Revista Coamo - Outubro de 2018

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Revista Coamo - Outubro de 2018

CIDADÃO HONORÁRIO: GALLASSINI RECEBE TÍTULOS EM MARACAJU E SIDROLÂNDIA

www.coamo.com.br

OUTUBRO/2018 ANO 44

EDIÇÃO 485

COAMO FRETES

Novo aplicativo melhora

transporte e logística da

cooperativa

ALIMENTOS COAMO

REALIZA CONVENÇÃO

Evento avaliou o ano e

traçou metas para 2019

Maria Helena da Silva Rafaeli,

associada em Pitanga (PR)

CAMPO MAIS

FEMININO

Mulheres provam que quando se ama o que faz, não existem

empecilhos profissionais. Com garra e determinação elas

fazem bonito e são exemplos no campo da produção


EXPEDIENTE

Órgão de divulgação da Coamo

Ano 44 | Edição 485 | Outubro de 2018

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO COAMO

Ilivaldo Duarte de Campos: iduarte@coamo.com.br

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Jornalista responsável e Editor: Ilivaldo Duarte de Campos

Reportagens e fotos: Antonio Marcio dos Santos, Wilson Bibiano Lima,

Ana Paula Bento Pelissari e Ilivaldo Duarte de Campos

Edição de fotografia: Antonio Marcio dos Santos e Wilson Bibiano Lima

Colaboração: Gerência de Assistência Técnica, Entrepostos e Milena Luiz Corrêa

Contato publicitário: Agromídia Desenvolvimento de Negócios Publicitários Ltda

Contato: (11) 5092-3305 e Guerreiro Agromarketing Contato: (44) 3026-4457

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COAMO AGROINDUSTRIAL COOPERATIVA

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Nicaretta e Alessandro Gaspar Colombo.

CONSELHO FISCAL: Halisson Claus Welz Lopes, Willian Ferreira Sehaber e Sidnei Hauenstein Fuchs (Efetivos). Jovelino Moreira, Diego Rogério Chitolina e Vendelino Paulo

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SUPERINTENDENTES: Administrativo: Antonio Sérgio Gabriel; Comercial: Alcir José Goldoni; Industrial: Divaldo Corrêa; Logística e Operações : Airton Galinari;

Técnico: Aquiles de Oliveira Dias.

Extensão Territorial: 4,5 milhões de hectares. Capacidade Global de Armazenagem: 6,41 milhões de toneladas. Receita Global de 2017: R$ 11,07 bilhões. Tributos e taxas

gerados e recolhidos em 2017: R$ 463,63 milhões.

Outubro/2018 REVISTA

3


SUMÁRIO

15

FamíliaCoop

A Coamo reuniu nos dias 12 e 13 de setembro, 1,5 mil mulheres em Campo Mourão para um momento

de integração, descontração e motivação. Na imagem, participantes com a diretoria da cooperativa

4 REVISTA

Outubro/2018


SUMÁRIO

Entrevista

Nelson Costa, superintendente da Fecoopar, uma das três entidades do Sistema Ocepar, destaca e

avalia os resultados, avanços e representatividade do sistema cooperativista paranaense

08

13

Convenção dos Alimentos Coamo

A força de vendas da cooperativa esteve reunida em Campo Mourão para participar da

tradicional Convenção de Vendas. Trata-se de uma oportunidade de avaliar o ano que

passou e traçar as metas para 2019

Caminhos da Profissão

Programa, fruto de uma parceria entre a Coamo e o Senai tem rendido bons frutos, por meio da

formação de profissionais para atuar no ramo da panificação em diversos municípios do Paraná

Campo mais feminino

Atuação das mulheres no campo vem crescendo a cada ano, e a Coamo tem realizado cursos,

treinamentos e eventos de motivação para elas. São mulheres que encaram os desafios da produção

Gallassini recebe títulos de cidadão honorário no MS

O presidente da Coamo recebeu títulos de cidadania honorária em Maracaju e Sidrolândia, no Mato

Grosso do Sul. Homenagens são em reconhecimento a atuação e trabalho da cooperativa na região

Coamo Fretes

18

21

36

42

Os caminhoneiros têm agora uma importante ferramenta para ofertarem seus serviços diretamente

à Coamo. Trata-se do aplicativo Coamo Fretes, lançado recentemente pela cooperativa

Outubro/2018 REVISTA

5


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EDITORIAL

Inovação e desenvolvimento

Para facilitar a contratação

de fretes em toda a área

de ação da Coamo, lançamos

com muito sucesso no mês

de outubro o aplicativo “Coamo

Fretes”, resultado de um trabalho

de inovação das áreas de Logística

e Tecnologia de Informação

da Coamo. Trata-se de uma ferramenta

inédita e eficaz, que já está

beneficiando um grande número

de caminhoneiros, que podem

ofertar seus serviços diretamente

à Coamo, bem como, dezenas de

empresas transportadoras parceiras

nos Estados do Paraná, Santa

Catarina e Mato Grosso do Sul.

Com este novo projeto

de inovação, o motorista ganha

visibilidade para a Coamo.

Ele tem prioridade nos fretes e

a certeza de que o valor pretendido

foi ofertado à cooperativa,

e por meio de parceria com as

transportadoras selecionadas há

a contratação do frete.

O “Coamo Fretes” já é

um exemplo de sucesso e confirma

o nosso propósito como uma

cooperativa forte, sólida e profissional.

A Coamo é voltada para o

desenvolvimento dos associados,

de acompanhar a evolução, criar

e inovar com produtos e serviços

para a melhoria da renda e qualidade

do quadro social.

Outro destaque desta

edição é a atuação das mulheres

associadas no campo para produzir

mais e melhor com eficiência

na gestão dos seus negócios.

A Coamo reconhece e valoriza a

participação das mulheres associadas,

esposas e filhas de associados,

e sua importância no desenvolvimento

da agropecuária e

da cooperativa.

Estamos com bom percentual

de soja plantada na região da

Coamo, nossa principal lavoura

de verão. O período apresenta-

-se chuvoso, o que para a cultura

plantada é boa, mas com dificuldades

na colheita do trigo.

Quanto a comercialização,

os associados estão vendendo

sua produção em número

maior do que o ano passado, tendo

deixado uma boa quantidade

para comercializar este ano. Na

média, estão vendendo melhor os

volumes de milho, soja e trigo, e

aproveitando para fazer bons negócios

com as campanhas lançadas

pela Coamo.

Como esta edição foi fechada

antes do resultado final das eleições

2018, o que desejamos é um

Brasil melhor com o novo governo,

e que este possa ser melhor. Tivemos

vários problemas, entre eles o

econômico que gerou desemprego

e uma série de dificuldades, as

quais esperamos que sejam resolvidas

com o governo novo.

Por sua vez, o nosso objetivo

é trabalhar, gerar renda para os

nossos associados, e produzir alimentos

para o Brasil e o mundo.

Assim vamos continuar trabalhando

desejando que o Brasil encontre

o seu caminho para prosperar,

avançar e ser melhor para todos

os brasileiros.

"O 'Coamo Fretes'

já é um exemplo de

sucesso e confirma o

nosso propósito como

uma cooperativa forte,

sólida e profissional,

voltada totalmente para

o desenvolvimento dos

associados."

JOSÉ AROLDO GALLASSINI,

Diretor-presidente da Coamo

Outubro/2018 REVISTA

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ENTREVISTA: NELSON COSTA

"Movimento sólido para preservar os princípios e

valores da cooperação para as futuras gerações."

“ As cooperativas precisam

agir para não serem

impactadas com

todas essas mudanças que

estão chegando, traçar estratégias

para fortalecer e perenizar

o cooperativismo como

instrumento sustentável para

o desenvolvimento socioeconômico

e de conservação da

natureza, deixando para as futuras

gerações um movimento

sólido que preserva os princípios

e valores da cooperação.”

A conclusão é do engenheiro

agrônomo Nelson Costa, superintendente

da Federação e

Organização das Cooperativas

do Estado do Paraná (Fecoopar),

uma das três entidades

que formam o Sistema Ocepar.

Costa iniciou suas

atividades na Ocepar em setembro

de 1980 e participou

do processo de modernização

do cooperativismo e dos

trabalhos para a constituição

das cooperativas de crédito

do Paraná, e também da organização

do sistema sindical

cooperativo no Estado, das

negociações junto ao Governo

Federal para criação de linhas

de créditos específicas para

as cooperativas, a exemplo

do Programa de Agroindustrialização

das Cooperativas

(Prodecoop) e agora o Plano

Estratégico PRC 100, que está

dando novo rumo para o cooperativismo

paranaense.

Revista Coamo: Como avalia a

evolução do sistema cooperativista

no Paraná?

Nelson Costa: O cooperativismo

do Paraná perdeu mais de duas

dezenas de cooperativas de

1985 até 2018. Diversos fatores

provocaram isso, mas fundamentalmente

essa perda está relacionada

às diversas crises econômicas

que o país passou nas

décadas de 1980 e de 1990, com

inflação e juros elevados e falta

de recursos para o crédito rural;

problemas de gestão e a incapacidade

de acompanharem a

evolução da agropecuária. Basta

lembrar que muitas atuavam com

o café, mas, devido à geada de

1975, perderam seu principal negócio.

Daí migraram para grãos e

algodão. Mas, o algodão acabou

e elas não foram rápidas o suficiente

para buscar alternativas.

Felizmente, outras cooperativas

ocuparam os espaços deixados

e os agricultores permaneceram

no sistema cooperativo.

RC: Porque os anos 1980 foram

um marco para o cooperativismo?

Costa: A partir do início dos anos

de 1980, houve um trabalho integrado

das cooperativas agropecuárias

e Ocepar, e foram criadas

as cooperativas de crédito. Com

isso, o sistema se fortaleceu no Estado.

As cooperativas agropecuárias

tiveram mais espaço para o

crescimento horizontal, inclusive,

em outros Estados e investiram na

agroindustrialização, que já responde

por quase 50% de toda a

produção.

RC: Como se sente como cooperativista

observando o sucesso do

cooperativismo, maior movimento

social do mundo?

Costa: Iniciei as atividades na

Ocepar em setembro de 1980 e

participei de todo o processo de

modernização do cooperativismo.

Dentre outras atividades, coordenei

os trabalhos para a constituição

das cooperativas de crédito

do Paraná, a organização do sistema

sindical cooperativo no Estado,

as negociações junto ao Governo

Federal para criação de linhas de

créditos específicas para as cooperativas,

a exemplo do Programa

de Agroindustrialização das Cooperativas

(Prodecoop), e, agora,

com o Plano Estratégico PRC 100,

que está dando novo rumo para

o cooperativismo paranaense. Esses

e outros trabalhos ajudaram o

sistema a se organizar e crescer,

dando resultados e gerando emprego,

renda e desenvolvimento.

RC: Como é o trabalho de representatividade

da Ocepar junto às

entidades e órgãos do governo, e

quais os resultados?

Costa: A Ocepar, juntamente

com a OCB e outras entidades,

tem realizado grande trabalho visando

equacionar uma série de

entraves para o desenvolvimento

das cooperativas e cooperados.

Muitas vezes esse trabalho passa

despercebido, mas sem esse esforço

não teríamos conseguido

uma série de benefícios. Neste

ano, por exemplo, se equacionou

as pendências do Funrural, possibilitando

que cooperativas e pro-

8 REVISTA

Outubro/2018


Nelson Costa: organizado, o cooperativismo cresce e dá

resultados com renda, empregos e desenvolvimento

dutores regularizassem a situação

perante à Receita Federal, e, no

bojo do processo, obteve-se a redução

de forma permanente da

alíquota, de 2,3% para 1,5%. Na

área de carnes, manteve-se a desoneração

da folha de pagamento

até o final de 2020, vindo ajudar o

setor que passou por dificuldades

de ordem sanitária e de mercado.

Também, está se buscando a liberação

do Paraná como área livre

de vacinação contra a aftosa, tendo

a Organização Mundial de Saúde

Animal declarado o Brasil, no

último mês de maio, como área livre

de febre aftosa com vacinação.

O Paraná deixará de vacinar seus

animais a partir de maio de 2019,

com vistas a obtenção do certificado

de livre sem vacinação. Na

área ambiental, em 2018, houve

julgamento no Supremo Tribunal

Federal, que reconheceu a constitucionalidade

do Código Florestal,

o que deu tranquilidade para

os produtores rurais. Na área das

cooperativas de crédito, foi aprovada

a Lei Complementar nº 161,

que autoriza as cooperativas a

captar depósitos dos entes públicos

municipais, como prefeituras

e autarquias. São essas e outras

ações da Ocepar que fortalecem a

representação do cooperativismo.

RC: Quais são os principais temas

debatidos atualmente pelo cooperativismo?

Costa: Existem diversos temas

que estão sendo debatidos. Com

certeza, o principal é o tabelamento

de fretes que elevou drasticamente

o custo de transporte e que

ainda não foi equacionado. Existem

também três Ações Diretas de

Inconstitucionalidade que estão

com o ministro Luiz Fux, no Supremo

Tribunal Federal, mas sem expectativa

de solução a curto prazo,

pois precisam ser julgadas e

isso depende do ministro. Há uma

grande expectativa com relação

a mudanças governamentais que

possam vir a impactar as cooperativas,

como alterações no crédito

rural, com redução do montante

de recursos para o seguro rural.

Também um dos problemas que

preocupa o setor é a economia internacional,

em especial, com relação

ao aumento do protecionismo

em alguns países, sejam de ordem

sanitária ou de entraves para exportação,

que afetam a produção

brasileira como um todo.

RC: Quais são os principais desafios

do cooperativismo e como foi

a evolução ao longo das últimas

décadas?

Costa: Alguns pontos chamam a

Outubro/2018 REVISTA

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ENTREVISTA: NELSON COSTA

"A PARTIR DO INÍCIO DOS ANOS DE 1980, HOUVE UM TRABALHO INTEGRADO DAS

COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS E OCEPAR CRIANDO COOPERATIVAS DE CRÉDITO."

atenção das cooperativas e precisam

ser trabalhados. O primeiro, é

a falta de mecanismos de capitalização,

que sempre foi um problema.

A alta dependência dos associados

ao crédito e dificuldades do aporte

de recursos necessários para o custeio,

especialmente nas décadas de

1980 e 1990, levou as cooperativas

a financiar a produção mediante a

concessão de adiantamentos de

insumos para pagamento com a

entrega da produção. Esse modelo

levou a maioria das cooperativas a

passar por dificuldades financeiras.

No início dos anos 1980, iniciou a

constituição de cooperativas de

crédito para reunir a poupança dos

produtores com o compromisso

de financiar a produção. O projeto

previa que cada cooperativa

agropecuária teria uma de crédito.

Essa ideia foi alterada em vista da

necessidade de crescimento delas

e do atendimento às exigências

Nelson Costa, superintendente da Fecoopar

do Banco Central, o que resultou

na separação dos dois ramos. Com

isso, as cooperativas de crédito se

abriram para buscar novos associados

e expandir as áreas de atuação.

No final da década de 1990, face à

necessidade de dispor de recursos

para financiar a expansão das cooperativas

agropecuárias, buscou-se

um programa específico de recursos

junto ao Governo Federal, que

originou o Prodecoop, que financia

a maioria dos investimentos

agroindustriais do setor. Mas esses

mecanismos não são suficientes e

há necessidade de as cooperativas

terem acesso ao mercado de debêntures

(título de dívida em que o

investimento se torna um empréstimo

para determinada empresa) e

IPO (Oferta Pública Inicial - o processo

pelo qual uma empresa mercantil

vende suas ações ao público

pela primeira vez). Em segundo

lugar, as cooperativas necessitam

se inserir na transformação digital

e inovação, agrupando os vários

aplicativos em uma única base, visando

desenvolver um “conceito”

de empresa digital.

RC: Como estão ocorrendo as

transformações para o mercado

cooperativo?

Costa: Este é o terceiro ponto,

pois muitas transformações estão

ocorrendo no mercado, com a

globalização e o retorno do protecionismo,

a evolução do transporte

marítimo, com navios cada vez

maiores e navegação de longo

curso, deslocamento da demanda

para os países do Sudeste Asiático,

evolução dos serviços financeiros

digitais, comércio eletrônico,

"O setor cooperativo

tem procurado se

profissionalizar, por meio

das ações de capacitação

proporcionadas pelo

Sescoop, buscando

qualificar seus profissionais

para atuar em um mercado

cada vez mais competitivo

e globalizado."

novas fontes de energia e crescimento

da classe média em alguns

países, como na China. Essas e

outras questões, estão mudando

o mercado de produtos e serviços.

Atingem todos os ramos do cooperativismo,

que está conseguindo

se adaptar e crescer.

RC: É preciso pensar em novas estratégias

para o crescimento?

Costa: Sim, é necessário pensar em

novas estratégias para projetar seu

crescimento nesse mercado, em

constante e rápida mutação, com

muitas opções de fornecimento de

produtos e serviços competitivos e

de qualidade. No ramo agropecuário,

por exemplo, o mercado vem

se tornando cada vez mais concentrado

e exigente. Por exemplo,

mais de 50% do volume de soja e

10 REVISTA

Outubro/2018


carnes de frango exportados pelas

cooperativas vão para a China, que

não compra produtos industrializados

a não ser a carne de frango.

Da mesma forma, no mercado

Interno, há grande concentração

em poucas grandes empresas em

cada segmento de produtos. Na

originação da produção, nos últimos

anos, observou-se um crescimento

de empresas estrangeiras.

No entanto, muitas não estão conseguindo

se firmar, mesmo investindo

bastante em suas operações.

Por outro lado, as cooperativas têm

conseguido se sobressair porque

contam com a confiança dos associados

e não deixam de honrar os

pagamentos com os produtores,

mesmo diante de dificuldades financeiras.

RC: Com o apoio da Ocepar, as

cooperativas estão investindo

mais na profissionalização e gestão

dos funcionários e cooperados.

Este é o caminho para alavancar

o presente rumo às décadas

futuras?

Costa: O setor cooperativo tem

procurado se profissionalizar,

por meio das ações de capacitação

proporcionadas pelo Serviço

Nacional de Aprendizagem do

Cooperativismo (Sescoop), buscando

qualificar seus profissionais

para atuar em um mercado

cada vez mais competitivo e globalizado.

Os desafios são cada

vez maiores e, com isso, aumenta

a necessidade de dispor de novos

“talentos”, com disposição

para aprender e buscar conteúdos

e soluções nas mais diversas

áreas de conhecimento e de se

comunicar adequadamente. Mas

isso não tem se mostrado suficiente,

porque as cooperativas

concorrem com empresas transnacionais

que, além de terem

profissionais qualificados, também

dispõem de mecanismos de

mercado para alavancar recursos

financeiros, não disponíveis para

as cooperativas. Por isso, é necessário

que haja também aberturas

na legislação a fim de que

as cooperativas tenham profissionais

qualificados e ferramentas

gerencias e legais para poderem

competir com igualdade de

condições.

RC: Qual sua percepção sobre o

grau de participação e fidelização

dos cooperados no dia a dia das

cooperativas paranaenses?

"As cooperativas têm

conseguido se sobressair

porque contam com a

confiança dos associados

e não deixam de honrar

os pagamentos com

os produtores, mesmo

diante de dificuldades

financeiras."

Costa: As cooperativas têm melhorado

as unidades de recepção,

procurando agilizar o descarregamento,

além de dar opções de

mercado para a compra, com os

planos safra, e oportunidades de

mercado futuro ou de balcão para

as vendas. Mas isso, não resolve

ao todo, porque existem cooperados

com ímpeto de especulação.

Todavia, é importante que as cooperativas

continuem o processo

de modernização para mostrar ao

cooperado que a cooperativa é a

melhor opção no conjunto - na entrega

de insumos, comercialização

da produção, assistência técnica e

fornecimento do crédito -, e ainda

tem as sobras que não há no concorrente.

O último ponto importante

a se observar é que na cooperativa

há confiança, tanto que não

se tem notícias que um cooperado

deixou de receber pela produção

entregue. Na concorrência, todo

ano alguém não recebe.

RC: A sociedade tem valorizado

mais o cooperativismo, com seus

produtos, benefícios e serviços. O

senhor também percebe esta mudança

cultural?

Costa: O mercado de varejo é

muito exigente em qualidade

e preço. As cooperativas ainda

têm dificuldades para atuar nesse

mercado por diversas razões,

dentre elas a falta de uma cesta

de produtos que possa lhes dar

maior visibilidade nas prateleiras

dos supermercados, a forma

como os mercadistas atuam com

os fornecedores exigindo diversas

bonificações etc. Não basta

termos os melhores produtos e

com garantia de origem, se na

prateleira somos iguais. Por isso,

é importante investir cada vez

mais nos diferenciais dos produtos

das cooperativas, mostrar

sua origem, a rastreabilidade, a

forma de produção etc. Precisamos

fugir um pouco do marketing

tradicional e mostrar esses

apelos para os consumidores.

Além disso, precisamos atuar

mais fortemente no mercado

internacional, buscar parcerias

e alianças para atuar de forma

mais compacta e criar marcas

internacionais, a exemplo, das

carnes, café etc.

Outubro/2018 REVISTA 11


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12 REVISTA

Outubro/2018


ALIMENTOS COAMO

Convenção de Vendas reúne

representantes comerciais da Coamo

REPRESENTANTES COMERCIAIS E FUNCIONÁRIOS INTERNOS

E EXTERNOS DOS ALIMENTOS COAMO ESTIVERAM REUNIDOS

PARA AVALIAR O ANO E TRAÇAR METAS PARA 2019

A

força de vendas dos Alimentos

Coamo esteve reunida

em Campo Mourão

nos dias 18 e 19 de outubro para

participar da Convenção de Vendas

2018, com o mote “Expectativa

x Exigência, simples assim”. O

evento reúne representantes comerciais

e funcionários internos e

externos, a equipe que têm a missão

de levar os Alimentos Coamo,

originados nos campos dos mais

de 28 mil cooperados da Coamo,

donos da cooperativa, à mesa de

milhares de brasileiros. Trata-se do

marco anual para a equipe, uma

vez que, é o momento de avaliar o

ano, traçar os objetivos para o próximo

e premiar as áreas que foram

destaque em vendas.

O superintendente Comercial

dos Alimentos Coamo,

Alcir José Goldoni, coordena o

evento há anos e explica a escolha

do tema deste ano. “Em todas

as convenções temos falado da

necessidade de aperfeiçoamento

profissional e do conhecimento

técnico dos produtos que vendemos.

Neste sentido, o mote deste

ano vem consolidar a estratégia

de formação da equipe de venda,

José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo

Alcir Goldoni, superintendente Comercial

Outubro/2018 REVISTA 13


ALIMENTOS COAMO

FORÇA DE VENDAS LEVA OS ALIMENTOS ORIGINADOS NOS CAMPOS DOS MAIS

DE 28 MIL COOPERADOS DA COAMO À MESA DE MILHARES DE BRASILEIROS

Representantes do Rio Grande do Sul

Representantes de Santa Catarina

de que não só de experiência vivemos,

mas todos nós necessitamos

adicionar capacitação técnica

para atender as exigências do

cliente e do consumidor. ”

Goldoni destacou durante

o evento que o mercado vem evoluindo

e um dos atributos que está

sendo o vetor de decisão de compra

são os valores corporativos

das empresas, o que a empresa

faz pelo meio em que vive e qual

a sua atuação social e econômica.

“A Coamo atende em 100% este

vetor. Somos uma empresa com

princípios sustentáveis desde a

nossa origem e preservamos os

valores que sustentam uma empresa

formada por famílias, mas

com gestão profissional”, ressalta.

A Coamo, portanto, fornece

todo o respaldo técnico

na Convenção de Vendas, bem

como, no dia a dia do representante

comercial, que sente os benefícios

deste suporte na hora de

comercializar os Alimentos Coamo,

conforme revela Alexandre

Zancanaro, representante há três

meses em Florianópolis (SC). “De

todas as empresas que já passei,

percebo que o diferencial da Coamo

está nesse acompanhamento

diário e na vontade de fazer com

que o representante cresça e desenvolva

seu trabalho muito bem.

A Coamo nos apoia muito e nosso

resultado positivo é reflexo do

apoio interno da cooperativa. ”

Outro representante comercial

recém-chegado é Afonso

Maria de Assis, de Campo Largo

(PR). Desde abril comercializando

os Alimentos Coamo, ele já percebe

a seriedade da cooperativa.

“Trabalho com vendas há 20 anos

e essa Convenção de Vendas foi

uma das melhores que já participei,

pois teve muito conteúdo técnico.

O que aprendi, certamente

será muito importante para a melhora

dos meus resultados”, avalia.

Geraldo Gaia, de Araraquara

(SP), é representante dos Alimentos

Coamo há anos, e ressalta que a

realização da Convenção de Vendas

é fundamental. “É a oportunidade

que temos para rever metas e aprender

algo a mais para que possamos

continuar inovando e evoluindo.

Representantes de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul

Representantes de São Paulo

14 REVISTA

Outubro/2018


ALIMENTOS COAMO

PREMIADOS EM 2018

Representantes do Paraná

Sardinha, de Londrina (PR) com José Aroldo Gallassini

Apesar dos Alimentos Coamo serem

muito bem aceitos, precisamos

estar atentos a novos mercados.

Não podemos ficar parados. ”

Quem sempre prestigia

o evento é o presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini. Para

ele, a Convenção de Vendas é

uma oportunidade ímpar de reunir

e motivar a equipe de vendas.

“Essa é uma equipe muito importante

para a Coamo, pois a área

de Alimentos representa muito

para nós. Queremos estar cada

vez mais perto dos consumidores,

e graças a um trabalho planejado

e executado com profissionalismo,

podemos encerrar o balanço

com números muito positivos.”

O processo de agroindustrialização

da Coamo começou

em 1975 com a fábrica

de moinho de trigo, depois em

1981 iniciou o processo de industrialização

da soja, primeiro

com a indústria de esmagamento,

depois com refinaria e envase

de óleo de soja, hidrogenação

de margarinas e gorduras,

torrefação de café, e por último

foi construído um moderno

moinho de trigo. "Os Alimentos

Coamo estão na preferência dos

consumidores, são marcas de

confiança, aliando sabor e qualidade

com economia. Assim,

devido a demanda crescente

por estes produtos a Coamo

está investindo em duas novas

Indústrias em Dourados (MS),

uma de esmagamento de soja e

outra de refino e envase de óleo

de soja", considera o presidente

da Coamo.

Afonso, de Campo Largo (PR), com Claudio Rizzatto

Guilherme e Osmar, de Umuarama (PR), com Ricardo Calderari

Merildo e Rafael, de Pato Branco (PR), com Alcir Goldoni

Desempenho de Metas: Sardinha, de Londrina (PR), Marcel, de Campo Grande (MS), Gil

Tavares, de Contagem (MG), Maycon, de Astorga (PR), e Antonio Osmar, de Curitiba (PR)

Fabricio e Celio, de Ponta Grossa (PR), com Domingos Marzulli

Outubro/2018 REVISTA 15


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16 REVISTA

Outubro/2018


ALIMENTOS COAMO

Conheça os benefícios da gordura Coamo Fry

e tenha qualidade e sabor com economia

Um questionamento comum

entre indústrias de alimentos

é saber qual a melhor

opção de óleo vegetal para frituras?

Para responder essa pergunta,

a equipe técnica da Coamo,

realizou vários teste de análises

físico-químicas em laboratório

onde foram considerados os aspectos

técnicos, ponto de fumaça,

consumo e estabilidade oxidativa

comparando a Gordura Vegetal

Coamo Fry 810 com óleo de algodão.

A conclusão foi de que a Gordura

Vegetal Coamo Fry se destacou

como a melhor opção entre a

maioria dos pontos analisados.

A classificação como a

melhor opção é decorrente das

vantagens que Gordura Vegetal

Coamo Fry apresentou. “Com a

Gordura Vegetal Coamo Fry, o

consumidor tem mais rendimento,

ou seja, é possível utilizá-la mais

vezes com a mesma quantidade e

isto é um fator de importante redução

de custos. As frituras ficam

sequinhas e destacando sua crocância

e os alimentos têm maior

tempo de prateleira (shelf life). Por

se tratar de um produto de cooperativa

a matéria-prima utilizada

é proveniente do dono da cooperativa

que investe em qualidade

desde a escolha da semente a ser

plantada, na condução técnica da

lavoura e no adequado armazenamento

do produto. A industrialização

é realizada dentro de todos

os processos de boas práticas de

produção e atende todos os padrões

exigidos pela Anvisa e pelas

certificações de qualidade”, garante

o superintendente Comercial

da Coamo, Alcir José Goldoni.

Goldoni ainda ressalta

que quem usa a Gordura Coamo

Fry, experimenta o sabor da economia,

além de ser um alimento

com origem, “podemos afirmar

que todos estão comprometidos

em oferecer um produto que gere

um alimento seguro, onde os três

pilares - qualidade, sabor com

economia – estão surpreendendo

os clientes e consumidores.

Assim, com essa rastreabilidade

os Alimentos Coamo são diferenciados

e suas marcas estão sendo

reconhecidas como Marcas de

Confiança do consumidor. Faça o

teste, use Alimentos Coamo e aumente

seus ganhos”.

Os Alimentos Coamo, comercializados

por meio das marcas Coamo, Primê,

Anniela e Sollus, contam com um amplo

portfólio de produtos alimentícios

que abrange: óleo refinado de soja,

linha completa de margarinas, linha

diversificada de gorduras vegetais, várias

categorias de café e também uma

linha diversificada de farinhas de trigo

e misturas para pães e bolos. Todos

produtos atendem a linha varejo, food

service e industrial, com qualidade e

sabor com economia.

Para outras informações e consulta

técnica de cada alimento, acesse os sites

da cooperativa: www.coamo.com.

br ou www.alimentoscoamo.com.br,

onde é possível cadastrar seu e-mail

para receber a newsletter dos Alimentos

Coamo com dicas e receitas imperdíveis.

Curta também a fan page dos

Alimentos Coamo, onde você encontra

deliciosas receitas de família para curtir

e compartilhar.

Outubro/2018 REVISTA 17


ALIMENTOS COAMO

Coamo e Senai formam 15ª turma do

CAMINHOS DA PROFISSÃO

O

programa Caminhos da

Profissão, fruto de uma

parceria entre a Coamo e

o Senai tem rendido bons frutos,

por meio da formação de profissionais

para atuar no ramo da panificação

em diversos municípios

do Paraná. Em Campo Mourão, o

curso também conta com o apoio

do Rotary e da prefeitura, e iniciou

no dia 8 de outubro, a 15ª turma

com a participação de 20 alunos.

A Coamo apoia o curso com a matéria-prima,

ou seja, com o mix de

produtos dos Alimentos Coamo.

O objetivo é que pessoas

da comunidade que ainda não têm

uma formação, iniciem profissionalmente.

“Sem custo algum para os

alunos e com duração de 160 horas,

as aulas abordam a teoria e prática,

com a utilização dos Alimentos

Coamo - farinha de trigo, margarina,

gordura vegetal e óleo de soja

Coamo. Eles aprendem a produzir

48 tipos de pães e, realmente, colocando

a mão na massa. Trata-se de

uma oportunidade para quem quer

trabalhar no segmento da panificação”,

afirma a instrutora do Senai e

gastrônoma, Juceli Ferrari.

A instrutora ainda enfatiza

que estes cursos têm mudado a

vida de muitas pessoas. “O aluno

sai apto a trabalhar no segmento

de panificação e, inclusive, gerir

seu próprio negócio na área. Desde

o início dessa parceria temos

o retorno de muitos alunos que

mudaram de vida graças a essa

Alunos utilizam Alimentos Coamo para aprender a nova profissão com produtos de qualidade

formação. Muitas empresas também

nos procuram pedindo a indicação

de alunos, pois sabem do

profissionalismo e qualidade que

Turma valoriza a parceria entre a Coamo e o Senai

são realizados estes cursos de panificação.


Para a coordenadora de

Educação do Senai, Daiane Pereira,

18 REVISTA

Outubro/2018


ALIMENTOS COAMO

Juceli Ferrari, instrutora do Senai, ensina alunos colocar a mão na massa

o curso que iniciou em 2015, é sucesso.

“A comunidade sempre nos

procura, e diversas pessoas chegam

até nós, dizendo que querem fazer

parte do curso da Coamo. Virou

uma parceria sólida e nossos alunos

já estão se colocando no mercado.

Sem contar, que é a marca Coamo

que eles estão levando para a vida

profissional deles. Com certeza essas

pessoas vão garantir a qualidade

na entrega de seus trabalhos,

pois essa característica é uma premissa

constante tanto nos produtos

Coamo, como em todo processo de

aprendizagem do Senai."

O superintendente Comercial

da Coamo, Alcir José Goldoni

diz que o objetivo da cooperativa

é estender a filosofia cooperativista

à comunidade. "Participamos desse

projeto em diversas cidades do

Paraná, para contribuir com a profissionalização

do cidadão, onde os

participantes têm conseguido obter

uma renda extra ou até fazer desse

trabalho sua profissão. A Coamo

como uma empresa formada por

pessoas também vive a sociedade

onde participa, e essa parceria tem

sido gratificante, pois a cada turma

formada vemos o brilho nos olhos

desses novos profissionais que têm

uma oportunidade de melhorar a

qualidade de vida, bem como a realização

profissional."

O superintendente Comercial

destaca que o início de uma

profissão tem que ser com alimentos

que apresentam performance

técnica de qualidade, para que percebam

que o resultado do seu trabalho

depende da matéria-prima

que utiliza. “Com os Alimentos Coamo

eles têm qualidade e segurança.

Trata-se de um produto que faz

a diferença na hora do preparo e do

trabalho dos novos panificadores.”

Goldoni ainda ressalta que

é no campo que começa a cadeia

produtiva dos alimentos, com segurança

e dentro dos parâmetros

de qualidade exigidos pelas certificações.

“Os Alimentos Coamo têm

origem, já que a matéria-prima é

produzida pelos donos da Coamo.

É um trabalho focado na produção

da matéria-prima, no processo industrial

e no cliente, para que chegue

ao consumidor um produto

diferenciado. O futuro da atividade

dos donos da Coamo está em atender

a expectativa do cliente e na

satisfação diária dos consumidores,

e isto está incorporado em toda a

cadeia de produção da Coamo".

VANDA MARIA TONHATO: “Este curso está

sendo ótimo. Estamos aprendendo muito.

Sem contar, que utilizamos alimentos de

ótima qualidade. Os Alimentos Coamo de

fato fazem a diferença no produto final. Os

pães ficam branquinhos e macios.”

CLODOALDO DONIZETE SCHEFER: “Vim

me aperfeiçoar para tentar entrar neste

mercado de panificação e melhorar o meu

futuro. É um curso gratuito com a qualidade

do Senai e dos Alimentos Coamo.”

Outubro/2018 REVISTA 19


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Outubro/2018


MULHERES NO CAMPO

Maria Helena da Silva Rafaeli, de Pitanga

(PR), tem uma história de superação,

empenho e dedicação à atividade agrícola

O CAMPO ESTÁ MAIS

FEMININO

Mulheres provam que quando

se ama o que faz, não existem

empecilhos profissionais. Com

garra e determinação elas fazem

bonito no campo da produção

O

campo sofreu grandes

transformações

nos últimos anos.

Novos sistemas de produção

e tecnologias impulsionaram

a produção, deixando o trabalho

menos pesado e melhorando

a qualidade de vida

das famílias. Mas, não é só

isso: o campo está mais feminino.

A porcentagem de mulheres

à frente da agropecuária

tem crescido ano a ano.

Uma pesquisa da Associação

Brasileira de Marketing Rural

e Agronegócio (ABMRA) realizada

em 2017 apontou que

uma em cada três proprieda-

Outubro/2018 REVISTA 21


MULHERES NO CAMPO

ATUAÇÃO DAS MULHERES NO CAMPO VEM CRESCENDO A CADA ANO E A COAMO

TEM REALIZADO CURSOS, TREINAMENTOS E EVENTOS DE MOTIVAÇÃO PARA ELAS

des rurais do país tem mulheres

ocupando funções de comando.

São filhas e esposas de agricultores

ou viúvas que resolveram encarar

os desafios de trabalhar na

atividade agrícola.

Ao longo dos anos, os órgãos

de divulgação da Coamo

mostraram dezenas de casos de

mulheres corajosas que enfrentaram

os desafios e mantiveram, ou

até mesmo aumentaram, a rentabilidade

nas propriedades rurais.

Nesta edição serão destacados

mais dois exemplos de quem encarou

os obstáculos do dia a dia e

ajudam na produção de alimentos

com qualidade e sustentabilidade.

O primeiro exemplo vem

de Pitanga (Centro do Paraná). A

história da associada Maria Helena

da Silva Rafaeli é de superação,

empenho e dedicação. Viúva há

nove anos, ela tem o cooperativismo

como filosofia de vida. A parceria

com a Coamo começou em

1976, quando o marido Edevi Luiz

Rafaeli, se associou. Na época eles

moravam em Mamborê (Centro-

-Oeste do Paraná). A mudança

para Pitanga ocorreu em 1998.

Ela recorda que a Coamo

sempre os acompanhou e mostrando

o melhor caminho para alcançar

boas produções. Contudo,

a participação mais importante da

cooperativa na vida dela foi logo

após a morte do marido, quando a

‘dona’ Maria Helena decidiu tocar

a atividade. “O cooperativismo representa

a união e a ajuda mútua

para o bem de todos. Quando fi-

Dona Maria Helena valoriza o trabalho de assistência técnica e parceria da Coamo para o bom trabalho

22 REVISTA

Outubro/2018


MULHERES NO CAMPO

Profissão de fortes

Maria Helena participa de forma ativa nos eventos promovidos

pela Coamo. Em setembro ela integrou o grupo de mulheres

que esteve em Campo Mourão, em um dia dedicado a elas,

com palestras e visitas às indústrias da cooperativa

quei viúva eu senti isso na pele. Se não fosse

a Coamo e os colegas agricultores, não sei o

que seria de mim”, comenta.

A associada trabalha com duas atividades

principais: pecuária de corte e agricultura.

Diariamente ela vai até a propriedade

e acompanha tudo de perto ao lado

dos funcionários e da assistência técnica da

cooperativa. Todas as decisões são tomadas

visando o melhor resultado e o sucesso tanto

na criação de gado quanto na produção

agrícola. “Se fizermos uma comparação, hoje

estamos mais preparadas para trabalhar no

campo. Não ficamos atrás dos homens e

nem somos melhores, estamos no mesmo

nível. Com trabalho e respeito conquistamos

nosso espaço, mostrando que a agropecuária

também é lugar para a mulher.”

Dona Maria Helena participa de forma

ativa nos eventos promovidos pela Coamo.

Em setembro ela integrou o grupo de

mulheres que esteve em Campo Mourão,

em um dia dedicado a elas, com palestras e

visitas as indústrias da Coamo. Dona Maria

Helena viu de perto, mais uma vez, a transformação

da produção dos cooperados em

alimentos. “É um orgulho saber que milhares

de famílias se alimentam diariamente

dos produtos que vêm do nosso campo.

Faço a minha parte com amor e dedicação

e sei que meus netos e bisnetos terão orgulho

em saber que procuramos sempre fazer

o melhor, um Brasil melhor.”

O dia a dia de Joselma Spilka de Mamborê (Centro-

-Oeste do Paraná) começa bem cedo. A rotina está dividida

entre cuidar de duas casas – uma na cidade e outra no sítio -,

dois filhos, da roça e da sua saúde, pois ela não abre mão da

prática do pilates. Não é para qualquer um. Mas, a agricultora

cumpre muito bem suas atividades e não se imagina em uma

vida diferente. Inclusive quando questionada se pudesse escolher

outra profissão, sem hesitar, ela respondeu que continuaria

na mesma. “A vida toda fui do campo. Desde menina já

ajudava meu pai na roça.”

No sítio Volta Grande ela e o marido Eliseu Spilka, realizam

todo o trabalho do plantio à colheita. Cada um é responsável

por uma etapa no processo de produção. Quando

a equipe de reportagem da Revista Coamo chegou à propriedade

do casal, Joselma estava colhendo o último talhão da

lavoura de trigo que, inclusive, teve bons resultados. “O resultado

foi além do que pensávamos. As condições climáticas

nos favoreceram. Vai dar para pagar as contas e obter lucro.”

Quando o trabalho é prazeroso não existem empecilhos

para aprender e Joselma é a prova disso. “Eu não me

vejo em outro lugar a não ser trabalhando na agricultura e

colocando a ‘mão na massa’. Todo o trabalho na roça sempre

foi realizado por mim naturalmente. Sem muito pensar fui

parar dentro de uma colheitadeira e cercada por tanta evolução

tecnológica. Isso é muito gratificante, eu não imaginava

que conseguiria. Quando comecei a dirigir a colheitadeira por

exemplo, eu só entrei na máquina, liguei e comecei a colher.

Na prática fui me aprimorando. ”

Para Joselma ser agricultora é motivo de orgulho. “Me

sinto emocionada por produzir alimentos. Sei que o que estou

Joselma: “Eu não me vejo em outro lugar a não ser trabalhando na agricultura."

Outubro/2018 REVISTA 23


MULHERES NO CAMPO

Quando a equipe de reportagem da Revista Coamo

chegou à propriedade do casal, Joselma estava

colhendo o último talhão da lavoura de trigo

NO SÍTIO VOLTA GRANDE, EM MAMBORÊ (PR), JOSELMA E O MARIDO

ELISEU SPILKA, REALIZAM TODO O TRABALHO DO PLANTIO À COLHEITA

produzindo irá para a mesa de milhares de brasileiros.

Saber disso nos enche de satisfação.”

Ela ainda valoriza o fato do trabalho do agricultor

ser amparado pelo cooperativismo. “Como

cooperada, filha e esposa de cooperado posso dizer,

sem dúvidas, que o apoio que temos da Coamo é

tudo. Quando chego na unidade tudo que eu preciso

encontro lá. Tenho onde entregar minha produção.

Tenho até além do que preciso. É um suporte muito

grande. Sem contar que a diferença de trabalhar com

a Coamo também está na honestidade da cooperativa.

A Coamo nunca te deixa na mão. ”

Inclusive, sempre participativa nos assuntos da

cooperativa, Joselma recentemente esteve em Campo

Mourão (Centro-Oeste do Paraná), participando do

FamíliaCoop. “Quando vi no evento a industrialização

dos Alimentos Coamo me senti muito feliz, pois ali tem

também um pouco do meu trabalho. Sem contar, que

de lá eu sei que retornará para a minha mesa, e minha

família irá consumir o alimento que saiu da nossa propriedade

e, claro, de todos os cooperados. As vezes

cai um grãozinho que foi meu (risos)”, brinca.

Joselma com o marido Eliseu Spilka e ao lado durante visita às indústrias da Coamo em evento realizado para mais de 1,5 mulheres em Campo Mourão

24 REVISTA

Outubro/2018


MULHERES NO CAMPO

Voz e atitude

É uma realidade a presença da mulher em

atividades antes exercidas predominantemente por

homens. Sejam agricultoras, executivas, pesquisadoras,

operadoras de máquinas ou comandando

a boleia de um caminhão, elas encaram as tarefas

com perseverança. Provam com isso que capacidade

e eficiência não são questão de gênero. No

Brasil, elas já ocupam quase a metade dos empregos

formais e em 40% dos lares é a mulher quem

mais contribui para o orçamento familiar, segundo

pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

(IBGE). Na agropecuária, elas também vêm

galgando espaço. Estudo da Associação Brasileira

de Marketing Rural e Agronegócio revela que o índice

de mulheres com voz ativa no comando das

propriedades chega a 10%, quando há apenas

uma década não passava de 1%.

O movimento crescente de inserção do público

feminino também ocorre no cooperativismo. No

Paraná, estima-se que elas representam cerca de 15%

dos mais de 1,4 milhão de associados das cooperativas

e 36% do quadro de funcionários. Se incluir no

cálculo esposas, filhas e demais familiares do gênero

feminino que participam das atividades promovidas

pelas cooperativas, o número de mulheres integradas

ao sistema cresce substancialmente. “Temos todo

o interesse em apoiar as ações cooperativistas com

as mulheres, porque isso fortalece a organização e a

profissionalização do quadro social”, pontua o presidente

do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Alinhadas ao perfil da mulher contemporânea,

no cooperativismo elas arregaçam as mangas

e vão à campo buscar conhecimento e reconhecimento

pelo que pensam e fazem. Não à-toa, são

presença constante nos projetos de formação do

sistema cooperativista. “Nos últimos anos, houve

uma mudança no foco dos projetos de formação

para o público feminino, com destaque maior para

o ramo agropecuário”, revela o superintendente do

Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Quando o Sescoop

surgiu, em 1998, houve um impulso nos eventos de

formação e capacitação feminina, já que o setor

passou a contar com uma instituição do Sistema S

provedora de recursos para tais atividades. Porém,

os temas trabalhados abrangiam, basicamente, culinária,

artesanato, jardinagem e corte e costura, fato

que espelhava a ideia de que a função da mulher

rural ainda se restringia aos afazeres domésticos.

A Coamo vem acompanhando a mudança

e realizando encontros, cursos e treinamentos para

as mulheres. Anualmente, a cooperativa recebe em

Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná) mais de

1,5 mulheres em um dia dedicados a elas. São realizadas

palestras, repassadas informações sobre o

cenário agrícola e econômico, além de visita às indústrias

da Coamo. Além do encontro no município

sede da cooperativa, são realizados eventos voltados

para as mulheres em diversas regiões. O Curso

de Formação de Jovens Líderes, mantido pela Coamo

desde 1998, também já está de cara nova. Desde

2015, o grupo conta com a participação feminina.

A diretoria da Coamo incentiva o envolvimento

das mulheres, sejam elas filhas, esposas ou

cooperadas. “No início da Coamo, a realidade era outra.

A agricultura era exercida por homens. Aos poucos

esse cenário foi mudando e hoje vemos mulheres

tomando conta de tudo, desde a administração de

uma propriedade até dirigindo tratores, colheitadeiras

e caminhões. São mulheres determinadas que

conquistaram o seu espaço e mostraram que são capazes”,

comenta o diretor-presidente da Coamo, José

Aroldo Gallassini. (Com Informações da Revista Paraná Cooperativo).

Outubro/2018 REVISTA 25


DESENVOLVIMENTO

ESPALHANDO O BEM

Após a participação no curso Mulher Atual participantes de

Tupãssi (PR) decidiram se reunir e dar continuidade ao aprendizado

Atentas a cada detalhe, participantes são empenhadas para aprender e repassar o conhecimento adquirido à familiares e amigos

Em diversos municípios da

área de ação da Coamo, o

curso Mulher Atual tem sido

um divisor de águas na vida de

muitas mulheres. Os relatos são

sempre de otimismo e mudança

de vida nas esferas profissional,

pessoal e familiar. Resultados tão

bons que em Tupãssi no Oeste do

Paraná, as participantes do evento

decidiram dar continuidade à

semente plantada dentro da cooperativa.

Isso porque, cooperadas,

esposas e filhas de cooperados de

duas turmas se reuniram e buscaram

um curso mais aprofundado

intitulado de “Liderança do Eu”.

Tudo começou durante a

realização da 2ª turma do Mulher

Atual, onde as participantes procuraram

a instrutora e coaching,

Maria José Andreacci Zuleger, solicitando

uma continuação para os

ensinamentos que estavam tendo.

Sonia Aparecida Sartori de Bortoli,

foi a porta voz da turma e atualmente

coordena a organização

dos encontros. “Tivemos a necessidade

de aprender mais, para

melhorar ainda mais a vida em

nosso lar e dos nossos amigos. O

aprendizado do Mulher Atual foi

uma luz que surgiu para vermos

que precisávamos aprender ainda

mais”, revela Sônia.

O ponta pé inicial foi dado

no Mulher Atual, evento que é

Ponta pé inicial foi dado no Mulher Atual, evento que é promovido pela Coamo em parceria com o Senar/PR

26 REVISTA

Outubro/2018


DESENVOLVIMENTO

Maria José Andreacci Zuleger

promovido pela Coamo em

parceria com o Serviço Nacional

de Aprendizagem Rural

(Senar/PR) em toda a área de

ação da cooperativa. Como o

acesso delas ao curso foi por

meio da Coamo, nesta nova

etapa a cooperativa cedeu o

espaço para elas realizarem

os encontros do “Liderança

do Eu”. “Elas brincavam comigo

se tinha um pós do Mulher

Atual? Eu então contei que

tinha um projeto para uma

continuidade e que gostaria

de colocar em prática e elas

se interessaram”, lembra Maria

José.

O “Liderança do eu”

conta com dez módulos realizados

em encontros mensais.

Assim, somado aos dois

meses do Mulher Atual, elas

passam um ano estudando e

partilhando histórias. “Abordamos

temas que são inerentes

aos desafios que o ser humano

está enfrentando no mundo

atual. Estamos no sétimo

módulo com uma metodologia

vivencial. Elas têm um mês

até o próximo encontro para

colocar tudo o que aprenderam

em prática. Portanto, não

é só o conhecimento que estão

levando, elas estão vivendo

e esses são os frutos do

programa”, explica a coaching.

Jandira da Silva Bonetti

Tomasi, também faz parte

desta turma e conta que todo

aprendizado procura repassar

para outras pessoas. “Mudei

tudo em minha vida. Passei a

valorizar mais a minha vida,

famílias e amigos. Sem contar,

que tudo que aprendo neste

curso consigo passar para as

pessoas que convivem comigo

para todos terem uma vida

melhor. Quando passamos

por alguma dificuldade, lembramos

do que aprendemos

aqui e conseguimos colocar

em prática esses ensinamentos

tanto para nós mesmos,

quanto para ajudar os outros. ”

Outra participante,

Adriana Marin Gottardi, salienta

que o Mulher Atual foi o

despertar de uma nova consciência.

“Continuamos com o

grupo pela necessidade de

dar continuidade ao que nos

foi ensinado no Mulher Atual.

Estamos trabalhando vários

temas, que têm me ensinado

a viver cada momento de uma

vez, estar mais presente no

aqui e agora. Encontrar o belo

nas pequenas coisas. Sentir a

presença de Deus em mim a

todo momento. Isso nos faz

enxergar sempre o lado positivo.

É uma mudança interior

que se reflete em toda a nossa

vida exterior.”

Sonia Aparecida Sartori de Bortoli

Jandira da Silva Bonetti Tomasi

Adriana Marin Gottardi

Outubro/2018 REVISTA 27


28 REVISTA

Outubro/2018


RECONHECIMENTO

Gallassini recebe “Comenda Colégio

Estadual Marechal Rondon”

O

engenheiro agrônomo

e presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini

abriu na noite de 10 outubro

o 3º Ensaio Literário do Colégio

Estadual Marechal Rondon, em

Campo Mourão. A solenidade foi

realizada no Celebra Eventos com

o objetivo de premiar Alunos Destaques

e professores, pela passagem

do seu dia em 15 de outubro.

O evento foi prestigiado por mais

de 700 pessoas, incluindo pais

de alunos e amigos do Colégio.

Gallassini fez uma Palestra destacando

um pouco da sua história,

crenças nos valores e princípios, e

a importância do cooperativismo.

Após a sua breve apresentação,

como surpresa, ele foi

agraciado com a “Comenda Colégio

Estadual Marechal Rondon”,

criada este ano e entregue pela

primeira vez para homenagear

cidadãos que colaboram com a

educação e o desenvolvimento da

comunidade.

A diretora da Instituição

com mais de 1.800 alunos nos

ensinos fundamental, médio e

técnico, professora Rita de Cássia

Cartelli de Oliveira, diz que a

homenagem a Gallassini é justa

e merecida. “O Dr. Aroldo é um

exemplo de cidadão com espírito

de coragem, determinação, perseverança,

visão e empreendedorismo.

Ele tem uma atuação na

educação cooperativista desde as

primeiras reuniões que culmina-

Homenagem ocorre durante Ensaio Literário do Colégio Estadual Marechal Rondon, em Campo Mourão

ram com o surgimento da Coamo

e ao longo desses 50 anos tem

levado muitas informações e ensinado

milhares de cooperados,

funcionários e a comunidade. Ele

tem o propósito em colaborar

para o desenvolvimento do bem

comum”, afirma. A professora lembra

também da parceria com a

Coamo em diversos eventos educacionais

que visam a formação e

o aperfeiçoamento profissional de

alunos da Instituição.

O Colégio Estadual Marechal

Rondon foi criado pelo decreto

do governador Bento Munhoz

da Rocha como Grupo Escolar de

Campo Mourão, em 1952, e cinco

anos depois, a Secretaria de Educação

escolheu o nome Cândido

Mariano da Silva Rondon “Marechal

Rondon”, passando a se chamar

“Marechal Rondon”, para ser

patrono do estabelecimento de

ensino.

Gallassini fez uma Palestra destacando um

pouco da sua história, crenças nos valores e

princípios, e a importância do cooperativismo

Outubro/2018 REVISTA 29


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A

Coamo é produtora e certificadora

da produção

própria de semente seguindo

rigorosamente a legislação

e normas vigentes (Lei 10711,

Decreto 5153, Instrução Normativa

nº 9 - Mapa). A Coamo conta também

com Laboratório de Análise

de Sementes Credenciado pelo

Ministério da Agricultura, seguindo

as normas da ABNT NBR ISO/

IEC 17025. Os lotes passam por diversos

testes oficiais como pureza,

determinação de outras sementes

por número, teste de germinação

(rolo papel, entre areia), também

realiza testes para controle interno

de qualidade, sendo de vigor e de

solo. O teste de germinação é o

que determina o potencial de germinação

de um lote. Considera-se

para isso o número de plântulas

normais (aquelas que mostram potencial

para continuar seu desenvolvimento

e dar origem a plantas

normais, quando desenvolvida sob

condições favoráveis – Regras para

Análise de Sementes 2009 Mapa).

Antes da entrega da semente ao

cooperado, a Coamo também realiza

internamente o teste de solo

das sementes como controle interno

de qualidade, garantindo assim

segurança e confiabilidade aos

agricultores.

Aliada a todas estas práticas

e cuidados relacionados,

vale ressaltar a prática do tratamento

de sementes, a qual traz

muitos benefícios ao agricultor,

dentre elas pode-se destacar o

Coamo é produtora e certificadora da produção própria de semente seguindo rigorosamente

a legislação e normas vigentes (Lei 10711, Decreto 5153, Instrução Normativa nº 9 - Mapa)

controle de patógenos transmitidos

via semente e proporcionar

proteção contra fungos de

solo, bem como contra pragas

de solo e também pragas que

atacam as plantas de soja na fase

inicial de desenvolvimento. Nesta

prática também se faz uso de

micronutrientes, possibilitando

suprir a necessidade de alguns

nutrientes como por exemplo

Co (Cobalto) e Mo (Molibdênio)

que são indispensáveis para a

eficiência da fixação biológica

de nitrogênio.

Atualmente existem duas

modalidades de Tratamento de

Sementes, sendo uma delas a realizada

pelo produtor em sua propriedade

e a outra a tecnologia de

Tratamento de Semente Industrial

(TSI), é realizada pela Coamo, e

que pode-se citar importantes benefícios

como menor exposição

dos produtores/colaboradores

à produtos químicos, economia

com mão de obra, já que a semente

chega pronta para ser semeada,

com uso de produtos específicos

na modalidade industrial, que ajudam

em um melhor recobrimento

e distribuição de produtos que,

cada vez mais, estão sendo disponibilizados

em menores doses.

Outubro/2018 REVISTA 31


ASSOCIAÇÃO NACIONAL

DE DEFESA VEGETAL

ATENÇÃO

Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo,

na bula e na receita. Siga as recomendações de controle e restrições estaduais para os alvos descritos na bula de cada produto. Utilize sempre os

equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. Faça o Manejo Integrado de Pragas.

Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

CONSULTE SEMPRE

UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO.

VENDA SOB

RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.

32 REVISTA

Outubro/2018


MEIO AMBIENTE

Coamo participa de Conferência

Mundial sobre Meio Ambiente

O

engenheiro agrônomo e diretor-secretário da

Coamo, Ricardo Accioly Calderari, participou

recentemente em Lille, na França, da Conferência

Mundial sobre Meio Ambiente, promovido pela

Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS).

Calderari representou a cooperativa acompanhado do

gerente de Organização e Gestão da Qualidade, Mário

Lino Arantes, e do trader Carlos José Antunes dos

Santos, da gerência Comercial de Produtos Agrícolas.

A Conferência Mundial contou com a participação

de dezenas de autoridades de mais de 40 países dos

cinco continentes, ligadas à cadeia produtiva da soja

para discutir questões de produção e fornecimento,

incluindo o papel dos governos e dos riscos sociais, e

definir ações para aumentar a demanda por soja responsável,

em benefício dos produtores, do meio ambiente

e das comunidades locais. O setor produtivo

brasileiro participou pela primeira vez deste evento,

representado por seis cooperativas agrícolas - cinco

do Estado do Paraná e uma de Goiás, que juntas, representam

11% da produção brasileira de soja.

Para Calderari, a participação do Brasil foi de

fundamental importância, já que o setor produtivo teve

a oportunidade de rebater várias críticas feitas ao país a

respeito da sua produção agrícola e do meio ambiente.

“Foi uma excelente oportunidade. Mostramos ao mundo

que o Brasil não é o que eles pensam. Escutamos críticas

de estrangeiros e até mesmo de brasileiros, de pessoas

mal intencionadas, que com interesses diversos, querem

mostrar ao mundo um Brasil que não cuida do meio ambiente,

quem tem terras estéreis e agricultores que não

usam tecnologia e estão empobrecendo, o que é uma

grande mentira. Mostramos que o Brasil é o país que

mais preserva o meio ambiente, aumenta sua produção

exatamente por contar com agricultores tecnificados,

empreendedores e preocupados com a natureza.”

Na opinião do diretor-secretário da Coamo, outros

países produtores de soja estão na verdade assustados

com o crescimento agrícola do Brasil e fazendo

de tudo para complicar e rebaixar a agricultura brasileira.

“Nós produzimos bem e com responsabilidade.

"Deu orgulho a gente mostrar que o agricultor

brasileiro faz muito bem a lição de

casa e que o nosso país é o que melhor

cuida do meio ambiente no mundo."

Ricardo Accioly Calderari, diretor-secretário da Coamo

Indagamos os representantes de outros países se eles

tinham o CAR [Cadastro Ambiental Rural] e ninguém

tinha, por isso ficaram mudos. Apresentamos também

que no Sul do Brasil 20% da área de uma propriedade

rural é destinada para reserva legal, no Cerrado esse

número sobre para 35% e na Amazônia para 80%, e

que o agricultor não tem nenhuma remuneração a

mais por isso, bem, diferente do que vimos na Alemanha,

por exemplo, onde qualquer área de mato é

remunerada. Diante da posição brasileira eles ficaram

silenciosos, calados.”

Outro ponto destacado por Calderari é a devolução

e destinação correta das embalagens vazias de

defensivos agrícolas, onde o Brasil se destaca tirando

anualmente do campo milhares de embalagens que

poderiam prejudicar o meio ambiente. “Quando a gente

vê notícias falando mal da nossa agricultura é porque

tem alguma coisa por trás, outros interesses. Deu orgulho

a gente mostrar que o agricultor brasileiro faz muito

bem a lição de casa e que o nosso país é o que melhor

cuida do meio ambiente no mundo . E diante dessa afirmação,

eles ficaram em silêncio.”

Representantes da Coamo na Conferência Mundial do Meio Ambiente, na França

Outubro/2018 REVISTA 33


BENEFÍCIO

Ronaldo Livon, de Barbosa Ferraz (PR)

Mauro Peloi, de Rancho Alegre do Oeste (PR)

Programa Fideliza

premia cooperados

Cooperados da Coamo em

várias regiões da área de

ação vêm sendo beneficiados

pelo Fideliza, um programa

de relacionamento que dá

prêmios ao quadro social. Mauro

Peloi, de Rancho Alegre do Oeste

(Centro-Oeste do Paraná) destaca

que o programa valoriza a atuação

dos cooperados por meio de pontos

conforme a participação na

cooperativa. “Além de sermos beneficiados

pela segurança e bons

preços na aquisição dos produtos

que precisamos para a atividade

agrícola, ainda ganhamos prêmios.

Sinto honrado em ser cooperado

Coamo”, comenta.

Em Reserva (Centro-Norte

do Paraná), Lizandro Sadi Lipke,

também já foi beneficiado pelo Fideliza.

“Estou muito satisfeito com

o programa. É mais um benefício

que vem para aumentar a atuação

dos cooperados junto a cooperativa”,

assinala.

Ronaldo Livon, de Barbosa

Ferraz (Centro-Norte do Paraná),

é outro que efetuou a troca de

pontos do Programa Fideliza por

um prêmio. Ele ressalta a importância

de os cooperados participarem

de forma ativa na Coamo.

“Quanto mais movimentarmos na

cooperativa, mais pontos teremos

e ganharemos prêmios. É importante

adquirir os insumos em geral

e mantermos o cadastro em dia

para sermos beneficiados.”

O presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini, ressalta

que o Programa Fideliza tem

como objetivo principal valorizar

os cooperados, que já estão automaticamente

cadastrados na

Coamo. “O programa atribui pontos

por cada aquisição de bens de

fornecimento na cooperativa, o

qual posteriormente poderão ser

trocados por produtos ou serviços

estabelecidos previamente e con-

Nerci Santin, de Abelardo Luz (SC)

Miguel Dorneles Pereira, de Laguna Carapã (MS)

34 REVISTA

Outubro/2018


BENEFÍCIO

sultados nos entrepostos ou visualizados em lista no

site da cooperativa”, explica Gallassini. Podem participar

do Programa Fideliza exclusivamente cooperados

Coamo, não sendo aceito terceiros não cooperados,

sejam pessoa física ou jurídica. Os participantes

têm acesso somente aos produtos fornecidos pelas

empresas parceiras da cooperativa.

O gerente de Fornecimento de Insumos

Agrícolas da Coamo, engenheiro agrônomo Carlos

Eduardo Borsari informa as condições para adesão.

“O cooperado aderem ao Fideliza mediante a aquisição

de produtos de forma automática e sem ônus

para ele. O sistema calculará a geração de pontuação

já a partir da primeira compra, e esses pontos acumulados

são trocados por produtos constante na lista

(catálogo) especial de produtos das lojas de peças e

veterinárias, máquinas, implementos e serviços oferecidos

pela cooperativa.”

Para o superintendente Técnico da Coamo, engenheiro

agrônomo Aquiles Dias, o programa Fideliza

Em Reserva (PR) Lizandro Sadi Lipke, também já foi beneficiado pelo Fideliza

incrementa os benefícios que a Coamo já oferece. “O

Programa Fideliza premia os cooperados por meio do

acumulo de pontos na aquisição de produtos da área

de Bens de Fornecimento de acordo com sua atuação

na cooperativa. É muito simples, pois quanto maior for

a participação maior são os pontos contabilizados para

cada cooperado participante”, considera.

Outubro/2018 REVISTA 35


RECONHECIMENTO

Eliane Simões Vicensi, vereadora preponente da homenagem,

Hélio Albarello, presidente da Câmara de Vereadores,

Gallassini, e Maurílio Ferreira Azambuja, prefeito de Maracaju

Gallassini recebe título de

Cidadão Honorário de Maracaju

Cooperativa está há seis anos no município e tem realizado investimentos constantes

para melhoria do atendimento e recebimento da produção dos cooperados

A

Câmara de Vereadores de

Maracaju (Sudoeste do

Mato Grosso do Sul) concedeu

na noite de 17 de outubro,

o título de Cidadão Honorário ao

presidente da Coamo José Aroldo

Gallassini. A sessão solene contou

com a presença de cerca de 200

pessoas, entre lideranças políticas,

empresariais e cooperados.

A vereadora Eliane Simões

Vicensi, foi a proponente da

homenagem e destaca o trabalho

desenvolvido pelo presidente da

Coamo em favor da cidade, onde

a cooperativa chegou há seis anos

e já investiu mais de R$ 100 milhões,

garantindo assistência técnica,

apoio e segurança aos produtores

da região. “O ‘seo’ Aroldo

é antes de tudo um visionário, que

acreditou na nossa cidade e no

potencial dos nossos agricultores.

Com trabalho e firmeza trouxe a

Coamo, proporcionando segurança,

estabilidade e evolução

aos produtores rurais. Ele é uma

pessoa que defende o cooperativismo

e Maracaju só tem a ganhar

com a Coamo.”

O presidente da Câmara

de Vereadores Hélio Albarello

destaca as virtudes do presidente

da Coamo, o mais novo cidadão

maracajuense. “Ele está ajudando

a transformar a história de Maracaju.

A realidade da nossa cidade,

da nossa agropecuária está

melhorando graças à Coamo que

proporciona segurança e garantia

ao produtor rural que encontra

tudo em um só local. A cooperativa

trouxe desenvolvimento, mais

emprego e renda. É o reconhecimento

a um grandeder.”

Para o prefeito Maurílio

Ferreira Azambuja, a Coamo é um

exemplo de gestão a ser segui-

36 REVISTA

Outubro/2018


RECONHECIMENTO

Gallassini com os vereadores e o prefeito de Maracaju

Casais representando as várias colônias que deram origem a Maracaju

do. “A cooperativa oferece tudo o

que os produtores rurais precisam

para produzir. É gratificante participar

de um evento como esse e

poder entregar um título para uma

pessoa que sempre olhou para o

futuro e que pensa na melhoria de

vida das pessoas”, assinala.

O presidente da Coamo

ressalta o orgulho e satisfação em

receber a honraria. “Como cooperativista

que sou, minha contribuição

para com este município está justamente

na fé que em toda minha

vida profissional depositei neste sistema,

considerando seu princípio

fundamental que é a solidariedade

entre as pessoas. Foi com este espírito

que trouxemos para Maracaju

um cooperativismo de resultado,

praticado pela Coamo desde a sua

fundação”, ressalta Gallassini.

A Coamo chegou em Maracaju

em julho de 2012, com a

aquisição das instalações da Agrowek

Armazéns Gerais Ltda., atendendo

assim, inúmeros pedidos

de produtores que já conheciam

a forma de operar da cooperativa

em outras regiões. “Um fato

que nos deixou muito feliz, foi a

oportunidade de resgatarmos o

cooperado fundador número um,

nosso companheiro engenheiro

agrônomo Lourenço Tenório Cavalcante,

onde juntos tivemos a

oportunidade de fundar a Coamo,

em 1970.”

A capacidade de armazenagem

estática que era de 101 mil

sacas no início das atividades, em

2012, hoje atinge 2,2 milhões de

sacas, representando 13% de toda

capacidade de armazenagem do

município. “Desde o início de nossas

atividades não passamos nenhum

ano sem carrear vultuosos

investimentos neste município.

Dos R$ 21 milhões de reais iniciais,

hoje, passados sete anos, já temos

investido R$ 100 milhões em Maracaju.”

Em termos de recebimento

de produtos dos cooperados,

a cooperativa passou dos 1,4 milhões

de sacas de soja em 2012

para 4,4 milhões de sacas em

2018, representando 21% da produção

do município. Quanto ao

milho, o recebimento tem se posicionado

em 1,6 milhões de sacas,

o que representa 7,7% da produção

do município.

Cooperados de Maracaju prestigiaram a entrega do título

Outubro/2018 REVISTA 37


RECONHECIMENTO

Sidrolândia entrega título de

Cidadão Honorário à Gallassini

Foi o 52º título de Cidadania Honorária de municípios do Paraná, Santa Catarina

e Mato Grosso do Sul recebidos pelo presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini

As principais lideranças políticas, empresariais e

econômicas de Sidrolândia (Sudoeste do Mato

Grosso do Sul) prestigiaram no dia 18 de outubro

a cerimônia de entrega do título de cidadão sidrolandense

ao engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini,

presidente da Coamo. A honraria foi conferida por

unanimidade pela Câmara de Vereadores, numa iniciativa

do vereador Waldemar Acosta. “É um empresário

de sucesso, um visionário, que já escreveu seu nome na

história do município, um exemplo inspirador”, destaca.

O presidente da Câmara de Vereadores,

Gean França Nazaré, ressalta a felicidade em entregar

o título a uma personalidade tão ilustre, que

está ajudando no progresso e desenvolvimento da

cidade. “Sidrolândia está em festa por receber mais

um filho. Sabemos da importância da Coamo para

o município, pois sabem que todas as regiões que

têm Coamo, sofreram grandes transformações. José

Aroldo é merecedor deste título e prova disso é que

todos os 15 vereadores aprovaram a honraria.”

De acordo com o prefeito Marcelo Ascoli, Sidrolândia

estará sempre de portas abertas para recepcionar

todos aqueles que acreditam no potencial do

município e fazem investimentos gerando emprego e

Marcelo Ascoli, prefeito de Sidrolândia, Waldemar

Acosta, vereador proponente do título, Gallassini, e Gean

França Nazaré, presidente da Câmara de Vereadores

38 REVISTA

Outubro/2018


RECONHECIMENTO

Homenageado com cooperados da Coamo em Sidrolândia

renda. “A gente vê muitos municípios se transformando

após a chegada da Coamo e com Sidrolândia não

será diferente”, comenta. A Unidade da cooperativa no

município foi inaugurada em janeiro deste ano.

Gallassini recorda que há tempos, a diretoria

vinha recebendo solicitações de produtores de Sidrolândia

para que o sistema cooperativista da Coamo

fosse implantado no município. “Esse pedido foi

atendido com o início da construção do Entreposto

em janeiro de 2017, culminando com sua inauguração

em 29 de janeiro deste ano”, frisa.

“Ao receber este título, sinto-me orgulhoso

em ser um cidadão desta terra, onde bravos agricultores

deram mostra de sua capacidade e fé num

futuro cada vez melhor. Ser um cidadão sidrolandense

muito me envaidece, pois pertencer a uma comunidade

de um povo amigo e solidário é o sonho de

qualquer pessoa”, destaca Gallassini.

A Coamo é uma cooperativa que tem como

princípio a melhoria do status socioeconômico de

seus cooperados, que são os donos e razão principal

da sua existência. “Tenham certeza, nossa missão é

levar aos nossos cooperados o que de melhor existe

em tecnologia para o amparo de sua atividade

agrícola, ou seja: no campo técnico agronômico, no

fornecimento de insumos de comprovada qualidade,

no apoio financeiro, no preparo do cooperado

na administração financeira e administrativa e no seu

desenvolvimento educacional e social, objetivando

sempre a evolução do quadro social como um todo:

sua família, seus colaboradores, bem como a comunidade

em que vive. O papel do cooperativismo é

sustentar e preservar a rentabilidade do quadro de

cooperados.”

Foi investido um total de R$ 54 milhões na

Unidade de Sidrolândia, somando 12,440 mil metros

quadrados de construção, com a geração de 43 empregos

diretos e 34 empregos temporários. “Temos

que reconhecer o avanço tecnológico de nossa agricultura.

Nos últimos dez anos, tivemos uma expansão

de área plantada com grãos na ordem de 40%, enquanto

que a produção cresceu 220%.”

Gallassini com comitiva de Campo Mourão que prestigiou o evento

Vereadores, prefeito e deputados presentes na homenagem ao presidente da Coamo

Outubro/2018 REVISTA 39


DIVERSIFICAÇÃO

Lucrando com o bicho,

DA SEDA

Cultivo de amora para criação de lagarta que produz a

fibra, é alternativa de renda em Corumbataí do Sul (PR)

Na constante busca por alternativas

viáveis, lucrativas

e sustentáveis, que

contribuíssem para o incremento

da renda e a otimização da propriedade,

os irmãos Galli, de Corumbataí

do Sul (Centro-Oeste do

Paraná), encontraram na criação

de bicho da seda a solução que

procuravam. O sítio Nossa Senhora

Aparecida, pequena propriedade

da família localizada na

comunidade Souza Leão, além de

produzir milho e soja é ocupado

pela amora. A planta serve de alimento

para lagartas produtoras

de seda, que mais tarde é comercializada

com alto custo x benefício.

“Já trabalhamos com muitas

opções, mas a amora é uma boa

alternativa para o sítio porque nos

dá uma boa renda e não demanda

trabalho pesado”, conta Odair

Galli, um dos irmãos que está a

frente no negócio.

O cooperado diz que a atividade

inicia pelo plantio das plantas

de amora, e em torno de cinco

meses começam a brotar. Logo

após vem a poda e em 90 dias o primeiro

corte já passa a servir como

alimento das lagartas, fornecidas

por uma empresa especializada,

que vão produzir as fibras. “Os galhos

e folhas de amora já cortados

ficam alojados no barracão e todos

Amoras servem de alimentação para

as lagartas que produzem a seda

40 REVISTA

Outubro/2018


DIVERSIFICAÇÃO

Sítio Nossa Senhora Aparecida, pequena propriedade da família Galli, localizada em Corumbataí do Sul, além de produzir milho e soja é ocupado pela amora

os dias de manhã e a tarde vamos

alimentando as lagartas, sempre colocando

junto o cal para evitar fungo

e manter a cama seca”, explica.

Conforme Odair a atividade

é rentável e vale a pena o

investimento. “Começamos há

pouco tempo, mas, o lucro é bem

interessante”, declara, lembrando

que a comercialização ocorre mensalmente.

“Todos os meses tiramos

a produção de seda e repassamos

para a empresa que compra os casulos

prontos. Em troca recebemos

novas lagartas que passarão a fazer

a fibra novamente”, comenta.

Parceiro no trabalho e nos

negócios, João Roberto Galli, irmão

do Odair, esclarece que a

amora e o bicho da seda se tornaram

uma boa alternativa para a

propriedade porque o rendimento

da lavoura aparece no final de

cada safra e a produção da seda

garante renda mensal durante

nove a dez meses no ano. “Hoje

a melhor opção tem sido essa atividade

e queremos expandir o negócio,

com certeza”, garante.

Região caracterizada

pela diversificação, a amora é

apenas uma opção encontrada

em Corumbataí do Sul, onde os

agricultores produzem além das

lavouras comerciais de milho e

soja, também café, entre tantas

alternativas. “É uma questão de

sustentabilidade porque no geral

todos estão atrás de milho e

soja, e aqui os Galli estão apostando

na amora, assim como outros

cooperados da região que

estão investindo nessa alternativa

e outras formas de diversificação

também”, observa o engenheiro

agrônomo Rodolfo Moreno Tedardi,

do departamento de assistência

técnica da Coamo.

Conforme Odair a atividade

é rentável e vale a pena o

investimento

Outubro/2018 REVISTA 41


INOVAÇÃO

Coamo lança aplicativo de fretes

Gallassini durante apresentação do aplicativo em Campo Mourão

Os caminhoneiros têm agora uma importante

ferramenta para ofertarem seus serviços

diretamente à Coamo. Trata-se do aplicativo

Coamo Fretes”, lançado no dia 16 de outubro

em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), com

a presença da diretoria e gerentes da cooperativa

e de 150 profissionais representando 30 empresas

transportadoras parceiras no Paraná, Santa Catarina

e Mato Grosso do Sul. “Este serviço é muito fácil. Por

meio do aplicativo que pode ser baixado na Google

Play, o caminhoneiro cadastra seu veículo e informa

quais são as transportadoras que costuma embarcar.

Depois, para registrar sua disponibilidade e intenção

de transportar para a Coamo, informa a data onde

Airton Galinari, superintendente de Logística e Operações, e Gallassini

estará livre para embarque, o local pretendido para

o carregamento e para onde quer ir”, explica Airton

Galinari, superintendente de Logísticas e Operações.

Galinari informa que caso o produto a ser

transportado seja do gênero alimentício, o motorista

informa também o valor do frete pretendido.

"Esses dados, juntamente com o perfil do veículo,

são confrontados com as cargas disponíveis na

Coamo”, assinala.

Com o “Coamo Fretes” o motorista ganha visibilidade

para a Coamo, tem prioridade nos fretes

e a certeza de que o valor pretendido para o frete,

foi ofertado à Coamo, para o caso dos alimentos.

42 REVISTA

Outubro/2018


INOVAÇÃO

“Encontrando uma carga compatível, a

Coamo informa as transportadoras previamente

selecionadas pelo motorista,

as quais contatam o caminhoneiro para

a conclusão da contratação do frete”, diz

Rodolpho Coletti Gomes Leite, gerente

de Transportes da Coamo.

O presidente da Coamo, José

Aroldo Gallassini elogia a iniciativa da

área de Transportes com apoio da área

de Tecnologia e Informação, e elenca

atributos do novo aplicativo lançado

pela cooperativa. “Coamo Fretes, o seu

frete está aqui é o slogan desta novidade

que a Coamo está lançando. A nova

ferramenta acompanha a evolução, facilita

e agiliza, sendo um ponto de encontro

entre o caminhoneiro e a carga,

utilizando a transportadora como meio

de conexão. Estamos atentos e evoluindo,

com a certeza de que este aplicativo

será uma excelente plataforma para facilitar

a parceria no trabalho de escoar

granéis e produtos industrializados para

várias regiões do Brasil.”

Outubro/2018 REVISTA 43


Sinônimo de união e

COOPERATIVISMO

Família Dacheri, cooperada em Xanxerê (SC) tem o cooperativismo

e a Coamo como parceiros no desenvolvimento agrícola e familiar

A

família Dacheri, cooperada da Coamo em

Xanxerê (Oeste de Santa Catarina) é exemplo

de cooperativismo e parceria. ‘Seo’ Antonio

trabalha com os filhos Clair e Carlos, além das respectivas

esposas. Eles residem em Passos Maia, município

que fica mais de 40 quilômetros distante de Xanxerê.

Contudo, a distância não é problema para eles, que

tem na segurança do cooperativismo um aliado importante

para o bom desenvolvimento da pecuária de

leite, principal atividade desenvolvida na propriedade.

‘Seo’ Antonio conta que se associou desde

a chegada da Coamo em Xanxerê e que escolheu

a cooperativa por vários motivos, entre eles as campanhas

veterinárias que oferecem oportunidade de

bons negócios e as sobras distribuídas no final de

cada exercício, além da assistência técnica que tem

ajudado a melhorar a atividade leiteira.

A história da família com a agropecuária na

região já vem de longa data, desde a chegada do patriarca

em Passos Maio, em 1932. “Somos uma família

com tradição agrícola. Sempre trabalhamos na agricultura

e há uns dez resolvemos aumentar a pecuária

e passamos a investir mais na atividade. Plantamos

um pouco de milho para silagem e aveia para alimentação

dos animais”, diz ‘seo’ Antonio.

No trajeto até Xanxerê, a família passa por

outros municípios com empresas e cooperativas que

poderiam atender as demandas. Porém, estão convictos

de que os benefícios e os serviços oferecidos

pela Coamo valem a pena. “Trabalhamos em família,

44 REVISTA

Outubro/2018


PECUÁRIA

‘Seo’ Antonio trabalha com os filhos Clair e Carlos, além das respectivas esposas

Família vem melhorando e ampliando a produção de leite

o que acaba sendo uma extensão

do cooperativismo. Estamos satisfeitos

e seguros com a Coamo e

depois que começamos essa parceria

houve um incremento importante

no manejo dos animais e na

produção de leite. Até agora só tivemos

bons resultados”, comenta.

Clair é um dos filhos do

‘seo’ Antonio Dacheri. Atualmente,

eles contam com cerca de 100 animais

em lactação e com uma produção

que gira em torno de 28 mil

litros dia. Clair revela que depois

que começaram a trabalhar com a

Coamo, novas tecnologias foram

implantadas o que impulsionou

para a melhoria da atividade. “A

assistência técnica da Coamo tem

tido um papel importante em todo

o sistema produtivo na propriedade.

O trabalho melhorou e, consequentemente,

estamos tendo

mais lucro”, diz.

Carlos Dacheri destaca

que a união da família e os novos

investimentos realizados tem impulsionado

a atividade. “Somos

unidos em tudo o que fazemos. A

atividade leiteira dá trabalho, mas

se cada um fizer a sua parte fica

mais prazeroso e tranquilo a realização

das tarefas diárias. Recentemente

investimos em um novo

barracão com o objetivo de melhorar

o bem-estar dos animais e

o nosso trabalho. Estamos sempre

aperfeiçoando a atividade, pois é

dela que sai o sustento da nossa

família”, pondera.

O gerente da Coamo em

Xanxerê, Jorge Rogério Soares,

observa que a cooperativa tem

realizado um importante trabalho

de difusão de novas tecnologias

para ajudar no desenvolvimento

da região. Ele diz que a Coamo

proporciona toda segurança e

oferece vários serviços e benefícios

que agregam mais valor à

produção dos associados. “A família

Dacheri é um bom exemplo

de cooperativismo. Eles atuam na

Coamo desde a chegada em Xanxerê.

Estão até um pouco distantes

da sede da cooperativa, mas

isso não tem sido problema já que

entenderam bem a filosofia de trabalho

e a segurança que têm sendo

cooperados Coamo.”

Família Dacheri mora em Passos

Maia e é atendida pela Unidade

da Coamo em Xanxerê

Outubro/2018 REVISTA 45


PECUÁRIA

Mantendo origens

Cooperada da Coamo em Coronel Vivida (PR), a família Peretti

tem no leite importante fonte de renda e manutenção no campo

Desde criança a vontade do

jovem Fábio Marcelo Peretti

sempre foi a de continuar

no campo e trabalhar ao

lado do pai ‘seo’ Izamir. O tempo

passou, as mudanças ocorreram e

o sonho do rapaz acabou se concretizando.

Eles moram em Chopinzinho

(Sudoeste do Paraná) e

são cooperados da Coamo em

Coronel Vivida, município vizinho.

A pecuária de leite é a principal

atividade desenvolvida na propriedade

e os investimentos vêm

sendo constantes, seja pensando

na sanidade, alimentação e bem-

-estar dos animais ou em melhorar

o trabalho e a qualidade de vida

da família.

‘Seo’ Izamir começou na

atividade agrícola em 1986, logo

após a família se instalar na região.

Ele recorda que no início a

propriedade era dividida entre

agricultura e pecuária, mas que a

produção de leite acabou se fortalecendo

e ficando como princi-

Pecuária de leite é a principal atividade desenvolvida na

propriedade e os investimentos vêm sendo constantes, seja

pensando na sanidade, alimentação e bem-estar dos animais

ou em melhorar o trabalho e a qualidade de vida da família

46 REVISTA

Outubro/2018


PECUÁRIA

pal geradora de renda. “A família

foi crescendo e fomos investindo

no leite pela segurança e pela característica

e tamanho da propriedade.

Trabalhamos em família e

todas as decisões são discutidas e

analisadas entre todos”, comenta

o cooperado.

Ele observa que a maneira

de trabalhar foi mudando

com o passar dos anos. “Antigamente

a gente levava os animais

nos pastos, andava atrás de grama.

Quando chovia ficava muito

complicado mexer com as vacas.

Conseguimos melhorar a estrutura,

construímos um ‘Free Stall’,

melhorando todo o processo de

manejo que a atividade exige”, diz

‘seo’ Izamir. A família produz perto

de mil litros por dia e mantém uma

média de 32 vacas em lactação de

um total de 80 animais alojados na

propriedade.

Fábio revela que o gosto

pela atividade agrícola pesou na

hora de decidir se ficava ou saia

da propriedade. “Não foi por falta

de oportunidades, mas gosto do

campo e sei que posso tirar o meu

sustento produzindo leite. Meu

pai me criou tirando leite e nunca

faltou nada. O amor pela agricultura

e pelos animais sempre falou

mais alto”, comenta.

De acordo com ele, nos últimos

quatro anos houve um crescimento

significativo na atividade,

com aquisição de novos maquinários,

melhoria na estrutura e no sistema.

“Isso tudo otimizou o nosso

trabalho. Existem vários desafios

Família produz perto de mil litros por dia e mantém uma média de 32 vacas em lactação

Jeferson Silvestre, médico veterinário da Coamo em Coronel Vivida, observa que o leite tem grande

importância na renda das famílias da região, principalmente nas pequenas e médias propriedades

e novas metas para a atividade,

principalmente visando melhorar

a média de produtividade por animal.

Não queremos quantidade

de animais, mas sim qualidade

nos animais”, assinala Fábio.

O médico veterinário Jeferson

Silvestre, da Coamo em Coronel

Vivida, observa que o leite

tem grande importância na renda

das famílias da região, principalmente

nas pequenas e médias

propriedades. “É uma atividade

viável e que ajuda a manter as

famílias no campo. Geralmente,

a produção de leite se concentra

em uma pequena área e mantém

receita mensal nas propriedades.”

Ele cita que a família Peretti

vem investindo na atividade,

sempre melhorando a sanidade,

alimentação e bem-estar dos animais.

“A pecuária requer dedicação

diária e gosto pela atividade.

Estamos trabalhando com um ser

vivo, que necessita de um bom

manejo e que seja tratado com

carinho e respeito”, destaca o veterinário.

Outubro/2018 REVISTA 47


48 REVISTA

Outubro/2018


"CÂNCER DE MAMA:

vamos falar sobre isso?"

Em 2018, a campanha do

INCA no Outubro Rosa

tem como tema "Câncer

de mama: vamos falar sobre

isso?". O objetivo é fortalecer as

recomendações do Ministério da

Saúde para o rastreamento e o

diagnóstico precoce do câncer de

mama e desmistificar conceitos

em relação à doença.

O câncer de mama é uma doença

causada pela multiplicação de células

anormais da mama, que formam

um tumor. Há vários tipos

de câncer de mama. Alguns tipos

têm desenvolvimento rápido enquanto

outros são mais lentos.

O QUE AUMENTA O RISCO?

O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença

(cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são:

Fatores ambientais e

comportamentais:

•Obesidade e sobrepeso após

a menopausa;

•Sedentarismo (não fazer

exercícios);

•Consumo de bebida

alcoólica;

•Exposição frequente a

radiações ionizantes (Raios-X).

Fatores da história reprodutiva e hormonal

•Primeira menstruação antes de 12 anos;

•Não ter tido filhos;

•Primeira gravidez após os 30 anos;

•Não ter amamentado;

•Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;

•Uso de contraceptivos hormonais (estrogênioprogesterona);

•Ter feito reposição hormonal pós-menopausa,

principalmente por mais de cinco anos.

Fatores genéticos e hereditários*

•História familiar de câncer de

ovário;

•Casos de câncer de mama na

família, principalmente antes dos

50 anos;

•História familiar de câncer de

mama em homens;

•Alteração genética, especialmente

nos genes BRCA1 e BRCA2.

*A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/ hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama.

Já o câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença. Homens também podem ter câncer

de mama, mas somente 1% do total de casos é diagnosticado em homens.

Atenção: a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.

Para o Brasil, estimam-se 59.700

casos novos de câncer de mama,

para cada ano do biênio 2018-

2019, com um risco estimado de

56,33 casos a cada 100 mil mulheres.

Sem considerar os tumores

de pele não melanoma, esse

tipo de câncer também é o primeiro

mais frequente nas mulheres

das Regiões Sul (73,07/100

mil), Sudeste (69,50/100 mil),

Centro-Oeste (51,96/100 mil)

e Nordeste (40,36/100 mil). Na

Região Norte, é o segundo tumor

mais incidente (19,21/100 mil)

Existe tratamento para câncer de

mama, e o Ministério da Saúde

oferece atendimento por meio do

Sistema Único de Saúde, o SUS.

É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da

troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações

mamárias.

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

•Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;

•Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;

•Alterações no bico do peito (mamilo);

•Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

•Saída espontânea de líquido dos mamilos

COMO PREVENIR

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama

podem ser evitados com a adoção de hábitos

saudáveis como:

•Praticar atividade física regularmente;

•Alimentar-se de forma saudável;

•Manter o peso corporal adequado;

•Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;

•Amamentar

Fonte: Inca

Outubro/2018 REVISTA 49


50 REVISTA

Outubro/2018


DICA DO CAMPO

Aprendendo mais sobre...

MELÃO

Existe uma grande variedade de melões que se diferenciam

quanto ao tamanho e formato, cor e textura da casca, cor da

polpa, sabor e aroma. No Brasil, o melão mais facilmente encontrado

no mercado é o melão amarelo. Membro da família Cucurbitácea,

como a melancia, abóboras e pepino, o melão é uma hortaliça

refrescante, fonte de vitaminas e fibras. Planta muito sensível ao frio,

desenvolve-se melhor em clima ameno para quente. Temperaturas

acima de 35 ºC, entretanto, podem afetar a floração e a frutificação.

Época de plantio: agosto a novembro. Em regiões de inverno

quente, o ano todo.

Plantio: em covas de 30 cm x 30 cm x 30 cm no espaçamento 2 m

x 1 m. Colocam-se 2 ou 3 sementes por cova na profundidade de 4

cm. Cada grama contém cerca de 30 sementes.

Irrigação: a cada 3 dias até o início da frutificação e uma vez por

semana até a maturação. Parar de irrigar quando iniciar a maturação.

Desbaste: eliminam-se os frutos defeituosos.

Adubação em cobertura: 30 dias após o plantio, aplicam-se 20 g por

cova de sulfato de amônio ou nitrocálcio.

Colheita: em torno de 70 dias após o plantio os frutos estão maduros

e podem ser colhi dos. A casca dos frutos maduros tem cor

amarela mais intensa.

COMO COMPRAR

O melão amarelo possui frutos com peso de 1,5 a 2 kg em média,

com casca amarelo canário e polpa de cor branco esverdeado a

creme. A polpa é espessa e suculenta. A casca tem textura que em

algumas variedades torna-se um pouco mais rugosa com o amadurecimento.

Quando colhido verde, o melão fica com o sabor e

aroma muito prejudicados, pois não amadurece adequadamente

fora da planta. Entretanto, avaliar se o melão está maduro com

base somente em sua aparência é um desafio mesmo para os

compradores mais experientes. Na falta de uma dica infalível para

escolher o melhor melão, preste atenção nos seguintes itens para

aumentar as chances de escolher um bom fruto: a casca deve ter

cor amarelo bem forte, sem áreas e faixas verdes que indicam que

o fruto foi colhido antes da época certa; o fruto dever ser firme e

pesado, sem áreas amolecidas e escuras.

COMO CONSERVAR

O melão inteiro pode ser mantido por vários dias em condição

ambiente, em local fresco e ao abrigo de insolação direta. Após ser

cortado, a parte que não foi consumida deve mantida em geladeira.

Envolva o fruto em filme plástico ou coloque os pedaços em uma vasilha

de plástico com tampa. De preferência, mantenha a parte restante

com casca e sementes, o que ajuda a evitar o seu ressecamento. O

melão pode se congelado em pedaços para fazer sucos. Congele diretamente

em embalagens plásticas, em porções individuais. Na hora

do preparo, e só bater os pedaços congelados no liquidificador com

água ou suco de outra fruta, de acordo com a quantidade desejada.

COMO CONSUMIR

A melhor maneira de consumir o melão é simplesmente descascá-lo e

saboreá-lo, do jeitinho que a natureza o preparou. Nessa forma é excelente

no café da manhã ou como sobremesa. Também pode ser adicionado

a saladas ou usado no preparo de sucos. Por ter um sabor suave e

refrescante, ele é uma excelente opção para o preparo de sobremesas

como pavês, tortas, mousses e sorvetes. F Paladares mais ousados devem

experimentar o melão em receitas de pratos salgados como sopas

frias aromatizadas com leite de coco e gengibre, saladas frias e massas.

Sempre lave o fruto em água corrente antes de cortá-lo, evitando assim

que sujeiras presentes na casca contaminem a polpa.

Fonte: Embrapa Hortaliças

Outubro/2018 REVISTA 51


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Roundup TM e Roundup Ready TM são marcas utilizadas sob licença da Monsanto Co. Março / 2014 - Observou-se redução na suscetibilidade e resistência à proteína Cry1F (tecnologias Herculex® I e Optimum® Intrasect®) em populações de

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, TM Marcas registradas ou marcas de serviço da Dow AgroSciences, DuPont ou

Pioneer e de suas companhias afiliadas ou de seus respectivos proprietários.

©2018 PHII


PROMOÇÃO SOCIAL

Cursos para a família cooperativista

O cooperativismo praticado pela Coamo busca a

melhoria da qualidade de vida de seus cooperados

e familiares. Diante desse objetivo, a cooperativa

realiza todos os meses, em parceria com o

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

(Sescoop), cursos sociais para cooperadas,

esposas e filhas de cooperados. São ofertados temas

atuais nas áreas de culinária, artesanato e utilidades

para o lar. Nas fotos abaixo confira alguns

cursos realizados recentemente.

Massas e molhos caseiros, em Boa Esperança (Centro-Oeste do Paraná)

Lanches e sanduíches, em Cândido de Abreu (Centro-Norte do Paraná)

Docinhos para festas, em Cantagalo (Centro-Sul do Paraná)

Doces de padaria, em Ivaiporã (Centro-Norte do Paraná)

Sopas e caldos, em Juranda (Centro-Oeste do Paraná)

Sopas e cremes, em Laguna Carapã (Sudoeste do Mato Grosso do Sul)

Aproveitamento de alimentos, em Santa Maria do Oeste (Centro do Paraná)

Culinária a base de mandioca, em São Domingos (Oeste de Santa Catarina)

Outubro/2018 REVISTA 53


Suflê de

palmito

Ingredientes

Refogado

2 colheres (sopa) Margarina Coamo Extra Cremosa

1/2 cebola picada

3 palmitos cortados em rodelas

2 tomates sem pele e sem sementes

sal e cheiro verde a gosto

Creme

1 xícara de Farinha de Trigo Coamo

2 colheres (sopa) de Margarina Coamo Extra Cremosa

1 ½ xícara de leite

3 ovos

1 lata creme de leite

1 ½ colheres de queijo ralado

sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Refogado: Derreta a margarina e refogue a cebola, o palmito e

os tomates. Tempere com sal e cheiro verde e reserve.

Creme: Em uma panela, derreta a margarina, adicione 1 xícara

de leite, sal, pimenta e as gemas. À parte, dissolva a farinha em

1/2 xícara de leite e misture à panela, mexa em fogo baixo até

endurecer um pouco. Desligue o fogo e adicione o creme de leite, o

refogado de palmito e o queijo ralado. Por último, junte as claras

batidas em neve e misture delicadamente. Despeje em um refratário

untado e leve ao forno preaquecido, asse por aproximadamente 30

minutos. Desligue o forno e sirva a seguir. Se preferir, asse em

ramequins individuais.

54 REVISTA

Outubro/2018

Para mais receitas acesse:

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