Crítica? Elogio? Sugestão? Frase?

Recado? Ou qualquer outra coisa?

Escreva para magazine.any@gmail.com

RESPOSTA DA EDIÇÃO ANTERIOR: DE VOLTA PARA O FUTURO

DE QUE FILME É ESSA CENA?

Resposta na próxima edição

caso tenha alguma sugestão de cena nos envie por email

ANYTHING

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CRÍTICA

A BORDO DA

ENTERPRISE

Frenético desde a primeira cena, Star Trek tenta

ampliar ainda mais o universo criado por J.J Abrams.

Se passando em um

universo paralelo, o novo filme

que da seqUência a Star Trek

de 2009 é eletrizante, frenético

e extremamente bem feito.

Star Trek Além da Escuridão

é a seqUência que todos

aguardavam. Muito suspense

foi feito e muito dinheiro foi

gasto, e os fãs podem se sentir

recompensados por isso.

O filme que se passa

em um universo paralelo ao

da série original, tenta corrigir

os erros do primeiro longa

que teve muitos momentos

corridos, falta de um bom

vilão e muitas cenas com Kirk

quase caindo ou se dando mal.

Além da Escuridão traz uma

tripulação mais madura, uma

ambientação mais seria e um

vilão mais forte e desafiador.

9 ANY MAGAZINE

POR LUIS HUNZECHER

No longa temos temos

Kirk(Chris Pine) cara a cara

com John Harrison( Benedict

Cumberbatch). Para não

dar spoilers maiores, vamos

resumir assim: John fez algo

muito ruim e a tripulação sai

em sua caçada por conta disso.

John é um ex membro da frota,

e esse elo é importantíssimo

no decorrer do filme.

O filme tem muita ação,

lutas, corridas, saltos e tudo

que um bom filme de ação tem

que ter, mas isso sem perder o

clima Star Trek.

O universo do filme

consegue se expandir mais

ainda nessa sequência. A

vastidão de opções que o

filme nos trás podem mudar

totalmente o futuro da saga.

O filme tem muito

drama, como de costume,

porem a escuridão do titulo

é transmitida para o longa,

pois temos decisões éticas

dos personagens, escolhas e

mudanças que contestam e

botam em cheque a bondade

dos personagens.

Toda a carga do filme fica nas

CINEMA

costas de Kirk, Spock(Zachary

Quinto) e Uhara(Zoe Saldana).

Porem isso não impede que

outros personagens do elenco

se destaquem no filme,

principalmente o personagem

de Karl Urban e o de Simon

Pegg.

A relação de Spock e

Kirk se desenvolve pouco se

comparada com o primeiro

filme, na verdade, o filme não

se aprofunda muito em nenhum

personagem, deixando a ação

do filme carregar o enredo.

O longa ao se desenvolver

acaba criando um atrito entre

Spock e Kirk, e John aparece

como o calo na relação dos

tripulantes da Enterprise, porem

ANY MAGAZINE 10


esse calo tem muito potencial

e pouca atenção. Resumindo,

um grande vilão mas que é

pouco acionado. É revelado

que Harrison tem uma ligação

com o universo antigo de Star

Trek, mas isso é algo que só

vendo o filme.

FICHA

DIREÇÃO

ESTRELANDO

NOTA FINAL

11 ANY MAGAZINE

J.J ABRAMS

CHRIS PINE, ZACHARY QUINTO,

KARL URBAN, ZOE SALDANA, SIMON

PEGG, BENEDICT CUMBERBATCH

Star Trek é um bom filme

de ação, mas faltou um pouco

mais de profundidade ao filme,

o que não tira o mérito de

Abrams e abre a pergunta...

qual o futuro desse Reboot?

Pois as possibilidades são

enormes e desafiadoras.

CINEMA

ANY MAGAZINE 20


POR LUIS HUNZECHER

ANÁLISE

EVIL DEAD

O CLASSICO DO TERROR GANHOU UM REMAKE. VEJA NOSSA ANALISE DA TRILOGIA

CLÁSSICA E DESSE NOVO LONGA.

Os anos 80 e 90 ficaram conhecidos

por filmes de terror Gore, onde há muito

sangue, muita carnificina e em alguns

casos, cenas toscas e que levavam o

publico a loucura. Hoje em dia esse

segmento de filme não é tão lembrado

como Gore, mas sim como Trash, que em

uma tradução literal significa Lixo. Esse

termo se deve aos momentos toscos e

non sense que temos nos filmes desse

tipo.

Entre os Trash temos grandes

filmes como Vingador Tóxico(que pode

ter um remake estrelado Por Arnold

Schwazeneger), biscoito assassino,

mosquito man, entre outros. Porem um,

somente um deles atingiu um patamar

muito acima de ser um clássico do terror

Trash, e se tornou um clássico do cinema.

Estamos falando de Evil Dead(morte do

demônio em português).

Evil Dead é um filme dirigido por

Sam Raimi(mesmo diretor de Homem

ANY MAGAZINE 13

Aranha) e que conta a história de jovens

que ao visitar uma cabana, lêem um livro

dos mortos e são atacados por seres

das trevas. Pode parecer clique essa

sinopse hoje em dia, mas na época foi

revolucionário, um filme diferente do que

se tinha no mercado, e por isso criou

essa marca e se tornou um marco no

cinema de terror.

Essa matéria dividirei em 2

partes, uma analise da trilogia clássica

e uma analise do reboot que fizeram,

mostrando meio que um comparativo

entre os dois filmes. Por isso sente na

cadeira e pegue seu guarda chuva, pois

vai jorrar sangue.

Trilogia Clássica.

Em 1981 Sam Raimi, um jovem e

promissor diretor decidiu fazer um longa

com a ajuda de seu antigo amigo de

colégio Bruce Campbell. Sam e Bruce

fizeram muitos filmes juntos gravados

em super-8, e por conta da amizade

dos dois e do fato de Bruce ser o “gala”

entre os amigos, foi criada ai uma das

parcerias mais bem vistas entre os fãs

de terror.

O filme se chamava Evil Dead,

e contava a história de 5 amigos que

ao visitar uma cabana abandonada no

meio de uma floresta encontram um

livro, o Necromanicon. Ao acidentalmente

“lerem” o livro, eles liberam demônios que

começam a possuir um a um os jovens,

fazendo com que se torne uma luta de

sobrevivência essa estadia na cabana.

A sinopse não tem nada de

espetacular, porem a maneira que

Raimi conduz o filme, a maneira que a

história se desenvolve e os sustos e os

“defeitos especiais” da época são bem

surpreendentes, fazendo com que Evil

Dead seja uma referencia para os filmes

de terror, um marco. Cenas como a

arvore estuprando uma mulher chocaram,

e fizeram o filme ser o que é hoje.

O sucesso do filme tem o dedo

de Raimi, é inegável que somente um

diretor com mente tão doentia e sádica

conseguiria fazer uma história tão

macabra e bem feita. Porem além do

diretor, o protagonista rouba a cena, e se

torna um ícone. Bruce Campbell, um ator

pouco conhecido e muito expressivo fez

de seu personagem Ash uma caricatura

de como os mocinhos de filmes seriam

CINEMA

dali para frente. Destemido, forte, e

que de uma hora para outra consegue

salvar o mundo, é assim que é Ash, e

no segundo filme que essa influencia e

força da atuação de Bruce se torna mais

visível ainda.

Em Evil Dead 2( traduzido

porcamente aqui no Brasil para Uma

Noite Alucinante) vemos o mesmo Bruce

Campbell em uma cabana só que dessa

vez ele encontra outras pessoas, que

juntos tem que sobreviver ao mesmo

tipo de ataque da outra vez, mudando

o fato de que nesse segundo longa a

namorada do personagem de Bruce(que

ainda se chama Ash) é possuída, e a

partir dai temos o filme que em minha

opinião, é a obra prima do Trash.

As cenas são memoráveis, vão

desde um demônio Lewis Hamilton que

tem barulho de Ferrari quando corre,

uma dança ao luar fazendo malabares

com a cabeça, um alce empalhado

dando risada, uma abajur dando risada,

o Ash dando risada, e se eu começar

aqui, ficaremos a noite toda falando dos

momentos bizarros do filme. O que é

interessante é um fato...os momentos

bizarros não são totalmente gratuitos, e

se encaixam na mensagem que Raimi

tenta passar, fazem com que o longa

seja muito bom por conta disso, te faz

rir, mas não deixa de ter qualidade.

Como disse anteriormente, Bruce

se destaca nesse filme por suas caras

e bocas, sua atuação pastelão mas que

agrega muito ao longa. O filme em si é

uma obra prima do terror, não assusta,

na verdade passa longe em alguns

momentos, mas é clássico, diferente e

muito bom.

ANY MAGAZINE 14


Entre as melhores cenas temos a

da mãozinha. Como falar de Evil Dead

e não falar da mãozinha. A partir de um

momento do filme Bruce arranca sua

mão fora pois ela estava endemoniada,

porem sua mão continua viva, e o ataca,

e pior... da uma surra em Bruce. Essa

cena é uma das mais cômicas do cinema,

mas é muito boa, inesquecível. Depois

disso nosso herói resolve dar uma de

McGaiver e coloca uma serra elétrica no

lugar da mão. Algo surreal para a época,

nunca antes tentado, mas que funciona

no longa.

Ash pega sua serra elétrica no lugar

da mão, serra o cano de uma Shotgun

e sai pro pau com o Demônio. A caçada

é frenética, e acaba com Bruce junto

com o demônio caindo em um vortex

do tempo, onde ele vai parar na idade

media dominada por demônios, onde

temos nosso terceiro e ultimo capitulo

desse arco épico.

Em Army of darkness(Vulgo Evil

dead 3) Ash é transportado para 1400

AC onde hordas de demônios comandam

a Terra. Sua missão? Salvar a população

e recuperar o livro Necromanicon. O

terceiro filme é o mais raso e o mais

focado na ação, mudando um pouco

da vertente inicial do filme. É meio

ANY MAGAZINE 15

que se o Raimi dissesse “já que eles

gostaram do trash, daremos o trash”.

As cenas são mais malucas que no

segundo filme, e as cenas com Ash

continuam as melhores. No filme Ash

usa suas táticas modernas de combate

para derrotar a horda de demônios. O

destaque diferenciado do filme é a trilha

composta por Danny Elfman(criador da

abertura dos Simpsons) que ficou muito

bem feita.

Como disse antes, o filme já

idolatra Bruce Campbell, já exagera e

meio que força o expectador a aceitar

que Bruce é foda, e não tem desculpa.

É o pior filme da trilogia em minha

opinião, mas que não deixa de ter bons

momentos.

Resumindo, Evil Dead é estupro

da arvore, demônios, sangue, mais

sangue, motosserra, risadas, Raimi e

Bruce Campbell. Tudo isso muito bem

dosado e de maneira muito bem feita.

Basicamente Evil dead é um filme

obrigatório, um manual do gore, um guia

do trash.

REMAKE

Voltando para 2013, vamos falar um

pouco sobre o remake que Fede Alvarez

realizou. O filme segue o mesmo modelo

do original, 5 amigos em uma cabana

no meio da floresta lêem um livro dos

mortos que traz um demônio de volta a

vida, e esse demônio começa a possuir

COMPARATIVO DA MESMA CENA NO ORIGINAL E NO REMAKE

e matar um a um até sobrar somente um

vivo.

O filme tem algumas diferenças,

primeira é o fato do protagonista ser

uma mulher chamada Mia. Não temos

referencias a Bruce nesse remake, o que

em minha opinião é um ponto negativo.

O filme é muito mais sóbrio,

sombrio e focado no terror. Não foi

usado nenhuma computação gráfica, foi

mantido o mesmo estilo usado no original,

somente maquiagem e muitos galões de

sangue falso.

As referências ao original são

fortes e muito interessantes, vão desde

uma frase, passando pelo carro usado e

culminando no roteiro do filme. Fede disse

que o filme tentaria ser mais aterrorizante

que o original, não tentaria ser cômico.

Temos cenas cômicas no remake, mas

achei gratuitas e desnecessárias.

A tentativa de fazer um terror aos

moldes modernos não é tão positiva.

O filme é bom mas não assusta, não

te faz pular da cadeira. Temos muitas

adaptações de cenas clássicas e muitas

cenas novas, porem o susto não vem, o

filme é gore ao extremo, mas não te faz

pular da cadeira.

O remake é bom, mas não se

compara com o original. O filme é uma

tentativa de assustar usando os moldes

do filme de 81, mas falha nesse ponto.

Como um filme Gore é ótimo, é uma

ode ao original, mas como disse antes,

CINEMA

não assusta, não da medo. Vale muito

apenas assistir o filme e torcer para

termos continuações, pois Evil Dead

nunca é demais.

CURIOSIDADES

1.Foram usados mais de 200 litros de sangue

no filme original

2.O filme foi filmado em uma cabana

abandonada de verdade.

3. As cenas do ponto de vista do demônio

foram filmadas com a camera sobre uma

“carrinho” e Bruce e Raimi empurrando ela.

4. O filme original teve estreia em 1981,

mas saiu no Brasil somente em 1989.

5.Como Raimi não conseguiu o direito de

repassar cenas do primeiro filme em Evil

Dead 2, ele refilmou todo o começo do

filme para explicar como Bruce foi parar na

cabana.

6.As cartas na mesa do remake são identicas

as usadas no original.

7.O carro usado no remake é o mesmo do

filme original, e esse carro(1973 Oldsmobile

Delta 88) tambem aparece em outros filmes

de Raimi como Homem Aranha, Arraste-me

para o inferno, etc.

ANY MAGAZINE 16


POR Carlos Eduardo Zeclhynski via Amazing Nerd

ESPECIAL

ESPECIAL BATMAN

PARTE 1

Para quem não sabe Batman é um

super-herói dos quadrinhos publicadas

pela editora DC Comics, cuja primeira

aparição alguns acreditam ter sido em

desenhos de Frank Foster em 1932,e

publicado, em maio de 1939, na revista

Detective Comics #27. Mais tarde,

juntamente com a revista Superman e

Homem-Aranha , Batman seria um dos

mais conhecidos super-heróis do mundo.

Batman foi co-criado pelo desenhista

Bob Kane e o escritor Bill Finger.

Fã da cultura vampiresca,

especialmente das histórias ligadas ao

personagem conhecido como Drácula,

Kane imaginou um herói baseado no

mesmo, com roupas negras, mas foi

Finger que deu ao personagem o formato

que o consagrou. Apesar de oficialmente

creditado a Bob Kane, os desenhos de

Frank Foster II, artista ligado a indústria

de publicações de Nova Iorque na

década de 1930, foram considerados

autênticos pela DC Comics .

Batman tem como identidade

secreta seu alter ego Bruce Wayne,

empresário, playboy, bilionário e

filantropo. Segundo os quadrinhos,

o fato de testemunhar o assassinato

ANY MAGAZINE 21

de seus pais quando criança, teria

levado o jovem Bruce a viajar pelo

mundo, tentando compreender a mente

criminosa. Treinou todo tipo de artes

marciais e técnicas de combate (o

trauma de ver seus pais mortos com

tiros de revólver tornou-o averso a

armas de fogo), buscando a perfeição

física e intelectual.

Bruce Wayne temia os morcegos.

Ele criou o uniforme com a imagem

do animal , para que seus inimigos

partilhassem do seu medo . Além

disso ele aprendeu a minipular e usar

o medo de seus inimigos contra eles

mesmos. Diferente de muitos superheróis

Batman , não têm nenhum poder

, ele apenas conta com alta tecnologia

das Impresas Wayne , é faixa preta em

muitas artes marciais .

Personalidade :

Como Batman, a personalidade de

Bruce Wayne variou conforme o passar

do tempo. As histórias mais novas

preferem mostrá-lo como um playboy

preguiçoso, sendo o Batman, com

uma personalidade forte e sombria, a

personalidade dominante, a “verdadeira”

identidade do bilionário. Já as versões

mais antigas apresentam um Bruce

Wayne mais maduro e responsável,

sendo Bruce a personalidade dominante.

Wayne guarda seu segredo muito bem, e

apenas poucas pessoas sabem que ele

é o Batman. Alguns vilões descobriram

sua identidade ao longo dos anos, como

Ra’s Al Ghul, Hugo Strange, o Charada,

Bane e Silêncio .

Da esquerda para a direita temos

respectivamente: Dick Grayson/

Asa Noturna, Bruce Wayne/Batman,

Damian Wayne/Robin e Tim Drake/

Robin Vermelho.

ESPECIAL

Fraquezas :

Exatamente por ser um humano

comum (uma característica rara em

super-heróis), o Batman pode se ferir

em combate, mas na maioria dos casos

pode contar com seu fiel mordomo,

Alfred, formado em medicina de guerra

e que também o ajuda a resolver muitos

dos casos em que Batman se envolve.

Devido ao seu trauma de infância,

o Batman não tem o costume de se

envolver emocionalmente com ninguém.

Sua desconfiança em tudo e todos o

afastou até mesmo dos grandes heróis

com os quais já lutou lado a lado muitas

vezes, como o Superman, e isso às

vezes é usado pelos vilões como um

modo de isolar o Cavaleiro das Trevas.

Batman também tem uma espécie de

bloqueio psicológico que o faz relembrar

do crime que vitimou seus pais quando

no Beco do Crime à noite.

Na próxima edição teremos a

continuação desse especial falando

um pouco mais dos vilões e dos

personagens do universo de Gotham.

ANY MAGAZINE 22


CRÍTICA

CLASSE E

CANIBALISMO

HANNIBAL AGORA É UMA SÉRIE, QUE TENTA MOSTRAR UM HANNIBAL

MODERNO, MAS QUE DEIXA A DESEJAR EM ALGUNS MOMENTOS

Desvendar crimes é algo comum

na televisão, criminosos, serial killers,

policias bonzinhos, esses elementos

são comuns em séries de TV hoje em

dia. Porém em 1999 o gênero policial

sofreu um choque, com o lançamento

do livro Hannibal, que trouxe um novo

tipo de serial Killer. O livro virou filme,

e Hannibal se tornou um Clássico, um

personagem mítico e extremamente

complexo. Bebendo da fonte do filme,

Hannibal ganha uma série que tenta

manter a classe do personagem e traz

uma faceta diferente da dos filmes.

A série traz Mads Mikkelsen

como Hannibal, um Hannibal mais

jovem do que o vivido por Anthony

Hopkins, mas nem por isso menos

sádico e complexo. Temos também

Hugh Dancy como Will Graham, um

agente do FBI que junto com Hannibal

estão tentando decifrar crimes. Os dois

trabalhando juntos possuem diálogos

ácidos, discussões bem feitas que

mostram que os diálogos da série

foram muito bem elaborados, créditos

para os roteiristas.

23 ANY MAGAZINE

POR LUIS HUNZECHER

O visual da série é bem

interessante, temos ternos bem

alinhados que aparentam ser de alguns

anos atrás, os ternos de Hannibal são

no estilo dos anos setenta, o que seria

condizente com a idade do personagem

nos livros(Hannibal nasceu em 1933

nos livros de Thomas Harris). Porem

alguns detalhes como câmeras,

celulares, fazem um contraposto com o

visual e criam uma atmosfera mista na

serie, o que pode deixar o espectador

mais confortável ao se identificar com

o tempo que a historia se passa.

Sobre a série em si, ela é muito

bem desenvolvida, tem ritmo, os crimes

são bem interessantes e ver Hannibal

e seu paladar diferenciado e suas

extravagancias é algo interessante.

Para terem uma idéia, o doutor

Hannibal(psiquiatra) que não é santo

nem nada aparece comendo o pulmão

de uma de suas vitimas.

Os casos são interessantes como

já disse, mas melhor que isso são os

diálogos e as cenas entre o oficial Will

e o doutor canibal. A sintonia entre os

personagens é bem interessante, e o

apoio que Laurance Fishburn dá com

o papel do chefe do FBI ajuda muito

no desenvolvimento da trama.

O problema da série começa a

aparecer a partir do sexto episodio.

Tudo o que parece bom nos primeiros,

se repete, e muito, tornando a trama

previsível e cansativa(bem como muitas

series policiais). Esse problema é ruim

SÉRIES

para quem assiste, e acaba tornando

tudo cansativo antes do tempo.

Hannibal tem um ótimo conceito,

porem falha em não tentar inovar. É

bom ver o folego novo que foi dado ao

personagem, e como ele está sendo

respeitado. E para finalizar, só posso

dizer uma coisa... Mads Mikkelsen é

um ator muito bom, que me da muito

medo, e perfeito para o papel.

CANAL

ELENCO

NOTA FINAL

FICHA

NBC (AXN NO BRASIL)

PRODUÇÃO Bryan Fuller

Hugh Dancy, Mads Mikkelsen,

Caroline Dhavernas, Hettienne

Park, Laurance Fishburn

ANY MAGAZINE 24


POR LUIZ GUSTAVO MENDES VIA SENPUU

TOKUSATSU

Entendendo Super Sentai:

O Protocolo Super Sentai

O SENPUU TE EXPLICA O QUE É O PROTOCOLO SUPER

SENTAI E COMO ELE FUNCIONA.

Quem acompanha as séries de tokusatsu,

especialmente os guerreiros coloridos

dos super sentais e já ouviu alguma

edição dos podcasts do Senpuu está

familiarizado com o famigerado Protocolo

Super Sentai. Mas para quem não

o conhece, que protocolo é esse? É

uma base de roteiro que é seguido por

quase todos os episódios das séries

dos guerreiros coloridos.

O protocolo segue da seguinte forma:

primeiro começamos com a exposição

da trama, normalmente atreladas ao

personagem que tem o foco da semana.

25 ANY MAGAZINE

Depois temos o primeiro confronto com

o monstro da semana, mas que não é

concluído logo de cara. Então, vem mais

uma evolução da trama, culminando

com a segunda batalha com o monstro,

que acaba com o sentai usando seu

finisher para matar o inimigo, que então

torna-se gigante (ou entra em um robô

gigante em alguns casos) e aí vem a

luta com o robô. Finalmente, acontece

a conclusão da trama.

Talvez quase nada tenha mudado tão

pouco nestes 37 anos de série quanto o

protocolo. Tirando a parte do robô, sua

estrutura foi cunhada já em Goranger e

sofrendo apenas pequenas modificações

para incorporar alguns elementos novos.

Talvez a única produção da franquia que

tenha realmente quebrado o protocolo

com regularidade tenha sido GoBusters,

no ano passado, mas ainda assim

manteve todos os elementos. O protocolo

já se tornou-se parte da identidade dos

sentai.

Mas por que essa estrutura é tão

forte? O público principal dos sentai

é o público jovem, especialmente

oinfantil e essa repetição torna os

episódios fáceis de compreender e

acompanhar, independente da idade.

A trama raramente se mistura com a

ação, tendo momentos separados. Além

disso, como os capítulos são curtos,

SÉRIES

cada um dos segmentos é bem direto

e claro, adicionando à facilidade de

compreensão.

Isso não significa que todos os episódios

são iguais. Cada segmento tem um

tamanho de acordo com anecessidade da

semana. Algumas vezes temos combates

mais rápidos e narrativas mais longas,


ou até mesmo lutas de robô que são

apenas a montagem e o finalizador.

Há também capítulos especiais que

quebram totalmente esse protocolo,

como os episódios duplos ou aqueles

que apresentam um novo elemento à

série (novos vilões, sexto ranger, power

up, novo robô, etc.).

Cada sentai também dá uma roupagem

própria. Hurricanger não tinha apenas

um herói de destaque da semana, mas

também o vilão. Dekaranger apresentou

27 ANY MAGAZINE

uma estrutura de casos, sendo que os

dois segmentos de trama são dedicados

a pistas. Já GoBusters, quebrou

bastante a estrutura fixa, misturando o

tempo de cada parte, sendo que muitas

vezes tínhamos trama em paralelo ao

combate, ou mesmo lutas e combates

gigantes simultâneos Pessoalmente,

acho que esse é um dos motivos pelo

qual a série foi tão interessante.

Agora que você já conhece, vá assistir

qualquer sentai e observe como o

protocolo acontece na prática! Classe

dispensada.

SÉRIES

ANY MAGAZINE 35


POR EVILASIO COSTA JUNIOR VIA ANIME PORTIFOLIO

ANÁLISE

ADAPTAÇÕES DE ANIMES E

MANGAS PARA LIVE ACTION

As animações japonesas e os

mangás em geral, durante muito tempo

foram mídias cultuadas principalmente

por um público mais jovem ou um público

adulto em específico, mas nos últimos

anos o público que não se encontra

nestes perfis passaram a ter um interesse

maior por estas obras e em parte a

causa disto são as várias adaptações

de obras de animê e mangá para Live

Action. Mesmo que existam histórias

para públicos voltados as diversas faixas

etárias e de diversos gostos é fato que

adaptações de animações e quadrinhos

para live action ajudaram e muito a

popularização de vários títulos, por outro

lado atores, atrizes, diretores, produtores

e diversos outros profissionais do cinema

e da televisão se tornaram famosos por

29 ANY MAGAZINE

anime

portfolio

trabalharem em adaptações em Live

Action de animê e mangá. Mas afinal

o que é esse tal de Live Action? Live

Action é o termo utilizado para qualquer

adaptação de obras de mídias como

livros, animações, quadrinhos e games

para filmes, seriados ou novelas com

atores e atrizes reais. Algo bastante

comum em todo mundo, mas ainda

mais comum no Japão.

Em geral um grande número de

j-doramas (seriados para tv japonesa)

e j-filmes (filmes japoneses) são

adaptações de obras de mangá e animê

e estas adaptações sempre ou quase

sempre possui um caráter comercial,

tendo como foco vender a mídia original,

vender a adaptação e muitas vezes

popularizar ídolos japoneses. Muitas

anime

porolio

vezes se perde um pouco de qualidade

em detrimento da utilização de ídolos que

não são atores de fato, em outros casos

vários ídolos se tornam bons atores e

ainda existe o caso em que atores, não

ídolos, se tornam bons ídolos. É difícil

dizer se este caráter comercial prejudica

ou ajuda estas adaptações, mas o certo é

que independente deste fator muitas obras

memoráveis foram bem e mal adaptadas,

mas estas adaptações são cada vez mais

comuns e ajudam bastante a aumentar a

popularidade da obra original.

É muito comum obras shoujo ou

jousei famosas se tornarem adaptações

em live action, mas gêneros como seinen e

shounen também já foram bem explorados.

Outra prática comum é adaptar a mesma

obra tanto para o cinema quando para

uma série de tv, dentre algumas obras

famosas que já passaram por isso temos

Honey & Clover e 1 litro de lágrimas

que é uma obra originária de um livro,

nestes ambos casos, filme e seriado

não possuem correlação, mas também é

comum adaptações de seriados famosos

ganharem filmes, por exemplo Hana Yori

Dango e Nodame Cantabile. Existem

também muitos casos de obras que vão

para apenas um das mídias e em geral

séries seinen costumam ser adaptados

ANIMES

apenas para filmes, enquanto que séries

jousei, shoujo e shounen costumam

ganhar tanto adaptações para filme

quanto para tv. Acredito que isso se

dar pelo fato de que as séries de tv

costumam fazer um sucesso maior por

terem um tempo maior o que permite

uma melhor adaptação da obra original

e shounen, shoujo e jousei possuem

um grande número de fãs do estilo o

que varia muito entre séries seinen, por

abordar temas ainda mais abrangentes,

além de normalmente mangás seinen

não possuírem tantos volumes o que os

torna ideal para adaptação ao cinema.

Para terminar este texto recomendo

quatro adaptações menos conhecidas

que considero muito boas, uma para

cada estilo de obra citado. Recomendo

Fuuma no Kojiro, uma adaptação do

mangá shounen de Masami Kurumada

(o mesmo autor de Saint Seiya), a

adaptação para cinema do seinen

Solanin, que é baseado no mangá de

Inio Asano e que foi publicado no Brasil

pela editora L&PM, o dorama de Yamato

Nadeshiko Shichi Henge baseado no

mangá shoujo de Tomoko Hayakawa e

o dorama Kimi wa Petto baseado no

mangá josei de Yayoi Ogawa.

ANY MAGAZINE 30


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Rua Espírito Santo, 785 - Subloja, Centro, BH/MG


POR CARLIRIO NETO VIA NETOIN

NÁLISE

Conheça Heidi, a meiga

garota dos Alpes suíços...

Fazer reviews não se enquadra,

para este blogueiro, como um ato

de falácias enganosas e de atração

momentânea. Tais textos, na realidade,

realçam aquilo que mais se tem feito

com carinho e devoção neste pequeno

espaço na internet, com palavras

sinceras e preponderantes para a causa.

Obras atuais e títulos mais antigos

ganham aqui um espaço natural para

análise. Não há um sentimento frio

de acomodação, pois apenas se faz

existir aquela sensação quase única de

transmitir, em palavras, o que se sente

por uma obra em especial, atenuandose

e centralizando-se em algumas

características já conhecidas deste blog.

No que tange aos títulos mais

antigos, estes tendem a ganhar um

ponto importante como diferencial, pois

enriquecem o seu conhecimento sobre

animes, amigo visitante. Além disso, um

convite é feito de forma bem natural

para adentrar-se aos mais variados

universos, que muitos nem faziam crer

em suas existências.

A review deste momento carrega,

consigo, tudo que foi descrito nos

parágrafos acima. Ela tem uma carga

35 ANY MAGAZINE

dramática que impressiona pela

simplicidade e pela sutileza, com

um visual demasiadamente infantil e

simplório para o propósito lançado pela

obra.

Caro visitante, esteja à partir deste

momento convidado a ler um pouco sobre

um anime muito especial, proveniente

dos saudosos anos setenta. Trata-se de

Heidi, a meiga e interessante história da

menina que vivia nos Alpes suíços.

Iniciando e conceituando...

Uma garota que, desde a mais

tenra infância, começou a ter uma vida

um tanto quanto dura. Muito embora

estivesse cercada por um verdadeiro

cenário de beleza natural, esta garota

não tinha, na realidade, muitos motivos

para sorrir e esbanjar alguma alegria.

Mas esta jovem fazia sorrir.

Por nunca ter entrado em uma sala

de aula, em razão de sua criação e

conceitos hoje considerados arcaicos

pela sociedade, esta pequena garota

conheceu o mundo que a rodeia de

uma outra forma, com uma visão bem

mais infantilizada. Mas não menos séria

e carregada por uma história de vida

que mesclava a felicidade e a tristeza,

devidamente levadas adiante pela força

interior desta jovem...

O nome de tal garota era Heidi.

Ela não teve a felicidade de viver por

muito tempo com os seus pais. Em

razão disto, passou uma pequena parte

de sua infância sob os cuidados de sua

tia, Dete, que estava muito preocupada

com o seu próprio futuro profissional.

Mediante de tal fato, a tia Dete entregou

Heidi aos os cuidados de seu avô

paterno, para assim poder se dedicar

ao seu crescimento profissional.

Pois foi no cenário mais do que

fabuloso dos Alpes suíços, onde vivia

o seu novo responsável, que a história

de vida da pequena Heidi ganhou uma

nova conotação. Muito embora seja

verdade que Heidi não tinha proveito de

uma infância verdadeiramente feliz, foi

neste lugar que ela transformou a vida

de alguém...

A afirmativa anterior se justifica no

ANIMES

comportamento do avô paterno de Heidi,

extremamente carrancudo e, de certa

forma, desiludido com a própria vida.

O início de convívio entre os dois não

foi dos mais fáceis, inclusive mantendose

o escopo da inutilidade da vivência

escolar para a pequena Heidi, impedida

de frequentar a escola por imposição de

seu avô.

Mas, com o seu modo meigo de

ser e de ver o mundo, a Heidi conseguiu

transformar o coração do velho senhor.

É bem verdade que a Heidi ainda não

foi para a escola, mas passou a ter

uma vida mais feliz com seu avozinho.

E graças à amizade firmada com um

jovem da região chamado Pedro, que

era pastor de cabras, a pequena garota

passou a experimentar uma felicidade

até então inédita para ela.

Idas e vindas...

Você pode tentar se imaginar no

lugar da pequena Heidi. Com uma vida

envolta por acontecimentos de todos os

lados, ela ia conquistando os corações

das pessoas ao seu redor com muita

simplicidade e carinho. Sua inocência

formava o seu caráter, de forma positiva

e chamativa.

ANY MAGAZINE 36


Os Alpes suíços pareciam propiciar

um ambiente amigável e majestoso

para a Heidi. O fato fica mais claro

no momento em que a garota passa a

auxiliar seu amigo pastor, Pedro, com

a avó dele que era cega. Tudo parecia

caminhar para uma vida tranquila no

interior da Suíça.

Contudo, a tia Dete retornou para

as montanhas, com o intuito de levar a

Heidi consigo para uma grande cidade

europeia. Via nisso a oportunidade

clara para uma maior socialização da

pequena garota que, contra a vontade

de seu avô paterno, acabou por aceitar

ir para a cidade grande.

Julgamentos sobre o que foi certo

ou errado nesta decisão não são aqui

cabíveis. Passa a prevalecer, de forma

única, mais uma fase na vida da Heidi.

Foi em nesta grande cidade europeia

que ela, Heidi, fez a sua primeira

amizade com uma garota de igual faixa

etária. Por sinal, tal amizade significou

mais um passo adiante na vida desta

pequena garota...

Carol era o nome da amiga de

Heidi. Por sinal, a garota da cidade era

uma cadeirante. Muitos aprendizados

se fizeram acontecer com este

envolvimento, tão normal na sociedade

humana, que é a amizade. A vida de

ambas mudaram consideravelmente,

37 ANY MAGAZINE

em um aprendizado sempre presente,

seguido das mais variadas situações

inusitadas e até hilárias, provenientes

da mais pura inocência da Heidi.

Não há uma lição de moral que

o anime tenha o anseio em passar,

muito menos a intenção de subjugar as

vertentes do comprometimento humano

em sociedade. O que vale aqui ressaltar

é apenas o modo como a história se

desenvolve, o que é feito de forma

calma e branda...

Uma análise profunda...

Pelas palavras presentes nesta

review, até o presente momento, você

pode estar pensando que Heidi é um

anime bem tranquilo. Entretanto, há

alguns pontos que devem ser ponderados

para um melhor entendimento da obra

em si.

Para iniciar, o anime conta fatos

que ocorreram na vida real. Isso em

razão do mesmo ser baseado no livro

Heidi de Johanna Spyri ( datado do

distante ano de 1880 ). A história no

anime se faz apresentar de uma forma

levemente diferente da publicação. Mas,

na mais simples reflexão, a versão

animada passa de forma honesta os

acontecimentos pertinentes à vida da

pequena Heidi.

Outro ponto que merece menção

está na ida da Heidi para a cidade. É

bem verdade que ela consegue se tornar

amiga da jovem Carol. Mas a pequena

cadeirante tinha também uma vida triste

( isolada de outras crianças de sua idade

), tendo apenas a companhia de sua

governanta ( a senhora Rottenmeier) e

de seu pequeno canário, além de alguns

empregados da casa.

No que se refere à senhora

Rottenmeier, um certo comportamento

estranho se faz nela perceber. A

pequena Carol era educada pela citada

senhora mas, ao mesmo tempo, não

havia carinho ou inserção de sentimentos

mais profundos, existindo apenas a

mais pura seriedade na relação entre

elas, principalmente no que diz respeito

a governanta.

Entre tantos outros eventos que

ocorrem ao longo dos cinquenta e dois

episódios do anime, esteja certo de

que a Heidi possui uma tendência à

passar por alguns apuros, todos ligados

intimamente à sua situação familiar.

Certos acontecimentos presentes no

anime poderão fazer com que a sua

imaginação e o seu pensamento fluam

fortemente ( rumo à curiosidade plena

), com a inserção de vários sentimentos

humanos ( nas mais variadas

dosagens ) sendo mostrados durante o

prosseguimento do título.

Em si, o anime busca contar uma

história recheada de uma alta carga

dramática, que faz uma ligação muito

bem-vinda com momentos certeiros de

comédia e de um pouco do gênero sliceof-life.

As situações mais engraçadas,

por sinal, são todas encabeçadas pela

pequena Heidi que, com a sua inocência

e curiosidade em alta, consegue “quebrar

o gelo” dos momentos mais sérios deste

título com grande maestria.

OBJETIVAMENTE

O anime tratado nesta review se

mostrou uma obra de impacto, com

honestidade plena nas suas ideias e

aquele convite saudável para ficar lado

a lado da Heidi, em suas aventuras nos

Alpes suíços e em uma grande cidade

europeia.

ANIMES

Partindo do princípio que o anime

foi exibido nos anos setenta, a arte visual

dele mostra muito bem o padrão para

a época. A obra animada é caprichada,

possui uma essência, mas trata-se de

um visual cansado pelo tempo que se

passou. Isto não é um demérito, e nem

há um porque para fazê-lo. Todas estas

palavras cabem à parte sonora do anime

Heidi, sem a mínima hesitação.

Com o nome original Arupusu no

Shoujo Haiji, Heidi é um anime mais do

que atrativo. É uma volta saudável ao

tempo, para prosseguir em uma aventura

cheia de carisma e repleta de emoção.

Não se trata de um sonho ou algo à ser

classificado como uma obra obrigatória,

mas Heidi merece muito o respeito

deste blogueiro, que teve a felicidade

de assistir à este anime pelo SBT no

início dos saudosos anos oitenta...

Tendo por base tudo que foi aqui

descrito, Heidi é um anime que merece

ser visto. A recomendação é positiva e,

caso tenhas a oportunidade, assista à

essa bela obra da animação japonesa.

ANY MAGAZINE 38


POR LUIZ FELIPE VIA OTACRAZY GO

ESPECIAL

A ÉPICA HISTÓRIA

DE SON GOKU

PARTE 2

Essa foi à segunda saga de

Dragon Ball o primeiro torneio de artes

marciais, nele Goku depois da sua

aventura com Bulma & Cia. Decidi

treinar com Mestre Kame e no treino

conhece o baixinho, porém careca

Kuririn e pegador de mulher, que no

começo da história realmente teve uma

importância muito grande e depois seu

personagem foi muito pouco utilizado

na história igual o resto dos humanos

inúteis *like vegeta*. Enfim em minha

opinião foi a segunda melhor fase

de todas da primeira fase de DBZ, a

primeira é a de Piccolo Damaioh que

será dita na próxima e última fase da

historia do pequeno Goku.

È nessa saga que vimos uma das

lutas mais fodas da primeira parte

dessa história que vai demorar pra

acabar *xD*, mas antes das lutas nós

acompanhamos o treinamento especial

de Mestre Kame que não vou falar pelo

simples fato de não lembrar, sabe não

tenho uma memória boa para esse tipo

de coisa, principalmente um anime de

39 ANY MAGAZINE

O T ACRA ZY

OTAKUS E NERDS

G O GO!

1996 e eu tinha 5 anos não só isso

eu assisti ano

passado a

última vez e

só lembro

das partes

fodas do

anime tanto

porque se eu

falar cena

por cena nós

estaremos

fudidos.

Depois

do árduo

treinamento,

Goku, Kuririn e Mestre Kame (Jackie

Chun) vão participar do torneio de

artes marciais, e lá Goku encontra

seus velhos amigos Yamcha, Pual,

Oolong e Bulma. Irei pular o torneio

todo porque se não vai ficar enorme,

iremos pular logo para a final.

Desculpem-me se vocês nunca viram

DB parem de ler esse especial vão

assistir AGORA, é dever de todo otaku

ter assistido pelo menos uma vez.

Voltando para o foco dessa parte, nós

vemos uma luta foda entre Goku e

Jackie Chun (Porque será o nome se

parece Jackie Chan), aquela luta é foda

tem colisões de Kamehamehas, golpes

do Jankenpo (Vocês acham mesmo

que o Togashi criou o golpe do Gon?).

A luta durou se não me engano uns

cinco ou seis episódios, foi algo foda

com viradas de resultados a toda hora

na luta, o momento chave foi quando

Goku se transformou em macaco

gigante a batalha foi tão equilibrada que

durou um dia inteiro, ele se transforma

em macaco gigante e Kame derrota o

macaco gigante cortando seu rabo e

logo em seguida eles voltaram a lutar

e ai foi decidido o campeão do torneio

que foi o Jackie Chun ou simplesmente

Mestre Kame.

Após o término do torneio Goku

decidiu viajar sozinha a procura das

esferas do dragão, e no meio da

viagem conhece a força Red Ribbon e

no meio da batalha entre a corporação

e o pequeno saiyajin pelas esferas do

dragão nós conhecemos um dos vilões

que conseguiu batalhar de igual para

igual com Goku e ele era um simples

ANIMES

humano e seu nome era Tao Pai

Pai.*Eita bicho chato de vencer no

Budokai Tenkaichi 3* Nessa luta Goku

perde e após perder ele conhece o

índio que esqueci o nome dele, e

ele apresenta a Torre Karin e nela

o menino treina com o felino Mestre

Karin como já disse isso antes não

comentar toda a saga Red Ribbon, só

algumas partes e repito se você nunca

assistiu DB você não teve infância

nenhuma então largue essa análise e

vá assistir! Voltando depois do árduo

treino na torre sagrada Goku vence

Tao Pai Pai e assim reúne as esferas

do dragão pedindo que ressuscite o

pai do menino índio.

Leitores essas foi mais uma parte

da matéria especial desse anime épico,

domingo tem a última parte da franquia

DB e depois começa a franquia DBZ

que será divida em três partes assim

como DB, a próxima parte será da

saga Piccolo Jr. e Piccolo Damaioh

e pra abrir a saga DBZ falarei da

saga Saiyajin e da fodástica saga de

Freeza. Abraços e não se esqueçam

de comentar! Go! Go!

O T ACRA ZY

OTAKUS E NERDS

G O GO!

ANY MAGAZINE 40


REVIEW

DE VOLTA AO

SURVIVAL

RESIDENT EVIL REVELATIONS GANHA UM REMAKE, QUE TENTA TRAZER PRESTIGIO APOS

Uma estratégia comum que as

produtoras estão usando é de lançar títulos

exclusivos para portáteis, com a intenção

de alavancar as vendas desse game e

trazer algo exclusivo para os usuários dos

portáteis. Foi assim com God Of War Chains

of Olimpus, com Metal Gear Solid Peace

Walker e com outros games. Resident Evil

seguiu o mesmo caminho, e lançou para

o 3DS o game Resident Evil Revelations.

A estratégia funcionou e o game foi

um sucesso, e devido a esse sucesso a

CAPCOM decidiu lança-lo para as demais

plataformas. Agora resta saber uma coisa:

Revelations é um bom game de Resident

Evil, ou um bom game de 3DS?

Sou um grande fã de Resident Evil.

Eu acabei jogando a trilogia clássica na

ordem inversa (3,2 e o 1), e jogar Resident

foi uma experiência única na minha infância,

um marco realmente. Esse game modificou

minha visão de jogo e fez com que me

apaixonasse cada vez mais por games. A

partir do 3 minha experiência com a franquia

sofreu algumas mudanças, primeiro com

Resident Evil Gaiden para Game boy color,

que modificou o estilo de jogo mas manteve

a qualidade da serie, sendo para mim

um dos melhores games de GB. Tivemos

43 ANY MAGAZINE

POR LUIS HUNZECHER

OS ÚLTIMOS GAMES

Resident Evil Code Veronica, um game

fantástico que me prendeu por horas, um

game nos moldes originais da série e que

entrou para minha lista de games favoritos.

Depois disso joguei Resident Evil 4, que foi

uma grata surpresa, o que não posso falar

do 5 e do horroroso 6. Contei toda essa

historia nostálgica das minhas experiências

para chegar em um ponto: Tem salvação a

série? Tem como resgatar os fãs perdidos?

Revelations vem com essa intenção,

e acontece antes de Resident Evil 5 na

cronologia da série e come inicia controlando

Jill Valentine que esta a procura de Chris

Redfield. Os fãs da serie vão se deparar

com coisas nostálgicas da série, como

corredores escuros e estreitos, quartos

sombrios e outros elementos clássicos da

série.

Em termos de jogabilidade o game

esta em um meio termo entre Resident Evil

4 e os games clássicos. Você tem uma

movimentação livre como nos games atuais,

porem os combates são mais tensos e menos

focados em artilharia pesada. Na questão da

migração do game do portátil para o HD, a

CAPCOM fez um ótimo trabalho, é um salto

gigantes e visível que temos no game, a

qualidade gráfica é evidente e surpreendente

se levarmos em conta que é uma migração.

Ao invés de trazer uma ação

interminável como os últimos 2 games

da serie, Revelations mistura estilos de

jogabilidade. Existem momentos em que

inimigos aparecerão sozinhos, criando uma

atmosfera tensa, já em outros você terá

que gastar muita bala para dar conta dos

zumbis. A formula funciona e se adequa bem

aos moldes atuais. O game possui cenários

gigantescos, e ainda o game é dividido em

capítulos(assim como o 4,5 e 6), o que

possibilita um melhor entendimento da série

e desenvolvimento do game.

O navio onde o game se passa se

assemelha muito a mansão do primeiro game,

trazendo ambientes cheios de puzzles.

Boa parte das sequências de ação

acontecem em momentos da historia que

você controla personagens secundários que

possuem boa participação no game e ajudam

a alavancar a historia.

Além do ótimo modo história,

Revelations traz um modo secundário que

é um dos melhores do ultimo tempo. O

modo Raid pode ser jogado online ou offline,

onde o personagem tem que passar

por fases curtas cheias de funcionários.

Você pode mudar seu equipamento

para o modo Raid e mudar o personagem,

nesse modo você ganha pontos que podem

ser usados para comprar itens. Esse modo

lembra muito o mercenaries do Resident 2,

porem com muitos avanços e melhorias.

Trazendo vários personagens, fases

e upgrades o modo Raid deve mantê-lo

ocupado por muito tempo e o melhor, se

divertindo.

Resumindo, Revelations não é um

jogo perfeito mas é um alivio para os fãs

da serie, é basicamente o que Resident

Evil 6 tinha que ser. Misturando ação com

elementos clássicos o game é um bom

norte para o futuro da serie, que com

certeza precisa seguir essa direção para

não culminar em um fracasso.

GRÁFICO

JOGABILIDADE

DIVERSÃO

ÁUDIO

NOTA FINAL

GAMES

NOTA

ANY MAGAZINE 44


E-GAMMING

OR Ricardo Set/CNB e-Sports Club e Ricardo Set/zGt Team

HERO FICA COM O TITULO DA WCS AMÉRICA

Nesse domingo (2), Song “HerO” Hyeon Deok

se consagrou o grande campeão da etapa Americana

da primeira temporada do World Championship Series

de StarCraft II, vencendo por 4 mapas a 2 o também

sul-coreano Kim “Revival” Dong Hyun.

Logo no início da melhor de sete, Revival abriu

dois mapas de vantagem sobre o seu oponente. Porém,

HerO mostrou que suas habilidades como Protoss

estavam afiadas e conseguiu virar o placar vencendo

os 4 jogos seguintes.

Além dos finalistas, os jogadores Han “aLive”

Lee Seok, Kim “Ryung” Dong Won e Yang “Alicia” Joon

Sik, todos “olhos puxados”, se juntam aos classificados

das etapas europeia e coreana para disputarem a Final

da 1ª Temporada do WCS, que vai acontecer este mês

na Coreia do Sul.

Nesta etapa Americana, apenas dois jogadores

não-coreanos chegaram à Fase Eliminatória. Jens

“Snute” Aasgaard e Andrew “mOOnGLaDe” Pender

fizeram bons jogos e passaram por adversários fortes,

inclusive alguns coreanos, porém não conseguiram

manter o mesmo desempenho e ficaram para trás nas

Quartas de Final, prendendo para Revival e Ryung,

respectivamente.

Ninjas in Pyjamas anuncia time de

League of Legends

O Ninjas in Pyjamas, organização que vem

dominando no Counter-Strike Global Offensive

desde o ano passado, anunciou uma line-up

em um novo jogo. A partir de agora, os ninjas

tentarão o mesmo sucesso do CS:GO no League

of Legends.

Segundo a publicação no site do time, os

responsáveis pela organização há um tempo

já vinham estudando e procurando jogadores

para defender o Ninjas in Pyjamas no LoL.

“Estávamos à procura de algo especial, algo

que se encaixasse na família NiP, e que tivesse

potencial de crescer a partir de algo grande para

algo magnífico”, relata a postagem.

Após um estudo cauteloso, a organização

chegou até os cinco jogadores para ocupar as

vagas. Trata-se do ex-time do Copenhagen

Wolves, que, de acordo com o NiP, tem todos

os requisitos para representar a tag.

NiP.LoL

Søren “Bjergsen” Bjerg/Martin “Deficio” Lynge/

Dan “Neegodbro” Vo/Dennis “Svenskeren”

Johnsen/Kasper “Thetess” Poulsen

FNATIC FAZ ALTERAÇÃO NO TIME

DE CS:GO

O fnatic anunciou nesta segunda-feira (20)

mais uma mudança na line-up do time de Counter-

Strike Global Offensive. Três meses depois de sua

chegada, Lasse “stingeR” Midtstue está saindo para

a entrada de Finn “karrigan” Andersen.

Em declaração ao site da organização, stingeR se

mostrou consciente do motivo que o levou a ser

retirado do time. “Meu desempenho pessoal não foi

tão bem quanto se esperava ser, e a maioria das

críticas que eu recebi é justificável, então eu estou

bem com esta remoção”, disse ele, acrescentando

que espera que a mudança traga melhorias para a

equipe.

O eterno capitão do fnatic na época de ouro

do CS 1.6 e agora diretor da organização, Patrik

“cArn” Sättermon, disse que a decisão foi tomada

depois de várias discussões internas, que sempre

giravam em torno da seguinte conclusão: “Precisamos

urgentemente de um líder experiente”.

fnatic

Michael “Friis” Jørgensen/Finn “karrigan” Andersen/

Andreas “MODDII” Fridh/Martin “trace” Heldt/

Andreas “Xyp9x” Hojsleth

GAMES

LENDA EUROPEIA DE SD2 VAI

PARAR DE JOGAR EM AGOSTO

O famoso jogador francês Ilyes “Stephano”

Satouri anunciou, durante uma transmissão da

stream, que vai parar de jogar profissionalmente

StarCraft II em 15 de agosto deste ano.

Stephano disse que optou por voltar à escola e

continuar os estudos que havia deixado há dois

anos para se tornar um jogador profissional em

tempo integral.

O jogador, que atualmente está no time

norte-americano Evil Geniuses, jogava WarCraft III

e chamou atenção no SC2 com um estilo próprio

de jogo, que o destacou como o melhor estrangeiro

até o momento.

Entre os principais títulos conquistados até

agora pelo francês estão World Championship

Europa, IPL, ESWC 2011, MLG Spring Arena 2

e DreamHack Open Summer 2012. Além dos

troféus, Stephano é lembrado pelas atuações contra

jogadores sul-coreanos, considerados os melhores

do mundo. Ele é um dos poucos que conseguiu

bater de frente com os “olhinhos puxados”.


POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA(EEUCOMISSO) VIA AFONTEGEEK

LISTA

AS 3 MAIORES

MUSAS HEAVY METAL

3

2

49 ANY MAGAZINE

Sharon den Adel

Cantora e uma das líderes do

Within Temptation — que para mim deixou

de ser metal [mesmo] depois do Silent

Force, mas continua muito sensacional; e

sim eu ainda sinto saudade dos tempos do

Mother Earth. É casada com o guitarrista

da banda — não é possível! — e nossa, é

maravilhosa de mais! Para completar, essa

beldade é sem dúvida a melhor “cantora de

fato” dessa lista, e já tem TRÊS [eu disse

3] Filhos! Uma verdadeira fada. E continua

linda…aiai…

Cristina Scabbia

Vocalista da banda de Gotic Metal

Lacuna Coil, e nem preciso dizer que ela é

a mais sexy da lista. A italiana realmente é

lindíssima, mas eu confesso que não gosto muito

jeito que eles tocam. Não sei, gosto de uma boa

cozinha [bateria] e sinto falta disso na banda.

Admiro muito a voz dela — dá aquela sensação

de vazio que toda banda de gótico tem que fazer

— mas pelo pouco que ouvi dos cds novos, me

lembrei da Laura Pausini. Engraçado que elas

se parecem, e suas vozes também! Mas taí uma

mulher gostosa de mais!

Simone Simons

Nossa, o que dizer da

Simone?A dona da voz do Epica, ruiva,

canta bem um vocal lírico — apesar que

gostaria da banda sendo mais Symphonic/

Opera Metal do que Heavy Metal com vocal

feminino — é simplesmente maravilhosa,

linda de mais, e já falei que ela é ruiva?

De 10 fãs de metal, 10 têm sonhos com

mulheres ruivas como a Simone. Ela cantou

algumas músicas com a melhor banda de

metal da atualidade [o Kamelot até a saída

de Khan] mostrando seu vocal e sua beleza nos clips que gravaram com eles.

E já disse que ela é ruiva?!

1

BONUS

POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA

(EEUCOMISSO)

afontegeek.wordpress.com/2012/08/11/as-3cantoras-mais-lindas-do-heavy-metal/

tree_egggs@hotmail.com

ANYTHING

Tarja Turunen

Todos nós sabemos que ela não é a

mais bonita do heavy metal. Todos nós sabemos

que até a cantora do Agonist deveria estar na

lista por ser um pítel, mas foda-se. Estamos

falando da MAIOR E MELHOR CANTORA DO

MUNDO DO HEAVY METAL EVER! Ninguém

supera, superou ou superará o que ela já fez no

Nightwish. E para completar — pelo que dizem

todos os que entrevistaram-na — ela é um doce!

Uma pessoa amabilíssima, que adora seus fãs

— comigo incluso! Na verdade, ela é a Musa, a

Deusa do Metal. A melhor cantora do Universo.

Tarja nós te amamos!

ANY MAGAZINE 50


POR ROBERTA OLIVEIRA

ANY DISTOPIA

DISTOPIA

Distopia, como o próprio nome diz,

é o antônimo da utopia. Para aqueles

que não sabem o que é utopia, utopia

é um mundo ou universo perfeito onde

não há problemas e todos são felizes

e realizados. A distopia é basicamente

a realidade digamos assim. É o mundo

ou universo em que as pessoas ou

seres (animais, alienígenas, entre outros

ficcionais ou não) vivem numa sociedade

bagunçada, em alguns casos anárquica

e só uma minoria (ou em certos casos

maioria) vivem em paz e são abastados.

Não dá para não comparar com nossa

realidade. A maioria das distopias é

pautada no futuro (ás vezes não datada,

mas facilmente reconhecida sendo futuro

já que mostra certas características que

não possuímos ainda no nosso mundo,

como tecnologia avançada, conquista

do espaço, entre outros) mas, na

minha opinião, são todas pautadas em

aspectos que vivemos no presente ou já

presenciamos no passado (guerras por

diferenças biológicas, étnicas e etc).

51 ANY MAGAZINE

Esse gênero é usado nas mais

diversas mídias como games, Hq’s,

filmes, livros e etc. Mesmo assim não

se satura, pois há a possibilidade de

se ver e criticar ângulos diferentes da

nossa sociedade atual. As principais

características de uma distopia

são: Crítica social ou(e) política;

Discriminação entre ricos e pobres;

Figura autoritária (podendo ser um único

ditador, um estado ou assembleia).

Nem sempre a mensagem da

distopia está clara e totalmente exposta.

Na maioria dos casos temos de parar e

analisar e pensar sobre o que o autor

daquela história está querendo nos

dizer, nos mostrar ou nos alertar. Por

isso, pra algumas pessoas pode passar

batido a profundidade da obra ficando

só aspectos estéticos ou gramáticos,

ou personagem tal que é muito bom,

ou personagem tal que é um odiável

perdedor. Para quem não sabe, temas

apocalípticos são todos distópicos,

sejam som zumbis, sejam com desastres

naturais, sejam guerras, só som o porém

que nesses temas não temos a crítica

na sociedade em si, mas sim no ser

humano e sua natureza. Até que ponto

sabemos e conseguimos ser egoístas

e pragmáticos para sobreviver á morte

iminente. Isso é que é o interessante

da distopia: ela está lá em todo lugar.

Naquele jogo que você jogou onde uma

organização quer dominar o mundo, ou

naquele que um personagem sozinho

numa cidade tenta sobreviver enquanto

todos á sua volta são monstros, ou

naquele livro onde as pessoas para

serem felizes precisam do uso constante

de uma droga, ou naquele outro que a

personagem renuncia sua própria família

para viver o estilo de vida que ela se

sente mais confortável... Enfim, estamos

rodiados de obras distópicas mesmo elas

não se assumindo como tal e porque

não dizer que vivemos em um mundo

distópico, cheio de injustiças sociais, de

ANYTHING

minorias abastadas e maiorias sem o

mínimo para sobrevivência? A distopia

é como um reflexo do comportamento

humano e de sua natureza com suas

consequências indeléveis.

Dito isso e afirmando que

pessoalmente sou uma fã do gênero,

vou estar fazendo uma análise crítica

diferente a cada mês aqui na Any

Magazine sobre livros, filmes, jogos e

produtos do mundo pop, geek e etc

sobre universos ou mundos distópicos.

Se você tiver sugestões, ou críticas

a fazer sobre a coluna Any distopia,

mande um e-mail para magazine.any@

gmail.com. Sua opinião será muito

bem-vinda e tenho certeza de que terei

o maior prazer de escrever sobre sua

indicação.

Nós vemos o inimigo errado

quando olhamos para o horizonte. Olhe

no espelho.

ANY MAGAZINE 52


POR POR RONALDE SACRAMENTO VIA ONLY GOOD ANIMES

LEITURA

Only Good Animes

Apenas o Melhor

VISUAL NOVEL

DISFUNCTIONAL SYSTEMS

Quem me conhece a mais tempo

já sabe, que umas das coisas que gosto

de fazer é ler, já tive a satisfação de

ler vários tipos de literaturas, dos mais

diversos tipos e formas, mesmo tendo lido

muito considero que ainda tenho muitos

a aprender com a literatura. Umas das

formas de literatura que mais tenho me

dedicado ultimamente são os mangas,

e os livros, mas existem muitas outras

formas que acabo deixado de lado por

contra da falta de tempo.

Outro fato que as pessoas mais

próximas sabem é que eu não costumo

joga nenhum game, fazendo anos que

não tenho um console de mesa em casa,

e não me dedico aos games não por não

gosta-los, mas principalmente a falta de

tempo e dinheiro para aproveita-los da

forma mais apropriada.

Eu tenho certeza que nunca poderei

se chamando de um gamer, mas mesmo

não sendo algo que me dedico e que faz

mais da minha vida diária, acredito ao

contrario do que muitos dizem que games

podem se considerados sim cultura.

Um dos tipos de games que mais

me chama a atenção são aqueles que

53 ANY MAGAZINE

estão repletos de diálogos e mensagens

para seus jogadores.

Nós que conhecemos um pouco

da cultura japonesa sabemos que um

dos tipos comuns de jogos por lá, são

aqueles jogos focados no enredo, nos

quais o jogador acompanha uma história

por meio de textos, músicas e imagens.

O em momentos-chaves desses jogos

o jogador deve decidir que caminho o

protagonista deve seguir e, desta forma,

o jogo avança. O desenvolvimento da

trama destes jogos costuma depender

das escolhas que os jogadores fazem

durante os jogos. Esses jogos tem um

nome bem apropriado: Visual Novels,

sendo que são como livros ou filmes

interativos.

Mesmo sendo algo de obvia

origem japonesa não que dizer que é

um movimento dentro do mundo dos

games exclusivamente de lá, existindo

uma obvia absorção dessa cultura no

ocidente, existindo varias produtoras de

games do ocidente que se dedicam a

produzir visual novels de interesse para

o publico desse lado do globo.

Uma dessas empresas é a Dischan

Media (Dischan) empresa fundada

em 2009, pelo estudante universitário

canadense Jeremy Miller, empresa que

desde sua fundação tem como proposito

criar novels de qualidade para o publico

ocidental.

Como se pode imaginar a Dischan

ainda é uma empresa pequena e de

pouco nome no mercado ainda. Tendo

seu primeiro jogo completo intitulado

Juniper’s Knot lançado em 2012 para

participa do concurso anual NaNoReNo

(concurso de criação de visual novel) ,

jogo foi lançado de graça para Iphone e

Pc.

O projeto principal da Dischan,

onde sua equipe tem trabalhado desde

sua fundação é o desenvolvimento da

visual novel intitulada Cradle Song se

passa num mundo desolado, mas o

nosso protagonista Nathan vivem em

uma doce ilusão onde pode viver uma

vida feliz e sem preocupações, mas isso

acaba quando ele descobrir a realidade

de seu mundo. A vida real começa

agora para ele. Esse título me chamou

a atenção verdadeiramente, espero em

breve pode-lo joga-lo.

O ultimo mas importante projeto da

Dischan é uma visual novel episódica

Dysfunctional Systems , onde se tem

como protagonista a jovem Winter

Harrison.

Um das teorias cientificas mais

comumente conhecida dentro do mundo

da ficção é a possibilidade de existem

vários universos paralelos, mesmo sendo

bastante usada esta teoria não deixa de

se interessante e de chama a atenção

de muitos sendo eu um desses.

Only Good Animes

Apenas o Melhor

ANYTHING

Dysfunctional Systems como

plano de fundo de sua história usa

essa teoria, sendo nosso protagonista

uma jovem estudante de um desses

universos alternativos, universo cujo

possui uma perfeita utopia, este

universo decidiu a partir do momento

que descobrir a existência de planos

paralelos e tendo a tecnologia de viaja

entre eles decidi ajudar aqueles menos

afortunados, aqueles universos onde

existem vários conflitos e problemas

, nossa protagonista Winter Harrison

esta aprendendo a como ajudar estes

universos.

A história de seu primeiro episódio

chamado Learning to Manage Chaos,

Winter está em sua segunda missão de

assistência, sendo em um mundo onde

a grande diferença entre o dela é sua

grade pobreza .

Disfunctional System é o jogo

muito interessante que apresenta belos

diálogos, nos apresenta personagens

muito carismáticos.

Eu gostei bastante do jogo além

de possuir uma bela história, tem um

belo character designer e uma bela ost.

Eu sempre procuro apoia projetos

como este, estão comprei o jogo

por um preço bem justo para algo

disponibilizado online, apenas por U$

5,00 dólares, incluindo a bela ost do

game. Comprem o jogo legalmente

pessoal assim será possível vermos

novos trabalhos de igual qualidade em

menor tempo.

Recomendo para quem busca

passar o tempo com uma leitura curta

e muito interessante.

ANY MAGAZINE 54


POR LUIS HUNZECHER

MOBILE GAME

MONOPOLY

Viciante e junto com Uno causador

de muitas brigas entre amigos, Monopoly(

ou jogo imobiliário) é um dos games

de tabuleiro mais famosos de todos os

tempos. O jogo ganhou uma versão

para Android desenvolvido pela EA Games.

A versão mobile do game é muito

simpática ao usuário, o jogo segue os

mesmos moldes do jogo original e possui

ótimas animações da movimentação dos

objetos. O game é um pouco pesado, mais

do que eu imaginava, porem isso é sentido

somente em poucos momentos durante o

jogo.

Um fato negativo para o game é

o fato dele não possuir tradução para o

português, o que o torna inacessível para

muitos.

Monopoly possui a opção e salvar o game

e continuar do mesmo ponto a qualquer

hora, o que o torna um game ótimo para

momentos de distração ou espera.

O jogo está disponível na Google

Play por R$ 10,00. O game foi testado em

um Xperia U e rodou sem problemas.

55 ANY MAGAZINE

GAMES

JUMPING FINN

Confesso que sou grande fã do

desenho Hora de Aventura. O jeito

irreverente da série e as aventuras malucas

de Finn e Jake sempre me chamaram a

atenção, e por isso resolvi testar o game

para mobile chamado Jumping Finn ( ou

super Finn Saltitante).

O game é bem simpático e com um

visual muito atrativo(assim como os demais

games da Cartoon Network.O jogo segue

um modelo simples onde o objetivo é voar

o mais longe possível com um chute no

traseiro que Jake Dá. Voce usa artifícios

como pássaros, asteroides e outras coisas

para evitar que seu personagem chegue ao

solo, e ao mesmo tempo tem que destruir

os pinguins que tentam te congelar.

O jogo é simples, bem feito e

garante muitas horas de jogatina. Não

tenha nada a reclamar do game pois ele

proporcionou muitas horas de diversão. O

visual do game é o mais interessante, pois

os cenários são muito bonitos e fazem a

experiência com o game ser ainda melhor.

O jogo está disponível na Google

Play por R$ 2,01. O jogo foi testado em

um Xperia U e não apresentou problemas.

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PRÉVIA

DEADPOOL

PRÓXIMA EDIÇÃO DIA 10/07

ANY MAGAZINE

Primeiramente gostaria de agradeçer a todos que baixaram,

leram e contribuiram para essa revista. Essa revista tenta trazer

analises e críticas de varias pessoas diferentes, para tentar

agradar você leitor. Espero muito que esse projeto consiga ir

para frente e que tudo de certo.

Para que funcione, gostaria de contar com a ajuda e o apoio

de todos. Continuem acessando, enviem conteúdo(a revista

como disse, é aberta para receber conteudo de qualquer um) e

principalmente, divulgue.

A intenção desse projeto é fazer algo que consiga agradar

vocês, nem que seja somente uma materia que voces considerem

boa... sinto como se meu objetivo estivesse concluído.

Agradeço muito a todos, e que essa seja a primeira de

muitas edições.

Agora que terminou sua leitura, acesse nosso site, e veja

muito mais conteúdo e prévias da próxima edição.

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