Analytica 101

newslab.analytica

REVISTA

Mídia oficial da Instrumentação e

Controle de Qualidade Industrial

Ano 17 - Edição 101 - Jun/Jul 2019

ISSN 1677305-5

R$25,00

9 771677 305002 0 0 1 0 1 >

Microbiologia de

Microbiologia de

Alta performance:

Alta performance:

A Merck Microbiologia tem todas as soluções para você. de

A Merck tem todas as soluções para você.

Alta performance

A Merck tem todas as soluções para vo

Veja nesta edição:

Veja nesta edição:

• A aplicação correta do monitoramento de higiene

em

• A

superfícies

aplicação correta

e águas

do

de

monitoramento

enxague de CIP.

de higiene


em

Gestão

superfícies Veja de higiene nesta e águas edição: para

de

controle

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Controle

Gestão de

microbiológico

higiene para controle

para validação

de alergênicos.

de higiene.

• Controle • A microbiológico aplicação correta para do validação monitoramento de higiene. de higi

em superfícies e águas de enxague de CIP.

• Gestão de higiene para controle de alergênicos.

• Controle microbiológico para validação de higie


REVISTA

Ano 17 - Edição 101 - Jun/Jul 2019

EDITORIAL

Chegamos a mais uma edição da Revista Analytica, cuidadosamente organizada para trazer ao leitor

pesquisa, ciência e mercado em um só material. Nesta edição, contamos com dois artigos de extrema

relevância: o primeiro sobre síntese de ligas com fase icosaedral e mecanismos para sua obtenção, e o

segundo sobre a atividade fúngica do Bidens pilosa contra a bactéria Candida albicans. Todos os artigos

são acompanhados de nosso complemento normativo, extremamente importante para os cuidados legais

na produção industrial. Complementando o importante debate da microbiologia e do controle de qualidade

industrial, a seção Microbiologia reforça a temática do controle microbiológico nas produções industriais,

bem como as exigências de órgãos regulatórios nacionais e internacionais. Na seção de Espectrometria

de Massas, tema retratado na edição nº 96 é aprofundado trazendo importantes questões acerca da

função do analisador eletromagnético. Na seção de Análises de Minerais, um dos debates mais em voga

atualmente chega à nossa revista: a inteligência artificial e as perspectivas do seu uso em amplos setores

industriais. Em Metrologia, o presidente da Sociedade Brasileira de Metrologia traz também um debate

cada dia mais vivo no ramo: a indústria 4.0 e a metrologia em meio aos avanços. Tudo isso acompanhado

de nossa agenda com eventos e cursos, somado ao que há de melhor no mercado industrial e no que

tange o controle de qualidade.

Boa leitura!

Amanda Navarro

Esta publicação é dirigida a laboratórios analíticos e de controle de qualidade dos setores:

FARMACÊUTICO | ALIMENTÍCIO | QUÍMICO | MINERAÇÃO | AMBIENTAL | COSMÉTICO | PETROQUÍMICO | TINTAS

Os artigos assinados sâo de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente a opinião da Editora.

Fale com a gente

Comercial | Para Assinaturas | Renovação | Para Anunciar: Daniela Faria | 11 98357-9843 | assinatura@revistaanalytica.com.br

11 3900-2390 | Dúvidas, críticas e ou sugestões, entre em contato, teremos prazer em atendê-lo.

Expediente

Realização: DEN Editora

Conselho Editorial: Sylvain Kernbaum | revista@revistaanalytica.com.br

Jornalista Responsável: Amanda Navarro | redação@newslab.com.br

Publicidade e Redação: Daniela Faria | 11 98357-9843 | assinatura@revistaanalytica.com.br

Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.br

Produção de conteúdo: Hdesign Comunicação - arte@hdesign.com.br

Impressão: Gráfica Vox | Periodicidade: Bimestral

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

3


Al 63 Cu 25 Fe 12

Al

20

15

Fe

Cu

Cu

Cu

5

Fe

Cu

Fe

Fe

O

O

O Cu

Au

Au

Au

0

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000

Energia(keV)

Contagem(cps)

Figura 3. Espectro obtido por EDS ilustrando os picos de emissão de raios-x dos

elementos químicos constituintes na amostra na Al63Cu25Fe12.

Ano 17 - Edição 101 - Jun/Jul 2019

3.2 Microscopia eletrônica de varredura/Espectroscopia de energia dispersiva-

MEV/EDS

A liga quasicristalinas Al63Cu25Fe12 sem tratamento térmico, no seu estado bruto

de fusão, observado no microscópio eletrônico de varredura (MEV) com os picos de

emissão de raios-x dos elementos químicos (Al, Cu e Fe) constituintes na amostra de

Al63Cu25Fe12, ilustrado nas Figuras 2 e 3 abaixo.

Figura 2. Liga quasicristalina Al63Cu25Fe12 obtidas no MEV.

REVISTA

GC-IR DiscovIR System

GC-IR DiscovIR System

+

Artigo 1 12

ÍNDICE

03 Editorial

10 Agenda

O poder de separação de um GC

aliado ao poder de caracterização

O poder de separação de um GC

de um Infra vermelho

aliado ao poder de caracterização

de Análise um Infra direta vermelho através da deposição

do eluente do GC em um disco de

Análise direta através da deposição

ZnSe criogênico

do eluente do GC em um disco de

ZnSe criogênico

Obtenção e caracterização caracterização da fase

icosaedral do sistema Al-Cu-Fe

10

Autores

Nascimento, L.1*; Melnyk, A.2

Artigo 2 18

Avaliação da atividade antifúngica

da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Autores

OLIVEIRA, M.L.¹* ; PEREIRA, A.S.¹ ; RODRIGUES, K.M.¹ ; FRANÇA,

Ano 17 - Edição 101 - Jun/Jul 2019

R.F.¹; ASSIS, I.B.¹

Microbiologia de

Microbiologia de

Alta performance:

Alta performance:

A Merck Microbiologia tem todas as soluções para você. de

A Merck tem todas as soluções para você.

Alta performance:

A Merck tem todas as soluções para você.

Veja nesta edição:

Veja nesta edição:

• A aplicação correta do monitoramento de higiene

em

• A

superfícies

aplicação correta

e águas

do

de

monitoramento

enxague de CIP.

de higiene


em

Gestão

superfícies Veja de higiene nesta e águas edição: para

de

controle

enxague

de

de

alergênicos.

CIP.


Controle

Gestão de

microbiológico

higiene para controle

para validação

de alergênicos.

de higiene.

• Controle • A microbiológico aplicação correta para do validação monitoramento de higiene. de higiene

em superfícies e águas de enxague de CIP.

• Gestão de higiene para controle de alergênicos.

• Controle microbiológico para validação de higiene.

Matéria de Capa 24

Gestão de Higiene:

Entendendo a aplicação

dos três métodos de

swabs de superfícies.

26 Espectrometria

de Massa

28 Análise de

Minerais

6

REVISTA ANALYTICA - ABR/MAI 19

Microbiologia 30

Metrologia 32

Em foco

Científico 34

36 Informe

Científico

38 Em Foco


Las do Brasil 31

REVISTA

Ano 17 - Edição 101 - Jun/Jul 2019

PUBLIQUE NA ANALYTICA

Índice remissivo de anunciantes

ordem alfabética

Anunciante

pág

Analítica LAB 11

Arena Técnica 17

BCQ Consultoria e Qualidade Ltda 48

Bio Nutrientes 15

Bio Scie 02

Feira Analítica 45

Greiner Bio-One 43

Anunciante

pág

Las do Brasil 41

Livro Atlas 33

Livro Progelab 33

Merck 1

Nova Analítica 7

Prime Cargo 47

Veolia 4 - 5

Normas de publicação para artigos e informes assinados

A Revista Analytica, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas

para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato

com a redação.

Informações aos Autores

Bimestralmente, a revista Analytica

publica editoriais, artigos originais, revisões,

casos educacionais, resumos

de teses etc. Os editores levarão em

consideração para publicação toda e

qualquer contribuição que possua correlação

com as análises industriais, instrumentação

e o controle de qualidade.

Todas as contribuições serão revisadas

e analisadas pelos revisores.

Os autores deverão informar todo e

qualquer conflito de interesse existente,

em particular aqueles de natureza

financeira relativo a companhias interessadas

ou envolvidas em produtos

ou processos que estejam relacionados

com a contribuição e o manuscrito

apresentado.

Acompanhando o artigo deve vir o

termo de compromisso assinado por

todos os autores, atestando a originalidade

do artigo, bem como a participação

de todos os envolvidos.

Os manuscritos deverão ser escritos

em português, mas com Abstract detalhado

em inglês. O Resumo e o Abstract

deverão conter as palavras-chave

e keywords, respectivamente.

As fotos e ilustrações devem preferencialmente

ser enviadas na forma

original, para uma perfeita reprodução.

Se o autor preferir mandá-las por e-

-mail, pedimos que a resolução do

escaneamento seja de 300 dpi’s, com

extensão em TIF ou JPG.

Os manuscritos deverão estar digitados

e enviados por e-mail, ordenados

em título, nome e sobrenomes completos

dos autores e nome da instituição

onde o estudo foi realizado. Além disso,

o nome do autor correspondente, com

endereço completo fone/fax e e-mail

também deverão constar. Seguidos

por resumo, palavras-chave, abstract,

keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais

e Métodos, Parte Experimental,

Resultados e Discussão, Conclusão)

agradecimentos, referências bibliográficas,

tabelas e legendas.

As referências deverão constar no

texto com o sobrenome do devido autor,

seguido pelo ano da publicação,

segundo norma ABNT 10520.

As identificações completas de cada

referência citadas no texto devem vir

listadas no fim, com o sobrenome do

autor em primeiro lugar seguido pela

sigla do prenome. Ex.: sobrenome, siglas

dos prenomes. Título: subtítulo do

artigo. Título do livro/periódico, volume,

fascículo, página inicial e ano.

Evite utilizar abstracts como referências.

Referências de contribuições ainda

não publicadas deverão ser mencionadas

como “no prelo” ou “in press”.

Esta publicação é dirigida a laboratórios analíticos e de controle de qualidade dos setores:

FARMACÊUTICO | ALIMENTÍCIO | QUÍMICO | MINERAÇÃO | AMBIENTAL | COSMÉTICO | PETROQUÍMICO | TINTAS

Os artigos assinados sâo de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente a opinião da Editora.

Observação: É importante frisar que a Analytica não informa a previsão sobre quando o artigo será publicado.

Isso se deve ao fato que, tendo em vista a revista também possuir um perfil comercial – além do técnico cientifico

-, a decisão sobre a publicação dos artigos pesa nesse sentido. Além disso, por questões estratégicas, a revista é

bimestral, o que incorre a possibilidade de menos artigos serem publicados – levando em conta uma média de três

artigos por edição. Por esse motivo, não exigimos artigos inéditos – dando a liberdade para os autores disponibilizarem

seu material em outras publicações.

8

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Conselho Editorial

Carla Utecher, Pesquisadora Científica e chefe da seção de controle Microbiológico do serviço de controle de Qualidade do I.Butantan - Chefia Gonçalvez Mothé, Prof ª Titular da Escola de Química

da Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Elisabeth de Oliveira, Profª. Titular IQ-USP - Fernando Mauro Lanças, Profª. Titular da Universidade de São Paulo e Fundador do

Grupo de Cromatografia (CROMA) do Instituto de Química de São Carlos - Helena Godoy, FEA / Unicamp - Marcos E berlin, Profª de Química da Unicamp, Vice-Presidente das Sociedade Brasileira de

Espectrometria de Massas e Sociedade Internacional de Especteometria de Massas - Margarete Okazaki, Pesquisadora Cientifica do Centro de Ciências e Qualidade de Alimentos do Ital - Margareth

Marques, U.S Pharmacopeia - Maria Aparecida Carvalho de Medeiros, Profª. Depto. de Saneamento Ambiental-CESET/UNICAMP - Maria Tavares, Profª do Instituto de Química da Universidade de

São Paulo - Shirley Abrantes Pesquisadora titular em Saúde Pública do INCQS da Fundação Oswaldo Cruz - Ubaldinho Dantas, Diretor Presidente de OSCIP Biotema, Ciência e Tecnologia, e Secretário

Executivo da Associação Brasileira de Agribusiness.

Colaboraram nesta Edição:

Eduardo Pimenta Almeida de Melo, Luciano Nascimento, Anastasiia Melnyk, Oliveira ML, Pereira AS, Rodrigues KM, França RF, Assis IB, Arena Técnica, Oscar

Vega Bustillos, Américo Tristão, Claudio Kiyoshi Hirai,

ENVIE SEU TRABALHO

Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço:

A/C: Amanda Navarro – redação

Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 412 - 01407-000 - São Paulo-SP

Ou por e-mail: editoria@revistaanalytica.com.br

Para outras informações acesse: http://www.revistaanalytica.com.br/publique/

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

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REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR 19

http://iopscience.iop.org/article/10.1088/0957-0233/17/10/R01/meta

https://www.bipm.org/utils/common/pdf/SI-statement.pdf

https://phys.org/news/2017-04-paving-redefinition-temperature.html

https://www.ptb.de/cms/en/ptb/fachabteilungen/abt7/fb-74/ag-743/new-

http://iopscience.iop.org/journal/0026-1394/page/Focus_on_the_Boltzmann_Constant

https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/work_packages/WP2/

introduction/DCGT_method.htm

https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/work_packages/WP3/

introduction/WP3_project_description.htm

https://www.bipm.org/utils/common/pdf/CC/CCT/Redefinition_of_the_

kelvin_2016.pdf

Referências

https://www.nist.gov/pml/redefining-kelvin

REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR 19

30

10

30

Metrologia

REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR JUN/JUL 19

agenda

tir que a pureza do gás hélio utilizado fosse melhor do

por bilhão.

que 99,99999 %. Além disso, o melhor padrão do PTB

tidão, sendo a incerteza de medição de poucas partes

-determination-of-boltzmanns-constant.html

para medições pressão, que se baseia em balanças

Agenda 2019

de capacitância podem ser realizadas com grande exa-

de pressão, teve que ser melhorado. Isto é, investiu-se

específica, medir também a temperatura. As medições

na determinação da área efetiva de conjunto pistão-

meio de medições elétricas, assim como, via massa

-cilindro utilizado em balança de pressão de referência

massa específica do hélio a uma dada pressão por

com incerteza extremamente reduzida. Maiores detalhes

sobre a metodologia utilizando o termômetro a gás

https://www.significados.com.br/temperatura/

variar a capacitância dos capacitores do termômetro

http://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-e-temperatura.htm

e, consequentemente, tornar possível a determinação

de constante dielétrica podem ser encontrados no seguinte

link da internet:

querida.

https://studybay.com/blog/boltzmann-constant/

Este termômetro especial explora o fato do gás hélio

https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/

giu 1,9 ppm e que, portanto, atendeu à exatidão re-

work_packages/WP2/introduction/DCGT_method.htm

termometria a gás de constante dielétrica que atin-

Esses desenvolvimentos, que são únicos em todo

o PTB lançou em 2007 seu com na

projeto o base

através escalas ITS-90 PLTS-2000.

definidas

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e

de Por

das

XXII Simpósio Nacional de Bioprocessos o mundo, e XIII disso,

igualmente

de temperatura igualmente

só foram Simpósio bem sucedidos termodinâmica de graças e a a projetos

de cooperação método incertezas

alcançasse dentro meio descrição do PTB (especialmente

medição

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de Biomassas

independente

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métodos

Outra

para

estipulava

da

que

de

seção,

no entanto,

por primários

condição,

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grupos trabalho em suporte "Pressão" e sua do em

"Padrões Geométricos"), description.htm

realização

a redefinição, a assim como graças à a cooperação

internacional em work_packages/WP3/introduction/WP3_project_

larga escala, envolvendo

Local: Uberlândia, orientação Com Minas Gerais.

sobre

energia cinética extremas.

pode Site: ser https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/

https://2019.sinafermsheb.com.br/?utm_source=galoa-agenda&utm_medium=page&utm_

medida pela determinação SI, especialmente em temperaturas

diferentes Institutos Nacionais de ratura Metrologia.

pressão ao do gás. campaign=galoa-event-5678

Isso internet:

pode ser feito por meio um rastreáveis

O valor medições atual da de tempe-

técnicas constante que de Boltzmann é de

tornem

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encontradas seguinte

e as gás link acústico.

1,380649·10-23 da

podem ser joules desenvolvimento de por kelvin (J·K-1). novas gicas As e

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o

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Engenharia A restrições redefinição Alimentar do kelvin tecnoló-

não causa efeito imediato na

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Data: 1 a 4 de julho

prática kelvin.

da medição ou na rastreabilidade das medições de

Consultivo de Termometria (CCT) para a redefinição Estados Unidos atingiram Uma uma definição incerteza que não dependa de qualquer

lhorias. de medição de

Local: A redefinição estabelece as bases para futuras me-

Faro, Portugal.

temperatura e, para muitos usuários, isso passará despercebido.

1 ppm (uma

menos de 1 ppm (uma assim a primeira condição estabelecida pelo Comitê

parte por milhão), preenchendo

Site: https://www.cibia-2019.org/ cebido.

parte por milhão), preenchendo redefinição estabelece menos as bases de para futuras melhorias.

Uma definição que não dependa medições de de qualquer

desper-

temperatura

incerteza

e, Consultivo de

para de medição de

Estados Unidos Termometria muitos

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passará

kelvin.

França,

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da

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ou

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da de das Infectologia Inglaterra, substância (Infecto Itália, (água, por 2019) exemplo) e kelvin de restrições tecnológicas

medições correspondentes realizadas nos permite o desenvolvimento de novas e mais (J·K-1). exatas

não

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Maiores causa informações Data: 10 sobre e

efeito imediato na

13 de o A

setembro termômetro redefinição

de 2019

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do a gás

acústico 1,380649·10-23 podem a ser joules por

gás

kelvin

acústico. Local: encontradas Belém do Pará no seguinte link termômetro da

de técnicas que permitam e tornem as Boltzmann é de

O medições valor atual de temperatura

gás. Isso pode ser feito rastreáveis ao SI, por especialmente em meio

da um

constante internet: pressão Informações: do http://www.infecto2019.com.br/

Metrologia.

Nacionais temperaturas

energia ser

diferentes

medida

de https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/

pela

Institutos

determinação da

cinética pode

em larga escala, extremas. internacional envolvendo

peração work_packages/WP3/introduction/WP3_project_

como 53º graças Congresso à Brasileiro coo-

de Patologia Com Clínica a redefinição, / Medicina a orientação Laboratorial sobre "Padrões a Geométricos"), realização

assim description.htm

prática do kelvin dará com suporte os à dois sua grupos ampla disseminação,

por meio da descrição de métodos primários para

trabalho Outra em condição, "Pressão" Data: e no em

entanto, 24 a 27/09 estipulava que um segundo

método independente Local: tos Centro de de cooperação alcançasse dentro Convenções do incertezas

PTB Sulamérica (especialmente

RJ

a medição o mundo, só foram bem sucedidos graças a proje-

de termodinâmica temperatura e igualmente

de medição igualmente Informações: pequenas. http://congresso.sbpc.org.br/2019/

Por conta disso,

todo em únicos são que desenvolvimentos, Esses através das escalas definidas ITS-90 e PLTS-2000.

o PTB lançou em 2007 o seu projeto com base na

work_packages/WP2/introduction/DCGT_method.htm

termometria a gás Cursos de constante dielétrica que atingiu

1,9 ppm e que, portanto, atendeu à exatidão re-

https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/

Sociedade Brasileira de Metrologia Referências

internet: da link guinte (SBM)

querida.

https://www.nist.gov/pml/redefining-kelvin

se-

no encontrados ser podem dielétrica constante de Este termômetro Cursos especial presenciais: explora o fato do gás hélio https://studybay.com/blog/boltzmann-constant/

gás a termômetro o utilizando metodologia a sobre lhes variar a capacitância Calibração dos capacitores de Instrumentos-Área do termômetro Dimensional https://www.significados.com.br/temperatura/

(16h): 4 e 5 de julho

deta-

Maiores reduzida. extremamente incerteza com e, consequentemente, Estimativa tornar de possível Incerteza a determinação Medição (16h): 11 http://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-e-temperatura.htm

e 12 de julho

referência de pressão de balança em utilizado -cilindro da massa específica Confiabilidade do hélio a uma Metrológica dada pressão (8h): 19 por de julho https://www.bipm.org/utils/common/pdf/CC/CCT/Redefinition_of_the_

pistão-

conjunto efetiva área da determinação na meio de medições

kelvin_2016.pdf

Cursos elétricas, à distância: assim como, via massa

investiu-se é, Isto melhorado. ser que teve pressão, de https://phys.org/news/2017-04-paving-redefinition-temperature.html

específica, medir Fundamentos também a temperatura. da Metrologia: As 1 medições a 9 de julho

balanças em baseia se que pressão, medições para https://www.ptb.de/cms/en/ptb/fachabteilungen/abt7/fb-74/ag-743/newde

capacitância podem

Validação

ser

de

realizadas

Métodos

com

de Ensaio:

grande

1

exatidão,

sendo a incerteza de medição de poucas partes

PTB do padrão melhor o disso, Além %. 99,99999 que a 11 de julho -determination-of-boltzmanns-constant.html

do melhor fosse utilizado hélio gás do pureza a que tir Avaliação da Conformidade: 8 a 18 de julho https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/work_packages/WP3/

por bilhão.

introduction/WP3_project_description.htm

Porém, para se Incerteza atingir tal de exatidão, Medição: 8 tudo a 24 deve julho estar https://bscw.ptb.de/pub/bscw.cgi/d188630/text/work_packages/WP2/

em perfeita sintonia. Controle Isto é, de prezando Instrumentos pela de obtenção Medição: da 22 de introduction/DCGT_method.htm

julho até 1 de agosto

menor incerteza possível Sistema na de determinação Gestão Qualidade constante Laboratorial NBR http://iopscience.iop.org/journal/0026-1394/page/Focus_on_the_Boltzmann_Constant

ISO/IEC 17025:2017: 22 de julho até 7 de agosto

de Boltzmann, houve a necessidade de se determinar

em altas pressões (até 7 MPa) as propriedades dos materiais

dos capacitores do referido termômetro e garan-

http://iopscience.iop.org/article/10.1088/0957-0233/17/10/R01/meta

https://www.bipm.org/utils/common/pdf/SI-statement.pdf

Parte principal do termômetro a gás de constante dielétrica do PTB

Metrologia

em altas pressões (até 7 MPa) as propriedades dos materiais

dos capacitores do referido termômetro e garan-

menor incerteza possível na determinação da constante

de Boltzmann, houve a necessidade de se determinar

Porém, para se atingir tal exatidão, tudo deve estar

em perfeita sintonia. Isto é, prezando pela obtenção da

Parte principal do termômetro a gás de constante dielétrica do PTB

A RDC nº 234, de 20 de Junho

de 2018 autoriza as Indústrias

Farmacêuticas 280 a terceirizarem as

análises de MATÉRIAS-PRIMAS

ÍNDICE

Terceirize suas análises com o laboratório Reblas

de maior escopo de ensaios específicos em

matérias-primas do país.

Contamos com profissionais qualificados, estrutura

de mais de 1.600m² de área útil de laboratórios e um

parque de mais de 280 equipamentos para atuação

em análises Físico-químicas e Microbiológicas com

área limpa.

Análises Físico-químicas e Microbiológicas:

- Efluentes e águas tratadas.

- Completo. Alimentos. Ganhe em Segurança, Prazo e Preço.

- Ambientais.

- Cosméticos.

- Correlatos.

- Medicamentos.

Estudos de Equivalência Farmacêutica para Registros

Veterinário para de Registros e de Produtos.

Produtos.

Humano

Estudos de Estabilidade de Medicamentos de Estudos de Estabilidade de Medicamentos de Uso Uso

Humano e Veterinário para Registros de Produtos.

- Medicamentos.

- Correlatos.

Centralize suas Rotinas em um Laboratório com

Cosméticos.

-

Capacidade de Analisar as

-

monografias

Ambientais.

por

Alimentos.

- Completo. Ganhe em Segurança, Prazo e Preço.

REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR JUN/JUL 19

31

Centralize suas Rotinas em um Laboratório com

Capacidade de Analisar as monografias por

Estudos de Equivalência Farmacêutica para Registros

de Produtos.

Análises Físico-químicas e Microbiológicas:

- Efluentes e águas tratadas.

área limpa.

parque de mais de 280 equipamentos para atuação

em análises Físico-químicas e Microbiológicas com

Contamos com profissionais qualificados, estrutura

de mais de 1.600m² de área útil de laboratórios e um

matérias-primas do país.

Terceirize suas análises com o laboratório Reblas

de maior escopo de ensaios específicos em

análises de MATÉRIAS-PRIMAS

Farmacêuticas a terceirizarem as

280

100

95

75

25

11 31

A RDC nº 234, de 20 de Junho

de 2018 autoriza as Indústrias

5

0


artigo 1

Obtenção e caracterização

caracterização da fase

icosaedral do sistema Al-Cu-Fe

3.2 Microscopia eletrônica de varredura/Espectroscopia de energia dispersiva-

MEV/EDS

A liga quasicristalinas Al63Cu25Fe12 sem tratamento térmico, no seu estado bruto

de fusão, observado no microscópio eletrônico de varredura (MEV) com os picos de

emissão de raios-x dos elementos químicos (Al, Cu e Fe) constituintes na amostra de

Al63Cu25Fe12, ilustrado nas Figuras 2 e 3 abaixo.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Contagem(cps)

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Imagem Ilustrativa

Autores

Nascimento, L.1*; Melnyk, A.2

1 *Departamento de Física - DF/CCT-UEPB.

Cidade Universitária- Caixa Postal: 791-CEP: 58429-500,Campina Grande-

PB,Brasil.

2 Departamento de Educação- CCHLA – UFPB.

Castelo Branco, Cidade Universitária-Campus I,CEP: 58051-970,João

Pessoa-PB,Brasil.

E-mail: luciano.uepb@gmail.com1*

3.1 Difratograma de Raios-X

o da ciência dos materiais ligados a metalurgia

O espectro de Difratometria 3. RESULTADOS de Raios-X E DISCUSSÃO da amostra com estequiometria

cipais tópicos de interesse no campo da ciência dos materiais ligados a metalurgia

Al63Cu25Fe12

ó.

a formação da fase está quasicristalinas ilustrado 3.1 no Figura Difratograma sistema 1, no estado de Raios-X bruto de fusão. Observa-se, no

da liga existe pequena variação da indicates that during alloy synthesis

ergia difratograma O presente

(moinho

trabalho

planetário) as visa seguintes investigar

durante fases: 5

a formação

horas. A

O fase espectro da cúbica fase quasicristalinas de composição do Difratometria tipo ideal. no β-Al(Fe,Cu) Os sistema resultados de Raios-X in-dicam que ligas com alto percentual composition. The results indicate

ɸ–fase there da is amostra little variation com of the estequiometria

ideal

aracterísticas morfológicas e estruturais da liga

3Cu25Fe12 quasicristalina, por Figura moagem 2. que Liga quasicristalina trata-se de alta energia de (moinho obtidas no MEV. planetário) durante 5 horas. A

Al63Cu25Fe12 uma solução está sólida ilustrado de com fase icosaedral estrutura na Figura podem cúbica 1, ser no obtidas

por e estruturais fundição da liga

λ-Al13Fe4 isomorfa

isomorfa estado that bruto alloys da with de high fusão. percentage Observa-se, of no

ficadas foram investigadas no presente estudo,

estrutura tificação de do fases cloreto quasicristalinas, de césio características (CsCl) e a morfológicas fase

ao ar.

icosahedral phase can be obtained

é totalmente

X (XRD), microscopia eletrônica Resumo difratograma as seguintes

de varredura

Palavras-chave: fases: Fase fase Icosaedral;

Caracterização; a presença Quasicristal Keywords: lcosahedral Phase;

cúbica by do casting tipo in the β-Al(Fe,Cu) air. e ɸ–fase

3Cu25Fe12 convencionalmente Al 63

Cu 25

Fe 12

solidificadas foram investigadas no presente estudo,

monoclínica [5]. Para a O liga presente de composições trabalho teve como

20

Al63Cu25Fe12

izando

ersiva (EDS).

técnicas

Além

de difração

disso, de

estabilidade quasicristalina,

raios X (XRD),

térmica que trata-se de uma solução das fases sólida β-Al (Fe,

objetivo caracterizar a microestrutura

da fase icosaedral com a (ɸ–fase ɸ-fase quasi-

quasicristalina, que depende de processos 63Cu25Fe12.

microscopia Al63Cu25Fe12.

eletrônica de varredura

Characterization; com estrutura Quasicrystal cúbica isomorfa Al- da

ém Cu) é avaliado. e λ-Al13Fe4 15

coexistem

M) e espectroscopia de energia dispersiva estrutura (EDS). do Além cloreto disso, de a estabilidade césio (CsCl) térmica e a fase λ-Al13Fe4 isomorfa é totalmente

cristalina) do sistema com composição

estequiométrica também monoclínica Este é resultado avaliado.

quasicristal [5]. também Para a The liga sugere present de composições que work a aimed fase to β-Al(Fe,Cu) char-

Al63Cu25Fe12 1.INTRODUÇÃO

é a presença das fases β-Al (Fe,

ABSTRACT

cinéticos 10 Cu

fases presente e termodinâmicos.

Fenos pós moídos

Cu Al63Cu25Fe12. A liga ternária com acterize the microstructure of the As fases quasicristalinas são

formada diretamente

Cu

5

Fe

Cu Fe

Fe composição

a partir da Cu) nominal

fase e líquida λ-Al13Fe4 de Al63Cu-

[6]. coexistem icosahedral com phase a ɸ-fase (ɸ-quasicrystalline

phase) of the system with stoi-

intermetálicos que exibem sime-

quasicristalina, uma nova que classe depende compostos de processos

O O CuO

Au Au Au

Além 0 disso, a 25Fe12 fase β foi transforma processada por abaixo Moagem de 750°C para formar as fases λ e β, que

ós MATERIAIS de alumínio E (pureza-99,99%), MÉTODOS de Alta Energia cinéticos

cobre (MAE), e

(purezacomposição

como termodinâmicos. um chiometric Este composition resultado of the quasicrystal

Al63Cu25Fe12. The ternary

também trias sugere rotacionais que proibidas a fase convencionalmente

a em seus padrões de

β-Al(Fe,Cu) é

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000

são soluções sólidas método induzidas Energia(keV) viável de pela processamento solubilidade no de Cu e Fe. Na liga Al63Cu25Fe12,

No experimento, 3. RESULTADOS estequimétrica

foram utilizados

nominal formada

E DISCUSSÃO

pós

(expressos diretamente a

estado sólido para de a alumínio produção (pureza-99,99%), de

alloy partir with da nominal fase líquida composition [6]. of

cobre (pureza- difração, que são incompatíveis

formação damente

9%) Figura e ferro

pesados, da fase

3. Espectro (pureza-99,55%) obtido utilizando-se icosaedral é

por EDS ilustrando com

uma resultado

composição os picos balança de uma reação

Al63Cu25Fe12

peritética

was

entre

processed

a fase

by

várias fases quasicristalinas Além metaestáveis

de emissão estequimétrica disso, de raios-x a primária β-

dos High fase Energy nominal β transforma Milling (expressos (MAE) abaixo as a viable

solid bruta state

de 750°C com a para periodicidade formar translacional. as fases λ e β, que

isão OS da E 3.1 DISCUSSÃO

ordem Difratograma elementos

de 10

químicos -4 g. Usou-se

constituintes de e Raios-X estáveis. A caracterização

A fase icosaédrica foi descoberta

Cu pela e primeira Fe. Na vez liga em 1984 Al63Cu25Fe12, por a

um

na amostra

moinho

na Al63Cu25Fe12.

Al %)(Fe, de Cu) com o de

Al63Cu25Fe12 foram líquido 3. devidamente RESULTADOS remanescente. pesados, A E amostra utilizando-se DISCUSSÃO uma de processing

balança fusão, method

estrutural das são amostras soluções obtidas sólidas foi

de composição

for induzidas producing pela various solubilidade metastable de

om

MADZU

jarras cilíndricas O espectro

modelo Ay

de realizada

220,

77 mm de de por

precisão

diâmetro Difratometria difração

da ordem

por de raios-X de Raios-X da amostra com estequiometria

Schechtman numa liga Al86Mn14

ma Al63Cu25Fe12, de Raios-X apresentou picos associados à de fase 10 -4 g. monoclínica and Usou-se stable um quasicrystalline moinho λ-Al13Fe4, phases.

Raios-X da amostra (DRX) com e 3.1 Microscopia formação Difratograma estequiometria Eletrônica da fase de icosaedral Raios-X é resultado de uma possivelmente reação solidificada peritética rapidamente entre a [1]. fase primária β-

The structural characterization of

mm

planetário

de Al63Cu25Fe12 diâmetro),

Frittsch

sendo

Pulverisette está ambas, ilustrado 5

esferas

com jarras

e na jarras

devido

Figura

ctro de a um Difratometria maior percentual Varredura (MEV),

de Raios-X de enquanto ferro da cilíndricas e a alumínio composição

fusão. elementar Al Observa-se, (Fe, O dos espectro Cu) elementos no com de o líquido the obtained

1,

amostra de no 77 estado

com mm estequiometria

de bruto diâmetro de por fusão. Observa-se, Estes materiais no podem ser fabricados

amostra bruta por Moagem de com fusão, de estequiometria

Alta de Energia composição

no estado bruto de na liga. Pode-se perceber que, além

Difratometria remanescente. samples was

de Raios-X A performed

by X-ray diffraction (XRD) da amostra

mm de difratograma altura e esferas (20, as 12 seguintes e 7 mm de fases: diâmetro), fase sendo cúbica ambas, do esferas tipo e jarras

dos

β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

stá ilustrado picos associados na Figura químicos à fase 1, Al, no cúbica e estado foram β-Al(Cu,Fe), bruto determinados

pela técnica de Espectrosco-

bruto de fusão. Observa-se, no

de anteriormente fusão. and Scanning Observa-se, Electron comentado, Microscopy no uma (MAE), maior solidificação rápida ou convencional

(Melt-spinning),

tungstênio.

se cúbica microestrutural tipo e espectro β-Al(Fe,Cu)

Al63Cu25Fe12 de

Al63Cu25Fe12,

energia e dos ɸ–fase está apresentou ilustrado na picos Figura associados 1, no à estado fase monoclínica

definição

quasicristalina, que trata-se de uma solução (SEM), sólida while com the elemental estrutura composition

quasicristalina-ɸ of the e ɸ–fase [7].

λ-Al13Fe4,

Deposição

possivelmente

cúbica isomorfa da

s

A

realizados sólida seguintes dos com

identificação

utilizando-se picos fases: estrutura referentes pia

das fases

as

de fase técnicas cúbica raios cúbica X a por

e difratograma devido

análise fase isomorfa energia

microestrutural

difração icosaedral a do um dispersiva

as

tipo da maior e

seguintes

β-Al(Fe,Cu) a percentual fase

e espectro fases: de chemical ferro elements

de energia fase e

dos cúbica alumínio Al,

do na tipo liga. Física Pode-se Vapores

β-Al(Fe,Cu) perceber (PVD) e por

ɸ–fase que, além

estrutura do cloreto (EDS). De acordo de césio com os (CsCl) resultados e a Fe fase and λ-Al13Fe4 Cu were determined isomorfa by the Processamento de Plasma (PP). Os

é totalmente

a nica que entos fase de trata-se químicos

varredura λ-Al13Fe4 de liga

(SEM) uma quasicristalinas isomorfa de solução XRD, e espectroscopia sólida realizados com de

quasicristalina, dos padrões é picos totalmente de difração associados utilizando-se que

estrutura da trata-se technique à as cúbica fase de técnicas cúbica uma of isomorfa X-ray de solução difração β-Al(Cu,Fe), spectroscopy da

sólida by com anteriormente quasicristais têm

estrutura comentado, muitas propriedades

β-Al atraentes, (Fe, como alta dureza,

cúbica isomorfa uma da maior

loreto raios

X foram monoclínica

X de (XRD),

feitas césio utilizando-se [5]. liga Para Al63Cu25Fe12

microscopia (CsCl) um a

e eletrônica difratômetro liga de composições mostraram λ-Al13Fe4 varredura

de

a Al63Cu25Fe12 dispersive energy a (EDS). presença According das fases

s Al63Cu25Fe12 a presença estrutura das das definição fases β-Al do dos (Fe, cloreto (Fe, 63 Cu) picos 25 e Fe (SEM) de

isomorfa

12

referentes to césio the e results espectroscopia (CsCl) a é fase of totalmente XRD, icosaedral e the a de diffraction

140

fase e a fase baixas quasicristalina-ɸ condutividades λ-Al13Fe4 isomorfa elétrica é [7]. totalmente e

rgia

om

dispersiva

radiação Cu) e CuKα λ-Al13Fe4 (EDS).

(

A

λ= λ-Al13Fe4 análise

coexistem 1,5406Å),

DRX coexistem passo

foram

com com feitas

de a a ɸ-fase

]. Para a liga de composições Al63Cu25Fe12 a utilizando-se

quasicristalina, patterns of Al63Cu25Fe12

presença das um fases difratômetro

que (Fe, de

depende showed de térmica, processos baixa energia superficial,

quasicristalina, que quasicristalina depende monoclínica em de regime processos [5]. termodinâmico.

ɸ-fase Finalmente,

Para a liga the de presence composições of β-Al (Fe, Al63Cu25Fe12 Cu) and acompanhadas a presença de das baixo fases coeficiente β-Al (Fe,

ca

(2-theta)

SIEMENS, cinéticos variando

Modelo e de termodinâmicos. 120 20°

D-5000,

a 120°.

com

A

radiação

análise Este resultado CuKα ( também λ= 1,5406Å), sugere passo que de a fase β-Al(Fe,Cu) é

4 coexistem

etrônico

12 com a -Al quasicristalina, a análise elementar

indica que durante quasicristalina, que depende de processos

λ-Al13Fe4 phases coexist with the de atrito, alta resistência à oxidação

o também sugere que a fase que depende de processos

edura 0,01°/s,

de varredura

em uma

LEO,

faixa

modelo Cu) 13

Fe β-Al(Fe,Cu) e 4

de 2θ (2-theta)

1430, λ-Al13Fe4 com coexistem é com a ɸ-fase

formada diretamente 100 -Al(Fe,Cu) a partir da fase variando

a síntese thermodynamic ɸ-phase Al quasicrystalline.

a fase Finally, β-Al(Fe,Cu) elemental é analysis

63

Cu 25

Fe 12 e corrosão, e propriedades ópticas

líquida 140 de [6]. 20° a 120°. A análise

V/EDS

elo

odinâmicos.

7353

foi

acoplada,com

Este resultado

realizada microscópio

uma -Fase cinéticos tensão

também quasicristalina

eletrônico

entre e termodinâmicos. 5

sugere

de

e

que [6].

Além disso, a fase β transforma varredura abaixo LEO, Este

de modelo resultado

750°C 1430, para formar com também sugere que a fase β-Al(Fe,Cu) é

80

120

as fases λ e β, que

com ixo ente de uma a 750°C partir camada da para de fase ouro formar líquida depositada formada as [6]. fases a vácuo, diretamente λ e β, a que a partir da -Alfase Fe líquida [6].

ade (u.m.a)

Al63Cu25Fe12 convencionalmente solidificadas foram investigadas no presente estudo,

utilizando técnicas (SEM) de difração e espectroscopia de raios X de (XRD), energia microscopia dispersiva eletrônica (EDS). Além de varredura disso, a estabilidade térmic

utilizando técnicas de difração de raios X (XRD), microscopia eletrônica de varredura

(SEM) e espectroscopia das fases de presente energia nos

(SEM) e espectroscopia de energia dispersiva pós moídos

dispersiva (EDS). também

(EDS). Além Além disso, é avaliado.

disso, a estabilidade a estabilidade térmica térmica

das das fases fases presente presente nos nos pós pós moídos moídos também também é avaliado. é avaliado.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

2. 2. MATERIAIS MATERIAIS E MÉTODOS E MÉTODOS

No experimento, foram utilizados pós de alumínio (pureza-99,99%), cobre (purez

No No experimento, experimento, foram utilizados pós de alumínio cobre (pureza-

99,99%) foram e ferro utilizados (pureza-99,55%) pós de alumínio com (pureza-99,99%), composição estequimétrica cobre (pureza-nominal (expresso

99,99%) 99,99%) e ferro e ferro com nominal em

(pureza-99,55%)

%) de

com composição estequimétrica nominal (expressos

Al63Cu25Fe12 foram devidamente pesados, utilizando-se uma balanç

em em %) %) de de Al63Cu25Fe12 Al63Cu25Fe12 foram foram devidamente pesados, pesados, utilizando-se uma uma balança balança

SHIMADZU modelo Ay 220, com precisão da ordem de 10 -4 g. Usou-se um moinho d

SHIMADZU modelo modelo Ay Ay 220, 220, com com precisão precisão da da ordem ordem de de 10 10 -4 g. -4 g. Usou-se um um moinho de de

bola planetário Frittsch Pulverisette 5 com jarras cilíndricas de 77 mm de diâmetro po

bola bola planetário planetário Frittsch Frittsch Pulverisette 5 com 5 com jarras jarras cilíndricas de de 77 77 mm mm de de diâmetro por por

80 mm de altura e esferas (20, 12 e 7 mm de diâmetro), sendo ambas, esferas e jarra

80 80 mm mm de de altura altura e esferas e esferas (20, (20, 12 12 e 7 e mm 7 mm de de diâmetro), sendo sendo ambas, ambas, esferas e jarras e jarras

em em tungstênio.

em tungstênio.

incomuns que não foram A observadas

para ligas cristalinas [2].

A identificação propriedades, A das identificação das fases fases estrutura e análise e análise das e aplicação

fases microestrutural e raios análise X e (XRD), e microestrutural espectro microscopia de de eletrônica

de varredura

energia e espectro dos dos de energia do

elementos químicos elementos destas

liga

ligas

liga químicos quasicristalinas

quasicristalinas liga têm quasicristalinas sido

realizados utilizando-se realizados as (SEM) técnicas utilizando-se e espectroscopia

de energia dispersiva (EDS). A

de de difração as técnicas de difraçã

Tais propriedades de materiais os principais tópicos de interesse no

quasicristalinos foram de de raios exploradas raios X X (XRD), de (XRD), campo raios microscopia da X ciência (XRD), dos materiais eletrônica microscopia ligados

a metalurgia do pó.

-se um difratômetro de marca SIE-

de de varredura eletrônica análise DRX (SEM) foram de e varredura e feitas espectroscopia utilizando- (SEM) de de e espectroscopia d

para aplicações de catalisadores

energia energia dispersiva (EDS). (EDS). A A análise DRX DRX foram foram feitas feitas utilizando-se um um difratômetro de de

heterogêneos em processos e suportes

catalíticos em marca reações marca cata-

SIEMENS, marca

energia O presente dispersiva trabalho (EDS). visa investigar

a Modelo SIEMENS,

A análise MENS, DRX Modelo foram D-5000, feitas com utilizando-se radiação

CuKα com ( ( λ= radiação ( = λ= 1,5406Å), CuKα

um difratômetro d

formação D-5000, da fase

Modelo com quasicristalinas

no sistema Al63Cu25Fe12 varredura 0,01°/s, em uma faixa

varredura 0,01°/s, em em uma uma faixa faixa de de 2θ 2θ (2-theta) variando de de 20° 20° a 120°. a 120°. A A análise

com radiação D-5000,

passo passo (

de

λ= de de 1,5406Å), passo d

líticas de oxidação do metanol. Até

agora, vários quasicristais foram varredura por moagem 0,01°/s, de alta em energia uma (moinho

realizada planetário) microscópio durante 5 eletrônico horas. A de de 120°. varredura A LEO, análise LEO, MEV/EDS modelo 1430, foi re-

com com

faixa de 2θ 2 (2-theta) variando de 20° de a 20° a 120°. A anális

obtidos em vários sistemas MEV/EDS binários,

ternários e multicomponentes. MEV/EDS identificação foi de realizada fases quasicristali-

microscópio alizada eletrônico microscópio de varredura eletrônico de LEO, modelo 1430, co

microsonda OXFORD para para EDS EDS modelo 7353 7353 acoplada,com uma uma tensão entre entre 5 5 e e

foi foi Geralmente, fases quasicristalinas

microsonda

nas, características

OXFORD

morfológicas

para EDS

e varredura

modelo

LEO,

7353

modelo

acoplada,com

1430, com

uma tensão entre 5

se formam em sistemas 20kV,após baseados a amostra a amostra estruturais ter ter sido sido da liga revestida Al63Cu25Fe12 com com uma uma camada microsonda de de ouro ouro OXFORD depositada para EDS a a modelo

7353 com acoplada,com uma camada uma de ten-

ouro depositada a vácuo,

vácuo, a a

em Al, Mg, Zr, Fe, Co, Nb, Ti, Zn e 20kV,após convencionalmente a amostra solidificadas ter sido revestida

Cu. Como a variedade fim de

fim de elementos

metálicos de base os ensaios, formando ensaios, assim assim fim estudo, como

de aumentar o foram o contraste.

investigadas A carga A carga

no da da presente

mistura de de pós são

pós foi entre

foi mantida

5 e 20kV,após em em 20 g, a

g, para amostra

para todos todos

de como aumentar utilizando a relação a relação técnicas o

bola-pó

contraste. bola-pó de em difração

em A

peso

carga peso ter de de sido da

10:1. 10:1. mistura revestida A A velocidade de com pós uma foi

de camada de mantida ensaios em 20 g, para todo

fases quasicristalinas é ampla, o

adotada adotada foi foi 200 200 os rpm ensaios,

de raios

rpm e tempo e tempo assim

X (XRD),

de de moagem como

microscopia

foi a foi relação

de

durante durante 30 bola-pó

ouro depositada

30 horas. horas. em Finalmente, peso

a vácuo,

de 10:1.

a fim

utilizou-se A 3 velocidade 3 de ensaio

espectro de elementos de liga é eletrônica de varredura (SEM) e espectroscopia

polietileno foi como 200 como de energia rpm meio meio e de tempo dispersiva de moagem de e moagem e mistura atmosfera de foi de pós durante de foi argônio. mantida 30 O horas. O em polietileno 20 g, Finalmente, utilizou-se

de aumentar o contraste. A carga da

ainda mais amplo [3]. g de g aditivo de aditivo de adotada de No entanto, os elementos de liga (EDS). Além disso, a estabilidade para todos os ensaios, assim como

destes elementos potencialmente

foi foi usado usado como como g agente de térmica

agente aditivo das

controlador

fases de polietileno presente do processo processo

nos como pós e e meio adicionado

a relação de moagem antes bola-pó

antes da da e moagem, atmosfera peso de a 10:1. fim a fim de de argônio. de O polietilen

tóxicos, ou economicamente reduzir reduzir a aderência viáveis.

As ligas de Al-Cu-Fe são uma

200 rpm e tempo de moagem foi

a aderência moídos

foi usado das das partículas também

como partículas é

agente dúcteis avaliado. dúcteis controlador alumínio alumínio A

do nas velocidade nas processo esferas esferas de e paredes e ensaios paredes adicionado das adotada das jarras. jarras. foi

antes da moagem, a fim d

exceção. Eles são interessantes reduzir 2.MATERIAIS a aderência E das MÉTODOS partículas dúcteis durante do 30 alumínio horas. Finalmente, nas esferas utilizou-se

3 g de aditivo de polietileno

e paredes das jarras.

devidos o baixo grau de toxicidade, No experimento, foram utilizados

fácil disponibilidade e custos razoáveis

de aquisição. Portanto, nas cobre (pureza-99,99%) e ferro (pu-

de argônio. O polietileno foi usado

pós de alumínio (pureza-99,99%), como meio de moagem e atmosfera

duas últimas décadas, os sistemas reza-99,55%) com composição estequimétrica

nominal (expressos em %) so e adicionado antes da moagem,

como agente controlador do proces-

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

de ligas quasicristalinas Al-Cu-TM

3. RESULTADOS (TM= E Fe, DISCUSSÃO

Co, Ni, Zr, Nb) têm sido de Al63Cu25Fe12 foram devidamente

pesados,

a fim de reduzir a aderência das

intensivamente pesquisado.

3.1

utilizando-se

Difratograma

uma balança

SHIMADZU modelo Ay 220, com esferas e paredes das jarras.

de Raios-X partículas dúcteis do alumínio nas

Foi relatado que a fase quasicristalina

de Raios-X formada na liga Al65Cu-

O espectro de Difratometria de Raios-X da amostra com

3.1 Difratograma

precisão da ordem de 10-4g. Usou-se

20Fe15 convencionalmente solidificada

é termodinamicamente Pulverisette 5 com jarras cilíndricas CUSSÃO

um moinho de bola planetário Frittsch 3.RESULTADOS E DIS-

O espectro de Difratometria de Raios-X Al63Cu25Fe12 da amostra está com ilustrado estequiometria na Figura 1, no estado bruto de fusão.

Al63Cu25Fe12 está estável ilustrado e não sofre na transformação Figura 1, no de estado 77 mm difratograma de bruto diâmetro de por fusão. 80 as mm seguintes Observa-se, 3.1Difratograma fases: no fase de Raios-X cúbica do tipo β-Al(Fe

de fase até o ponto de fusão (reação

peritética seguintes de uma fases: cristali-

fase cúbica de diâmetro), quasicristalina, do sendo tipo ambas, β-Al(Fe,Cu) esferas que e trata-se

de altura e esferas (20, 12 e 7 mm O espectro de Difratometria de

difratograma as Raios-X e de ɸ–fase da

uma

amostra

solução

com estequiometria

Al63Cu25Fe12 está ilustra-

sólida com estrutura cúb

na primária), a 1135K [4].

jarras em tungstênio.

quasicristalina, que Portanto, trata-se a descoberta uma da solução fase sólida A identificação

estrutura com estrutura das

do

fases

cloreto

e cúbica análise

microestrutural e espectro de

de isomorfa césio (CsCl) da e a fase λ-Al13Fe4 isomorfa

do na Figura 1, no estado bruto de

quasicristalina termodinamicamente

estrutura do cloreto fusão. Observa-se, no difratograma

estável na de liga césio Al65Cu20Fe15 (CsCl) abriu e a fase λ-Al13Fe4 monoclínica isomorfa [5]. Para a é liga totalmente de composições Al63Cu25Fe12 a presença da

energia dos elementos químicos as seguintes fases: fase cúbica do

um novo caminho para suas investigações

experimentais. A preparação,

13depen

zando-se as técnicas de difração de talina, que trata-se de uma solumonoclínica

[5]. Para a liga de composições Al63Cu25Fe12

liga quasicristalinas Cu) e a λ-Al13Fe4 presença realizados utili-

das coexistem fases tipo β-Al(Fe,Cu) com a e ɸ-fase ɸ–fase quasicris-

quasicristalina, que

Cu) e λ-Al13Fe4 coexistem com a ɸ-fase quasicristalina, cinéticos que e termodinâmicos. depende de processos Este resultado também sugere que a fas

cinéticos e termodinâmicos. Este resultado também formada sugere diretamente que a fase β-Al(Fe,Cu) a partir da fase é líquida [6].

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19


14

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Além disso, a fase β transforma abaixo de 750°C para formar as fases λ e β, que

3.2 Microscopia eletrônica de varredura/Espectroscopia de energia dispersiva-

MEV/EDS

artigo 1

são soluções sólidas induzidas pela solubilidade de Cu e Fe. Na liga Al63Cu25Fe12, do pó. a

O presente trabalho visa investigar a formação da fase quasicristalinas no sistema

principais tópicos de interesse no campo da ciência dos materiais ligados a metalurgia

Al63Cu25Fe12 por moagem de alta energia (moinho planetário) durante 5 horas. A

do pó.

identificação de fases quasicristalinas, características morfológicas e estruturais da liga

O presente trabalho visa investigar a formação da fase quasicristalinas no sistema

Al63Cu25Fe12 convencionalmente solidificadas Figura foram 2. investigadas Liga quasicristalina no presente Al63Cu25Fe12 estudo, obtidas no MEV.

principais tópicos

Al63Cu25Fe12

de interesse por no moagem campo de da alta ciência energia dos materiais (moinho ligados planetário) a metalurgia durante 5 horas. A

utilizando técnicas de difração de raios X (XRD), microscopia eletrônica de varredura

do pó. identificação de fases quasicristalinas, características morfológicas e estruturais da liga

(SEM) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Além disso, a estabilidade térmica

O presente

Al63Cu25Fe12

trabalho visa convencionalmente investigar Autores a formação solidificadas da fase foram quasicristalinas investigadas no sistema no presente estudo,

das fases presente nos pós moídos também é avaliado. Al 63

Cu 25

Fe 12

principais utilizando tópicos Nascimento, L.1*; Melnyk, A.2

Al63Cu25Fe12 por moagem técnicas de interesse

de alta de difração no campo

energia de da

(moinho raios ciência X planetário) (XRD), dos materiais ligados a metalurgia

20 microscopia Al

durante 5 eletrônica horas. A de varredura

do pó.

identificação (SEM) de fases e espectroscopia quasicristalinas, de características energia dispersiva morfológicas (EDS). Além e estruturais disso, a estabilidade liga térmica

O presente das

Al63Cu25Fe12 convencionalmente fases trabalho presente 2. MATERIAIS visa nos solidificadas pós investigar moídos E MÉTODOS a também formação

foram investigadas é avaliado. da fase 15 quasicristalinas no sistema

no presente estudo,

Al 63

Cu 25

Fe 12


140

Al63Cu25Fe12 por moagem de alta energia (moinho planetário) durante 5 horas. A

utilizando técnicas de difração No experimento, de raios X (XRD), foram utilizados microscopia pós eletrônica de alumínio 3. RESULTADOS de (pureza-99,99%), varredura E DISCUSSÃO

cobre (pureza-

10 Cu

identificação de fases quasicristalinas, características morfológicas

(SEM) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Além disso, a estabilidade

Fe e estruturais da liga

99,99%) e ferro (pureza-99,55%) com composição estequimétrica térmica nominal (expressos

120

2. MATERIAIS E MÉTODOS

Al63Cu25Fe12 convencionalmente solidificadas foram investigadas 3.1 Difratograma no Cu presente estudo, de Raios-X

-Al 13

Fe 4

das fases presente nos pós em moídos %) de também Al63Cu25Fe12 é avaliado. foram devidamente pesados, Cu utilizando-se uma balança

5

Fe

100 -Al(Fe,Cu)

utilizando técnicas No experimento, principais de difração tópicos foram de raios utilizados de interesse X (XRD), pós no de microscopia campo alumínio da ciência (pureza-99,99%), eletrônica Fedos Cu Fe de varredura

SHIMADZU modelo Ay 220, com precisão da ordem O materiais

de 10 espectro -4 cobre ligados (purezag.

Usou-se de um Difratometria a metalurgia

moinho de de Raios-X da amostra com estequiometria

-Fase quasicristalina


O O CuO

(SEM) e 99,99%) espectroscopia e do ferro pó. de (pureza-99,55%) energia dispersiva com (EDS). composição Além disso, estequimétrica a estabilidade nominal Au térmica Au(expressos

80

bola planetário Frittsch Pulverisette 5 com 0jarras Al63Cu25Fe12 cilíndricas de está 77 mm ilustrado de diâmetro na Figura por 1, no estado bruto de fusão. Observa-se, no

2. MATERIAIS das fases em presente %) E MÉTODOS de nos 3. pós RESULTADOS moídos também é E avaliado. DISCUSSÃO

Al63Cu25Fe12 O presente trabalho foram visa devidamente investigar pesados, a formação utilizando-se da fase quasicristalinas uma balança no sistema

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 80 mm de altura e esferas (20, 12 e 7 mm de difratograma diâmetro), 0 500 sendo 1000 as ambas, seguintes 1500 esferas 2000 e fases: jarras 2500 fase 3000 cúbica 3500 do 4000tipo β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

60

No experimento, SHIMADZU Al63Cu25Fe12

foram modelo utilizados Ay principais por

pós 220, moagem

de com alumínio tópicos precisão de de alta

(pureza-99,99%), interesse da energia ordem no de (moinho campo 10cobre (pureza- Energia(keV)

em tungstênio. 3.1 Difratograma de Raios-X

-4 g. Usou-se da planetário) ciência um dos moinho durante materiais de 5 horas. ligados A a metalurgia

3.1 Difratograma de Raios-X

40



99,99%)


e ferro bola (pureza-99,55%) planetário identificação Frittsch de

com Pulverisette fases quasicristalinas,

composição 5 com estequimétrica jarras características quasicristalina,

cilíndricas nominal de morfológicas que

77 (expressos mm de diâmetro e estruturais trata-se de

por da uma liga solução sólida com estrutura cúbica isomorfa da

do pó.

Au



2. MATERIAIS E MÉTODOS

A identificação O espectro das fases de e Difratometria análise microestrutural de Raios-X e espectro da amostra de energia com dos estequiometria

O espectro de Difratometria em %) de 80 mm

Al63Cu25Fe12 de de Raios-X

Al63Cu25Fe12 altura foram e esferas da convencionalmente

devidamente amostra O (20, presente 12 e com pesados, 7 trabalho mm estequiometria

solidificadas de utilizando-se diâmetro), visa

Figura

investigar estrutura foram

3.

sendo

Espectro uma a investigadas ambas, formação do cloreto

balança obtido

esferas

por

da no fase e presente de jarras

quasicristalinas césio estudo, (CsCl) no e

de

sistema a fase λ-Al13Fe4 isomorfa é totalmente

elementos químicos liga quasicristalinas

20

No experimento,

Al63Cu25Fe12

foram utilizados está pós de ilustrado

Figura realizados

alumínio (pureza-99,99%), na Figura

3. Espectro utilizando-se

1,

obtido

no

Energia(keV)

SHIMADZU modelo Ay 220, com precisão da ordem de 10 -4 cobre estado

por as EDS técnicas

(pureza- bruto

ilustrando de difração

de fusão.

os picos

Observa-se,

de emissão de

no

de raios-x dos

raios-x dos elementos químicos constituintes na amostra na Al63Cu-

Al63Cu25Fe12 está ilustrado na Figura em tungstênio. utilizando técnicas Al63Cu25Fe12 de difração

1, no estado bruto de fusão. por de moagem raios X

Observa-se, g. 25Fe12. de (XRD),

Usou-se alta monoclínica

no energia microscopia

um moinho (moinho [5]. eletrônica

de Para planetário) a liga de varredura de durante composições 5 horas. Al63Cu25Fe12 A a presença das fases β-Al (Fe,

de raios X (XRD), microscopia eletrônica elementos de varredura químicos (SEM) constituintes e espectroscopia na amostra de na Al63Cu25Fe12.

99,99%) e ferro (pureza-99,55%) com composição estequimétrica nominal (expressos

0

3. RESULTADOS

difratograma as seguintes bola planetário E

fases: fase Frittsch DISCUSSÃO

A identificação (SEM) difratograma e espectroscopia

cúbica Pulverisette das identificação

do 5 tipo com fases as

jarras e de análise seguintes de energia

β-Al(Fe,Cu) cilíndricas fases microestrutural dispersiva quasicristalinas, fases:

de ção

e 77 ɸ–fase mm sólida fase

de com cúbica

diâmetro estrutura do

por cúbica tipo β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

energia dispersiva (EDS). A análise DRX foram Cu)

(EDS). e

feitas e características espectro Além disso, de energia a estabilidade dos térmica

λ-Al13Fe4 utilizando-se coexistem morfológicas

um difratômetro quasicristalina-ɸ com e estruturais

de a ɸ-fase [7]. da liga quasicristalina, que depende de processos

20 25 30 35 40 45 50

2 (°)

em %) de Al63Cu25Fe12 foram devidamente pesados, isomorfa da estrutura uma do balança cloreto

80 mm de altura elementos das

e esferas químicos (20, 12 e 7 mm diâmetro), sendo ambas, esferas jarras

quasicristalina,

3. RESULTADOS

que trata-se

E

de

DISCUSSÃO

quasicristalina, fases presente liga Al63Cu25Fe12 quasicristalinas nos pós que moídos convencionalmente trata-se realizados também de uma utilizando-se é avaliado. solidificadas solução as sólida técnicas foram com de investigadas difração estrutura no cúbica presente isomorfa estudo, da

3.1 Difratograma uma de solução Raios-X marca sólida SIEMENS, com estrutura Modelo cúbica D-5000, isomorfa com de césio radiação cinéticos

SHIMADZU modelo Ay 220, com precisão da ordem de 10

em tungstênio.

-4 da

(CsCl) CuKα e a e fase termodinâmicos. ( λ= -Al13Fe4 1,5406Å), passo 3.2 Este Microscopia de resultado eletrônica também sugere que a fase β-Al(Fe,Cu) é

de raios X (XRD), g. Usou-se um moinho de

estrutura microscopia utilizando cloreto técnicas eletrônica de césio de difração varredura isomorfa (CsCl) de raios (SEM) é e totalmente X a (XRD), fase e espectroscopia monoclínica microscopia de λ-Al13Fe4 de eletrônica isomorfa varredura/Espectroscopia

de varredura 0,01°/s, em uma faixa de 2θ é totalmente

Figura 1. Difratograma de Raios-X estrutura (DRX) 3.1 da do amostra Difratograma cloreto Al 63

Cu 25

de Fe 12

de césio no Raios-X estado bola (CsCl) planetário bruto de e fusão. Frittsch a fase Pulverisette λ-Al13Fe4 5 com isomorfa jarras cilíndricas é totalmente [5].

(2-theta)

de

Para

77

a

variando

mm

liga

de

de

diâmetro

composições

de 20° a

por

Al-

120°. A análise

O espectro de Difratometria de Raios-X da amostra formada com estequiometria

diretamente a partir de da energia fase líquida dispersiva-MEV/ [6].

A identificação energia dispersiva das fases (EDS). e análise (SEM) A análise e microestrutural espectroscopia DRX foram e de feitas espectro energia utilizando-se dispersiva de energia um (EDS). dos difratômetro Além disso, de a estabilidade térmica

MEV/EDS 2. monoclínica MATERIAIS foi realizada E [5]. MÉTODOS Para microscópio a liga de eletrônico composições 63Cu25Fe12 de varredura a presença Al63Cu25Fe12 LEO, das fases modelo a presença EDS 1430, com das fases β-Al (Fe,

monoclínica [5]. O Para Al63Cu25Fe12 espectro a liga 80 mm de altura e esferas (20, 12 e 7 mm de diâmetro), sendo ambas, esferas e jarras

elementos de composições Difratometria está

químicos marca ilustrado SIEMENS, liga

Al63Cu25Fe12 na

quasicristalinas de Figura Raios-X Modelo das 1, a fases presença realizados da D-5000, no presente amostra estado com utilizando-se das nos bruto fases radiação com pós moídos de β-Al estequiometria

as CuKα (Fe, fusão.

técnicas (Fe, também Cu) ( e Observa-se, λ-Al13Fe4 Além disso,

λ=

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

de é difração 1,5406Å), avaliado. coexistem no a fase β transforma abaixo de 750°C para formar as fases λ e β, que

passo de

microsonda Cu) e OXFORD para λ-Al13Fe4 coexistem EDS modelo com com

7353 a a ɸ-fase

acoplada,com

quasicristalina, uma

que

tensão que entre A liga

depende 5 quasicristalinas e

Al63Cude

processos

Cu) e em tungstênio.

Al63Cu25Fe12 λ-Al13Fe4 coexistem está de ilustrado raios com X a (XRD), na varredura ɸ-fase Figura microscopia quasicristalina, 0,01°/s,

No experimento,

1, no em estado eletrônica uma faixa

foram

que bruto de depende varredura 2θ

utilizados (2-theta)

pós

fusão. de (SEM) processos variando

de alumínio

depende Observa-se, e espectroscopia de

de

processos

20°

(pureza-99,99%),

no a 120°. de cinéticos

A análise

cobre 25Fe12 (purezadifratograma

as seguintes fases: fase cúbica do tipo β-Al(Fe,Cu) são soluções e sólidas ɸ–fase induzidas pela sem tratamento solubilidade térmico, de no Cu e Fe. Na liga Al63Cu25Fe12, a

20kV,após a amostra ter sido revestida com uma camada de ouro depositada

3.1

fusão.

Difratograma A identificação das fases análise microestrutural e espectro de energia dos

cinéticos difratograma e termodinâmicos. energia de Raios-X cinéticos e termodinâmicos. Este resultado também sugere que seu a vácuo, estado a fase bruto a

β-Al(Fe,Cu) de fusão, observado é

seguintes Este dispersiva MEV/EDS

99,99%)

resultado fases: (EDS). foi

também fase A realizada

e ferro

análise cúbica sugere DRX microscópio

(pureza-99,55%)

do foram que tipo a feitas eletrônico

com

fase β-Al(Fe,Cu) utilizando-se de

composição e varredura termodinâmicos. um e difratômetro LEO,

estequimétrica

modelo Este resultado

também de pós sugere foi isomorfa da fase icosaedral

é ɸ–fase

1430,

nominal

com

(expressos

quasicristalina, que trata-se fim de de uma aumentar solução o contraste. sólida A com carga estrutura formação

da mistura cúbica mantida que a em da no é microscópio resultado eletrônico de uma de reação varredura

e

peritética entre a fase primária β-

fase 20 g, para todos

O espectro elementos químicos liga quasicristalinas realizados utilizando-se as técnicas de difração

formada diretamente a partir

marca de

da

SIEMENS, Difratometria microsonda

em

fase líquida

Modelo OXFORD formada %) de 2.

Al63Cu25Fe12

MATERIAIS

[6].

D-5000, Raios-X diretamente para com da EDS radiação amostra modelo

foram E MÉTODOS

a partir

CuKα 7353

devidamente

com da fase

( acoplada,com λ= estequiometria líquida pesados,

β-Al(Fe,Cu)

[6].

1,5406Å), é formada uma

utilizando-se

passo tensão diretamente de entre

uma

5

balança (MEV) com os picos de emissão

quasicristalina, estrutura que trata-se do cloreto de uma de césio os solução ensaios, (CsCl) sólida assim e como a fase estrutura a relação λ-Al13Fe4 bola-pó cúbica isomorfa em peso (Fe, de Cu) é da 10:1. totalmente com A velocidade o líquido de raios-x

remanescente. ensaios dos elementos

A

químicos

amostra bruta de fusão, de composição

de raios 3. X RESULTADOS (XRD), microscopia eletrônica de varredura (SEM) e espectroscopia de

Al63Cu25Fe12 está varredura ilustrado 0,01°/s, 20kV,após

SHIMADZU

na Figura em uma a amostra

1, faixa no estado de ter

modelo E

Além 2θ sido No DISCUSSÃO

(2-theta) disso, revestida experimento, Ay 220,

bruto a variando fase com

com foram

fusão. β uma

precisão

transforma a partir da

de camada utilizados da ordem

Observa-se, 20° a de 120°. abaixo fase ouro pós de líquida de

A depositada

10 alumínio

no análise

-4 [6]. g. Usou-se

750°C a (pureza-99,99%), vácuo,

um

para (Al, formar a

moinho de

Cu e Fe) as cobre

constituintes fases (pureza- λ e β, na amostra

de Al63Cu25Fe12, ilustrado nas

que

estrutura Além disso, do monoclínica a cloreto fase β transforma de [5].

energia césio Para

dispersiva (CsCl) a abaixo liga adotada foi 200 rpm e tempo de moagem foi

(EDS). de e a 750°C fase A análise para λ-Al13Fe4 DRX formar foram as isomorfa feitas fases utilizando-se λ e Além durante

é β, totalmente que disso, 30 a horas. β Finalmente, transforma utilizou-se 3

um difratômetro de

difratograma as

MEV/EDS

seguintes

foi fim

fases:

realizada de aumentar

bola de planetário composições

fase

microscópio são

o

cúbica soluções

contraste.

Frittsch Al63Cu25Fe12

99,99%)

eletrônico A

do sólidas

carga e Pulverisette ferro

tipo

de da (pureza-99,55%)

induzidas varredura mistura

5 a com presença

Al63Cu25Fe12,

de

β-Al(Fe,Cu)

LEO, abaixo pela

pós

jarras

foi com

das

modelo solubilidade mantida

cilíndricas composição

fases

750°C ɸ–fase

1430, em

de β-Al apresentou

para com 20

77 formar g, estequimétrica

(Fe, picos associados à fase monoclínica λ-Al13Fe4, possivelmente

mm

Cu

para

de

as e

todos

diâmetro nominal por (expressos

3.1 Difratograma g de aditivo de de polietileno Raios-X como meio de moagem e atmosfera de argônio. Fe. O Na liga Al63Cu25Fe12, a

são soluções monoclínica sólidas [5]. induzidas Para a marca liga pela de SIEMENS, solubilidade composições Modelo Al63Cu25Fe12 Cu D-5000, e Fe. com Na a presença radiação liga Al63Cu25Fe12, CuKα das fases ( λ= λ e β-Al β, a 1,5406Å), que (Fe, são soluções passo sólidas Figuras

polietileno

Cu) e λ-Al13Fe4 coexistem 2 e 3

de

3. RESULTADOS microsonda OXFORD os ensaios,

80

para assim mm EDS como a altura ɸ-fase em

modelo a relação

e %) esferas quasicristalina, de

7353 bola-pó Al63Cu25Fe12 (20, acoplada,com em

e 7

peso

mm que foram

uma de

de depende devido 3. 10:1.

diâmetro), devidamente RESULTADOS a

tensão A entre velocidade um sendo processos maior ambas, percentual

pesados,

5 e de E ensaios DISCUSSÃO

esferas e jarras de ferro e alumínio na liga. Pode-se perceber que, além

utilizando-se uma balança

quasicristalina, E DISCUSSÃO

que trata-se

formação Cu) da e fase λ-Al13Fe4 icosaedral coexistem varredura de 0,01°/s, uma

O foi

solução

espectro usado formação como

em uma sólida da agente

faixa de com fase Difratometria controlador icosaedral do

2θ (2-theta) estrutura variando cúbica é de processo resultado induzidas Raios-X e adicionado

de isomorfa pela de uma solubilidade

20° a 120°. amostra reação antes de da Cu peritética moagem, com e estequiometria

Este a entre fim resultado de a fase da morfologia primária microestrutural

3 Usou-se cúbica

β-

cinéticos A análise

20kV,após e é termodinâmicos. resultado a com adotada amostra de a uma foi

em

ter ɸ-fase 200 sido Este tungstênio.

reação rpm revestida quasicristalina, resultado e peritética tempo SHIMADZU

com de também uma moagem entre modelo que camada a foi sugere fase depende Ay durante primária 220,

ouro Fe. que 30 depositada com dos

Na a horas. liga processos β- precisão fase picos

reduzir Al63Cu25Fe12, Finalmente, β-Al(Fe,Cu) da associados ordem

a vácuo, a utilizou-se formação

da fase icosaedral A esferas amostra e paredes

de é 10 à -4 fase g. observado um β-Al(Cu,Fe), moinho no de anteriormente comentado, uma maior

MEV, apresentou

de jarras. fusão, uma estrutura de composição típica de um

Al63Cu25Fe12

estrutura do cloreto de

Al 3.1 (Fe, Difratograma Cu) com o líquido

MEV/EDS césio (CsCl) foi realizada e a microscópio fase λ-Al13Fe4 eletrônico isomorfa de varredura é LEO, totalmente modelo 1430, com

cinéticos e termodinâmicos.

de Raios-X

Al a (Fe, aderência Cu) com das partículas o líquido dúcteis remanescente. do alumínio nas

é resultado bruta das

de

fim de remanescente. aumentar g Este de o aditivo contraste. resultado A de

A está

amostra polietileno

identificação ilustrado

A também carga bruta como

das na

mistura sugere de meio

fases Figura

fusão, de que de pós moagem

e análise 1, no

3.1

de foi a fase mantida composição e

uma β-Al(Fe,Cu) atmosfera

microestrutural estado

Difratograma

bruto

em reação 20 g, peritética para argônio.

e espectro de fusão. Raios-X

é todos O polietileno

de energia Observa-se, dos no

formada diretamente a partir fase líquida bola planetário [6]. Frittsch Pulverisette definição 5 com jarras dos picos cilíndricas referentes de 77 mm a fase de diâmetro icosaedral por e a fase quasicristalina-ɸ [7].

entre a fase grão quasicristalino no formato de

monoclínica [5]. Para microsonda OXFORD para EDS modelo 7353 acoplada,com uma tensão entre 5 e

Al63Cu25Fe12, formada

O espectro apresentou diretamente

de Difratometria picos ensaios, a liga de

a partir associados assim foi difratograma

composições usado

elementos

da de como à líquida

Raios-X como

Al63Cu25Fe12,

fase a relação agente as químicos

Al63Cu25Fe12

monoclínica [6].

da 80 seguintes

bola-pó controlador amostra mm apresentou liga altura

em a

quasicristalinas

λ-Al13Fe4, peso do presença

fases:

com processo e esferas picos fase

de estequiometria

10:1. das e adicionado (20, realizados associados

possivelmente A primária fases

cúbica 12 e

velocidade β-Al 7 antes

utilizando-se mm O

(Fe,

à (Fe, fase monoclínica λ-Al13Fe4, possivelmente

de da de tipo

espectro

Cu) ensaios moagem, diâmetro), as β-Al(Fe,Cu)

de Difratometria

técnicas

com o líquido

remanescente. ferro

a sendo fim de

de

um ambas, difração e

prisma esferas ɸ–fase

de Raios-X da amostra com estequiometria

pentagonal, e jarras

Além disso, a fase β transforma abaixo de 750°C para formar as fases λ e β, que

estrutura na

Cu) e

20kV,após a amostra ter sido revestida com camada ouro depositada a vácuo, a

λ-Al13Fe4 coexistem adotada foi 200 com rpm a e ɸ-fase tempo de quasicristalina, moagem foi durante que 30 depende horas. Finalmente, de processos utilizou-se 3

devido

Al63Cu25Fe12

a um maior Além

está ilustrado percentual disso, a fase

na de Figura

β ferro transforma e 1, alumínio no

devido

abaixo

estado

a

na de liga. bruto

um maior

750°C Pode-se para

fusão.

percentual

perceber formar

Observa-se,

de

as que, fases além λ

no

e alumínio A amostra na bruta liga. Pode-se

forma de

perceber

escada e rodeados

que, além

de pequenos

nódulos couve-flor, conforme

reduzir a aderência

de raios X

das

(XRD),

partículas

microscopia

dúcteis do

eletrônica

alumínio nas

de Al63Cu25Fe12

quasicristalina, que em trata-se tungstênio. de uma solução sólida esferas

varredura com e paredes estrutura (SEM) está

das

e ilustrado

jarras.

espectroscopia cúbica isomorfa

na Figura de da

1, no estado bruto de fusão. Observa-se, no

são soluções sólidas induzidas de fusão, e de β, composição que Al63Cufim

de aumentar o energia

pela

contraste. dispersiva

solubilidade

A carga (EDS). da mistura A

de

análise

Cu e pós DRX

Fe.

foi mantida foram

Na liga

feitas

Al63Cu25Fe12,

em 20 utilizando-se g, para todos um

a

Al

difratômetro

cinéticos e termodinâmicos. g de aditivo de Este polietileno resultado como também meio de moagem sugere e que atmosfera a fase de β-Al(Fe,Cu) argônio. O polietileno é

dos difratograma picos são associados soluções seguintes

sólidas à fase induzidas cúbica fases:

os ensaios, β-Al(Cu,Fe), fase

pela assim solubilidade

cúbica

dos picos

como anteriormente a relação tipo

associados

bola-pó Cu

β-Al(Fe,Cu)

à fase cúbica 25Fe12,

e comentado, Fe. em peso Na liga de uma e

10:1. Al63Cu25Fe12,

ɸ–fase

β-Al(Cu,Fe), apresentou picos anteriormente associados

radiação maior entre à A velocidade a monoclínica fase CuKα realizados a primária de ( ensaios λ= λ-Al13Fe4, utilizando-se 1,5406Å), β- gem passo técnicas de MEV de da de figura difração 3 a presença

a Figura comentado, 2. estrutura do cloreto de A identificação césio (CsCl) das e fases a fase e difratograma análise microestrutural as e espectro de Pode-se energia observar uma

dos

λ-Al13Fe4 isomorfa

seguintes

é totalmente

fases: fase 63

Cu

cúbica 25

Fe 12


140

maior na ima-do tipo β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

formação da icosaedral marca é resultado SIEMENS, elementos de uma Modelo químicos reação D-5000, peritética liga quasicristalinas com

foi usado como agente controlador do processo e adicionado antes da moagem, a fim de

formada diretamente a partir da

monoclínica

fase líquida [6].

definição quasicristalina,

formação dos picos que

da referentes fase

trata-se

icosaedral

de adotada a fase uma icosaedral foi 200 rpm e tempo a fase de quasicristalina-ɸ moagem foi durante [7]. 30 horas. Finalmente, utilizou-se 3

reduzir a aderência é resultado

solução sólida

definição [5]. Para

das partículas de uma

com

dos a liga

dúcteis reação

estrutura

picos de referentes composições

quasicristalina,

do peritética

cúbica

alumínio nas entre

isomorfa

a possivelmente fase Al63Cu25Fe12 icosaedral devido a

esferas a fase e paredes primária

da

e presença

que trata-se a fase um maior quasicristalina-ɸ das da fases

de uma

β-Al(Fe,Cu) [7]. (Fe,

solução sólida com estrutura cúbica isomorfa da

120

“prisma pentagonal

A em e análise espectroscopia formato de estrutura de de co-

Al (Fe, Cu) com o líquido varredura remanescente. 0,01°/s, de raios A X uma amostra (XRD), faixa microscopia de bruta 2θ

percentual

(2-theta) de fusão, eletrônica variando

de de

das ferro jarras. β- composição

de e

de varredura alumínio

20° a

na

120°. (SEM) -Al

estrutura Além disso, a fase

Figura 2. Liga quasicristalina Al63Cu25Fe12 obtidas no MEV. g de β aditivo transforma

Cu) e λ-Al13Fe4

de polietileno abaixo como de

coexistem

750°C meio de para

com

moagem formar

a ɸ-fase

e atmosfera as fases de λ argônio. e β, que O polietileno

Figura 2. Liga quasicristalina do

(Fe,

cloreto

Cu) com

de

o

césio

Al63Cu25Fe12 obtidas

líquido

(CsCl)

no

remanescente.

e a MEV/EDS fase λ-Al13Fe4 foi realizada

MEV.

A amostra energia dispersiva bruta

isomorfa microscópio

de (EDS). fusão,

é eletrônico totalmente A liga. quasicristalina,

estrutura do

Pode-se varredura perceber que

cloreto

LEO, que, depende

de césio 13

Fe 4

além modelo luna” de

1430, e processos

(CsCl) e a fase λ-Al13Fe4 isomorfa


é totalmente

100 -Al(Fe,Cu) pequenos com nódulos couve-flor

Al63Cu25Fe12, apresentou picos associados à fase monoclínica

dos de λ-Al13Fe4, análise

picos composição DRX possivelmente

foram feitas utilizando-se

-Fase

um difratômetro de

associados à fase cúbica evidenciando

quasicristalina


a da fase monoclínica

monoclínica são soluções sólidas induzidas

cinéticos

foi usado como pela agente solubilidade controlador de do Cu processo e Fe. e Na adicionado liga Al63Cu25Fe12, antes da moagem, a a fim de

Al63Cu25Fe12,

[5]. Para

apresentou

a liga de composições microsonda e termodinâmicos. OXFORD

Al63Cu25Fe12 marca

picos associados Al 63

Cu 25

Fe 12

à fase monoclínica

a presença SIEMENS, para Este

das EDS resultado Modelo

λ-Al13Fe4,

fases modelo β-Al(Cu,Fe), D-5000, também

monoclínica

7353

possivelmente

(Fe, acoplada,com anteriormente com sugere

[5].

63 radiação 25

Fe

que

Para

12 comentado,

uma

uma CuKα a tensão fase

a liga

( λ= β-Al(Fe,Cu) composições Al63Cu25Fe12

λ- entre Al13Fe4 1,5406Å), 5 e coexistindo passo é

a presença das fases β-Al (Fe,

80

com de

devido a um maior percentual de ferro e alumínio a fase

140 na liga. Pode-se perceber que, além

140

Cu) e formação da fase icosaedral reduzir é a formada

resultado aderência 20kV,após diretamente das de partículas a amostra

uma reação varredura a dúcteis partir ter

peritética 0,01°/s, do da sido alumínio fase revestida

entre em líquida uma nas com

a esferas fase faixa [6].

Cu)

primária de e

maior camada e λ-Al13Fe4

paredes 2θ (2-theta)

definição

β- das ouro jarras. variando

dos depositada coexistem picos

quasicristalina

20° a vácuo, com

a 120°. a -ɸ, ɸ-fase

A

em

análise

solução quasicristalina, sólida. que depende de processos

λ-Al13Fe4 devido a um dos coexistem

maior picos percentual associados com a ɸ-fase

de à ferro fase quasicristalina, cúbica e alumínio β-Al(Cu,Fe), na

que

liga.

depende

Pode-se anteriormente de

perceber

processos referentes comentado,

120

que, a fase além icosaedral uma maior e a 60 fase Na Figura 3 observa-se no es-

fim de aumentar MEV/EDS o contraste. foi realizada A carga da microscópio mistura de eletrônico pós foi mantida de varredura em 20 g, LEO, para modelo todos 1430, com

Al (Fe, Cu) 120

cinéticos com o líquido remanescente.

Além disso,

A amostra

a fase β

bruta

transforma

de fusão,

abaixo

de composição

de

cinéticos

750°C

e

para

termodinâmicos.

formar as fases

Este

λ e β,

resultado

que

também sugere que a fase β-Al(Fe,Cu) é

dos

e

picos

termodinâmicos.

associados -Alà Este

Al 63

Cu 25

Fe 13

Fe fase

resultado

4

cúbica β-Al(Cu,Fe),

também sugere

anteriormente

que -Al

comentado,

β-Al(Fe,Cu) 13 definição dos picos referentes 4

uma

é


os ensaios, a fase icosaedral assim microsonda como e maior


a

100 OXFORD relação fase quasicristalina-ɸ

-Al(Fe,Cu)

bola-pó para EDS em peso modelo [7].

40


10:1. 7353 A acoplada,com velocidade de uma ensaios

tensão entre 5 e

12 Al63Cu25Fe12, apresentou picos

são

associados

soluções

à

sólidas

fase monoclínica

induzidas pela

λ-Al13Fe4,

solubilidade

formada

possivelmente

Cu

diretamente

e Fe. Na liga

a partir

Al63Cu25Fe12,

da fase líquida

a

[6].






formação da fase icosaedral é resultado de uma reação peritética entre a fase primária β-

A liga quasicristalinas Al63Cu25Fe12 sem tratamento térmico, no seu estado bruto

de fusão, observado no microscópio eletrônico de varredura (MEV) com os picos de

Al (Fe, Cu) com o líquido remanescente. A amostra bruta de fusão, de composição

emissão de raios-x dos elementos químicos (Al, Cu e Fe) constituintes na amostra de

Al63Cu25Fe12, ilustrado nas Figuras 2 e 3 abaixo.

Contagem(cps)

20

15

10

5

0

Al63Cu25Fe12, apresentou picos associados à fase monoclínica λ-Al13Fe4, possivelmente

devido a um maior percentual de ferro e alumínio na liga. Pode-se perceber que, além

dos picos associados à fase cúbica β-Al(Cu,Fe), anteriormente comentado, uma maior

Imagem Ilustrativa

definição dos picos referentes a fase icosaedral e a fase quasicristalina-ɸ [7].

Figura 2. Liga quasicristalina Al63Cu25Fe12 obtidas no MEV.

Al

Cu

Fe

Intensidade (u.m.a)

3.2 Microscopia eletrônica de varredura/Espectroscopia de energia dispersiva-

Cu

MEV/EDS

Cu

Fe

Cu Fe

O O

Al 63

Cu 25

Fe 12

Fe

CuO

Au Au

A liga quasicristalinas Al63Cu25Fe12 sem tratamento térmico, no seu estado bruto

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000

de fusão, observado no microscópio eletrônico de varredura (MEV) com os picos de

Figura 3. Espectro obtido por EDS ilustrando os picos de emissão de raios-x dos

elementos químicos constituintes na amostra na Al63Cu25Fe12.

emissão de raios-x dos elementos químicos (Al, Cu e Fe) constituintes na amostra de

Al63Cu25Fe12, ilustrado nas Figuras 2 e 3 abaixo.

Figura 1. Difratograma de Raios-X (DRX) da amostra Al63Cu25Fe12 no estado bruto de

a)

100

principais tópicos de interesse no campo da ciência dos materiais ligados a metalurgia

.m.a)

Contagem(cps)

-Fase quasicristalina

Intensidade (u.m.a)

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

15


3.2 Microscopia eletrônica de varredura/Espectroscopia de energia dispersiva-

MEV/EDS

Al63Cu25Fe12 por moagem de alta energia (moinho planetário) durante 5 horas. A

campo da 2. ciência MATERIAIS

A liga quasicristalinas dos materiais E MÉTODOS

Al63Cu25Fe12 ligados sem tratamento a metalurgia térmico, no seu estado bruto

identificação de fases quasicristalinas, características morfológicas e estruturais da liga

e resultado de fusão, artigo observado da morfologia no 1microscópio eletrônico microestrutural de varredura (MEV) observado com os picos de no MEV, apresentou uma

No experimento, foram utilizados pós de alumínio (pureza-99,99%), cobre (purezaemissão

de raios-x Al63Cu25Fe12 dos elementos químicos convencionalmente (Al, Cu e Fe) constituintes solidificadas na amostra de foram investigadas no presente estudo,

ra tigar típica

Al63Cu25Fe12, a formação 99,99%) de ilustrado um da e fase ferro nas grão Figuras quasicristalinas (pureza-99,55%) quasicristalino 2 e 3 abaixo.

com sistema no composição formato estequimétrica de um prisma nominal pentagonal, (expressos

utilizando técnicas de difração de raios X (XRD), microscopia eletrônica de varredura

a ra energia na forma em (moinho %) de de escada planetário) 3. Al63Cu25Fe12 RESULTADOS e rodeados durante foram 5 de horas. devidamente E pequenos DISCUSSÃO

A nódulos pesados, couve-flor, utilizando-se conforme uma balança a

USSÃO (SEM) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Além disso, a estabilidade térmica

as,

2.

características

Pode-se SHIMADZU observar

morfológicas modelo na imagem Ay e estruturais 220, com de precisão MEV

da liga

da ordem figura de 310 a -4 presença g. Usou-se da um moinho fase β-de

das 3.1 fases Difratograma presente nos pós de moídos Raios-X também é avaliado.

olidificadas X bola foram planetário investigadas Frittsch no Pulverisette presente estudo, 5 com jarras cilíndricas de 77 mm de diâmetro por

Cu) “prisma pentagonal em O formato espectro de de estrutura Difratometria de coluna” de e Raios-X pequenos da nódulos amostra com estequiometria

raios atometria X (XRD), 80 mm de microscopia de Raios-X altura e esferas eletrônica da amostra (20, de 12 varredura e com 7 mm estequiometria

de diâmetro), sendo ambas, esferas e jarras

Autores

flor evidenciando a da fase monoclínica λ- Al13Fe4 coexistindo com a fase

Nascimento, L.1*; Melnyk, A.2

dispersiva em (EDS). tungstênio. Além 2.

Al63Cu25Fe12

MATERIAIS disso, a estabilidade E está MÉTODOS ilustrado térmica na Figura 1, no estado bruto de fusão. Observa-se, no

na Figura 1, no estado bruto de fusão. Observa-se, no

ristalina ambém é -ɸ, avaliado. em A identificação solução difratograma sólida.

pectro de das análise fases as e elementar seguintes análise microestrutural fases: ção sólida fase a e 700ºC, espectro cúbica sendo de evidenciadas

na análise EDS, de DRX; há uma maior

do energia tipo dos β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

fases: fase cúbica No experimento, do tipo foram β-Al(Fe,Cu) utilizados pós e de ɸ–fase alumínio (pureza-99,99%), cobre (pureza-

Figura elementos 3 observa-se EDS, no há espectro uma maior de predominância

de e Alumínio ferro

análise elementar

99,99%)

químicos quasicristalina, AGRADECIMENTOS

liga quasicristalinas

(pureza-99,55%) do

que

que os

trata-se realizados

demais com de composição uma utilizando-se

A partir solução de estequimétrica

as

700°C sólida técnicas

por 5 h com de

na nominal

difração

liga estrutura (expressos cúbica isomorfa da

de uma solução sólida com estrutura cúbica isomorfa da

Os autores agradecem ao CNPq

inância de raios Alumínio Figura em

X (XRD),

2. Liga %) elementos quasicristalina do de que microscopia (Cobre e Ferro) que quasicristalinas Al63Cu25Fe12, é

demais eletrônica

obtidas elementos de varredura

no MEV. (Cobre e (SEM) Ferro) e que espectroscopia compõe a de

Al63Cu25Fe12 foram devidamente pesados, utilizando-se uma pelo balança suporte financeiro e ao CETENE.

sio E DISCUSSÃO estrutura do cloreto de césio (CsCl) e a fase λ-Al13Fe4 isomorfa é totalmente

(CsCl) compõe a liga quasicristalina. A possível obter e ver as fases e a fase

asicristalina. energia e a

A dispersiva fase λ-Al13Fe4

existência (EDS). A análise isomorfa DRX γ-Al2O3 favorecer foram é totalmente

SHIMADZU

feitas

a a quasicristalina formação utilizando-se

presença espinélio um difratômetro

das fases sobre de

monoclínica modelo [5]. Ay Para 220, a com liga precisão de composições da ordem de 10 -4 g. Usou-se um moinho de

Al63Cu25Fe12 a presença

formação espinélio sobre CuA-

(Fe, Cu) e λ-Al13Fe4 coexistem REFERÊNCIAS

das fases β-Al (Fe,

de os e Raios-X composições pós de marca alumínio SIEMENS, Al63Cu25Fe12

(pureza-99,99%), Modelo a presença cobre D-5000, (purezacom

composição estequimétrica Cu) e λ-Al13Fe4 nominal (expressos coexistem com a ɸ-fase quasicristalina, que Phase with depende Long-Range Orientational de processos

Order and No Translatio-

das com fases radiação β-Al CuKα (Fe,

Al 63 25

Fe 12

[1]. SHECHTMAN, D.; BLECH, I.; GRATIAS, D.; CAHN, J.W. Metallic

4 oxidação na Al presença bola planetário

20 l2O4

Este

oxidação de Cu Frittsch resultado ou na presença CuO. Pulverisette da No de

morfologia entanto, 5 com jarras

Cu com a

microestrutural possibilidade cilíndricas

( λ= 1,5406Å),

de de 77 observado formação mm

passo

de diâmetro

de

até um

no MEV, por apresentou uma

com de Difratometria a varredura ɸ-fase 80 quasicristalina, 0,01°/s,

mm ou de CuO. de

em Raios-X altura

uma

No entanto, e que faixa

esferas da a depende possibilidade amostra (20,

2θ (2-theta)

12 e de 7 com mm processos variando

tempo de estequiometria

de diâmetro),

de 20°

moagem de sendo

a 120°.

30 horas; ambas,

A análise

esferas nal Symmetry. e jarras Physical Review Letters 53. p.1951-1953,1984.

devidamente os óxidos espinélio como estrutura CuFexAl2-xO4, típica de são um essenciais grão quasicristalino a catálise de no superfície formato e de [2]. DANIELS, um M.J.; prisma KING, D.; FEHRENBACHER, pentagonal,

L.; ZABINSKI, J.S.;

15

MEV/EDS pesados, foi cinéticos de utilizando-se realizada formação e microscópio de termodinâmicos. outros uma balança óxidos eletrônico espinélio

1, no sugere

Este de Pode-se varredura resultado produzir LEO, também modelo a liga quasicristalina

Observa-se, é

sugere 1430, com que a fase β-Al(Fe,Cu) é

BILELLO, J.C. Physical Vapor Deposition Route for Production of

ilustrado Este resultado na Figura em também tungstênio.

como estado que

CuFexAl2-xO4, bruto a fase de β-Al(Fe,Cu)

são fusão. Al63Cu25Fe12, no com alto Al-Cu-Fe-Cr and Al-Cu-Fe Quasicrystalline and Approximant

precisão pósitos microsonda de ordem CuAl2O4 de e

10 Cu formada OXFORD 10estrutura -4 g. Fe3O4 Usou-se na são um forma complexos moinho de de escada que e forma rodeados um de filme pequenos fino, que nódulos a Coatings. Surface

couve-flor,

and Coatings Technology

conforme

191, p.96-101, 2005.

a

Fe A essenciais identificação diretamente para

a catálise

EDS

das de fases

modelo

superfície

a partir e

7353

análise percentual fase acoplada,com

microestrutural líquida de [6]. uma

icosaedral, e

tensão

espectro

entre

por de

5

energia

e

[3]. YIN,S.; LI,C.; dos BLANB,Q.; LUA,M. Effect of composition

on the formability of quasicrystalline phase in

e seguintes da fase líquida

5 Cu

estrutura com jarras fases: [6].

quasicristalina cilíndricas fase

Cu e Figura de 77 cúbica

compósitos CuAl2O4 e fundição ao ar, evitando a fuga de

5

da mm 2. liga Pode-se do

[8]. diâmetro tipo

observar por β-Al(Fe,Cu) e ɸ–fase

20kV,após na imagem de MEV da figura 3 a presença da fase β-

Feelementos a amostra

Cu

químicos Além ter sido disso, liga

revestida

quasicristalinas a fase com β uma transforma camada

realizados

de abaixo utilizando-se

ouro depositada 750°C as técnicas

a vácuo, para de

Fe

mechanically formar a

difração alloyed as fases Al–Cu–Fe λ powders. e β, que Materials

transforma e trata-se 7 mm de Fe3O4 são complexos que forma composição e certas impurezas;

O O CuO

Science and Engineering A 496, p. 362-365, 2008.

fim

de diâmetro), abaixo

de

uma

aumentar

solução de sendo 750°C

Au Au Au

0 um Al(Fe,Cu) o filme contraste. ambas, sólida para

fino, que “prisma

esferas A formar

a carga e estrutura

passiva pentagonal

jarras as fases

da estrutura

quasicristalina da liga [8] . sicristalina Al63Cu25Fe12, para o

mistura

cúbica λ e β, que

de em pós As imagens formato foi

isomorfa

mantida de MEV de em

da

de raios estrutura na 20 liga g, para qua-de todos

são soluções X (XRD), sólidas microscopia induzidas eletrônica pela de solubilidade varredura (SEM) de Cu e espectroscopia e Fe. coluna” [4]. Na TSAI, A.P. liga Discovery de e pequenos

Al63Cu25Fe12, of Stable Icosahedral nódulos Quasicrystals:

Progress in Understanding Structure and Proper-

a

o LUSÃO as de pela césio os solubilidade ensaios, (CsCl) 0 500 assim e de 1000 a 1500 2000 2500 3000 3500 4000

couve-flor como Cu fase e a Fe. relação λ-Al13Fe4 Na

ties. Chemical Society Reviews 42. p5352-5365,2013.

Energia(keV)

evidenciando bola-pó liga isomorfa Al63Cu25Fe12, em a peso da

estado

fase de é 10:1. totalmente a

energia

bruto

monoclínica A velocidade

de fusão apresentaram

λ- de ensaios Al13Fe4 coexistindo com a fase

análise microestrutural

formação dispersiva

e espectro

da (EDS).

de

fase

energia

icosaedral A análise DRX

dos

é resultado foram feitas de uma utilizando-se reação peritética um difratômetro

[5]. YOSHIOKA, entre de

A.; a EDAGAWA, fase primária K.; KIMURA, K.; β- Takeuchi,

S. Production of High-Quality Thin-Film Sam-

é ra resultado três fases: (Fe, Cu), λ-Al13Fe4

cipais

a liga adotada

conclusões

de de composições uma foi

marca

200 reação rpm

deste quasicristalina CONCLUSÃO

SIEMENS, Al63Cu25Fe12 e peritética tempo

artigo são Modelo

de moagem entre

as -ɸ, seguintes:

a presença

em D-5000, a foi fase durante primária

solução com das

sólida. radiação

30 horas. β-β-Al CuKα

Finalmente, (Fe, utilizou-se 3

-X da amostra com ( λ= 1,5406Å), passo de

ples of Al-Cu-Fe Icosahedral Quasicrystal. Japanese

linas realizados Figura 3. Espectro utilizando-se obtido

Al

por

(Fe, estequiometria

EDS as Cu)

ilustrando técnicas com

os de picos

o difração de

líquido

emissão raios-x

remanescente. apresentando dos similaridade A amostra tanto das bruta de fusão, de composição

As principais conclusões deste

Journal of Applied Physics 34(3), p.1606-1609,1995.

remanescente. existem g com de aditivo a varredura A ɸ-fase amostra de polietileno

0,01°/s, quasicristalina, bruta como

em de uma

meio fusão, faixa

de que moagem depende composição


elementos químicos constituintes na amostra na Al63Cu25Fe12. fases (2-theta)

e atmosfera

presentes de variando processos de argônio.

quanto de da 20°

O polietileno

morfologia

associados “prisma pentagonal antes à fase da moagem, monoclínica formato a fim de λ-Al13Fe4, possivelmente

a 120°. [6]. A ROSAS, análise

tado

G.; PEREZ R. On the transformations of the ψ-AlCuFe

letrônica A fase bruto de icosaédrica varredura de fusão. artigo (SEM) é diretamente são Na e as Figura espectroscopia seguintes: 3 transformada observa-se de no na espectro estrutura de análise elementar λ - do EDS, há uma maior

foi usado como Al63Cu25Fe12,

Observa-se,

agente controlador apresentou no

do processo picos e adicionado icosahedral phase. Material Letters 47.p. 225-230,2001.

nâmicos. associados A fase icosaédrica é diretamente

[7]. BAKER,A.; CAPUTO,M.; HAMPIKIAN,H.; SIMPSON,L.; LI,C.

e Al13Fe4.

Este à

DRX foram No feitas caso

resultado MEV/EDS fase monoclínica

utilizando-se da predominância composição

também foi realizada λ-Al13Fe4, sugere microscópio difratômetro estequiométrica

que possivelmente

a eletrônico fase

de Alumínio de do nominal

β-Al(Fe,Cu) de varredura

que estrutura os demais Al63Cu25Fe12,

é LEO, modelo 1430, com

a do coluna” elementos rodeados a de fase (Cobre Icosahedral e Quasicrystal Ferro) Layer Observed que on compõe λ Phase in Al-Cu-Fe

reduzir tipo β-Al(Fe,Cu) a a

microsonda

aderência devido transformada das a OXFORD

partículas um e ɸ–fase

na maior estrutura para

dúcteis percentual monoclínica

λ -Al13Fe4. transformada No caso com-

na fase cúbica β-Al (Cu, Fe) em [8]. ESTRELLA, M; BARRIO,L.; ZHOU,G.; WANG,X.;WANG,Q.; WEN,

EDS

do alumínio

modelo de ferro nas esferas e paredes das jarras.

pequenos 7353 nódulos acoplada,com e alumínio na

couve-flor. uma liga.

A existência

de de γ-Al2O3 favorecer favorecer a for-a formação W.; HANSON,J.C; FRENKEL,A.I; de espinélio RODRIGUEZ,A.J. In Situ sobre Characte-

tensão Pode-se Alloy. entre Materials 5 perceber Sciences e and Applications que, 8. p.509-520,2017. além

e al 0, icosaédrica a de partir ferro radiação da e fase é alumínio completamente CuKα líquida

liga ( na λ= [6]. liga.

quasicristalina. 1,5406Å), Pode-se passo perceber

A de que, além

ida com estrutura existência

solução sólida a

20kV,após

700ºC,

dos cúbica

posição picos

sendo

a isomorfa amostra estequiométrica associados

evidenciadas

ter da sido à nominal revestida fase

e 2θ (2-theta) variando na análise

cúbica com uma

mação de

β-Al(Cu,Fe),

de DRX;

camada de ouro anteriormente depositada a vácuo, comentado, a uma maior

cúbica a fase β β-Al(Cu,Fe), transforma abaixo espinélio sobre CuAl2O4 rization of CuFe2O4 and Cu/Fe3O4 Water-Gas Shift Catalysts. The

Al63Cu25Fe12,

de anteriormente 20° de a 120°. 750°C comentado,

CuAl2O4 oxidação a fase

A para

icosaédrica

análise formar uma as fases maior λ e β, que

λ-Al13Fe4 isomorfa fim na presença Journal of Physical Chemistry C 113, p.14411-14417, 2009.

definição aumentar é totalmente dos o contraste. picos referentes A carga da a mistura oxidação fase de Cu icosaedral de na

ou

presença pós CuO. foi e mantida de a No

Cu fase ou

entanto, em CuO, quasicristalina-ɸ 20 g, a para possibilidade todos [7]. de formação

s io A a induzidas eletrônico partir fase icosaedral de de 700°C pela varredura solubilidade e por é a completamente fase 5 LEO, h quasicristalina-ɸ modelo liga quasicristalinas Cu transformada 1430, e Fe. com [7]. Na liga

os ensaios, tendo Al63Cu25Fe12, ótimas propriedades é possível a para obter seu e

Cu25Fe12 a presença das fase de outros fases cúbica assim β-Al óxidos como (Cu, (Fe, Fe) a espinélio relação em solu-

bola-pó como em CuFexAl2-xO4, peso de 10:1. são A velocidade essenciais de a ensaios catálise de superfície e

modelo ver as fases 7353 e acoplada,com a fase quasicristalina uma tensão presença entre 5 e das fases uso em β-Al catálise (Fe, heterogênea.

osaedral é resultado Cu) e λ-Al13Fe4

icristalina, adotada de

coexistem

que

com

depende

a ɸ-fase

os foi uma

compósitos 200 reação rpm e tempo peritética

quasicristalina

de processos de de moagem entre a

CuAl2O4

até um tempo

e foi fase durante primária

Fe3O4

de moagem

são 30 complexos horas. β- Finalmente,

de 30 horas;

que forma utilizou-se um 3 filme fino, que a

tida com uma camada de ouro depositada a vácuo, a

Al

líquido remanescente. Al g de aditivo de polietileno como meio de moagem e atmosfera de argônio. O polietileno

bém ga da mistura sugere de que 63

Cu

pós a 25

Fe

foi fase 12

A amostra bruta de fusão, de composição

63

Cu 25

Fe 12


140

passiva mantida β-Al(Fe,Cu) estrutura 20 g, para é quasicristalina todos da liga [8].

entou Pode-se picos produzir associados foi a usado liga Complemento à como quasicristalina fase agente monoclínica controlador Al63Cu25Fe12, Normativo

do processo com e adicionado alto percentual antes da de moagem, fase a fim de

bola-pó em peso de 10:1. A velocidade de 120

λ-Al13Fe4, possivelmente

ensaios

icosaedral, por reduzir fundição ao ar, evitando a fuga de composição e certas

agem CONCLUSÃO

a aderência das partículas dúcteis -Al do alumínio nas esferas e paredes das jarras.

l 13

percentual Fe

impurezas; 750°C 4

foi para durante de ferro

formar 30 horas. e alumínio fases Finalmente, na

λ e β, utilizou-se liga. Pode-se 13

Fe

que 3 perceber 4


que, além

100 -Al(Fe,Cu)

artigo 1

l(Fe,Cu)

eio de moagem e atmosfera As de principais argônio. O conclusões polietileno Referente

-Fase

deste ao

quasicristalina


artigo: artigo 1

se

s são as seguintes:

As

de quasicristalina

à fase cúbica β-Al(Cu,Fe), anteriormente

imagens

Cu e Fe.

de

Na

MEV

liga

na

Al63Cu25Fe12,


comentado, uma maior

liga quasicristalina

Disponibilizado

a 80 por Al63Cu25Fe12, Analytica em parceria com

do processo e adicionado antes da moagem, para o estado bruto

Arena a fim Técnica de

Obtenção

de

referentes a fase icosaedral e a fase quasicristalina-ɸ [7].

e caracterização

ação fusão peritética apresentaram entre a fase três primária A fases:

icosaédrica β-β-Al (Fe, é Cu), diretamente λ-Al13Fe4 transformada apresentando

úcteis do alumínio nas esferas e paredes das jarras. 60

caracterização na estrutura da fase monoclínica λ -

similaridade ostra bruta de tanto fusão, das de fases composição Al13Fe4. presentes No quanto caso da morfologia composição “prisma estequiométrica pentagonal icosaedral nominal do sistema

Al63Cu25Fe12,

Al-Cu-Fe a fase

40


em formato de estrutura

ISO 28279

de icosaédrica coluna” rodeados é completamente de pequenos


transformada nódulos couve-flor. na fase A cúbica β-Al (Cu, Fe) em

monoclínica




λ-Al13Fe4, Sintered 63

Cu

metal possivelmente

25

Fe

materials--Determination 12


40

of the level


of cleanliness of powder-metallurgy

parts favorecer

existência de γ-Al2O3 solução a formação sólida a de 700ºC, espinélio sendo sobre evidenciadas CuAl2O4 na oxidação análise de DRX;

Norma publicada em: 10/2010. / Status:

20

Vigente.

io Classificação 1: Metalurgia pó

na na presença liga. Pode-se Cu perceber ou ISO 3252

Classificação CuO, 2: Norma tendo que, além

recomendada ótimas propriedades para seu

Powder

uso

metallurgy--Vocabulary

em catálise

20

Artigo: OBTENÇÃO E CARCTERIZAÇÃO DA FASE ICOSAEDRAL DO SISTEMA Al-Cu-Fe

Norma publicada em: 12/1999. / Status: Vigente

heterogênea.

A partir de 0700°C por 5 h na liga quasicristalinas Al63Cu25Fe12, é possível obter e

Entidade: ISO.

Classificação 1: Metalurgia do pó

anteriormente -Al 13

Fe 4 comentado, País de procedência/Região: uma maior

Suiça. 20 25 30 Classificação 35 2: Projeto 40em andamento. 45 50

00 25-Al(Fe,Cu)

30 Resumo: 35 ISO 28279:2010 ver 40 as specifies fases the 45determination e a fase 50 of the am quasicristalina ount and nature of the surface

contamination of powder-metallurgy (PM) parts

Entidade: ISO.

presença Artigo: 2 (°) OBTENÇÃO das E CARCTERIZAÇÃO fases β-Al DA FASE (Fe, ICOSAEDRAL Cu) DO SISTEMA e λ-Al13Fe4

Al-Cu-Fe

a fase quasicristalina-ɸ -Fase 2 (i.e.(°)

the [7]. level of cleanliness of PM parts).

País de procedência/Região: Suiça.

coexistem com a ɸ-fase quasicristalina até um tempo de moagem de 30 horas;

80

60

16

Contagem(cps)

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

O presente trabalho visa investigar a formação da fase quasicristalinas no sistema

https://www.iso.org/standard/44599.html

https://www.iso.org/standard/69828.html

Pode-se produzir a liga quasicristalina Al63Cu25Fe12, com alto percentual de fase

Figura 1. icosaedral, Difratograma por de fundição Raios-X (DRX) ao ar, da

aios-X (DRX) da amostra

evitando amostra a Al63Cu25Fe12 fuga de composição no estado bruto e certas de

Al63Cu25Fe12 no estado bruto de


impurezas;

12

40

Intensidade (u.m.a)

C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K


artigo 2

18

Avaliação da atividade

antifúngica da Bidens pilosa

(L.) (Asteraceae)

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Imagem Ilustrativa

Resumo

As conquistas da medicina moderna são colocadas em

risco diante à resistência dos diferentes patógenos aos fármacos

disponíveis. Este problema está se tornando cada

vez mais comum e de difícil solução, por isso são necessários

esforços para evitar a regressão à era pré-antibiótica.

Os conhecimentos tradicionais aliados às pesquisas

científicas com produtos naturais podem contribuir para

descoberta de novas possibilidades de tratamentos para

diversos agentes etiológicos. Nessa ótica, o vigente trabalho

se voltou para a análise (in-vitro) da atividade antifúngica

de Bidens pilosa, popularmente conhecida como “picão-

-preto”, contra o fungo Cândida albicans. Empregaram-se

as técnicas de difusão em discos de papel e de poço, bem

como a macro diluição. Os testes foram realizados com as

seguintes substâncias: extrato alcoólico de Bidens pilosa,

extrato metanoico de Bidens pilosa a frio, nistatina como

controle positivo e álcool 70% como controle negativo. O

extrato a frio a partir do metanol apresentou atividade positiva

significativa, bem como uma maior sensibilidade, no

método de disco difusão em papel. Quanto à difusão em

poço, ambos os extratos não apresentaram atividade antifúngica.

Na técnica de macro diluição, o extrato alcoólico

de Bidens pilosa inibiu significativamente o crescimento da

Cândida albicans. Em conclusão, os componentes ativos do

“picão-preto” podem fornecer uma nova pista quimioterápica

contra Cândida albicans. Vale à pena investir em mais

estudos sobre esta espécie.

Palavras-chave: Bidens pilosa, picão-preto, Cândida

albicans, antifúngico, pesquisa.

Autores

OLIVEIRA, M.L.¹* ; PEREIRA, A.S.¹ ; RODRI-

GUES, K.M.¹ ; FRANÇA, R.F.¹; ASSIS, I.B.¹

1 Grupo de Pesquisa em Ciência e Saúde do Núcleo de Pesquisa e

Desenvolvimento da Faculdade de São Lourenço (Unisepe - União das

Instituições de Serviços, Ensino e Pesquisa Ltda). Rua Madame Schimidt,

nº 90, Bairro Nossa Senhora de Fátima, CEP: 37.470-000 São Lourenço -

MG, Brasil. *Autor para correspondência: maiconlemesoliveira@gmail.com

Abstract

The achievements of modern medicine are put at risk

given the resistance of the different pathogens to the

available drugs. This problem is becoming increasingly

common and difficult to solve, so efforts are needed

to avoid regression to the pre-antibiotic era. Traditional

knowledge combined with scientific research with natural

products may contribute to the discovery of new possibilities

of treatments for several etiological agents. In

this perspective, the current work turned to the analysis

(in-vitro) of the antifungal activity of Bidens pilosa, popularly

known as "picão-preto", against the fungus Candida

albicans. Diffusion techniques were used on paper

and well plates as well as macro-dilution. The tests were

performed with the following substances: Bidens pilosa

alcohol extract, Bidens pilosa methanoic extract in cold,

nystatin as a positive control and 70% alcohol as negative

control. The cold extract from methanol presented

significant positive activity as well as greater sensitivity

in the disc diffusion method. Concerning the diffusion in

the well, both extracts did not present antifungal activity.

In the macro-dilution technique, the alcoholic extract of

Bidens pilosa significantly inhibited the growth of Candida

albicans. In conclusion, the active ingredients of the

"picão-preto" can provide a new chemotherapy track

against Candida albicans. It is worth investing in more

studies on this species.

Keywords: Bidens pilosa, picão-preto, Candida albicans,

antifungus, search.

Introdução

A exploração dos recursos naturais

e o uso de plantas para a cura

das enfermidades remetem ao início

da civilização. Esta experiência está

entre os primeiros recursos terapêuticos

utilizados para o cuidado da

saúde dos seres humanos. A prática

ultrapassou obstáculos durante o

processo evolutivo e se estende até

os dias atuais, na presença de diversas

propriedades fitoterápicas hoje

conhecidas (Rossato, et al., 2012)

O Brasil possui uma das floras

mais ricas do mundo, fato esse que

favoreceu a descoberta de diversas

plantas com propriedades curativas,

segundo a ordem popular. No

entanto, diante da literatura científica,

somente uma pequena parcela

dessa variedade tem seu potencial

terapêutico confirmado (Borges, et

al., 2009)

O Programa Nacional de Plantas

Medicinais e Fitoterápicos, instituído

em dezembro de 2008 pela Portaria

nº 2.960, teve como um de seus objetivos

inserir, com segurança, eficácia

e qualidade, plantas medicinais,

fitoterápicos e serviços relacionados

à Fitoterapia no SUS. O Programa

visa, também, promover, reconhecer

as práticas populares e tradicionais

de uso de plantas medicinais e remédios

caseiros. Desde 2008, com

a aprovação do projeto, pacientes

começaram a ter acesso a medicamentos

fitoterápicos pelo SUS por

meio do programa Renisus (Relação

Nacional de Plantas Medicinais de

Interesse ao SUS), com disponibilidade

nas secretarias municipais e

estaduais.

A Renisus apresenta plantas medicinais

com potencial terapêutico

confiável e assegura o usufruto de

maneira racional. Os fitoterápicos

podem ser industrializados ou manipulados,

e devem conter registro

na Agência Nacional de Vigilância

Sanitária (ANVISA). Esses produtos

são financiados pela União, estados

e municípios (Brasil, 2014).

Entre as plantas que compõe o

Renisus, está a Bidens pilosa, objeto

deste estudo. A Bidens pilosa L. é

uma espécie nativa da América Tropical,

que cresce espontaneamente,

conhecida como invasora de lavouras,

e possui diversos nomes populares,

entre os mais conhecidos está

o “picão-preto”. Esta espécie mostra

preferência para solos arenosos,

férteis e úmidos. Desenvolve-se,

principalmente, no verão e primavera

(Rossato, et al., 2012).

A utilização do chá de picão (Bidens

pilosa L.) é reconhecida pela

ANVISA no tratamento da icterícia,

coloração amarelada que atinge

pele e mucosas, causadas pelo

excesso de bilirrubina acumulada

no organismo. Neste caso, o chá

é usado para o banho da criança

que necessita do tratamento (Petrin,

2016). Estudos mais recentes,

no entanto, chamam a atenção

para o uso do picão em outras

indicações, com possível atividade

anti-inflamatória e antimicrobiana.

(Lucchetti, et al., 2009) (Borges, et

al., 2009).

Através do uso indiscriminado

de antimicrobianos, vem surgindo

doenças cujos agentes etiológicos

apresentam resistência à vários

fármacos hoje disponíveis. De acordo

com RESOLUÇÃO - RDC Nº 20,

DE 5 DE MAIO DE 2011, a venda de

antimicrobianos só pode ser realizada

mediante prescrição médica

(ANVISA, 2011). Legislação vigente

desde 2011, esta foi uma iniciativa

tomada pelo governo brasileiro

a fim de contribuir para a redução

do problema da resistência (Saúde,

2015). Estudos de pesquisadores

britânicos chegaram à conclusão

que se atitudes não forem tomadas

a respeito da resistência a medicamentos,

em 2050 pelo menos

10 milhões de pessoas poderão

morrer anualmente por este motivo

(IBES, 2015).

Diante o exposto, há a pretensão

de ampliar a listagem de medicamentos

disponíveis, especialmente

os fitoterápicos (pois são menos

onerosos), a fim de colaborar com

a assistência farmacêutica básica

em todo país, bem como favorecer

com as pesquisas científicas desse

âmbito. De acordo com a legislação

sanitária brasileira, um fitoterápico

deve ser obtido exclusivamente da

matéria prima e ativos vegetais,

sempre aprovado pela ANVISA,

sendo, então, considerados seguro

para o uso (Ministério da Saúde,

2009).

A Cândida albicans é um fungo

leveduriforme presente na flora

gastrintestinal dos seres humanos,

e atua como patógeno oportunista

(Pinheiro, 2015). Em organismos

saudáveis, existe a presença deste

fungo na cavidade oral ou no

trato gastrointestinal, sem causar

nenhuma alteração patológica. Porém,

quando em elevada prevalência,

qualquer desarmonia na flora

local ou no sistema imunológico,

pode ocasionar a proliferação do

fungo e até a invasão de alguns tecidos/mucosas,

causando a Candidíase

(Pinheiro, 2015). Trata-se de

uma patologia que frequentemente

suscita o uso de antimicrobianos,

sendo a aplicação de plantas medicinais

uma opção que visa contribuir

para o desenvolvimento de

terapias complementares; com

ganhos econômicos, sociais e, sobretudo,

para a saúde.

Conforme todo o panorama supracima

manifesto, a pesquisa

em pauta objetivou avaliar a ação

antifúngica da espécie vegetal Bidens

Pilosa L. (Asteraceae) contra

o fungo da Cândida albicans, contribuindo

para novas alternativas de

tratamentos com antimicrobianos

de origem natural.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

19


artigo 2

20

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Material e Método:

O Extrato alcoólico de Bidens

pilosa a 10% foi produzido

e identificado no laboratório

da farmácia de manipulação

Pharmacia da Terra®, em São

Lourenço-MG, Brasil, código:

213628/1. O extrato metanoico

de Bidens pilosa a frio foi produzido

no Laboratório Químico &

Microbiológico da Faculdade de

São Lourenço, em São Lourenço-MG,

Brasil. A espécie de fungo

selecionada para este estudo

foi obtida da American Type Culture

Collection (ATCC): Cândida

albicans ATCC CCCD-CC001.

A nistatina, suspensão oral, foi

utilizada como controle positivo

dos testes, adquirida pelo laboratório

Neo Química®, com validade

até quatro de março de

2017, lote009845; assumiu-se,

como critério de inclusão, a susceptibilidade

a esse antimicrobiano.

Solução de álcool 70% foi

o controle negativo dos testes.

Para obtenção do inóculo, colônias

isoladas da cepa Cândida albicans

foram transferidas para um

tubo de ensaio contendo caldo BHI

e incubada a 37°C, por 24 horas.

Este tubo foi preparado para ser

ajustado na escala nefelométrica

de McFarland 0,5, o equivalente

a 108 UFC/mL (unidades formadoras

de colônias), sendo esta

a densidade microbiana do pré-

-inóculo. Esse procedimento, baseado

na turbidimetria, foi seguido

conforme Vermelho et al. (2011).

(Vermelho, et al., 2011).

Foram realizados três testes:

difusão em discos de papel e de

poço, bem como a macro diluição.

Imagem Ilustrativa

Método de disco difusão:

A técnica de difusão em disco

foi realizada de acordo com metodologia

descrita por Tortora et al.

(2012). (Tortora, et al., 2012) Para

a realização desse procedimento,

utilizaram-se discos de papel filtro

embebidos em ambos os extratos

(alcoólico e metanoico) de Bidens

pilosa, expondo-os em uma placa

com ágar Mueller-Hinton (Himedia,

Índia®) previamente inoculado

com o organismo teste. O crescimento

e/ou a inibição do crescimento

do fungo frente aos extratos

foram comparados com o controle

negativo (ausência de um halo inibitório

envolto ao disco) e controle

positivo (presença de halo inibitório

envolto ao disco). O tempo de

contato/incubação entre extrato e

inóculo fúngico foi de 24 horas. Os

experimentos foram realizados em

triplicata e repetidos três vezes.

Método de difusão em

poço no ágar

Essa técnica foi sucedida segundo

metodologia proposta por

Silveira et al. (2009). (Silveira, et

al., 2009) Utilizou-se uma placa

de Petri com o ágar Mueller Hilton,

preparada e esterilizada antecipadamente.

Realizou-se, então, uma

perfuração, de aproximadamente

12mm de diâmetro, no centro

do ágar. Com auxílio de um swab

estéril, o inóculo foi distribuído uniformemente

sobre a placa. Após a

distribuição do inóculo, adicionou-

-se 10µL da solução estudada no

poço central da placa.

Método de macro diluição

Esse método avalia a turvação

Autores

OLIVEIRA, M.L.¹* ; PEREIRA, A.S.¹ ; RODRI-

GUES, K.M.¹ ; FRANÇA, R.F.¹; ASSIS, I.B.¹

do meio de cultura com diferentes

concentrações do inóculo. Colocou-

-se, então, 10mL do caldo TSB e

10µL do inóculo em 7 tubos. O primeiro

tubo (0) ficou somente com

a cultura pura, no segundo tubo

(1) foram acrescentados 100µL de

álcool 70°, no terceiro tubo (2) foi

acrescentado 100µL de nistatina,

no quarto tubo (3) 100µL da tintura

mãe (extrato alcoólicos da Bidens

pilosa), no quinto tubo (4) foi acrescentado

100µL da tintura diluída

com água estéril a 10%, no sexto

tubo (5) foi acrescentado 100µL da

tintura diluída com água estéril a

50%, e no ultimo tubo (6) foi acrescentado

100µL da tintura diluída a

com água estéril.

RESULTADO E

DISCUSSÃO

Em relação ao teste de disco

difusão, verificou-se que o extrato

metanoico de Bidens pilosa foi

ativo contra o desenvolvimento de

Cândida albicans. Todavia, diante o

extrato alcoólico, o fungo cresceu

normalmente, não sendo sensível a

esse composto.

Quanto à difusão em poço, ambos

os extratos não apresentaram

atividade antifúngica, tendo como

base os respectivos controles: nistatina

e álcool 70%.

Na técnica de macro diluição, o

extrato alcoólico de Bidens pilosa

inibiu significativamente o crescimento

da Cândida albicans. O tubo

demonstrou aspecto límpido da solução,

ou seja, ausência de turvação.

Os resultados apresentados neste

estudo são de caráter qualitativo,

evidenciando em duas (das três)

técnicas a atividade antifúngica

de Bidens pilosa frente à Cândida

albicans. Assim sendo, o trabalho

oferece subsídios para a pesquisa

e descoberta de novas fontes de

substâncias antifúngicas ativas derivadas

da espécie vegetal.

Contrastando os resultados em

pauta, deve-se levar em consideração

o fato de que as diferentes

metodologias utilizadas para teste

de sensibilidade aos antimicrobianos

apresentam discrepâncias nas

características físico-químicas dos

extratos vegetais, as quais podem

influenciar significativamente na

difusão desses compostos através

dos meios de cultura, especialmente

meios sólidos. As características

do ágar nem sempre favorecem

a difusão de extratos de plantas

medicinais, especialmente contendo

ativos de natureza hidrofóbica

(Rios, et al., 1988).

Apesar de existirem alguns depoimentos

sobre a eficácia in vivo

do chá e o banho feito com o picão-

-preto contra a Cândida albicans,

os resultados dos testes in vitro

nem sempre são satisfatórios, visto

que há alguns fatores que possam

interferir nos testes. Vale salientar

que as condições de um estudo

in vivo contêm fatores diferentes

de um estudo in vitro. Ademais, é

possível que as frações/compostos

isolados obtidos dos extratos de

Bidens pilosa apresentem melhor

atividade, dado que, eventualmente,

o princípio ativo está em pequena

quantidade no material bruto.

Segundo (Coelho, et al., 2003),

os compostos presentes em um

vegetal nem sempre apresentam

atividade biológica adequada por

estarem em baixas concentrações.

Diferentes espécies de microrganismos

apresentam mecanismos

de resistência contra os quais a

descoberta de novos antimicrobianos

não consegue acompanhar.

Consequentemente, são necessários

esforços para o desenvolvimento

de novos compostos que

atuem por outros mecanismos

de ação (Gibbons, 2004) (WHO,

2013). Neste contexto, as plantas

medicinais se tornam relevantes

na investigação de novas terapias,

pois, os medicamentos oriundos de

plantas são de baixo custo e mais

acessíveis para a população de

baixa renda (BRASIL, 2012).

A C. albicans é um fungo que

está presente na microbiota normal,

como: garganta, fezes, área

vulvovaginal e pele dos indivíduos.

Com o passar dos anos, a flora

do hospedeiro tende a aumentar,

influenciada pelo desequilíbrio ou

comprometimento imunológico,

clima quente e sudorese. (Hinrichsen,

2005) (Trabulsi, et al., 2005).

A espécie C. albicans também é a

responsável pela metade dos casos

de internação por Candidíase nos

hospitais (Jameson., 2002), sendo

capaz de provocar manifestações

sistêmicas graves (Hinrichsen,

2005). Por essa razão, a espécie

foi escolhida para realização desse

trabalho, visto que frequentemente

esse fungo suscita o uso

de antimicrobianos, aumentando a

possibilidade do desenvolvimento

de resistência na vigência de uso

indiscriminado daqueles agentes.

A erva Bidens pilosa L., é popularmente

referenciada com relatos de

combate às moléstias infecciosas,

sejam bacteriana, fúngica, helmíntica

ou viral, além da ação anti-inflamatória.

O chá (extrato aquoso) é

indicado para tratamento para diabetes,

obstrução hepática, leucorréia,

inflamação de garganta, como

vermífugo e cicatrizante (Lucchetti,

et al., 2009). É também empregada

na odontologia (Rodrigues, et al.,

2006). Há relatos de estudo realizado

em zonas rurais, do interior de

Minas Gerais, que empregam o uso

desse vegetal no tratamento malária

e hepatite B (Rezende, et al., 2002).

Há indicações antifebril, analgésico

para o ouvido e vias urinárias, além

de auxiliar na eliminação de cálculos

renais e ser benéfico ao fígado.

Combate tumores de mama, esplenoesclerose,

dores de garganta,

problemas de estomago e doenças

respiratórias (Lucchetti, et al., 2009).

Identificaram que as folhas e flores

de B. Pilosa contém β-cariofileno

(10,9% e 5,1%), τ-cadinene (7,82%

e 6,13%) e outros 42 compostos. O

óleo extraído desse vegetal já relatou

atividade inibitória de seis cepas

bacterianas (em sua maioria Gram-

-negativas) e três cepas fúngicas

(Borges, et al., 2009).

Em suma, considerada erva daninha

(Cabral, et al., 2013), Bidens

pilosa evidenciou, nessa recente

análise qualitativa preliminar, atividade

contra C. albicans; presumindo

mais uma opção de tratamento

para quadros de Candidíase, favorecendo

a prospecção de novas alternativas

terapêuticas e combate

às resistências microbianas. Vale

à pena investir em mais conhecimentos

sobre esta espécie vegetal.

É pertinente alcançar informação

conclusiva dessa planta e examinar

quais os princípios ativos antifúngicos

nela presentes.

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REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

21


artigo 2

Complemento Normativo

22

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

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Referente ao artigo: 2

Disponibilizado por Analytica em parceria com

Arena Técnica

DIN EN ISO 18416

Cosmetics-Microbiology-Detection of Candida albicans

Norma publicada em: 01/2018. / Status: Vigente

Classificação 1: Norma recomendada

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: DIN

País de procedência/Região: Alemanha

https://www.beuth.de/en/standard/din-en-iso-18416/281899420

ISO 18416

Cosmetics--Microbiology--Detection of Candida albicans

Norma publicada em: 12/2015. / Status: Vigente

Classificação 1: Microbiologia cosmética

Classificação 2: Projeto em andamento.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/68314.html

ISO/CD 19574

Footwear and footwear components -- Qualitative test method to assess antifungal

activity (growth test)

Norma publicada em: Projeto em andamento

Classificação 1: Calçados

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/65259.html

ASTM E 3152

Standard Guide for Standard Test Methods and Practices Available for Determining

Antifungal Activity on

Natural or Synthetic Substrates Treated with Antimicrobial Agents

Norma publicada em: 01/2018. / Status: Vigente

Classificação 1: Norma recomendada.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ASTM.

País de procedência/Região: EUA.

https://www.astm.org/Standards/E3152.htm

ISO 20150

Cosmetics -- Microbiology -- Detection of Candida albicans

Norma publicada em: 01/2019. / Status: Vigente.

Classificação 1: Calçados.

Classificação 2: Projeto em andamento.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/67158.html

DIN EN ISO 16212

Cosmetics - Microbiology - Enumeration of yeast and mould

Norma publicada em: 09/2017. / Status: Vigente

Classificação 1: Norma recomendada.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: DIN.

País de procedência/Região: Alemanha.

https://www.beuth.de/en/standard/din-en-iso-16212/276575203

ISO 16256

Clinical laboratory testing and in vitro diagnostic test systems -- Reference method

for testing the in vitro activity of antimicrobial agents against yeast fungi involved in

infectious diseases

Norma publicada em: 12/2012. / Status: Vigente.

Classificação 1: Sistemas de testes diagnósticos in vitro

Classificação 2: Norma recomendada

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/56027.html

BS ISO 16700

Microbeam analysis. Scanning electron microscopy. Guidelines for calibrating image

magnification

Norma publicada em: 07/2016. / Status: Vigente.

Classificação 1: Norma recomendada

Artigo: OBTENÇÃO E CARCTERIZAÇÃO DA FASE ICOSAEDRAL DO SISTEMA Al-Cu-Fe

Entidade: BSI.

País de procedência/Região: Reino Unido.

https://shop.bsigroup.com/ProductDetail?pid=000000000030317579

artigo 2

Avaliação da atividade

antifúngica da Bidens pilosa

(L.) (Asteraceae)

ISO 22493

Microbeam analysis -- Scanning electron microscopy – Vocabulary

Norma publicada em: 04/2014. / Status: Vigente.

Classificação 1: Tecnologia de imagem (vocabulários).Equipamentos ópticos

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: OBTENÇÃO E CARCTERIZAÇÃO DA FASE ICOSAEDRAL DO SISTEMA Al-Cu-Fe

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

Resumo: ISO 22493:2014 defines terms used in the practice of scanning electron microscopy

(SEM). It covers both general and specific concepts, classified according to their hierarchy in a

systematic order, with those terms that have already been defined in ISO 23833 also included,

where appropriate.

https://www.iso.org/standard/64932.html

ISO 16000-27

Indoor air -- Part 27: Determination of settled fibrous dust on surfaces by SEM (scanning

electron microscopy) (direct method)

Norma publicada em: 06/2014. / Status: Vigente.

Classificação 1: Atmosferas ambientais

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: OBTENÇÃO E CARCTERIZAÇÃO DA FASE ICOSAEDRAL DO SISTEMA Al-Cu-Fe

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

Resumo: ISO 16000-27:2014 specifies a method giving an index for the numerical concentration

of fibrous structures with fibres equal or greater than 0,2 µm in diameter in settled dust

on surfaces and their classification into specific substance groups (e.g. chrysotile, amphibole

asbestos, other inorganic fibres). It is primarily applicable to indoor areas, but it is also suitable

for certain outdoor situations. A sampling technique for collection of settled dust using adhesive

tape is described. The method incorporates an analytical method for evaluation of the collected

samples by scanning electron microscopy. The result can be specified in asbestos structures

per unit area and/or classified into four different loading classes. The analytical sensitivity

depends on the area examined and can be as low as 10 structures/cm2.

https://www.iso.org/standard/50104.html

ISO 14966

Ambient air -- Determination of numerical concentration of inorganic fibrous particles

-- Scanning electron microscopy method

Norma publicada em: 11/2002. / Status: Vigente.

Classificação 1: Atmosferas ambientais

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: OBTENÇÃO E CARCTERIZAÇÃO DA FASE ICOSAEDRAL DO SISTEMA Al-Cu-Fe

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

Resumo: ISO 14966:2002 specifies a method using scanning electron microscopy for determination

of the concentration of inorganic fibrous particles in the air. The method specifies

the use of gold-coated, capillary-pore, track-etched membrane filters, through which a known

volume of air has been drawn. Using energy-dispersive X-ray analysis, the method can discriminate

between fibres with compositions consistent with those of the asbestos varieties (e.g.

serpentine and amphibole), gypsum and other inorganic fibres. Annex C provides a summary of

fibre types which can be measured.

https://www.iso.org/standard/36256.html

ASTM D 4249

Standard Test Method for Enumeration of Candida albicans in Water

Norma publicada em: 01/1983. / Status: Vigente

Classificação 1: Exame de água para propriedades biológicas

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ASTM.

País de procedência/Região: EUA.

https://www.astm.org/DATABASE.CART/HISTORICAL/D4249-83R98.htm

ISO 18415

Cosmetics -- Microbiology -- Detection of specified and non-specified microorganisms

Norma publicada em: 06/2017. / Status: Vigente.

Classificação 1: Microbiologia Cosmética.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: Avaliação da atividade antifúngica da Bidens pilosa (L.) (Asteraceae)

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/72238.html

Resumo: ISO 18415:2017 gives general guidelines for the detection and identification of

specified microorganisms in cosmetic products as well as for the detection and

identification of other kinds of aerobic mesophilic non-specified microorganisms in cosmetic

products.

DIGITAR TEXTO DA CAIXA

Safety & Risk Strategy report é um relatório reservado produzido pela Arena Técnica conforme acordo com a editora.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

23


Matéria de capa

Gestão de Higiene: Entendendo a aplicação

dos três métodos de swabs de superfícies.

24

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

As novas normas para controle de

alergênicos de encontro com a nova

norma de segurança de alimentos

americana Food Safety Modernization

Act (FSMA) estão exigindo

uma gestão integral de higiene nas

indústrias de alimentos. O FSMA determina

ações de responsabilidade

sobre os importadores, por isso afeta

também todas as empresas que exportam

para aquele país. Para que

os fabricantes de alimentos possam

garantir que seus produtos estejam

livres de perigos, como bactérias patogênicas,

são muito claras as frentes

de atuação:

a) A certificação de fornecedores de

matérias-primas e insumos.

b) Certificação do funcionário treinado

pelo ente credenciado pela FDA

para a gestão do sistema.

c) Ações preventivas de Boas Práticas

de Fabricação.

A análise de produto acabado não

garante inocuidade do alimento, somente

confirma que as ações preventivas

são efetivas. O FSMA exige

que os fabricantes estabeleçam,

avaliem e documentem a eficiência

dos controles preventivos. A forma de

se alcançar isto é a aplicação de um

programa de vigilância sanitária integral,

incluindo os métodos a seguir:

Swabs microbiógicos: Detecção

direta de Patógenos: O método

mais especifico e a detecção direta

de patógenos, tais como Listeria e

Salmonella. Assumindo que a empresa

tenha um controle sobre a

inocuidade e qualidade dos fornecedores

de matérias-primas e insumos,

a contaminação de seu produto com

patógenos somente ocorrerá durante

o processamento via contato com

as superfícies da linha de produção

ou funcionários. Fazer os swabs das

superfícies e fazer as análises destes

patógenos são ferramentas de verificação

importantes, mas não servem

como medidas de correção em tempo

real porque o tempo mínimo para

obter esses resultados é de um dia.

Quantificação dos níveis

microbianos em superfícies:

Os métodos de swab de superfícies

para contagem de microrganismos,

seja contagem total de aeróbios, contagem

de coliformes ou contagem de

bolores e leveduras oferecem uma

visão sobre a eficiência da sanitização.

Esse resultado não garante que

o processo de limpeza foi bem feito

já sendo amplamente sabido que a

presença de resíduos de matéria orgânica

consome parte do sanitizante

e diminui a eficácia da sanitização.

Portanto, fazer swabs para contagem

microbiológica é importante como

medida da eficiência da sanitização,

mas não da limpeza em si.

Análise de eficiência da

limpeza por detecção de ATP:

A Adenosina Trifosfato (ATP) está presente

em todos os organismos vivos

e na maioria dos alimentos. Por ser

uma reação de bioluminescência, o

resultado é imediato, por esta razão o

ATP passou a ser um indicador confiável

e ideal para monitorar processos

de higiene. Este método detecta tanto

microrganismos quanto resíduo de

alimentos, portanto não existe correlação

direta entre quantidade de ATP

detectada e a contagem microbiana

em si. A presença de ATP em uma superfície

que passou por um processo

de limpeza está indicando que esta

limpeza não foi eficiente, portanto há

risco de contaminação microbiológica,

pois ainda existe presença de resíduos

que servem de alimento para

os microrganismos se multiplicarem.

É importante observar algumas características

antes de escolher um

sistema de bioluminescência de ATP:

• O formato do swab deve ter o

buffer na parte superior afim de

lavar a ponta do swab extraindo o

ATP sem depender da agitação do

analista (está passível de erros);

• A ponta do swab deve ser igual aos

swabs microbiológicos oficiais para

evitar divergências de amostragem;

• O buffer deve ter um volume próximo

de 1 ml para garantir que neutralize resíduos

de detergentes e sanitizantes.

• Os resultados devem ser reprodutíveis,

fazendo várias leituras no mesmo

swab, o valor não deve mudar;

• O próprio usuário deve ter um

calibrador afim de verificar e poder

calibrar o luminômetro garantindo

a confiabilidade do sistema;

• O sistema deve ter um software que

permita gerar relatórios para dar suporte

a gestão de higiene na fábrica;

Análise da concentração de

microrganismos em suspensão

Uma clara tendência para aumentar

a performance dos resultados

de contagem de microrganismos no

ambiente é a migração da técnica de

sedimentação em placa para os sistemas

de aspiração do ar e impacto

em placa de ágar. O monitoramento

do ar usando sistemas de aspiração

e impactação permite eliminar uma

das variáveis mais críticas dessa

contagem, que é variabilidade de

resultados por causa das condições

adversas das áreas fabris. Por isso a

impactação de uma quantidade sempre

igual e conhecida de ar permite

tomar decisões baseadas em controles

mensuráveis de volume, tempo e

processo analítico.

Análise de eficiência da

limpeza para detecção de

proteínas alergênicas

O Art. 7 da RDC n° 26/2015, trata

os casos em que não for possível

garantir a ausência de contaminação

cruzada de alergênicos nos alimentos,

ingredientes, aditivos alimentares

ou coadjuvantes dos alimentos.

É importante entendermos o termo

“contaminação cruzada”, Art. 3°,

inciso III: “presença de qualquer

alérgeno alimentar não adicionado

intencionalmente ao alimento como

consequência do cultivo, produção,

manipulação, processamento, preparação,

tratamento, armazenamento,

embalagem, transporte ou conservação

de alimentos, ou como resultado

da contaminação ambiental”; http://

foodsafetybrazil.org/como-rotular-

-alergenicos-de-acordo--com-a-

-rdc-2615. Obviamente escrever no

rótulo de um produto que este pode

conter alergênicos, é uma saída,

porém limita sua venda. Os passos

que permitem garantir ausência de

alergênicos no produto são intrínsecos

às Boas Práticas de Fabricação.

Novamente a higienização tem papel

crucial também para evitar a contaminação

por alergênicos. A forma

de medir essa eficiência é utilizando

swabs para análise da proteína alergênica

diretamente, mas o custo e

complexidade das análises especificas

de cada alergênico inviabilizam

esse controle em rotina. Uma solução,

portanto, é o uso de Swabs para

detecção de Proteína total. Esses

swabs têm sensibilidade adequada

pois detectam resíduos de proteínas

em níveis de microgramas. A reação

é visual em 10 minutos e de menor

custo. Um controle adequado do processo

de higiene junto aos procedimentos

de segregação dos materiais

alergênicos na planta, devem garantir

a ausência destes no produto.

Obviamente, assim como ocorre nas

análises microbiológicas, também

se faz necessário fazer as análises

de alergênicos no produto validando

assim os controles preventivos adotados.

Como vimos, um programa

de Gestão de Higiene eficiente exige

dados advindos de três tipos de monitoramento

e há um quarto fator, um

pouco mais difícil de ser mensurado,

que é a conscientização de operadores

no processo de higiene, por isso

avaliações e treinamentos devem ser

periodicamente aplicados.

Merck

Luis H. Da Costa

Gerente para América Latina

– Especialista em métodos

microbiológicos para alimentos

e gestão de higiene.

Luis.costa@merckgroup.com

BioMonitoring

Cel.: (11) 996477-4649 - Tel.:

0800-727-7293

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

25


Espectrometria de Massa

26

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

O analisador eletromagnético de íons na

espectrometria de massas

Por Oscar Vega Bustillos*

Na Edição 96 Revista Analytica,

estão apresentadas as três seções

que caracterizam o espectrômetro de

massas: A fonte de íons, o analisador

de massas de íons e o detector de

íons. A ionização do analito ocorre

na fonte de íons e os íons resultantes

são contados no detector. Porém, é o

analisador de massas que é responsável

por discriminar e determinar a

relação massa-carga (m/z) dos íons

do analito. Portanto, o analisador de

massas é o componente mais importante

do espectrômetro de massa

que coleta as massas ionizadas

e as separa com base na razão m/z

e as envia ao detector onde elas são

detectadas. Em seguida são convertidas

em uma saída digital. Logo, é

o analisador que permite que o espectrômetro

de massa atenda ao

seu objetivo principal: determinar as

massas dos analitos que estão sendo

medidos. Por essa razão, a escolha

do analisador depende das propriedades

do analito após a ionização e

dos requisitos do experimento que

está sendo realizado.

O analisador de massas é avaliado

de acordo com as seguintes características:

- Limite do intervalo de massas:

O intervalo de massas que o analisador

pode mensurar ou a leitura

máxima da razão massa/carga

(m/z) que pode analisar. A unidade

é Dalton (Da).

- Velocidade de análise: O número

de espectros de massas obtidos por

unidade de tempo ou “scan-speed”.

A unidade é expressa em unidades

de massas por segundo.

- Eficiência de transmissão:

A razão do número de íons que

saem do analisador a caminho do

detector e o número de íons que

ingressam no analisador.

- Exatidão de massa: Determina

a exatidão da massa do íon com razão

m/z detectada pelo analisador. A

exatidão de massa é correlacionada

à estabilidade e resolução do analisador

de massas.

- Resolução: A resolução ou poder

de resolução é a capacidade do

analisador de massas em distinguir

sinais de dois íons com massas

muito próximas.

Existem vários tipos de analisadores

de massas que podem ser

usados para a separação de íons na

espectrometria de massa, os mais

utilizados são: Setorial magnético/

elétrico, Quadrupolares “Ion Trap”/

Filtro de massas, Tempo de vôo (Time

of flight – TOF) e Orbitrap. Neste trabalho

será descrito o analisador de

massas setorial magnético/elétrico.

Arthur Jeffrey Dempster (1886-

1950) foi um físico canadense-

-americano que construiu o primeiro

espectrômetro de massa setorial,

um dispositivo usado para separar

e medir as quantidades de diferentes

partículas carregadas, tais como

núcleos atômicos ou fragmentos

moleculares. Dempster dedicou

grande parte de sua carreira quase

exclusivamente a uma única tarefa,

a de usar técnicas de espectrometria

de massas para descobrir isótopos

estáveis dos elementos químicos e

suas abundâncias relativas. Ele descobriu

o isótopo urânio-235, que foi

usado para construção de bombas

atômicas. A Figura 1 apresenta o

espectrômetro de massas construído

por Dempster: sal de urânio é instalado

num filamento de tungstênio

(F). Quando o filamento é aquecido

por uma resistência elétrica, íons de

urânio são gerados da superfície do

sal, extraídos e acelerados por um

eletrodo oco (E) em direção à fenda

de entrada do analisador magnético

(S1). Os íons seguem então uma

trajetória semicircular estabelecida

pela força de Lorentz, por um campo

de setor magnético uniforme (B). O

raio da trajetória R é definido por três

fendas (S1, S2 e S3). Os íons com

esta trajetória selecionada são então

detectados pelo detector D.

O analisador de setor magnético

utiliza a equação da força centrípeta,

equação 1, descrita por Lorentz:

z v B = m v2 / R (Equação1)

onde, z representa a carga de um íon,

v é a velocidade do íon, B é o campo

magnético, m é a massas do íon e R

é o raio da trajetória do íon.

A velocidade do íon v é relacionada

à sua aceleração da tensão elétrica V

pela equação 2:

½ m v2 = z V (Equação 2)

Utilizando álgebra, substituindo v

da equação 1 na equação 2, obtemos

a razão massa / carga do

íon (equação 3):

m / z = B2 R2 / 2 V (Equação 3)

Sendo R constante, um íon com

uma determinada razão m/z pode

ser isolado e mensurado por meio

de uma combinação determinada

de campo magnético B e tensão

elétrica V. No arranjo do espectrômetro

de massas de Dempster, foi

utilizado um campo magnético fixo,

isto é, um campo magnético permanente

e varrido a tensão elétrica V

para medir os espectros de massas

de diferentes espécies iônica presentes

na câmara de vácuo do espectrômetro

de massas.

Francis Aston (1877-1945) foi um

físico-químico inglês, aluno de J.J.

Thomson recebeu o premio Nobel

de química em 1922, “pela descoberta

de isótopos de um grande

número de elementos não radioativos,

utilizando um espectrômetro

de massa construído por ele”. Aston

modificou o espectrômetro de

massas de Thomson para torná-lo

mais preciso e versátil. A modificação

foi no analisador de íons, além

do campo magnético setorial, ele

introduziu um campo elétrico setorial

para filtrar os íons com mesma

energia. Graças a esta modificação

a resolução do espectrômetro de

Aston aumentou consideravelmente

conseguindo separar melhor duas

massas iônicas consecutivas.

Aston montou um novo sistema

de vácuo, utilizando uma nova

bomba de mercúrio. Para obter

um feixe de íons mais intenso, ele

passou seus íons através de duas

fendas, em vez de um tubo. Logo,

duas placas paralelas, formando

um campo eletrostático, desviaram

os íons através de um pequeno ângulo,

permitindo que íons de uma

mesma gama de energias fossem

selecionados. Os feixes de íons

selecionados passaram, a seguir,

entre os polos de um imã, isto é

um campo magnético, logo foram

desviados os caminhos dos íons de

acordo com sua razão massa/carga.

Ao sintonizar o campo elétrico,

íons de diferentes massas poderiam

ser focalizados em uma chapa

fotográfica. Os nomes setoriais na

espectrometria de massas provem

deste arranjo: setor eletrostático e

setor magnético.

Aston confirmou que o Neônio

tinha dois isótopos, assim como o

cloro, e mediu as massas de todos

os elementos que ele encontrou.

Thompson ficou entusiasmado

com isso, achando que seu aluno

Aston tivesse descoberto um novo

elemento. Mas Aston estava cético

(como ele sempre foi), já que

Frederick Soddy havia proposto

recentemente que um elemento

poderia existir com diferentes

massas, chamado isótopos. A Figura

2 apresenta o espectrômetro

de massas de Aston, destacando o

campo elétrico setorial e o campo

magnético setorial.

Graças ao trabalho de Dempster

e Aston, a espectrometria de

massas com analisador de massas

eletromagnético setorial é uma das

ferramentas

Fonte:

analíticas

Reserachgate.net

mais rápidas

e poderosas de todos os tempos,

com aplicações nas ciências

Figura 1: Espectrômetro de massas de Dempster com fonte de íon

física, química e biológica.

Fonte: Reserachgate.net

As vantagens ionização do espectrômetro (F), analisador de

Fonte: Reserachgate.net Figura setorial 1: Espectrômetro magnético de massas

de Dempster com fonte de íons

(B) e detector de íons (

massas com analisador eletromagnético

de íons setorial Figura são 1: as Espectrômetro seguintes:

Velocidade de ionização análise, o (F), número analisador setorial setorial magnético magnético (B) e detector (B) e detector de íons (D).

por de termo massas ionização de Dempster (F), analisador com fonte de íons por termo

de espectros de massas obtidos por íons (D).

unidade de tempo ou “scan-speed” é

elevado; eficiência de transmissão, a

razão do número de íons que saem

do analisador a caminho do detector

e do número de íons que ingressam

no analisador é máxima; maior exatidão

da massa do íon com razão m/z;

maior resolução de massas, isto é, a

habilidade do analisador em distinguir

sinais de dois íons com massas Fonte: Reserachgate.net

muito próximas.

Fonte: Fonte: Reserachgate.net

Figura 2: Espectrômetro de massas

de construído massas por construído Aston. Os por íons Aston. Os íons do analíto

As desvantagens Figura do 2: espectrômetro

de Figura massas atravessam

Espectrômetro

2: com Espectrômetro analisador a fenda S0. do No analíto de

setor

massas atravessam elétrico

construído

os a íons fenda são S0. filtrados

por Aston.

de acordo

Os

a

íon

sua

eletromagnético atravessam de energia. íons setorial a No fenda setor são S0. magnético No setor No setor elétrico os íons os elétrico íons são são separados filtrados íons de são acordo filtrados a sua razão de a

as seguintes: Elevado m/z. custo plano comparado

com outros tipos de espectrô-

magnético os íons são separados de

focal os de íons acordo analíto a sua energia. são detectados. No setor

energia. No setor magnético os íons são separados de acordo

metros de m/z. massas; No necessita plano de focal um os acordo íons a do sua razão analíto m/z. são No plano detectados. focal

os íons do analíto são detectados.

grande espaço no laboratório para

sua instalação; precisa Referências de espectrometrista

de massas com elevado

bibliográficas

Referências bibliográficas

1) E. Hoffman e V. Stroobant. “Mass spectrometry”.

conhecimento na ciência 1) E. correlacionada

à análise

Hoffman e V. Edit. Stroobant. John Wiley & Sons. “Mass England. spectrometry”. 2007. Edit. John Wiley &

Referências

a ser realizada;

bibliográficas

elevado

custo de manutenção.

2) J.H. Beynon. “Mass Spectrometry and Its Application

2007. to Organic Chemistry”. Edit. Elsevier Science Sons. England. Ltd.

England. 1960.

1) E. Hoffman e V. Stroobant. “Mass spectrometry”. Edit. John

Sons. England. *Oscar 2007. Vega Bustillos

Pesquisador do Centro de Química e Meio

Ambiente CQMA do Instituto de Pesquisas

Energéticas e Nucleares IPEN/CNEN-SP

55 11 3133 9343

ovega@ipen.br

www.vegascience.blogspot.com.br

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

27


Análise de Minerais

28

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Inovação em Análises Minerais:

a inteligência artificial redução de custo

e otimização de processos

No campo do desenvolvimento laboratorial, gestores

e equipes de laboratórios, dos mais diversos tipos

de análises, são confrontados diariamente com

a necessidade de demonstrar níveis crescentes de

excelência, o que se traduz basicamente em garantir

a confiabilidade dos resultados.

Esta confiabilidade deve ser associada à prazos

de entrega dos resultados cada vez mais reduzidos,

análises de minérios cada vez mais complexos e a

necessidade constante de redução de custos, além

do atendimento a um arcabouço de exigências legais

e regulatórias mais intrincada.

Na busca do equacionamento deste desafio, muito

se diz respeito de inovação, que parte dos mais

diversos sentidos quando se trata de análises químicas,

em especial, análises minerais. São exemplos de

avanços tecnológicos os novos e mais precisos equipamentos,

itens analíticos de consumo mais sensíveis

e estáveis, materiais e reagentes de melhor qualidade,

novos métodos analíticos e, principalmente, softwares

capazes de auxiliar o analista durante a calibração e

verificação do processo analítico e softwares de gestão

que auxiliam na obtenção de dados e otimização

dos sistemas produtivos.

Dentro deste contexto, a cada dia a clássica análise

realizada por via úmida, onde se podia verificar a alteração

de coloração de uma solução para definição

de um determinado teor, está cada vez mais distante.

Com a velocidade em que todos temos sido abarcados

pela revolução dos dados e da informação esta dis-

tância vai aumentar em um ritmo ainda maior.

Mais recentemente, o Machine Learning, o Deep

Learning, a Inteligência Artificial, Big Data e o IoT

(Internet of Things) começaram a invadir a vida dos

laboratórios e analistas em todo o mundo. Todas estas

tecnologias, tem basicamente o objetivo de acelerar e

otimizar processos em laboratórios e sistemas LIMS

(Laboratory Integrated Management System), permitindo

que tarefas executadas tipicamente por colaboradores

possam ser automatizadas e otimizadas.

Dentre todas estas tecnologias a que tem sido

aplicada com maior sucesso e trazido aplicações de

sucesso já em uso é a Inteligência Artificial. A inteligência

artificial é um ramo de estudo da ciência da

computação na qual se criam dispositivos e softwares

que simulam a capacidade humana de pensar. Dessa

forma, as ferramentas podem raciocinar, fazer cálculos,

perceber padrões em uma base de dados, tomar

decisões e resolver problemas complexos.

O potencial para usar a inteligência artificial em laboratórios

é gigantesco e podemos até afirmar que

as possibilidades são infindáveis. Mas, onde começar

a fazer o uso da inteligência artificial e aumentar a

probabilidade de sucesso? Alguns dos principais usos

que já foram aplicados com sucesso são:

• Armazenamento de dados: é de amplo conhecimento

que um laboratório é uma fonte de geração

de dados sejam resultados analíticos ou resultantes

de seus processos analíticos e de gestão. Portanto,

se estes forem coletados e armazenados de maneira

correta, tratados e analisados,

podem ser usados para melhoria

significativa dos processos internos

garantindo resultados analíticos

mais confiáveis e processos

mais eficientes.

• Resultados analíticos mais

precisos: com o uso da inteligência

artificial, é possível comparar

os resultados analíticos obtidos

com a base de dados histórica,

permitindo ao analista a avaliação

se este resultado possui coerência

lógica com os resultados

anteriormente obtidos. Assim, o

laboratório pode entregar certificados

de análises mais precisos

e em menor tempo.

• Registros de ensaios eletrônicos:

as informações que são registradas

no decorrer dos ensaios

Eduardo Pimenta de Almeida Melo é Engenheiro Químico, Gerente de Laboratórios

da CSN Mineração, MBA em Gestão Empresarial, Pós–Graduado em Gestão de

Laboratórios e Especializado em Data Science. Coordenador da Comissão de

Estudos para Amostragem e Preparação de Amostras em Minério de Ferro para a

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

LinkedIn: br.linkedin.com/in/eduardo-melo-16b22722

Telefone: 31 3749 1516

E-mail: eduardo.melo@csn.com.br

também podem ser armazenadas

de maneira inteligente, garantindo

a adequada rastreabilidade

dos resultados disponibilizados ao

cliente e facilitando o seu resgate

e consulta, além de um melhor

atendimento e o relacionamento

com os usuários do laboratório.

• Previsões e planejamento:

com a inteligência artificial, é

possível entender e aprender sobre

os fluxos de demanda e produção,

antever cenários relativos

à gestão do laboratório e com

isto, planejar melhor todos os recursos

do negócio.

• Entregar resultados com confiabilidade

e garantir que os clientes

possam entender de maneira

clara e objetiva que os resultados

analisados estão entre os principais

objetivos de um laboratório.

É neste ponto que a Inteligência

Artificial é uma grande aliada, pois

se utiliza da matéria prima dos laboratórios,

ou seja, os dados, para

suportar as tomadas de decisões

dos colaboradores internos trazendo

facilidade para as tarefas

do dia a dia.

A transformação digital tem afetado

empresas de todos os setores,

oferecendo mais eficiência e

otimizando processos. De fato, o

uso da inteligência artificial está

crescendo justamente no momento

em que os estabelecimentos

do setor buscam maior inovação

e precisão em seus resultados. E

você está pronto para participar

desta revolução?


Microbiologia

30

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Validação dos testes de limites microbianos

Por Claudio K. Hirai*

As farmacopeias requerem que os

testes de ensaio limite microbiano

que serão utilizados na rotina do

controle de qualidade do produto em

análise sejam validados.

A validação do ensaio deve

demonstrar que o produto não

inibe os possíveis microrganismos

contaminantes que possam estar

presentes.

De maneira geral a validação deve

ser realizada com amostras diluídas

do produto que são contaminadas

separadamente, com culturas de

Staphylococcus aureus, Escherichia

coli, Pseudomonas aeruginosa,

Salmonella, Candida albicans e

Aspergillus brasiliensis.

Com a utilização destes

microrganismos a validação deve

demonstrar a capacidade do método

em recuperar os mesmos que

poderiam estar presentes no produto

como contaminantes.

A validação do ensaio é necessária

somente uma vez, a menos que a

formulação do produto seja alterada

ou o processo de fabricação sofra

alguma alteração.

Durante o desenvolvimento do

produto/excipiente é essencial que o

microbiologista tome conhecimento

do produto, por exemplo, como

o produto será utilizado, a via de

administração, a dose, a solubilidade,

o pH, a atividade de água, se o mesmo

possui atividade antimicrobiana, etc.

De maneira geral as Boas Práticas de

Fabricação de Medicamentos (RDC

17/2010) devem ser observadas

de maneira a se obter um produto

seguro e eficaz.

O Code of Federal Regulations dos

EUA tem como requerimento;

• Cada lote de matéria prima,

produto terminado embalagens

com potencial de contaminação

microbiana deve ser submetido a

análise microbiológica antes do uso.

• Procedimentos escritos, com o objetivo

de prevenir ou garantir a ausências

dos microrganismos contaminantes

dos produtos não estéreis, devem ser

estabelecidos e seguidos.

• A detecção de microrganismos

contaminantes em produtos

farmacêuticos não estéreis

deve ser avaliada em termos da

finalidade de uso do produto,

a natureza do produto, e o

potencial de contaminação do

microrganismo detectado com

relação ao paciente/consumidor.

• É desejável testar todos os

lotes de produtos não estéreis

cuja especificação seja livre dos

microrganismos indesejáveis. Caso

os ensaios não sejam realizados, ou

não validados ou o microrganismo

isolado não seja identificado existe o

risco sanitário do produto.

Com relação aos excipientes

utilizados na indústria farmacêutica,

na maioria delas as farmacopeias

não tem na monografia

uma especificação quanto a

contaminação microbiológica.

Neste caso deve-se utilizar um

critério baseado na análise de risco

para se determinar a necessidade de

realização dos testes microbiológicos.

Devemos verificar os seguintes itens;

• Quantidade do excipiente que entra

na formulação do produto.

• Verificar a influência da

quantidade do excipiente na

biocarga do produto final.

• Qual é a natureza do excipiente

(vegetal, animal ou sintético).

• O processo de fabricação favorece

a redução da carga microbiana?

• Qual é a atividade de água?

• O excipiente possui atividade

antimicrobiana?

Estas informações servirão

para embasar a especificação

do excipiente, com o

desenvolvimento da metodologia

e a validação do método.

Caso não a monografia não exista

nos compêndios verificar o capítulo

5.5.3.1.5 Limites microbianos

(Tabela1) da Farmacopeia

Brasileira 5º edição que define os

critérios de aceitação para produtos

não estéreis.

Dependendo do produto e da

sua aplicação, é possível que

seja necessário a pesquisa de

outros microrganismos adicionais

que não estão listados na

Farmacopeia Brasileira 5º edição,

sendo recomendado que todos

os microrganismos isolados no

produto ou excipiente sejam

identificados de maneira a se

avaliar a presença ou não de outros

microrganismos patogênicos.

A Anvisa considera que os métodos

farmacopéicos ou compendiais

sejam verificados, quanto a

adequabilidade do método na

recuperação dos microrganismos .

A medida do número de

microrganismos depende da

capacidade de recuperação dos

microrganismos viáveis na presença

de excipientes, matérias primas e

produtos que podem possuir atividade

bacteriostática ou bactericida.

A atividade residual dos produtos

com atividade antimicrobiana

pode levar a inibição do

crescimento microbiano nos

meios de cultivo. Esta atividade

residual deve ser neutralizada

sendo necessário demonstrar a

adequação da neutralização para

estes testes microbiológicos. Esta

demonstração da neutralização

nos testes microbiológicos é

conhecida como demonstração da

adequação do método.

A Farmacopéia Americana

descreveu pela primeira vez na

edição XI o teste de bacteriostase

e fungistase, que deve garantir

que substâncias fungistáticas ou

bacteriostáticas sejam neutralizadas

impedindo que se verifiquem

resultados falso negativos.

Além do teste de esterilidade, a

harmonização dos testes de limites

microbianos aumentou as expectativas

de comprovação da demonstração de

adequação ao método.

As condições específicas do teste

necessitam ser padronizadas,

incluindo-se tampão utilizado,

água, condições de iluminação,

temperatura, preparação dos

microrganismos, condições

de armazenamento dos

microrganismos, para que o estudo

da validação reproduza as condições

normais do teste.

A qualidade microbiológica constitui

um dos parâmetros essenciais para

segurança, eficácia e aceitabilidade

dos produtos farmacêuticos de

uso oral. A evolução tecnológica

no desenvolvimento e produção de

medicamentos estabelecem critérios

a serem seguidos na produção de

medicamentos envolvendo desde às

análises do produto até validações

metodológicas. Estas validações

devem seguir parâmetros definidos

pelos compêndios oficiais. Outro

aspecto a ser considerado na

qualidade dos medicamentos referese

ao uso adequado de conservantes

que visam manter o produto

farmacêutico dentro dos padrões

microbiológicos durante o período

de produção e na fase de utilização

pelo consumidor. Para tanto devese

lançar mão de neutralizantes

capazes de neutralizar estes

produtos. O protocolo de validação

do teste de desafio de conservantes

deve contemplar os parâmetros:

precisão, exatidão, linearidade e

robustez. Aspergillus brasiliensis

ATCC 16404, Candida albicans

ATCC 10231, Escherichia coli ATCC

8739, Pseudomonas aeruginosa

ATCC 9027 e Staphylococcus

aureus ATCC 6538, devem ser

utilizados como microrganismos

teste e inoculados numa

concentração de 10-30 UFC/placa

ou 30- 300UFC/placa. O teste da

eficácia do conservante foi realizado

através da inoculação na amostra

de concentrações microbianas

conhecidas e avaliações periódicas

(tempos 0,1,7,14 e 28 dias) da

viabilidade dos microrganismos teste.

A validação dos métodos de análise

de Contagem Microbiana e Pesquisa

de microrganismos específicos visa

demonstrar que a substância em

análise não interfere na metodologia

e deve comprovar que o método de

neutralização quando empregado

é efetivo em inibir as propriedades

antimicrobianas do mesmo

(eficácia do agente neutralizante)

sem impactar na recuperação dos

microrganismos viáveis (toxicidade

do agente neutralizante

Recomendamos a utilização das

seguintes cepas nas validações de

contagem:

Staphylococcus aureus (ATCC

6538), Pseudomonas aeruginosa

(ATCC 9027), Escherichia coli

(ATCC 8739), S a l m o n e l l a

enterica ssp. enterica sorotipo

typhimurium (ATCC 14028);

Bacillus subtilis (ATCC 6633);

Clostridium sporogenes (ATCC

19404 ou ATCC 11437);

Candida albicans (ATCC 10231);

Aspergillus brasiliensis (ATCC

16404).

A validação dos métodos de análise

de contagem microbiana e pesquisa

de patógenos visas demonstrar que o

produto não interfere na metodologia.

Deve comprovar que o método de

neutralização quando empregado

é efetivo, inibindo as propriedades

antimicrobianas do mesmo

(eficácia do agente neutralizante)

sem impactar na recuperação dos

microrganismos viáveis (toxicidade

do agente neutralizante).

As condições específicas do teste,

incluindo diluentes utilizados, meios

de cultura, tempo e temperatura

de incubação, precisam ser

padronizadas no estudo de validação

e aplicadas integralmente nas

análises de rotina. A validação deve

ser realizada através da avaliação

em triplicata do produto. Pode ser

utilizado o mesmo lote (3 vezes) ou

diferentes lotes do mesmo produto (1

vez cada lote perfazendo a triplicata).

A validação com o mesmo lote de

produto implica na utilização de

diferentes lotes de meios de cultura e

soluções e a execução do teste em 3

dias diferentes (1 lote para cada dia).

Vários conservantes, podem ser

inativados quimicamente. Os

compêndios descrevem alguns dos

neutralizantes mais comumente

utilizados (por exemplo na

Farmacopéia Americana USP 39

capítulo 1227). Existem no mercado,

vários meios de cultura que tem na

sua formulação a presença destes

inativantes o que facilita o trabalho

do microbiologista. Podemos citar o

caldo D/E Letheem e outros .

Os antibióticos beta lactamicos

podem ser inativados através de uma

solução de penicilinase .

Referências bibliográficas

• Farmacopéia Brasileira 5º edição

•IVTnetwork.com/article/harmonized-microbial-

-limits-testing-validation-strategies

*Claudio Kiyoshi Hirai

Farmacêutico bioquímico, diretor científico da BCQ

consultoria e qualidade, membro da American Society

of Microbiology e membro do CTT de microbiologia da

Farmacopeia Brasileira.

Telefone: 11 5539 6719

E-mail: técnica@bcq.com.br

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

31


32

Metrologia

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Metrologia para a Indústria 4.0

Américo Tristão Bernardes

Presidente da Sociedade Brasileira de Metrologia

Estamos à beira de uma nova

revolução industrial. Muitas vezes

não nos damos conta de que há

pouco mais de 200 anos firmaramse

as bases científicas para toda

uma sequência de mudanças com

impacto até então inimaginável.

Na segunda metade do século

18 eram dados os primeiros

passos para a primeira revolução

industrial. As máquinas térmicas

começavam a impulsionar uma

nova indústria. Também naquele

período foram dados os primeiros

passos para a constituição do

atual Sistema Internacional de

Unidades, o SI. Sistema que a

partir de maio de 2019 sofre

uma radical mudança, com a

redefinição das unidades de base.

Com as máquinas térmicas, novos

processos industriais são construídos

e surgem novos meios de transporte,

ligando e trespassando continentes

numa velocidade inconcebível. Tudo

isso exigiu a construção de novas

bases científicas. A evolução da

ciência e da tecnologia andam juntas,

e ambas se impulsionam.

Cada vez mais essa dinâmica se

acelera e nos finais do século XIX

mais um passo é dado, com a

realização da Convenção do Metro

em 1875. Ao mesmo tempo,

iniciava-se a segunda revolução

industrial, quando novos produtos

Humberto Façanha da Costa Filho – Autor

Nasceu em Santiago/RS. Atualmente é diretor da

Unidos Consultoria e Treinamento. Professor da Pós-

-Graduação em Análises Clínicas do curso de Biomedicina

– Instituto Cenecista de Ensino Superior de

Santo Ângelo (IESA). Professor do Centro de Ensino e

Pesquisa de Análises Clínicas da Sociedade Brasileira

de Análises Clínicas (CEPAC/SBAC). Professor titular

(aposentado) da Universidade de Passo Fundo (UPF).

Mestre em administração pela Universidade Federal do

Rio Grande do Sul (UFRGS), e doutorando em projetos

pela Fundação Universitária Iberoamericana (FUNI-

BER). Engenheiro eletricista pela Universidade Federal

de Santa Maria (UFSM). Engenheiro de segurança do

trabalho pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Especialista

em engenharia de análise e planejamento de

operação de sistemas pela Universidade Federal de

Minas Gerais (UFMG/ELETROBRAS). Formação em

gestão da qualidade e auditor líder em ISO 9000.

Paulo Vinício Estivalett Prestes – Coautor

Nasceu em Santiago/RS. Atualmente é consultor da Unidos

Consultoria e Treinamento. Formado em gestão financeira

pela Universidade Anhanguera Passo Fundo.

Contatos:

Unidos Consultoria e Treinamento Ltda.

Passo Fundo – Rio Grande do Sul

Telefones:

(51) 99841-5153

(54) 99999-0957

Humberto Façanha – Diretor

Home Page:

www.unidosconsultoria.com.br

passam a exigir a definição de

padrões e de procedimentos de

medição, particularmente no campo

da eletricidade. Essa segunda

revolução ocorre na compreensão

que os processos de comércio

internacional dependeriam cada

vez mais do acordo em torno das

definições no campo da metrologia.

A partir da iniciativa dos setores

dinâmicos da indústria e da

academia alemãs, representados

por Werner von Siemens e

Hermann von Helmholtz, foi criado o

Instituto Nacional de Metrologia da

Alemanha, o PTB. Compreendia-se

que era necessário, para garantir o

desenvolvimento industrial do país,

ter uma instituição de pesquisa

capaz de unir ciência, tecnologia e

os interesses industriais.

A terceira revolução representa um

salto importante na integração cada

vez maior entre ciência, tecnologia

e inovação. A automatização

de processos e a introdução da

microeletrônica produz enormes

saltos de produtividade. Além disso,

a globalização da produção passa

a exigir melhores medições e

processos. Operam-se mudanças

fundamentais nos modelos de

negócios e nos mercados de

trabalhos. Profissões extinguemse;

outras são criadas, exigindo

um dinamismo muito maior dos

E-mail:

humberto@unidosconsultoria.com.br

E-mail particular:

hfcfunidos@yahoo.com.br

Qual a justificativa do livro? Na sua origem, encontramos a necessidade de

resolver um grave problema que atualmente assola o mercado das análises

clínicas no Brasil, que pode ser sintetizado por: “RISCO CRESCENTE DE

INSOLVÊNCIA DOS LABORATÓRIOS CLÍNICOS DECORRENTE DA QUEDA DA

COMPETITIVIDADE”. O objetivo do livro é ajudar a solucionar este problema,

não somente dos empresários do setor, na medida em que os laboratórios

empregam milhares de pessoas, muitas das quais são arrimo de família e,

num sentido mais amplo, da sociedade em geral, pois recepcionam e coletam

mais de meio milhão de pacientes/dia. Ainda, segundo a literatura médica,

“70% das decisões tomadas pelos profissionais de saúde, estão baseadas

nos resultados dos exames laboratoriais, os quais fornecem informações que

podem ser utilizadas para fins de diagnóstico e prognóstico, prevenção, grau

de risco para determinadas doenças, definição de tratamentos e até mesmo,

em alguns casos, evitar os que podem ser desnecessários”. A importância

do tema tratado pelo livro fica evidente, então, resta saber como colaborar na

solução do problema. Propomos o Programa Nacional para Profissionalização

da Gestão Laboratorial – PROGELAB, objetivando a socialização de sistemas

de gestão laboratorial e de apoio à decisão, aliados à um processo de

benchmarking competitivo, abrangendo todas as regiões do País e operados

via internet. O método contempla dois vetores. O primeiro é a capacitação

presencial e à distância dos empresários e executivos laboratoriais, na

área da gestão econômica. O segundo consiste na aplicação prática dos

conhecimentos na rotina diária, através de duas ferramentas da tecnologia

da informação – TI: o Programa de Proficiência em Gestão Laboratorial

– PPGL e o Sistema de Apoio à Decisão Rápida e Inteligente – SADRI. O

valor agregado por elas no controle dos laboratórios é reconhecido pelos

clientes. A comercialização pela internet, na modalidade de aluguel, facilita o

acesso, democratizando a gestão profissional, cuja implantação nas formas

tradicionais, a torna impraticável para as organizações de menor porte, as

quais, muitas vezes, são as que dela mais necessitam. Fizemos o possível

para socializarmos nossos conhecimentos sobre gestão de laboratórios

clínicos, pois acreditamos firmemente que a divisão do conhecimento é na

verdade, a multiplicação das oportunidades para todos, resultando em uma

sociedade mais justa e um País melhor.

processos de formação de pessoal.

De fato, vivemos no umbral de nova

revolução. A dinâmica de produção

de dados, da comunicação máquina

a máquina criam um novo cenário,

onde os centros de decisão poderão

estar em sistemas cyberfísicos,

onde as unidades produtoras serão

capazes de construir autonomamente

novos processos e melhorias

em produtos. O uso massivo

de tecnologias de informação e

comunicação é elemento chave

dessa nova revolução. Em vários

campos industriais já se antecipam

mudanças. Muitas empresas

já utilizam dados em nuvens e

processamento de informação se

dá por sistemas autônomos. Muitas

unidades produtivas já são quase

completamente automatizadas.

Veículos autônomos para plantio e

colheita monitorados remotamente

já são realidade. Mas os centros de

decisão ainda estão sob controle

humano. É nesse ponto que a nova

mudança deverá acontecer.

Uma nova base metrológica

será necessária para monitorar

fenômenos físicos remotos,

desenvolver novos sensores,

técnicas de aquisição, novos

sistemas de aquisição de dados.

Como em outras vezes, não é

por coincidência opera-se uma

radical mudança no SI.

Os últimos anos foram caracterizados por importantes avanços

no diagnóstico e classificação de doenças hematológicas,

como o uso de contadores hematológicos automatizados na

realização do hemograma e a introdução de novas tecnologias

na rotina clínica, como imunofenotipagem por citometria de

fluxo multiparamétrica, testes genéticos (cariótipo, FISH e CGH-

Array) e estudos moleculares (PCR e sequenciamento de nova

geração). No entanto, a análise morfológica do sangue periférico

permanece como uma ferramenta essencial na avaliação inicial

de pessoas com alterações hematológicas, sendo fundamental

na elaboração das hipóteses diagnósticas e na escolha dos testes

diagnósticos subsequentes durante a investigação clínica.

A importância da análise morfológica de sangue periférico na

rotina laboratorial é demonstrada no “Atlas do sangue periférico

e doenças hematológicas”, que traz um compilado de imagens

de alta qualidade das principais alterações hematológicas nos

componentes eritroide, leucocitário e plaquetário encontradas

durante a análise microscópica de lâminas de sangue e registradas

pelos autores durante seus vastos anos de prática laboratorial.

O “Atlas do sangue periférico e doenças hematológicas” é

organizado de uma forma simples e didática, sendo de grande

utilidade na formação de novos profissionais e como um guia

prático de consulta de bancada, podendo ser utilizado por

técnicos de laboratório, biomédicos, biólogos, farmacêuticos e

patologistas clínicos, independente do seu nível de experiência.

Alex Freire Sandes

Médico Assessor em Hematologia e Citometria de Fluxo do Grupo Fleury

Professor Adjunto da Disciplina de Hematologia e Hemoterapia da UNIFESP.

PROGELAB GESTÃO ECONÔMICA APLICADA PARA LABORATÓRIOS CLÍNICOS HUMBERTO FAÇANHA DA COSTA FILHO

GESTÃO ECONÔMICA APLICADA

PARA LABORATÓRIOS CLÍNICOS

ATLAS DO SANGUE

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PERIFÉRICO E DOENÇAS HEMATOLÓGICAS

ATLAS DO SANGUE

PERIFÉRICO E DOENÇAS

HEMATOLÓGICAS


edição

Inovações disruptivas sobre o tema

PROGELAB

GUIA PRÁTICO

Programa Nacional

para Profissionalização

da Gestão Laboratorial

HUMBERTO FAÇANHA

DA COSTA FILHO

Luiz Arthur Calheiros Leite

Samuel Daniel de Souza Filho

Guilherme Dienstmann

Karina Tolfo Avi

Cristiane Frezzato

1ª EDIÇÃO

capa.indd 1 05/06/19 13:26

Farmacêutico Químico pela UFRGS

Ex. Diretor RT Laboratório Lafont Ltda.

Ex. Presidente da Associação dos Laboratórios

de Análises Clínicas do RGSUL – ALAC.

Ex. Presidente do Sindicato dos Laboratórios

de Análises Clínicas do RGSUL – SINDILAC.

Ex. Membro/Diretor do Conselho Estadual de

Saúde RGSUL.

Ex. Membro/Diretor do Conselho Municipal de Saúde Porto Alegre.

Ex. Presidente da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas Regional RGSUL

– SBACRS.

Ex. Vice-Presidente Nacional da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas –

SBAC.

Ex. Presidente Nacional da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas – SBAC.

Diretor Lab-Farm Consult LTDA.

NÃO EXISTE ALTERNATIVA: A DECISÃO PARA UM FUTURO

INTELIGENTE PASSA EM TRANSFORMAR UMA GESTÃO EMPÍRICA

EM PROFISSIONAL

Início o pavilhão auditivo desta obra (mais sofisticado do que escrever

orelha – a qualidade do livro assim exige) transcrevendo a frase acima. Não

é minha. É do autor, escrita de forma muito clara e convincente nas suas

reflexões com os gestores laboratoriais.

Humberto Façanha da Costa Filho é, sem margens para contestações,

o profissional que mais percorreu os caminhos, meandros e atalhos para

implantar Sistemas de Gestão para Laboratórios Clínicos. Engenheiro por

formação, sempre atento e estudioso a todos os processos relacionados

com gestão, tributos, conceitos e preceitos financeiros. Exerceu por muitos

anos suas atividades profissionais na Companhia Estadual de Energia Elétrica

do RGSUL – CEEE. Por três ocasiões foi o Presidente da Fundação CEEE.

Ao mesmo tempo, acompanhava o crescimento do Laboratório Unidos,

de Passo Fundo – RS, Empresa familiar liderada por sua esposa, Farmacêutica

Rosa Mayr Prestes da Costa. Desta forma, conjugados seus

conhecimentos em gestão e a competência técnica da Rosinha e equipe

transformaram o Laboratório Unidos num modelo de excelência técnica e

administração.

Portanto, o autor é Profissional de Laboratório ... por aderência, e atento ao

acompanhar o crescimento vertiginoso da importância do setor laboratorial na

cadeia do diagnóstico clínico.

Essa importância transformou de forma instigante todo o cenário que regula

o mercado laboratorial, onde a principal porta de entrada são os de pequeno

e médio porte, empresas familiares, uniprofissionais, ou sociedades

de profissionais habilitados. A concorrência aumentou, forçando os preços

pra baixo. Os profissionais na sua maioria, proprietários dos estabelecimentos,

excepcionais na bancada, não possuíam o necessário preparo para enfrentar

as tarefas de gestão, extensas e cada vez mais complexas. E o caixa

raramente permite a contratação de um gestor competente. Portanto, obras

dessa natureza serão sempre benvindas:

PROGELAB – Programa Nacional Para a Profissionalização da Gestão

Laboratorial oferece aos profissionais de laboratório interessados no tema a

reafirmação dos conhecimentos fundamentais aliados a inovações da maior

importância, portanto, adicionando mais ao melhor.

Seus eixos fundamentais, PPGL – Programa de Proficiência em Gestão

Laboratorial e o SADRI – Sistema de Apoio à Decisão Rápida e Inteligente

constituem os grandes diferenciais que proporcionarão ao leitor a margem

de segurança para implantar e sedimentar um prático e eficiente sistema

de gestão.

Parabéns ao autor e à Rosinha, mulher sábia e feliz.

Boa leitura e melhor proveito.

Irineu Grinberg

CAPA.indd 1 04/06/19 18:43

PROGELAB

GESTÃO ECONÔMICA APLICADA

PARA LABORATÓRIOS CLÍNICOS

Diante da crise que o país enfrenta, otimizar custos e produção torna-se

cada vez mais uma tarefa de primeira ordem. É neste sentido que Humberto

Façanha produziu o “Progelab: gestão econômica aplicada para laboratórios

clínicos”.

“Se você que aumentar os lucros e a competitividade, bem como reduzir

o risco de insolvência de um laboratório, então, certamente este livro

será muito útil! Ele ensina de forma teórica e, sobretudo, prática, como

os laboratórios podem ganhar dinheiro, fazer mais com menos e, o que é

melhor, sem necessidade de novos investimentos. Somente com aporte de

gestão.”

Humberto Façanha, especialista em Gestão Laboratorial.

Foto da capa do livro ao lado

O livro apresenta métodos inéditos no universo da administração destas organizações. Únicos, trata-se de descobertas, conhecimentos novos,

compatíveis e necessários para gestores profissionais que enfrentam desafios titânicos de um mercado altamente competitivo.

Para adquirir entre em contato conosco: assinatura@newslab.com.br | Tel.: 11 3900-2395

Luiz Arthur Calheiros Leite, PhD

Especialista em Hematologia e Hemoterapia

Universidade Federal de São Paulo

Escola Paulista de Medicina, UNIFESP/EPM.

Mestre em Ciências, Disciplina de Hematologia,

Departamento de Medicina, UNIFESP/EPM.

Doutor em Bioquímica,

Universidade Federal de Pernambuco, UFPE.

A cada dia a hematologia avança de forma exponencial, exigindo uma constante corrida

por qualidade e liberação rápida do hemograma. Neste contexto, emerge um grande desafio,

explorar os recentes parâmetros dos analisadores hematológicos, e ver o que as máquinas

não conseguem detectar. Para solucionar este desafio foi editado e publicado este guia

prático, “Atlas do Sangue Periférico e Doenças Hematológicas”, uma obra confeccionada

por autores de diferentes regiões do Brasil, com vasta experiência em Hematologia e

citomorfologia. O Atlas trás imagens com descrição de anormalidades morfológicas dos

eritrócitos, leucócitos, plaquetas, leucemias agudas, leucemias crônicas, linfomas periféricos,

bem como hemoparasitas. Assim, a obra configura-se como um guia prático de bancada para

profissionais e estudantes. As imagens foram cuidadosamente selecionadas, em diferentes tons

de coloração, para que o leitor se identifique com suas colorações hematológicas rotineiras. A

inserção de casos típicos, bem como raros, foram discutidos e inseridos no livro para auxiliar

tanto profissionais iniciantes, como os que trabalham em hospitais ou centros de referência em

Hematologia e doenças infecciosas. A primeira edição do Atlas do Sangue Periférico e Doenças

Hematológicas conta com 200 imagens e esta obra torna-se útil para estudos e consultas de

dúvidas frequentes sobre o imenso universo das complexas alterações citomorfológicas no

sangue periférico, benignas ou neoplásicas, possuindo uma apresentação didática, prática e

objetiva, afim de mostrar o caminho aquedado para descrição morfológica das anormalidades

citológicas que podem nortear diagnósticos de diversas doenças.

Para adquirir entre em contato conosco: assinatura@newslab.com.br | Tel.: 11 3900-2395

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

33


Em foco Científico

Fig. 2. Cromatograma

34

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Método por CLAE (HILIC-RP in tandem)

para quantificação de retinaldeído.

Rodrigues, L.C.1; De Amorim, L.R.1; Delarcina-Júnior, S.1

1.Theraskin Farmacêutica Ltda.; Via Anchieta, km 13,5. 09696005, São Bernardo

do Campo, Brasil

por CLAE (HILIC-RP in tandem) para quantificação de retinaldeído.

s, L.C. 1 ; De Amorim, L.R. 1 ; Delarcina-Júnior, S. 1

kin Farmacêutica Ltda.; Via Anchieta, km 13,5. 09696005, São Bernardo do Campo,

INTRODUÇÃO

A aplicação tópica de retinaldeído (Fig.1) representa

uma escolha bem estabelecido para o tratamento e

prevenção de fotoenvelhecimento na pele saudável

por meio de preparações cosméticas (1,2) . Os

ÇÃO

benefícios da aplicação tópica de retinaldeído é

dada pela sua conversão em ácido retinóico no sítio

ão tópica de retinaldeído ação, o (Fig.1) que contribui representa para a redução uma escolha dos efeitos bem estabelecido para o

adversos do próprio ácido retinóico (3). Devido a

to e prevenção de

preocupações

fotoenvelhecimento

relacionadas

na

às eficácia

pele saudável

e segurança

por meio de preparações

as (1,2) . Os benefícios do retinaldeído, da aplicação a Agência tópica Nacional de retinaldeído Vigilância é dada pela sua conversão

retinóico no sítio de Sanitária ação, (ANVISA) o que estabeleceu contribui para seu limite a redução máximo dos efeitos adversos do

em cosméticos como 0,05% (4). O objetivo deste

ácido retinóico (3). desenvolvimento Devido a preocupações de método analítico relacionadas

RESULTADOS

foi o de se obter às eficácia e segurança do

ído, a Agência Nacional um método de Vigilância por CLAE Sanitária (Cromatografia (ANVISA) Líquida estabeleceu de Alta seu limite máximo

éticos como 0,05% (4).

Eficiência)

O objetivo

com alta

deste

seletividade

desenvolvimento

para o retinaldeído

de método analítico foi o de

em formulações cosméticas. Para este propósito foi

um método por CLAE utilizada (Cromatografia como fase estacionária Líquida de duas Alta colunas Eficiência) in com alta seletividade

etinaldeído em formulações tandem. Escolheu-se cosméticas. uma coluna Para este de cromatografia propósito foi (vide utilizada figura 2) como fase

líquida de alta eficiência por interação hidrofílica

ária duas colunas in

(HILIC)

tandem.

preenchida

Escolheu-se

com

uma

grupos

coluna

sulfobetaínas

de cromatografia líquida de alta

a por interação hidrofílica

CONCLUSÃO

zwitteriônicos (HILIC) para preenchida a função de com primeira grupos coluna. sulfobetaínas A zwitteriônicos

nção de primeira coluna. segunda A coluna segunda acoplada coluna à primeira acoplada foi uma à primeira coluna foi uma coluna de fase

de fase reversa (RP) preenchida com octodecilsilano

RP) preenchida com (C-18). octodecilsilano (C-18).

Fig. 1. Retinaldeído Fig. 1. Retinaldeído

MATERIAIS E MÉTODOS

Equipamento : sistema de CLAE com detector de

arranjo de diodos (DAD) / comprimento de onda :

380nm / temperatura : 30 ° C / colunas : A) ( ZIC

- HILIC ) 250 x 4,6 mm ( 5 mM ) Fabricante: Merck-

Millipore e B) RP - C18 LiChrospher ® , 125 x 4,0

mm ( 5 mM ) Fabricante: Merck-Millipore / fluxo e de

eluição : 0,8 ml / min , isocrática /fase móvel : 5% de

tampão de acetato de amônio pH 4,5 a 100 mM , 5

% de metanol , 90 % de acetonitrilo / concentração

testada : retinaldeído ( 0,01 mg / ml ) .

O tempo de retenção (TR) encontrado para o

retinaldeído foi de 7,5 minutos. Todos os parâmetros

de validação cumpriram as diretrizes da Resolução

RE 899 de 29 de maio de 200 (5). A Fig. 2 representa

o cromatograma típico obtido com o método.

O uso de ambas as colunas em conjunto permitiu

a aplicação de um fluxo reduzido de 0,8 ml/ min e

um tempo total de análise de apenas 12 minutos. A

escolha da coluna ZIC - HILIC permitiu uma análise

rápida com boa separação do retinaldeído dos outros

componentes da formulação. A fase estacionária ,

composta por grupos sulfobetaínas (Fig. 3 ) , permitiu

a seletividade para o analito através do controle de

pH em 4,5. Adicionalmente, a metodologia dispensa a

necessidade de procedimentos de recuperação para

se extrair o retinaldeído da formulação, contribuindo

para a repetibilidade do método analítico.

(vide figura 3)

CONCLUSÃO

O uso de ambas as colunas em conjunto permitiu a aplicação de um fluxo reduzido d

min e um tempo total de análise de apenas 12 minutos. A escolha da coluna ZIC - HILIC

uma análise rápida com boa separação do retinaldeído dos outros componentes da fo

A fase estacionária , composta por grupos sulfobetaínas (Fig. 3 ) , permitiu a seletivida

REFERÊNCIAS

analito 1. CREIDI, através P. Profilometric evaluation do of photodamage

after topical retinaldehyde and retinoic acid

controle de pH em 4,5. Adicionalmente, a metodologia d

treatment. J Am Acad Dermatol. 39, 960-965, 1998.

necessidade de procedimentos de recuperação para se extrair o retinaldeído da fo

2. CREIDI, P. Clinical use of topical retinaldehyde

on photodamaged skin. Der-

contribuindo matology. 1 (Suppl para 1), 49-52, a repetibilidade 1999. do método analítico.

3. BAILLY, J. et al. In vitro metabolism by human

skin and fibroblasts of retinol, retinal and retinoic

acid. Experimental Dermatology. 7, 27-34, 1998.

4.BRASIL. ANVISA. Parecer Técnico nº3. 2002. Acessado

em 1º de julho de 2013. Local: http://www.anvisa.

gov.br/cosmeticos/informa/parecer_retinoides.htm

5. BRASIL. ANVISA. Resolução RE nº 899, de 29 de

maio de 2003. Diário Oficial da União de 02/06/2003.

Agradecimentos:

À Merck-Millipore Brasil pelos

conselhos técnicos na escolha

das fases estacionárias.

REFERÊNCIAS

Fig. 2. Cromatograma

Fig. 2. Cromatograma

CONCLUSÃO

O uso de ambas as colunas em conjunto permitiu a aplicação de um fluxo reduzido de 0,8 ml/

min e um tempo total de análise de apenas 12 minutos. A escolha da coluna ZIC - HILIC permitiu

uma análise rápida com boa separação do retinaldeído dos outros componentes da formulação.

A fase estacionária , composta por grupos sulfobetaínas (Fig. 3 ) , permitiu a seletividade para o

analito através do controle de pH em 4,5. Adicionalmente, a metodologia dispensa a

necessidade de procedimentos de recuperação para se extrair o retinaldeído da formulação,

contribuindo para a repetibilidade do método analítico.

Fig. 3. Grupo Sulfobetaína

Fig. 3. Grupo Sulfobetaína

Fig. 3. Grupo Sulfobetaína

LUCIANA: Farmacêutica-Bioquímica, Especialista em Gestão

e Tecnologia Industrial e Farmacêutica, MBA em Qualidade

e Produtividade, com 15 anos de experiência no mercado

REFERÊNCIAS

1. CREIDI, P. Profilometric evaluation of photodamage after topical retinaldehyde and retinoic

acid treatment. J Am Acad Dermatol. 39, 960-965, 1998.

1. CREIDI, industrial P. Profilometric farmacêutico de evaluation medicamentos 2. CREIDI, P. Clinical use e of cosméticos

topical retinaldehyde on photodamaged after skin. Dermatology. topical 1 (Suppl retinaldehyde an

1), 49-52, 1999.

acid treatment. J Am Acad Dermatol. 39, 960-965, 1998.

3. BAILLY, J. et al. In vitro metabolism by human skin and fibroblasts of retinol, retinal and

retinoic acid. Experimental Dermatology. 7, 27-34, 1998.

4.BRASIL. ANVISA. Parecer Técnico nº3. 2002. Acessado em 1º de julho de 2013. Local:

2. CREIDI, P. Clinical use of topical http://www.anvisa.gov.br/cosmeticos/informa/parecer_retinoides.htm

retinaldehyde on photodamaged skin. Dermatology

1), 49-52, 1999.

5. BRASIL. ANVISA. Resolução RE nº 899, de 29 de maio de 2003. Diário Oficial da União de

02/06/2003.

SERGIO: Farmacêutico - Bioquímica pela Universidade de São

3. BAILLY,

Paulo,

J. et

mestrado

al. In

em

vitro

Farmacologia

metabolism

pela Universidade

by human

Federal

skin and fibroblasts of retinol, re

de São Paulo e MBA em Conhecimento Tecnologia e Inovação

retinoic acid. pela FIA-SP. Experimental Dermatology. 7, 27-34, 1998.

4.BRASIL. ANVISA. Parecer Técnico nº3. 2002. Acessado em 1º de julho de 2013. Loca

http://www.anvisa.gov.br/cosmeticos/informa/parecer_retinoides.htm

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

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Informe Científico

PURELAB® Chorus – A solução em purificação

de água que garante aos laboratórios a pureza exata

para todas as aplicações

A Linha de Equipamentos Purelab® Chorus, da ELGA - VEOLIA, abrange três sistemas projetados para fornecer uma

experiência incomparável de usabilidade de flexibilidade.

36

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Os equipamentos Purelab® Chorus permitem que os clientes configurem um sistema verdadeiramente

personalizado, totalmente otimizado para melhor atender sua aplicação, orçamento e configuração de seu

laboratório - tudo sem comprometer a qualidade da água ou o apelo visual da unidade. São equipamentos

particularmente adequados para uso em laboratórios com espaço laboratorial limitado e aqueles que devem

manter um controle preciso sobre os métodos de dispensação e as opções de armazenamento de água.

O nível certo de pureza para cada aplicação

O Purelab® Chorus 1 produz água purificada

com a mais alta pureza inorgânica disponível através

da utilização da tecnologia exclusiva PureSure®, de

deionização, que remove até mesmo, níveis traços

de íons que poderiam interferir em metodologias

de análise muito sensíveis, como HPLC, ICP ou

ICP-MS. Com o monitoramento constante e em

tempo real do TOC, proporciona total confiança na

pureza orgânica da água. Além disso, o emprego de

ultrafiltração ou microfiltração integrada, tratamento

UV de espectro total e recirculação total, garantem a

mais alta pureza orgânica da água no ponto de uso,

com remoção completa de endotoxinas, proteínas,

nucleases e partículas. Isso o torna ideal até mesmo

para as aplicações mais sensíveis.

O Purelab® Chorus 2 é a totalmente adequado e

ideal para aquelas aplicações que requerem água de

alta pureza com bom controle orgânico, inorgânico e

microbiano, mas onde a água ultrapura (Tipo I) não

é essencial. Incluindo ensaios de eletrofisiologia,

histologia, microbiologia e química geral, por exemplo.

O terceiro membro desta linha, o Purelab®

Chorus 3, oferece o menor custo de aquisição e

oferece alta capacidade de produção, de até 120

litros por hora, sendo ao mesmo tempo simples de

operar e fácil de manter. O sistema inteligente tem

uma função de lavagem automática para manter a

pureza durante períodos de baixa utilização, oferece a

opção de remoção de CO2 e é projetado para permitir

que a vazão seja facilmente atualizada para atender às

demandas futuras. Como tal, é otimizado para todas

as aplicações onde a pureza deve ser efetivamente

balanceada contra a velocidade para fornecer o

suprimento de água mais eficaz para uso geral.

Flexibilidade que se estende desde a distribuição

até armazenamento

Além de garantir o nível desejado de pureza da

água, os sistemas Purelab® Chorus funcionam

perfeitamente com as soluções de distribuição de

água Halo da ELGA, que podem ser posicionados

independentemente do sistema de purificação de água

para máxima flexibilidade e garantir que o espaço

de laboratório seja utilizado de forma eficaz. O fluxo

é ajustável de gota a gota até dois litros por minuto,

permitindo que os usuários realizem a coleta de água o

mais lentamente ou o mais rápido que for necessário. O

portfólio exclusivo de reservatórios

de armazenamento da ELGA

completa a linha, oferecendo

opções de 15, 30, 60 e 100 litros

de armazenamento são compactos

e todos projetados para minimizar

os riscos desde períodos de

inatividade até mesmo durante

períodos de alta demanda, sem

afetar a qualidade da água.

Um fornecimento consistente de

água pura é essencial para qualquer

um que execute testes laboratoriais

- sem isso, os resultados raramente

são confiáveis e reprodutíveis. Ao

contrário de muitos outros fabricantes

Sobre a Veolia

O grupo Veolia é a referência mundial em gestão otimizada dos recursos. Presente nos cinco continentes

com mais de 171.000 colaboradores, o Grupo concebe e implementa soluções para a gestão da água,

de resíduos e de energia, que fomentam o desenvolvimento sustentável das cidades e das indústrias.

Com suas três atividades complementares, Veolia contribui ao desenvolvimento do acesso aos recursos, à

preservação e renovação dos recursos disponíveis. Em 2018, o grupo Veolia trouxe água potável para 96

milhões de habitantes e saneamento para 63 milhões, produziu cerca de 56 milhões de megawatt/hora

e valorizou 49 milhões de toneladas de resíduos. Veolia Environnement (Paris Euronext: VIE) realizou em

2018 um faturamento consolidado de 25,91 bilhões de euros. www.veolia.com

Contato:

watertech.marcom.latam@veolia.com

11 3888-8800

de sistemas de purificação de água,

a ELGA está concentrada cem por

cento em produzir equipamentos

que forneçam purificação de água

confiável e precisa, litros após

litro, ano após ano. Como tal, os

nossos clientes confiam em nós

para manter seguro e confiável o

seu abastecimento de água, para

que possam concentrar-se naquilo

que é mais importante para eles -

as suas experiências e resultados.

A linha de produtos Purelab®

Chorus combina esse espírito

com a compreensão de que o

espaço do laboratório é precioso,

permitindo que os usuários criem

um sistema que atenda a todas

as suas necessidades, desde a

usabilidade até a pureza da água.

Além disso, o serviço pósvenda

da Veolia e as equipes

de suporte oferecem serviços

de alta qualidade e programas

de manutenção preventiva e

corretiva: auditorias, manutenção,

entrega e substituição

de consumíveis, peças

sobressalentes e gerenciamento

total do sistema de purificação

de água.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

37


Em Foco

Bio Scie e Thermo Fisher: a nova parceria para distribuição de consumíveis

cromatográficos no Brasil.

A qualidade necessária

com a agilidade

A qualidade desejada! necessária

com a agilidade

desejada!



ímicos,

pesquiveterilógicas,

s, mio

início

nto, há

á finaliara

rerodutos

rial em

nte loe

parte

os mais

tina, a

ções de

os com

.

38

amplo

engloportfólio

de colunas A Thermo para Fisher cromatografia

líquida, líder gasosa mundial e iônica. de instrumentos, Acom-

equi-

Scientific é

panhando o mercado pamentos, ascendente software, serviços de e consumíveis

de para biomoléculas, solução de desafios

desenvolvimento

oferece opções analíticos de colunas complexos de em alto pesquisa

desempenho farmacêutica, e sensibilidade biotecnológica, para acadêmica,

governamental, biológicas. ambiental

análises de amostras

Trazendo e tecnologia industrial. Contribuem de ponta para um

e visando a otimização mundo mais do saudável, tempo limpo e e seguro,

ajudando oferece cientistas pro-

a acelerar

quantidade amostral,

dutos para o preparo a pesquisa de em amostras ciências da de vida, melhorar

precisa o diagnóstico e econômica, de pacientes,

forma rápida,

com as linhas entregar HyperSep serviçosmédicos de cartu-achos tradicionais cado e o aumentar revolucionário a produtividade

mer-

cartucho para extração SOLA, contando

ainda com as Microplacas, Ma-

dos laboratórios. Por meio de linhas

Premium, a Thermo Fisher oferece

nifolds, MEPS e Quechers.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Com a linha de produtos Dionex,

a Thermo Fisher é líder no mercado

diversas combinações de tecnologias

inovadoras, conveniências em

compras e serviços especializados.

Dentre as técnicas analíticas nas

quais oferece suporte, a cromatografia

merece destaque por ser a

técnica de separação e identificação

de compostos mais presente

nos mercados farmacêutico, alimentício,

petroquímico, prestador

de serviço, dentre outros. A Thermo

Fisher conta com amplo portfólio

em consumíveis cromatográficos

que atendetodos os setores e equipamentos

disponíveis no mercado.

Visando atender o mercado de

forma rápida e eficiente, a Thermo

Fisher agora conta com a parceria

da Bio Scie Industria e Comércio

Ltda, a mais nova distribuidora autorizada.

Com sede em Anápolis e

escritório em Goiânia, a Bio Scie

atua no segmento industrial com

foco em laboratórios analíticos,

farmacêuticos, clínicos, químicos,

petroquímicos, universidades, institutos

de pesquisa, indústrias alimentícias,

veterinárias, ambientais,

biotecnológicas, sucroalcooleiras,

laboratórios, mineração, entre outros.

Desde o início de sua trajetória

de crescimento, há 5 anos atrás, a

empresa está finalizando o ambicioso

projeto para revolucionar o

mercado de produtos químicos:

a unidade industrial em Anápolis/

GO. Estrategicamente localizada

no coração do país e parte de um

dos polos farmacêuticos mais importantes

da América Latina, a estrutura

permite trazer soluções de

distribuição ágeis e produtos com

elevado padrão de qualidade.

A Bio Scie apresenta um amplo

portfólio de produtos, que ao englobar

os produtos da Thermo Fisher

pode ser considerado definitivamente

completo para atender às mais

diversas necessidades. Conta ainda

com centro logístico com rígidos

controles de qualidade, importando

e distribuindo produtos de qualidade

para atender com rapidez todas

as necessidades dos seus clientes.

Além disso, o time de especialistas,

exclusivo e personalizado, foi treinado

e capacitado pela Thermo Fisher,

fornecendo atendimento eficiente e

de excelência aos seus clientes.

Sinônimo de qualidade e variedade,

a Thermo Fisher oferece

amplo portfólio de vials com mais

de 850 produtos compatíveis

com todos os equipamentos disponíveis

no mercado. Conta ainda

com um robusto portfólio de colunas

para cromatografia líquida,

gasosa e iônica. Acompanhando

o mercado ascendente de desenvolvimento

de biomoléculas, oferece

opções de colunas de alto

desempenho e sensibilidade para
























Laboratório Habilitado pela ANVISA desde 2004

Centro Analítico Reblas 131.

Certificado de Acreditação CRL 1117.

Centro de Estudos de Equivalência Farmacêutica -

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analitica@analiticalab.com.br


em foco

40

Em Foco

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

Com a linha de produtos Dionex,

a Thermo Fisher é líder no

mercado mundial de cromatografia

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tantes inovações em instrumentação,

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equipamentos Validação disponíveis de no limpeza:

mercado.

e software garantem ao usuário

vantagens as da melhores metodologia soluções disponíveis analítica TOC

Validação de limpeza: vantagens da metodologia analítica TOC

Validação de limpeza:

vantagens da metodologia analítica TOC

Dentre as técnicas analíticas nas

quais oferece suporte, a cromatografia

merece destaque por ser a

técnica de separação e identificação

de compostos mais presente nos

mercados farmacêutico, alimentício,

petroquímico, prestador de serviço,

dentre outros. A Thermo Fisher conta

com amplo portfólio em consumíveis

cromatográficos que atende

todos os setores e equipamentos

disponíveis no mercado.

Visando atender o mercado de

forma rápida e eficiente, a Thermo

Fisher agora conta com a parceria da

Bio Scie Industria e Comércio Ltda, a

mais nova distribuidora autorizada.

Com sede em Anápolis e escritório

em Goiânia, a Bio Scie atua no segmento

industrial com foco em laboratórios

analíticos, farmacêuticos,

análises de amostras biológicas.

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www.bioscie.com.br

comercial@bioscie.com,br

No mundo todo, indústrias farmacêuticas

e biofarmacêuticas buscam constantes

melhorias alavancadoras de produtividade,

sem prejudicar a qualidade

de seus processos. Concomitantemente,

pressões orçamentárias e consolidação

de recursos intensificam a necessidade

dos fornecedores aderirem à visão

taylorista de “fazer mais com menos” em

um ambiente altamente regulado. Nesse

cenário, a solução é buscar equipamentos

tecnológicos para ajudar a otimizar

a produção industrial e aumentar

a confiabilidade dos métodos analíticos.

Benefícios das análises via TOC

No mundo todo, indústrias farmacêuticas

e • Maior biofarmacêuticas

produtividade

• Menores custos operacionais

• Análises mais rápidas

buscam constantes

• Desenvolvimento de

melhorias

métodos simplificados

alavancadoras de produtividade,

• Melhor entendimento do processo

sem prejudicar

• Possíveis

a

análises

qualidade

on-line e at-line

de

seus processos. O TOC é uma Concomitantemente,

pressões orçamentárias e

excelente escolha para o

seu programa de validação de limpeza!

consolidação de recursos intensificam

a necessidade dos fornecedores

aderirem à visão taylorista

de “fazer mais com menos” em

um ambiente altamente regulado.

+55 62 3085 1900

Nesse cenário,

www.lasdobrasil.com.br

a solução é buscar

equipamentos tecnológicos

para ajudar a otimizar a produção

industrial e aumentar a confiabilidade

dos métodos analíticos.

A escolha do instrumento analítico

correto é fundamental para a

validação ou verificação de limpeza

e monitoramento da água ultrapura

No mundo todo, indústrias farmacêuticas

e biofarmacêuticas buscam constantes

melhorias alavancadoras de produtividade,

sem prejudicar a qualidade

de seus processos. Concomitantemente,

pressões orçamentárias e consolidação

de recursos intensificam a necessidade

dos fornecedores aderirem à visão

taylorista de “fazer mais com menos” em

um ambiente altamente regulado. Nesse

cenário, a solução é buscar equipamentos

tecnológicos para ajudar a otimizar

a produção industrial e aumentar

a confiabilidade dos métodos analíticos.

A escolha do instrumento analítico correto

é fundamental para a validação ou

verificação de limpeza e monitoramento

da água ultrapura (UPW). Os analisadores

de carbono orgânico total (TOC)

oferecem análises confiáveis com rapidez,

permitindo a realização de diversos

outros testes farmacêuticos. Recursos

adicionais disponíveis para os equipamentos

de TOC (como automação e

otimização dos reagentes) podem ser

acoplados nos amostradores, permitindo

um aumento da capacidade de análises

e uma maior produtividade.

As aplicações de validação de limpeza

oferecem uma situação desafiadora.

Um exemplo é a frequente concentração

desconhecida de TOC das amostras,

prejudicando as condições ótimas das

análises. Os analisadores TOC modernos,

como os novos modelos da marca

Sievers®, usam a medida preliminar

para determinar as vazões corretas de

oxidantes e ácidos das análises subsequentes

da amostra. Esse processo

elimina etapas dispendiosas, permitindo

analisar as amostras sem supervisão e

sem intervenção de usuários e garantindo

maior precisão nos resultados.

Atualmente, diversas indústrias farmacêuticas

e afins optam por utilizar metodologias

de análise e monitoramento

por meio de equipamentos de TOC e

não mais por HPLC ou UHPLC. Comparando

tais metodologias analíticas,

nota-se que as análises por TOC vêm

ganhando maior destaque frente às demais

técnicas.

A Bio Scie apresenta um amplo

portfólio de produtos, que ao englobar

os produtos da Thermo Fisher

pode ser considerado definitivamente

completo para atender às mais

diversas necessidades. Conta ainda

com centro logístico com rígidos

controles de qualidade, importando

e distribuindo produtos de qualidade

para atender com rapidez todas

as necessidades dos seus clientes.

Além disso, o time de especialistas,

exclusivo e personalizado, foi treinado

e capacitado pela Thermo Fisher,

fornecendo atendimento eficiente e

de excelência aos seus clientes.

Sinônimo de qualidade e variedade,

a Thermo Fisher oferece amplo

portfólio de vials com mais de 850

do um aumento da capacidade de análi-

(UPW). Os analisadores de carbono

orgânico total (TOC) oferecem

análises confiáveis com rapidez,

permitindo a realização de diversos

outros testes farmacêuticos. Recursos

adicionais disponíveis para

ses e uma maior produtividade.

os equipamentos de TOC (como

automação e otimização dos reagentes)

podem ser acoplados nos

amostradores, permitindo um aumento

da capacidade de análises e

uma maior produtividade.

As aplicações de validação de

limpeza oferecem uma situação

desafiadora. Um exemplo é a

frequente concentração desconhecida

de TOC das amostras,

prejudicando as condições ótimas

das análises. Os analisadores TOC

modernos, como os novos modelodo

da maior marca precisão Sievers®, nos resultados. usam a

medida preliminar para determinar

as vazões corretas de oxidantes e

ácidos das análises subsequentes

da amostra. Esse processo elimina

etapas dispendiosas, permitindo

analisar as amostras sem supervisão

e sem intervenção de usuários

e garantindo maior precisão

nos mais resultados. técnicas.

A escolha do instrumento analítico correto

é fundamental para a validação ou

verificação de limpeza e monitoramento

da água ultrapura (UPW). Os analisadores

de carbono orgânico total (TOC)

oferecem análises confiáveis com rapidez,

permitindo a realização de diversos

outros testes farmacêuticos. Recursos

adicionais disponíveis para os equipamentos

de TOC (como automação e

otimização dos reagentes) podem ser

acoplados nos amostradores, permitin-

As aplicações de validação de limpeza

oferecem uma situação desafiadora.

Um exemplo é a frequente concentração

desconhecida de TOC das amostras,

prejudicando as condições ótimas das

análises. Os analisadores TOC modernos,

como os novos modelos da marca

Sievers®, usam a medida preliminar

para determinar as vazões corretas de

oxidantes e ácidos das análises subsequentes

da amostra. Esse processo

elimina etapas dispendiosas, permitindo

analisar as amostras sem supervisão e

sem intervenção de usuários e garantin-

Atualmente, diversas indústrias farmacêuticas

e afins optam por utilizar metodologias

de análise e monitoramento

por meio de equipamentos de TOC e

não mais por HPLC ou UHPLC. Comparando

tais metodologias analíticas,

nota-se que as análises por TOC vêm

ganhando maior destaque frente às de-

Com a linha de produtos Dionex,

a Thermo Fisher é líder no mercado

mundial de cromatografia iônica (IC)

há 40 anos. As constantes inovações

em instrumentação, consumíveis,

aplicações e software garantem ao

usuário as melhores soluções disponíveis

em IC. Com uma grande gama

de sistemas e módulos com diferentes

características e performance,

variando de colunas cromatográficas

a supressoras iônicas, a Thermo

Fisher oferece a solução ideal para

laboratório.

A parceria entre a Bio Scie e a

Thermo Fisher Scientific garante a

melhor tecnologia e o mais eficiente

atendimento aos consumidores, em

ideal para laboratório.

menor tempo e com suporte técnico

em IC. Com uma grande gama de

sistemas e módulos com diferentes

características e performance,

variando de colunas cromatográficas

a supressoras iônicas, a

Thermo Fisher oferece a solução

A parceria entre a Bio Scie e a

Thermo Fisher Scientific garante

a melhor tecnologia e o mais

eficiente atendimento aos consumidores,

em menor tempo e com

suporte técnico garantido!

+55 62 3983 1900

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comercial@bioscie.com,br

Atualmente, diversas indústrias

farmacêuticas e afins optam por

utilizar metodologias de análise

e monitoramento por meio de

equipamentos de TOC e não mais

por

Benefícios

HPLC ou

das

UHPLC.

análises

Comparando

• Menores tais metodologias custos operacionais analíticas,

via TOC

nota-se • Maior produtividade que as análises por TOC

vêm ganhando maior destaque

• Análises mais rápidas

frente às demais técnicas.

• Desenvolvimento de

métodos simplificados

Benefícios das análises via TOC


Menores

Melhor entendimento

custos operacionais

do processo

• Maior Possíveis produtividade

análises on-line e at-line

• Análises mais rápidas

• Desenvolvimento de

métodos simplificados

• Melhor entendimento do processo

• Possíveis análises on-line e at-line

O TOC é uma excelente escolha para o

seu programa de validação de limpeza!

O TOC é uma excelente escolha

para o seu programa de validação

de limpeza!

+55 62 3085 1900 +55 62 3085 1900

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LAS do Brasil amplia seu portfólio com a SUEZ, fabricante

dos TOC’s Sievers® (ex-GE Sievers®), proporcionando

desempenho e confiabilidade inigualáveis no mercado.

A Sievers, líder mundial de analisadores e instrumentos analíticos de TOC, fornece

tecnologia, design, qualidade e serviços superiores. Possui mais de 30 patentes de

inovações técnicas, incluindo o Método de Membranas Condutométricas Sievers®. Por

mais de 20 anos, milhares de clientes em todo o mundo confiam na marca Sievers®,

reconhecida em projetar e fabricar tecnologia de medição TOC, seus produtos combinam

essa experiência com a renomada metodologia Six Sigma para garantir a melhor qualidade

em padrões e consumíveis.

A partir de agora, a LAS do Brasil é distribuidora autorizada da SUEZ, em sua linha de

sensores e analisadores Sievers de Carbono Orgânico Total (TOC), exclusiva na região

Centro-Oeste e no estado de Minas Gerais.

Converse com um de nossos especialistas e

faça uma cotação que melhor atenda a sua necessidade!

www.lasdobrasil.com.br

comercial@lasdobrasil.com.br


Em Foco

your power for health

Soluções inovadoras para o cultivo de células

Assista o vídeo

Cell Culture Rocks

Conheça as melhores opções em placas da linha CELLSTAR ® da Greiner Bio-One.

Técnica amplamente aplicada microscópicas e em diferentes opções

para diversas finalidades, principalmente

em processos biotecnológicos

e industriais, a cultura de células in

vitro necessita de condições favoráveis,

como insumos de alta qualidade

para gerar resultados confiáveis.

Destaque no segmento, a divisão de

BioScience da Greiner Bio-One oferece

variedade em seu portfólio para o

cultivo e análise de células, com opções

para otimizar o rendimento celular.

Entre os destaques estão as placas

de cultura da marca CELLSTAR ® .

Disponíveis nos tamanhos 35, 60,

100 e 145 mm de diâmetro, permitindo

áreas de cultivo que vão de 8,7 a

143 cm2, para atender às diferentes

necessidades do dia a dia dos laboratórios,

as placas CELLSTAR ® são produzidas

em material de alta transparência

para garantir a visibilidade em análises

de superfícies para o melhor aproveitamento

da adesão de acordo com o tipo

de célula a ser cultivada.

As placas CELLSTAR ® TC, são fisicamente

modificadas e possuem

superfície hidrofílica para promover a

adesão celular. A superfície Advanced

TC proporciona um ambiente excelente

para cultivo celular em condições

de ausência ou redução de soro

e também são indicadas para cultivo

de células primárias raras, células

transfectadas ou transduzidas.

A CELLSTAR ® Suspensão oferece

superfície hidrofóbica, indicada

para células que não necessitam

de ancoragem para se proliferar e

sobreviver como, por exemplo, as

de origem hematopoética. Já a superfície

“Cell-repellent” apresenta

tecnologia exclusiva da Greiner, que

evita efetivamente a adesão celular e

é indicada para processos em que as

superfícies hidrofóbicas convencionais

não são suficientes para impedir

a adesão. Muito utilizada em culturas

de células em três dimensões (3D).

A linha CELLSTAR ® também é referência

quando o assunto é confiabilidade.

Os produtos são fabricados

seguindo rigorosos padrões de qualidade

para garantir o máximo da esterilidade

e, por isso, não possuem traços

de RNA ou DNA, além de oferecer

a opção de embalagem tripla (Triple

Package), indicada para processos

e análises que exigem produtos em

conformidade com os princípios de

boas práticas de fabricação estabelecidos

por órgãos reguladores.

Para saber mais sobre estes e

outros produtos, entre em contato

pelo e-mail: info@br.gbo.com.

C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K

A melhor performance

para o seu laboratório!

42

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

GC-IR DiscovIR System

O DiscovIR é um sistema de detecção

por infravermelho para acoplamento

a um sistema de cromatografia

a gás. O poder de separação

da cromatografia aliados ao poder de

caracterização do FTIR, tornam este

sistema uma ferramenta única para

caracterização de misturas complexas

contendo isômeros.

O grande diferencial do DiscovIR-

-GC, é a forma que o eluente cromatográfico

é analisado no infravermelho:

No sistema DiscovIR-GC a analito

é analisado em fase condensada

(fase solida) e não na fase gasosa.

Os detectores de infravermelho em

fase condensada, após a separação

cromatográfica, o material em fase

gasosa que sai da coluna entra uma

câmara criogênica (-140oC) e é depositado

sobre um disco de Seleneto

de Zinco (ZnSe) o qual é transparente

à radiação infravermelho. O feixe de

infravermelho atravessa a amostra

condensada no disco, gerando um espectro

de Transmissão de Fase Sólida.

A amostra é concentrada em um ponto

do disco e, por estar em fase sólida,

elimina-se a liberdade de rotação das

moléculas, evitando bandas vibro-rotacionais

complexas e distorção centrífuga.

Desta forma, é possível gerar

espectros de alta resolução (≤ 4 cm-

1), que, por sua vez, são adequados

para buscas em bibliotecas eletrônicas,

tanto de transmissão quanto de

refletância total atenuada (ATR) para a

diferenciação de isômeros.

Saiba mais : Tel : 11 2162 8080

danilo.pierone@novanalitica.com.br

www.analiticaweb.com.br

Cultura celular

Inovação e tecnologia ao seu alcance

As placas da linha CELLSTAR ® da Greiner Bio-One oferecem

qualidade, variedade e versatilidade na cultura de células para as

mais diversas finalidades.

Disponíveis em diâmetros que permitem áreas de cultivo de

8,7 a 143 cm 2 , para atender às diferentes necessidades do

dia a dia dos laboratórios.

Placas com superfície especialmente tratada para otimizar o

rendimento das culturas com os diferentes tipos de células.

Produtos fabricados seguindo rigorosos padrões de

qualidade para garantir o máximo da esterilidade, não

possuem traços de RNA ou DNA.

Opção de embalagem tripla (Triple Package), indicada para

processos e análises que exigem produtos em conformidade

com os princípios de boas práticas de fabricação

estabelecidos por órgãos reguladores.

Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP

Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com

www.gbo.com/bioscience


Em Foco

O&M estamos esperando por você, junte-se a Trinity Biotech do Brasil.

44

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

A Trinity Biotech do Brasil, cada vez

mais comprometida com o mercado

brasileiro, inaugurou uma fábrica em

Extrema – Minas Gerais, localizada a

pouco mais de 100 km do principal

aeroporto do país, o de Guarulhos.

No mercado há mais de 10 anos

no âmbito de Diagnóstico In Vitro,

especializada na comercialização,

fabricação, importação e exportação

de produtos para a saúde.

A planta total da fábrica conta com

uma área de 750m². Equipada

com tecnologia de última geração,

a Trinity Biotech do Brasil atende a

todos os requisitos legais da norma

brasileira, garantindo a qualidade

de todos os produtos produzidos. A

fábrica conta com uma área limpa

com monitoramento ambiental

de partículas viáveis em área

classificada em ISO 7, garantindo

a qualidade e o controle de

microrganismos nos processos

de produção. Para garantir total

qualidade as áreas de produção

contam com sala de lavagem,

pesagem pré-diluição e produção.

Outro diferencial importante é a

água utilizada na produção: a água

ultra purificada atende às aplicações

mais exigentes, ideal para métodos

que exigem mínima interferência

com máxima exatidão e precisão,

como análise de cromatografia de

alta eficiência, entre outros. Estamos

preparados e apoiados nos padrões

requisitados pela ANVISA, conforme

descrito na Farmacopeia Brasileira,

Internacional e pelo Guia da ANVISA.

Atualmente operamos com a

produção de reagentes para

diagnóstico in vittro, com

transferência de tecnologia da

nossa matriz situada na Irlanda,

com capacidade de produção

de água 3.000 Litros/hora.

Trabalhamos com qualidade e

capacidade adequadas, além de

oferecermos preço diferenciado.

Traga seu projeto para Trinity,

oferecemos serviços O&M dando

suporte no desenvolvimento

do produto, seguindo todas as

normas reguladoras. Possuímos

larga experiência, com mão de

obra especializada, qualificada e

comprometida com o serviço, aptos

a oferecer desenvolvimento de

produtos com qualidade, excelência

e acessibilidade para todos.

Os principais benefícios de um

projeto O&M são:

- O cliente não tem investimento

com a construção de um polo fabril;

- Espaço disponível;

- Qualidade do serviço prestado;

- Custos acessíveis para os projetos;

- A Trinity oferece soluções

práticas e viáveis para os clientes;

- Trabalhamos com equipamentos

e tecnologia de última geração;

- Temos toda a documentação

legal para iniciar o projeto;

Podemos contribuir de forma

positiva, com serviços realizados

de acordo com as normas de

qualidade que prezamos dentro

da nossa organização, como

exemplos Boas Práticas de

Fabricação, RDC 16/2013 e ISO

13485/2016. Estamos preparados

para atender nossos clientes,

oferecendo soluções e inovações

para novos negócios, novas linhas

e novos parceiros.

Venha construir o futuro, traga

seu projeto, a Trinity acredita

em novos desenvolvimentos,

com tecnologia, confiança e

excelência em serviços.

Tel: (11) 3031-8144

contato@trinitybiotech.com.br

End : Estrada Vereador Lamartine

José de Oliveira, 1259 A

Bairro : Roseira

Cep : 37640-000

Extrema-MG


Em Foco

Qualidade na Armazenagem

46

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 19

A Prime Storage com atuação na

área de logística votado para saúde,

conta com ampla estrutura totalmente

customizada para seus clientes visando

maior agilidade em seus processos

fazendo seus clientes sentirem confortáveis

diante a transparência em

toda cadeia operacional, outro ponto

fundamental para que esse processo

seja sustentável é garantir a qualidade

com bons procedimentos, equipes

constantemente treinadas e foco na

área de atuação.

Nosso Warehouse conta com 6500m²

e contempla estrutura para receber

produtos com temperatura controladas

de 15 a 25ºc, 15 a 30ºc 2 a 8ºc, -20º

além de temperatura ambiente.

Temos equipes personalizadas

capacitadas para atendimentos de

urgências, emergências para clinicas

e hospitais, sistema WMS que permite

total controle e rastreabilidade

nos processos, o sistema permite aos

nossos clientes fazer todo acompanhamento

do processo operacional

desde a entrada do pedido até sua

finalização, além desse acompanhamento

para os clientes, entendemos a

importância de gerar informações que

permitem ações corretivas em casos

de desvios operacionais, essas informações

estão disponíveis na web para

cada cliente cadastrado.

Existem vários relatórios disponíveis

na web para nossos clientes que podem

ser acessados a qualquer momento sem

a necessidade de solicitar ao operador.

Todo processo logístico é feito por

coletores para garantir agilidade confiabilidade

em cada fase do processo,

contamos também com painel de

gestão a vista e imagem 3D do nosso

armazém

A Prime Storage tem 99% de seus

clientes voltados para saúde, isso nos

faz sentir cada vez mais importante

dentro da cadeia de saúde no Brasil

gerando resultados ao nossos clientes

e contribuindo para saúde dos pacientes

dos nossos clientes com processos

seguros e garantindo a integridade

dos produtos. O Grupo Prime Cargo se

orgulha em fazer parte da história de

nossos clientes entendendo que a saúde

física e mental sobre põe a qualquer

outro resultado que possa existir.

Quem tem prime tem tudo!

- Marcos Pinheiro

Gerente Geral

Avenida Piraíba, 296 parte A / Centro Comercial Jubran –

Barueri – Sp / CEP: 06460-121

0800 591 4110 / (11) 4280 9110

comercial@primecargo.com.br

www.primecargo.com.br


DESDE 2000

Conceito de qualidade em Microbiologia

Novas e modernas instalações

Equipe capacitada e comprometida

Acreditações: REBLAS / CGCRE-INMETRO /ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017

comercial@bcq.com.br - www.bcq.com.br - TEL.: 55 11 5083-5444

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