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Bibliografía HESÍODO.

Bibliografía HESÍODO. Teogonía. Trabajos y días. Escudo. Barcelona: Planeta De Agostini, 1997. HESÍODO. Teogonía, Trabajos y Días. Buenos Aires: Losada, Buenos Aires, 2005. COLOMBANI, María Cecilia. Hesíodo. Una introducción crítica. Buenos Aires: Santiago Arcos, 2005. DETIENNE, Marcel. Los maestros de verdad en la Grecia Arcaica. Madrid: Taurus, 1986. GERNET, Louis. Antropología de la Grecia Antigua. Madrid: Taurus, 1981. SISSA, G. y Detienne, M. La vida cotidiana de los dioses griegos. Madrid: Ediciones Temas de Hoy, 1990. VERNANT, Jean-Pierre. Mito y Religión en la Grecia Antigua. Barcelona: Ariel, 2001. 78

Mito, narrativa e audiência no monólogo d’As Fenícias de Eurípides Prof. Dr. Evandro Luis Salvador (DL/Letras Clássicas/Unicamp) Introdução O prólogo da tragédia As Fenícias, cuja representação ocorreu entre os anos 411 e 408 a. C, de Eurípides (484 - 406 a. C.), é formado por duas cenas: um monólogo (vv. 1- 87), proferido por Jocasta e a teicoscopia (v. 88-201), cena em que um pedagogo e Antígona observam, de um terraço elevado do palácio que representa a skēnē, a movimentação e preparação do exército argivo nos arredores das fortificações tebanas. Quase todas as tragédias euripidianas começam com um monólogo seguido de um diálogo. Louis Méridier, estudioso de Eurípides, em uma citação de Amiech (2004: 234), não tem simpatia pelos prólogos do poeta justamente por causa dos monólogos, os quais reputa de fastidiosos, excessivos e cheios de detalhes irrelevantes. Entendemos que tais considerações a respeito dos monólogos são fruto de uma perspectiva inadequada, além de anacrônica, pois se fundamentam a partir do ângulo de um leitor moderno, quando eles deveriam ser entendidos e analisados, na medida do possível, a partir da perspectiva da audiência ateniense do século V a. C., para quem as tragédias foram escritas e, principalmente, dramatizadas. A proposta deste trabalho é analisar o monólogo de Jocasta como parte de uma engrenagem na qual estão imbricados procedimentos convencionais importantes do gênero trágico antigo, tais como a escolha do mito, o modo como o monólogo em questão o abriga e, principalmente, como ele cumpre a função de provocar e sustentar na 79

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