Analytica 102

newslab.analytica

REVISTA

Mídia oficial da Instrumentação e

Controle de Qualidade Industrial

Ano 17 - Edição 101 102 - Jun/Jul Ago/Set 2019

R$25,00

ISSN 1677305-5

9 771677 305002 0 0 1 0 2 >

ARTIGO 1

Avaliação Microbiológica da Goma de Mandioca

Comercializada em Maceió, Alagoas

ARTIGO 2

Parâmetros cinéticos de Arrhenius através

da reação do AI-HCI

E MAIS:

Metrologia, Microbiologia, Em foco e muito mais...

Cubis II - Balanças adaptáveis às

necessidades do seu laboratório


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

3


REVISTA

Ano 17 - Edição 102 - Ago/Set 2019

EDITORIAL

Chegamos à 102ª edição da Revista Analytica, cuidadosamente preparada trazendo a maior gama

de assuntos referentes ao setor de controle de qualidade industrial. Com a expectativa da Feira Analitica

Latin America, onde distribuiremos esta Revista, e que ocorrerá de 24 a 26 de setembro, trazendo uma

preciosíssima programação técnico-científica. A nossa revista também traz um material bem abrangente.

Contamos, desta vez, com dois artigos que abordam diferentes temas: o primeiro sobre a avaliação da

goma de mandioca comercializada em Maceió, de olho no processamento, higienização e treinamento

dos manipuladores; e o segundo sobre os parâmetros cinéticos de Arrhenius através da reação do Al-HCl.

Além dos artigos científicos supracitados, nossa matéria de capa aborda a Modularidade

personalizável em balanças de laboratório para atender necessidades específicas. Temos também a seção

Espectrometria de massas apresentando um texto sobre analisadores de íons por quadrupolo. Na seção

Análise de Minerais, falamos sobre a eminência de uma nova revolução tecnológica e suas consequências

no cotidiano laboratorial. Ainda, na seção de Microbiologia, abordamos sobre a validação dos testes de

limites microbianos. Somado a isso, ainda contamos com a seção de Metrologia, que expõe sobre o poder

das medidas e a sua capacidade de afetar, inclusive, relações comerciais do país.

Todo esse conteúdo, associado à uma importante agenda de eventos e as melhores inovações

e soluções do mercado de controle de qualidade industrial, reunindo as maiores empresas do ramo.

Agradecemos à todos que colaboraram com essa edição, e a todos os leitores.

Boa leitura a todos!

JOÃO GABRIEL DE ALMEIDA

Esta publicação é dirigida a laboratórios analíticos e de controle de qualidade dos setores:

FARMACÊUTICO | ALIMENTÍCIO | QUÍMICO | MINERAÇÃO | AMBIENTAL | COSMÉTICO | PETROQUÍMICO | TINTAS

Os artigos assinados sâo de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente a opinião da Editora.

Fale com a gente

Comercial | Para Assinaturas | Renovação | Para Anunciar: Daniela Faria | 11 98357-9843 | assinatura@revistaanalytica.com.br

11 3900-2390 | Dúvidas, críticas e ou sugestões, entre em contato, teremos prazer em atendê-lo.

4

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Expediente

Realização: DEN Editora

Conselho Editorial: Sylvain Kernbaum | revista@revistaanalytica.com.br

Jornalista Responsável: João Gabriel de Almeida | redação@newslab.com.br

Publicidade e Redação: Daniela Faria | 11 98357-9843 | assinatura@revistaanalytica.com.br

Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.br

Produção de conteúdo: Hdesign Comunicação - arte@hdesign.com.br

Impressão: Gráfica Vox | Periodicidade: Bimestral


JÁ FEZ UM INVESTIMENTO

E NÃO OBTEVE O RESULTADO

ESPERADO?

Conheça a TZF Consultoria Analítica!

Experimente um novo serviço para

sua tomada de decisão!

SERVIÇOS

PERSONALIZADOS

Suporte ao cliente antes,

durante e depois do atendimento.

COM MAIS DE 8 ANOS

NO MERCADO ANALÍTICO

Pioneirismo é o nosso diferencial

+ 60

Projetos

Qualidade

Analítica

+ 100

Capacitações

Exclusivas

+ 200 Projetos

Desenvolvimento

Validações

de Métodos

+ 170 Clientes

TZF EM TODO

TERRITÓRIO NACIONAL

SIGA NOSSAS

REDES SOCIAIS:

@TZFCONSULTORIAANALITICA

TZFCONSULTORIA.COM.BR

@TZF.CONSULTORIA

ENTRE EM

CONTATO:

TZF@TZFCONSULTORIA.COM.BR

TZFCONSULTORIAANALITICA (19) 9.8939-1071


REVISTA

Ano 17 - Edição 102 - Ago/Set 2019

ento de óxido no Al, como Al2O3· nH2O, é removido de

HI et al.,2016),

lCl

(3 n )

H O

(2)

3( aq

) 2 ( l

)

uma reação exotérmica (∆H > 0), a reação não contribui

da temperatura do sistema reacional devido à lenta taxa de

idos de Al na sua superfície.

ÍNDICE

cial é removida devido à reação superficial (por exemplo,

amente com o HCl(aq), produzindo um efeito exotérmico

ajoritariamente expressa por eq 3 entre várias reações

itantes) é acelerada pelo aumento subsequente da

que chega a uns 50 minutos (LIMA et al., 2014).

3 H

2( g

)

(3)

Artigo 1 12

loreto de alumínio AlCl3(aq) produzido pelas eqs 3 e 4 que

a reação Al(s)-HCl(aq) também é devida ao aumento da área

rrosão e dispersão de pós Al(s) em HCl(aq),que depois da

os de Al2O3 (NASCIMENTO & MELNYK, 2017).

Avaliação Microbiológica da Goma de Mandioca

Comercializada em Maceió, Alagoas

04 Editorial

10 Publique Na Analytica

comportamento de avalanche térmica é atribuído à camada

uperfície que, podem ser visualmente distinguidos nos

ão e liberação do gás hidrogênio molecular H2(g).

b)

Autores

Karwhory Wallas Lins da Silva1

Ilda Manuelly da Silva Santos2

Leila Vanessa Murta Barbosa3

Yáskara Veruska Ribeiro Barros4

Artigo 2 18

ção entre o ácido clorídrico e alumínio.

Fonte: Autor

Parâmetros cinéticos de arrhenius através da

reação do al-hcl

Autores

Nascimento, L.1*; Melnyk,A.2; Santos,N.T.F.3; Silva,N.A.R.4

6

REVISTA ANALYTICA - ABR/MAI 19

Matéria de Capa 24

Cubis II - Balanças

adaptáveis às

necessidades do seu

laboratório

Microbiologia 36

Em foco

Científico | 40

Em foco

Científico || 42

32 Espectrometria

de Massa

38 Análise de

Minerais

46 Em foco

Científico |||

50 Em Foco


Las do Brasil 31

REVISTA

Ano 17 - Edição 102 - Ago/Set 2019

Índice remissivo de anunciantes

ordem alfabética

Anunciante

pág

A3Q 57

Analítica LAB 61

Air Products 31

Ansell 9

Altmann 65

Axios Research 7

BCQ Consultoria e Qualidade Ltda 35

Bio Nutrientes 15

Bio Scie 33

ConfLab 2-3

Disotax 68

Gilson S.A 17

Anunciante

pág

Greiner Bio-One 51

Las do Brasil 45

Merck 41

Mondragon 37

Nova Analítica 63

Prime Cargo 67

Polar 23

Sartorius 1 | 27

Sensonglass 38

ThermoFisher 11

TZF Consultoria Analítica 5

Veolia 48-49

Esta publicação é dirigida a laboratórios analíticos e de controle de qualidade dos setores:

FARMACÊUTICO | ALIMENTÍCIO | QUÍMICO | MINERAÇÃO | AMBIENTAL | COSMÉTICO | PETROQUÍMICO | TINTAS

Os artigos assinados sâo de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente a opinião da Editora.

8

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Conselho Editorial

Carla Utecher, Pesquisadora Científica e chefe da seção de controle Microbiológico do serviço de controle de Qualidade do I.Butantan - Chefia Gonçalvez Mothé, Prof ª Titular da Escola de Química

da Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Elisabeth de Oliveira, Profª. Titular IQ-USP - Fernando Mauro Lanças, Profª. Titular da Universidade de São Paulo e Fundador do

Grupo de Cromatografia (CROMA) do Instituto de Química de São Carlos - Helena Godoy, FEA / Unicamp - Marcos E berlin, Profª de Química da Unicamp, Vice-Presidente das Sociedade Brasileira de

Espectrometria de Massas e Sociedade Internacional de Especteometria de Massas - Margarete Okazaki, Pesquisadora Cientifica do Centro de Ciências e Qualidade de Alimentos do Ital - Margareth

Marques, U.S Pharmacopeia - Maria Aparecida Carvalho de Medeiros, Profª. Depto. de Saneamento Ambiental-CESET/UNICAMP - Maria Tavares, Profª do Instituto de Química da Universidade de

São Paulo - Shirley Abrantes Pesquisadora titular em Saúde Pública do INCQS da Fundação Oswaldo Cruz - Ubaldinho Dantas, Diretor Presidente de OSCIP Biotema, Ciência e Tecnologia, e Secretário

Executivo da Associação Brasileira de Agribusiness.

Colaboraram nesta Edição:

Eduardo Pimenta Almeida de Melo, Luciano Nascimento, Anastasiia Melnyk, Oliveira ML, Pereira AS, Rodrigues KM, França RF, Assis IB, Arena Técnica, Oscar

Vega Bustillos, Américo Tristão, Claudio Kiyoshi Hirai,


SUA

CONFIANÇA

é NOSSA PRIORIDADE.

A conformidade com as normas e regulamentações da indústria, processamento asséptico, operações de salas limpas e

riscos químicos são apenas algumas das coisas que você deve considerar ao fabricar produtos farmacêuticos. As soluções de

proteção limpas e esterilizadas da BioClean TM têm todas as preocupações atendidas, para que você possa ter certeza de que

está fazendo a melhor escolha no que diz respeito à segurança de seus funcionários e à integridade de seus produtos.

Para mais informações, entre em contato através do site: www.ansell.com

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

9


PUBLIQUE NA ANALYTICA

Normas de publicação para artigos e informes assinados

A Revista Analytica, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas

para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato

com a redação.

Informações aos Autores

Bimestralmente, a revista Analytica

publica editoriais, artigos originais, revisões,

casos educacionais, resumos

de teses etc. Os editores levarão em

consideração para publicação toda e

qualquer contribuição que possua correlação

com as análises industriais, instrumentação

e o controle de qualidade.

Todas as contribuições serão revisadas

e analisadas pelos revisores.

Os autores deverão informar todo e

qualquer conflito de interesse existente,

em particular aqueles de natureza

financeira relativo a companhias interessadas

ou envolvidas em produtos

ou processos que estejam relacionados

com a contribuição e o manuscrito

apresentado.

Acompanhando o artigo deve vir o

termo de compromisso assinado por

todos os autores, atestando a originalidade

do artigo, bem como a participação

de todos os envolvidos.

Os manuscritos deverão ser escritos

em português, mas com Abstract detalhado

em inglês. O Resumo e o Abstract

deverão conter as palavras-chave

e keywords, respectivamente.

As fotos e ilustrações devem preferencialmente

ser enviadas na forma

original, para uma perfeita reprodução.

Se o autor preferir mandá-las por e-

-mail, pedimos que a resolução do

escaneamento seja de 300 dpi’s, com

extensão em TIF ou JPG.

Os manuscritos deverão estar digitados

e enviados por e-mail, ordenados

em título, nome e sobrenomes completos

dos autores e nome da instituição

onde o estudo foi realizado. Além disso,

o nome do autor correspondente, com

endereço completo fone/fax e e-mail

também deverão constar. Seguidos

por resumo, palavras-chave, abstract,

keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais

e Métodos, Parte Experimental,

Resultados e Discussão, Conclusão)

agradecimentos, referências bibliográficas,

tabelas e legendas.

As referências deverão constar no

texto com o sobrenome do devido autor,

seguido pelo ano da publicação,

segundo norma ABNT 10520.

As identificações completas de cada

referência citadas no texto devem vir

listadas no fim, com o sobrenome do

autor em primeiro lugar seguido pela

sigla do prenome. Ex.: sobrenome, siglas

dos prenomes. Título: subtítulo do

artigo. Título do livro/periódico, volume,

fascículo, página inicial e ano.

Evite utilizar abstracts como referências.

Referências de contribuições ainda

não publicadas deverão ser mencionadas

como “no prelo” ou “in press”.

Observação: É importante frisar que a Analytica não informa a previsão sobre quando o artigo será publicado.

Isso se deve ao fato que, tendo em vista a revista também possuir um perfil comercial – além do técnico cientifico

-, a decisão sobre a publicação dos artigos pesa nesse sentido. Além disso, por questões estratégicas, a revista é

bimestral, o que incorre a possibilidade de menos artigos serem publicados – levando em conta uma média de três

artigos por edição. Por esse motivo, não exigimos artigos inéditos – dando a liberdade para os autores disponibilizarem

seu material em outras publicações.

10

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

ENVIE SEU TRABALHO

Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço:

A/C: João Gabriel de Almeida – redação

Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP

Ou por e-mail: editoria@revistaanalytica.com.br

Para outras informações acesse: http://www.revistaanalytica.com.br/publique/


Thermo Scientific todos os dias

Thermo Scientific

proporcionando inovação

todos os dias

produtividade

proporcionando inovação e produtividade

com confiança no seu laboratório

com confiança no seu laboratório

Conheça as soluções e equipamentos que aprimoram a ciência em laboratórios

clínicos, Conheça de as pesquisa soluções e e industrial. equipamentos que aprimoram a ciência em laboratórios

clínicos, de pesquisa e industrial.

Saiba mais em thermofisher.com/equipodelaboratorio

Saiba mais em thermofisher.com/equipodelaboratorio

For Research Use Only. Not for use in diagnostic procedures. © 2019 Thermo Fisher Scientifi c Inc. All rights reserved. All

trademarks are the property of Thermo Fisher Scientifi c and its subsidiaries unless otherwise specifi ed.

For Research Use Only. Not for use in diagnostic procedures. © 2019 Thermo Fisher Scientifi c Inc. All rights reserved. All


artigo 1

Avaliação Microbiológica da

Goma de Mandioca Comercializada

em Maceió, Alagoas

Karwhory Wallas Lins da Silva 1

Ilda Manuelly da Silva Santos 2

Leila Vanessa Murta Barbosa 3

Yáskara Veruska Ribeiro Barros 4

Autores

1

Biomédico - Centro Universitário Cesmac

2

Biomédica - Centro Universitário Cesmac

3

Biomédica - Centro Universitário Cesmac

4

Biomédica e Mestre em Bioquímica

5

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Professora da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas e

do Centro Universitário Cesmac.

Instituição: Centro Universitário Cesmac, 918, Farol, Maceió, Alagoas.

CEP: 57051-160. Autor correspondente: Karwhory Wallas Lins da Silva.

Email: yrohwrak@outlook.com. Tel.: (81) 99785-0615.

12

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Resumo

A tapioca é um mais tradicionais

símbolos da culinária do Norte e

Nordeste do Brasil, porém muitos

locais onde a goma é produzida

apresentam condições precárias de

processamento, sem higienização

adequada dos produtos e utensílios

utilizados. O objetivo desta pesquisa

foi avaliar microbiologicamente gomas

utilizadas no preparo de tapiocas,

bem como, as condições de comercialização

deste alimento na orla

marítima de Maceió, Alagoas. Para

avaliar as boas práticas de fabricação

(BPF) durante a preparação da

tapioca foi utilizado método observacional,

com aplicação de checklist. A

avaliação microbiológica foi realizada

com 15 amostras, pesquisando-se

coliformes totais e fecais, através da

técnica de tubos múltiplos; Escherichia

coli, utilizando Eosin Methylene

Blue Agar; Salmonella sp., com enriquecimento

nos caldos lactosado,

Rappaport-Vassiliadis e Selenito Cristina;

e Bacillus sp utilizando o Ágar

seletivo Manitol Polimixina Gema de

Ovo. Foram avaliados 34 pontos de

comercialização de tapioca na orla

Imagem Ilustrativa

marítima de Maceió. De maneira geral,

os estabelecimentos apresentaram

mais de 60% dos itens avaliados

em conformidade, como preconiza

às BPF. Com relação à contaminação

microbiana, 26,7% das amostras

encontravam-se inadequadas para

consumo humano, de acordo a legislação

vigente. As barracas que comercializam

tapioca na orla marítima

de Maceió apresentam vários pontos

de adequação às BPF de alimentos,

entretanto, foi observada necessidade

de treinamento dos manipuladores

de alimentos e maior fiscalização

destes pontos de comercialização.

PALAVRAS-CHAVE: Manihot;

Boas práticas de fabricação; Segurança

alimentar e nutricional

Abstract

Summary: tapioca is a more traditional

culinary symbols of the North and

northeast of Brazil, but many places

where the gum is produced present

precarious conditions of processing,

without adequate hygiene products

and utensils used. The objective of this

research was to evaluate microbiologically

gums used in the preparation of

tapioca, as well as the conditions for

the marketing of this food on the waterfront

of Maceió, Alagoas. To evaluate

the good manufacturing practices

(GMP) during the preparation of tapioca

observational method was used, with

checklist. Microbiological evaluation

was performed with 15 samples, by

searching total and fecal coliforms,

through the technique of multiple

tubes; Escherichia coli using Eosin

Methylene Blue Agar; Salmonella sp.,

with enrichment in Rappaport-Vassiliadis

broth, lactosado and Cristina

Selenite; and Bacillus sp using the

selective Agar Mannitol Polymyxin egg

yolk. Have been assessed 34 points of

commercialization of tapioca on Maceió.

In General, the establishments

presented more than 60% of the items

assessed in accordance, as advocates

to GMP. With respect to microbial contamination,

26.7% of the samples were

unsuitable for human consumption, in

accordance with the current legislation.

The stalls that sell tapioca on Maceió

feature multiple points of compliance

with GMP food, however, was observed

training of food handlers and greater

surveillance of these points of marketing.

KEYWORDS: Manihot; Good

manufacturing practices; Food and

nitrition security.

INTRODUÇÃO

A mandioca é uma raiz nativa da região

sudoeste amazônica e segundo

o relato dos primeiros colonizadores,

os índios já utilizavam os subprodutos

derivados desta raiz para o preparo de

diversos alimentos, sendo a farinha e

os beijus elementos fundamentais na

alimentação indígena (OLIVEIRA; ME-

NEZES, 2011).

A tapioca é um alimento produzido

a partir da goma de mandioca. Para

obtenção deste material, a mandioca

passa pelas seguintes etapas: colheita,

lavagem, descascamento, ralagem,

prensagem, decantação, fermentação,

secagem, trituração e acondicionamento

(BRANDÃO, 2007).

Na cidade de Maceió especificamente,

a tapioca tornou-se um item cultural

importante, principalmente nos


períodos de maior demanda turística,

em que os visitantes tornam-se um

elemento importante entre os consumidores

deste produto (LYKOUROPOU-

LOS, 2010).

A localização estratégica das barracas

que comercializam este alimento,

próxima de hotéis, bares e restaurantes,

nas principais praias da orla marítima

da cidade (Pajuçara, Ponta Verde e

Jatiúca), levou a um incremento significativo

no setor informal da economia

nestes locais. A atividade tem contribuído

para o sustento de muitas famílias.

As tapioqueiras, que começaram a

oferecer o seu produto de maneira informal,

formam um grupo participativo

dentro da sociedade e da economia

turística de Maceió.

Devido a produção da tapioca ser artesanal,

em cada uma destas etapas,

pode ocorrer o risco de contaminação

por microrganismos, inclusive durante

o transporte e armazenamento da

goma (BRANDÃO, 2007). Além disso,

muitos dos locais onde a goma

é produzida apresentam condições

precárias de processamento, sem higienização

adequada do produtor e

dos utensílios utilizados, muitas vezes,

inclusive, permitindo a circulação de

animais (SANTANA et al., 2008).

Dessa forma, as Boas Práticas de

Fabricação (BPF), que são um conjunto

de normas regulamentadoras, que

estabelecem medidas para garantir a

qualidade do alimento, são extremamente

importantes durante a produção

da goma de mandioca e da tapioca comercializada

para população.

A avaliação das BPF em estabelecimentos

de produção e comercialização

de alimentos pode ser realizada a partir

de listas de verificação estabelecidas

pela Resolução de Diretoria Colegiada

(RDC) Nº 275, de 21 de outubro de

2002, que facilita a visualização dos

pontos negativos e positivos, propiciando

análise detalhada da unidade de

alimentação (BRASIL, 2002).

Entretanto, apesar da ampla divulgação

sobre segurança alimentar,

muitos manipuladores de alimentos

ainda não tomam as precauções higiênicossanitárias

necessárias, e na

maioria das vezes por falta de preparação

adequada cometem falhas que

podem causar sérios riscos à saúde

de quem irá co sumir o alimento produzido

(PEREIRA, 2005).

Segundo a RDC Nº 12, de 02 de

janeiro 2001 da Agência Nacional de

Vigilância Sanitária (Anvisa), para averiguar

as condições higiênicosanitárias

da farinha e fécula de mandioca,

devem ser pesquisados coliformes a

45°C, Bacillus cereus e Salmonella

sp. cujos limites permitidos são 102

NMP/g, 3x103 UFC/g e ausência em

25 g, respectivamente (BRASIL, 2001).

Os coliformes a 45°C são bactérias

pertencentes à família Enterobacteriaceae

que possuem a capacidade de

fermentar lactose com produção de

gás, em 24 horas, a 45ºC. Essas bactérias

também são chamadas de coliformes

fecais ou termotolerantes (SIL-

VA et al., 2007; CUNHA; SILVA, 2006).

Dentro deste grupo, encontra-se a

bactéria Escherichia coli (E. coli). A pesquisa

de coliformes termotolerantes e

Escherichia coli nos alimentos fornece

dados sobre as condições higiênicas

do produto e melhor indicação da possível

presença de patógenos entéricos

(FRANCO; LANDGRAF, 2008).

A Salmonella, também pertencente

às enterobactérias, é uma das principais

causas de doenças de origem

alimentar. Esses microrganismos estão

distribuídos amplamente pelo ambiente,

sendo encontrados no trato gastrointestinal

do homem e de outros animais

(LUCIANO; RALL, 2012). Bacillus

cereus é uma bactéria patogênica capaz

de causar doenças veiculadas por

alimentos. São bacilos Gram-positivos,

esporulantes, anaeróbios facultativos,

que podem estar presente em alimentos

farináceos (SILVA et al., 2007;

FRANCO; LANDGRAF, 2008).

Devido à importância da tapioca no

comércio local é essencial a avaliação

microbiológica da goma utilizada no

preparo das tapiocas. Dessa forma, o

objetivo deste trabalho foi avaliar os

indicadores microbiológicos da qualidade

higiênicossanitária das gomas

de tapiocas utilizadas no preparo de

tapiocas comercializadas em Maceió,

Alagoas. Além disso, partindo do pressuposto

de que a manipulação incorreta

desta matéria-prima pode aumentar

sua contaminação microbiana, as

condições de comercialização deste

alimento na orla marítima de Maceió

também foram avaliadas.

MATERIAL E MÉTODOS

Amostra

A avaliação das BPF da tapioca foi realizada

nas 34 barracas que comercializam

este produto alimentício na orla

marítima de Maceió, Alagoas. A avaliação

microbiológica foi realizada com 15

amostras de goma de mandioca utilizadas

para preparação de tapiocas na

cidade de Maceió, Alagoas.

Avaliação das Boas Práticas de

Fabricação

A aplicação do checklist para verificação

das BPF das tapiocas nas barracas

distribuídas na orla marítima de Maceió

foi realizada no período noturno. As

visitas ocorreram de maneira informal

e as informações foram preenchidas

no próprio local, não desprezando os

cuidados éticos, sendo as informações

mantidas em sigilo. A coleta de dados

permitiu avaliar diversos critérios:

manipuladores, instalações, matéria

prima, utensílios e organização para o

desempenho do trabalho.

Avaliação microbiológica

Pesquisa de coliformes totais

Foram adicionados 225 mL de solução

salina 0,9 % a 25 g da amostra,

constituindo a diluição 10-1. A partir

desta, foram obtidas as diluições 10-2

e 10-3. De cada diluição foram inoculados

1mL em três tubos de ensaio

contendo caldo Lauril Sulfato Triptose

(LST), sendo incubados a 37ºC por 48

horas. De cada tubo de LST positivo, foi

transferida uma alçada para outro tubo

com Caldo Verde Brilhante Lactose Bile

2% (Caldo VB), que foram incubados

em estufa a 37ºC por 48 horas.

Pesquisa de coliformes termotolerantes

De cada tubo de LST considerado positivo,

foi transferida uma alçada para

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

13


artigo 1

14

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

tubos contendo Caldo Escherichia coli,

que foram incubados a 44,5 ± 0,1ºC

por 24 horas. Para quantificar a densidade

de microrganismos presentes

nas amostras, foi utilizada a Tabela de

Número Mais Provável (NMP).

Determinação da presença de Escherichia

coli

Uma alíquota de cada tubo positivo

de Caldo Escherichia coli foi estriada

em placas contendo Eosin Methylene

Blue Agar e incubados a 37ºC por 24-

48h. Colônias típicas de Escherichia

coli foram realizadas provas bioquímicas

de identificação: fermentação de

açúcares, produção de H2S e gás de

glicose em Ágar Triple Sugar Iron (TSI),

utilização do citrato, produção de urease,

descarboxilação da lisina, produção

de indol e motilidade.

Determinação da presença de Salmonella

sp.

Foram adicionados 225 mL de caldo

lactosado a 25g da amostra. Este material

foi incubado a 35ºC por 24 horas.

Posteriormente, foram transferidos

0,1mL e 1,0mL para tubos contendo

10 mL de Caldo Rappaport-Vassiliadis

e 10 mL de Caldo de Selenito Cistina,

respectivamente; sendo o primeiro

incubado a 45ºC por 24 horas, e o

segundo incubado a 37ºC por 24 horas.

A partir destes meios, as amostras

foram semeadas em Ágar Hektoen

e Ágar Xilose-Lisina Desoxicolato e

posteriormente incubadas a 37ºC por

24 horas. Colônias suspeitas de pertencerem

ao gênero Salmonella foram

realizadas provas bioquímicas de identificação:

fermentação de açúcares,

produção de H2S e gás de glicose em

Ágar Triple Sugar Iron (TSI), utilização

do citrato, produção de urease, descarboxilação

da lisina, produção de

indol e motilidade.

Pesquisa de Bacillus cereus

Foram inoculados 0,1ml de cada

uma das diluições na superfície do

Imagem Ilustrativa

Ágar seletivo Manitol Polimixina gema

de ovo (MYP). Posteriormente, estas

placas foram incubadas em estufa a

30°C por 24 horas. Colônias típicas

de Bacillus cereus foram realizadas

provas bioquímicas e fisiológicas de

identificação: catalase, crescimento

rizóide, fermentação de manitol e capacidade

hemolítica.

RESULTADOS E DIS-

CUSSÃO

Avaliação das Boas práticas

de fabricação

Foram avaliados 34 pontos de

comercialização de tapioca na orla

marítima de Maceió, Alagoas. O checklist

para a coleta de dados referentes

às BPF foi desenvolvido a partir

da Lista de Verificação das BPF em

Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

de Alimentos que compõe

a RDC Nº 275 de 21 de outubro

de 2002 (BRASIL, 2002).

Este checklist foi preenchido durante

visita às barracas, no horário

noturno, onde os itens observados

foram divididos em blocos (Tabela 1).

As opções de respostas foram: SIM,

quando o item estava sendo contemplado;

NÃO, quando o item não era

contemplado e NÃO SE APLICA (NA),

em casos em que o item não estava

presente. (vide tabela 01)

Os dados obtidos foram tabulados e

processados no programa Microsoft

Office Excel®, versão 2010. Após a

aplicação do checklist de BPF foi verificado

que as principais inadequações

encontradas estavam relacionadas

aos manipuladores de alimentos,

como pode ser observado abaixo no

Gráfico 1(vide gráfico 01)

Foram avaliadas as barracas presentes

nas praias de Pajuçara, Ponta

Verde e Jatiúca. Na praia de Pajuçara

foram avaliadas treze barracas e todas

elas apresentaram o percentual

de não conformidades maior de que

Karwhory Wallas Lins da Silva 1

Ilda Manuelly da Silva Santos 2

Leila Vanessa Murta Barbosa 3

Yáskara Veruska Ribeiro Barros 4

Autores

Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos que compõe a

Estabelecimentos

RDC Nº 275 de

Produtores/Industrializadores

21 de outubro de 2002 (BRASIL, 2002).

de Alimentos que compõe a

RDC Nº 275 Este de 21 checklist de outubro foi preenchido de 2002 durante (BRASIL, visita 2002). às barracas, no horário

Este noturno, checklist onde os foi itens preenchido observados foram durante divididos visita em às blocos barracas, (Tabela 1). no As horário

noturno, opções onde de os respostas itens observados foram: SIM, quando foram o divididos item estava em sendo blocos contemplado; (Tabela 1). As

opções NÃO, de respostas quando o item foram: não era SIM, contemplado quando e o NÃO item SE estava APLICA sendo (NA), em contemplado;

casos

em que o item não estava presente.

NÃO, quando o item não era contemplado e NÃO SE APLICA (NA), em casos

em que o item Tabela não 1 estava – Aspectos presente. observados conforme checklist de avaliação

das condições higiênicossanitárias.

Tabela 1 ASPECTOS – Aspectos OBSERVADOS observados conforme NÚMERO checklist DE ITENS de avaliação

das condições Manipuladores higiênicossanitárias.

17

ASPECTOS Vestuário OBSERVADOS NÚMERO 09 DE ITENS

Hábitos higiênicos 05

Manipuladores 17

Estado de saúde 03

Vestuário 09

Instalações 05

Hábitos Matéria prima higiênicos 01 05

Estado Utensílios de saúde 01 03

Instalações Organização 01 05

TOTAL 25

Matéria prima 01

Fonte: Autores (2013).

Utensílios 01

Os Organização dados obtidos foram tabulados e processados no programa 01 Microsoft

Office Excel ® , versão 2010. Após a aplicação do checklist de BPF foi verificado

que as TOTAL principais inadequações encontradas estavam 25 relacionadas aos

Fonte: manipuladores Autores de alimentos, (2013). como pode ser observado abaixo no Gráfico 1.

Os dados obtidos foram tabulados e processados no programa Microsoft

Office Excel ® , versão 2010. Após a aplicação do checklist de BPF foi verificado

que as principais inadequações encontradas estavam relacionadas aos

manipuladores de alimentos, como pode ser observado abaixo no Gráfico 1.

Gráfico 1 – Principais não conformidades encontradas nas barracas que

comercializam Gráfico tapioca 1 na – orla Principais marítima de Maceió, não Alagoas. conformidades

Fonte: Autores (2013).

encontradas nas barracas que comercializam

Foram avaliadas as barracas presentes nas praias de Pajuçara, Ponta

tapioca na orla marítima de Maceió, Alagoas.

Verde e Jatiúca. Na praia de Pajuçara foram avaliadas treze barracas e todas

elas Fonte: apresentaram Autores o percentual (2013). de não conformidades maior de que o

percentual de conformidades, porém nenhuma delas obteve 100% de

adequação nos itens avaliados. Na praia de Ponta Verde foram encontradas

o vinte percentual e nove barracas de e conformidades, uma delas apresentou mais porém

nenhuma delas obteve 100%

itens em não

de adequação nos itens avaliados.

Na praia de Ponta Verde foram encontradas

vinte e nove barracas e

uma delas apresentou mais itens em

não conformidades do que em conformidades

e apenas duas barracas

apresentaram menos de 10% de

inadequações. Na praia de Jatiúca

das cinco barracas existentes, apenas

uma, apresentou a porcentagem

de itens não conforme maior de que

itens conforme. As outras quatro barracas

demonstraram maior percentual

em conformidades do que em

não conformidades.

Os dados obtidos acima foram analisados

conforme sugestão da RDC

Nº 275/2002, que utilizando a equação

apresentada na Figura 1, classifica

os estabelecimentos que produzem

e manipulam alimentos em três

grupos (Tabela 2), de acordo com o

percentual de adequação às BPF

Dessa forma, de uma maneira geral,

os estabelecimentos pesquisados

enquadram-se nos grupos 1 e 2 de

adequações aos itens avaliados. Entretanto,

vale salientar que para as

barracas existentes na orla marítima

do bairro de Ponta Verde, o valor de

Gráfico 1 – Principais não conformidades encontradas nas barracas que

comercializam tapioca na orla marítima de Maceió, Alagoas.

Fonte: Autores (2013).

Foram avaliadas as barracas presentes nas praias de Pajuçara, Ponta

Verde e Jatiúca. Na praia de Pajuçara foram avaliadas treze barracas e todas

elas apresentaram o percentual de não conformidades maior de que o

percentual de conformidades, porém nenhuma delas obteve 100% de

adequação nos itens avaliados. Na praia de Ponta Verde foram encontradas

vinte e nove barracas e uma delas apresentou mais itens em não


conformidades do que em conformidades e apenas duas barracas

apresentaram menos de 10% de inadequações. Na praia de Jatiúca das cinco

barracas existentes, apenas uma, apresentou a porcentagem de itens não

conforme maior de que itens conforme. As outras quatro barracas

demonstraram maior percentual em conformidades do que em não

conformidades.

Os dados obtidos acima foram analisados conforme sugestão da RDC Nº

275/2002, conformidades que utilizando que a equação em conformidades apresentada e apenas Figura duas 1, barracas classifica os

conformidades

estabelecimentos apresentaram menos do que

que produzem de 10% de conformidades inadequações. e manipulam Na e praia apenas

alimentos de Jatiúca duas

em das barracas

três cinco grupos

apresentaram barracas existentes, menos apenas de 10% uma, de inadequações. apresentou a Na porcentagem praia de Jatiúca de itens das cinco não

(Tabela

barracas

2), de acordo com o percentual de adequação às BPF.

conforme existentes, maior de apenas que itens uma, conforme. apresentou As a porcentagem outras quatro de itens barracas não

conforme demonstraram maior maior de que percentual itens conforme. em conformidades As outras do quatro que em barracas não

demonstraram conformidades. maior percentual em TTTTTTTTTT conformidades dddd SSSSSS do que em não

conformidades.

AAAAAAAAAAAAçãoo Os dados obtidos (%) = acima XX 100

TTTTTTTTTT foram dddd iiiiiiiiii analisados − TTTTTTTTTT conforme dddd NNãoo sugestão ssss aaaaaaaaaaaa da RDC Nº

275/2002, Os dados que obtidos utilizando acima a equação foram analisados apresentada conforme na Figura sugestão 1, classifica da RDC os Nº

Figura 275/2002, estabelecimentos 1 – que Equação utilizando que para produzem a equação obtenção e manipulam apresentada do percentual alimentos na Figura de em adequação 1, três classifica grupos de os

estabelecimentos que produzem e manipulam alimentos em três grupos

uma (Tabela unidade 2), de acordo de alimentação.

com o percentual de adequação às BPF.

Figura 1 – Equação para obtenção do percentual

AAAAAAAAAAAAçãoo de (%) adequação = de uma unidade XX 100 de

Fonte: (Tabela RDC 2), de Nº acordo 275 com de 21/10/02 o percentual da de Anvisa adequação (BRASIL, às BPF. 2002).

TTTTTTTTTT dddd SSSSSS

TTTTTTTTTT dddd iiiiiiiiiiTTTTTTTTTT − TTTTTTTTTT dddd SSSSSS dddd NNãoo ssss aaaaaaaaaaaa

AAAAAAAAAAAAçãoo (%) =

XX 100

alimentação. Figura 1 – Equação Fonte: TTTTTTTTTT para obtenção dddd iiiiiiiiii RDC −do TTTTTTTTTT Nº percentual dddd 275 NNãoo de ssss de aaaaaaaaaaaa adequação 21/10/02 de

uma unidade de alimentação.

da CLASSIFICAÇÃO

Figura Anvisa 1 – Equação (BRASIL, para obtenção 2002). do percentual PONTUAÇÃO de adequação de

Tabela 2 – Classificação dos estabelecimentos de acordo com o número de

itens atendidos na lista de verificação referente às BPF de Alimentos.

uma Fonte: unidade RDC Nº de 275 alimentação. de 21/10/02 da Anvisa (BRASIL, 2002).

Fonte: GRUPO RDC 1 Nº 275 de 21/10/02 De 76 da a Anvisa 100% (BRASIL, de atendimento 2002). dos itens

Tabela 2 – Classificação dos estabelecimentos de acordo com o número de

GRUPO 2

De 51 a 75 de atendimento dos itens

Tabela itens atendidos 2 – Classificação na lista de dos verificação estabelecimentos referente às de BPF acordo de Alimentos. com o número de

itens GRUPO atendidos CLASSIFICAÇÃO 3 na lista de verificação < referente 50 de PONTUAÇÃO atendimento às BPF de Alimentos. dos itens

Fonte: CLASSIFICAÇÃO

RDC GRUPO Nº 275/2002 1 da Anvisa De 76 a (BRASIL, 100% PONTUAÇÃO

de atendimento 2002). dos itens

GRUPO 12

De De 7651 a a 100% 75 de de atendimento dos dos itens itens

Dessa forma, GRUPO de 23

uma maneira De geral, < 5150 a de 75 os atendimento de estabelecimentos atendimento dos dos itens itens pesquisados

enquadram-se Fonte: GRUPO nos RDC Nº grupos 3275/2002 1 da e Anvisa 2 de < (BRASIL, 50 adequações atendimento 2002). aos dos itens itens avaliados.

Entretanto, Fonte: vale RDC salientar Nº 275/2002 que para da Anvisa as barracas (BRASIL, existentes 2002). na orla marítima do

bairro de Ponta Verde, o valor de adequação obtido foi muito próximo do limite

mínimo para classificá-las como pertencentes ao grupo 2.

Dessa forma, de uma maneira geral, os estabelecimentos pesquisados

enquadram-se Figura 1 nos – grupos Equação 1 e 2 para de adequações obtenção aos itens do avaliados. percentual

de nos adequação grupos 1 e 2 de de adequações uma aos unidade itens avaliados. de

Dessa forma, uma maneira geral, os estabelecimentos pesquisados

Entretanto, vale salientar que para as barracas existentes na orla marítima do

enquadram-se

bairro de Ponta Verde, o valor de adequação obtido foi muito próximo do limite

Entretanto, vale salientar que para as barracas existentes na orla marítima do

alimentação. mínimo para classificá-las Fonte: como pertencentes RDC Nº ao grupo 2752.

bairro de Ponta Verde, o valor de adequação obtido foi muito de 21/10/02

próximo do limite

mínimo

da Anvisa

para classificá-las

(BRASIL,

como pertencentes

2002).

ao grupo 2.

Gráfico Gráfico 2 – 2 Média – Média percentual dos itens avaliados e identificados e como como

conforme conforme e não e não conforme.

Gráfico

Fonte:

Fonte:

Autores

Autores 2 – Média

(2013).

(2013). percentual dos itens avaliados e identificados como

conforme e não conforme.

Fonte: Autores (2013).

adequação obtido foi muito próximo

do limite mínimo para classificá-las

como pertencentes ao grupo 2

Pesquisa realizada em Taubaté –

SP revelou que dos 158 pontos de

comercialização de comida avaliados

na rua, nenhum atendeu a totalidade

de adequações exigida pela Vigilância

Sanitária, sendo que 53,7% atendem

parcialmente e 43,3% apresentam

condições precárias de higiene

(FRANCO; UENO, 2010).

Rodrigues et al. (2003) verificaram

as condições de preparo de lanches

comercializados por ambulantes na

cidade de Pelotas – RS e verificou

que as condições higiênicossanitárias

dos estabelecimentos analisados

não eram adequadas, levando a uma

alta proporção de lanches com qualidade

microbiológica insatisfatória

para o consumo.

Um estudo no Distrito Federal avaliou

as conformidades e não conformidades

dos estabelecimentos que

comercializam alimentos em uma

feira livre e observou que a totalidade

dos ambulantes avaliados não possuía

condições higiênicossanitárias

adequadas (BEIRÓ; SILVA, 2009).

Avaliação microbiológica

Pesquisa de Coliformes totais e termotolerantes

Para avaliação microbiológica das

amostras de goma de tapioca, foram

pesquisados diferentes microrganismos

de acordo com a RDC Nº 12,

de 02 de janeiro 2001, da Anvisa. De

acordo com esta RDC, para averiguar

as condições higiênicossanitárias da

farinha e fécula de mandioca, devem

ser pesquisados coliformes a 45°C,

Bacillus cereus e Salmonella sp. cujos

limites permitidos são 102 NMP/g,

3x103 UFC/g e ausência em 25 g,

respectivamente (BRASIL, 2001).

Estes microrganismos foram pesquisados

em 15 amostras de goma,

que foram obtidas prontas para a fabricação

das tapiocas, em barracas

da orla marítima de Maceió e no mercado

público desta cidade.

Com relação à pesquisa de coliformes

nas amostras avaliadas, os

resultados encontrados podem ser

observados na Tabela 3. Como pode

ser observado na tabela acima, todas

as amostras avaliadas com relação à

contaminação por coliformes apresentaram

valores dentro do permitido

pela legislação vigente.

Estes resultados são diferentes dos

observados por Lima et al. (2007),

que avaliando gomas obtidas de pequenos

produtores e de feiras livres

do estado da Paraíba, verificaram

contaminação por coliformes fecais

em 60% das amostras.

Devido à existência de poucos trabalhos

publicados analisando a goma

de mandioca, os resultados obtidos

foram comparados também com

artigos que avaliam a contaminação

microbiana de farinha de mandioca.

Almeida et al. (2005) realizaram

avaliação microbiológica de 26

amostras de farinha de mandioca

provenientes de comunidades, no

município de Alcântara, estado do

Maranhão. Todas as amostras foram

negativas para a presença de coliformes

totais.

Determinação da presença de Escherichia

coli

Neste trabalho também foi pesquisada

a presença de Escherichia

coli. De acordo com os resultados

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

15


16

artigo

1comercialização de comida avaliados na rua, nenhum atendeu a totalidade de

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Pesquisa realizada em Taubaté – SP revelou que dos 158 pontos de

adequações exigida pela Vigilância Sanitária, sendo que 53,7% atendem

parcialmente e 43,3% apresentam condições precárias de higiene (FRANCO;

UENO, 2010).

Rodrigues et al. (2003) verificaram as condições de preparo de lanches

comercializados por ambulantes na cidade de Pelotas – RS e verificou que as

condições higiênicossanitárias dos estabelecimentos analisados não eram

adequadas, levando a uma alta proporção de lanches com qualidade

microbiológica insatisfatória para o consumo.

Um estudo no Distrito Federal avaliou as conformidades e não

conformidades dos estabelecimentos que comercializam alimentos em uma

feira livre e observou que a totalidade dos ambulantes avaliados não possuía

condições higiênicossanitárias adequadas (BEIRÓ; SILVA, 2009).

Avaliação microbiológica

Pesquisa de Coliformes totais e termotolerantes

Para avaliação microbiológica das amostras de goma de tapioca, foram

pesquisados diferentes microrganismos de acordo com a RDC Nº 12, de 02 de

janeiro 2001, da Anvisa. De acordo com esta RDC, para averiguar as

condições higiênicossanitárias da farinha e fécula de mandioca, devem ser

pesquisados coliformes a 45°C, Bacillus cereus e Salmonella sp. cujos limites

permitidos são 10 2 NMP/g, 3x10 3 UFC/g e ausência em 25 g, respectivamente

(BRASIL, 2001).

Estes microrganismos foram pesquisados em 15 amostras de goma, que

foram obtidas prontas para a fabricação das tapiocas, em barracas da orla

marítima de Maceió e no mercado público desta cidade.

Com relação à pesquisa de coliformes nas amostras avaliadas, os

resultados encontrados podem ser observados na Tabela 3.

Tabela 3 – Quantificação dos coliformes totais e a 45°C em amostras

de goma de tapioca comercializadas na cidade de Maceió, Alagoas.

Coliformes totais Coliformes a 45°C

Amostras

*NMP/g

*NMP/g

A1 15 15

A2


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

17


ga a uns 50 minutos (LIMA et al., 2014).

18

Al2O3, a configuração eletrônica do

estado fundamental é [Ne] 3s23p1

(ATKINS & JONES, 2006).

Embora não pareça ser particularmente

reativo, o alumínio é considerado

um metal ativo. Seu comportamento

é enganoso porque reage

rapidamente com o oxigênio no ar

para formar o uma camada passiva de

óxido (Al2O3), ou alumina, que é fortemente

ligado ao metal e existe como

um revestimento denso (ao contrário

dos óxidos de ferro). A decapagem

ácida é amplamente utilizada para o

tratamento de superfícies de alumínio.

O ácido clorídrico, HCl, é um ácido

inorgânico forte, seu pKa é de -6,3. O

alumínio pode ser reagido com ácido

clorídrico para produzir gás hidrogênio.

Os íons cloreto do HCl causam

uma perda substancial do metal pela

corrosão e os íons Cl− do ácido criam

um ataque localizado extensivo na superfície

do metal (REZA et al.,2002).

Devido ao átomo de cloro ser

mais eletronegativo que os átomos

de hidrogênio, a ligação covalente

entre os dois é polar. A

molécula tem um momento dipolar

com uma carga parcial negativa

δ- no átomo de cloro e uma

carga parcial positiva δ+ no átomo

de hidrogênio. Em parte, devido a

esta alta polaridade, o HCl é muito

solúvel em água e em outros solventes

polares (MAHAN, 2008).

Cloreto de hidrogênio é um ácido

monoprótico, o que significa que

ele pode dissociar-se (i.e., ionizar-

-se) somente uma vez resultando

em um íon H+ (um único próton).

No ácido clorídrico (solução aquosa),

o íon H+ se junta a uma moartigo

2

Parâmetros cinéticos de

arrhenius através da

reação do al-hcl

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

(3)

alumínio AlCl3(aq) produzido pelas eqs 3 e 4 que

l(s)-HCl(aq) também é devida ao aumento da área

ispersão de pós Al(s) em HCl(aq),que depois da

O3 (NASCIMENTO & MELNYK, 2017).

ento de avalanche térmica é atribuído à camada

que, podem ser visualmente distinguidos nos

ação do gás hidrogênio molecular H2(g).

b)

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo

alumínio. utilizar dados experimentais de

o ácido clorídrico e

taxa de reação para o sistema Al/HCl

te: Autor

são muito escassos, determinando os

parâmetros cinéticos (Ea e A). Muitos

metais reagem com ácidos para formar

gás hidrogênio. Baseamos o nosso

modelo cinético através da equação

de Arrhenius, no qual determinamos

parâmetros cinéticos (Ea e A) em

função da temperatura, como também

o processo de evolução da reação exotérmica

com liberação de gás hidrogênio

numa faixa de 70ºC. A presença

de óxido de alumínio na superfície do

metal foi importante para a observação

da evolução de H2(g), como também

para a obtenção do cloreto de alumínio

(AlCl3) e pequenos cristalitos de óxido

de alumínio no fundo recipiente. Os

dados experimentais investigados estão

em grande concordância com os

parâmetros cinéticos da equação de

Arrhenius.

Palavras-chave: Alumínio; Ácido

clorídrico (HCl); Equação de Arrhenius;

Gás hidrogênio.

Abstract

The present work aims to use experimental

data of reaction rate for the Al/

HCl system are very scarce, determining

the kinetic parameters (Ea and A).

Many metals react with acids to form

hydrogen gas. We base our kinetic

model through the Arrhenius equation,

in which we determine kinetic parameters

(Ea and A) as a function of temperature,

as well as the process of evolution

of the exothermic reaction with

release of hydrogen gas in a range of

70ºC. The presence of aluminum oxide

on the surface of the metal was important

for the observation of the evolution

of H2(g), as well as the aluminum chloride

(AlCl3) and small crystallites of aluminum

oxide in the container bottom.

The experimental data investigated are

in close agreement with the kinetic parameters

of the Arrhenius equation.

Imagem Ilustrativa

Key-words: Aluminum; Hydrochloric

acid (HCl); Arrhenius equation;

Hydrogen gas Arrhenius parameters.

Introdução

O Alumínio é um dos materiais

preferidos na indústria em geral,

na arquitetura e na engenharia,

possuindo excelentes propriedades

mecânicas. O alumínio é

um metal leve (ρ = 2,70 g/cm3),

resistente à corrosão, bom condutor

de calor e eletricidade,

possui brilho e tem um ponto de

fusão bastante baixo, alcançando

a temperatura de 660º C (COSTA

et al., 2003).

Alumínio e suas ligas surgiram

como materiais alternativos na indústria

aeroespacial e em algumas

indústrias de processamento químico.

O alumínio tem três estados de

oxidação. O mais comum é Al3+, os

outros dois são Al+ e Al2+. O Al3+,

no seu estado de oxidação, é encontrado

no composto óxido de alumínio,

Nascimento, L. 1 *; Melnyk,A. 2 ; Santos,N.T.F. 3 ;

Silva,N.A.R. 4

Autores

1

*Departamento de Física-DF/CCEN-UFPB, Cidade Universitária- Caixa

Postal: 5008-CEP: 58059-900, João Pessoa - PB, Brasil.

2

Programa de Pós-Graduação em Letras-PPGL, Centro de Ciências, Letras

e Artes-CLA/UFPB, Brasil. Castelo Branco, Cidade Universitária-Campus

I,CEP: 58051-970,João Pessoa-PB. 3,4 Departamento de Engenharia Civil-

DEC, Centro de Tecnologia-CT/ESTÁCIO-UNIOUL. Av. Pres. Epitácio Pessoa,

4657 – Tambaú, CEP: 58039-000, João Pessoa – PB, Brasil. E-mail(s):

luciano.ufcg@gmail.com1


Cl − do ácido metal criam pela um corrosão ataque localizado e os íons Cl extensivo − do ácido na

Al

criam um ataque localizado extensivo na

2O3nH 2

O( s) 6HCl ( aq) 2 AlCl3( aq) (3 Al 2On 3)

HnH 2

O2 (

Ol

)( s) 6HCl ( aq) 2 AlCl3( aq) (2)

(3 n)

H2 O( l)

002). superfície do metal (REZA et al.,2002).

Embora a reação química seja uma reação Embora exotérmica a reação (∆H química > 0), a seja reação uma não reação contribui exotérmica (∆H >

ser mais eletronegativo Devido ao que átomo os átomos de cloro de hidrogênio, ser mais significativamente eletronegativo a que os para átomos o aumento de hidrogênio, da temperatura significativamente a do sistema para reacional o aumento devido da temperatura à lenta taxa do de sistema reac

olar. A molécula ligação tem covalente um momento entre os dipolar dois é polar. com uma A molécula carga

reação

tem

e à quantidade

um momento

limitada

dipolar com

de óxidos

uma carga

reação de Al na e à sua quantidade superfície. limitada de óxidos de Al na sua superfície.

ro e uma carga parcial parcial negativa positiva δ - no δ átomo + no átomo de cloro de e hidrogênio. uma carga parcial positiva δ + no átomo de hidrogênio.

ade, o HCl Em é parte, muito devido solúvel a em esta água alta e polaridade, em outros solventes o HCl é muito Uma solúvel vez que em a água camada e em superficial outros solventes é removida Uma vez devido que a à camada reação superficial (por é removida exemplo, devido à reaçã

de hidrogênio polares é um (MAHAN, ácido monoprótico, 2008). Cloreto o que de significa hidrogênio eq que 2), é um o ácido Al interno monoprótico, (s) reage o que diretamente significa eq que com 2), o o Al HCl(aq), interno produzindo (s) reage diretamente um efeito exotérmico com o HCl(aq), produz

se) somente ele uma pode vez dissociar-se resultando (i.e., em ionizar-se) um íon H + Durante certo

somente (um único uma vez resultando em um íon H + tempo, o Durante revestimento Durante certo certo de tempo, óxido tempo, o no revestimento Al, o como revestimento Al2O3· de óxido nH2O, de no óxido Al, é removido como no Al2O3· Al, de como nH2O, Al2O3· é remo

(um único

muito significativo. A reação (majoritariamente muito significativo. expressa por A reação eq 3 entre (majoritariamente várias reações expressa por

acordo com o eq (3) (KITABAYASHI acordo acordo com com o eq et (3) o al.,2016), eq (KITABAYASHI (3) (KITABAYASHI et al.,2016), et al.,2016),

lécula de água para formar um íon reagentes e a temperatura de reação

é típica da cinética Al2O3química.

nH 2

Durante certo tempo, o revestimento de óxido no Al, como Al2O3·

possíveis consecutivas e concomitantes) possíveis é acelerada consecutivas pelo e aumento concomitantes) subsequente é acelerada pelo

hidrônio, H3O+, por uma reação

O( s) 6HCl ( aq acordo Al

)

2 O32 AlCl nH

2

O3( ( aq s ) 6(3 HCl n( )

aq

H) 2

O

( l2 )

AlCl3( aq) (3 n)

H2 O( l)

(2)

(

temperatura, com o tempo de reação que temperatura, chega a Aluns 2O com

3com 50 nH

o eq

2 minutos O

(3)

o ( s) tempo

(KITABAYASHI

6HCl (LIMA ( de aq) reação 2 et AlCl

et al.,2016),

al., 3( que aq 2014). )

chega (3 n)

Ha 2 uns O( l)

50 minutos (

reversível (MARQUES, 2001): A cinética é a área da Embora química a reação que química Embora seja uma a reação reação química exotérmica seja uma (∆H > 0), a exotérmica reação não (∆H contribui > 0), a reação não c



estuda a velocidade das reações quí-

Al( s) e 6os HCl fatores ( aq) que 2AlCl a influenciam.

3( aq) 3H2( g)

significativamente 2Al( s) 6HCl( aq) para 2o AlCl aumento 3( aq) da 3temperatura H2( g)

do sistema reacional d

Embora Al a reação química seja uma reação exotérmica (∆H > 0), a

() l


2 ( l) 3 ( aq) significativamente para

( aq)

(1) significativamente o aumento

2O da

3nH temperatura para

2

O( so )

6HCl aumento do sistema

( aqda )

2 AlCl

temperatura reacional

3(

devido

aqdo )

(3 n)

H

sistema à lenta reacional taxa

2

O( l)

de devido à lenta

2micas

reação e à quantidade limitada reação e de Embora à óxidos quantidade de a reação Al limitada na sua química superfície. de óxidos seja de uma Al na reação sua superfície. exotérmica (3) (∆H > 0), a

O cloreto de hidrogênio é um Durante Os principais fatores que

1influenciam

O cloreto de hidrogênio é um ácido muito Hmais certo forte 527,5 tempo,

que kJ a ( molAl o revestimento

água e )

de óxido 1

o equilíbrio tende reação no H Al, e à

como 527,5 quantidade

Al2O3· kJ ( molAl limitada

nH2O, )

é

de

removido

óxidos de

de

Al na sua superfície.

significativamente para o aumento da temperatura do sistema reacional d

ácido muito mais forte que a água acordo numa reação são a Uma temperatura, vez que a camada Uma superficial vez que é removida a camada devido superficial à reação é removida superficial devido (por à exemplo, reação superficial (por e

Durante com o certo eq (3) tempo, (KITABAYASHI o revestimento et al.,2016), de óxido no Al, como Al2O3· nH2O, é removido de

e o equilíbrio tende para a direita, Em HCl(aq)

concentração, concentrado, superfície eq 2), de o o Al tricloreto contato, interno (s) eq de reage 2), reação Em alumínio Em o diretamente Uma Al HCl(aq)

e interno à vez quantidade AlCl3(aq) que com (s) concentrado, reage a o camada HCl(aq),

limitada produzido diretamente produzindo superficial o de

o tricloreto óxidos

tricloreto

) H2), 2

pelas com um o é de removida HCl(aq),

eqs efeito Al de 3 na alumínio e exotérmico produzindo sua 4 devido que superfície. AlCl3(aq) à um reação efeito supe pr exo

acordo com o eq (3) (KITABAYASHI et al.,2016),

tanto que o ácido clorídrico é um formaria Al catalisadores AlCl4 − (aq). e etc. A aceleração muito significativo. da reação A formaria muito reação Al(s)-HCl(aq) significativo. (majoritariamente AlCl4 − A reação expressa (majoritariamente por eq 3 entre expressa várias por reações eq 3 entre várias

2O3nH 2

O( s) 6HCl ( aq) 2 AlCl3( aq) (3 neq O( de

lo )

alumínio interno também (aq). A (s) AlCl3(aq) aceleração reage é devida diretamente produzido

concomitantes) pelas consecutivas eqs é 3 acelerada e e concomitantes) 4 que pelo formaria aumento é acelerada subsequente pelo aumento da subsequ

ao da (2) aumento reação com Al(s)-HCl(aq) o da HCl(aq), área produzindo também ué

Uma vez que a camada superficial é removida devido à reação supe

exemplo de um ácido mineral forte.

A água aceita um próton para

eq 2), o Al interno (s) reage diretamente com o HCl(aq), produzindo u

Em um sistema aberto, possíveis no consecutivas entanto, possíveis superficial Embora Al2O3nH a na 2 reação Oplaca ( s) 6química HCl de ( aq Al )

seja pela 2 AlCl uma corrosão 3( aq reação )

(3 superficial e exotérmica nmuito dispersão ) H2 O( lsignificativo. ) na (∆H de placa > pós 0), de Al(s) A a Al reação em pela não HCl(aq),que (majoritariamente corrosão contribui (2) e depois dispersão expressa da de por pós eq Al( 3

essa reação pode atuar temperatura, como com uma o tempo temperatura, de AlCl4− reação com (aq). que o chega tempo A aceleração a uns de reação 50 minutos da que reação chega (LIMA a uns et al., 502014).

minutos (LIMA et al., 2014)

formar [H3O]+ e então se torna reação significativamente Embora

reação se formam a

de

reação para

fuga pequenos química o aumento

pseudotérmica,

seja cristalitos da uma temperatura

onde

reação de reação Al2O3 exotérmica possíveis

Al(s)-HCl(aq)

do se sistema (NASCIMENTO formam (∆H consecutivas reacional

também > pequenos 0), a devido &

e

MELNYK, cristalitos

concomitantes)

é devida

à não lenta contribui taxa

ao de 2017). de é acelerada

Al2O3 (NASCIMENTO

pelo aume

muito significativo. A reação (majoritariamente expressa por eq 3

uma base de Brønsted. Na direção reação 2Al( s) 6HCl( aq) 2AlCl 3( ( aq s ) 63HCl H2( g( ) aq) 2AlCl3( aq) 3H

significativamente

2( g)

não e à ocorre quantidade nenhum para limitada o aumento descontrole óxidos da Durante temperatura de do certo Al na temperatura,

tempo, aumento sua do o sistema superfície.

revestimento da reacional

com

área

o tempo

de óxido superficial devido

de reação

no Al, como à lenta na placa

Após

que

Al2O3· taxa

chega

nH2O, de

a uns 50 minutos (LIMA

possíveis consecutivas e concomitantes) é removido acelerada (3) de pelo aume

1

1

inversa, [H3O]+ atua como um Após processo certo gerando período riscos de tempo Hde

explosão

527,5 o comportamento kJ ( molAl)


H 527,5 de avalanche kJ ( molAl)


reação e à quantidade limitada de acordo óxidos com de o eq Al (3) na (KITABAYASHI temperatura, sua de certo Al pela período et al.,2016), corrosão de térmica tempo e dispersão é o atribuído comportamento à camada de avalanche t

ácido fraco e Cl− como uma base Uma

e emissão

vez que

de

a

gases

camada

tóxicos.

superficial Em HCl(aq) concentrado, é removida Em o HCl(aq) tricloreto concentrado, o AlCl3(aq) tricloreto produzido alumínio pelas AlCl3(aq) eqs 3 e produzido 4 que pelas eqs 3

de óxido no alumínio e na sua superfície de óxido de devido 2superfície.

Al( s) que, pós no podem Al(s) à reação 6com HCl o tempo

( aq

alumínio em ser HCl(aq),que superficial )

2AlCl de reação

3( (por )

3

visualmente e na depois exemplo, Hque chega a uns 50 minutos (LIMA

2( g)

superfície distinguidos que, nos podem ser vi

Al2O fraca, aqui são, respectivamente, Um período de indução formaria é claramen-

AlCl4 − 3nH 2

O( s) 6HCl ( )

2 (aq). A aceleração formaria da reação AlCl4 da − AlCl3( aq) (3 n)

H2 O 1

( l)

(2)

eq 2), Uma o Al vez interno que a camada (s) reage superficial diretamente é removida com o HCl(aq), devido 2


Al

H

à produzindo (aq).

527,5

reação se A Al(s)-HCl(aq) aceleração kJformam superficial

( molAl um também da ) efeito

reação pequenos é exotérmico devida Al(s)-HCl(aq) ao aumento também da é área devida ao aumento

( s) 6HCl( aq) 2AlCl3( (por

aq) 3exemplo,

H2( o ácido conjugado e a base conju-recipientegada de H2O e HCl.

observado

(Figura

para

1) pela

a superficial reação

observação Embora a

devido

e reação

na placa à

liberação recipientes química do seja (Figura gás uma hidrogênio reação 1) exotérmica pela observação molecular (∆H > 0), a H2(g). e reação liberação não contribui do gás hidrogên

muito de superficial Al cristalitos pela corrosão na placa de e de dispersão Al2O3 pela (NASCIMENTO

de corrosão pós Al(s) e em dispersão HCl(aq),que de pós depois Al(s)

eq 2), o significativo. Al interno (s) A reage reação diretamente (majoritariamente com o HCl(aq), expressa Em HCl(aq) produzindo por concentrado, 1

H

527,5 eq kJ ( molAl 3 um entre ) efeito o várias tricloreto exotérmico reações de alumínio AlCl3(aq) em da HCl(aq),que produzidd

significativamente para o aumento da temperatura do sistema reacional devido à lenta taxa de

a) presença de uma camada reação se superficial formam pequenos a) reação & cristalitos MELNYK, se formam b) de Al2O3 pequenos 2017). (NASCIMENTO cristalitos de Al2O3 & MELNYK, (NASCIMENTO 2017). b) & MELNYK, 2017)

possíveis muito significativo. consecutivas A reação e concomitantes) (majoritariamente reação e à quantidade é acelerada formaria AlCl4

limitada expressa de óxidos pelo por − (aq).

de eq aumento A

Al na 3

aceleração

sua entre superfície. subsequente várias

da reação da

Al(s)-HCl(aq)

reações

também é devid

Em HCl(aq) concentrado, o tricloreto de alumínio AlCl3(aq) produzid

Além do [H3O]+, outro íon formado de óxido de alumínio (Al2O3) é claramente

Após certo período de tempo o

Após certo período de tempo Após certo o período de tempo o comportamento térmica é atribuído de avalanche à camada térmica é atribuído à

é Cl−, o íon cloreto. O ácido clorídrico, temperatura, possíveis consecutivas com o tempo

observado

e de

para

concomitantes) reação que chega

a Uma reação

é a acelerada uns superficial

vez que a camada comportamento

50 minutos pelo

na placa (LIMA aumento

de

superficial é removida de avalanche

et Al al., pela

subsequente 2014). corrosão e

devido à reação térmica

reage 50 é diretamente minutos atribuído na placa (LIMA com à de camada o HCl(aq), et Al al., pela produzindo 2014). de corrosão óxido um e efeito dispersão exotérmico de pós Al(s) em H

da

dispersão de pós Al(s) em H

formaria AlCl4 − (aq). A aceleração da reação

superficial

Al(s)-HCl(aq) também é devid

(por exemplo,

portanto, pode ser usado para prepa-

óxido no alumínio de e na óxido reação sua no superfície se alumínio formam que, pequenos e na podem sua superfície cristalitos ser visualmente que, de Al2O3 podem distinguidos (NASCIMENTO ser visualmente nos distingui & ME

temperatura, devido com à presença o tempo de desta reação eq 2), camada que o Al chega interno a (s) uns superficial

2Al rar os sais chamados de cloretos,

( s) 6HCl( aq) 2AlCl recipientes 3( aq) 3(Figura H2( g)

1) pela recipientes observação (Figura e liberação 1) pela do observação gás hidrogênio e liberação molecular do gás H2(g). hidrogênio molecular H2(g).

de óxido e hidróxidos envolvendo

muito significativo. A reação no alumínio (majoritariamente e na sua expressa superfície por eq que, (3) 3 entre várias reações

1

como o cloreto de sódio. O HCl é um Al2O3·nH2O, H 527,5 kJ ( Al(OH)3 molAla) )


Após se certo formam período pequenos de tempo cristalitos o comportamento de Al2O3 (NASCIMENTO de avalanche térmica & ME

2 e AlO(OH) possíveis sobre

a placa Al, que inicialmente temperatura, inibe com o tempo nos de recipientes reação que chega (Figura a uns 1) 50 minutos pela obser-

(LIMA et al., 2014).

consecutivas a)

podem e concomitantes) ser visualmente é b) acelerada distinguidos pelo aumento b)

( s) 6HCl( aq) 2AlCl3( aq) 3H2( g)

subsequente da

de óxido no alumínio e na sua superfície (3) que, podem ser visualme

ácido forte, já que essencialmente se

1

Em H

HCl(aq) 527,5 concentrado, kJ ( molAl)


o tricloreto de alumínio Após certo

AlCl3(aq) produzido período de pelas tempo eqs o comportamento 3 e 4 que de avalanche térmica

dissocia completamente em água, ou a reação entre Al(s) e HCl(aq).

recipientes vação e liberação (Figura 1) do pela gás observação hidrogênio e liberação do gás hidrogênio mol

formaria Em HCl(aq) AlCl4 2Al( s) 6HCl( )

2AlCl )

3H

seja, o cloreto de hidrogênio é virtualmente

completamente ionizado em

− concentrado, (aq). A aceleração o tricloreto da reação

de óxido

de Al(s)-HCl(aq) alumínio AlCl3(aq) também

no alumínio

produzido é devida

e

pelas ao

na

aumento

sua superfície

eqs 3 e da 4 área

que, podem ser visualme

que

Foi relatado que a espessura da a) molecular 1 H2(g).

b) (3)

H

527,5 kJ ( molAl)

superficial formaria na placa de Al pela corrosão e dispersão

AlCl4 de pós Al(s) em HCl(aq),que depois da

camada − recipientes (Figura 1) pela observação e liberação do gás hidrogênio mol

de

(aq). A aceleração da reação Al(s)-HCl(aq) também é devida ao aumento da área

óxido de superfície do

Em HCl(aq) concentrado, a) o tricloreto de alumínio AlCl3(aq) produzido pelas eqs b) 3 e 4 que

soluções aquosas de todas menos reação superficial alumínio se formam na placa é de pequenos aproximadamente de Al pela cristalitos corrosão de

formaria

4 Al2O3 e a dispersão (NASCIMENTO de pós & MELNYK, 2017).

AlCl4

nas mais altas concentrações.

− Al(s) em HCl(aq),que depois da

(aq). A aceleração da reação Al(s)-HCl(aq) também é devida ao aumento da área

reação 5 se nm formam (MAJIDI pequenos et al.,2007). cristalitos superficial de Al2O3 na placa (NASCIMENTO de Al pela corrosão & e dispersão MELNYK, de pós 2017). Al(s) em HCl(aq),que depois da

O objetivo principal deste artigo Após certo período de

Durante certo tempo,

Figura tempo

o revestimento

de certo no óxido alumínio período no Al, de como e tempo na Al2O3· sua o superfície comportamento nH2O, que, Fonte: podem avalanche Autor ser visualmente térmica é atribuído distinguidos à camada nos Fonte: Autor

1- o comportamento Reação entre o de ácido avalanche clorídrico térmica Figura e é alumínio. atribuído 1- Reação à camada entre o ácido clorídrico e a

reação se formam pequenos cristalitos de Al2O3 (NASCIMENTO & MELNYK, 2017).

é utilizar dados experimentais de de óxido Após

Após certo período Figura de 1- tempo Reação o comportamento entre Figura o ácido 1- clorídrico de Reação avalanche entre e alumínio. térmica o ácido é atribuído clorídrico à camada e alumínio.

taxa de reação para o sistema Al/ recipientes de óxido é removido no (Figura alumínio de 1) acordo pela e observação na com sua superfície o eq e liberação (3) que, do podem gás hidrogênio ser visualmente molecular distinguidos H2(g). nos

óxido no alumínio e na sua superfície

HCl via equação de Arrhenius. Os

Fonte: Autor que, podem ser Fonte: visualmente Autor distinguidos nos

a)

(KITABAYASHI et al.,2016),(vide eq. 3)

recipientes (Figura 1) pela observação recipientes e liberação (Figura 1) b) do pela gás observação hidrogênio e liberação molecular do gás hidrogênio H2(g). molecular H2(g).

dados experimentais investigados Embora a reação química seja uma

a) b)

estão em grande concordância a) b)

reação exotérmica (∆H > 0), a reação

não contribui significativamente

Figura 1- Reação entre o ácido clorídrico e alumín

com os parâmetros cinéticos da

equação de Arrhenius.

para o aumento da temperatura do

Fonte: Autor

Figura 1- Reação entre o ácido clorídrico e alumín

sistema reacional devido à lenta taxa

Fonte: Autor

de reação e à quantidade limitada de

óxidos de Al na sua superfície.

Uma vez que a camada superficial

é removida devido à reação superficial

(por exemplo, eq 2), o Al

Figura 1- Reação entre o ácido clorídrico e alumínio.

interno

ão aquosa), próton). o íon H No + se ácido junta clorídrico a uma molécula (solução de aquosa), água para o íon H + se junta a uma molécula de água para

uma reação formar reversível um íon (MARQUES, hidrônio, H3O 2001):

+ , por uma reação reversível (MARQUES, 2001):

q )

HCl H O H O Cl (1)

m ácido muito mais forte que a água e o equilíbrio tende

orídrico é para um exemplo a direita, de tanto um que ácido o ácido mineral clorídrico forte. A é água um exemplo de um ácido mineral forte. A água

Fundamentação Teórica

O alumínio é um elemento com

caráter anfótero, sendo capaz de

reagir com soluções aquosas diluídas

de ácidos e bases fortes.

Em ambos os casos, a oxidação

desse metal altera suas propriedades

mecânicas, comprometendo

muitas das suas aplicações.

A influência de alguns fatores

que afetam a velocidade de uma

reação química (oxidação do alumínio

em meio ácido), tais como:

a concentração dos reagentes,

a superfície de contato entre os

Figura 1- Reação entre o ácido clorídrico e Fonte: alumínio. Autor

(s) reage diretamente com o HCl(aq),

produzindo um efeito exotérmico

muito significativo. A reação (majoritariamente

expressa por eq 3 entre

várias reações possíveis consecutivas

e concomitantes) é acelerada

pelo aumento subsequente da temperatura,

com o tempo de reação

que chega a uns 50 minutos (LIMA

et al., 2014).

Figura 1- Reação entre Fonte: o ácido Autor clorídrico e alumínio.

Fonte: Autor

Os parâmetros cinéticos são determinados

em temperatura ambiente,

variando-se apenas a concentração

de um dos reagentes. A expressão

matemática da lei de velocidade relaciona

a constante de velocidade com

a temperatura é chamada equação

de Arrhenius, que pode ser escrita

como (MAHAN, 1978):

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

19


portamento de avalanche térmica é atribuído à camada

artigo 2

erfície que, podem ser visualmente distinguidos nos

ambiente, Os variando-se parâmetros apenas cinéticos são determinados em temperatura ambi

e liberação do gás hidrogênio molecular H2(g).

a lei de a concentração velocidade relaciona de um dos a reagentes. A expressão matemática da lei d

dln kT ( )

E R

(6)

1

d

o de constante Arrhenius, de que velocidade pode ser com a temperatura é chamada T equação de

A equação de Arrhenius são argumentos baseados na termodinâmica estatística, e nos dar

uma interpretação física para a energia de ativação. A energia de ativação seria a diferença

temperatura Os ambiente, parâmetros variando-se cinéticos apenas são determinados em temperatura ambiente, variando-se apenas

escrita como (MAHAN, 1978):

matemática a concentração da lei de velocidade de um dos relaciona reagentes. a A expressão matemática Silva,N.A.R. O sinal negativo

da lei 4 da diferencial do logarítimo constante cinética em relação ao inverso

de velocidade relaciona a

mada equação constante de de Arrhenius, velocidade que com pode a ser temperatura é chamada equação de Arrhenius, que pode ser

3. MATERIAIS E MÉTODOS

dos reagentes. escrita A expressão como (MAHAN, matemática 1978): da lei de velocidade relaciona a

Entretanto, é sabido que este

ade com a escrita temperatura como dé ln chamada (MAHAN, kT ( )

Ea equação 1978): de Arrhenius, conceito, que nesta pode forma, ser é bastante

dln kT ( )

Ea

R

Ea

R


N, 1978):

1

simplificado para descrever esses

1

Ea

d RT

g/cm e

fenômenos químicos, uma vez

(4)

3 ,e ponto de ebulição: 110°C(Recilab,Recife-PE/Brasil).


d

RT

k e T

que os processos reacionais possuem

uma descrição muito mais

Tabela 1- Ensaios experimentais com ácido clorídrico e alumínio.


que pede na tabela 1. (4) T

Ea

Onde A é o coeficiente de proporcionalidade,

RT

k e conhecido por fator pré- complexa, dependendo de fatores

Ensaios

(4)

-exponencial, T a temperatura em térmicos, de distribuições de não

entre o ácido clorídrico Onde A é o e coeficiente alumínio. de proporcionalidade, conhecido (4)

Kelvin (K), R a constante universal equilíbrio dos reagentes, tunelamento

R e configuração a constante geométrica.

Fonte: Autor

Fonte: Autor

por fator pré-exponencial, T a

or fator pré-exponencial, temperatura dos gases,E a em é a energia Kelvin de ativação. T a (K), universal dos gases,

Estes fatores influenciam diretamente

na cal resposta T experimental a

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

, iciente conhecido de proporcionalidade, por fator Jpré-exponencial, conhecido T a

termicamente em água durante

30 minutos para obter-se uma

3

kJ por fator pré-exponencial,

3

kcal

universal a energia R 8,315 média 8,31510

constante universal mol dos de

K

todas as

dos gases, mol

entidades e R

K

moleculares (constante 1,987 cinética) 1,987.10

gases, mol K

que levando reagissem a um .

mol K

ou

Ea não. é a energia de

Kelvin (K), R a constante universal comportamento dos gases, não linear no plot espessura uniforme de óxido de

ativação. Representa a barreira de energia de Arrhenius que deve e, consequentemente,

ser vencida antes alumínio que os (Al2O3) reagentes na sua se superfície.

O experimento foi realizado à

3

kJ

kcal 3

kcal Jcal

3

kcal

510 e R 1,987 1,987.10

. J

1,987.10

kJ . Ea

R 8,315 3

é kJ interferindo a energia no cal comportamento de

3

kcal

mol K

Ea é 8,31510 a energia de e R 1,987 1,987.10

temperatura ambiente e com ácido 3

. tornem Ea mol Ké produtos, mola K

K

energia

Ea

é sempre

8,31510


molde

positivo. K da Quanto energia de maior ativação.


e o

mol KR

valor Sendo de as-Easim, tornavase necessário buscar clorídrico mol Kna concentração 3M e

menor a velocidade

1,987.10

de

a ol a barreira Kas possíveis de uma energia reação Representa entidades que mol a deve uma a Kbarreira dada ser do sistema. vencida temperatura, de energia antes mol que e uma maior os definição Kreagentes será a mais inclinação se abrangente da curva pH: mol (ln 2,densidade k) x (1/T). a 20°C: 1,100 a

eve ser vencida antes que deve que ser vencida os reagentes antes que os se

1,200 g/cm 3,e ponto de ebulição:

é sempre positivo. Uma Quanto energia maior de o ativação valor de alta Ea, menor corresponde

para a

velocidade

energia

a

de

uma

ativação.

de velocidade

A definição

mais genérica para energia

de

110°C(Recilab,Recife-PE/Brasil).

reação que é muito

reagentes se tornem produtos, Ea

ida aior antes o valor de que Ea, os menor reagentes a velocidade se

ada temperatura, sensível e maior é sempre á será temperatura. positivo. a inclinação Quanto O maior valor curva o de de (ln de Foram separados três beckers e

Ea k) ativação não x (1/T). muda é dada com pela equação a temperatura. Geralmente esta

3. MATERIAIS valor de Ea, E MÉTODOS

menor a velocidade de (4), definição atualmente aceita marcados com as letras A, B e C.

Submetendo-os ao que pede na

de

ativação a inclinação Ea,

alta

menor

equação corresponde da curva uma

a

pode reação (ln a ser a k) uma reescrita x dada velocidade (1/T). temperatu-

seguinte

de

de reação pela forma IUPAC que (BRADY (vide é muito eq. 6) & HUMISTON, 1986):

ra, e maior será a inclinação da curva A equação de Arrhenius são tabela 1.

tura. uma O velocidade valor de Ea (ln não de k) x (1/T). reação muda com que a temperatura. é muito argumentos Geralmente baseados esta na termodinâmica

1986): estatística, e nos dar

da curva (ln k) Uma x energia (1/T). de ativação alta corresponde

a uma velocidade lnA de rea-

esta uma interpretação física para a discussão

Resultados e

escrita da seguinte forma (BRADY E

da com a temperatura.


lnk

a

Geralmente

& HUMISTON,


RT


(5)

ção que é muito sensível á temperatura.

pode O valor que 1986): ser de Ea reescrita é não muda muito com da a seguinte de ativação forma seria (BRADY a diferença & HUMISTON,

energia de ativação. A energia A princípio, foram realizados

dade ADY & de HUMISTON, equação reação

cálculos da concentração

1986):

molar

No temperatura. modelo proposto Geralmente por esta Arrhenius equação

pode ser reescrita da seguinte as entidades moleculares, (5) com presentes nos ensaios. Como os

entre surge a energia um parâmetro, média de denominado todas do ácido energia clorídrico de ativação, e do alumínio

lnA

emperatura.

que conecta forma Geralmente (BRADY o mundo & HUMISTON, macroscópico

esta 1986): com

energia

o microscópico.

suficiente para reagir,

Esse parâmetro tempos foram foi interpretado obtidos, calculamos

a velocidade média em que

sto por Arrhenius como surge sendo um equivalente Eparâmetro, a à denominado altura da barreira e energia a energia energética de média ativação, que de todas deve as ser alcançada

cada ensaio

pelos

que

reagentes

ocorreu, usando-se

para tanto a expressão da

g/cm

ISTON, 3 ,e lnkponto 1986):

de ebulição: lnA

(5)

o macroscópico através com da o energia microscópico. RT

110°C(Recilab,Recife-PE/Brasil).

entidades moleculares que reagissem

foi ou interpretado

não.

translacional Esse das parâmetro moléculas.

O sinal negativo da diferencial velocidade média para o consumo

de alumínio para descrever descrito na

nte à altura da barreira Entretanto, No energética modelo é sabido proposto que que deve por este ser Arrhenius

conceito, alcançada do logarítimo nesta pelos forma, reagentes da constante é bastante ci-simplificadnética em relação ao inverso da equação (4) (CHASSOT, 1993),

arâmetro, denominado energia de ativação,

nslacional que das pede esses moléculas. na fenômenos tabela surge 1. um parâmetro,

químicos, uma vez

temperatura

que os processos

é a energia

reacionais que

média

possuem Geralmente

pede na uma tabela

estes descrição resultados,

1.

denominado energia de ativação,

nesta que complexa, forma, conecta é bastante o dependendo mundo ma-

simplificado de das fatores moléculas para térmicos, descrever que reagem distribuições me-

de não equilíbrio dos

roscópico. Esse parâmetro foi interpretado

podem ser visto na Tabela 2.

do que este conceito, muito mais

E Empregando a equação da lei

lnk

a

nos à energia média de todas as

ética ímicos, que uma deve Tabela croscópico

vez reagentes, ser 1-

que alcançada Ensaios com

os tunelamento processos pelos experimentais o microscópico.

(5) reagentes com ácido clorídrico e alumínio.

Esse parâmetro lnA

da velocidade na equação (6),

foi reacionais e interpretado configuração

em seguida, calcularam-se as

RT


possuem possíveis geométrica. uma entidades descrição do sistema.

como sendo

a, dependendo através de fatores Estes da energia fatores térmicos,

equivalente

translacional influenciam de distribuições

à altura

da barreira energética não equilíbrio na resposta e métodos

experimental ordens (constante de reação cinética) a e b.

diretamente das de moléculas. Materiais Ensaios

Placas de Aluminio metálico: A lei da velocidade obtida com

to

20

os dados foi esta reação é uma

nominado rma,

e configuração beckers

é bastante levando geométrica.

que

energia simplificado a

deve

um

Ácido ser

comportamento

alcançada Clorídrico pelos

de para ativação, descrever não

6 mol/L

Al0 linear

Volume

(35 x no 17 mm, plot

(mL)

espessura de Arrhenius 0,35 e, consequentemente,

Alumínio -

reagentes através da energia

reação de quarta ordem.

fluenciam diretamente interferindo na no resposta comportamento experimental da energia mm, (constante Alcoa de - ativação. Brasil) cinética) foram Sendo tratadas

Massa (g)

translacional das moléculas.

assim, tornavase necessário

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

b)

Autores

Os parâmetros cinéticos são determinados em temperatura ambiente, variando-se apenas

Nascimento, L.

a energia média de todas as entidades moleculares que reagissem ou não.

a concentração de um dos reagentes. A expressão matemática da lei de velocidade 1 *; Melnyk,A.

relaciona 2 ; Santos,N.T.F.

a

3 ;

inéticos são determinados constante em velocidade temperatura com ambiente, a temperatura variando-se é chamada apenas equação de Arrhenius, as possíveis entidades do que sistema. pode ser

se parâmetro que buscar conecta uma foi definição interpretado o mundo mais abrangente macroscópico para a energia de ativação. com A o definição microscópico. mais genérica Esse pa

Imagem Ilustrativa

A equação de Arrhenius são argumentos baseados na termodinâmica A equação estatística, de Arrhenius e nos dar são

beckers Ácido Clorídrico 6 mol/L Volume (mL) Alumínio (4)

argu

-

Massa (g)

A 3 0,001

uma interpretação física para a energia de ativação. A energia uma de ativação interpretação seria física a diferença para a ener

B 3 0,002

C 3 0,003

Onde A é o coeficiente de proporcionalidade, conhecido por fato

entre a energia média de todas as entidades moleculares, com energia entre a suficiente energia média para reagir, de todas e as ent

Onde A é o coeficiente de proporcionalidade, conhecido por fator pré-exponencial, T a

A princípio, foram realizados cálculos da concentração molar do ácido clorídrico e do

temperatura em Kelvin (K), R a energia alumínio presentes nos ensaios. Como os tempos foram obtidos, calculamos a velocidade

a média constante de todas as entidades uni

temperatura em Kelvin (K), R a constante

média em que

universal

cada ensaio que ocorreu, usando-se para

dos

tanto a expressão da

gases,

velocidade

média para o consumo de alumínio descrito na equação (4) (CHASSOT, 1993),

O sinal negativo da diferencial do logarítimo da constante cinética O sinal em relação negativo ao da inverso diferencial d

da temperatura é a energia média das moléculas que reagem menos da temperatura à energia . Ea média é é a energia a de energia todas média de da

kcal

.

mol K

as possíveis entidades do sistema.

ativação. Representa a barreira de energia que deve ser vencida antes que os reagentes se

ativação. Representa a barreira de energia que deve ser vencida an

tornem produtos, Ea é sempre positivo. Quanto maior o valor de Ea, menor a velocidade de

3. MATERIAIS E MÉTODOS

tornem uma reação produtos, a uma dada temperatura, Ea é sempre e maior positivo. será a inclinação Quanto da maior curva (ln o k) valor x (1/T). de Ea,

Uma energia de ativação alta corresponde a uma velocidade de reação que é muito

uma Placas reação de Aluminio a uma metálico: dada Al 0 temperatura, (35 x 17 mm, espessura e maior 0,35 mm, será Placas Alcoa a de inclinação Aluminio - Brasil) foram metálico: da cur Al

sensível á temperatura. O valor de Ea não muda com a temperatura. Geralmente esta

tratadas termicamente em água durante 30 minutos para obter-se tratadas uma espessura termicamente uniforme em água de dura

Uma energia de ativação alta corresponde a uma velocidade d

sensível á temperatura. O valor de Ea não muda com a temper

g/cm 3 ,e ponto de ebulição: 110°C(R (5)

equação pode ser reescrita da seguinte forma (BRADY & HUMISTO

Foram separados três beckers e marcados com as letras A, B e Foram C. Submetendo-os separados três ao beckers a

No modelo proposto por Arrhenius surge um parâmetro, denominado energia de ativação,

que conecta o mundo macroscópico com o microscópico. Esse parâmetro foi interpretado

como sendo equivalente à altura da barreira energética que deve Tabela ser alcançada 1- Ensaios pelos experimentais reagentes f

beckers Ácido Clorídrico 6

Entretanto, é sabido que este conceito, nesta forma, é bastante simplificado para descrever

No modelo proposto por Arrhenius surge um parâmetro, denomin

cessos reacionais esses A fenômenos possuem químicos, uma descrição uma vez 3 que os processos reacionais A possuem 0,001 uma descrição

portamento não linear no plot de Arrhenius e, consequentemente,

B 3 B 0,002

a

entre a energia média de todas as entidades moleculares, com energia suficiente para reagir, e

da temperatura é a energia média das moléculas que reagem menos à energia média de todas

Placas de Aluminio metálico: Al 0 (35 x 17 mm, espessura 0,35 mm, Alcoa - Brasil) foram

(6)

tratadas termicamente em água durante 30 minutos para obter-se uma espessura uniforme de

óxido de alumínio (Al2O3) na sua superfície. O experimento foi realizado à temperatura

ambiente e com ácido clorídrico na concentração 3M e pH: 2,densidade a 20°C: 1,100 a 1,200

Foram separados três beckers e marcados com as letras A, B e C. Submetendo-os ao

óxido de alumínio (Al2O3) na sua superfície. O experimento óxido foi realizado de alumínio à temperatura (Al2O3) na sua

ambiente e com ácido clorídrico na concentração 3M e pH: 2,densidade ambiente a e 20°C: com ácido 1,100 clorídrico a 1,200 na c

d

c

q

d

k

c

e

c

q


Al

v (7)

(7)

t

Tabela 3- Valores para construção do gráfico de Arrhinius: lnk versus 1/T.


Al

. Empregando v Geralmente (7)

(7)


a equação estes resultados, da lei podem ser visto na Tabela 2. Empregando a equação da lei

Temperatura

t

(°C)

T (K)

1/T ( K -1 k

) ( L 3 mol -3 s -1 )

lnk

10 283 0,00353 9,510.10

rdens da velocidade de reação na a e equação b. (6), em seguida, calcularam-se as ordens de reação -5 - 9,260

25 298 0,00336 1,029.10a e b.

-4 - 9,182

50 323 0,0031 1,139.10

. Empregando Geralmente a estes equação resultados, da lei podem ser visto na Tabela 2. Empregando -4 - 9,080

70 343 0,002915 1,153.10 a equação da l

-4 9,011



rdens a velocidade de reação na Al a equação e b. (6), em seguida, calcularam-se as ordens de reação a e b.

a b

v vk Al HCl

CONCLUSÕES


-9,00

Gr.de Arrhenius (Al/HCl)

(8) (7)

(8)


-9,05

t

O processo de reação de oxidação

do alumínio metálico em

solução diluída de ácido clorí-

-9,10

. uma A

Empregando reação lei da

Geralmente de velocidade

a

a quarta b

equação estes ordem. obtida com drico os é um dados processo foi espontâneo

(ΔG < podem 0). ser visto na Tabela 2. Empregando a equação (8)

esta reação é uma reação de quarta ordem.


-9,15

v k Al HCl (8) resultados, da lei

-9,20

A reação típica é uma reação


Al

rdens v da de velocidade reação a e na b. equação (7)


(6), exortémica em seguida, em função dos calcularam-se parâmetros

cinéticos;

-9,25 as ordens de reação a e b.

t

Geralmente estes resultados,

uma A reação lei da velocidade de quarta 3 1 ordem. obtida com os dados foi esta reação é uma reação de quarta ordem.

v k

podem ser visto

HCl na Tabela 2. Empregando

Al

a equação lei

-9,30

da velocidade na equação (6), em seguida, calcularam-se as ordens de reação a e b.

Os parâmetros cinéticos determinados

evoluíram com a tem-

-1 0,0029 0,0030 0,0031 0,0032 0,0033 0,0034 0,0035 0,0036

1/T (K

(9)

(9)

a b

)

v k Al HCl


(8)

A lei da velocidade obtida com os dados foi esta reação é uma reação de quarta ordem.

a


Visto que, são conhecidos bos va-

Termograma([HC[HCl]/mol L

a, b, e suas vVisto kas que, Al são HCl conhecidos (8) para os valores de [HCl], [Al], a, b, e suas as -1 l:1,5 M/Al]

3 1

v k HCl Al

(9)

maior quantidade de hidrogênio,

70

velocidades para


Visto que, são conhecidos lores os valores de de [HCl], [Al], [Al], a, b, e suas a, as velocidades b, e para suas as

3 1

cada ensaio, é possível determinar o valor constante k em temperatura ambiente ou

v k

velocidades

HCl

para

Al

cada ensaio,

(9)

é

com formação de cloreto de alumínio

e óxido

65

qualquer outra temperatura. Para cada temperatura realizada, obteve uma constante

(9)

em cada diferente, conforme ensaio, se ver possível na Tabela 3. determinar é possível ambiente

o valor da determinar constante

lei k de em da temperatura quarta velocidade ordem. ambiente obtida ou

reação. ou o valor de alumínio da no constante final k em temperatura ambiente ou

60

Para encontrar a energia de ativação e o fator pré-exponencial plotou-se um gráfico ln

uma reação A k x 1/T (em Kelvin), podemos visualizar os resultados análise cinética, como também as

A oxidação com os do dados metal alumínio foi esta reação é uma reação de quarta ord

55

condições de tempo

, izada, qualquer qualquer reacional descrito no

b, e Visto suas obteve outra termograma que, velocidades uma temperatura. que foram determinados Para

são constante Para cada temperatura realizada, obteve uma constante

experimentalmente ilustrados nas Figuras 3 e 4).

cada temperatura realizada, conhecidos obteve para

em

os

meio

valores

ácido possibilitou

de [HCl],

a interpretação

do caráter anfótero

[Al], 50 a, b, e suas as velocidades pa

Pela equação 3, a inclinação da curva é igual a - Ea/R, então, o valor encontrado para

a reação do alumínio com

uma

ácido clorídrico

constante

é igual a 3,46 kJ/mol

diferente,

e o fator A, é o próprio

conforme

diferente, coeficiente linear da reta, cujo valor conforme obtido foi 4,15.10-4 L se ver na Tabela 3.

ada em temperatura ensaio, é possível 3 s -1 mol

ambiente -3 45

. Com esta experiência

foi possível apresentar os se parâmetros ver cinéticos na Tabela que influenciam 3.

desse metal, bem como a sua

na velocidade das reações

determinar ou o valor da constante k em temperatura ambiente o

químicas.

iinfluência na concentração do

40

3 1

zada, ualquer vobteve outra k HCl uma temperatura. Al

constante

Tabela 2- Velocidade de reação em Temperatura ambiente.

ácido clorídrico sobre a velocidade

ativação da reação, cada observando e temperatura o fator que pré-exponencial realizada, plotou-se t(min.)

0 10 20 30 40 50

Velocidade Média de Consumo de

becker [HCl]mol

nencial Para [Al]mol/L

plotou-se encontrar Tempo (s)

Alumínio gráfico a energia (mol/L.s) (9)

ln Para de obteve uma gráfico constan ln

s /L

A 6 1,2345.10 - 112,7 - 1,095.10 -4

B 6 2,4692.10

2

álise

,

iferente, k x cinética, 1/T (em - 112,8 - 2,189.10

a cinética química obedeceu à

b, e suas

conforme Kelvin), como também

Visto as velocidades que,

se podemos -4

C 6 2

3,7037.10

são

ver

conhecidos

na as

para

Tabela visualizar 3. os resultados da análise cinética, como também as

- 108,19 - 3,424.10 -4

2

equação de Arrhenius, influencia-Figurda por fatores

4-Termograma típico para a reação do Al(s) e 3,0 M de HCl (aq) a 70ºC.

Fonte: Autor

Tabela 3- Valores para construção do gráfico de Arrhinius: lnk versus 1/T.

os valores

de velocidade

de

de

F.; GUIMARÃES, P. I. C. Experimentos de Corrosão

[HCl], em Alumínio. [Al], In: 26a Reunião a, Fonte: Anual b, Autor da e Sociedade suas as velocidade

uma reação química;

Brasileira de Química, 2003, Poços de Caldas. Livro

a condições Temperatura

que foram de determinados

tempo reacional descrito no termograma que foram determinados

(°C)

T (K)

1/T ( K

encial em cada temperatura Para plotou-se ensaio, encontrar -1 k

) ( L

um é ambiente 3 mol

possível a -3 s

gráfico -1 )

lnk

CONCLUSÕES

Os parâmetros cinéticos que de Resumos da 26a Reunião Anual da Sociedade

Brasileira de Química, 2003.KITABAYASHI,S.;

10 283 0,00353 9,510.10 energia ou ln determinar ativação o e valor o fator pré-exponencial constante k em plotou-se temperatura um gráfico ambienl

experimentalmente ilustrados -5 - 9,260

influenciam na velocidade das

25 298 0,00336 1,029.10 -4 NAKANO,M.; NISHIKAWA,K.;KOGA, N. Model Experiment

of Thermal Runaway Reactions Using the

- 9,182

nas Figuras 3 e 4).

50 323 0,0031 1,139.10

zada, lise x 1/T qualquer cinética, obteve (em Kelvin), como outra uma também podemos temperatura. constante

-4 - 9,080 reações químicas, observando

O processo Aluminum–Hydrochloric de reação de oxidação Acid do Reaction. alumínio Journal metálico of em solução diluída de ácido

70 343 0,002915 1,153.10 as visualizar Para os cada resultados temperatura da análise realizada, cinética, obteve como uma também cona

-4 9,011 uma reação do tipo exotérmica

clorídrico Chemical é um processo Education. espontâneo 93 (7), p. (ΔG 1261-1266, < 0). 2016.

Fonte: Autor

e liberando hidrogênio na forma LIMA, K. M. G.; SILVA, A. R. L.; SOUZA, J. P. F.; NE-

A reação

a ondições então, que diferente, o Pela valor equação

foram de conforme encontrado 3, a inclinação

tempo determinados se reacional para molecular da e curva depois do é fim igual da re-ação o surgimento do cloreto de metry: A Simple Experiment for an Advanced High-

- VES,

típica

Ea/R, L. S.;

é uma

GASPAROTTO,

reação exortémica

então, L. H. S. o Determination

em função dos

valor of Al

parâmetros cinéticos;

Para encontrar a energia ativação

e o fator Gr.de Arrhenius pré-exponencial

(Al/HCl)

encontrado para

ver Tabela descrito 3. no


termograma

Os parâmetros Content cinéticos Commercial determinados Samples

que

through evoluíram

foram

Stoichio-

com a temperatura

determinado

em função do

-9,00

tempo, onde foi possível a observação da maior quantidade de hidrogênio, com

J/mol a reação

xperimentalmente e o do fator alumínio A, é

encial plotou-se Para encontrar um

ilustrados o próprio com ácido alumínio, clorídrico e pequenos é igual cristalitos a 3,46

-School Chemistry

kJ/mol

Olympiad

e

Preparatory

o fator

Course.

-9,05

plotou-se gráfico ln k x 1/T

A, é o próprio

formação Journal de cloreto of Chemical de alumínio Education, e óxido 91, de p. alumínio 1473-1476, no final da reação.

(em Kelvin), podemos visualizar

gráfico a energia ln

nas de óxidos Figuras de alumínio

de ativação

3 e 4). no fundo

e o fator pré-exponencial plotou-se um gráf

s -1 -9,10

A oxidação 2014.MAHAN, do metal

coeficiente mol -3 . Com linear esta da experiência reta, cujo valor obtido foi 4,15.10-4 L 3 alumínio B.H.

s -1 Química: em

mol -3 meio um curso ácido universitário.

2ª Ed. São Paulo. Editora Edgard Blücher, 2008.

possibilitou a interpretação do caráter

os resultados da análise cinética, do recipiente;

anfótero MAJIDI, desse metal, O.; SHABESTARI, bem como a S.G.; sua ABOUTALEBI, . iinfluência Com na M.R. concentração esta experiência

do ácido clorídrico

-9,15

como também as condições de A reação é altamente influenciada

da pela visualizar curva temperatura, é os igual devidoa resultados a - refining Ea/R, process. da Journal então, análise of Materials o Processing valor cinética, Te-

encontrado como tamb par

sobre a velocidade Study of fluxing da reação, temperature observando in molten que aluminium a química obedeceu à equação

então, lise k cinética, -9,20 Pela x o 1/T tempo valor equação (em reacional como encontrado Kelvin), descrito 3, também a inclinação no podemos para ter-amograma

que foram determina-

iam foi na possível velocidade apresentar das reações os parâmetros forte influência cinéticos da superfície que

de

de influenciam

Arrhenius, chnology influenciada 182. p.450-455, por fatores

na 2007.MARQUES, de velocidade Martha de uma reação

das

química;

reações

Reis. Completamente química - ciência, tecnologia

-9,25

Os de parâmetros cinéticos que influenciam na velocidade das reações químicas,

contato do alumínio sobre a velocidade

da reação;

J/mol a químicas. reação que condições

dos

e o foram

experimentalmente

fator alumínio A, de determinados é tempo

ilustrados

e sociedade: Química Geral, v.1. São Paulo: FTD,

o com próprio ácido reacional clorídrico descrito é igual observando no a 3,46 termograma kJ/mol que o fator foram A, é o determi própri

-9,30

624 uma p. reação 2001.NASCIMENTO, do tipo exotérmica L.; MELNYK, e liberando A. Reação hidrogênio na forma molecular e

0,0029

nas

0,0030

Figuras

0,0031 0,0032

3 e

0,0033

4).

0,0034 0,0035 0,0036

-1

oeficiente mol experimentalmente -3

1/T (K -1 )

depois do fim do da ácido reação clorídrico

. Com linear esta da experiência reta, ilustrados cujo valor AGRADECIMENTOS

nas obtido Figuras foi 34,15.10-4 e 4). L 3 o surgimento com alumínio

s -1 do

mol -3 cloreto por reatividade de alumínio, e pequenos cristalitos de

Pela equação 3, a inclinação da

da cinética química. Revista Mangaio Acadêmico.

óxidos de alumínio no fundo do recipiente;

curva é igual a - Ea/R, então, o valor

2 (1),p.71-77,2017.REZA, A.; KEMAL, . A.; Com MARKEY, esta experiênc

Figura 3- Gráfico de Arrhinius: lnk versus 1/T.

P. E. Runaway Reactions in Aluminum, Aluminum

Fonte: Autor

ratura ambiente. encontrado para a Tabela reação do alumínio 2- Velocidade Agradecemos de ao reação CNPq pelo em o Temperatura Chloride, HCl, and Steam: An ambiente.

Investigation of the

suporte financeiro desta pesquisa.

iam

então,

oi possível na

o

velocidade com ácido

valor Pela

apresentar clorídrico

encontrado equação

das é igual a os reações 3,46

3,

parâmetros kJ/

1998 Condea Vista Explosion in Maryland. Process

para a inclinação

cinéticos

da curva

que

é igual

influenciam Safety Progress. 21 (3),p. 261-267,2002.

a - Ea/R,

na

então,

velocidade

o valor encontrado

das reaçõe

mol e o fator A, é o próprio coeficiente

linear reta, cujo valor obtido foi

Velocidade Média de Consumo REFERÊNCIAS de

Velocidade Média de Consu

J/mol

uímicas. becker a reação e o

4,15.10-4

fator do [HCl]mol

L3s-1 Alumínio A, alumínio

mol-3.

é o

Com

próprio (mol/L.s) esta

com [Al]mol/L ácido ATKINS, P.; JONES, clorídrico L. Princípios de Química:

Tempo é Questionando

a Vida Moderna

igual (s) a 3,46 kJ/mol e o

Alumínio

fator A,

(mol/L

é o p

s experiência foi possível /L apresentar os

-1 21

atura mol coeficiente

A

ambiente.

-3 . Com esta - linear

6

1,095.10 Tabela experiência da -4 2- reta, Velocidade 1,2345.10 cujo valor -

e o Meio Ambiente. Editora

Bookman, 2006. BRADY, J.E. HUMISTON, G.E.

parâmetros cinéticos que influenciam

de obtido reação foi

112,7

em 4,15.10-4 Temperatura L 3 s -1 ambiente. mol -3 . - Com 1,095.10 esta -4

Química Geral. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro: Livros

na velocidade das reações químicas. Técnicos e Científicos, exper

B 6

iam foi Velocidade na velocidade possível - Média 2,189.10 apresentar das reações de -4 2

Consumo os 2,4692.10 parâmetros de

- 1986.COSTA, T. S.; MERÇON,

112,8

cinéticos que influenciam Velocidade na velocidade - 2,189.10

Média -4

de das Co re

ln(k)

peratura em função do tempo,

onde foi possível a observação da

T(°C)

Fonte: Autor

ln(k)

Figura 3- Gráfico de Arrhinius: lnk versus 1/T.

Fonte: Autor

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19


Complemento Normativo

Referente ao artigo: 1

artigo 1

Disponibilizado por Analytica em parceria com

Arena Técnica

ISO 22000

Food safety management systems -- Requirements for

any organization in the food chain

Norma publicada em: 06/2018. / Status: Vigente.

Classificação 1: Processos na indústria alimentícia.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça. Resumo: This document specifies requirements for a

food safety management system (FSMS) to enable an organization that is directly or indirectly

involved in the food chain.https://www.iso.org/standard/65464.html

ISO/TS 22003

Food safety management systems -- Requirements for bodies providing audit and certification

of food safety management systems

Norma publicada em: 12/2013. / Status: Vigente.

Classificação 1: Processos na indústria alimentícia.Certificação de produtos e empresas.

Avaliação de conformidade

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/60605.html

ISO/TS 22002-4

Prerequisite programmes on food safety -- Part 4: Food packaging manufacturing

Norma publicada em: 12/2013. / Status: Vigente.

Classificação 1: Produtos alimentícios em geral.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/60969.html

ASTM D7329

Standard Specification for Food Preparation and Food Handling (Food Service) Gloves

Norma publicada em: 01/2007. / Status: Vigente.

Classificação 1: Proteção para mãos e braços

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Avaliação Microbiológica da

Goma de Mandioca Comercializada

em Maceió, Alagoas

Entidade: ASTM.

País de procedência/Região: EUA.

https://www.astm.org/Standards/D7329.htm

DIN EN ISO 22117

Microbiology of the food chain - Specific requirements and guidance for proficiency testing

by interlaboratory comparison

Norma publicada em: 08/2019. / Status: Vigente.

Classificação 1: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: DIN.

País de procedência/Região: Alemanha.

https://www.beuth.de/en/standard/din-en-iso-22117/298742914

ABNT NBR ISO 7218

Microbiologia de alimentos para consumo humano e animal — Requisitos gerais e orientações

para análises microbiológicas

Norma publicada em: 06/2019. / Status: Vigente.

Classificação 1: Microbiologia de alimentos.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: ABNT.

País de procedência/Região: Brasil.

https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=417189

ABNT NBR ISO 16779

Análise sensorial — Avaliação (determinação e verificação) da vida útil dos alimentos

Norma publicada em: 03/2019. / Status: Vigente.

Classificação 1: Análise sensorial.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA GOMA DE MANDIOCA COMERCIALIZADA EM

MACEIÓ, ALAGOAS

Entidade: ABNT.

País de procedência/Região: Brasil.

https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=414189

artigo 2

22

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Referente ao artigo: 2

Disponibilizado por Analytica em parceria com

Arena Técnica

ISO 2762

Hydrochloric acid for industrial use -- Determination of soluble sulphates -- Turbidimetric

method

Norma publicada em: 11/1973. / Status: Vigente.

Classificação 1: Ácidos.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: PARÂMETROS CINÉTICOS DE ARRHENIUS ATRAVÉS DA REAÇÃO DO Al-HCl

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça

Resumo: The turbidimetric method is applicable to products containing less than 0.1 % (m/m)

of soluble sulphates. The principle consists in evaporation of a test portion to dryness and

solution of the residue in hydrochloric acid. Measurement of the turbidity obtained by precipitation,

under well defined conditions, of barium sulphate. Has also been approved by the IUPAC.

https://www.iso.org/standard/7742.html

ISO 904

Hydrochloric acid for industrial use -- Determination of total acidity -- Titrimetric method

Norma publicada em: 11/1976. / Status: Vigente.

Classificação 1: Ácidos.

Classificação 2: Norma recomendada.

Artigo: PARÂMETROS CINÉTICOS DE ARRHENIUS ATRAVÉS DA REAÇÃO DO Al-HCl

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

Resumo: The principle consists in titration of a test portion with a standard volumetric solution

of sodium hydroxide in presence of bromcresol green as indicator. Replaces ISO Recommendation

R 904-1968.

https://www.iso.org/standard/5308.html

Parâmetros cinéticos de

arrhenius através da

reação do al-hcl

ISO 10049

Aluminium alloy castings -- Visual method for assessing porosity

Norma publicada em: 06/2019. / Status: Vigente.

Classificação 1:Testes não destrutivos de metais

Classificação 2: Norma recomendada

Artigo: PARÂMETROS CINÉTICOS DE ARRHENIUS ATRAVÉS DA REAÇÃO DO Al-HCl

Entidade: ISO.

País de procedência/Região: Suiça.

https://www.iso.org/standard/76377.html


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

23


Matéria de capa

Modularidade personalizável em balanças

de laboratório é necessária para atender a

necessidades específicas

Lori M. King, Ph.D.

24

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Introdução:

Uma pesagem exata e precisa exige

paciência e rigor; mesmo assim,

diversas variáveis podem afetar a

capacidade de pesar com precisão,

como a localização da balança no

laboratório e o ambiente em volta

da balança. Portanto, uma balança

deve ser adaptável às necessidades

e situações específicas de um laboratório.

Uma balança de laboratório

totalmente personalizável é ideal para

se alinhar às exigências exclusivas de

cada laboratório para ajudar a maximizar

a eficiência operacional e os

resultados experimentais.

As balanças estão presentes em

quase todos os fluxos de trabalho

em laboratório, desde o preparo de

reagentes e padrões até a calibração

de pipetas mecânicas. A pesagem de

alta precisão pode não ser necessária

para todos os fluxos de trabalho, mas

as balanças de alto desempenho são,

no entanto, uma necessidade absoluta

para aqueles que trabalham em

laboratórios farmacêuticos, de P & D,

de controle de qualidade e analíticos.

A pesagem precisa exige paciência

e rigor, mas, mesmo assim,

diversas variáveis podem afetar a

capacidade de pesar com precisão,

como a localização da balança no

laboratório e o ambiente em volta da

balança. Portanto, uma balança deve

ser capaz de fornecer uma pesagem

precisa de acordo com as condições

específicas do laboratório.

Independentemente da ambientação

de laboratório em que uma

balança é usada, seja laboratório

farmacêutico ou acadêmico, os requisitos

de pesagem podem ser altamente

individuais. Os laboratórios

podem apresentar limitações onde

sua balança pode ser colocada devido

a restrições de espaço e podem

ter seus próprios protocolos para

pesagem e preparação de amostras.

As balanças de laboratório, portanto,

devem fornecer os resultados de pesagem

mais confiáveis e repetitíveis

dentro da ambientação exclusiva de

cada laboratório.

A capacidade de selecionar

hardware, acessórios, software

e aplicativos para cada balança

usada em um laboratório permite

que os pesquisadores atendam

às suas necessidades e situações

específicas, minimizando os custos

de pesquisa e maximizando

o retorno sobre o investimento. A

maioria das balanças, no entanto,

vem com um conjunto fixo de especificações.

A balança Cubis® II,

com seu conjunto prático de componentes

modulares, incluindo

hardware, software, aplicativos e

acessórios, oferece aos laboratórios

o potencial para individualizar

totalmente sua balança, permitindo

fluxos de trabalho mais rápidos

e mais eficientes e aplicativos de

protocolo aprimorados.

Como a modularidade personalizável

ajuda a atender

às necessidades e situações

específicas de um laboratório

A modularidade personalizável

das balanças Cubis® II começa

com o hardware; os clientes podem


Família de

balanças Cubis II

escolher entre 45 módulos de pesagem,

duas interfaces de usuário e

sete protetores contra correntes de

ar. Dependendo das necessidades

específicas de um laboratório, por

exemplo, os módulos de pesagem

podem ser ultra-micro ou micro,

semi-micro ou analíticos, precisos

ou de alta capacidade.

Ambas as interfaces de usuário

permitem o controle via display touch

e incluem aplicativos essenciais

de pesagem. A interface de usuário

avançada tem a capacidade de executar

tarefas com QApps integrados,

que são agrupados por tema em

pacotes de acordo com a necessidade.

Por exemplo, o pacote Pharma

contém QApps especiais feitos

para atender a todos os requisitos de

conformidade a regulamentações, o

que é de grande importância para os

clientes do segmento farmacêutico.

Os QApps são claramente estruturados

e compactos, por isso são fáceis

de testar e validar. Além disso, se os

clientes tiverem necessidades especiais

em relação aos seus POPs ou

fluxos de trabalho, os desenvolvedores

da Sartorius poderão modificar o

software exatamente de acordo com

as necessidades do cliente.

Além disso, para ajudar a melhorar

a produtividade, a eficiência e

a integridade dos dados no laboratório,

a interface de usuário avançada

permite a comunicação pelos

protocolos padrão da Internet. Essa

tecnologia de comunicação padronizada

elimina erros manuais de

transcrição de dados e aprimora a

qualidade e a integridade dos dados,

pois se comunica diretamente

com sistemas de software externos,

como o LIMS ou o ELN.

Atendendo às necessidades

de um laboratório: posicionamento

da balança e efeitos

ambientais

Idealmente, as balanças devem ser

posicionadas em áreas silenciosas,

com temperatura controlada e livres

de correntes de ar, e quanto mais

precisa a balança, mais cuidados são

necessários em seu posicionamento

no laboratório. No entanto, as balanças

são frequentemente colocadas

em locais inacessíveis; em muitos,

se não na maioria dos laboratórios, o

espaço é limitado e os instrumentos

devem ser colocados onde a existe

lugar vago disponível. As balanças

de alta resolução devem, portanto,

ser capazes de operar com precisão

nesses locais não ideais e devem

poder informar ao usuário quando

e como as condições de posicionamento

estão afetando os resultados

de pesagem.

Quase todas as variáveis físicas,

como vibração, correntes de ar e

pressão do ar, temperatura, umidade

e eletricidade estática, podem afetar

a precisão da pesagem com balanças

de alta resolução. Devido ao seu

design inteligente e à capacidade de

monitorar influências ambientais e o

status da balança por meio de um

painel, a série de balanças de laboratório

Cubis II garante o mais alto nível

de exatidão e precisão de pesagem,

independentemente do local em que

a balança é colocada no laboratório.

Atendendo às necessidades

de um laboratório: monitoramento

do clima

Uma unidade de monitoração

pode ser escolhida como acessório

para a balança Cubis II que monitora

ativamente a temperatura, a

pressão atmosférica e a umidade

com sensores climáticos, e alerta

os usuários para o potencial para

que essas variáveis afetem seus

resultados de pesagem.

Atendendo às necessidades

de um laboratório: tecnologia

inovadora de proteção contra

correntes de ar

As proteções contra correntes de

ar são projetadas para diminuir a

influência da circulação de ar sobre

as substâncias que estão sendo

pesadas além de possibilitar a

eliminação de eletricidade estática.

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

25


Matéria de capa

Cubis II – sua balança,

do seu jeito

26

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Correntes e ar em movimento são

detectadas por balanças altamente

precisas. Mesmo as correntes

de ar resultantes da pesagem de

amostras aquecidas ou refrigeradas

nos recipientes de pesagem

podem causar erros nas suas medições.

A força mecânica exercida

pela eletricidade estática também

é detectável em balanças analíticas

com uma influência crescente

nas balanças micro e ultramicro,

e é a causa da instabilidade nas

medições de pesagem. A estática

pode se acumular em recipientes

de pesagem (vidro e plástico tendem

a promover estática), introduzidas

pelo usuário operando a

balança (por exemplo, arrastando

as solas de sapatos em carpetes),

a substância que está sendo pesada

(geralmente por fricção em pós

em condições de baixa umidade ),

e até mesmo a superfície em que a

balança é colocada.

Acessórios de eliminação de carga

estática, como ionizadores de ar

externos, podem ser adquiridos para

dissipar cargas estáticas no ar ao

redor da balança. No entanto, a inovadora

tecnologia de proteção contra

correntes de ar da balança Cubis II

não apenas protege contra correntes

de ar, mas também possui um acessório

opcional para eliminar os efeitos

da estática. Esta proteção contra

correntes de ar opera abrindo suas

portas de forma automática através

de sensores, permitindo que o usuário

abra as portas ou imprima com

movimentos específicos da mão sobre

o sensor infravermelho, incluindo

um ionizador integrado para eliminar

cargas estáticas em amostras e ou

recipientes de amostra. Os vidros

protetores da Cubis II possuem um

revestimento especial para proteção

extra contra acúmulo eletrostático,

particularmente os que podem vir

dos usuários.

Atendendo às necessidades

de um laboratório: nivelamento

automático e motorizado

Um dos fatores que afetam resultados

precisos é o nivelamento da

balança. Balanças modernas funcionam

por compensação de força

eletromagnética. Uma massa desconhecida

colocada por sobre a balança

é determinada através de calculos

obtidos pela variação por ela causada

em um campo magnético estabilizado

e a quantidade de energia que é

utilizada para promover a estabilização

novamente no eletroímã da célula

de carga que está em uma posição

espacial específica. Como a localização

espacial específica deve ser precisamente

conhecida, as balanças

devem ser niveladas com precisão, e

qualquer variação do nível pode intro-

duzir um erro sistemático. Balanças

geralmente têm um indicador de nível

e formas de corrigir o nível através

de pés ajustáveis. No entanto, mudar

a posição da balança na mesa, por

exemplo para limpar, ou vibrações

podem alterar o nível real, e fazer o

nível pode ser um processo tedioso.

A linha de balanças Cubis II resolve

este problema com uma função de

autonivelamento automático rápido

e fácil, de forma motorizada, para

simplificar o processo de preparar a

balança para uso e mantê-la nivelada

para obter resultados de pesagem

mais precisos.

Conclusão

A família de balanças Cubis® II é

o único portfólio premium, totalmente

configurável e de alto desempenho

de hardware e software de pesagem

de laboratório. A balança de

laboratório Cubis® II tem um pacote

de hardware, software e conectividade

totalmente personalizável que

se alinhará às exigências exclusivas

e aos requisitos de conformidade de

cada laboratório para ajudar a maximizar

a eficiência operacional e os

resultados experimentais.

Para maiores informações

entre em contato com a

Sartorius do Brasil

Tel.: 11 4362-8900 |

leadsbr@sartorius.com


arium® mini: Purificadores de água

para laboratório

Sistema compacto e inovador com exclusiva tecnologia bagtank®

O sistema de água para laboratório arium® mini

com bolsa integrada é uma alternativa eficiente

para laboratórios que possuem pouco espaço

para instalação de equipamentos destinados a

produção de baixos volumes de água ultrapura.

Em diferentes versões, ideais para cada

necessidade, o arium® mini é o sistema que

torna sua rotina de análises muito mais rápida e

confiável e segura.

Visite-nos na

Analítica -

Pavilhão Alemão

H037A

leadsbr@sartorius.com | Tel.: +55 (11) 4362-8900

www.satorius.com.br


Matéria de capa

Cubis® II Conformidade farmacêutica

por design

Dr. Georg Schwarz

Introdução

A série de balanças Cubis® II foi projetada para modularidade

personalizável, o que significa que o usuário

pode escolher entre várias opções de hardware e software

para milhares de configurações diferentes. Escolha

entre 45 módulos de pesagem, sete proteções de

capela, duas unidades de exibição e controle e cinco

pacotes de software, incluindo mais de 60 aplicativos.

Atende aos requisitos da indústria farmacêutica com

uma combinação do moderno display de 7” da MCA

e o pacote QApp Pharma específico, fornecendo todos

os recursos necessários para um sistema de balança

laboratorial compatível com fármacos

Nos capítulos seguintes, você encontrará detalhes para

essas soluções técnicas.

28

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A configuração deste pacote é de última geração para

a indústria farmacêutica, com foco na conectividade ideal,

integridade de dados e manipulação de dados por design:

• Gerenciamento abrangente de usuários

• Gerenciamento de usuários centralizado de "Single

Sign-on" em toda a organização

• Rastreabilidade total com trilha de auditoria avançada

e uma função de relatório para revisões eficientes

• Requer menos esforço para trabalhar sem papel com

o novo processo de impressão e assinaturas eletrônicas

• Funcionalidade de backup / arquivamento automático

para garantir a segurança dos dados

Os dados gerados pelo Cubis® II seguem os princípios

fundamentais que definem os padrões de integridade de

dados para registros de papel e eletrônicos precisos e

confiáveis, conforme definido pela ALCOA (+). A moderna

manipulação de dados permite o armazenamento seguro

de várias maneiras.

A Cubis® II com o pacote Pharma contém todos os

controles técnicos que estão em conformidade com a

diretriz FDA 21 CFR Part 11 e EU Annex 11. A conformidade

total pode ser alcançada com controles processuais

e sistemas adicionais para armazenamento

de dados a longo prazo

Gerenciamento de usuário

A balança Cubis® II oferece duas opções para o gerenciamento

completo do usuário com controle de acesso.

O gerenciamento local de usuários pode ser configurado

de acordo com sua política de senha. O gerenciamento

de usuários inclui funções predefinidas e não

editáveis (por exemplo, Administrador, Operador), mas

permite a adição de funções individuais e a configuração

de direitos de função.

As senhas podem ser configuradas de acordo com a

política de senha da sua empresa, por exemplo, definindo

o tamanho, a complexidade e o período de validade da

senha. Além disso, o gerenciamento de usuários permite

configuração para exclusão de senhas já usadas. Além

disso, um logout automático após um período de inatividade

especificado e as regras após tentativas máximas de

login com falha podem ser configuradas.

As regras para conformidade com 21 CFR Part 11 são

facilmente implementadas.

Aumente a eficiência operacional por meio do uso de

regras de senha disponíveis no diretório ativo. O sistema

Cubis® II pode ser integrado ao domínio da empresa para

permitir o uso de SSO (Single Signal ON - Sinal Único Ligado).

Nesse caso, regras de senha definidas globais são

implementadas automaticamente. Os grupos podem ser

definidos e mantidos centralmente, de modo que todo o

processo de gerenciamento de usuários possa ser integrado

ao ambiente da empresa. A revisão do usuário pode

ser facilmente executada pelo departamento de TI, sem

acesso direto a balança, e adicionar ou remover um usuário

seguirá os processos já implementados.


Assinaturas eletrônicas

Espera-se que as assinaturas eletrônicas

tenham o mesmo impacto

que as assinaturas manuscritas, de

modo que, com base em uma senha

segura, a combinação de nome de

usuário e senha seja aceita em todas

as instâncias normativas. No ambiente

Cubis® II, uma Assinatura Eletrônica

(AE), baseada em um nome de

usuário e senha protegidos, pode ser

usada para assinar o relatório final de

um processo de pesagem. Se a política

da empresa iguala o AE e uma

assinatura manuscrita, um protocolo

de pesagem sem papel pode ser produzido

e integrado, por exemplo, em

todo o processo de revisão do protocolo

de lote.

Trilha de auditoria

Uma trilha de auditoria é um

arquivo eletrônico de dados, gerado

por computador, protegido

por adulteração e com registro de

data e hora, que permite a reconstrução

de eventos relacionados à

criação, modificação e / ou exclusão

de registros. Em geral, esses

dados devem ser registrados de

maneira inviolável. Um sistema

configurado para o ambiente regulador

deve fornecer esses dados

de maneira legível e fácil de

entender. No pacote de software

Pharma, os dados da trilha de auditoria

podem ser filtrados por categorias

de eventos e exportados

para exibição, ajustando assim todos

os requisitos para um sistema

regulamentado. (vide figura 3)

Além disso, a balança Cubis®

II contém uma memória álibi; o

sistema armazena automaticamente

os dados de pesagem em

um buffer circular que pode conter

até 150.000 conjuntos de dados.

Esses registros não podem ser

excluídos ou manipulados; no entanto,

a lista é acessível através

do navegador da web e pode ser

usada para análises adicionais.

Funcionalidade de relatórios

Para criar um protocolo de pesagem

compatível, metadados adicionais

devem ser adicionados. Os

dados, como data e hora da amostra,

versão do software, ID da balança, ID

do usuário, número do lote e assim

por diante, podem ser configurados

para incluir todos os metadados necessários

para registros confiáveis.

Por fim, todo o conjunto de dados

pode ser incluído em um relatório de

pesagem compatível com GxP. No

processo de impressão, esses valores

são incluídos no relatório e podem ser

impressos ou exportados como um

PDF assinado e eletrônico.

Em caso de erro, um usuário pode

marcar um conjunto de dados incorreto

como inválido, com um comentário

explicativo necessário antes de

continuar (Figura 4). Este conjunto de

dados não será excluído ou oculto,

mas será exibido, junto com o conjunto

de dados correto, e marcado

de maneira visível como inválido por

texto sobrescrito. (vide figura 4)

Backup e arquivamento

A balança Cubis® II pode executar

automaticamente ações controladas

por tempo para backup; o

sistema é capaz de carregar dados

em um arquivo compartilhado ou

exportar os dados para outros sistemas.

Os backups contêm dados

de trilha de auditoria, impressões,

arquivos de log, memória álibi e a

configuração. Todos os registros

relevantes da GxP são armazenados

de maneira segura e podem

ser arquivados pelo departamento

de TI da maneira usual. Em caso de

desastre, os arquivos de configuração

são armazenados de maneira

específica do sistema para recuperação.

Todos os outros conjuntos

de dados são armazenados como

arquivos PDF. O arquivamento é

fácil e totalmente compatível, pois

todos os dados relevantes são legíveis

sem a necessidade de um

Figura 3

Figura 4

visualizador específico do sistema

ou software separado.

Sincronização de tempo

Um tempo preciso, rastreável

até o UTC, é necessário para registros

confiáveis. Portanto, a balança

Cubis® II suporta a sincronização

automática de horário por

meio do Network Time Protocol

(NTP). Na maioria das empresas,

os servidores de horário estão disponíveis

e podem ser fornecidos

pelo departamento de TI do cliente.

Se um servidor de horário não

estiver disponível, um serviço de

servidor de horário padrão pode

ser implementado. Todas as alterações

na configuração da sincronização

de horário são restritas a

pessoas autorizadas e registradas

na trilha de auditoria.

Registros eletrônicos

Um registro eletrônico deve ser

protegido contra qualquer manipulação.

O sistema Cubis ® II

permite a detecção de gravar manipulação

salvando uma soma de

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

29


Matéria de capa

Figura 5 – Acesso Remoto

(Visualização e controle remoto)

Figura 6

30

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

verificação MD5 calculada com

todos os arquivos. O algoritmo

MD5 é uma função amplamente

usada para fornecer uma impressão

digital ou um identificador

exclusivo para cada documento.

A soma de verificação calculada

é armazenada em todos os arquivos

de trilha de auditoria e,

adicionalmente, em um arquivo

MD5 separado. Sistemas de TI

como um LIMS podem calcular a

soma de verificação de um documento

e compará-lo com a soma

de verificação original do Cubis®

II. Se forem idênticos, isso indica

que o arquivo não foi manipulado,

garantindo assim a confiabilidade

dos dados relevantes de pesagem

e dos arquivos correspondentes.

Interfaces

A balança Cubis® II fornece

quase todas as interfaces configuráveis

comuns através de seu

hardware e software. Hardware

adicional, como scanners de código

de barras, impressoras ou dispositivos

de armazenamento, pode

ser conectado à balança por Ethernet,

USB-A, -B e -C e a porta serial

RS 232 instaladas como padrão de

fábrica. Essas interfaces são pré-

-definidas para conectar a balança

a outros sistemas e dispositivos de

software, direta e facilmente.

Os conectores podem ser usados

para transferência de dados para um

servidor de arquivos por meio de vários

protocolos, como o Windows File

Server (SMB) ou o protocolo Secure

File Transfer Protocol (FTPS). Discos

rígidos externos podem ser conectados

a sistemas autônomos.

Interface Web

Cada balança Cubis® II integrada

à rede da empresa pode

ser acessada por um usuário autorizado

com um navegador da

Web padrão usando uma conexão

https criptografada (Figura 5). O

aplicativo da Web pode ser usado

para revisar os dados da trilha de

auditoria ou a memória álibi.

Configure ou gerencie a balança

usando essa funcionalidade baseada

na web. O acesso remoto pode ser

desativado se não for necessário.

Tarefas, Perfis & Conectores

Um processo de pesagem é construído

pela combinação de tarefas e

perfis. Padronize seu trabalho configurando

tarefas para executar um

determinado protocolo. Por exemplo,

uma tarefa pode ser vinculada a

dois perfis de impressão diferentes,

portanto, a execução dessa tarefa

exporta um PDF para um servidor de

arquivos para arquivamento de dados

e também imprime o protocolo

de pesagem para uma impressora

padrão (vide figura 6)

Cada perfil de impressão está

ligado a um conector que pode

utilizar todas as interfaces suportadas

do Cubis® II.

Protocolos de

Pesagem Segura

Para a execução de tarefas

de pesagem, o ajuste interno da

balança pode ser definido como

obrigatório para evitar o registro

de peso sem o ajuste adequado

da balança. O resultado do último

ajuste é exibido no centro de

status da balança e registrado na

trilha de auditoria. Além disso, a

balança mede o status de nivelamento

e aconselha o usuário a

iniciar o procedimento de nivelamento

automático se a balança

não estiver nivelada adequadamente.

Conclusão

O design da série Cubis®

II combina pesagem de alto

desempenho com integridade

completa de dados em

todas as etapas do processo

de pesagem, suportada pelos

fluxos de trabalho individuais

habilitados para QApp. Além

disso, o progresso técnico da

nova série inclui suportes para

amostras individuais, nivelamento

automático motorizado,

um ionizador integrado para

eliminação de cargas eletrostáticas

e manuseio controlado

por gestos. O centro de status

do controle exibe informações,

avisos ou erros, bem como

condições ambientais. Todo o

hardware foi projetado para

melhorar a ergonomia e a

eficiência das tarefas de pesagem

e garantir resultados

livres de erros.

O pacote farmacêutico da

QApp foi desenvolvido considerando

a orientação do GAMP

5 e atendendo a todas as exigências

da 21CFR Parte 11 por

meio de uma trilha de auditoria

integrada, um sistema de

gerenciamento de usuários de

última geração e tratamento de

dados totalmente compatível.


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

31


Espectrometria de Massa

32

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Analisadores de íons por quadrupolo na

tridimensional. tridimensional.

espectrometria de massas

Por Oscar Vega Bustillos*

No dia 20 de Julho de 1969 o

americano Neil Armstrong foi o primeiro

homem a chegar à Lua. Este

ano celebramos os 50 anos deste

feitio sensacional da conquista

espacial. Este acontecimento foi o

ápice de uma disputa pós-guerra,

denominada corrida espacial, realizada

entre duas superpotências da

época, os Estados Unidos e a União

Soviética. O primeiro ponto vitorioso

foi conquistado pelos soviéticos,

quando no dia 12 de Abril de 1961,

o cosmonauta soviético Iuri Gagarin

realizou a primeira viagem pelo

espaço a bordo da nave espacial

Vostok. Vários desenvolvimentos

científicos e tecnológicos que hoje

utilizamos são fruto desse anseio

do ser humano: conquistar o espaço.

Entre os desenvolvimentos

científicos, um diz respeito a química

analítica, o espectrômetro de

massas utilizando um analisador de

massas quadrupolo.

O espectrômetro de massas quadrupolo

foi inventado e desenvolvido

pelo Professor Wolfgan Paul e seus

alunos da Universidade de Bom na

Alemanha. Tal como ele conta como

foi este acontecimento: Após o fim

da 2ª guerra mundial a Alemanha

estava destruída. Não tinha nenhum

parafuso inteiro para construir um espectrômetro.

Os aliados vencedores

da guerra estavam avançando com

novos aceleradores de partículas e

novos espectrômetros de massas.

Os alunos do professor Paul reclamavam

da falta de verbas para construção

de novos espectrômetros. Foi

nesse ambiente conturbado que ele

fez uma reunião com seus alunos

exaltando que não reclamassem

das circunstâncias negativas, pelo

Tanto o QMF Tanto como o QMF também como o também QIT são o dois QIT são dispositivos dois dispositivos de uma mesma de uma fam m

de quadrupolos de quadrupolos transformados transformados geometricamente geometricamente conforme conforme a Figura a 1. Fig E

quadrupolos quadrupolos utilizam utilizam a estabilidade a estabilidade do caminho do caminho dos íons dos como íons meio com

separação separação discriminar para discriminar as suas massas suas de massas acordo de a acordo razão massa/ca a razão

(m/z). A (m/z). estabilidade A estabilidade dos íons dos no íons QMF no é QMF bidimensional é bidimensional e no QIT e

O QMF é O composto QMF é composto de quatro de barras quatro feitas barras de feitas condutores de condutores metálicos metálic paral

mantidos mantidos numa configuração numa configuração duas a duas. a Cada duas. par Cada das par barras das opo ba

geometricamente geometricamente são

contrário, sugeriu ele que pegassem

papel e lápis, desenhassem e variando (V), mas RF as (V), com magnitudes mas sinais com trocados sinais DC (U) trocados como e RF mostra como a mostra Figur

seletividade

eletricamente são eletricamente

do

conectadas

QMF é estabelecida

conectadas a potencias a potencias elétricos elétric DC (

radio frequência radio frequência RF

inventassem novos espectrômetros.

Assim, no Assim, interior no das (V) interior aplicadas barras se barras a estabelece uma se razão estabelece um constante campo um elétrico campo quadrup elétrico

Foi assim que surgiram bidimensional os espectrômetros

de massas de Enquanto quadrupolo Enquanto viajam nesta viajam No direção, Ion nesta Trap direção, os (QIT) íons a oscilam oscilação íons no oscilam dos plano no (x,y), plano devido (x,y

bidimensional no plano para no (x,y). cada plano Os par (x,y). íons de barras. ingressam Os íons ingressam no quadrupolo no quadrupolo na direçãn

(Quadrupole Mass Filter - QMF) e o íons é tridimensional (x,y,z) graças a

potencial potencial aplicado aplicado às barras. às Sobre barras. condições Sobre condições elétricas elétricas apropriadas, apropria os

quadrupolo Ion Trap (Quadrupole Ion esta configuração geométrica o Ion

com uma com única uma razão única m/z razão terão m/z uma terão trajetória uma trajetória estável até estável o final até do o quadru final d

Trap – QIT). W. Paul e H. Steinwedel Trap é denominado de armadilha

os outros os íons outros serão íons

registraram a patente alemã do espectrômetro

de massas quadrupolo W. variando as Paul magnitudes ganhou as magnitudes o DC prêmio (U) e DC RF Nobel (U) (V) e de aplicadas RF (V) aplicadas a uma ra

iônica

eliminados serão

(Figura

eliminados por

3).

sua

Por

instabilidade. por

este

sua instabilidade.

arranjo,

A seletividade A seletivida do QM

estabelecida estabelecida variando

“Apparatus for separating

constante

charged

constante para cada para física cada de em barras. 1989, par de barras. ou seja, pela técnica

particles of different specific charge”, de armadilhar íons que possibilitou o

No Ion Trap No Ion (QIT) Trap a oscilação (QIT) a oscilação dos íons dos é tridimensional íons é tridimensional (x,y,z) graças (x,y,z) a g

em 7 de Junho de 1960.

estudo de uma única partícula com

configuração configuração geométrica

Tanto o QMF como também o QIT extrema geométrica o Ion precisão. Trap o Ion é denominado Trap é denominado armadilha de armadilha iônica (Fig i

3). Por este 3). Por arranjo, este

são dois dispositivos de uma mesma Um W. arranjo, Paul íon num W. ganhou Paul campo o ganhou prêmio de quadrupolo o Nobel prêmio de Nobel física de em física 1989

família de quadrupolos transformados

seja, pela seja, técnica pela de técnica experimenta armadilhar de armadilhar íons uma que forte íons possibilitou focalização que possibilitou o estudo o de estudo uma úd

geometricamente conforme partícula a Figura partícula com extrema com pela precisão. extrema força de precisão. restauração a qual direciona

o íon de volta ao centro do

1. Estes quadrupolos utilizam a estabilidade

do caminho dos íons como aparato, de campo quadrupolo aumentando de quadrupolo experimenta a medida experimenta uma que forte uma focalização forte foca

Um num Um íon campo num

meio de separação para força discriminar de força restauração de restauração o íon a qual se desvia direciona a qual do direciona centro o íon do de o aparato. volta íon de ao volta centro ao do centro apar

as suas massas de acordo aumentando a aumentando razão a medida O a movimento que medida o íon que se de desvia o íons se num do desvia centro campo do do de centro aparato. do aparato. O movimO

massa/carga (m/z). A de estabilidade

íons num de íons campo num

quadrupolo

de campo quadrupolo de

pode

quadrupolo pode

ser descrito

ser pode descrito

matematicamente

pela equação diferen-

ser matematicamente

descrito dos íons no QMF é bidimensional e

equação equação diferencial diferencial de segunda de segunda ordem descritas ordem descritas pela equação pela equação de Mat

no QIT é tridimensional.

cial de segunda ordem descritas pela

(Equação (Equação 1). 1).

O QMF é composto de quatro barras

equação de Mathieu (Equação 1).

feitas de condutores metálicos 2 2

d u d u

paralelos mantidos numa configuração

duas a duas. Cada par das bar-

d d

+( au

-+( 2qau

- 2qu

cos 2

)u = 0

2 u

cos 2

)u = 0

2

ras opostas geometricamente são Onde, u representa os eixos coordenados

(x,y,z); é um parâmetro

eletricamente conectadas a potencias

elétricos DC (U) e radio frequência

RF (V), mas com sinais trocados frequência e t o tempo; au e qu pa-

adimensional igual a t/2 onde é a

como mostra a Figura 2. Assim, no râmetros adimensionais conhecidos

interior das barras se estabelece como parâmetros aprisionadores

um campo elétrico quadrupolar bidimensional

no plano (x,y). Os íons respectivamente. Usando os valores

correlacionados aos potenciais U e V,

ingressam no quadrupolo na direção (au,qu) que satisfazem a equação

z. Enquanto viajam nesta direção, os de Mathieu, diagramas específicos

íons oscilam no plano (x,y), devido ao de estabilidade dos íons podem ser

potencial aplicado às barras. Sobre representados (Figura 4).

condições elétricas apropriadas, os As diferenças entre o QMF e QIT

íons com uma única razão m/z terão

uma trajetória estável até o final QIT é menor que o QMF. 2) As ana-

são as seguintes: 1) O tamanho do

do quadrupolo os outros íons serão lises em Tanden (quadrupolos em

eliminados por sua instabilidade. A série), que conseguem análises de

(1) (1


NOS VEMOS NA

ANALITICA!

24 A 26 DE SETEMBRO DE 2019

SÃO PAULO EXPO - SÃO PAULO / SP

+55 62 3983-1900

www.bioscie.com.br

comercial@bioscie.com.br


Espectrometria de Massa

Fonte: R.E. March (Referencia 1).

Figura 3: Analisador de massas “Ion Trap” (QIT). a) Vista tridim

corte lateral do QIT. b) Diagrama esquemático de uma a

tridimensional ideal mostrando as assíntotas e as dimensões (r0

rch (Referencia 1).

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3). Figura 1: Transformação

física de um quadrupolo bidimensional

QMF para um quadrupolo tridimensional ”Ion Trap”

QIT.

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3).

Figura 1: Transformação física de um quadrupolo bidimensional QMF para um

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3).

quadrupolo tridimensional ”Ion Trap” QIT.

Figura 1: Transformação física de um quadrupolo bidimensional QMF para um

quadrupolo tridimensional ”Ion Trap” QIT.

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3).

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3).

Figura 2. Esquema de um espectrômetro de massas quadrupolo. Fonte de

íons por ionização eletrônica. Analisador de massas por quadrupolo singular

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia 3).

(Quadrupole

Figura 2.

Mass

Esquema

Filter -

de

QMF),

um

constituído

espectrômetro

por quatro

de

barras metálicas

ligadas massas a potencial quadrupolo. elétrico Fonte U/V formando de íons por um ionização

campo eletromagnético

Figura 2. quadrupolar Esquema no de seu um interior. espectrômetro Detector de íons de por massas copo de quadrupolo. Faraday. Fonte de

eletrônica. Analisador de massas por íons por ionização eletrônica. Analisador de massas por quadrupolo singular

(Quadrupole singular Mass Filter (Quadrupole - QMF), Mass constituído Filter - por QMF), quatro constituído

potencial por quatro elétrico barras U/V metálicas formando ligadas um campo a potencial eletromagnético

barras metálicas

ligadas a

quadrupolar no seu interior. Detector de íons por copo de Faraday.

elétrico U/V formando um campo eletromagnético

quadrupolar no seu interior. Detector de íons por

copo de Faraday.

Analisador rch (Referencia de 1). massas “Ion Trap” (QIT). a) Vista tridimensional de um

al do QIT. b) Diagrama esquemático de uma armadilha iônica

Analisador ideal mostrando de massas “Ion assíntotas Trap” (QIT). e as dimensões a) Vista tridimensional (r0 , z0). de um

al do QIT. b) Diagrama esquemático de uma armadilha iônica

nal ideal mostrando as assíntotas e as dimensões (r0 , z0).

no QMF é maior que no QIT, isto é

a densidade iônica é maior no QMF,

mas existe uma patente de um novo

quadrupolo chamado quadrupolo

linear (Linear Quadrupole Ion Trap –

QLT) que solucionou esta diferença,

misturando a função de trabalho do

QIT dentro de um QMF.

O novo espectrômetro “Orbitrap”

(Figura 5) inventado por Alexandre

Makarov é uma variável do quadrupolo,

utiliza a equação de Mathieu na

estabilidade dos íons, mas tem uma

geometria diferente do QMF e QIT. O

primeiro Orbitrap foi comercializado

Figura 4: Diagrama de estabilidade dos íons no

Fonte: O.V. Bustillos (Referencia interior 3). de um analisador quadrupolar obtida a

em 2005, o mesmo utiliza a transformada

de Fourier Figura para 4: gerar Diagrama um (az,qz) de estabilidade representam os potenciais dos íons elétricos no U interior e V de

partir da equação de Mathieu, cujos parâmetros

espectro de massas, quadrupolar os íons oscilam obtida a

respectivamente.

partir da equação

Em destaque

de

o

Mathieu,

limite de estabilidade

iônica qz = 0,908. A partir deste ponto os

cujos par

no seu interior a uma frequência proporcional

a razão limite m/z, possui de estabilidade alta re-

o detector. iônica qz = 0,908. A partir deste pon

representam os potenciais íons são extraídos elétricos do quadrupolo U e V respectivamente.

axialmente para

solução e exatidão extraídos de massas. do quadrupolo axialmente para o detector.

Todos os quadrupolos: QMF, QIT,

QLT e Orbitrap têm a vantagem de

serem utilizados juntamente com

a maioria dos sistemas de cromatografia

gerando os equipamento

híbridos ou hifenados denominados

como GC/MS, HPLC/MS, HPLC/MS/

MS, entre outros.

A vantagem dos analisadores

quadrupolos comparados com o

analisador eletromagnético setoriais

é a sua flexibilidade. Todos os Fonte: Thermo Fisher Scientific.

Fonte: Thermo Fisher Scientific. Figura 5: Espectrômetro de massas Orbitrap. Os

espectrômetros quadrupolos são de íons orbitam numa frequência proporcional a sua

bancada (Benchtop) e mais práticos razão m/z.

para serem Figura instalados 5: no Espectrômetro laboratório,

inclusive frequência dentro de aeronaves. proporcional a sua razão m/z.

de massas Orbitrap. Os íons orbitam

As aplicações dos espectrômetros

de massas quadrupolo na química

analítica são inúmeras, tais como,

forense, biológica, Referências meio ambiente, bibliográficas

farmacêutica entre outros, tornando

Fonte: R.E. March (Referencia 1).

Figura 3: Analisador de massas “Ion Trap” (QIT). a) este tipo de espectrômetro líder de

Vista tridimensional de um corte lateral do QIT. b)

Figura 3: Analisador vendas comparado com os espectrômetros

armadilha eletromagnéticos.

iônica

Diagrama esquemático

de massas

de

“Ion

uma

Trap”

armadilha

(QIT).

iônica

a) Vista tridimensional de 1) um R.E. March and J.F. Todd. “Practical aspects of trapped i

corte lateral

tridimensional

do QIT.

ideal

b) Diagrama

mostrando as

esquemático

assíntotas e as

de uma

tridimensional

dimensões

ideal mostrando

(r0 , z0).

as assíntotas e as dimensões (r0 , z0). spectrometry”. New York. CRC Press. 2016.

Referências bibliográficas

1)R.E. March and J.F. Todd. 2) “Practical M.L. aspects of trapped Gross ion mass and R.M. Caprioli “The development of mas

íons precursores e íons produtos de

*Oscar Vega Bustillos

spectrometry”. New York. CRC Press. 2016.

uma mesma espécie iônica, no QMF 2)M.L. Gross and R.M. Caprioli “The New development York. of mass spectrometry”.

New York. Elsevier Ed. 2016.

Meio Ambiente CQMA do

Elsevier Pesquisador Ed. 2016. do Centro de Química e

é limitada, ao contrário no QIT que

3)O.V. Bustillos, R.E. March 3) e A. Sassine. O.V. “A Espectrometria Bustillos, de R.E. March e A. Sassine. “A Espectrome

é ilimitada. 3) O número de íons Massas Quadrupolar”. Sao Paulo, Brazil, Scortecci Editora. 2003

Instituto de Pesquisas Energéticas e

Quadrupolar”. Sao Nucleares Paulo, Brazil, IPEN/CNEN-SP. Scortecci Editora. 2003

55 11 3133 9343

34

ovega@ipen.br

*Oscar Vega Bustillos www.vegascience.blogspot.com.br

Pesquisador do Centro de Química e Meio Ambiente CQMA do


DESDE 2000

Conceito de qualidade em Microbiologia

Novas e modernas instalações

Equipe capacitada e comprometida

Acreditações: REBLAS / CGCRE-INMETRO /ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017

comercial@bcq.com.br - www.bcq.com.br - TEL.: 55 11 5083-5444

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

35


Microbiologia

36

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Validação dos testes

de limites microbianos

Por Claudio K. Hirai*

As farmacopeias requerem que

os testes de ensaio limite microbiano

utilizados na rotina do controle de

qualidade do produto em análise

sejam validados.

A validação do ensaio deve demonstrar

que o produto não inibe os possíveis

microrganismos contaminantes que

possam estar presentes.

De maneira geral, a validação deve

ser realizada com amostras diluídas

do produto que são contaminadas

separadamente, com culturas de

Staphylococcus aureus, Escherichia

coli, Pseudomonas aeruginosa,

Salmonella, Candida albicans e

Aspergillus brasiliensis.

Com a utilização destes

microrganismos a validação deve

demonstrar a capacidade do método

em recuperá-los no produto.

A validação do ensaio é necessária

somente uma vez a menos que a

formulação do produto seja alterada

ou o processo de fabricação sofra

alguma alteração.

Durante o desenvolvimento do

produto/excipiente é essencial que o

microbiologista tome conhecimento do

produto; por exemplo, como o produto

será utilizado, a via de administração,

a dose, a solubilidade, o pH, a atividade

de água, se o mesmo possui atividade

antimicrobiana etc.

De maneira geral as Boas Práticas

de Fabricação de Medicamentos

(RDC 17/2010) devem ser

observadas de maneira a se obter

um produto seguro e eficaz.

• Cada lote de matéria prima,

produto terminado bem como

as embalagens com potencial

de contaminação microbiana

devem ser submetidos a análise

microbiológica antes do uso.

• Procedimentos escritos, com o

objetivo de prevenir ou garantir

a ausências dos microrganismos

contaminantes dos produtos

não estéreis, devem ser

estabelecidos e seguidos.

Com relação aos excipientes

utilizados na indústria farmacêutica,

na maioria delas, os compêndios

não apresentam na monografia

uma especificação quanto a

contaminação microbiológica.

Neste caso deve-se utilizar um

critério baseado na análise de risco

para se determinar a necessidade de

realização dos testes microbiológicos.

Devemos verificar os seguintes

itens;

• Quantidade do excipiente

que entra na formulação do

produto.

• Verificar a influência da

quantidade do excipiente na

biocarga do produto final.

• Qual é a natureza do excipiente

(vegetal, animal ou sintético).

• O processo de fabricação

favorece a redução da carga

microbiana?

• Qual é a atividade de água?

• O excipiente possui atividade

antimicrobiana?

Estas informações servirão

para embasar a especificação do

excipiente, com o desenvolvimento

da metodologia e a validação do

método.

Caso não a monografia não exista

nos compêndios verificar o capítulo

Limites microbianos da Farmacopéia

Brasileira 6º edição que definem os

critérios de aceitação para produtos

não estéreis.

A atividade residual dos produtos

com atividade antimicrobiana podem

levar a inibição do crescimento

microbiano nos meios de cultivo

. Esta atividade residual deve ser

neutralizada sendo necessário

demonstrar a adequação da

neutralização para estes testes

microbiológicos.

Dependendo do produto e da sua

aplicação, é possível que seja necessário

a pesquisa de outros microrganismos

adicionais que não estão listados na

Farmacopéia Brasileira 6º edição,

*Claudio Kiyoshi Hirai

*Claudio Kiyoshi Hirai

Farmacêutico bioquímico, diretor

científico da BCQ consultoria e

qualidade, membro da American Society

of Microbiology e membro do CTT de

microbiologia da Farmacopeia Brasileira.

Telefone: 11 5539 6719

E-mail: técnica@bcq.com.br

sendo recomendado que todos os

microrganismos isolados no produto

ou excipiente sejam identificados de

maneira a se avaliar a presença ou não

de outros microrganismos patogênicos.

A Anvisa considera que os métodos

farmacopéicos ou compendiais são

considerados validados, no entretanto,

a adequabilidade do método na

recuperação dos microrganismos deve

ser estabelecida

A qualidade microbiológica constitui

um dos parâmetros essenciais para

segurança, eficácia e aceitabilidade

dos produtos farmacêuticos de

uso oral. A evolução tecnológica

no desenvolvimento e produção de

medicamentos estabelecem critérios

a serem seguidos na produção de

medicamentos envolvendo desde às

análises do produto até validações

metodológicas. Estas validações

devem seguir parâmetros definidos

pelos compêndios oficiais. Outro

aspecto a ser considerado na

qualidade dos medicamentos refere-se

ao uso adequado de conservantes que

visam manter o produto farmacêutico

dentro dos padrões microbiológicos

durante o período de produção e na

fase de utilização pelo consumidor.

Para tanto deve-se lançar mão de

neutralizantes capazes de neutralizar

estes produtos. O protocolo de

validação do teste de desafio de

conservantes deve contemplar os

parâmetros: precisão, exatidão,

linearidade e robustez. Aspergillus

brasiliensis ATCC 16404, Candida

albicans ATCC 10231, Escherichia coli

ATCC 8739, Pseudomonas aeruginosa

ATCC 9027 e Staphylococcus aureus

ATCC 6538, devem ser utilizados como

microrganismos teste e inoculados

numa concentração de 10-30 UFC/

placa ou 30- 300UFC/placa. O teste

da eficácia do conservante foi realizado

através da inoculação na amostra de

concentrações microbianas conhecidas

e avaliações periódicas (tempos


0,1,7,14 e 28 dias) da viabilidade dos

microrganismos teste.

A validação dos métodos de análise

de Contagem Microbiana e Pesquisa

de microrganismos específicos visa

demonstrar que a substância em

análise não interfere na metodologia

e deve comprovar que o método de

neutralização quando empregado

é efetivo em inibir as propriedades

antimicrobianas do mesmo

(eficácia do agente neutralizante)

sem impactar na recuperação dos

microrganismos viáveis (toxicidade

do agente neutralizante

Recomendamos a utilização das

seguintes cepas nas validações

de contagem:

Staphylococcus aureus (ATCC

6538), Pseudomonas aeruginosa

(ATCC 9027), Escherichia coli

(ATCC 8739), Salmonella

enterica ssp. enterica sorotipo

typhimurium (ATCC 14028);

Bacillus subtilis (ATCC 6633);

Clostridium sporogenes (ATCC

19404 ou ATCC 11437);

Candida albicans (ATCC 10231);

Aspergillus brasiliensis (ATCC

16404).

A validação dos métodos de análise

de contagem microbiana e pesquisa

de patógenos visa demonstrar que o

produto não interfere na metodologia.

Deve comprovar que o método de

neutralização quando empregado

é efetivo, inibindo as propriedades

antimicrobianas do mesmo (eficácia

do agente neutralizante) sem impactar

na recuperação dos microrganismos

viáveis (toxicidade do agente

neutralizante). As condições

específicas do teste, incluindo

diluentes utilizados, meios de cultura,

tempo e temperatura de incubação,

precisam ser padronizadas no estudo

de validação e aplicadas integralmente

nas análises de rotina.

A validação deve ser realizada

através da avaliação em triplicata do

produto. Pode ser utilizado o mesmo lote

(3 vezes) ou diferentes lotes do mesmo

produto (1 vez cada lote perfazendo a

triplicata). A validação com o mesmo

lote de produto implica na utilização de

diferentes lotes de meios de cultura e

soluções e a execução do teste em 3

dias diferentes (1 lote para cada dia).

Vários conservantes, podem

ser inativados quimicamente. Os

compêndios descrevem alguns dos

neutralizantes mais comumente

utilizados. Existem no mercado, vários

meios de cultura que possuem na

sua formulação a presença destes

inativantes o que facilita o trabalho do

microbiologista. Podemos citar o caldo

D/E Letheem e outros.

Os antibióticos beta lactamicos

podem ser inativados através de uma

solução de penicilinase.

Referências bibliográficas

•Farmacopéia Brasileira 6º edição

•Farmacopéia dos Estados Unidos da América USP 42

•IVTnetwork.com/article/harmonized-microbial-

-limits-testing-vlidation-strategies


Publieditorial

25 anos Sensoglass

38

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Fundada em novembro de 1994,

pelo meu pai, Sr. Euclides Lopes,

a Sensoglass Sensores Analíticos,

tem a base de sua história formada

muitos anos antes.

Meu avô, Seu Adolpho Lopes, foi

um dos primeiros vidreiros de São

Paulo e teve uma sólida carreira

na área. Foi ele quem despertou o

interesse de meu pai pela vidraria,

que logo mostrou habilidade no

manuseio do vidro e aos 16 anos

iniciou sua carreira como vidreiro.

Jovem, cheio de curiosidade e

talento, passou pelas maiores

empresas do setor, até montar sua

própria empresa, juntamente com

seu pai e irmãos.

Infelizmente, essa empreitada

não trouxe grandes frutos e a

empresa logo foi destituída. No

entanto, certo de seu conhecimento

e da necessidade de manter sua

família, meu pai seguiu para mais

uma aventura empreendedora,

mudou-se para a Bahia. No entanto,

Camaçari estava em decadência e

logo voltamos para São Paulo, mais

precisamente em São Bernardo do

Campo. Lá as coisas foram ainda

piores e em 1982 nos mudamos

para Ribeirão Preto.

Em parceria com um professor

e outros empresários, meu pai

iniciou o desenvolvimento e

aprimoramento da fabricação de

sensores de pH no Brasil. Iniciativa

pioneira no país, onde até então,

medição de pH só se realizava

com sensores importados ou de

empresas multinacionais. Ficamos

por 9 anos em Ribeirão até que

voltamos para a capital. A empresa

onde meu pai veio trabalhar lhe

proporcionou a pior experiência de

todas. Inocente de como algumas

pessoas do mundo corporativo

são capazes de agir, mais uma

vez deixou seu emprego e viu seu

sonho desmoronar.

Eu e o Kleber, meu irmão,

estávamos com 17 e 15 anos,

respectivamente, e tínhamos em

nossos corações as histórias

de nosso avô e pai. A ideia de

empreender e voltar e ser vidreiro

mexeu novamente com meu pai,

e ele vendeu o único carro que

tínhamos na época, um fusca

76, e começou a busca por

equipamentos, mesas e fornos

para fundar em novembro de 1994,

a Sensoglass Sensores Analíticos.

Nome que tinha na cabeça desde

que saiu de Ribeirão preto.

Meu pai fazia os sensores,

eu e Kleber nos dividíamos na

montagem e teste. Sem muito

conhecimento comercial e com

poucos contatos, vendíamos

pouco e nos desdobrávamos entre

as necessidades familiares, da

empresa e de meu pai que estava

bem doente devido à uma doença

reumática que lhe acometeu aos

35 anos.

Em 1997 teve que ser internado

às pressas e tivemos que dividir

nossas funções. O Kleber ficou

responsável pela fabricação dos

sensores e eu pela parte comercial

e financeira.

Aos poucos fomos nos acertando!

Colocamos as contas em dia,

ampliamos as vendas, fechamos

algumas parcerias imprescindíveis

e devagar começamos a redefinir a

cara da empresa.

Infelizmente, em abril de 2005,

nosso pai se foi! Tenho em meu

coração que ele estava feliz, não

desistiu nem por um segundo

e tinha conseguido realizar boa

parte dos sonhos de sua vida!

Tinha uma empresa promissora e

filhos trabalhadores, convictos de

seus ideais e alinhados com seus

deveres como empreendedores.

Em 2006 compramos o imóvel

onde hoje está nossa empresa e

iniciamos um novo percurso, nosso

objetivo era tornar a Sensoglass

a maior fabricante de sensores

de pH, condutividade e ORP de

Brasil! A Sensoglass começou

a tomar forma da indústria que

é hoje! Tínhamos 3 andares

onde distribuímos a montagem,

a produção e o departamento

comercial e administrativo.

No período entre 2006 e 2009

nosso foco foi estruturar a empresa

e criar um alicerce sólido para

podermos crescer com segurança

mesmo numa economia turbulenta.

Em 2010 adotamos uma política

comercial arriscada, deixamos de

realizar vendas ao consumidor final

e focamos toda nossa energia e

atividade comercial no revendedor.

Nesse momento o objetivo

principal foi consolidar nossa

marca no mercado como sinônimo

de qualidade e versatilidade na

fabricação de sensores de pH,

condutividade e ORP. Definimos

política claras de qualidade de

nossos produtos, criamos um

sistema eficiente de rastreabilidade

das peças e iniciamos um novo

momento. Desenvolvemos uma

nova identidade visual e ampliamos

nossa linha de produtos agregando

equipamentos, soluções e

periféricos, para medição de pH,

condutividade e ORP.

Em 2011 desenvolvemos nosso

primeiro catálogo de produtos e


fizemos nossa primeira participação

em uma feira do setor, a Analítica

Latin América. Foi uma experiencia

definitiva na estrutura de empresa.

Nossos clientes e os usuários de

nossos produtos puderam conhecer

mais da Sensoglass. Deste

momento em diante entendemos

a necessidade de desenvolver

novos produtos e entender as

necessidades de nossos clientes,

tanto do usuário final quanto de

nossos revendedores. Entender o

mercado brasileiro é fundamental

para ser referência no Brasil.

Participamos em todas as

edições da feira Analítica desde

então. Sempre trazendo novidades,

seja na ampliação de nossa linha

de produtos ou no desenvolvimento

de novas ideias.

Em 2013 voltamos para a

Analítica com um novo modelo

de sensor, o SC30, o primeiro

eletrodo de pH nacional com

sistema de referência retrátil. Esta

peça possibilita a medição e pH

em soluções de alta viscosidade,

em tintas e em soluções altamente

contaminantes e de alta sujidade.

Seu sistema de referência pode

ser aberto com um simples

movimento no seu cabeçote.

Assim, o seu eletrólito interno é

escoado, o operador pode limpar

as junções, que são de vidro, lavar

tudo com água destilada, fechar a

peça novamente, recarregar seu

eletrólito e ter seu sensor de pH

renovado totalmente.

Já em 2015 nossa ênfase foi

na ampliação da linha de produtos

com a introdução de medidores e

controladores industriais, sondas de

imersão, transfluência e tipo “pipe”.

Esses novos produtos surgem para

atender uma demanda crescente

no controle ambiental e também no

controle de processos industriais.

Em 2017 voltamos para a

Analítica com uma solução sem

precedentes no mercado nacional:

desenvolvemos o primeiro

transmissor de pH via bluetooth

fabricado no Brasil. Versátil e de

baixo custo, tem como objetivo

facilitar a medição de pH com

qualidade, segurança, velocidade

de resposta e recursos inovadores.

Além de poder usar qualquer

sensor de pH com conexão BNC,

não é necessário ter um pH-metro,

apenas um celular ou tablet com

sistema operacional Android. O

app é gratuito e autoexplicativo.

As funcionalidades são inúmeras,

desde alterações na cor e tamanho

da fonte até definição de data e hora

para iniciar uma leitura, gravação

de dados, nomeação de pontos,

estabelecimento de frequência,

entre outras. Também é possível

definir até 5 pontos de calibração

com 1, 2 e até 3 casas decimais.

Tudo isso de forma simples e com

a possibilidade de enviar os dados

coletados por e-mail.

Em 2019 não será diferente,

teremos novidades sim! Um novo

pH-metro, mais moderno, com

novas funcionalidades, altíssima

qualidade de leitura, velocidade e

repetibilidade, além de um display

moderno retro iluminado, saída

USB, entre outras.

Inovação, criatividade,

pioneirismo e principalmente

confiança no Brasil! Essa é

a Sensoglass, uma empresa

de capital 100% nacional, de

estrutura familiar, que iniciou suas

atividades no quintal de casa,

com muito suor, muito trabalho,

seriedade e responsabilidade e

hoje vem comemorar 25 anos de

sua história!!

www.sensoglass.com.br

11 29252-7828 / 2991-4206

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

39


40

Em foco Científico

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Gestão de Higiene em Incubatórios e

processos Avículas usando

Bioluminescência de ATP.

o de Higiene em Incubatórios e processos Avículas usando

Bioluminescência de ATP.

Aplicação do monitoramento de ATP para resposta imediata sobre o nível de limpeza

e desinfecção de incubatórios.

o do monitoramento de ATP

posta imediata sobre o nível de

e desinfecção de incubatórios.

os de Controle

lógico e

ógica de

s usando swabs

te satisfatórios

arão sendo uma

a fundamental

oles de

de

ios.

Os métodos de Controle

Microbiológico e contagem

microbiológica de superfícies usando

swabs são bastante satisfatórios e

continuarão sendo uma ferramenta

fundamental nos controles de

eficiência de incubatórios

Os inconvenientes ligados a essas

técnicas já são bastante conhecidos,

tais como:

enientes ligados a) a essas Dificuldade técnicas de fazer já são as

onhecidos, tais como: análises dentro da empresa por

falta de laboratório;

dade de fazer as análises b) Pouca reprodutibilidade na dentro analítica; da

or falta de laboratório; c) Demora de resultados;

d)Desvios inerentes à contagem

reprodutibilidade

bacteriana

analítica;

em placas.

a de resultados; f) Apenas medem eficiência dos

s inerentes a à contagem

desinfetantes,

bacteriana

mas não medem

em

eficiência dos detergentes no

processo de limpeza.

Uma solução integrada para

medem eficiência dos desinfetantes,

edem eficiência dos detergentes no

de limpeza.

detectar resíduos de matéria

orgânica e microrganismos

nas superfícies.

Uma solução para atender as

necessidades mencionadas acima

solução integrada para detectar

síduos de matéria orgânica e

crorganismos nas superfícies.

é o método de Bioluminescência de

ATP (Adenosina Trifosfato) pois os

ução para atender as necessidades

Abaixo compartilho um passo a passo para

aAplicação do sistema Lightning MVP ICON®

swabs detectam a matéria orgânica

total (resíduos + microrganismos).

A correlação não é direta, mas

permite ver a tendência de

crescimento Passo entre 1- a disponibilidade Identificar pontos

de matéria orgânica e o aumento

da contagem Os pontos de microrganismos. de testes serão os mesmos da contagem

Tendência

microbiológica

ATP vs

e pode-se adicionar outros para

Contagem monitoramento Mesófilos esporádico. Os nomes de cada ponto

serão escritos via software e transferidos para o

ATP UFC

4.1

luminometro.

10 9

3.3 10 7

3.0 10 5

2.5 10 3

2.0 10 3

1.3 10 2

Abaixo compartilho um passo

a passo para aplicação do

sistema Lightning MVP ICON ®

Passo 1- Identificar pontos

Os pontos de testes serão os

mesmos da contagem microbiológica

e pode-se adicionar outros para

monitoramento esporádico. Os

nomes de cada ponto serão escritos

via software e transferidos para o

luminômetro. (vide foto 1)

Passo 2- Realizando as análises

Após as limpezas, faz-se os swabs dos pontos

estabelecidos. O objetivo é buscar resultados abaixo de

3.0 URL (Unidades Relativas de Luz) pois corresponde

aà sensibilidade do sistema indicando ausência de ATP

e, portanto, uma limpeza total. masContudo, podem

ocorrem pontos nos quais que esse limite não possade

ser alcançado pelo processo de limpeza atual. Para estes

casos toma-se a decisão de mudar o processo de

limpeza, ou, caso essa mudança não seja possíve

mudar a escala para aceitar o valor de RLU mínimo que

Foto 2

a atual limpeza conseguiu atingir.

Passo 2- Realizando as análises

Após as limpezas, faz-se os swabs

dos pontos estabelecidos. O objetivo

é buscar resultados abaixo de 3.0

URL (Unidades Relativas de Luz)

pois corresponde à sensibilidade

do sistema indicando ausência de

ATP e, portanto, uma limpeza total.

Contudo, podem ocorrem pontos

nos quais esse limite não possa ser

alcançado pelo processo de limpeza

atual. Para estes casos toma-se a

decisão de mudar o processo de

limpeza, ou, caso essa mudança não

seja possível, mudar a escala para

aceitar o valor de RLU mínimo que a

atual limpeza conseguiu atingir.

Os resultados são mostrados de

duas formas: URL (Unidades Relativas

de Luz) diretamente e também

convertidos à escala Logarítmica

facilitando a identificação do limite

de sensibilidade do método. Valor

abaixo de 2.5 é o branco do sistema,

portanto valores maiores que 3.0

indicam que a luz gerada na reação

do swabs provém de resíduos


de ATP coletados na superfície,

portanto esta superfície tem o RISCO

de multiplicação microbiológica.

Passo 3- Transferir resultados e

relatórios

Após realizar as leituras, levar

o Lightning MVP ICON® para

conectar ao computador. Os

resultados são transferidos assim

que o equipamento é conectado ao

computador. (vide foto 2)

Diversos relatórios podem

ser gerados de acordo com a

necessidade do usuário. O relatório

mais útil é o relatório de Falhas no

qual podemos observar quais os

pontos que apresentam falhas mais

frequentes e, portanto, os pontos que

devem ser verificados e qual a razão

da incidência de falhas. (vide tabela 2)

CONCLUSÃO

Mais de 5000 swabs foram

realizados neste estudo para avaliar

a eficiência de limpeza de vários

incubatórios comparados com

swabs microbiológicos, gerando a

tabela 1. Os resultados indicaram

que o uso da técnica de ATP permite

reduzir a contagem microbiológica

nos incubatórios e também nas

áreas de processamento.

A eficiência da aplicação dessa

técnica também permitiu uma

melhora significativa nas boas

práticas de fabricação por meio da

educação efetiva de funcionários

já que eles puderam ver em

tempo real os resultados de seus

procedimentos de limpeza.

José de Fabio médico

veterinário e Luis H. da Costa

Gerente de Field marketing

América Latina da

Merck KGaA Darmstadt

luis.costa@merckgroup.com

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

41


Em Foco Científico

A Contaminação no Cultivo Celular: Boas

práticas e o que buscar em uma

incubadora de CO2

42

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A contaminação biológica é uma

questão séria para todo laboratório

de cultura de células. Com

implicações para a confiabilidade

dos dados resultantes, é vital que

a ocorrência de contaminação seja

mantida a um mínimo absoluto.

Vamos analisar aqui o uso da

incubadora de CO2 e seu papel em

fornecer um ambiente seguro, livre

de quaisquer microorganismos

potencialmente contaminantes.

Ambiente Ideal

A cultura de células depende do

uso de incubadoras para fornecer

as condições certas para manter

as células vivas. A incubadora

de CO2 visa especificamente

simular as condições fisiológicas

dos mamíferos. Portanto,

a incubadora combina os

elementos necessários para as

células se desenvolverem: uma

temperatura estável em 37 ° C

(98,6 ° F), um pH controlado de

7,4 a 7,6 balanceado com um

nível de CO2 controlado e uma

alta umidade relativa de 95%.

Infelizmente, o ambiente ideal

para células mamárias também

fornece um ambiente ideal para

uma variedade de contaminantes

biológicos que são flora normal

dentro e sobre nossos corpos.

Por isso que é tão importante

entender as boas práticas de

laboratório e como escolher o

equipamento certo pode ajudar

a reduzir a contaminação.

Certas incubadoras de CO2, por

exemplo, foram projetadas para

reduzir a contaminação e podem

fazer uma diferença real no

ambiente do laboratório.

Fazendo certo: Boas

práticas de laboratório

Boas práticas de laboratório

são a maneira mais eficaz de

prevenir a contaminação. Ao usar

um jaleco com punhos elásticos

para cobrir as roupas de rua,

lavar as mãos cuidadosamente

antes de iniciar qualquer

trabalho com células e usar luvas

descartáveis, os trabalhadores

podem reduzir muito o potencial

de contaminação. Tanto quanto

possível, os culturistas também

devem evitar tocar em itens

como maçanetas, telefones,

calculadoras, etc .; evite usar

jóias; e amarre o cabelo comprido.

Alguém que sofre de um resfriado

ou outra infecção respiratória,

deve usar uma máscara facial

para minimizar o potencial de

disseminação da infecção.

As áreas de trabalho e os

topos das geladeiras, freezers,

armários e bancos devem ser

mantidos limpos, organizados

e livres de poeira. Os pisos

devem ser limpos regularmente,

especialmente os cantos, para

minimizar a poeira e a sujeira

que circularão como resultado

do tráfego na sala. Além disso, o

equipamento de laboratório (por

exemplo, pipeta, vortex, banho de

água, centrífuga) deve ser limpo e

verificado regularmente quanto a

sinais de contaminação.

Não há substituto para a técnica

asséptica adequada. Culturas e

mídia devem ser abertas apenas

no gabinete de biossegurança e

não devem ser compartilhadas

entre o pessoal. Uma rota comum

de contaminação é a entrada

por uma “ponte” líquida que se

forma quando uma gota de meio

de cultura permanece entre o

recipiente de cultura e sua tampa

ou no pescoço de uma garrafa de

meio de cultura. Não é incomum

que os trabalhadores de laboratório

relaxem sua técnica após um

período sem contaminação.

A incubadora de CO2, como

o lar de suas células cultivadas,

é um ponto-chave onde as boas

práticas de laboratório devem

ser mantidas. Lembre-se de

que o ambiente perfeito para

as células mamárias também é

um ambiente convidativo para

os companheiros microbianos.

Uma vez que a rota de entrada

para qualquer contaminador da

incubadora é através da porta

aberta, um sistema de trabalho

precisa ser estabelecido para

manter as aberturas das portas

no mínimo.

Tente limitar o número de

pessoas que compartilham uma

incubadora para reduzir as fontes

de contaminação. Defina um

procedimento de limpeza padrão

e regular (semanal ou mensal) e

limpe imediatamente qualquer

derramamento usando 70% de álcool.

Desenho da incubadora:

mantendo a contaminação

sob controle

O projeto da incubadora de CO2

pode ser um fator importante na

redução da contaminação por

agentes biológicos. Há uma série


incubadora, ela pode eliminar a necessidade de

elimina o risco de contaminação “residente”.

de recursos úteis que simplificam

a limpeza e fornecem proteção

contínua contra contaminação

durante o uso rotineiro. Essas

capacidades diferenciam a

escolha da incubadora, e é

importante reconhecer que opções

similares de fabricantes diferentes

não fornecerão necessariamente

os mesmos resultados.

Fácil de limpar

Quando a incubadora é fácil

de limpar e apresenta superfícies

internas mínimas, a presença de

micróbios pode ser controlada

de maneira significativa.

Uma incubadora com cantos

arredondados elimina brechas

e bordas onde os micróbios

podem se esconder e prosperar.

As superfícies eletro-polidas

removem minúsculas depressões

que, de outro modo, serviriam

como buracos para os germes.

Existem algumas boas regras a

seguir ao limpar uma incubadora:

• Remova todas as culturas da

incubadora e desligue-a.

•Remova todos os componentes

internos separados do incubador

e limpe-os com um desinfetante

com sabão.

• Esterilize todas as partes

removíveis em uma autoclave.

• Limpe cuidadosamente todas

as superfícies internas e, em

seguida, aplique um desinfetante

em todas as superfícies e

deixe secar. Qualquer resíduo

remanescente pode ser removido

usando água destilada.

• Limpe todas as superfícies com

álcool a 70% e deixe secar ao ar.

• Desinfetar as portas externas

e alças da incubadora usando

álcool 70 por cento.

Se houver uma bandeja de

água, adicionar uma solução

antimicrobiana segura à água

é uma boa ideia. Use água

destilada na bandeja e troque a

cada semana. Certifique-se de

usar luvas e um jaleco durante

todo o procedimento de limpeza

para minimizar a introdução de

novos contaminantes.

Desinfecção com alta

temperatura

Uma opção conveniente

disponível em algumas incubadoras

é um ciclo automatizado de

desinfecção de calor seco ou

calor úmido. A maioria destes são

projetados para serem executados

durante a noite com uma

incubadora vazia. A desinfecção

por alta temperatura oferece

uma maneira eficaz de garantir

que o interior da incubadora

esteja livre de germes quando

as células entram pela primeira

vez na incubadora após um ciclo

de limpeza. Existem diferentes

opções disponíveis de diferentes

fabricantes, mas nem todas são

similarmente eficazes e os usuários

devem decidir qual opção melhor

atenderá às suas necessidades.

Embora o ciclo de desinfecção não

elimine a necessidade de limpar

rotineiramente a incubadora,

ela pode eliminar a necessidade

de autoclavar os componentes

internos separadamente e elimina o

risco de contaminação “residente”.

Filtração de ar

Uma característica popular

disponível em algumas

incubadoras de CO2 é um filtro

HEPA, que irá filtrar o ar interno,

removendo micróbios, partículas,

aerossóis e até, em alguns casos,

produtos químicos orgânicos

voláteis. Um filtro HEPA Classe

100 deve fornecer rapidamente

a qualidade do ar de uma

sala limpa, para que qualquer

Filtração de ar

Uma característica popular disponível em algum

ar interno, removendo micróbios, partículas, ae

orgânicos voláteis. Um filtro HEPA Classe 100 de

limpa, para que qualquer contaminação que ent

contaminação que entre pela

porta seja removida.

Considere o o tempo tempo necessário necessário para obter a máx

para especialmente obter a máxima se as qualidade aberturas frequentes das p

do ar após a abertura de uma

pode variar dependendo do fabricante. Os filtro

porta, especialmente se as

aberturas substituídos frequentes regularmente das portas (ou seja, a cada seis m

forem inevitáveis. Esse tempo

O sistema in-chamber HEPA envolve as

culturas com qualidade de ar tipo sala

limpa da Classe 100 (ISO Class 5).

de recuperação pode variar

dependendo do fabricante. Os

filtros HEPA requerem pouca

manutenção, mas devem ser

substituídos regularmente (ou

seja, a cada seis meses) para

obter melhores resultados.

Superfícies antimicrobianas

Historicamente, o cobre tem

sido usado como uma maneira

de controlar a contaminação

microbiana, incluindo bactérias,

vírus e fungos. O cobre pode

inativar enzimas e danificar

proteínas na célula, uma vez

que os íons Cu2 + penetram nos

poros das membranas celulares

e reagem com os grupos -SH

das enzimas, alterando assim a

estrutura das proteínas. O aço

O sistema intipo

sala limp

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

43


exposição inadvertida ao ambiente externo. Uma porta interna hermeticamente dividida ajudará ainda

mais a minimizar a exposição e acelerar a recuperação para definir as condições após a abertura de uma

porta. Essa porta interna dividida pode oferecer três ou seis portas menores separadas que permitem o

acesso a seções específicas da incubadora sem perturbar outras áreas. A porta interna dividida reduz

qualquer oportunidade de entrada de microrganismos na incubadora e minimiza a perda de calor,

atmosfera e umidade da incubadora.

reus resistente à metililina em apenas 1,5 horas. Ligas contendo menos cobre

a resposta muito mais lenta e um efeito antimicrobiano consideravelmente

Em Foco Científico

gumas incubadoras de CO2 oferecem uma opção de interiores de cobre para

aisquer germes que possam entrar na incubadora quando a porta é aberta. C

enas 100 por cento de cobre puro eliminará contaminantes microbianos de f

inoxidável e o alumínio não inibem a vida microbiana

e as ligas com um teor mínimo de cobre, mostram

um benefício muito menor. O efeito antimicrobiano

está diretamente relacionado à quantidade e

qualidade do cobre utilizado. O cobre puro tem

provado ser o material antimicrobiano mais eficaz,

com capacidade de inativar o Staphylococcus aureus

resistente à metililina em apenas 1,5 horas. Ligas

contendo menos cobre, como latão, mostram uma

resposta muito mais lenta e um efeito antimicrobiano

consideravelmente menor.

Algumas incubadoras de CO2 oferecem uma opção

de interiores de cobre para inibir o crescimento de

quaisquer germes que possam entrar na incubadora

quando a porta é aberta. Como mencionado acima,

apenas 100 por cento de cobre puro eliminará

contaminantes microbianos de forma eficaz em

minutos. Os íons Cu2 + no cobre sólido não serão

transportados pelo ar, portanto as culturas em pratos

e frascos não estão em risco. Esta é uma ótima

maneira de ter proteção antimicrobiana contínua na

incubadora de cultura de células que irá durar a vida

da incubadora, exigindo manutenção mínima.

Proteção contra ambiente externo

A maioria das incubadoras vem com uma porta

interna de vidro sólido para proteger as amostras da

exposição inadvertida ao ambiente externo. Uma porta

interna hermeticamente dividida ajudará ainda mais a

minimizar a exposição e acelerar a recuperação para

definir as condições após a abertura de uma porta. Essa

s íons Cu2 + no cobre sólido não serão transportados

menores separadas que

pelo

permitem

ar,

o acesso

portanto

a seções

as cult

específicas da incubadora sem perturbar outras áreas.

A porta interna dividida reduz qualquer oportunidade de

o estão em risco. Esta é uma ótima maneira entrada de de microrganismos ter proteção na incubadora antimicrobiana e minimiza a c

perda de calor, atmosfera e umidade da incubadora.

cultura de células que irá durar a vida da incubadora, Fonte de água externa exigindo manutenção m

Proteção contra ambiente externo

porta interna dividida pode oferecer três ou seis portas

A água é necessária para a vida, incluindo, é claro,

micróbios. Enquanto eles desfrutam da atmosfera quente

e úmida dentro da incubadora de CO2, a bandeja de água

é especialmente convidativa. Compostos antimicrobianos,

fio de cobre e até moedas são frequentemente adicionados

ao recipiente de água. Laboratórios com aplicações

maioria das incubadoras vem com uma porta

avançadas

interna

ou amostras

de

particularmente

vidro

valiosas

sólido

também

para pro

podem considerar um projeto de incubadora que mova a

fonte de água do umidificador para fora da incubadora,

posição inadvertida ao ambiente externo. removendo Uma assim porta totalmente interna essa fonte de hermeticament

contaminação

do interior da incubadora.

ais a minimizar a exposição e acelerar a recuperação para definir as condições

Conclusão: Lutando uma batalha vencedora

rta. Essa porta interna dividida pode oferecer A contaminação três ou biológica seis das portas culturas de menores células sep

é um problema ocasional para todos os usuários de

esso a seções específicas da incubadora sem

cultura

perturbar

celular. A contaminação

outras

custa

áreas.

milhões de

A porta

reais em tempo perdido e materiais a cada ano, o que

poderia ser gasto em pesquisa e desenvolvimento.

alquer oportunidade de entrada de microrganismos Embora a contaminação na incubadora da cultura de células e minimiz

mosfera e umidade da incubadora.

não possa ser totalmente eliminada, porque os

micróbios são nossos constantes companheiros,

processos cuidadosamente controlados podem ser

implementados para reduzir o impacto de um episódio.

Boa técnica asséptica, um laboratório limpo e uma

compreensão das rotas de contaminação, incluindo a

entrada na própria incubadora de CO2, são cruciais.

Os fabricantes de incubadoras de CO2 são parceiros

no processo e agora oferecem muitas opções que

ajudam a minimizar a contaminação da incubadora.

Superfícies antimicrobianas

Historicamente, o cobre tem sido usado como uma maneira de controlar a contaminação microbiana,

incluindo bactérias, vírus e fungos. O cobre pode inativar enzimas e danificar proteínas na célula, uma

vez que os íons Cu2 + penetram nos poros das membranas celulares e reagem com os grupos -SH das

enzimas, alterando assim a estrutura das proteínas. O aço inoxidável e o alumínio não inibem a vida

microbiana e as ligas com um teor mínimo de cobre, mostram um benefício muito menor. O efeito

antimicrobiano está diretamente relacionado à quantidade e qualidade do cobre utilizado. O cobre puro

tem provado ser o material antimicrobiano mais eficaz, com capacidade de inativar o Staphylococcus

aureus resistente à metililina em apenas 1,5 horas. Ligas contendo menos cobre, como latão, mostram

uma resposta muito mais lenta e um efeito antimicrobiano consideravelmente menor.

Algumas incubadoras de CO2 oferecem uma opção de interiores de cobre para inibir o crescimento de

quaisquer germes que possam entrar na incubadora quando a porta é aberta. Como mencionado acima,

apenas 100 por cento de cobre puro eliminará contaminantes microbianos de forma eficaz em minutos.

Os íons Cu2 + no cobre sólido não serão transportados pelo ar, portanto as culturas em pratos e frascos

não estão em risco. Esta é uma ótima maneira de ter proteção antimicrobiana contínua na incubadora

de cultura de células que irá durar a vida da incubadora, exigindo manutenção mínima.

Proteção contra ambiente externo

A maioria das incubadoras vem com uma porta interna de vidro sólido para proteger as amostras da

Gustavo Ricieri

Especialista de produtos América do Sul

Thermo Fisher Scientific

Email: produtosdelaboratorio@

thermofisher.com

44


- Workshops

- Demonstração de equipamentos

- Técnicos Especializados

VISITE O NOSSO

EO19

ESTANDE!

www.lasdobrasil.com.br

comercial@lasdobrasil.com.br

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

45


Em Foco Científico

Vantagens da cromatografia de partição

centrífuga para purificação do Canabidiol (CPC)

46

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

INTRODUÇÃO

O canabidiol (CBD) é um

canabinóide não psicótropico

obtido a partir da Cannabis sativa

L (Cannabaceae).

Pesquisadores tem mostrado

que as propriedades do CBD

medicinal podem ser utilizadas

para vários tratamentos incluindo

dor, inflamação, epilepsia e

câncer 1,2. No ano passado, o

FDA americano (Food and Drug

Administration) aprovou a primeira

droga derivada de cannabis

(Epidiolex®) para tratar crianças

com formas raras de epilepsia.

Mudanças no status legal da

cannabis para uso medicinal,

junto com o aumento do número

de aplicações do CBD, têm

resultado no rápido aumento da

demanda de CBD ultrapuro. Assim

sendo, é fundamental desenvolver

produtos padronizados de CBD

livre de componentes indesejados

para garantir a segurança do

paciente. Os produtores de CBD

requerem métodos eficientes,

economicamente viável, que

tenham alto rendimento e livre

de impurezas. Neste artigo,

descreveremos um método

rápido e reprodutível para

purificação em larga escala do

CBD puro usando Cromatografia

de partição centrífuga (CPC).

O DESAFIO DE PRODUZIR

CBD ULTRAPURO

A utilização de métodos

cromatograficos para purificação

de produtos naturais pode

ser muito desafiadora devido

à natureza complexa do

material inicial. O óleo cru de

cannabis contém cerca de 400

componentes potencialmente

ativos. Os fitocanabinoides são

compostos achados na resina

pegajosa dos tricomas, que

recobre densamente a superfícies

de inflorecências fêmeas e num

menor grau a folhagem das

plantas macho e fêmeas do

cânhamo. Para o uso seguro do

CBD em possíveis tratamentos,

ele deve ser purificado dos

produtos indesejados do extrato

de cânhamo como por exemplo

tetrahidrocanabinol (THC), o

principal composto químico

psicoativo na planta.

Enquanto as técnicas de

cromatografia tradicional, como

a cromatografia liquida de alta

eficiência (HPLC) em escala

preparativa e a cromatografia

“flash” são efetivas para outras

aplicações, elas nem sempre

são adaptáveis para purificação

de CDB em larga escala. A razão

principal deve-se ao fato de

que a purificação do CBD por

esses métodos ser um processo

em duas etapas que requer

uso de resina de sílica, e de

materiais de consumo caros que

têm que ser substituídos com

frequência devido à absorção

irreversível de uma variedade de

compostos durante o processo

de separação. Além disso,

esses métodos usam grandes

quantidades de solventes para

eluir os compostos naturais.

Esses fatores fazem com que

o uso de ferramentas como

HPLC ou flash sejam processos

demorados e tenham custos

proibitivos para produção em

larga escala.

O QUE É CPC?

CPC é uma técnica de

purificação líquida que não

requer uso de fases sólidas

tradicionais como a sílica. Em vez

disso, utiliza duas fases líquidas

imiscíveis. Uma funciona como

fase móvel ou do eluente e a

outra como fase estacionária,

que substitui a coluna de sílica

da cromatografia flash ou HPLC.

A fase estacionária é retida numa

coluna por um campo centrífugo

gerado pela rotação da coluna

do CPC. Uma vez injetado, os

compostos que serão purificados

são eluidos pelo fluxo da fase

móvel de acordo com seus

coeficientes de partição definido

pelas afinidades relativas para

cada uma das fases líquidas do

CPC (Figura 1).

As colunas reutilizáveis do

CPC consistem em vários discos

empilhados, cada um conectado

com várias células gêmeas ligadas

por ductos. Essa configuração

propicia melhor retenção da fase

estacionária, permite maiores

taxas de eluição e melhora os

tempos de separação.


C

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K

principle behind CPC.pdf 1 8/19/19 3:50 PM

001 003 005 007 009 011 013 015 017 019 021 023 025 027 029 031 033 035 037 039 041 043 045 047

002 004 006 008 010 012 014 016 018 020 022 024 026 028 030 032 034 036 038 040 042 044 046

de não existir absorção irreversível de compostos.

E mais, o CPC usa quantidades significantemente

menores de solventes, resultando em redução de

custos de consumíveis.

VANTAGENS DO CPC PARA PURIFICAÇÃO DO

CBD

O CPC oferece numerosos benéficios para a

purificação do CBD. Pode ser usado para purificar

misturas complexas como o extrato cru de canabis

em apenas uma etapa. Devido à fase líquida

estacionária, as colunas do CPC não precisam ser

substituídas como as colunas tradicionais de sílica

ou os cartuchos usados no HPLC preparativo ou na

cromatografia “flash”. A coluna do CPC pode ser

carregada com diferentes solventes para criar a

coluna necessária reduzindo custo enormemente. Os

parâmetros de purificação podem ser ajustados de

acordo com o composto alvo ou nível de purificação

desejada para obter extrato livre de THC, altamente

purificado fitocanabinoides ou produtos de grau

farmacêutico.

O CPC é também facilmente escalonável para

processar desde miligramas até quilogramas do

produto eficientemente, enquanto o HPLC preparativo

ou a cromatografia flash podem necessitar de

mudanças substanciais na fase estacionária para

otimizar a metodologia de purificação quando se muda

para larga escala.

Uma outra vantagem importante do CPC, além

da possibilidade de trabalhar com altas taxas de

eluição, e, portanto, corridas mais rápidas, é o fato

mAU EXTRACT A 4.1% (01)

5004.0

THC CBD

5003.0

5002.0

5001.0

5000.0

4999.0

4998.0

4007.0

4996.0

4995.0

4994.0

4993.0

00:00 02:00 04:00 06:00 08:00 10:00 12:00 14:00 16:00 18:00

Figura 2 : Purificação de CBD e THC a partir de canabis

utilizando o Sistema de Purificação Gilson CPC 250 PRO e PLC

2250

%

100

90

80

70

60

50

40

30

20

10

00

ALTAS TAXAS DE ECUPERAÇÃO DE CBD PURO

USANOD CPC

Além da redução de custos e economia de

tempo, os produtores necessitam um método de

alto rendimento que fornece um produto ultrapuro

e com alta taxa de recuperação. Para demonstrar

os benefícios do CBD purificado por CPC, 5 g de

extrato cru de cânhamo foram injetados num CPC

250 PRO e num sistema de purificação PLC 2250

da Gilson (Figura 2). Usando este método de etapa

única, foram obtidos 205 mg de CBD com pureza

superior a 99%, determinada por análise em HPLC.

RESUMO

As aplicações e usos médicos do CBD têm

aumentado recentemente e sendo assim, a

demanda do CBD puro continuará a crescer. Os

produtores precisam de um método eficiente e

viável economicamente para atender a demanda. O

CPC oferece alto rendimento, pureza e é adaptável

da escala laboratorial para a escala industrial.

Eliminando a necessidade de coluna de sílica e

reduzindo enormemente o uso de solventes, o CPC é

uma abordagem mais econômica para purificação de

CBD que as tradicionais técnicas de cromatografia.

REFERÊNCIAS BIOGRAFICAS

1.RUSSO, E.B. (2017) Cannabidiol claims and

misconceptions. Trends Pharm. Sci. Disponível em:

http://dx.doi.org/10.1016/j.tips.2016.12.004. Acesso em

12/08/2019

2.ZHORNITSKY, S. and Potvin, S. (2012) Cannabidiol

in humans: the quest for therapeutic targets.

Pharmaceuticals. Disponível em: http://dx.doi.

org/10.3390/ph5050529. Acesso em 12/08/2019

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

47


48

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

49


Em Foco

Máxima precisão para manipulação de líquidos

Qualidade com as Pipetas sorológicas da Greiner Bio-One.

Referência na fabricação de

produtos para a realização de

análises em laboratórios, a divisão

de BioScience da Greiner Bio-One

oferece um portfólio completo de

produtos e consumíveis plásticos

para as mais diversas finalidades.

Entre as soluções estão

as Pipetas Sorológicas, que

carregam a qualidade da marca

CELLSTAR®. Utilizadas na

manipulação de líquidos em

laboratórios químicos e biológicos,

as Pipetas Sorológicas, são

fabricadas em poliestireno com

máxima transparência, utilizam

código de cores de acordo com

as normas internacionais e

possuem indicação do volume

em graduação negativa. Todas as

pipetas sorológicas do portfólio

são estéreis e produzidas sob

rigorosos padrões de qualidade

conferindo um certificado de

ausência de RNase, DNase e

DNA humano, além de não serem

pirogênicas e citotóxicas.

Outro destaque está no design

drop-free, que evita a retenção da

última gota no momento da dispensa

e também possui filtro que protege

contra sucção do líquido para

dentro do dispositivo de pipetagem.

A validade e lote também são

impressos na embalagem.

Versátil para diversas aplicações,

estão disponíveis nos volumes de

1, 2, 5, 10, 25 e 50 mL.

Para saber mais sobre este e outros

produtos, acesse:

www.gbo.com.br, ou entre em contato:

info@br.gbo.com.

RDC 301 / 2019

50

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

É sabido que foi lançada em 21

de Agosto de 2019 a nova RDC

301/2019 ( https://www.mondragon.

com.br/blog/resolucao-rdc-301-

boas-praticas-de-fabricacao-demedicamentos/

), em substituição

a RDC 17/2010. Para as indústrias

estarem preparadas para atender

as novas exigências e exigências

anteriores que foram reforçadas,

a Mondragon Equipamentos (

www.mondragon.com.br ) e a

Mondragon Consulting (www.

mondragonconsulting.com.br)

possuem diversos equipamentos

e serviços especializados. Desde

nossos novos modelos de Raman

Portátil e de Bancada para

Identificação e quantificação de

matéria prima e produto acabado,

até serviço de Consultoria Exclusivo

e Único com Consultor com 20

Anos de experiência na Anvisa.

Fones: (11) 2193-1604

(11) 94570-6177


your power for health

Pipetas Sorológicas

Máxima precisão no manuseio de líquidos

Fabricadas em poliestireno com alto grau de

trasnparência

Design drop-free: evita a retenção da última

gota no momento da dispensa

Com filtro para proteção contra sucção do

líquido para dentro do dispositivo de

pipetagem

Indicação dos volumes em graduações

negativas

Código de cores de acordo com as normas

internacionais

Estéril

Validade e lote impressos na embalagem

Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP

Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com

www.gbo.com/bioscience


Em Foco

em foco

em

Las foco

do Brasil na 15ª Analitica Latin America 2019

LAS DO BRASIL NA 15ª ANALITICA LATIN AMERICA 2019

LAS DO BRASIL NA 15ª ANALITICA LATIN AMERICA 2019

52

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

00

00

A LAS do Brasil preparou uma ção da Thermo Fisher da linha Brasil contará com o responsável

programação especial para 15ª Nalgene para laboratório de pelo gerenciamento dos principais

A LAS Edição do Brasil da Analitica preparou Latin uma America a oportunidade materiais plásticos de conferir de alta qualidade,

resistentes da Thermo e duráveis, Fisher mesmo da LAS Brasil

a de clientes Padrões USP Farmacopeicos no Brasil, Dênis a

programação

A LAS

especial

do Brasil

para

preparou

15ª

uma

da Thermo Fisher da linha

em 2019. Durante o evento, exposição Padeiro, do contará Brasil com

falando contará o responsável

sobre o valor com além o

programação especial para 15ª Nalgene para laboratório de

Edição da acontecerão Analitica Latin workshops, America entrega linha sob Nalgene as rigorosas para laboratório condições de responsável

pelo gerenciamento

do frasco. pelo gerenciamento

dos principais

Edição da Analitica Latin America materiais plásticos de alta qualidade,

resistentes e duráveis, mesmo Padeiro, falando sobre o valor além é

clientes USP no Brasil, Dênis

em 2019. de brindes, Durante sorteios o evento, e muito aprendizado

workshops, para os visitantes. entrega Além qualidade, Ainda resistentes contará com e demonstração duráveis, Brasil,

de materiais pressão e plásticos temperatura. de alta dos

Para

principais

participar

clientes

do Workshop

USP no

em 2019. Durante o evento,

acontecerão

necessário

Dênis

comparecer

Padeiro,

ao

falando

acontecerão workshops, entrega sob as rigorosas condições do frasco.

estande

de brindes,

disso,

sorteios

uma equipe

e muito

completa de

mesmo de sob vários as rigorosas equipamentos condições da IKA, sobre

da LAS

o valor

do Brasil

além

-

do

E019

frasco.

de brindes, sorteios e muito aprendizado

para os visitantes. Além Ainda contará com demonstração necessário comparecer ao estande vaga. A

pressão e temperatura.

Para participar do Workshop durante é o

aprendizado

especialistas

para os

de

visitantes.

diferentes linhas

de pressão

apresentando

e temperatura.

as últimas novidades

Para

evento

participar

e garantir

do

sua

Workshop

Além disso,

de disso, produtos

uma equipe

uma estará equipe

completa

demonstrando completa Ainda

e de

contará

tendências vários

com

equipamentos

demonstração

tecnológicas da IKA, do

é necessário comparecer ao

da duração LAS do Brasil do curso - E019 será durante de o 60

de especialistas

equipamentos, especialistas de de consumíveis

diferentes diferentes linhas para

de vários

mercado apresentando equipamentos

laboratorial. as últimas da

Para novidades IKA,

quem

estande

evento

da

minutos, e garantir

LAS do

com 3 sessões sua

Brasil

vaga.

- E019

diárias A e

linhas de produtos estará apresentando as últimas novidades

laboratório de produtos e reagentes estará demonstrando químicos. deseja e tendências conhecer tecnológicas a linha de produtos

mercado químicos laboratorial. da Para J.T quem vaga.

do durante duração o

as vagas do evento

são curso e

limitadas. será garantir de 60 sua

demonstrando equipamentos, e tendências tecnológicas do

Uma equipamentos, das novidades consumíveis deste ano será para

Baker, minutos, A duração

Não perca com esta 3 sessões do curso

oportunidade diárias será e de

consumíveis para laboratório e mercado laboratorial. Para quem

a laboratório exposição e da reagentes Agilent químicos. com sua especialistas deseja conhecer estarão a linha a de disposição produtos

químicos todo o evento da para J.T esclare-

Baker, diárias Não LAS perca e as

de as 60

conhecer vagas minutos, são as limitadas. com 3 sessões

linhas de produtos da

reagentes químicos. Uma das deseja conhecer a linha de

nova Uma linha das de novidades crimpadores deste eletrônicos

a exposição High Power da compatível Agilent com com sua cer especialistas dúvidas. estarão a disposição conhecer uma visita! as linhas de produtos da

ano será durante do Brasil. esta vagas oportunidade são limitadas.

Venha e nos de faça

novidades deste ano será a produtos químicos da J.T Baker, Não perca esta oportunidade de

exposição da Agilent com sua nova especialistas estarão a disposição conhecer linhas de produtos

diferentes nova linha tamanhos de crimpadores de tampas eletrônicos

e Nos durante dias todo 24 o evento e 25 para de setembro esclarecer

dúvidas.

LAS do Brasil. Venha e nos faça

linha de crimpadores eletrônicos durante todo o evento para da LAS do Brasil. Venha e nos

vials. Também

High Power

será

compatível

lançada a nova

com

acontecem os Workshops, o Ph.D uma visita!

High Power diferentes compatível tamanhos de com tampas esclarecer e Nos dúvidas. dias 24 e 25 de setembro faça uma visita!

campanha promocional que Tiago Simões, Executivo Sênior da

diferentes vials. tamanhos Também de será tampas lançada a nova Nos acontecem dias 24 e os 25 Workshops, de setembro o Ph.D

promete ser um sucesso!

BD Life Sciences, abordará as

e vials. Também campanha será promocional lançada a que acontecem Tiago os Simões, Workshops, Executivo o Sênior Ph.D da

Os visitantes que passam pelo vantagens do método rápido na

nova campanha promete promocional ser um sucesso! que Tiago BD Simões, Life Sciences, Executivo abordará Sênior as

estande da LAS do Brasil terão a microbiologia e para a linha de

promete ser Os um visitantes sucesso! que passam pelo da BD vantagens Life Sciences, do método abordará rápido na

+55 62 3085 1900

oportunidade de conferir a exposi-

Padrões Farmacopeicos a LAS do www.lasdobrasil.com.br

Os visitantes estande que da passam LAS do Brasil pelo terão as a vantagens microbiologia do método e para a rápido linha de +55 62 3085 1900 +55 62 3085 1900

estande da oportunidade LAS do Brasil de conferir terão a exposi-

na microbiologia Padrões Farmacopeicos e para a linha LAS do www.lasdobrasil.com.br

www.lasdobrasil.com.br


Sistema PureSure

Sistema PureSure

Aumentando a vida útil do cartucho de purificação

Ganho de capacidade

Num ultrapurificador convencional, quando um cartucho de troca

iônica é alimentado pelo permeado da O.R com uma condutividade

de 35 μS/cm, numa vazão entre 1,5 e 2,0 litros por minuto, será

necessária a substituição do mesmo com apenas 40 a 45% da sua

capacidade de troca iônica. Ou seja para se manter a resistividade de

18,2 MΩ-cm da água ultrapura, o cartucho esgota-se

prematuramente.

A figura 1 demonstra que num ultrapurificador de água

convencional, o cartucho deve ser substituído após 880 litros de

água, pela queda da resistividade de 18,2 MΩ-cm para 17,5 MΩcm.

Esta situação comum é uma vantagem tecnológica no

Purelab Ultra, em termos de capacidade.

Aumentando a vida útil do cartucho de purificação

No Purelab Ultra, o primeiro cartucho de purificação Labpure é

utilizado até sua qualidade de produção ter diminuído para 1

Num ultrapurificador convencional, quando um cartucho de troca

iônica é alimentado pelo permeado da O.R com uma condutividade

de 35 μS/cm, numa vazão entre 1,5 e 2,0 litros por minuto, será

necessária a substituição do mesmo com apenas 40 a 45% da sua

capacidade de troca iônica. Ou seja para se manter a resistividade de

18,2 MΩ-cm da água ultrapura, o cartucho esgota-se

prematuramente.

A figura 1 demonstra que num ultrapurificador de água

convencional, o cartucho deve ser substituído após 880 litros de

água, pela queda da resistividade de 18,2 MΩ-cm para 17,5 MΩcm.

Esta situação comum é uma vantagem tecnológica no

Purelab Ultra, em termos de capacidade.

O qual No é Purelab utilizado Ultra, antes o primeiro da qualidade cartucho do produto de purificação diminuir Labpure de é

18,2 utilizado MΩ.cm. até E maior sua qualidade será a vantagem de produção de capacidade ter diminuído com para o 1

MΩ.cm, utilizando-se cerca de 80% da capacidade total do

PURELAB Ultra. Ele propiciará a obtenção de uma excelente

cartucho, ou seja 1590 litros no exemplo apresentado. A qualidade

qualidade,

de produção

na ordem

do conjunto

de 2,0 litros

é mantida

por minuto,

em 18,2

com

MΩ.CM

elevada

pelo segundo

performance cartucho de das purificação resinas de Labpure troca iônica.

Quando Deste a qualidade modo obtém-se da água um do ganho do primeiro de 80% cartucho na utilização de purificação da

Labpure

capacidade

tiver descido

das resinas

para

de

1 MΩ.cm,

troca iônica.

ele ainda

O ganho

removerá

relativo

mais

de

penderá da qualidade da água de alimentação e da vazão. Quanto

de 95% dos íons.

pior for a qualidade da alimentação e maior vazão, menor será a

capacidade proporcional do cartucho de troca iônica primário.

Isto é demonstrado na figura 2 que evidencia a qualidade da

água em, quando comparada com a utilização, em milhares de

litros, tanto para um cartucho novo Purelab Ultra instalado na

posição do cartucho primário. Como um cartucho Labpure que

primeiro foi utilizado na posição de polimento. Se a capacidade

Ganho de capacidade MΩ.cm, utilizando-se da cerca água de 80% de da alimentação capacidade total e da do vazão. Figura 1: Figura 2:

do cartucho de polimento tivesse sido utilizada

Num ultrapurificador convencional,

cartucho, ou seja 1590 Quanto litros no exemplo pior for apresentado. a qualidade A qualidade da

Perfil de resistividade do produto do pack PURELAB Ultra

significativamente, encontraríamos a mesma significativamente

de produção do conjunto é mantida em 18,2 MΩ.CM pelo segundo

Alimentação: NaCI 37 μS/cm, 1,8 l/min 20

20

quando um cartucho de troca iônica alimentação e maior vazão, menor mais à esquerda do cartucho novo. Na prática suas performance

cartucho de purificação Labpure

18 18

é alimentado pelo permeado da O.R será a capacidade proporcional do são quase iguais, confirmando que a utilização do cartucho na

16 16

12

capacidade das resinas de troca

qual

iônica.

é

O

utilizado

ganho relativo

antes

de

do

da

10

penderá da qualidade água de alimentação e da vazão. Quanto

cartucho de purificação primário é totalmente realizada.

litros por minuto, será necessária a qualidade do produto diminuir

8

pior for a qualidade da alimentação e maior vazão, menor será a

6

substituição do mesmo com capacidade apenas proporcional de do 18,2 cartucho MΩ.cm. de troca iônica E maior primário. será

4

40 a 45% da sua capacidade de a vantagem de capacidade com

2

com uma condutividade Deste de 35 modo μS/ obtém-se

cm, numa vazão entre 1,5 e 2,0

cartucho um ganho de 80% troca na utilização iônica primário.

da

O

posição de polimento tem um efeito insignificante na sua

14

capacidade e que a capacidade adicional conseguida a partir

14

12

10

8

6

4

2

troca iônica. Ou seja para se manter o PURELAB Ultra. Ele propiciará

0

0

0 1

0 400 800 1200 1600

2000

a resistividade de 18,2 MΩ-cm da

água ultrapura, o cartucho esgotase

a obtenção de uma excelente

qualidade, na ordem de 2,0

Volume (litros)

prematuramente.

litros por minuto, com elevada

Figura 1: Figura 2:

Perfil de resistividade do produto do pack PURELAB Ultra

Capacidade de cloreto de sódio do PURELAB Ultra

Para mais informações: watertech.marcom.latam@veolia.com • ww

A figura 1 demonstra que

Alimentação:

performance

NaCI 37 μS/cm, 1,8

das

l/min

resinas de

20

20

Alimentação: 37 μS/cm, 1,8 l/min

num ultrapurificador de 18 água troca iônica.

18

16

convencional, o cartucho deve ser Quando a qualidade da água do do

16

14

substituído após 880 litros de água, primeiro cartucho de purificação

14

12

pela queda da resistividade de 10 18,2 Labpure tiver descido para

12

10

Pack da 2ª posição

8

MΩ-cm para 17,5 MΩ-cm. Esta 1 MΩ.cm, ele ainda removerá

Pack novo

8

6

situação comum é uma vantagem

4

mais de 95% dos íons. Isto é

6

4

tecnológica no Purelab Ultra, 2 em demonstrado na figura 2 que

2

termos de capacidade.

evidencia 800 a qualidade 1200 1600 da água 2000

0

0

40000 50000

60000

0 400 0 10000 20000 30000

Volume (litros)

o primeiro

Litros a 1 μS/cm

No Purelab Ultra, em, quando comparada com

cartucho de purificação Labpure a utilização, em milhares de

é utilizado até sua qualidade litros, tanto para um cartucho

de produção ter diminuído Para mais para informações: novo watertech.marcom.latam@veolia.com Purelab Ultra instalado na • www.veoliawatertech.com/latam

1 MΩ.cm, utilizando-se cerca

de 80% da capacidade total do

cartucho, ou seja 1590 litros no

exemplo apresentado. A qualidade

de produção do conjunto é mantida

em 18,2 MΩ.CM pelo segundo

posição do cartucho primário.

Como um cartucho Labpure que

primeiro foi utilizado na posição

de polimento. Se a capacidade

do cartucho de polimento tivesse

sido utilizada significativamente,

que a utilização do cartucho

na posição de polimento tem

um efeito insignificante na sua

capacidade e que a capacidade

adicional conseguida a partir do

cartucho de purificação primário

cartucho de purificação Labpure encontraríamos a mesma é totalmente realizada.

Deste modo obtém-se um ganho significativamente mais à

de 80% na utilização da capacidade esquerda do cartucho novo.

das resinas de troca iônica. O ganho

relativo de penderá da qualidade

Na prática suas performance

são quase iguais, confirmando

Resistividade (MOhm.cm)

Resistividade (MOhm.cm)

Resistividade (MOhm.cm)

Para mais informações:

watertech.marcom.latam@veolia.com •

www.veoliawatertech.com/latam

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

O qual é utilizado

18,2 MΩ.cm. E m

PURELAB Ultra. E

qualidade, na or

performance da

Quando a qualida

Labpure tiver de

de 95% dos íons

Isto é demonst

água em, quan

litros, tanto pa

posição do cart

primeiro foi uti

do cartucho de

significativame

mais à esquerd

são quase igua

posição de poli

capacidade e q

cartucho de pu

Resistividade (MOhm.cm)

53


Em Foco

Equipamentos de medição de ângulo de contato dinâmico e

tensiômetro DCAT

54

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A empresa Dataphysics Instruments

especializada em equipamentos

de mediçâo de ângulo de contato

dinâmico e tensiometros está no

mercado de 1997, sempre fornecendo

a pesquisadores e cientistas uma

ferramenta especializada, com extenso

portifólio de produtos e acessórios.

Os modelos DTAC são

equipamentos avançados e com

vastos acessórios para a análise

de ângulos, em estados sólidos ou

densidades, líquidas, sedimentações,

penetração e pressão de

superfície. Possuem alta precisão e

reprodutibilidade.

As superfícies fluidas tentam se

contrair devido à tensão superficial. Isso

pode ser sentido e medido quando

uma superfície líquida em contato

com uma amostra, geralmente uma

placa Wilhelmy ou um anel du Noüy,

é aumentada: a lamela líquida inicial

exerce uma força de tração na amostra.

Essa força é detectada no tensiômetro

por uma célula de carga de alta

precisão. Assim, a tensão superficial do

líquido pode ser calculada.

São muitas as aplicações, dentre

elas a determinação da tensão

supercial em função da concentração

de surfactante, onde o aumento da

concentração de um produto diminui

a tensão superficial. A concentração

atingindo seu ponto critico, excedente,

é referida como concentração micelar

critica (CMC). Em outros casos o

aumento da concentração micelar

critica forma micelas, mantendo

constante a tensão superficial.

É possível também se ter

informações sobre o ângulo de contato

de pós, usando o método Washburn.

Ou um outro método comum para

se terminar tensões superficiais e

interfaciais com tensiometro é com o

método de placa Wilhelmy

Suas principais aplicações são:

• Medição baseada na força da

tensão superficial e interfacial com

amostras de teste normalizadas,

tais como anéis Du Noüy ou placas

Wilhelmy

• Determinação totalmente

automática da concentração

crítica de formação de micelas (CMC)

• Medição do ângulo de

contato dinâmico

• Medição da densidade de

líquidos e sólidos

• Análise do comportamento de

sedimentação e penetração

• Análise de pressão de

superfície com uma calha de

Langmuir

• Medição da força de adesão

Dependendo de sua necessidade

a linha DTAC oferece modelos

específicos:

DCAT9: modelo mais básico porem

poderoso para medição baseada

em peso da tensão superficial e

interfacial, bem como densidade de

líquidos e sólidos. Também é possível

a inclusão de um termômetro digital

integrado e um dispositivo de controle

de temperatura no modelo DCAT9T.

DCAT 15: Este modelo permite

mais métodos de medição. Assim,

ele pode ser usado em adição à

determinação de ângulos de contato

dinâmicos, a energia superficial

de sólidos ou de sedimentação e

propriedades de penetração. O DCAT

15 também pode ser estendido com

um sistema de dosagem de fluido

LDU 25, permitindo assim faixas de

concentração automatizadas, por

exemplo, de soluções de surfactante.

Sem a intervenção manual do

usuário, é possível determinar a

concentração crítica de formação de

micelas (CMC) em um procedimento

de teste usando software.

DCAT25: Equipamento de medição

de ângulo de contato e tensiômetro.

Maior precisão em determinação de

tensões superficiais e interfaciais. Com

câmara de amostra completamente

fechada permite medir sob gás inerte

ou atmosfera ionizada, bem como

com umidade relativa controlada.

Opcionalmente é possível s e r

equipado com termostática elétrica

para medições em temperaturas

até 250°C. Além disso, o módulo de

calha de Langmuir pode ser usado

para estudar a pressão superficial e a

reologia interfacial de monocamadas.

Para medições da força de adesão, a

extensão do sistema de vídeo oferece

a possibilidade de registrar sequências

de vídeo correlacionadas com a

medição e, assim, avaliar o ângulo de

contato, a superfície de contato, etc.

além da força. Para tornar a operação

do dispositivo rápida e intuitiva,

mesmo com medições complexas,

a unidade de controle TP 50 já está

incluída no DCAT 25.

Para maiores informações:

altmann@altmann.com.br – www.

altmann.com.br


USP Education:

USP A sua

Education:

nova

plataforma

sua nova

plataforma

de cursos e

de treinamentos.

cursos treinamentos.

A

partir

partir

de

de

agora,

agora,

tudo

tudo

que

que

você

você

deseja

deseja

saber

saber

sobre

sobre

A os

os partir cursos

cursos de oferecidos

oferecidos agora, tudo pela

pela que U.S.

U.S. você Pharmacopeia

Pharmacopeia deseja saber - sobre Brasil

Brasil

os pode

pode cursos ser

ser

encontrado

encontrado oferecidos pela em

em

um

um U.S. só

só Pharmacopeia lugar,

lugar,

de

de

um

um

jeito

jeito - Brasil

pode muito

muito ser mais

mais encontrado rápido

rápido e

prático.

prático. em um só lugar, de um jeito

muito mais rápido e prático.

Tudo sobre os nossos cursos está aqui

Tudo sobre os nossos cursos está aqui

Tudo sobre os nossos cursos está aqui

Conheça todos os cursos disponíveis

Conheça todos os cursos disponíveis

Conheça todos os cursos disponíveis

Realize pagamento antecipadamente

Realize o pagamento antecipadamente

Realize o pagamento antecipadamente

Inscreva-se de maneira fácil rápida

Inscreva-se de maneira fácil e rápida

Inscreva-se de maneira fácil e rápida

Compre mais de curso ou inscreva mais de participante de uma só vez

Compre mais de 1 curso ou inscreva mais de 1 participante de uma só vez

Compre mais de 1 curso ou inscreva mais de 1 participante de uma só vez

Acesse já, confira se inscreva nos cursos treinamentos

Acesse já, confira e se inscreva nos cursos e treinamentos

da U.S. Pharmacopeia Brasil: www.uspbrasil.com.br/cursos

Acesse

da U.S. Pharmacopeia

já, confira e se

-

inscreva

Brasil: www.uspbrasil.com.br/cursos

nos cursos e treinamentos

da U.S. Pharmacopeia - Brasil: www.uspbrasil.com.br/cursos


Em Foco

Pipetas mecânicas e eletrônicas Sartorius - garantia de

confiabilidade e precisão

As pipetas mecânicas e eletrônicas

da Sartorius são apreciadas por sua

facilidade de uso e precisão, bem

como pelo seu design prático e atrativo.

Elas são usadas em todo o mundo em

institutos de pesquisa, universidades,

laboratórios de saúde e industriais por

suas características únicas. Elas podem

ser compradas aqui no Brasil com

calibração RBC inclusa.

Por que escolher uma pipeta

Sartorius?

• Pipetas ergonômicas reduzem o

risco de lesão por esforço repetitivo

(LER)

• Alta precisão e exatidão garantem

resultados confiáveis de pipetagem

• Seu design premiado combina

funcionalidade e ergonomia de

primeira classe, juntamente com um

visual elegante e atraente

Nossas pipetas eletrônicas

Picus® são garantia de resultados

consistentes e seu design leve

e ergonômico proporciona total

conveniência. Com seus múltiplos

modos de pipetagem e amplas

faixas de volume, você pode realizar

suas tarefas mais rapidamente e de

maneira segura.

Nossas pipetas mecânicas Tacta®

também possuem um design

ergonômico, com facilidade de uso e

confiabilidade. Você pode escolher a

pipeta de sua preferência dentro de

vários modelos e faixas de volume

para atender às suas necessidades e

aplicações específicas.

Além das pipetas, a Sartorius

também possui ponteiras que

tornam seu trabalho de pipetagem

mais rápido e fácil. Nossas

ponteiras Optifit e SafetySpace

são projetadas e fabricadas para

permitir máxima precisão, precisão

e ergonomia. As ponteiras estão

disponíveis nas versões padrão, com

filtro e de baixa retenção.

Surpreenda-se, entre em contato

conosco para uma demonstração

Contato:

Sartorius do Brasil Ltda

Tel.: 11 4362-8900

E-mail: leadsbr@sartorius.com

Síntese por micro-ondas - flexiWAVE

56

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A tecnologia de micro-ondas está

mudando a maneira de projetar e

otimizar os protocolos de síntese,

bem como sua ampliação para a

produção de várias gramas.

O novo Milestone flexiWAVE,

graças à sua grande cavidade de

micro-ondas, supera a limitação

dos dispositivos convencionais de

síntese de micro-ondas pois consiste

em uma única plataforma de microondas

que, em combinação com

acessórios específicos, permite

que os químicos realizem a síntese

clássica, a síntese de alta pressão,

bem como as reações de fase sólida.

Além disso, o flexiWAVE está

equipado com um total de 1900

Watts, tornando-o o mais poderoso

sistema de plataforma de microondas

disponível para síntese

orgânica e inorgânica.

Benefícios:

- Reações completas em minutos em

vez de horas;

-Alta seletividade;

-Melhores rendimentos;

-Redução na formação de

subprodutos e contaminação de

amostras;

- Consumo reduzido de energia.

Nova Analitica Imp. e Exp. Ltda.

www.analiticaweb.com.br

marketing@novanalitica.com.br

Tel.: 2162-8080


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

57


Em Foco

Luvas Esterilizadas para uso médico vs Luvas Esterilizadas para

sala limpa - comparação

© Ansell - 1.04.0002-V2

» INFORMAÇÃO TÉCNICA

LUVAS ESTERILIZADAS PARA USO MÉDICO VS. LUVAS

ESTERILIZADAS PARA SALA LIMPA - COMPARAÇÃO

Reduza os riscos de contaminação utilizando luvas esterilizadas apropriadas para seu trabalho

Quando chega o momento de escolher luvas de uso único para as áreas de ciências da vida, é importante saber que, embora

as luvas cirúrgicas sejam esterilizadas, elas não são isentas de partículas. Há diferenças significativas na embalagem e no

processamento de luvas esterilizadas para sala limpa. São elas que as tornam a opção exclusiva e adequada para uso em

atividades essenciais das áreas biomédicas. Ao selecionar a luva adequada para o uso, os usuários podem proteger melhor

os processos e produtos contra bactérias nocivas, partículas e íons; isso aprimora a integridade do produto, minimiza o risco

e agrega valor a todo o processo e seus envolvidos.

Objetivo

Processo de

esterilização e

processamento

posterior

Embalagem

Teste dos lotes

North America:

+1800 800 0444

www.ansell.com

Asia Pacific:

+852 2185 0600

Luvas esterilizadas para sala limpa

Agir como uma barreira dupla que proteja

1) os produtos e processos biomédicos contra a contaminação

de micro-organismos, partículas e íons

2) os trabalhadores da exposição a substâncias

potencialmente perigosas

Lavadas em água deionizada e ultrapurificada para reduzir a

contagem de íons e remover bactérias mortas, células da pele,

cabelos, fibras de roupas e outras partículas. Esterilizadas com

radiação gama: nível de garantia de esterilidade (SAL) entre 10-6.*

Acondicionadas em pacotes de partículas reduzidas, lacradas em

embalagens de fácil abertura, livres de partículas e marcadas com

tinta resistente a Álcool Isopropílico para evitar manchas antes

de passar pelo processo de esterilização final, a fim de garantir a

limpeza e a esterilidade (ensacamento triplo)

Testes para contagem de partículas líquidas (LPC), conteúdo iônico

e de resíduo não-volátil são feitos para garantir o cumprimento

das normas para ambientes sanitizados

Ansell, ® and são marcas registradas de propriedade da Ansell Limited ou de uma de suas afiliadas.

©2016 Ansell Limited. Todos os direitos reservados

Luvas esterilizadas para uso médico

Atuar como uma barreira dupla para proteger

tanto o paciente quanto a equipe médica

contra a contaminação de micro-organismos.

Esterilizadas com radiação gama: nível de

garantia de esterilidade (SAL) entre 10-6.*

Acondicionada em embalagens sintéticas ou

de papel altamente particulado

Não testadas para partículas, conteúdo iônico

ou resíduo não-volátil

Reduza os riscos de contaminação utilizando luvas

esterilizadas apropriadas para seu trabalho

Quando Europe, Middle chega East & Africa: o momento Australia:

Latin de America escolher & Caribbean: Russia: luvas de uso

+32 2 528 74 00

+61 1800 337 041 +55 11 3356 3100

+7 495 258 13 16

único para as áreas de ciências da vida, é importante

Os dados fornecidos neste documento têm como base os resultados dos testes laboratoriais. Estes testes foram executados por meio de métodos de teste padrão que podem não replicar

adequadamente certas condições específicas de utilização final. Pelo fato de a Ansell não ter conhecimento detalhado ou controle sobre as condições de utilização final, estes dados só são

consultivos e a Ansell não assume qualquer responsabilidade pela aplicabilidade das informações.

* O SAL (o nível de garantia de esterilidade) é a probabilidade esperada de um item não estéril após a exposição a um processo de esterilização válido. 10-6 significa que um em um milhão

não seria esterilizado.

saber que, embora as luvas cirúrgicas sejam

esterilizadas, elas não são isentas de partículas.

Há diferenças significativas na embalagem e no

processamento de luvas esterilizadas para sala

limpa. São elas que as tornam a opção exclusiva

e adequada para uso em atividades essenciais das

áreas biomédicas. Ao selecionar a luva adequada

para o uso, os usuários podem proteger melhor

os processos e produtos contra bactérias nocivas,

partículas e íons; isso aprimora a integridade do

produto, minimiza o risco e agrega valor a todo o

processo e seus envolvidos.

Os dados fornecidos neste documento têm como base os resultados dos

testes laboratoriais. Estes testes foram executados por meio de métodos

de teste padrão que podem não replicar adequadamente certas condições

específicas de utilização final. Pelo fato de a Ansell não ter conhecimento

detalhado ou controle sobre as condições de utilização final, estes dados

só são consultivos e a Ansell não assume qualquer responsabilidade pela

aplicabilidade das informações.

* O SAL (o nível de garantia de esterilidade) é a probabilidade esperada de

um item não estéril após a exposição a um processo de esterilização válido.

10-6 significa que um em um milhão não seria esterilizado.

www.ansell.com

“Conheça mais sobre a Axios Research.”

58

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A Axios Research Inc é uma

empresa bastante recente no

território brasileiro, estamos atuando

a pouco mais de 1 ano, mas já

construímos uma boa rede de

clientes, além de confiança e respeito

dentro dos mais variados laboratórios

farmacêuticos do país.

Nosso objetivo é poder oferecer

produtos e serviços que atendam

por completo a demanda de nossos

clientes, evitando trabalhos extras e

aumentado a segurança da rotina

analítica bem como dos resultados.

Acompanhamos também as

novidades das regulamentações

ANVISA, desta forma podemos

manter as demandas de nossos

clientes e garantir o respaldo técnico

ideal para o órgão fiscalizador.

Nossa equipe laboratorial

conta com um vasto portfólio de

equipamentos analíticos de última

geração, como NMR de até 700MHz

e Espectrometria de Massa em

Alta Resolução, tornando nossos

certificados extremamente confiáveis

e ideias para as exigências da RDC

nº166/2017.

Além de padrões, a Axios tem

recebido novas demandas dos

clientes brasileiros, como exemplo

elucidação de compostos. Em

nosso laboratório de separação

que contempla equipamentos de

tecnologia SFC, podemos separar

as impurezas do processo de

degradação, tornando o método de

elucidação ainda mais seguro.

Atualmente estamos com um

distribuidor exclusivo para o Brasil

chamado Modum Tech (www.

modumtech.com.br / atendimento@

modumtech.com.br).

www.axios-researchcom

info@axios-research.com

+1 866-799-5451


Como otimizar os custos de calibração utilizando misturas de gases padrão

em cilindros descartáveis de baixo volume

Misturas de gases são

caracterizadas pela composição

de dois ou mais componentes,

sendo amplamente utilizadas nos

processos produtivos, calibração de

equipamentos e controle de qualidade

de produtos e matérias-primas das

indústrias químicas, petroquímicas,

automotivas, farmacêuticas,

prestadores de serviço e outros.

A linha de misturas padrão em

cilindros descartáveis trata-se

de uma modelo de envase que

foca a portabilidade dos usuários,

utilizando cilindros de leves e de

alumínio, que dão maior autonomia

para serviços internos e externos.

A vantagem desta modalidade

é a baixa pressão dos cilindros

e a abrangência de misturas de

calibração, desde composições

binárias simples, até misturas

multicomponentes e reativas.

As calibrações e análises que

utilizam gases padrão, em sua grande

maioria consomem um baixíssimo

volume das misturas específicas, e

muitas dessas possuem um curto

prazo de estabilidade, necessitando

de uma reposição frequente devido

ao prazo de validade. Sendo assim,

os cilindros descartáveis se adaptam

perfeitamente a este mercado,

oferecendo confiabilidade e baixo

volume, entregando simplicidade e

segurança ao cliente.

Murilo Gonçalves Dallaqua

Especialista em Gases Especiais da

Air Products Brasil

Nícia Vofchuk

Supervisora de Gases Especiais da

Air Products Brasil

Tel. 11 3856-1600

spec_gas@airproducts.com

www.airproducts.com.br

Síntese por micro-ondas - synthWAVE

A tecnologia de micro-ondas

está mudando a maneira de

projetar e otimizar os protocolos

sintéticos, bem como a ampliação

para a produção em multigramas.

A última geração de

reatores dedicados permite uma

triagem rápida das condições

de reação por meio de testes

paralelos, selecionando o melhor

catalisador, o solvente e as

condições. Atualmente, a síntese

assistida por micro-ondas tornouse

uma tecnologia de ponta

nas indústrias farmacêutica, de

biotecnologia, de polímeros, de

química fina e agroquímica, com

milhares de unidades instaladas

em todo o mundo.

O novo Milestone synthWAVE

além de trazer todos os benefícios

verificados acima no flexiWAVE,

foi projetado para aumentar a

segurança, confiabilidade e a

reprodutibilidade das reações

químicas. Ele trabalha com

reações simples ou múltiplas em

temperaturas de até 300°C e

pressões até 199 bar. Métodos

de síntese em pequena escala

são facilmente transferidos para o

synthWAVE. Incrivelmente fácil de

usar, o synthWAVE permite que o

químico execute reações em lote e

paralelas em grande escala como

nunca antes executadas.

Nova Analitica Imp. e Exp. Ltda.

www.analiticaweb.com.br

marketing@novanalitica.com.br

Tel.: 2162-8080

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

59


Polar Store é a mais nova revendedora das vestimentas Tyvek® Isoclean ®

Qualidade das vestimentas DuPont agora pode ser encontrada na loja virtual do Grupo Polar

60

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A parceria entre o Grupo Polar,

maior fabricante nacional no

segmento de elementos refrigerantes

para transporte de insumos que

requerem tempo e temperatura

controlados e a multinacional

Dupont, que se iniciou em 2015

acaba de receber um upgrade. As

vestimentas Tyvek ® Isoclean ® que

eram vendidas fisicamente por meio

de representantes comerciais agora

serão vendidas unicamente na loja

virtual, Polar Store.

A primeira loja virtual do Brasil

a vender soluções térmicas

diretamente para o consumidor visa

acompanhar a nova era de compra

mundial e tem como intuito facilitar

a experiência do usuário. Assim,

será possível conferir tamanhos,

modelos, condições especiais de

pagamento e orçamentos mais

ágeis. Com entrega para todo Brasil,

será possível conferir o prazo e

acompanhar o rastreio do pedido.

“A principal vantagem em vender

on-line é que por ser um produto novo

no mercado, o cliente tem a opção

de comprar em pequena quantidade

para experimentar aos poucos,

com preços diferenciados, além de

abrir portas para uma expansão

geográfica e novos negócios para o

Grupo que tem sede de evolução”,

explica Michaela Celestrin, gerente

de marketing do grupo.

Segundo Celestrin, esta união é

fundamental para a fomentação do

mercado e representa uma forte

aliança com uma empresa que

atua em mais de 90 países e conta

com uma gama de produtos para

diversos segmentos.

Dentre as peças disponíveis

inclui-se macacões e acessórios

como: capuzes, aventais, mangas

e cobre-botas antiderrapantes.

Elas são ideais para a indústria

farmacêutica, laboratórios, hospitais,

pequenas clínicas, microeletrônicos,

manipulação oncológica, banco de

sangues entre outros setores que

lidam com a produção controlada até

mesmo consumidor final.

“O principal diferencial entre a

Tyvek® IsoClean® e as demais

vestimentas encontradas no mercado

é o fato de serem esterilizadas por

meio de irradiação gama validada,

um procedimento eficiente para o

controle de contaminação cruzada

durante processo, produtos

e pessoas. Além de serem

descartáveis e sustentáveis, não

precisando passar por diversos tipos

de lavagem. Já o design confortável

foi desenvolvido pensando na

mobilidade dos operários”, finaliza

Paula Gomes, representante

comercial das vestimentas pela Polar

Técnica.

Exposição das vestimentas

Dias 30 e 31 de outubro

ocorre o 1º Workshop de Controle

de Contaminação: Protegendo

Processos, Produtos e Pessoas,

no GS1 Brasil, em São Paulo. O

evento contará com a exposição das

vestimentas e trará uma abordagem

teórica e prática de temas que vão

desde o cuidado na manipulação

até o transporte de produtos em

ambientes controlados.

Quem tiver interesse em

participar do evento é preciso

entrar em contato através do e-mail

marketing@polartecnica.com.br. As

vagas são limitadas.

Saiba mais:

www.polarstore.com.br

(11) 4341-8600

atendimento@polarstore.com.br


Estudos de Equivalência Farmacêutica para Registros

de Produtos.

Análises Físico-químicas e Microbiológicas:

- Efluentes e águas tratadas.

parque de mais de 280 equipamentos para atuação

em análises Físico-químicas e Microbiológicas com

Contamos com profissionais qualificados, estrutura

de mais de 1.600m² de área útil de laboratórios e um

Terceirize suas análises com o laboratório Reblas

de maior escopo de ensaios específicos em

REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR 19

A RDC nº 234, de 20 de Junho

de 2018 autoriza as Indústrias

31

Farmacêuticas 280 a terceirizarem as

análises de MATÉRIAS-PRIMAS

ÍNDICE

Terceirize suas análises com o laboratório Reblas

de maior escopo de ensaios específicos em

matérias-primas do país.

Contamos com profissionais qualificados, estrutura

de mais de 1.600m² de área útil de laboratórios e um

parque de mais de 280 equipamentos para atuação

em análises Físico-químicas e Microbiológicas com

área limpa.

Análises Físico-químicas e Microbiológicas:

- Efluentes e águas tratadas.

- Completo. Alimentos. Ganhe em Segurança, Prazo e Preço.

- Ambientais.

- Cosméticos.

- Correlatos.

- Medicamentos.

Centralize suas Rotinas em um Laboratório com

Capacidade de Analisar as monografias por

Estudos de Equivalência Farmacêutica para Registros

Veterinário para de Registros e de Produtos.

Produtos.

Humano

Estudos de Estabilidade de Medicamentos de Estudos de Estabilidade de Medicamentos de Uso Uso

Humano e Veterinário para Registros de Produtos.

- Medicamentos.

- Correlatos.

Centralize suas Rotinas em um Laboratório com

Cosméticos.

-

Capacidade de Analisar as

-

monografias

Ambientais.

por

Alimentos.

- Completo. Ganhe em Segurança, Prazo e Preço.

área limpa.

matérias-primas do país.

100

análises de MATÉRIAS-PRIMAS

Farmacêuticas a terceirizarem as

280

REVISTA ANALYTICA - FEV/MAR AGO/SET 19

95

75

25

61 31

A RDC nº 234, de 20 de Junho

de 2018 autoriza as Indústrias

5

0


as. É também a escolha ideal para preparação de amostras para LC-MS.

peração é bastante intuitiva e sendo especialmente indicado para quem tem pouco tempo

desenvolver novos métodos muitas vezes necessários quando novos compostos são

ificados em Em matrizes Foco complexas.

PEC® PPM usa pressão positiva para controlar o fluxo de amostras e solventes através da

estacionária, esse método tem apresentado superioridade quando comparada com

ifolds tradicionais à vácuo, evitando a formação de canais indesejados que levam a redução

uxo no restante da amostra impactando na reprodutibilidade.

Sua matriz é complexa? O sistema ASPEC PPM simplifica os processos de

extração em fase sólida.

tema foi projetado para ser utilizado na maioria das aplicações de SPE, e pode ser usado

ém em outras aplicações como: precipitação de proteínas, clean-up de DNA e purificação

ltração de glicanas. Trabalha com microplacas de 96 poços, e cartuchos de 1, 3 e 6 ml.

Sua matriz é complexa? O sistema ASPEC PPM simplifica os processos de extração em fase

sólida.

Sua operação é bastante intuitiva e sendo especialmente

indicado para quem tem pouco tempo para desenvolver

novos métodos muitas vezes necessários quando novos

compostos são identificados em matrizes complexas.

O ASPEC® PPM usa pressão positiva para controlar o fluxo

de amostras e solventes através da fase estacionária, esse

método tem apresentado superioridade quando comparada

O manifold de pressão positiva ASPEC® amplia a linha

com manifolds tradicionais à vácuo, evitando a formação

O manifold de pressão da positiva SPE (extração ASPEC® amplia em fase a linha sólida) SPE da Gilson. (extração O ASPEC® em fase sólida) de da canais Gilson. indesejados que levam a redução do fluxo no

O ASPEC® PPM proporciona PPM proporciona controle controle de fluxo de uniforme fluxo uniforme e consistente e consistente para o clean-up restante de da amostra impactando na reprodutibilidade.

amostras com alta ou para baixa o clean-up viscosidade, de amostras melhorando com a alta reprodutibilidade ou baixa viscosidade, e recuperação O das sistema SPE. foi projetado para ser utilizado na maioria das

a 1: ASPEC O ASPEC® PPM PPM – Manifold é facilmente

melhorando de incorporado pressão a reprodutibilidade

nos positiva fluxos de

e

trabalho

recuperação

do laboratório

das SPE.

sendo uma aplicações forma de SPE, e pode ser usado também em outras

simples e rápida de

O

preparar

ASPEC®

várias

PPM

amostras

é facilmente

simultaneamente.

incorporado nos

O manifold

fluxos de

ASPEC® aplicações PPM não como: precipitação de proteínas, clean-up de

maiores necessita informações de fonte de visite energia, apenas fonte de gás e é uma alternativa economicamente atrativa

trabalho o do site laboratório www.gilson.com sendo uma forma ou contate simples Nova e rápida Analítica DNA e purificação ou filtração de glicanas. Trabalha com

rtação de e automação Exportação para laboratórios clínicos, forenses e laboratórios de análises de alimentos e

de LTDA preparar várias amostras simultaneamente. O manifold

microplacas de 96 poços, e cartuchos de 1, 3 e 6 ml.

bebidas. É também a escolha ideal para preparação de amostras para LC-MS.

: (11) 2162-8080 – e-mail: ASPEC® marketing@novanalitica.com.br PPM não necessita de fonte de energia, – apenas www.analiticaweb.com.br

Sua operação é bastante fonte intuitiva de gás e é sendo uma especialmente alternativa economicamente indicado para quem atrativa tem pouco tempo

Para maiores informações visite o site:

para desenvolver novos de automação métodos muitas para laboratórios vezes necessários clínicos, quando forenses novos e compostos são

www.gilson.com ou contate Nova Analítica Importação e

identificados em matrizes laboratórios complexas. de análises de alimentos e bebidas. É também

Exportação LTDA Fone: (11) 2162-8080

a escolha ideal para preparação de amostras para LC-MS.

O ASPEC® PPM usa pressão positiva para controlar o fluxo de amostras e solventes através da

fase estacionária, esse método tem apresentado superioridade quando comparada com

manifolds tradicionais à vácuo, evitando a formação de canais indesejados que levam a redução

do fluxo no restante da amostra impactando na reprodutibilidade.

TFZ Consultoria pioneirismo é nosso diferencial

O sistema foi projetado para ser utilizado na maioria das aplicações de SPE, e pode ser usado

também em outras aplicações como: precipitação de proteínas, clean-up de DNA e purificação

ou filtração de glicanas. Trabalha com microplacas de 96 poços, e cartuchos de 1, 3 e 6 ml.

e-mail: marketing@novanalitica.com.br

www.analiticaweb.com.br

Figura 1: ASPEC PPM – Manifold de pressão positiva

Para maiores informações visite o site www.gilson.com ou contate Nova Analítica

com alta performance das equipes

Importação e Exportação LTDA

Fone: (11) 2162-8080

operacionais

– e-mail: marketing@novanalitica.com.br

nos laboratórios de

– www.analiticaweb.com.br

62

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

A TZF Consultoria Analítica

é uma empresa pioneira em

fornecimento de Serviços de

Consultoria Especializada para a

Área Analítica. Ao longo de mais

de 8 anos no mercado, a empresa

oferece a seus clientes e parceiros

os melhores modelos de serviços

consultivos, com foco na autonomia

ensaios em todo Brasil.

Nosso portifólio de serviços está

inserido para mais de 170 clientes,

estando disponíveis através de três

áreas de negócio: Desenvolvimento,

Qualidade e Capacitações.

Com foco no planejamento

estratégico e gestão operacional,

nossa área de DESENVOLVIMENTO

realiza elaboração de projetos de

forma completa, incluindo Estudo

de Viabilidade de Investimento,

Dimensionamento e Configuração

de equipamentos, Implementação

dos Métodos, Validação e

Incerteza (ISO17025/ANVISA/

MAPA) com foco em redução

de custos das análises. Na área

de QUALIDADE, levamos para a

realidade diária dos laboratórios,

as ferramentas necessárias

para atender a ISO/IEC 17025,

aumentando a produtividade e

gerando resultados confiáveis,

com maior competitividade e

com foco na transferência de

“know-how”, mantendo sua

equipe de laboratório engajada,

com o conhecimento para

tomada de decisões e com

altíssima competência. Nossas

CAPACITAÇÕES possuem

conteúdo exclusivo para sua

necessidade, fornecendo uma

experiência única e assertiva para

seu laboratório.

Entenda como Inovamos o

Mercado experimentando um novo

serviço para sua tomada de decisão!

(11) 2844-2429

tfzconsultoria.com.br


REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

63


Em Foco

O novo SP3000

“O novo SP3000, lançado

pela Sensoglass, é um pHmetro

microprocessado de uso

laboratorial, rápido, preciso, com

múltiplas funções e de fácil ajuste

que, além das leituras padrão

de pH, mV, ORP e temperatura,

tem como grandes diferenciais,

a possibilidade de leitura de até

três casas decimais de pH, a

calibração em até cinco soluções

tampão distintas, compensação

de temperatura automática de

-10 a 130 °C e um exclusivo

sistema de datalogger com

capacidade de 400 pontos.

Desenvolvido com um conversor

A/D de 24 bits operando em

conjunto com um filtro analógico

e um amplificador de entrada

de altíssima impedância,

proporciona grande precisão e

estabilidade nas medidas, além

do melhor ajuste isopotencial e

identificação de slope.

Seu display inovador oferece

alto brilho e contraste, facilitando

a leitura do instrumento em

qualquer ambiente.

Dispõe ainda de duas interfaces

de comunicação, sendo uma do tipo

USB para ligar o instrumento a um

computador e outra tipo RS232C

para ligá-lo a uma impressora.”

Fones: +55 11 29252-7828 / 2991-4206

e-mail: vendas@sensoglass.com.br

site: www.sensoglass.com.br

Novos softwares para validação, incerteza e garantia de resultados

64

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

O Software ConfLab se baseia

no conceito do Ciclo de Qualidade

Analítica (AQAC)1, publicado em uma

das revistas internacionais de maior

fator de impacto em química analítica

e atualmente aplicado em inúmeras

referências para validação, incerteza

e controles de qualidade 2-4

Desta maneira, o ConfLab

apresenta o módulo de validação, que

contempla todos os testes estatísticos

capaz e atender os mais rigorosos

protocolos de validação; o módulo

de incerteza que faz uma estimativa

adequada utilizando de informações

da validação além dos equipamentos

aplicados na execução do método; e

o módulo de controle da qualidade

capaz de monitorar adequadamente

os resultados durante a rotina a partir

de cartas de controle.

Considerando que estes cálculos

ficam relacionados na mesma base

de dados, é possível através do AQAC

atualizar os dados da validação e

estimativa de incerteza com base nos

resultados do controle de qualidade.

Destaca-se que atualmente a

validação, estimativa de incerteza e

controle de qualidade são requisitos

de destaque na atual edição da ISO/

IEC 17025, sendo o ConfLab um

excelente aliado para atender 100%

destes requisitos.

1. Analytical Quality Assurance Cycle. Olivares, I.

R. B.; Lopes, F. A. Trends in Analytical Chemistry.

v.35, 2012

2. Compêndio Brasileiro de Alimentação Animal

(Sindirações) - 2017

3. Validação de Métodos para Análise de

Alimentos. REMESP, 2015. ISBN: 978-85-

69725-00-8

4. Manual de Garantia da Qualidade

Analítica. Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento, 2015. ISBN: 978-85-7991-

093-7

19 99176-7122

atendimento@qualilab.com.br

www.conflab.com.br


A Contaminação no Cultivo Celular: Boas práticas e o que buscar

em uma incubadora de CO2

O Laboratório A3Q atua na

realização de ensaios físicoquímicos

e microbiológicos nas

áreas de Alimentos, Água e

Ambiental buscando atender o

mercado de forma ampla e com

a qualidade de um verdadeiro

laboratório de referência.

Recentemente ampliamos nosso

escopo de análises acreditadas no

INMETRO e MAPA nos tornando

seguramente um dos laboratórios

com maior número de ensaios

acreditados no Brasil. Além de

termos um moderno parque

de equipamentos, inclusive na

área de cromatografia, também

contamos com profissionais

de alto nível com Mestrados,

Doutorados e Pós-Doutorados

capacitados para desenvolvimento

de novas análises nas mais

específicas técnicas.

Conheça mais sobre nosso trabalho em: www.a3q.com.br


Em Foco

O Grupo Prime Cargo sempre atento e acreditando no mercado nacional e

internacional realiza frequentemente massivos investimentos em

suas instalações e filiais.

66

REVISTA ANALYTICA - AGO/SET 19

Contando com estrutura de

7000mts² em Barueri - SP, e filiais em

pontos estratégicos por todo território

nacional, sendo eles totalmente

adequados ao segmento médicolaboratório-hospitalar,

o Grupo Prime

Cargo disponibiliza aos seus clientes

um novo conceito em transporte

e armazenagem, que segue em

conformidade com as boas práticas

exigidas pelas diretrizes.

Dispondo de áreas técnicas,

laboratórios para manutenção

de equipamentos e espaço para

treinamento de equipes, a PRIME

inova mais uma vez no atendimento

e velocidade nos processos.

O investimento em pessoal

é constante com treinamentos,

atualizações de equipamentos e

materiais, isso faz com que além de

atender os prazos, seja feito com

qualidade e segurança, contando com

todas as certificações e adequações

necessárias como a ISO9001 (Matriz)

e ANVISA.

O que é a CP 343/2017?

A CP 343/2017 da Agência

Nacional de Vigilância Sanitária

se refere às boas práticas de

armazenagem e transporte e

tem o intuito de promover maior

controle da cadeia produtiva,

garantindo a qualidade dos

medicamentos em todas as

etapas de transporte, distribuição

e armazenamento.

As alterações e novidades

abordadas nessa Consulta Pública

vieram para harmonizar os

requerimentos sanitários da Anvisa

com aqueles definidos nas diversas

diretrizes internacionais.

Portanto, agora mais do que

nunca, os gestores das empresas

embarcadoras, precisam realizar

processo de Qualificação de

Fornecedores de forma a garantir a

integridade do produto farmacêutico

de ponta a ponta.

Em fevereiro de 2019, a Agência

Nacional de Vigilância Sanitária,

inclusive, promoveu o Diálogo

Setorial, justamente para apresentar

as alterações na CP 343/2017,

além de ouvir as considerações e

preocupações dos empresários,

especialistas e técnicos do setor.

Foram enviadas 445 contribuições

pelos participantes, que receberam

a versão prévia da publicação,

bem como as alterações do texto

inicial com todas as sugestões e

comentários recebidos.

Com o texto consolidado, a norma

reduziu a quantidade de artigos de

127 para 90

Avenida Piraíba, 296 parte A / Centro Comercial Jubran –

Barueri – Sp / CEP: 06460-121

0800 591 4110 / (11) 4280 9110

comercial@primecargo.com.br

www.primecargo.com.br


B

Empresa do Grupo APS Brasil

Empresa do Grupo APS Brasil

Empresa do Grupo APS Brasil

Empresa do Grupo APS Brasil

APS

APS

Chroma Print

Divisão Packaging

Empresa do Grupo APS Brasil

Chroma Print

Divisão Packaging

Empresa do Grupo APS Brasil

APS PunchTech

Empresa do Grupo APS Basil

APS PunchTech

Empresa do Grupo APS Basil

APS LabStore

Divisão Consumíveis

APS LabStore

Divisão Consumíveis

Empresa do Grupo APS Brasil

Empresa do Grupo APS Brasil

Mantenedores

Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil

Mantenedores

Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil

More magazines by this user
Similar magazines