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Lista de Projetos OPP

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<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

LISTA DE PROJETOS


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong>


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO NACIONAL<br />

Um Orçamento Participativo é um mecanismo <strong>de</strong> <strong>de</strong>mocracia participativa,<br />

que dá aos cidadãos o po<strong>de</strong>r <strong>de</strong> <strong>de</strong>cidirem como <strong>de</strong>vem ser investidas verbas<br />

dos orçamentos públicos. Através do Orçamento Participativo Portugal<br />

(<strong>OPP</strong>), os portugueses po<strong>de</strong>m <strong>de</strong>cidir como investir 3 milhões <strong>de</strong> euros nas<br />

áreas da cultura, ciência, educação e formação <strong>de</strong> adultos e agricultura. Nas<br />

Regiões Autónomas po<strong>de</strong>m <strong>de</strong>cidir nas áreas da justiça e administração<br />

interna.<br />

ÁREAS<br />

Na primeira edição do <strong>OPP</strong> os projetos a votação são nas áreas da<br />

agricultura, ciência, cultura e formação <strong>de</strong> adultos, no continente, e na<br />

administração interna e justiça, nas regiões autónomas.<br />

QUAL O MONTANTE ATRIBUÍDO AO <strong>OPP</strong> E COMO SE<br />

ORGANIZA NO TERRITÓRIO?<br />

O valor global são 3 milhões <strong>de</strong> euros.<br />

O <strong>OPP</strong> tem projetos <strong>de</strong> nível regional – com impacto em pelo menos dois<br />

municípios <strong>de</strong> uma mesma região - e <strong>de</strong> nível nacional – com impacto em<br />

pelo menos dois municípios <strong>de</strong> regiões diferentes. Assim, po<strong>de</strong>m ser<br />

apresentadas propostas para as regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo,<br />

Alentejo, Algarve, Açores e Ma<strong>de</strong>ira.<br />

Estes grupos <strong>de</strong> projetos não concorrem entre si, tendo cada um <strong>de</strong>les a sua<br />

dotação financeira, que é igual em todos os grupos, isto é, 375 mil euros.<br />

Assim, cada região do país terá sempre assegurada a existência <strong>de</strong> projetos<br />

vencedores do <strong>OPP</strong>, tal como a nível nacional.


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ÍNDICE<br />

PROJECTOS DE ÂMBITO NACIONAL<br />

ADMINISTRAÇÃO INTERNA 6<br />

AGRICULTURA 9<br />

CIÊNCIA 52<br />

CULTURA 101<br />

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO ADULTOS 199<br />

JUSTIÇA 248<br />

PROJECTOS DE ÂMBITO REGIONAL<br />

ADMINISTRAÇÃO INTERNA 251<br />

AGRICULTURA 259<br />

CIÊNCIA 342<br />

CULTURA 423<br />

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO ADULTOS 653<br />

JUSTIÇA 714


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong>


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Administração Interna


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

668 Literacia da Segurança e do Risco


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 668<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Literacia da Segurança e do Risco<br />

Com esta formação preten<strong>de</strong>-se abordar a temática das alterações<br />

climáticas e riscos naturais e o modo como os meios <strong>de</strong> comunicação<br />

social influenciam a nossa perceção sobre o risco, no âmbito da<br />

comunida<strong>de</strong> escolar. Ou seja, visa esclarecer a importância da literacia<br />

mediática e cientifica na construção na tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisões<br />

quotidianas, a par <strong>de</strong> um esclarecimento dos conceitos referentes aos<br />

riscos naturais.<br />

Esta formação <strong>de</strong>stina-se aos professores que abordam a temática <strong>de</strong><br />

riscos naturais, melhorando a perceção dos riscos da comunida<strong>de</strong><br />

docente. Projeto com a duração <strong>de</strong> 12 meses com investimento <strong>de</strong> 30<br />

mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Administração Interna<br />

Nacional<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Agricultura


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

331 Revitalização Agrícola<br />

656 Agricultura nos Jovens<br />

655 Bolsa Educacional na Agricultura<br />

654 Aprendizagem Comunitária<br />

653 “O Queijo, a Serra e as Gentes”<br />

652 "O figo" centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento, recuperação e promoção <strong>de</strong> frutas<br />

tradicionais do Algarve<br />

650 Intercâmbio agrícola/cultural com a batata-doce<br />

645 Horta inclusiva<br />

644 Hortas nas escolas<br />

643 Rota dos almocreves e da cortiça - do Algarve à capital<br />

642 Hortas escolares<br />

641 Os nossos km2 nativos<br />

671 Castas <strong>de</strong> uva <strong>de</strong>sconhecidas para novos vinhos<br />

637 Repovoamento do Tejo com Espécies Autóctones<br />

640 Wagerberry<br />

590 Intercâmbio Câmara <strong>de</strong> Lobos e Bragança<br />

589 Fruta <strong>de</strong> rua<br />

588 Preservar os recursos genéticos das varieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong> Oliveira<br />

585 Recuperação das Áreas Degradadas da Serra da Estrela<br />

583 Criação <strong>de</strong> bolsa nacional <strong>de</strong> emprego rural<br />

581 Formação <strong>de</strong> novas técnicas e apoio técnico agrícola<br />

580 Centro <strong>de</strong> valorização e promoção da cereja<br />

578 ONG Socio Agrícola<br />

576 Vigilância e Prevenção <strong>de</strong> incêndios Florestais<br />

575 Valorização da Produção Agrícola Local no Bem-Estar <strong>de</strong> Jovens em Ida<strong>de</strong><br />

Escolar<br />

570 Isenção <strong>de</strong> Taxas Mo<strong>de</strong>radoras no Serviço Nacional <strong>de</strong> Saú<strong>de</strong> para os<br />

"Voluntários da Natureza"<br />

565 Formação e intercâmbio entre agricultores das hortas municipais comunitárias<br />

existentes<br />

639 De pequenino é que se cultiva o (bio)pepino<br />

638 Melhor cultivar para melhor comer<br />

244 Combate ao Declínio do Montado <strong>de</strong> Sobro<br />

241 Campos <strong>de</strong> férias rurais <strong>de</strong> preservação da floresta<br />

10


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

688 Hortas Científicas<br />

687 Cultiva-te<br />

245 Portugal Bio<br />

11


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 331<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Revitalização Agrícola<br />

Temos uma população em gran<strong>de</strong> parte envelhecida, na nossa região<br />

encontram-se na sua maioria, isoladas em povoações montanhosas.<br />

Inseridas num contexto <strong>de</strong> natureza e vegetação generosa, algumas<br />

<strong>de</strong>ntro da área do parque nacional Peneda-Gerês. Povoações que<br />

<strong>de</strong>têm um vasto património arquitetónico genuíno e típico do Alto<br />

Minho, com as suas tradições existentes na área da agricultura, que até<br />

há uns anos atrás eram <strong>de</strong> subsistência. Uma agricultura com uma<br />

produção em pequena escala <strong>de</strong>vido às áreas serem igualmente<br />

pequenas, em <strong>de</strong>clives suportados pelos agora famosos socalcos com<br />

difícil acesso. Estas povoações <strong>de</strong>têm fortes potencialida<strong>de</strong>s para<br />

investimentos na área do turismo, po<strong>de</strong>ndo ser aproveitadas para esses<br />

fins.<br />

No entanto, o turismo rural está inevitavelmente interligado à<br />

agricultura, pela cultura paisagística, sociocultural, gastronómica, a<br />

representação <strong>de</strong> hábitos ancestrais ainda existentes na agricultura<br />

com técnicas construtivas e conservacionistas, que fazem parte da<br />

história do nosso país.<br />

Hoje, essa agricultura ainda existe com pouca produção mas sustentada<br />

pelo contributo na sua maioria pela dita população envelhecida, que a<br />

mantém por tradição e orgulho pelas suas terras. A maior preocupação<br />

será quando essas pessoas na sua maioria sexagenárias <strong>de</strong>ixarem <strong>de</strong><br />

existir e assistirmos ao <strong>de</strong>spovoamento das al<strong>de</strong>ias, ao abandono do<br />

cultivo <strong>de</strong>ssas ditas terras e ao possível <strong>de</strong>saparecimento <strong>de</strong> lugares<br />

míticos da nossa região. Com a passagem geracional, os seus her<strong>de</strong>iros<br />

que são na maioria emigrantes, não irão com certeza cumprir o<br />

tradicional cultivo das suas terras. É por essa razão, que seria urgente<br />

implementar um projeto <strong>de</strong> revitalização agrícola, enquanto existem<br />

pessoas que têm interesses pelas suas terras e que, quando estas a<br />

<strong>de</strong>ixarem um dia, essas terras estejam inseridas num projecto<br />

comunitário e <strong>de</strong> prospeção económica. Desta forma, estariamos a<br />

atrair os sucessores <strong>de</strong>ssas terras, em que na sua maioria se encontram<br />

na diáspora portuguesa, a darem continuida<strong>de</strong> ao investimento.<br />

Com o intuito <strong>de</strong> regionalizar a agricultura <strong>de</strong> cada região e começando<br />

12


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

pela região do norte fazer-se-ia um levantamento dos produtos que<br />

melhor representariam a nossa região, <strong>de</strong>vido às características do solo<br />

e do clima, à tipologia e à história da nossa região. Realçar um produto<br />

que passaria a ser, entre outras atrações, um cartão <strong>de</strong> visita, quer pelo<br />

produto em si, pela possível confeção <strong>de</strong>sses mesmos produtos, quer<br />

pelo seu local <strong>de</strong> produção, <strong>de</strong>senvolvendo assim vários setores <strong>de</strong><br />

ativida<strong>de</strong>. Desta forma, a i<strong>de</strong>ia é <strong>de</strong>senvolver uma marca regional.<br />

Como exemplo <strong>de</strong> um produto, po<strong>de</strong> dar-se as árvores <strong>de</strong> fruto, que se<br />

adaptem às características do solo e ao clima da região.<br />

É por estas razões que proponho a elaboração <strong>de</strong> um estudo sobre que<br />

produto po<strong>de</strong>ria ser cultivado em gran<strong>de</strong> escala, em analogia das<br />

características das proprieda<strong>de</strong>s físicas que existem no alto minho,<br />

inserindo-o no futuro num projeto comunitário. Este projeto po<strong>de</strong>ria<br />

mais tar<strong>de</strong> entrar em sintonia com o mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> gestão da estrutra <strong>de</strong><br />

bolsa <strong>de</strong> terras, criado recentemente pelo Ministério da Agricultura.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

13


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 656<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Agricultura nos Jovens<br />

Criação <strong>de</strong> cooperativas com capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> armazenamento e<br />

evacuação dos produtos agrícolas cultivados pelo agricultor com<br />

especial <strong>de</strong>staque para o jovem agricultor.<br />

Objetivos: - Criação <strong>de</strong> emprego e riqueza no país com ocupação das<br />

pessoas jovens;<br />

- Criação <strong>de</strong> uma política <strong>de</strong> objetivida<strong>de</strong> <strong>de</strong> apresentação do produto<br />

português nos nossos mercados numa percentagem superior ao<br />

produto importado;<br />

- Campanhas publicitárias <strong>de</strong> consumo nacional dos nossos bens e<br />

produtos.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

14


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 655<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

BOLSA EDUCACIONAL NA AGRICULTURA<br />

Cursos <strong>de</strong> formaçao <strong>de</strong> curta duração para adultos, a fim <strong>de</strong><br />

contribuirem na passagem <strong>de</strong> uma agricultura tradicional para o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> uma agricultura familiar e inovadora,<br />

ecologicamente sustentável e humanamente correta e uma melhoria no<br />

nível <strong>de</strong> vida dos agricultores e futuros agricultores a <strong>de</strong>senvolverem<br />

um trabalho diferenciado, inovador.<br />

As ativida<strong>de</strong>s agrícolas vêm sofrendo várias transformações<br />

principalmente em <strong>de</strong>corrência da ausência <strong>de</strong> uma política<br />

educacional vinculada à necessida<strong>de</strong> dos agricultores e crise económica,<br />

cujos sistemas mais evi<strong>de</strong>ntes são:<br />

Baixo preço dos produtos, venda <strong>de</strong> proprieda<strong>de</strong>s aos "Doutores" da<br />

capital, alcoolismo e suicídio.<br />

Ao fim ao cabo seria uma bolsa para formandos, por exemplo os<br />

emigrantes que agora regressam à procura <strong>de</strong> trabalho(Venezuela,<br />

EUA) e uma bolsa para os proprietários dos terrenos agrícolas<br />

"abandonados".<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Alentejo<br />

15


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 654<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Aprendizagem Comunitária<br />

Um projecto que envolva a activida<strong>de</strong> motora e a activida<strong>de</strong> emocional.<br />

Ou seja, "não <strong>de</strong>ixar cair o H do nosso alfabeto"<br />

Histórias <strong>de</strong> vida , a troca <strong>de</strong> conhecimentos e experiências entre<br />

adultos. A troca <strong>de</strong> conhecimentos e vivências é fundamental no<br />

envelhecimento activo. E aproveitando o conhecimento e experiências<br />

do adulto levar para as activida<strong>de</strong>s motoras, ou seja, hortas<br />

pedagógicas.<br />

Não nos po<strong>de</strong>mos esquecer que eles são uma fonte <strong>de</strong> sabedoria e que<br />

os valores <strong>de</strong>vem ser transmitidos.<br />

Orçamento:100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Norte, Alentejo<br />

16


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 653<br />

TÍTULO<br />

“O Queijo, a Serra e as Gentes”<br />

DESCRIÇÃO<br />

Objetivos: recuperação da arte da pastorícia, os terrenos <strong>de</strong>stinados a<br />

pasto, interação com a reflorestação utilizando as plantas autóctones,<br />

recuperação dos trajetos <strong>de</strong> transumância, qualificação do produto<br />

regional, “Queijo Serra da Estrela”.<br />

Metodologia:<br />

-Incremento da criação <strong>de</strong> ovinos;<br />

-Definição <strong>de</strong> áreas <strong>de</strong> pastorícia, <strong>de</strong> floresta e mistas;<br />

-Introdução dos trajetos <strong>de</strong> transumância.<br />

Benefícios:<br />

-Recuperação <strong>de</strong> áreas florestais;<br />

-Recuperação <strong>de</strong> áreas <strong>de</strong> pastorícia;<br />

-Recuperação do modo <strong>de</strong> vida “Pastor”;<br />

-Interação Beira Alta/Alto Alentejo;<br />

-Fixação <strong>de</strong> população;<br />

-Dinamização dos produtos regionais.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo:12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo<br />

17


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 652<br />

TÍTULO<br />

"O figo" centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento, recuperação e promoção <strong>de</strong> frutas<br />

tradicionais do Algarve<br />

DESCRIÇÃO<br />

Um centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento do "figo"- agricultura.<br />

Dar apoios aos agricultores com projetos, a variadíssimas qualida<strong>de</strong>s do<br />

figo, sendo a região <strong>de</strong> S. Brás <strong>de</strong> Alportel uma zona que tinha fama <strong>de</strong><br />

ter figos <strong>de</strong> boa qualida<strong>de</strong>. Eram vendidos para Lisboa e arredores e<br />

eram exportados para países da Europa e outros, nas décadas <strong>de</strong> 40 e<br />

50.<br />

Figos frescos muito procurados em várias qualida<strong>de</strong>s, o figo lampa e<br />

outros , muito aproveitados em sumos (compotas, aguar<strong>de</strong>ntes e<br />

doces).<br />

O pomar sequeiro (a figueira) está a <strong>de</strong>saparecer, diminuido ano após<br />

ano, há que apostar no fornecimento do "figo" como um produto com<br />

muito valor nutritivo, para a saú<strong>de</strong>.<br />

proposta aceitável<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

18


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 650<br />

TÍTULO<br />

Intercâmbio agrícola/cultural com a batata-doce<br />

DESCRIÇÃO<br />

Troca <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias na aplicação e confeção <strong>de</strong> produtos que incluam<br />

batata-doce entre Norte da Ma<strong>de</strong>ira Santana, S.Vicente e Porto Moniz<br />

e Aljezur/Algarve.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

19


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 645<br />

TÍTULO<br />

Horta inclusiva<br />

DESCRIÇÃO<br />

A proposta visa a criação <strong>de</strong> hortas sociais em terrenos abandonados ou<br />

inativos, com potencial agrícola .<br />

A inspiração para este projecto surge <strong>de</strong> um projecto já existente<br />

<strong>de</strong>nominado Horta Solidária, a <strong>de</strong>correr em Faro. A i<strong>de</strong>ia da Horta<br />

Inclusiva seria replicar o sucesso do projeto noutras regiões do país.<br />

Orçamento: 50.000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

20


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 644<br />

TÍTULO<br />

Hortas nas escolas<br />

DESCRIÇÃO<br />

Projeto que valoriza a educação para uma alimentação saudável e uma<br />

agricultura sustentável. Este projeto já tem resultados no Algarve em<br />

alguns agrupamentos e, em <strong>de</strong>staque, um agrupamento <strong>de</strong> Portimão,<br />

que tem parceria com uma associação (Guardiões do Destino). As<br />

hortas nas escolas <strong>de</strong>senvolvem competências <strong>de</strong> autonomia,<br />

reabilitação <strong>de</strong> crianças com educação especial e promove a consciência<br />

cultural das raízes tradicionais e origem dos produtos. Este projeto<br />

abrange as áreas da cultura, agricultura, educação e ciência.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

21


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 643<br />

TÍTULO<br />

Rota dos almocreves e da cortiça - do Algarve à capital<br />

DESCRIÇÃO<br />

A cortiça é cada vez mais um produto nobre e as suas aplicações cada vez<br />

mais abrangem diferentes áreas, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> utensílios, vinicultura, moda,<br />

construção, entre outras.<br />

No início do século XX, a indústria corticeira sofreu uma relocalização<br />

junto da capital (Barreiro e Montijo), essencialmente <strong>de</strong>slocando-se do<br />

concelho <strong>de</strong> São Brás <strong>de</strong> Alportel (entre outras da zona sul). Seria um<br />

gran<strong>de</strong> valor cultural, turístico e agrícola, se fosse promovida uma rota<br />

entre São Brás <strong>de</strong> Alportel, Barreiro e Montijo, acrescentando e<br />

<strong>de</strong>screvendo a origem e a história das fábricas <strong>de</strong>stes três concelhos,<br />

sendo importante estabelecer relação com as fábricas ainda em<br />

funcionamento.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

22


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 642<br />

TÍTULO<br />

Hortas escolares<br />

DESCRIÇÃO<br />

Criação <strong>de</strong> hortas escolares em todas as escolas primárias e jardins <strong>de</strong><br />

infância públicos, sejam elas no exterior ou interior (hortas verticais).<br />

Criar também uma re<strong>de</strong> que permita o contacto entre as escolas e<br />

promova sinergias como, por exemplo, uma escola com menos área que<br />

po<strong>de</strong>rá especializar-se em produção <strong>de</strong> sementes para partilhar com<br />

outras escolas com mais área ao ar livre.<br />

A complementar seria interessante promover a colaboração das<br />

comunida<strong>de</strong>s locais (produtores locais, associações <strong>de</strong> pais) com a<br />

componente <strong>de</strong> formação a pais e outros agentes da comunida<strong>de</strong> escolar,<br />

<strong>de</strong> forma a dar continuida<strong>de</strong> no tempo, dos projetos das hortas.<br />

Po<strong>de</strong> ainda complementar-se ou dar base para a criação <strong>de</strong> mercados e<br />

promoção do empreen<strong>de</strong>dorismo nas crianças.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

23


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 641<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Os nossos km2 nativos<br />

As espécies invasoras (plantas ou animais) são um problema agudo dos<br />

ecossistemas mundiais prejudicando gravemente o seu equilíbrio.<br />

Portugal tem um problema grave com plantas invasoras<br />

nomeadamente acácias que está longe <strong>de</strong> ser controlado.<br />

A proposta visa criar uma mobilização nacional <strong>de</strong> apadrinhamento <strong>de</strong><br />

parcelas <strong>de</strong> 1 km quadrado <strong>de</strong> território nacional para garantir a sua<br />

limpeza <strong>de</strong> plantas invasoras. Preten<strong>de</strong>-se envolver a socieda<strong>de</strong> civil<br />

(escolas, associações locais, autarquias, etc) numa espécie <strong>de</strong><br />

competição recorrendo a ferramentas <strong>de</strong> "gamification" que<br />

garantiriam uma saudável competição entre regiões para lhes ser<br />

atribuído o prémio anual <strong>de</strong> região livre <strong>de</strong> invasoras.<br />

Este projeto po<strong>de</strong> envolver o projeto invasoras.pt que é supervisionado<br />

por cientistas <strong>de</strong> Coimbra ao qual se po<strong>de</strong>ria recorrer para garantir uma<br />

supervisão científica na i<strong>de</strong>ntificação e erradicação das várias espécies.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

24


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 671<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

CASTAS DE UVA DESCONHECIDAS PARA NOVOS VINHOS<br />

EM DEMANDA DOS SEGREDOS DA EVOLUÇÃO NATURAL<br />

DA VIDEIRA PORTUGUESA<br />

Portugal é o país da União Europeia que apresenta o maior número <strong>de</strong><br />

castas <strong>de</strong> uva autóctones quando comparado à área do seu território. É<br />

a multiplicida<strong>de</strong> <strong>de</strong> castas nas vinhas portuguesas que confere distinção<br />

aos vinhos portugueses e os tornam apreciados <strong>de</strong>ntro e fora <strong>de</strong><br />

fronteiras por todos os gostos e preferências. São elas que tornam os<br />

vinhos <strong>de</strong> Portugal uma experiência divertida <strong>de</strong> <strong>de</strong>scoberta e surpresa,<br />

suportando a mensagem para os apreciadores: Portugal, um Mundo <strong>de</strong><br />

Diferença!<br />

Sinal inquestionável <strong>de</strong> um centro <strong>de</strong> diversida<strong>de</strong>, verificou-se<br />

recentemente que o processo <strong>de</strong> criação natural <strong>de</strong> novas castas<br />

continua nos nossos dias em Portugal. Ou seja, o processo <strong>de</strong><br />

diversificação não parou; antes está em curso como sempre aconteceu<br />

no nosso território <strong>de</strong>s<strong>de</strong> tempos ancestrais e, potencialmente, po<strong>de</strong>m<br />

existir <strong>de</strong>zenas <strong>de</strong> castas <strong>de</strong>sconhecidas por entre as mais antigas<br />

vinhas que ainda subsistem em Portugal. As novida<strong>de</strong>s que essas castas<br />

<strong>de</strong>sconhecidas po<strong>de</strong>m trazer são um mundo novo por <strong>de</strong>scobrir…<br />

po<strong>de</strong>m trazer novos aromas e sabores para novos vinhos, po<strong>de</strong>m ajudar<br />

na adaptação às alterações climáticas, po<strong>de</strong>m ser fonte <strong>de</strong> substâncias<br />

importantes para farmacêutica, cosmética ou nutrição…<br />

Em Portugal existe uma re<strong>de</strong> <strong>de</strong> vinhas <strong>de</strong> conservação e estudo que<br />

foram multiplicadas a partir <strong>de</strong> cerca <strong>de</strong> 30 000 vi<strong>de</strong>iras i<strong>de</strong>ntificadas<br />

maioritariamente em vinhas antigas, <strong>de</strong> todas as regiões vitivinícolas do<br />

Continente, Açores e Ma<strong>de</strong>ira, on<strong>de</strong> a diversida<strong>de</strong> ancestral se<br />

encontrava intocada no momento da recolha. É nessa coleção <strong>de</strong><br />

vi<strong>de</strong>iras on<strong>de</strong>, potencialmente, existe a maior probabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> se<br />

encontrarem castas <strong>de</strong>sconhecidas, oriundas <strong>de</strong> cruzamentos naturais.<br />

Portugal é, por isso, uma verda<strong>de</strong>ira Arca <strong>de</strong> Noé da vi<strong>de</strong>ira, on<strong>de</strong> uma<br />

viticultura mo<strong>de</strong>rna, <strong>de</strong>senvolvida e eficiente soube não parar o<br />

processo natural <strong>de</strong> evolução da espécie.<br />

A nossa proposta consiste em analisar o ADN <strong>de</strong> 5 000 a 7 000<br />

daquelas vi<strong>de</strong>iras, usando os meios disponíveis em instituições<br />

científicas <strong>de</strong> todo o país e compará-lo com o das castas conhecidas.<br />

25


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Sempre que não se encontrar uma correspondência, estar-se-á na<br />

presença <strong>de</strong> uma <strong>de</strong>sconhecida potencial e essas vi<strong>de</strong>iras serão<br />

multiplicadas e estudadas para confirmar a sua i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong>, estabelecer<br />

os seus progenitores e caracterizá-las do ponto <strong>de</strong> vista agronómico e<br />

enológico para avaliar a existência <strong>de</strong> um potencial interesse económico<br />

para o setor vitivinícola nacional.<br />

Existe aqui uma rara janela <strong>de</strong> oportunida<strong>de</strong> para afirmar Portugal na<br />

li<strong>de</strong>rança mundial do conhecimento e conservação da diversida<strong>de</strong> da<br />

vi<strong>de</strong>ira, uma fonte <strong>de</strong> resiliência e sustentabilida<strong>de</strong> em tempos <strong>de</strong><br />

instabilida<strong>de</strong> e gran<strong>de</strong>s <strong>de</strong>safios, climáticos e outros, que muitos países<br />

procuram, mas que apenas Portugal tem condições para materializar no<br />

curto prazo.<br />

NOTA: Este projecto foi analisado tecnicamente pelas áreas da Ciência<br />

e Agricultura.<br />

duração 18 meses<br />

orçamento 200.000 euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

26


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 637<br />

TÍTULO<br />

Repovoamento do Tejo com Espécies Autóctones<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

DESCRIÇÃO<br />

Repovoamento do Tejo com espécies autocnes, é um projecto que<br />

envolveria as diferentes autarquias ao longo do Tejo, entida<strong>de</strong>s<br />

responsáveis, Comunida<strong>de</strong>s Urbanas ao longo do Tejo, APA- Agencia<br />

Portuguesa do Ambiente, GNR-SEPNA, universida<strong>de</strong>s, Politécnicos e<br />

outras entida<strong>de</strong>s e privados. Usando para isso as instalações existentes<br />

da antiga Hidralica do Tejo. O projectio visaria a criação <strong>de</strong> emprego<br />

imediato nas áreas <strong>de</strong> aquacultura <strong>de</strong> produção dos peixes.A criação <strong>de</strong><br />

emprego é uma mais valia ao longo rio com a pesca e com a<br />

gastronomia. Po<strong>de</strong>ndo ser simultaneamente envolvido em roteiros<br />

turísticos ao longo do rio.<br />

Montante: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

27


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 640<br />

TÍTULO<br />

Wagerberry<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

DESCRIÇÃO<br />

Esta proposta po<strong>de</strong> ter valências em outras áreas, nomeadamente na<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos. Preten<strong>de</strong>mos complementar o nosso<br />

projeto <strong>de</strong> forma a <strong>de</strong>monstrar os aspetos positivos que po<strong>de</strong> ter<br />

noutras áreas.<br />

VISÃO GERAL<br />

Com a existência e coexistência <strong>de</strong> vários fatores como: o <strong>de</strong>semprego,<br />

os subsídios à agricultura, às terras <strong>de</strong> cultivo abandonadas, como<br />

também ao aparecimento <strong>de</strong> várias empresas/associações <strong>de</strong> apoio a<br />

candidaturas no âmbito do PRODER e PDR 2020, e ao gran<strong>de</strong><br />

volume <strong>de</strong> exportações nomeadamente no que se refere à fruta, o<br />

número <strong>de</strong> hectares cultivados, proliferou exponencialmente o<br />

reaproveitamento das terras antes abandonadas ou reinventadas como<br />

eucaliptais.<br />

Sendo assim, em poucos anos a área <strong>de</strong> cultivo, nomeadamente em<br />

pequenos frutos projetou-se para valores muito significativos no<br />

volume <strong>de</strong> exportações. Mais área plantada, mais fruta comercializada,<br />

mais volume <strong>de</strong> negócios, mais mão <strong>de</strong> obra necessária. É neste último<br />

item que queremos refletir a nossa i<strong>de</strong>ia.<br />

Sendo a nossa região (Sever do Vouga - Capital do Mirtilo) um local<br />

privilegiado no que concerne aos pequenos frutos, pois além <strong>de</strong><br />

existirem produções com mais <strong>de</strong> 25 anos, existem também empresas<br />

<strong>de</strong> apoio aos jovens agricultores, instituições <strong>de</strong> escoamento do fruto, e<br />

iniciativas como a bolsa <strong>de</strong> terras que assenta em ce<strong>de</strong>r “terras sem<br />

gente, a gente sem terra”.<br />

Temos vindo a crescer (hectares) em cerca <strong>de</strong> 200% ao ano. Existe<br />

uma emergente ligação dos jovens ao campo, à agricultura e isso temse<br />

repercutido em cada vez mais área plantada.<br />

Sabemos que todos os jovens agricultores têm formação na agricultura,<br />

específica para a produção em questão, mas temos a noção também,<br />

28


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

que todas estas novas plantações têm dimensões acima dos 10.000m2<br />

o que à partida não po<strong>de</strong>rão ser preparadas, especialmente em alturas<br />

como a poda e a colheita, só por um, dois ou três intervenientes, sendo<br />

que o que se vê atualmente é a mão <strong>de</strong> obra familiar a colmatar a<br />

necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong> mais pessoas nestas alturas <strong>de</strong> mais exigência humana<br />

nas plantações.<br />

O que o passado nos ensina é que as plantações existentes, são<br />

pequenas plantações (entre 500 a 1000 árvores) que agora, já com<br />

alguns anos, produzem toneladas <strong>de</strong> fruta, o que requer um número<br />

maior <strong>de</strong> pessoas para a colheita, sendo que os meios humanos<br />

familiares tornam-se insuficientes, resultando em quilos e quilos <strong>de</strong><br />

fruta estragada, <strong>de</strong>ixada na árvore <strong>de</strong>vido à falta <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra.<br />

Outra questão são as exigências cada vez maiores na receção da fruta<br />

nos mercados externos. Uma má apanha ou um mau embalamento<br />

po<strong>de</strong>m ser o caminho para a rejeição do fruto no país <strong>de</strong> receção.<br />

OBJETIVOS<br />

Criar um grupo (ou mais do que um) <strong>de</strong> trabalho para apoiar todos os<br />

produtores <strong>de</strong> pequenos frutos.<br />

Formar o grupo com uma abrangência <strong>de</strong> competências, para todos os<br />

trabalhos relacionados com a produção <strong>de</strong> pequenos frutos nas várias<br />

tarefas anuais que um pomar exige ( poda, colheita, manutenção, etc.).<br />

Calendarizar tarefas e locais <strong>de</strong>ntro das necessida<strong>de</strong>s que se vão<br />

i<strong>de</strong>ntificando.<br />

Criar rotinas <strong>de</strong> prevenção para proteção das culturas <strong>de</strong>vido a doenças<br />

e pragas emergentes <strong>de</strong>vido ao aumento <strong>de</strong> culturas do mesmo fruto.<br />

Levantamento <strong>de</strong> áreas e frutas existentes na região a trabalhar.<br />

Realizar um estudo contínuo dos comportamentos, resultados e retirar<br />

conclusões das várias plantações observadas e intervencionadas para<br />

chegar ao mais proximo do pomar i<strong>de</strong>al.<br />

ESPECIFICAÇÕES<br />

Apoio<br />

Autarquias, empresas, cooperativas, associações, etc;<br />

29


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Equipamentos;<br />

Ferramentas;<br />

Transporte;<br />

Formação;<br />

Instalações;<br />

Etc.<br />

Formação<br />

Dirigida pela AGIM, BDP-Bagas <strong>de</strong> Portugal, CRL, Mirtilusa, etc.<br />

Iniciação à agricultura;<br />

Agricultura biológica, convencional, etc;<br />

Certificação GlobalGAP<br />

Fitofarmacos;<br />

Poda;<br />

Infestantes;<br />

Polinização;<br />

Rega;<br />

Colheita;<br />

etc.<br />

ACOMPANHAMENTO E GESTÃO<br />

Dirigido pela cooperativa BDP-Bagas <strong>de</strong> Portugal, CRL<br />

Calendarização e organização <strong>de</strong> efectivos;<br />

Acompanhamento <strong>de</strong> trabalhos;<br />

Logística e coor<strong>de</strong>nação <strong>de</strong> equipas, equipamentos e pomares;<br />

Planificação e apresentação <strong>de</strong> resultados;<br />

Especificações <strong>de</strong> embalamento, apanha <strong>de</strong> fruto, etc<br />

30


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

etc.<br />

METAS<br />

Apoiar todos os produtores a cumprir os suas metas;<br />

Diagnosticar e intervir antecipadamente no pomar para prevenir<br />

problemas com a produção;<br />

Não <strong>de</strong>ixar nenhum campo ao abandono;<br />

Aumentar a rentabilida<strong>de</strong> dos pomares;<br />

Aumentar o calibre, produção, levando a um escoamento <strong>de</strong> maior<br />

quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> fruta nas condições (excelentes) exigidas pelos<br />

mercados externos;<br />

Distinguir a marca PORTUGAL como uma marca <strong>de</strong> eleição também<br />

no âmbito dos pequenos frutos.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Centro, Norte<br />

31


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 590<br />

TÍTULO<br />

INTERCÂMBIO CÂMARA DE LOBOS E BRAGANÇA<br />

Orçamento: 50 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Troca <strong>de</strong> informações,experiências, formação,promoção,cultura e<br />

educação da gastronomia e cultivo <strong>de</strong> castanha entre duas áreas que se<br />

<strong>de</strong>dicam a esta cultura: Câmara <strong>de</strong> Lobos ( Curral das Freiras) e<br />

Bragança.<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Norte, Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

32


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 589<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Fruta <strong>de</strong> rua<br />

Quantas ruas, jardins públicos, instituições têm árvores cuja fruta fica<br />

na árvore, é apanhada antes <strong>de</strong> estar madura (mais em concreto nas<br />

ruas on<strong>de</strong> existem ameixas - apanhadas antes <strong>de</strong> serem próprias para<br />

consumo para evitar danos nos carros e sujida<strong>de</strong>), fruta que cai e<br />

apodrece? Este projeto visa o combate ao <strong>de</strong>sperdício <strong>de</strong>ssa fruta.<br />

Consiste em:<br />

Mapeapemento. Mapear as árvores <strong>de</strong> fruto que estão em terrenos<br />

públicos (ruas, jardins ou congéneres), pomares <strong>de</strong> instituições (alguns<br />

<strong>de</strong>les abandonados) que possam/queiram ser incluídos no projeto;<br />

I<strong>de</strong>ntificação dos frutos que po<strong>de</strong>rão fazer parte da bolsa. I<strong>de</strong>ntificar as<br />

tipologias <strong>de</strong> árvores existentes (maçãs, laranjas, ameixas...) e criação<br />

<strong>de</strong> tipologias com base nas suas características e calendário <strong>de</strong> apanha;<br />

Calendarização das janelas temporais da apanha. Calendarizar os<br />

períodos <strong>de</strong> apanha <strong>de</strong> cada tipologia (antecipando a queda e<br />

estabelecendo um prazo para o período <strong>de</strong> apanha);<br />

Criação <strong>de</strong> bolsa <strong>de</strong> oferta. Criar uma bolsa oferta da fruta mapeada,<br />

i<strong>de</strong>ntificada e com a janela temporal <strong>de</strong> apanha previamente <strong>de</strong>finida;<br />

Lançamento do "concurso" <strong>de</strong> acesso a esta bolsa. Abrir esta bolsa a<br />

projetos <strong>de</strong> empreen<strong>de</strong>dorismo social (como exemplo o Zé Picolé,<br />

SAOM...) e/ou instituições sociais que possam consumir ou<br />

transformar esta fruta em produtos para venda;<br />

Avaliar os projetos dos proponentes. Avaliação e atribuição das<br />

"quotas" <strong>de</strong> acesso, com base na justificação do impacto do projeto e<br />

majoração <strong>de</strong> projetos <strong>de</strong> transformação da fruta em doces ou produtos<br />

que concorram para a sustentabilida<strong>de</strong> dos projetos proponentes ou<br />

instituições, ou do número <strong>de</strong> beneficiários;<br />

Atribuição da autorização da apanha. Após avaliação das propostas<br />

(com base nos critérios <strong>de</strong>finidos para tal, respeito pelas eventuais<br />

reservas e <strong>de</strong>veres associados...), atribuir ou quotizar a atribuição da<br />

fruta ao/s proponente/s;<br />

Criação e aplicação da marca certificada "Fruta <strong>de</strong> Rua". Os produtos<br />

33


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

transformados, po<strong>de</strong>rão ter um certificado/marca "Fruta <strong>de</strong> Rua", que<br />

irá ser a marca do projeto <strong>de</strong> combate ao <strong>de</strong>sperdício e que po<strong>de</strong>rá ser<br />

geradora <strong>de</strong> receitas para as instituições/empreen<strong>de</strong>dores envolvidos e<br />

apoiados pelo projeto. Posicionamento da marca nas lojas <strong>de</strong> turismo<br />

locais - sendo um produto local e klm "0".<br />

Possíveis parceiros e instituições envolvidas:Câmaras Municipais;<br />

IPSS com pomares;<br />

<strong>Projetos</strong> <strong>de</strong> empreen<strong>de</strong>dorismo social na área alimentar, sem abrigo,<br />

voluntariado,...;<br />

Juntas <strong>de</strong> Freguesia;<br />

Cozinhas solidárias;<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo : 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

34


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 588<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Preservar os recursos genéticos das varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> oliviera<br />

A mo<strong>de</strong>rna olivicultura tem provocado gran<strong>de</strong>s alterações no tipo <strong>de</strong><br />

varieda<strong>de</strong>s usadas com especial realce para as varieda<strong>de</strong>s previnientes<br />

<strong>de</strong> Espanha ou Grécia. Neste contexto as varieda<strong>de</strong>s locais com forte<br />

tradição e adaptação às condições nacionais estão em risco <strong>de</strong> se<br />

per<strong>de</strong>rem colocando em causa o próprio futuro da olivicultura<br />

sobretudo <strong>de</strong> consi<strong>de</strong>rarmos o efeito das alterações climáticas.<br />

Com esta proposta preten<strong>de</strong>-se realizar um trabalho <strong>de</strong> recolha das<br />

principais varieda<strong>de</strong>s nacionais nas regiões do Alentejo e trás-dosmontes<br />

visando a organização <strong>de</strong> colecções a instalar nos campos do<br />

Inst.Nacional <strong>de</strong> Investigação Agrária e Veternária (INIAV) <strong>de</strong> forma a<br />

preservar um património genético em risco e sobretudo promover<br />

estudos <strong>de</strong> adaptação no contexto <strong>de</strong> temperaturas mais altas( no<br />

inverno a oliveira como fruteira característica <strong>de</strong> zonas temperadas<br />

necessita <strong>de</strong> frio para que o seu ciclo se <strong>de</strong>senvolva)<br />

Como activida<strong>de</strong>s concretas propõe-se:<br />

- Prospecção e colheita nas duas regiões.<br />

- Multiplicação <strong>de</strong>sses materiais no INIAV.<br />

- Implantação em Elvas, <strong>de</strong>ssas varieda<strong>de</strong>s para conservação e posterior<br />

ver em estudos científicos.<br />

Orçamento 150 000<br />

Prazo: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Norte<br />

35


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 585<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Recuperação das Áreas Degradadas da Serra da Estrela<br />

Plantação <strong>de</strong> árvores autóctones numa pequena área do projeto<br />

PRADSE - Programa <strong>de</strong> Recuperação <strong>de</strong> Áreas Degradadas da Serra<br />

da Estrela - galardoado em 2013 pelas Nações Unidas, no combate à<br />

<strong>de</strong>sertificação. O projeto contemplando cerca <strong>de</strong> 18.000 hectares <strong>de</strong><br />

floresta, e não cabendo nesta iniciativa, propunha apenas uma área <strong>de</strong><br />

100 hectares localizados na zona Alfatima, Malhão e Santinha.<br />

Orçamento: 150 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

36


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 583<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Criação <strong>de</strong> bolsa nacional <strong>de</strong> emprego rural<br />

Criação <strong>de</strong> instrumento que facilite o encontro entre a procura e a<br />

oferta <strong>de</strong> trabalhadores agrícolas para a realização <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s<br />

agroflorestais, pecuárias e silvopastoris.<br />

Contribuir para o acesso a mão-<strong>de</strong>-obra disponível para a agricultura,<br />

florestas, pecuária e silvopastoricia, contribuindo para uma necessida<strong>de</strong><br />

do setor primário, para a redução do <strong>de</strong>semprego e no combate à mão<strong>de</strong>-obra<br />

ilegal.<br />

Agregação <strong>de</strong> trabalho <strong>de</strong>senvolvido pelo Estado, Autarquias,<br />

Entida<strong>de</strong>s Privadas e outras Entida<strong>de</strong>s, com prazo <strong>de</strong> implementação<br />

curto, com custos muito reduzidos e resultados imediatos.<br />

Orçamento: 50 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Centro, Norte<br />

37


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 581<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formação <strong>de</strong> novas técnicas e apoio técnico agrícola<br />

Para apoio aos projetos agrícolas é necessário existir apoios técnicos e a<br />

aprendizagem <strong>de</strong> novas técnicas.<br />

Com este tipo <strong>de</strong> apoio permite uma maior segurança na submissão <strong>de</strong><br />

projetos e i<strong>de</strong>ias <strong>de</strong> produções inovadoras <strong>de</strong> produtos agrícolas.<br />

Orçamento: 50 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

38


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 580<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Centro <strong>de</strong> valorização e promoção da cereja<br />

Criação <strong>de</strong> um centro regional <strong>de</strong> promoção da cereja em parceria com<br />

os concelhos do Fundão, Alfân<strong>de</strong>ga da Fé e Câmara <strong>de</strong> Lobos.<br />

Orçamento: 75 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

39


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 578<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ONG Socio Agricola<br />

Um pastor no Gerês disse que há muitos anos, quando havia pastoreio<br />

não havia tantos incêndios e por este comentário surgiu o seguinte:<br />

Pegar nas pessoas carenciadas, <strong>de</strong>sempregadas e sem abrigo, juntar<br />

entida<strong>de</strong>s públicas e privadas – Bombeiros, Cruz Vermelha,<br />

Câmaras/Juntas/União <strong>de</strong> Freguesias, Psicólogos, ICNF, etc. e<br />

começar a dar uso a espaços florestais sem dono ou com autorização do<br />

próprio, baldios e terrenos agrícolas em geral, habitações camarárias<br />

sem uso e/ou <strong>de</strong>gradadas e criava-se a ONG.<br />

As entida<strong>de</strong>s davam o apoio necessário e possível <strong>de</strong>ntro do âmbito <strong>de</strong><br />

cada uma. Os voluntários geriam os trabalhos, áreas agrícolas e<br />

florestais e as pessoas inseridas no “programa” ganhavam uma<br />

ocupação, uma nova profissão e quem sabe, uma nova<br />

OPORTUNIDADE na vida.<br />

Iam-se buscar tradições e costumes antigos, teares, alvenaria, queijaria,<br />

etc., produzia-se bens primários na agricultura e os proveitos<br />

sustentariam em parte a ONG e parte revertia para uma conta <strong>de</strong> cada<br />

pessoa do programa para iniciar uma nova vida quando capacitada para<br />

tal<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

40


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 576<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Vigilância e Prevenção <strong>de</strong> incêndios Florestais<br />

Criar uma bolsa <strong>de</strong> voluntariado, cuja principal função será a vigilância<br />

e a prevenção <strong>de</strong> incêndios florestais em colaboração com outras<br />

entida<strong>de</strong>s.<br />

Orçamento: 150 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Norte, Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

41


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 575<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Valorização da Produção Agrícola Local no Bem-Estar <strong>de</strong> Jovens em<br />

Ida<strong>de</strong> Escolar<br />

Vários estudos comprovam que é em ida<strong>de</strong> escolar que se constroem<br />

comportamentos alimentares responsáveis. A i<strong>de</strong>ia <strong>de</strong>sta proposta<br />

consiste em aproximar a produção agrícola local e os recursos<br />

endógenos à comunida<strong>de</strong> escolar.<br />

Este tipo <strong>de</strong> estratégia iniciava-se sempre com ações <strong>de</strong> sensibilização,<br />

formação e informação com vista ao estabelecimento <strong>de</strong> relações<br />

comerciais próximas entre o pequeno produtor e os gestores <strong>de</strong>stas<br />

entida<strong>de</strong>s sociais.<br />

Neste sentido e não menos fundamental seria a aplicação <strong>de</strong> algum tipo<br />

<strong>de</strong> incentivo às instituições sociais e educativas por forma a facilitar o<br />

arranque <strong>de</strong>ste tipo <strong>de</strong> canais <strong>de</strong> comercialização/iniciativas comerciais<br />

responsáveis.<br />

As vantagens <strong>de</strong>ste tipo <strong>de</strong> relacionamento são a valorização dos<br />

produtos endógenos, promoção <strong>de</strong> hábitos alimentares saudáveis,<br />

respeito pelo ambiente, redução da pegada <strong>de</strong> carbono, benefícios<br />

económicos para todos os agentes envolvidos.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Centro<br />

42


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 570<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Isenção <strong>de</strong> Taxas Mo<strong>de</strong>radoras no Serviço Nacional <strong>de</strong> Saú<strong>de</strong> para os<br />

"Voluntários da Natureza"<br />

Preconiza-se nesta medida um incentivo aos cidadãos que participem<br />

em ações <strong>de</strong> melhoria/conservação da natureza.<br />

As entida<strong>de</strong>s públicas ou ONG's que promovessem qualquer iniciativa<br />

<strong>de</strong> intervenção no território, no sentido da manutenção/reconstrução<br />

dos ecossistemas naturais (ex:limpeza <strong>de</strong> rios ou florestas, plantação <strong>de</strong><br />

árvores em áreas ardidas, ou outras), <strong>de</strong>veria obter da parte do ICNF<br />

um "certificado <strong>de</strong> interesse e utilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> iniciativa" e qualquer<br />

cidadão que participasse voluntariamente nesta iniciativa, receberia um<br />

"cartão do Voluntário da Natureza" on<strong>de</strong> seria feito o registo <strong>de</strong><br />

participação. Juntando três carimbos no referido cartão, (equivalendo a<br />

três participações voluntárias e gratuitas em iniciativas com certificado<br />

<strong>de</strong> interesse e utilida<strong>de</strong>), o cidadão passaria a ter o direito <strong>de</strong> usufruir<br />

por um ano <strong>de</strong> isenção das taxas mo<strong>de</strong>radoras do serviço nacional <strong>de</strong><br />

saú<strong>de</strong>.<br />

Esta isenção po<strong>de</strong>ria ser renovável, seguindo a mesma regra.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

43


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 565<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formação e intercâmbio entre agricultores das hortas municipais<br />

comunitárias existentes<br />

As hortas comunitárias têm surgido entre todas as zonas urbanas dos<br />

municípios e o seu crescimento é contínuo. A necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

conhecimentos, formação, partilha <strong>de</strong> saberes entre os "novos<br />

agricultores" e os "antigos agricultores" é uma realida<strong>de</strong> iminente.<br />

Assim, proponho a realização <strong>de</strong> intercâmbios entre agricultores <strong>de</strong><br />

vários municípios que trabalham as hortas comunitárias. É sem dúvida<br />

um enriquecimento para valorizar os conhecimentos ancestrais entre<br />

todas as gerações <strong>de</strong> agricultores. Assim como a utilização <strong>de</strong> técnicas<br />

diferentes pelas várias regiões, será uma mais-valia para o seu<br />

crescimento saudável e biológico.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

44


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 639<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

De pequenino é que se cultiva o (bio)pepino<br />

Agricultura Biológica: Educação, Prática e Consumo.<br />

(ensino pré-escolar e ensino básico).<br />

- Educação: <strong>de</strong>senvolver conteúdos informativos para serem lecionados<br />

– sobretudo, ao nível do ensino pré-escolar e do ensino básico (1º, 2º e<br />

3º ciclo) – em torno das noções gerais <strong>de</strong> agricultura e, em particular,<br />

sobre o modo <strong>de</strong> produção biológico.<br />

- Prática: favorecer a prática agrícola – em modo <strong>de</strong> produção biológico<br />

– em contexto escolar.<br />

- Consumo: potenciar o consumo <strong>de</strong> alimentos biológicos – em<br />

contexto escolar – sobretudo ao nível do ensino pré-escolar e do ensino<br />

básico.<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

45


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 638<br />

TÍTULO<br />

Melhor cultivar para melhor comer<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Montante: 12 meses<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Formação <strong>de</strong> proximida<strong>de</strong> na área da permacultura com o objetivo <strong>de</strong><br />

alterar os pressupostos da agricultura tradicional. Sensibilizar para a<br />

permacultura e melhorar a economia <strong>de</strong> subsistência. Proteger o<br />

ambiente e levar à troca <strong>de</strong> alimentos locais promovendo práticas<br />

culturais complementares. Desenvolver uma agricultura em re<strong>de</strong><br />

promovendo as economias locais, promover a taxa fib (felicida<strong>de</strong><br />

interna bruta). Isto seria um caminho para a inclusão social.<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

46


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 244<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Combate ao Declínio do Montado <strong>de</strong> Sobro<br />

Divulgação da informação existente, ações <strong>de</strong> sensibilização junto dos<br />

produtores. Apontar alternativas para o uso das terras ocupadas com<br />

Montado com uma percentagem elevada <strong>de</strong> árvores mortas.<br />

Orçamento previsto: 100.000,00 €<br />

Início do projeto: out/2017 - Conclusão: <strong>de</strong>z/2019<br />

Apresentação do 1º relatório <strong>de</strong> progresso em março <strong>de</strong> 2018<br />

Orçamento: 100 000 euros<br />

Prazo: Dezembro <strong>de</strong> 2019<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

47


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 241<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Campos <strong>de</strong> férias rurais <strong>de</strong> preservação da floresta<br />

Criar campos <strong>de</strong> férias rurais que tragam as crianças e adolescentes aos<br />

meios rurais e que envolvam populações locais mais idosas que servirão<br />

<strong>de</strong> guias e que partilharão "segredos das suas al<strong>de</strong>ias". O objetivo<br />

principal seria encontrar formas <strong>de</strong> se po<strong>de</strong>rem limpar as nossas matas,<br />

<strong>de</strong> trazerem as crianças novamente à rua, <strong>de</strong> partilhar, <strong>de</strong> transmitir e<br />

manter vivas as culturas regionais e as nossas tradições, manter os<br />

nossos idosos ocupados e <strong>de</strong>sfrutarem ambas as gerações <strong>de</strong> partilhas,<br />

mantendo estes jovens ocupados em períodos <strong>de</strong> férias em que<br />

habitualmente os pais que trabalham, têm que encontrar ocupações <strong>de</strong><br />

tempos-livres que não são mais do que passar esses dias em salas<br />

fechadas. Assim limparíamos matas e recuperaríamos caminhos rurais,<br />

que ainda que sejam uma ínfima parte da nossa floresta, pelo menos,<br />

essa diminuiria o risco <strong>de</strong> incêndio. Estes campos funcionariam como<br />

acampamentos, ou acomodamentos, ou acolhimentos, por parte das<br />

populações locais.<br />

O orçamento do projeto será <strong>de</strong> aproximadamente <strong>de</strong> 50 mil euros<br />

O tempo <strong>de</strong> arranque do projecto será <strong>de</strong> cerca <strong>de</strong> 6 meses, após a sua<br />

apresentação pública.<br />

O tempo <strong>de</strong> concretização do projecto será <strong>de</strong> cerca <strong>de</strong> 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

48


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 688<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Hortas Científicas<br />

Como sabendo a existência <strong>de</strong> um projeto já com existência, no fundo a<br />

criação <strong>de</strong> hortas científicas, vêm englobar uma agricultura sustentável<br />

em que se possa <strong>de</strong>senvolver novas práticas <strong>de</strong> agricultura como o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento dos solos para a sua prátixa tendo uma agricultura<br />

mais ambiental sem problemas químicos para o meio ambiente tendo<br />

também o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> estudos <strong>de</strong> plantas medicinais, para<br />

testes <strong>de</strong> outros medicamentos para a saú<strong>de</strong>.<br />

Tendo como objetivo a longo prazo criar condições para uma melhoria<br />

da agricultura portuguesa tendo efeitos na economia nacional como<br />

também <strong>de</strong>senvolver novos métodos <strong>de</strong> estudo para problemas que<br />

existem na socieda<strong>de</strong> atual.<br />

Deve ser <strong>de</strong>senvolvido como projeto piloto.<br />

Montante: 75.000€<br />

Prazo: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

49


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 687<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Cultiva-te<br />

Desenvolver uma aplicação que permita a i<strong>de</strong>ntificação, o<br />

conhecimento, o tipo <strong>de</strong> terreno associado ao tipo <strong>de</strong> produtos que se<br />

possa cultivar, com os objetivos <strong>de</strong> reduzir os terrenos baldios,<br />

aumentar a produção agrícola, diminuir o <strong>de</strong>semprego nas zonas mais<br />

<strong>de</strong>sfavorecidas, disseminar o conhecimento das ativida<strong>de</strong>s agrícolas. A<br />

aplicação irá pressupôr a parceria com todos os municípios, juntas <strong>de</strong><br />

freguesia e todos os proprietários <strong>de</strong> terrenos agrícolas, bem como a<br />

comunicação e parceria estreita com as universida<strong>de</strong>s, ensino<br />

politécnico <strong>de</strong> forma a permitir a constante atualização, quer do<br />

potencial agrícola dos terrenos, quer do potencial dos produtos a<br />

plantar nos terrenos e ainda a promoção da partilha da bolsa <strong>de</strong> terra e<br />

baldios e a promoção da partilha <strong>de</strong> conhecimento entre todos os<br />

intervenientes.<br />

Montante: 75.000€<br />

Prazo: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

50


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 245<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Portugal Bio<br />

Ação 1: Implementação <strong>de</strong> casos piloto <strong>de</strong> ca<strong>de</strong>ias curtas que<br />

promovam consumo biológico, ou <strong>de</strong> práticas <strong>de</strong> agricultura<br />

sustentáveis, nas cantinas <strong>de</strong> restauração coletiva (escolas, lares,<br />

cantinas municipais, etc.).<br />

Ação 2: Participação Institucional do país na BIOFACH Nuremberg,<br />

maior feira internacional do setor bio.<br />

O projeto preten<strong>de</strong> criar uma nova dinâmica ao nível da agricultura<br />

biológica (ou outras práticas sustentáveis) no território nacional,<br />

atuando por 2 vias: incentivo ao consumo <strong>de</strong> produtos biológicos<br />

através <strong>de</strong> casos piloto na restauração coletiva. A este nível po<strong>de</strong>rão<br />

contribuir produções existentes ou o aproveitamento <strong>de</strong> hortas<br />

abandonadas a ser dinamizado por jovens agricultores.<br />

As iniciativas piloto serão monitorizadas <strong>de</strong> forma a disseminar o<br />

máximo possível a iniciativa a nível do território nacional.<br />

Por outro lado, o projeto atua na dinamização do setor, promovendo a<br />

internacionalização <strong>de</strong> produtos estratégicos, com maior procura nos<br />

mercados internacionais (exemplo: amêndoa, plantas aromática, mel,<br />

vinho e azeite, entre outros.) através da participação institucional <strong>de</strong><br />

Portugal na BIOFACH.<br />

Orçamento: 150.000,00 €<br />

Início do projeto: out/2017 - Conclusão: <strong>de</strong>z/2019<br />

Apresentação do 1º relatório <strong>de</strong> progresso em março <strong>de</strong> 2018<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Agricultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Centro, Norte<br />

51


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Ciência<br />

52


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

214 Dados <strong>de</strong> apoios, bolsas e incentivos<br />

391 C4- Ciência, Cidadania, Crianças E Comunicação<br />

252 Estudo físico-químico das qualida<strong>de</strong>s terapêuticas das águas minerais<br />

naturais<br />

229 Plataforma da Ciência<br />

205 CiênciArte<br />

422 Poluição por plástico - todos somos responsáveis/todos po<strong>de</strong>mos ajudar<br />

221 Jardins botânicos - guia áudio<br />

223 Laboratórios itinerantes <strong>de</strong> ciência<br />

227 Bio Research Center<br />

204 100% ver<strong>de</strong> - edifício # 1<br />

417 Laboratório <strong>de</strong> Ciência Itinerante<br />

390 Aqui po<strong>de</strong> fazer-se<br />

442 Cultura Comum: Revive a Pré-História<br />

489 Projeto <strong>de</strong> investigação exploratório 'Produção <strong>de</strong> Energia Elétrica a partir<br />

<strong>de</strong> Plantas'<br />

503 Mistérios científicos por Portugal<br />

540 Portugal a programar<br />

541 Estudos para um Observatório Astronómico na Serra da Peneda (1374m),<br />

concelho <strong>de</strong> Arcos <strong>de</strong> Val<strong>de</strong>vez<br />

544 Exploração do Espaço Hospital Con<strong>de</strong> Ferreira para fornecimento da Saú<strong>de</strong><br />

Geral<br />

203 Roteiros <strong>de</strong> exploração científica<br />

200 A felicida<strong>de</strong> e a ciência <strong>de</strong> mãos dadas<br />

180 Jardins <strong>de</strong> Borboletas<br />

163 INCLUIR - Ciência para todos<br />

159 Adote um Dos Nossos (ADN) - Plataforma <strong>de</strong> Combate à Solidão na<br />

Terceira Ida<strong>de</strong> e Promoção do Envelhecimento Ativo e Relações<br />

Intergeracionais<br />

392 CIT - Agência Noticiosa <strong>de</strong> Ciência, Inovação e Tecnologia<br />

255 Programa "Firecheck - Cida<strong>de</strong>s"<br />

266 EMA - Estação Modular Autosustentável<br />

265 48 Horas <strong>de</strong> Ciência<br />

303 Capacitar a reflexão e <strong>de</strong>cisão em ciência<br />

665 Eficácia coletiva<br />

264 FOGO FRIO: a ciência ao serviço da prevenção <strong>de</strong> incêndios<br />

256 Pólo infantil <strong>de</strong> robótica<br />

53


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

662 A ciência é para comer<br />

661 Fitoterapia com Plantas Autóctones<br />

681 Plantas Medicinais no Combate ao Desemprego Jovem<br />

682 Re<strong>de</strong> fablab escolar<br />

657 Esbater as Ultra-Periferias na Re<strong>de</strong> Centro <strong>de</strong> Ciência Viva<br />

660 A Ciência faz bem<br />

54


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 214<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Dados <strong>de</strong> apoios, bolsas e incentivos<br />

A área dos apoios, incentivos e bolsas sejam elas na área da ciência,<br />

inovação, tecnologia, e educação nem sempre tem regras <strong>de</strong> atribuição<br />

claras e a disponibilização dos apoios concedidos nem sempre é<br />

publicada <strong>de</strong> uma forma uniformizada e transparente. Assim,<br />

proponho:<br />

Disponibilizar em base <strong>de</strong> dados pública, em formato open data, que<br />

permita conhecer quais os apoios concedidos nas diferentes áreas, que<br />

montantes, valores e justificação e sempre que exista o resultado<br />

aplicável (seja ele tese, investigação, protótipo, produto, etc<br />

Orçamento projeto: 75000 euros. Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 24 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

55


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 391<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

C4- CIÊNCIA,CIDADANIA, CRIANÇAS E COMUNICAÇÃO<br />

O "C4- Ciência, Cidadania, Crianças e Comunicação"<br />

É uma proposta em contexto colaborativo e <strong>de</strong> co-criação que visa a<br />

contribuição activa das crianças para o conhecimento científico, através<br />

da realização do evento " crianças em congresso científico ", com<br />

abrangência nacional, aliado a uma publicação periódica sobre ciência,<br />

o" Júnior Science Journal", em acesso aberto ( primeira revista<br />

internacional <strong>de</strong> jovens cientistas) ambos protoganizados por jovens ,<br />

como forma <strong>de</strong> educar e estimular a curiosida<strong>de</strong> e o interesse pela<br />

ciência nestes jovens cidadãos, assim como <strong>de</strong> os incentivar na escolha<br />

<strong>de</strong> carreiras científicas e/ ou <strong>de</strong> investigação.<br />

Orçamento: 36.100€<br />

Duração fase prévia: 6 meses; duração do projecto 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

56


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 252<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Estudo físico-químico das qualida<strong>de</strong>s terapêuticas das águas minerais<br />

naturais<br />

Portugal tem excelentes estâncias termais. A sua gran<strong>de</strong> maioria<br />

situada no interior do país são um excelente arsenal para a preservação<br />

da saú<strong>de</strong>. É necessário evi<strong>de</strong>nciar cientificamente este extraordinário<br />

potencial, é preciso proporcionar meios às universida<strong>de</strong>s para este<br />

estudo. O turismo <strong>de</strong> saú<strong>de</strong> é, no meu enten<strong>de</strong>r, fundamental para o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento dos territórios do interior, que possuem estes recursos<br />

naturais (águas minerais naturais). É urgente promover e<br />

internacionalizar esta potencialida<strong>de</strong>. Orçamento projeto: 96800<br />

euros. Duração da fase prévia: 6 meses. Duração do projeto: 18 meses.<br />

(Webplataforma , estudo , análises químico-físicas , ações <strong>de</strong><br />

divulgação científica nacionais e internacionais )<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

57


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Número 229<br />

Título<br />

Descrição<br />

Plataforma da Ciência<br />

Criação <strong>de</strong> uma plataforma nacional on<strong>de</strong> se po<strong>de</strong> colocar projetos<br />

validados cientificamente que comprovadamente promovem melhoria<br />

da qualida<strong>de</strong> <strong>de</strong> vida da comunida<strong>de</strong>, para que outros, o possam utilizar<br />

nos seus territórios <strong>de</strong> forma a disseminar no território nacional.<br />

Principalmente projetos financiados pelo orçamento do Ministério ou<br />

pelos fundos comunitários.<br />

Orçamento: 54.800€<br />

Duração fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 18 meses<br />

Área<br />

Âmbito<br />

Zonas Geográficas<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Algarve, Centro, Norte<br />

58


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 205<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

CiênciArte<br />

A comunicação da ciência assume um papel-chave na aproximação<br />

entre a ciência e a socieda<strong>de</strong>, contribuindo para o aumento da literacia<br />

científica no país. Esta proposta consiste num projeto arte e ciência na<br />

co-produção <strong>de</strong> peças <strong>de</strong> teatro que explorem temas <strong>de</strong> ciência e o<br />

quotidiano da investigação científica. Os intervenientes no programa a<br />

nível nacional seriam investigadores <strong>de</strong> diferentes áreas, professores e<br />

alunos <strong>de</strong> agrupamentos <strong>de</strong> escolas <strong>de</strong> diferentes regiões do país,<br />

estudantes <strong>de</strong> universida<strong>de</strong>s sénior e artistas/encenadores <strong>de</strong><br />

companhias <strong>de</strong> teatro. As temáticas abordadas po<strong>de</strong>m ir <strong>de</strong>s<strong>de</strong> a saú<strong>de</strong>,<br />

à dinâmica das populações, ao aquecimento global, entre outros temas.<br />

Os gran<strong>de</strong>s objetivos do projeto aqui propostos são a promoção <strong>de</strong><br />

literacia científica, a criação <strong>de</strong> locais <strong>de</strong> encontro entre a ciência e a<br />

socieda<strong>de</strong>, o envolvimento entre a ciência e a socieda<strong>de</strong>, o<br />

envolvimento entre atores <strong>de</strong> diferentes áreas com diferentes<br />

valências, o apoio ao ensino da ciência através <strong>de</strong> estratégias informais,<br />

a promoção da inclusão social através da ciência, a valorização do<br />

património cultural e da história (<strong>de</strong>senvolvendo as peças locais<br />

importantes do património nacional e personagens da história da<br />

ciência) e apoiar a socieda<strong>de</strong> no exercício da cidadania em questões<br />

científicas. Orçamento projeto: 111400. Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 18 meses.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

59


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 422<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

POLUIÇÃO POR PLÁSTICO-TODOS SOMOS<br />

RESPONSÁVEIS/TODOS PODEMOS AJUDAR<br />

Esta proposta visa <strong>de</strong>senvolver ações <strong>de</strong> sensibilização ambiental para a<br />

questão da poluição por plásticos. O público será sensibilizado a<br />

participar , quantificando, através <strong>de</strong> fotos tiradas com telemóvel ou<br />

tablets a quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> plástico nas praias, rios, estuários, etc. As fotos<br />

são <strong>de</strong>pois enviadas para um site que faz a ligação a uma base <strong>de</strong> dados.<br />

Deste modo, os cientistas envolvidos po<strong>de</strong>m mapear quantificar os<br />

plásticos ao longo da nossa costa e em cursos <strong>de</strong> água mais interiores.<br />

Orçamento projeto: 30000 euros. Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração: projeto: 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

60


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 221<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Jardins botânicos - guia áudio<br />

Proposta para adaptar os jardins botânicos nacionais com guias áudio<br />

para os visitantes.<br />

Estes guias po<strong>de</strong>m ser adquiridos à chegada com um mapa para o<br />

percurso ou alternativamente adaptados às mais recentes tecnologias<br />

como aplicações para smartphones.<br />

O percurso será acompanhado com explicações e curiosida<strong>de</strong>s das<br />

espécies presentes em cada jardim botânico tornando muito mais<br />

apelativa e interessante a experiência da visita.<br />

Orçamento Projeto: 57400 euros. Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

61


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 223<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Laboratórios itinerantes <strong>de</strong> ciência<br />

Criar um conjunto <strong>de</strong> laboratórios móveis (carrinhas adaptadas) <strong>de</strong><br />

modo a levar a cultura científica às populações em regiões mais<br />

inacessíveis (interior norte) e também às zonas fora da área <strong>de</strong><br />

influência dos espaços <strong>de</strong> ciência. Preten<strong>de</strong>-se levar ativida<strong>de</strong>s<br />

científicas a todas as pessoas <strong>de</strong> qualquer ida<strong>de</strong> realizando ciência <strong>de</strong><br />

próximida<strong>de</strong>. O laboratório terá várias temáticas (em função <strong>de</strong><br />

eventos científicos, comerações ou dias temáticos) permitindo a<br />

experimentação e a <strong>de</strong>scoberta. Levam-se livros, kits <strong>de</strong> ciência,<br />

telescópios, etc e propõe-se levar as pessoas à <strong>de</strong>scoberta. Ciência<br />

todos os dias ao longo do ano.<br />

O cidadão não procura a ciência, a ciência vai até aos cidadãos e<br />

permite-lhes colocar questões, <strong>de</strong>belar conceitos e alargar o<br />

conhecimento do mundo que os ro<strong>de</strong>ia.<br />

Ciência para todos, perto <strong>de</strong> todos. Orçamento Projeto: 149220 euros.<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

62


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 227<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Bio Research Center<br />

Apoiar centros <strong>de</strong> recuperação <strong>de</strong> espécies selvagens para recolha <strong>de</strong><br />

dados resultantes do trabalho <strong>de</strong> recuperação, para melhor<br />

compreensão da fauna local e outra que resulte <strong>de</strong> movimentos<br />

migratórios, procurando aumentar centros <strong>de</strong> pesquisa e investigação<br />

sobre vida selvagem/biodiversida<strong>de</strong>.<br />

Orçament: 61.200€<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

63


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 204<br />

TÍTULO 100% ver<strong>de</strong> - edifício # 1<br />

DESCRIÇÃO 100% Ver<strong>de</strong> # 1<br />

Esta proposta consiste em escolher um edifício público e transformá-lo<br />

num edifício 100% Ver<strong>de</strong>, ambientalmente sustentável em todas as<br />

formas possíveis: que utilize apenas energia 100% limpa (solar,<br />

fotovoltaica, eólica, ou outras), que tenha um sistema <strong>de</strong><br />

aproveitamento das águas das chuvas e <strong>de</strong> reutilização das suas águas<br />

correntes (ex: água do banho que é reutilizada no autoclismo), etc...<br />

Implicaria uma reestruturação do edifício (também para rever<br />

revestimentos térmicos, isolamento em algumas <strong>de</strong>ficiências que<br />

pu<strong>de</strong>sse ter) e isso serviria <strong>de</strong> exemplo, seria um mo<strong>de</strong>lo a seguir.<br />

Depois <strong>de</strong> pronto, receberia visitas guiadas, com explicações técnicas e<br />

orçamentais, pelas transformações <strong>de</strong> que o edifício tivesse sido alvo.<br />

Exemplos <strong>de</strong> edifícios interessantes para que esta primeira experiência<br />

fosse explorada ao máximo e os resultados notoriamente visíveis:<br />

- piscinas públicas/municipais (piscina cheia com água da chuva e<br />

aquecida com energia renovável), a primeira experiência po<strong>de</strong>ria ser<br />

concretizada na ilha <strong>de</strong> S. Miguel, on<strong>de</strong> chove mais, para se po<strong>de</strong>r<br />

avaliar com segurança esse factor variável;<br />

- pavilhão <strong>de</strong>sportivo (iluminação com energia renovável e balneários<br />

com água das chuvas e reutilização da água dos chuveiros nos<br />

autoclismos) situado na região da capital do país, on<strong>de</strong> se encontram os<br />

equipamentos <strong>de</strong>sportivos com maior capacida<strong>de</strong>, mais utilização e<br />

mais utilizadores.<br />

A escolha do edifício po<strong>de</strong> ser feita com base no mais elevado número<br />

<strong>de</strong> utilizadores <strong>de</strong>ste tipo <strong>de</strong> edifícios, ou em características técnicas<br />

dos edifícios existentes e do seu meio envolvente, mas se o orçamento<br />

participativo tiver continuação, ou se os resultados forem<br />

significativamente compensadores, o mo<strong>de</strong>lo po<strong>de</strong> replicar-se e<br />

acabará por ir abrangendo cada se<strong>de</strong> <strong>de</strong> distrito e concelho<br />

progressivamente.<br />

Outra forma <strong>de</strong> escolher o edifício po<strong>de</strong> ser pelo patamar orçamental<br />

que se possa atingir mediante as escolhas resultantes do <strong>OPP</strong>, por<br />

64


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

exemplo: escolhendo uma piscina o orçamento po<strong>de</strong> ir até aos<br />

200.000 euros, mas se for um pavilhão po<strong>de</strong> precisar só <strong>de</strong> 50.000<br />

euros.<br />

Na fase inicial seria necessário constituir uma equipa <strong>de</strong>vidamente<br />

habilitada para estudar o edifício escolhido, as oportunida<strong>de</strong>s <strong>de</strong><br />

melhoria e os constrangimentos, e elaborar um projeto <strong>de</strong><br />

transformação com vista a atingir os objectivos <strong>de</strong> NZEB<br />

(Necessida<strong>de</strong>s Quase Nulas <strong>de</strong> Energia) e NZWW (Descargas mínimas<br />

<strong>de</strong> águas sanitárias). Essa mesma equipa <strong>de</strong>veria acompanhar a<br />

execução da obra propriamente dita.<br />

Orçamento projeto regional (prova <strong>de</strong> conceito num só local):<br />

150000. Duração fase prévia: 9 meses. Duração projeto: 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Região Autónoma dos Açores, Centro<br />

65


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 417<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Laboratório <strong>de</strong> Ciência Itinerante<br />

Levar livros, experimentação científica e ativida<strong>de</strong>s científicas às<br />

populações mais isoladas, nomeadamente a nível das zonas <strong>de</strong> interior e<br />

rural. Cativar as crianças, jovens e população mais idosa, para a<br />

temática da ciência, permitir contactarem com a área científica,<br />

nomeadamente através da experimentação científica e prática.<br />

Orçamento projeto: 67600 euros. Duração fase prévia: 9 meses.<br />

Duração projeto: 14 meses.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

66


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 390<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

AQUI PODE FAZER-SE<br />

(Carta nacional dos espaços <strong>de</strong>volutos públicos/privados e<br />

subaproveitados potencialmente utilizáveis)<br />

Estabelecimento <strong>de</strong> uma forma plataforma digital <strong>de</strong> espaços <strong>de</strong>volutos<br />

e subaproveitados, <strong>de</strong> natureza público ou privada, mediante a<strong>de</strong>são<br />

prévia, para efeito <strong>de</strong> utilização. Por proponentes ( cidadãos ou grupos<br />

<strong>de</strong> cidadãos interessados), contribuindo, com isso, para revitalização<br />

dos centros das cida<strong>de</strong>s.<br />

Condições e beneficiários:<br />

- Não exige investimento em infraestruturas.<br />

- Será <strong>de</strong>senvolvido por períodos <strong>de</strong> duração limitado e renovável.<br />

- Será gerido por entida<strong>de</strong> pública.<br />

- Po<strong>de</strong>rá haver candidaturas <strong>de</strong> projecto sem espaço pré-<strong>de</strong>finido.<br />

- Os proprietários po<strong>de</strong>m a<strong>de</strong>rir por períodos curtos e eventualmente<br />

beneficiar <strong>de</strong> compensações.<br />

- A gestão da plataforma <strong>de</strong>verá mobilizar as comunida<strong>de</strong>s locais<br />

visando acompanhamento e contribuir para a elaboração dos projectos.<br />

Orçamento: 53.000€<br />

Duração <strong>de</strong> fase prévia a <strong>de</strong>finir; duração do projecto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

67


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 442<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Cultura Comum: Revive a Pré-História<br />

Criação <strong>de</strong> um museu ao ar livre, que permita unificar e tornar<br />

acessível ao público um fenómeno característico da pré-história<br />

recente (3 mil a.c), o surgimento <strong>de</strong> povoados fortificados na atual<br />

Peninsula <strong>de</strong> Lisboa. É uma realida<strong>de</strong> arqueológica que ilustra uma<br />

união e partilha cultural expressa em artefactos, soluções<br />

arquitectónicas, simbolos, rituais e vivências/relações com o espaço.<br />

Este conceito <strong>de</strong> "open air Museum", que se encontra em voga na<br />

Europa Central e do Norte, preten<strong>de</strong> ser a solução que colmata e<br />

estabelece a relação entre estes sítios, que outrora se encontravam<br />

ligados por relações sociais e económicas.<br />

Preten<strong>de</strong>mos assim dar funcionalida<strong>de</strong> e materialização aos vastos<br />

trabalhos <strong>de</strong> investigação científica, que encontram nesta proposta, a<br />

oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> retribuir, socialmente, o investimento público,<br />

criando infraestruturas <strong>de</strong> valorização <strong>de</strong>ste Património, ao mesmo<br />

tempo que sensibiliza e forma uma socieda<strong>de</strong> mais atenta, respeitadora<br />

e crítica sobre um presente cada vez menos enraizado no Passado.<br />

Este projeto contará com uma forte presença das diversas<br />

universida<strong>de</strong>s/centros <strong>de</strong> investigação, em associação ao tecido<br />

empresarial e às entida<strong>de</strong>s locais, aproveitando e valorizando estruturas<br />

físicas e sociais existentes em cada um <strong>de</strong>stes sítios.<br />

projeto aprovado <strong>de</strong>s<strong>de</strong> que não implique investimento em<br />

infraestruturas.<br />

Orçamento:<br />

56.000€ (não inclui investimento em infraestruturas)<br />

Duração da fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

68


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 489<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Projeto <strong>de</strong> investigação exploratório 'Produção <strong>de</strong> Energia Elétrica a<br />

partir <strong>de</strong> Plantas'<br />

Este projeto, tem como objetivo <strong>de</strong>senvolver uma técnica <strong>de</strong> produção<br />

<strong>de</strong> energia a partir <strong>de</strong> plantas, mais nomeadamente as suas raízes.<br />

Esta técnica consiste em implementar uma re<strong>de</strong> substerrânea, feita <strong>de</strong><br />

materiais condutores e não prejudiciais para o ecossistema da terra,<br />

que iria estar em contacto direto as raizes, que <strong>de</strong>senvolvem ativida<strong>de</strong>s<br />

bioquímicas, capazes <strong>de</strong> serem aproveitadas para a produção <strong>de</strong> energia<br />

elétrica. A produção <strong>de</strong>ste tipo <strong>de</strong> energia elétrica tem como principal<br />

aplicação parques, zonas arborizadas até mesmo em autoestradas <strong>de</strong><br />

visibilida<strong>de</strong> reduzida.<br />

Este projeto visa o estudo das condições e fatores mais favoráveis,<br />

como o tipo <strong>de</strong> materiais a serem usados e que tipos <strong>de</strong> plantas<br />

possuem melhores capacida<strong>de</strong>s que possibilitam a produção <strong>de</strong> energia.<br />

Projeto <strong>de</strong> investigação: Orçamento projeto: 50000 euros. Duração<br />

prévia: 9 meses. Duração projeto: 15 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

69


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 503<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Mistérios científicos por Portugal<br />

O projeto “Mistérios científicos por Portugal” preten<strong>de</strong> contribuir para<br />

a promoção da literacia científica da população e, simultaneamente,<br />

divulgar o património cultural dos municípios portugueses. Para isso,<br />

este projeto prevê a realização <strong>de</strong> caças ao tesouro que têm por base<br />

enigmas que po<strong>de</strong>m ser resolvidos com recurso a conhecimentos das<br />

mais variadas áreas científicas.<br />

Orçamento: 32.860€<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

70


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 540<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Portugal a programar<br />

Criar um programa nacional <strong>de</strong> aprendizagem <strong>de</strong> programação, <strong>de</strong>s<strong>de</strong><br />

os mais pequenos até adultos.<br />

O ecosistema <strong>de</strong> empresas (startups ou não), está a crescer com novas<br />

competências. Portugal não tem nesta altura a capacida<strong>de</strong> em recursos<br />

humanos <strong>de</strong> preencher todas as vagas e competências necessárias para<br />

diferentes perfis. Se esta é uma realida<strong>de</strong> atual (para atração <strong>de</strong><br />

investimento estrangeiro), como seremos daqui a 5-10-15 anos?<br />

Precisamos <strong>de</strong> um plano forte eficaz, co-criado pelos privados,<br />

empresas, universida<strong>de</strong>s. Não se trata <strong>de</strong> fazer algumas iniciativas,<br />

trata-se um trabalho <strong>de</strong> mudança <strong>de</strong> cultura, <strong>de</strong> abordagem, <strong>de</strong> plano<br />

integrado e <strong>de</strong> muita comunicação. Vários países já estão a trabalhar<br />

nisto, também já ha iniciativas por cá, mas falham na componente<br />

cultura e comunicação e por serem iniciativas dispersas, muitas vezes<br />

pensadas <strong>de</strong> forma não articulada. Se não forem conhecidas qual é a<br />

taxa <strong>de</strong> a<strong>de</strong>são?<br />

Portugal a Programar é uma necessida<strong>de</strong>.<br />

Orçamento para projeto: 20.000€<br />

Duração da fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

71


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 541<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Estudos para um Observatório Astronómico na Serra da Peneda<br />

(1374m), concelho <strong>de</strong> Arcos <strong>de</strong> Val<strong>de</strong>vez<br />

O seeing é o perturbador efeito da atmosfera em observações<br />

astronómicas; é menor em picos próximos da costa oceânica até aos 40<br />

graus <strong>de</strong> latitu<strong>de</strong>. Estes são os locais i<strong>de</strong>ais para instalar observatórios<br />

astronómicos. O pico da Serra da Peneda (1374m; um planalto com<br />

meio por um quilómetro) po<strong>de</strong> bem ter esse potencial. Estudaremos<br />

primeiro a sua meteorologia, <strong>de</strong>terminando o melhor local do planalto<br />

para o estudo do seeing. Em 2008-09 o proponente coor<strong>de</strong>nou um<br />

projeto final <strong>de</strong> curso que mediu o seeing em oito picos na Ma<strong>de</strong>ira.<br />

Graças a uma adaptação do protótipo então inventado (agora<br />

tornando-o “all-in-one”) efetuar-se-ão medições do seeing na Peneda<br />

durante um ano (duas noites por semana). O acesso tem <strong>de</strong> ser feito<br />

num veículo todo-o-terreno e <strong>de</strong>pois a pé, com uma mochila contendo<br />

o protótipo e todo o equipamento. O projeto está previsto durar três<br />

anos, com um orçamento <strong>de</strong> 156 mil euros (52 mil euros anuais): i)<br />

Bolseiro Cientista Convidado a 100% por três anos – 94 mil; ii)<br />

protótipo e todo o equipamento auxiliar – 12 mil; iii) estação<br />

meteorológica automática com vedação e sistema <strong>de</strong> vigilância – 9 mil;<br />

iv) <strong>de</strong>slocações (quase todas à Serra da Peneda) – 23 mil; v)<br />

publicações científicas em acesso aberto – 10 mil; vi) divulgação junto<br />

<strong>de</strong> pares astrónomos, incluindo a organização <strong>de</strong> uma conferência<br />

nacional em Arcos <strong>de</strong> Val<strong>de</strong>vez – 6 mil; vii) ações <strong>de</strong> divulgação junto<br />

do público em geral, incluindo escolas, no concelho <strong>de</strong> Arcos <strong>de</strong><br />

Val<strong>de</strong>vez e arredores – 2 mil.<br />

Orçamento: 104.000€ (orçamento apresentado foi reduzido para os<br />

dois anos permitidos pelo <strong>OPP</strong>)<br />

Duração da fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

72


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 544<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO HOSPITAL CONDE FERREIRA<br />

PARA FORNECIMENTO DA SAÚDE GERAL<br />

A i<strong>de</strong>ia era propor a "exploraçao" para tratamento alternativo com<br />

novas ciências que não a mera psiquiatria e a precisão <strong>de</strong><br />

medicamentos, <strong>de</strong> modo a tratar os problemas futuros e do futuro.<br />

Na verda<strong>de</strong> a i<strong>de</strong>ia era criar várias secções e alternativas das novas<br />

ciências e tecnologias ao dispor nos dias <strong>de</strong> hoje para tratar os<br />

problemas mentais que se apresentam hoje em dia, e aqueles que estão<br />

previstos acontecer futuramente.<br />

A observação e o estudo científico seria a base chave para criar uma<br />

saú<strong>de</strong> geral mais favorável, e não a medicação exagerada ou o<br />

favorecimento <strong>de</strong> interesses económicos instalados.<br />

Seriam aceites tratamentos alternativos que não acarretassem muitos<br />

efeitos secundários ou efeitos nocivos.<br />

Serão aceites propostas <strong>de</strong> novos estudos.<br />

Orçamento: 57.200€ (cobre apenas estudo e divulgação)<br />

Duração da fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 18 meses)<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

73


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 203<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Roteiros <strong>de</strong> exploração científica<br />

Promoção <strong>de</strong> roteiros disciplinares a<strong>de</strong>quados aos conteúdos<br />

programáticos dos diferentes ciclos <strong>de</strong> ensino. Seriam a<strong>de</strong>quados a<br />

diferentes disciplinas, ida<strong>de</strong>s e contextos regionais - dadas as<br />

particularida<strong>de</strong>s ou especialida<strong>de</strong>s existentes. Por exemplo, a nível da<br />

geografia promover-se-ia a visitação a elementos geológicos, formas <strong>de</strong><br />

relevo, ativida<strong>de</strong>s económicas. As abordagens seriam interdisciplinares,<br />

cruzando por exemplo, com biologia, economia, química, etc. Outro<br />

exemplo: numa salina afeririam-se as várias dimensões disciplinares,<br />

possibilitando experiências fora <strong>de</strong> portas, que alavancam o sucesso<br />

escolar e facilitam a apreensão das matérias <strong>de</strong> forma lúdica, didática e<br />

que ajudam a conhecer o território, os seus recursos, promovem a sua<br />

valorização, apelaria à memória e reforçam a i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong> e sentimento<br />

<strong>de</strong> pertença.<br />

Outro exemplo: na história facilmente se encontram vestígios,<br />

testemunhos da passagem <strong>de</strong> outras civilizações. Com este projeto<br />

valorizamo-nos, incentivamos o gosto pela aprendizagem e pelo<br />

conhecimento. Orçamento projeto: 30200. Duração fase prévia: 6<br />

meses. Duração projeto: 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

74


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 200<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

A FELICIDADE E A CIÊNCIA DE MÃOS DADAS<br />

Diminuir os estados <strong>de</strong>pressivos e consequentemente o risco elevado<br />

<strong>de</strong> suícidios no Alentejo e Algarve, bem como estreitar a investigação<br />

com territórios <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> incidência <strong>de</strong>stes problemas, tendo sempre<br />

em vista os benefícios concretos dos progressos científicos, conforme<br />

apresentação PDF, em anexo. Orçamento Projeto: 44000 euros.<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 18 meses.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

75


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 180<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Jardins <strong>de</strong> Borboletas<br />

Criação <strong>de</strong> jardins <strong>de</strong> borboletas nos jardins e parques públicos um<br />

pouco por todo o país. As borboletas são excelentes indicadores da<br />

qualida<strong>de</strong> ambiental e, tal como as abelhas, são excelentes<br />

polinizadores. Através da sua beleza e caracteristico ciclo <strong>de</strong> vida, é<br />

possivel <strong>de</strong>spertar a curiosida<strong>de</strong> para a biologia e ecologia <strong>de</strong>stes<br />

insectos e para a biodiversida<strong>de</strong> <strong>de</strong> espécies do nosso país. Este projecto<br />

propõe ainda a criação <strong>de</strong> um roteiro dos jardins existentes, com<br />

informações sobre as espécies alvo.<br />

Orçamento: 51.100€<br />

A manutenção da estufas <strong>de</strong> borboletas fica a cargo <strong>de</strong> cada cida<strong>de</strong>,<br />

assim como a divulgação no seu distrito e todos os meios que precisem.<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

76


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 163<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

INCLUIR - Ciência para todos<br />

O projeto “Incluir – Ciência para todos” prevê a criação <strong>de</strong> um<br />

programa nacional <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s acessíveis e inclusivas, <strong>de</strong> cariz<br />

científico, em espaços <strong>de</strong>dicados ao ensino não-formal das Ciências<br />

(museus, centros <strong>de</strong> Ciência e <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempos livres e escolas).<br />

Este projeto tem como principais objetivos: fomentar a inclusão social,<br />

promover a literacia científica e facilitar interações sociais, estimulando<br />

a interação entre público com e sem necessida<strong>de</strong>s especiais, através da<br />

dinamização conjunta <strong>de</strong>stas ativida<strong>de</strong>s.<br />

Duração da fase prévia ao início do projeto: 6 meses. Duração do<br />

projeto: 2 anos.<br />

Orçamento:<br />

55400 euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

77


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 159<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Adote um Dos Nossos (ADN) - Plataforma <strong>de</strong> Combate à Solidão na<br />

Terceira Ida<strong>de</strong> e Promoção do Envelhecimento Ativo e Relações<br />

Intergeracionais<br />

O projeto Adote um Dos Nossos (ADN) preten<strong>de</strong> Combater a Solidão<br />

na Terceira Ida<strong>de</strong> através da criação <strong>de</strong> uma plataforma digital que<br />

permite conectar séniores, jovens e famílias, fomentando não só o<br />

envelhecimento ativo como as relações intergeracionais.<br />

Distanciando-se do mo<strong>de</strong>lo tradicional do voluntariado que ocorre<br />

exclusivamente no seio das instituições, o objetivo é criar condições<br />

para o exercício da responsabilida<strong>de</strong> social por cada cidadão através <strong>de</strong><br />

recursos proporcionados pela revolução digital. É necessário ajudar não<br />

só os séniores institucionalizados como os que não estão mas po<strong>de</strong>m vir<br />

a estar se não forem estimulados intelectual, física e socialmente.<br />

A plataforma dará acesso aos perfis dos interessados, séniores e<br />

cidadãos maiores <strong>de</strong> ida<strong>de</strong>, e possibilitará uma adoção por comum<br />

acordo, incentivando uma dinâmica <strong>de</strong> interação presencial através <strong>de</strong><br />

ativida<strong>de</strong>s como passeios, lanches, acompanhamento em compromissos<br />

do sénior e outros programas socioculturais, como visitas a museus.<br />

Não vamos <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>r da tecnologia, mas tirar partido <strong>de</strong>la: permitir que<br />

um jovem se conecte com o seu vizinho sénior, que não conhece mas<br />

que está mais próximo <strong>de</strong> si do que imagina, que o adote e crie laços<br />

como os que mantêm com os seus amigos.<br />

Para a criação da plataforma e divulgação do projeto espera contar-se<br />

com o apoio, a nível <strong>de</strong> recursos humanos, <strong>de</strong> alunos da FCT/NOVA e<br />

da FCSH/NOVA, assim como <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s, como a Associação<br />

Nacional <strong>de</strong> Apoio ao Idoso, que já estão próximas da comunida<strong>de</strong><br />

sénior. Por outro lado, será importante accionar um plano <strong>de</strong><br />

comunicação que, além <strong>de</strong> digital, inclua sobretudo ações locais no<br />

Ensino Superior, em universida<strong>de</strong>s séniores, em associações <strong>de</strong> apoio à<br />

terceira ida<strong>de</strong> e locais que disponibilizem recursos informáticos para os<br />

séniores, como Bibliotecas e a Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> Espaço Internet. As equipas <strong>de</strong><br />

comunicação po<strong>de</strong>rão ir ao encontro <strong>de</strong> séniores e incentivar o contacto<br />

com as novas tecnologias, acompanhando-os no processo e<br />

promovendo a literacia digital.<br />

78


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Duração da fase prévia ao início do projeto: 6 meses.<br />

Duração do projeto: 12 meses.<br />

Orçamento:<br />

Total: 45.220€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

79


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 392<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

CIT - Agência Noticiosa <strong>de</strong> Ciência, Inovação e Tecnologia<br />

Com a diminuição <strong>de</strong> recursos humanos nas redações, particularmente<br />

os especializados em ciência, os órgãos <strong>de</strong> comunicação social estão<br />

cada vez mais <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntes dos serviços <strong>de</strong> agência para ace<strong>de</strong>rem a<br />

informação relevante sobre este tema e é, assim, escassa a cobertura<br />

jornalística da ciência e da tecnologia produzidas em Portugal. Neste<br />

contexto, propomos a criação da primeira agência nacional <strong>de</strong> notícias<br />

especializada em ciência, inovação e tecnologia: CIT - Agência<br />

Noticiosa <strong>de</strong> Ciência, Inovação e Tecnologia, que divulgue o que é<br />

produzido nesta área em Portugal, junto do espaço lusófono.<br />

Ciência, socieda<strong>de</strong> e média são, hoje, inseparáveis. Esta interação<br />

entre ciência e socieda<strong>de</strong>, mediada pelos jornalistas, assume um papel<br />

crucial para o país, como tem vindo a ser reconhecido pelas autorida<strong>de</strong>s<br />

políticas, pela comunida<strong>de</strong> científica e pelas instituições <strong>de</strong> ensino.<br />

Efetivamente, a compreensão pública da ciência tem benefícios para os<br />

cidadãos, permitindo a avaliação racional das políticas e a tomada <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>cisões individuais e coletivas que se refletem na melhoria da<br />

qualida<strong>de</strong> <strong>de</strong> vida, no aumento <strong>de</strong> medidas governamentais e na<br />

evolução do potencial humano.<br />

Para os cientistas, a mediatização da ciência tem um caráter<br />

igualmente estratégico, sendo não apenas uma obrigação social e ética,<br />

mas um modo <strong>de</strong> conseguir reconhecimento e financiamento.<br />

Os meios <strong>de</strong> comunicação social têm também revelado um interesse<br />

crescente por temas científicos, apesar da escassez <strong>de</strong> recursos para os<br />

tratar.<br />

Para colmatar esta necessida<strong>de</strong>, é pertinente criar uma plataforma que<br />

faça chegar aos média, e consequentemente à socieda<strong>de</strong>, informação<br />

credível e <strong>de</strong> qualida<strong>de</strong> sobre ciência, inovação e tecnologia.<br />

A pensar nisto, um grupo experiente na área da comunicação <strong>de</strong><br />

ciência/ jornalismo <strong>de</strong> ciência, integrado no Laboratório para a<br />

Inovação em Media (MIL) da Universida<strong>de</strong> do Porto, do qual faço<br />

parte, toma iniciativa <strong>de</strong> apresentar esta proposta.<br />

A agência a criar apresentar-se-ia numa plataforma online on<strong>de</strong> seriam<br />

80


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

disponibilizados gratuitamente aos média portugueses e do espaço<br />

lusófono, <strong>de</strong> âmbito nacional e regional, conteúdos multimédia tais<br />

como entrevistas, reportagens, notícias, ví<strong>de</strong>os, podcasts e infografias.<br />

Estes conteúdos seriam <strong>de</strong>senvolvidos numa redação sediada na<br />

Universida<strong>de</strong> do Porto e teriam como tema a ciência, a inovação e a<br />

tecnologia produzidas em todo o país.<br />

Os trabalhos a realizar po<strong>de</strong>riam ter duas origens distintas: a pesquisa<br />

jornalística; e a sugestão por parte da comunida<strong>de</strong> (investigadores,<br />

assessores <strong>de</strong> imprensa, cientistas e população em geral) <strong>de</strong> temas/<br />

trabalhos que consi<strong>de</strong>rem interessantes tratar, através <strong>de</strong> uma secção<br />

específica para o efeito na plataforma. A seleção dos assuntos a tratar<br />

seguiria os critérios <strong>de</strong> atualida<strong>de</strong>, novida<strong>de</strong> e interesse público, dando<br />

sempre primazia à ciência feita em Portugal.<br />

A CIT seria uma agência in<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>nte, plural, equilibrada e rigorosa,<br />

tendo como princípios basilares os valores éticos e <strong>de</strong>ontológicos do<br />

jornalismo.<br />

Teria como missão promover a comunicação entre ciência, media e<br />

socieda<strong>de</strong>, cumprindo os seguintes objetivos:<br />

- Contribuir para o aumento da presença regular <strong>de</strong> temas <strong>de</strong> ciência e<br />

tecnologia nos média, particularmente nos média regionais;<br />

- Fomentar a compreensão pública da ciência, sublinhando a sua<br />

importância para o quotidiano dos cidadãos;<br />

- Fomentar a cultura participativa/ envolvimento do público na área<br />

da ciência;<br />

- Recorrer a fontes diversificadas da área científica (Universida<strong>de</strong>s,<br />

Centros <strong>de</strong> Investigação, Fundações, Museus, entre outros) a nível<br />

nacional;<br />

- Divulgar, <strong>de</strong> forma rigorosa, no espaço lusófono, o que fazem os<br />

cientistas em Portugal.<br />

Os 24 meses <strong>de</strong> execução do projeto no âmbito do Orçamento<br />

Participativo Português serviriam como rampa <strong>de</strong> lançamento, com a<br />

criação da plataforma online, e a <strong>de</strong>dicação a tempo inteiro por parte<br />

<strong>de</strong> um grupo <strong>de</strong> profissionais da U. Porto especializados em<br />

81


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

comunicação e jornalismo <strong>de</strong> ciência.<br />

Orçamento: 50.600€<br />

Duração fase prévia: 6 meses; duração do projecto 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

82


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 255<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Programa "Firecheck - Cida<strong>de</strong>s"<br />

Criação <strong>de</strong> um programa (software) a disponibilizar às autarquias on<strong>de</strong><br />

possa ser carregada informação associada à segurança contra incêndios<br />

das zonas históricas das cida<strong>de</strong>s.<br />

O objetivo do programa, que <strong>de</strong>ve ser transvessal a todas as autarquias,<br />

para melhor gestão dos dados, é disponibilizar informação sobre os<br />

riscos das zonas históricas, como por exemplo:<br />

- acesso <strong>de</strong> viaturas <strong>de</strong> socorro e emergência;<br />

- conhecimento dos riscos associados;<br />

- zonas <strong>de</strong> evacuação;<br />

- meios <strong>de</strong> combate existentes;<br />

- risco dos edifícios associado ao seu estado <strong>de</strong> conservação;<br />

- etc...<br />

Através <strong>de</strong>sta informação, a aplicação permitiria disponibilizar por meio<br />

<strong>de</strong> cartografia e mapas (ex: através <strong>de</strong> cores) quais as zonas <strong>de</strong> maior e<br />

menor risco das cida<strong>de</strong>s no que aos incêndios e emergências diz<br />

respeito.<br />

Esta informação seria também disponibilizada publicamente online.<br />

Orçamento projeto: 42600 euros. Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

83


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 266<br />

TÍTULO<br />

EMA - Estação Modular Autosustentável<br />

DESCRIÇÃO Criação <strong>de</strong> uma estação modular envolvente - urbano e montanha -<br />

auto-sustentável através da energia solar, integrada com carregamento<br />

elétrico para veículos e equipamentos eletrónicos, internet, sistema <strong>de</strong><br />

georreferenciação, ponto <strong>de</strong> acesso a informações, estação <strong>de</strong><br />

carregamento <strong>de</strong> drones e zona <strong>de</strong> estar.<br />

No conjunto <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s integradas neste equipamento está a<br />

capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> se adaptar a diferentes especificida<strong>de</strong>s através <strong>de</strong><br />

módulos compostos por diversos sistemas irá permitir o ajuste às<br />

necessida<strong>de</strong>s específicas do território. Permite igualmente o seu<br />

enquadramento em várias iniciativas públicas e privadas e diferentes<br />

parcerias, nomeadamente com os Laboratórios <strong>de</strong> Montanha, Centros<br />

<strong>de</strong> Ciência Viva, Municípios, Empresas <strong>de</strong> Turismo, Parques <strong>de</strong><br />

Campismo, Instituições <strong>de</strong> Ensino, entre outros.<br />

Esta i<strong>de</strong>ia está em fase <strong>de</strong> investigação e <strong>de</strong>senvolvimento pelos<br />

proponentes. Orçamento projeto: 150000 euros. Duração fase prévia:<br />

6 meses. Duração projeto: 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Centro, Norte<br />

84


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 265<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

48 Horas <strong>de</strong> Ciência<br />

Promover um fim-<strong>de</strong>-semana, <strong>de</strong> sexta às 21h até domingo às 21h em<br />

que se promova com as instituições <strong>de</strong> ensino superior, centros <strong>de</strong><br />

ciência, associações e outras entida<strong>de</strong>s (escolas) um período <strong>de</strong> imersão<br />

em ativida<strong>de</strong>s/iniciativas <strong>de</strong> ciência, no sentido <strong>de</strong> <strong>de</strong>spertar, realçar,<br />

motivar para a importância da ciência e suas implicações na socieda<strong>de</strong>.<br />

Sinto que é necessário um esforço <strong>de</strong> obter um impacto forte na<br />

socieda<strong>de</strong> através <strong>de</strong> uma ativida<strong>de</strong> balizada no tempo, dado que as<br />

ativida<strong>de</strong>s agregadoras já existentes têm tido méritos mas muito<br />

localizadas ao nível das instituições <strong>de</strong> ensino (exemplo: semanas da<br />

ciência e tecnologia) ou ao nível <strong>de</strong> áreas <strong>de</strong> ciência (exemplo:<br />

astronomia com o dark-sky Alqueva), estando, <strong>de</strong>ssa forma, limitados<br />

no alcance e no público-alvo.<br />

Um fim-<strong>de</strong>-semana <strong>de</strong> ciência teria, muito impacto na socieda<strong>de</strong>, na<br />

imprensa e na educação <strong>de</strong> todos. Orçamento projeto: 30000 euros.<br />

Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto: 6 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

85


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 303<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Capacitar a reflexão e <strong>de</strong>cisão em ciência<br />

Criação <strong>de</strong> materiais <strong>de</strong> comunicação <strong>de</strong> ciência para promover a<br />

capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> argumentação e <strong>de</strong>cisão em temas on<strong>de</strong> a ciência é um<br />

elemento indispensável <strong>de</strong> reflexão. Os materiais seriam gerados em<br />

regime <strong>de</strong> co-criação com os tipos <strong>de</strong> público alvo e <strong>de</strong> acordo com as<br />

suas necessida<strong>de</strong>s (consumidores, doentes, estudantes, professores,<br />

empresários, <strong>de</strong>cisores, políticos, minorias, pessoas com <strong>de</strong>ficiência);<br />

acessíveis em termos <strong>de</strong> mediação <strong>de</strong> complexida<strong>de</strong> da linguagem<br />

científica como <strong>de</strong> pessoas com necessida<strong>de</strong>s especiais (língua gestual<br />

portuguesa, braille); distribuídos gratuitamente; ocupados a um<br />

processo contínuo <strong>de</strong> avaliação, através <strong>de</strong> diferentes formatos (áudio,<br />

ví<strong>de</strong>o, impresso). Os tópicos seriam <strong>de</strong> biociência e biotecnologia,<br />

avaliados pelos investicadores do centro <strong>de</strong> Neurociências e Biologia<br />

Celular da Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Coimbra (CNC), difundidos através da<br />

Imprensa da Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Coimbra (IUC) da Hélio Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

Coimbra (RUC) e produzidos pelo projeto media imagem e<br />

comunicação da Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Coimbra (PIMC). Orçamento<br />

projeto: 65143 euros. Duração fase prévia: 6 meses. Duração projeto:<br />

18 meses.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo, Algarve<br />

86


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 665<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Eficácia coletiva<br />

A mitigação das alterações climáticas e a segurança energética são<br />

<strong>de</strong>safios coletivos que não <strong>de</strong>vem ser resolvidos individualmente. A<br />

partir da escala mínima, as vizinhanças e as pessoas que as habitam,<br />

interessa encontrar as soluções que melhorem a eficiência energética, e<br />

ao mesmo tempo resolver outros problemas como a pobreza energética,<br />

o envelhecimento das populações, o isolamento. Qualquer gran<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>safio tem <strong>de</strong> ser oportunida<strong>de</strong>: para uma festa, para ter orgulho em<br />

participar, para apren<strong>de</strong>r.<br />

Numa altura em que as soluções técnicas da eficiência energética já<br />

existem, importa abordar o problema societal e <strong>de</strong>scobrir novas formas<br />

para resolver os <strong>de</strong>safios que agora se colocam.<br />

Junto envio os esclarecimentos relativos à operacionalização do projeto.<br />

como é que vão abordar o problema?<br />

Promover “churrascadas” sobre o tema da energia a nível <strong>de</strong> vizinhança<br />

em parceria com os actores locais (associações, instituições públicas e<br />

empresas relacionadas com a energia, outros como o Banco <strong>de</strong> Tempo,<br />

<strong>de</strong> acordo com as dinâmicas locais) on<strong>de</strong>:<br />

• O “preço <strong>de</strong> entrada” é o preenchimento <strong>de</strong> um questionário<br />

anónimo sobre os consumos energéticos, o nível <strong>de</strong> conforto sentido e a<br />

i<strong>de</strong>ntificação das barreiras que impe<strong>de</strong>m a adoção <strong>de</strong> medidas <strong>de</strong><br />

eficiência energética / energias renováveis;<br />

(e algo, uma “<strong>de</strong>lícia”, para partilhar com os convivas);<br />

• Enquanto as carnes / vegetais grelham, no churrasco e em fornos<br />

solares, explicar alguns conceitos básicos <strong>de</strong> energia e o impacto que<br />

têm nas Alterações Climáticas e na Segurança Energética a nível da<br />

Europa;<br />

• I<strong>de</strong>ntificar alternativas com energias renováveis viáveis para cada<br />

local, mostrar exemplos e falar, sem medos, sobre as dificulda<strong>de</strong>s;<br />

• Alertar para a vantagem <strong>de</strong> mecanismos como:<br />

o “compras em grupo” na redução <strong>de</strong> custos <strong>de</strong> compra e manutenção<br />

87


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

<strong>de</strong> equipamentos, tornando-os economicamente viáveis;<br />

o Sistemas <strong>de</strong> “energia como serviço”: comprar “água quente” <strong>de</strong><br />

origem renovável por um preço inferior ao custo do sistema individual;<br />

o E para a influência dos hábitos individuais nos consumos<br />

energéticos;<br />

• Criar uma re<strong>de</strong> que junte os actores <strong>de</strong> cada vizinhança a<br />

<strong>de</strong>senvolver estratégias que:<br />

o Escutem os indivíduos, anotem as suas necessida<strong>de</strong>s e<br />

compreendam os seus receios—para que o resultado final seja algo em<br />

que as pessoas acreditem;<br />

o Valorizem os recursos endógenos, promovendo postos <strong>de</strong> trabalho<br />

locais relacionados com a eficiência energética e energias renováveis;<br />

o Desbloqueiem, <strong>de</strong> forma construtiva e inclusiva, as barreiras que<br />

sempre existem;<br />

o Demonstrem a auto-sustentabilida<strong>de</strong> das propostas e o seu efeito<br />

positivo na comunida<strong>de</strong>, no território e no combate à probreza<br />

energética, aos riscos <strong>de</strong>correntes da (in)Segurança Energética* e à<br />

mitigação das Alterações Climáticas<br />

(leia-se aqui também resiliência, relembrando o apagão no Oeste que<br />

<strong>de</strong>ixou muitas pessoas sem eletricida<strong>de</strong> durante um Natal: estamos<br />

preparados?)<br />

On<strong>de</strong>?<br />

A nível das vizinhanças/comunida<strong>de</strong>s.<br />

Que recursos serão necessários?<br />

Prevemos que uma equipa <strong>de</strong> 4 pessoas a tempo parcial:<br />

• duas <strong>de</strong>dicadas às:<br />

o questões técnicas relacionadas com potencialida<strong>de</strong>s técnicas <strong>de</strong><br />

cada local (biomassa, solar, …)<br />

o i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> necessida<strong>de</strong>s reais <strong>de</strong> cada local que “aproveitem a<br />

boleia” dos financiamentos disponíveis para a Eficiência Energética<br />

88


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

para a sua resolução;<br />

• duas ligadas à comunicação-pois estamos conscientes do papel<br />

dos media e das re<strong>de</strong>s sociais para o arranque/disseminação inicial - e<br />

intervenção junto das comunida<strong>de</strong>s.<br />

• A maioria dos meios técnicos dos encontros serão assegurados<br />

pelos actores locais, que na maior parte das vezes já têm tudo<br />

organizado para as festas<br />

(e aqui ajuda que esta educação <strong>de</strong> adultos/cultura/ciência pareça uma<br />

festa).<br />

Acreditamos que a estratégia proposta conseguirá atrair progressivos<br />

apoios <strong>de</strong> empresas, municípios e entida<strong>de</strong>s estatais, e que no final do<br />

ano seja auto-suficiente.<br />

Sabemos que esta proposta é do interesse das pessoas, das associações,<br />

dos municípios, das empresas, da República Portuguesa e da União<br />

Europeia, e estamos seguros que a <strong>de</strong>monstração da sua viabilida<strong>de</strong><br />

permitirá escalar a Eficácia Coletiva bem para além dos limites iniciais.<br />

Durante quanto tempo?<br />

Prevemos que um período <strong>de</strong> um ano para a preparação, realização,<br />

otimização e <strong>de</strong>monstração <strong>de</strong> resultados da estratégia <strong>de</strong> Eficácia<br />

Coletiva.<br />

duração prévia 6 meses,<br />

duração do projeto: 12 meses<br />

orçamento: 38.600 Euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

89


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 264<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

FOGO FRIO: a ciência ao serviço da prevenção <strong>de</strong> incêndios<br />

Os incêndios e os seus efeitos constituem um dos maiores <strong>de</strong>safios em<br />

Portugal. Este é um projeto <strong>de</strong> prevenção <strong>de</strong> incêndios, tendo por base<br />

técnicas ancestrais, como é o caso do Fogo Frio. Estamos a falar <strong>de</strong><br />

uma técnica tradicional, amiga do ambiente, sustentável, bem<br />

conhecida dos agricultores, mas que envolve riscos consi<strong>de</strong>ráveis se for<br />

mal conduzida.<br />

Para uma generalização a<strong>de</strong>quada <strong>de</strong>stas técnicas é necessário<br />

<strong>de</strong>senvolver um projecto que responda às especificida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada<br />

região do país.<br />

O projeto FOGO FRIO tem duas dimensões. A primeira é a<br />

investigação das técnicas mais adaptadas a cada contexto específico,<br />

paisagem e ocupação humana. Esta investigação <strong>de</strong>ve ser conduzida <strong>de</strong><br />

modo participado, com o envolvimento dos principais interessados,<br />

nomeadamente agricultores, pastores ou proprietários, numa lógica <strong>de</strong><br />

ciência cidadã.<br />

Segundo, a dimensão <strong>de</strong> comunicação <strong>de</strong> ciência e <strong>de</strong> formação <strong>de</strong><br />

adultos, <strong>de</strong> forma a divulgar <strong>de</strong> modo sistemático os avanços do<br />

conhecimento a comunida<strong>de</strong>s cada vez mais alargadas.<br />

A dimensão científica do projeto <strong>de</strong>verá ser assegurada por unida<strong>de</strong>s <strong>de</strong><br />

investigação, especialmente nas áreas das Florestas, Ecologia e Gestão<br />

do Fogo. Desta investigação resultará um Roteiro para potenciar a<br />

aplicação eficaz do fogo como ferramenta da gestão agro-florestal,<br />

numa óptica <strong>de</strong> prevenção dos incêndios.<br />

A dimensão <strong>de</strong> comunicação <strong>de</strong> ciência será <strong>de</strong>senvolvida a partir <strong>de</strong><br />

entida<strong>de</strong>s especializadas, como museus e centros Ciência Viva, em<br />

articulação com autarquias e organizações da socieda<strong>de</strong> civil, utilizando<br />

para tal um programa <strong>de</strong> sessões <strong>de</strong> esclarecimento e oficinas <strong>de</strong><br />

formação, culminando numa exposição interativa e itinerante. Esta<br />

terá como objetivo, por um lado agregar os resultados obtidos nos<br />

diálogos entre cientistas e agricultores e, por outro, divulgar esses<br />

mesmos resultados para outros agentes da socieda<strong>de</strong>.<br />

No caso específico da Região <strong>de</strong> Lisboa e vale do Tejo, o projecto<br />

i<strong>de</strong>ntificou duas zonas críticas em matéria <strong>de</strong> incêndios: Na margem<br />

90


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Sul, Arrábida, Palmela, Azeitão e Sesimbra.<br />

Na área metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, o concelho <strong>de</strong> Sintra.<br />

Orçamento: 26.832€<br />

Duração fase prévia: 6 meses; duração do projecto: 18meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

91


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 256<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Pólo infantil <strong>de</strong> robótica<br />

Criação <strong>de</strong> um pólo infantil <strong>de</strong> robótica com base na tecnologia<br />

opensource Arduin, <strong>de</strong> incentivo ao fomento <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento<br />

científico, tecnológico e cognitivo em situação <strong>de</strong> novas tecnologias <strong>de</strong><br />

informação e robótica. Aceite sem ser para criação <strong>de</strong> infraestrutura.<br />

Nessas condições, orçamento do projeto: 37900 euros. Duração fase<br />

prévia: 6 meses. Duração projeto: 12 meses.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Norte<br />

92


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 662<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A ciência é para comer<br />

A alimentação sendo uma necessida<strong>de</strong> diária do ser humano, surge<br />

como uma oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> afinar o método científico, para aprofundar<br />

os conhecimentos do mundo e da vida.<br />

Se associarmos a estes factos o prazer que a comida nos proporciona,<br />

estão criadas as condições para construir este projeto - “A ciência é<br />

para comer”<br />

“A ciência para comer” terá no Exploratório- Centro Ciência Viva <strong>de</strong><br />

Coimbra um espaço preparado para acolher os estudantes <strong>de</strong> hotelaria<br />

e turismo e <strong>de</strong> outras escolas, para os seniores e para as famílias, não<br />

esquecendo as pessoas com necessida<strong>de</strong>s especiais, e todos os que<br />

tiverem vonta<strong>de</strong> em apren<strong>de</strong>r experimentando e brincando com os<br />

sentidos, e explorar os conhecimentos no campo da biologia, da<br />

química e da física que explicam os fenómenos que ocorrem na<br />

confeção dos alimentos.<br />

duração prévia 6 meses; duração <strong>de</strong> operação 12 meses<br />

orçamento 54.720€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

93


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 661<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Fitoterapia com Plantas Autóctones<br />

Investigação e caracterização <strong>de</strong> espécies autóctones da laurissilva<br />

existente nas regiões autónomas na área medicinal.<br />

orçamento 50.000€<br />

duraçãoprévia: 6 meses, duração do projeto <strong>de</strong> investigação 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

94


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 681<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Plantas Medicinais no Combate ao Desemprego Jovem<br />

O investimento no conhecimento é essencial para o sucesso do<br />

<strong>de</strong>senvolvimento científico e tecnológico <strong>de</strong> um país. Deste modo, este<br />

projeto preten<strong>de</strong> o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> uma plataforma <strong>de</strong> interface e<br />

<strong>de</strong> transferência <strong>de</strong> conhecimento com o intuito <strong>de</strong> incentivar a<br />

cooperação entre as instituições científicas e as unida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> produção<br />

industrial, promovendo o emprego qualificado gerador <strong>de</strong> valor social e<br />

económico. Para isso prevê-se o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> estímulos que<br />

proporcionem a investigação e o <strong>de</strong>senvolvimento na área das plantas<br />

medicinais.<br />

Montante: 150.000€<br />

Prazo: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

95


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 682<br />

TÍTULO<br />

Re<strong>de</strong> fablab escolar<br />

DESCRIÇÃO A Era da Fabricação Pessoal está anunciada para 2030.<br />

A massificação das ferramentas digitais permitirá a existência fábricas<br />

<strong>de</strong> qualquer um fabricar directamente o que precisa, à semelhança do<br />

que aconteceu nos últimos anos com a informação e comunicação.<br />

O projecto propõe instalar laboratórios <strong>de</strong> fabricação digital em escolas<br />

nas envolventes dos elementos da Re<strong>de</strong> Nacional <strong>de</strong> FabLabs,<br />

aproveitando este valioso activo para dar resposta a um <strong>de</strong>safio<br />

emergente para a competitivida<strong>de</strong> nacional.<br />

Os FabLabs são oficinas digitais propostas por Neil Gershenfeld do<br />

CBA/MIT que compartilham conhecimento tecnológico numa re<strong>de</strong><br />

global on<strong>de</strong> se po<strong>de</strong> "fazer quase qualquer coisa".<br />

Um conceito <strong>de</strong> sucesso na preparação para a chegada <strong>de</strong>sse Mundo<br />

Novo on<strong>de</strong> o Cidadão po<strong>de</strong> dar diretamente solução aos problemas que<br />

i<strong>de</strong>ntifica.<br />

A re<strong>de</strong> global conta já com mais <strong>de</strong> um milhar <strong>de</strong> laboratórios que<br />

antecipam uma Nova Economia, uma Nova forma <strong>de</strong> Criação e<br />

Distribuição <strong>de</strong> Riqueza.<br />

Fruto da iniciativa <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s públicas e privadas on<strong>de</strong> se <strong>de</strong>stacam<br />

as autarquias e os estabelecimentos do ensino superior, Portugal dispõe<br />

neste momento <strong>de</strong> uma Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> FabLabs distribuída <strong>de</strong> forma<br />

equilibrada por todo o território, abertos a inventores locais, pequenas<br />

empresas, estudantes e empresários, produzindo soluções para<br />

problemas locais.<br />

Apesar do enfoque principal no apoio ao empreen<strong>de</strong>dorismo e ao<br />

<strong>de</strong>sign <strong>de</strong> produto o impacto potencial dos FabLabs na educação <strong>de</strong><br />

crianças, jovens e adultos po<strong>de</strong>rá ser <strong>de</strong>terminante na competitivida<strong>de</strong><br />

futura das regiões e dos indivíduos face à anunciada mudança <strong>de</strong><br />

paradigma civilizacional.<br />

O que se propõe é uma iniciativa piloto que permita inserir as matérias<br />

<strong>de</strong> Fabricação Digital nas Escolas. Não sendo cabível ao nível<br />

orçamental a montagem <strong>de</strong> FabLabs nas escolas a proposta passa pela<br />

96


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

instalação <strong>de</strong> uma versão simplificada capaz <strong>de</strong> dar resposta a trabalhos<br />

preparatórios para o <strong>de</strong>senvolvimento em regime colaborativo com as<br />

unida<strong>de</strong>s da Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> FabLabs existentes.<br />

O FabLab Escolar será especialmente concebido tendo em conta as<br />

competências comummente existentes e os requisitos pedagógicos e<br />

específicos dos estabelecimentos escolares como:<br />

• Um enfoque especial na educação e na conexão com as<br />

disciplinas (ciências, matemática, engenharia)<br />

• Menor custo <strong>de</strong> implementação e apropriação, uso intensivo <strong>de</strong><br />

materiais reutilizados e <strong>de</strong> baixo custo<br />

• Materiais e oficinas <strong>de</strong> preparação <strong>de</strong> professores<br />

especialmente concebidos, bem como activida<strong>de</strong>s para crianças<br />

envolvidas em investigação científica <strong>de</strong> ponta.<br />

• Ferramentas <strong>de</strong> software para mo<strong>de</strong>lagem e simulação<br />

científica.<br />

• Equipamentos para controlo e sensorização em experiências <strong>de</strong><br />

física e química.<br />

• Facilitação da utilização <strong>de</strong> robótica e sensores, nomeadamente<br />

apoiada em plataformas abertas.<br />

• Medidas <strong>de</strong> impacto e métricas <strong>de</strong> aprendizagem<br />

especialmente concebidas para ambientes baseados em projectos.<br />

• Ligação da escola às iniciativas da sua envolvente,<br />

nomeadamente no domínio da Educação <strong>de</strong> Adultos e da Inovação<br />

Social.<br />

Existem neste momento em Portugal 14 FabLabs activos. A proposta<br />

aponta em termos médios para 2 Escolas por FabLab com um<br />

investimento <strong>de</strong> cerca <strong>de</strong> 6.000 EUR por Escola - um valor só possível<br />

com consequência com o pressuposto <strong>de</strong> colaboração com um FabLab.<br />

Montante: 200.000€<br />

Prazo: 24 meses<br />

ÁREA<br />

Ciência<br />

97


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

98


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 657<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Esbater as Ultra-Periferias na Re<strong>de</strong> Centro <strong>de</strong> Ciência Viva<br />

Disponibilização dos recursos financeiros que permita incluir as regiões<br />

autónomas na itenerância das exposições relevantes que existem em<br />

Portugal Continental.<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

99


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 660<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A Ciência faz bem<br />

A <strong>de</strong>slocação a um hospital ou a outro serviço médico é, quase sempre<br />

uma situação <strong>de</strong> alguma ansieda<strong>de</strong> e stress, agravando-se fortemente<br />

se o paciente for uma criança ou jovem.<br />

O Exploratório Centro Ciência Viva <strong>de</strong> Coimbra, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> há cerca <strong>de</strong> 1<br />

ano, tem vindo a colocar módulos que procuram criar situações <strong>de</strong><br />

aprendizagem em que através <strong>de</strong> uma interação simples, se<br />

<strong>de</strong>senca<strong>de</strong>iam fenómenos e se colocam questões <strong>de</strong> natureza científica<br />

no Centro <strong>de</strong> Cirúrgico e no Hospital Pediátrico <strong>de</strong> Coimbra. Após um<br />

processo <strong>de</strong> avaliação, verifica-se que a sua presença contribuir<br />

fortemente para a diminuição dos níveis <strong>de</strong> stress dos mais jovens,<br />

contribuindo para melhorar substancialmente o bem estar pré<br />

consulta.<br />

A proposta consiste em aproveitar esta experiência e tentar divulga-la<br />

pelos Hospitais do país, iniciando este processo pelos com valências<br />

pediátricas.<br />

A estadia dos módulos nos hospitais <strong>de</strong>verá ser <strong>de</strong> 3 a 6 meses, tempo a<br />

partir do qual <strong>de</strong>verão rodar entre os hospitais abrangidos no projeto <strong>de</strong><br />

forma a variar a oferta.<br />

orçamento 85800€<br />

duração 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Ciência<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

100


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Cultura<br />

101


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

527 Tramagal marca<br />

528 Festival <strong>de</strong> cinema entre-gerações<br />

537 Artistas nos Museus <strong>de</strong> Arte Contemporânea<br />

269 Rota dos neveiros<br />

6 Projet'Arte<br />

562 Ateliers para Artistas<br />

561 Programa <strong>de</strong> Visitas ao Património Arquitetónico Mo<strong>de</strong>rno e Contemporâneo<br />

547 E se o Museu da Publicida<strong>de</strong> Virtual pu<strong>de</strong>sse ser mais sexy?<br />

548 A arte na guerra<br />

552 Surf and turf<br />

560 Entre diálogos (Evocação à efeméri<strong>de</strong> – 450 anos da morte <strong>de</strong> Garcia <strong>de</strong> Orta<br />

(médico Botânico Ju<strong>de</strong>u)<br />

182 Rotas do Contrabando<br />

554 Etnofestiv(all)<br />

10 História fotográfica<br />

188 Em busca <strong>de</strong> conhecimento e cultura<br />

559 Horta comunitária e tradições antigas<br />

525 Ruas da Poesia<br />

558 Intercâmbio cultural entre Ma<strong>de</strong>ira e Arraiolos<br />

473 Terras da Rainha Santa Isabel<br />

172 Ainda há vida na EN2?<br />

557 Cultura do vinho da Ma<strong>de</strong>ira e do Porto<br />

556 Arte urbana em azulejo<br />

555 Exposição itinerante <strong>de</strong> máscaras, trajes e a<strong>de</strong>reços dos rituais festivos <strong>de</strong> Inverno<br />

147 ARTIN – Arte para participação e inclusão<br />

112 Dança para todos!<br />

553 Percurso do património mundial Unesco do litoral interior<br />

563 Confraria Gastronómica Internacional<br />

487 Streaming cultural<br />

353 Rota da Transumância<br />

337 A Arte e a Doença Mental<br />

336 Intercooperação entre Associações Culturais e Recreativas Jovens e os Agrupamentos<br />

<strong>de</strong> Escolas<br />

334 Turismo Arte e Transformação<br />

332 Walking sound History<br />

365 Tauromaquia, Património Cultural <strong>de</strong> Portugal<br />

319 Chapa Azul<br />

102


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

367 Só Paisagem<br />

212 Pelos caminhos <strong>de</strong> Santiago<br />

366 Guadiana Sailling, Navegabilida<strong>de</strong> até Mértola<br />

242 O interior não se isola da cultura<br />

238 Campeonato nacional <strong>de</strong> jogos tradicionais<br />

322 Plataforma informativa/interativa <strong>de</strong> trilhos e albergues<br />

236 Reavivar Tradições<br />

326 A Cultura Vai<br />

313 O U P A !<br />

301 Sons construídos <strong>de</strong> sonhos<br />

373 Circuito musical do Interior<br />

478 Programa <strong>de</strong> eficiência, transparência e racionalização <strong>de</strong> meios nos Museus<br />

323 1º concurso nacional <strong>de</strong> bandas filarmónicas<br />

468 Celebrações do Espírito Santo - Património Imaterial<br />

463 Cultura para Todos<br />

358 Turismo<br />

427 Gran<strong>de</strong> rota da presença templária em Portugal<br />

277 A Arte do Linho<br />

420 Visitas teatralizadas<br />

416 O interior não se isola da cultura<br />

398 Bolsas/Prémios <strong>de</strong> Edição/Produção para Jovens Artistas<br />

393 Virada cultural<br />

314 Simplificar a linguagem da arte e cultura às crianças e jovens<br />

317 ART-INTERAVANGARD<br />

457 Sabe o que foi? Estimular o conhecimento pela curiosida<strong>de</strong> e pesquisa<br />

597 Viver o que é nosso<br />

691 Sabores da memória<br />

611 Correr o cante<br />

601 A história da Região <strong>de</strong> Aveiro representada: transmissão sénior às gerações futuras<br />

600 Troca comigo<br />

607 Museu virtual <strong>de</strong> arte pública<br />

710 Ler o mundo em português<br />

364 Festival da Ameixa<br />

599 Palco Nacional <strong>de</strong> Cultura Sénior<br />

705 Assistência lúdica em viagem<br />

564 MID - Museu <strong>de</strong> Imagem Digital<br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

103


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

690 Série documental criativa<br />

598 Intercâmbio entre bandas filarmónicas, com a vertente <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> adultos<br />

596 Entre culturas<br />

620 Centro interpretativo <strong>de</strong>dicado à Industria dos Lanifícios<br />

592 Lata 65 - workshop <strong>de</strong> arte urbana para idosos<br />

572 Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> Arqueologia Industrial<br />

573 Festival valores e tradição<br />

568 Mapa das memórias<br />

595 Cultura Portuguesa em Movimento<br />

574 Roteiro das cida<strong>de</strong>s pombalinas,Vila Real Sto António, Lisboa, Marinha Gran<strong>de</strong>,<br />

Espinho<br />

571 Memória visual do ultramar<br />

591 Cultura Cá e Lá<br />

567 Museu itinerante do património industrial e tecnológico<br />

628 Papagaios com alma<br />

566 Roadtour Cultural<br />

594 Aquae Vitae<br />

577 Etnografia para Todos/as<br />

104


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 527<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

TRAMAGAL MARCA<br />

Georeferenciar o espólio disperso da marca Tramagal (borboleta).<br />

Coligir histórias associadas à marca.<br />

Criar re<strong>de</strong> <strong>de</strong> museus <strong>de</strong>dicados à ruralida<strong>de</strong> que sejam possuidores <strong>de</strong><br />

objetos da marca.<br />

Realizar eventos sobre o futuro da ruralida<strong>de</strong> tendo a borboleta -<br />

Tramagal como aglutinador.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Centro, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Norte<br />

105


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 528<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Festival <strong>de</strong> cinema entre-gerações<br />

Aproveitar a característica lúdica do cinema e, simultaneamente, a<br />

capacida<strong>de</strong> que o cinema tem <strong>de</strong> levar o espetador a i<strong>de</strong>ntificar-se e a<br />

sentir emoções com situações dos filmes, para refletir sobre como<br />

corrigir e agir sobre a realida<strong>de</strong> dos problemas dos mais velhos, com o<br />

objetivo <strong>de</strong> promover atitu<strong>de</strong>s positivas relativamente ao<br />

envelhecimento. A principal ativida<strong>de</strong> consiste na projeção <strong>de</strong> filmes<br />

que transmitem imagens <strong>de</strong>safiantes sobre questões do<br />

envelhecimento, a audiências intergeracionais, grupos das<br />

comunida<strong>de</strong>s, escolas e universida<strong>de</strong>. A interação consegue-se com<br />

várias ativida<strong>de</strong>s, como <strong>de</strong>bates após a exibição dos filmes com<br />

sociólogos, gerontólogos, psicólogos, geriatras e parceiros que<br />

trabalhem localmente no campo da promoção da saú<strong>de</strong> e bem-estar<br />

dos mais velhos. Deve culminar com concurso boas i<strong>de</strong>ias e práticas<br />

com soluções inovadoras para os problemas levantados. Período <strong>de</strong><br />

concretização: 2 anos.<br />

Avaliação Técnica: Orçamento: 60.000€ e Período <strong>de</strong> concretização:<br />

12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Norte<br />

106


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 537<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Artistas nos Museus <strong>de</strong> Arte Contemporânea<br />

Convidar artistas <strong>de</strong> reconhecido mérito no âmbito da Arte<br />

Contemporânea a residirem por um período <strong>de</strong> tempo nos vários<br />

museus que a<strong>de</strong>rirem ao <strong>de</strong>safio, com o objetivo <strong>de</strong> promover os<br />

museus e enriquecimento do acervo dos museus.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

107


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 269<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Rota dos neveiros<br />

Recuperação e dinamização da rota dos neveiros realizada no século<br />

XVIII com o objetivo <strong>de</strong> transportar o gelo produzido nos poços <strong>de</strong> neve<br />

que se situam no Santo António da Neve até à Antiga Corte <strong>de</strong> Lisboa.<br />

Esta rota tinha início no concelho da Lousã (Alto do Trevim) passando<br />

por Castanheira <strong>de</strong> Pêra, Figueiró dos Vinhos acompanhando o Rio<br />

Zêzere até Constança e do Rio Tejo até Lisboa.<br />

Aproveitando a reabilitação do percurso preten<strong>de</strong>-se criar uma rota <strong>de</strong><br />

BTT com as <strong>de</strong>vidas marcações, um percurso pe<strong>de</strong>stre i<strong>de</strong>ntificado,<br />

geocaching, jeep's e motas.<br />

Além disso, preten<strong>de</strong>-se reabilitar e conservar os poços.<br />

Recriação dos hábitos e costumes dos neveiros transportando a neve da<br />

Lousã até Lisboa. Esta iniciativa seria associada ao evento "encontro dos<br />

povos serranos" que se realiza no verão. Aproveitando este encontro<br />

para uma sessão <strong>de</strong> sensibilização e formação da história, hábitos e<br />

costumes da época.<br />

NOTA DE ANÁLISE:<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: cerca <strong>de</strong> 80.000, consi<strong>de</strong>rando a implementação <strong>de</strong><br />

sinalética nos 200 km do percurso, o levantamento <strong>de</strong> conteúdos<br />

referentes aos hábitos e costumes dos antigos neveiros, a criação <strong>de</strong><br />

uma plataforma para divulgação <strong>de</strong> conteúdos e o levantamento das<br />

necessida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> reparação e conservação dos poços;<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6<br />

meses;<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

108


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 6<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Projet'Arte<br />

O Projet'Arte tem como principal objetivo o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> vários<br />

tipos <strong>de</strong> arte urbana em passa<strong>de</strong>iras e murais <strong>de</strong><br />

Municípios/Vilas/Al<strong>de</strong>ias do nosso país.<br />

Este projeto é concebido nos mo<strong>de</strong>los <strong>de</strong> aplicação nórdicos,<br />

<strong>de</strong>senvolvidos nomeadamente em países como a Suécia, a Dinamarca e<br />

a Finlândia. Em Portugal, o projeto já foi, em parte, <strong>de</strong>senvolvido em<br />

Vila Franca <strong>de</strong> Xira on<strong>de</strong> foram realizadas várias pinturas referentes a<br />

vários monumentos históricos, tradições e costumes <strong>de</strong>sta cida<strong>de</strong><br />

Ribatejana no percurso pedonal e ciclovia que liga Alhandra a Vila<br />

Franca <strong>de</strong> Xira e vice-versa. As passa<strong>de</strong>iras <strong>de</strong>verão contar uma<br />

história, <strong>de</strong> forma cronológica sendo que a primeira passa<strong>de</strong>ira que<br />

marca a(s) entrada(s) na Cida<strong>de</strong>/Vila/Al<strong>de</strong>ia <strong>de</strong>verá conter a data<br />

histórica mais antiga. Nas passa<strong>de</strong>iras <strong>de</strong>verá constar frases<br />

importantes da região ou da Cida<strong>de</strong>/Vila/Al<strong>de</strong>ia em questão, nomes <strong>de</strong><br />

personalida<strong>de</strong>s importantes no seio da comunida<strong>de</strong> sempre<br />

acompanhadas por registos temporais. Note-se que a parte branca das<br />

passa<strong>de</strong>iras po<strong>de</strong>rá ter <strong>de</strong>senhos representativos <strong>de</strong> uma época,<br />

monumento, acontecimento, épocas festivas, tradições, sem nunca<br />

<strong>de</strong>srespeitar os limites obrigatórios das passa<strong>de</strong>iras.<br />

O projeto procura contar com atores sociais <strong>de</strong> diversas áreas tendo,<br />

também, em mente a inclusão da comunida<strong>de</strong> nas ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> arte<br />

urbana. Estas possíveis participações terão um cariz voluntário que<br />

<strong>de</strong>verá ser conduzido pelo po<strong>de</strong>r local em parceria com escolas<br />

secundárias, básicas e ensino superior, sempre que possível, e ainda<br />

grupos/associações locais com gosto e aptidão para a arte urbana. Desta<br />

forma estaríamos não só a contribuir para a promoção da ativida<strong>de</strong><br />

turística como também a projetar talentos emergentes no nosso país,<br />

no meio artístico mencionado. Temos como exemplo principal o artista<br />

VHILS que transporta a arte urbana nacional para patamares <strong>de</strong><br />

excelência internacional, através <strong>de</strong> diferentes plataformas <strong>de</strong><br />

expressão.<br />

Antes do trabalho ser posto em prática, o organismo <strong>de</strong> po<strong>de</strong>r local<br />

<strong>de</strong>verá contar com a presença <strong>de</strong> uma pessoa especializada em<br />

levantamentos históricos (historiador) que consiga fazer uma análise<br />

109


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

pormenorizada <strong>de</strong> toda a história local.<br />

Em suma, o Projet'Arte assenta em sete pilares principais:<br />

- Responsabilização Social;<br />

- I<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong> Social;<br />

- Base <strong>de</strong> Socialização;<br />

- Expressão do Talento Nacional;<br />

- Potencialização <strong>de</strong> Novas Formas <strong>de</strong> Expressão Cultural;<br />

- Ativar o Sentimento <strong>de</strong> Pertença à Comunida<strong>de</strong>;<br />

- Funcionar como elemento <strong>de</strong> Atração Turística capaz <strong>de</strong> ajudar no<br />

combate ao <strong>de</strong>spovoamento regional.<br />

O budget necessário para a implementação <strong>de</strong>ste projeto tem um<br />

caráter variável consoante a área <strong>de</strong> cada Cida<strong>de</strong>/Vila/Al<strong>de</strong>ia portanto,<br />

seria redutor tentar elencar algum montante fixo.<br />

Orçamento: 150.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

110


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 562<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Ateliers para Artistas<br />

Sendo <strong>de</strong> uma enorme dificulda<strong>de</strong> para a maioria dos artistas suportar<br />

financeiramente um espaço para po<strong>de</strong>rem trabalhar, proponho que o<br />

Ministério da Cultura, através das diversas direções regionais e em<br />

colaboração com os diversos municípios, criar um banco <strong>de</strong> dados com<br />

todos os espaços que possam temporariamente, abrigar estes cidadãos.<br />

Há muitos espaços <strong>de</strong>volutos ou temporariamente <strong>de</strong>socupados que,<br />

em troca <strong>de</strong> uma ligeira benesse fiscal ou similiar, po<strong>de</strong>riam servir este<br />

fim.<br />

Seguramente, a mais valia que a arte traz para os orçamentos dos<br />

governos tem sempre um retorno para o seu investimento mais que<br />

exponencial.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 50 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

111


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 561<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Programa <strong>de</strong> Visitas ao Património Arquitetónico Mo<strong>de</strong>rno e<br />

Contemporâneo<br />

Programa <strong>de</strong> visitas que irá envolver todos os ciclos <strong>de</strong> ensino<br />

obrigatório.<br />

O objetivo será o <strong>de</strong> facilitar a relação entre o cidadão, o arquiteto e a<br />

sua obra.<br />

A sensibilização <strong>de</strong>stas faixas etárias po<strong>de</strong>rá trazer efeitos duradores,<br />

no sentido em que ainda se encontram em fase <strong>de</strong> formação ativa, e<br />

po<strong>de</strong>m ainda contaminar produtivamente, por osmose, os adultos,<br />

membros das suas famílias. Será importante contar com a presença dos<br />

autores no acompanhamento dos grupos que beneficiam do programa<br />

<strong>de</strong> visitas.<br />

Associado ao programa seria produtivo <strong>de</strong>senvolver ativida<strong>de</strong>s<br />

educativas em formato <strong>de</strong> oficina, workshops, trabalho <strong>de</strong> campo, com<br />

o intuito <strong>de</strong> proporcionar aos grupos o que é a experiência prática do<br />

<strong>de</strong>senho e da construção da arquitetura.<br />

Será através do contacto com as escolas que o programa se irá<br />

<strong>de</strong>senvolver, com a intenção <strong>de</strong> aproximar os conteúdos, do currículo<br />

oficial.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

112


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 547<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

E se o Museu da Publicida<strong>de</strong> Virtual pu<strong>de</strong>sse ser mais sexy?<br />

Construção <strong>de</strong> uma plataforma digital para criação <strong>de</strong> um Museu <strong>de</strong><br />

Publicida<strong>de</strong> Virtual .<br />

Orçamento: 70.000€<br />

Período <strong>de</strong> concretização: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

113


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 548<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A ARTE NA GUERRA<br />

O sistema fortificado da cida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Elvas foi classificado como<br />

património mundial pela Unesco. Trata-se <strong>de</strong> um património com<br />

elevado valor que interessa dinamizar.<br />

O sistema <strong>de</strong>fine e contém a cida<strong>de</strong> antiga, e estabelece três<br />

momentos urbanos, a cida<strong>de</strong> intra-muros, a cida<strong>de</strong> extra- muros, e o<br />

próprio sistema fortificado.<br />

O sistema contém em si próprio um valor interessante enquanto<br />

espaço arquitectónico e paisagístico.<br />

Este espaço e <strong>de</strong>signadamente, o fosso, não apresenta um gran<strong>de</strong> uso<br />

no quotidiano. É um espaço que , pelas suas características, tem<br />

capacida<strong>de</strong> para absorver diversos usos <strong>de</strong> âmbito cultural. Po<strong>de</strong><br />

funcionar como um belo anfiteatro a céu aberto.<br />

Dentro <strong>de</strong>ste contexto julgo que, seria uma mais valia para a cida<strong>de</strong> e<br />

para o território Alentejo, a dinamização do " Fosso" como espaço <strong>de</strong><br />

cultura, <strong>de</strong> encontro.<br />

Julgo que seria interessante a organização <strong>de</strong> um ciclo <strong>de</strong> espectáculos<br />

<strong>de</strong> dança <strong>de</strong>ntro do “Fosso”, num espaço <strong>de</strong>senhado para a guerra,<br />

utilizado <strong>de</strong> forma plástica e cívica num espectáculo <strong>de</strong> dança será uma<br />

mais valia para a cida<strong>de</strong> e para o território Alentejo.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 50.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

114


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 552<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Surf and turf<br />

Utilizar a gastronomia como elemento <strong>de</strong> união entre dois concelhos<br />

com características diferentes.<br />

Durante uma semana seriam programadas várias iniciativas que juntem<br />

"produtos" dos dois concelhos <strong>de</strong> modo a unir o interior ao litoral.<br />

Levantamento dos produtos característicos <strong>de</strong> cada região <strong>de</strong> modo a<br />

propor aos agentes locais a criação <strong>de</strong> algo novo.<br />

A gastronomia é simplesmente um exemplo <strong>de</strong>sta interação que po<strong>de</strong><br />

ser alargada para outras áreas.<br />

Resumindo no final <strong>de</strong>sta iniciativa as cida<strong>de</strong>s em questão teriam um<br />

maior conhecimento da cultura uma da outra, com possibilida<strong>de</strong> da<br />

criação <strong>de</strong> laços culturais e comerciais futuros.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 50.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro, Algarve<br />

115


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 560<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ENTRE DIÁLOGOS [EVOCAÇÃO À EFEMÉRIDE- 450 ANOS<br />

DA MORTE DE GARCIA DE ORTA (MÉDICO BOTÂNICO<br />

JUDEU)]<br />

Entre Diálogos<br />

Garcia <strong>de</strong> Orta- Evocação à efeméri<strong>de</strong><br />

Preten<strong>de</strong>-se, no âmbito do orçamento participativo e em parceria com<br />

várias entida<strong>de</strong>s, propor a realização <strong>de</strong> um calendário festivo em 2018<br />

que valorize a efeméri<strong>de</strong> Garcia <strong>de</strong> Orta, celebrando os 450 anos da<br />

sua morte.<br />

Esta evocação a Garcia <strong>de</strong> Orta- médico castelo-vi<strong>de</strong>nse que da Índia<br />

divulgou a matéria médica oriental numa época em que expansão<br />

portuguesa promoveu a circulação <strong>de</strong> mercadorias, gentes e saberes<br />

variados- visa igualmente, nesta nova época <strong>de</strong> globalização, aproximar<br />

oci<strong>de</strong>nte e oriente (através da Casa <strong>de</strong> Goa) promovendo a<br />

interculturalida<strong>de</strong> <strong>de</strong>ntro do território nacional com particular impacto<br />

em Castelo <strong>de</strong> Vi<strong>de</strong> e Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa/ Marvão.<br />

A obra “Os colóquios dos simples” porque não se restringe unicamente<br />

à matéria médica mas relata, a propósito <strong>de</strong>la, uma série<br />

acontecimentos históricos, tradições e aspetos culturais da época,<br />

continua a suscitar o interesse e o estudo académico, agora sob<br />

diferentes perspetivas. Neste sentido, é certamente inovador e<br />

interessante fazer releituras <strong>de</strong>sta obra proporcionando, a propósito<br />

<strong>de</strong>la, um intercâmbio <strong>de</strong> produtos, visitantes e conhecimentos variados<br />

que, ontem como hoje, aproxime culturas, religiões, territórios,<br />

passado, presente e futuro.<br />

Deste modo, o principal objetivo <strong>de</strong>sta efeméri<strong>de</strong> é comunicar a vários<br />

públicos quem foi Garcia <strong>de</strong> Orta e os contributos da sua obra, não<br />

apenas no passado mas essencialmente trazê-lo para os dias <strong>de</strong> hoje<br />

estabelecendo múltiplos diálogos com a Arte, a Natureza, a Ciência, a<br />

Literatura, o Património e a Cultura atual.<br />

Para tal, propõem-se uma serie <strong>de</strong> iniciativas nas áreas da ciência,<br />

cultura, educação, formação <strong>de</strong> adultos e agricultura que, <strong>de</strong>vidamente<br />

articuladas com os variados parceiros, possam proporcionar uma oferta<br />

variada a realizar em Castelo <strong>de</strong> Vi<strong>de</strong>, Marvão e Área Metropolitana <strong>de</strong><br />

116


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Lisboa dirigida a diferentes públicos, incluindo o escolar, e potenciando<br />

igualmente a ativida<strong>de</strong> turística.<br />

Entre estas iniciativas incluem-se a realização <strong>de</strong>:<br />

• I<strong>de</strong>ntificação /Criação <strong>de</strong> rotas e roteiros <strong>de</strong> interesse turístico<br />

com ligações a museus, bibliotecas, jardins e hortas;<br />

• palestras, conferências, exposições;<br />

• workshops (e outras iniciativas <strong>de</strong> serviço educativo) <strong>de</strong><br />

gastronomia, dança, teatro, trajes, cinema, artes plásticas, ambiente,<br />

agricultura biológica;<br />

• Espetáculos <strong>de</strong> teatro, cinema, dança, música;<br />

• Edições <strong>de</strong> livro infantil sobre Garcia <strong>de</strong> Orta, <strong>de</strong> página na<br />

Internet, <strong>de</strong> material pedagógico e merchandising;<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 200.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

117


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 182<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Rotas do Contrabando<br />

Já todos nós ouvimos histórias sobre o contrabando <strong>de</strong> produtos e a<br />

fuga <strong>de</strong> pessoas através da fronteira portuguesa. Em todas as zonas<br />

fronteiriças po<strong>de</strong>m-se encontrar percursos, locais <strong>de</strong> memória e gente<br />

que conta as suas aventuras. Umas vezes por terra, outras através <strong>de</strong><br />

barco, com a ajuda ou suborno das autorida<strong>de</strong>s. Muita gente viveu do<br />

contrabando, levando produtos e trazendo outros. Foram muitos os que<br />

fugiram à guerra e/ou procuraram novos mundos. Saltaram a fronteira<br />

e tentaram a sorte. É necessário e urgente que seja feita a recolha <strong>de</strong><br />

informação <strong>de</strong>ste pedaço da nossa história, sob pena <strong>de</strong> se per<strong>de</strong>r para<br />

sempre. Esta informação <strong>de</strong>ve ser disponibilizada para todos e po<strong>de</strong> ser<br />

utilizada para fins turísticos, como atração das regiões interiores,<br />

combatendo a <strong>de</strong>sertificação. Dez distritos e perto <strong>de</strong> Quarenta<br />

municípios po<strong>de</strong>m vir a beneficiar <strong>de</strong>ste património imaterial.<br />

Cremos que o valor a afetar a este projeto não <strong>de</strong>verá exce<strong>de</strong>r os<br />

150.000,00€, tendo em conta os meios e recursos a afetar. Prevê-se<br />

um prazo <strong>de</strong> execução <strong>de</strong> 24 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

118


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 554<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ETNOFESTIV(ALL)<br />

Projeto-piloto: Organizar, nos municípios parceiros, encontros<br />

etnográficos com grupos característicos <strong>de</strong> folclore <strong>de</strong> cada região<br />

portuguesa.<br />

Nestes encontros haveriam ações <strong>de</strong> formação para as comunida<strong>de</strong>s<br />

experimentarem as danças musicas e trajes característicos.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

119


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 10<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

HISTÓRIA FOTOGRÁFICA<br />

Criar plataforma colaborativa que permita armazenar fotografias<br />

antigas sobre lugares,costumes,tradições. Que permita criar uma<br />

cronologia/ repositório <strong>de</strong> informação.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 200.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

120


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 188<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Em busca <strong>de</strong> conhecimento e cultura<br />

O projeto consiste em organizar eventos recreativos e culturais, para<br />

pessoas carenciadas, idosos e crianças, que resi<strong>de</strong>m, preferencialmente,<br />

em zonas serranas e do interior do distrito.<br />

ÁREA<br />

O objetivo do projeto é po<strong>de</strong>r levar a cultura às pessoas,<br />

proporcionando-lhes um dia diferente on<strong>de</strong> elas possam conhecer e<br />

apren<strong>de</strong>r coisas novas.<br />

O meio <strong>de</strong> transporte a utilizar será, preferencialmente, um autocarro.<br />

Os locais <strong>de</strong> visita são locais <strong>de</strong> caráter recreativo e cultural, como por<br />

exemplo, o Jardim Zoológico, o Oceanário, o Pavilhão do<br />

Conhecimento, Museus, Monumentos, espetáculos musicais e<br />

culturais, etc.<br />

As pessoas abrangidas por este projeto terão gratuitamente direito a<br />

transporte, uma refeição e bilhetes para os espetáculos e/ou locais a<br />

visitar.<br />

Concelhos Abrangidos - estes eventos serão organizados,<br />

preferencialmente, nos concelhos <strong>de</strong> Águeda, Oliveira, Anadia, Sever<br />

do Vouga, Albergaria, Vale <strong>de</strong> Cambra, Oliveira <strong>de</strong> Azeméis, Arouca e<br />

Castelo <strong>de</strong> Paiva, po<strong>de</strong>ndo ser alargado a todo o distrito/região.<br />

Recursos necessários - 2 organizadores responsáveis pelo projeto;<br />

monitores para acompanhar as pessoas, nos eventos, em número<br />

necessário <strong>de</strong> acordo com a lei, consoante o número <strong>de</strong> pessoas<br />

abrangidas por cada evento realizado; autocarros, a solicitar a cada<br />

Câmara do concelho a que se <strong>de</strong>stina o evento.<br />

A execução do projeto implicará um orçamento <strong>de</strong> cerca <strong>de</strong> 30 mil<br />

euros.<br />

O tempo do arranque do projeto, será <strong>de</strong> aproximadamente 6 meses a<br />

partir da sua apresentação pública.<br />

O tempo da concretização do projeto será <strong>de</strong> aproximadamente um<br />

ano.<br />

Cultura<br />

121


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

122


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 559<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

HORTA COMUNITÁRIA E TRADIÇÕES ANTIGAS<br />

Criação <strong>de</strong> uma horta comunitária e ateliers <strong>de</strong> tradições antigas como<br />

o bordado da Ma<strong>de</strong>ira e as tapeçarias <strong>de</strong> Arraiolos . Iniciativas dirigidas<br />

aos mais novos, aproveitando os conhecimentos <strong>de</strong> pessoas que estão<br />

nos estabelecimentos prisionais e até <strong>de</strong>sempregados a receber o<br />

rendimento <strong>de</strong> inserção social.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 30 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

123


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 525<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Ruas da Poesia<br />

1) Municipios manifestam interesse em participar; 2) I<strong>de</strong>ntificação da<br />

rua a intervir: componente social e urbanística; 3) I<strong>de</strong>ntificação poetas<br />

locais; 4) Sensibilização da comunida<strong>de</strong> para o projeto; 5) Escolha da<br />

comunida<strong>de</strong> dos excertos <strong>de</strong> poemas; 6) Pintura dos excertos nas<br />

fachadas dos edifícios da rua; 7) Colocação <strong>de</strong> dispensador físico e qrco<strong>de</strong><br />

com poemas completos; 8) Imagem e sinalética comum a todas as<br />

ruas da poesia dos vários municípios; 9) Eventual intervenção urbana.<br />

Procura-se:<br />

- Valorizar espaços <strong>de</strong>svalorizados;<br />

- Dar a conhecer poetas locais;<br />

- Criar uma i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong> que possa ser um atrativo turístico;<br />

- Promover o sentido estético;<br />

- Promover a pertença e a i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong>.<br />

Obejtivo: 30 municípios no 1ºano.<br />

Orçamento: 50.000€<br />

Período <strong>de</strong> concretização: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

124


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 558<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

INTERCÂMBIO CULTURAL ENTRE A MADEIRA E ARRAIOLOS<br />

Promover a arte dos bordados da Ma<strong>de</strong>ira e dos tapetes <strong>de</strong> Arraiolos<br />

criando re<strong>de</strong>s <strong>de</strong> intercâmbio <strong>de</strong> saberes.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 20 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

125


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 473<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Terras da Rainha Santa Isabel<br />

Elaborar e disponibilizar on-line uma rota cultural que ligue Alenquer e<br />

Coimbra, duas terras ligadas à figura histórica e emblemática da<br />

Rainha Santa Isabel, Rainha consorte <strong>de</strong> Portugal.<br />

Este projeto visa essencialmente reconhecer e divulgar a obra da<br />

Rainha nestes lugares, po<strong>de</strong>ndo ser explorado ao nível do património<br />

cultural e turístico (inclusivé o turismo religioso). Este projeto estreita<br />

as ligações do município <strong>de</strong> Alenquer com outros municípios que<br />

possuem afinida<strong>de</strong>s com a Rainha Santa Isabel nomeadamente<br />

Odivelas, Leiria, Torres Novas, Coimbra, etc.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 36.000 euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro<br />

126


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 172<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Ainda há vida na EN2?<br />

No tempo em que assistimos a um país rasgado em todos os sentidos<br />

por confortáveis auto estradas que nos levam a todo o lado num ápice.<br />

Num tempo em que essas vias rodoviárias nos levaram à mudança <strong>de</strong><br />

paradigma com a substituição da distância/quilométrica pela<br />

distância/tempo, nem nos lembramos que Portugal teve (tem) a sua via<br />

principal, ligando o país <strong>de</strong> lés a lés, mais concretamente entre Chaves<br />

e Faro. Essa via, emblemática e icónica, é a EN2.<br />

Com este projeto, preten<strong>de</strong>mos trazer à memória nacional, através da<br />

captação <strong>de</strong> momentos, pela objetiva fotográfica, inerentes à vida que<br />

gravita em torno da EN2, registos que são um legado patrimonial<br />

inquestionável. Preten<strong>de</strong>mos que os 738 quilómetros que ligam as duas<br />

cida<strong>de</strong>s (Chaves e Faro) sejam agora percorridos numa perspetiva<br />

cultural, evi<strong>de</strong>nciando o seu caráter nostálgico, enaltecendo também o<br />

seu ambiente bucólico que ainda é bem visível em variados troços da<br />

mesma. Simultaneamente, preten<strong>de</strong>-se engran<strong>de</strong>cer e homenagear o<br />

conjunto <strong>de</strong> emoções e memórias que são património nacional, numa<br />

estrada que tem marcado gerações e por isso se revela como icónica. O<br />

resultado <strong>de</strong>sse trabalho fotográfico, através <strong>de</strong> concurso, será<br />

revertido em exposição itinerante, com a seleção das 50 fotografias<br />

escolhidas pelo júri, envolvendo alguns dos municípios <strong>de</strong> todas as<br />

C.I.M. que são atravessados pela referida via rodoviária. Cada exposição<br />

na cida<strong>de</strong> acolhedora será complementada, na inauguração, com um<br />

concerto <strong>de</strong> jazz.<br />

FORMATO do concurso fotográfico:<br />

Regulamento a<strong>de</strong>quado;<br />

Prémios: 1º (5.000 euros), 2º (3.000 Euros), 3º (1.000 Euros), 47<br />

menções honrosas com certificado assinado pelos Presi<strong>de</strong>ntes dos<br />

municípios a<strong>de</strong>rentes.<br />

METODOLOGIA e prazos <strong>de</strong> execução:<br />

Preparação do Regulamento <strong>de</strong> Fotografia - 2 a 10 <strong>de</strong> novembro <strong>de</strong><br />

2017;<br />

127


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Publicitação do Concurso <strong>de</strong> fotografia e respetivas ações <strong>de</strong><br />

itinerância (jornais, Tv, Re<strong>de</strong>s sociais….) - 1 <strong>de</strong> <strong>de</strong>zembro <strong>de</strong> 2017 a 31<br />

<strong>de</strong> <strong>de</strong>zembro <strong>de</strong> 2018;<br />

Concurso - 1 a 29 <strong>de</strong> <strong>de</strong>zembro <strong>de</strong> 2017;<br />

Fase <strong>de</strong> apreciação das candidaturas - 1 a 05 <strong>de</strong> janeiro <strong>de</strong> 2018;<br />

Preparação dos trabalhos vencedores para exposição (ampliação em<br />

gran<strong>de</strong> formato, molduras, etiquetagem, catálogo, etc.) - 8 a 26 <strong>de</strong><br />

janeiro <strong>de</strong> 2018.<br />

Municípios <strong>de</strong> ACOLHIMENTO da exposição fotográfica (fevereiro a<br />

<strong>de</strong>zembro <strong>de</strong> 2018):<br />

Chaves (CIM Alto Tâmega), Santa Marta <strong>de</strong> Penaguião (CIM Douro),<br />

Viseu (CIM Viseu/Dão/Lafões), Vila Nova <strong>de</strong> Poiares (CIM Região <strong>de</strong><br />

Coimbra), Abrantes (CIM Médio Tejo), Ponte <strong>de</strong> Sor (CIM Alto<br />

Alentejo), Montemor o Novo (CIM Alentejo Central), Castro Ver<strong>de</strong><br />

(CIM Baixo Alentejo), Faro (CIM Algarve).<br />

Para um período <strong>de</strong> realização do projeto <strong>de</strong> 24 meses e aten<strong>de</strong>ndo aos<br />

meios a afetar estima-se que o ORÇAMENTO seja <strong>de</strong> 100.00,00€.<br />

Orçamento: 100.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Algarve, Norte<br />

128


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 557<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

CULTURA DO VINHO DA MADEIRA E DO PORTO<br />

Evento <strong>de</strong> âmbito cultural e promoção das regiões vínicas do Porto e<br />

Ma<strong>de</strong>ira, envolvendo factos históricos relacionados com os 2 tipos <strong>de</strong><br />

vinho.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Norte<br />

129


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 556<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Arte urbana em azulejo<br />

Locais a implementar: em cida<strong>de</strong>s ligadas ao Mar, nos Açores e na<br />

região centro/Aveiro, dos municípios que aceitarem o <strong>de</strong>safio, realizar<br />

intervenções <strong>de</strong> pintura em azulejo, sobre fachadas <strong>de</strong> edifícios<br />

<strong>de</strong>volutos/<strong>de</strong>gradados e em muros abandonados , <strong>de</strong>dicadas à temática<br />

do Mar.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Região Autónoma dos Açores<br />

130


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 555<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Exposição itinerante <strong>de</strong> máscaras, trajes e a<strong>de</strong>reços dos rituais festivos<br />

<strong>de</strong> Inverno<br />

Criação <strong>de</strong> um acervo <strong>de</strong> máscaras tradicionais, trajes e a<strong>de</strong>reços<br />

usados pelos caretos e outros mascarados nos rituais festivos <strong>de</strong> inverno<br />

no nor<strong>de</strong>ste transmontano.<br />

O referido acervo vai constituir uma exposição que estará disponível<br />

para aten<strong>de</strong>r os muitos pedidos por parte <strong>de</strong> várias entida<strong>de</strong>s, em todo<br />

o país: municípios, universida<strong>de</strong>s, institutos politécnicos, casas<br />

regionais, associações, museus, eventos culturais...<strong>de</strong> todo o país.<br />

A exposição será constituída por peças (máscaras, trajes, instrumentos<br />

musicais e outros a<strong>de</strong>reços <strong>de</strong> cada uma das festas <strong>de</strong> inverno do<br />

nor<strong>de</strong>ste transmontano, a saber: município <strong>de</strong> Bragança: Aveleda,<br />

Baçal, Varge, Parada, Grijó, Salsas, Rio <strong>de</strong> Onor, Rebordãos, Bragança<br />

e Rebordainhos; Município <strong>de</strong> Vinhais: Ousilhão, Cidões, Rebor<strong>de</strong>lo,<br />

Travanca, Vila Boa, Vinhais; Macedo <strong>de</strong> Cavaleiros - Po<strong>de</strong>nce;<br />

Miran<strong>de</strong>la: Torre <strong>de</strong> Dona Chama; Miranda do Douro: Constantim,<br />

São Pedro da Silva, Vila Chã <strong>de</strong> Braciosa; Mogadouro: Bemposta, Tó,<br />

Valver<strong>de</strong>, Vale <strong>de</strong> Porco, Bruço e Vilarinho dos Galegos.<br />

Este acervo será obtido com recurso aos artesãos das máscaras e dos<br />

trajes que elaborariam seguindo os processos <strong>de</strong> fabrico tradicionais.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 60 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

131


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 147<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ARTIN - ARTE PARA A PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO<br />

O Projecto preten<strong>de</strong> promover a inclusão <strong>de</strong> crianças, jovens e adultos<br />

em situação <strong>de</strong> <strong>de</strong>svantagem criando oportunida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> participar na<br />

criação e promoção artística, através da criação <strong>de</strong> uma re<strong>de</strong> <strong>de</strong> centros<br />

artísticos e culturais com o objetivo <strong>de</strong> interligar artistas já consagrados<br />

(a nível local, regional e nacional) em ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> educação-formação<br />

artística básica que conduza à criação <strong>de</strong> produtos artísticos e culturais.<br />

Exemplo: caso BARREIRO ROCKS em que crianças foram ajudadas<br />

por músicos consagrados na criação <strong>de</strong> textos e músicas. O resultado<br />

<strong>de</strong>sse trabalho foi apresentado dois meses <strong>de</strong>poios num festival<br />

internacional <strong>de</strong> musica - BARREIRO ROCKS - com o suporte <strong>de</strong><br />

uma banda <strong>de</strong> músicos profissionais.<br />

O projecto po<strong>de</strong> contribuir para a utoestima, para a valorização das<br />

pessoas e para uma melhor ligação à comunida<strong>de</strong>.<br />

O projecto compreen<strong>de</strong>rá a realização <strong>de</strong> workshops em contexto <strong>de</strong><br />

educação não formal mas associados a escolas <strong>de</strong> música. Consi<strong>de</strong>rando<br />

os valores disponíveis <strong>de</strong> investimento para projectos <strong>OPP</strong>, o<br />

orçamento estimado consi<strong>de</strong>ra a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolver 3<br />

wokshops (Alentejo/Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa/Algarve) e três<br />

espectáculos com apresentação dos respectivos resultados.<br />

Consi<strong>de</strong>ram-se incluídos na estimativa orçamental toda a logística <strong>de</strong><br />

organização, produção, divulgação e comunicação do projecto.<br />

A execução do projecto terá início no segundo trimestre <strong>de</strong> 2018,<br />

<strong>de</strong>senvolvendo-se os trabalhos até Dezembro <strong>de</strong> 2019.<br />

Valor <strong>de</strong> orçamento estimado - 200.000,00€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Algarve<br />

132


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 112<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Dança para todos!<br />

O projecto tem como objectivo fazer chegar a dança ao maior número<br />

possível <strong>de</strong> pessoas, e assenta nos seguintes pilares:<br />

- Ensino Articulado <strong>de</strong> Dança - neste momento a ser ministrado aos<br />

anos 5º, 6º e 7º anos <strong>de</strong> escolarida<strong>de</strong> nos concelhos <strong>de</strong> Torres Vedras e<br />

Lourinhã. Preten<strong>de</strong>-se alargar a outros concelhos limítrofes.<br />

- "Performact" - curso <strong>de</strong> intérprete <strong>de</strong> dança contemporânea,<br />

vocacionado para a criação e interpretação artística <strong>de</strong> bailarinos, on<strong>de</strong><br />

são leccionados <strong>de</strong> uma forma intensiva dança, música, teatro e<br />

produção.<br />

- Dança Adaptada - criar as condições necessárias para ministrar dança<br />

a pessoas com necessida<strong>de</strong>s especiais, quer ao nível da mobilida<strong>de</strong> e/ou<br />

cognitiva.<br />

Todo o projecto conta actualmente com a participação <strong>de</strong> companhias<br />

<strong>de</strong> dança estrangeiras e coor<strong>de</strong>nadores/professores <strong>de</strong> renome nacional<br />

e internacional.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Algarve, Norte<br />

133


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 553<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

PERCURSO DO PATRIMÓNIO MUNDIAL UNESCO DO<br />

LITORAL AO INTERIOR<br />

Criar e divulgar online uma Rota pelo Património Mundial da Unesco<br />

existente em Portugal.<br />

Período <strong>de</strong> concretização: 12 meses<br />

Orçamento: 50.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

134


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 563<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Confraria Gastronómica Internacional<br />

Uma confraria gastronómica on<strong>de</strong> cada confra<strong>de</strong> seria um estrangeiro<br />

<strong>de</strong> visita ao nosso país. Essa confraria iria participar em eventos<br />

organizados pelas diferentes confrarias que existem por todo o país.<br />

Ao longo do ano realizam-se eventos gastronómicos organizados por<br />

confrarias. Nesses eventos normalmente os confra<strong>de</strong>s são<br />

personalida<strong>de</strong>s locais <strong>de</strong> cada região e procura-se a promoção <strong>de</strong> um ou<br />

mais produtos específicos regionais.<br />

Nesta i<strong>de</strong>ia, o objeto a promover seria toda a gastronomia nacional, a<br />

cultura e o património histórico edificado.<br />

Os diferentes estrangeiros que pertenceriam a esta confraria, seriam os<br />

portadores lá para fora <strong>de</strong> experiências que vivenciaram cá e<br />

promoveriam junto dos seus conterrâneos a nossa especialida<strong>de</strong><br />

gastronómica e cultural.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

135


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 487<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Streaming cultural<br />

Criar linha <strong>de</strong> financiamento para as instituições culturais trabalharem<br />

e apresentarem a sua programação em streaming. Esta situação é válida<br />

para qualquer tipologia das artes do espetáculo, teatro, música, dança,<br />

conferências, etc.<br />

A i<strong>de</strong>ia é que em áreas geográficas <strong>de</strong> menor oferta cultural, possa<br />

existir um acesso, ainda que mediano, à oferta cultural existente em<br />

áreas geográficas com maior oferta.<br />

Esta possibilida<strong>de</strong> tornará mais <strong>de</strong>mocrático o acesso a eventos<br />

culturais <strong>de</strong> qualida<strong>de</strong> por parte da população menos favorecida a este<br />

nível.<br />

Orçamento projeto: 100.000 euros.<br />

Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 18 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

136


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 353<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Rota da Transumância<br />

(esta proposta também engloba a área da Agricultura)<br />

Os pastores levavam os seus rebanhos para as regiões distantes da<br />

Serra da Estrela, em busca <strong>de</strong> bons pastos.<br />

O projeto visaria i<strong>de</strong>ntificar as rotas utilizadas pelos pastores e passar<br />

para formato digital toda a informação recolhida e representações<br />

levadas a cabo pelas várias associações <strong>de</strong> etnografia.<br />

Complementarmente criar rotas <strong>de</strong> aventura e lazer, que permita a<br />

todos os cidadãos participar e experienciar as práticas <strong>de</strong> então.<br />

Estas rotas atravessavam todos os concelhos do interior ao litoral, do<br />

Norte interior ao Alentejo.<br />

NOTA DE ANÁLISE:<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: cerca <strong>de</strong> 80.000, consi<strong>de</strong>rando o levantamento <strong>de</strong><br />

conteúdos, a implementação <strong>de</strong> uma plataforma digital para gestão e<br />

divulgação <strong>de</strong> conteúdos, sinalética e honorários <strong>de</strong> coor<strong>de</strong>nador do<br />

projeto;<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6<br />

meses;<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

137


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 337<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A Arte e a Doença Mental<br />

Visa <strong>de</strong>smistificar a doença mental e promover a verda<strong>de</strong>ira inclusão<br />

social, tendo em conta que as pessoas com <strong>de</strong>ficiência mental têm<br />

várias competências ao nível das artes, quando <strong>de</strong>vidamente<br />

estimuladas. Promover uma re<strong>de</strong> <strong>de</strong> ateliers <strong>de</strong> arte, dança, teatro,<br />

pintura, escultura, etc.<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

138


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 336<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Intercooperação entre Associações Culturais e Recreativas Jovens e os<br />

Agrupamentos <strong>de</strong> Escolas<br />

Serve a presente proposta para estabelecer linhas <strong>de</strong> comunicação e<br />

intercâmbio entre associações juvenis <strong>de</strong> caráter cultural e os<br />

Agrupamentos <strong>de</strong> Escolas <strong>de</strong> zonas específicas. O orçamento seria<br />

utilizado para sustentar a criação cultural/artística nestas associações,<br />

suportando a profissionalização e expansão <strong>de</strong>stes mesmos grupos.<br />

Orçamento: 150.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Alentejo, Centro, Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

139


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 334<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Turismo Arte e Transformação<br />

Promover trabalhos com artistas urbanos, com o intuito <strong>de</strong> fazer com o<br />

que viajante mergulhe nos costumes e tradições da nossa região e tenha<br />

a experiência <strong>de</strong> passado, presente e futuro em uma única<br />

oportunida<strong>de</strong>. Estes trabalhos po<strong>de</strong>m ser: criação <strong>de</strong> mural coletivo,<br />

pare<strong>de</strong>s ver<strong>de</strong>s com graffitis <strong>de</strong> musgo, revitalização <strong>de</strong> espaços<br />

públicos ou privados, festival <strong>de</strong> street art, intercâmbio cultural ou uma<br />

intervenção social.<br />

Esta proposta tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e um investimento <strong>de</strong> 200<br />

mil Euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

140


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 332<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Walking sound History<br />

"Portugal é um país on<strong>de</strong> o património cultural material e imaterial<br />

tem uma força enorme. As marcas culturais dos diversos povos que<br />

habitaram o território foram criando um país on<strong>de</strong> estas marcas<br />

patrimoniais são evi<strong>de</strong>ntes e com as quais nos cruzamos bastando para<br />

isso andar pelas nossas cida<strong>de</strong>s, al<strong>de</strong>ias, e vilas. Nos dias <strong>de</strong> hoje<br />

Portugal é também um país que recebe muitos milhares <strong>de</strong> turistas<br />

principalmente os Turistas Culturais. Estes visitantes querem conhecer<br />

o património material e imaterial do território que visitam. Mas se<br />

Portugal tem preservado e mostrado o seu património edificado, há um<br />

outro património que não esta contemplado e que é marcante. As<br />

cida<strong>de</strong>s ao longo da história foram povoadas por povos distintos, tendo<br />

<strong>de</strong>ixado memórias musicais específicas que hoje só são escutadas nas<br />

nossas casas. O que preten<strong>de</strong>mos com este Walking sound History é a<br />

criação <strong>de</strong> rotas turísticas sonoras, ligadas a uma plataforma que<br />

permita a quem se aproxima <strong>de</strong> uma área específica escutar os<br />

elementos sonoros que marcam aquela zona histórica. Exemplificando<br />

com a rota <strong>de</strong> Évora... com a aproximação ao Palácio <strong>de</strong> D. Manuel, em<br />

Évora, a aplicação iria <strong>de</strong>spontar uma música ligada ao renascimento,<br />

mostrando que este edifício, com uma historia importante, está<br />

associado a um estilo <strong>de</strong> música que marcou a sua vivência; se nos<br />

mudássemos para a Judiaria, a aplicação levar-nos-ia a escutar a música<br />

sefardita que marcou toda a judiaria no tempo em que esta era uma das<br />

mais importantes do país. Sendo este projecto criado por plataformas<br />

virtuais po<strong>de</strong>rá ser aplicada a todo o território nacional, já que todo ele<br />

tem marcas musicais e culturais distintas".<br />

Orçamento: 50.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

141


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 365<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Tauromaquia, Património Cultural <strong>de</strong> Portugal<br />

O projecto "Tauromaquia, Património Cultural <strong>de</strong> Portugal" visa dar<br />

início ao processo <strong>de</strong> inventariação e classificação dos elementos<br />

relevantes que caracterizam a cultura tauromáquica (registo no<br />

inventário nacional do PCI) implicando o trabalho <strong>de</strong> especialistas.<br />

O projecto envolve o trabalho <strong>de</strong> 5 elementos (dois antropólogos, um<br />

historiador, um sociólogo e um economista), durante dois anos, que<br />

possam:<br />

1. Apoiar os municípios com ativida<strong>de</strong>s taurinas nos seus esforços<br />

para proce<strong>de</strong>r ao registo das expressões tauromaquicas presentes no<br />

seu território no inventário nacional do PCI - Património Cultural<br />

Imaterial <strong>de</strong> Portugal;<br />

2. Promover o levantamento dos elementos <strong>de</strong> referência cultural<br />

tauromáquica presentes em territórios não localizados nos referidos<br />

municípios;<br />

3. Reconstruir a componente nacional da cultura tauromáquica,<br />

isto é, dos seus elementos que não se reduzem aos territórios<br />

municipais, tendo presença e relevância transversal a todo o país.<br />

4. Elaborar conteúdos e reunir a documentação necessária para<br />

registar, pelo menos, duas das práticas taurinas em território nacional,<br />

no inventário nacional do PCI.<br />

O projecto terá a duração <strong>de</strong> 24 meses e tem um investimento <strong>de</strong><br />

200.000,00 €.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma dos Açores<br />

142


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 319<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Chapa Azul<br />

Projeto <strong>de</strong> intervenção artística e comunitária, equipado com uma<br />

unida<strong>de</strong> móvel <strong>de</strong> impressão.Tem feito intervenções artísticas pelo país,<br />

apesar <strong>de</strong> sediado no Porto. Trata-se <strong>de</strong> uma carrinha adaptada com<br />

recursos para a prática <strong>de</strong> técnicas <strong>de</strong> impressão, nomeadamente:<br />

xilogravura, linogravura, monoimpressão, colagravura, serigrafia,<br />

carimbos, entre outras técnicas. Enquanto metodologia <strong>de</strong> trabalho,<br />

parte sempre do enquadramento do contexto envolvendo sempre a<br />

comunida<strong>de</strong>/grupos, as suas experiências, a sua história, cultura e<br />

património local.<br />

Este projeto tem a duração <strong>de</strong> 18 meses e um investimento <strong>de</strong> 50 mil<br />

Euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

143


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 367<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Só Paisagem<br />

O projecto "Só paisagem" é um projecto <strong>de</strong> itinerância <strong>de</strong> divulgação<br />

artística que consiste em levar a arte e artistas on<strong>de</strong> quer que público<br />

se encontre, com particular atenção aos territórios <strong>de</strong> baixa <strong>de</strong>nsida<strong>de</strong><br />

on<strong>de</strong> as activida<strong>de</strong>s e infraestruturas culturais são menos comuns.<br />

O projecto vive <strong>de</strong> dois objectivos complementares, em primeiro lugar<br />

estabelecer e documentar a relação entre artista/arte e o público e em<br />

segundo a divulgação das diferentes regiões nacionais através da<br />

estratégia anterior.<br />

Trata-se <strong>de</strong> um projecto <strong>de</strong> divulgação cultural que , através do seu<br />

trabalho, divulgará também o país aos portugueses.<br />

Semanalmente um jovem artista é levado a explorar um concelho do<br />

país, promovendo activida<strong>de</strong>s artísticas em diversas localida<strong>de</strong>s. O<br />

processo é gravado e no final <strong>de</strong> cada semana será exibido um episódio<br />

documental, a ser distribuído gratuitamente através <strong>de</strong> re<strong>de</strong>s sociais<br />

(facebook, youtube, etc), que revela o trabalho do artista, divulga as<br />

activida<strong>de</strong>s <strong>de</strong>senvolvidas com as populações das localida<strong>de</strong>s visitadas e<br />

dá a conhecer esses mesmos locais a partir das experiências vividas<br />

pelos intervenientes para e com as comunida<strong>de</strong>s.<br />

O projecto envolve uma carrinha (veículo para itinerância),<br />

combustível, a intervenção dos artistas, técnicos <strong>de</strong> som e imagem,<br />

equipamentos audio e ví<strong>de</strong>o, materiais consumiveis bem como as<br />

componentes <strong>de</strong> comunicação e divulgação do projecto.<br />

O projecto tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e investimento <strong>de</strong><br />

200.000,00€.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte, Algarve<br />

144


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 212<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Pelos caminhos <strong>de</strong> Santiago<br />

Existem em Portugal diversos itinerários históricos <strong>de</strong> peregrinação,<br />

seja a Santiago <strong>de</strong> Compostela, seja a outros santuários nacionais que,<br />

em certas épocas da História, convocaram milhares <strong>de</strong> peregrinos.<br />

Que os itinerários portugueses <strong>de</strong> peregrinação a Santiago <strong>de</strong><br />

Compostela registaram, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> do séc. IX até aos dias <strong>de</strong> hoje um<br />

contínuo fluxo <strong>de</strong> peregrinos.<br />

A crescente afluência <strong>de</strong> peregrinos nos "caminhos <strong>de</strong> Santiago", <strong>de</strong>ve<br />

ser motivo <strong>de</strong> orgulho e encarado como uma oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> revitalizar<br />

e dar a conhecer o vasto património artístico, cultural e natural que<br />

possuímos. Tendo Portugal representação na Fe<strong>de</strong>ração Europeia dos<br />

Caminhos <strong>de</strong> Santiago e no Comité Internacional <strong>de</strong> Peritos do<br />

Caminho <strong>de</strong> Santiago, será certamente uma oportunida<strong>de</strong> que <strong>de</strong>verá<br />

ser bem aproveitada para que o mais brevemente possível o Caminho<br />

Português seja inscrito como Património da Humanida<strong>de</strong>.<br />

A <strong>de</strong>scrição supra, apresentada na proposta inicial, é válida enquanto<br />

conteúdo e está <strong>de</strong>ntro dos critérios estabelecidos para integrar um<br />

projecto do opp. Contudo já existe uma uma proposta <strong>de</strong> candidatura<br />

no mesmo âmbito, apresentada por <strong>de</strong>z municípios<br />

portugueses:"Valorização dos Caminhos <strong>de</strong> Santiago - Caminho<br />

Português da Costa", financiada em 85 por cento por fundos do<br />

Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 aos fundos do<br />

Norte 2020. O valor do investimento é <strong>de</strong> 1,6 milhões <strong>de</strong> euros. A<br />

classificação do Caminho português da costa como Itinerário Cultural<br />

Europeu começará em julho <strong>de</strong> 2018 após a conclusão da valorização.<br />

Alterámos o valor inicialmente indicado para uma estimativa <strong>de</strong><br />

50.000 euros. Por o consi<strong>de</strong>rarmos excessivo, aten<strong>de</strong>ndo ao que atrás<br />

referimos: a existência <strong>de</strong> uma candidatura no mesmo âmbito.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

145


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 366<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Guadiana Sailling, Navegabilida<strong>de</strong> até Mértola<br />

O projecto preten<strong>de</strong> recuperar e melhorar as condições da<br />

navegabilida<strong>de</strong> do Pomarão até Mértola, com a reativação das carreiras<br />

fluviais. Neste contexto será necessária e importante a valorização<br />

histórico-cultural da importância do rio Guadiana para vila <strong>de</strong> Mértola,<br />

com uma componente <strong>de</strong> informação/interpretação a este respeito. O<br />

projecto po<strong>de</strong>rá ainda contribuir para a activação socio-económica da<br />

vila, quer através da valorização da ativida<strong>de</strong> piscatória, quer pela<br />

oferta <strong>de</strong> activida<strong>de</strong>s, circuitos e passeios em torno do património<br />

edificado <strong>de</strong> Mértola para além do reestabelecimento da ligação da<br />

comunida<strong>de</strong> resi<strong>de</strong>nte ao rio.<br />

Para este efeito o projecto <strong>de</strong>verá compreen<strong>de</strong>r:<br />

1) a elaboração <strong>de</strong> sinalética <strong>de</strong> navegação do Pomarão até Mértola;<br />

2) a produção <strong>de</strong> material tecnológico em várias línguas, que aju<strong>de</strong>m à<br />

navegação;<br />

3) o melhoramento dos locais <strong>de</strong> atracagem em Mértola e a criação <strong>de</strong><br />

novos sítios <strong>de</strong> atracagem (amoníveis) e bóias <strong>de</strong> estacionamento em<br />

locais a seleccionar;<br />

4) um barco <strong>de</strong> apoio à navegação <strong>de</strong> co-piloto;<br />

5) estratégias <strong>de</strong> promoção e divulgação do projeto;<br />

6) produção <strong>de</strong> conteúdos para materiais gráficos <strong>de</strong> caracter<br />

historiográfico, <strong>de</strong> interpretação, sinalectica e respectiva produção;<br />

6) ligação entre os concelhos e territórios adjacentes.<br />

O projecto tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e investimento <strong>de</strong><br />

200.000,00€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

146


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 242<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

O interior não se isola da cultura<br />

Este projeto visa levar a Cultura às populações mais isoladas do nosso<br />

país, quer do interior alentejano quer às zonas serranas do norte e<br />

centro do país. Proporcionar espetáculos itinerantes dos mais variados<br />

âmbitos, musical, teatro, experiências sensoriais, cinema, etc. No<br />

fundo, é proporcionar "in loco" espetáculos <strong>de</strong> qualida<strong>de</strong> e diferentes, a<br />

populações isoladas e frequentemente <strong>de</strong> uma faixa etária muito<br />

envelhecida, cuja vida não permitiu usufruir. Quem não conseguiu<br />

abrir os seus horizontes nem vencer as dificulda<strong>de</strong>s em populações<br />

isoladas, teria uma oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> receber ofertas culturais únicas e<br />

<strong>de</strong> conteúdo e alcance <strong>de</strong>finido, apropriado aos públicos e zonas<br />

envolvidas. Sempre com o intuito <strong>de</strong> trazer experiências diferentes e<br />

nunca antes exploradas nestas regiões.<br />

Orçamento projeto: 200.000 €.<br />

Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Alentejo<br />

147


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 238<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Campeonato nacional <strong>de</strong> jogos tradicionais<br />

Com a presente proposta preten<strong>de</strong>-se recuperar, dinamizar e<br />

sensibilizar a prática dos jogos tradicionais que caracterizam cada<br />

região, fomentando o intercâmbio e a partilha intergeracional.<br />

Fase I: Distrital: para apuramento do representante (equipa) distrital;<br />

Fase II: Regional: para apuramento da equipa vencedora a nível<br />

regional;<br />

Fase III: para apuramento do campeão nacional a <strong>de</strong>correr na cida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

Bragança.<br />

Cremos que o valor a afetar a este projeto não <strong>de</strong>verá exce<strong>de</strong>r os<br />

50000,00€, tendo em conta os meios e recursos a afetar. Prevê-se<br />

um prazo <strong>de</strong> execução <strong>de</strong> 12 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

148


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 322<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Plataforma informativa/interativa <strong>de</strong> trilhos e albergues<br />

A nível nacional a proposta recai na criação <strong>de</strong> uma plataforma <strong>de</strong> fácil<br />

acesso com todos os trilhos existentes no país, assim como, com todos<br />

os albergues.<br />

Relativamente aos trilhos, <strong>de</strong>ver-se-ia criar uma manutenção<br />

permanente com a <strong>de</strong>vida informação <strong>de</strong> acessibilida<strong>de</strong> dos mesmos.<br />

Para garantir a proteção individual na plataforma, que teria acesso à<br />

localização gps do utilizador, caso fosse necessário acionar as <strong>de</strong>vidas<br />

autorida<strong>de</strong>s.<br />

Sobre os albergues, esta listagem <strong>de</strong>veria ser seletiva na seleção <strong>de</strong><br />

albergue, hotel e pensão, assim como, ter requisitos básicos a<strong>de</strong>quados<br />

ao estilo dos utilizadores. Nestes albergues, <strong>de</strong> acordo com uma base <strong>de</strong><br />

dados pré adquirida pela plataforma, podia haver o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong><br />

ativida<strong>de</strong>s apreciadas pelos utilizadores, potenciando o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento local.<br />

Po<strong>de</strong>rão ser revitalizados edifícios existentes e disponíveis, que se<br />

localizem nos circuitos e que se a<strong>de</strong>quem aos objetivos do projeto.<br />

NOTA DE ANÁLISE:<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: 60.000, consi<strong>de</strong>rando a implementação da<br />

plataforma digital para suporte e disponibilização <strong>de</strong> conteúdos, a<br />

sinalética, a divulgação e a realização <strong>de</strong> um conjunto <strong>de</strong> 20 ativida<strong>de</strong>s,<br />

na fase inicial, <strong>de</strong> entre temas e em locais eleitos pelos<br />

utilizadores/interessados, a recolher através da plataforma;<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6<br />

meses;<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

149


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 236<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Reavivar Tradições<br />

Utilizar edifícios públicos <strong>de</strong>volutos (por exemplo: escolas antigas,<br />

edifícios <strong>de</strong> proprieda<strong>de</strong> publico) para a criação <strong>de</strong> oficinas <strong>de</strong> arte e<br />

ofícios.<br />

A missão <strong>de</strong>ste projeto preten<strong>de</strong> aumentar a partilha <strong>de</strong> conhecimento<br />

intergeracional utilizando os artesãos como formadores da população<br />

em geral.<br />

O seu funcionamento seria semelhante a uma escola, isto é, estaria<br />

“aberto” às escolas para realizarem visitas e ainda como ATL no período<br />

<strong>de</strong> férias para qualquer criança, <strong>de</strong> qualquer extrato social.<br />

A médio prazo preten<strong>de</strong>-se fazer intercâmbio com outras “escolas” para<br />

que os conhecimentos sejam divulgados a nível nacional.<br />

A fim <strong>de</strong> estimar o valor do presente projeto, fizemos uma previsão <strong>de</strong><br />

este po<strong>de</strong>r funcionar em contexto <strong>de</strong> férias escolares - atl - no <strong>de</strong>curso<br />

<strong>de</strong> um ano, por um período <strong>de</strong> 30 dias, em 10 edifícios <strong>de</strong>volutos<br />

(antigas escolas primárias) localizados entre Norte e Centro do País,<br />

com a presença <strong>de</strong> um artesão. O valor estimado é <strong>de</strong> 50 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

150


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 326<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A Cultura Vai<br />

Promover o intercâmbio <strong>de</strong> ações culturais entre as duas regiões, no<br />

sentido <strong>de</strong> trazer até aos concelhos do Alentejo companhias <strong>de</strong> diversas<br />

áreas das artes, apoiadas pelo Ministério da Cultura, a preços<br />

controlados para os espectadores e <strong>de</strong> promover o acesso <strong>de</strong>stes<br />

espetáculos a novos públicos.<br />

Por outro lado, permitir que os grupos <strong>de</strong> natureza cultural e<br />

tradicional dos concelhos concorrentes possam realizar espetáculos em<br />

palcos das companhias que participam no intercâmbio.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Algarve, Centro, Norte<br />

151


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 313<br />

TÍTULO O U P A !<br />

DESCRIÇÃO<br />

É uma reunião <strong>de</strong> artistas que apresentam, uns aos outros, e ao público,<br />

projectos <strong>de</strong> diferentes áreas artísticas.<br />

A vonta<strong>de</strong> do OUPA! surgiu <strong>de</strong> forma espontânea e autogerida por<br />

parte <strong>de</strong> um grupo <strong>de</strong> bailarinos que quiseram receber opiniões sobre os<br />

projectos que estão a <strong>de</strong>senvolver e viram interesse em colaborar com<br />

áreas, linguagens e personalida<strong>de</strong>s distintas na organização <strong>de</strong>ste<br />

evento <strong>de</strong> um dia: uma casa repleta <strong>de</strong> performances tanto musicais,<br />

como visuais ou multimédia, e improvisações individuais e colectivas.<br />

Estes encontros – a realizar num lugar informal e gratuito para o<br />

público - serão um espaço i<strong>de</strong>al para estimular a criação colectiva, o<br />

livre acesso à arte e à participação, on<strong>de</strong> há lugar para colaborações e<br />

estabelecer contactos importantes que estimulam a criação artística.<br />

Promovem o encontro <strong>de</strong> potenciais, a construção <strong>de</strong> pontes entre as<br />

afinida<strong>de</strong>s e a partilha <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias que nunca foram antes expostas em voz<br />

alta. É um lugar seguro para a tentativa, o erro, a solução e a vida<br />

artística em conjunto, on<strong>de</strong> se po<strong>de</strong> testar o possível e discutir os<br />

limites do impossível.<br />

Este projeto tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e um investimento <strong>de</strong> 50 mil<br />

Euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

152


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 301<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

SONS CONSTRUÍDOS DE SONHOS<br />

Ao longo dos tempos o mundo artístico e o mundo pedagógico têm<br />

construído caminhos solitários, paralelos e dispares. Esta proposta<br />

consagra a fusão <strong>de</strong>sses dois universos. Neste sentido, proponho a<br />

construção <strong>de</strong> um concerto que junte cabeças <strong>de</strong> cartaz cujos méritos<br />

artísticos sejam consensualmente reconhecidos ( por exemplo: Marisa,<br />

Camané, Carlos do Carmo, Rui Veloso, Luís Represas, Sofia Escobar,<br />

Vitorino <strong>de</strong> Almeida, etc.) com a participação <strong>de</strong> elementos da vertente<br />

pedagógica. Ou seja, acompanhar os cabeças-<strong>de</strong>-cartaz escolhidos<br />

estaria uma orquestra sinfónica formada por alunos e professores dos<br />

conservatórios das duas regiões referidas. Além da orquestra sinfónica<br />

seria constituído um mega coro com recursos aos mesmos<br />

conservatórios e às universida<strong>de</strong>s sénior das duas regiões, com o<br />

propósito <strong>de</strong> conferir uma dimensão multigeracional ao projecto.<br />

Constituída uma equipa <strong>de</strong> coor<strong>de</strong>nação, seria elaborado um mapa <strong>de</strong><br />

ensaios com diferentes fases. É ainda possível associar a participação <strong>de</strong><br />

compositores portugueses que escrevam arranjos originais para a<br />

produção citada. Os ensaios das células mais pequenas, ou das partes,<br />

até ao todo fariam com que houvesse um contributo paulatinamente<br />

apurado, com toda a troca <strong>de</strong> experiências, vivências e partilhas que se<br />

combinam.<br />

Na fase final sublinharia a componente humana da participação das<br />

cabeças <strong>de</strong> cartaz nos ensaios, o que, para além da proximida<strong>de</strong><br />

estabelecida se revestiria <strong>de</strong> um singular capital humano. O concerto<br />

seria apresentado nas regiões referidas.<br />

Orçamento: 150.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

153


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 373<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Circuito musical do Interior<br />

O panorama cultural do nosso país é <strong>de</strong> enorme diferenciação a nível<br />

geográfico, nem sempre pelas melhores razões. Os gran<strong>de</strong>s centros<br />

urbanos (principalmente as capitais <strong>de</strong> distrito e/ou municípios do<br />

litoral) têm uma capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> investimento na produção cultural que<br />

é radicalmente diferente dos pequenos municípios do interior (tanto a<br />

nível municipal como privado). Isto faz com que os artistas,<br />

companhias, músicas e agências culturais tenham mais interesse em<br />

apresentar e aceitar propostas dos municípios maiores. Este ciclo torna<br />

a produção cultural nacional num sistema viciado e <strong>de</strong> pouca<br />

oportunida<strong>de</strong> para o interior.<br />

O nosso projeto visa a criação <strong>de</strong> um "Circuito Cultural do Interior", a<br />

que os municípios po<strong>de</strong>m a<strong>de</strong>rir criando assim um sistema <strong>de</strong> produção<br />

e programação em re<strong>de</strong>.<br />

Numa primeira fase, este projeto seria <strong>de</strong>stinado à produção <strong>de</strong><br />

espetáculos <strong>de</strong> músicas ou bandas (nacionais e internacionais), num<br />

trabalho em que os municípios a<strong>de</strong>rentes geram propostas <strong>de</strong><br />

espetáculos <strong>de</strong> forma coletiva, reduzindo custos <strong>de</strong> aquisição e<br />

produção e acentuando uma comunicação e publicitação em re<strong>de</strong>.<br />

Tendo em conta os meios necessários a afetar estimamos um<br />

orçamento <strong>de</strong> 100.000,00 € para um período <strong>de</strong> concretização <strong>de</strong> 24<br />

meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

154


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 478<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Programa <strong>de</strong> eficiência, transparência e racionalização <strong>de</strong> meios nos<br />

Museus<br />

Proponho um programa <strong>de</strong> intervenção nos museus para promover:<br />

- eficiência energética com monitorização <strong>de</strong> consumo, gestão eficiente<br />

<strong>de</strong> espaço, aproveitando ainda fundos europeus para o efeito<br />

- transparência <strong>de</strong> gastos - a base do opendata. conhecer exatamente<br />

on<strong>de</strong> se gasta, como se gasta e como melhor racionalizar meios<br />

- gestão e segurança fazendo mais uso <strong>de</strong> ferramentas inovadoras <strong>de</strong><br />

monitorização tecnológica<br />

Este programa não é feito do Estado para o Estado. é um projeto <strong>de</strong> cocriação,<br />

<strong>de</strong> teste, <strong>de</strong> piloto, fazendo uso <strong>de</strong> privados, criando um<br />

"Desafio Cultura" colocado a startups e empresas inovadoras com<br />

oferta neste âmbito.<br />

Calendário 24 meses<br />

Orçamento:200.000 euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

155


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 323<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

1º concurso nacional <strong>de</strong> bandas filarmónicas<br />

As bandas filarmónicas, com mais <strong>de</strong> 200 anos <strong>de</strong> existência,<br />

representam muitas vezes a<br />

única oferta cultural on<strong>de</strong> estão inseridas, sendo apelidados dos<br />

conservatórios do povo! Um património a preservar e divulgar!<br />

O concurso passa por:<br />

Eliminatória por região com gravação <strong>de</strong> CD;<br />

Eliminatória nacional - final em directo na TV;<br />

Estreia <strong>de</strong> Obras originais <strong>de</strong> jovens compositores portugueses;<br />

Itinerância das Bandas vencedoras.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

156


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 468<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Celebrações do Espírito Santo - Património Imaterial<br />

As celebrações do espírito santo nasceram em Alenquer no tempo da<br />

Rainha D.Isabel e "partiram" daí para os mais recôndidos lugares do<br />

país tendo particular incidência a sua aceitação nos Açores, região a<br />

partir do qual se expandiram para todo o mundo on<strong>de</strong> a diáspora<br />

portuguesa criou raízes internacionalizando-se assim. Esta centenária<br />

manifestação cultural, tão querida das gentes portuguesas, mantém a<br />

matriz da sua origem.<br />

Propõe-se: a criação <strong>de</strong> um documentário cinematográfico e a criação<br />

<strong>de</strong> mecanismos capazes <strong>de</strong> promover a divulgação <strong>de</strong>sta componente da<br />

cultura imaterial cuja maior expressão contempla Alenquer e a região<br />

dos Açores esten<strong>de</strong>ndo-se aos EUA e Brasil.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 200.000 euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Região Autónoma dos Açores<br />

157


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 463<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Cultura para Todos<br />

A cultura é um pilar fundamental da educação, sentimento <strong>de</strong> pertença<br />

e <strong>de</strong> integração do indivíduo na socieda<strong>de</strong>. Assim, propõe-se a criação<br />

<strong>de</strong> um programa <strong>de</strong> incentivo da população à Cultura baseada em três<br />

pilares:<br />

Medida 1:<br />

Criação <strong>de</strong> um programa que incentive a doação <strong>de</strong> livros em boas<br />

condições por parte <strong>de</strong> pessoas singulares a bibliotecas públicas. Os<br />

doadores em troca e por incentivo recebem um vale para a compra <strong>de</strong><br />

um livro numa livraria. Assim, é incentivada a leitura e compra <strong>de</strong><br />

livros, bem como a doação <strong>de</strong> obras às bibliotecas.<br />

Medida 2:<br />

Oferta <strong>de</strong> um cheque cultura a todos os jovens que completassem 18<br />

anos que lhes permita o acesso gratuito a museus e espaços culturais<br />

durante um ano. Esta medida é complementada com vales <strong>de</strong> compra<br />

<strong>de</strong> livros em parceria com as associações locais.<br />

Medida 3.<br />

Criação <strong>de</strong> uma uma base <strong>de</strong> dados online e gratuita on<strong>de</strong> reúna livros<br />

em suporte digital, em braille e em suporte audio adaptada para<br />

cidadãos portadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>ficiência.<br />

Orçamento: 200.000€<br />

Período <strong>de</strong> concretização do projeto: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

158


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 358<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Turismo<br />

Criação e <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> passeios turísticos para dar a conhecer a<br />

Serra da Estrela e permitisse ir em busca <strong>de</strong> alguma <strong>de</strong>scoberta na<br />

nossa Serra que tem lugares tão bonitos.<br />

NOTA DE ANÁLISE:<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: 25.000 Euros<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6 meses<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

159


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 427<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Gran<strong>de</strong> rota da presença templária em Portugal<br />

Em 2018 terá lugar em Portugal uma série <strong>de</strong> iniciativas, no âmbito das<br />

comemorações internacionais dos 800 anos do templarismo. Estarão<br />

em Portugal diversos representantes dos Grão-Priorados<br />

internacionais, num número que se aproxima das várias <strong>de</strong>zenas. O<br />

Gran<strong>de</strong> Priorado <strong>de</strong> Portugal irá distribuir estas comemorações entre<br />

Lisboa, Tomar e a Beira Interior.<br />

Esta iniciativa será uma excelente oportunida<strong>de</strong> para engran<strong>de</strong>cer as<br />

nossas potencialida<strong>de</strong>s na área do turismo cultural.<br />

Aquando <strong>de</strong>stas comemorações logicamente o programa fará com que<br />

os visitantes tenham uma panorâmica geral <strong>de</strong>sta nossa parte da<br />

história.<br />

Parece-me evi<strong>de</strong>nte a necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong> construir suportes vitalícios <strong>de</strong><br />

informação, para que um visitante autónomo possa ter acesso do<br />

mesmo tipo <strong>de</strong> informação.<br />

Aquilo que nós temos <strong>de</strong> melhor para oferecer e mostrar é a nossa<br />

i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong> e a história é uma parte muito importante <strong>de</strong>ssa i<strong>de</strong>ntida<strong>de</strong>.<br />

NOTA DE ANÁLISE:<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: cerca <strong>de</strong> 50.000, consi<strong>de</strong>rando o levantamento <strong>de</strong><br />

conteúdos, a implementação <strong>de</strong> uma plataforma digital para gestão e<br />

divulgação;<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6<br />

meses;<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

160


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 277<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A Arte do Linho<br />

A presente proposta preten<strong>de</strong> o registo <strong>de</strong> uma arte tradicional <strong>de</strong><br />

elevada importância nas comunida<strong>de</strong>s do Alto Minho - A Arte do Linho<br />

para a memória futura,<strong>de</strong>s<strong>de</strong> a sementeira à arte final, a produção das<br />

peças (tecelagem),através da realização <strong>de</strong> um documentário,<br />

publicação <strong>de</strong> monografia e recolha/preservação <strong>de</strong> espólio ligado à<br />

arte. Prevê-se ainda a realização <strong>de</strong> uma exposição itenerante,<br />

<strong>de</strong>stinada a percorrer os municipios interessados, quer no território<br />

nacional como Internacional. Esta Arte/Oficio era realizado em todos<br />

os concelhos do Alto Minho pelas mulheres das comunida<strong>de</strong>s rurais,<br />

on<strong>de</strong> parte dos trabalhos eram realizados nas longas noites <strong>de</strong> inverno.<br />

Era uma activida<strong>de</strong>, um complemento da agricultura.<br />

Prevê-se um período para a concretização do projeto <strong>de</strong> 24 meses e,<br />

aten<strong>de</strong>ndo aos meios a afetar, estima-se que o orçamento seja <strong>de</strong><br />

100.000,00€.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

161


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 420<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

VISITAS TEATRALIZADAS<br />

Fazer uso dos valores culturais e da própria história <strong>de</strong> cada/região e<br />

associá-la ao património existente. Sendo Portugal um país cheio <strong>de</strong><br />

história, tem muito para dar a conhecer e , por vezes, essa história<br />

po<strong>de</strong>rá ser contada <strong>de</strong> uma forma dinâmica, através da vertente teatral.<br />

Esta proposta envolve a formação <strong>de</strong> jovens quer a nível <strong>de</strong><br />

conhecimentos históricos acerca do local que irão conhecer, quer a<br />

nível <strong>de</strong> conhecimentos teatrais.<br />

No fundo preten<strong>de</strong>-se realizar visitas teatralizadas on<strong>de</strong> os "actores"<br />

serão personagens históricas da época que retratam, época em que os<br />

monumentos foram construídos, ou em que <strong>de</strong>terminados<br />

acontecimentos ocorreram no local/região em questão.<br />

Previsão <strong>de</strong> custo: cerca <strong>de</strong> 160.000, consi<strong>de</strong>rando a preparação e<br />

apresentação <strong>de</strong> visitas teatralizadas em monumentos das Regiões<br />

Centro e Alentejo;<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação após apresentação pública do projeto: 6 meses<br />

Tempo <strong>de</strong> duração do projeto: 1 ano.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo<br />

162


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 416<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

O interior não se isola da cultura<br />

Este projeto visa levar a cultura às populações mais isoladas do nosso<br />

país, quer do interior alentejano quer às zonas serranas do norte e<br />

centro do país. Proporcionar espectáculos itinerantes dos mais variados<br />

âmbitos, musical, teatro, experiências sensoriais, cinema, etc. No<br />

fundo, é proporcionar "in loco" espectáculos <strong>de</strong> qualida<strong>de</strong> e diferentes a<br />

populações isoladas e frequentemente <strong>de</strong> uma faixa etária muito<br />

envelhecida, cuja vida não permitiu usufruir. Quem não conseguiu<br />

abrir os seus horizontes nem vencer as dificulda<strong>de</strong>s nas populações<br />

isoladas, teria uma oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> receber ofertas culturais únicas e<br />

<strong>de</strong> conteúdo e alcance <strong>de</strong>finido, apropriado aos públicos e zonas<br />

envolvidas. Sempre com o intuito <strong>de</strong> trazer experiências diferentes e<br />

nunca antes exploradas nestas regiões.<br />

Orçamento: 200.000 €.<br />

Duração fase prévia: 6 meses.<br />

Duração do projeto: 24 meses.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo, Algarve, Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

163


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 398<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Bolsas/Prémios <strong>de</strong> Edição/Produção para Jovens Artistas<br />

Jovens artistas em início <strong>de</strong> carreira po<strong>de</strong>m candidatar-se a uma bolsa<br />

<strong>de</strong> produção ou a um prémio <strong>de</strong> edição dos seus projetos. Referindo-se<br />

a artistas todas as áreas da criativida<strong>de</strong>.<br />

O Clube Português <strong>de</strong> Artes e I<strong>de</strong>ias po<strong>de</strong> apoiar este projeto.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

164


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 393<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Virada cultural<br />

Acesso à cultura como direito do cidadão (dança, teatro, música, etc) a<br />

partir da integração entre artistas <strong>de</strong> diferentes regiões. Assim, po<strong>de</strong>ria<br />

haver um dia nacional do festival por região (uma virada cultural) que<br />

mantivesse as tradições regionais e as trocas <strong>de</strong> vivências.<br />

O projeto tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e um investimento <strong>de</strong> 100 mil<br />

euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

165


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 314<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

SIMPLIFICAR A LINGUAGEM DA ARTE E CULTURA ÀS<br />

CRIANÇAS E JOVENS<br />

A arte é um veículo importante <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento pessoal,<br />

nomeadamente no que diz respeito ao <strong>de</strong>senvolvimento da consciência<br />

cultural, isto é, o entendimento do conceito <strong>de</strong> interpretação. Os<br />

museus e outros espaços artísticos e culturais são os meios difusores da<br />

arte e cultura, mas a linguagem que utilizam é recorrentemente<br />

complexa, abstrata e direcionada para aqueles que têm algum "treino"<br />

artístico. Neste sentido, a proposta apresentada preten<strong>de</strong> simplificar a<br />

linguagem da arte (ao nível do conteúdo linguístico e não ao nível da<br />

interpretação) para crianças e jovens. Desta forma, procura-se que a<br />

arte e cultura façam parte do crescimento <strong>de</strong>stas, não com intuito <strong>de</strong><br />

criar artistas, mas com o objetivo <strong>de</strong> criar crianças, jovens e famílias<br />

culturalmente mais ricas, informadas e criativas. Para isto estão<br />

pensadas ativida<strong>de</strong>s direcionadas a esse público-alvo, a serem<br />

<strong>de</strong>senvolvidas junto dos espaços artísticos, famílias e educadores.<br />

"Art is way to encourage the process and the experience of thinking<br />

and making things better." Kolh.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Alentejo, Algarve, Centro<br />

166


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 317<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ART-INTERAVANGARD<br />

Organizar um projecto <strong>de</strong> internacionalização cultural e artística que<br />

visa promover a interculturalida<strong>de</strong> e integração artística entre vários<br />

países.<br />

A organização <strong>de</strong> um tour <strong>de</strong> nomes artísticos revelantes no início do<br />

séc. XXI, que conquistam os lugares <strong>de</strong> <strong>de</strong>staque em artes, pintura,<br />

gràfica escultura, ví<strong>de</strong>o e performance, com obras inéditas nos seus<br />

países e que precisam <strong>de</strong> reconhecimento internacional. Neste âmbito<br />

a i<strong>de</strong>ia <strong>de</strong> reunir um grupo <strong>de</strong> artistas e apresentadas as exposições em<br />

todos os países da união europeia.<br />

Orçamento: 200.000 €<br />

Duração fase prévia: 6 meses<br />

Duração do projeto: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

167


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 457<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Sabe o que foi? Estimular o conhecimento pela curiosida<strong>de</strong> e pesquisa<br />

Propõe-se aqui apresentar, mediante painéis <strong>de</strong> publicida<strong>de</strong> nos<br />

metropolitanos, nas estações <strong>de</strong> autocarro e paragens, em autocolantes<br />

colocados em transportes públicos, perguntas muito curtas para<br />

motivar a curiosida<strong>de</strong> <strong>de</strong> quem as lê.<br />

Exemplos:<br />

Sabe o que foi o Impressionismo?<br />

Sabe quem foi Emmanuel Kant?<br />

Sabe o que foi o Movimento Dada?<br />

Sabe <strong>de</strong> on<strong>de</strong> vem a expressão "dantesco"?<br />

Sabe quem é Milan Kun<strong>de</strong>ra?<br />

Sabe quem foram Os Cinco?<br />

Sabe o que foi A Noite das Facas Longas?<br />

Sabe quem foi Tom Jobim?<br />

168


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

etc.<br />

Materiais:<br />

Painéis e autocolantes com sinalização para obtenção <strong>de</strong> rápida<br />

informação via Smartphone.<br />

Montante estimado:<br />

60.000,00€<br />

Período <strong>de</strong> concretização do projeto: 1 ano<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

169


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 597<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

VIVER O QUE É NOSSO<br />

Dinamização <strong>de</strong> um périplo pelo território nacional com divulgação e<br />

amostragem das diversas cida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> território nacional com<br />

classificação <strong>de</strong> património mundial, com uma amostra dos seus<br />

monumentos classificados, a cultura local e gastronomia.<br />

Tal seria promotor do turismo na região ou divulgação e<br />

simultaneamente elemento dinamizador da região.<br />

Esta dinamização seria realizada através <strong>de</strong> uma caravana com imagens<br />

<strong>de</strong>coração alusiva à região que <strong>de</strong>veria percorrer o país nas diferentes<br />

regiões utilizando recursos em formação activa ligados ao turismo,<br />

promovendo nesta componente a formação <strong>de</strong> adultos.<br />

Este périplo <strong>de</strong>veria ocorrer nas cida<strong>de</strong>s património divulgando outras<br />

cida<strong>de</strong>s com a mesma distinção.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 150 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Norte<br />

170


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 691<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Sabores da memória<br />

Levantamento <strong>de</strong> receitas populares junto dos utentes dos centros <strong>de</strong><br />

dia e lares da região centro, com o intuito <strong>de</strong> registar estes<br />

conhecimentos e segredos através do estímulo da memória.<br />

Prazo : 24 meses<br />

Montante: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

171


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 611<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Correr o cante<br />

Correr o cante será um projeto que preten<strong>de</strong> cruzar a tradição<br />

musicada e cantada do Algarve com o cante alentejano num percurso<br />

que percorrerá o país e as ilhas autónomas. Este evento para além do<br />

património intangível preten<strong>de</strong> expôr artefactos das duas regiões em<br />

espaços a visitar.<br />

Investimento 150.000,00 euros.<br />

Período.Setembro <strong>de</strong> 2017 a <strong>de</strong>zembro <strong>de</strong> 2018.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Algarve, Alentejo<br />

172


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 601<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

A história da Região <strong>de</strong> Aveiro representada: transmissão sénior às<br />

gerações futuras<br />

Mobilização dos grupos <strong>de</strong> teatro da região <strong>de</strong> Aveiro para a recolha <strong>de</strong><br />

informação histórica e cultural sobre os municípios indicados, com a<br />

finalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> preparar espetáculos <strong>de</strong> teatro. Estes processos <strong>de</strong><br />

recolha, a produção e a apresentação dos espetáculos <strong>de</strong>veriam<br />

envolver <strong>de</strong> forma ativa a população sénior, permitindo por um lado<br />

absorver e documentar o seu conhecimento sobre a história e cultura<br />

da região, e por outro, envolver esta população numa perspetiva <strong>de</strong><br />

"Active Ageing" ou "Envelhecimento Ativo", uma realida<strong>de</strong> forte e<br />

emergente. Este projeto aproveitaria as infraestruturas existentes e<br />

seria uma mais valia para a dinamização sociocultural <strong>de</strong>stes municípios<br />

e <strong>de</strong>stas populações, tendo como resultado para além disso,<br />

documentação organizada e um espetáculo final (festival).<br />

É um projeto piloto regional que po<strong>de</strong> ser adaptado e reproduzido em<br />

termos nacionais.<br />

Orçamento 70.000€<br />

Prazo <strong>de</strong> concretização: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

173


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 600<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Troca comigo<br />

Promover a troca <strong>de</strong> experiências entre profissionais <strong>de</strong> equipamentos<br />

culturais <strong>de</strong> todo o país.<br />

Um profissional que trabalha num <strong>de</strong>terminado equipamento cultural,<br />

candidata-se a um intercâmbio com outro profissional <strong>de</strong> um outro<br />

equipamento cultural, por exemplo museus, bibliotecas, arquivos,<br />

teatros, etc.<br />

Como é que se consegue?<br />

Criando uma plataforma on<strong>de</strong> todos os interessados (equipamentos)<br />

manifestem o seu interesse em acolher profissionais <strong>de</strong> outros lugares.<br />

A partir <strong>de</strong>ssa base os indivíduos interessados po<strong>de</strong>m "trocar".<br />

Vantagens para os equipamentos/instituições: troca <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias,<br />

competências, experiências e saberes, criação <strong>de</strong> projetos conjuntos.<br />

Vantagens para os indivíduos: partilha <strong>de</strong> experiências conhecimentos<br />

e competências; formação contínua, <strong>de</strong>senvolver competências para<br />

prevenir eventuais situações <strong>de</strong> <strong>de</strong>smotivação no trabalho e risco <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>semprego, contribuir para diluir o conflito geracional entre<br />

profissionais.<br />

Orçamento: 50.000€<br />

Período <strong>de</strong> concretização: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

174


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 607<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Museu virtual <strong>de</strong> arte pública<br />

À semelhança do que está feito já na DRCC -Direção Regional <strong>de</strong><br />

Coimbra, proponho que se faça o registo fotográfico <strong>de</strong> todas as peças<br />

existentes no espaço público.<br />

Devem os fotógrafos contratados revelar 3 facetas <strong>de</strong> cada peça:<br />

- enquadramento urbanístico com uma imagem que mostre a peça no<br />

espaço em que se insere.<br />

- Uma imagem artística da peça.<br />

- Outra artística do outro ângulo.<br />

A informação sobre cada peça <strong>de</strong>veria ser fornecida pelos respectivos<br />

municípios.<br />

Criar uma base dados, apelativa e divulgá-la.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 150 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

175


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 710<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Ler o mundo em português<br />

"Ler o Mundo em Português" propõe-se ser um projeto/plataforma<br />

capaz <strong>de</strong> potenciar os diferentes olhares e mundos que há na língua<br />

portuguesa e, em conjunto, ter um olhar múltiplo sobre a realida<strong>de</strong><br />

mundial que lhe permita construir cenários sobre o futuro.<br />

Este projeto tem como pilares e parceiros fundadores, um conjunto <strong>de</strong><br />

estruturas que na sua área trabalham na perspetiva da língua<br />

portuguesa como um instrumento que unifica as várias culturas e<br />

olhares, e que tem todo um mundo <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong>la, e trabalhará para que,<br />

ao longo <strong>de</strong> um ano se possa construir uma narrativa corrente.<br />

Os parceiros e as dimensões:<br />

1- Pensamento e reflexão - IGOP - Instituto para a Governação,<br />

Políticas e Administração Pública - Lisboa;<br />

2- Sons e Ritmos - Centro InterCulturaCida<strong>de</strong> - Lisboa;<br />

3- As Histórias - Livraria Gigões e Anantes - Aveiro;<br />

4- Imagens em Movimento - Cineclube <strong>de</strong> Avanca;<br />

5- Criação Multidisciplinar - Teatro Villaret - Lisboa.<br />

Montante: 150.000€<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

176


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 364<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

FESTIVAL DA AMEIXA<br />

O projecto visa a promoção <strong>de</strong> um Festival da Ameixa, a partilhar entre<br />

o Alentejo (Elvas) e a região Norte (Viseu), zonas do país em que este<br />

fruto é tradicional, tal como é particular e a sua utilização na<br />

gastronomia, constitui uma faceta da cultura regional.<br />

O festival <strong>de</strong>verá ser realizado entre os meses <strong>de</strong> Maio e Julho, em<br />

2018, no Alentejo e em 2019 em Viseu. O Festival <strong>de</strong>verá contar com<br />

contributos <strong>de</strong> uma varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> intervenientes nos processos <strong>de</strong><br />

produção e transformação, oriundos quer <strong>de</strong> uma quer <strong>de</strong> outra região.<br />

O projecto <strong>de</strong>verá compreen<strong>de</strong>r uma componente <strong>de</strong> transmissão <strong>de</strong><br />

conhecimento a respeito da história <strong>de</strong>ste fruto e das suas utilizações<br />

em Portugal, resultando numa pequena brochura a distribuir durante<br />

os festivais.<br />

O projecto será executado entre Maio e Julho <strong>de</strong> 2018 e 2019,<br />

respectivamente em Elvas e em Viseu, com orçamento estimado para a<br />

logística <strong>de</strong> produção no valor <strong>de</strong> 100.000,00€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Norte<br />

177


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 599<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Palco Nacional <strong>de</strong> Cultura Sénior<br />

Intercâmbio cultural (artes artesanais/música/dança/teatro/tradições<br />

religioso-pagãs/culinária...) em palcos nacionais on<strong>de</strong> se apresentaria<br />

um espetáculo representativo <strong>de</strong> uma área; sempre exibido por pessoas<br />

integrantes da classe sénior. Prevendo atingir um público heterogénio<br />

em função da divulgação <strong>de</strong> saberes antigos e populares.<br />

Criar um projeto intergeracional, interregional, pela mobilida<strong>de</strong> e<br />

transferência <strong>de</strong> culturas regionais versus urbanas.<br />

Existiria um compromisso e uma cooperação autárquica, associativa e<br />

institucional para percorrer o território nacional, numa prespetiva <strong>de</strong><br />

valorização cultural sénior a nível <strong>de</strong> trabalho, visando o<br />

reconhecimento <strong>de</strong> todos os participantes.<br />

Orçamento: 200.000€<br />

Prazo <strong>de</strong> concretização: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

178


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 705<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Assistência lúdica em viagem<br />

Adaptar uma carrinha para que funcione como uma ludoteca itinerante<br />

com os seguintes objetivos: promover a interação social através <strong>de</strong><br />

ativida<strong>de</strong>s criativas; Recuperar os espaços <strong>de</strong> socialização ao ar livre;<br />

Provocar a interação entre gerações e grupos sociais; Promover a<br />

aprendizagem informal e fora da caixa; Proporcionar ativida<strong>de</strong>s que<br />

promovam o <strong>de</strong>senvolvimento cognitivo, psicomotor e social. NOTA<br />

DE ANÁLISE: Previsão <strong>de</strong> custo: 120.000, consi<strong>de</strong>rando a aquisição e<br />

adaptação da carrinha, a aquisição <strong>de</strong> materiais para as ativida<strong>de</strong>s, o<br />

pagamento <strong>de</strong> honorários a 2 técnicos para preparação e<br />

implementação das ativida<strong>de</strong>s e divulgaão. Prazo <strong>de</strong> implementação<br />

após apresentação pública do projeto: 6 meses Tempo <strong>de</strong> duração do<br />

projeto: 1 ano, renovável.<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Alentejo, Centro, Algarve<br />

179


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 564<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

MID - Museu <strong>de</strong> Imagem Digital<br />

Portugal é um país rico em obras <strong>de</strong> artes visuais <strong>de</strong> imagem. Como<br />

exemplo temos todo o espólio <strong>de</strong> imagens <strong>de</strong> marca da Horta, <strong>de</strong><br />

graffitis em várias pare<strong>de</strong>s espalhadas por várias regiões. Infelizmente<br />

como estas estão sujeitas a condições meteorológicas adversas, seria <strong>de</strong><br />

todo recomendável a preservação das mesmas. A preservação material<br />

por ser financeiramente elevada, não facilita a missão. Assim, através<br />

<strong>de</strong> uma validação feita por uma estrutura, criada para o efeito, qualquer<br />

cidadão po<strong>de</strong> submeter as imagens, que <strong>de</strong>pois <strong>de</strong> validadas seriam<br />

publicadas. Além <strong>de</strong> todos po<strong>de</strong>rem consultar o património visual,<br />

podiam contribuir e fazer parte do projeto. No que diz respeito aos<br />

gastos, para além da equipa <strong>de</strong> validação seria necessário um<br />

investimento tecnológico para armazenamento <strong>de</strong> dados, servidores e<br />

plataformas.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

180


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 690<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Série documental criativa<br />

Duas frases dão o mote para esta série documental criativa: "Se temos<br />

os edifícios e as infra-estruturas temos que trabalhar os seus<br />

conteúdos". "E se a política não fosse uma questão <strong>de</strong> po<strong>de</strong>r ou<br />

popularismo mas sim uma ciência exata".<br />

Assim com estas duas frases a série preten<strong>de</strong> consciencializar<br />

politicamente a camada jovem da região territorial da qual diz respeito<br />

a história encenada. Orçamento: 35.000€ Período <strong>de</strong> execução: 12<br />

meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

181


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 598<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

INTERCÂMBIO ENTRE BANDAS FILARMÓNICAS, COM A<br />

VERTENTE DE FORMAÇÃO DE ADULTOS<br />

Promover a interligação entre as bandas filarmónicas <strong>de</strong> duas regiões,<br />

sendo elas Alentejo e Norte, <strong>de</strong> modo a aproximar as mesmas e tornálas<br />

mais diversificadas.<br />

Aproveitar a aproximação entre as mesmas para que seja realizado uma<br />

ou mais formações a quem não a/as , <strong>de</strong>tém e actualmente se encontra<br />

a exercer funções na área musical, como por exemplo maestros ou<br />

monitores das bandas em questão.<br />

Esta troca <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias permitia um maior conhecimento por parte dos<br />

mesmos e ainda, uma maior consolidação das bandas, a qualida<strong>de</strong> da<br />

área filarmónica.<br />

Um dos modos que aumentava essa mesma ligação seria através <strong>de</strong> um<br />

intercâmbio ou mesmo <strong>de</strong> um festival inter regiões que permitiria o<br />

alargar <strong>de</strong> conhecimentos por parte <strong>de</strong> cada elemento das bandas e<br />

proporcionaria momentos únicos aos músicos.<br />

O projecto <strong>de</strong>verá ter início a partir <strong>de</strong> Novembro <strong>de</strong> 2017, com as<br />

fases <strong>de</strong> open call e a organização dos primeiros contactos entre<br />

bandas, com execução até Novembro <strong>de</strong> 2019 (conclusão do segundo<br />

Festival).<br />

A estimativa orçamental é <strong>de</strong> 150.000,00 € compreen<strong>de</strong> toda a<br />

logística inerente ao projecto, nomeadamente:<br />

divulgação/comunicação/produção <strong>de</strong> conteúdos e traduções; viagens,<br />

estadias e alimentação; contratação <strong>de</strong> professores e formadores;<br />

<strong>de</strong>spesas com consumíveis; alugueres <strong>de</strong> espaços e equipamentos, etc.).<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Norte<br />

182


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 596<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Entre culturas<br />

Criação <strong>de</strong> roteiros culturais entre o Algarve e o Alentejo em que os<br />

participantes são levados a percorrer locais históricos das regiões,<br />

trajados a rigor como antigos habitantes o faziam e relembrando<br />

ativida<strong>de</strong>s, profissões e vida quotidiana da época. Os habitantes do<br />

Algarve faziam-no em conjunto com o Alentejo e vice-versa.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Algarve<br />

183


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 620<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Centro interpretativo <strong>de</strong>dicado à Industria dos Lanifícios<br />

A Vila <strong>de</strong> Alenquer recebeu o <strong>de</strong>spontar da indústria em Portugal,<br />

nomeadamente com o setor dos lanifícios no século XIX que laborou<br />

até ao início do século XXI e ao qual ainda hoje se presta homenagem<br />

com azulejos no centro da vila. Tendo recebido as primeiras máquinas a<br />

vapor, a indústria <strong>de</strong> lanifícios <strong>de</strong> Alenquer mandava vir as lãs da Serra<br />

da Estrela, eram lavadas no rio <strong>de</strong> Alenquer, tingidas e processadas,<br />

seguindo <strong>de</strong>pois para a capital, para serem vendidas nos circuitos<br />

comerciais.<br />

Este é um fator distintivo da região <strong>de</strong> Alenquer que beneficia <strong>de</strong> boas<br />

vias fluviais e das primeiras vias férreas existentes no país, mas também<br />

cruza com a região da Serra da Estrela e com a proximida<strong>de</strong> à capital.<br />

Procura-se dar a conhecer um setor económico que promoveu o país e<br />

trouxe consigo empregabilida<strong>de</strong>, notorieda<strong>de</strong> e <strong>de</strong>senvolvimento à<br />

região. É um projeto na área da ciência, mas também da cultura, pela<br />

sua recuperação histórica, tendo também finalida<strong>de</strong>s educativas das<br />

gerações mais novas e <strong>de</strong> ligação com as mais velhas. A sua<br />

implementação po<strong>de</strong> usufruir <strong>de</strong> infra estruturas ja existentes no<br />

concelho, como antigas fábricas abandonadas.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

184


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 592<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Lata 65 - workshop <strong>de</strong> arte urbana para idosos<br />

LATA 65 é uma iniciativa para idosos no âmbito da arte urbana,<br />

iniciada em 2012, que se assume como um projecto que preten<strong>de</strong>:<br />

- aproximar os menos jovens a uma forma <strong>de</strong> expressão habitualmente<br />

associada aos mais novos;<br />

- provar que conceitos como envelhecimento activo e solidarieda<strong>de</strong><br />

entre gerações fazem a cada dia mais sentido;<br />

- <strong>de</strong>monstrar que a arte urbana tem o po<strong>de</strong>r <strong>de</strong> fomentar, promover e<br />

valorizar a <strong>de</strong>mocratização do acesso à arte contemporânea, pela<br />

simplicida<strong>de</strong> e naturalida<strong>de</strong> com que atinge as mais variadas faixas<br />

etárias;<br />

- <strong>de</strong>monstrar que a ida<strong>de</strong> é (apenas) um número.<br />

Apresenta-se como um workshop ministrado em ambientes <strong>de</strong> trabalho<br />

totalmente <strong>de</strong>scontraídos, i<strong>de</strong>ais para a aprendizagem das mais variadas<br />

técnicas <strong>de</strong> intervenção nas ruas, em trabalho directo com alguns dos<br />

melhores artistas urbanos da actualida<strong>de</strong>.<br />

O workshop estrutura-se em 4 módulos (2 tar<strong>de</strong>s, entre 8 a 10horas):<br />

1 _ introdução histórica-visual, on<strong>de</strong> se apresenta a história e evolução<br />

do graffiti e arte urbana. A actualida<strong>de</strong> <strong>de</strong> projectos / acções que se<br />

realizam em todo o território nacional / local e internacional.<br />

2 _ criação e projecto <strong>de</strong> 'tag' (nome <strong>de</strong> rua)<br />

3 _ <strong>de</strong>senho e corte <strong>de</strong> stencil<br />

4 _ pintura <strong>de</strong> mural em via pública, com todo o material produzido nos<br />

módulos anteriores (acto e acção <strong>de</strong> memória que se perduar no tempo,<br />

a lembrança diária da capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> aprendizagem e novas vivências e<br />

estímulos aos maiores <strong>de</strong> 65 anos).<br />

Após o primeiro workshop e <strong>de</strong>mais acções realizadas com o grupo<br />

original, confirmámos que:<br />

- é possível e <strong>de</strong>sejável <strong>de</strong>spertar, motivar e entusiasmar os mais idosos<br />

através da arte urbana;<br />

185


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

- é <strong>de</strong>sejável apresentar a estas gerações, novas activida<strong>de</strong>s, novas<br />

técnicas, ditas dos mais jovens, como forma <strong>de</strong> escape e quebra <strong>de</strong><br />

rotinas, gerando qualida<strong>de</strong>, jovialida<strong>de</strong> e bem estar nas suas vidas.<br />

"... agora percebo aquilo que vejo pela minha cida<strong>de</strong>". , Manuel Balé<br />

(2012)<br />

"... encontrei uma nova razão <strong>de</strong> viver, que me faz viver ..", Luísa<br />

Cortesão (2015)<br />

Este projeto tem a duração <strong>de</strong> 24 meses e um investimento <strong>de</strong> 200 mil<br />

Euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

186


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 572<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> Arqueologia Industrial<br />

Consi<strong>de</strong>rando:<br />

- A existência <strong>de</strong> espaços <strong>de</strong> arqueologia industrial, em termos<br />

nacionais;<br />

- Que os referidos espaços são espaços <strong>de</strong> memória e <strong>de</strong> história e<br />

i<strong>de</strong>ntitários, com acervos valiosíssimos, que os mesmos ou a maior<br />

parte estão inactivos, que embora alguns estejam classificados como<br />

conjunto ou património <strong>de</strong> interesse público;<br />

- Que os espaços po<strong>de</strong>m e <strong>de</strong>vem contribuir para o <strong>de</strong>senvolvimento<br />

das regiões e do país consi<strong>de</strong>rando ainda: que Portalegre possui um dos<br />

complexos <strong>de</strong> arqueologia industrial mais importantes da Europa,<br />

ligado à transformação da cortiça, constituído por um conjunto <strong>de</strong> bens<br />

móveis e imóveis, localizados na antiga fábrica Robinson.<br />

Propõe-se:<br />

1) A criação <strong>de</strong> uma re<strong>de</strong> <strong>de</strong> arqueologia industrial que promova e<br />

estimule o estudo e a troca <strong>de</strong> experiências nesta área, a nível nacional;<br />

2) A formação <strong>de</strong> uma equipa com técnicos que integram a re<strong>de</strong>;<br />

3) A criação <strong>de</strong> um portal <strong>de</strong> arqueologia industrial para divulgação da<br />

re<strong>de</strong> e que reúna toda a informação disponível <strong>de</strong> todos os pólos<br />

industriais - projecto <strong>de</strong> turismo industrial <strong>de</strong> São João da Ma<strong>de</strong>ira,<br />

Museu <strong>de</strong> Lanifícios - UBI, Museu Industrial do Barreiro, Fábrica do<br />

Inglês, etc.;<br />

4) A dinamização do espaço a nível cultural, educativo, turísticoindustrial.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

187


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 573<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Festival valores e tradição<br />

Festival cultural anual que se realizaria numa certa região por ano, on<strong>de</strong><br />

as diversas regiões do país se possam reunir para mostrar as suas<br />

tradições, sejam elas ao nível gastronómico, artístico e artesanal.<br />

Tem como objetivo o reviver das tradições e que estas não sejam<br />

esquecidas pelas novas tradições.<br />

Será também um projeto que contribuirá para o turismo e para a<br />

valorização das regiões.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

188


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 568<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Mapa das memórias<br />

Uma das coisas mais difíceis <strong>de</strong> quantificar em termos <strong>de</strong> valor são as<br />

nossas memórias. Mais difícil ainda é dar valor às memórias que não são<br />

nossas. As nossas terras, os nossos lugares, as nossas gentes carregam<br />

consigo um conhecimento histórico (com fonte em histórias populares)<br />

que ten<strong>de</strong> a <strong>de</strong>saparecer acompanhando o envelhecer das terras.<br />

A minha proposta passa por fazer um levantamento <strong>de</strong>stes saberes para<br />

assim construir um mapa <strong>de</strong> memórias (<strong>de</strong> lembrar que muitos lugares<br />

têm nomes que não aparecem nos mapas reais mas que apenas vivem<br />

nas memórias das pessoas) e que possa ser cruzado com o mapa da<br />

cida<strong>de</strong> e das terras.<br />

Desta maneira era possível perceber que a Avenida Lourenço Peixinho<br />

atravessa a zona das caçoilas (por exemplo). O cruzamento <strong>de</strong>stes dois<br />

mapas ia fazer com que estas histórias não morressem, ia também<br />

ajudar a que as pessoas não per<strong>de</strong>ssem apenas por estarem à procura <strong>de</strong><br />

um lugar vivo na memória mas sem vida nos mapas normais e que<br />

estão, por exemplo, nos dispositivos GPS.<br />

Este mapeamento po<strong>de</strong>ria ser aplicado a suportes digitais e assim<br />

cruzando melhor a informação.<br />

Projeto piloto nas capitais <strong>de</strong> distrito das regiões Centro e Alentejo.<br />

Prazo: 24 meses<br />

Montante: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

189


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 595<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Cultura Portuguesa em Movimento<br />

Seguindo o mo<strong>de</strong>lo proposto pelo Governo italiano, consi<strong>de</strong>ro que o<br />

nosso país <strong>de</strong>via iniciar um projeto-piloto para fomentar o acesso à<br />

Cultura aos jovens das regiões mais <strong>de</strong>sfavorecidas. No ano em que os<br />

jovens completam 18 anos <strong>de</strong> ida<strong>de</strong>, o Estado <strong>de</strong>ve dar um "voucher" <strong>de</strong><br />

um valor <strong>de</strong>terminado, consoante a necessida<strong>de</strong> da região e o número<br />

<strong>de</strong> jovens da região, para que estes o utilizem para ace<strong>de</strong>r a bens<br />

culturais. As regiões a entrar no projeto <strong>de</strong>vem ser as que são<br />

consi<strong>de</strong>radas mais <strong>de</strong>sfavorecidas. Os bens culturais <strong>de</strong>vem ser<br />

<strong>de</strong>limitados, com especial enfoque, na produção cultural nacional, bem<br />

como os museus e teatros fora das regiões. De igual modo, os jovens<br />

<strong>de</strong>vem ter direito a usar uma percentagem do voucher em <strong>de</strong>slocações<br />

e estadias em pousadas da juventu<strong>de</strong> (movijovem), para que possam ir<br />

às outras regiões sem serem prejudicados por falta <strong>de</strong> recursos<br />

financeiros. Apesar <strong>de</strong> apenas alguns jovens com 18 anos possam<br />

ace<strong>de</strong>r ao programa, o âmbito <strong>de</strong>ve ser nacional. A questão da<br />

alimentação po<strong>de</strong> ser incluída, <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> um pequeno valor e mediante<br />

prova <strong>de</strong> necessida<strong>de</strong> apresentada pelo jovem. Os municípios a serem<br />

abrangidos <strong>de</strong>vem ser escolhidos com uma lógica <strong>de</strong> concelhos<br />

emissores <strong>de</strong> áreas com menor acesso.<br />

Orçamento: 200.000€<br />

Prazo <strong>de</strong> concretização: 24 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Alentejo<br />

190


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 574<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Roteiro das cida<strong>de</strong>s pombalinas,Vila Real Sto António, Lisboa,<br />

Marinha Gran<strong>de</strong>, Espinho<br />

Roteiro entre as cida<strong>de</strong>s portuguesas com urbanismo <strong>de</strong> origem<br />

Pombalina-Iluminista.<br />

Efetuar uma rota das cida<strong>de</strong>s Pombalinas sob o ponto <strong>de</strong> vista cultural,<br />

arquitetónico, histórico, turístico, com promoção turística, elaboração<br />

<strong>de</strong> folhetos explicativos.<br />

Investimento: 100.000,00 euros.<br />

Periodo: setembro 2017 a <strong>de</strong>zembro 2018.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Algarve, Centro<br />

191


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 571<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Memória visual do ultramar<br />

A proposta visa criar um site que permita aos militares que estiveram<br />

no ultramar ou aos seus <strong>de</strong>scen<strong>de</strong>ntes o upload das fotografias que<br />

foram feitas na altura acompanhadas da história <strong>de</strong> cada foto.<br />

Esta i<strong>de</strong>ia partiu da constatação que o meu pai e o meu tio têm muitas<br />

fotografias que tiraram em Angola e na Guiné aquando das suas<br />

mobilizações e que <strong>de</strong>viam estar disponíveis online para para em<br />

conjunto com as fotos <strong>de</strong> outros colegas pu<strong>de</strong>ssem constituir uma<br />

espécie <strong>de</strong> museu visual <strong>de</strong>ste período da história <strong>de</strong> Portugal.<br />

Preten<strong>de</strong>-se procurar envolver o Museu Militar para com a ajuda dos<br />

seus técnicos incluir elementos da história da mobilização (jornais,<br />

ví<strong>de</strong>o, mapas, etc) tornando o site um verda<strong>de</strong>iro espaço museológico.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

192


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 591<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Cultura Cá e Lá<br />

A cultura <strong>de</strong>ve, cada vez mais, ser divulgada em largo espectro, sem<br />

sectarização, <strong>de</strong> modo global e <strong>de</strong> forma a serem alcançados novos<br />

públicos, in<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntemente do local do país on<strong>de</strong> nos encontremos.<br />

Com este projeto preten<strong>de</strong>-se criar uma agenda cultural, <strong>de</strong> âmbito<br />

nacional, divulgada por todo o país, através da tecnologia digital quer<br />

preveja a instalação <strong>de</strong> mupis em todas as capitais <strong>de</strong> distrito do país,<br />

havendo a possibilida<strong>de</strong> dos referidos equipamentos estarem também<br />

disponíveis em locais <strong>de</strong> informação turística.<br />

A organização <strong>de</strong>sta agenda cultural <strong>de</strong> âmbito nacional, organizada por<br />

concelhos, requer a criação <strong>de</strong> um software que permita, a cada<br />

concelho, divulgar a sua agenda, com possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> atualização<br />

constante e <strong>de</strong> responsabilida<strong>de</strong> concelhia.<br />

Prazo <strong>de</strong> concretização: 24 meses<br />

Orçamento: 50.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

193


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 567<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Museu itinerante do património industrial e tecnológico<br />

Realização <strong>de</strong> uma exposição itinerante <strong>de</strong> vários patrimónios<br />

nomeadamente a indústria do vidro da Marinha Gran<strong>de</strong>, a <strong>de</strong> lanifícios<br />

característica da Covilhã, a da Cerâmica <strong>de</strong> Aveiro e a metalomecânica<br />

<strong>de</strong> Águeda.<br />

A exposição preten<strong>de</strong> divulgar e preservar estes saberes adquiridos ao<br />

longo <strong>de</strong> muitas décadas, <strong>de</strong>stacando a importância económica e social<br />

que tiveram nas diferentes regiões.<br />

Esta experiência teria ainda o acórdão <strong>de</strong> envolver os velhos operários e<br />

trabalhadores, forças vivas que se sentiriam novamente úteis e<br />

ocupados na nossa socieda<strong>de</strong>.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

194


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 628<br />

TÍTULO<br />

Papagaios com alma<br />

DESCRIÇÃO 1. Lançar a i<strong>de</strong>ia <strong>de</strong> papagaio, símbolo da liberda<strong>de</strong>, com as suas<br />

múltiplas vertentes: tradição artística, literária, etnográfica. É inspirado<br />

no Memorial do Convento e na pessoa <strong>de</strong> José Saramago; acrescento<br />

ainda a causa <strong>de</strong> Aristi<strong>de</strong>s Sousa Men<strong>de</strong>s.<br />

2. Oficinas <strong>de</strong> papagaios para os mais diversos públicos, escolas e<br />

até hospitais, entre outros.<br />

3. Festival <strong>de</strong> papagaios internacional com convidados e com<br />

exemplares feitos para os papagaios com alma.<br />

Orçamento: 150.000€<br />

Período <strong>de</strong> concretização: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

195


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 566<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Roadtour Cultural<br />

Com o <strong>de</strong>senvolvimento dos transportes ao longo dos tempos, a<br />

<strong>de</strong>slocação <strong>de</strong> pessoas por todos os cantos do país tem vindo sempre a<br />

crescer. O que se observa, em consequência, é o claro distanciamento<br />

da população da cultura típica da sua região, zona <strong>de</strong> residência ou país.<br />

Nesse sentido, promovendo o espírito <strong>de</strong> comunida<strong>de</strong> e pertença,<br />

propõe-se uma espécie <strong>de</strong> Roadtour das regiões, que <strong>de</strong>corre, assim,<br />

por todas as regiões do país, um espécie <strong>de</strong> feira das culturas, on<strong>de</strong> as<br />

diversas zonas do país po<strong>de</strong>m ter um espaço para partilhar aquilo que as<br />

caracteriza. Concentrando num sítio que se "move", características <strong>de</strong><br />

todas as zonas do país.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 200 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Centro, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Norte<br />

196


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 594<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Aquae Vitae<br />

Criação <strong>de</strong> um roteiro do termalismo antigo interligado com o<br />

termalismo atual, ou seja, criação <strong>de</strong> uma plataforma que dê<br />

importância a estes sítios <strong>de</strong>s<strong>de</strong> a ida<strong>de</strong> do ferro, on<strong>de</strong> existiram<br />

balneários <strong>de</strong>signados <strong>de</strong> fontes formosas, no período romano os<br />

balneários terapêuticos como por exemplo: as termas <strong>de</strong> Chaves, as <strong>de</strong><br />

Vilela, São Pedro do Sul etc., e posteriormente o surgimento <strong>de</strong> novos<br />

espaços termais no século XVIII, como por exemplo Vidago e Pedras<br />

Salgadas.<br />

Calendário: 24 meses<br />

Orçamento: 100 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

197


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 577<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Etnografia para Todos/as<br />

Criação <strong>de</strong> espaços <strong>de</strong> <strong>de</strong>bate, discussão, partilha, <strong>de</strong>scoberta da<br />

etnografia portuguesa.<br />

Aproveitando o potencial das associações juvenis enquanto<br />

dinamizadoras <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> educação não formal, organizar <strong>de</strong><br />

modo regular, articulado e intergeracional, oficinas junto <strong>de</strong> crianças e<br />

jovens que lhes permitam conhecer, experiências, usufruir da sua<br />

cultura local <strong>de</strong> modo a viverem as tradições, usos e costumes nos seus<br />

espaços quotidianos.<br />

No final das aulas, técnicos/as <strong>de</strong> juventu<strong>de</strong> <strong>de</strong>slocam-se às escolas e<br />

dinamizam, utilizando técnicas <strong>de</strong> educação não formal, sessões<br />

práticas sobre dança, música, artesanato, costumes locais tradicionais.<br />

Calendário: 12 meses<br />

Orçamento: 70 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Cultura<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

198


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Educação e Formação<br />

<strong>de</strong> Adultos<br />

199


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

72 Gabinete <strong>de</strong> Proteção Civil nas Escolas<br />

316 Reconverter para mudar o território<br />

121 Mar - Ir e Voltar<br />

127 Formação para adultos_empresários plataforma online<br />

130 Crescer com talento<br />

117 Formação para o apoio competente ao luto na escola, na empresa e na comunida<strong>de</strong><br />

71 Compreen<strong>de</strong>r o Orçamento <strong>de</strong> Estado e o Orçamento Municipal<br />

305 Formar cuidadores informais<br />

65 Centro <strong>de</strong> competências para formação <strong>de</strong> adultos<br />

164 Prevenção e I<strong>de</strong>ntificação do Abuso Sexual Infantil - Programa Nacional<br />

69 Baldios como Bem Comum - Formação para Jovens-Adultos para Autogestão do<br />

Desenvolvimento nas Terras<br />

66 República dos Ex-acolhidos<br />

68 Motivar para capacitar e integrar<br />

93 + Para o Futuro<br />

114 Flores <strong>de</strong> Esperança<br />

194 Portugal: Vila Direitos Humanos<br />

695 Portugal saudável<br />

387 Acreditação e validação <strong>de</strong> educação não formal e informal<br />

185 Formação em Segurança na Condução <strong>de</strong> Máquinas Agrícolas<br />

179 Manutenção da Formação ao Longo da Vida<br />

174 100 caras sem historias<br />

693 Programa <strong>de</strong> Integração Social, Cultural e Profissional das Mulheres em Risco<br />

707 Oficinas Práticas <strong>de</strong> Artes e Ofícios<br />

166 Noções <strong>de</strong> Economia Familiar<br />

133 Alfa Alentejo e Algarve<br />

162 (Re)Forma-te<br />

64 Agricultor<br />

149 Como Comunicar Situações <strong>de</strong> Emergência (<strong>de</strong>stinada a agentes <strong>de</strong> Proteção Civil)<br />

144 Combater o Desemprego, Programando a Mente<br />

234 LINK - plataforma <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento inter-regional<br />

237 Equipas <strong>de</strong> Alfabetização<br />

136 Educação sobre rodas<br />

630 CÁWORK<br />

711 MAPCAMP<br />

513 Aproximar e Integrar: Elos <strong>de</strong> União<br />

673 Co<strong>de</strong>biosis<br />

200


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

63 Reconversão <strong>de</strong> Desempregados - Cuidadores. "Cuidar uma Velha Prática em<br />

Adultos"-Como o Reinventar?<br />

674 Comunicar sem barreiras<br />

712 O Tutor como facilitador <strong>de</strong> inclusão da pessoa com Autismo<br />

60 Centro <strong>de</strong> Estudos <strong>de</strong> Desenvolvimento do Interior<br />

61 De Minha Casa para a Escola <strong>de</strong> Bicicleta<br />

201


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 72<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Gabinete <strong>de</strong> Proteção Civil nas Escolas<br />

Criação <strong>de</strong> gabinetes <strong>de</strong> proteção civil que dê apoio e formação aos<br />

agrupamentos das escolas capacitando os recursos humanos <strong>de</strong><br />

habilitações para emergência ou suporte básico <strong>de</strong> vida.<br />

Projeto a implementar em pelo menos um município <strong>de</strong> cada região<br />

entre 01/01/2018 e 31/12/2018 com um custo estimado <strong>de</strong> 60000.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

202


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 316<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Reconverter para mudar o território<br />

1. Formação aplicada <strong>de</strong> reconversão profissional <strong>de</strong> pessoas com<br />

formação superior (professores, engenharia, ciência, sociais, filosofia)<br />

para áreas TIC aplicadas a explorar do território (BI,GIS);<br />

2. Respon<strong>de</strong>r a uma gran<strong>de</strong> parte dos profissionais na área da<br />

programação, crescente oportunida<strong>de</strong> nas smart cities, <strong>de</strong>semprego<br />

qualificado abundante e falta <strong>de</strong> RH's para as áreas TIC;<br />

3. Envolvimento <strong>de</strong> universida<strong>de</strong>s (para créditos ECTS e posterior<br />

potencial evolução) + Associação <strong>de</strong> Empresas do setor, smart cities,<br />

etc;<br />

4. Foco em vários problemas:<br />

a) Aproveitar a formação <strong>de</strong> base das pessoas;<br />

b) Mais eficácia face ao domínio comparado com inativos TIC;<br />

5. Nova oportunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> carreira (eventualmente com mais estudos);<br />

6. Acompanhamento e <strong>de</strong>senho do projeto da vida (saber lidar com o<br />

processo do primeiro caminho). Procura <strong>de</strong> emprego em empresas TIC<br />

com soluções para o território ou domínios originais e formas;<br />

7. 1 ano + 6 meses (Formação Alternada + Estágio).<br />

Projeto a <strong>de</strong>senvolver entre 01/01/2018 e 31/07/2019, em pelos<br />

menos um municipio <strong>de</strong> cada região. Custo estimado: 150 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

203


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 121<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

MAR - IR e VOLTAR<br />

A proposta "Mar - ir e voltar" procura ser um projeto <strong>de</strong> Prevenção<br />

<strong>de</strong>stinado aos Pescadores Lúdicos (Pesca Apeada e Embarcada) dos<br />

Concelhos abrangidos pela Costa Vicentina (Sines, O<strong>de</strong>mira, Aljezur e<br />

Vila do Bispo), aten<strong>de</strong>ndo <strong>de</strong>signadamente: ao elevado número <strong>de</strong><br />

perdas humanas registadas; à perigosida<strong>de</strong> <strong>de</strong> locais em arribas e/ou <strong>de</strong><br />

difícil acesso utilizados pelos pescadores sem perceberem os riscos<br />

associados; aos milhares <strong>de</strong> euros gastos na ativação dos diferentes<br />

meios <strong>de</strong> socorro. Proponho a criação <strong>de</strong> um projeto <strong>de</strong> prevenção<br />

nesta área com a criação <strong>de</strong> uma Formação <strong>de</strong> Adultos em segurança e<br />

gestão <strong>de</strong> recursos no exercício da Pesca Lúdica e com a atribuição <strong>de</strong><br />

um colete flutuante, <strong>de</strong> qualida<strong>de</strong>, conforto e certificação comprovada<br />

para os pescadores lúdicos que frequentem a formação. Os conteúdos<br />

formativos ajudarão na prevenção <strong>de</strong> situações <strong>de</strong> risco e os<br />

equipamentos ajudarão no resgate e salvamento.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Prazo <strong>de</strong> execução: 24 meses.<br />

Orçamento: 100 000<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

204


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 127<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formação para adultos_empresários plataforma online<br />

Proporcionar formação para empresários através <strong>de</strong> uma plataforma<br />

online em todas as áreas <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>. De facto, o tecido empresarial<br />

tem elevados <strong>de</strong>ficits <strong>de</strong> formação, a que é necessário dar atenção. A<br />

formação para adultos é importante mas po<strong>de</strong>rá ser específica para<br />

adultos empresários.<br />

A formação <strong>de</strong> adultos não <strong>de</strong>verá ser só por ser e para apresentar<br />

valores em termos estatísticos, mas ter impacto no <strong>de</strong>senvolvimento<br />

económico do país.<br />

Os empresários <strong>de</strong>vem ser incentivados e motivados para a formação,<br />

só assim conseguimos dar o "salto".<br />

Devido à falta <strong>de</strong> tempo, a formação online po<strong>de</strong>ria ser uma mais valia<br />

para os empresários.<br />

Nestes territórios a falta <strong>de</strong> formação é um entrave ao <strong>de</strong>senvolvimento<br />

das nossas empresas.<br />

Os empresários têm baixas qualificações e pouca ou nenhuma<br />

formação na área <strong>de</strong> negócio. Havendo uma plataforma que "forneça"<br />

essa formação será mais fácil os empresários a<strong>de</strong>rirem e aumentar<br />

assim as suas qualificações.<br />

A formação <strong>de</strong>verá ser sempre sobre temas atuais e que resultem em<br />

melhorias na ativida<strong>de</strong> que <strong>de</strong>senvolvem.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Prazo <strong>de</strong> execução: 12 meses.<br />

Orçamento: 50 000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

205


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 130<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Crescer com talento<br />

Portugal é um dos países da União Europeia (e do Mundo) com piores<br />

índices <strong>de</strong> voluntariado. Apenas 15% da nossa população faz<br />

voluntariado, o que reflete os índices <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento do nosso<br />

país. Para além disso, e segundo os dados traduzidos esta semana,<br />

estamos na posição 89 no que refere aos índices <strong>de</strong> felicida<strong>de</strong>.<br />

Este programa <strong>de</strong> educação e formação baseia-se na educação não<br />

formal para motivar e preparar adultos para a prática do voluntariado.<br />

Prazo: 18 meses<br />

Orçamento: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

206


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 117<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formação para o apoio competente ao luto na escola, na empresa e na<br />

comunida<strong>de</strong><br />

(proposta em anexo)<br />

Projeto a realizar entre 01/01/2018 e 31/12/2018 com custo estimado<br />

<strong>de</strong> 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Alentejo<br />

207


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 71<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Compreen<strong>de</strong>r o Orçamento <strong>de</strong> Estado e o Orçamento Municipal<br />

Formação prática, para todos, nas juntas <strong>de</strong> freguesia <strong>de</strong> todo o país,<br />

sobre o orçamento <strong>de</strong> estado, o orçamento municipal: compreen<strong>de</strong>r as<br />

opções, os equilíbrios, etc.<br />

Projeto a implementar entre 01/01/2018 e 31/12/2018 com orçamento<br />

previsto <strong>de</strong> 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

208


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 305<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formar cuidadores informais<br />

O papel dos cuidadores informais é pouco valorizado no nosso país. A<br />

entre ajuda familiar, ou a amigos, que se encontram incapacitados <strong>de</strong><br />

forma <strong>de</strong>finitiva ou temporária, ainda não foi legislada em termos<br />

efetivos pelo Estado Português. Estes cuidadores disponibilizam o seu<br />

tempo e valências várias ao serviço <strong>de</strong> outros, encontrando vários<br />

obstáculos à prossecução <strong>de</strong>ste papel.<br />

Seria importante que o Estado, através dos seus centros <strong>de</strong> formação<br />

profissional, pu<strong>de</strong>sse construir módulos <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> curta duração<br />

<strong>de</strong>sconcentrados no território. Nestes módulos seriam abordados temas<br />

como: cuidados pessoais e geriatria, nutrição adaptada, suporte básico<br />

<strong>de</strong> vida, direitos e <strong>de</strong>veres da pessoa <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>nte e, talvez uma das áreas<br />

mais importantes, atendimento psicológico que os aju<strong>de</strong> a<br />

compreen<strong>de</strong>r e ultrapassar os problemas pessoais que advêm da sua<br />

condição <strong>de</strong> cuidador.<br />

O projeto <strong>de</strong>verá ser implementado entre 01/01/2018 e 31/12/2018.<br />

No primeiro trimestre <strong>de</strong>verão ser i<strong>de</strong>ntificados os <strong>de</strong>stinatários das<br />

ações <strong>de</strong> formação em cada região e estas <strong>de</strong>verão ser criadas <strong>de</strong> acordo<br />

com as suas necessida<strong>de</strong>s, sendo implementadas nos trimestres<br />

seguintes.<br />

Custo estimado: 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

209


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 65<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

CENTRO DE COMPETÊNCIAS PARA FORMAÇÃO DE<br />

ADULTOS<br />

Criar em cada região i<strong>de</strong>ntificada um espaço com várias valências que<br />

por um lado tenha a função <strong>de</strong> formar ao longo da vida seniores em<br />

situação <strong>de</strong> reforma e por outro lado aproveitar alguns <strong>de</strong>sse seniores<br />

para ensinarem pessoas ainda activas que necessitem <strong>de</strong> aperfeiçoar<br />

certos conhecimentos.<br />

Estes grupos locais <strong>de</strong> partilha <strong>de</strong> saberes aliariam, <strong>de</strong>ste modo, o<br />

conceito tradicional <strong>de</strong> uma universida<strong>de</strong> sénior com a componente do<br />

ensino e formação <strong>de</strong> jovens e adultos, ministrado por seniores que<br />

enquanto activos exerceram funções <strong>de</strong> docentes ou funções técnicas,<br />

permitindo:<br />

a) Envolver cidadãos séniores que po<strong>de</strong>m exprimentar a partilha do seu<br />

saber e experiência.<br />

b) Troca intergeracional entre jovens, adultos e séniores.<br />

A título experimental, este mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> universida<strong>de</strong> sénior será<br />

implementado em entida<strong>de</strong>s já existentes no Centro e Alentejo numa<br />

primeira fase e <strong>de</strong>pois replicado da mesma forma nas restantes regiões.<br />

Projeto a ser implementado entre 01/01/2018 e 31/12/2018 com um<br />

custo estimado <strong>de</strong> 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Norte<br />

210


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 164<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Prevenção e I<strong>de</strong>ntificação do Abuso Sexual Infantil - Programa<br />

Nacional<br />

Daqui a <strong>de</strong>zoito anos, mais <strong>de</strong> meta<strong>de</strong> da população adulta portuguesa<br />

sofreu, na sua infância, algum tipo <strong>de</strong> abuso sexual. Sabia disto?<br />

Daqui a <strong>de</strong>zoito anos, mais <strong>de</strong> meta<strong>de</strong> da população adulta portuguesa<br />

sofrerá <strong>de</strong> <strong>de</strong>pressão, transtornos alimentares, tendência suicida, baixa<br />

auto estima, incapacida<strong>de</strong> para manter uma relação, um trabalho, uma<br />

vida. Isto é certo. Os dados são do projecto APAV-CARE.<br />

O meu nome é Nuno João da Silva e sou sobrevivente <strong>de</strong> abuso sexual<br />

infantil. Acredito que com um bom programa nacional, simples e<br />

prático, é possível educar todos os portugueses a i<strong>de</strong>ntificar os sinais e<br />

sintomas <strong>de</strong> abuso sexual em crianças e jovens bem como, educar para<br />

prevenir o abuso sexual infantil.<br />

Cui<strong>de</strong>mos as gerações presentes e futuras.<br />

Cui<strong>de</strong>mos Portugal.<br />

Contributo à concretização:<br />

Os conteúdos da proposta divi<strong>de</strong>m-se em dois grupos: a Prevenção e a<br />

I<strong>de</strong>ntificação. Não tenho competências para <strong>de</strong>senvolver cada um <strong>de</strong>les<br />

mas sei que existem trabalhos nacionais e estrangeiros bem como<br />

programas implementados noutros países que po<strong>de</strong>rão servir <strong>de</strong> mo<strong>de</strong>lo<br />

ao que venha a ser feito pelos serviços competentes. Isso sim, posso<br />

garantir que a informação a ser produzida po<strong>de</strong> ser muito simplificada e<br />

con<strong>de</strong>nsada <strong>de</strong> forma a qualquer pessoa po<strong>de</strong>r compreen<strong>de</strong>r e usar <strong>de</strong><br />

forma eficaz, pelo que já vi feito noutros países.<br />

Sendo que o tema do Abuso Sexual Infantil ainda suscita muitas dores<br />

na esfera pública e dificulda<strong>de</strong>s em ser discutido abertamente e pela<br />

limitação da verba que po<strong>de</strong> ser adjudicada a cada proposta do<br />

orçamento, proponho que:<br />

- a formação seja feita através <strong>de</strong> tecnologias digitais (abrangem a<br />

maioria da população portuguesa)<br />

- na modalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> auto-consulta<br />

211


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

- com divulgação em formato físico (Flyers, brochura) nas associações<br />

<strong>de</strong> pais das escolas e outros lugares que venhamos a i<strong>de</strong>ntificar como<br />

pólos <strong>de</strong> passa a palavra<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 150.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

212


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 69<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Baldios como Bem Comum - Formação para Jovens-Adultos para<br />

Autogestão do Desenvolvimento nas Terras<br />

A proposta visa financiar um programa <strong>de</strong> consciencialização e<br />

formação <strong>de</strong> jovens-adultos sobre potenciais <strong>de</strong> autogestão das terras<br />

comuns (chamadas "baldios"). Estas terras em Portugal representam<br />

500 mil hectares no país, mas muitas (embora <strong>de</strong> proprieda<strong>de</strong> dos<br />

habitantes) são geridas por municípios ou freguesias. Gostava que<br />

todas as populações dos "baldios" do país pu<strong>de</strong>ssem ter formação sobre<br />

como organizar a gestão direta das suas terras através <strong>de</strong> programas <strong>de</strong><br />

literacia financeira, gestão <strong>de</strong> recursos naturais, produção <strong>de</strong> energias<br />

limpas, e outros temas ajustados aos diferentes tipos <strong>de</strong> baldios do país.<br />

Isto permitiria aos habitantes <strong>de</strong> conhecer os seus baldios, <strong>de</strong>cidir como<br />

geri-los, e fixar mais jovens em áreas do interior do país. Também os<br />

ajudaria a valorizá-los enquanto "bens comuns".<br />

Projeto a implementar entre 01/01/2018 e 31/12/2018 em pelo menos<br />

um concelho <strong>de</strong> cada região. Orçamento estimado: 80000 euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

213


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 66<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

REPÚBLICA DOS EX-ACOLHIDOS<br />

Disponibilização <strong>de</strong> um espaço (casa) em cada região para um pequeno<br />

grupo <strong>de</strong> jovens adultos que já não estejam abrangidos por medidas <strong>de</strong><br />

promoção e proteção e que tenham historial <strong>de</strong> acolhimento resi<strong>de</strong>ncial<br />

e escassos apoios <strong>de</strong> retaguarda. Apoio e acompanhamento por téncicos<br />

<strong>de</strong> apoio social e formação " à medida" para o <strong>de</strong>senvolvimento das suas<br />

competências sociais.<br />

Deverá ser contemplada a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> ser ministrada formação,<br />

em parceria com Centros <strong>de</strong> Formação Profissional, Escolas<br />

Profissionais ou Escolas Básicas e Secundárias, aos jovens abrangidos<br />

por medidas <strong>de</strong> promoção e proteção e o prolongamento <strong>de</strong>stas até à<br />

conclusão <strong>de</strong>ssa formação para que obtenham uma certificação<br />

profissional que lhes permita uma rápida e eficaz (re)integração social.<br />

Mas terminada a medida <strong>de</strong> promoção e proteção, se não houver<br />

suporte social ou familiar e se o jovem não tiver adquirido<br />

competências profissionais faz todo o sentido que efetue a sua<br />

transição num espaço <strong>de</strong> acolhimento resi<strong>de</strong>ncial e este será o objetivo<br />

do projeto.<br />

O projeto <strong>de</strong>verá ser implementado entre 01/01/2018 e 31/12/2018<br />

com um custo estimado <strong>de</strong> 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Centro<br />

214


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 68<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

MOTIVAR PARA CAPACITAR E INTEGRAR<br />

Desenvolvimento <strong>de</strong> um projecto com o objectivo <strong>de</strong> promover à<br />

capacitação dos adultos,na área das competências pessoais e sociais,<br />

tendo em vista a integração social.<br />

População alvo- beneficiários do RSI.<br />

FUNDAMENTAÇÃO-Existência <strong>de</strong> franjas da população<br />

marginalizadas, na situação <strong>de</strong> <strong>de</strong>semprego, com baixa auto-estima,<br />

subsídio-<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntes, incapazes <strong>de</strong> por si sós quebrar este ciclo.<br />

ACÇÕES A DESENVOLVER:<br />

. Criação <strong>de</strong> um espaço físico<br />

. Elaboração <strong>de</strong> um projecto financeiro<br />

. Elaboração <strong>de</strong> um plano <strong>de</strong> activida<strong>de</strong>s<br />

. Contratação <strong>de</strong> pessoal técnico<br />

. Treino <strong>de</strong> competências parentais<br />

. Treino <strong>de</strong> competências pessoais, higiene pessoal, hábitos <strong>de</strong> trabalho.<br />

. Estimular e <strong>de</strong>senvolver a auto-estima<br />

OBJECTIVO FINAL- tornar cidadãos <strong>de</strong> pleno direito e <strong>de</strong>veres<br />

promovendo a inclusão.<br />

Projeto a <strong>de</strong>senvolver <strong>de</strong> 01/01/2018 a 31/12/2018 pelo menos em um<br />

concelho <strong>de</strong> cada região. Orçamento estimado: 200000<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

215


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 93<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

+ Para o Futuro<br />

Com o objetivo <strong>de</strong> melhorar a alimentação nas cantinas das escolas, é<br />

necessário dar mais formação sobre alimentação, nomeadamente<br />

workshops <strong>de</strong> novas receitas. Estes workshops seriam semanais e/ou<br />

mensais para a melhoria das ementas. Deveria também ser dada mais<br />

formação relacionada com cuidados <strong>de</strong> higiene nessa área.<br />

Prazo: 18 meses<br />

Montante: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Algarve, Norte<br />

216


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 114<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Flores <strong>de</strong> Esperança<br />

Projeto <strong>de</strong> empreen<strong>de</strong>dorismo social que visa respon<strong>de</strong>r ao <strong>de</strong>semprego<br />

associado à baixa escolarida<strong>de</strong> ou analfabetismo criando em diversas<br />

áreas nomeadamente o artesanato, a agricultura e a restauração que<br />

são, por si só, inter<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntes. Formação específica para a<br />

comunida<strong>de</strong> tendo em vista o seu envolvimento no projeto que<br />

contempla as áreas da costura, a olaria, a serralharia, pastelaria e<br />

panificação, cozinha e também a vertente <strong>de</strong> jardinagem.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Prazo <strong>de</strong> execução: 24 meses.<br />

Orçamento: 200 000€.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

217


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 194<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Portugal: Vila Direitos Humanos<br />

A nossa região, concelho <strong>de</strong> Alenquer e a sua comunida<strong>de</strong> preten<strong>de</strong>m<br />

ser o epicentro, da dinamização/sensibilização da comunida<strong>de</strong> local,<br />

regional, nacional e internacional dos Direitos Humanos. Aprofundar<br />

os conhecimentos sobre a <strong>de</strong>fesa e proteção dos direitos humanos,<br />

parece <strong>de</strong>veras importante, nos dias <strong>de</strong> hoje, pois assistimos a uma<br />

constante violação dos direitos <strong>de</strong> todos. O papel da socieda<strong>de</strong> civil é<br />

pois essencial para o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> cada país e, por isso é<br />

fundamental promover junto da comunida<strong>de</strong> um sentimento comum<br />

<strong>de</strong> responsabilida<strong>de</strong>, <strong>de</strong> solidarieda<strong>de</strong> e <strong>de</strong> oportunida<strong>de</strong>, no mundo em<br />

mutação; Sensibilizar para os direitos <strong>de</strong> igualda<strong>de</strong> <strong>de</strong> oportunida<strong>de</strong>s e<br />

justiça social e <strong>de</strong>senvolver o senso crítico e reflexivo, estimulando a<br />

atitu<strong>de</strong> e posturas mais ativas. Deste modo, a dinamização <strong>de</strong> ações<br />

junto <strong>de</strong> crianças e jovens, adultos e idosos que sensibilizem para os<br />

valores da tolerância e solidarieda<strong>de</strong> entre as pessoas e entre os povos<br />

po<strong>de</strong>m vir a ser um investimento numa socieda<strong>de</strong> mais justa e pacífica<br />

no futuro.<br />

Concretização:<br />

1º Bolsa <strong>de</strong> voluntariado com cidadãos livres e capazes <strong>de</strong> dinamizarem<br />

no âmbito dos Direitos Humanos: Debates em escolas, sensibilização<br />

<strong>de</strong> empresas; Envolvimento das comunida<strong>de</strong>s religiosas; Envolvimento<br />

<strong>de</strong> grupos migrantes ou minorias (incluindo os idosos mais vulneráveis);<br />

Parcerias com IPSS's e outras organizações locais; Ativida<strong>de</strong>s culturais<br />

(teatros, concertos, exposições, performance <strong>de</strong> rua, FlashMob, feira<br />

medieval); Ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong>sportivas... maratona <strong>de</strong> Damião <strong>de</strong> Goes<br />

"história e pergaminho" à volta do mundo por água e terra, jogos sem<br />

fronteiras <strong>de</strong> cariz tradicional; Fundação <strong>de</strong> uma al<strong>de</strong>ia global (por<br />

exemplo: Serra <strong>de</strong> Montejunto, Quinta do Brandão, Porto da Luz,<br />

Canhão Cársico da Ota, Monte Redondo...) <strong>de</strong> purificação e terapia do<br />

estado <strong>de</strong> alma e do modo vivendis <strong>de</strong> todo e qualquer cidadão<br />

universal que o pretenda fazer e pretenda ser um embaixador <strong>de</strong>sta tão<br />

nobre causa.<br />

2º Evento anual <strong>de</strong> promoção dos Direitos Humanos: as ações<br />

anteriores culminarão numa semana <strong>de</strong> Direitos Humanos,<br />

eventualmente a coincidir com o dia internacional dos Direitos<br />

218


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

Humanos, 10 <strong>de</strong> Dezembro ou com o dia da espiga (feriado municipal<br />

<strong>de</strong> Alenquer e <strong>de</strong> outros municípios portugueses). Nessa semana,<br />

reunir-se-iam várias ONG no mesmo espaço para partilha <strong>de</strong> projetos,<br />

colóquios, parcerias estratégicas. A comunida<strong>de</strong> local estaria presente<br />

com ações <strong>de</strong> rua e eventos culturais que chamem à atenção para esta<br />

problemática. Alenquer tornar-se-ia um "centro nevrálgico" da<br />

ativida<strong>de</strong> solidária, vestir-se-ia a rigor e espalharia uma mensagem para<br />

o mundo: Vila Direitos Humanos!<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 200.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

219


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 695<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Portugal saudável<br />

Portugal saudável<br />

Introdução: A proposta que apresentamos preten<strong>de</strong> ser um projeto <strong>de</strong><br />

formação <strong>de</strong> adultos em educação para a saú<strong>de</strong>.<br />

Consi<strong>de</strong>ramos que a população portuguesa <strong>de</strong>ve ter um papel mais<br />

ativo e responsável na promoção da sua saú<strong>de</strong>, criando condições para<br />

uma vida com menos doenças crónicas e morbilida<strong>de</strong>. Nesse sentido, é<br />

fundamental que a informação chegue aos cidadãos numa linguagem<br />

compreensível, atrativa e efetiva.<br />

Objetivo: melhorar a saú<strong>de</strong> dos portugueses, alterando os seu estilo <strong>de</strong><br />

vida.<br />

Propomo-nos a educar a população portuguesa a viver bem, com mais<br />

saú<strong>de</strong> e com mais anos e qualida<strong>de</strong> <strong>de</strong> vida <strong>de</strong> forma a tornar as pessoas<br />

mais conscientes e responsáveis pelos estilos <strong>de</strong> vida que adotam e as<br />

suas consequências.<br />

Material e métodos:<br />

Desenvolvimento <strong>de</strong> um conjunto <strong>de</strong> módulos formativos, certificados<br />

pela ANQEP (Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino<br />

Profissional, sob a forma <strong>de</strong> pequenos ví<strong>de</strong>os - tutoriais, pedagógicos e<br />

motivacionais - que possam ser aplicados e replicados em diferentes<br />

contextos formativos: ações <strong>de</strong> formação nos contextos laborais,<br />

disseminação nas re<strong>de</strong>s sociais, tempos <strong>de</strong> antena em tv e radio, bem<br />

como a criação <strong>de</strong> uma aplicação/website que permita um experiência<br />

mais interativa com o programa.<br />

O que parece ser importante é que este programa <strong>de</strong> formação e<br />

sensibilização saia das fronteiras das escolas e serviços <strong>de</strong> saú<strong>de</strong> e<br />

chegue a casa <strong>de</strong> cada português, para que as próximas gerações sejam<br />

educadas num país que promove os estilos <strong>de</strong> vida saudáveis como pilar<br />

estrutural <strong>de</strong> uma socieda<strong>de</strong> próspera e <strong>de</strong>senvolvida.<br />

Resultados (esperados): esperamos ter impacto na consciência <strong>de</strong><br />

responsabilida<strong>de</strong> própria pela saú<strong>de</strong> individual e motivar a população<br />

para a adoção <strong>de</strong> estilos <strong>de</strong> vida e comportamentos promotores <strong>de</strong><br />

220


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

saú<strong>de</strong>, reduzindo, <strong>de</strong>sta forma, os custos do SNS com tratamento e<br />

prevenção secundaria.<br />

Montante: 50.000€<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

221


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 387<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Acreditação e validação <strong>de</strong> educação não formal e informal<br />

A proposta consiste em difundir, valorizar e promover o acesso à<br />

utilização gratuita <strong>de</strong> conteúdos das plataformas MOOC (Curso<br />

Online Aberto e Massivo, do inglês Massive Open Online Course) e<br />

Open Learning. Esta proposta visa: (i) Divulgação <strong>de</strong> conteúdos<br />

MOOC ja existentes em Língua Portuguesa ou em fase <strong>de</strong> tradução (ii)<br />

Divulgação <strong>de</strong> conteúdos existentes noutras línguas, Inglês (iii)<br />

Desenvolver competências chave, tutoria em regime <strong>de</strong> blen<strong>de</strong>dlearning<br />

(presencial e online) da utilização <strong>de</strong>stas plataformas na<br />

criação <strong>de</strong> conteúdos e como utilizar estas plataformas.<br />

A proposta terá um valor <strong>de</strong> 200 mil euros e a duração <strong>de</strong> doze meses,<br />

iniciando-se em Junho <strong>de</strong> 2018.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

222


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 185<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Formação em Segurança na Condução <strong>de</strong> Máquinas Agrícolas<br />

Fazer formação suplementar para os agricultores, principalmente os <strong>de</strong><br />

maior ida<strong>de</strong>, sobre a condução <strong>de</strong> máquinas agrícolas. O objetivo seria a<br />

redução da taxa <strong>de</strong> aci<strong>de</strong>ntes e <strong>de</strong> mortalida<strong>de</strong> causados pelas máquinas<br />

agrícolas.<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 200.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

223


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 179<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Manutenção da Formação ao Longo da Vida<br />

Criação <strong>de</strong> uma plataforma nacional que permita a manutenção <strong>de</strong><br />

conhecimentos entre estudantes formados no Ensino Superior, para<br />

que possam continuar a ter acesso a atualizações que ocorram na sua<br />

área <strong>de</strong> estudos, dando-lhes a valência <strong>de</strong> manter conhecimentos,<br />

mesmo que não os use no dia-a-dia da sua profissão. Assim, será um<br />

passo dado na formação contínua <strong>de</strong> adultos, utilizando a formação ao<br />

longo da vida, possibilitando uma reciclagem <strong>de</strong> conhecimentos.<br />

Como parceiros neste projeto seria importante recolher o apoio das<br />

Instituições <strong>de</strong> Ensino Superior. Esta proposta será <strong>de</strong>stinada a duas<br />

áreas <strong>de</strong> aplicação, sendo elas a Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos e a<br />

Ciência.<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 200.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

224


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 174<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

100 caras sem historias<br />

criaçao <strong>de</strong> uma plataforma e <strong>de</strong> um livro/guia para ajudar as pessoas<br />

que querem mudar <strong>de</strong> carreira, a procurar novas oportunida<strong>de</strong>s, novos<br />

caminhos para a sua vida profissional.<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática, através da utilização da<br />

plataforma/livro/guia.<br />

Implementação: <strong>de</strong> 01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado:<br />

200.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

225


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 693<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Programa <strong>de</strong> Integração Social, Cultural e Profissional das Mulheres<br />

em Risco<br />

Em parcerias <strong>de</strong>vidamente alicerçadas entre o IEFP, IP, a APEFA e<br />

outros organismos, implementar-se-ia um projeto em que,<br />

simultaneamente, a mulher vítima <strong>de</strong> violência doméstica/maus tratos<br />

seria encaminhada e integrada em formação profissional que a<br />

capacitasse no sentido <strong>de</strong> a munir <strong>de</strong> competências que, futuramente,<br />

lhe permitissem tomar <strong>de</strong>cisõesmais seguras, informadas e autónomas.<br />

Montante: 50.000€<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Norte, Centro<br />

226


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 707<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Oficinas Práticas <strong>de</strong> Artes e Ofícios<br />

Realização por entida<strong>de</strong>s públicas <strong>de</strong> oficinas práticas <strong>de</strong> artes e ofícios,<br />

como práticas agrícolas e pecuárias, electricida<strong>de</strong>, marcenaria, costura,<br />

cozinha, etc.<br />

Preten<strong>de</strong>-se, com este projecto, proporcionar a formação prática <strong>de</strong><br />

adultos nas artes e ofícios referidos, bem como <strong>de</strong> outros similares<br />

como alvenaria, mecânica, jardinagem, socorrismo, etc., os quais<br />

aju<strong>de</strong>m a resolver problemas do dia a dia e a lançar pequenos negócios<br />

individuais e familiares.<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação: 18 meses<br />

Montante: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

227


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 166<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Noções <strong>de</strong> Economia Familiar<br />

Disponibilização <strong>de</strong> aulas em regime pós-laboral, <strong>de</strong> noções básicas <strong>de</strong><br />

economia familiar, gestão <strong>de</strong> recursos, poupança, entre outros.<br />

Consi<strong>de</strong>ra-se que muitas famílias portuguesas po<strong>de</strong>riam otimizar os<br />

seus rendimentos e recursos se, por vezes, fossem transmitidas<br />

pequenas dicas e conceitos <strong>de</strong> gestão. Desta forma, sugiro que sejam<br />

facultadas aulas teorico-práticas gratuitas e dadas por profissionais da<br />

área da economia e/ou gestão. Essas aulas <strong>de</strong>veriam <strong>de</strong>correr em<br />

escolas públicas, no regime pós laboral.<br />

NOTA: Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da<br />

EFA, com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 150.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro<br />

228


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 133<br />

TÍTULO<br />

Alfa Alentejo e Algarve<br />

DESCRIÇÃO Projeto Nacional na Área da Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos -<br />

Alentejo e Algarve<br />

Nome: Alfa Alentejo e Algarve<br />

Objetivo: Alfabetizar, em itinerância, adultos resi<strong>de</strong>ntes nos<br />

Municípios <strong>de</strong> Beja, Mértola e Alcoutim<br />

Porquê ? Para quê?<br />

Nos Concelhos <strong>de</strong> Beja, Mértola e Alcoutim estão i<strong>de</strong>ntificados muitos<br />

adultos analfabetos e muitos <strong>de</strong>stes pertencem a famílias abrangidas<br />

pelo Rendimento Social <strong>de</strong> Inserção (RSI). As medidas <strong>de</strong> inserção<br />

passam pela alfabetização. Poucos são os adultos que realizam<br />

formação em virtu<strong>de</strong> <strong>de</strong> residirem longe dos locais <strong>de</strong> formação e por<br />

não terem on<strong>de</strong> <strong>de</strong>ixar os filhos que ainda não estão em ida<strong>de</strong> escolar.<br />

Nestas condições, assistimos ao passar dos anos sem que se quebre o<br />

ciclo vicioso <strong>de</strong>stas famílias e <strong>de</strong> seus <strong>de</strong>scen<strong>de</strong>ntes, tanto a nível <strong>de</strong><br />

analfabetismo <strong>de</strong> adultos como <strong>de</strong> um abandono precoce da escola por<br />

parte das crianças <strong>de</strong>sses agregados familiares.<br />

Este projeto contribui para:<br />

Pais alfabetizados - melhoram as suas comunicações com a escola e<br />

outras instituições, transmitem aos seus filhos a importância da<br />

educação e da qualificação profissional.<br />

Adultos alfabetizados - po<strong>de</strong>m ingressar posteriormente em formação<br />

profissional e, ao melhorar as suas qualificações, melhoram as<br />

condições <strong>de</strong> empregabilida<strong>de</strong> e asseguram a sustentabilida<strong>de</strong><br />

financeira das suas famílias.<br />

Como? On<strong>de</strong>? Quando?<br />

A i<strong>de</strong>ia passa por a equipa visitar locais i<strong>de</strong>ntificados pelos Núcleos<br />

Locais <strong>de</strong> Inserção com famílias abrangidas pelo RSI e com adultos<br />

analfabetos.<br />

Recursos:<br />

229


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

• Três carrinhas equipadas com os recursos necessários para<br />

realizar uma aula <strong>de</strong> alfabetização e materiais para animação <strong>de</strong><br />

crianças.<br />

• 1 sala <strong>de</strong> aula e 1 sala para animações - em articulação com as<br />

Juntas <strong>de</strong> Freguesia será acordado o local <strong>de</strong> formação semanal.<br />

• Equipa: 1 professor <strong>de</strong> alfabetização, 1 animador, 1 motorista<br />

que acumula com a função <strong>de</strong> auxiliar operacional.<br />

Durante a aula, o professor estará apenas com os adultos analfabetos.<br />

Os filhos que não estejam na escola ficam com o animador.<br />

Consi<strong>de</strong>rando duas itinerâncias por dia, uma <strong>de</strong> manhã e outra à tar<strong>de</strong>,<br />

cinco dias por semana, serão abrangidos 15 grupos <strong>de</strong> analfabetos <strong>de</strong><br />

locais distintos.<br />

Período <strong>de</strong> funcionamento: 2 anos.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Orçamento: 200 000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve<br />

230


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 162<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

(Re)Forma-te<br />

A proposta (Re)Forma-te vai <strong>de</strong> encontro à área da Educação e<br />

Formação <strong>de</strong> Adultos, sendo que abranje as regiões do Centro e<br />

Alentejo, uma vez que representam as áreas mais envelhecidas do país.<br />

Os mais velhos neste momento representam gran<strong>de</strong> parte da<br />

população portuguesa, prova disso são áreas inovadoras como a<br />

gerontologia e gerontologia social. Algo <strong>de</strong> referenciar é o número<br />

elevado <strong>de</strong> pessoas idosas que estão isoladas socialmente.<br />

Desta forma, a i<strong>de</strong>ia do projeto consiste em fazer um levantamento,<br />

nas regiões anteriormente referidas, das pessoas idosas que se<br />

encontram isoladas a nível social, e assim seria possível atuar na<br />

Formação <strong>de</strong> Adultos. Isto é, perceberíamos quais os fatores cruciais<br />

que po<strong>de</strong>ríamos utilizar numa formação na pré-reforma para que as<br />

pessoas ao entrarem na 3ª ida<strong>de</strong> e, consequentemente na 4ª ida<strong>de</strong><br />

tenham outras ferramentas para lidar com a chegada da reforma.<br />

NOTA:<br />

Proposta po<strong>de</strong>rá, eventualmente, ser enquadrada no âmbito da EFA,<br />

com base no prossuposto <strong>de</strong> que o projeto envolverá formação <strong>de</strong><br />

adultos no âmbito da referida temática. Implementação: <strong>de</strong><br />

01/01/2018 a 31/12/2018; Valor Estimado: 50.000 €<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo<br />

231


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 64<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

AGRICULTOR<br />

A minha proposta acaba por misturar duas áreas, a educação e<br />

formação <strong>de</strong> adultos e a agricultura.<br />

Notamos que gran<strong>de</strong> maioria dos nossos agricultores são agricultores<br />

domésticos ou <strong>de</strong> subsistência com fracos conhecimentos como tirar o<br />

melhor partido das terras das plantações e do nosso clima. Existe pouca<br />

formação, propomos a capacitação direcionadas para estes microagricultores,<br />

e principalmente programas <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> proximida<strong>de</strong><br />

on<strong>de</strong> existem a maior parte estes perfis(al<strong>de</strong>ias,vilas e fora das gran<strong>de</strong>s<br />

metrópoles).<br />

Por norma estes agricultores são pessoas com um perfil que não se<br />

<strong>de</strong>slocam para muito longe para terem formação, por isso a i<strong>de</strong>ia <strong>de</strong><br />

levar estes programas, muito objectivos e concretos. A pertinência<br />

<strong>de</strong>ste projeto será potenciar o setor, capacitando os agricultores para<br />

tirarem o melhor proveito da terra, mas num segundo setor, capacitar<br />

os agricultores nos cuidados a ter, nomeadamente como prevenção <strong>de</strong><br />

aci<strong>de</strong>ntes cada vez mais frequentes: quedas <strong>de</strong> árvores, manuseamento<br />

<strong>de</strong> produtos químicos, aci<strong>de</strong>ntes com máquinas...<br />

Projeto a executar entre 01/01/2018 e 31/12/2018 com um custo<br />

estimado <strong>de</strong> 200 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

232


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 149<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Como Comunicar Situações <strong>de</strong> Emergência (<strong>de</strong>stinada a agentes <strong>de</strong><br />

Proteção Civil)<br />

A comunicação do risco assume um papel prepon<strong>de</strong>rante, na medida<br />

em que não só auxilia a compreen<strong>de</strong>r a perceção da população;<br />

antecipar a resposta da comunida<strong>de</strong> perante as ações concretizadas<br />

pelas Entida<strong>de</strong>s, e potencializar a eficácia das <strong>de</strong>cisões no âmbito da<br />

gestão do risco através do envolvimento da população.<br />

Com este projeto preten<strong>de</strong>-se <strong>de</strong>senvolver ações <strong>de</strong> formação para<br />

dotar os profissionais com responsabilida<strong>de</strong>s na área da proteção civil<br />

<strong>de</strong> conhecimentos teóricos sobre a terminologia e tipologia das<br />

situações <strong>de</strong> emergência e a classificação dos avisos meteorológicos e<br />

planos <strong>de</strong> evacuação local.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Prazo <strong>de</strong> execução: 12 meses.<br />

Orçamento: 30 000€.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Norte<br />

233


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 144<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Combater o Desemprego, Programando a Mente<br />

Desenvolvimento <strong>de</strong> sessões <strong>de</strong> Coaching e Programação Neuro-<br />

Linguística junto dos <strong>de</strong>sempregados, ajudando-os a <strong>de</strong>scobrir o seu<br />

potencial, aumentar a sua auto-estima e melhorar os seus<br />

comportamentos, neste sentido. Estas duas disciplinas são<br />

metodologias que visam (re)estruturar subjetivamente a experiência<br />

humana e sua aplicação na vida quotidiana, através <strong>de</strong> metas/objetivos<br />

e na programação na mente por meio do uso da linguagem, mo<strong>de</strong>los,<br />

estratégias que, por conseguinte, irão mudar crenças e padrões<br />

enraizados que não os <strong>de</strong>ixam avançar na vida.<br />

Período <strong>de</strong> implementação: 3 meses.<br />

Prazo <strong>de</strong> execução: 12 meses.<br />

Orçamento: 90 000€.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

234


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 234<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

LINK - plataforma <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento inter-regional<br />

Criação <strong>de</strong> uma plataforma ou estrutura que seja um elo <strong>de</strong> ligação<br />

entre duas regiões com necessida<strong>de</strong>s e potencialida<strong>de</strong>s diferentes,<br />

através da troca e partilha <strong>de</strong> conhecimentos e boas práticas.<br />

Exemplificando, para melhor se perceber o alcance da proposta, em<br />

passos:<br />

1º Definição das duas regiões que serão alvo <strong>de</strong> análise e análise SWOT<br />

com a i<strong>de</strong>ntificação das potencialida<strong>de</strong>s e handicap da região A e região<br />

B;<br />

2º I<strong>de</strong>ntificar e estudar os elemento distintivos que explicam as<br />

potencialida<strong>de</strong>s e os handicaps diagnosticados;<br />

3º Implementar uma estratégia <strong>de</strong> formação junto <strong>de</strong> atores relevantes<br />

em ambas as regiões por forma a <strong>de</strong>senvolver as competências<br />

necessárias a ultrapassarem os respetivos handicaps;<br />

4º Conclusão do projeto: avaliação do impacto das formações.<br />

A i<strong>de</strong>ia apresentada é (ou preten<strong>de</strong> ser) um mo<strong>de</strong>lo que po<strong>de</strong>rá ser<br />

implementado em várias áreas temáticas (não só na área da formação)<br />

e noutras regiões do país.<br />

o projeto será implementado entre 01/01/2018 e 31/12/2018 e terá um<br />

custo estimado <strong>de</strong> 60 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Norte<br />

235


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 237<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Equipas <strong>de</strong> Alfabetização<br />

Os professores quando se aposentam, uns <strong>de</strong>ci<strong>de</strong>m <strong>de</strong>dicar-se à família<br />

ou a outros afazeres. No entanto outros pensam que ainda po<strong>de</strong>m dar<br />

algo à comunida<strong>de</strong>.<br />

Tendo em conta este último grupo <strong>de</strong> professores seria muito<br />

interessante e útil ao país haver uma resposta para estes professores.<br />

Por outro lado e ainda mais importante, existe uma franja da<br />

população, que não sabe ler nem escrever ou preten<strong>de</strong> melhorar um<br />

pouco os seus conhecimentos, mas que não precisa <strong>de</strong> obter<br />

certificação para entrar no mercado <strong>de</strong> trabalho. Só querem apren<strong>de</strong>r a<br />

ler uma carta, a ler as legendas dos filmes, a assinar a sua reforma, os<br />

seus documentos e não o po<strong>de</strong>m fazer.<br />

Assim <strong>de</strong>ste modo seriam criadas equipas concelhias <strong>de</strong> professores<br />

que preten<strong>de</strong>ssem ministrar essas aulas <strong>de</strong> alfabetização nas freguesias<br />

e lugares, ajudando a aumentar os seus conhecimentos.<br />

Proponho ainda que o projeto piloto fosse implementado pela<br />

Comunida<strong>de</strong> Intermunicipal do Médio Tejo e avaliado para<br />

alargamento ao país.<br />

O projeto <strong>de</strong>verá inciar a 01/01/2018 e terminar a 31/12/2018 e terá<br />

duas fases, correspon<strong>de</strong>ntes aos dois semestres <strong>de</strong> 2018:<br />

1ª - constituição e dinamização, por parte <strong>de</strong> dois<br />

téncicos/formadores/professores, <strong>de</strong> uma equipa <strong>de</strong> professores<br />

aposentados que, em regime <strong>de</strong> voluntariado, ministrem ações <strong>de</strong><br />

alfabetização nas juntas <strong>de</strong> freguesia da Comunida<strong>de</strong> Intermunicipal do<br />

Médio Tejo.<br />

2ª - i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> um município por região (Nut II) e<br />

implementação das mesmas ações <strong>de</strong> alfabetização nestes territórios.<br />

Custo estimado: 60 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

236


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

237


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 136<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Educação sobre rodas<br />

Formação itinerante para combater o analfabetismo existente na<br />

população mais idosa e carenciada a nível económico. Possibilitar os<br />

encontros intergeracionais responsabilizando os jovens para este<br />

projeto envolvendo-os no processo <strong>de</strong> educação/formação da população<br />

sénior. Para além <strong>de</strong> permitir aos mais idosos a aprendizagem da escrita<br />

e da leitura, ajuda a incluir o contacto com as novas tecnologias e dotálos<br />

<strong>de</strong> literacia digital contribuindo assim para uma melhoria do seu<br />

processo <strong>de</strong> inclusão social. Seria constituído um grupo <strong>de</strong> jovens com<br />

formação em diversas áreas (estudantes do Ensino Secundário e<br />

Universitário) que gostassem <strong>de</strong> se envolver ativamente neste projeto,<br />

que tivessem disponibilida<strong>de</strong> para um regime <strong>de</strong> itinerância (carrinha<br />

móvel), com equipamentos pedagógicos, informáticos, e conseguisse<br />

proporcionar a formação/educação/alfabetização aos mais idosos<br />

(população sénior). O grupo seria dinamizado e coor<strong>de</strong>nado por dois<br />

técnicos: um professor ou formador e um técnico <strong>de</strong> orientação ou<br />

psicólogo. O encontro intergeracional potenciado por este projeto,<br />

prima pela consciencialização dos jovens para a responsabilida<strong>de</strong> social<br />

e aproximação <strong>de</strong> gerações.<br />

O Projeto <strong>de</strong>correria entre 01/01/2018 e 21/12/2018 e teria um custo<br />

estimado <strong>de</strong> 80 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Centro, Norte<br />

238


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 630<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

CÁWORK<br />

Um vale <strong>de</strong> utilização <strong>de</strong> espaço <strong>de</strong> Coworking, durante um mês, para<br />

<strong>de</strong>sempregados sub-35. O vale chama-se CÁWORK e permite um<br />

mês <strong>de</strong> apoio informal na procura e /ou i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> novas<br />

oportunida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> trabalho; a criação <strong>de</strong> uma re<strong>de</strong> imediata <strong>de</strong><br />

contactos profissionais; o apoio e mentoria directa (opcional) por parte<br />

dos mentores/fundadores dos espaços <strong>de</strong> Coworking.<br />

Distribuem-se vales até ao limite <strong>de</strong> 100.000€. Duração do projeto:<br />

12 meses.<br />

Valor: 100.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Alentejo<br />

239


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 711<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

MAPCAMP<br />

" Tomando como base o mo<strong>de</strong>lo "Edcamp [https://www.edcamp.org/]"<br />

adapta-lo <strong>de</strong> forma a <strong>de</strong>senvolver formação para adultos a toda a<br />

comunida<strong>de</strong> educativa e promover a participação parental.<br />

De baixo custo e respon<strong>de</strong>ndo às necessida<strong>de</strong>s <strong>de</strong>finidas entre a<br />

Direção Geral <strong>de</strong> Educação e a CONFAP ( principais parceiros para o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong>sta proposta ) é facilmente replicável por todas as<br />

regiões do país.<br />

Promover o <strong>de</strong>senvolvimento da participação parental <strong>de</strong> uma forma<br />

orientada pelos participantes, para os participantes e em conjunto com<br />

toda a comunida<strong>de</strong> educativa através <strong>de</strong> um mo<strong>de</strong>lo económico capaz<br />

<strong>de</strong> ser replicável o MAPcamp é uma "unconference<br />

[https://en.wikipedia.org/wiki/Unconference]".<br />

Partindo <strong>de</strong> um tema genérico, sem palestrantes ou temas específicos<br />

pré <strong>de</strong>finidos, estas “unconference´s” incentivam os participantes a<br />

encontrar ou conduzir conversas que aten<strong>de</strong>m às suas necessida<strong>de</strong>s e<br />

interesses em que as sessões / intervenções não são planeadas até o dia<br />

do evento e só nessa altura po<strong>de</strong>m se voluntariar para facilitar uma<br />

conversa sobre um tópico à sua escolha ou pura e simplesmente<br />

participar <strong>de</strong> uma sessão “open space<br />

[https://en.wikipedia.org/wiki/Open_Space_Technology]”. "<br />

Montante: 60.000€<br />

Prazo: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

240


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 513<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Aproximar e Integrar: Elos <strong>de</strong> União<br />

Promover acções <strong>de</strong> formação para mediadores <strong>de</strong> etnia cigana para<br />

que facilitem a integração <strong>de</strong>sta comunida<strong>de</strong> <strong>de</strong> forma <strong>de</strong>smitificar<br />

estereótipos e clarificar caminhos <strong>de</strong> integração.<br />

O papel dos futuros mediadores, além <strong>de</strong> outras funções po<strong>de</strong>rá passar<br />

pela promoção <strong>de</strong> encontros entre as diferentes comunida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> etnia<br />

cigana divulgando casos <strong>de</strong> sucesso <strong>de</strong> integração.<br />

Publico-alvo: adultos <strong>de</strong> etnia cigana<br />

Prazo: 12 meses<br />

Data <strong>de</strong> início: Março <strong>de</strong> 2018<br />

Montante: 50.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

241


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 673<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Co<strong>de</strong>biosis<br />

Propomos uma escola <strong>de</strong> programação que venha colmatar as<br />

necessida<strong>de</strong>s do mercado na área tecnológica e a diminuição do número<br />

<strong>de</strong> <strong>de</strong>sempregados em Portugal.<br />

Se por um lado, até 2020, faltarão 15 mil programadores informáticos<br />

em Portugal, por outro, continuamos com uma taxa <strong>de</strong> <strong>de</strong>semprego<br />

elevada. Esta iniciativa tem como objetivo, formar full stack web<br />

<strong>de</strong>velopers, através da conversão e requalificação <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempregados<br />

que não encontram emprego nas suas áreas.<br />

Prazo <strong>de</strong> 12 meses<br />

Orçamento: 200.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

242


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 63<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Reconversão <strong>de</strong> Desempregados - Cuidadores. "Cuidar uma Velha<br />

Prática em Adultos"-Como o Reinventar?<br />

Trabalhar com a população inscrita nos centros <strong>de</strong> emprego (Aveiro e<br />

O<strong>de</strong>mira) na área <strong>de</strong> valorização das pessoas e suas competências e<br />

valores, não tento profissionais mas mais pessoais. Po<strong>de</strong>riam ser<br />

fundamentais em áreas que estão muito <strong>de</strong>ficitárias e ajudam a<br />

problemáticas cada vez mais emergentes - isolamento social, famílias<br />

<strong>de</strong> acolhimento, doenças mentais, <strong>de</strong>mências. Seria feito um trabalho<br />

com os centros <strong>de</strong> emprego da região <strong>de</strong> Aveiro e da região <strong>de</strong><br />

O<strong>de</strong>mira, no sentido <strong>de</strong> se avaliarem/diagnosticarem as<br />

competências/interesses/valores/motivações das pessoas inscritas e<br />

articularem-se com as necessida<strong>de</strong>s sociais <strong>de</strong>ssa a zona.<br />

Ministrar formação profissional a adultos <strong>de</strong>sempregados, com<br />

competências enquanto prestadores <strong>de</strong> cuidados, para que possam, na<br />

sua comunida<strong>de</strong>, na sua família, prestar cuidados a doentes, a cidadãos<br />

excluídos ou risco <strong>de</strong> exclusão social.<br />

O projeto <strong>de</strong>verá ser implementado entre 01/01/2018 e 31/12/2018.<br />

No primeiro trimestre <strong>de</strong>verão ser i<strong>de</strong>ntificados os <strong>de</strong>stinatários das<br />

ações <strong>de</strong> formação nos dois municípios em causa e estas mesmas ações<br />

<strong>de</strong>verão ser criadas <strong>de</strong> acordo com as necessida<strong>de</strong>s i<strong>de</strong>ntificadas no<br />

município, <strong>de</strong> uma forma geral, bem como nos próprios candidatos à<br />

formação. As acções erão <strong>de</strong>pois implementadas nos trimestres<br />

seguintes.<br />

Custo estimado: 160 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Centro, Alentejo<br />

243


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 674<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Comunicar sem barreiras<br />

Sugiro que seja criado um programa <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> adultos, gratuito,<br />

<strong>de</strong>stinado em especial a pessoas ligadas ao turismo, que permita<br />

ensinar linguagem gestual para fins <strong>de</strong> atendimento.<br />

Assim os cursos seriam <strong>de</strong> língua gestual portuguesa e ajudariam a<br />

eliminar barreiras e a implementar novas dinâmicas no setor do<br />

turismo.<br />

Prazo 12 meses<br />

Montante: 90.000€<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

244


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 712<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

O Tutor como facilitador <strong>de</strong> inclusão da pessoa com Autismo<br />

O mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> integração/inclusão das crianças com autismo podia<br />

melhorar significativamente com a introdução <strong>de</strong> um tutor que as<br />

acompanhasse, abrindo possibilida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> emprego futuro nas áreas do<br />

ensino especial. A i<strong>de</strong>ia é formar adultos que fiquem habilitados a lidar<br />

com crianças com autismo.<br />

Montante: 50.000€<br />

Prazo <strong>de</strong> implementação: 18 meses<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte,<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

245


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 60<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Centro <strong>de</strong> Estudos <strong>de</strong> Desenvolvimento do Interior<br />

O interior <strong>de</strong>sertificado, em <strong>de</strong>clínio <strong>de</strong>mográfico, económico, etc.<br />

precisa <strong>de</strong> ser contrariado.<br />

Mas, por esse país fora e no estrangeiro, há boas i<strong>de</strong>ias - i<strong>de</strong>ias que<br />

resultam, que produzem resultados - logo não é necessário inventar a<br />

pólvora. O CEDI terá como função recolher essas boas i<strong>de</strong>ias, divulgálas<br />

e formar pessoas no território <strong>de</strong> forma a disseminar informação e<br />

mobilizar vonta<strong>de</strong>s. Po<strong>de</strong> inclusivamente <strong>de</strong>senvolver sessões <strong>de</strong><br />

"criação <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias" para territórios interessados.<br />

Também no ensino superior há centros <strong>de</strong> estudos com saber /<br />

investigação com incidência neste campo.<br />

Não há dúvida <strong>de</strong> que há aqui um imenso o campo <strong>de</strong> trabalho. E<br />

campo bem lavrado dá fruto.<br />

Propõe-se que numa primeira fase o CEDI recolha propostas que<br />

possam <strong>de</strong>senvolver as regiões <strong>de</strong> forma a, numa segunda fase, ser dada<br />

formação no âmbito das mesmas a profissionais que promovam a sua<br />

implementação e consequente <strong>de</strong>senvolvimento do território.<br />

Projeto a implementar em duas fases, correspon<strong>de</strong>ntes ao primeiro e<br />

segundo trimestres <strong>de</strong> 2018, respetivamente. Na primeira fase uma<br />

equipa <strong>de</strong> 5 pessoas (1 por cada região i<strong>de</strong>ntificada) organizará sessões<br />

<strong>de</strong> discussão e recolha <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ias junto das populações e atores<br />

relevantes e sistematizará os resultados. A segunda fase consistirá em<br />

organizar ações <strong>de</strong> formação em todas as regiões.<br />

Custo estimado: 70 mil euros<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

246


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 61<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

De Minha Casa para a Escola <strong>de</strong> Bicicleta<br />

Num país que preten<strong>de</strong> implementar a bicicleta, é na escola e nos<br />

processos educativos dos primeiros ciclos que também se começa. Este<br />

projeto passaria por selecionar um concelho por região (NUT II) e<br />

envolver respetivas escolas dos 2º e 3º ciclos, os seus professores e<br />

alunos na i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> quais os trajetos prioritários entre casa e<br />

escola, que se incluam em distâncias inferiores a 5km. O projeto<br />

<strong>de</strong>veria incluir, numa primeira parte , i<strong>de</strong>ntificar forças, fraquezas,<br />

locais <strong>de</strong> oportunida<strong>de</strong>s e ameaças (conjunturais e nacionais).<br />

Relativamente à implementação <strong>de</strong>stes trajetos, não será necessário<br />

infraestruturas e a i<strong>de</strong>ia seria que, <strong>de</strong>pois <strong>de</strong> i<strong>de</strong>ntificados os trajetos<br />

prioritários "Casa-Escola", estes <strong>de</strong>veriam ser assinalados com<br />

elementos amovíveis, tendo um período <strong>de</strong> experimentação com o<br />

apoio da "Escola Segura". No final, os resultados permitiriam apoiar a<br />

<strong>de</strong>cisão pública na eventual realização <strong>de</strong> obras mais <strong>de</strong>finitivas, a<br />

realizar numa segunda fase em conjunto com ações <strong>de</strong> formação a<br />

Associações <strong>de</strong> Pais, IPSS e cidadãos em geral.<br />

O projeto <strong>de</strong>verá <strong>de</strong>correr entre 01/01/2018 e 31/12/2018, procurando<br />

que cada uma das fases corresponda a um semestre. Terá um custo<br />

estimado <strong>de</strong> 80 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos<br />

Nacional<br />

Alentejo, Algarve, Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa, Centro, Norte<br />

247


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NACIONAL<br />

Justiça<br />

248


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO<br />

TÍTULO<br />

435 Justiça Restaurativa para todos<br />

249


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 435<br />

TÍTULO<br />

DESCRIÇÃO<br />

Justiça Restaurativa para todos<br />

Gostaríamos que o conceito <strong>de</strong> justiça restaurativa chegasse aos bairros<br />

sociais, às escolas e aos centros <strong>de</strong> apoio familiar e às bolsas <strong>de</strong><br />

voluntariado.<br />

O que é justiça restaurativa? É um conceito com longa tradição que junta<br />

vítimas e ofensores, restaurando a relação entre eles e a comunida<strong>de</strong>. Os<br />

resultados são a reparação do erro/crime, o pedido <strong>de</strong> <strong>de</strong>sculpas, a<br />

verda<strong>de</strong>, a reconciliação com o passado e o compromisso com o futuro.<br />

Como? Formando Facilitadores em Paineis <strong>de</strong> Impacto <strong>de</strong> JR que <strong>de</strong>pois<br />

disseminavam o conceito junto <strong>de</strong>stas organizações (CAFAPS,<br />

ESCOLAS, Paróquias, Juntas <strong>de</strong> Freguesia e socieda<strong>de</strong> civil. Projeto com<br />

a duração <strong>de</strong> 12 meses e investimento associado <strong>de</strong> 75 mil euros.<br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Justiça<br />

Nacional<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira, Região Autónoma dos Açores<br />

250


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

REGIONAL<br />

Administração Interna<br />

251


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

546 Implementação <strong>de</strong> um programa vise a promoção da cidadania e prevenção <strong>de</strong><br />

indisciplina e violência<br />

698 Prevenir para o sucesso<br />

648 Criação <strong>de</strong> um sistema <strong>de</strong> contactos para idosos às forças <strong>de</strong> seguranças<br />

667 Reinserção <strong>de</strong> Jovens com Comportamentos <strong>de</strong> Riscos na Comunida<strong>de</strong><br />

533 Road APP<br />

536 Educação para o risco<br />

252


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 546<br />

TÍTULO<br />

Implementação <strong>de</strong> um programa vise a promoção da cidadania e<br />

prevenção <strong>de</strong> indisciplina e violência<br />

DESCRIÇÃO Implementação <strong>de</strong> um programa psico-educacional, que vise a<br />

promoção da cidadania e a prevenção <strong>de</strong> situações <strong>de</strong> indisciplina<br />

e violência.<br />

Preten<strong>de</strong>-se o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> competências emocionais e<br />

relacionais, junto <strong>de</strong> crianças com ida<strong>de</strong>s compreendidas entre os<br />

6 e os 10 anos.<br />

Este programa seria constituído por um conjunto <strong>de</strong> sessões<br />

estruturadas em função dos objectivos e das faixas etárias que<br />

po<strong>de</strong>riam ser promovidos no contexto escolar e/ou por entida<strong>de</strong>s<br />

ligadas à área da violência.<br />

Projeto com a duração <strong>de</strong> 12 meses e investimento associado <strong>de</strong><br />

50 mil euros<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma dos Açores<br />

GEOGRÁFICAS<br />

253


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 698<br />

TÍTULO<br />

Prevenir para o sucesso<br />

DESCRIÇÃO Esta proposta surge da vonta<strong>de</strong> <strong>de</strong> acreditar que é possível<br />

escolher um caminho diferente, sendo necessário para isso ter as<br />

ferramentas internas e externas para a concretização do mesmo.<br />

O Projeto <strong>de</strong>stina-se a Jovens com ida<strong>de</strong>s compreendidas entre<br />

os 16 e os 22 anos <strong>de</strong> ida<strong>de</strong> em situações <strong>de</strong> risco e / ou <strong>de</strong> pre<strong>de</strong>linquência.<br />

Preten<strong>de</strong>mos trabalhar a prevenção como forma <strong>de</strong> alcançar o<br />

sucesso pessoal e profissional, intervindo em três vertentes<br />

específicas:<br />

- Formação prática/tecnológica<br />

- Hábitos <strong>de</strong> vida saudáveis (prática <strong>de</strong>sportiva)<br />

- Desenvolvimento pessoal e autoconhecimento<br />

Montante: 50.000€<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

GEOGRÁFICAS<br />

254


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 648<br />

TÍTULO<br />

CRIAÇÃO DE UM SISTEMA CONTACTOS PARA IDOSOS<br />

ÀS FORÇAS DE SEGURANÇA<br />

DESCRIÇÃO Criação <strong>de</strong> sistema <strong>de</strong> referenciação dos idosos junto das forças<br />

<strong>de</strong> segurança, em modo <strong>de</strong> projeto piloto, com o objetivo garantir<br />

a segurança <strong>de</strong> todos os utilizadores na via pública, e promover o<br />

reencontro célere com o familiar/cuidador ou conhecido<br />

previamente indicado. Projeto com a duração <strong>de</strong> 18 meses e<br />

investimento associado <strong>de</strong> 150 mil euros.<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

GEOGRÁFICAS<br />

255


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 667<br />

TÍTULO<br />

Reinserção <strong>de</strong> Jovens com Comportamentos <strong>de</strong> Riscos na<br />

Comunida<strong>de</strong><br />

DESCRIÇÃO A proposta vai no sentido <strong>de</strong> integrar ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> natureza,<br />

construção <strong>de</strong> infraestrutura nas interrupções letivas dos alunos,<br />

para práticas <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> natureza, promovendo outras<br />

competências, bem como a socialização.<br />

Deste modo, permitiria com que os alunos contribuíssem na<br />

construção/manutenção nomeadamente, <strong>de</strong> percursos pe<strong>de</strong>stres,<br />

<strong>de</strong> percursos direcionados para a prática <strong>de</strong> BTT, circuitos <strong>de</strong> trail<br />

running.<br />

Estas ativida<strong>de</strong>s bastante apelativas para os jovens, teriam um<br />

significado muito importante, no sentido <strong>de</strong> aumentar a autoestima,<br />

fazendo com que sentissem o orgulho <strong>de</strong> terem<br />

contribuído na construção <strong>de</strong> algo que eles mesmos <strong>de</strong>pois vão<br />

po<strong>de</strong>r usufruir. Projeto com a duração <strong>de</strong> 12 meses e<br />

investimento <strong>de</strong> 50 mil euros<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

GEOGRÁFICAS<br />

256


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 533<br />

TÍTULO<br />

Road APP<br />

DESCRIÇÃO Aplicação informática <strong>de</strong> atualização contínua do código da<br />

estrada e outras legislações <strong>de</strong> estrada <strong>de</strong> caráter utilitário para<br />

informação constante dos condutores. Projeto com período <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> 6 meses e investimento associado <strong>de</strong> 50 mil<br />

euros<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

GEOGRÁFICAS<br />

257


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 536<br />

TÍTULO<br />

EDUCAÇÃO PARA O RISCO<br />

DESCRIÇÃO Com esta proposta preten<strong>de</strong>-se promover práticas educativas que<br />

visam no espectro mais amplo da educação para a cidadania, a<br />

adoção <strong>de</strong> comportamentos <strong>de</strong> segurança <strong>de</strong> prevenção e gestão<br />

a<strong>de</strong>quada do risco por parte dos agentes <strong>de</strong> proteção<br />

civil.(PSP,GNR,SANAS,POLÍCIA MARÍTIMA...)<br />

Objectivos:<br />

- Promover a mudança <strong>de</strong> atitu<strong>de</strong>s face a comportamentos <strong>de</strong><br />

risco em situação <strong>de</strong> emergência.<br />

- Conhecer a avaliar o risco nas diferentes escolas geográficas.<br />

- Desenvolver comportamentos <strong>de</strong> prevenção a<strong>de</strong>quadas aos<br />

tipos <strong>de</strong> risco i<strong>de</strong>ntificados ( riscos naturais, tecnológicos e<br />

mistos).<br />

- Adotar medidas <strong>de</strong> auto protecção a<strong>de</strong>quadas a cada uma das<br />

situações <strong>de</strong> emergência.<br />

- I<strong>de</strong>ntificar as áreas seguras e pontos negros.<br />

Projeto com a duração <strong>de</strong> 12 meses e com investimento associado<br />

<strong>de</strong> 40 mil euros<br />

ÁREA<br />

Administração Interna<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Região Autónoma da Ma<strong>de</strong>ira<br />

GEOGRÁFICAS<br />

258


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

REGIONAL<br />

Agricultura<br />

259


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

538 Wagerberry<br />

535 Melhor cultivar para melhor comer<br />

631 Compostagem: apren<strong>de</strong>r com a natureza<br />

333 Smart Rural<br />

634 Pulmão do Algarve<br />

299 "O figo" centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento, recuperação e promoção das frutas<br />

tradicionais do Algarve<br />

531 Reabilitação <strong>de</strong> cozinhas locais para fornecimento <strong>de</strong> refeições para o<br />

ensino da re<strong>de</strong> pública<br />

399 Agricultura @ Lisboa e restante área metropolitana<br />

530 Economia da floresta<br />

636 Fomentar a Agricultura Biológica com base <strong>de</strong> produção das áreas afetas<br />

ao Parque Nacional Peneda-Gerês<br />

324 Centro <strong>de</strong> Pesquisa e Preservação <strong>de</strong> Espécies Tradicionais<br />

532 Floresta autóctone - erradicação <strong>de</strong> espécies invasoras<br />

622 Estudo das varieda<strong>de</strong>s das espécies agrícolas que possam ser produtivas<br />

tendo em conta as alterações climáticas<br />

625 Oficina <strong>de</strong> horticultura itinerante para pessoas com <strong>de</strong>ficiência<br />

624 Horta comunitária<br />

351 Medida <strong>de</strong> Prevenção face aos Riscos Adjacentes da Prática <strong>de</strong> Agricultura<br />

350 Distribuição <strong>de</strong> Produção Beirã<br />

348 Formação agrícola<br />

347 Projeto piloto <strong>de</strong> compostagem municipal<br />

401 Centro Interpretativo Vitivinícola<br />

623 Montanha Móvel - Parque Nacional da Peneda Gerês<br />

341 Hortas populares<br />

345 Agricultura local - sustentabilida<strong>de</strong> global<br />

344 Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> cooperação agrícola<br />

343 Centro experimental <strong>de</strong> prunói<strong>de</strong>as<br />

328 Divulgação/Promoção da Riqueza e Diversida<strong>de</strong> Paisagística da Gardunha<br />

400 Alenquer BIO<br />

402 Cooperação e Turismo <strong>de</strong> Negócios Vitivinícolos<br />

403 Implementação <strong>de</strong> Pequenos Circuitos <strong>de</strong> Comercialização para os<br />

Produtos <strong>de</strong> Pequenos Produtores<br />

346 Hortas urbanas para a cidadania e sustentabilida<strong>de</strong><br />

292 A agricultura biológica vai à escola<br />

287 Rentabilização das condições edafo-climáticas da região-criação <strong>de</strong><br />

riqueza/trabalho/<strong>de</strong>senvolvimento<br />

260


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

293 Museu <strong>de</strong> doces regionais locais<br />

120 Portal das práticas agricolas tradicionais ( Ancestrais)<br />

239 Estudo das Caraterísticas do Medronho para a Criação <strong>de</strong> uma Zona <strong>de</strong><br />

Mercado<br />

689 Transformação <strong>de</strong> varieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong> maçãs tradicionais<br />

289 Ensinamento das Hortas Tradicionais<br />

273 Recuperação <strong>de</strong> Áreas Degradadas da Serra da Estrela<br />

492 Contar com a Natureza<br />

404 Produtos biológicos <strong>de</strong> produção local para servir as refeições em todos os<br />

refeitórios.<br />

96 Horta Comunitária<br />

122 Pela manutenção da “Estrada das árvores fechadas”<br />

294 Pastores contra os incêndios, <strong>de</strong>semprego e <strong>de</strong>sertificação<br />

247 Reavivar a feira da Olivicultura<br />

243 Combate ao Declíneo do Montado <strong>de</strong> Sobro<br />

685 Potencialida<strong>de</strong>s da agricultura na região do Alto Tâmega<br />

684 Proteção, Divulgação e Desenvolvimento do Parque Nacional Peneda-<br />

Gerês<br />

308 Hortas "hurbanas"<br />

304 “O Queijo, a Serra e as Gentes<br />

246 Aproveitamento dos Produtos Hortícolas existentes em Hortas Familiares<br />

e Comunitárias<br />

686 Mercado solidário <strong>de</strong> alimentos<br />

520 Limpeza e Recuperação <strong>de</strong> Áreas Arborizadas com Aproveitamento <strong>de</strong><br />

Resíduos Florestais<br />

651 A vinha do Algarve <strong>de</strong>nominada <strong>de</strong> origem protegida<br />

274 Rentabilização das condições edafo-climáticas da região-criação <strong>de</strong><br />

riqueza/trabalho/<strong>de</strong>senvolvimento<br />

302 Criação <strong>de</strong> um arquivo (livro/catálogo) das espécies da flora e fauna da<br />

Região do Algarve<br />

275 Criação <strong>de</strong> um stand promocional (automóvel/itinerante) <strong>de</strong> divulgação da<br />

ameixa <strong>de</strong> Elvas<br />

278 Produtos biológicos do Parque Natural do Vale do Guadiana - diretamente<br />

ao consumidor<br />

279 Apoio a Imigrantes e sua Integração na Comunida<strong>de</strong><br />

280 Valorização do conhecimento tradicional sobre plantas aromáticas e<br />

medicinais no Alentejo<br />

318 Provar a Região<br />

261


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO TÍTULO<br />

683 Promoção e Valorização dos produtos endógenos produzidos na área do<br />

Parque Nacional Peneda-Gerês<br />

281 Unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Recolha e Tratamento <strong>de</strong> Biomassa<br />

132 Feira <strong>de</strong> Produtos Endógenos<br />

131 Alentejo Bio - Soberania Alimentar produção local sustentável no alentejo<br />

129 Serviço <strong>de</strong> extensão rural<br />

262


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 538<br />

TÍTULO<br />

Wagerberry<br />

DESCRIÇÃO Esta proposta po<strong>de</strong> ter valências em outras áreas, nomeadamente<br />

na Educação e Formação <strong>de</strong> Adultos. Preten<strong>de</strong>mos<br />

complementar o nosso projeto <strong>de</strong> forma a <strong>de</strong>monstrar os aspetos<br />

positivos que po<strong>de</strong> ter em outras áreas.<br />

VISÃO GERAL<br />

Com a existência e coexistência <strong>de</strong> vários fatores como: o<br />

<strong>de</strong>semprego, os subsídios à agricultura, às terras <strong>de</strong> cultivo<br />

abandonadas, como também ao aparecimento <strong>de</strong> várias<br />

empresas/associações <strong>de</strong> apoio a candidaturas no âmbito do<br />

PRODER e PDR 2020, e ao gran<strong>de</strong> volume <strong>de</strong> exportações<br />

nomeadamente no que se refere à fruta, o número <strong>de</strong> ha<br />

cultivados, proliferou exponencialmente o reaproveitamento das<br />

terras antes abandonadas ou reinventadas como eucaliptais.<br />

Sendo assim, em poucos anos a área <strong>de</strong> cultivo, nomeadamente<br />

em pequenos frutos projetou-se para valores muito significativos<br />

no volume <strong>de</strong> exportações. Mais área plantada, mais fruta<br />

comercializada, mais volume <strong>de</strong> negócios, mais mão <strong>de</strong> obra<br />

necessária. É neste último item que queremos refletir a nossa<br />

i<strong>de</strong>ia.<br />

Sendo a nossa região (Sever do Vouga - Capital do Mirtilo) um<br />

local privilegiado no que concerne aos pequenos frutos, pois além<br />

<strong>de</strong> existirem produções com mais <strong>de</strong> 25 anos, existem também<br />

empresas <strong>de</strong> apoio aos jovens agricultores, instituições <strong>de</strong><br />

escoamento do fruto, e iniciativas como a bolsa <strong>de</strong> terras que<br />

assenta em ce<strong>de</strong>r “terras sem gente, a gente sem terra”.<br />

Temos vindo a crescer (hectares) em cerca <strong>de</strong> 200% ao ano.<br />

Existe uma emergente ligação dos jovens ao campo, à agricultura<br />

e isso tem-se repercutido em cada vez mais área plantada.<br />

Sabemos que todos os jovens agricultores têm formação na<br />

agricultura, específica para a produção em questão, mas temos a<br />

noção também, que todos estas novas plantações têm dimensões<br />

acima dos 10.000m2 o que a partida não po<strong>de</strong>rão ser<br />

preparadas, especialmente em alturas como a poda e a colheita,<br />

só por um, dois ou três interveniente, sendo que o que se vê<br />

atualmente é a mão <strong>de</strong> obra familiar a colmatar a necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

mais pessoas nestas alturas <strong>de</strong> mais exigência humana nas<br />

plantações.<br />

O que o passado nos ensina é que as plantações existentes, são<br />

pequenas plantações (entre 500 a 1000 árvores) que agora, já<br />

263


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

com alguns anos, produzem toneladas <strong>de</strong> fruta, o que requer um<br />

número maior <strong>de</strong> pessoas para a colheita, sendo que os meios<br />

humanos familiares tornam-se insuficientes, resultando em<br />

quilos e quilos <strong>de</strong> fruta estragada, <strong>de</strong>ixada na árvore <strong>de</strong>vido à falta<br />

<strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra.<br />

Outra questão são as exigências cada vez maiores na receção da<br />

fruta nos mercados externos. Uma má apanha ou um mau<br />

embalamento po<strong>de</strong>m ser o caminho para a rejeição do fruto no<br />

país <strong>de</strong> receção.<br />

Objetivos:<br />

Criar um grupo (ou mais do que um) <strong>de</strong> trabalho para apoiar<br />

todos os produtores <strong>de</strong> pequenos frutos;<br />

Formar o grupo com uma abrangência <strong>de</strong> competências, para<br />

todos os trabalhos relacionados com a produção <strong>de</strong> pequenos<br />

frutos nas várias tarefas anuais que um pomar exige ( poda,<br />

colheita, manutenção, etc.);<br />

Calendarizar tarefas e locais <strong>de</strong>ntro das necessida<strong>de</strong>s que se vão<br />

i<strong>de</strong>ntificando;<br />

Criar rotinas <strong>de</strong> prevenção para proteção das culturas <strong>de</strong>vido a<br />

doenças e pragas emergentes <strong>de</strong>vido ao aumento <strong>de</strong> culturas do<br />

mesmo fruto;<br />

Levantamento <strong>de</strong> áreas e frutas existentes na região a trabalhar;<br />

Realizar um estudo contínuo dos comportamentos, resultados e<br />

retirar conclusões das várias plantações observadas e<br />

intervencionadas para chegar ao mais proximo do pomar i<strong>de</strong>al.<br />

Especificações:<br />

Apoio:<br />

Autarquias, empresas, cooperativas, associações, etc;<br />

Equipamentos;<br />

Ferramentas;<br />

Transporte;<br />

Formação;<br />

Instalações;<br />

Etc.<br />

Formação:<br />

Dirigida pela AGIM, BDP-Bagas <strong>de</strong> Portugal, CRL, Mirtilusa,<br />

etc.<br />

Iniciação à agricultura;<br />

Agricultura biológica, convencional, etc;<br />

Certificação GlobalGAP;<br />

Fitofarmacos;<br />

264


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

Poda;<br />

Infestantes;<br />

Polinização;<br />

Rega;<br />

Colheita;<br />

etc.<br />

Acompanhamento e Gestão:<br />

Dirigido pela cooperativa BDP-Bagas <strong>de</strong> Portugal, CRL;<br />

Calendarização e organização <strong>de</strong> efectivos;<br />

Acompanhamento <strong>de</strong> trabalhos;<br />

Logística e coor<strong>de</strong>nação <strong>de</strong> equipas, equipamentos e pomares;<br />

Planificação e apresentação <strong>de</strong> resultados;<br />

Especificações <strong>de</strong> embalamento, apanha <strong>de</strong> fruto, etc;<br />

Metas:<br />

Apoiar todos os produtores a cumprir os suas metas;<br />

Diagnosticar e intervir antecipadamente no pomar para prevenir<br />

problemas com a produção;<br />

Não <strong>de</strong>ixar nenhum campo ao abandono;<br />

Aumentar a rentabilida<strong>de</strong> dos pomares;<br />

Aumentar o calibre, produção, levando a um escoamento <strong>de</strong><br />

maior quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> fruta nas condições (excelentes) exigidas<br />

pelos mercados externos;<br />

Distinguir a marca PORTUGAL como uma marca <strong>de</strong> eleição<br />

também no âmbito dos pequenos frutos.<br />

No âmbito do orçamento participativo <strong>de</strong> Portugal o contributo<br />

para os objectivos referidos focalizar-se-à na formação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong><br />

obra para a realização <strong>de</strong> trabalhos <strong>de</strong> colheita, embalagem e<br />

preparação para o mercado da fruta, podas, rega, fertilização,<br />

controlo sanitário e instalação <strong>de</strong> pomares, bem como no<br />

acompanhamento técnico dos produtores e do grupo (s) <strong>de</strong><br />

trabalhadores. A formação terá uma componente básica teóricapratica,<br />

essencialmente em sala e uma componente prática em<br />

campos disponibilizados para o efeito. O acompanhamento<br />

técnico será realizado por visitas aos produtores a<strong>de</strong>rentes e por<br />

supervisão operativa do grupo (s) <strong>de</strong> trabalhadores em serviço.<br />

Estima-se que os custos acendam a 30000,00€ nas acções <strong>de</strong><br />

formação, a 40000,00€ no acompanhamento técnico e a<br />

5000,00€ na gestão e funcionamento da iniciativa. Estimandose<br />

assim o custo total em 75 000,00€.<br />

Agricultura<br />

Regional<br />

265


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Centro<br />

266


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 535<br />

TÍTULO<br />

Melhor cultivar para melhor comer<br />

DESCRIÇÃO Formação <strong>de</strong> proximida<strong>de</strong> na área da permacultura com o<br />

objetivo <strong>de</strong> alterar os pressupostos da agricultura tradicional.<br />

Sensibilizar para a permacultura e melhorar a economia <strong>de</strong><br />

subsistência. Proteger o ambiente e levar à troca <strong>de</strong> alimentos<br />

locais promovendo práticas culturais complementares.<br />

Desenvolver uma agricultura em re<strong>de</strong> promovendo as economias<br />

locais, promover a taxa fib (felicida<strong>de</strong> interna bruta). Isto seria<br />

um caminho para a inclusão social.<br />

Preten<strong>de</strong>-se adquirir capacida<strong>de</strong> técnica com a prestação <strong>de</strong><br />

serviços <strong>de</strong> um técnico habilitado no modo <strong>de</strong> produção da<br />

permacultura, que será acompanhado por um técnico da região<br />

em formação nesta área e realizar activida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> experimentação,<br />

divulgação e formação em permacultura. É uma iniciativa que<br />

preten<strong>de</strong> constituir-se como primeira divulgação e avaliação <strong>de</strong><br />

possibilida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> adopção <strong>de</strong>ste modo <strong>de</strong> produção a nível<br />

regional. Os custos <strong>de</strong> apoio técnico durante dois anos estimamse<br />

em 30000,00€, para as acções <strong>de</strong> experimentação <strong>de</strong><br />

culturas temporárias <strong>de</strong> regadio em permacultura estima-se um<br />

custo <strong>de</strong> 12000,00€, para ações <strong>de</strong> formação e informação<br />

15000,00€ e para a gestão e funcionamento da iniciativa<br />

3000,00€. O custo total será assim <strong>de</strong> 60000,00€.<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Centro<br />

GEOGRÁFICAS<br />

267


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 631<br />

TÍTULO<br />

CompostAgem: apren<strong>de</strong>r com a natureza<br />

DESCRIÇÃO A compostagem é um processo bioloǵico através do qual a<br />

mateŕia orgânica (legumes, folhas, cascas <strong>de</strong> frutas e outros) é<br />

transformada e <strong>de</strong>composta num fertilizante natural que se<br />

chama composto. Esta prática da compostagem é a base <strong>de</strong>ste<br />

projeto e o gran<strong>de</strong> objetivo <strong>de</strong>sta iniciativa é a recolha e a<br />

<strong>de</strong>composição controlada <strong>de</strong> resíduos bio<strong>de</strong>gradáveis, produzidos<br />

nos contextos doméstico e escolar, para o enriquecimento e a<br />

fertilização dos solos, elevando o potencial do cultivo agrícola.<br />

Pelas suas características, o composto contribui para preservar a<br />

qualida<strong>de</strong> dos cultivos, uma vez que tem fungicidas naturais e<br />

organismos benéficos que eliminam organismos causadores <strong>de</strong><br />

doenças no solo e nas plantas. A compostagem enquadra-se<br />

numa visão ecologista integrada, contribui para a redução do<br />

volume <strong>de</strong> <strong>de</strong>tritos que prosseguem para o aterro e promove a<br />

valorização e o uso <strong>de</strong> recursos com utilida<strong>de</strong>, antes consi<strong>de</strong>rados<br />

como lixo numa lógica <strong>de</strong> "cultura do <strong>de</strong>scarte".<br />

O projeto CompostAgem: Apren<strong>de</strong>r com a Natureza envolve<br />

dois níveis <strong>de</strong> intervenção:<br />

1. Disseminar esta prática, com uma componente<br />

pedagógica, promovendo a criação <strong>de</strong> compostores para o apoio<br />

<strong>de</strong> pequenas hortas nos jardins-<strong>de</strong>-infância, nas Escolas e nas<br />

IPSS;<br />

2. Promover e receber o composto gerado pelas famílias<br />

participantes.<br />

A compostagem, enquanto momento fulcral do ciclo da matéria<br />

orgânica, estimula a capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> observação, a aprendizagem e<br />

a valorização do po<strong>de</strong>r <strong>de</strong> regeneração da natureza.<br />

Para além disso, o carácter integrativo <strong>de</strong>ste projeto, criando<br />

re<strong>de</strong>s <strong>de</strong> colaboração entre crianças e jovens, educadores,<br />

professores e comunida<strong>de</strong>, facilita o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong><br />

competências transversais ao propiciar a entreajuda, a gestão e a<br />

partilha <strong>de</strong> recursos, o compromisso e o sentido <strong>de</strong> pertença na<br />

comunida<strong>de</strong> local, reavivando saberes que educam para a<br />

sustentabilida<strong>de</strong> ambiental.<br />

Proponente Principal:<br />

Paula Soares<br />

Grupo <strong>de</strong> Trabalho/Outros Proponentes: Ana Paula Gomes,<br />

Violeta Ferreira, Martinho Fernan<strong>de</strong>s, Ana Jervis Cunha, Maria<br />

José Valinhas, Lucas Linhares Borges <strong>de</strong> Macedo, Joana Ivónia,<br />

268


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

ÁREA<br />

ÂMBITO<br />

ZONAS<br />

GEOGRÁFICAS<br />

Pedro Santos, Mónica Monteiro, Alexandra Ataí<strong>de</strong>, Duarte<br />

Gonçalves, Inês Domingues, Jorge Morais, Fernando Nogueira,<br />

Marco Gheri, Maria José Curado, João Paulo Pedrosa, Vítor<br />

Marques, Rui Pereira, Cláudia Pinheiro, Alexandra Monteiro,<br />

João Catarino, entre outros que se têm vinculado a este projecto<br />

pertinente e sustentável.<br />

Entida<strong>de</strong>s parceiras: Aveiro em Transição, Departamento <strong>de</strong><br />

Ambiente e Or<strong>de</strong>namento (DAO) e Departamento <strong>de</strong> Ciências<br />

Sociais e Políticas e do Território da Universida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Aveiro,<br />

Fundação Padre Félix, Agrupamentos <strong>de</strong> Escolas <strong>de</strong> Aveiro e<br />

José Estevão e as Associações <strong>de</strong> Pais e Encarregados <strong>de</strong><br />

Educação dos referidos Agrupamentos, Maternura, CERCIAV,<br />

Centro Social e Paroquial da Vera Cruz e Projeto Alimento<br />

Desperto.<br />

Esta proposta também engloba as áreas da Agricultura e<br />

Educação na Formação <strong>de</strong> Adultos.<br />

Orçamento: 50 000 €<br />

Prazo: 12 meses<br />

Agricultura<br />

Regional<br />

Centro<br />

269


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 333<br />

TÍTULO<br />

Smart Rural<br />

DESCRIÇÃO Criação <strong>de</strong> espaço para Start Ups po<strong>de</strong>rem testar as suas<br />

propostas <strong>de</strong> aplicações úteis para a agricultura e espaço rural. É<br />

muito difícil haver possibilida<strong>de</strong>s para jovens criativos e empresas<br />

terem a capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> transferir tecnologia para as empresas e<br />

para os territórios, por outro lado os nossos agricultores não<br />

conseguem ter acesso ao bem da inovação e das tecnologias no<br />

âmbito “smart” aplicado aos produtos e campos <strong>de</strong> produção.<br />

Por outro lado, tendo estas tecnologias em <strong>de</strong>monstração<br />

podíamos extrair mais investidores para apoiar empresas.<br />

Dado a diversida<strong>de</strong> dos tipos <strong>de</strong> agricultura existentes nos 6<br />

municípios po<strong>de</strong>-se equacionar a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> criação <strong>de</strong> dois<br />

espaços articulados entre si. A estimativa <strong>de</strong> custos para a<br />

execução <strong>de</strong>sta proposta é <strong>de</strong> 150 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Centro<br />

GEOGRÁFICAS<br />

270


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 634<br />

TÍTULO<br />

Pulmão do Algarve<br />

DESCRIÇÃO Recuperação <strong>de</strong> áreas ardidas com o fim <strong>de</strong> reflorestar com as<br />

espécies autóctones as superfícies, permitindo quer um<br />

crescimento económico com a possível transação da Ma<strong>de</strong>ira,<br />

quer a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> contribuir para a manutenção do<br />

ambiente, fazendo algo semelhante ao que já foi feito na<br />

Amazónia.<br />

Valor: 120.000€<br />

Inicio: 2017/10/01<br />

Fim: 2019/12/31<br />

Apresentação <strong>de</strong> Relatório <strong>de</strong> Progresso em 2018/12/31<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Algarve<br />

GEOGRÁFICAS<br />

271


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 299<br />

TÍTULO<br />

"O figo" centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento, recuperação e promoção das<br />

frutas tradicionais do Algarve<br />

DESCRIÇÃO Um centro <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento do "figo"- agricultura.<br />

Dar apoios aos agricultores com projetos, a variadíssimas<br />

qualida<strong>de</strong>s do figo, sendo a região <strong>de</strong> S. Brás <strong>de</strong> Alportel uma<br />

zona que tinha fama <strong>de</strong> ter figos <strong>de</strong> boa qualida<strong>de</strong>. Eram<br />

vendidos para Lisboa e arredores e eram exportados para países<br />

da Europa e outros, nas décadas <strong>de</strong> 40 e 50.<br />

Figos frescos muito procurados em várias qualida<strong>de</strong>s, o figo<br />

lampa e outros , muito aproveitados em sumos (compotas,<br />

aguar<strong>de</strong>ntes e doces).<br />

O pomar sequeiro (a figueira) está a <strong>de</strong>saparecer, diminuido ano<br />

após ano, há que apostar no fornecimento do "figo" um produto<br />

com muito valor nutritivo, para a saú<strong>de</strong>.<br />

Valor: 80.000 €<br />

Inicio: 2017/10/01<br />

Fim: 2019/12/31<br />

Apresentação <strong>de</strong> Relatório <strong>de</strong> Progresso até 2018/10/31<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Algarve<br />

GEOGRÁFICAS<br />

272


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 531<br />

TÍTULO<br />

Reabilitação <strong>de</strong> cozinhas locais para fornecimento <strong>de</strong> refeições<br />

para o ensino da re<strong>de</strong> pública<br />

DESCRIÇÃO Reabilitação das cozinhas existentes nas escolas com criação <strong>de</strong><br />

emprego local não precário para preparação <strong>de</strong> refeições<br />

saudáveis com recurso à produção agrícola, pecuária local e<br />

comunitária, promovendo a agricultura biológica e envolvimento<br />

intergeracional. Estas cozinhas <strong>de</strong>vem substituir o fornecimento<br />

<strong>de</strong> refeições por privados. Recurso a re<strong>de</strong>s colaborativas <strong>de</strong><br />

produtores locais.<br />

As cozinhas po<strong>de</strong>m também ser usadas para prestação <strong>de</strong> apoio<br />

social. Promoção da qualida<strong>de</strong> ambiental através da<br />

compostagem <strong>de</strong> resíduos orgânicos e recolha <strong>de</strong> embalagens e<br />

óleos usados.<br />

No âmbito do orçamento participativo serão realizados trabalhos<br />

preparatórios e <strong>de</strong> sensibilização para os objectivos previstos,<br />

informação, formação e organização <strong>de</strong> produtores locais,<br />

levantamento e caracterização <strong>de</strong> cozinhas que com reduzido<br />

investimento possam ser enquadradas nesta experiência piloto,<br />

arranque e funcionamento das cozinhas piloto durante dois anos,<br />

recolha <strong>de</strong> resíduos orgânicos com a sua utilização em<br />

compostagem, bem como, <strong>de</strong> embalagens e <strong>de</strong> óleos usados<br />

<strong>de</strong>stinado-os à reciclagem. Sendo esta intervenção dimensionada<br />

para um custo total <strong>de</strong> 200000,00€.<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Centro<br />

GEOGRÁFICAS<br />

273


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 399<br />

TÍTULO<br />

Agricultura @ Lisboa e restante área metropolitana<br />

DESCRIÇÃO Há vários espaços em Lisboa e restante área metropolitana, que<br />

não são usados.<br />

Por outro lado, há cada vez mais pessoas interessadas neste tema,<br />

assim como produtos biológicos, naturais, etc.<br />

Adicionalmente a tecnologia na área da agricultura,<br />

nomeadamente usando internet of things, permite monitorizar,<br />

acarinhar, tratar, com presença, mas também à distância.<br />

Assim: criar uma horta comunitária, que possa ser utilizada pela<br />

população, mas com o acordo que não po<strong>de</strong> ser abandonada<br />

(tempo x <strong>de</strong> utilização).<br />

<strong>de</strong>pois a tecnologia encarrega-se <strong>de</strong> várias coisas, daí ser<br />

interessante incentivar empresas a trabalhar e testar este piloto:<br />

1- combate ao abandono- com "check-in" automático<br />

2- alertas aos utilizadores (para manutenção, rega, adubagem,<br />

recolha, etc)<br />

3- monitorização e "posse" - "A minha horta": permita que aquele<br />

espaço tenha o nome da pessoa e que seja possível acompanhar<br />

na App.<br />

Propõe-se um primeiro teste em Lisboa com a autarquia e <strong>de</strong>pois<br />

expansão para outras.<br />

Data inicio prevista(prazo): 6 meses<br />

Periodo para implementação: 24 meses<br />

Custo estimado do projecto: 75.000€<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Área Metropolitana <strong>de</strong> Lisboa<br />

GEOGRÁFICAS<br />

274


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 530<br />

TÍTULO<br />

Economia da floresta<br />

DESCRIÇÃO O ecossistema florestal alimenta-se <strong>de</strong> uma economia que tem<br />

como garantia:<br />

- Respeito pela biodiversida<strong>de</strong>;<br />

- Gestão sustentada da floresta;<br />

- Valorização dos produtos e sub/produtos que este ecossistema<br />

florestal disponibiliza.<br />

Este projecto visa contribuir primordialmente para educar as<br />

comunida<strong>de</strong>s no respeito pela gestão sustentada da floresta. De<br />

seguida visa apoiar tecnicamente a instalação <strong>de</strong> apiários tendo<br />

como objecto estimular a produção <strong>de</strong> alguns sub-produtos da<br />

colmeia: cera, polén e propólis.<br />

Para finalizar terão <strong>de</strong> ser capacitados os empreen<strong>de</strong>dores para a<br />

diversificação da economia florestal juntando os apicultores e<br />

produtores florestais da região , <strong>de</strong>signadamente para projectos<br />

<strong>de</strong> produção <strong>de</strong> produtos <strong>de</strong> cosmética.<br />

No orçamento participativo incluem-se as <strong>de</strong>spesas com acções<br />

<strong>de</strong> informação e formação, com um custo estimado <strong>de</strong> 15<br />

000,00€, visitas técnicas <strong>de</strong> diagnóstico e apoio aos apicultores,<br />

com um custo estimado <strong>de</strong> 25000,00€, caracterização, estudo<br />

experimental, <strong>de</strong>monstração e divulgação <strong>de</strong> processos <strong>de</strong><br />

recolha, preparação, transformação e comercialização <strong>de</strong><br />

produtos obtidos a partir da produção apícola, produtos florestais<br />

e flora natural das zonas florestais, com um custo estimado <strong>de</strong><br />

40000,00€ e activida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> funcionamento e gestão com um<br />

custo <strong>de</strong> 5000,00€. Atingindo-se assim um total <strong>de</strong> 85<br />

000,00€<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Centro<br />

GEOGRÁFICAS<br />

275


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 636<br />

TÍTULO<br />

Fomentar a Agricultura Biológica com base <strong>de</strong> produção das<br />

áreas afetas ao Parque Nacional Peneda-Gerês<br />

DESCRIÇÃO Dar a conhecer às pessoas em geral (concelhos do PNPG) e<br />

nomeadamente às pessoas que residam na área geográfica do<br />

parque nacional da Peneda-Gerês, o que é a agricultura biológica,<br />

quais as práticas <strong>de</strong> produção agrícola corretas, <strong>de</strong> forma a não<br />

prejudicar o meio ambiente (fauna, flora e águas).<br />

Sensibilizar para as boas práticas <strong>de</strong> produção agrícola, forma <strong>de</strong><br />

produção, sem prejuízo do produto final e da obtenção <strong>de</strong><br />

recursos financeiros necessários e suficientes para garantir a<br />

sustentabilida<strong>de</strong> das pessoas/habitantes do PNPG e áreas<br />

geográficas limítrofes.<br />

Orçamento: 50 000 euros<br />

Prazo: 12 meses<br />

ÁREA<br />

Agricultura<br />

ÂMBITO<br />

Regional<br />

ZONAS<br />

Norte<br />

GEOGRÁFICAS<br />

276


<strong>Lista</strong> <strong>de</strong> <strong>Projetos</strong> <strong>OPP</strong><br />

NÚMERO 324<br />

TÍTULO<br />

Centro <strong>de</strong> Pesquisa e Preservação <strong>de</strong> Espécies Tradicionais<br />

DESCRIÇÃO Criação <strong>de</strong> um centro <strong>de</strong> recolha, investigação e promoção <strong>de</strong><br />

espécies tradicionais/autóctones para alimentação humana, em<br />

regime biológico. Em articulação com o Instituto Politécnico <strong>de</strong><br />

Castelo Branco, setor empresarial e centros <strong>de</strong> inovação.<br />

Principais objetivos:<br />

- Preservação do património genético autóctone e tradicional;<br />

- Desenvolvimento do potencial comercial das espécies<br />

tradicionais;<br />

- Promoção dos regimes <strong>de</strong> produção bio e bio dinâmico;<br />

- Promoção <strong>de</strong> uma alimentação saudável;<br />

- Colocar o conhecimento ao serviço do cidadão em respeito pela<br />

tradição e pelo território.<br />

A prossecução <strong>de</strong>stes objetivos nos concelhos <strong>de</strong> Idanha-a-Nova<br />

e Penamacor será focalizada no levantamento e caracterização<br />

das espécies e varieda<strong>de</strong>s autóctones que p