Revista Live Marketing Edição 41 - 2022
Caro leitor Para essa edição trazemos dois temas que tem tomado conta do mercado do Live Marketing. O primeiro é o Metaverso e o que ele representa quando o assunto é a experiência do consumidor. O outro é que fomos ouvir as principais lideranças do mercado para entender o que eles esperam desse novo momento do mercado nesse pós-pandemia que cada dia se aproxima mais. O Metaverso tem se transformado no assunto do momento porque consegue oferecer experiências sensoriais para as pessoas com o uso de toda tecnologia existente e a que está em desenvolvimento, assim, ela consegue unir a realidade e o mundo virtual. Ele tem como proposta oferecer possibilidade virtual para se trabalhar, comprar, gerar entretenimento e faturamento tudo dentro de um universo totalmente conectado que pode ser visto e sentido em qualquer parte do mundo. Tem que ser entendido como uma evolução natural das redes sociais com maior liberdade e a geração de possibilidades das mais diversas como, por exemplo, a compra e venda de objetos únicos por meio de NFTs, sigla em inglês para tokens digitais não fungíveis. A questão toda é que para funcionar como se imagina, o Metaverso depende de uma internet ultrarrápida e ai mora o problema porque o conceito principal do Metaverso é conectar o mundo inteiro de maneira estável, na medida em que o fluxo de dados é enorme. Mas não é só a tecnologia tem que ser acessível para que seja verdadeiramente democrática, porque caso contrário será destinado às grandes empresas. Já no que diz respeito ao momento atual do Live Marketing e o que esperar do mercado, os principais líderes entendem que o momento é de olhar para os investimentos futuros e assim entender quais as ferramentas que devem adotar como forma de mostrar para os clientes que embora ainda se fale muito sobre o hibrido e a mescla com o mundo físico, o que vale mesmo é entender os anseios dos consumidores. Diante desse cenário fica a certeza de que agências e clientes devem perceber que essa aproximação com os consumidores deve acontecer de maneira consistente, mas ao mesmo tempo, recheada de conceitos que permitam o desenvolvimento de ações humanizadas que avaliem amores, prazeres e as dores dos consumidores, tudo de maneira prática. Boa leitura
Caro leitor
Para essa edição trazemos dois temas que tem tomado conta do mercado do Live Marketing. O primeiro é o Metaverso e o que ele representa quando o assunto é a experiência do consumidor. O outro é que fomos ouvir as principais lideranças do mercado para entender o que eles esperam desse novo momento do mercado nesse pós-pandemia que cada dia se aproxima mais.
O Metaverso tem se transformado no assunto do momento porque consegue oferecer experiências sensoriais para as pessoas com o uso de toda tecnologia existente e a que está em desenvolvimento, assim, ela consegue unir a realidade e o mundo virtual.
Ele tem como proposta oferecer possibilidade virtual para se trabalhar, comprar, gerar entretenimento e faturamento tudo dentro de um universo totalmente conectado que pode ser visto e sentido em qualquer parte do mundo.
Tem que ser entendido como uma evolução natural das redes sociais com maior liberdade e a geração de possibilidades das mais diversas como, por exemplo, a compra e venda de objetos únicos por meio de NFTs, sigla em inglês para tokens digitais não fungíveis.
A questão toda é que para funcionar como se imagina, o Metaverso depende de uma internet ultrarrápida e ai mora o problema porque o conceito principal do Metaverso é conectar o mundo inteiro de maneira estável, na medida em que o fluxo de dados é enorme. Mas não é só a tecnologia tem que ser acessível para que seja verdadeiramente democrática, porque caso contrário será destinado às grandes empresas.
Já no que diz respeito ao momento atual do Live Marketing e o que esperar do mercado, os principais líderes entendem que o momento é de olhar para os investimentos futuros e assim entender quais as ferramentas que devem adotar como forma de mostrar para os clientes que embora ainda se fale muito sobre o hibrido e a mescla com o mundo físico, o que vale mesmo é entender os anseios dos consumidores.
Diante desse cenário fica a certeza de que agências e clientes devem perceber que essa aproximação com os consumidores deve acontecer de maneira consistente, mas ao mesmo tempo, recheada de conceitos que permitam o desenvolvimento de ações humanizadas que avaliem amores, prazeres e as dores dos consumidores, tudo de maneira prática.
Boa leitura
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E D I Ç Ã O D I G I T A L<br />
ano 10 | nº <strong>41</strong> | <strong>2022</strong><br />
SAI DAS TELAS E DA FICÇÃO E COMEÇA<br />
A SE TRANSFORMAR EM UMA ESTRATÉGIA<br />
IMPORTANTE PARA O MUNDO DOS NEGÓCIOS<br />
LIVE MARKETING SE PREPARA PARA A RETOMADA DO SETOR<br />
AMPRO APRESENTA NOVA PRESIDENTE EXECUTIVA<br />
REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 1
2 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 3
CADA VEZ MAIS CONECTADA<br />
AGROUNITS<br />
MASTERUNITS<br />
SUMÁRIO<br />
06<br />
10<br />
EDITORIAL<br />
METAVERSO SURGE COMO TENDÊNCIA<br />
RoadSHOW<br />
RoadSHOW<br />
UNIDADE MÓVEL<br />
SOFTUNITS<br />
MASTERUNITS<br />
20<br />
24<br />
28<br />
29<br />
30<br />
LIVE MARKETING OLHA PARA O FUTURO<br />
LIVE NEWS<br />
PROMOÇÃO P&G<br />
NOVA DIRETORIA AMPRO<br />
CONVENÇÃO RENASE<br />
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4 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 5<br />
ache
CARO LEITOR<br />
Sergio Sanches, Editor Executivo.<br />
Para essa edição trazemos dois temas que tem tomado conta do mercado do <strong>Live</strong><br />
<strong>Marketing</strong>. O primeiro é o Metaverso e o que ele representa quando o assunto é a<br />
experiência do consumidor. O outro é que fomos ouvir as principais lideranças do<br />
mercado para entender o que eles esperam desse novo momento do mercado nesse póspandemia<br />
que cada dia se aproxima mais.<br />
O Metaverso tem se transformado no assunto do momento porque consegue oferecer<br />
experiências sensoriais para as pessoas com o uso de toda tecnologia existente e a que está<br />
em desenvolvimento, assim, ela consegue unir a realidade e o mundo virtual.<br />
Ele tem como proposta oferecer possibilidade virtual para se trabalhar, comprar, gerar<br />
entretenimento e faturamento tudo dentro de um universo totalmente conectado que pode ser<br />
visto e sentido em qualquer parte do mundo.<br />
Tem que ser entendido como uma evolução natural das redes sociais com maior liberdade e a<br />
geração de possibilidades das mais diversas como, por exemplo, a compra e venda de objetos<br />
únicos por meio de NFTs, sigla em inglês para tokens digitais não fungíveis.<br />
A questão toda é que para funcionar como se imagina, o Metaverso depende de uma internet<br />
ultrarrápida e ai mora o problema porque o conceito principal do Metaverso é conectar o<br />
mundo inteiro de maneira estável, na medida em que o fluxo de dados é enorme. Mas não é só<br />
a tecnologia tem que ser acessível para que seja verdadeiramente democrática, porque caso<br />
contrário será destinado às grandes empresas.<br />
Já no que diz respeito ao momento atual do <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> e o que esperar do mercado, os<br />
principais líderes entendem que o momento é de olhar para os investimentos futuros e assim<br />
entender quais as ferramentas que devem adotar como forma de mostrar para os clientes que<br />
embora ainda se fale muito sobre o hibrido e a mescla com o mundo físico, o que vale mesmo<br />
é entender os anseios dos consumidores.<br />
Diante desse cenário fica a certeza de que agências e clientes devem perceber que essa<br />
aproximação com os consumidores deve acontecer de maneira consistente, mas ao mesmo<br />
tempo, recheada de conceitos que permitam o desenvolvimento de ações humanizadas que<br />
avaliem amores, prazeres e as dores dos consumidores, tudo de maneira prática.<br />
BOA LEITURA<br />
EXPEDIENTE<br />
A <strong>Revista</strong> <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> é um veículo de comunicação de propriedade da Growth Comunicações.<br />
Conselho Editorial: Kito Mansano, Mauro Camargo, Rodrigo Caetano e Sergio Sanches<br />
Editor Executivo: Sergio Sanches (MTB 16.338)<br />
Editora: Nathália da Silva Sanches<br />
Redação: Ana Maria Santos e Robson Castro<br />
Diagramação: Rodrigo Caetano<br />
Sugestões de pauta podem ser enviadas para: sergio@revistalivemarketing.com.br<br />
Departamento comercial: Mauro Camargo<br />
Fone: (11) 99978.9998 - (11) 2626.0567<br />
Email: mauro@revistalivemarketing.com.br<br />
Núcleo comercial: comercial@revistalivemarketing.com.br<br />
As matérias e artigos assinados não representam necessariamente a opinião da <strong>Revista</strong>.<br />
Fica proibida a reprodução das matérias sem a expressa autorização dos editores e sem a citação da fonte.<br />
6 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 7
O primeiro passo<br />
de uma parceria<br />
de sucesso!<br />
“<br />
A solução conjunta Apple e Foco Video<br />
garantiu qualidade total ao audio-visual<br />
dos nossos eventos, não só para o público<br />
presente fisicamente, como para a<br />
geração em streaming. A entrega<br />
conjunta foi impecável!”<br />
ALEXIS PAGLIARINI<br />
(Presidente executivo da AMPRO)<br />
“<br />
A Apple Broadcast powered by Foco Vídeo<br />
aceitou o desafio de realizar a transmissão<br />
do Prêmio AMPRO Globes para todas as<br />
agências filiadas à AMPRO.<br />
Agradecemos pela<br />
confiança e oportunidade.<br />
8 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 9
CAPA<br />
APOSTA REAL EM NEGÓCIOS<br />
OU APENAS VENDA DE AREIA NO DESERTO?<br />
O METAVERSO É A PALAVRA DO MOMENTO. A SUA CONCEPÇÃO ORIGINAL<br />
vem do mundo imaginado pela ficção científica - mais precisamente por Neal<br />
Stephenson em “Snow Crash” e seu herói hacker Hiro Protagonist -, no qual<br />
a convergência de inúmeras tecnologias, como realidade virtual e realidade<br />
aumentada, torna cada vez mais tênue a linha entre a vida digital com a real.<br />
10 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 11
CAPA<br />
Para exemplificar, o sócio e diretor de serviços<br />
profissionais da Blaze Information Security, Júlio Cesar<br />
Fort, destaca que interagir com outras “pessoas” (no caso,<br />
um avatar representando alguém), participar de eventos<br />
como shows e até mesmo comprar uma propriedade no<br />
ambiente virtual é possível com o Metaverso. “É evidente<br />
que esse cenário, que até alguns anos atrás poderia<br />
ser considerado distante e pertencia a ficções e filmes,<br />
está se aproximando. Contudo, ainda há muitos pontos<br />
a amadurecê-lo antes de investimentos mais concretos,<br />
principalmente no Brasil, que tradicionalmente é um<br />
país onde a segurança da informação ainda é imatura se<br />
comparado a outros países mais desenvolvidos.”<br />
Em 2021, um dos grandes exemplos desse novo<br />
contexto foi a mudança de nome do Facebook para Meta. É<br />
uma prova que, de fato, o mundo planeja levar mais a sério<br />
os novos ambientes de interação virtual. “Outros nomes<br />
de grande reconhecimento no mercado também revelaram<br />
que irão se entremear nesta área, como Microsoft, Nike e<br />
Minecraft, tentando, possivelmente, criar novos interesses<br />
comerciais na digitalização de processos de interação com<br />
os clientes. Porém, como a própria data da alteração de<br />
identidade da marca de Mark Zuckerberg indica, estamos<br />
diante de novos rumos do mercado, que ainda precisam de<br />
estudo e análise antes de se firmarem”, ressalta Fort.<br />
Tudo isso tende a mostrar que <strong>2022</strong> será um ano em<br />
que as empresas possivelmente investirão mais na realidade<br />
virtual, seja para mostrarem que estão à frente, ou meramente<br />
para surfar na onda do momento. Logo, se o período é de<br />
entendimento, não há como afirmar que o mundo mudará<br />
completamente a sua estrutura de e-commerce e interação no<br />
trabalho em uma questão de meses.<br />
Nesse ringue, estão ainda gigantes dos mais diversos<br />
segmentos, como é o caso do maior banco dos Estados<br />
Unidos, o tradicional JP Morgan, que abriu uma unidade<br />
na Decentraland (MANA), um ambiente virtual que usa a<br />
tecnologia blockchain. O banco se tornou o primeiro do<br />
segmento a chegar no Metaverso.<br />
Por outro lado, há quem diga que a ideia já nasce<br />
morta, porque é evidente que o maior problema do conceito é<br />
o custo para que as pessoas fiquem plugadas nos ambientes<br />
virtuais. De certo modo, o Metaverso exige o uso de óculos<br />
de realidade virtual, luvas e outros acessórios, como os<br />
apresentados no filme adaptado da literatura, o Jogador N.º 1.<br />
Mas o que dizem as agências de <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>?<br />
Consultamos vários criativos e eles deram diversos exemplos<br />
do que estão fazendo para cair de cabeça no Metaverso, como<br />
João Francisco Hein, creative strategist da produtora Miagui<br />
é o caso do creative strategist da produtora Miagui, João<br />
Francisco Hein. Para ele o conceito de Metaverso gira em torno<br />
da integração das realidades físicas e virtuais. “Aqui na Miagui<br />
nós vemos o Metaverso como uma nova dimensão social<br />
descentralizada formada por diversos espaços onde nossas<br />
vidas físicas e virtuais convergem e a criatividade é ilimitada”.<br />
Ele explica que alguns atributos chaves que<br />
permeiam o conceito e modus operandis do Metaverso são:<br />
A descentralização, ou seja, a redução ou eliminação dos<br />
intermediários e a passagem do controle para os usuários. A<br />
“Aqui na Miagui nós<br />
vemos o Metaverso como<br />
uma nova dimensão social<br />
descentralizada formada<br />
por diversos espaços<br />
onde nossas vidas físicas<br />
e virtuais convergem e a<br />
criatividade é ilimitada”.<br />
(João Francisco Hein)<br />
persistência, que simboliza um lugar de existência contínua<br />
onde a ‘vida’ continuará independente se as pessoas estão<br />
online ou offline. E, por último, a interoperabilidade, que<br />
representa a possibilidade de transitarmos entre diferentes<br />
espaços com os mesmos conceitos e posses.<br />
Hein diz que é diferente de um game que você desliga<br />
e, quando retorna, começa de novo do ‘zero’. “Quando você<br />
sair, o Metaverso continuará funcionando.” O executivo<br />
exemplifica dizendo que, atualmente, compramos uma roupa/<br />
skin em algum jogo e nosso uso é restrito a ele. No Metaverso<br />
‘viajaremos’ com ele por todos os lugares.<br />
INVESTIMENTO<br />
Expandindo a abordagem, como previsto pelo banco<br />
norte-americano, há dinheiro envolvido na ideia do Metaverso.<br />
CEO da Upper, Flávio Tavares ressalta que nesse novo<br />
universo é possível que o seu avatar estabeleça relações, faça<br />
transações financeiras, como compra de imóveis, participe<br />
de eventos e interaja com outras pessoas num mundo virtual.<br />
“Trata-se de um mundo imersivo, com a integração de<br />
elementos virtuais com a dinâmica real”.<br />
Nessa primeira análise, tudo parece mais do mesmo<br />
em um amplo ambiente virtual de um jogo de interatividade,<br />
como League of Legends, DOTA, FreeFire, Fortnite, ou GTA, sem<br />
contar outros títulos, mas não é tão simples assim, como<br />
comenta o sócio líder de digital technology da NTTDATA, Pablo<br />
Saéz. Ele acrescenta que é possível assegurar que Metaverso é<br />
“uma internet em 3D” na qual vamos poder entrar e desfrutar<br />
de novas experiências, sem as limitações físicas, de uma<br />
forma natural e contínua com a realidade.<br />
Ele pontua que uma das principais características do<br />
conceito é que é possível trazer objetos de essa realidade<br />
para o mundo real e interagir com eles. Inclusive, ele destaca<br />
que além das três dimensões, o Metaverso ativa os sentidos,<br />
como tato e, se um dia a tecnologia permitir, olfato e paladar.<br />
“Entrar e desfrutar de forma natural, neste caso, é importante,<br />
porque podemos considerar o Metaverso um novo ‘planeta<br />
digital’, como existem vários mundos digitais, especialmente<br />
no âmbito dos videogames. Mas a proposta do Metaverso<br />
é que possamos entrar nele não com um teclado ou um<br />
controle, mas com óculos de realidade virtual, luvas e, quem<br />
sabe no futuro, um completo macacão no corpo inteiro que<br />
nos permita sentir sensações táteis e experimentar como se<br />
estivéssemos dentro desse mundo digital.”<br />
Saéz ressalta que será possível trazer entidades<br />
digitais para o mundo físico, e interagir com elas. “Outra<br />
característica será a interoperabilidade nesses mundos. Cada<br />
mundo pode ter um propósito e normas próprias, além de<br />
objetivos criados, comprados que poderão ou não ser usados<br />
em outros mundos. Uma roupa usada no Metaverso, ou um<br />
animal de estimação, poderá ser levado de um mundo para<br />
outro, o que aumenta muito as possibilidades.”<br />
REALIDADE<br />
Quem não se recorda do mundo futurístico<br />
apresentado em O Demolidor (Demolition Man), filme de 1993<br />
com Sylvester Stallone, Wesley Snipes e Sandra Bullock? Onde<br />
uma relação amorosa entre os personagens ocorre por meio<br />
de sistemas digitais, sem a troca de fluídos. A ficção pode<br />
se tornar real com a proposta do Metaverso, se a engenharia<br />
seguir esses caminhos. Existem também outras críticas aos<br />
sistemas digitais, como os explorados no documentário bomba<br />
recentemente divulgado e presente no catálogo da Netflix, “O<br />
Dilema das Redes”.<br />
Seria o Metaverso o novo Show de Truman (filme<br />
de 1998)?. Só o tempo dirá, contudo, a movimentação já é<br />
enorme em torno das possibilidades de negócios envolvendo<br />
a plataforma.<br />
O CMO da Sonica, Alexandre Adoglio, diz que neste<br />
primeiro momento, acredita em campanhas de marketing que<br />
possam trazer usuários para interagirem de diversas maneiras<br />
com marcas e produtos no Metaverso, incluindo transações<br />
de venda, onde as pessoas poderão adquirir bens físicos que<br />
tenham paridade no mundo virtual. “Para o futuro, acredito<br />
que as empresas irão utilizar o conceito de Metaverso para<br />
interfaces em geral, sejam estas entre seus funcionários como<br />
também em canais de venda para clientes-consumidores.”<br />
Ainda segundo Adoglio, uma vez que o Metaverso é um<br />
espaço de socialização, existirão diversas oportunidades para<br />
as marcas interagirem com o público e realizarem negócios.<br />
“Acho que não existe nenhum segmento que não possa fazer<br />
parte dessa realidade, vide que nem só de entretenimento o<br />
Metaverso será feito, mas também de projetos de educação,<br />
saúde, governança, entre outros.”<br />
Um dos cases mais interessantes é o de Seul,<br />
primeira cidade que terá sua versão no Metaverso, e onde<br />
seus moradores poderão acessar serviços públicos, eventos<br />
culturais e até mesmo desenvolverem novos negócios.<br />
No caso da Miagui, Hein assegura que a empresa já é<br />
orientada a desenvolver projetos relacionados ao Metaverso e<br />
a criação de propriedade intelectual dentro dele. “Um exemplo<br />
é o CB, personagem virtual da Casas Bahia que cuidamos da<br />
gestão de conteúdo. Um personagem que nasceu na Internet,<br />
mas que cada vez mais interage com o mundo físico e cria<br />
relações verdadeiras com a audiência. O CB agora atua como<br />
streamer gamer do Metaverso e também está participando<br />
do programa da Rede Globo The Masked Singer Brasil. Nós<br />
vemos os personagens virtuais como uma porta de entrada,<br />
como uma credencial, para marcas e pessoas entenderem e<br />
acessarem o Metaverso.”<br />
Tavares, por sua vez, inclui o pensamento de que o<br />
Metaverso é um campo a ser descoberto. “Fato é que ele já<br />
é uma realidade e cabe às empresas aprenderem sobre suas<br />
possibilidades. E a expectativa é que em <strong>2022</strong> bilhões de<br />
dólares sejam movimentados no Metaverso e uma quantidade<br />
sem fim de interações já aconteçam de forma simultânea,<br />
real e virtual. Isso obriga as empresas e seus líderes a,<br />
pelo menos, conhecerem essa realidade para que possam<br />
compreender como se relacionar com as oportunidades.”<br />
APRENDIZADO<br />
E se há dinheiro envolvido, há uma corrida, novamente,<br />
em busca da atenção do público, incorporando um aprendizado<br />
com ferramentas e ambientes virtuais do passado. Saéz faz<br />
uma análise sobre os projetos digitais do passado e os de<br />
agora, onde ocorreu uma evolução do conceito e na forma<br />
de prender os consumidores de conteúdo. “No começo dos<br />
anos 2000, surgiu o Second Life, um game que trazia um<br />
“É evidente que esse<br />
cenário, que até alguns<br />
anos atrás poderia ser<br />
considerado distante<br />
e pertencia a ficções<br />
e filmes, está se<br />
aproximando. Contudo,<br />
ainda há muitos pontos<br />
a amadurecê-lo antes<br />
de investimentos<br />
mais concretos,<br />
principalmente no<br />
Brasil.” (Júlio Cesar Fort)<br />
Júlio Cesar Fort, sócio e diretor de serviços profissionais da Blaze Information Security<br />
novo mundo virtual. O game se tornou conhecido e, por<br />
isso, inúmeras empresas entraram para colocar seu site ou<br />
agenda. Mas foi um fracasso. Por quê? Porque não aportava<br />
ao mundo virtual nada novo nem diferente do mundo real. A<br />
experiência se limitava a guiar um avatar num passeio pelo<br />
mundo virtual e, nele, podia passar em frente a quiosques que<br />
apenas expunham a marca. Não era possível comprar nem<br />
experimentar nenhum produto ou serviço, ou seja, nenhuma<br />
funcionalidade e uma experiência bem limitada.”<br />
Saéz ressalta que agora é diferente. “No Metaverso, as<br />
empresas vão poder criar jornadas digitais com experiências<br />
totalmente imersivas, nas quais vamos poder sentir que<br />
12 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 13
14 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 15
CAPA<br />
frequentar um Metaverso como o Roblox com qualquer<br />
smartphone disponível no mercado”.<br />
Como complemento, Tavares ressalta que o Metaverso<br />
já pode ser acesso a custo zero. “Existem inúmeras<br />
plataformas que permitem o uso e a experiência sem que<br />
se pague por isso. O que ocorre é que, como toda novidade<br />
ou nova tecnologia, existem produtos que permitem uma<br />
imersão maior, um outro tipo de experiência e estes sim<br />
ainda possuem valores altos. É uma questão de tempo para<br />
que estes itens também sejam mais acessíveis e o Metaverso<br />
passe a fazer parte da nossa vida, assim como os celulares<br />
passaram ao longo dos anos.”<br />
Saéz também detalha que todas as tecnologias têm<br />
uma curva de comportamento similar: à medida que sua<br />
adoção se populariza, os custos caem, permitindo o acesso<br />
a uma número maior de pessoas, num círculo virtuoso. “Há<br />
muitos anos, geladeira e máquina de lavar eram artigos de<br />
luxo e hoje estão presentes em bilhões de lares no mundo.<br />
“Entrar e desfrutar de<br />
forma natural, neste caso,<br />
é importante, porque<br />
podemos considerar<br />
o Metaverso um novo<br />
‘planeta digital’, como<br />
existem vários mundos<br />
digitais, especialmente no<br />
âmbito dos videogames.”<br />
(Pablo Saéz)<br />
Flávio Tavares, CEO da Upper<br />
“Fato é que ele já é uma<br />
realidade e cabe às<br />
empresas aprenderem sobre<br />
suas possibilidades. E a<br />
expectativa é que em <strong>2022</strong><br />
bilhões de dólares sejam<br />
movimentados no Metaverso<br />
e uma quantidade sem fim<br />
de interações já aconteçam<br />
de forma simultânea, real e<br />
virtual.” (Flávio Tavares)<br />
estamos num outro lugar, vamos poder voar, experimentar e<br />
sentir coisas diferentes, e tudo sem a limitação da localização<br />
física. As empresas vão poder criar formas de atender seus<br />
clientes, novos meios de vender, e, graças à característica<br />
bidimensional do Metaverso, novos jeitos de simular e mostrar<br />
a seus potenciais clientes como ficariam seus produtos no<br />
mundo real.”<br />
DESAFIO<br />
Há muitas incertezas no mundo real, com um início de<br />
pós-pandemia e a agitação dos conflitos bélicos na Europa,<br />
onde boa parte dos produtos e serviços tendem a aumentar<br />
significativamente, criando um abismo entre os mais ricos e<br />
os mais pobres. Além disso, ocorre também uma acelerada<br />
tendência de inflação mundial, o que vai encarecer a vida<br />
de todos os povos, ficando a pergunta: há espaço para<br />
investimento em apetrechos e tecnologias que vão tirar as<br />
pessoas da realidade para um mundo paralelo? A resposta dos<br />
especialistas é unânime: sim, afinal, é comum a busca por<br />
fugir da dor e dos desafios maçantes da vida contemporânea.<br />
Nisso, como fica o Metaverso e suas tecnologias para<br />
a imersão? Adoglio comenta que, neste primeiro momento,<br />
os equipamentos mais sofisticados ficarão fora do alcance<br />
da maioria dos consumidores, “mas com a democratização<br />
e acesso aos hardwares a utilização de Metaverso irá se<br />
popularizar, não esquecendo que atualmente podemos<br />
Alexandre Adoglio, CMO da Sonica<br />
A mesma situação com o smartphone. Pode ser que, no<br />
começo, o Metaverso exija uma tecnologia de ponta que limite<br />
o seu acesso às grandes marcas e às pessoas com maior<br />
poder aquisitivo. Mas nosso domínio tecnológico não está<br />
longe de permitir a criação de óculos de realidade virtual<br />
que possibilitem experiências e interações no Metaverso. Já<br />
outras tecnologias, como luvas que garantam a uma pessoa a<br />
possibilidade de interagir com um objeto no Metaverso e ter<br />
sensações táteis no mundo real, podem levar mais tempo.<br />
Apesar do conceito de Metaverso girar em torno de<br />
um sistema descentralizado com controle da comunidade de<br />
usuários, ele ainda está longe de ser uma realidade em termos<br />
de infraestrutura. “Atualmente a discussão do Metaverso<br />
gira em torno de uma imersão num mundo virtual, utilizando<br />
principalmente gadgets caros como óculos de realidade<br />
virtual e aumentada. Mas, não podemos deixar de sublinhar<br />
que o conceito de Metaverso já foi aplicado em realidades<br />
Pablo Saéz, sócio e líder de digital tecnology da NTTDATA<br />
como Second Life e o game Pokémon Go. Ambos gratuitos.<br />
Entretanto, se olharmos para as novas aplicações visionárias<br />
dos últimos meses veremos aplicações muito restritas a uma<br />
parcela reduzida da população mundial”, complementa Hein.<br />
REGRAS<br />
E se está em pauta um novo ambiente de vida humana,<br />
mesmo que digital, envolvendo negócios e interações, existe<br />
também um questionamento constante sobre as regras,<br />
direitos e obrigações dos participantes. É comum que os<br />
governos fiquem de olho nesses ambientes virtuais. Então,<br />
como será a vida dos cidadãos no Metaverso, no quesito<br />
das leis do mundo tradicional? Sem esquecer também da<br />
tecnologia envolvida para esse novo patamar para viabilizar o<br />
metaverso em todos os sentidos.<br />
Saéz afirma que neste momento existem diversos<br />
desafios para o Metaverso imersivo, bidirecional e<br />
interoperável. “Muitas tecnologias precisam avançar. O 5G,<br />
por exemplo, que representa um imenso avanço ao 4G, é<br />
insuficiente para uma experiência real no Metaverso, já que o<br />
tempo de latência, que é importante para que a pessoa receba<br />
as sensações físicas do Metaverso não permite sensações em<br />
tempo real, e esse atraso pode comprometer a experiência.<br />
Mas com o investimento que as grandes tecnológicas estão<br />
fazendo, vamos ver evoluções muito rápidas em dispositivos<br />
e experiências. Sobre temas jurídicos, existem também vários<br />
desafios. Mas aqui não por limitações das normativas atuais,<br />
mas porque o Metaverso é um novo mundo e pode criar uma<br />
nova economia. Esse novo mundo vai exigir inúmeras leis e<br />
regulamentações para que os direitos de pessoas, cidadãos e<br />
consumidores, e empresas sejam delimitados e respeitados.”<br />
Adoglio confirma que existem questões de uso de<br />
ética e uso dos dados de usuários, pois a legislação não é<br />
uniforme entre os países, então uma plataforma deve se<br />
comprometer a se adaptar de acordo com a base em que o<br />
usuário está instalado. “De fato, um desafio já em pauta é<br />
a questão do uso não moderado das ferramentas digitais,<br />
e esta questão será debatida principalmente em frentes de<br />
antropologia e psicologia, pois o acesso ao Metaverso causa<br />
tanta ou mais dependência que o vício em smartphones que<br />
chega a causar doenças.”<br />
Já o executivo da Miagui diz que “apesar de sabermos<br />
que a evolução tecnológica é exponencial e que sua<br />
“Para o futuro, acredito que as empresas irão utilizar o<br />
conceito de Metaverso para interfaces em geral, sejam<br />
estas entre seus funcionários como também em canais de<br />
venda para clientes-consumidores.” (Alexandre Adoglio)<br />
consequência é redução de custos e facilitação ao acesso,<br />
o metaverso depende de uma estrutura física e organização<br />
governamental complexa, como o 5G e leis de regulamentação<br />
que ainda estão longe de serem atingidas”.<br />
E Tavares afirma que ainda é difícil prever esse tipo de<br />
coisa, pois o Metaverso forçará a sociedade a rediscutir seus<br />
próprios acordos legais, de convivência e de ética. “A meu ver,<br />
hoje consideramos o Metaverso como algo diferente, mas com<br />
o tempo ele será a própria internet. Ele é o advento da nova<br />
era da web e isso será naturalizado com o tempo, ou seja, não<br />
haverá internet e Metaverso. Tudo será uma coisa só, onde<br />
trabalharemos, viveremos e nos conectarmos de outra forma,<br />
com outro tipo de imersão.”<br />
Fort vai mais longe e assegura que pouco se<br />
discute sobre as implicações desse novo universo virtual<br />
na cibersegurança, principalmente por serem aplicações<br />
novas. “Inclusive, o conhecimento sobre casos de uso<br />
úteis até então é limitado e com pouco estudo, mas que já<br />
mostram sinais de despreparo. Assim como aconteceu com<br />
o ambiente de Second Life, que foi vítima de ataques em<br />
2006. Se o buzz do Metaverso continuar a ser superior que<br />
discussões sérias sobre a melhor maneira de implementar a<br />
nova tecnologia de forma segura, incidentes continuarão a<br />
ser escalados. É preciso falar de segurança da informação<br />
antes de falar de Metaverso.”<br />
Portanto, é fundamental discutir implementações<br />
seguras desde o início do processo. “Este conceito de<br />
mercado amplamente conhecido por empresas do mundo<br />
todo, principalmente pelas líderes, é chamado de Security<br />
By Design, e considera que a segurança precisa ser um<br />
pilar na construção de algo novo, e não meramente uma<br />
preocupação depois de tudo feito e implementado. O ideal<br />
seria começar de imediato a investir e desenvolver a área de<br />
forma segura e acessível a todos, com pesquisas dedicadas<br />
e grupos de trabalho coordenados com o mercado, academia<br />
e órgãos governamentais.”<br />
16 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 17
A gente tem uma novidade para contar<br />
que na verdade nem é tão nova assim.<br />
Novidade mesmo é a nova identidade visual para uma nova fase da Attach <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>.<br />
Já a nossa essência e compromisso continuam os mesmos de sempre: criar experiências<br />
memoráveis - conectando consumidores e marcas - para trazer os resultados que os nossos<br />
clientes almejam. Afinal, o que fica na memória é aquilo que se vive! attachlive.com.br<br />
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18 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 19
DEPOIMENTOS<br />
“O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> ganhou ainda mais possibilidades nesse novo mundo onde o híbrido e o virtual passaram a ser realidade.<br />
A distância perde importância e não existem barreiras para que as empresas consigam transitar por onde quiserem. As ativações<br />
online ajudam no alcance e permitem mais espaço para as marcas se manifestarem e isso é realidade nas promoções também.<br />
Nos últimos anos, vimos o nosso setor ser duramente atingido e, por isso, buscamos uma nova configuração. As plataformas de<br />
videoconferência, novas tecnologias como o Pix e desbravamento do Metaverso, tema que a Batux vem investindo como fez com<br />
os cases Casa Brastemp e Espaço Cônsul, com ações em mundos virtuais impulsionando as marcas para que a experiência seja<br />
ainda mais relevante.”<br />
CHRIS BRADLEY – CEO BATUX<br />
UMA NOVA REALIDADE PARA O<br />
UNIVERSO DO LIVE MARKETING<br />
APERTEM OS CINTOS! O PILOTO SUMIU NESSE MUNDO DE QUASE PÓS PANDEMIA E QUE<br />
encara um mega conflito bélico na Europa, onde os impactos vão refletir na economia, na saúde e na forma como as pessoas<br />
olham o mundo.<br />
De certo modo, é importante que as marcas e as agências de <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> percebam essa nova ordem dos fatos<br />
e se aproximem dos diversos públicos por meio de ações pontuais e humanas, avaliando os amores, prazeres e dores dos<br />
consumidores. É a hora de entender, inclusive, que os povos buscam estar novamente vivendo os melhores momentos de sua<br />
jornada, presencialmente em confraternizações, feiras, congressos, shows e todos os tipos possíveis de eventos, sem esquecer<br />
também de que há uma significativa parcela das pessoas que vão aproveitar os produtos e serviços de forma digital.<br />
Para entender o que está acontecendo neste momento e o que vem por aí, consultamos os principais players do mercado<br />
em busca de respostas sobre essa nova fase da comunicação de marcas com o público.<br />
“O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> já está acontecendo nesse “novo” mundo, com resultados surpreendentes e encantadores, em<br />
todos os lugares, como nos eventos, nas ativações para lançamento de produtos e convenções de venda, sem falar no uso da<br />
tecnologia, cada vez mais mágica, ajudando a remeter o público para um universo paralelo de emoções e sensações. De repente<br />
você não está mais assistindo um filme, você está participando da cena. Não está mais vendo os grandes chefs cozinhando,<br />
porque quem cozinha é você. Estamos diretamente ligados à todas as estratégias de proximidade, de interatividade, de<br />
engajamento embarcadas em cada uma de suas ferramentas, seja evento, seja promoção, seja viagem, incentivo, mas antes de<br />
tudo, precisamos ter a consciência de que estamos mexendo com pessoas e emoções, que são sentimentos vivos, que também<br />
precisam de vida, de cor, de magia, de criatividade, de surpresa, encantamento que cada ferramenta pode proporcionar. Cada vez<br />
mais o nossas possibilidade sejam virtuais, híbridas ou presenciais é aumentada.”<br />
DILMA CAMPOS – CEO OUTRA PRAIA<br />
“O <strong>Live</strong> MKT vai demandar uma visão ainda mais estratégica e ampla, onde a experiência em si se torna agora mais um<br />
dos muitos momentos da jornada híbrida das pessoas. As marcas tendem a desenvolver uma atitude inclusiva nesse sentido,<br />
e precisarão colocar os anseios dessas audiências no centro de suas estratégias de relacionamento. Precisarão, ainda, adquirir<br />
novos domínios em tecnologias que facilitem as experiências integradas entre o presencial e o virtual para gerar conexões<br />
transformadoras em suas mais diversas formas de interação: das estratégias de gamificação aos ambientes imersivos e<br />
realidades aumentadas.”<br />
CASSIO MOTTA MELLO – CEO TV1<br />
“O nosso maior aprendizado pós-pandemia é que não existem mais dois mundos. Estamos totalmente interligados, num<br />
universo onde o físico e o digital se complementam. Nesse novo modelo phygital, o público conta suas histórias, interage e,<br />
acima de tudo, vive experiências transformadoras. A partir disso, todos nós, profissionais de marketing e experiência, precisamos<br />
construir uma única história, lembrando sempre que as realidades física e digital se complementam e interagem.”<br />
JU FERRAZ - DIRETORA DE NEGÓCIOS DA HOLDING CLUBE<br />
20 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 21
DEPOIMENTOS<br />
“Para o <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> não existe um formato certo e único de trabalhar. A tecnologia nos trouxe o híbrido como solução e<br />
tendência. Nossos eventos não podem perder o prazer e a necessidade do presencial e podemos usar a tecnologia para reuniões,<br />
contratações, cotações a distância. Pós-pandemia seremos mais práticos e seletivos, mas vale a crítica de que nem todos estão<br />
preparados para o formato que o híbrido traz. Vale lembrar ainda que continuamos com os mesmos problemas de antes: abuso de<br />
clientes, remuneração de 1% e prazos de pagamentos de 90 dias – como recém proposto pela Unilever. Podemos atuar de forma<br />
híbrida, buscar o melhor para o cliente e nosso time, por este motivo não podemos aceitar tais posturas. O melhor será declinar<br />
de processos assim e se concentrar em atender empresas que estão realmente preocupadas em ter o melhor de nós, sejam<br />
serviços virtuais ou presenciais.”<br />
KITO MANSANO – CEO DA FULLBAR DIGITAL<br />
“Para nós, da Renase, o grande segredo foi o rápido reposicionamento e capacitação para os novos eventos, o que<br />
ocasionou uma retomada mais rápida e robusta. Muito melhor do que podíamos prever num passado tão recente. Os formatos<br />
híbridos e virtuais vieram para ficar e continuarão em evolução. Hoje, são os formatos que mais desafiam a nossa criatividade e<br />
versatilidade em criar experiências ainda mais inovadoras e que rompam a limitação da distância. O que há quase 2 anos era um<br />
esforço para somente entregar de forma digital evoluiu e agora nos cobramos e nos desafiamos a entregar de forma inovadora<br />
e encantadora. O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> é por si só renovação sempre. Quem não se atualiza e absorve as novas oportunidades acaba<br />
ficando para trás. O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> hoje está de cara nova e só temos a agradecer por isso!”<br />
RODRIGO STOCCO – PRESIDENTE DA RENASE<br />
“A pergunta que não sai da nossa cabeça! O movimento que temos visto é pra um formato complementar. O que isso quer<br />
dizer: os clientes viveram todas as vantagens que as experiências virtuais proporcionam, desde baixo investimento, agilidade<br />
de implatação, assincronicidade, amplitude de engajamento etc. Mas, ao mesmo tempo, as pessoas sentem falta do contato, do<br />
olho no olho, do tocar, da troca, da convivência e todos sabemos da importância disso, afinal todos os segmentos do mercado<br />
são feitos por pessoas. Então apostamos que as experiências presenciais voltam a ganhar força, mas em momentos específicos,<br />
momentos chave, trabalhando de forma integrada com as experiências virtuais como sustentação da mensagem e da experiência<br />
de conteúdo. E é aqui onde o metaverso ganha mais evidência com as possibilidades de conectar os dois mundos. Afinal você<br />
pode estar presencialmente num local, mas estar em outro virtualmente. Parece doido né?”<br />
PAULO FARNESE – CEO DA AGÊNCIA EAI!<br />
“O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> vai sobreviver com um portfólio maior e mais amplo, agregando as soluções de experiências presenciais<br />
que as agências já tinham, todas as demais experiências abrangentes e inclusivas do mundo virtual, que aprendemos durante<br />
este longo período de travessia. Aqui na um.a, por exemplo, a criação de experiências online e humanas conseguiram manter os<br />
clientes conectados aos seus colaboradores e consumidores. Para cada desafio de isolamento, apresentamos soluções off road<br />
de conexão. Para isso investimos em tecnologia e criamos em tempo recorde uma plataforma de streaming própria. Se não era<br />
possível reunir os clientes nos grandes centros ou eventos, o caminho era levar as soluções de forma segura e atrativa até eles.<br />
Se o formato online corporativo não engajava, o entretenimento era a linguagem. Se o evento online tinha restrições, mostrávamos<br />
que ele, de forma digital, poderia incluir mais gente. A indústria do <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> vai sobreviver ajudando o cliente a entender<br />
que o jogo mudou e convidando-o a enxergar o lado positivo destes novos tempos.”<br />
RONALDO BIAS FERREIRA JR. - SÓCIO-DIRETOR DA UM.A DIVERSIDADE CRIATIVA<br />
“A inserção do digital no <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> foi nada mais que uma aceleração do que já viria a acontecer. As disciplinas serão<br />
envolvidas de forma mais estruturada para atender a demanda crescente do mundo híbrido e virtual. E isso traz escala para os dois<br />
lados. Clientes e agências. No modelo híbrido o desafio será conectar o público ao vivo e virtual de maneira interativa e fazer com<br />
que a plateia não seja uma mera espectadora. E não falta tecnologia para isso. Metaverso, VR, AR, existem vários instrumentos para<br />
engajar o público na narrativa das propostas. Os profissionais não são exatamente os mesmos. O Staff de um evento hibrido e virtual<br />
exige skills diferentes e mais específicos. Negligenciar esse fato é um “tiro no pé”. A virada de chave será fazer com que o cliente<br />
entenda que as interações e a tecnologia serão necessárias para o engajamento acontecer nos dois novos formatos.”<br />
RICARDO BRUNO - PRESIDENTE DA AVANTGARDE BRASIL<br />
“O termo “<strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>” é algo muito amplo, que engloba muitas ferramentas e diversos formatos, com muitos deles já<br />
digitais. O <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>, como disciplina, vai sobreviver enquanto ele for importante para ajudar marcas e empresas a atingirem<br />
os seus objetivos. Mas a resposta que devemos buscar não é como o <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> vai sobreviver e sim, como as agências que<br />
hoje o praticam vão se adaptar para continuarem relevantes. E isso passa por um processo de evolução com foco no objetivo das<br />
suas entregas e não nos formatos. Dessa forma, e com profundo conhecimento das novas ferramentas, elas poderão oferecer<br />
soluções que resolvam os problemas dos clientes, focando nos fins e não nos meios.”<br />
RICARDO FRANKEN - MANAGING DIRECTOR DA INTEGEROUTPROMO<br />
“A meu ver, nosso maior desafio é nos mantermos adaptáveis e ambidestros nesse mundo BANI –<br />
Brittle, Ansious, Nonlinear, Incomprehensible, ou frágil, ansioso, não-linear e incompreensível. A pandemia nos mostrou que<br />
não podemos ficar inertes aos cenários que nos são apresentados. Pelo contrário, temos que nos antecipar a eles. Se antes<br />
dizia-se que, para sobreviver, era necessário ser o mais forte, hoje, sabemos que a sobrevivência caberá a quem tiver o poder<br />
de se adaptar e de se fortalecer com as mudanças. Além desse cenário macro, acredito que o principal é conhecer a fundo o<br />
público com quem você está se relacionando, independentemente do canal em que você se comunica, on ou off. A criatividade<br />
continua sendo parte importante da entrega, mas, hoje, a informação é uma arma muito poderosa. É por isso que, aqui na Mark<br />
Up, estamos cada vez mais ancorados em estratégias data driven, fóruns de inteligência, pesquisas e analytics. Temos que<br />
aproveitar essas ferramentas para fazer um mergulho profundo, conhecer o público, seus desejos, suas dores, e personalizarmos<br />
ao máximo cada experiência para torná-la realmente inesquecível, sempre tendo em vista a geração de resultados tangíveis para<br />
os nossos clientes.”<br />
SILVANA TORRES – CEO MARK UP<br />
22 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 23
LIVE NEWS!<br />
PROMOÇÃO<br />
Perdigão apresenta a promoção “Prêmio Na<br />
Mão”, com foco em sua linha Na Brasa, composta por uma<br />
seleção de cortes para churrasco e acompanhamentos. A<br />
mecânica da ação que foi desenvolvida pela agência MKT<br />
House, pensada a partir de uma estratégia específica<br />
para o canal especializado na comercialização de carnes<br />
-- açougues, casas e mercados de carnes - funciona da<br />
seguinte forma: na compra de 2 kg de Linguiça Perdigão<br />
Na Brasa, o consumidor ganha uma bolsa exclusiva. A ação<br />
é válida até 18 de abril ou enquanto durarem os estoques.<br />
“As bolsas exclusivas Perdigão já são uma tradição para<br />
o público, pois além de personalizadas, são ideais para<br />
transportar alimentos e objetos com mais comodidade.<br />
Preparamos esse brinde pensando em facilitar o dia a dia<br />
dos nossos clientes e para presentear especialmente os<br />
apaixonados por churrasco com sabor de Perdigão”, comenta<br />
Rafael Gonçalez, Gerente Executivo de Perdigão.<br />
PARCEIROS<br />
Em sua segunda edição, a campanha Parceiros de Outros Carnavais da Ambev, operacionalizada pela Estalo,<br />
agência de marketing 360º, tem como meta gerar renda extra para 20 mil ambulantes e três mil catadores de latinhas,<br />
com doações estimadas em mais de R$ 5 milhões. “Toda a operação foi desenvolvida com dois objetivos principais: de<br />
um lado, garantir a facilidade de acesso ao cadastro, com passo a passo simples e intuitivo no site, e de outro, que o<br />
consumidor pudesse colaborar com essa iniciativa, utilizando um aplicativo conhecido e seguro para fazer suas compras”,<br />
conta Maíra Holtz, diretora da Estalo.<br />
DIGITAL<br />
A Eyxo - ContentCompany que co-cria<br />
e executa estratégias criativas de conteúdo -<br />
assume a produção de conteúdo da Panvel, uma<br />
das principais redes de farmácias do Brasil. A<br />
empresa inclui em seu portfólio de grandes contas<br />
o desenvolvimento das estratégias de redes sociais<br />
da marca, gerando o conteúdo que irá conversar<br />
com o público em diversas plataformas. “Nossa<br />
visão para posicionamento da marca Panvel passa<br />
também, essencialmente, por conteúdo. A Eyxo passa<br />
a fazer parte desta jornada de reforçarmos cada vez<br />
mais o nosso propósito de cuidarmos da saúde e do<br />
bem-estar dos nossos clientes”, diz Priscila Barbosa,<br />
Gerente Executiva de <strong>Marketing</strong> do Grupo Panvel.<br />
PARCERIA<br />
A Pom Pom acaba de lançar a promoção Ganhe<br />
PÁSCOA<br />
e Doe, em parceria com a Fisher-Price. Até junho, os<br />
Até 17 de abril, a Coop realizará a sua tradicional campanha promocional, voltada para o<br />
consumidores que comprarem online ou em lojas físicas<br />
período de Páscoa, tendo como vedetes alguns itens sazonais e expectativas de aumentar as vendas<br />
concorrerão a um ano de fraldas grátis da Pom Pom Fisherem<br />
7% desses produtos, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em todas as lojas da<br />
Price. Além disso, os 13 sorteados ganharão um voucher da<br />
rede e também nos serviços Coop Entrega e Coop Retira, os cooperados e clientes poderão encontrar<br />
Ri Happy no valor de R$ 1 mil para escolher brinquedos da<br />
várias ofertas com preços promocionais nas categorias de tabletes, bombons, ovos de chocolate, bolos<br />
Fisher-Price. A ação também beneficiará duas instituições<br />
pascais, coberturas, sobremesas, azeite, derivados de coco, peixes congelados, enlatados e vinhos. De<br />
infantis do país, a serem definidas pela Pom Pom, que<br />
acordo com Mônica Elisa Guazi, analista de <strong>Marketing</strong>, a Coop continua apostando em proporcionar aos<br />
receberão um ano de fraldas grátis, além da revitalização<br />
consumidores a conveniência de encontrar todos os itens num só lugar para o tradicional almoço de<br />
da brinquedoteca e brinquedos da marca Fisher-Price. Para<br />
Páscoa em família, além de várias opções de chocolates e ovos para presentear. E para quem possui o<br />
participar da promoção, é preciso comprar a linha Pom<br />
Cartão Coop, as aquisições de produtos sazonais poderão ser pagas em até 12 vezes sem juros.<br />
Pom Derma Protek e cadastrar a nota fiscal no site ou no<br />
Whatsapp oficial da marca: 11 98933-7581. Cada inscrição<br />
vai gerar um número da sorte para concorrer aos prêmios.<br />
Não há limite por CPF, portanto, quanto mais notas<br />
cadastradas, maiores serão as chances de ganhar.<br />
SANDÁLIAS<br />
Das rasteirinhas aos modelos tradicionais de sandálias,<br />
Havaianas sempre teve espaço garantido nas casas dos brasileiros,<br />
trazendo mais cor e conforto em diversas situações. Marcos Mion,<br />
por sua vez, conquistou seu espaço nos lares proporcionando<br />
momentos memoráveis na programação da TV, sempre com<br />
bom humor e leveza. Se unindo com muito alto astral e estilo<br />
irreverente, Havaianas e Mion estrearam uma campanha se livrando<br />
dos clichês e mostrando que a vida pode ser mais divertida com<br />
glitter nos pés. Fugindo das esquetes tradicionais, Havaianas traz<br />
o apresentador para dar vida ao conceito da campanha, assim<br />
como nas tradicionais propagandas da marca com celebridades.<br />
HQ<br />
Em contrapartida, um time de<br />
A Editora Panini lançou o volume único da HQ, Batman: O Impostor. Após comercializar<br />
artistas e influenciadoras, composto<br />
a obra em três volumes, chega agora a edição definitiva para quem é realmente fã do Homempor<br />
Thaynara OG, Malía e Thai de<br />
Morcego. Com formato 17x26cm, 160 páginas e capa dura, o título custará R$74,90. O roteiro<br />
Melo Bufrem, se juntam a Mion<br />
é de Mattson Tomlin, e as artes são de Andrea Sorrentino. A missão de Bruce Wayne como o<br />
nas cenas para brincar com o<br />
Batman está em andamento há pouco tempo, mas ele pode dizer que está fazendo a diferença.<br />
apresentador sobre sua participação<br />
Infelizmente, também fez alguns inimigos perigosos. Muitos dos poderosos se ressentem da<br />
na campanha, de um jeito alegre e<br />
ruptura de estabilidade criada pelo Homem-Morcego, e parece que um deles tem um plano<br />
descontraído.<br />
para neutralizá-lo. Há um segundo Batman assombrando Gotham - e ele não tem escrúpulos<br />
ao assassinar criminosos, ao vivo e em vídeo. Com todo o poder do Departamento de Polícia de<br />
Gotham City e os ricos e poderosos de Gotham atrás de sua cabeça, Batman deve encontrar<br />
o impostor e limpar seu nome... mas como alguém pode provar a própria inocência quando se<br />
esconde atrás de uma máscara?<br />
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PROMOÇÃO<br />
ASSOCIAÇÃO<br />
P&G LANÇA PROMOÇÃO “GIROU TÁ PAGO”<br />
AMPRO ANUNCIA<br />
NOVA DIRETORIA COM<br />
LIDERANÇAS FEMININAS<br />
A P&G EM PARCERIA COM O PICPAY LANÇOU<br />
a promoção “Girou Tá Pago. Na ação, que vai até 6 de maio,<br />
consumidores das marcas participantes se cadastram por<br />
meio do site e ganham uma “girada na roleta” que contém<br />
um total de 25 mil prêmios instantâneos, a serem pagos em<br />
créditos na conta digital.<br />
Para concorrer, os consumidores devem realizar<br />
o cadastro do cupom fiscal no site Girou Tá Pago, onde<br />
receberão uma chance de girar a roleta a cada marca. Na<br />
compra de determinadas marcas, definidas de acordo com a<br />
região, a chance é multiplicada e o consumidor poderá girar<br />
duas vezes. Para os ganhadores resgatarem seus prêmios, é<br />
necessário que possuam ou criem, gratuitamente, uma conta<br />
digital do PicPay, onde o saldo será disponibilizado.<br />
A promoção foi desenvolvida após a realização<br />
de entrevistas com consumidores e a aplicação de um<br />
questionário com mais de 500 respondentes, a fim de<br />
compreender suas necessidades e o formato mais adequado<br />
para a ação. Além disso, reforça o compromisso da P&G<br />
em levar os melhores produtos a cada vez mais pessoas,<br />
potencializando a experimentação de suas marcas.<br />
“A promoção tem como<br />
intuito seguir abastecendo<br />
a população com produtos<br />
que são essenciais<br />
para a higiene, saúde e<br />
autoestima.” (Thaís Perez)<br />
A diretora de marketing da P&G Brasil, Thaís Perez,<br />
destaca que ao longo dos últimos anos temos a companhia<br />
tem se empenhado em ouvir o que os consumidores dizem.<br />
“Como resultado disso, desenvolvemos a promoção Me<br />
Abastece P&G, no ano passado, e agora lançamos ‘Girou<br />
Tá Pago’, com o intuito de seguir abastecendo a população<br />
com produtos que são essenciais para a higiene, saúde e<br />
autoestima, e oferecendo premiações instantâneas que os<br />
auxiliem com os gastos do dia a dia.”<br />
Com essa campanha, a P&G busca se aproximar,<br />
ainda mais, de seus consumidores e ampliar o consumo<br />
de suas marcas em lojas de todo o Brasil, posicionando-as<br />
como uma escolha segura para a população. Entre as marcas<br />
participantes estão: ClearBlue, Femibion, Tampax, Oral-B,<br />
Always, Gillette Venus, Gillette, Pampers, Head & Shoulders,<br />
Aussie, Pantene, Herbal Essences, Downy, Old Spice, Bion3 e<br />
Vick BabyRub, Vapobanho e Primeira Proteção.<br />
A ASSOCIAÇÃO DE MARKETING PROMOCIONAL<br />
<strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong> (Ampro) anuncia sua nova diretoria nacional<br />
para o biênio <strong>2022</strong>/2023 e maior presença de mulheres na<br />
liderança. A entidade, que vinha sendo comandada por Alexis<br />
Pagliarini no biênio 2020/2021, inicia novo ciclo com Heloisa<br />
Santana como presidente-executiva, ao lado de Priscila<br />
Pellegrini Ritton, sócia-diretora da Holding Clube, na vicepresidência<br />
nacional; Alexa Carvalho, sócia-diretora da Etc e<br />
Tal, na regional; e Ricardo Beato, da Keeper Consultoria, que<br />
permanece como vice-presidente administrativo-financeiro.<br />
Com 26 anos de vivência nas áreas de comunicação<br />
e marketing, Heloisa Santana já atuou em agências e<br />
anunciantes, incluindo Banco Santander, AKM Performma,<br />
McCann WorldGroup, FCB, Salem Propaganda, Grey Brasil,<br />
ABEMD e Folha de S. Paulo. “A Ampro está num momento<br />
“Queremos reunir os<br />
associados por todo<br />
Brasil para promover<br />
mais trocas e reflexões,<br />
deixando o <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong><br />
com voz única e potente.”<br />
(Heloisa Santana)<br />
Heloisa Santana é a nova presidente-executiva da Ampro<br />
de reconexão, de revisão, para deixar mais evidente suas<br />
iniciativas. Queremos reunir os associados por todo Brasil para<br />
promover mais trocas e reflexões, deixando o <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong><br />
com voz única e potente. O atual momento pede para<br />
amplificar mais o que já está sendo feito e criar ações que<br />
potencializem cada vez mais nosso mercado”, afirma Heloisa.<br />
A nova diretoria se reportará ao Conselho Deliberativo,<br />
que tem Celio Ashcar Jr., como Presidente para o biênio<br />
<strong>2022</strong>-23. “Agradecemos ao Alexis Pagliarini por ter conduzido<br />
bravamente a Ampro durante este período difícil de pandemia.<br />
Tivemos grandes conquistas e resultados em sua gestão. Para<br />
este novo ciclo, buscaremos ampliar e potencializar ainda mais<br />
as iniciativas e fortalecer o diálogo na busca da construção de<br />
relações respeitosas e sustentáveis”, complementa<br />
Celio Ashcar Jr.<br />
28 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 29
Equipe Renase durante convenção no Tauá Atibaia<br />
CONVENÇÃO<br />
20<br />
anos<br />
anos<br />
conectando<br />
conectando<br />
empresas e pessoas<br />
empresas e pessoas<br />
11 5632-5999<br />
RENASE EVENTOS REALIZA SUA CONVENÇÃO<br />
ANUAL <strong>2022</strong> EM FORMATO 100% PRESENCIAL<br />
A RENASE REALIZOU A SUA CONVENÇÃO ANUAL<br />
Renase <strong>2022</strong>, que apresentou para os seus mais de 50<br />
colaboradores os resultados de 2021 e as metas para <strong>2022</strong>.<br />
Com números surpreendentes, mesmo após um momento em<br />
que os eventos corporativos e viagens de incentivo foram<br />
altamente impactados pela pandemia de COVID-19, a empresa<br />
anunciou crescimento de 58% na sua carteira de clientes. Com<br />
o tema “Extraordinários – A nossa paixão nos leva além”, a<br />
organizadora de eventos seguirá ampliando sua atuação como<br />
agência de <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>, oferecendo ainda mais soluções e<br />
serviços para seus clientes.<br />
Em julho de 2020, a agência foi pioneira ao realizar<br />
o projeto “Tudo Novo de Novo”, o que mudou a sua trajetória.<br />
Entrou de cabeça nos projetos digitais e apostou em<br />
inovações como plateia virtual, plataformas interativas e<br />
todas as ferramentas de tecnologias criadas para atender<br />
este momento. Com isso, se consolidou em plena pandemia<br />
como uma das mais importantes agencias de eventos do<br />
mercado, conquistando novos clientes, o que contribuiu para<br />
o crescimento de sua carteira em 58% em 2021. De acordo<br />
com seu CEO Rodrigo Stocco, “A Renase soube aproveitar os<br />
avanços da tecnologia impulsionados pela pandemia e voltou<br />
“A convenção anual é o<br />
momento mais esperado<br />
pelo time Renase, onde<br />
também são apresentadas<br />
as estratégias e soluções<br />
de longo prazo.”<br />
a realizar eventos no ápice da pandemia, mesmo quando as<br />
restrições eram assustadoras”.<br />
TRABALHO<br />
Os resultados da Renase nos últimos 2 anos são fruto<br />
de muito trabalho e reconhecimento por meio dos prêmios<br />
conquistados. Em 2021, a agência recebeu o Magneto de<br />
Ouro, oferecido pela Bosch, na categoria “Fornecedores de<br />
Produtos e Serviços”, três troféus no Prêmio Caio e outro<br />
troféu no Prêmio <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>, além da indicação do Rodrigo<br />
Stocco como Personalidade do Ano também pelo Prêmio Caio.<br />
“A convenção anual é o momento mais esperado pelo time<br />
Renase, onde também são apresentadas as estratégias e<br />
soluções de longo prazo. Esse ano temos o desafio de alcançar<br />
um faturamento de R$ 72 milhões”, anunciou Stocco.<br />
Ainda no ano passado, a Renase mudou todo seu<br />
posicionamento de marca, apostando em um conceito Onlife,<br />
Onlive e Online, a Renase é Multi. “Percebemos que não<br />
entregávamos apenas o evento, era a entrega de emoções,<br />
sentimentos e experiências. Vimos que não importava o<br />
lugar, fosse online, presencial ou híbrido, porque o que<br />
importa é a entrega e o resultado”, explicou Rodrigo. Com<br />
isso, a Renase assumiu sua vocação de uma agência de live<br />
marketing, que engloba a ativação, o incentivo, a promoção e<br />
o relacionamento com empresas e seus respectivos serviços<br />
e produtos.<br />
Para <strong>2022</strong>, a Renase e seu time de apaixonados<br />
seguem na vanguarda dos eventos corporativos já investindo<br />
no Metaverso como conteúdo, no relacionamento com seus<br />
parceiros - como anunciado no Prêmio Renase realizado em<br />
dezembro - , na valorização da diversidade de sua equipe de<br />
extraordinários, no lançamento da Universidade Renase, que<br />
ajuda na capacitação e formação de seus colaboradores, e na<br />
responsabilidade social, ambiental e governança corporativa.<br />
Humanizando<br />
Humanizando<br />
a tecnologia<br />
tecnologia<br />
com<br />
com<br />
os<br />
os<br />
nossos<br />
nossos<br />
serviços<br />
serviços<br />
RSVP & CREDENCIAMENTO<br />
RSVP EVENTOS & CREDENCIAMENTO<br />
E CONVENÇÕES<br />
EVENTOS E CONVENÇÕES<br />
AÇÃO PROMOCIONAL<br />
AÇÃO E CENTRAL PROMOCIONAL DE ATENDIMENTO<br />
E CENTRAL DE ATENDIMENTO<br />
MANUSEIO, ENTREGA<br />
MANUSEIO, E ARMAZENAMENTO<br />
ENTREGA<br />
E ARMAZENAMENTO<br />
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS<br />
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS<br />
www.tlv.ag<br />
www.tlv.ag<br />
30 REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> REVISTA LIVE MARKETING - MARÇO <strong>2022</strong> 31
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