EDITAL DE LICITAÇÃO CARTA CONVITE Nº 04/2011 - Fiesc

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EDITAL DE LICITAÇÃO CARTA CONVITE Nº 04/2011 - Fiesc

EDITAL DE LICITAÇÃO

CARTA CONVITE 04/2011

Processo: CCL n.º 04/2011

Tipo: Menor Preço

Entrega dos Envelopes – Até às 09:30 horas do dia 16/01/2012

Abertura – Às 09:30 horas do 16/01/2012

Local: Edifício Sede do Sistema FIESC - Florianópolis/SC

Rua Admar Gonzaga, 2765 – Bairro Itacorubí - Cep 88034-001

O CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI, CNPJ 78.873.015/0001-51, através da Comissão Central de

Licitações do Sistema FIESC - CCL convida essa empresa a apresentar proposta para a presente

licitação, modalidade CONVITE, tipo MENOR PREÇO, a qual será regida pelos Regulamentos de

Licitações e Contratos do SESI e SENAI, e suas alterações introduzidas pela Resolução nº 473/2011,

e ainda às condições e exigências estabelecidas neste Edital e seus Anexos. Os envelopes, contendo

os documentos e propostas, serão abertos em ato público, no mesmo dia, horário e local já

mencionado.

1. OBJETO

1.1 . CONDIÇÕES GERAIS:

Fornecimento de material e mão de obra para reforma interna da parte civil, elétrica, sonorização e

cabeamento estruturado do auditório EGON, locado no andar térreo do prédio da FIESC a Rodovia

Ademar Gonzaga, 2765 – Bairro Itacorubi, Florianópolis/SC, conforme as especificações contidas nos

projetos, memoriais descritivos e planilha orçamentária em anexo

A obra acontece com as atividades locadas no prédio da FIESC em plena atividade, seno assim a

empresa terá que negociar junto aos setores responsáveis ( condomínio e engenharia) horários para

execução de serviços que causem transtornos aos outros serviços prestados.

Os serviços poderão ser realizados fora do horário normal de trabalho , bem como aos finais

de semana.

a) PRAZO DE ENTREGA/EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS:

a.1 – Para Execução e Entrega da Obra: 60 dias corridos

a.2 - Para fechamento dos Trâmites financeiros: 15 dias corridos após a conclusão da obra.

a.3 – Total da Vigência do Contrato: 90 dias

b) LOCAL DE EXECUÇÃO: Rodovia Admar Gonzaga, 2765 – km 2,7 – Itacorubí – Florianópolis/SC.

c) OBTENÇÃO DO CONVITE E INFORMAÇÕES: serão prestadas pela Comissão Central de

Licitações, no edifício sede do Sistema FIESC, ou através dos telefones (048) 3231-4274 ou Fax (48)

3231-4318 ou pelo website www.fiescnet.com.br/portaldofornecedor.

OBSERVAÇÕES:

O prazo para início da execução da obra passa a contar a partir do 5º dia após a assinatura do

contrato;

2. DOCUMENTOS:

2.1 - A documentação a ser apresentada à Comissão de Licitação, no envelope 02, é a seguinte:


2.1.1 - HABILITAÇÃO JURÍDICA

a) Registro comercial, no caso de empresa individual;

b) Inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova da Diretoria em

exercício, todos pertinentes ao seu ramo de atividade e compatível com o objeto contratual;

c) Decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira, em funcionamento

no país, e ato de registro ou autorização para funcionamento, expedido pelo órgão competente,

quando a atividade assim o exigir.

2.1.2 REGULARIDADE FISCAL

A documentação relativa à regularidade fiscal, com prazo de validade igual ou posterior à data

prevista para a abertura do pregão, consistirá de:

a) Prova de inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas - CNPJ;

b) Certidão Negativa de Débito (CND), para com a Previdência Social;

c) Prova de Regularidade para com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),

expedido pela Caixa Econômica Federal, seja Negativa ou Positiva com efeitos de negativa,

sob o abrigo do art. 206 do Código Tributário Nacional. Sendo válido simples cópia

reprográfica de consulta na Internet, que poderá ser obtida junto ao site www.caixa.gov.br;

d) Prova de Regularidade com Tributos Federais, através da Certidão Negativa de Débito

expedida pela Secretária da Receita Federal, sendo válido simples cópia reprográfica de

consulta na Internet, que prove a inexistência de débito que poderá ser obtida junto ao site

www.receita.fazenda.gov.br;

e) Prova de Regularidade com Tributos Estaduais, através de Certidão Negativa expedida pela

Unidade Federativa da sede do fornecedor;

f) Prova de regularidade com Tributos Municipais, através de Certidão Negativa expedida pelo

município sede do fornecedor.

g) Declaração (Anexo VI) carimbada, preenchida e assinada por um representante do Sistema

FIESC, de que visitou as instalações do local de execução dos serviços. A visita deverá ser

agendada em até 48(quarenta e oito) horas antes da data de abertura, com a Unidade

Integrada de Engenharia do Sistema FIESC, pelo telefone (48) 3231-4115 com Engº

RODRIGO NIEHUES, ou e-mail: rodrigo.niehues@sesisc.org.br ;

g1) como a declaração é de vistoria técnica quem deve vistoriar o local é o engenheiro que

será responsável pela obra, não se aceitará declaração de pessoa sem habilitação técnica

pela empresa.

OBSERVAÇÕES:

Aos documentos supra citados, que não especificarem o seu prazo de validade, será considerado o

prazo máximo de 30 (trinta) dias.

2.1.3 - QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA

a) Certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede da pessoa

jurídica ou de execução patrimonial, expedida pelo distribuidor do domicílio da pessoa física.

b) Comprovante de capital social mínimo, no valor de R$ 34.000,00 (trinta e quatro mil reais),

2.1.4 - QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

a) No mínimo 02 (dois) Atestados de capacidade técnica (originais ou cópia autenticada),

fornecidos por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprovem aptidão da

licitante para desempenho das atividades pertinentes e compatíveis com o objeto deste edital,

devidamente visados pelo CREA e acompanhados das respectivas Anotações de

Responsabilidade Técnica ou Certidão de Acervo Técnico, emitidas pelo CREA. Caso o

profissional detentor das ART’s ou acervo, não seja Responsável Técnico da Empresa,

deverá ser apresentado comprovante de vínculo empregatício do profissional, através de

Carteira de Trabalho, Contrato de Trabalho, ou Contrato Social, se sócio da empresa.


a).1 Poderá ser apresentado, também, em substituição, comprovante da licitante de possuir

no seu quadro permanente (comprovação através de Carteira de Trabalho, Contrato de

Trabalho ou Contrato Social, se sócio da empresa), na data prevista para a entrega dos

envelopes, profissional de nível superior ou outro reconhecido pela entidade competente,

detentor de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica por obra ou serviço de

características semelhantes, comprovados por Certidão de Acervo Técnico emitida pelo

CREA.

b) Registro de pessoa jurídica junto ao CREA devidamente quitado e validado para a funções

compatíveis com o objeto.

2.1.5 - OUTRAS COMPROVAÇÕES

a) Declaração Especial, conforme Anexo II;

2.2 - A documentação deverá ser apresentada em uma via, podendo ser cópia reprográfica,

autenticada ou não, porém na impossibilidade de autenticação, autenticá-los no endereço mencionado

no preâmbulo deste edital, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas antes da data prevista para abertura

dos envelopes, na Comissão de Licitação. Serão aceitos os documentos emitidos via internet sem

autenticação.

2.3 - A documentação supracitada deverá ser entregue, em envelope fechado e endereçado conforme

segue:

3. PROPOSTAS

SISTEMA FIESC

Rodovia Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubí - 88034-001 - Florianópolis/SC

COMISSÃO CENTRAL DE LICITAÇÕES

CONVITE 04/2011

ENVELOPE 02 – DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO

ENTREGA: ATÉ ÀS 09:30 HORAS DO 16/01/2012

RAZÃO SOCIAL DO LICITANTE _____________________

TELEFONE ______________

E-MAIL ________________

3.1. As propostas deverão ser apresentadas:

a) preferencialmente, em papel timbrado;

b) datilografada, de preferência, sem ressalvas, emendas ou rasuras;

c) datada;

d) assinada na última página, apondo-se o nome e o cargo, e rubricada nas demais, por pessoa

juridicamente habilitada;

e) em envelope fechado e identificado, endereçado conforme segue:

SISTEMA FIESC

Rodovia Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubí - 88034-001 - Florianópolis/SC

COMISSÃO CENTRAL DE LICITAÇÕES

CONVITE 04/2011

ENVELOPE 01 – PROPOSTA

ENTREGA: ATÉ ÀS 09:30 HORAS DO 16/01/2012

RAZÃO SOCIAL DO LICITANTE _____________________

TELEFONE ______________

E-MAIL ________________

3.1.1. Se o envelope do proponente não for timbrado, deverá ser datilografado, no verso do

mesmo, o nome, o endereço e o telefone da empresa participante.


3.2. Na proposta deverá ficar perfeitamente definido:

a) Razão Social, endereço e número do CNPJ da empresa, data e assinatura do proponente

responsável (preferencialmente em papel timbrado, datilografado/ impresso, ou em papel com

carimbo da empresa);

b) Deverá acompanhar a proposta, Planilha de Quantitativos de Mão-de-Obra e Materiais, de

acordo com o Anexo V, com preços unitários em real, de materiais e mão-de-obra separados,

devendo estar totalizado no final, não podendo este valor ser superior a R$ 340.000,00 (trezentos e

quarenta mil reais). O valor da mão-de-obra deve representar, no mínimo, 30% (trinta por cento) do

total da proposta. Sobre o valor correspondente a mão de obra (mínimo de 30%) será efetuada

retenção de 11% (onze por cento) para Seguridade Social;

c) Preço total da proposta em reais, em algarismo e por extenso;

d) Cronograma Físico-Financeiro de execução dos serviços;

e) Validade da proposta, prazo não inferior a 60 (sessenta) dias;

f) Prazo de entrega/execução dos serviços, no máximo de 60 ( sessenta ) dias corridos;

g) Garantia definida por lei, de acordo com o Código Civil.

Obs: Correrão por conta da licitante vencedora o frete, tributos, seguros e demais despesas que

venham a incidir sobre os materiais e mão-de-obra necessários a execução dos serviços.

3.2.1. Os bens e serviços ofertados devem ser de 1ª qualidade.

3.2.2. O preço proposto será o mesmo desde a data da elaboração da proposta até a do

efetivo pagamento.

3.2.3. Ocorrendo atraso no pagamento, o valor devido pelo Condomínio FIESC/SESI/SENAI

será acrescido de multa de 2% ao mês.

4. JULGAMENTO

4.1. As propostas serão julgadas e classificadas pelo critério de “menor valor global”.

4.2. Serão desclassificadas as propostas:

a) Que não atendam às exigências do ato convocatório desta licitação;

b) Com preços excessivos ou manifestamente inexeqüíveis;

c) Que tiverem prazo de validade inferior ao previsto nesta licitação;

d) Das empresas que estejam inidôneas para licitar ou contratar com a Administração Pública

Estadual;

e) Que contiverem prazo de entrega do objeto superior ao previsto nesta licitação;

f) Que não contiverem informações que permitam a perfeita identificação e/ou qualificação do objeto

cotado;

4.2.1. Não serão considerados motivos para desclassificação simples omissões ou

irregularidades formais na proposta, desde que sejam irrelevantes e não prejudique o processamento

da licitação, o entendimento da proposta e não firam os direitos dos demais licitantes.

4.2.2 Não serão admitidas propostas que apresentem preços globais ou unitários simbólicos,

irrisórios ou de valor zero, incompatíveis com os preços dos insumos e salários de mercado,

acrescidos dos respectivos encargos, ainda que não tenham sido estabelecidos limites mínimos,

exceto quando se referirem a materiais e instalações de propriedade do próprio licitante, para os quais

ele renuncie a parcela ou à totalidade da remuneração.

4.2.3 A planilha geral da obra deve conter os valores de todos os itens unitários já com suas

composições em material e mão de obra.

4.2.4 Será admitido apresentar valor zerado apenas quando o serviço apresentado na planilha

utilizar na sua composição de custo apenas material e não utilizar mão de obra ou quando acontecer o

contrario, o serviço apresentado na planilha utilizar na sua composição mão de obra e não utilizar

material.


4.3. Em igualdade de condições, como critério de desempate, a classificação se fará,

obrigatoriamente, por sorteio, em ato público, para o qual todos os licitantes serão convocados.

4.4. Quando todos os licitantes forem inabilitados ou todas as propostas desclassificadas, o

Condomínio FIESC/SESI/SENAI poderá fixar aos licitantes o prazo de 03 (três) dias úteis para

apresentação de nova documentação ou de outras propostas escoimadas das causas que as

desclassificaram.

5. CONTRATAÇÃO

5.1- A contratação será formalizada através de Contrato, cuja minuta é parte integrante deste

Edital.

5.2- A licitante vencedora que for convocada para assinatura do instrumento contratual e não o fizer

dentro do prazo máximo de 5 (cinco) dias perderá o direito à contratação, bem como poderá ficar

temporariamente suspensa de participar de licitação e impedida de contratar com o Condomínio

FIESC/SESI/SENAI pelo período de 06 (seis) meses a 02 (dois) anos.

5.3- O prazo de convocação poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, quando solicitado pela

parte durante o seu transcurso e desde que ocorra motivo justificado aceito pelo Condomínio

FIESC/SESI/SENAI.

5.4- No caso de descumprimento do prazo estabelecido no item 5.2, será facultado ao Condomínio

FIESC/SESI/SENAI convidar as licitantes remanescentes, na ordem de classificação, para assinar o

contrato, cuja minuta é parte integrante deste Edital, nas mesmas condições propostas pelo primeiro

classificado.

5.5- Os trabalhos deverão ser iniciados em até 05 (cinco) dias corridos após a assinatura do contrato.

5.6- Os pagamentos efetuados ao fornecedor não o isentarão de sua obrigação e responsabilidade

vinculada à prestação de serviços, especialmente aquela relacionada com a qualidade dos serviços.

5.6.1- Os pagamentos obedecerão a um cronograma físico-financeiro mensal que será

rigorosamente acompanhado pela Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

5.6.2 – O pagamento das parcelas estará condicionado a apresentação das Guias de

Recolhimento do FGTS e INSS dos períodos correspondentes.

5.7- É de inteira responsabilidade da CONTRATADA as despesas referentes a: REGISTRO,

ALVARÁ, HABITE-SE, ENCARGOS, IMPOSTOS e/ou outras de quaisquer natureza, as quais

incidam ou venham a incidir sobre o Contrato e seu objeto.

5.8 - É de inteira responsabilidade da CONTRATADA a obtenção dos Alvarás e Habite-se, devendo

a mesma fornecer ao CONTRATANTE, a CND - Certidão Negativa de Débitos obtida junto ao Instituto

Nacional de Seguro Social, referente à obra.

6. DO PAGAMENTO

6.1 O pagamento dar-se-á em 3 (Três) parcela, após a finalização dos serviços, através de crédito

bancário, sendo que os pagamentos estarão vinculados à vistoria e aceite dos técnicos da Unidade

Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

6.2 O pagamento das parcelas estará condicionado a apresentação das Guias de Recolhimento do

FGTS e INSS dos períodos correspondentes, bem como de nota fiscal/fatura.


7.3 A liberação das notas fiscais/fatura acontecerá após aceite pela fiscalização da Unidade Integrada

de Engenharia do Sistema FIESC, obedecendo a seus critérios quanto à entrega e execução dos

serviços.

6.4 Não será efetuado qualquer pagamento à empresa vencedora desta licitação enquanto houver

pendências de liquidação de qualquer obrigação financeira que lhe foi imposta, em virtude de

penalidade ou inadimplência contratual.

6.5 A detecção por parte da Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC de problemas de

qualidade, bem como do não atendimento de características especificadas neste Edital, implicará na

suspensão do pagamento da fatura pendente, até que todos os problemas sejam sanados. Neste

período, não serão reajustados os valores referentes a estas faturas.

6.6 O CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI terá até 15 dias corridos para efetuar o pagamento, após a

apresentação da nota fiscal/fatura devidamente assinada pela Unidade de Engenharia do Sistema

FIESC.

7. PENALIDADES

7.1. Pela inexecução total ou parcial do contrato, o Contratante poderá, garantida a defesa prévia,

aplicar à Contratada as seguintes sanções:

a) advertência, nas hipóteses de inexecução parcial de que não resulte prejuízo para a

Administração;

b) multa

b.1) multa compensatória:

b.1.1) inexecução total: arbitrada em 2% (dois por cento) do valor total do contrato e aplicada

na ocorrência das hipóteses das quais resulte inexecução do contrato com prejuízo

para a Contratante;

b.1.2) inexecução parcial: arbitrada em 10% (dez por cento) do valor da etapa e aplicada na

ocorrência das hipóteses das quais resulte execução parcial do contrato com prejuízo

para a Contratante.

b.2) multa compensatória: decorrente de atraso injustificado no cumprimento do cronograma

de execução, arbitrada em 0,3% (zero vírgula três por cento) por dia de atraso,

calculado sobre o valor da etapa em atraso.

c) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com as entidades

do Sistema FIESC, por prazo não superior a 2 (dois) anos, nas hipóteses de inexecução total ou

parcial de que resulte prejuízo para a Contratante;

d) A multa de que trata a alínea “b” será descontada dos pagamentos eventualmente devidos pelo

Contratante ou cobrada judicialmente.

e) Para o cálculo da multa, o valor do Contrato será reajustado pelos mesmos índices e critérios nele

previstos.

g) A contratada será dado o direito de defesa prévia a ser entregue no prazo de 5 (cinco) dias úteis

justificando os atrasos ocorridos, a qual será analisada pelos técnicos da unidade integrada e

engenharia do sistema FIESCI.

h) Será retido o valor de 10 % (dez por cento) do valor da parcela a ser paga a contratada, incluindo o

reajuste, quando ocorrer atraso no cronograma da obra.

i) Este atraso será caracterizado através de comparativo entre os serviços medidos e a previsão

documentada no cronograma físico financeiro elaborado pela contratada.


j) O valor retido devido aos atrasos constatados somente será pago a empresa na entrega da obra,

juntamente com a caução.

8- DA GARANTIA

8.1- Será exigida da licitante vencedora prestação de garantia para cumprimento do contrato, que

será retida do valor total pago a contratada em cada medição no percentual de 5% por cento em

favor do CONDOMINIO FIESC/SESI/SENAI.

8.2- Após o cumprimento fiel e integral do contrato, a garantia prestada será liberada pela Contratante à

Contratada, num prazo de 03 (três) meses após a vigência do contrato.

9. DISPOSIÇÕES GERAIS:

9.1. O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou

supressões que se fizerem nas compras, até 50% do valor inicial da contratação.

9.2. O CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI poderá, se julgar necessário, designar técnicos para

inspecionar as instalações do proponente, tanto na fase de julgamento como na fase de execução,

para acompanhar e fiscalizar a regularidade do atendimento.

9.3. Fica assegurado ao CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI o direito de cancelar o processo licitatório

antes da assinatura do contrato, desde que justificado, de acordo com o Art. 40º do Regulamento de

Licitações e Contratos do SESI e do SENAI;

9.4. No caso de desfazimento do processo licitatório, fica assegurado o contraditório e a ampla

defesa.

9.5. Os casos não previstos serão resolvidos pela Comissão Central de Licitação, que poderá ser

procurada pelos interessados no endereço constante no preâmbulo deste Edital, para o

esclarecimento de dúvidas.

9.6. Este Edital, com suas partes integrantes, passará a fazer parte do instrumento contratual, como

se nele estivesse transcrito.

9.7. Na contagem dos prazos, excluir-se-á o dia do início e incluir-se-á o do vencimento e considerarse-ão

dias consecutivos, exceto quando for explicitamente disposto em contrário.

9.7.1. Só se iniciam e vencem os prazos referidos no subitem anterior em dia de expediente no

CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI.

9.8. Para dirimir eventuais dúvidas, as licitantes devem entrar em contato com a COMISSÃO

CENTRAL DE LICITAÇÕES no endereço citado no preâmbulo, pelo e-mail ccl@fiescnet.com.br ou

pelo fax n.º: 3231-4318 ou pelo telefone n.º 3231-4274. No entanto, somente serão aceitas até o dia

12/ 01/2010.

9.9. Os recursos orçamentários para contratação do objeto deste Edital estão assegurados no

orçamento geral do CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI.

9.10 É parte Integrante deste Edital:

- ANEXO I – DECLARAÇÃO ESPECIAL;

- ANEXO II – DECLARAÇÃO DE VISTORIA;

- ANEXO III – MINUTA DE CONTRATO;

- ANEXO IV – MEMORIAL DESCRITIVO;

- ANEXO V – PLANILHA ORÇAMENTARIA;


10. RECURSOS

São os previstos nos Art. 22 a 24, do Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI.

10.1 - Os recursos devem ser protocolados no Serviço de Protocolo do CONDOMÍNIO

FIESC/SESI/SENAI, instalado no andar terreo do Edifício Sede do Sistema FIESC, nos

seguintes horários: 08:00 às 12:00 horas e das 13:30 às 17:00 horas;

11. FORO

Para a hipótese de procedimento judicial, fica eleito o foro da Justiça da Comarca de Florianópolis/SC.

Florianópolis, 3 de janeiro de 2012.

Fernando P. de Linhares

Presidente da CCL

Rafael M. de Azevedo

Secretário da CCL

Marcelo Dorigatti

Membro da CCL


ANEXO I

DECLARAÇÃO ESPECIAL

Ao

CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI

Prezados Senhores,

A empresa____________________________, inscrita no CNPJ sob o n° ___________, por meio de

seu representante legal Senhor (a) __________________, portador da cédula de identidade

nº_____________, expedida pelo______________, inscrito (a) no CPF sob nº__________________,

DECLARA, sob as penalidades da Lei, para fins de licitação, CONVITE nº ____/______:

a) que recebeu e estudou todos os documentos inerentes a presente competição e tomado

conhecimento integral do teor do edital de licitação supracitado, sujeitando-se às disposições

nele contidas;

b) que não emprega menor de 18 (dezoito) anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e

que não emprega menores de 16 (dezesseis) anos, salvo se na condição de aprendiz, a partir

dos 14(quatorze) anos;

c) que não foi declarada inidônea para licitar ou contratar com a Administração Pública e/ou com

as entidades do Sistema “S” (SENAI, SESC, SEBRAE, etc.), bem como comunicará qualquer

fato ou evento superveniente quanto à habilitação ao certame supra, especificamente à

Qualificação Técnica, Regularidade Fiscal, Capacidade Jurídica e Situação Econômico-

Financeira;

d) que na composição societária não existe participação de dirigentes ou empregados do

CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI;

e) que o Ato Constitutivo apresentado é o vigente;

f) que concorda e submete-se a todas e cada uma das condições impostas pelo referido edital.

Atenciosamente,

____________________________

Assinatura do representante legal


ANEXO II

DECLARAÇÃO DE VISITA

Declaramos para fins do processo de licitação, do Convite n° 04/2011 que a Empresa

___________________________________________ , com sede à

______________________________________________________,na

cidade

________________________, visitou o local onde serão executados os serviços descritos no item "1

"deste Edital.

Florianópolis, ____de____________ de _______.

___________________________________

Carimbo, nome completo e assinatura do

Representante Condomínio FIESC/SESI/SENAI


ANEXO III

MINUTA DE CONTRATO

Pelo presente instrumento particular, de um lado o CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI, CNPJ n.º

78.873.015/0001-51, neste ato representado por seu Administrador Sr. Ancantaro Corrêa,

estabelecido na cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, na Rodovia Admar Gonzaga,

2765, Km. 2,7, Itacorubí, com CEP 88034-001, doravante denominados CONTRATANTES; e, por

outro lado a empresa ............................................. estabelecida à ........................................... , inscrita

no CNPJ sob o nº ................................. Inscrição Estadual nº ................................. , representada por

seu Sócio Gerente, Sr. .........................................), portador do CPF nº .............................., doravante

denominada CONTRATADA, na forma da Carta Convite 004/2011 ; têm justo e contratado o seguinte:

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO

O objeto do presente contrato é o fornecimento de material e mão de obra para reforma interna da

parte civil, elétrica, sonorização e cabeamento estruturado do auditório EGON, locado no andar térreo

do prédio da FIESC a Rodovia Ademar Gonzaga, 2765 – Bairro Itacorubi, Florianópolis/SC, conforme

as especificações contidas nos projetos, memoriais descritivos e planilha orçamentária anexo.

Parágrafo Único – A gestão do contrato ficará sob a responsabilidade do Diretor Administrativo e

Financeiro do Condomínio, enquanto que o acompanhamento e a fiscalização da execução do

mesmo, ficará sob a responsabilidade do Coordenador da Unidade Integrada de Engenharia do

Sistema FIESC.

CLÁUSULA SEGUNDA – DA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

A obra será executada sob a forma de empreitada por preço global, com observação rigorosa dos

princípios básicos de engenharia, das normas da ABNT, dos detalhamentos e demais especificações

técnicas e proposta da Contratada.

Parágrafo único - Todos os materiais e/ou equipamentos incorporados à obra deverão ser novos e

de primeira qualidade.

CLÁUSULA TERCEIRA – DAS ALTERAÇÕES DO CONTRATO

O presente contrato poderá ser alterado pelo Contratante, unilateralmente, com as devidas

justificativas, quando houver modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação

técnica aos seus objetivos, ou ainda, quando necessária a modificação do valor contratual em

decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto.

Parágrafo único - poderão ser alteradas, em parte, as especificações, desde que os novos materiais

a serem empregados sejam equivalentes em preço e qualidade aos especificados nos projetos

executivos e complementares e sem que a alteração prejudique a estrutura, a segurança, a estética, a

finalidade, o preço e o prazo de entrega da obra.

CLÁUSULA QUARTA - DOS SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS

Poderão ser atribuídos pelo Contratante à Contratada, eventuais serviços extraordinários, como

acréscimos, reduções e modificações do projeto originário, mediante assinatura de termos aditivos.

§ 1º - No caso de acréscimos ou modificações, esses serviços serão pagos pelos mesmos preços

constantes da proposta da Contratada. Na hipótese de não constarem na proposta o valor desses

serviços, será aferido pela apropriação do custo do material e mão-de-obra em vigor na época. Em

caso de redução, tais serviços serão descontados do preço total ajustado.

§ 2º - A Contratada é obrigada a reparar, corrigir, remover, reconstruir, às suas expensas, no total ou

em parte, o objeto do contrato em que se verificarem vícios, defeitos ou incorreções resultantes da

execução ou de materiais empregados.


CLÁUSULA QUINTA - DO PRAZO DE EXECUÇÃO DA OBRA

O prazo máximo para o início dos serviços será de até 5 (cinco) dias corridos, contados da assinatura

do presente instrumento. O prazo máximo para a execução da obra é de 60 (sessenta) dias, contados

a partir do início dos serviços, obedecido o cronograma físico-financeiro apresentado no Edital

Licitatório. Para o fechamento dos trâmites legais e financeiros (alvarás, habite-se, CNDs, medições,

pagamento final, etc), serão concedidos 30 dias corridos após a conclusão definitiva da obra.

§ 1º - A execução antecipada de qualquer etapa da obra, só poderá ser aplicada mediante autorização

escrita do Contratante.

§ 2º - Verificado que o prazo de execução não será suficiente para a conclusão da obra, deverá ser

providenciada a prorrogação a fim de que o objeto seja concluído. A constatação de que o prazo

delimitado para a execução é exíguo poderá se dar tanto por parte da Contratada quanto por parte da

Contratante, mediante justificativa escrita formulada antes de expirado o prazo.

CLÁUSULA SEXTA - DA GARANTIA DO OBJETO

A garantia do objeto deste contrato é de 05 (cinco) anos, contados do recebimento definitivo.

CLÁUSULA SÉTIMA - DO RECEBIMENTO DA OBRA

O recebimento da obra dar-se-á, provisoriamente, após concluída a obra e mediante comunicação

escrita da Contratada, pela Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC, mediante termo

circunstanciado, assinado pelas partes, em até 15 (quinze) dias da comunicação escrita da

Contratada e, definitivamente, pela Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC, mediante

lavratura de Termo de Verificação e Aceitação Definitiva, assinado pelas partes, em até 90

(noventa) dias, contados da data do recebimento provisório.

Parágrafo único - O recebimento provisório ou definitivo não exclui a responsabilidade civil pela

solidez e segurança da obra ou do serviço, dentro dos limites estabelecidos pela lei civil.

CLÁUSULA OITAVA - DA RESPONSABILIDADE CIVIL

A Contratada é responsável pelos danos causados diretamente ao CONDOMINIO

FIESC/SESI/SENAI ou a terceiros, decorrente de sua culpa ou dolo na execução do contrato, não

excluindo ou reduzindo essa responsabilidade a fiscalização ou o acompanhamento pelo

Contratante.

Parágrafo único - A Contratada, executado o objeto contratual, responderá pela solidez e segurança

da obra, objeto do presente contrato, nos termos da lei civil, sem restrições.

CLÁUSULA NONA - DO PREÇO

Construção. O valor total do contrato é de R$ _______________, conforme proposta da Contratada,

sendo R$ __________________ referente ao material utilizado e R$ __________________ referente

a mão de obra.

§ 1º - Com relação ao INSS, será efetuada a retenção de 11% (onze por cento) de percentual sobre

parte correspondente à mão-de-obra, de acordo com a legislação pertinente.

§ 2º - O valor acima mencionado será fixo e irreajustável, e inclui todas as despesas relativas à

consecução eficiente e integral da obra, tais como, mas não limitadas a estas: impostos, taxas,

serviços auxiliares, etc, porém é garantida à Contratada a manutenção do equilíbrio econômico

financeiro do contrato, sobrevindo de fatos imprevisíveis ou previsíveis, porém de conseqüências

incalculáveis, retardadores ou impeditivos da execução do ajustado.

§ 3º - São de responsabilidade da Contratada todas as despesas com empregados, seguros de

acidente de trabalho, INSS, indenização trabalhista e quaisquer outras relativas a seus empregados.

CLÁUSULA DÉCIMA - DA GARANTIA DO CONTRATO

A CONTRATADA deverá prestar garantia na forma de caução no percentual de 5% (cinco por cento)

que será retida em cada medição/liberação para pagamento. A caução não será restituída no caso de

rescisão do contrato, por fraude, má fé, incapacidade ou comprometimento de ordem pública.


Parágrafo único – O resgate da caução será autorizado no prazo de até 03 (três) meses após a

entrega e recebimento definitivo da obra (após a vigência do contrato), mediante a apresentação de

documentos que atestem a regularidade da obra.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - DO PAGAMENTO

O pagamento será efetuado em 03 (três) parcelas, conformidade com o cronograma físico-financeiro,

em conformidade com o edital licitatório.

§ 1º - Em cada nota fiscal/fatura deverão ser discriminados os serviços e respectivos valores, em

conformidade com o cronograma físico-financeiro.

§ 2º - Uma etapa será considerada efetivamente concluída quando os serviços previstos para aquela

etapa, no cronograma físico-financeiro estiverem executados em sua totalidade e aceitos pela

Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

§ 3º - A efetivação do pagamento fica condicionada, ainda, à apresentação mensal da folha de

pagamento dos empregados prestadores de serviço, da Guia da Previdência Social - GPS e Guia de

Recolhimento do FGTS, correspondentes aos serviços executados.

§ 4º - Sempre que vencidos, a Contratada deverá apresentar ao Contratante, independentemente de

notificação, sob pena de sustação dos pagamentos vincendos:

a) Certidão Negativa de Débito para com o INSS;

b) Certificado de Regularidade de Situação junto ao FGTS – CRF;

c) Certidão Conjunta de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União;

d) Prova de regularidade para com a Fazenda Estadual do domicílio ou sede da Contratada;

e) Prova de regularidade para com a Fazenda Municipal do Domicílio ou sede da Contratada;

§ 5º - O Contratante poderá reter o pagamento dos valores referentes às etapas concluídas,

ressalvada a possibilidade de rescisão contratual, nas seguintes hipóteses: a) imperfeições na

execução dos serviços; b) na hipótese descrita na cláusula oitava, limitado ao valor do dano.

CLAÚSULA DÉCIMA SEGUNDA - DO ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO DA EXECUÇÃO

DO CONTRATO

A execução do contrato será acompanhada pelo Contratante, por meio da Unidade Integrada de

Engenharia do Sistema FIESC, que exercerá ampla e irrestrita fiscalização da obra, a qualquer hora,

em toda a área abrangida pela construção, determinando o que for necessário à regularização das

faltas ou defeitos observados, inclusive quanto às obrigações da Contratada.

§ 1º - As vistorias efetuadas pelo Contratante deverão ser acompanhadas pelo engenheiro

responsável pela obra e mestre-de-obras, sendo registradas em documento próprio, Unidade

Integrada de Engenharia do Sistema FIESC e pelo engenheiro responsável pela obra.

§ 2º - No caso de alguns dos serviços não estarem em conformidade com o contrato, a Unidade

Integrada de Engenharia do Sistema FIESC impugnará as respectivas etapas, discriminando por meio

de termo as falhas ou irregularidades encontradas, ficando a Contratada, com o termo, cientificada

das irregularidades apontadas e de que estará, conforme o caso, passível das sanções cabíveis. À

Contratada caberá sanar as falhas apontadas, submetendo posteriormente as etapas impugnadas à

nova verificação do Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

§ 3º - Todas as comunicações/ordens de serviço entre a Fiscalização e a Contratada serão

transmitidas por escrito, visadas pelas partes, fotocopiadas para arquivamento no canteiro de obras.

§ 4º - A Contratada deverá facilitar à Fiscalização a vistoria das obras e serviços pactuados, bem

como a verificação de materiais/equipamentos destinados à empreitada, em oficinas, depósitos,

armazéns ou dependências onde se encontrem, mesmo que de propriedade de terceiros.

§ 5º - À Fiscalização é assegurado o direito de ordenar a suspensão das obras e serviços, sem

prejuízo das penalidades a que ficar sujeita a Contratada e sem que esta tenha direito à indenização,

no caso de não ser atendida, dentro de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da entrega da ordem de

serviço correspondente, qualquer reclamação sofre defeito em serviço executado ou em

material/equipamento adquirido.

§ 6º - Qualquer alteração do projeto e memorial descritivo deverá ser devidamente justificada e

aprovada pelas partes.

§ 7º - A Contratada deverá destacar um engenheiro civil, com experiência comprovada compatível

com a obra ora contratada e de seu quadro de profissionais. Deverá, ainda, indicar o seu nome e


número da inscrição junto ao CREA. Este engenheiro ficará à disposição da obra, por ela

responsabilizar-se-á e terá atribuição de acompanhamento técnico de todos os serviços. O nome

desse profissional constará da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) relativa à obra objeto

deste contrato.

§ 8º - A Contratada deverá submeter à Contratante a relação dos profissionais credenciados a

prestar os serviços, inclusive um mestre de obra de seu quadro de profissionais com vasta

experiência em edificações compatíveis com o objeto contratado (este deverá permanecer na obra,

diariamente, durante toda a execução). Deverá, ainda, discriminar a função que exercem, obrigandose,

ainda, a atender, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, eventual solicitação para afastar da obra

qualquer

empregado, cuja permanência seja julgada, pelo Contratante, prejudicial ao fiel cumprimento deste

contrato.

§ 9º - É admitida a substituição de profissionais por outros profissionais com formação equivalente

desde que aprovada pelo Contratante.

§ 10º - A fiscalização será exercida no interesse do Contratante e não exclui nem reduz a

responsabilidade da Contratada, inclusive perante terceiros, por quaisquer irregularidades, e, na sua

ocorrência, não implica corresponsabilidade do Contratante.

CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA

A Contratada manterá, durante toda a execução do contrato, em compatibilidade com as obrigações

ora assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação.

I – Dos Encargos relativos à ART

Caberá à Contratada a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, devendo arcar com o ônus

dela decorrente.

II – Da Relação de Empregados

Incumbe à Contratada o encaminhamento da Relação de Empregados envolvidos na obra. Essa

relação deverá ser encaminhada antes do início dos serviços. Toda substituição de pessoal deverá

ser comunicada ao Contratante.

III - Do Fornecimento de Materiais

A responsabilidade pelo fornecimento em tempo hábil dos materiais será da Contratada, que não

poderá alegar prorrogação de prazo, nem justificar retardamento na conclusão dos serviços, em

decorrência de fornecimento deficiente.

IV – Da Segurança da Obra

A Contratada providenciará às suas custas, o completo isolamento da área onde será executada a

obra, bem como todas as medidas de proteção e segurança do patrimônio existente e em execução

do Contratante. A Contratada deverá, ainda, tomar precauções quanto ao isolamento e

remanejamento de móveis e equipamentos durante as etapas de execução da obra.

V - Da Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho

A Contratada deverá atender às disposições da Lei nº 6.514/77, da Portaria nº 3.214/78, Normas

Reguladoras nºs 4, 5, 6, 7, 9 e 18 e outros dispositivos legais pertinentes à Segurança, Higiene e

Medicina do Trabalho.

A Contratada deverá fornecer aos seus empregados Equipamentos de Proteção Individual,

adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, observadas em relação

àqueles, rigorosamente, as normas a seguir estabelecidas:

1) fornecer o tipo de equipamento adequado à atividade empregada;

2) fornecer ao empregado somente equipamento aprovado pelos órgãos competentes;

3) treinar o trabalhador sobre seu uso adequado;

4) tornar obrigatório e fiscalizar o seu uso;

5) substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;

6) responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica;

7) fornecer crachás para seus empregados, sendo obrigatório seu uso.

VI - Da Limpeza das Instalações quando da Conclusão da Obra

Ao término da obra a Contratada deverá, às suas expensas, incluídos materiais, equipamentos de

limpeza e mão-de-obra, limpar completamente, interna e externamente, o prédio, incluindo paredes,

tetos, pisos, revestimentos, esquadrias, vidros, calhas, equipamentos, removendo cuidadosamente,

com especial atenção, detritos ou salpicos de argamassa endurecida das superfícies de reboco,


azulejos, vidros e esquadrias. A obra deverá ser entregue completamente limpa e desimpedida de

todo e qualquer entulho de construção ou pertence da empresa Contratada, e com as instalações em

perfeito funcionamento.

VII – Dos Dados do Engenheiro e do Mestre-de-Obras

Fornecer ao Contratante, quando do início das atividades, nome, endereço, telefone, fax, celular e

email do engenheiro responsável e do mestre-de-obras designados para acompanhar as obras.

Parágrafo único - Além das obrigações definidas acima, fica a Contratada compelida:

a) promover a anotação, registro, aprovação, licenças, matrícula da obra no INSS e outras exigências

dos órgãos competentes com relação a obra, inclusive, responsabilizando-se por todos os ônus

decorrentes;

b) submeter ao Contratante, sempre que pretender aplicar material ou equipamento similar na

execução da obra, por intermédio da Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC, a

correspondente consulta, acompanhada de laudos ou pareceres e levantamento de custos para a

análise e decisão, não servindo tal consulta para justificar o não cumprimento dos prazos previstos

neste contrato;

c) apresentar, mensalmente, em conjunto com as notas fiscais/faturas relativas a cada uma das

etapas, a cópia autenticada dos comprovantes dos recolhimentos relativos à Seguridade Social,

referentes ao do mês anterior;

d) obter o “Habite-se” da obra junto a Prefeitura Municipal, bem como a Certidão Negativa de Débitos

junto ao INSS – CND, pagando os respectivos emolumentos e taxas;

e) apresentar a Certidão Negativa de Débitos junto ao INSS, relativa à matrícula CEI da obra, antes do

recebimento definitivo.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA – DAS OBRIGAÇÕES DO CONTRATANTE

O Contratante se obriga a:

a) promover por meio de seu representante, o acompanhamento e a fiscalização dos serviços, sob os

aspectos quantitativo e qualitativo, anotando em registro próprio as falhas detectadas e comunicando

à Contratada as ocorrências de quaisquer fatos que, a seu critério, exijam medidas corretivas por

parte daquela;

b) efetuar o pagamento à Contratada, de acordo com o prazo e condições estabelecidos neste

contrato.

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DA TRANSFERÊNCIA DAS OBRIGAÇÕES

É vedada a transferência, subempreitada ou cessão total do contrato, sendo permitido fazê-lo

parcialmente, mediante prévia autorização escrita do Contratante, continuando, porém, a Contratada

responsável, direta e exclusivamente, pela fiel observância das obrigações contratuais.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS

Pela inexecução total ou parcial deste contrato, o Contratante poderá, garantida a defesa prévia,

aplicar à Contratada as seguintes sanções:

a) advertência, nas hipóteses de inexecução parcial de que não resulte prejuízo para a

Administração;

b) multa

b.1) multa compensatória:

b.1.1) inexecução total: arbitrada em 2% (dois por cento) do valor total do contrato e aplicada na

ocorrência das hipóteses das quais resulte inexecução do contrato com prejuízo para a Contratante;

b.1.2) inexecução parcial: arbitrada em 10% (dez por cento) do valor da etapa e aplicada na

ocorrência das hipóteses das quais resulte execução parcial do contrato com prejuízo para a

Contratante.

b.2) multa compensatória: decorrente de atraso injustificado no cumprimento do cronograma de

execução, arbitrada em 0,3% (zero vírgula três por cento) por dia de atraso, calculado sobre o valor da

etapa em atraso.

c) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a

Administração Pública, por prazo não superior a 2 (dois) anos, nas hipóteses de inexecução total ou

parcial de que resulte prejuízo para a Contratante;


d)Será retido o valor de 10 % (dez por cento) do valor da parcela a ser paga a contratada, incluindo o

reajuste, quando ocorrer atraso no cronograma da obra.

d.1)Este atraso será caracterizado através de comparativo entre os serviços medidos e a

previsão documentada no cronograma físico financeiro elaborado pela contratada.

d.2)O valor retido devido aos atrasos constatados somente será pago a empresa na entrega

da obra, juntamente com a caução.

Parágrafo único - A multa de que trata a alínea “b” será descontada dos pagamentos eventualmente

devidos pelo Contratante ou cobrada judicialmente e para o respectivo cálculo da multa, o valor do

contrato será reajustado pelos mesmos índices e critérios nele previstos.

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - DA RESCISÃO

O presente contrato poderá ser rescindido, por qualquer das partes, nos seguintes casos:

§ 1º - Poderão ensejar a rescisão do contrato o descumprimento de quaisquer especificações,

projetos ou ainda:

a) interrupção dos trabalhos por mais de 15 (quinze) dias consecutivos, sem motivos justificados;

b) transferência no todo ou em parte do contrato, sem anuência prévia do Contratante;

c) o desatendimento por parte da Contratada, das determinações regulares da Unidade Integrada

de Engenharia do Sistema FIESC;

d) falência, concordata, dissolução ou liquidação da Contratada;

e) inobservância dos projetos e especificações, má qualidade do material empregado e serviços

prestados, apontados pela Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC;

f) ato de autoridade ou lei superveniente que torne a execução do contrato formal ou

materialmente impraticável.

§ 2º - O não cumprimento de qualquer cláusula ou condição do contrato poderá importar na sua

rescisão por ato unilateral do Contratante, mediante procedimento próprio, acarretando a imediata

assunção do objeto deste contrato por parte do Contratante, no estado em que se encontrar.

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA – DA VIGÊNCIA

O presente contrato passa a vigorar a partir da data de sua assinatura e terá validade de 90 (noventa)

dias.

Parágrafo único – A Contratante, a qualquer tempo, poderá rescindir este instrumento mediante

comunicação, por escrito, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, sem que à Contratada caiba

direito a qualquer indenização ou ressarcimento, caso haja o descumprimento de qualquer uma das

cláusulas preceituadas neste instrumento.

CLÁUSULA DÉCIMA NONA – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Nada no presente contrato poderá ser interpretado como a criar quaisquer vínculos trabalhistas entre

técnicos da Contratada e o Contratante. A Contratada assume toda a responsabilidade por todos os

encargos trabalhistas decorrentes da prestação de serviços por seus funcionários.

§ 1º - A tolerância de uma parte para com a outra quanto ao descumprimento de qualquer uma das

obrigações assumidas neste contrato não implicará novação ou renúncia de direito. A parte tolerante

poderá exigir da outra o fiel e cabal cumprimento deste contrato a qualquer tempo.

§ 2º - O disposto neste contrato não poderá ser alterado ou emendado pelas partes, a não ser por

meio de aditivos, dos quais conste a concordância expressa do Contratante e da Contratada,

asseguradas as prerrogativas do Contratante.

§ 3º - A Contratada fica obrigada a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou

supressões que se fizerem nos serviços até 25% do valor inicial da contratação no caso da

ampliação/construção e de 50% no caso de reforma da obra.

CLÁUSULA VIGÉSIMA - DO FORO

Os contratantes elegem o foro da cidade de Florianópolis/SC, para dirimir quaisquer pendências

emergentes da execução do presente Contrato.


E, por estarem acordados com as cláusulas e condições estipuladas, lavrou-se o presente Contrato

em 02 (duas) vias de igual teor e forma e, depois de lido e achado conforme, foi assinado na presença

de duas testemunhas.

Florianópolis, ____________________.

CONDOMÍNIO FIESC/SESI/SENAI

CONTRATADO

TESTEMUNHAS:

NOME:

CPF:

NOME:

CPF:


ANEXO IV

MEMORIAL DESCRITIVO

OBRA: Fornecimento de material e mão de obra para reforma interna da parte civil, elétrica,

sonorização e cabeamento estruturado do auditório EGON.

MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO ARQUITETÔNICO

1. APRESENTAÇÃO

Este Memorial Descritivo tem como objetivo estabelecer requisitos técnicos, definir materiais a utilizar

e normatizar a execução da reforma no Auditório Egon Freitag.

1.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

A empresa Contratada respeitará os dados constantes nos projetos e respectivas especificações.

Qualquer modificação quer de especificação de material ou método de execução que possa concorrer

para aprimoramento da obra deverá ser objeto de consulta prévia, por escrito, à Unidade Integrada

de Engenharia do Sistema FIESC, pois somente com o seu aval por escrito, as alterações poderão

ser executadas.

Em caso de divergência de informações: havendo divergência entre qualquer serviço/material

existente entre projeto, memorial descritivo e planilha orçamentária, deverá prevalecer a informação

contida no memorial e ainda assim, deverá ser consultado a Fiscalização da Unidade Integrada de

Engenharia do Sistema FIESC a fim de serem esclarecidas todas as dúvidas.

A execução dos serviços contratados e aqui descritos obedecerá rigorosamente às normas vigentes

da ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas, às exigências das Concessionárias de Serviços

Públicos e às especificações dos fabricantes dos materiais quanto ao seu modo de aplicação e

utilização, além das legislações vigentes aplicáveis: Municipal, Estadual e Federal.

1.2. GENERALIDADES

Diário de Obra: Deverá ser preenchido diariamente pelo responsável técnico pela execução da obra

em 02 vias, sendo que a primeira via ficará disponível para o controle da Fiscalização da Unidade

Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

Nas anotações deve constar todo o andamento da obra, tipos de serviços executados em cada dia e o

efetivo pessoal envolvido de forma discriminada.

Similaridade: Para produtos e materiais das marcas ou fabricantes mencionados nestas

especificações, a Contratante admitirá o emprego de similares, desde que ouvida previamente a

Fiscalização e mediante sua expressa autorização, por escrito.

Entende-se por similaridade entre dois materiais e equipamentos, quando existe a analogia total ou

equivalência do desempenho dos mesmos, em idêntica função construtiva e que apresentem as

mesmas características técnicas exigidas na especificação ou no serviço que a eles se refiram.

Caberá à Contratada comprovar a similaridade e efetuar a consulta, em tempo oportuno, à

Fiscalização da Contratante, não sendo admitido que a dita consulta sirva para justificar o não

cumprimento dos prazos estabelecidos na documentação contratual.

Materiais: Deverão ser empregados materiais novos, de primeira qualidade e de acordo com o

especificado. Caberá à Fiscalização impugnar quaisquer materiais e/ou serviços que não satisfaçam

às condições contratuais e em caso da falta de algum material, ou da impossibilidade da execução do

especificado, deverá a Contratada apresentar as justificativas e opções para análise e aprovação da

Fiscalização.

A não observância do acima exposto poderá acarretar na retirada do material e/ou a demolição de um

serviço já executado, e seu reparo sem ônus para a Unidade Integrada de Engenharia do Sistema

FIESC.

As especificações de materiais relacionados neste memorial são orientativas, podendo ser utilizados

produtos com características técnicas e desempenho similar.


1.3. SEGURANÇA DO TRABALHO

A Contratada fornecerá todos os materiais, mão de obra especificada, equipamentos de proteção

individual e coletiva, supervisão, administração, equipamentos, ferramentas, transporte vertical e

horizontal, carga e descarga de materiais, testes de qualidade de materiais e serviços e tudo o mais

que for necessário para a perfeita execução e completo acabamento da obra. Serão de inteira

responsabilidade da Contratada quaisquer acidentes no trabalho ou danos materiais ocorridos durante

a execução dos serviços, de acordo com o disposto nas Normas de Segurança e Medicina do

Trabalho referente às atividades da Construção Civil.

Vistoria Prévia: Compete a Empresa proponente fazer prévia visita ao local da obra para proceder

minucioso exame das condições locais, averiguar os serviços e materiais a empregar. Qualquer

dúvida ou irregularidade observada nos projetos ou especificações deverá ser previamente

esclarecida junto à Fiscalização.

Todo e qualquer dano causado às instalações, por elementos ou funcionários da Contratada, deverá

ser reparado sem ônus para a Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

2. SERVIÇOS PRELIMINARES

2.1. PROTEÇÃO E SINALIZAÇÃO

Durante os serviços da obra deverão ser instalados todos os elementos necessários, sinalizações e

isolamento da área a fim de evitar quaisquer riscos e possibilidades de que algum material venha a

atingir o público que acessa e transita nas proximidades da reforma.

2.2. TAPUME

Deverá ser executado e mantido tapume durante toda a fase de mudança de layout do auditório, de

maneira a resguardar a segurança dos transeuntes locais.

Os tapumes deverão atender as seguintes especificações:

- Altura do tapume: 2,20 m;

- Montantes principais - peças inteiras e maciças com 75 mm x 75 mm de seção transversal -

espaçados de 1,10 m em madeira de Angelim ou equivalente - a critério da Fiscalização - solidamente

fixados ao piso;

- Montantes transversais - peças inteiras e maciças com 25 mm x 100 mm de seção

transversal, serão de pinus ou madeira equivalente espaçadas a cada 0,70 cm - a critério da

Fiscalização;

- Materiais: As chapas de vedação poderão ser de madeira compensada resinada de no

mínimo 10 mm de espessura, chapa de aluzinco ou similares aprovados pela Fiscalização;

- Portões e porta - para descarga de materiais e acesso de operários, respectivamente - terão

as mesmas características do tapume, com esquadrias de madeira devidamente contra-ventadas,

ferragens metálicas galvanizadas, com trancas de segurança;

- Acabamento: Externamente, todo o tapume receberá pintura protetora e decorativa em 02

demãos de tinta a base de PVA branco da marca Coral, Suvinil, Renner ou similar.

2.3. PLACAS DE OBRA

Será obrigatória a instalação de placa da obra, em local de fácil visualização, contendo: o nome e o

endereço completo com telefone da empresa contratada para a elaboração do projeto e execução da

obra, o nome completo dos respectivos responsáveis técnicos e dos respectivos registros no

CREA/SC - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina.

A placa terá dimensões de 1,20 m de largura x 0,90 m de altura, será de chapa de aço galvanizada,

PVC ou outro material resistente, com estrutura em madeira e deverá ter seu modelo aprovado pela

Fiscalização do Unidade Integrada de Engenharia do Sistema FIESC.

3. NORMAS DE SEGURANÇA

ABNT NBR-7678/1983 – Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção. MTE NR-

18/1978 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil.

Os casos não abordados serão definidos pela Fiscalização, de maneira a manter o padrão de

qualidade previsto para o serviço em questão e de acordo com as normas vigentes nacionais ou

internacionais, e as melhores técnicas preconizadas para o assunto.

4. MANUTENÇÃO DA OBRA


Equipamentos de Proteção: Durante a execução da obra deverão ser disponibilizados para os

trabalhadores Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e Equipamentos de Proteção Coletiva

(EPC’s) conforme a NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.

4.1. LIMPEZA DA OBRA E DESCARTE DE MATERIAIS

No desenvolvimento da obra os locais em reforma devem apresentar-se organizados, limpos e

desimpedidos, principalmente nas vias de circulação e passagens. O entulho ou sobras de material

devem ser regularmente coletados e removidos. Por ocasião de sua remoção, necessitam ser

tomados cuidados especiais, de forma a evitar poeira excessiva e eventuais riscos, bem como da

obediência às normas da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Não é permitido manter lixo ou entulho acumulado ou exposto em locais inadequados.

5. DEMOLIÇÕES, REMOÇÕES E ADEQUAÇÕES

A demolição é um serviço de forte potencial de risco. Portanto, o serviço de demolição deverá ser

efetuado por empresa especializada que atenda às normas de proteção ao trabalhador, orientando

assim a execução.

Antes de iniciar as demolições, as linhas de abastecimento de energia elétrica, água e esgoto deverão

ser desligadas, retiradas, protegidas ou isoladas, respeitando às normas e determinações em vigor.

Toda demolição será programada e dirigida por responsável técnico legalmente habilitado.

Antes de iniciada a demolição deverão ser removidos os vidros, ripados, estuques e outros elementos

frágeis.

Os materiais a serem demolidos e removidos deverão ser umedecidos para reduzir a formação de

poeira.

Os elementos construtivos a serem demolidos não devem ser abandonados em posição que torne

possível o desabamento devido às ações eventuais.

5.1. DESCRIÇÃO POR AMBIENTES

Auditório:

Os equipamentos, máquinas, blecaute das janelas e móveis do local em questão deverão ser

retirados, protegidos e isolados para evitar eventuais danos ou descartados, conforme orientações da

Fiscalização; Remover todas as poltronas existentes e acomodar em local a ser definido pela

Fiscalização; Remover e descartar carpete do piso; Remover e descartar piso cerâmico; Executar

reconstituição do contrapiso com argamassa de cimento e areia média no traço 1:3; Remover e

descartar carpete de parede; Executar reconstituição da parede e preparação para pintura com

lixamento até a total remoção de resíduos de cola e, posterior aplicação de 01 (uma) demão de

massa corrida PVA, deixando a superfície lisa; Demolir mureta de concreto armado que sustenta a

extensão do palco; Remover estrutura metálica do teto e acomodar em local a ser definido pela

Fisclização; Remover e descartar forro metálico, juntamente com estrutura;

Remover e descartar forro em madeira; Remover e descartar aparelho de ar condicionado (Chiller),

juntamente com os acessórios; Remover extensão do palco em madeira e descartar; Remover e

descartar escada em madeira com acabamento em carpete; Remover e descartar portas em madeira,

conforme indicado em projeto arquitetônico; Pintura das portas de acesso ao Auditório com 02 (duas)

demãos de tinta esmalte acetinado na cor branco gelo (padrão existente). Para pintura da porta, o

piso deverá receber proteção; Demolir paredes em alvenaria conforme indicado na prancha 05/09 do

projeto arquitetônico; Demolir paredes em concreto armado conforme indicado na prancha 05/09 do

projeto arquitetônico; Demolir rampa em concreto armado; Remover bancadas, vasos sanitários,

mictórios e divisórias dos banheiros; Remover piso cerâmico dos banheiros; Preenchimento das

circulações do Auditório com concreto leve fck = 15 Mpa com espessura final de 10 cm, conforme

indicado em projeto arquitetônico.

Banheiros do Hall:

Os equipamentos, máquinas e móveis do local em questão deverão ser retirados, protegidos e

isolados para evitar eventuais danos ou descartados, conforme orientações da Fiscalização; Demolir

paredes em alvenaria de tijolos cerâmicos; Remover azulejos cerâmicos, sem reaproveitamento;

Remover piso cerâmico, sem reaproveitamento; Remover bancadas em granito com cuidado, pois

haverá reaproveitamento das mesmas (Hall de Acesso aos banheiros);


Remover mictórios com cuidado, pois haverá reaproveitamento dos mesmos (W.C. Masculino);

Remover divisórias em granito dos mictórios com cuidado, pois haverá reaproveitamento (W.C.

Masculino); Remover portas de vidro temperado de acesso aos banheiros com cuidado para posterior

reaproveitamento, locando-as conforme indicado em projeto arquitetônico; Remover parte da divisória

de granito do vaso sanitário do banheiro masculino, conforme indicado em projeto arquitetônico;

Remover forro em gesso, sem reaproveitamento; Rasgo na parede para passagem de tubulação;

Rasgo no piso para passagem de tubulação; Preenchimento de rasgos no piso e paredes com

argamassa de cimento e areia média no traço 1:3; Remoção dos espelhos para posterior

reaproveitamento ou descarte, conforme orientações da Fiscalização.

Hall:

Relocar painel em madeira, conforme projeto arquitetônico; Efetuar rasgos no piso em mármore para

passagem de tubulação hidrossanitária; Após colocação de tubulação, efetuar o fechamento dos

rasgos no piso com argamassa de cimento e areia média no traço 1:3; Abertura de vãos na alvenaria

para instalação de portas; Execução de verga acima da instalação da porta. Estas devem exceder no

mínimo 50 cm a largura do vão em cada lado e ter altura mínima de 15 cm; Remover divisória em

madeira entre os banheiros; Executar furação do painel em madeira para instalação das torneiras.

6. VEDAÇÕES

As paredes novas e aberturas de portas deverão receber fechamento em alvenaria de tijolos

cerâmicos, chapiscados, rebocados e com aplicação de pintura.

6.1. ALVENARIA DE TIJOLOS CERÂMICOS

As paredes, conforme indicado em projeto, serão executadas em alvenaria de tijolos cerâmicos

aplicados até a altura das vigas.

Em todos os fechamentos de alvenaria serão utilizados tijolos cerâmicos de 06 (seis) furos, de

primeira qualidade, sonoros, leves, duros, bem queimados, resistentes e não vitrificados, de faces

planas e arestas vivas. As paredes de 15 cm serão executadas com tijolos de 11,5 x 19 x 19 cm.

O assentamento dos tijolos será efetuado com argamassa feita no local no traço 1:2:7 (cimento, cal e

areia média peneirada), ou conforme critério da Fiscalização da SESI. Para evitar perda da

plasticidade e consistência da argamassa, a mesma deverá ser preparada em quantidade adequada à

utilização.

Todas as superfícies de concreto em contato com a alvenaria deverão ser chapiscadas com

argamassa no traço 1:3 (cimento e areia grossa), para garantir a perfeita aderência entre as mesmas.

As paredes devem ser moduladas de modo a facilitar o uso do maior número possível de

componentes inteiros. O assentamento dos tijolos deve ser realizado com juntas de amarração.

As amarrações dos tijolos das paredes com os pilares de concreto armado serão feitas por meio de

barras de aço de diâmetro 5,0 mm chumbadas na estrutura de concreto dos pilares e ancorados na

argamassa de assentamento dos tijolos a cada 4 fiadas.

A execução da alvenaria deve ser iniciada pelo cantos principais ou pelas ligações com quaisquer

outros componentes e elementos da edificação.

Todas as fiadas deverão ser assentes de tal forma a garantir perfeito alinhamento, prumo e

nivelamento, onde as juntas deverão possuir espessura uniforme de no máximo 10 mm.

Deverá ser verificado periodicamente o prumo durante o levantamento da alvenaria com os

equipamentos apropriados, e as distorções não devem ser superiores a 0,5 cm.

Vergas e Contravergas:

Para os vãos de portas e janelas deverão ser previstas a execução de vergas, quando não houver

uma viga de bordo que cumpra essa função. Nos vãos de janelas deverão ser previstas a execução

de contravergas. Estas devem exceder no mínimo 50 cm a largura do vão em cada lado e ter altura

mínima de 15 cm.

Encunhamento:

Sob as vigas de concreto, a alvenaria deverá ser interrompida, deixando-se um espaço de 3 cm

aproximadamente, para preenchimento com argamassa expansiva, após um período não inferior a 14

(quatorze) dias do assentamento da alvenaria.

Deverá ser executada adição de Expansor Vedacit ou produto similar ao cimento seco. Usar 1 parte

de cimento Portland, 3 partes de areia média e 1% de Expansor misturados com a massa de cimento.

Para um melhor desempenho do produto, a argamassa deve ter consistência seca e ser utilizada em,

no máximo, 40 minutos (25°C) após a adição da água. Socar bem a argamassa no interior da fresta

para um perfeito preenchimento dos espaços vazios.


O enchunhamento da alvenaria só deverá ser executado após a conclusão da cobertura da

edificação.

Os rasgos na alvenaria para passagem das tubulações deverão ser realizados somente após o

encunhamento das paredes e deverão ser preenchidos com argamassa no traço 1:3 (cimento e areia

média/grossa).

7. ESQUADRIAS

7.1. PORTAS DE MADEIRA

As portas internas novas de madeira serão do tipo semi-oca ou maciças, com espessura de 35 mm,

externamente lisas. As semi-ocas serão compostas por duas lâminas de madeira de lei de primeira

qualidade, uma em cada face, com núcleo composto por sarrafos de madeira tratada.

O enquadramento do núcleo da folha das portas em madeira serão compostos por montantes

verticais e horizontais em madeira de lei, a qual deverá possuir largura adequada à instalação de

fechaduras e fixação dos parafusos das dobradiças na madeira maciça.

As forras serão em madeira de lei maciça, nas dimensões discriminadas em projeto, largura conforme

as paredes acabadas, espessura mínima de 30 mm com rebaixos e encaixes respeitando a

espessura da folha de porta 35 mm.

As portas, vistas e forras de madeira a serem empregadas na obra deverão ser de excelente

qualidade, seca, isenta de defeitos como diferenças de tonalidade, empenamento, deslocamento,

rachaduras, lascas, nós, etc.

Portas de Madeira Semi-oca

Porta Tipo Dimensões Local de Instalação

P1

Abrir – 01 Folha 0,80 x 2,10 m Cabine de Som

Semi-oca

P1

Abrir – 01 Folha 0,80 x 2,10 m Sala VIP

Semi-oca

P2

Abrir – 01 Folha

Semi-oca

0,70 x 2,23 m Cabine de Som

P3

Abrir – 01 Folha

Macicça

Tabela 01: Portas de Madeira Semi-oca.

0,80 x 2,10 m W.C. PNE

7.2. JANELA EM VIDRO TEMPERADO

Na Cabine de Som será instalada janela do tipo painel deslizante em vidro temperado com espessura

de 10 mm, nas dimensões 3,75 x 1,00 m com peitoril de 1,10 m de altura.

A janela será estruturada em perfil de alumínio anodizado na cor prata fosco (cor natural).

7.3. FERRAGENS

As ferragens para as portas de madeira serão do tipo interna com roseta equivalente a 6236 CRA da

marca “La Fonte” ou similar, em inox; ou linha “Duna”, cromada acetinada 8857 da IMAB ou similar.

Para fixação das portas deverá ser utilizado em cada folha 03 (três) dobradiças de 3’ x 2 1/2” com

seus respectivos parafusos, todo conjunto em aço inox, da marca Pado ou similar.

A instalação destes itens deverá ser esmerada, de tal forma que os rebaixos, encaixes para fechadura

e dobradiças, deverão ser coincidentes com a forma das ferragens.

7.4. PEITORIL

Na janela a ser instalada (J1) será assentado peitoril em granito Cinza Corumbá com pingadeira. O

granito será colocado com inclinação de 2% e vedado entre o peitoril e a esquadria com silicone

adequado.

O assentamento do granito deverá ser sobre superfície firme, seca, curada e absolutamente limpa,

sem pó, óleo, tinta e outros resíduos que impeçam a aderência da argamassa colante.

Utilizar argamassa industrializada própria para granito da marca Quartzolit ou similar.

8. REVESTIMENTOS


8.1. CHAPISCO E REBOCO

O chapisco será aplicado em todas as paredes novas e as que receberão azulejo cerâmico. Já o

reboco será aplicado apenas nas paredes novas.

O traço do chapisco será de 1:3 (cimento e areia) em espessura máxima de 5 mm. A argamassa deve

ser projetada energicamente de baixo para cima, contra a superfície a ser chapiscada. Antes da

aplicação o local deve ser limpo, eventuais partes soltas removidas e a base molhada com água

limpa. A argamassa deve possuir boa trabalhabilidade, ou seja, deixar penetrar facilmente a colher do

pedreiro (porém sem ser fluida), manter-se coesa ao ser transportada (mas sem aderir na colher de

pedreiro ao ser lançada), distribuir-se facilmente e preencher todas as substâncias da parede e não

endurecer facilmente quando aplicada.

O reboco do tipo massa única no traço de 1:2:5 (cimento, cal em pasta, areia fina peneirada), deve

atingir a espessura de 15 mm.

Obs. Os ambientes com forro rebaixado receberão reboco até a altura de 10 cm acima do nível

do forro.

Para início do reboco é necessário que chapisco esteja concluído a três dias. Quanto ao preparo da

superfície e a trabalhabilidade da argamassa serve o mesmo especificado para o chapisco. As

argamassas poderão ser dosadas no canteiro ou industrializadas.

8.2. CERÂMICA

O revestimento em ladrilhos cerâmicos (azulejos) deverá ser do tipo “A” e ser assentado a prumo nos

banheiros, com emprego de argamassa pré-fabricada (cimento cola da marca Quartzolit ou similar), a

espessura das juntas deverá seguir a orientação do fabricante e deverá ter aspecto perfeitamente

alinhado verticalmente e horizontalmente.

Os ambientes com forro rebaixado receberão cerâmica até a altura de 10 cm acima do nível do forro.

A superfície a receber revestimento cerâmico deve estar limpa, isenta de sujeira, pó e materiais

soltos. Quando necessários deve ser realizado raspagem com espátula ou escova de fios de aço e

lavagem com alta pressão.

O rejuntamento deve acontecer em todas as áreas de revestimento cerâmico no mínimo 72 h após o

assentamento da cerâmica. As juntas devem estar limpas, isentas de poeiras ou matérias soltas. O

rejunte será de marca Quartzolit ou equivalente.

9. PAVIMENTAÇÕES

9.1. PORCELANATO CERÂMICO

Nos banheiros será instalado piso porcelanato cerâmico nas dimensões 60 x 60 cm com coeficiente

de atrito classificado como PEI 5, modelo D’Ampezzo Bianco, linha D’Ampezzo da marca Portobello

ou similar, conforme indicado em projeto arquitetônico.

O piso deverá ser do tipo “A” a ser assentado com Argamassa Colante para Porcelanato Grandes

Formatos, Portokoll ou similar.

O tráfego do pessoal da obra poderá ser liberado após 72 horas do assentamento do piso. O tráfego

total será liberado 07 dias após o assentamento.

As juntas a serem deixadas deverão possuir, no mínimo, 2,0 mm. O rejuntamento deverá ser efetuado

48 (quarenta e oito) horas após o assentamento do piso, sendo efetuada a limpeza das peças

consecutivamente. O rejunte a ser utilizado será o Rejunte Epóxi Porcelanato Portokoll na cor branca

ou similar.

9.2. PISO ELEVADO

O piso elevado será formado por placas compostas de chapa superior em aço carbono de alta dureza

laminado e, chapa inferior em aço carbono laminado com enchimento de argamassa especial a base

de cimento livre de resíduos e adição de agregados leves. As placas possuirão 60 x 60 cm nominais,

serão da marca Tate ou similar.

Sobre as placas do piso elevado deverá ser instalado carpete modeular com base emborrachada e

resistente ao desfiamento, modelo 6392 – Dimension da Interfaceflor ou similar.

9.3. MÁRMORE


Reposição de peças de piso em mármore travertino com dimensões de 0,60 x 0,60 m no Hall, após

quebra para passagem de tubulação. Assentamento do piso com Argamassa Colante para Mármores

e Granitos Internos da Quartzolit ou similar e, rejuntamento com massa plástica na cor do mármore.

9.4. CARPETE

Piso em carpete modular com base emborrachada e resistente ao desfiamento a ser instalado

conforme tabela a seguir:

Locais de Instalação Carpete

Ambiente de Instalação:

Modelo do Carpete:

Auditório, Palco e escada de acesso ao mesmo, Cód. 4288 – Geometry da marca Interfaceflor ou

Back Stage e a Sala VIP.

similar.

Cabine de som e Circulações do Auditório Cód. 6392 – Dimension da marca Interfaceflor ou

similar.

Tabela 02: Locais de Instalação do Carpete.

9.4.1. Demarcação de Vaga para Cadeirante no Auditório

Na área de demarcação da vaga para cadeirantes no auditótio, o carpete deverá ser recortado e

instalado carpete modular com base emborrachada e resistente ao desfiamento, modelo 13910 –

Essece da Interfaceflor ou similar. Acima do carpete deverá ser aplicada a demarcação com tinta para

tecido na cor branca, da marca Acrilex ou similar, conforme ABNT NBR 9050.

9.5. SOLEIRAS

As soleiras em granito serão na cor “Cinza Corumbá” com espessura de 2 cm e largura de 15 cm

(parede acabada), instaladas nas portas indicadas na prancha 03/09 do projeto arquitetônico.

O assentamento deverá ser efetuado com Argamassa Colante para Mármores e Granitos Internos da

Quartzolit ou similar.

10. PINTURAS

A pintura visa minimizar o desgaste que as superfícies sofrem com o decorrer do tempo em função do

uso, intemperismo natural ou outros agentes externos.

A seleção e a aplicação das tintas empregadas na obra deverão estar em obediência a NBR

13245/1995 – Execução de pintura em edificações não industriais.

Entre essas superfícies têm-se os metais que sofrem os efeitos da corrosão, a madeira que acaba

apodrecendo, empenando ou rachando e a alvenaria que vai absorvendo a água.

10.1. PINTURA NA ALVENARIA

As especificações da pintura interna nos ambientes serão as seguintes:

Auditório Egon Freitag

Ambientes Paredes de alvenaria Teto

Auditório, Palco, Back Stage

e Área VIP.

Paredes existentes:

01 (uma) demão de fundo

preparador e 03 (três)

demãos de tinta acrílica

acetinada na cor

branco/branco, da marca

Coral, Renner, Suvinil ou

similar.

Paredes novas:

01 (uma) demão de selador

acrílico e 03 (três) demãos de

tinta acrílica acetinada na cor

branco/branco, da marca

Coral, Renner, Suvinil ou

similar.

Forro de Fibra Mineral ou

Gesso.


Cabine de Som.

Tabela 03: Pintura na Alvenaria.

01 (uma) demão de selador

acrílico e 03 (três) demãos de

tinta acrílica acetinada na cor

branco/branco, da marca

Coral, Renner, Suvinil ou

similar.

Laje com aplicação de 01

(uma) demão de selador

acrílico e 03 (três) demãos de

tinta acrílica fosca na cor

branco/branco, da marca

Coral, Renner, Suvinil ou

similar.

10.1.1. Preparo da Superfície em Alvenaria

No preparo da superfície em alvenaria as partes soltas ou mal aderidas devem ser eliminadas,

raspando, lixando ou escovando a superfície, para posterior lavagem utilizando–se jato de água. As

manchas de gordura ou graxa deverão ser removidas com solução de detergente e água morna. Em

seguida, enxaguar e aguardar a secagem. Partes mofadas devem ser eliminadas lavando a superfície

com água sanitária.

Em seguida, enxaguar e aguardar a secagem; imperfeições profundas do reboco/cimentado devem

ser corrigidas com argamassa de cimento: areia média, traço 1:3 (aguardar cura por 28 dias no

mínimo).

10.2. PINTURA EM MADEIRAS

As esquadrias de madeira (portas, vistas e forras) receberão 01 (uma) demão de selador para

madeiras e 03 (três) demãos de tinta acetinada na cor branco gelo (conforme padrão existente no

local), da marca Coral, Renner, Suvinil ou similar.

10.2.1. Preparo da Superfície em Madeira

No preparo da superfície, eliminar qualquer espécie de brilho, usando lixa de grana 360/400; partes

soltas ou mal aderidas devem ser eliminadas, raspando ou escovando a superfície; para manchas de

gordura ou graxa, utilizar estopa embebida em aguarrás ou thinner. Aguardar secagem.

Partes mofadas devem ser eliminadas, limpando a superfície com água sanitária. Em seguida, passar

um pano úmido e aguardar a secagem.

Para aplicação da tinta, lixar a superfície com grana 180/240 para eliminar farpas. Aplicar uma demão

de fundo branco fosco. Corrigir as imperfeições com massa óleo. Após a secagem lixar com grana

240 a 400 e eliminar o pó.

11. FORROS

Para iniciar a aplicação dos forros na edificação os eletrodutos precisam estar fixados e os serviços

de ar condicionado concluídos. As paredes necessitam estar com revestimento final executado

(curado e seco).

11.1. FIBRA MINERAL

No Auditório, Palco e Back Stage será instalado forro em fibra mineral. O forro em fibra mineral será

composto por placas modulares removíveis de 625 x 625 mm com 14 mm de espessura, linha

“Polaris” da Hunter Douglas ou similar.

As placas serão apoiadas em um sistema de suspensão, composto por: perfis T principais, perfis T

secundários, cantoneiras e tirantes. A integridade de todo o sistema de forro depende dos tirantes,

geralmente arames, utilizados para apoiar os perfis T principais do sistema de suspensão. As seções

dos perfis T principais estão montadas e conectadas pelos perfis T secundários. As extremidades dos

perfis T principais e dos perfis T secundários são apoiados na cantoneira, que se estende ao redor do

perímetro do espaço, e é fixada a parede.

As placas deverão possuir pintura acrílica de ação bacteriostática na cor branca.

Lã de Rocha:

O núcleo do forro receberá aplicação em lã de rocha. Os painéis semi-rígidos deverão possuir

propriedades incombustíveis, com espessura de 50 mm, largura de 600 mm, comprimento de 1.200

mm e densidade de 32-48 Kg/m³. A lã de rocha será de referência Biolã – Painel de Lã de Rocha

Mineral – PSRI, ou similar.


11.2. GESSO (DRYWALL)

Nos banheiros e em frente a cabine de som no Auditório será instalado forro em gesso acartonado

(Drywall). As placas serão fixadas na laje através de estruturas em aço galvanizado. A estrutura será

fixada através de pendurais compostos por tirantes (fixado na laje superior) e suporte nivelador.

O perímetro será executado com tabicas a fim de promover a dilatação do forro.

O gesso acartonado deverá ser fornecido e instalado por empresa reconhecida no mercado, tal como

La Farge, Placo, Knauf ou similar.

12. BANHEIROS DO HALL (W.C. MASCULINO E W.C. FEMININO)

12.1. LOUÇAS

As cubas, vasos sanitários e mictórios existentes nos banheiros feminino e masculino serão

todos reaproveitados na reforma.

12.2. METAIS

As torneiras, válvulas de descarga e acabamentos das válvulas existentes nos banheiros

feminino e masculino serão todos reaproveitados na reforma.

12.3. BANCADA EXTERNA

As bancadas existentes nos banheiros feminino e masculino serão reaproveitadas, juntamente com as

cubas, torneiras e dispensers.

Cada banheiro fornecerá 02 cubas e 1,60 m de bancada, totalizando 04 cubas e 3,20 m de bancada.

O granito deverá ser cortado por um profissional com experiência, de forma a não provocar

rachaduras ou falhas no mesmo. A junção das bancadas dar-se-á através de junta plástica

emborrachada específica para granitos na cor preta.

As instalações hidrossanitárias dos banheiros existentes alimentarão a bancada com as cubas no lado

externo dos banheiros. Para que esta alimentação ocorra, a tubulação deverá seguir pelo piso, sendo

feita a remoção e cortes no piso para passagem da mesma.

Depois de passada a tubulação, o piso receberá preenchimento dos rasgos com argamassa de

cimento e areia média no traço 1:3 e reposição das peças de mármore travertino polido de 0,60 x 0,60

cm, conforme padrão existente.

A alimentação de água fria será feita através de tubo de PVC rígido Ø 32 mm com redução para Ø 25

mm, vinda da tubulação dos mictórios do banheiro masculino existente (verificar projeto

hidrossanitário junto a Fiscalização da SESI).

A coleta do esgoto será através de tubo de PVC – Esgoto – Série Normal da Tigre ou similar, com Ø

50 mm com redução para Ø 40 mm, ligado a tubulação existente (verificar projeto hidrossanitário junto

a Fiscalização da SESI).


Linha de corte do granito.

Cuba de embutir a ser reaproveitada.

Torneira a ser reaproveitada.

Dispenser p/ sabonete pressmatic a ser reaproveitado

A bancada externa possuirá apoio para sustentação do granito em estrutura de aço galvanizado com

aplicação de 01 (uma) demão de fundo para galvanizados e 03 (três) demãos de tinta esmalte

sintético na cor preta. A estrutura receberá acabamento externo em Formica TS na cor do painel

localizado no Hall.


12.4. DIVISÓRIAS EM GRANITO

As divisórias dos mictórios e vasos sanitários serão em granito na cor Cinza Corumbá. As divisórias

existentes poderão ser reaproveitadas, desde que não apresentem falhas de corte ou quebras.

Linha de corte do granito

Dispenser a ser reaproveitado.

Válvula a ser reaproveitada.

Vaso Sanitário a ser reaproveitado.

13. BANHEIRO PNE

13.1. VASO SANITÁRIO

O vaso destinado ao uso de portadores de necessidades especiais (PNE) será da linha Vogue Plus

Confort, cor branco gelo, modelo P510, conforme NBR 9050.

A fixação do vaso sanitário no piso ocorrerá por meio de dois parafusos com buchas plásticas

expansíveis, em furos previamente abertos e ligados ao esgoto por anel de vedação de Ø 4”. A

ligação com a entrada de água será de tubo cromado de Ø 1.½”.

O assento do vaso será do tipo plástico na cor branco gelo na linha Vogue Plus.

13.2. LAVATÓRIO

A cuba do banheiro PNE será de embutir do tipo quadrada no modelo L70, cor branca da marca Deca

ou similar com sifão cromado. Essa cuba será instalada em tampo de 1,00 x 0,50 m em granito Preto

São Gabriel, com reforço de grampos de aço, aplicando-se massa plástica base poliéster de

enchimento da marca Anjo ou similar, com auxílio de uma espátula. O conjunto não deve ser

transportado antes da secagem completa. Para apoio da bancada de granito deverá serão utilizadas

02 (duas) mãos francesas reforçadas de aço galvanizado fixadas por meio de parafusos em aço

galvanizado e buchas de nylon. Para tanto, é necessário conhecer o percurso da tubulação na parede

para evitar danos às tubulações (conferir projeto hidrossanitário).

13.3. BARRAS DE APOIO

O banheiro PNE será equipado com barras em aço inox no tamanho de 80 cm para apoio ao vaso

sanitário e barras em aço inox no modelo “U” em frente ao lavatório. As barras deverão ser

devidamente fixadas na alvenaria, nos locais indicados em projeto. A porta do banheiro PNE será

equipada com puxador horizontal em aço inox no tamanho 40

cm devidamente fixado na madeira do lado interno com conjunto composto por barra roscável, com

porca de acabamento arredondado nas extremidades.

13.4. PORTAS COM REVESTIMENTO RESISTENTE A IMPACTOS

A porta do banheiro PNE receberá proteção contra impactos provocados por bengalas, muletas e

cadeiras de rodas. Esta proteção dar-se-á com a fixação de uma chapa em aço espessura de 0,5 mm

instalada em ambos os lados da porta com altura de 40 cm a partir do piso. A chapa será revestida

com 01 (uma) demão de fundo preparador (Primer) e 03 (três) demãos de esmalte sintético seguindo

a paginação da pintura das portas.

14. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

As instalações elétricas seguirão as especificações de materiais e execução de acordo com as

normas técnicas pertinentes e o respectivo projeto e memorial descritivo.

15. INSTALAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES

As instalações de telecomunicações seguirão as especificações de materiais e execução de acordo

com as normas técnicas pertinentes e o respectivo projeto e memorial descritivo.

16. MOBILIÁRIO E ACESSÓRIOS

16.1. ARMÁRIO EM MDF

Armário em MDF com espessura de 18 mm com acabamento em laminado texturizado na cor Marfim

Claro – nas duas faces e contorno dos painéis.

Gavetas em MDF 18 mm, executados independentes dos painéis lateriais, com puxador embutido em

alumínio e corrediça telescópica.


Prateleiras em MDF 18 mm, revestidas com laminado.

O armário deverá ser executado e instalado por empresa especializada em móveis planejados, de

acordo com detalhes do projeto arquitetônico (prancha 09/09).

16.2. BIOMBO

Na entrada dos W.C. Feminino e W.C. Masculino serão instalados biombos em MDF com altura de

2,00 m, revestido de Formica TS na mesma cor e padrão do painel do Hall.

16.3. POLTRONAS

As poltronas do Auditório serão instaladas separadamente através de processo licitatório individual.

16.4. BLECAUTE

Nas janelas ao lado da entrada do Auditório serão instaladas cortinas rolô do tipo blecaute na cor

branca, confeccionadas em tecido vinílico que bloqueie 100% da luz, com base inferior em alumínio e

acionamento por corrente plástica.

16.5. SINALIZAÇÃO VERTICAL TIPO VISUAL

As placas para sinalização de portas dos banheiros serão de acrílico com tamanho de 20 x 20 cm e

espessura de 4 mm. O fundo será em vinil na cor branca e os símbolos com adesivo em vinil na cor

azul escuro, conforme indicado em projeto arquitetônico. As placas deverão ser fixadas por meio de

fita adesiva dupla face da 3M ou similar. As partes inferiores dessas placas deverão estar a 1,40 m

em relação ao piso e centralizada horizontalmente na porta.

16.6. SINALIZAÇÃO VERTICAL TIPO TÁTIL

As placas serão em chapa de aço inoxidável nas dimensões de 12 x 30 cm. Devem ser fixadas na

parede adjacente à porta, conforme indicado em projeto do lado onde estiver a maçaneta, a 1,10 m de

altura.

As placas deverão conter em sua parte superior o nome do ambiente ou símbolo que o represente em

relevo e na parte inferior o nome do ambiente representado em Braille.

Os arranjos de seis pontos e os espaçamentos entre as celas Braille devem ter diâmetro do ponto na

base: 2 mm; espaçamento vertical e horizontal entre pontos – medido a partir do centro de um ponto

até o centro do próximo ponto: 2,7 mm; largura da cela Braille: 4,7 mm; altura da cela Braille: 7,4 mm;

separação horizontal entre as celas Braille: 6,6 mm; separação vertical entre as celas Braille: 10,8 mm

e altura do ponto: 0,65 mm.

Os caracteres em relevo devem ser grafados em maiúsculas; ter altura do relevo: 0,8 mm a 1,0 mm e

distância entre caracteres: 5 mm;

17. PLATAFORMA ELEVATÓRIA

Será instalada plataforma elevatória meia-cabina para elevação do Auditório ao Palco da SESI.

A plataforma deverá ser da marca Daiken ou similar e possuir piso antiderrapante, sensor de

segurança para garantir que a plataforma só entre em movimento com as portas fechadas e travadas,

válvula de segurança contra rompimento de tubulação, botão de emergência para parada imediata -

em qualquer posição, freios de segurança e sistema de resgate (movimentação automática na falta de

energia).

A instalação deverá ser efetuada por profissional especializado, em conformidade com as normas da

ABNT.

18. TRAVE PARA SUPORTE DE EQUIPAMENTOS

Perfil em aço galvanizado para suporte de equipamentos de 60 x 60 x 3,00 mm, fixado na estrutura

através de perfil cantoneira do tipo “L” e parabolts 3/8”. Entre os suportes será instalada barra tubular

em aço galvanizado de Ø 50 x 3,00 mm, conforme detalhe da prancha 02/09 do projeto arquitetônico.

O aço galvanizado deverá receber aplicação de pintura eletrostática na cor branca.

19. ALÇAPÃO

Em frente à Cabine de Som, no forro de gesso, será instalado alçapão em tampa de MDF com

espessura de 18 mm com borda para acabamento em MDF com espessura de 10 mm, revestidos

com laminado texturizado na cor branca. A tampa receberá botões de pressão para


abertura/fechamento da mesma, conforme indicado no detalhe da prancha 02/09 do projeto

arquitetônico.

20. CORRIMÃO METÁLICO

Os corrimãos da escada de acesso ao palco serão em tubo de aço inox Ø 1.½”, devidamente fixados

na parede e no piso. A execução do corrimão deverá obedecer às exigências do Corpo de Bombeiros

Militar de Santa Catarina.

21. LIMPEZA

Para conclusão da obra deverá ser realizada limpeza completa em todos os seus componentes.

Pisos cerâmicos:

As manchas e respingos de tinta terão de ser retirados com espátula, palha de aço fina ou removedor.

A lavagem de todas as superfícies pavimentadas com material cerâmico será feita com água e sabão

(pastoso ou líquido), esfregadas com escova de piaçava, ou com emprego de outros materiais de

remoção recomendados pelo fabricante da cerâmica. Somente é tolerado empregar soluções de ácido

muriático na proporção de uma parte de ácido para seis partes de água, quando o material cerâmico,

depois de lavado com água e sabão, não ficar completamente limpo. Após a aplicação de soluções

químicas nos pisos cerâmicos, lavá-los com adequada e abundante aplicação de água limpa.

Granito:

As manchas e respingos de tinta deverão ser retirados com palha de aço muito fina. Em seguida, com

o uso de removedor adequado (benzina, gasolina sem aditivos e outros) retirar a cera de proteção. As

superfícies depois precisam ser lavadas com água e sabão, secas e enceradas com duas demãos de

cera branca comum e, posteriormente, lustradas até atingir o brilho total. Nunca aplicar agentes

químicos, como ácido muriático e soda cáustica, mesmo muito diluídas em água.

Azulejos:

Inicialmente, as superfícies serão limpas com estopa seca. Depois, é necessário retirar os respingos

de tinta com palha de aço fina ou removedores adequados. Em seguida, as paredes terão de ser

lavadas com água e sabão, ou pasta removedora aplicada com uma estopa umedecida.

Ferragens e metais sanitários:

Os metais e ferragens cromados serão limpos com emprego de removedores adequados ou polidores

não corrosivos, sendo lustrados no final com flanela seca.

Vidros:

A retirada de manchas e respingos de tinta terá de ser feita com removedor adequado e palha de aço

fina ou lâmina de barbear, tomando as precauções necessárias a fim de não danificar as partes

pintadas das esquadrias. A limpeza também poderá ser feita aplicando camada fina de gesso e

removendo-a com querosene dissolvido em água ou álcool.

Aparelhos sanitários:

Será feita a lavagem dos aparelhos sanitários, assim como das peças de louça de acabamento, com

água e sabão, e palha de aço muito

fina, não sendo permitido o uso de água com soluções ácidas. O polimento posterior da louça poderá

ser feito com pasta removedora não ácida.

22. CONCLUSÃO

A efetivação de todas as vistorias dos serviços públicos competentes e as expedições dos respectivos

certificados e/ou habite-se juntamente com a Certidão Negativa de Débito (CND) do INSS ficará a

cargo da contratada.

O Projeto Arquitetônico levou em consideração o programa de necessidades da SESI. Não será

permitida nenhuma alteração no Projeto Arquitetônico sem devido consentimento e/ou autorização

dos responsáveis técnicos pelo projeto.

A inspeção minuciosa de toda a construção deverá ser executada pelo engenheiro da obra,

acompanhado do mestre de obras, para constatar e relacionar os arremates e retoques finais que se

fizerem necessários. Em consequência dessa verificação, terão de ser executados todos os serviços


da revisão levantados, tais como retomada de juntas de azulejos, substituição de vidros quebrados,

retoques de pintura, limpeza de ralos, regulagem de válvulas de descarga, ajuste de funcionamento

de ferragens de esquadrias e outros. Serão procedidos testes para verificação de todas as

esquadrias, instalações, aparelhos, equipamentos e impermeabilizações da edificação, para evitar

reclamações futuras.

Em função da diversidade de marcas existentes no mercado e dos novos produtos que surgem,

constou em alguns itens deste memorial o termo equivalente. Este, com o objetivo de possibilitar

eventuais substituições. Neste caso, quando as substituições forem necessárias, as marcas ou linhas

equivalentes propostas, deverão ser submetidas à aprovação da contratante. Em tempo suficiente

para que esta possa fazer a análise do material.

MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO ELÉTRICO

1. APRESENTAÇÃO E OBJETIVO

O presente memorial tem por objetivo descrever e complementar as informações presentes no Projeto

Elétrico do Layout do Auditório Egon no SESI – Unidade de Florianópolis / SC.

Este memorial tem por finalidade complementar o Projeto Elétrico e é parte integrante do mesmo.

2. NORMALIZAÇÃO

Na elaboração do projeto foram observadas as normas vigentes CELESC e ABNT, sendo que onde

as especificações forem omissas, prevalecerá o que preconizam as normas.

DISPOSITIVOS REGULAMENTARES

NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;

NBR 5414 – Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão;

NBR 5413 – Iluminância de Interiores;

NBR-IEC 60439-1 / NBR-IEC 60439-3 - Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa Tensão;

DPSC / NT 01 / NT 03 – Normas de Entrada de Energia para Instalações Consumidoras – CELESC;

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

BIBLIOGRAFIA

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS – João Mamede Filho – 7ª Edição;

3. CRITÉRIOS DO PROJETO

As recomendações aqui apresentadas visam orientar a execução do Projeto Elétrico no sentido de

estabelecer uma instalação funcional e segura. Não implicam, todavia, em qualquer responsabilidade

dos projetistas com relação à qualidade da instalação executada por terceiros em discordância com

as normas aplicáveis.

A NBR 5410 contém prescrições relativas ao projeto, à execução, à verificação final e à manutenção

das instalações elétricas a que se aplica. Observe-se que a garantia de segurança de pessoas e

animais domésticos, bem como a conservação dos bens, pressupõem o uso das instalações nas

condições previstas por ocasião do projeto.

As prescrições fundamentais constituem a base desta Norma e todas as demais têm por objetivo dar

à instalação condições de atendê-las plenamente. Destaca-se o cumprimento das exigências da NR-

10, relativa às condições mínimas de segurança em instalações elétricas e serviços em eletricidade,

sendo que em todas as fases do projeto foi critério de escolha o atendimento de soluções que

viessem a mitigar os riscos de acidentes, graves ou não.

O princípio básico deste projeto baseia-se nas normativas supra-citadas, escolhendo-se materiais e

equipamentos conforme as influências externas, proteção contra choques elétricos, proteção contra

efeitos térmicos, proteção contra sobretensões, visando também o seccionamento e comando,

independência da instalação elétrica, acessibilidade aos componentes, condições de alimentação e

condições de instalação.

A determinação da potência de alimentação, seja em termos de potência ativa, seja sob a forma de

potência aparente, foi a etapa básica na concepção desta instalação elétrica.


Os quadros de distribuição, geral ou parcial, alimentam cargas que podem ser consideradas,

independentemente dos circuitos que as alimentam. Estão sob a forma de conjuntos de cargas (por

exemplo, iluminação, tomadas de uso geral, equipamentos de ar condicionado, máquinas operatrizes,

etc.) e de cargas isoladas (equipamentos de utilização individuais que não podem ser considerados

como fazendo parte de um conjunto, por sua potência elevada, por suas características de

funcionamento, etc.).

O cálculo da potência de alimentação levou em conta as possibilidades de não simultaneidade no

funcionamento das cargas de um dado conjunto de cargas, o que é feito através da adoção de um

fator de demanda e um fator de diversidade adequado a este tipo de instalação.

A determinação dos fatores de demanda exigiu o conhecimento detalhado da instalação considerada,

bem como experiência quanto às condições de funcionamento e de utilização dos equipamentos e

dados estatísticos de livros técnicos e de outras instalações elétricas de utilização semelhante.

A capacidade de reserva para futuras ampliações foi adotada na determinação da potência de

alimentação, considerando a natureza de utilização do prédio e as características que envolveram sua

concepção. Ou seja, utilizou-se o critério de multiplicar a potência de alimentação do equipamento

e/ou edificação por um fator maior do que a unidade ou ainda incluir nos conjuntos, ou como cargas

isoladas, outros equipamentos de utilização além dos previstos inicialmente.

É importante frisar que, tal como para a determinação dos fatores de demanda, a consideração dessa

capacidade de reserva exigiu dos projetistas o conhecimento das características do tipo particular de

instalação e das condições de funcionamento das cargas. Este critério foi adotado como forma de

prover ao empreendimento a possibilidade futura de crescimento moderado da carga, todavia, em

nome da otimização de custos, inadvertidamente, procurou-se evitar sobredimensionamentos.

Quanto à iluminação, a carga foi determinada a partir de um projeto luminotécnico específico,

tomando como base as iluminâncias por escritas na NBR 5413 e também adotando as

recomendações do cliente sobre qual iluminância utilizar em cada setor. O dimensionamento dos

circuitos implica na determinação da seção nominal dos condutores e na escolha do dispositivo que

os protegerá contra sobrecorrentes e curto circuitos. Foram utilizados os seguintes critérios:

Capacidade de condução de corrente;

Queda de tensão;

Coordenação com a proteção contra correntes de sobrecarga;

Coordenação com a proteção contra correntes de curto-circuito;

Proteção contra contatos indiretos nos esquemas TN-S;

Proteção contra contatos diretos.

A seção adotada foi, em princípio, a menor das seções nominais que atenda a todos os critérios, a

chamada “seção técnica”. A consideração, em determinadas circunstâncias, de um “critério

econômico” baseado no custo das perdas Joule ao longo da vida útil do condutor, pode levar à adoção

de uma seção maior (“seção econômica”).

4. SUPRIMENTO E PROTEÇÃO DA ENTRADA PRIMÁRIA DE ENERGIA

O atendimento de energia da edificação apresentada neste, será feito pelo quadro de distribuição

geral do auditório Milton Fett, e através da subestação existente.

Para o suprimento de energia do Quadro Geral do Auditório, será feita através de cabos em cobre

#25,0mm², AFUMEX – 90°, tensão nominal de isolação 1kV para as fases e neutro, com terra através

de cabos em cobre 16,0mm², AFUMEX – 90°, tensão nom inal de isolação 1kV, e para o quadro de

distribuição Ar Condicionado será feita através de cabos em cobre #95,0, AFUMEX – 90°, tensão

nominal de isolação 1kV para as fases e neutro, com terra através de cabos em cobre 50,0mm²,

AFUMEX – 90°, tensão nominal de isolação 1kV, insta lados no interior de eletrocalha até os quadros

gerais do auditório Milton Fett e Q.G.B.T do Ar Condicionado no interior da subestação.

Maiores detalhes vide planta de implantação e esquemas trifilares.

5. INSTALAÇÃO ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO

A distribuição de energia elétrica em baixa tensão será feita em (380/220V), na saída do alimentador,

a quatro fios, na configuração estrela, com neutro e terra aterrados em um único ponto, sendo que no

interior da instalação o neutro e terra deverão estar separados, conforme esquema (TN-S/NBR 5410).

6. QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO

Os Quadros e Centros de Distribuição deverão ser projetados, fabricados e testados de acordo com

as recomendações aplicáveis da, NBR IEC 60439-3:2004 Conjuntos de manobra e controle de baixa


tensão (Parte 3: Requisitos particulares para montagem de acessórios de baixa tensão destinados a

instalação em locais acessíveis a pessoas não qualificadas durante sua utilização).

Os quadros de distribuição devem dispor de espaço interno suficiente para facilitar a acomodação da

fiação interna e suas conexões, e também, para possibilitar fácil acesso e remoção dos equipamentos

montados.

Todos os dispositivos deverão ter plaquetas de identificação gravadas em lâminas de material

sintético, na cor preta, com inscrições brancas e fixadas à chapa por parafusos ou arrebites.

O cabeamento interno de medição e sinalização deverá ser convenientemente acondicionado em

canaletas plásticas e executado com condutores flexíveis de seção adequada a cada caso, porém

nunca inferior a # 1,5 mm².

Todos os quadros de distribuição deverão ser fabricados e montados conforme especificações

contidas no projeto elétrico.

7. CABOS DE BAIXA TENSÃO

Todos os condutores empregados na instalação deverão ser certificados com a marca nacional de

conformidade, conferida pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade

Industrial), garantindo assim um padrão mínimo de qualidade para a instalação com relação a

fios/cabos elétricos.

TODOS OS CABOS DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA DA EDIFICAÇÃO DEVERÃO TER SUA

ISOLAÇÃO ANTI FUMAÇA TÓXICA, NÃO HALOGENADO. NBR 13570-1996. LOCAIS COM

AFLUÊNCIA DE PÚBLICO.

Dentro dos quadros de distribuição e nas caixas de passagem deverá ser deixada uma folga de cabo

de no mínimo 30cm e no máximo de 60cm. Deverá também ser obedecida a coloração dos

condutores conforme o quadro abaixo para um melhor entendimento do sistema.

COLORAÇÃO DOS CONDUTORES

IDENTIFICAÇÃO

Fase R

Fase S

Fase T

Retorno

Neutro

Terra

COR

Preto

Branco ou Cinza

Vermelho

Amarelo

Azul claro

Verde escuro ou verde-amarelo

8. SISTEMA DE ATERRAMENTO

Para a correta operação do sistema elétrico, com continuidade do serviço adequada e desempenho

seguro dos equipamentos de proteção e, além disso, e de modo mais importante para garantir os

níveis mínimos de segurança pessoal é necessário que se tenha especial atenção ao sistema de

aterramento projetado.

O projeto apresentado tem como objetivos garantidores das prescrições fundamentais, concernentes

à estratégia de aterramento os seguintes:

• Obter uma resistência de aterramento mais baixa possível, ≈10Ω idealmente;

• Manter os potenciais produzidos por eventuais correntes de falta dentro de limites de

segurança, nunca causando fibrilação no coração humano;

• Suportar a correta e seletiva sensibilização dos equipamentos de proteção;

• Proporcionar o correto escoamento das descargas atmosféricas;

• Escoar as cargas estáticas geradas nas carcaças.

Deverão ser interligados ao cabo terra da edificação:

Os condutores de aterramento deste bloco deverão ser interligados ao sistema de aterramento

existente, devendo ser, inclusive garantida as condições de impedância máxima oferecida pelo

sistema.

Do Sistema de Prevenção contra descargas atmosféricas, conforme disposição constante em projeto

Preventivo de Incêndio.

Os perfilados e eletrocalhas metálicas do sistema Elétrico e do sistema de cabeamento estruturado

deverão ser aterrados através de cabo de cobre isolado em 750 V, #16,0mm², conectado as

eletrocalhas e perfilados de 10 em 10m, através de conectores adequados.


Em todos os casos, a máxima resistência de terra medida em qualquer época do ano para o sistema

elétrico não deverá ultrapassar a 10 ohms. Para obter-se tal fim, no caso de medições superiores,

poderão ser acrescentadas mais hastes ao sistema, ou aumentar-se o comprimento das mesmas, ou

ainda, efetuar-se o tratamento químico do solo. As conexões dos cabos às hastes de aterramento

deverão ser feitas por grampos e protegidas por massa para calafetar/SIKAFLEX.

9. EQUALIZAÇÃO DO POTENCIAL DE ATERRAMENTO

Foi previstos a instalação de um quadro de equalização de potencial de aterramento (20x20x12)cm, a

ser instalado próximo ao Quadro Geral de Auditório, para a interligação entre todas as malhas de terra

e o quadro de equalização deverá ser feita com cabo de cobre #16,0mm², isolado para 750V.

10. PROTEÇÃO PASSIVA

Interligado ao sistema de aterramento do neutro apenas em um ponto, como mostrado em detalhe,

será deixado em cada ponto de força um condutor de proteção (PE). Este condutor fará parte dos

circuitos dos chuveiros, tomadas de informática, motores e tomadas em geral, como elemento passivo

de proteção. Sua padronização obedecerá a NBR 5410, ou seja, de coloração verde ou verdeamarela.

11. PROTEÇÃO ATIVA

11.1. Proteção Contra Contatos Indiretos/Incêndio

Foram previstos Interruptores tipo “DR” (Diferencial Residual) em série com disjuntores

termomagnéticos para os circuitos de tomadas de uso geral de todos os quadros terminais. O uso

destes dispositivos é importante para a proteção contra choques elétricos causados por contato com

partes vivas da instalação. Neste caso fica eliminada a hipótese de alguma pessoa sofrer um choque

elétrico com maiores danos do que um simples susto.

Estes interruptores “DR” foram dimensionados para uma corrente de fuga para a terra de 30mA a qual

passando pelo coração humano, não chega a provocar fibrilação ventricular, que é o que provoca a

parada cardíaca e em seguida a parada respiratória, levando a pessoa à morte.

É importante que se diga que estes interruptores protegem também contra incêndios causados por

curto-circuito fase-terra, sendo uma proteção a mais, em se tratando de uma instalação para fins

comerciais.

O inconveniente de se usar um dispositivo “DR” é o fato de que se a instalação estiver com corrente

de fuga para a terra e este valor for maior que a sensibilidade de desarme do interruptor, este

desarmará sempre, até que o problema de corrente de fuga seja solucionado. A última revisão da

NBR 5410 para instalações elétricas exige a instalação destes dispositivos em instalações comercialresidencial-industriais.

11.2. Proteção Contra Surtos Eletromagnéticos

Foi previsto a instalação de dispositivos pára-raios eletrônico no quadro geral “Auditório”, para

interligar as fases à terra no caso de surtos eletromagnéticos (vide esquemas trifilares dos quadros).

O uso destes dispositivos é muito importante para a proteção dos equipamentos eletro/eletrônicos,

motores e etc., no caso de sobretensões causadas por descargas atmosféricas e distúrbios causados

pela partida de grandes motores na vizinhança da instalação.

Estes dispositivos deverão atender o item 6.3.5 da NBR 5410, bem como as especificações a seguir:

Dispositivo de proteção contra raios/surtos eletromagnéticos (classe 1 e 2), tensão nominal: 275Vca,

corrente nominal: 30kA, máxima corrente de surto: 60kA, nível de proteção ≤ 1,3kV, com indicação de

status (Referência: Clamper/Phoenix Contacts).

A NBR 5410 para instalações elétricas em Baixa Tensão recomenda a instalação destes dispositivos

em instalações comercial-residencial-industriais.

12. MEDIDAS DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

A Norma Regulamentadora 10 estabelece procedimentos regulamentares relacionados à

segurança, saúde e condições gerais para os trabalhadores que atuam com energia elétrica em todos

os ambientes de trabalho, abrangendo desde a construção civil, atividades comerciais, industriais,

rurais e até mesmo domésticas. A seguir, transcrevemos algumas das recomendações/exigências da

Norma. Cabe ao gerenciador, instalador, proprietário e seus prepostos, que mantenham as condições


aqui estabelecidas no decorrer da execução e da vida útil destas instalações, e se atenham a todos os

itens estabelecidos na (NR-10).

As intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 volts (em corrente

alternada) ou superior a 120 volts (em corrente contínua), somente podem ser realizadas por

trabalhador qualificado, que tenha concluído curso específico na área elétrica reconhecido pelo

Sistema Oficial de Ensino. As operações elementares como ligar e desligar circuitos elétricos,

realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de

conservação, adequados para operação, podem ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.

Nos trabalhos (de construção, montagem, operação, reforma, ampliação, reparação e inspeção) em

instalações elétricas, devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos

adicionais, especialmente quanto à altura, confinamento, campos elétricos e magnéticos,

explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalização de

segurança. As áreas onde houver instalações ou equipamentos elétricos devem ser dotadas de

proteção contra incêndio e explosão, conforme dispõe a NR 23 - Proteção contra Incêndios.

Nas instalações e serviços em eletricidade deve ser adotada sinalização adequada de segurança,

destinada à advertência e à identificação, obedecendo ao disposto na NR 26 - Sinalização de

Segurança, de forma a atender, dentre outras, as situações a seguir:

a) identificação de circuitos elétricos;

b) travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;

c) restrições e impedimentos de acesso;

d) delimitações de áreas;

e) sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas;

f) sinalização de impedimento de energização;

g) identificação de equipamento ou circuito impedido.

Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas

compatíveis com a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção,

respeitadas as recomendações do fabricante e as influências externas.

Para atividades em instalações elétricas deve ser garantida ao trabalhador iluminação adequada e

uma posição de trabalho segura, de acordo com a NR 17 - Ergonomia, de forma a permitir que ele

disponha dos membros superiores livres para a realização das tarefas.

Para evitar o risco de contato (choque elétrico), as instalações elétricas dever ser isoladas e

aterradas, ou providas de um controle à distância, manual e/ou automático.

Para evitar os riscos de incêndio e explosão, deve haver dispositivos automáticos de proteção contra

sobrecorrente e sobretensão, além de proteção contra fogo.

Os transformadores e capacitores devem ser instalados segundo recomendações do fabricante e

normas específicas, relacionadas à distância de isolamento e condições de operação.

Todas as edificações devem ser protegidas contra descargas elétricas atmosféricas (raios), com

ligação à terra e pára-raios.

Os condutores e suas conexões devem prever isolamento, dimensionamento, identificação e

aterramento.

É proibida a ligação simultânea de mais de um aparelho à mesma tomada de corrente (benjamin),

salvo se a instalação foi projetada com essa finalidade.

Todo motor elétrico deve possuir dispositivo que o desligue automaticamente toda vez que, por

funcionamento irregular, corra o risco de acidentes.

Os equipamentos de iluminação devem ser de tipo adequado ao local da instalação e possuir

proteção externa adequada.

As tomadas no piso devem ter caixa protetora para evitar entrada de água e objetos estranhos.

Os sistemas de proteção coletiva (SPC) e os equipamentos de proteção individual (EPI)

recomendados nos serviços com eletricidade são:

a) isolamento físico, sinalização, aterramento provisório;

b) vara de manobra, escadas, detectores de tensão, cintos de segurança, capacetes e luvas e

ferramentas eletricamente isoladas.

Para ensaios e vestimentos dos equipamentos de proteção individual atender o disposto na Norma

NFPA 70E-Riscos Elétricos.

Os serviços de manutenção e reparos só podem ser executados por profissionais qualificados,

treinados e com emprego de ferramentas e equipamentos especiais.

Os serviços em locais úmidos ou encharcados devem ser feitos com cordões elétricos alimentados

por transformador de segurança ou por tensão elétrica não superior a 24 volts.


Todo profissional de eletricidade deve estar apto a prestar primeiros socorros a acidentados,

especialmente através das técnicas de realimentação cardiorrespiratória, bem como equipamentos de

combate a incêndio (do tipo 3).

13. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA E ABANDONO DE LOCAL

O sistema pode ser definido como sendo um conjunto de componentes e equipamentos que em

funcionamento, proporcionam ao ambiente um grau de iluminação, que permita ao usuário saídas

facilitadas e seguras das edificações, como também a execução de manobras do interesse da

segurança.

O sistema de iluminação de emergência, aliado ao sistema de Abandono de Local, permite ao usuário

num primeiro momento uma perfeita orientação no sentido de evacuação de locais que estejam para

oferecer riscos de integridade física de seus ocupantes. Num segundo momento permite a orientação,

facilitando o acesso à edificação para os trabalhos de socorro de vítimas e combate a incêndio,

contribuindo para a diminuição do tempo resposta, aumentando a eficiência, garantindo a eficácia dos

trabalhos a serem executados nestes locais. Num terceiro momento gera comodidade ao usuário,

haja visto que a falta de energia convencional para os que estão em trânsito na edificação causa

intranqüilidade.

Para que o sistema tenha perfeito funcionamento e vida útil prolongada, os blocos autônomos devem

ser verificados semestralmente, quando da sua passagem do estado de vigília para o regime de

atuação, através de seu dispositivo de teste.

Semestralmente recomenda-se verificar o estado de carga dos acumuladores, mantendo o sistema

funcionando por uma hora. Aconselha-se que este teste deva ser feito em véspera de um dia que a

edificação esteja com o mínimo de ocupação.

O perfeito funcionamento do sistema depende exclusivamente de uma manutenção adequada e

rotineira, feita de preferência por pessoa que possua um mínimo de conhecimento de eletricidade.

O sistema de sinalização é composto por luminárias indicativas, com bateria incorporada de

autonomia mínima para 1 hora de funcionamento contínuo, para facilitar o abandono de local, situadas

no máximo a 2,10 m de altura do piso acabado. Possuem ainda seta de indicação do sentido de fuga

e a inscrição “SAÍDA” para a porta principal, ambos na cor vermelha com fundo branco leitoso, em

placas de acrílico ou similar, nas dimensões indicadas no projeto de Iluminação de emergência.

Maiores informações com relação à iluminação de emergência, vide projeto Preventivo de Incêndio.

14. COMENTÁRIOS LUMINOTÉCNICOS:

14.1. Equipamentos/Sistemas para a Redução de Custos com a Energia Elétrica

14.1.1. Lâmpadas Fluorescentes Compactas

Devido ao seu baixo consumo, alta eficiência e alta durabilidade, indicam-se para as áreas de alguns

banheiros as lâmpadas fluorescentes compactadas PL de 28 W/220 V, base E-27.

Conforme tabelas da Philips do Brasil, a vida útil de uma lâmpada compacta é 10 vezes maior que

uma lâmpada incandescente comum, diminuindo-se assim os gastos com manutenção corretiva.

Quanto à equivalência, cada lâmpada de 28 W/220 V, equivale a uma incandescente de 100 W, no

que diz respeito ao fluxo luminoso em lumens, com a vantagem de menor consumo, menores perdas

por queda de tensão, podendo-se assim, diminuir-se os alimentadores e proteções dos quadros que

alimentam estas lâmpadas.

14.1.2. Reatores Eletrônicos – Vantagens de Uso

• Economia de 25% de energia na operação de iluminação, devido à alta eficiência;

• Economia indireta de energia e materiais em instalações onde se faz o uso de ar

condicionado, visto que a carga térmica imposta por estes reatores é sensivelmente pequena

pelas propriedades de baixas perdas do reator eletrônico gerando menor calor ambiente;

• Maior vida útil das lâmpadas - devido a alta freqüência de operação (20 a 40 KHZ). Nestas

freqüências, quando ocorre a inversão da corrente das lâmpadas não há tempo para

recombinação dos íons, não ocorrendo, portanto, o apagamento do gás;

• Baixa temperatura de trabalho;

• Baixo risco de incêndio, pois está equipado com circuito de proteção que interrompe a energia

na saída do reator, caso ocorra curto circuito na carga ou fiação;

• Ausência de ruído, devido à alta freqüência quando comparado com um convencional;


• Ausência de efeito estroboscópico, devido a alta freqüência, sendo que este efeito é comum

em reatores convencionais (eletromagnéticos).


15. CONSIDERAÇÕES FINAIS

15.1. Conservação dos Materiais da Entrada de Serviço de Energia Elétrica

O consumidor será, para todos os fins, responsável pelos aparelhos de medição e demais materiais

de propriedade da concessionária e responderá por danos causados aos mesmos, deverá conservar,

em bom estado, os materiais e equipamentos da entrada de serviço.

A concessionária fará inspeções rotineiras nas instalações consumidoras, para verificar eventual

existência de qualquer deficiência técnica, ou de segurança, caso afirmativo a concessionária

notificará o consumidor por escrito, das irregularidades constatadas, fixando o prazo para

regularização, podendo também desligar as instalações do consumidor quando sua ligação oferecer

riscos de segurança.

15.2. Aumento de Carga

É vedado ao consumidor qualquer aumento de carga além dos limites correspondentes ao seu tipo de

fornecimento, sem que seja expressamente autorizado pela concessionária de energia elétrica e

validado pelo projetista.

16. VALIDADE DO PROJETO

O prazo de validade da aprovação deste projeto de elétrico estará condicionado às mudanças

ocorridas nas normativas supracitadas ou em qualquer outra que venha a vigorar, a partir da data de

análise e aprovação do mesmo.

17. OBSERVAÇÕES FINAIS

Pequenas alterações poderão ser feitas, todavia mudanças dimensionais de porte não devem ser

executadas sem a prévia autorização dos projetistas.

18. MEMORIAL DE CÁLCULO

Alteração do Layout do Auditório Egon, Iluminação e Tomadas

POTÊNCIA INSTALADA = 127.174 KW;

FATOR DE POTÊNCIA = 0,92;

FATOR DE DEMANDA = 0,80

DEMANDA = 110,586 KVA

Demanda Máxima da obra = 110,586 kVA

Em função, de a edificação atual estar sendo atendida por subestação existente e também

considerando que esta não supre inteiramente sua demanda atual, para o quadro geral do Auditório

foi previsto uma corrente de 70 A para este quadro, o que exceder a esta corrente deverá ser

contratado um grupo gerador para que possa atender o restante da carga.

Alteração do Layout do Auditório Egon, Ar Condicionado

POTÊNCIA INSTALADA = 85.740 KW;

FATOR DE POTÊNCIA = 0,90;

FATOR DE DEMANDA = 1,0

DEMANDA = 95,266 KVA

Demanda Máxima da obra = 95,266 kVA

Para este quadro de Ar Condicionado foi projetado uma corrente de 200 A para suprir a carga total

deste quadro sendo derivado do Q.G.B.T de Ar Condicionado.

19. CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO


Referência

Q.G.B.T.

(EXISTENT

E)

CD

AUDITÓRI

O

MILTON

FETT

Alimentador

(montante)

CD AR

CONDICIONA

DO

CD

AUDITÓRIO

EGON

Conforme última revisão da NBR 5410, a queda de tensão máxima admitida para instalações elétricas

atendidas em M.T. é de 7% até os circuitos terminais.

MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO DE TELECOMUNICAÇÕES

1. OBJETIVO

O presente tem por objetivo complementar as informações contidas no Projeto de Telecomunicações

do Layout do Auditório EGON no SESI – Unidade de Florianópolis / SC.

Este memorial tem por finalidade complementar o Projeto Telecomunicações e é parte integrante do

mesmo.

2. DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA

Trata-se do projeto de telecomunicações, para a implementação de sistemas de Lógica (Rede de

Dados), e infra-estrutura para os sistemas de sonorização, TV e projeção como representado em

projeto.

3. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Em conformidade com as considerações feitas pela equipe técnica do SESI, as novas instalações

serão executadas seguindo o seguinte critério:

- Instalação aparente com uso de conduletes em liga de alumínio sobre o forro e embutido nos locais

onde seja possível sem danificar os detalhes em parede já existente.

4. INFRAESTRUTURA GERAL

Quanto à infra-estrutura para instalação dos sistemas de telecom, foram adotados os seguintes

critérios:

- Para as instalações embutidas em alvenaria ou piso, para dutos de diâmetro entre 3/4” e 1”, serão

utilizadas caixas (4x2)” ou (4X4)” e deverá ser adotado eletroduto flexível corrugado, da linha

TIGREFLEX, da marca TIGRE, na cor amarela e seus acessórios (ou modelo equivalente)

- Para as instalações embutidas em alvenaria ou piso, para dutos de diâmetro acima de 1”, deverá ser

adotado eletroduto flexível corrugado, da linha ULTRAFLEX, da marca TIGRE, na cor preta e seus

acessórios (ou modelo equivalente)

- Para a instalação de sobrepor com uso de conduletes, deverá ser adotado o modelo em liga de

alumínio silício de alta resistência, WETZEL, cor branca e seus acessórios (ou modelo equivalente).

- Para eletrodutos aparentes, deverá ser adotado o modelo roscável, da linha eletroduto alumínio SCH

40 - NPT, da marca Carbinox, e seus acessórios (ou modelo equivalente).

- Os espelhos cegos ou para tomadas a serem aplicados em caixa (4x2)” ou (4x4)”, deverão ser da

linha PIAL PLUS, da marca PIAL LEGRAND, cor branca e seus acessórios (ou modelo equivalente).

- Os espelhos cegos ou para tomadas a serem aplicados em caixa (4x2)” de alumínio silício de alta

resistência para conduletes, deverão ser da marca WETZEL, cor branca e seus acessórios (ou

modelo equivalente).

Todos os condutos, conduletes, caixas de passagem que não sejam metálicos devem ser nãopropagantes

de chama, livres de halogênios e com baixa emissão de fumaça e gases tóxicos.

4.1. Tubulações e Caixas

Circ. Seção V/A.kM IP(A) D(m) V% V%

(mm²)

trecho acumul

3Ø #95,0 0,42 200,0 130, 2,87 2,87

3Ø #25,0 1,31 80 50,0 1,37 1,37


Os dutos com cabos de rede de comunicação serão exclusivos, não se admitindo passagem de cabos

de energia ou de outras finalidades, salvo quando utilizadas canaletas com divisão interna, para

passagem dos cabos.

Onde a infraestrutura será de eletroduto embutido, as curvas devem ser suaves, com raio longo de

90o.

Todas as caixas deverão ter as rebarbas removidas e serem dotadas de buchas e arruelas na

conexão com os eletrodutos.

5. NORMALIZAÇÃO

Na elaboração do projeto foram observadas as normas internacionais vigentes para Cabeamento

Estruturado, Telefonia e ABNT, sendo que onde as especificações forem omissas, prevalecerá o que

preconizam as normas.

Norma BRASIL TELECOM, para instalação de rede telefônica predial;

NBR 14565 – 2000 – Procedimento básico para elaboração de Projetos de Telecomunicações -

Elementos;

Prática Telebrás 235.510.600 - Projeto de Redes Telefônicas em Edifícios - Elementos;

Prática Telebrás 235.510.614 - Procedimentos de projeto – Tubulações Telefônicas em Edifícios;

ANSI/TIA/EIA 568;

TSB - 36, TSB - 40, TSB - 53, TSB – 67;

SP - 2840, SP 2840 A;

EIA/TIA 568A: Commercial Building Telecommunications Wiring Standard;

EIA/TIA 569: Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways and Spaces;

EIA/TIA 606;

EIA/TIA 607: Commercial Building Grounding / Bonding Requirements;

EIA/TIA BULLETIN TSB-67;

NBR 5410 - Instalações Elétricas em B.T. – ABNT;

NBR 5419 - Proteção contra descargas atmosféricas- ABNT.

6. CRITÉRIOS DE PROJETO

As recomendações aqui apresentadas visam orientar a execução do Projeto de Telecomunicações,

no sentido de estabelecer uma instalação funcional e segura.

Não implicam, todavia, em qualquer responsabilidade dos projetistas com relação à qualidade da

instalação executada por terceiros em discordância com as normas técnicas aplicáveis.

7. SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

LÓGICA (REDE DE DADOS) E TELEFONIA

A implementação da rede de lógica e telefonia, será executada com cabeamento estruturado e

mediante a aplicação de "telefonia IP". Neste sistema utiliza-se o telefone, ligado diretamente ao

computador, a maioria dos telefones ip, possui um "switch" (ponte ou passagem) embutido no

aparelho, o qual permite aos dois equipamentos compartilharem a conexão de internet. O cabo vai do

compartilhador de acesso à internet (roteador) até o telefone IP e do telefone até o computador.

Também existem adaptadores que permitem o uso de aparelhos telefônicos convencionais para

aplicação deste sistema.

Para cada ponto de lógica (rede de dados) indicado em projeto foi previsto um cabo categoria 5e, par

trançado, 100 base T, sem blindagem, padrão IEE 802-3, taxa de transmissão 100 Mbps, conforme

normas para cabos UTP. Na área de trabalho teremos uma tomada RJ 45, categoria 5e, com

identificação no espelho e na outra, com uma sobra de 1,5m de cabo com a ponta aberta para

conexão traseira com o patch panel; indicação através de etiquetas ou anilhas plásticas.

Destes patch panels, montados em rack padrão 19”, deverá ser interligado aos equipamentos ativos,

através de patch cords com 1,5 m, com plugues RJ 45, categoria 5e, nas extremidades.

Dos patch panels das estações de trabalho sairão os cabos 100

base T, categoria 5e, par trançado (4 pares # 24 AWG) para cada tomada indicada em projeto.

Todo o cabeamento de rede deverá possuir capa externa em PVC não propagante a chama e livre de

halogênios.

Todos os pontos de rede do Auditório reformado, serão conectados ao RACK GERAL conforme

mostrado em projeto.


Tomadas

Os pontos de saída junto aos postos de trabalho terão tomadas modulares de 8 (oito) vias, com

contatos banhados a ouro na espessura mínima de 30 m, padrão RJ 45. Na tomada RJ 45 serão

aproveitados os pinos 1, 2, 3 e 6, conforme a EIA/TIA 568, para uso dos computadores no padrão

Ethernet 100 BaseT. Porém todas as tomadas deverão ter todos os pinos conectados conforme o

padrão 568-A, prevendo-se assim quaisquer protocolos de transmissão, atuais e futuros. Deverão

obedecer às características técnicas estabelecidas pela norma EIA/TIA 568 para categoria 6

(250MHz).

Todas as tomadas deverão ser identificadas por etiqueta adequada indelével, em acrílico ou com

proteção plástica para não permitir seu descoramento, em coerência com sua ligação e numeração

específica.

Administração e Documentação

Todos os sistemas utilizados neste cabeamento serão indicados por ícones de cores diferentes, tanto

nas tomadas, quanto nos patch panels.

Todos os Adapter cables/patch cables também obedecerão a esta configuração de cores.

Para a identificação dos terminais e nos patch panels seguirá a seguinte sugestão de nomenclatura:

XX-YY onde “XX” indica o sistema e “YY” indica o número da estação de trabalho.

A critério da equipe técnica do SENAI, este sistema de identificação poderá ser modificado ou

simplificado .

A coloração sugerida a ser adotadas será a seguinte:

Cinza – Terminação para os equipamentos ativos – (Backbone);

Verde - Estações de trabalho para lógica / telefonia

Então, seguindo a identificação acima adotada, teremos: LO 01 – Etiqueta de cor verde, Ponto RJ 45,

número 01, para Lógica (rede de dados), instalado na área de trabalho;

Certificação

A PROPONENTE deverá certificar todos os pontos de rede lógica através de equipamento de teste e

certificação de rede tipo Penta scanner ou similar, para o cabeamento metálico e através de

equipamento tipo OTDR (Optical Time Domain Reflectometer) para os cabos ópticos. Deverá ser

emitido, ao final da obra, relatório de testes com todos os pontos e seu resultado emitido pelos

equipamentos supra-indicados. A rede lógica será aceita mediante avaliação do relatório de testes

pela unidade integrada de tecnologia da informação e comunicação do Sistema SESI.

Os seguintes atributos deverão ser validados para todos os lances de cabo:

a) Atenuação;

b) NEXT;

c) PSNEXT;

d) WIREMAP;

e) Comprimento;

f) ELFEXT;

g) Return loss;

h) Propagation delay;

i) Delay Skew;

Os atributos testados deverão seguir as recomendações da norma ANSI/TIA/EIA 568.A

Todos os cabos da rede lógica deverão possuir identificação conforme planta baixa do projeto de

cabeamento estruturado. A identificação deve ser feita através de auto-adesivos para cabos e do tipo

fixação para os feixes de cabos e/ou rotas.

O cabeamento metálico instalado deverá suportar aplicações 10Base-T, 100Base-TX, 1000Base-T,

para transmitir voz, dados e multimídia. Também deverá suportar o uso em todos os pontos metálicos

de dispositivos alimentados através do cabeamento de rede (Power Over Ethernet).

8. INFRA ESTRUTURA PARA SISTEMA DE SOM, TV E PROJEÇÃO

Para o sistema de som e vídeo foram projetados dutos de piso destinados a passagem dos cabos da

cabine de som ao longo da platéia e palco. Conforme projeto as calhas ou dutos de piso serão

metálicas com divisor interno, separando assim os sistemas de som e vídeo. Os dutos possuem

tampas removíveis ao longo do percurso para facilitar o acesso, além de tampas basculantes para o

acesso aos cabos em pontos determinados. Foram locados ainda em projeto as esperas para caixas


de som e pontos de TV no palco. O acabamento para as tampas das calhas deverá ser

compatibilizado com a arquitetura e fabricante do duto de piso. Vide prancha 03 do projeto.

A infra estrutura para o sistema de projeção do auditório também deriva da cabine de som e segue

através de eletrocalha com divisor sobre o forro até projetores fixados no teto, conforme prancha 04

do projeto.

9. SISTEMA DE ATERRAMENTO

Aterramento

Todas as partes metálicas não energizadas, contendo equipamentos ou condutores elétricos, tais

como; centrais diversas, eletrocalhas, perfilados e caixas metálicas de passagem, deverão ser

integrados ao sistema de aterramento elétrico, através de cabo em cobre #16,0 isolado para 750V ou

1KV, na cor verde, conforme especificado em projeto .


ANEXO V – PLANILHA ORÇAMENTARIA

ITEM SERVIÇOS UNID. QUANTID.

MÃO DE OBRA MATERIAL PREÇO

UNITÁRIO TOTAL UNITÁRIO TOTAL SERVIÇO

TOTAL GERAL

OBSERVAÇÃO: Todos os serviços e materiais relacionados nesta planilha orçamentária deverão estar de acordo com os detalhes em projetos e a especificação técnica dos memoriais descritivo, quando não estiver

citado no item. Os materiais removidos será de propriedade da SESI, salvo se for descartado. O material não aproveitado pela SESI será de responsabilidade da executora dar destino correto.

1 DESPESAS INICIAIS

1.1 Cópias Heliográficas vb

1.2 Alvará de Construção m²

1.3 Placas de Obra m²

1.4 Seguro da Obra vb

1,00

503,48

4,00

503,48

2 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS E EQUIPAMENTOS

2.1

Tapumes em chapas de vedação de madeira compensada

resinada de no mínimo 12 mm de espessura, altura de 2,20

m, pintados com tinta PVA branca, estruturado com

montantes principais peças inteiras e maciças com 75 mm x

75 mm de seção transversal - espaçados de 1,10 m em

madeira Angelim ou equivalente solidamente fixados ao piso,

portão/porta: para descarga de materiais e acesso de

operários, respectivamente terão as mesmas características

do tapume, com esquadrias de madeira devidamente contraventadas,

ferragens metálicas galvanizadas, com trancas de

segurança.

m

18,00


3 DESPESAS ADMINISTRATIVAS

3.1 Consumo de Água mês

3.2 Consumo de Energia Elétrica mês

3.3 Consumo de Telefone mês

3.4 Consumo Material de Escritório mês

3.5 Material de Limpeza mês

3.6

Materiais e serviços para proteção e sinalização contra

acidentes, conforme exigência na NR.18 vigente.

mês

3,00

3,00

3,00

3,00

3,00

3,00

4 LIMPEZA E REMOÇÃO DE ENTULHOS

4.1

4.2

4.3

Limpeza e remoção de entulhos durante a execução da obra

Caixa de remoção e transporte de entulhos para bota fora.

Transporte horizontal, manual de materiais de demolição para

bota fora.

mês

Un


3,00

25,00

50,00

5 DEMOLIÇÕES

5.1

5.2

5.3

5.4

Remoção de móveis e objetos da SESI para possibilitar a

execução dos serviços previstos em projeto, acomodar em

local a ser definido pela fiscalização e recolocação conforme

novo layout.

Remoção de todas as cadeiras do auditório e acomodar em

local a ser definido pela fiscalização conforme memorial

descritivo.

Remoção de forro metálico, inclusive estrutura, existente

conforme projeto e memorial descritivo..

Remoção de forro de gesso existente, inclusive estrutura,

conforme projeto e memorial descritivo..

Vb

Un



1,00

304,00

406,72

22,65


5.5

5.6

5.7

5.8

5.9

5.10

Remoção de forro de madeira, inclusive estrutura, existente

conforme projeto e memorial descritivo..

Remoção de carpete de piso, conforme projeto e memorial

descritivo.

Remoção de carpete de parede, conforme projeto e memorial

descritivo.

Remoção de piso cerâmico, preparação para receber novo

piso, conforme projeto e memorial descritivo.

Remoção de azulejo cerâmico, prepararação para receber

novo azulejo, conforme projeto e memorial descritivo.

Demolição de paredes em alvenaria conforme projeto e

memorial descritivo.

5.11 Remoção de portas, conforme projeto e memorial descritivo. Un

5.12

5.13

5.14

5.15

5.16

5.17

5.18

5.19

Demolição de mureta de concreto em frente ao palco para

aumento do mesmo, conforme projeto e memorial descritivo.

Demolição de paredes de concreto do palco e cabines de

som, conforme projeto e memorial descritivo.

Relocação do painel de madeira existente entre o saguão e

auditório, incluindo adequação, conforme novo layout do

projeto e memorial descritivo.

Demolição da rampa existente entre o auditório e palco,

conforme projeto e memorial descritivo.

Remoção de piso de madeira do palco, inclusive estrutura,

conforme projeto e memorial descritivo.

Remoção de banca, lavatórios, vaso sanitário, espelhos,

mictórios, metais e acessórios, para reaproveitamento,

(WC"S ENTRADA PRINCIPAL) conforme projeto e memorial

descritivo.

Remoção de banca, lavatórios, espelhos, vaso sanitários,

metais e acessórios, sem reaproveitamento, (WC DOS

FUNDOS) conforme projeto e memorial descritivo.

Remoção de porta de vidro temperado para

reaproveitamento, conforme projeto e memorial descritivo.









Un

Un


Cj

Cj

Un

8,39

454,83

39,50

64,30

74,36

82,32

11,00

4,09

15,52

1,00

1,00

15,32

2,00

1,00

2,00

5.20

Rasgo no piso para passagem de tubulação hidráulica para

alimentação de novos pontos do WC P.N.E. e das cubas

relocadas, conforme projeto.

m

18,00

5.21

Rasgo na parede para passagem de tubulação hidráulica para

alimentação de novos pontos do WC P.N.E. e das cubas

relocadas, conforme projeto.

m

9,80

5.22

5.23

Furação do painel existente com serra copo própria para

madeira, para passagem das tubulações das cubas

relocadas, conforme projeto.

Remoção do chiller incluindo todos os acessórios do ar

condicionado, em local a ser definido pela fiscalização da

Un

Un

8,00

1,00


SESI, conforme memorial descritivo.

5.24

Remoção da estrutura metálica estrutura metálica do teto e

acessórios, e acomodar em local a ser definido pela

fiscalização da SESI, conforme memorial descritivo.

Vb

1,00

5.25

Remover escada existente me madeira, conforme memorial

descritivo.

Un

1,00

6 ADEQUAÇÕES

6.1

Colocação de porta de vidro temperado reaproveitada dos

wc's, conforme projeto e memorial descritivo.

Un

2,00

6.2

Preparação da parede onde foi retirado carpete para pintura,

conforme projeto e memorial descritivo.


39,50

6.3

Recomposição de rasgo no piso para passagem de tubulação

hidráulica para alimentação de novos pontos do WC P.N.E. e

das cubas relocadas, conforme projeto.

m

18,00

6.4

Recomposição de rasgo na parede para passagem de

tubulação hidráulica para alimentação de novos pontos do

WC P.N.E. e das cubas relocadas, conforme projeto.

m

9,80

6.5

Recomposição de piso em placas de granito travertino nas

passagem de tubulações pelo piso , conforme projeto e

memorial descritivo.


2,50

6.6

Montagem das bancas em granito removidos dos WC"S da

entrada principal, com as devidas alterações e quantidades,

conforme projeto e memorial descritivo.

Vb

1,00

6.7

Adequação e relocação das divisórias em granito existente no

WC masculino da entrada principal, conforme projeto e

memorial descritivo.

Vb

1,00

6.8

Recuperação de reboco em locais de demolição e retirada de

paredes, para receber pintura.


28,59

6.9

Substituir os blecautes das janela na entrada principal direito

e esquerda, conforme memorial descritivo.

Un

2,00

7 PAREDES INTERNA


7.1

Alvenaria de tijolo cerâmico 6 furos, nas dimensões 11,5 x 19

x 19 cm, incluindo argamassa de assentamento, conforme

projeto e memorial descritivo.(Parede de 15 cm)


71,04

7.2 Encunhamento de alvenaria m

7.3

Vergas e contra vergas de reforço das alvenarias em concreto

armado.

m

32,01

31,27

8 DIVISÓRIAS, LAMINADOS

8.1

Biombo para divisórias de entrada dos WC's, em MDF 18 mm

revestida com fórmica do mesmo padrão e cor existente,

estruturada em perfis de alumínio anodizado altura de 2,10m,

incluindo todos os acessórios de instalação e fixação,

conforme projeto e memorial descritivo.


8,80

9 ESQUADRIAS

9.1 VIDRO TEMPERADO

9.1.1

(J1) - Janela de correr, 4 folhas de correr, em vidro

temperado 10 mm, 3,75 x 1,00 m, incluindo trilhos, guias,

rolamentos, fechadura, ferragens de fixação, puxadores e

acessórios para instalação conforme projeto.


3,75

9.2 ESQUADRIAS DE MADEIRA

9.2.1

(P1 -INTERNA) Porta de madeira semi - oca 80 x 210, de

abrir, incluindo forra, vistas,folha, batente e ferragens, para

aplicação em parede de alvenaria, conforme projeto

arquitetônico

Un

2,00

9.2.2

(P2 - INTERNA) Porta de madeira semi - oca 70 x 223, de

abrir, incluindo forra, vistas,folha, batente e ferragens para

aplicação em parede de alvenaria, conforme projeto

arquitetônico

Un

1,00


9.2.3

(P3 - INTERNA P/BWC PNE) Porta de madeira maciça de

abrir, 80 x 210, incluindo forra, vistas,folha, batente e

ferragens para aplicação em parede de alvenaria, conforme

projeto arquitetônico

Un

1,00

10 FECHADURAS

10.1

10.2

Conjunto completo para porta de abrir tipo externa, marca

"La Fonte", "IMAB" ou equivalente, conforme memorial

descritivo

Conjunto completo para porta de abrir tipo BWC, marca

"La Fonte", "IMAB" ou equivalente, conforme memorial

descritivo

Un

Un

3,00

1,00

11 BARRAS DE APOIO E ACESSÓRIOS SÓRIOS PNE

11.1

11.2

11.3

Barra de apoio reta, 80 cm, para banheiro de deficiente, Ø

32mm, conforme norma NBR 9050 DA ABNT , fabricadas no

melhor e mais resistente aço inoxidável AISI 304, Aço Inox

Liso ou Escovado, incluindo parafusos, buchas e acessório de

fixação conforme projeto.

Barra de Apoio para Lavatório 67cm x 53cm, conforme Norma

NBR 9050 da ABNT com diâmetro 32 mm, fabricadas no

melhor e mais resistente aço inoxidável AISI 304, Aço Inox

Liso ou Escovado, incluindo parafusos, buchas e acessório de

fixação conforme projeto.

Barra de apoio reta 40 CM para puxador da porta de banheiro

de deficiente 32 MM conforme norma NBR 9050 DA ABNT,

fabricadas no melhor e mais resistente aço inoxidável AISI

304, Aço Inox Liso ou Escovado, incluindo parafusos contra

porca, parafuso com acabamento e acessório de fixação

conforme projeto.

Un

Un

Un

2,00

1,00

1,00

12 PROTEÇÃO METÁLICA DAS PORTAS PNE

12.1

Proteção das portas, vistas, batentes com chapa de aço

esp. 0,5 mm, até a altura de 40 cm, incluindo acessório para

fixação e pintura, conforme projeto e memorial descritivo.

Un

1,00


13 SINALIZAÇÃO EM BRAILE PARA P.N.E.

13.1 SINALIZAÇÃO DE PORTAS EM BRAILE

13.1.1

13.1.2

13.1.3

13.1.4

Placa metálica em aço inox com sinalização em braile

com informações (WC FEMININO), conforme indicado no

projeto.

Placa metálica em aço inox com sinalização em braile

com informações (WC MASCULINO), conforme indicado no

projeto.

Placa metálica em aço inox com sinalização em braile

com informações (WC P.N.E. UNISSEX), conforme indicado

no projeto.

Placa metálica em aço inox com sinalização em braile

com informações (CABINE DE SOM), conforme indicado no

projeto.

Un

Un

Un

Un

1,00

1,00

1,00

2,00

13.2 SINALIZAÇÃO DE PORTAS VISUAL

13.2.1

13.2.2

13.2.3

13.2.4

13.2.5

Placa com sinalização visual com informações (WC

FEMININO) em acrílico, conforme indicado no projeto.

Placa com sinalização visual com informações (WC

MASCULINO) em acrílico, conforme indicado no projeto.

Placa com sinalização visual com informações (WC P.N.E.

UNISSEX) em acrílico, conforme indicado no projeto.

Placa com sinalização visual com informações (CABINE

DE SOM) em acrílico, conforme indicado no projeto.

Placa com sinalização visual com informações (SALA VIP)

em acrílico, conforme indicado no projeto.

Un

Un

Un

Un

Un

1,00

1,00

1,00

2,00

1,00

14 REVESTIMENTOS

14.1 REVESTIMENTO INTERNO

14.1.1

Chapisco


177,60

14.1.2

Reboco comum com argamassa média fina ( massa única ) m² 177,60


14.2 Reboco Teto

14.2.1

Chapisco

14.2.2

Reboco comum com argamassa média fina ( massa única )



2,20

2,20

14.3 Revestimento cerâmico de parede interno (FAIXA)

14.3.1

Azulejo cerâmico 25 x 40 cm na cor branca classe "A",

incluindo argamassa de assentamento e rejunte conforme

memorial descritivo.

m² 61,08

15 FORROS

15.1

15.2

Forro em gesso acartonado, estruturado com perfis metálicos

e montantes, fabricados em chapas de aço com tratamento

zincado por imersão, conforme projeto e memorial descritivo

Forro fibro-mineral (HUNTER DOUGLAS) em placas modular

62,5 x 62,5 cm, incluindo estrutura e acessórios de fixação e

acabamento, lã de rocha espessura de 5 cm para isolamento

acústico, conforme projeto e memorial descritivo.



31,07

431,18

16 PINTURA

16.1.1

16.1.2

16.1.3

16.1.4

16.1.5

Selador acrílico sobre reboco no mínimo 1 demão, marca

Aquacryl, Coral ou Suvinil

Tinta acrílica sobre parede SEMI-BRILHO sobre reboco no

mínimo 3 demãos, conforme projeto e memorial descritivo.

Massa corrida PVA sobre reboco no mínimo 2 demãos,

conforme projeto e memorial descritivo.

Tinta acrílica sobre TETO fosca BRANCO BRANCO sobre

reboco no mínimo 3 demãos, conforme projeto e memorial

descritivo.

Tinta esmalte sintético acetinado em portas de madeira,

no mínimo 3 demãos, incluindo fundo, conforme projeto e

memorial descritivo.






640,58

606,49

39,50

34,09

45,50


17 PISOS,PAVIMENTAÇÕES, RODAPÉ E SOLEIRAS

17.1 PISOS

17.1.1

17.1.2

Contrapiso de regularização composto de cimento a areia no

traço 1:3, espessura de 4 cm, para assentamento de pisos,

conforme projeto.

Preenchimento do piso das circulações com concreto leve

Fck 15 Mpa, espessura de 10 cm, conforme projeto e

memorial descritivo.



15,03

125,83

17.1.3 Piso porcelanato anti derrapante pei 5 marca portobello, linha

d`ampezzo, mod. d`ampezzo bianco 60x60 ext bold com

rodapé em eps santa luzia cor branca


15,03

17.2 SOLEIRA , BANCADAS EM GRANITO

17.2.1

17.2.2

17.2.3

Bancada em granito PRETO SÃO GABRIEL com espessura

de 2cm, incluindo suporte e acessório para fixação, conforme

memorial e detalhes em projeto

Soleira em granito cinza Corumbá com espessura de 2cm,

incluindo argamassa para fixação, conforme memorial e

detalhes em projeto

Peitoril em granito cinza Corumbá com espessura de 2cm,

incluindo argamassa para fixação, conforme memorial e

detalhes em projeto


m

m

0,50

5,40

3,75

18 LOUÇAS E METAIS

18.1 Vaso Sanitário P.N.E.

18.1.1

18.1.2

18.1.3

18.1.4

18.1.5

Vasos sanitários em louça na cor branco gelo, linha Vogue

Plus modelo P5, da marca Deca ou equivalente, com sóculo

altura de 6 cm na base para atingir a altura de 44cm

destinados ao uso de portadores de necessidades

especiais (PNE), de acordo com a NBR 9050, conforme

projeto e memorial descritivo.

Anel de vedação da base do vaso sanitário DECA ou

similar.

Base para Válvula de Descarga Baixa Pressão 1.1/2" da

Docol com duplo acionamento.

Acabamento para válvula de descarga WC P.N.E. linha

benefit da DOCOL

Assento para vaso Sanitário branco suave

Un

Un

Un

Un

Un

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00


18.1.6

Jogo de Parafusos para Assento Sanitário

Un

1,00

18.1.7

18.1.8

Jogo de Parafusos para fixação vaso sanitário

Tubo de descida para válvula de descarga incluindo

joelho e anel de borracha

Un

Un

1,00

1,00

18.1.9

Tubo de Ligação Ajustável- Cromado

Un

1,00

18.1.10

Dispenser para papel higiênico tipo rolo de 300 a 500m,

tipo sobrepor, em material plástico, na cor branca da marca

Melhoramentos ou equivalente.

Un

1,00

18.2 Cubas de Louça

18.2.1

18.2.2

18.2.3

18.2.4

18.2.5

18.2.6

18.2.7

Cuba de embutir do tipo redonda no modelo L 70 com , na

cor branco gelo da marca Deca ou equivalente.

Válvula para cuba de louça em latão cromada com tampa

de plástico,com ladrão.

Torneira pressmatic Compact de mesa (161706) da Docol;

Decamatic (1170C) da Deca; ou equivalente.

Engate Flexível Metálico - 1/2" x 40cm

Sifão Flexível Horizontal - 1.1/2 x 40

Dispenser para toalha de papel, tipo sobrepor, em material

plástico, na cor branca da marca Melhoramentos ou

equivalente.

Dispenser para sabão líquido do tipo refil, tipo sobrepor,

em material plástico, na cor branca da marca Melhoramentos

ou equivalente.

Un

Un

Un

Un

Un

Un

Un

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

19 ESPELHOS

19.1

Espelhos tipo bisotê com espessura de 6mm, dimensões de

0,50 x 0,90 cm para o banheiro masculino fixados na parede

com acabamento em botão cromado, conforme projeto e

memorial descritivo. (WC P.N.E.)


1,00


20 INSTALAÇÃO HIDRAÚLICA

20.1 REDE DE ÁGUA FRIA

20.1.1

Adaptador PVC Soldável Curto com Bolsa e Rosca para

Registro - 32 x 1" Un 4,00

20.1.2 Bucha de redução PVC soldável curta - 32 x 25 mm Un 6,00

20.1.3 Joelho 45º PVC soldável - 25 mm Un 6,00

20.1.4 Joelho 45º PVC soldável - 32 mm Un 2,00

20.1.5 Joelho 90º PVC soldável - 25 mm Un 14,00

20.1.6 Joelho 90º PVC soldável - 32 mm Un 4,00

20.1.7 Joelho 90º PVC soldável e com bucha de latão - 25 x 3/4" Un 5,00

20.1.8 Luva PVC soldável - 25 mm Un 6,00

20.1.9 Luva PVC soldável - 32 mm Un 2,00

20.1.10 Têe PVC soldável - 32 mm Un 5,00

20.1.11 Tubo PVC Soldável 6 m - 25 mm m 27,00

20.1.12 Tubo PVC Soldável 6 m - 32 mm m 12,00

20.2 ESGOTO SIMPLES PVC TIGRE

20.2.1 Anel de Borracha 50 mm Un 14,00

20.2.2 Anel de Borracha 100 mm Un 2,00

20.2.3 Joelho 45º PVC esgoto 40 mm Un 6,00

20.2.4 Joelho 45º PVC esgoto 50 mm Un 3,00

20.2.5 Joelho 90º PVC esgoto 40 mm Un 5,00

20.2.6 Joelho 90º PVC esgoto 50 mm Un 3,00

20.2.7 Joelho 90º com Anel PVC esgoto 40 mm Un 5,00

20.2.8 Junção Simples PVC esgoto 40 mm Un 2,00

20.2.9 Junção Simples PVC esgoto 100 x 50 mm Un 2,00


20.2.10 Luva Simples PVC esgoto 40 mm Un 4,00

20.2.11 Luva Simples PVC esgoto 50 mm Un 6,00

20.2.12 Luva Simples PVC esgoto 100 mm Un 3,00

20.2.13 Redução excêntrica PVC esgoto 100 x 50 mm Un 2,00

20.2.14 Tubo Série Normal 6 m PVC esgoto 40 mm m 8,00

20.2.15 Tubo Série Normal 6 m PVC esgoto 50 mm m 4,00

20.2.16 Tubo Série Normal 6 m PVC esgoto 100 mm m 13,00

Caixa Sifonada Montada c/ Grelha e Porta Grelha DN 150 x

Un

20.2.17 185 x 50 mm

2,00

20.3 REGISTROS E HIDRÔMENTROS

20.3.1

Registro de Gaveta Ø 3/4" com acabamento cromado

Un

2,00

21 PREVENTIVO CONTRA INCÊNDIO

Corrimão da rampa de acesso ao plenário em aço inox com

diâmetro de 1.1/2” em perfis tubulares instalados a 0,70 e

21.1 0,92 m de altura do piso acabado fixado ao piso através de

parafusos em aço inox, conforme detalhe 04 da prancha

02/03 do projeto arquitetônico e memorial descritivo.

m

2,60

22 INSTALAÇÃO ELÉTRICA

22.1 IMPLANTAÇÃO

22.1.1

22.1.2

22.1.3

22.1.4

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø1", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø1.1/2", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø2", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø3", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

un

un

un

un

4,00

48,00

48,00

24,00


22.1.5 Arruela e bucha de alumínio Ø1", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.1.6 Arruela e bucha de alumínio Ø2", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.1.7 Arruela e bucha de alumínio Ø1.1/2", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.1.8 Arruela e bucha de alumínio Ø3", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.1.9

22.1.10

22.1.11

22.1.12

22.1.13

22.1.14

Cabo # 10,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian ou

similar)

Cabo # 10,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor preto (fase), (Ref: Prysmian ou similar)

Cabo # 10,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 10,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 10,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preto (fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 16,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

m

m

m

m

m

m

2,00

2,00

12,00

4,00

40,00

120,00

185,00

145,00

440,00

200,00


22.1.15

22.1.16

22.1.17

22.1.18

22.1.19

22.1.20

22.1.21

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preta (Fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 25,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian ou

similar)

Cabo # 25,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor preto (fase), (Ref: Prysmian ou similar)

Cabo # 50,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 95,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian ou

similar)

m

m

m

m

m

m

m

55,00

185,00

55,00

62,00

186,00

140,00

140,00


22.1.22

22.1.23

22.1.24

22.1.25

Cabo # 95,0 mm² - 1kV - isolação em PVC (anti fumaça tóxica

- não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD), cor preto (fase), (Ref: Prysmian ou similar)

Cabo de cobre nú, #50,0mm² - 7 fios (malha de aterramento),

(Ref: Corfio ou similar)

Caixa de inspeção de aterramento e passagem, dimensões

internas (30x30x40)cm, c/ tampa

Caixa de inspeção de aterramento e passagem, dimensões

internas (50x50x80)cm, c/ tampa

22.1.26 Caixa metálica (25x25x12)cm un

22.1.27

22.1.28

22.1.29

22.1.30

22.1.31

Caixa metálica galvanizada 4x2" fixada em perfilado ,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø1.1/2", fabricada em ferro

galvanizado a fogo. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

m

m

un

un

un

un

10,00

1,00

1,00

420,00

2,00

2,00

12,00

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø2", fabricada em f erro

galvanizado a fogo. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar) 2,00

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø3", fabricada em f erro

galvanizado a fogo. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

Eletroduto rígido Ø1" em alumínio extrudado Schedule 40 em

barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

un

br

1,00

2,00

22.1.32

Eletroduto rígido Ø1.1/2" em alumínio extrudado Schedule 40

em barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

3,00

22.1.33

Eletroduto rígido Ø2" em alumínio extrudado Schedule 40 em

barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

2,00

22.1.34

Eletroduto rígido Ø3" em alumínio extrudado Schedule 40 em

barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

1,00

22.1.35

Eletroduto Rígido Ø2" Galvanizados a Fogo em barra de 3m,

conforme norma:NBR 5597 e 5597

br

3,00

22.1.36

Conector box reto 2" em liga de alumínio

un

2,00

22.1.37

22.1.38

Conector box reto 3" em liga de alumínio

Eletroduto Rígido Ø3" Galvanizados a Fogo em barra de 3m,

conforme norma:NBR 5597 e 5598

un

br

2,00

4,00


22.1.39

Haste de aterramento tipo coperweld com núcleo de aço 1020

com revestimento de cobre por deposição eletrolítica e

camada alta, mínimo de 254 microns, diâmetro 5/8" e

comprimento 2,44m com conector, (Ref: Magnet ou similar)

ABNT NBR 13571:1996

22.1.40 Luva Ø1" - Liga de alumínio, (Ref: Conex ou similar) un

22.1.41 Luva Ø2" - Liga de alumínio, (Ref: Conex ou similar) un

22.1.42 Luva Ø1.1/2" - Liga de alumínio, (Ref: Conex ou similar) un

22.1.43 Luva Ø3" - ferro galvanizado a fogo, (Ref: Conex ou similar) un

22.1.44 Luva Ø2" - ferro galvanizado a fogo, (Ref: Conex ou similar) un

22.1.45 Luva Ø3" - Liga de alumínio,(Ref: Conex ou similar) un

22.1.46

22.1.47

22.1.48

22.1.49

Quadro de equipotencialização "QEP" (20x20x12)cm, embutir

na cor branca, (Ref: Olipê ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø1.1/2" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø2" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø3" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

un

un

un

un

3,00

1,00

4,00

8,00

28,00

4,00

5,00

4,00

14,00

22.1.50 Terminal sapata p/ cabo de cobre #16,0mm2 pç 100,00

un

2,00

2,00

22.2 ILUMINAÇÃO

22.2.1

Fita isolante 19 mm x 10 metros,Auto fusão, para isolação de

fios ate 750V, Classe de temperatura de 90° C, apro vada pela

Norma NBR 5037 e utilização recomendada para norma NBR

5410, com impressão ao longo da fita, cor: Preto, Embalagem

com 01 peça, Ref.: PIRELLI ou equivalente

22.2.2 Arruela lisa ø1/4" cento

22.2.3

Balizador LED 3W embutir, corpo em alumínio natural ou

pintado na cor branca.Possui anel de vedação (IP65) e vidro

temperado jateado, alojamento termoplástico injetado.

un

un

5,00

2,00

56,00


22.2.4

22.2.5

22.2.6

22.2.7

22.2.8

22.2.9

22.2.10

22.2.11

22.2.12

22.2.13

Cabo 1,0mm² - 750V, conforme norma: NBR NM 247-3 -

Cabos isolados com Policloreto de Vinila (PVC) para tensões

nominais até 450/750V, para instalações fixas; NBR NM280 -

Condutores de cabos isolados (IEC 60228 MOD) e NBR NM

247-2 - Cabos isolados com Policloreto de Vinila (PVC) para

tensões nominais até 450/750V, métodos de ensaisos, (Ref:

Prysmian ou similar)

Cabo PP 3X#1,5mm² - 750V, isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD) para alimentação das luminárias,

(Ref: Prysmian ou similar)

Caixa metálica galvanizada 4x2" fixada em perfilado para

luminária, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Gancho curto p/ luminária 2x16W, conforme norma: NBR

6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado

por imersão em zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Lâmpada 16W/840 fluorescente T8, maior eficiência e melhor

reprodução de cores, pó fluorescente comum trifósfor

LUMILUX, vida útil 7500 horas , (Ref: Osram ou similar)

Lâmpada fluorescente compacta 25W, longa durabilidade:

8.000 horas, proporcionam maior conforto visual e com

acendimento imediato base e-27, (Ref: Osram ou similar)

Luminária cilíndrica de embutir no piso/solo (IP65), corpo em

alumínio e acabamento em pintura eletrostática, difusor em

vidro plano temperado transparente, base E-27 para lâmpada

PAR20 -50W

Luminária cilíndrica de embutir para 2 lâmpadas fluorescente

compacta de 26W,com corpo e moldura em chapa de aço

fosfatizada e pintada eletrostaticamente, com refletor

repuxado em alumínio anodizado e aletas parabólicas em

alumínio acetinado,fixadas no forro ou perfilado ( Referência:

Lumicenter DRA08-E226 ou similar)

Luminária de embutir 4X16W/220V, com corpo em chapa de

aço pintada eletrostraticamente na cor branco, refletor e

aletas parabólicas em alumínio anodizado de alta pureza e

refletância (Referência: Lumicenter CAA01-E416 ou similar)

Luminária quadrada de sobrepor, pintado por processo

eletrostático, cor branca, para duas lâmpadas fluorescente

compacta de 26W ou incandescente 60W, base e-27 (Ref:

Abalux PF 62 ou similar)

22.2.14 Parafuso lentilha ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

22.2.15

Plug 2p+t, para alimentação das luminárias, conforme norma:

NBR 14136 - Plugues e tomadas par uso doméstico, (Ref:

m

m

un

un

un

un

un

un

un

un

305,00

30,50

61,00

122,00

244,00

34,00

7,00

10,00

61,00

7,00

2,00

61,00


Pial Legrand ou similar)

22.2.16

22.2.17

22.2.18

22.2.19

Porca sextavada ø1/4"

Reator 2x16W/220V - eletrônico AFP, TDH


22.3.1.6

Quadro modular de embutir, p/ 36 disjuntores, com 18

módulos e 2 fileiras com barramento 15x2mm - (140A) -

Padrão TTA, conforme norma NBR IEC 60439 - Conjunto

com ensaio de tipo totalmente testados (TTA), (Ref: Pragma

ou similar)

un

1,00

22.3.2 CD AR CONDICIONADO

22.3.2.1

22.3.2.2

22.3.2.3

22.3.2.4

22.3.2.5

22.3.2.6

Quadro modular de sobrepor, p/ 96 disjuntores, com 24

módulos e 4 fileiras com barramento 20x5mm - (295A) -

Padrão TTA, conforme norma NBR IEC 60439 - Conjunto

com ensaio de tipo totalmente testados (TTA), Ref: Quixtra -

GE ou similar)

Disjuntor termomagnético unipolar tipo DIN 1x20A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x50A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

Interruptor bipolar tipo DR 25A – 30mA, conforme norma NBR

NM 60898 - Disjuntores para proteção de sobre corrente para

instalação doméstica e similar, (Ref Mitto ou similar)

Interruptor tetrapolar tipo DR 63A – 30mA, conforme norma

NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção de sobre corrente

para instalação doméstica e similar, (Ref: GE)

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x200A -

Icc=Ics=10,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

GE ou similar)

un

1,00

un

2,00

un

5,00

un

2,00

un 5,00

2

22.3.3 QUADRO DE COMANDO ILUMINAÇÃO AUDITÓRIO

22.3.3.1

22.3.3.2

Quadro modular de embutir, p/ 36 disjuntores, com 18

módulos e 2 fileiras com barramento 15x2mm - (140A) -

Padrão TTA, conforme norma NBR IEC 60439 - Conjunto

com ensaio de tipo totalmente testados (TTA), (Ref: Pragma

ou similar)

Disjuntor termomagnético unipolar tipo DIN 1x16A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

un

un

1,00

10,00


Schneider ou similar)

22.3.3.3

Disjuntor termomagnético unipolar tipo DIN 1x25A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

22.3.3.4 Interruptor de manobra In=20A un

un

1,00

10,00

22.3.4 CD GRUPO GERADOR

22.3.4.1

22.3.4.2

Quadro modular de sobrepor, p/ 96 disjuntores, com 24

módulos e 4 fileiras com barramento 20x5mm - (295A) -

Padrão TTA, conforme norma NBR IEC 60439 - Conjunto

com ensaio de tipo totalmente testados (TTA), Ref: Quixtra -

GE ou similar)

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x200A -

Icc=Ics=50,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

GE ou similar)

un

1,00

2

22.3.5 CD AUDITÓRIO

22.3.5.1

22.3.5.2

22.3.5.3

22.3.5.4

Quadro modular de sobrepor, p/ 96 disjuntores, com 24

módulos e 4 fileiras com barramento 20x5mm - (295A) -

Padrão TTA, conforme norma NBR IEC 60439 - Conjunto

com ensaio de tipo totalmente testados (TTA), Ref: Quixtra -

GE ou similar)

Disjuntor termomagnético unipolar tipo DIN 1x16A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

Disjuntor termomagnético unipolar tipo DIN 1x20A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x20A -

Icc=Ics=5,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

un

un

un

un

1,00

1,00

7,00

1,00


de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

22.3.5.5

22.3.5.6

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x50A -

Icc=Ics=10,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

Disjuntor termomagnético tripolar tipo DIN 3x80A -

Icc=Ics=10,0KA, curva de disparo "C", capacidade para 4.000

manobras elétricas, temperatura ambiente -25°C a 5 5°C,

conforme norma NBR NM 60898 - Disjuntores para proteção

de sobre corrente para instalação doméstica e similar, (Ref:

Schneider ou similar)

22.3.5.7 Fusível NH retardado 63A (Ref: TEE) un 4,00

22.3.5.8 Base Fusível unipolar NH 6 à 160A (Ref: TEE) un 4,00

22.3.5.9 Capa protetora para Base fusível un 4,00

22.3.5.10

22.3.5.11

22.3.5.12

Dispositivo de proteção contra surtos eletromagnéticos

(Classe I/II) :

- Tensão nominal: 275Vca

- Corrente nominal: 30kA

- Corrente máxima 60kA

- Nível de proteção: 1,3kV

(Ref clamper ou similar)

Interruptor bipolar tipo DR 25A – 30mA, conforme norma NBR

NM 60898 - Disjuntores para proteção de sobre corrente para

instalação doméstica e similar, (Ref Mitto ou similar)

Chave comutadora sob carga, com 3 posições de operação

manual, 8 polos de alimentação, corrente nominal de

operação 315A,ICC≥ 30,0 kA, com manopla

un

un

1,00

5,00

un 4,00

un

un

2,00

1,00

22.4 TOMADAS, CABOS E ACESSÓRIOS

22.4.1

Adaptador metálico caixa redonda 8 blocos, conforme norma:

NBR 5431 - Caixas e invólucros para acessórios elétricos

para instalações elétricas fixas domésticas e análogas(Ref:

Dutotec ou similar)

22.4.2 Arruela e bucha de alumínio Ø1.1/2", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.4.3 Arruela e bucha de alumínio Ø2", (Ref: Wetzel ou similar) cj

22.4.4 Arruela e bucha de alumínio Ø3/4", (Ref: Wetzel ou similar) cj

un

3,00

25,00

7,00

10,00


22.4.5

22.4.6

22.4.7

22.4.8

22.4.9

22.4.10

22.4.11

Cabo # 1,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 1,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD)cor branco (retorno), (Ref:

Prysmian ou similar)

Cabo # 1,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preta (Fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 1,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preta (Fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 2,5 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

m

m

m

m

m

m

m

475,00

615,00

85,00

475,00

630,00

630,00

630,00


22.4.12

22.4.13

22.4.14

22.4.15

22.4.16

22.4.17

22.4.18

22.4.19

22.4.20

Cabo # 25,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 25,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preta (Fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 25,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 4,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor azul (neutro), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 4,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor preta (Fase), (Ref: Prysmian

ou similar)

Cabo # 4,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - não halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248

- Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada

e com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 -

Afluência de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos

isolados (IEC 60228 MOD), cor verde (terra), (Ref: Prysmian

ou similar)

Caixa 4x2" PVC, embutir, conforme norma: NBR 15465 -

Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas

de baixa tensão, (Ref: Tigre ou similar)

Caixa 4x4 de alumínio 4x2" locada no piso , injetado, alta

(Ref: tramontina ou similar)

Caixa 4x4 de alumínio 4x4" locada no piso , injetado, alta

(Ref: tramontina ou similar)

m

m

m

m

m

m

un

un

un

28,00

80,00

28,00

25,00

25,00

25,00

36,00

14,00

2,00


22.4.21

22.4.22

22.4.23

22.4.24

22.4.25

22.4.26

22.4.27

22.4.28

22.4.29

22.4.30

Caixa de fundo cx redonda 200 piso elevado, conforme

norma: NBR 5431 - Caixas e invólucros para acessórios

elétricos para instalações elétricas fixas domésticas e

análogas(Ref: Dutotec ou similar)

Caixa de piso redonda tampa rebaixada - 220, conforme

norma: NBR 5431 - Caixas e invólucros para acessórios

elétricos para instalações elétricas fixas domésticas e

análogas, (Ref: Dutotec ou similar)

Caixa metálica galvanizada 4x2" fixada em perfilado ,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Condulete liga de alumínio Ø3/4 com rosca com tampa

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø1.1/2", fabricada em liga

de alumínio. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø3/4", fabricada em liga de

alumínio. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

Interruptor paralelo , 10A/250V c/ tampa, conforme norma :

NBR 60669-1 - Interruptores para instalações elétricas fixas

domésticas e análogas, (Ref: Pial Legrand ou similar)

Interruptor paralelo + 1 seção, 10A/250V c/ tampa, conforme

norma : NBR 60669-1 - Interruptores para instalações

elétricas fixas domésticas e análogas, (Ref: Pial Legrand ou

similar)

Interruptor simples, 1 seção - 10A/250V + tomada 2P+T -

10A/250V c/ tampa p/ caixa 4x2", conforme norma : NBR

60669-1 - Interruptores para instalações elétricas fixas

domésticas e análogas, (Ref: Pial Legrand ou similar)

Interruptor simples, 1 seção, 10A/250V c/ tampa, conforme

norma : NBR 60669-1 - Interruptores para instalações

elétricas fixas domésticas e análogas, (Ref: Pial Legrand ou

similar)

22.4.31 Luva Ø1.1/2" - Liga de alumínio,, (Ref: Conex ou similar) un

22.4.32 Luva Ø3/4" - Liga de alumínio,, (Ref: Conex ou similar) un

22.4.33

22.4.34

22.4.35

22.4.36

Tampa para Condulete Ø3/4", com 1 postos retangulares,

para interruptores, fabricada em PVC, cor Branca (Ref:

WETZEL ou similar)

Tomada 2P+T - 10A/250Vca , c/ suporte para caixa metálica

4x2", conforme norma: NBR 14136 - Plugues e tomadas par

uso doméstico, (Ref: Wetzel ou similar)

Tomada 2P+T - 10A/250Vca , c/ tampa p/ caixa 4x2",

conforme norma: NBR 14136 - Plugues e tomadas par uso

doméstico, (Ref: Pial Legrand ou similar)

Tomada dupla 2P+T - 10A/250Vca , c/ tampa p/ caixa 4x2",

conforme norma: NBR 14136 - Plugues e tomadas par uso

doméstico, (Ref: Pial Legrand ou similar)

un

un

un

un

un

un

un

un

un

un

un

un

un

un

7,00

7,00

12,00

7,00

3,00

17,00

1,00

1,00

1,00

6,00

6,00

34,00

12,00

12,00

15,00

17,00


22.4.37

22.4.38

22.4.39

Tomada modular para caixa de piso conforme norma: NBR

14136

Tomada monofásica de sobrepor - 32A (3P + N + T), grau de

proteção IP 44 (Ref: Steck, modelo brasikon ou similar)

Tomada trifásica de sobrepor - 125A (1P + N + T), grau de

proteção IP 44 (Ref: Steck, modelo brasikon ou similar)

un

un

un

14,00

1,00

2,00

22.5 ILUMINAÇÃO CENICA

22.5.1

22.5.2

22.5.3

22.5.4

22.5.5

22.5.6

22.5.7

22.5.8

22.5.9

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(200x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Suporte curto , conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca(Ref: Mopa ou

similar)

Eletrocalha metálica perfurada com virola (200x50)mm, em

barra de 3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Cantoneira metálica ZZ p/ fixação do perfilado e eletrocalha

na laje, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Curva de inversão interna para eletrocalha de (200x50)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Curva vertical interna 90°de interna para eletrocal ha de

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Curva vertical interna 90°de externa para eletrocal ha de

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "X" - para eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Terminação lisa para eletrocalha metálica em parede,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,

(200x50)mm, (Ref: Mopa ou similar)

22.5.10 Arruela lisa ø1/4" cento

un

un

br

un

un

un

un

un

un

96,00

96,00

32,00

96,00

2,00

2,00

1,00

3,00

1,00

6,00


22.5.11

Emenda em "I" - para eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

22.5.12 Parafuso e bucha Ø1.1/4"x1/4", (Ref: Mitto ou similar) cento

22.5.13 Parafuso lentilha ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

22.5.14

Porca sextavada ø1/4"

22.5.15 Vergalhão rosca total 1/4"x3000mm, (Ref: Mitto ou similar) br

un

cento

32,00

3,00

6,00

6,00

20,00

22.6 INFRAESTRUTURA

22.6.1

22.6.2

22.6.3

22.6.4

22.6.5

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø1.1/2", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø2", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø3/4", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

Adaptador para condulete em liga de alumínio sem rosca- Ø1"

Cor: Branca (Ref: Wetzel ou similar)

Adaptador para condulete em PVC - Ø1" Cor: Branca (Ref:

Wetzel ou similar)

22.6.6 Arruela lisa ø1/4" cento

22.6.7 Arruela de pressão ø1/4" cento

22.6.8

22.6.9

22.6.10

22.6.11

22.6.12

22.6.13

Cantoneira metálica ZZ p/ fixação do perfilado e eletrocalha

na laje, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Condulete liga de alumínio Ø3/4 com tampa

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø3/4", fabricada em liga de

alumínio. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

Derivação lateral - eletrocalha (200x50)mm - para perfilado

(38x38)mm, (Ref: Mopa)

Eletrocalha metálica perfurada com virola (200x50)mm, em

barra de 3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Eletrocalha metálica perfurada com virola (100x50)mm, em

barra de 3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

un

un

un

un

un

un

un

un

un

br

br

4,00

8,00

80,00

33,00

5,00

19,00

0,50

308,00

19,00

32,00

20,00

44,00

2,00


22.6.14

22.6.15

22.6.16

22.6.17

22.6.18

Eletrocalha metálica perfurada com virola (150x50)mm, em

barra de 3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Eletroduto flexível corrugado Ø 1", fabricado em PVC Antichama,

conforme norma: NBR 15465 - Sistemas de

eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa

tensão, cor: (Amarelo), (Ref; Tigre ou similar)

Eletroduto flexível corrugado Ø 3/4", fabricado em PVC Antichama,

conforme norma: NBR 15465 - Sistemas de

eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa

tensão, cor: (Amarelo), (Ref; Tigre ou similar)

Eletroduto flexível corrugado Ø 1.1/4", fabricado em PVC Antichama,

conforme norma: NBR 15465 - Sistemas de

eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa

tensão, cor: (Amarelo), (Ref; Tigre ou similar)

Eletroduto rígido Ø1.1/2" em alumínio extrudado Schedule 40

em barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

m

m

m

br

14,00

120,00

145,00

5,00

1,00

22.6.19

Eletroduto rígido Ø2" em alumínio extrudado Schedule 40 em

barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

2,00

22.6.20

Eletroduto rígido Ø3/4" em alumínio extrudado Schedule 40

em barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

br

20,00

22.6.21

22.6.22

22.6.23

22.6.24

22.6.25

22.6.26

Emenda em "I" - para eletrocalha metálica perfurada

(100x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "I" - para eletrocalha metálica perfurada

(150x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "I" - para eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "L" - para eletrocalha metálica perfurada

(150x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "L" - para eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda em "T" - para eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

un

un

un

un

un

un

2,00

14,00

44,00

2,00

6,00

1,00


22.6.27

22.6.28

22.6.29

Emenda em "X" - para eletrocalha metálica perfurada

(150x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Emenda p/ perfilado metálico (38x38)mm, conforme norma:

NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de carbono)

zincado por imersão em zinco fundido, chapa: 16 mm.Cor:

Branca. (Ref: Mopa ou similar)

Fita isolante 19 mm x 10 metros,Auto fusão, para isolação de

fios ate 750V, Classe de temperatura de 90° C, apro vada pela

Norma NBR 5037 e utilização recomendada para norma NBR

5410, com impressão ao longo da fita, cor: Preto, Embalagem

com 01 peça, Ref.: PIRELLI ou equivalente

22.6.30 Luva Ø3/4" - Liga de alumínio,, (Ref: Conex ou similar) un

22.6.31 Parafuso e bucha Ø1.1/4"x1/4", (Ref: Mitto ou similar) cento

22.6.32 Parafuso lentilha ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

22.6.33

22.6.34

22.6.35

22.6.36

22.6.37

22.6.38

22.6.39

22.6.40

Perfilado metálico perfurado (38x38x6000)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido,chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Porca losangular com pino 1/4"

Porca sextavada ø1/4"

Redução concêntrica - de eletrocalha metálica perfurada

(150x50)mm para eletrocalha metálica perfurada

(100x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Redução concêntrica - de eletrocalha metálica perfurada

(200x50)mm para eletrocalha metálica perfurada

(150x50)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido(Ref: Mopa ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø1.1/2" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø2" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Saída horizontal, para eletroduto Ø1.1/4" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

un

un

un

br

un

cento

un

un

un

un

un

1,00

32,00

15,00

64,00

8,00

5,00

32,00

104,00

19,00

1,00

1,00

1,00

2,00

1,00


22.6.41

22.6.42

22.6.43

22.6.44

22.6.45

22.6.46

22.6.47

22.6.48

22.6.49

22.6.50

Saída horizontal, para eletroduto Ø3/4" em chapa metálica,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Saída lateral simples de perfilado p/ eletroduto Ø3/4",

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Suporte curto p/ perfilado (38x38)mm, conforme norma: NBR

6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado

por imersão em zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor:

Branca(Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(100x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(150x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(200x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, (Ref: Mopa ou similar)

Terminação do perfilado metálico em parede (38x38)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, (Ref:

Mopa ou similar)

Terminação lisa para eletrocalha metálica em parede,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,

(100x50)mm, (Ref: Mopa ou similar)

Terminação lisa para eletrocalha metálica em parede,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,

(150x50)mm, (Ref: Mopa ou similar)

Terminação lisa para eletrocalha metálica em parede,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,

(200x50)mm, (Ref: Mopa ou similar)

22.6.51 Vergalhão rosca total 1/4"x3000mm, (Ref: Mitto ou similar) br

un

un

12,00

12,00

un 308

un

un

un

un

un

un

un

6,00

42,00

132,00

18,00

2,00

1,00

5,00

115,00

22.7 DIVERSOS

22.7.1

22.7.2

Instalação e interligação do alimentador projetado do CD Ar

Condicionado ao QGBT (existente)

Interligação do alimentador projetado do CD Auditório ao CD

Geral Milton Fett

vb

vb

1,00

1,00


22.7.3

Pintura de todas as eletrocalhas , perfilados, eletrodutos em

pvc rígido, interruptores, tomadas, caixas, canaletas,

conduletes e acessórios que estejam aparentes (projetados)

na cor branca conforme padrão SESI


25,00

23 INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES

23.1 IMPLANTAÇÃO

23.1.1

23.1.2

23.1.3

23.1.4

23.1.5

Eletrocalha metálica perfurada (200x50)mm, em barra de

3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, Cor: Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Emenda p/ eletrocalha metálica (200x50)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa vou similar)

Curva 90° horizontal , para eletrocalha (200x50x300 0)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Cantoneira metálica ZZ p/ fixação da eletrocalha na laje,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(200x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou

similar)

23.1.6 Parafuso e bucha Ø1.1/4"x1/4", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.1.7 Parafuso lentilha Ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.1.8 Porca sextavada Ø1/4" cento

23.1.9 Arruela lisa Ø1/4" cento

23.1.10

Cabo # 16,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD) (aterramento das partes não condutoras,

eletrocalhas e perfilados), o metro. Ref.: Prismyan, KERAX

ou equivalente

23.1.11 Vergalhão rosca total 1/4"x3000mm, (Ref: Mitto ou similar) br

br

un

un

un

un

m

20,00

20,00

3,00

80,00

60,00

16,00

1,00

5,00

5,00

70,00

20,00


23.1.12

23.1.13

CABO ELETRÔNICO MULTI-LAN 24AWGX4P CATEGORIA

5E CMX AZUL Cabo de 4 pares trançados compostos de

condutores sólidos de cobre nu, 24 AWG, isolados em

polietileno especial. Capa externa em PVC na opção CMX.

Marcação seqüencial métrica decrescente (305 - 0 m) na

embalagem FASTBOX, com gravação de dia/mês/ano - hora

de fabricação, proporcionando rastreamento do lote. Diâmetro

nominal de 5,2mm, massa líquida 31 kg/km em lance padrão

de 305m (FASTBOX). NVP (Velocidade Nominal de

Propagação) = 68%.

Ref.: FURUKAWA,

Terminal tipo sapata para cabo de cobre nu #16,0mm² ,

aterramento das eletrocalhas e partes metálicas do sistema

de telecomunicações. Conector por aperto mecânico, tipo

parafuso fendido com sapata, fabricado em liga de alto teor

de cobre, alta resistência mecânica e de fácil instalação, para

condutores de aterramento. ref.: INTELLI, COPEL ou similar

un

un

6,00

6,00

23.1.14

23.1.15

Arruela e bucha de alumínio Ø3", (Ref: Wetzel ou similar)

Eletroduto rígido Ø3" em alumínio extrudado Schedule 40 em

barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

cj

un

2,00

4,00

23.1.16

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø3", fabricada em f erro

galvanizado a fogo. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

23.1.17 Luva Ø3" - ferro galvanizado a fogo, (Ref: Conex ou similar) un

23.1.18

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø3", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

un

un

6,00

16,00

24,00

23.2 CABEAMENTO AUDITÓRIO

23.2.1

23.2.2

23.2.3

23.2.4

23.2.5

23.2.6

Tampa para caixa 4x2" , com 1 posto retangular para tomada

RJ45, fabricada em PVC, classe A, atende a nova Norma

NBR 15465 cor: Branca. ref: WETZEL, TIGRE ou equivalente

Caixa 4x2" em material termoplástico - com suporte metálico,

embutir. Ref.: WETZEL

Caixa 4x2" metálica - com suporte metálico, embutir. Ref.:

WETZEL

Interfone residencial, com capa protetora contra chuva,

produzido com tecnologia SMD e excelente qualidade de

áudio, frente em alumínio cristalizado, monofone produzido

em ABS, fonte chaveada bivolt automático 127/220V interna

no monofone.

Caixa para condulete metálico - Ø3/4" com tampa cega.

Ref.: WETZEL

Eletrocalha metálica perfurada (200x50)mm, em barra de

3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

un

un

un

un

un

br

10,00

12,00

3,00

1,00

6,00

32,00


fundido, Cor: Branca.(Ref: Mopa ou similar)

23.2.7

23.2.8

23.2.9

23.2.10

23.2.11

Emenda p/ eletrocalha metálica (200x50)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa vou similar)

Te horizontal, para eletrocalha (200x50x3000)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Curva 90° horizontal , para eletrocalha (200x50x300 0)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Cantoneira metálica ZZ p/ fixação da eletrocalha na laje,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(200x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou

similar)

23.2.12 Parafuso e bucha Ø1.1/4"x1/4", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.2.13 Parafuso lentilha Ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.2.14 Porca sextavada Ø1/4" cento

23.2.15 Arruela lisa Ø1/4" cento

23.2.16

23.2.17

Cabo # 16,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD) (aterramento das partes não condutoras,

eletrocalhas e perfilados), o metro. Ref.: Prismyan, KERAX

ou equivalente

Terminal tipo sapata para cabo de cobre nu #16,0mm² ,

aterramento das eletrocalhas e partes metálicas do sistema

de telecomunicações. Conector por aperto mecânico, tipo

parafuso fendido com sapata, fabricado em liga de alto teor

de cobre, alta resistência mecânica e de fácil instalação, para

condutores de aterramento. ref.: INTELLI, COPEL ou similar

23.2.18 Vergalhão rosca total 1/4"x3000mm, (Ref: Mitto ou similar) br

un

un

un

un

un

m

un

32,00

2,00

2,00

128,00

96,00

3,00

6,00

7,00

7,00

120,00

12,00

22,00


23.2.19

23.2.20

23.2.21

23.2.22

Saída horizontal simples de eletrocalha p/ eletroduto Ø3/4",

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar

Saída horizontal simples de eletrocalha p/ eletroduto Ø1.1/4",

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido,chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar

Eletroduto flexível corrugado Ø1" Kanaflex

Eletroduto flexível corrugado Ø3/4". Ref: TIGRE

23.2.23 Arruela e bucha de alumínio Ø3/4", (Ref: Wetzel ou similar) cj

23.2.24

23.2.25

Eletroduto rígido Ø3/4" em alumínio extrudado Schedule 40

em barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø3/4", fabricada em liga de

alumínio. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

23.2.26 Luva Ø3/4" - Liga de alumínio,, (Ref: Conex ou similar) un

23.2.27

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø3/4", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

23.2.28 Arruela e bucha de alumínio Ø1.1/4", (Ref: Wetzel ou similar) cj

23.2.29

23.2.30

Eletroduto rígido Ø1.1/4" em alumínio extrudado Schedule 40

em barra de 3m, conforme norma: ABNT NBR 15701:2009

Curva 90° roscável, Diâmetro de Ø1.1/4", fabricada em ferro

galvanizado a fogo. cor: Branca, (Ref: Wetzel ou similar)

23.2.31 Luva Ø1.1/4" - Liga de alumínio, (Ref: Conex ou similar) un

23.2.32

23.2.33

23.2.34

Abraçadeira de metálica tipo U, p/ eletroduto Ø1.1/4", Cor:

Branca. (Ref: Tramontina ou similar)

CABO ELETRÔNICO MULTI-LAN 24AWGX4P CATEGORIA

5E CMX AZUL

Cabo de 4 pares trançados compostos de condutores sólidos

de cobre nu, 24 AWG, isolados em polietileno especial. Capa

externa em PVC na opção CMX. Marcação seqüencial

métrica decrescente (305 - 0 m) na embalagem FASTBOX,

com gravação de dia/mês/ano - hora de fabricação,

proporcionando rastreamento do lote. Diâmetro nominal de

5,2mm, massa líquida 31 kg/km em lance padrão de 305m

(FASTBOX). NVP (Velocidade Nominal de Propagação) =

68%. Ref.:

FURUKAWA,

Cabo Telefônico CCI, Cobre Eletrolítico,0.50, ( PEBD

)Polietileno de Baixa Densidade,1 Pares, PVC 70C .Rolo de

100 metros

un

un

m

m

un

un

un

un

un

un

un

un

8,00

1,00

12,00

50,00

14,00

8,00

14,00

44,00

32,00

1,00

1,00

1,00

4,00

8,00

3,00

1,00


23.2.35

23.2.36

Conector fêmea.Jack, Categoria 5e, 8 posições, instalação

T568A/B, compatível com ícones de identificação e tampas

Serviços de CERTIFICAÇÃO e EMISSÃO DE LAUDO para

rede cabeada (ponto de cabeamento certificado)

un

pt

20,00

20,00

23.3 INFRA-ESTRUTURA PROJEÇÃO AUDITÓRIO

23.3.1

MULTI PROJETOR G Suporte de TETO com Inclinação para

Projetores. Altura Regulável 750 a 1.400mm.Suporta até:

15kg Compatibilidade: UNIVERSAL Acabamento:

Desenvolvido em Aço Carbono e revestido com Pintura Epóxi

(Eletrostática) COR: BRANCADistância da parede: Mín. 75,0 /

Máx. 140,0 cm Dimensões Min./Max.:(Alt. x Larg. x Prof.) 75,0

x 18,0 x 18,0 / 140,0 x 18,0 x 18,0 cm Dim. produto

embalado:(Alt. x Larg. x Prof.) 10cm x 19cm x 81,5cm Peso

produto embalado: 4KgRef.: VISOGRAF ou equivalente

un

3,00

23.3.2

23.3.3

23.3.4

23.3.5

23.3.6

23.3.7

Eletrocalha metálica perfurada (100x50)mm, em barra de

3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, Cor: Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Emenda p/ eletrocalha metálica (100x50)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa vou similar)

Te horizontal, para eletrocalha (100x50x3000)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Curva 90° horizontal , para eletrocalha (100x50x300 0)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(100x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou

similar)

Eletrocalha metálica perfurada (200x50)mm, em barra de

3000mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010

(baixo teor de carbono) zincado por imersão em zinco

fundido, Cor: Branca.(Ref: Mopa ou similar)

br

un

un

un

un

br

24,00

24,00

3,00

4,00

72,00

4,00


23.3.8

23.3.9

23.3.10

23.3.11

23.3.12

23.3.13

23.3.14

Emenda p/ eletrocalha metálica (200x50)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa vou similar)

Te horizontal, para eletrocalha (200x50x3000)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Curva vertical interna, para eletrocalha (200x50x3000)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Curva vertical externa, para eletrocalha (200x50x3000)mm,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, Cor:

Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Redução concêntrica, de eletrocalha (200x50x3000)mm para

eletrocalha (100x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 -

Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por

imersão em zinco fundido, Cor: Branca.(Ref: Mopa ou similar)

Cantoneira metálica ZZ p/ fixação da eletrocalha na laje,

conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor

de carbono) zincado por imersão em zinco fundido, chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

Suporte de suspensão p/ eletrocalha metálica

(200x50x3000)mm, conforme norma: NBR 6323 - Aço SAE

1008/1010 (baixo teor de carbono) zincado por imersão em

zinco fundido, chapa: 16 mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou

similar)

23.3.15 Parafuso e bucha Ø1.1/4"x1/4", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.3.16 Parafuso lentilha Ø1/4"x 1/2", (Ref: Mitto ou similar) cento

23.3.17 Porca sextavada Ø1/4" cento

23.3.18 Arruela lisa Ø1/4" cento

23.3.19

23.3.20

Cabo # 16,0 mm² - 750V - isolação em PVC (anti fumaça

tóxica - halogenado - atox), conforme norma: NBR 13248 -

Cabos de potência e controle com isolação sólida extrudada e

com baixa emissão de fumaça; NBR 13570/1996 - Afluência

de público e NBR NM 280 - Condutores de cabos isolados

(IEC 60228 MOD) (aterramento das partes não condutoras,

eletrocalhas e perfilados), o metro. Ref.: Prismyan, KERAX

ou equivalente

Terminal tipo sapata para cabo de cobre nu #16,0mm² ,

aterramento das eletrocalhas e partes metálicas do sistema

de telecomunicações. Conector por aperto mecânico, tipo

parafuso fendido com sapata, fabricado em liga de alto teor

de cobre, alta resistência mecânica e de fácil instalação, para

un

un

un

un

un

un

un

m

un

4,00

2,00

1,00

1,00

1,00

112,00

12,00

4,00

2,00

8,00

9,00

90,00

9,00


condutores de aterramento. ref.: INTELLI, COPEL ou similar

23.3.21 Vergalhão rosca total 1/4"x3000mm, (Ref: Mitto ou similar) br

23.3.22

Septo divisor para eletrocalha (50x3000)mm, conforme

norma: NBR 6323 - Aço SAE 1008/1010 (baixo teor de

carbono) zincado por imersão em zinco fundido, chapa: 16

mm. Cor: Branca (Ref: Mopa ou similar)

un

7,00

28,00

23.4 SONORIZAÇÃO AUDITÓRIO

23.4.1

23.4.2

23.4.3

23.4.4

23.4.5

23.4.6

23.4.7

Caixa 4x2" metálica - com suporte metálico + tampa cega,

embutir. Ref.: WETZEL

Caixa para condulete em liga de alumínio + tampa cega -

Ø3/4" Ref.: WETZEL

Caixa de passagem de embutir no piso em chapa de aço

(40x40x20)cm c/ tampa aparafusada

Eletroduto flexível corrugado Ø1" Kanaflex

Eletroduto Rígido Ø1" Galvanizados a Fogo em barra de 3m,

conforme norma:NBR 5597 e 5599

Calha Aberta 200x60x3000mm (duas vias 100/100). Ref.:

VALEMAM

Tampa cega sem folga 238x1000mm. Ref.: VALEMAM

23.4.8 Cotovelo reto para calha 200x60mm. Ref.: VALEMAM un

23.4.9

23.4.10

23.4.11

Tê horizontal para calha 200x60mm. Ref.: VALEMAM

Tampa basculante com rebaixo. Ref.: VALEMAM

Aro para tampa basculante. Ref.: VALEMAM

un

un

un

m

un

br

un

un

un

un

10,00

1,00

1,00

6,00

8,00

48,00

144,00

20,00

5,00

16,00

16,00

24 AR CONDICIONADO

24.1

24.2

Furo em concreto com máquina tipo serra copo até 1.1/2",

para passagem das tubulações de ar condicionado.

Furo em concreto com máquina tipo serra copo até 12", para

instalação do ar condicionado.

Un

Un

46,00

8,00


25 DIVERSOS

25.1

Estrutura metálica para sustentação da bancada de granito,

fabricado com perfis de aço galvanizado tubular 1" x 2", #2,00

mm, com pintura de fundo para galvanizados e 3 demãos de

esmalte sintético, com capacidade para sustentação de carga

para 150 kg, orelhas no pé para fixação no piso, conforme

projeto e memorial descritivo.

Un

1,00

25.8

25.9

25.10

Alçapão 60 x 80 cm, sobre laje de concreto fabricado com

caixa em MDF 15 mm e tampa em MDF 18 mm, revestidas

com Fórmica branca conforme projeto e memorial descritivo.

Trave para suporte de equipamentos perfil em aço

galvanizado para suporte de equipamentos de 60 x 60 x 3,00

mm, fixado na estrutura através de perfil cantoneira do tipo “l”

e parabolts 3/8”, com perfil em aço galvanizado de ø 50 x 3,00

mm, pintura eletrostática na cor branca, conforme detalhe da

prancha 02/09 do projeto arquitetônico.

Perfil tubular metálico ∅50x3,00mm em aço galvanizado,

pintura eletrostática na cor branca, conforme detalhe da

prancha 02/09 do projeto arquitetônico..

Un

Un

m

1,00

4,00

60,00

26 SERVIÇOS COMPLEMENTARES

26.1 Limpeza Final m²

503,48

TOTAL GERAL

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