Revista Carta Premium - 7a. edição

revistacartapremium

Sétima edição da Revista Carta Premium, publicação brasileira com reportagens a respeito do mercado de bebidas premium, especiais e artesanais

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SOMOS TODOS OUVIDOS!

Em que momento estamos? E o que precisamos?

Sim, demoramos um pouco mais para concluir essa

edição, mas o motivo é muito mais do que especial:

ao todo, são mais 50 entrevistas exclusivas aqui reunidas,

unindo a opinião e dicas de alguns dos mais

reconhecidos especialistas em bebidas finas do País,

mas também produtores e profissionais de bar e restaurante,

como chefs, bartenders e proprietários.

Durante quatro meses, nossa equipe foi realmente

a fundo para ouvir o mercado, desvendar um pouco

mais tendências e conhecer as demandas tanto para

crescimento quanto para profissionalização da área.

E o resultado está aqui nessa nossa sétima edição,

que traz não só as bebidas mais premiadas e que mais

se destacaram no último quadrimestre, mas também

reportagens sobre os principais eventos ocorridos dentro

e fora do Brasil, bem como essa seleção especial de

entrevistados.

E são os depoimentos aqui reunidos que podemos

destacar em primeiro plano, pois se é preciso o distanciamento,

o olhar de fora jornalístico, para uma

visão analítica de um setor, é impossível apontar

tendências ou caminhos de melhorias sem realmente

escutar quem está intrinsicamente envolvido na

área, e que dia a dia sente necessidades e vivencia as

expectativas.

Para os produtores, essa edição é um guia de caminhos

que podem seguir para alinhar-se às tendências

e apostas em nichos e no crescimento do setor

de bebida finas brasileiro. Para profissionais da área,

nosso “GPS” está no compartilhamento da experiência

de renomados pesquisadores, docentes, consultores e

especialistas.

Para ambos os casos, nas linhas e entrelinhas

dessa edição todos os atores envolvidos trazem

um pouco mais das suas demandas e visão sobre

para onde o mercado pode caminhar, o que mudou

nesta última década, o que ainda precisa mudar, e

como este setor pode contribuir para o crescimento

do País.

Uma das principais demandas apontadas pelo próprio

segmento e enfatizada por todos especialistas é a ne-

cessidade cada vez maior de se receber mais e mais

informação, a qual pode ser compartilhada e usada

de forma crítica para orientar os negócios, realinhar

outros projetos e promover disseminação de conhecimentos.

E por isso nesse segundo semestre antecipamos um

projeto que ainda estava para 2019. Em parceria com

a Prodrinks Cursos e Consultoria, iniciamos a realização

de workshops, buscando levar diretamente aos

profissionais informações e dicas sobre as melhores

bebidas do País. No formato de oficinas com uma verdadeira

mesa redonda de discussões, esses workshops

trazem como palestrantes profissionais premiados e

possibilitam degustar e realizar a experiência sensorial

com os produtos que se tornaram sinônimo de case de

sucesso no Brasil e que podem realmente qualificar as

melhores cartas. Os dois primeiros temas abordados

foram gim e cerveja artesanal.

E foi conhecendo e ouvindo a opinião de todos que

essa edição também serviu para dar novos rumos editoriais

à Carta Premium.

Há dois anos no mercado, nos tornamos a primeira

revista brasileira inteiramente voltada ao segmento de

bebidas especiais e focada no mercado profissional. E

nesse tempo, como percebemos, a demanda de informação

só aumentou.

Por isso, a partir de dezembro já, decidimos ampliar

ainda mais a disseminação de informação para a área

de bebidas brasileira. Nossas edições passam a ser

agora mensais, sempre no último dia de cada mês,

com exceção do próximo mês no qual adiantamos para

o dia 17 devido às festas de fim de ano e alta temporada

em bares, bistrôs, hotéis e restaurantes.

Em janeiro próximo vamos comemorar três anos do

Portal e teremos muitas novidades para o próximo

ano. Até lá, conversaremos muito mais sobre o setor

e compartilharemos todas as mais importantes e relevantes

informações para que você, profissional da

área, e seu empreendimento de bebidas ou gastronomia

alcance o sucesso desejado!

Boa leitura!

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Padrão Cinco Estrelas

Por dentro de um

empreendimento premiado

Um pouco do Picchi, estrelado no Guia Michelin 2018

Filho de italianos, Pier Paolo

Picchi é o responsável pelo Restaurante

Picchi, na Rua Oscar

Freire, na capital paulista. “O

Picchi foi inaugurado em setembro

de 2014, instalado no hotel

paulistano Regent Park, nos

Jardins. Desde sua abertura, o

restaurante manteve a proposta

de fazer uma cozinha clássica

italiana, buscando raízes e

tradições na arte de produzir a

própria matéria-prima (lardo,

bresaola, mascarpone, pães).

Aliás, o restaurante oferece um

menu rico em produtos garimpados

vindos de várias regiões

brasileiras, sejam do mar ou

terra até chegar à mesa. Para

iniciar qualquer preparo em

nossa cozinha, faço questão de

saber a origem dos produtos,

como lidam com o ecossistema,

e a cada semana o que podem

oferecer de mais fresco”,

comenta o chef Pier

Paolo. “A presença no

Michelin 2018 é reconhecimento

de um trabalho

consistente que

exige evolução e criação.

Uma identidade

que demonstra amadurecimento

com processos

químicos e físicos

da culinária envolvido

em transformações dos

ingredientes apresentados

com nobreza e

respeito aos alimentos”,

destaca.

O principal público

frequentador do empreendimento

são os

hóspedes do hotel,

empresários na região

e amantes da clássica

cozinha italiana. O

sommelier responsável

pela casa sommelier é

Ernesto Arahata.

Para acompanhar os excepcionais

pratos servidos

na casa a atenção

à carta é também um

dos diferenciais do Restaurante

Picchi. “Mantemos

uma preocupa-

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Padrão Cinco Estrelas

ção genuína de preparar bons

pratos. Nosso compromisso é

agradar aos nossos clientes,

os prêmios são um reconhecimento

disso. É preciso pensar

na alimentação como um todo

e a harmonização tem um papel

essencial para compor este

conjunto. O público está cada

vez mais informado e exigente”.

Pier Paolo nos indica algumas

novidades no menu da casa e

suas harmonizações:

- Gnocchi de Batata Asterix

com fonduta de cuesta azul e

porcini. Harmonização sugerida:

vinho Laranja Peverella, Vinícola

Era dos Ventos (de Bento

Gonçalves, RS)

- Agnolotti de coelho à caçadora,

azeitonas e manjerona. Harmonização:

vinho tinto Rosso Conero

Serrano (importado).

- Carré de cordeiro com berinjela

à parmegiana. Harmonização:

Aglianico di Irpinia – Campania

(importado).

Também estão presentes na excelente

carta do empreendimento os

rótulos:

- Conti tutto, e Arancione, ambos

da Villaggio Conti (de São Joaquim,

SC). (veja detalhes a seguir)

O Picchi é um restaraunte referência,

que vale muito a pena conhecer

tanto a primazia do atendimento

quanto da estrutura e

do menu. Mais informações e reservas:

fone (11) 3065-5560 e site

www.restaurantepicchi.com.br

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Padrão Cinco Estrelas

Por dentro

DA CARTA

Conheça um pouco mais de

alguns dos rótulos presentes

no premiado Picchi

Vinho Rosso Conero Serrano,

da italiana Umani Ronchi

Produzido com uvas 85% Montepulciano e 15% Sangiovese,

esse vinho tem cor rubi com reflexos violáceos, remetendo

a cereja negra madura, com boa maciez, textura e

intenso frutado na boca. Também harmoniza com lombo

suíno assado ao forno, servido com batatas rústicas, involtini

de abobrinha recheado com ricota caseira, sobre

refogado de tomates maduros.

Onde encontrar: na Decanter www.decanter.com.br

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Padrão Cinco Estrelas

Peverella, Era dos Ventos

Nesse ano, o vinho laranja Peverella

se tornou o vinho brasileiro

mais bem pontuado em um

dos principais guias da América

Latina, o Descorchados, alcançando

94 pontos. Provindo

na Serra Gaúcha, da vinícola

Era dos Ventos, esse foi o rótulo

com maior pontuação entre os

brasileiros de todas as categorias.

A uva Peverella, originária

do Norte da Itália, foi a primeira

vitis-vinífera branca trazida pelos

imigrantes italianos para o

Sul do Brasil, ainda no fim do

século 19. Ela já chegou a ser

a mais mais plantada na Serra

Gaúcha, mas que perdeu espaço

nos últimos anos para variedades

de uvas internacionais

mais famosas. O seu cultivo no

País ainda é mantido por algumas

propriedades familiares

de pequeno porte. De aparência

laranja e teor alcoólico de

11,5%, esse vinho é feito com

o suco das uvas macerado com

as peles por duas semanas em

tinas de carvalho. É vinificado

da mesma forma que um tinto,

o que confere a sua cor especial.

A bebida também descansa em

barricas de ipê por dois anos

para só então ser engarrafado.

Os vinhos da Era dos Ventos

são lançados em quantidades

mínimas e produzidos artesanalmente.

O projeto é formado

por três sócios, Pedro Hermeto

(Aprazível) juntamente com os

vinicultores Luís Henrique Zanini

(Vallontano) e Álvaro Escher

(Cave Ouvidor).

Mais informações: http://

www.eradosventos.com.br e

https://www.facebook.com/

EraDosVentos .

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Padrão Cinco Estrelas

Conti Tutto e

Arancione,

Villaggio Conti

Situada no Vale do Pericó,

em São Joaquim, na Serra

Catarinense, a 1300 metros

sobre o nível do mar, a Villaggio

Conti também busca

resgatar as origens italianas,

com a máxima expressão de

suas castas na altitude do

Brasil. As variedades Sangiovese,

Montepulciano, Nero

d’Avola, Teroldego, Pignolo,

Refosco dal Pedunculo Rosso

e Aglianico são as tintas

cultivadas. Algumas já se expressaram

em vinhos ímpares

tanto varietais, como em

cortes. A coleção de brancas

inclui Vermentino, Grechetto,

Gewuztraminer, Malvasia

Aromática, e a Ribolla

Gialla, que se destaca por

sua habilidade para compor

os vinhos Laranja que permite

uma volta ao passado

no mundo do vinho.

Informações e pedidos:

(21) 97175-0022

e por email villaggioconti@gmail.com

Instagram: @villagioconti

Facebook: /villagioconti

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Etiqueta

“Se Você Investir

no seu profissional, estará dando liberdade a ele saber o que faz,

de informar bem o cliente e proporcionar uma experiência única”

Chefe de bar é co-proprietária do Espaço 13, Stephanie Marinkovic foi a campeã brasileira e

finalista mundial do concurso Jameson Bartenders’ Ball 2018, Na entrevista a seguir ela traz

dicas sobre tendências e profissionalização da área

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Etiqueta

Revista Carta Premium: Poderia

comentar um pouco sobre

a sua trajetória no setor da

coquetelaria e formação profissional?

Stephanie Marinkovic: Eu comecei

foi por brincadeira. Queria

muito ver o que seria se eu

fizesse um coquetel. Entrei no

atual bar onde trabalho, estudei,

fiz alguns cursos como os

da Pernod, Diageo, ABS, Bar

Virtual e então fui me especializando.

Atualmente eu sou chefe

de bar e co-proprietária do

Espaço 13. A ideia é poder servir

um bom coquetel com preço

justo. Recebemos todo tipo de

público no meu bar, clientes

que pedem um gim de R$ 20,

outros pedem de R$ 70 reais.

Revista C.P.: No Concurso Jameson

Bartenders’ Ball 2018

ao entrar em contato com outros

profissionais e ver drinques

produzidos tão diferentes

ao redor do mundo pôde também

notar alguma tendência

bem interessante?

Stephanie Marinkovic: Sim

eu pude. Na minha ida à Irlanda

eu percebi como os bartenders

são dedicados e como eles

realmente pensam igualmente

a mim. Tudo tem um porquê,

tudo bem pensado. Muitos detalhes.

A tendência é sempre o

“menos”. O menos é mais. Menos

ingredientes, mas muito

sabor.

Revista C.P.: Como vê a sua

profissão hoje? Qual o perfil

que deve ter o bartender para

ter sucesso em sua carreira?

Stephanie Marinkovic: Eu

acho que fazer coquetéis com

excelência. É a obrigação de

qualquer profissional. Mas

acho que o mais importante é a

hospitalidade e o carinho com

o público. Os clientes querem

se sentir especiais, então é preciso

tornar o momento deles

sempre único.

Revista C.P.: Por que motivo

bares, pubs, bistrôs e restaurantes

devem apostar e investir

em profissionais com formação

nessa área?

Stephanie Marinkovic: Se

você investir no seu profissional,

estará dando liberdade a

ele saber o que faz, de informar

bem o cliente e proporcionar

uma experiência única. Muito

melhor uma casa investir em

um bartender do que trocar

a cada 6 meses. Invista nesse

profissão sempre.

Revista C.P.: Há uma tendência

cada vez maior na profissionalização

na área? Os

bartenders e mixologistas com

formação e experientes têm realmente

ganhado mais espaço?

Stephanie Marinkovic: Na

verdade o nosso ramo está

sempre mudando. Isso é bacana.

Principalmente pra mim

que sou mulher. Vejo que hoje

as pessoas têm mais respeito

por mim, e me veem como

profissional. Mas, claro, muita

coisa tem que mudar ainda.

Precisar melhorar muita

coisa, os bares precisam dar

carta branca para seus profissionais.

Nós saberemos o que é

melhor pra nossa casa, desde

as bebidas a copos, utensílios

etc.

Revista C.P.: Quais características

são essenciais a esse profissional

ou o que ele não pode

nunca deixar de lado para um

trabalho de excelência?

Stephanie Marinkovic: Higiene,

organização, estudos.

Não adianta ser muito bom se

não for higiênico. Não adianta

achar que é chefe de bar e não

pode lavar a louça. Não seja

prepotente, o bar é seu. Faça o

que for preciso para que a casa

ande. Não dependa de outros.

Resolva. Não mande. Seja líder,

faça junto sempre. Toda a vez

que eu tenho dúvidas eu pergunto.

No nosso ramo temos

muitos cursos promovidos por

marcas. Quem realmente quer,

se destaca.

Revista C.P.: Recentemente

você foi a vencedora brasileira

do concurso da Jameson e

participou da grande final. O

que você acha que teve de diferencial

no seu drinque e que

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Etiqueta

pode ser uma boa aposta para

outros profissionais ?

Stephanie Marinkovic: Todos

os meus coquetéis têm um

pouco de amor, de zelo, de capricho.

Eu amo muito o que eu

faço, meus clientes falam que

isso é visível em cada gesto. O

mais importante é gostar do

que se faz, o resto vem naturalmente.

Mas eu acredito que

o grande diferencial meu são

os pequenos detalhes, tudo é

pensado, eu sempre tenho resposta

pra tudo. Nada é vazio.

Mais do que ser gostoso, tem

de ter um porquê. Hoje as pessoas

saem de casa em busca

de experiências, não só de um

bom coquetel. Elas querem histórias.

Revista C.P.: Nosso destilado

chave do Brasil é a cachaça,

mas temos já bons gins e outras

excelentes bebidas produzidas

por aqui. O que leva em

conta na seleção de uma ótima

bebida para seus trabalhos?

Como seleciona uma entre outras

bebidas?

Stephanie Marinkovic: Eu

sempre gosto de participar

do processo criativo das bebidas.

Por exemplo, eu conheci

a fábrica da Leblon e observei

como o processo deles é limpo,

a qualidade do álcool é incrível.

É uma excelente cachaça

que temos aqui no Brasil. Não

só por conta do carinho, mas

desde do solo até o final. Isso é

importante. Isso tudo reflete na

qualidade do álcool.

Revista C.P.: Costuma também

trabalhar bastante com

cachaça? É um destilado que

acredita ser chave na coquetelaria?

Stephanie Marinkovic: Sim.

Ela é a chave. Os brasileiros

têm que se orgulhar como os

mexicanos têm orgulho pela tequila,

os irlandeses, pelo Irish.

Temos que ter orgulho. Mas

principalmente também fazer

uma boa caipirinha. Bartender

bom, faz boa caipirinha !!!

Revista C.P.: Poderia citar alguns

rótulos de bebidas nacionais

em geral que conheceu

nos últimos anos e que vêm

se destacando nesse mercado

e que os profissionais ou proprietários

de empreendimentos

de A&B podem incluir em suas

cartas e são ótimas opções?

Stephanie Marinkovic: Posso

claro.

- Cachaça Leblon: cachaça feita

com carinho e cuidado, suave

e álcool de qualidade.

- Gin Vitória Régia, orgânico a

partir da destilação de cana de

açúcar. Cardamomo suave.

- Vodka Tiiv: 100% orgânica

e destilada a partir de cana

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Etiqueta

também. Maravilhosamente

equilibrada.

Revista C.P.: Que tipo de

drinques não esquecer de

colocar em uma carta, independente

da época do ano?

É preciso também pensar na

harmonização?

Stephanie Marinkovic: Os

clássico são clássicos porque

são reproduzíveis no mundo

todo. Por isso eles são importantes

de se ter. Sim é importante

pensar na harmonização

mas não se prender a

isso. Eu, por exemplo, tenho

um evento específico pra isso

que se chama Degusta 13, no

qual eu faço coquetéis e harmonização

com comidas. As

pessoas adoram conhecer novos

sabores.

Revista C.P.: Poderia nos indicar,

além do drinque vencedor,

outro de sua autoria,

se puder um de preferência

com cachaça?

Stephanie Marinkovic: Claro.

Vou passar um brasileiro, uma

versão de Rabo de Galo: em um

mix em glass, colocar 60 ml de

cachaça de sua escolha, e 30

ml de Cynar. Colocar gelo e mexer

por 30 segundos. Servir em

um copo baixo e defume uma

canela. Casca de cítrico fica a

critério.

Revista C.P.: Agora, como

apreciadora de bebida finas de

uma forma geral, poderia nos

indicar livremente rótulos de

outras bebidas que conheceu e

indicaria?

Stephanie Marinkovic: Eu

gosto muito da cervejaria Colorado.

Aprecio muito a Eugênia

com uvaia. Gosto também

da Rosalia. E me agrada muito

saber que a empresa trabalha

com frutas nacionais. Eu gosto

muito deles por esse fato. Gim

eu recomendo o Monkey. Ele é

feito com 47 especiarias da floresta

negra na Alemanha. Ele

tem sabores incríveis. Uma explosão

(risos) de Plymouth para

um excelente Dry Martini.

Revista C.P.: Você atua como

palestrante e consultora? Se

sim, quais serviços realiza e

como os empreendimentos podem

entrar em contato contigo?

Stephanie Marinkovic: Eu

gosto de fazer palestra no geral

sobre bebidas. Gosto de falar

como é importante o que as

pessoas estão bebendo e que se

sintam à vontade.

Gosto de falar sobre bebidas,

ensinar a preparar em casa. Podem

me mandar um e-mail no

Steph_marink@hotmail.com

Revista C.P.: Um recado final

Stephanie Marinkovic: Obrigada

pelo carinho, pros jovens

bartenders não desistam de

seus sonhos. Sigam-me no Instagram

para acompanhar meus

trabalhos: @Stephmarink

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Etiqueta

“A TENDÊNCIA MUNDIAL

que chegou ao Brasil”

Domingos Meirelles, diretor geral do Gin Club, plataforma de promoção e divulgação do

gim pelo mundo, que começou há 8 anos em Portugal e está no Brasil desde 2014, destaca

a ascensão da bebida na coquetelaria brasileira. Confira a entrevista:

Revista Carta Premium: As mudanças

que o mercado de alimentação

fora do lar viveu no Brasil,

com uma espécie de “gourmetização”

pelo lado da gastronomia e

“premiunização” pela lado das bebidas

tem ajudado ou ajudou nesse

novo movimento da coquetelaria

e também na retomada do gim

como um dos protagonistas?

Domingos Meirelles: É possível

que sim. Mas em relação

ao gim acredito mais que tenha

sido a tendência mundial que

chegou ao Brasil. O fenômeno

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Etiqueta

do Gim Tônica, da forma como

está a ser atualmente servido,

com uma taça ou copo maior e

por isso mesmo uma proporção

maior de água tônica em relação

à quantidade de gim, foi inicialmente

popularizado na Espanha

e chegou ao Brasil com um pequeno

delay. Porém, neste momento,

atingiu com força. Credito

a essa tendência mundial

o aumento do consumo de gim

muito mais do que propriamente

as mudanças mercado de alimentação

fora do lar.

Carta Premium: Também há uma

tendência maior da profissionalização

na área da coquetelaria?

Domingos Meirelles: Acredito que

sim. Conforme mais pessoas vão

aderindo aos coquetéis, maior atenção os bartenders vão

atraindo e consequentemente são mais exigidos. Isso faz

com que busquem mais informações e formação para poderem

dar respostas às exigências do mercado. Acredito também

que essa atenção atrai outro tipo de profissionais que

antes não olhavam para esta área como uma carreira. Um

pouco parecido com o que aconteceu com a gastronomia há

15 ou 20 anos atrás.

Carta Premium: Então, hoje quais características são essenciais

a esse profissional?

Domingos Meirelles: Um bartender tem que ter as mesmas

qualidades e características de qualquer profissional

que trabalhe em serviços que lidam diretamente com o

público, sem nunca esquecer que, pelo fato de estar geralmente

a servir bebidas alcoólicas aos seus clientes, isto

aumenta o seu grau de responsabilidade. Tem que ser

dedicado, responsável, honesto. Depois a simpatia, curiosidade

em aprender e o brio vão fazer a diferença entre ser

ou não ser um grande bartender. Como disse não muito

diferente de outras profissões. Quanto fazemos pales-

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Etiqueta

tras as maiores dificuldades que

encontro é a fraca qualidade de

formação de base, falo especialmente

na dificuldade no idiomas

e cultura geral.

Carta Premium: Ainda há um

grande desconhecimento a respeito

da boa qualidade de gins nacionais?

Hoje já é possível encontrar

no mercado gins especiais brasileiros

que estão lado a lado com boas

marcas internacionais?

Domingos Meirelles: São processos

que levam algum tempo,

ainda assim as coisas têm mudado

a um ritmo alucinante no

Brasil. Há pouco mais de uma

ano existiam duas marcas brasileiras

com gim de qualidade,

hoje são mais de 20 e muitas

mais surgirão nos próximos 2 a

3 anos. Garantidamente hoje já

se produz gim de qualidade no

Brasil. Não quer dizer que todo o

gim produzido no país é de qualidade,

assim como no exterior

também se produz gim ruim.

Carta Premium: Têm notado alguma

tendência no mundo do gim

nacional ou internacional?

Domingos Meirelles: Penso que a

grande tendência mundial é crescimento

do “flavored gin”. Se bem

que exista quem argumente que

todo o gim é flavored. Existe um

crescente aumento do número de

botânicos usados na produção de

gim e especialmente uso de botânicos

cada vez mais exóticos. Acredito

também que o sabor a zimbro

apesar de ser sempre o sabor predominante

tem tendência e ficar

menos marcante. Dentro dos rótulos

nacionais há bom gin, como

o Draco, Beg, Arapuru, Amazzóni,

entre outros.

Carta Premium: O que levar

em conta para escolher o rótulo

certo de gim para um empreendimento?

Domingos Meirelles: Penso

que mais que encontrar

o rótulo certo, que é sempre

questionável devido aos

diferentes estilos de gim, é

preciso ter uma boa carta de

gins para poder atender um

público cada vez mais interessado

e exigente.

Carta Premium: Como apreciador

e especialista de bebidas

finas, indicaria outras bebidas

nacionais de destaque?

Domingos Meirelles: Obviamente

existem dois produtos

que se destacam no Brasil:

a cachaça e o espumante. A

cachaça por razões óbvias,

por ser uma bebida brasileira,

o espumante porque existem

condições ótimas para a

produção deste tipo de vinho

no Brasil. A prova disso são

os inúmeros prêmios que os

espumantes brasileiros têm

ganho em concursos internacionais.

Carta Premium: Atuam com

como palestrante e consultor?

Domingos Meirelles: Eu e

empresa atuamos sobretudo

como palestrantes e na organização

de eventos, no entanto

também já temos sido

chamados para serviços de

consultoria, em especial para

assuntos relacionados com

Gim e Gim Tônica.

Aos interessados, contatos do

Gin Club:

- (11) 3141-9444

- E-mail: info@ginclub.com.br

Site: www.ginclub.com.br/

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Premium Drink List

DE OLHO NO MERCADO

Confira nossa seleção de gins especiais para ter na carta do

seu empreendimento

Kalvelage London Dry Gin

A premiada destilaria Kalvelage, conhecida

pela sua vodca premium, que

já recebeu medalhas internacionais,

lançou neste ano seu London Dry Gin,

com 43% de graduação alcoólica e que

leva oito botânicos na receita: zimbro,

coentro, cardamomo, casca de laranja,

rosas, melissa, cidrão e angélica.

É elaborado a partir da mesma base

alcoólica de cereais utilizada na vodca.

Autêntico London Dry Gin,

tem em destaque o sabor do

zimbro, juntamente com notas

herbáceas e cítricas, especialmente

o cardamomo.

Mais informações: https://

www.facebook.com/pg/kalvelagedistillery/

e no site

http://vodkakalvelage.com.

br/produtos/br .

Jungle Gin

Produzido em parceria com a premiada destilaria

Quinta das Castanheiras, esse gim

também recebeu a Medalha de Ouro Duplo

(Grande Ouro) no Concurso Mundial de

Bruxelas Edição Brasil 2018, além da Medalha

de Prata no Spirits Selection 2017 e a

Medalha de Ouro no Spirits Selection 2018,

considerada a maior competição mundial de

destilados. Combina botânicos altamente

selecionados às águas cristalinas de nascentes

intocadas, nos tradicionais alambiques

de cobre da região. Produzido em pequenos

lotes, cada garrafa é engarrafada e numerada

pelas mãos de seus criadores. Entre a

especiarias presentes na composição estão

o anis-estrelado, a canela, a pimenta rosa,

o manjericão e o Kummel. Informações em

detalhes na página da empresa:

www.junglegin.com.br .

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Premium Drink List

Virga Gim Seco

Reconhecido no The Gin Guide

Awards 2018, nas categorias Melhores

Inovações e Melhores Gins

Produzidos Fora da Europa, o Virga

diferencia-se na questão sabor e

aromas em relação aos estilos mais

tradicionais que usam o álcool neutro.

Ele se encaixa na atual tendência

gastronômica que tem valorizado

as tradições e culturas locais.

Além das doses de cachaça, na receita

é utilizado o zimbro, sementes

de coentro e o pacová, uma semente

da Mata Atlântica, da família da

Renealmia, mesma do gengibre, que

é realmente uma ‘bomba de sabor’.

Ao mastigar a semente, você sente

um mentolado, um gosto que remete

às especiarias como cardamomo,

gengibre e cravo e doce que remete

à baunilha. Informações: www.

virga.com.br .

Draco Dry Gin

Considerado o primeiro London

Dry Premium produzido no Brasil,

o Draco é elaborado

100% com álcool de cereais e leva

7 botânicos clássicos na sua receita

(cardamomo, raiz de angélica,

alcaçuz, coentro, sálvia, casca de

limão e de tangerina). Com forte

presença do zimbro e graduação

alcoólica de 47%, o álcool utilizado

como base é feito de milho e

sorgo, o que deixa a bebida mais

adocicada.

Mais informações e pedidos:

https://www.facebook.com/pg/

dracogin/

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Premium Drink List

Vitória Régia

Orgânico e lançado há pouco mais de 1 ano, esse gim

teve seu método de produção desenvolvido por Erwin

Weimann, masterblender da famosa Cachaça Yaguara.

Destaque na infusão para casca de limão-taiti e pimenta-da-Jamaica.

A base alcoólica usada no Vitória Régia

vem do interior de São Paulo, e utiliza um álcool produzido

a partir da cana de açúcar orgânica com tecnologia

avançada de destilação, que elimina todos os componentes

indesejáveis. Esse processo deixa o álcool o mais

neutro e puro possível, pronto para receber a infusão

dos botânicos. O resultado é uma bebida equilibrada,

perfumada na medida certa e com bastante drinkability.

Mais informações na página da empresa no Facebook:

https://www.facebook.com/vitoriaregiagin/

Minna Marie

Com diversos rótulos de cachaça premiados nos últimos

anos, a Microdestilaria Hof apresentou a cerca de 1 ano sua

linha especial de gins, que inclui o primeiro gim descansado

em barricas de carvalho produzido no Brasil. Batizado de

Minna Marie, uma homenagem à mulher que é matriarca da

família Braunhloz que emigrou para o Brasil, o gim da Hof

está disponível nas versões London Dry tradicional e OAK

Aged. Esta última traz um tom levemente mais escuro, resultado

do descanso por algumas semanas em barricas de carvalho

francês. Já a versão tradicional, cristal, pura e branca,

não descansa em barris. O Minna Marie apresenta uma

receita exclusiva envolvendo 15 botânicos, além das bagas

de zimbro e sementes de coentro. Com 40% de teor alcoólico,

está disponível em embalagens de 750 ml e 375 ml. A versão

tradcional recebeu a Medalha de Duplo Ouro no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição Brasil 2018.

Informações na página: www.microdestilariahof.com.br/

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Premium Drink List

Arapuru

Premium London

Dry Gin brasileiro

lançado em meados

de 2016, o Arapuru

também traz botânicos

que revelam,

através do sabor

e do perfume, as

riquezas do Brasil,

como caju, coentro,

imbiriba, puxuri,

pacová, bergamota,

limão cravo, aroeira,

angélica, louro e hibisco,

todos desidratados

e esmagados

manualmente. A fruta

caju tem papel de

destaque na composição.

Para chegar

ao resultado final,

inúmeras degustações

foram realizadas

na Inglaterra e

dezenas de testes

foram feitos o Brasil,

em conjunto com

os estudantes do

Instituto Mauá de

Tecnologia. Segue os

métodos mais tradicionais

de destilação

dos melhores gins

mundiais gim, com

metodologia aprendida

com Rob Dorset,

um dos maiores

destiladores de gim

do mundo. Mais

detalhes em: http://

arapuru.com.br

Loki Dry Gin

Medalha de Prata internacional

no Concurso San

Francisco World Spirits

Competition 2018, o Loki é

um gim artesanal premium

concebido, desenvolvido e

destilado no Brasil. É produto

da Destilab. É uma

bebida muito suave, com

notas cítricas marcantes

e um característico aroma

de folhas de manga entre

os 11 botânicos que compõem

sua receita.

Mais informações: https://

www.lokigin.com.br/ e no

Facebook https://www.facebook.com/LokiDryGin/

.

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Premium Drink List

Yvy Mar

Também apresentado em 2018, primeiro

de uma “trilogia” da destilaria mineira

Yvy, essa versão é inspirada no estilo

London Dry clássico mas, intitulado

de brazilian dry gin, com 46% de teor

alcoólico que além de zimbro e coentro,

leva mais dez botânicos em sua destilação,

entre eles: amêndoa, angélica, iris,

cítricos e alga kombu. A empresa deve

lançar ainda as versões Yvy Terra, que

trará a herança dos povos nativos através

dos ingredientes, e por fim Yvy Ar,

que trará um Brasil contemporâneo, da

miscigenação e do Carnaval. Mais informações:

www.yvydestilaria.com.br .

Savvy Gim

Lançado no País também em

2018, o Savvy já está nas

cartas de empreendimentos

de destaque como o Fasano, o

Guarita e o Guilhotina. Desenvolvido

pelo pernambucano

Sérgio Marques, é produzido

em Portugal. Super premium,

este London Dry inclui Zimbro

da Macedônia, limão siciliano,

capim limão, laranja, tangerina,

raiz de angélica, gengibre,

alecrim, tomilho limão, hortelã,

eucalipto, cardamomo,

coentro, ginseng, alcaçuz,

flor da papoula, jasmim, lirio,

lavanda e a pimenta chinesa

Sichuam. Onde comprar o

produto: https://www.theginflavors.com.br/

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Premium Drink List

Nordés

O Nordés, gim original da Galícia, na Espanha, já

está disponível no mercado nacional. Com características

únicas de um destilado a partir de uvas Alvarinho,

típicas da região da Galícia e norte de Portugal,

a bebida traz suavidade e sabor que o diferenciam

das marcas premium mais tradicionais no mercado.

Produzido em uma pequena destilaria em Vedra, perto

de Santiago de Compostela, esse gim é elaborado

pela maceração de 11 ingredientes botânicos, galegos

e de outras regiões da Europa, entre eles zimbro,

sálvia, louro, menta, eucalipto, hibisco, cardamomo,

gengibre, chá, verbena de limão e salicórnia. O resultado

desse processo respeitoso é uma bebida super

premium intensamente aromático, sugestivo na boca

e no nariz, de sabor fresco e frutado e aroma equilibrado.

O gim Nordés chega ao Brasil pelas mãos do

grupo Natique Osborne. Mais informações: http://

natique.com.br/br .

Silver Seagers London Dry

A marca de gim Seagers é produzida no Brasil

pela Distillerie Stock há mais de 80 anos com a

mesma fórmula original britânica. No ano passado,

lançou a versão Silver Seagers London Dry

resultado de harmonioso mix de diferenciadas

ervas e especiarias importadas, sendo mais de 20

botânicos. Esta harmoniosa combinação botânica

confere esse rótulo um toque único e diferenciado

de aromas e sabor, sem perder a alma do

gin que é o clássico sabor de Zimbro. A graduação

alcóolica 45,3% Vol. Esse foi foi o campeão

na rova de desgustação realizada pelo jornal O

Estado de São Paulo. Mais informações: http://

www.stockdobrasil.com.br .

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Premium Drink List

Amázzoni

Produzido no interior do Rio de Janeiro, na Fazenda

Cachoeira, situada próxima ao rio Paraíba,

cerca de 130 km da capital fluminense, esse dry

gim leva 11 botânicos, sendo sete da Amazônia

e um deles secreto. Estão presentes na receita

cacau, castanha-do-pará, maxixe, cipó-cravo,

rainha do lago, louro, coentro, mexerica e aroeira

(pimenta-rosa). A garrafa do Amázzoni é feita

artesanalmente com vidro reciclado e lembra as

de farmácia do século XVIII. Foi outra ótima novidade

apresentada em 2017. Entre seus criadores

está o bartender e empresário argentino Renato

Tato Giovannoni, do Florería Atlantico e também

criador do gin argentino Principe de los Apósteles.

O Amázonni foi eleito em 2018 como o “Best

World Craft Producer” e “Best Brazilian London

Dry” no World Gin Awards 2018. Pedidos e informações:

http://www.amazzonigin.com .

WH 48

Produzido pela Weber Haus, também uma das mais

premiadas empresas brasileiras no segmento de destilados,

o produto está disponível em duas versões.

O London Dry Gin WH 48 Orgânico (40%), destilado

de zimbro, se diferencia pelo toque da amburana e

especiarias que remetem à madeira. A árvore brasileira

oferece aroma e sabor sutilmente adocicado e

frutado, além de ser responsável pelo tom dourado

do gim, formando uma bebida aromática única. Já o

Dry Gin WH 48 Orgânico (44%), destilado em alambique

de cobre artesanal handmade, tem o aroma

fresco proporcionado pelas folhas da cana e sabor

levemente amargo causado pela erva-mate gaúcha e

com toque picante do gengibre. Essa úlima também

foi premiada com Medalha de Ouro Duplo (Grande

Ouro) no Concurso Mundial de Bruxelas Edição

Brasil 2018. Já o London Dry Gin WH 48 recebeu a

Medalha de Ouro. Outras informações: http://www.

weberhaus.com.br .

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Premium Drink List

Torquay

Produzido pela destilaria Stoliskoff, de São Roque, no

interior paulista, empresa que também faz cachaça

e vodca, é um gim de aromas simples, mas equilibrados

e que surpreende na degustação. Sua base

é um álcool de cereais (cevada e arroz) resultante

da destilação fracionada em alambiques de cobre. A

essa matéria-prima são adicionadas bagas de zimbro,

cascas de limão siciliano e uma mistura especial de

botânicos. Para finalizar, o líquido é filtrado e armazenado

em tanques por um período de quinze dias,

para que os sabores e aromas secundários se desenvolvam.

Do início do processo até o envase são cerca

de trinta dias. A graduação alcoólica: 45%. Esse

gim obeteve a segunda colocação em prova realizada

pelo Jornal O Estado de S. Paulo. A empresa lançou

recentemente também excelentes bebidas prontas,

como a Gin Tonica e a Gin Lemon. Informações completas:

http://www.stoliskoff.com.br/

Beg Gin New World Navy

Lançado há poucos meses, esse nova

versão do Beg possui 54% de teor alcoólico,

que é o maior teor permitido

pela legislação do País. E já recebeu

Medalha de Ouro no The Gin Masters

The Spirits Business 2018. Nesse

concurso a versão tradicional foi Medalha

de Prata e a empresa levou o Ouro

também como Melhor Destilaria. O Beg

é produzido em pequenos lotes utilizando

11 botânicos cuidadosamente

selecionados.A sede da empresa fica em

Campinas, SP. Informações: https://

beggin.com.br

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Premium Drink List

ROCKS

Produzido pela Fante, de

Flores da Cunha, RS, o

Rocks O Gin Rock’s é obtido

pela destilação de um

composto alcoólico retificado,

na presença de bagas

de zimbro, adquirindo os

aromas e características

dessa fruta. Pode compor

diverso coquetéis pela sua

suavidade. Recentemente,

a empresa lançou a versão

Gin Rock’s Strawberry, que

leva em destaque morango

na receita, além hibisco.

Mais informações: www.

fante.com.br .

Drycat

O Drycat segue na linha dos produtos

de nova geração, unindo ingredientes

tropicais, asiáticos e mediterrâneos

para oferecer um sabor

único e corresponder aos paladares

mais exigentes. Acompanhe o produto

pelo site http://www.drycatgin.

com, ou nas páginas do facebook e

Instagram, respectivamente:

https://www.facebook.com/DryCat-

-Gin-1654832754608915/ e https://www.instagram.com/drycatgin/

.

Lebbos Hop Dry Gin

Com a assinatura da Cervejaria Backer

e sua unidade a 3 Lobos Destilaria, esse

gim leva uma matéria-prima nobre,

usada na fabricação das cervejas: a flor

de lúpulo.

A Backer pesquisou bastante sobre

as possibilidades deste novo produto.

“Somos uma cervejaria e está em nosso

DNA e de todos os nossos produtos, o

uso de ingredientes cervejeiros. Logo,

nossa decisão óbvia foi a adição de

lúpulo para dar as características herbais

e florais de amargor e aroma que

gostaríamos. Escolhemos um malte de

cereais da melhor qualidade, bem neutro,

para a produção de um gin neutro

clássico para que o lúpulo se destacasse

mesmo. Inovamos no mercado com a

adição de lúpulo ao gim, dando a nossa

cara e também oferecendo algo com essência

cervejeira”, declara Paula Lebbos,

porta-voz da empresa. Mais informações:

http://cervejariabacker.com.br .

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Gran Première - Quadrimestre Premiado

SPIRITS SELECTION 2018

Ccachaças e gins brasileiros surpreendem no maior e mais

prestigiado concurso mundial de destilados

Integrante do Concours Mondial

de Bruxelles desde 1999, talvez

o maior e mais renomado concursos

mundial de bebidas finas,

dividido em várias categorias e

organizado pela empresa belga

Vinopress, o Spirits Selection

apresentou no finalzinho os resultados

da edição 2018.

Itinerante, neste ano, o evento foi

realizado em Plovidiv, na Bulgária.

Ao todo, participaram do Spirits

Selection 2018 mais de 1.300

amostras provindas de 50 países

produtores, cujas bebidas passaram

pela avaliação de 78 especialistas,

representando 26 nacionalidades.

E nessa edição 2018, uma inovação:

além das medalhas, os jurados

também concederam o troféu

de “Revelação” para cinco seletas

bebidas, entre elas, duas brasileiras.

Essa nova premiação é apenas

concedidas após uma segunda

prova às cegas e para os melhores

de cada categoria. Ou seja, é uma

nova seletiva para saber quem são

os melhores entre os melhores, ou

digamos, entre os melhores as bebidas

mais surpreendentes.

CONHEÇA OS BRASILEIROS

PREMIADOS

Além das cachaças que receberam

o troféu de revelação no ano, e as

medalhas de Ouro e Prata, vale

destacar que mais uma vez um

gim brasileiro também foi premiado.

Confira a seguir cada uma das

bebidas brasileiras que conquistaram

os jurados mundiais no Spirits

Selection 2018:

GOUVEIA BRASIL: a versão Gouveia

Brasil 44 (o número se refere

ao teor alcoólico dessa bebida especial),

recentemente lançada, foi

eleita “Revelation Spirits Selection

2018”. Vale lembrar que a Gouveia

Brasil, em 2016 já tinha subido

no pódio mais alto do evento,

recebendo a Medalha Grand Gold

(equivalente a ouro duplo, com a

sua versão Extra Premium). De

Turvolândia, MG, a Gouveia Brasil

é uma colecionadora de Medalhas.

No primeiro semestre, no San

Francisco Wolrd Spirits Competition

(SFWSC), dos EUA, a Gouveia

Brasil recebeu a Medalha de

Prata, em meio a mais de mais de

2.400 destilados concorrentes. No

ano passado, neste mesmo concurso

norte-americano, tanto o Licor

Fino de Cachaça Gouveia Brasil

quanto a versão Gouvei Brasil

Premium também receberam a

Medalha de Prata. A Gouveia Brasil

44 tem um sabor bem intenso.

Encorpada, ela passa por envelhecimento

durante 3 anos em

tonéis novos de carvalho americano

novos. Remete aos whiskeys

de primeira linha mais apurados,

podendo ser degustada pura ou

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29


Gran Première - Quadrimestre Premiado

com gelo. Conheça toda a linha

da empresa no site: https://www.

gouveiabrasil.com/home .

CACHAÇA PERFEIÇÃO: outra

brasileira que recebeu o troféu

de revelação no Spirits Selection

2018, a Cachaça Perfeição é produzida

por Marcelo Bonfá, ex-integrante

da banda Legião Urbana.

Com sede em Santo Antonio do

Rio Grande, também em Minas

Gerais, essa cachaça recebeu o título

de “Revelation Organic Spirits

Selection 2018”. Ela provém de um

corte composto pela Cachaça Perfeição

envelhecida em barris de

carvalho por 3 anos com a Cachaça

Perfeição pura e fresca. É uma

bebida artesanal concebida com o

mosto naturalmente fermentado

de canas orgânicas e exclusivas,

perfeitamente adaptada ao clima

frio da região mais alta na Serra da

Mantiqueira. Informações em detalhes

no site: http://www.cachacaperfeicao.com.br

.

JUNGLE GIM: medalhista de Ouro

no evento, é produzido em parceria

com a premiada destilaria mineira

Quinta das Castanheiras. Combina

botânicos altamente selecionados

às águas cristalinas de nascentes

intocadas, nos tradicionais

alambiques de cobre da região. É

elaborado apenas em pequenos

lotes e cada garrafa numerada

pelas mãos de seus criadores. Recentemente

a bebida foi destaque

no workshop Compartilhando Experiências

de Sucesso com o Gim

promovido pela revista em parceria

com a Prodrinks Cursos e Consultoria.

Além disso, em 2018 já

havia faturado a Medalha Grand

Gold na edição brasileira do Concurso

Mundial de Bruxelas, e no

ano passado tinha sido o primeiro

gim brasileiro a Medalha de Prata

no Spirits Selection. https://www.

junglegin.com.br .

BEG GIN: também medalhista de

Ouro brasileiro no Spirits Selection

2018. Entre os dferenciais,

esse gim traz como botânicos a

folha de pitangueira e flores do

sabugueiro-do-Brasil. Cascas

frescas de limão Taiti, mexerica,

laranja Lima e capim santo também

estão presentes além dos ingredientes

tradicionais ingleses

como zimbro, semente de coentro

e raiz de angangélica. Há poucos

meses a empresa lançou a versão

New World Navy, com 54% de teor

alcoólico, que é o maior permitido

pela legislação do País. E já

recebeu Medalha de Ouro no The

Gin Masters The Spirits Business

2018 do Global Spirits Master. A

sede da empresa fica em Campinas,

no interior paulista. Informações:

https://beggin.com.br .

CACHAÇA CATARINA ÚNICA:

mais uma medalhista de Ouro no

Spirits Selection 2018, com a versão

Catarina Única Single Barrel,

a mesma que agora em setembro

faturou a Medalha de Ouro na Categoria

Premium no 2º Concurso

Cachaça com Ciência, do Instituto

Agronômico (IAC), da Agência

Paulista de Tecnologia dos Agronegócios

(Apta) de Jaú. A Catarina

Única é armazenada por dois anos

em barris de carvalho americano

de primeiro uso importados dos

EUA. Cada garrafa é envasada de

um único barril, não havendo misturas

e barris, o que proporciona

30


Gran Première - Quadrimestre Premiado

uma experiência sensorial incrível

e exclusiva. No primeiro semestre,

essa versão também recebeu a

Medalha de Prata no Berlin International

Spirits Competition, tradicional

concurso da Alemanha.

Informações completas em http://

www.cachacacatarina.com.br .

CACHAÇA COMPANHEIRA EN-

VELHECIDA 2013: medalhista

dourada no Spirit Selection 2018,

essa extra premium é produzida

em Jandaia do Sul, no PR, e está

presente no mercado desde 1994.

A região escolhida para a construção

do alambique apresenta

terras de ótima qualidade e clima

favorável para o cultivo da cana,

a qual teve uma uma variedade

específica selecionada, com alto

teor de açúcar e que deve ser colhida

exclusivamente no inverno.

Todas as etapas passam por uma

pesquisa e um trabalho minucioso

redundando em uma poda manual

e cuidadosa. Além dessa recente

medalha internacional, a Companheira

também foi eleita a terceira

melhor da categoria no mais recente

o Ranking Cúpula da Cachaça,

além de ter recebida a Medalha de

Ouro Duplo no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição Brasil 2018,

ambas premiações com a Extra

Premium 8 Anos. Com notas suaves

de baunilha, ela passa por

envelhecimento em barris de carvalho.

Mais informações: https://

cachacacompanheira.com.br .

ENGENHO D’OURO CARVALHO

EXTRA PREMIUM: além da Medalha

de Ouro no Spirits Selection,

essa cachaça, que é fabricada em

Paraty, onde a família vice por mais

de 2 séculos,recebeu outra medalha

dourada em 2018 no Concurso

de Degustação às Cegas da Expocachaça.

Ela passa por envelhecimento

de no mínimo quatro anos

em barril de carvalho francês. Encorpada,

com acidez equilibrada,

macia, fina, intensa e persistente,

traz no aroma aquela presença de

frutas maduras e baunilha. Saiba

mais em http://www.engenhodouro.com.br/

GUARACIABA PREMIUM E GUA-

RACIABA JEQUITIBÁ: também

medalhista de Ouro no ano passado

no Spirits Selection, Guaraciaba

Premium é um destilado especial,

que passa por armazenamento em

tonéis de amburana por um período

médio de 8 anos. É um mistura

de safras, com 38% de teor alcoólico

final, um blend de sabor único,

amadeirado e fornecido em embalagem

mais sofisticada. Mistura de

safras armazenadas com média

de 8 anos de envelhecimento em

tonéis de Umburana com 38% de

teor alcoolico. Blend de sabor único

e aroma inigualável com um

gosto mais suave, sabor amadeirado

e embalagem mais sofisticada.

Em 2014 foi reconhecida como

a 2a. melhor cachaça amarela do

Brasil pela revista Sexy. A empresa,

com sede na cidade de Guaraciaba,

MG, tem uma tradição de

mais de quase 60 anos na produção

da bebida. Já a medalhista de

Prata Guaraciaba Jequitibá passa

por 1 ano na madeira, sendo leve

e macia, com acidez equilibrada.

Traz um aroma frutado e amadeirado.

Informações: https://cachacaguaraciaba.com.br

MATRIARCA JAQUEIRA E MA-

TRIARCA PRATA: ambas com

medalha de Ouro no Spirits

Selection 2018. A Jaqueira é o

principal destaque. Ela figura

na lista das 50 melhores cachaças

do País segundo o criterioso

III Ranking da Cúpula da

Cachaça. Com teor alcoólico de

43,5%, é um destilado nobre,

que passa por alambique de cobre

e armazenamento. Armazenada

e envelhecida em barris

de Jaqueira, traz uma coloração

diferenciada, um amarelo canário,

com aparência translúcida

e viva. Seu aroma é marcante,

bem amadeirado, e na degustação

traz um começo alcoólico e

final picante além do retrogosto

frutado. Pode ser servida como

aperitivo e acompanhar muito

bem carnes de caça, porco e

comidas gordurosas. Já a Prata

(pura), tem teor alcoólico de

42%. Acompanha muito bem comida

da fazenda, churrasco e a

famosa caipirinha da feijoada.

Mais informações: http://www.

matriarca.com.br .

SOLEDADE BÁLSAMO E SOLE-

DADE PAU-BRASIL: em 2018 a

primeira também recebeu Medalha

Grand Gold (Ouro Duplo) no

Concurso Mundial de Bruxelas

Edição Brasil. Na degustação,

traz uma sensação duradoura

de especiarias, com um toque

de pimenta, típico do armazenamento

em barris de Bálsamo.

Muito apreciada em shots, especialmente

pelos aficionados desta

madeira. Já a Pau Brasil é uma

novidade recém-lançada pela empresa

e que vem conquistando os

apreciadores. Mais informações:

http://www.cachacafazendasoledade.com.br

.

ALAMBIQUE BRASIL PRATA: de

Ortigueira, no PR, recebeu a Medalha

de Prata no Spirits Selecion

2018. Cachaça de alambique de

qualidade, branca e tradicional, é

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Gran Première - Quadrimestre Premiado

descansada em dornas de inox. Pode ser consumida pura ou

no preparo de diversos drinques da coquetelaria mundial. Sua

graduação alcoólica é de 40%. Produzidas pela Cachaçaria Serra

do Cadeado, está disponível em garrafas de 50, 160 e 700 ml.

Em 2018, a versão Ouro Amburana também recebeu a Medalha

de Ouro no o Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil

(CMB). Mais informações: https://www.cachacariaserradocadeado.com.br

BEM ME QUER OURO: produzida pelo Alambique Santíssima,

na Fazenda Santo Antônio das Pitangueiras, em Pitangui, MG,

a Bem me Quer Ouro recebeu a Medalha de Prata no evento.

Combina o gosto suave da cana com o amadeirado por tonéis

de carvalho franceses e americanos, e dos de bálsamo brasileiro,

onde fica armazenada por 5 anos até equilibrar todos esses

aromas. Traz sabor frutado amadeirado, um floral exclusivo e

marcante. Na degustação, esse sabor é rico, persistente. Já o

corpo é médio, macio, excelente acidez, equilibrado. Ao paladar,

confirma o toque sutil frutado e amadeirado. Mais informações:

http://cachacabemmequer.com.br .

CASA TRÊS VENDAS OURO BLEND: Medalha de Prata no Spirits

Selection 2018, passa por um processo de envelhecimento

durante um ano e meio em um blend de três madeiras: Angico,

Grápia e Carvalho. O teor alcoólico é de apenas 39%. Três Vendas

é Distrito do município de Dom Pedrito, no RS, que recebeu

povoado de imigrantes espanhóis. Mais informações pelo

fone (54) 3536-7976 ou pela Instagram https://www.instagram.

com/casatresvendas/ , ou ainda pelo site da parceira Bocatti:

https://www.boccati.com.br .

COQUEIRO OURO: de Paraty, no RJ, a Coqueiro provém da

Fazenda Cabral, no Engenho D’Água, a 7 quilômetros do Bairro

Histórico. Sua produção remonta à década de 1940 e mantém

um excelente padrão de qualidade graças às suas virtudes

químicas e sensoriais de destilado de grande pureza, aroma e

sabor totalmente diferenciados. Essa mesma versão levou a Medalha

de Ouro Duplo no Concurso Mundial de Bruxelas Edição

Brasil em 2018. Medalhista de Prata no Spirits Selection 2018,

a Coqueiro Ouro é envelhecida em barris de carvalho por 3 anos.

É apropriada para acompanhar pratos condimentados e suculentos.

Em dias quentes pode ser apreciada com cubos de gelo.

Mais informações: http://www.cachacacoqueiro.com.br

HEATS BRAZIL PREMIUM CARVALHO: marca da HB Agroindústria,

é uma cachaça produzida para consumidores exigentes,

artesanal, feita em alambiques de cobre e sofisticada. Apresenta

notas amadeiradas pelo envelhecimento em tonéis de carvalho.

A empresa tem sede em Paraíso, no interior de SC. Nessa edição

do Spirits Selection, a empresa levou

a Medalha de Prata. Na linha da empresa

estão ainda as versões descansadas

em jequitibá e amendoim, e a Clássica,

essa última pura, que passa por armazenamento

em em reservatório de aço

inoxidável. Informações completas em:

http://heatsbrazil.com .

INDIAZINHA FLECHA DE OURO 1.5

ANOS AMBURANA-CASTANHEIRA E

INDIAZINHA FLECHA DE PRATA: a

primeira, que foi eleita em 2018 entre

as top 20 do mercado nacional é um

blend de cachaças armazenadas em

amburana e castanheira. Já a Flecha

de Prata é uma cachaça pura armazenada

somente em aço inox. Ambas

receberam a Medalha de Prata no Spirits

Selection 2018 e são produzidas

no município de Abaetetuba. Destilado

fino regional, essa cachaça retoma

uma tradição regional de mais de

200 anos de produção artesanal da

bebida na região, unindo os avanços

tecnológicos e pesquisas acadêmicas

atuais. O master blender responsável,

Omilton Quaresma, é engenheiro

químico e mestrando em Engenharia

de Processos na UFPA, realizando estudos

avançados sobre o envelhecimento

em madeiras nativas. No caso

da Indiazinha, o armazenamento se

dá em tonéis de madeiras da região

amazônica, além do tradicional uso

dos tonéis de carvalho. A Destilaria

de Cachaça da Amazônia, produtora

da bebida, começou a ser construída

em 2012, tendo sua primeira safra em

2015 e seus primeiros produtos lançados

no segundo semestre de 2017.

Mais informações: https://www.facebook.com/pg/cachacaindiazinha/

.

OURO 1: essa cachaça nasceu no Sul do

Estado de Minas Gerais, no ano de 2007.

Além dessa Medalha de Prata no Spirits

Selection 2018, a versão Extra Premium

foi medalhista dourada no Concurso de

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Gran Première - Quadrimestre Premiado

Degustação às Cegas da Expocachaça

2018. Fazem parte da linha:

– Ouro 1 Prata: cachaça branca,

descansado em tonéis de inox.

Apresenta aroma floral levemente

cítrico, com presença marcante

do cheiro das boas canas de Minas

Gerais, sabor único, forte e boa presença,

demonstrando a boa qualidade

deste produto,deixando uma

excelente impressão gustativa.

– Ouro 1 Vida Boa (750 ml): bebida

mista de mel, limão e a tradição

da cachaça mineira, tem sabor

único e estilo irreverente. É obtida

de processos modernos produzem

uma bebida sem igual.

– Ouro Mineiro (600 ml): descansada

em barris de umburana, tem

um sabor que se tornou bem apreciado

e reconhecido entre os consumidores.

– Ouro 1 Edição Limitada (750

ml): envelhecida em barris de carvalho,

tem um número único em

cada garrafa.

– Ouro 1 Edição Especial (750

ml): lançada en 2017, é uma cachaça

com sabor e maciez diferenciados,

tem aroma floral e abaunilhado

que são característicos do

tonéis de carvalho americano onde

descansou. Informações completas

no site: www.ouro1.com.br/site .

SENTA A PUA (ALAMBIQUE DE

MINAS EDIÇÃO ESPECIAL, EN-

GENHO DA CANA): uma das mais

nobres da linha de cachaças da

Engenho da Cana. Trata-se de um

blend de cachaças envelhecidas

em barris de amburana com um

leve toque de Carvalho Francês.

Possui coloração amarelada e paladar

inconfundível. Seu aroma é

marcante, seu sabor adocicado e

frutado, associado a baunilha e

ameixa, o que permite o melhor

buquê de cachaça, arremete ao

sabor da cana fresca. Ideal para

pessoas de fino paladar, recebeu

a Medalha de Prata nessa edição

do Spirits Selection. Informações

completas no site: http://www.cachacasentaapua.com.br

.

TELLURA PRATA: além dessa

Medalha de Prata no Spirits Selection

2018, essa mesma versão

recebeu a Medalha de Ouro

no San Francisco Wolrd Spirits

Competition (SFWSC) dos EUA,

no primeiro semestre. O alambique

produtor tem sede no Rio

de Janeiro. Produzida artesanalmente

em alambiques de cobre,

a Cachaça Tellura é originada da

fermentação alcoólica com leveduras

selecionadas do mosto do

caldo de cana de açúcar. No processo

de destilação é realizada a

separação rigorosa das frações de

cabeça, coração e cauda, sendo

só aproveitado o coração de maneira

a se obter um produto dentro

do padrão físico-químico de

qualidade internacional. Após a

destilação, a cachaça branca fica

por quatro meses descansando

em Barris de Jequitibá Rosa, período

necessário para as reações

químicas que conferem uma melhora

significativa no aroma, cor

e sabor do produto final. Atualmente,

a linha da Tellura conta

com as versões Prata (armazenada

durante seis meses em

tonéis de aço Inox), a Jequitibá

(descansada durante seis meses

no barril de Jequitibá Rosa) e Amburana

(um blend de Amburana/

Jequitibá, descansada durante

dois anos no barril de amburana).

Com graduação alcoólica de 40%

vol, a Prata é incolor, cristalina e

totalmente límpida, apresentando

aroma com notas especiais de

cana fresca. Seu sabor é suave e

harmonioso, sem deixar a rusticidade.

É ideal para elaboração de

drinques e aperitivos. Informações:

www.tellura.com.br .

VALE VERDE PRATA: produzida

em Betim, MG, tem teor alcoólico

de 40% e passa por armazenamento

em tonéis de inox. Recebeu

a Medalha de Prata nessa edição

do Spirits Selection 2018. É muito

leve e ideal para harmonizar com

frutas, ervas e sucos, perfeita para

o preparo dos mais variados drinques.

Foi em meados dos anos de

1980, que seu fundador, o conhecido

empresário criador da cerveja

Kaiser, buscou na Europa técnicas

para aprimorar fermentação e destilação,

assimilando tecnologicas

usadas na fabricação de uísques

finos. Em 1985, nasce então a Cachação

Vale Verde, extra premium,

envelhecida 3 anos, seguindo modelo

internacional de produção de

destilados. A produção especializada

determinou um produto diferenciado

no mercado e o amadurecimento

de um sabor único que já

se tornou tradição nas mesas dos

apreciadores. Mais informações:

http://www.cachacavaleverde.

com.br e https://www.facebook.

com/cachacavaleverde .

YPIÓCA 150 ANOS E YPIÓCA

CINCO CHAVES: a primeira também

recebeu a Medalha de Ouro

no Berlin International Spirits

Competition 2018, da Alemanha.

Com detalhe de palha em seu

gargalo, sua composição que é

uma combinação da cachaça envelhecida

nos barris de carvalho

com uma parte que fica armazenada

nos barris de bálsamo.

A união destes dois barris agregam

notas de baunilha, carame-

34


Gran Première - Quadrimestre Premiado

lo, um pouco de melaço e deixa a

cachaça com uma textura mais

aveludada. Já a Cinco Chaves é

um blend criado com cachaças

raras e de altíssima qualidade,

que combina aromas diferentes

da castanheira, com o mel e o

caramelo do carvalho. Ambas receberam

a Medalha de Prata no

Spirits Selection 2018.

GUAAJA TIQUIRA ARMAZENA-

DA EM CARVALHO: além dessa

Medalha no Spirits Selection,

essa versão recebeu recente medalha

de Ouro no no Asian Spirits

International Competicion.

Destilado obtido a partir do mosto

fermentado da mandioca, com

grau alcoólico de 40%, a tiquira

é um símbolo do ‘Made in Brazil’

tipo exportação. Devido ao sua

excepcional qualidade, ótima

adaptação às melhores receitas

em mixologia e apreciação dos

paladares mais exigentes na degustação,

vem conquistando

profissionais a área de

bar e apreciadores de bebidas

finas. Outra versão premiada

da empresa é a Guaaja

Tiquira envelhecida em

barris de Amburana, que

recebeu a Medalha de Prata

no Concurso de Degustação

às Cegas da Expocachaça

2018. Mais informações

e loja online no site www.

guaajatiquira.com

35


Gran Première - Quadrimestre Premiado

ESSAS CERVEJAS

MARAVILHOSAS

E suas receitas tentadoras

36


Gran Première - Quadrimestre Premiado

É sempre uma boa dica que

enfatizamos: ficar de olho nos

principais concursos, para

encontrar cervejas que foram

muito bem avaliadas por jurados

experientes, sommeliers

renomados, docentes e especialistas

em bebidas finas de

diversos países, os quais, em

meio a este vasto mercado,

elegem e premiam realmente

bebidas diferenciadas por sua

qualidade, receita exclusiva,

inovação, etc.

Nas últimas semanas e nos

últimos meses tivemos a realização

e o resultado de alguns

dos mais consagrados destes

concursos no meio cervejeiro,

nos quais bebidas concorreram

lado a lado e desbancaram

inclusive rótulos de outros

países tradicionais.

Entre os bons exemplos está

paulista Leuven. Apenas para

se ter ideia, a empresa conquistou

nada menos que 4

recentes medalhas nacionais

do World Beer Awards (WBA),

prêmio global que seleciona

os melhores rótulos nos principais

estilos de cerveja reconhecidos

internacionalmente,

com avaliação em etapas regionais

e etapa mundial. Neste

concurso, em 2018 foram

mais de 2.300 cervejas inscritas

ao todo, provindas de mais

de 500 cervejarias, de cerca

50 países, que passaram pelo

crivo de mais 100 jurados.

Mesmo com essa grande concorrência,

a Leuven recebeu

nessa edição do WBA:

– Medalha de Ouro na Categoria

Wheat Beer, com a Witbier

The Witch;

– Medalha de Prata na Categoria

Berliner Weisse, com a

Leuven Sour;

– Medalha de Prata na Categoria

Imperial/Double com a IPA

Dragon.

– Medalha de Bronze na Categoria

Golden Ales com a Golden

Ale King.

E as premiações recebidas

pela empresa nesses últimos

concursos não ficam só no

World Beer Awards. A empresa

recebeu também uma Medalha

de Bronze para a sua

Irish Red Ale, no World Beer

Cup, tradicional concurso realizado

nos EUA.

O exemplo da Leuven é que sejam

estes lançamentos, sejam

esses rótulo premiados citados

acima, é muito importante

acompanhar o mercado para

selecionar os melhores produtos

e surpreender os clientes.

Ainda sobre as brasileiras

premiadas no World Beers

Awards, considerado o “Oscar

Mundial” para as cervejas, tem

mais uma paulista como ótimo

exemplo: a Hausen Bier,

de Araras.

Pontuamos sempre a regiona-

37


Gran Première - Quadrimestre Premiado

lidade, não por bairrismos,

mas por entender que o consumo

local (seja em nível municipal,

estadual, regional ou

dos produtos brasileiros como

um todo) é importantíssimo

na valorização do produto da

made in Brazil, da tradição e

toda cultura envolvida, e para

dinamizar ainda mais esse

mercado, que quanto mais

cresce mais gera empregos.

No World Beer Awards 2018,

a Hausen Bier faturou medalhas

com seis dos sete rótulos

que produz, uma incrível marca:

– a Hausen Keller foi considera

a “Melhor do País” (Country

Winner), no seu estilo;

– Tanto a Dunkel quanto a

Bock da empresa receberam

medalhas de Ouro no concurso;

– já a Vienna e a Pilsen receberam

a Medalha de Prata;

– e a IPA foi premiada com Medalha

de Bronze.

Mas não foi só no WBA que as

cervejas da Hausen receberam

recentes medalhas:

– Bock: Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Dunkel: Medalha de Prata no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Vienna: Medalha de Bronze

no no Australian International

Beer Awards; Medalha de

Bronze no International Beer

Challenge 2018, do Reino

Unido;

– H5: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière SP.

É mais um bom exemplo de

que mesmo em terras distante

os ótimos produtos brasileiros,

quando elaborados com

excelência, surpreendem e

conquistam os mais exigentes

paladares.

Outro importante e tradicional

concurso também teve a sua

lista de preciosidades cervejeiras

premiadas divulgada: o

Mondial de La Bière Rio, evento

no qual ocorre paralelamente

o concurso Mbeer Contest.

Foram 376 rótulos inscritos,

todos rótulos de expositores

do festival, tendo sido distribuídas

treze medalhas de Ouro

e uma de Platina, esta ultima

para o qual vai nosso destaque.

Essa premiação máxima

foi conquistada pela mineira

Antuérpia, com sua Nikita

Cherry Hickey, uma Russian

Imperial Stout com cereja e

lactose, que apresenta corpo

licoroso e espuma densa de coloração

marrom. A cerveja foi

desenvolvida em colaboração

pelo cervejeiro Giancarlo Vital-

38


39


Gran Première - Quadrimestre Premiado

le e pelo chef Ronaldo Rossi.

Merecem destaque também as

cervejarias Overhop, do RJ, e

Bodebrown, do PR, cada uma

com duas Medalhas de Ouro.

A primeira recebeu com os rótulos

Aeternum (American Imperial

Stout) e Gravioh-LaLa

(Catharina Sour com graviola),

enquanto a segunda com

as versões Regina Sour Framboesa

(uma Berliner weisse)

e Cacau Ipa Wood Age (uma

American IPA).

Outro concurso internacional

de destaque nas últimas semanas

foi o South beer Cup,

considerado a “Taça Libertadores

das Cervejas Artesanais

e Especiais”. Em sua oitava

edição, o concurso, que reveza

como sedes tanto o Brasil

quanto a Argentina, ocorreu

em Belém, no PA, paralelamente

ao 3º Festival Amazônico

de Cerveja.

A cerveja considerada a “Melhor

da Mostra” (Best of Show)

foi a Carvoeira, da Lohn Bier,

de Lauro Müller, SC. Vale lembrar

que essa cerveja também

recebeu medalhas no World

Beer Awards 2018 e em outros

concursos recentes.

O South também elege a “Cervejaria

do Ano” pela quantidade

de medalhas recebidas

e respectivas pontuações. Em

2018, a Cervejaria Bohemia

foi eleita a melhor. Ela rece-

beu, somente nesse concurso:

– Categoria Strong Ale: Medalha

de Ouro para a Bohemia

Reserva, e Medalha de Prata

para a Bohemia Old Ale;

– Categoria English Pale Ale:

Medalha de Prata para a Bohemia

838 Pale Ale Classic;

– Categoria Bock: Medalha de

Bronze para a Bohemia Doppelbock.

E quando cruzamos as informações

com os outros concursos

recentes, a Bohemia ultrapassa

duas dezenas de versões

premiadas. Dessa forma, a

aposta da empresa em novidades

tem sido muito bem recebida

no mercado.

Além dos concursos citados

anteriormente (World Beer

Awards, South Beer Cup,

e Mondial de La Bière Rio)

aproveitamos para trazer na

listagem outros concursos

excepcionais e que tiveram a

participação de empresas brasileiras

no pódio:

- International Beer Challenge

2018: realizado anualmente

em Londres, Reino Unido,

40


Gran Première - Quadrimestre Premiado

é um concurso que premia e

promove excelentes cervejas

de todo o mundo. Este ano,

o Brasil conquistou 85 medalhas.

- World Beer Cup: importante

concurso de degustação

anual realizado nos EUA, que

teve neste anos mais de 8.200

cervejas inscritas, vindas de

2.500 cervejarias, de 66 países.

- Australian International Beer

Awards: neste ano quase 50

cervejas brasileiras foram premiada.

Nunca tantas cervejas

brasileiras haviam conquistado

medalha em uma mesma

edição da competição, uma

das mais respeitadas do calendário

internacional.

- World Beer Challenge: realizado

anualmente em Portugal

em sua oitava edição, teve mais

de 654 cervejas de diversos países

participantes, das quais

apenas 108 medalhistas.

- Mondial de La Bière SP: realizado

pela primeira vez em São

Paulo, o evento reuniu mais

de 600 rótulos de 83 cervejarias

presentes.

Apuradas e cruzadas as informações,

segue a lista de cervejarias

e seus rótulos premiados

para você pesquisar, conhecer,

degustar e incluir as melhores

cervejas do País na carta

do seu empreendimento. São

mais de 100 empresas!

1) 5 Elementos (CE)

DESTAQUE – Coffee and Pancake

Brunch: Medalha de Prata

na Categoria Speciality Beer

no South Beer Cup;

– Abyssal Coffee Edition: Medalha

de Bronze na Categoria

Coffee and Chocolate Beer no

South Beer Cup;

– Abyssal Coconut Edition:

Medalha de Bronze na Categoria

Spice/Herb/Vegetable Beer

no South Beer Cup;

2) Albanos (MG)

DESTAQUE – Bohemian Pilsner:

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Brown Ale: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Pumpkin: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

3) Al Fero (SC)

DESTAQUE – Witbier: Melhor

do País na Categoria no World

Beer Awards; Campeã na Categoria

no World Beer Awards;

– Oatmeal Stout: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

4) Ambev (SP)

DESTAQUE – Skol Hops: Melhor

do País na Categoria no

World Beer Awards;

– Brahma Extra Weiss: Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Awards;

– Brahma Munich Dunkel: Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

5) Ampolis (RJ)

DESTAQUE – Antonio Carlis:

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Cacildis: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Forévis: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Biritis: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

6) Antídoto (SC)

DESTAQUE – Belgian Dubbel:

Medalha de Prata no Australian

International Beer Awards

– Stout Cherry & Pepper: Medalha

de Bronze no Australian

International Beer Awards;

Veja AQUI reportagem especial

sobre a empresa.

7) Antuérpia (MG)

DESTAQUE – Nikita Cherry

Hickey: Medalha de Platina no

Mondial de La Bière Rio;

– Kremilin Reserva: Medalha

de Ouro no Mondial de La Bière

SP;

8) Backer (MG)

DESTAQUE – Fargo 46 Wee

Heavy: Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Awards;

– Reserva do Proprietário 2016:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Bronze no Australian

41


Gran Première - Quadrimestre Premiado

International Beer Awards;

– Las Mafiosas Corleone Imperial

Red IPA: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards;

– Três Lobos Bravo Imperial

Porter: Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Awards;

Medalha de Ouro no Mondial

de La Bière SP; Medalha

de Bronze no Australian International

Beer Awards;

– Cacau Bomb: Medalha de

Prata no Australian International

Beer Awards

– Cabral: Medalha de Bronze

no Australian International

Beer Awards;

9) Baden Baden (Heineken

do Brasil, SP)

DESTAQUE – Bock: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards; Campeão no Estilo

no World Beer Awards;

Medalha de Prata no Australian

International Beer Awards;

– Red Ale: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Weiss: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Medalha de Bronze no Australian

International Beer Awards;

– Witbier: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Chocolate: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– Stout Wood Aged: Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Prata no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– IPA Wood Aged: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards; Medalha de

Bronze no International Beer

Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Cristal: Medalha de Prata no

Australian International Beer

Awards

10) Baly Bier (SC)

DESTAQUE – IPA: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Pilsen: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

11) Bamberg (SP)

DESTAQUE – Moshpit Ale:

Medalha de Prata na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Prata no Australian

International Beer Awards;

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Altbier: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

42


Gran Première - Quadrimestre Premiado

– Mocobreja: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Rauchbier: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Electra: Medalha de Prata no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Schwarzbier: Medalha de

Bronze no Australian International

Beer Awards;

– Sepultura Ale: Medalha de

Prata no International Beer

Challenge 2018, do Reino

Unido;

12) Bierbaum (SC)

– Dunkel: Medalha de Prata na

Categoria Dark Lager no South

Beer Cup .

13) Bier Hoff (PR)

– Nigra: Medalha de Bronze na

Categoria Dark Lager no South

Beer Cup. A Bier Hoff também

foi uma das entrevistada

da Carta Premium.

14) Bierland (SC)

DESTAQUE – Vienna: Medalha

de Prata na Categoria no

World Beer Awards;

– Witbier: Medalha de Bronze

na Categoria Witbier no South

Beer Cup;

– Strong: Medalha de Prata na

Categoria Belgian Strong Ale

no South Beer Cup;

15) Black Princess (Grupo

Petrópolis, RJ)

– Doctor Weiss: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

16) Blauer Berg (SC)

– Blond: Medalha de Bronze

no Australian International

Beer Awards;

– Headspace: Medalha de

Bronze no Australian International

Beer Awards;

17) Blondine (SP)

DESTAQUE – Hop Damage:

Medalha de Ouro no Mondial

de La Bière SP

– Horny Pig: Medalha de Bronze

no Australian International

Beer Awards;

18) Blumenau (SC)

DESTAQUE – 1850 Barley

Wine: Medalha de Ouro no

Australian International Beer

Awards;

– Catharina Sour Maracujá:

Medalha de Bronze no Australian

International Beer Awards;

19) Bodebrown (PR)

– Regina Sour Framboesa: Medalha

de Ouro no Mondial de

La Bière Rio;

– Cacau Ipa Wood Age: Medalha

de Ouro no Mondial de La

Bière Rio;

20) Bohemia (Ambev, RJ)

DESTAQUE – 838 Pale Ale:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Campeã no Estilo no World

Beer Awards; Medalha de

Prata na Categoria English

Pale Ale no South Beer Cup;

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha de

Prata no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Cervejaria do Ano no South

Beer Cup;

– Ananas: Medalha de Bronze

no International Beer

Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Reserva: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Campeã no Estilo

no World Beer Awards; Medalha

de Ouro na Categoria

Strong Ale no South Beer

Cup; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– 14 Weiss: Medalha de

Bronze na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Ouro na Categoria

no World Beer Challenge, de

Portugal; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Confraria: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Doppelbock: Medalha de

Bronze na Categoria no

43


Gran Première - Quadrimestre Premiado

World Beer Awards; Medalha

de Bronze na Categoria Bock

no South Beer Cup; Medalha

de Ouro no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Black: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Sour Guave: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Berliner Weisse com Melancia

e Capim Limão: Melhor

do País na Categoria no World

Beer Awards;

– Bauernfest: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Junina: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards;

– Session Ipa: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Wee Heavy: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Ouro no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Ouro no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Wee Heavy Barrel Aged: Medalha

de Bronze na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Challenge, de Portugal;

Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Old Ale: Medalha de Prata na

Categoria Strong Ale no South

Beer Cup; Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Prata no Australian International

Beer Awards;

– Aura Lager: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Prata no Australian

International Beer Awards;

Medalha de Ouro no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Wit Hibisco: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– American Barley Wine: Medalha

de Prata na Categoria

no World Beer Challenge, de

Portugal;

– Imperial Stout: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Challenge, de Portugal;

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Dubbel: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal;

– Saison: Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Heller Bock: Medalha de Prata

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

21) Botocudos (MG)

– Tribus: Medalha de Bronze

na Categoria American India

Pale Ale no South Beer Cup;

22) Bragantina (SP)

– Brown Ale: Medalha de Ouro

Na Categoria Amber/Brown

and Black Ale no South Beer

Cup

23) Brotas (SP)

DESTAQUE – APA: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Abadia: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

44


45


Gran Première - Quadrimestre Premiado

– Schwarzbier: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Pilsen: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Dry Stout: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

24) Brasserie 35 (RS)

– ZOZ #3 Golden: Medalha de

Bronze no World Beer Cup,

dos EUA;

25) Brewpoint (RJ)

– Lager: Medalha de Prata na

Categoria Light Lager no South

Beer Cup;

26) Búzios (RJ)

– Brigitte: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards;

– Ferradura: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards;

– Armação: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

27) Campinas (SP)

- Amber Ale: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Eldorado Punch IPA: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards;

– Andarilha Oatmeal Stout:

Medalha de Bronze na Categoria

no World Beer Awards;

A Campinas foi um dos destaques

em nossa especial Especial

Premiata, que traz as

empresas mais premiadas no

último ano.

28) Capapreta (MG)

DESTAQUE – English Pale Ale:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards; Campeã

da Categoria no World

Beer Awards;

– Melon Collie IPA: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Vintage Barley Wine: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards;

– Bourbon Mocha: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Pinã Colada: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards;

– Euphoria Juice IPA: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards;

29) Cervejaria Nacional (SP)

– Saravá: Medalha de Prata na

Categoria Strong Wood-Aged

Beer no South Beer Cup;

30) Cevada Pura (SP)

DESTAQUE – Irish Red Ale:

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– American IPA: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards;

– 2001: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Oatmeal Stout: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

31) Colina (PR)

– Puro Malte: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards

33) Colorado (Ambev, SP)

46


Gran Première - Quadrimestre Premiado

DESTAQUE: – Guanabara

Wood Aged: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière Rio; Medalha

de Prata na Categoria no

World Beer Challenge, de Portugal;

Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– 1998: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Challenge, de

Portugal; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Colorado & Van der Ale Spi-

xi Barley Wine: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards; Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Demoiselle: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Murica: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal;

– Cauim: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Indica: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

- Outback: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Terezinha – Coffee Oatmeal

Stout: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Summer Ale: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards; Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Appia: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Hop Lager: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;Medalha de Bronze no

47


Gran Première - Quadrimestre Premiado

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Ithaca: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Ithaca Wood Aged: Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Gabiru: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Magrão: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– ICI02: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Hainu: Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal;

– Cacau Sour: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Challenge, de Portugal;

– Cauim 016: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Challenge, de Portugal;

Medalha de Bronze no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Berliner: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal;

– Baltic Porter: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Challenge, de Portugal;

Medalha de Bronze no Australian

International Beer Awards;

– Nassau: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Scotch Ale: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal;

– Eugenia: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Challenge, de Portugal;

– Tripel: Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Challenge,

de Portugal;

– Oatmeal Stout: Medalha de

Bronze no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Ouro no International Beer

Challenge 2018, do Reino Unido;

– Colorado & Pratinha Oi,Zé!:

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Colorado & Virga – Agreste:

Medalha de Bronze no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Vixnu: Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

48


Gran Première - Quadrimestre Premiado

2018, do Reino Unido;

34) Cozalinda (SC)

– Pedras do Itaguaçu: Medalha

de Bronze na Categoria Sour

Ale no South Beer Cup;

35) Croma (SP)

– Waves: Medalha de Ouro na

Categoria Fruit Beer no South

Beer Cup;

36) Cruls (DF)

– American Pale Ale: Medalha

de Prata na Categoria Pale Ale

no South Beer Cup;

37) Dádiva (SP)

DESTAQUE – Point of View:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Platina no Mondial de

La Bière SP;

– Odonata Amburana: Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Awards;

– Quatre Blanc: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Brewer’s Cut: Medalha de

Ouro no Mondial de La Bière

Rio;

Premium Lager: Medalha de

Bronze na Categoria Light Lager

no South Beer Cup;

– Hearbeat: Medalha de Bronze

na Categoria Imperial India

Pale Ale no South Beer Cup;

38) Dama Bier (SP)

DESTAQUE – Reserva 8: Medalha

de Prata na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Ouro na Categoria

Strong Wood-Aged Beer Beer

no South Beer Cup; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

- IPA: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Eritrina: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Weiss: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– American Lager: Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Dedaleiro: Melhor do País

a Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Pilsen: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– Tupi: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Stout: Medalha de Ouro no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

39) Daoravida (SP)

DESTAQUE – {78}: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

– Duvida: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– {78} IPA: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Black Wine Rum: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

40) DeBron (PE)

DESTAQUE – Imperial Stout

Cacahuatl: Melhor do País na

Categoria no World Beer Awards;

Campeã Mundial no Estilo

49


Gran Première - Quadrimestre Premiado

no World Beer Awards; Medalha

de Ouro no Australian International

Beer Awards;

– Ibis Beer: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– Vienna Lager: Medalha de

Bronze no no Australian International

Beer Awards;

41) Doktor Brau (MG)

DESTAQUE: Endorphina: Medalha

de Ouro no Mondial de

La Bière SP; Medalha de Ouro

na Categoria Pale Ale no South

Beer Cup;

42) DosCaras (MG)

– California Common: Melhor

do País na Categoria no World

Beer Awards; Medalha de

Prata na Categoria Amber/

Brown and Black Ale no South

Beer Cup;

Confira REPORTAGEM especial

sobre a DosCaras.

43) Ekäut (PE)

– Hop Beat: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– IPA: Medalha de Prata na Categoria

no World Beer Awards;

Ekaut Coffee Stout- Coffee

Stout: Medalha de Prata na

Categoria no World Beer Awards;

– Extra Stout: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

Com diversas premiações nos

últimos concursos, a Ekäut foi

um dos destaques da nossa

edição Carta Premiata.

44) Eisenbahn (Heineken do

Brasil)

DESTAQUE – Weizenbock:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Weizenbier: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Lust Prestige: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– 5 Anos (Lager): Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Dunkel: Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

45) ES – Espírito Santo (ES)

DESTAQUE – Rauchbier: Medalha

de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Belgian Dubbel: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

– Vienna Lager: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Santo Red Al: Medalha de

Bronze na Categoria American

Ale no South Beer Cup;

– Imperial Stout: Medalha de

Prata na Categoria Imperial

Stout no South Beer Cup;

46) Farra (RJ)

– #2anos: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière Rio;

47) Formosa (PR)

– Little Bitch: Medalha de

Ouro na Categoria Light Lager

no South Beer Cup;

48) Fortuna (PR)

– Brauns Troika Bourbon

Wood Aged: Medalha de Bronze

na Categoria Strong Wood-

-Aged Beer no South Beer Cup;

50


51


Gran Première - Quadrimestre Premiado

49) Fürst (MG)

– Oktoberfest: Medalha de Prata

na Categoria Amber Lager

no South Beer Cup;

50) Gauden (PR)

– Bock: Medalha de Prata na

Categoria Bock no South Beer

Cup;

– Pagan Warriors Of Scotland:

Medalha de Ouro na Categoria

Scottish And Irish Ale no

South Beer Cup;

51) Germânia (SP)

DESTAQUE – Amazônia: Me-

dalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Black: Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– IPA: Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

52) Haenschbier (SP)

– Irish Red Ale: Medalha de

Ouro na Categoria Irish Red

Ale no South Beer Cup;

53) Hausen Bier (SP)

DESTAQUE – Dunkel: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Prata no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– IPA: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Bock: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Pilsen: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Keller: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Vienna: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze

no no Australian International

Beer Awards; Medalha de

Bronze no International Beer

Challenge 2018, do Reino Unido;

– H5: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière SP;

54) Hemmer (SC)

– Brown Ale Chocolate: Medalha

de Prata no Australian International

Beer Awards;

55) Hunruck (RS)

– Grodziskie: Medalha de Prata

na Categoria Sour Ale no South

Beer Cup;

56) Imigração (RS)

– Tripel: Medalha de Bronze na

Categoria Belgian Strong Ale

no South Beer Cup;

57) Itajahy (SC)

– Octoporter: Medalha de

Bronze no no Australian International

Beer Awards;

58) Kessbier (MT)

– Marzen: Medalha de Bronze

na Categoria Amber Lager no

South Beer Cup;

59) Kingbier (ES)

– IPA: Medalha de OUro na Categoria

English and Session

IPA no South Beer Cup;

– Belgian Mango Brut: Medalha

de Ouro na Categoria Experimental

no South Beer Cup;

60) Königs Bier (SC)

DESTAQUE – Catharina Sour

Maçã e Canela: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards; Medalha de

Ouro na Categoria Fruit Beer

no South Beer Cup; Medalha

de Ouro no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

52


Gran Première - Quadrimestre Premiado

– Weizen: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Rauchbier: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze na

Categoria Smoke/Wood-Aged

Beer no South Beer Cup; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Lager: Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

61) Kremer (SP)

– IPA: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière SP;

62) La Birra (RS)

– Australian Pale Ale: Medalha

de Ouro na Categoria American

Ale no South Beer Cup;

63) Leopoldina (RS)

DESTAQUE – IPA: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Weissbier: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– Tripel: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Witbier: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Session Pale Ale: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards;

– Quadrupel: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

64) Leuven (SP)

DESTAQUE – Witbier The Witch:

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Sour: Medalha de Prata na

Categoria no World Beer

Awards;

– Golden Ale King: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards;

– IPA Dragon: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

- Irish Red Ale Knight: Medalha

de Bronze no World Beer

Cup, dos EUA;

65) Linden (SC)

– Tatanka: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

66) Lohn Bier (SC)

DESTAQUE – Carvoeira: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Prata no World Beer Cup,

dos EUA; Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière SP; Best

of Show no South Beer Cup;

Medalha de Ouro na Categoria

Spice/Herb/Vegetable Beer

no South Beer Cup;

– Hop Lager: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– IPA Serra Do Rio Do Rastro:

Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Barley Wine: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Quadruppel: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Weiss: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Catharina Sour Cafe: Medalha

de Bronze na Categoria no

World Beer Awards;

– Carvoeira Cafe: Medalha de

53


Gran Première - Quadrimestre Premiado

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Pilsen: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Carvoeira Pimenta: Medalha

de Prata na Categoria no

World Beer Awards;

– Urbana Biorta Gose Salicornia:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Breta: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

Campeã no Estilo no no World

Beer Awards;

– Viena: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

– Carvoeira Wood Aged: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards;

67) Los Compadres (SP)

– Grodzilla Imperial Grodziskie:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

68) Mafiosa (SP)

– Consiglieri: Medalha de Ouro

na Categoria Imperial India

Pale Ale no South Beer Cup;

69) Maniacs (PR)

– Coffee Stout or Porter: Medalha

de Prata na Categoria

Coffee and Chocolate Beer no

South Beer Cup;

70) Matissê (RJ)

– Saboya: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière Rio;

71) Mestre-Cervejeiro.com (SP)

– Amarillo Weisse: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

– Tripel Wood Aged: Melhor de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

72) Mea Culpa (SP)

– Humildade: Medalha de Prata

na Categoria English and

Session IPA no South Beer

Cup;

73) Mistura Clássica (RJ)

– Catharina Sour Goiaba: Medalha

de Ouro no Mondial de

La Bière Rio;

74) Monka Brewing Co.(MG)

– Monkey Business Export

Stout: Medalha de Bronze na

Categoria no World Beer Awards;

75) Moocabier (RS)

– Guarani: Medalha de Prata

na Categoria German Wheat

Beer no South Beer Cup;

76) Motim (RJ)

DESTAQUE – Motim Dunhlinn:

Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Awards;

– Canudos: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– QI: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Folklore Pils: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Hell De Janeiro: Medalha de

Prata na Categoria no World

Beer Awards;

77) Overhop (RJ)

– Aeternum: Medalha de Ouro

no Mondial de La Bière Rio;

– Gravioh-LaLa: Medalha de

54


Gran Première - Quadrimestre Premiado

Ouro no Mondial de La Bière Rio;

78) Paulistânia (SP)

– Marco Zero: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria Pilsner no South

Beer Cup;

– Ipiranga: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

79) Petra (Grupo Petrópolis, RJ)

– Bock: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

– Petra Stark Bier: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

80) Pratinha (SP)

DESTAQUE – Capricó: Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido; Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Conclave: Medalha de Prata

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Porter Porteira & Portão: Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Birudô Witbier: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Culotte de la Duchesse Red

Flanders: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Darkmoon Stout: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

81) Prosa (MS)

– Ipê: Medalha de Bronze na

Categoria Light Hybrid Beer

no South Beer Cup;

82) Redcor (SC)

– Ryequeoparta: Medalha de

Bronze no Australian International

Beer Awards

83) Röter (RJ)

– Sour Ale: Medalha de Ouro

no Mondial de La Bière Rio;

84) Ruiz (SP)

– Sesh IPA: Medalha de Bronze

na Categoria no World Beer

Awards;

85) Sambaqui (SC)

– Brigitte Blondô: Medalha de

Bronze na Categoria Belgian And

French Ale no South Beer Cup;

– Maria da Lenha: Medalha de

Prata na Categoria Smoke/

Wood-Aged Beer no South

Beer Cup;

86) Satélite (SP)

– MelonSat: Medalha de Ouro

no Mondial de La Bière SP;

– Cryosat: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière SP;

87) Schin (Heineken do Brasil,

SP)

– Schin: Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards;

88) SP 330 (SP)

– Start Me UP: Medalha de Ouro

na Categoria Coffee and Chocolate

Beer no South Beer Cup;

89) Suburbana (RJ)

– Treta: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière Rio;

90) SUD (RS)

– Barley Wine: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Tripel: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

91) Suméria (SP)

– Grodzilla Imperial Grodziskie:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

92) Sunset Brew (SC)

– Madame Tatá: Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

– Imperial Black Rhino: Medalha

de Ouro na Categoria no

World Beer Awards;

– Salty J-Bay: Medalha de

Ouro na Categoria Sour Ale

no South Beer Cup;

93) Swamp (PR)

– Anthea IPA: Medalha de Prata

na Categoria American India

Pale Ale no South Beer Cup

94) Synergy (SP)

– Half Blind Peach Gose: Medalha

de Ouro no Mondial de

La Bière SP;

95) Verace (MG)

– Oroboro: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

– Alegria NR-9: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

96) Vinil (MG)

– 78 rpm: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

55


Gran Première - Quadrimestre Premiado

na Categoria Imperial Stout

no South Beer Cup;

102) Unika (SC)

– Australian Juicy IPA: Medalha

de Prata na Categoria

American Ale no South Beer

Cup;

– Reptilia: Medalha de Prata

na Categoria English and Session

IPA no South Beer Cup;

103) Urbana (SP)

– Treta: Medalha de Ouro no

Mondial de La Bière Rio;

97) Votus (SP)

DESTAQUE – 003 (Lager): Medalha

de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– 001 (IPA): Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– 004 (Brown Ale): Melhor do

País na Categoria no World

Beer Awards;

– 008 (Fruit & Vegetable): Medalha

de Bronze na Categoria

no World Beer Awards;

– 010 (Lager): Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– 013 (Lager): Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards;

98) Templária (GO)

– Amand Porter: Medalha de

Bronze na Categoria Porter no

South Beer Cup;

99) Thirsty Hawks (RJ)

– Ginga De La Boe: Medalha de

Ouro no Mondial de La Bière

Rio;

100) Troia (SC)

– Helena: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards;

101) Tupiniquim (RS)

– Pecan Imperial Stout: Medalha

de Ouro no World Beer

Cup, dos EUA; Medalha de

Prata na Categoria Spice/

Herb/Vegetable Beer no South

Beer Cup;

– Mandala: Medalha de Prata

104) Walfänger (SP)

DESTAQUE – Doppel Bock:

Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Ouro na Categoria

Bock no South Beer Cup;

– Altbier: Melhor do País na Categoria

no World Beer Awards;

– Schwarzbier: Medalha de

Bronze na Categoria no World

Beer Awards;

– Vennbahn Doppelsticke: Melhor

do País na Categoria no

World Beer Awards;

105) Wäls (MG)

DESTAQUE – Fruit Vintage:

Melhor do País na Categoria no

World Beer Awards; Campeã

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– 42: Medalha de Ouro na Categoria

no World Beer Awards;

– Dubbel: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Ouro na

Categoria Belgian Strong Ale

no South Beer Cup; Medalha

56


Gran Première - Quadrimestre Premiado

de Prata no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Quadruppel: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards;

– Trippel: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

Australian International Beer

Awards; Medalha de Bronze

no International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Witte: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata

no Australian International

Beer Awards; Medalha

de Prata no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Berliner: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards;

– Bohemian Pilsner: Medalha

de Prata na Categoria no

World Beer Awards;

– Doble Doble: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Everest Salt Caramel: Medalha

de Prata na Categoria no

World Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Verano: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards;

– Black Trippel Pepper’s: Medalha

de Bronze na Categoria

no World Beer Awards; Medalha

de Bronze no International

Beer Challenge 2018, do Reino

Unido;

– Gotlandsdricka: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Coconut RIS: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Niobium: Medalha de Ouro

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– X-Wäls: Melhor do País na

Categoria no World Beer

Awards;

- Session Citra: Melhor do País

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Session Haze: Medalha de

Ouro na Categoria no World

Beer Awards;

– Petroleum: Medalha de Prata

na Categoria no World Beer

Awards; Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Petroleum Barrel Aged Bourbon:

Medalha de Prata na Categoria

no World Beer Awards;

Medalha de Prata no International

Beer Challenge 2018,

do Reino Unido;

– Quadruppel Barrel Aged

Bourbon: Medalha de Ouro na

Categoria no World Beer Awards;

Medalha de Bronze no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Brut: Medalha de Ouro no

World Beer Cup, dos EUA;

Medalha de Ouro no International

Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Belgian Tart Baume: Medalha

de Bronze no Australian

International Beer

Awards;

– Elite B.A.: Medalha de

Bronze no Australian International

Beer Awards;

Medalha de Bronze no International

Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Session Haze Medalha

de Bronze no Australian

International Beer Awards;

Medalha de Prata no

International Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Hopcorn: Medalha de

Prata no International

Beer Challenge 2018, do

Reino Unido;

– Trippel: Medalha de

Bronze no International

Beer Challenge

2018, do Reino Unido;

– Siriwi: Medalha de Bronze

no International Beer

Challenge 2018, do Reino

Unido;

106) Wensky (PR)

– Baltic Porter: Medalha

de Ouro na Categoria Porter

no South Beer Cup;

– Drewna Piwa: Medalha

de Bronze na Categoria

Strong Ale no South Beer

Cup;

107) Wonderland (RJ)

– Gone Mad: Medalha de

Ouro no Mondial de La

Bière Rio.

57


Gran Première - Quadrimestre Premiado

BEST OF BY SCIENCE

As cachaçãs premiadas no Concurso Cachaça com Ciência 2018

Em sua segunda edição, o Concurso

Cachaça com Ciência, realizado

pelo Instituto Agronômico

(IAC), da Agência Paulista de Tecnologia

dos Agronegócios (Apta) de

Jaú, divulgou na primeira quinzena

do mês os vencedores da edição

2018.

Neste ano o concurso recebeu

mais de 75 amostras de 21 produtores

de seis diferentes Estados

(Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio

de Janeiro, Rio Grande do Sul e

São Paulo). Conheça a seguir os

premiados em cada categoria:

CACHAÇAS BRANCAS

1a. Colocada - Cachaça Madalena

Prata: a marca é personalizada,

produzida pelo Alambique e Adega

JP (de Itupeva, SP), para Cervejaria

Premium Paulista, produtora da

Cerveja Madalena, multipremiada

em diversos concursos, e pode ser

degustada em uma visita ao bar

que fica na fábrica, em Santo André,

SP. Na linha também estão a

versão Ouro e a Umburana. Mais

informações: https://www.cervejamadalena.com

2a. Colocada - Cachaça Mandaguay

Original: é produzida pela

centenária Fazenda Santana do

Mandaguahy, localizada em Jaú,

interior de São Paulo, que produz

cana de açúcar desde 1960, e pas-

58


59


Gran Première - Quadrimestre Premiado

sou a produzir cachaças de orma artesanal

desde 2004. A produção é feita

com fermento de milho e ingredientes

naturais que garantem a qualidade e o

sabor das cachaças Mandaguahy. Confira

a linha completa em http://www.

mandaguahy.com.br .

3a. Colocada - Cachaça Tiê Prata: A

linha de produtos inclui: a Tiê Prata,

Tiê Ouro e Tiê Canelinha. A primeira

não passa por envelhecimento, sendo

armazenada em dornas de inox. Extremamente

adequada para ser consumida

pura ou em coquetéis, tem sabores

doce, ácido e umami, forte personalidade

e graduação alcoólica de 42% vol.

Combina perfeitamente com petiscos,

caldos e frutos do mar. Informações em

www.cachacatie.com.br

CACHAÇAS ENVELHECIDAS

1a. Colocada - Japi Carvalho Americano:

produzida na cidade de Itupeva,

SP, pelo mesmo alambique que faz a

Cachaça Madalena e e também a premiada

marca Itupeva, essa cachaça passa por por 1

ano em barris de carvalho americano novos. O alambique

JP foi um dos destaques em nossa edição com

as bebidas mais premiadas dos últimos doze meses.

Veja toda a linha no site: http://www.sitioserradojapi.com.br/alambique

.

2a. Colocada - Wiba! Blend de Carvalhos: o alambique

tem sede em Torre de Pedra (SP). A Wiba! Blend

de Carvalhos é obtida a partir de barris de Carvalho

Americano novos, com níveis de tosta variando entre

1 e 4, que são os responsáveis pela cor, aroma e

sabor especial. As diferentes tostas dos tonéis trazem

a esta WIBA! notas amadeiradas, baunilhadas e

frutadas, facilmente percebidas quando degustada.

Veja toda a linha no site: http://www.cachacawiba.

com.br

3a. Colocada - Cachaça Fazenda Velha Ouro: de

Nova Odessa (SP). Informações: Estrada Municipal

Eduardo Karklis, 1677, Gleba B

Nova Odessa - SP - 13460-000 Telefones

(19) 3461-1445.

CACHAÇAS PREMIUM

- 1a. Colocada - Cachaça Catarina Única Single

Barrel: de Dracena, no interior paulista, próxima

à região de Araçatuba e Presidente Prudente,

essa cachaça é é fabricada artesanalmente

sem quaisquer tipos de aditivos. Recentemente

também recebeu a Medalha de Ouro no concurso

Spirits Selection, do Concours Mondial de Bruxelles.

É um produto aramzenado em barris de

60


Gran Première - Quadrimestre Premiado

carvalho americano de primeiro uso importados

dos EUA, desenvolvido como um single barrel,

ou seja, cada garrafa é envasada de um único

barril, não havendo misturas e barris, o que

proporciona uma experiência sensorial exclusiva.

Mais informações: http://www.cachacacatarina.com.br

.

- 2a. Colocada - Cachaça Mandaguay Castanheira:

Outra informações o site http://www.mandaguahy.com.br

3a. Colocada - Cachaça Vô Zé Amburana: é produzida

pelo Engenho Bessi, em Pederneiras, SP, que

também elabora e comercializa outros produtos artesanais

como licores e vinhos. Informações na página:

https://www.facebook.com/EngenhoBessi .

CACHAÇAS EXTRA PREMIUM

1a. Colocada - Cachaça Sebastiana Duas Barricas:

de Américo Brasiliense, SP, a Sebastiana é um colecionadora

de prêmios nacionais e internacionais. Foi

também um dos destaques na nossa edição especial de

bebidas medalhistas de Ouro. Detalhes de toda a linha

no site: http://www.cachacasebastiana.com.br/ .

2a. Colocada - Cachaça Campanari: com alambique

sediado em Monte Alegre

do Sul, SP, essa cachaça é produzida

desde 1932 a partir de

espécies raras de cana, e passa

por processo refinado de fermentação

em alambique de cobre. A

empresa também em outros produtos

em sua linha, como vinhos

e licores. Outras informações:

http://cachacacampanari.com.

br .

3a. Colocada - Cachaça Vecchio

Albano: de Torrinha (SP), também

premiada em 2018 no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição

Brasil, com medalha de Ouro

Duplo, foi também destaque em

reportagem exclusiva da Carta

Premium devido às últimas

medalhas recebidas. A Cachaça

Vecchio Albano é produzida pelo

químico americanense Miguel

Zoca e o alambique fica no Sítio

Primavera no Alto da Serra de

Torrinha, no interior paulista.

Com teor alcoólico 40%, a Extra

Premium possui buquê frutado

com notas marcantes de baunilha,

castanhas e madeira. Tem sabor

bem equilibrado com excelente estrutura,

corpo e elegância, deixan-

61


Gran Première - Quadrimestre Premiado

do na boca uma sensação aveludada e prolongada.

Outras informações na página da empresa

no Facebook: https://www.facebook.com/vecchioalbano

.

CACHAÇAS COM BLENDS ESPECIAIS

- 1a. Colocada: Cachaça Sebastiana: confira outras

informações na página da empresa no facebook,

https://www.facebook.com/pg/cachacasebastiana/

.

- 2a. Colocada - Wiba! Senses: lançada em 2018,

a Wiba! Senses é um lote restrito de apenas 897

unidades de uma cachaça resultante de um

blend de Carvalho Americano e Amburana envelhecido

por 3 anos. Também reebeu a Medalha

de Prata no Concurso Mundial de Bruxelas

2018. Acompanha outras informações na página

da empresa no facebook: https://

www.facebook.com/wibacachaca.

- 3a. Colocada- Cachaça do Anjo:

produzida em Santa Rita de Caldas

(MG), essa cachaça é resultado de

um blend de cachaças envelhecidas

em quatro tonéis de diferentes

Madeiras (Carvalho Americano,

Carvalho Europeu, Amburana e

Bálsamo). Este Blend foi o primeiro

trabalho produzido em parceria

com a Prosa Mineira Polo Arqdec,

uma entidade que tem por objetivo

criar um universo dinâmico e

harmônico onde lojistas, arquitetos,

engenheiros, decoradores e

paisagistas gravitam em torno das

mais modernas soluções para que

seus clientes possam morar bem.

Mais detalhes na página: https://

www.facebook.com/pg/cachacadoanjo

.

BRASIL: DESTAQUE NA

CHINA!

Em meio a mais de 100 concorrente

de 8 países, o Asia International

Spirits Competition

teve espírito brasileiro no pódio.

A Cachaça Tiê Canelinha

recebeu a Medalha de Ouro no

evento, destacando sua excelência

para os jurados internacionais.

Tanto que a empresa

foi considerada o “Produtor do

Ano” evento. A Tiê Canelinha é

a cachaça Tiê Ouro, que passa

18 meses em barris de carvalho

europeu, com mais 12 meses de

infusão com pau canela nesses

mesmos barris. No aroma ela

possui intenso de canela, especiarias

e gengibre. Conheça

mais sobre a Tiê no site: http://

www.cachacatie.com.br

Já a Guaaja Tiquira, um destilado

especial feito a partir da mandioca,

recebeu o troféu individual por

sua alta qualidade. Conheça mais

sobre o produto e a empresa no

link: http://www.guaajatiquira.

com .

62


63


Gran Première - Quadrimestre Premiado

ABRA SUA CARTA

Ótimas opções vinícolas brasileiras premiadas e indicadas nos melhores

concursos nacionais e internacionais

Das mais de 1.100 vinícolas brasileiras

atualmente em atividade,

quantas realmente estão presentes

nas cartas dos mais de 1 milhão

de bares e restaurantes existentes

no País segundo a Abrasel? E

um segundo destaque: segundo o

Ibravin as importações de vinhos

e espumantes saltaram de 50,9

milhões de litros em 2006 para

125,9 milhões de litros em 2017,

um crescimento de mais de 120%!

Será mesmo que valorizamos nosso

produto nacional? Será que grande

parte dessas importações só não foi

substituída por produtos locais e

nacionais por desconhecimento dos

empreendedores de gastronomia e

consumidores a respeito da excepcional

qualidade brasileira?

Foi pensando nisso que reunimos

as premiações do último quadrimestre

vinícola, tanto nacionais

quanto internacionais e selecionamos

nessas premiações algumas

empresas em destaque, de todas

as regiões do País.

Entre as premiações recém-divulgadas

está a Avaliação Nacional de

Vinhos Safra 2018, da qual participaram

49 empresas vinícolas, dos

Estados do RS, SC, BA, PR, SP e

MG. No total foram inscritas 344

amostras.

Organizada pela Associação Brasileira

de Enologia, a Avaliação 2018 contou

com a particapação de 120 enólogos.

De todos os vinhos avaliados, 16

foram destacados como os mais

representativos.

Entre eles está o Vinho Merlot

RAR, da Rasip Alimentos, de Vacaria

no RS, amostra 123, indicado

na Categoria Tinto Fino Seco,

Merlot. Na linha da empresa está

o RAR Collezione Merlot, obtido a

partir de uvas produzidas na região

de Campos de Cima da Serra,

RS. Harmoniza muito bem com

pratos como arroz carreteiro, carne

de panela, dobradinha, feijoada carioca,

macarrão ao ragu, arroz de

frango caipira, frango com quiabo,

baião de dois, codornas recheadas,

pernil de cordeiro ao vinho tinto

e alecrim, rodizio de massas, pizzas

clássicas e queijos maturados

de massa semi e dura. A completa

está disponível no site: http://

www.rarvinhos.com.br/ .

64


65


Gran Première - Quadrimestre Premiado

De Bento Gonçalves, RS, a Almaúnica,

que completa 10 anos

de fundação agora em 2018, foi

destaque na Categoria Tinto Seco

com o seu Cabernet Suvignon

(Amostra 99). Esse vinho, que permanece

18 meses em barricas de

carvalho 50% francês e 50% americano,

acompanha caças, pato,

carne de gado, javali, queijos maduros,

massas bem condimentadas,

ovelha churrasco e pratos

mais picantes. A Almaúnica elabora

vinhos e espumantes com o

máximo cuidado e dedicação, e foi

planejada para produzir garrafas

limitadas de cada vinho e assim

se tornar um conceito na elaboração

de vinhos finos e espumantes.

Saiba mais sobre a linha em:

http://www.almaunica.com.br .

Na Categoria Branco Fino Seco

Aromático, o Moscato Giallo da

Hortência Vinhos (Vinícola Giacomin),

Amostra 331, foi o destaque.

Produzido na Serra Gaúcha,

Acompanha pratos leves, carnes

brancas e de peixe e massas com

molho branco. A Giacomin Indústria

de Bebidas Ltda., produtora

dos vinhos, Hortencia foi um dos

destaques nesse ano também na

Grande Prova de Vinhos do Brasil.

Mais sobre os vinhos Hortência

em http://www.vinhoshortencia.com.br

.

Veja a seguir os outros destaques

da Avaliação Nacional de Vinhos

2018:

Categoria Vinho Base para Espumante

- Pinot Noir: Domno do Brasil,

Amostra 253

- Chardonnay/Pinot Noir: Vinícola

Geisse - Amostra 276

- Merlot/Petit Verdot/Cabernet

Sauvignon: Vinícola Galvão Bueno,

amostra 230

Categoria Branco Fino Seco Não

Aromático

- Riesling Renano: Vinícola Almadén,

Amostra 396;

- Chardonnay: Cooperativa Vinícola

Aurora, Amostra 377 e Cooperativa

Vinícola Garibaldi Amostra

367

Categoria Branco Fino Seco Aromático

- Sauvignin Blanc: Vinícola Família

Lemos de Almeida Amostra 357

Categoria Tinto Fino Seco Jovem

- Cabernet Franc: Vinícola Salton

Amostra 306

Categoria Tinto Fino Seco:

- Merlot: Vinícola Don Guerino

Amostra 167

- Cabernet Franc: Vinícola Valmarino,

Amostra 119

- Cabernet Sauvignon: Vinícola

Miolo Amostra 131.

- Tannat: Família Bebber Vinícola

Amostra 134 e Casa Valduga A

mostra 161

GRANDE PROVA VINHOS

DO BRASIL

Em sua sétima edição a Grande

66


Gran Première - Quadrimestre Premiado

Prova Vinhos do Brasil contou com

mais de vinte jurados que analisaram

869 concorrentes de 117 produtores,

de 8 Estados brasileiros,

pontuando-as para recebimentos

de medalhas. Idealizada e organizada

pelo Grupo Baco com o apoio

do Ibravin e Vinhos do Brasil, a lista

com os grandes vencedores da

edição da Grande Prova Vinhos

do Brasil e 3ª Grande Prova Sucos

de Uva 100% foi anunciada no finalzinho

de Setembro, em Bento

Gonçalves, durante a Wine South

América – Feira Internacional do

Vinho. Neste ano foram premiados

164 tintos. Já os espumantes

levaram 73 medalhas, enquanto

os brancos apenas 17. Para conquistar

uma Medalha de Ouro, o

vinho precisa atingir 88,5 pontos.

As amostras que pontuaram com

92 ou acima receberam o chamado

“duplo ouro”. O concurso utiliza o

critério da OIV (Organização Internacional

do Vinho e da Vinha) que

não premia mais que 30% dos rótulos.

Entre os destaques dessa edição

2018, podemos indicar o Duplo

Ouro recebido pela Casa Valduga,

com o seu RSV Brut 25 Meses, na

Categoria Espumante Brut Branco

Champenoise. O RSV Brut da

Valduga é é elaborado com 70%

Chardonnay e 30% Pinot Noir.

Um espumante de perlage fino,

com bouquet de frutas tropicais e

amêndoas, ele acompanha muito

bem carnes brancas, risotos à base

de frutos do mar e canapés. Mais

informações em https://loja.famigliavalduga.com.br/.

Outro campeão de categoria foi

o Espumante Valmarino Nature

2012, melhor na Categoria Extra-

-Brut, Nature Branco. Obtido a

partir de uvas próprias cultivadas

em Pinto Bandeira, dentro dos padrões

estabelecidos para a Indicação

de Procedência Pinto Bandeira,

harmoniza muito bem em entradas

com patês ou acompanhando

risotos e pratos à base de frutos

do mar e peixes, além de moqueca

de camarão, lasanha com molho a

bolonhesa, arroz de frutos do mar,

frango ao alho e óleo, picanha e

maminha grelhadas. Informações:

https://valmarino.com.br .

Veja a seguir a lista completa dos

campeões de cada categoria:

Espumante Brut Branco Champenoise

– Casa Valduga RSV Brut 25 Meses

2015

– Cave Geisse Brut Blanc de Noir

2015

Espumante Brut Branco Charmat

– Panizzon

– Aurora Saint Germain Brut

Espumante Brut Rosé Champenoise

– Cave Geisse Brut Rosé 2016

Espumante Brut Rosé Charmat

– Garibaldi Brut Rosé

Espumante Extra-Brut, Nature

Branco

– Valmarino Nature 2012

Espumante Prosecco/Glera

– Monte Paschoal Prosecco

Espumante Moscatel Branco Espumante

– Casa Perini Moscatel

Espumante Demi-Sec Branco

– Aurora Demi-Sec

Espumante Moscatel e Demi-Sec

Rosé

– Peterlongo Presence Demi-Sec

Branco Chardonnay

– Segredos da Adega Gran Reserva

Chardonnay 2015

– Valduga Gran Terroir Leopoldina

Chardonnay 2017

Branco Sauvignon Blanc

– Miolo Reserva Sauvignon Blanc

2018

Tintos Outras Castas

– Kranz Malbec 2010

67


Gran Première - Quadrimestre Premiado

Branco Riesling

– Miolo Single Vineyard Riesling

Johannisberg 2018

Branco Moscato

– Monte Paschoal Moscato Frisante

Branco de Outras Castas e Cortes

– Leone di Venezia Garganega 2017

Tinto Cabernet Sauvignon

– Fabian Reserva Cabernet Sauvignon

2005

Tinto Merlot

– Monte Paschoal Reserva Merlot

2013

– D’Alture Merlot 2012

Tinto Tannat

– Cordilheira de Sant’Anna Tannat 2007

Tinto Super Premium

– Miolo Lote 43 2012

Tinto Syrah

– Almaúnica Ultra Premium S8

Syrah 2016

Tinto Pinot Noir

– Bueno Wines Bellavista Estate

Pinot Noir 2014

Tintos Outras Castas

– Miolo Single Vineyard Touriga

Nacional 2017

Tinto Cabernet Franc

– Cave Boscato Cabernet Franc

2014 Vinícola Boscato

Tinto Marselan

– Viapiana Expressões Marselan

2013

Tintos Outras Castas

– Lidio Carraro Singular Teroldego 2011

Tinto Cortes

– Lidio Carraro Grande Vindima

Quorum 2008

Rosé

– Miolo Seleção Rosé 2018

Doces e Fortificados

Don Affonso Distinto Mistela

TOP10

A outra premiação foi o Top10 da

ViniBraExpo (VBE), evento realizado

no Rio de Janeiro e que contou

com a participação de mais de 50 vinícolas

de todas as regiões do País.

Às vésperas do evento, 40 jurados

de 6 países diferentes elegeram os

10 melhores vinhos do evento em

16 categorias. Entre as vinícolas

premiadas está a Vinhética, que na

verdade é um projeto um projeto

de vinhos franco-brasileiros únicos

do produtor Gaspar Desurmont. Ao

chegar no Brasil, em 2010, ele percorreu

todo o território nacional em

busca do melhor terroir para produ-

68


69


Gran Première - Quadrimestre Premiado

zir um vinho sustentável e o mais

natural possível. Ele encontrou 4

produtores pequenos na Campanha

Gaúcha que aceitaram fazer parte

desse projeto, cujo foco é qualidade,

sustentabilidade e responsabilidade

social. Atulamente os rótulos da

Vinhética provém de diferentes terroirs:

Serra Gaúcha (espumantes),

Campanha Gaúcha (tintos) e Santa

Catarina (Sauvignon Blanc). Mais

informações: http://www.vinhetica.

com e no Facebook https://www.facebook.com/pg/vinhetica

.

Vale também destacar a Livimport,

com o rótulo Vivatto Rosé Brut. A

Livimport é uma uma distribuidora

de bebidas que pesquisa e

acompanha as safras buscando

melhores produtos para o Brasil,

tendo em seu portfólico excelentes

vinícolas boutiques.

Esse espumante se destaca pelo

equilíbrio. Com colaração leve,

lembrando o salmão, traz aromas

muito finos de flores e frutas vermelhas.

É cremoso em boca e traz,

acidez vibrante, fresco. Informações

completas em http://www.

livimport.com.br .

Confira a lista completa abaixo:

Charmat Branco

– 1º Lugar: Aurora Procedências

Brut Chardonnay

Charmat Rosé

– 1º Lugar: Livimport Vivatto Rosé

Brut

Champenoise Branco

– 1º Lugar: Aurora Pinto Bandeira

Extra Brut NV

Champenoise Rosé

– 1º Lugar: Vinhetica Terroir ´Effervescence

Brut Rosé NV

Moscatel

– 1º Lugar: Aurora Moscatel NV

Espumante – Absoluto

– 1º Lugar Aurora Pinto Bandeira

Extra Brut NV

Sauvignon Blanc

– 1º Lugar Villaggio Bassetti Sauvignon

Blanc 2017

Chardonnay

– 1º Lugar Guaspari Chardonnay

Vista do Lago 2015

Branco – Absoluto

– 1º Lugar: Guaspari Chardonnay

Vista do Lago 2015

Rosé

– 1º Lugar Abreu Garcia Rosé Malbec

2017

Laranja

– 1º Lugar: Leone di Venezia Oro

Vechio 2017

Pinot Noir

– 1º Lugar: RAR Collezione Pinot

Noir 2015, Campos de Cima

Merlot

– 1º Lugar Miolo Terroir 2015

Corte

– 1º Lugar: Leone di Venezia Pallazzo

Ducalle, São Joaquim-SC

Tinto – Absoluto

– 1º Lugar Suzin Cabernet Sauvignon

2012

Sobremesa

– 1º Lugar: Pericó Altitude Licoroso

Safra 2015

INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDOS

Também não podemos esquecer de

recentes concursos internacionais

onde a exceência brasileira também

foi destaque.

Um deles é o Muscats Du Monde,

70


Gran Première - Quadrimestre Premiado

realizado na França. Em sua 18a. edição, o eventou com

a paticipação de 212 amostras inscritas por 23 países,

que foram avaliadas por 55 degustadores.

E neste ano o Brasil recebeu três Medalhas de Prata,

para os rótulos:

- Brazilian Soul Moscato Branco, da Cooperativa Vinícola

Aurora;

- Peterlongo Espumante Moscatel Presence, da Vinícola

Armando Peterlongo, e

- Garibaldi Espumante Moscatel Rosé, da Cooperativa

Vinícola Garibaldi.

Saindo da Europa e indo para o outro lado do mundo,

a 21a. edição do Japan Wine Challenge também contou

com uma vinícola brasileira entre os destaques. Neste

ano foram mais de 1.400 bebidas participantes, provindas

de 30 diferentes países. A Casa Perini levou a Medalha

de Prata com o seu espumante Casa Perini Brut.

Com perlage fino e intenso e aromas que remetem à

pêras e maçã verde, esse espumante hamoniza muito

bem com saladas, queios, peixes, defumados e carnes

brancas. Confira a linha completa em: http://www.casaperini.com.br

.

Por fim vale citar ainda outro importantíssimo e tradicional

concurso, a 23a. edição do Catad’Or, que a abriu

o segundo semestre. O concurso é realizado desde 1995

na capital do Chile, o quarto maior exportador de vinhos

do mundo. Foram cerca de 670 amostras, sendo 150

produtores de 7 diferentes países, analisadas por 45 jurados

especialistas de 12 nacionalidades.

Entre as vinícolas brasileiras premiadas o destaque vai

para a Garibaldi, que recebeu a medalha Gran Oro, máxima

premiação, para o seu Moscatel. Elaborado a partir

das uvas Moscato Branco e Moscato Giallo, este espumante

traz nos aromas notas de melão, maçã verde,

flores brancas e um toque de mel. Combina com frutas

frescas, frutas em calda, sorvetes, bolos, canapés, queijos

e patês. Mais informações: http://www.vinicolagaribaldi.com.br

.

Confira a seguir a lista completa

Medalhistas de Ouro Brasileiras

- Cia. Brasileira de Distribuição: CDS Carmenere Gran

Reserva, CDS Sauvignon Blanc e CDS Carmenere;

- Vinicola Geisse: Cave Amadeu Rosé Brut e Cave Geisse

Extra Brut;

- Casa Valduga: Casa Valduga Gran Leopoldina Chardonnay

D.O.;

- Vinícola Aurora: Aurora Moscatel Branco

Além destes a Vinícola Salton levou a Medalha de Prata

com o seu Intenso Bubbles Moscato. Moscato .

71


Acontece

INTERAÇÃO PROFISSIONAL

Carta Premium e Prodrinks Consultoria iniciam série de

workshops para profissionais de bar e restaurante

Com o intuito de aproximar

todo o trade da área de bebidas

e gastronomia, desde agosto a

Carta Premium e a Prodrinks

Cursos e Treinamentos, uma

das principais escolas de formação

profissional na área de

bebidas da capital paulista, estão

promovendo encontros no

formato de workshops mensais

para profissionais de gastronomia

(bartenders, chefs, donos

de bar e restaurante, docentes

da área, maîtres, etc.) e a apreciadores

de bebidas premium e

artesanais.

Sob o título de “Compartilhan-

do Experiências de Sucesso” os

workshops seguem o formato de

Benchmarking, como cases de

sucesso e compartilhamento de

experiências. Os palestrantes

convidados são profissionais dos

mais premiados e renomados em

suas carreiras, a fim de compartilhar

histórias de sucesso e premiadas.

Em cada uma das oficinas

(treinamentos rápidos e focados

em dicas práticas), esses

workshops são sempre focados

em uma bebida específica, em

alta no mercado, de modo a que

os profissionais possam não só

conhecer mais sobre

a importância dela na

carta, mas também ter

exemplos de como trazer

maior faturamento

para o bar e ampliar a

satisfação dos clientes.

Em agosto, foi a vez do

workshop “Compartilhando

Experiências de

Sucesso com o Gim”,

que teve como palestrante

Stephanie Marinkovic,

vencedora no Brasil

do Jameson Bartenders’

Ball 2018 e co-proprietária

do Espaço 13, também

premiado como a

Melhor Carta de Bebidas

2018 pela Prazeres da

Mesa.

Já em Outubro foi a vez

do “Cervejas Especiais:

Compartilhando Experiências

de Sucesso”, que

recebeu como paletante

Rodrigo Sawamura foi

eleito o terceiro melhor

beer sommelier do mundo

no Beer Sommeliers

World Cup, realizado em

2017 em Munique, na

Alemanha.

Confira a seguir mais sobre

as empresas participantes

do I Workshop. Na

próxima edição traremos

em destaque as empresas

da segunda edição.

72


Acontece

ATUALIZE SEU BAR E SEUS

CONHECIMENTOS

Participantes do I Workshop Oficina Pro

“Compartilhando Experiências de Sucesso”

Águas Prata: a empresa,

que neste ano lançou sua linha

tônicas e mixers premium, voltada

ao público profissional e amantes

da coquetelaria, já teve seus produtos

eleitos no World Gin Day

como o melhores do País na categoria

em um teste às cegas com

5 especialistas. A nova linha da

Águas Prata abrange os seguintes

produtos: Tônica, Tônica Zero (sem

açúcar), Citrus e Club Soda, e podem

ser encontrados em garrafas

ergonômicas de vidro de 200 ml,

ou seja, trazendo maior segurança

e na medida certa para o preparo

dos mais variados drinques, de forma

também a evitar o desperdício.

Informações: http://www.pratapremiummixers.com.br/

73


Acontece

Cachaça Tiê: Medalha de Bronze

no San Francisco World Spirits Competition

2018, dos EUA, Medalha de Prata no

Berlin International Spirits Competition

2018, da Alemanha, e Medalha de Ouro

no Melbourne International Spirits Competition,

da Austrália, a Tiê é também

outra colecionadora de medalhas graças

à sua altíssima qualidade. O nome da

cachaça Tiê faz referência a um pássaro

comum na região onde a cachaça é produzida,

no município de Aiuruoca, MG.

Está disponível nas versões Prata, que não

passa por envelhecimento, sendo armazenada

em dornas de inox, extremamente

adequada para ser consumida pura ou em

coquetéis, e que combina perfeitamente

com petiscos, caldos e frutos do mar; e

Ouro, que atende ao público que aprecia

o consumo do destilado amadeirado puro.

Leve e aveludada, essa última passa por

envelhecimento em tonéis de carvalho,

Outro destaque da empresa é a Tiê Canelinha,

versão especial da Ouro que passa

18 meses em barris de carvalho europeu,

com mais 12 meses de infusão com pau

canela nesses mesmos barris. Ela possui

uma coloração amarelo dourada. No aroma

ela possui intenso de canela, especiarias

e gengibre. Mais informações: http://

www.cachacatie.com.br .

Prodrinks: é uma das escolas de referência

em coquetelaria na capital paulista, com 6

anos de existência e que tem programas de formação

bem práticos e rápidos na área. No time

de docentes está por exemplo o próprio diretor,

Zeca Meirelles, engenheiro, chef e mixólogo,

formado pela WSET Spirits e Professional Bartenders

School, um dos precursores da mixologia

progressiva no Brasil. Entre os cursos de

destaque na instituição está o de Mixologia e

Produção de Ingredientes, Formação de Bartender

1 – Coquetelaria Clássica, Formação de

Bartender 2 – Coquetelaria Contemporânea, e

Sommelier de Cachaça. Veja a programação de

cursos em: https://prodrinks.com.br .

74


Acontece

Gim Torquay: de São

Roque, SP, esse gim foi eleito

em 2017 o Segundo Melhor do

Mercado na Prova de Degustação

do Jornal O Estado de

S. Paulo. Fornecido em garrafas

de 750 ml e com teor alcoólico

de 45%, o Torquay é um

gim de aromas simples, mas

equilibrados e que surpreende

na degustação. Sua base é

um álcool de cereais (cevada e

arroz) resultante da destilação

fracionada em alambiques de

cobre. A essa matéria-prima

são adicionadas bagas de zimbro,

cascas de limão siciliano

e uma mistura especial

secreta de botânicos. Para

finalizar, a bebida é filtrada e

armazenada em tanques por

um período de quinze dias,

para que os sabores e aromas

secundários se desenvolvam.

Informações detalhadas em

www.stoliskoff.com.br/

Jungle Gin primeiro

brasileiro premiado internacionalmente,

com Medalha

de Prata no Spirits Selection

2017 do Concours Mondial de

Bruxelles, esse gim também

recebeu a Medalha de Ouro

Duplo no Concurso Mundial de

Bruxelas Edição Brasil 2018.

E mais: recentemente ratificou

suas conquistas com a Medalha

de Ouro na Edição 2018

do Spirits Selection. Produzido

em parceria com a premiada

destilaria mineira Quinta das

Castanheiras, esse gim combina

botânicos altamente selecionados

às águas cristalinas

de nascentes intocadas, nos

tradicionais alambiques de

cobre da região. É elaborado

apenas em pequenos lotes e

cada garrafa numerada pelas

mãos de seus criadores. Conheça

mais em https://www.

junglegin.com.br .

75


Acontece

Loki Dry Gin: Medalha de

Prata no San Francisco World Spirits

Competition 2018, dos EUA, ,

do qual participaram mais de 2.200

marcas inscritas de todos os continentes.

Neste mesmo concurso os

famosos Martin Miller’s e o The Botanist

também receberam a Medalha

de Prata, ressaltando a qualidade

de excelência do Loki, que concorre

lado a lado com os internacionais.

Para especialistas esse concurso é

considerado o “Grammy dos Destilados”.

Tem uma receita exclusiva,

comum aos ótimos gins dessa nova

geração. Além dos botânicos tradicionais,

como zimbro, sementes de

coentro e cardamomo, ele combina

influências das escolas Americana

e Modern London para criar um

perfil leve e refrescante. Traz ainda

a infusão de folhas de manga e alfazema

azul, resultando em um gin

balanceado, levemente cítrico, com

aroma e sabor únicos. Mais informações:

https://www.lokigin.com.

br/; Instagram @lokidrygin

Minna Marie: Medalha

de Grande Ouro no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição

Brasil 2018. O produto é um

dos destaques da Microdestilaria

Hof, de Serra Negra, São

Paulo, e está disponível em

duas versões versões: o Minna

Marie London Dry, um gim

cristal, tradicional, e o Minna

Marie Oak Aged, descansado

por algumas semanas em

barricas de carvalho. Ambos

apresentam uma receita exclusiva

envolvendo 15 botânicos,

além das bagas de zimbro e

sementes de coentro. Com 44%

de teor alcoólico, são comercializados

em embalagens de 750

ml e 375 ml. Mais informações:

http://www.microdestilariahof.

com.br .

76


Acontece

Água de Arcanjo:

produto tipo exportação, foi

Medalha de Prata no Spirits

Selection 2017, da Bélgica, e

agora em 2018 foi considerada

o 4o. Melhor Destilado 2018

na avaliação realizada no Rum

Love Festival, realizado na Polônia.

Produzidas artesanalmente

em Maquiné, no RS, sem o uso

de agrotóxicos no cultivo da

cana na degustação, as versões

(Silver e Golden) da Arcanjo

despertam a atenção por oferecer

uma experiência única, que

ultrapassa o sabor característico

da cachaça e proporciona

um toque suave ao gosto da

bebida, o que agrada os paladares

mais exigentes. Com toque

bem suave ao paladar, a Água

de Arcanjo é obtida através de

um processo de destilação fracionada.

No caso da Ouro, ela

passa por posteriormente por

um envelhecimento em barris

de carvalho por dois anos, adquirindo

um sabor amadeirado

e que remete à baunilha e uma

coloração bem atrativa, tal qual

excepcionais destilados de renome

internacional. Saiba mais

em: http://aguadearcanjo.com.

br/checar-idade/

77


Etiqueta

VISÃO PROFISSIONAL

Conversamos com profissinais presentes em nosso primeiro

workshop para desvendar um pouco da área vista por dentro

“O Workshop foi muito interessante

para conhecer mais a respeito

dos gins nacionais, sobretudo

aqueles que estão sendo lançados

no mercado agora. A parte de experiência

sensorial com os botânicos

in natura também agregou

muito à minha formação. Hoje

em dia percebo algumas tendências

fortes, que apontam para

a sustentabilidade e consumo

consciente, além da preocupação

cada vez maior com insumos

de qualidade (gelo, bebidas, ingredientes,

etc), produções artesanais

e cardápios sazonais. É

sempre bom aprender, sobretudo

a respeito de uma bebida que

está alavancando a coquetelaria

nacional. O gim Minna Marie

definitivamente chamou minha

atenção, suas notas aromáticas

e de sabor são bastante peculiares

e a qualidade do álcool é surpreendente.

Para que a área se

desenvolva melhor é importante

uma integração cada vez maior

da comunidade de bartenders,

profissionais de A&B, produtores,

químicos, publicitários,

gestores, empreendedores, etc.,

através de eventos como o que

foi realizado”.

Por Victor Rabello Didier, medalhista

de Bronze em 2018 no

Concurso de Caipirinhas realizado

pelo Mercadão de São Paulo,

bartender formado pelo Senac.

Victor na premiação do Concurso de Caipirinhas no Mercado Municipal de São Paulo

78


Etiqueta

“Achei uma ótima oportunidade para

poder tirar o preconceito que temos

em relação ao nacional. Tive uma

grata surpresa em relação a todas as

marcas que provei, com certeza posso

consumir e recomendar tais produtos

com tranquilidade. O que me

levou a fazer o workshop foi a oportunidade

de conhecer tais marcas, e

das marcas presentes fico com Loki

e Minna Marie (ambas são incríveis).

Em relação as tônicas, toda a linha

da Prata é excelente. Já as cachaças, eu gostei mais da Água

de Arcanjo. Lendo alguns artigos e conversando com alguns

profissionais de bar, percebemos sim que as pessoas estão

dispostas e abertas a consumir coisas novas. Nota-se um

movimento de drinques clássicos voltando a serem consumidos,

GT e Negroni por exemplo. Claro que tudo vai depender

do perfil desse público (classe/faixa etária) e também o tipo

de local que frequenta. Que os profissionais da área não parem

de estudar, reciclar, aperfeiçoar e deem mais valor as

produções nacionais e artesanais!”

Por Marcelo Monteiro, publicitário, bartender por formação,

apreciador de bebidas finas e entusiasta por coquetelaria

79


Etiqueta

“No meu caso, apaixonado

por cachaça que sou, fui

para ver as harmonizações

e conceitos sobre os coquetéis

com cachaça, embora,

o gim Loki eu ainda não

havia tido contato direto

e o prazer de degustar. No

evento, pude enfim experimentar.

Os premium mixers

da Prata me despertaram

a curiosidade técnica,

pois, apesar de já consumir

o produto, digamos que, ‘ele

nunca me foi apresentado’,

e assim pude conhecer um

pouco mais a fundo sua

composição e posicionamento.

A abordagem sobre

sustentabilidade e aproveitamento

macro de insumos

agregou e muito na minha

visão profissional e de gestor.

Sempre me coloco a

pensar em utilizar ao máximo

mas sempre ficava entre

60 a 80% de aproveitamento

máximo de insumos. Ver

algo em prática que consiga

utilizar 100% do insumo foi

extremamente enriquecedor.

Acho que vivemos em

um momento que grandes

marcas nacionais estão

chegando com tanta força

no mercado que seria legal

uma discussão sobre as bebidas

nacionais, cachaça,

gim, rum, vodca, licores. E

para os profissionais é importante

estudo constante,

aprimoramento do serviço

já existente e visão futura”.

Por Bruno Campos, bartender,

consultor sobre

bebidas finas e drinques,

e docente no Instituto

Gastronõmico das Américas

(IGA)

80


Etiqueta

“Estou no mercado gastronômico

e hoteleiro há mais de 21 anos,

sou formado em Gestão de Eventos

(FMU) com inúmeros cursos de

A&B e gestão. Gostei bastante de

conhecer novos produtores de gim

nacional, e ver o alto nível de qualidade

desses produtos e seu futuro e

o melhor o potencial dos novos profissionais,

gourmets e empresários.

Sobre o workshop, também foi bom

pelo conhecimento técnico, e as experiências

durante a degustação, e

as diferenças florais, especiarias,

herbal e cítrico durante o evento.

Vejo no mercado grandes mudança,

principalmente pelas pequenas,

médias empresas que buscam valor

e alta qualidade, no brand junto

ao mercado. Os clientes em geral,

acompanham as tendências e

moda, mas necessitam sempre serem

apresentado a novos produtos

de preferência de qualidade e revistar

clássicos coquetéis, por exemplo

nossa Caipirinha com cachaça de

qualidade, Dry Martini, Manhattan

com vermute Put e Mes e as outras

combinações de destilados, fermentadas

e espumantes nacionais

de qualidade. O consumidor ainda

compra pelo fator de marca, porém

está mudando nos últimos anos,

mesmo na população de diferentes

classes sociais e econômica.

Durante o workshop, na degustação,

gostei bastante do Loki, do

Minna Marie, e do Jungle pelos aromas

inovadores e criativos, os demais

Gins, pelas similaridade com

London Dry. Quanto às cachaças,

a Água de Arcanjo foi a que mais

gostei. Gostaria de participar de outros

workshops, em primeiro lugar

sobre a Cachaça e o seu enorme

potencial a ser explorado. Em segundo

sobre vinho ou espumante

de qualidade nacional, mostrando

conhecimento do terroir, tipos de

uvas, manipulação, armazenamento,

guarda, conferência, e todos os

cuidados do serviço de mesa. dicas

de copos, taças, utensílios e harmonizações.

É importante destacar às

empresas produtoras que se tem

um enorme mercado, entretando

elas necessitam investir e apresentar

para esse públicos profssionais,

por exemplo, a evolução nacional

dos gins, da cachaça e das cervejas

artesanais. Também é igualmente

importante a valorização da coquetelaria

pelos jovens”.

Por Francisco Feitosa, diretor da FFAS

Eventos e Nergócios, profissional do

mercado gastronômico e hoteleiro há

mais de 21 anos, formado em Gestão

de Eventos pela FMU, com inúmeros

cursos de A&B e gestão.

À esquerda, o gestor de eventos Francisco Feitosa

81


Etiqueta

“Como o Gin Tônica é um coquetel

que vende muito, consequentemente

é o destilado mais usado

na maioria dos bares, sempre procuro

saber quais gins estáo sendo

lançados, as novidades nacionais

ou de outros países.

Me interessei pelo workshop para

entender como os produtores nacionais

se inserem nesse nicho, se

a produção é controlada e não caseira,

se existem estratégias para

concorrer com os tradicionais gins

ingleses, tanto em vendas, preço e

qualidade. Também, se existe controle

de qualidade na produção.

De todos apresentandos, o que

mais gostei foi o Minna Marie, na

minha opinião o mais equilibrado

de todos. Fiquei curiosa para testar

em coquetéis clássicos.

Mas para compra final, sempre

considero se o valor do produto

é equiparável a um gim inglês de

qualidade similar.

Infelizmente não provei as cachaças.

A Tiê provei outra ocasião e

achei na média. Entretanto, eu

vejo o mercado saturado com

lançamentos de gins nacionais.

No meu bar, tanto nos bares

de amigos, o G&T no copo balão

(sirvo em highball) ainda é o

campeão dos pedidos.

Não acredito que os consumidores

já estão conscientes em

escolher pela qualidade ou diferencial.

A grande maioria não

conhece mais de duas marcas de

gin ingleses, nacionais praticamente

não conhecem e só se interessam

se o bartender oferecer

e for mais barato. Tenho observado

que querem exibir familiaridade

com coquetelatia afirmando

que amam gim com tônica, mas

nem conhecem e não se interessam

por outros coquetéis feitos

com gin. Sugiro para o próximo

workshop que seja a respeito de

cachaças artesanais e desenvolvimento

de coquetéis feitos com

cachaça, que estimulem a venda

e quebrem preconceitos dos que

acham que o destilado não tem

qualidade e nenhuma apelo.

Que é bebida dos menos abastados,

bebida de pinguço. Gins e

Gim & Tônica estão movimentando

o mercado e alavancando vendas.

Claro que isso é ótimo, mas já não

está na hora de procurarmos a

nova tendência?

Sempre seguiremos tendências de

coquetéis simples, sem complexidade?

Na Itália, as variações de Spritz

são tomadas informalmente, de

manhã ou de tarde, por pessoas

de idades e perfis diferentes. Aqui

toma-se “Aperol”, como ficou conhecido

o Spritz, na minha opinião

de um modo equivocado, fazendo

posse, como se estivesse com uma

taça de Champagne.

É muito válido o movimento que o

G&T faz na área. Mas será que não

devemos também procurar raízes

nacionais?

Quem sabe um dia o Brasil será o

lançador e não o seguidor de tendências

da coqueteleria.

E hipoteticamente falando, eu tomaria

uma boa caipirinha de limão

Tahiti com caju, num bar descolado,

por aí no mundo. Já para os

profissionais da área, indico as seguintes

dicas:

- que as equipes que trabalham

nos bares recebam o treinamento

devido das marcas atuantes do

mercado, que aprendam o que estão

manipulando e vendendo;

- que a qualidade dos produtos nacionais

artesanais seja controlada;

- que os bartenders tenham mais

comprometimento com o cliente,

conhecimento de vendas e do mercado

internacional;

- que existam mais plataformas,

revistas especializadas em bebidas

e informações para pesquisa em

português.

Edições, livros, materias importantes

nem sempre estão disponíveis

em inglês.

- que se conversa sobre o alto percentual

de alcoolismo dentro do

bar, que compromete o equilíbrio

de vendas e deteriora a saúde do

profissional.”

Por, Suemi Uemura, mixologista, empreendedora,

ex-sócia do Clube V.U.

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Etiqueta

ALQUIMIA

BRASILEIRA

“São os profissionais que têm essa missão

de disseminar a cultura de uma bebida

brasileira de qualidade”

Conversamos com Aline Bortoletto,

mestre e doutora pela USP

em Qualidade de Bebidas, uma

das principais pesquisadoras

e especiaistas na área no País,

especializada em compostos de

aromas, envelhecimento, análise

sensorial, entre outros temas

Carta Premium: Um pouco sobre

você e formação ...

Aline Bortoletto: Sou Cientista

de Alimentos formada pela

Esalq-USP. Comecei a trabalhar

com bebidas após uma

temporada na França, onde

cursei parte da faculdade. Foi

lá que trabalhei com vinhos,

destilados processos de envelhecimento

e análise sensorial.

Depois voltei ao Brasil fiz Mestrado

e Doutorado na área de

bebidas destiladas, em especial

cachaça. Atualmente sou pesquisadora

do Laboratório de

Tecnologia e Qualidade de Bebidas

da Esalq.

Carta Premium: Aproveitando...

quais os projetos de destaque

estão em andamento no Laboratório

e dos quais você participa?

Aline Bortoletto: Hoje, os principais

projetos, os principais trabalhos

que temos por aqui são

ligados à cachaça. Isto porque a

gente trabalha com a bebida por

aqui há mais de 100 anos! O departamento

é bem antigo, então

já passaram vários professores

que desenvolveram todas as técnica

de processo, produção, fermentação

e de destilação. Agora

estamos bem focados na parte de

envelhecimento de cachaça em

madeiras diferentes, principalmente

as brasileiras, o efeito da

tosta, da tanoaria, e tudo que envolve

esse processo de envelhecimento

entre a madeira e a bebida.

Outro projeto interessante,

e justamente por causa dessas

nossas pesquisas com envelhecimento,

é relacionado a cervejas.

De uns dez anos para cá

passamos a desenvolver muitos

trabalhos a respeito de cerveja

envelhecida, campo no qual ainda

não existem muitas pesquisas

brasileiras na área, nem na par-

85


Etiqueta

te prática nem na parte científica.

Somos a única instituição na

parte científica de universidades

por aqui que trabalhamos nessa

área específica de cerveja envelhecida.

Por isso temos recebido

muita gente com dúvida ou querendo

nos visitar, participando

dos nossos cursos, etc., bastante

demanda relacionada a essa

área. Também posso destacar

nosso projeto na área de gins,

uma bebida também em alta. A

gente está trabalhando há uns

dois anos e meio com projetos

nessa área com diferentes marcas

de gins brasileiros e internacionais

para melhoria de produto

e de processos. Eles (as empresas

produtoras) enviam amostras

para a gente fazer análise no

laboratório, então se tornou outro

objeto de nossas pesquisas.

Por fim, agora também estamos

começando projetos com rum e

uísque, que é uma nova demanda.

Temos empresas de cerveja,

cachaça e outras buscando informações

para também produzir

estas bebidas, ou já estão em

fase de testes ou nos mandam

amostras para realização de análises.

Enfim, nosso trabalho está

bem amplo e diversificado, não é

apenas sobre cachaça.

Carta Premium: Apontaria alguma

evolução na questão qualidade

nos últimos anos no mercado

de bebidas nacional?

Aline Bortoletto: Com certeza!

Os produtores estão buscando

tanto uma melhoria de produto

quanto de processo, estão cada

vez mais em busca de uma bebida

mais fina, de melhor qualidade.

Como somos um centro de

referência nessa área, recebemos

muitos emails, ligações, pessoas

que realmente vêm nos visitar

e que comparecem aos cursos

pedindo dicas, tirando dúvidas,

etc. A gente vê na cachaça, por

86


Etiqueta

exemplo, que há uma forte tendência

que começou há seis ou

sete anos atrás das opções premium

entrarem no mercado com

mais força, com produtos mais

inovadores. Tanto que a inovação

agora é a busca do pequeno,

mas também do grande produtor

para atrair mais do mercado

consumidor. Essa inovação

é tanto com produtos sensoriais

como também em embalagens,

rotulagens, insumos, buscando

realmente atrair ainda mais. Não

temos no Brasil nenhum instituição

que ofereça de forma mais

certeira e até mais científica para

o produtor. Como temos aqui o

Laboratório e as pesquisas que

nos embasam, as técnicas mais

avançadas, é mais fácil para passarmos

para eles coisas que no

mercado externo já estão fazendo

com conhaque, com rum, de

apriromanto e inovação com essas

bebidas. Por isso, temos sempre

uma eficiência e uma rapidez

maior de passar essas informações,

as inovações e tecnologias

que vão surgindo no mercado

para que possam se inspirar em

produtos e processos melhores.

conhaques importados. O gim também segue nessa

linha. Tem muitos gins brasileiros que realmente

são bons, alguns que ainda não, porém estão começando

a se modificar e melhorar a receita. Em geral,

em destilados temos muita gente se preocupando e

melhorando a qualidade. É que no caso dos destilados

o volume produzido é muito maior para esse

comparativo. Do colume de cachaças produzidas,

apenas uma pequena parte é ‘premium’, entretanto

é uma pequena parte que está aumentando, está

ampliando. Eu acho que sim, estamos conseguindo

melhorar cada vez mais, e fazendo com que o

produtor tenha consciência disso, com que tanha

mais cuidado. Assim ele vai se destacar. Tem muitos

produtos sendo exportados em grande quantidade,

então melhoramos sim nos últimos seis, sete anos.

Carta Premium: Você realiza diversos treinamentos,

dos quais participam hoteleiros, proprietários

de bares e restaurantes, chefs, bartenders, e profissionais

de A&B de uma forma em geral. Já há esse

reconhecimento de que há produtos excepcionais

brasileiros em comparação aos importados ou é uma

“semente plantada”, que ainda está germinando?

Aline Bortoletto: Isso vai melhorar cada vez mais

porém também precisa de uma conscientização do

consumidor. É ele que precisa estar aberto a pro-

Carta Premium: Você realizou

algumas especializações fora

do País e frequentemente viaja

como pesquisadora. Olhando o

mercado brasileiro comparado a

outros, em que momento nos encontramos?

Aline Bortoletto: É uma pergunta

bem abrangente. Acho que

depende muito do tipo de bebida

e até do produtor. Temos de

tudo misturado. Obviamente que

produtores que são mais conscientes,

que vão buscar mais informação,

mais tecnologia e investem

na qualidade do produto

vão ter algo melhor. Como exemplo

nesse caso, temos cachaças

tão boas quanto bons uísques e

87


Etiqueta

var essas novas bebidas,

que não são aquelas a que

ele está acostumado, que

não são as importadas. O

consumidor também precisa

aprender sobre isso.

Daí a importância desses

profissionais que vêm aos

cursos. São os profissionais

que têm essa missão

de também informar sobre

a história de um produto,

de como ele é feito, enfim,

uma missão de disseminar

essa cultura de uma bebida

brasileira de qualidade.

Então, acho que isso é que

falta bastante, que estamos

precisando aumentar. É necessário

que as pessoas conheçam,

que saibam como

a bebida é feita, quem é o

produtor, onde ela é feita,

quais são as qualidades.

E é preciso estar aberto a

conhecer novos produtos.

Só assim se vai conhecer

mais da cultura, dos produtos

brasileiros, e entender

que eles podem sim ser

tão bons, muitas vezes até

melhores do que as bebidas

estrangeiras.

Carta Premium: Voltando

um pouco ao mercado de

destilados, poderia comentar

um pouco mais dessas

evoluções? Como isso se

refletiu no laboratório com

maior demanda de pesquisas

e treinamentos?

Aline Bortoletto: No

caso do gim, por exemplo,

a gente percebeu sim esse

aumento de uns dois,

dois anos e meio, três

anos para cá, tanto que

recentemente em setembro

fizemos um segundo

treinamento específico

sobre a bebida para ensinar,

por exemplo, toda a tecnologia

de processo, legislação

brasileira, os tipos, a questão

sensorial, tudo para que os

produtores de cachaça ou de

gim apenas aprendam mais e

se qualifiquem. Todos nossos

cursos lotam, e só não fazemos

mais porque não temos

tido tempo para se dedicar só

a isso. Nosso curso de cachaça

só fazemos uma vez ao ano, de

envelhecimento e técnicas de

inovação também, todos bem

procurados. Já o de sensorial

passamos duas vezes ao ano

pois têm 17 vagas apenas. Temos

muita procura nisso. Os

profissionais querem se qualificar

sim, seja sobre a cachaça,

seja sobre o gim, ou ainda

o uísque e o rum que estão em

surgimento e crescimento.

Carta Premium: Há várias maneiras

de se reconhecer uma

boa bebida, e principalmente um

bom destilado?

88


Etiqueta

Aline Bortoletto: Há sim, mas a

principal delas é o aspecto sensorial.

Ou seja, se a experiência

sensorial não for boa com certeza

a bebida também não será,

e também não será aceita pela

maioria das pessoas. Essa qualidade

sensorial é muito importante.

Mas para se escolher a

melhor bebida para incluir numa

carta, você precisa também ter

um conhecimento além do sensorial,

necessita ter sido treinado

para avaliar aquela bebida e conhecer

o produtor e sua proposta,

incluindo de onde a bebida

vem, processo de produção, etc.

Por isso ás vezes é tão importante

ir até o local. Temos muitos

produtores próximos, sempre

acessíveis, com quem podemos

conversar. É ótimo pois ficamos

conhecendo a história e podemos

reapassá-la ao consumidor. A

história é tudo. Podemos ligar o

sensorial ao emocional para também

falar da qualidade daquela

bebida.

Carta Premium: Como apreciadora,

poderia nos indicar rótulos

que considera interessantes

para ter na carta de bebidas de

um empreendimento ou que conheceu

e pôde comprovar a boa

qualidade?

Aline Bortoletto: Nossa, são

muitos! Na verdade todos aqueles

com quem tenho trabalhado

são pessoas que estão por demais

preocupadas com a qualidade.

Não citaria marcas, mas diria

que é preciso sempre ver a qualidade

do produto e conhecer as

histórias. Volto a dizer: existem

muitas, muitas marcas. Aquelas

que mais aparecem, estão

se dedicando, estão sempre nos

nossos cursos, querem aprender

mais, evoluem, são boas dicas,

pois são realmente muito boas.

89


Acontece

NO CORAÇÃO

DO MERCADO

Com exclusividade, entrevistamos quase três dezenas de

produtores na Expocachaça para apresentar os melhores produtos,

novidades e tendências

Cerca de 50 milhões em negócios.

Esse foi o balanço 2018 da

Expocachaça, maior feira mundial

sobre o destilado brasileiro,

e no qual ocorre paralelamente a

Brasilbier, voltada a cervejas especiais.

A 28ª edição da mostra recebeu

mais de 46 mil pessoas em 4 dias

de evento, as quais puderem conhecer

os principais produtores e

as grandes marcas de bebidas do

Brasil. Foram cerca de 650 marcas

de cachaças vindas de 20 Estados

brasileiros.

A revista Carta Premium mais

uma vez marcou presença e acompanhou

de perto não só o Concurso

de Degustação às Cegas, que

premiou com medalhas alguns

dos melhores destilados brasileiros

participantes, mas também as

novidades e destaques em cada

estande, a fim de imergir dentro

deste mercado que cresce ano a

no e conquista apreciadores nacionais

e internacionais.

Durante o evento, a revista distribuiu

mais uma edição especial

do seu Guia de Bolso, publicação

inovadora da revista que incetiva

a cultura das bebidas de maior

valor agregado e de excelência.

Sob o título de “Carta de Drinques”,

o guia trouxe dicas de coquetéis

apresentadas pelo bar-

tender Thiago Ceccotti, da

Ducktails Bartendind & Beverages,

que oferece trabalho

de consultoria de carta, em

especial de drinques e coquetéis.

O guia trouxe em destaque

as empresas Dom Bré, Mandaguahy,

Santa Terezinha,

Companheira, Rosa Mineira,

Seleta, Pardin, Tiê, Taperinha,

Batista e Santa Rosa.

Entre os drinques de destaque

e com receita na pubicação

está a sugestão de Cachaça

& Tônica. A versão online

e em PDF do guia está disponível

em nosso Portal, na seção

Nossas Edições: https://

revistacartapremium.com.br/

nossas-edicoes-2/ .

Outro destaque, foi a parceria

da revista com a Aprodecana,

associação de alambiques e

destilarias do Rio Grande do

Sul, com a qual, na semana

do evento, foi promovido um

workshop para gestores de

bar e restaurante, a fim de

apresentar algumas das melhores

bebidas gaúchas, em

especial cachaças. O encontro

foi realizado no Restaurante

Trilha Real e contou com a

presença de diversos bartenders

da capital mineira.

90


Acontece

Carta de Apresentação

Lista de preciosidades entrevistadas na Expocachaça 2018

6 Annas, ES

“O alambique que deu origem a

nossa cachaça está inserido na

fazenda do irmão meu irmão mais

novo. O nome é uma homenagem

já que são as seis mulheres presentes

na vida do meu irmão com

terminações em “Anna”: Adriana,

Maiana, Poliana, Juliana, Rayanna

e Maryanna (Esposa e filhas).

Nossa cachaça é uma ótima opção

para bares e restaurantes por se

tratar de uma bebida totalmente

artesanal e extraída somente a

partir do coração da destilação (a

melhor parte da cachaça). Levantamos

a bandeira da cachaça de

qualidade e temos total interesse

em elevar o nome cachaça para o

patamar que ela deve estar”, enfatiza

Solange Netto Andrade, sócia-administradora,

proprietária

e mestre alambiqueira. Medalha

de Prata na Expocachaça 2018

na categoria Brancas Puras, a 6

Annas, como conta a entrevistada,

é o resultado do carinho, do

capricho e de muita paciência na

destilação, respeitando todos os

criteriosos passos que devem ser

seguidos para obter um resultado

pretendido. “E o nosso prêmio

foi o resultado disso. A cachaça

06 Annas Prata, que ganhou

o prêmio, é ideal para se fazer

drinques, pois por ser incolor,

adapta-se perfeitamente com a

maioria de tipos de frutas, principalmente

a brasileiríssima caipirinha”,

finaliza. Mais informações:

contato@6annas.com.br e

https://6annas.com.br/ .

91


Acontece

Kremer, SP

Localizada em um dos melhores pontos da Região das Águas

Paulistas, fator determinante para uma cerveja de qualidade,

a Kremer foi novamente um dos destaques da Expocachaça

Brasilbier 2018. “Contamos com a direção do mestre-cervejeiro

João Leite, que está no mercado de cervejas há mais ou

menos 30 anos. O feedback dos restaurantes e bares é excelente!”,

conta porta-voz da equipe de Marketing da empresa.

Entre os produtos apresentados no evento está a Kremer IPA,

que havia recebido Medalha no Mondial de La Bière São Paulo

2018. “Diferentemente do que o mercado cervejeiro vem apresentando,

a Kremer IPA seguiu uma linha distinta com sabor

mais maltado, combinando cinco tipos de lúpulo de altíssima

qualidade, de origem alemã e americana. Harmoniza bem com

carne defumada no estilo Dry Rub e queijo Roquefort. Mais

informações: contato@choppkremer.com.br e http://www.

choppkremer.com.br .

Charmosa de Minas, MG

Originária de uma tradicional região mineira do cultivo

de cana, a Charmosa descende da inspiração

de seus criadores, a família Toledo Cunha, que em

1946 tornou-se pioneira na produção de destilado

de cana de alta qualidade. “A cachaça deveria estar

inclusa em diversos bares e restaurantes por ser um

produto diferenciado, tradicional e de alta qualidade,

dando espaço tanto para drinques, vendas em

doses, quanto para uso culinária”, comenta Carlos

Daniel de Souza Cunha, sócio-proprietário. No

evento, o destaque foi a foi a Charmosa de Minas

Prata, que recebeu a medalha prateada no Concurso

de Degustação às Cegas. Ela é descansadas

por dois anos em tonéis de jequitibá. “Seu diferencial

se dá por ser uma bebida límpida, de aroma

agradável e saborosa, por isso acreditamos ter

conquistado os jurados”, complementa o empreendedor..

Informações: contato@charmosademinas.com.br

e a página do Facebook https://www.

facebook.com/cachacacharmosaminas/

92


Acontece

Werneck, RJ

“Nessa última edição da Expocachaça ganhamos

uma Medalha de Prata com a nossa

Werneck Tradicional, uma cachaça totalmente

cristalina, que descansa pelo menos

por 6 meses em tanques de aço inox. Remete

ao puro sabor de uma excelente cachaça,

boa para degustar pura e que serve

para uma grande variedade de drinques.

Vale lembrar que no ano passado lançamos

a Werneck Reserva Especial que é uma cachaça

com um envelhecimento duplo, armazenada

por 1 ano em tonéis de jequitibá e na

sequência passa 6 meses em barris de carvalho.

É um grande sucesso e já recebeu 2

medalhas no Concours Mondial de Bruxelles”,

destaca Eli Werneck, socio-administrador.

“Nós nascemos pequeno e com o objetivo

de atingir apenas um público de alto

nível de exigência. A nossa visão sempre

foi de ser um produtor reconhecido entre as

melhores cachaças do Brasil, e rapidamente

atingimos esse patamar. No Estado do

Rio já estamos nos mais conceituados bares,

restaurantes e empórios. Hoje em dia,

nossas 5 cachaças têm premiações internacionais e nacionais

também. Todas as nossas cachaças são produzidas com nossa

própria cana e certificadas como orgânicas pela ABIO”, finaliza.

Mais detalhes: eli@cachacawerneck.com.br e http://www.

cachacawerneck.com .

Cachaça Pátria Amada, RN

“A Cachaça Pátria Amada Ouro vem sendo premiada

desde sua primeira participação na Expocachaça. Em

2018, além da Medalha de Ouro com nossa versão Ouro,

também já havíamos recebido a medalha

dourada no 16o. Concours Mondial

de Bruxelles - Edição Brasil 2018. É um

produto excepcional realmente, cuja qualidade

está atrelada também ao armazenamento

em carvalho francês e o período

de envelhecimento que é de 2 a 4 anos,

o que confere toda maciez, aroma e sabor

à bebida. Mas o detalhe é o que dá

a diferença: reservamos parte da cachaça

já envelhecida em barris pequenos, também

de carvalho, para finalizar e fazermos

o blend, pois o barril pequeno acelera a

maturação da cachaça e realça todas as

qualidades daquela madeira. É uma técnica

para finalizar a bebida que deu muito

certo. Portanto, acreditamos que isso foi

que conquistou os jurados”, explica Francisco

Soares de Queiroz, sócio-proprietário.

“Ainda para este segundo semestre

ou para o primeiro de 2019 lançaremos

um novo produto, uma cachaça envelhecida

em barril misto (duas madeiras), em

Carvalho e Cumarú (madeira encontrada

em nossa região)”, finaliza. Mais detalhes

e pedidos: patriaamadacachacanobre@

gmail.com e https://www.facebook.com/

pg/patriaamadacachacanobre/ .

93


Acontece

Cachaça Frazão, MG

“O produto de maior destaque foi a Cachaça Frazão Ouro

670 ml, por ter um excelente custo-benefício. Possui um sabor

suave e marcante, que combina bem com qualquer ocasião,

e já é um grande sucesso nos bares e restaurantes da

nossa região, pois agrada a todos os públicos. Foi um evento

excelente, com um ótimo público, trazendo também várias

oportunidades de negócios e engrandecendo a divulgação

dos nossos produtos em todo o País. Estamos preparando

grandes novidades, em breve teremos várias surpresas para

nossos clientes”, pontua Aline Souza, gestora de Marketing.

Informações: contato@cachacafrazao.com.br e https://

www.cachacafrazao.com.br .

Cachaça Princesa

Isabel, ES

“Acho que todo bartender brasileiro

tem que conhecer cachaça, pois diz

respeito a nossa terra e história, e

tem que ter autonomia para fazer

uma carta, com produtos de qualidade

e ótima entrega ao cliente.

Infelizmente boa parte da classe se

deixa influenciar mais pelos cantos

da grande indústria e se priva de

colocar no copo um resultado realmente

expressivo culturalmente”,

enfatiza Adão Cellia, proprietário da

cachaça Princesa Isabel, empresa,

entre várias premiações, recebeu

o título de Melhor Cachaça Branca

do Brasil concedido em fevereiro

deste ano pelo III Ranking Nacional

da Cúpula da Cachaça. Na Degustação

às Cegas da Expocachaça, a

Princesa Isabel Amburana recebeu

a Medalha de Prata. “É a retomada

de um estilo que vinha sendo esquecida.

Não é uma cachaça feita para

ser fácil de beber, é para ser marcante,

uma bebida única, resultado

do envelhecimento em tonéis pequenos

de amburana e finalizada

em tonéis de carvalho americano.

Possui bastante personalidade,

tanto pela forma de envelhecimento

quanto pela elevada graduação

alcoólica. Acreditamos que a conquista

dessa medalha é o resultado

do equilíbrio entre potência e

suavidade, pois ao mesmo tempo

é delicada, perfumada e possui

uma agradável persistência alcoólica

garantida pelos seus 45%.

Neste ano também lançamos a

Princesa Isabel Prata, cachaça

branca, sem nenhuma passagem

por madeira, e a edição especial

Jiquitaia, exclusiva, feito em parceria

com a especialista Carolina Bastos,

esta com 47% de teor alcoólico,

pensada para o preparo de caipirinha,

somente encontrada lá no restaurante

Jiquitaia, em São Paulo”,

conclui. Informações: vendas@cachacaprincesaisabel.com.br

e www.

cachacaprincesaisabel.com.br .

94


Acontece

Alambique Vieira & Castro, RJ

“A Expocachaça é uma vitrine maravilhosa para ver e

ser visto, fizemos ótimos negócios e tivemos uma excelente

aceitação do público em geral!Nossa Cachaça

Ouro traz a elegância e sofisticação que traduzem

perfeitamente o toque aveludado dessa

cachaça. Sua baixa acidez e notas de baunilha

e caramelo, adquiridas no envelhecimento em

barris de carvalho, tornam a bebida bem harmônica

e completa”, descreve Aline de Castro

Vieira, sócia proprietária. Aline aproveita e faz

um convite aos apreciadores: “Seguimos uma

linha de produção Gourmet, abrimos nossas

instalações aos apreciadores, para viverem de

perto, um agradável tour degustativo na bucólica

cidade de Rio das Flores na Região do

Vale do Café Sul Fluminense”. Além da nossa

cachaça Ouro da empresa, outro destaque é a

versão Prata com aroma floral e de cana suave.

“É nossa branquinha que, apesar da leveza e

maciez, encanta pelo seu sabor originalmente

marcante das cachaças armazenadas em

inox”, finaliza. Informações: alambiquevieiraecastro@gmail.com

e http://alambiquevieiraecastro.blogspot.com/

.

Água de Arcanjo, RS

“Para atingir o segmento premium e

despertar a atenção do consumidor,

é preciso muita criatividade. Com

isso, a Água de Arcanjo, apresenta

um diferencial que começa pelo design

da garrafa. Com duas garrafas

de vidro, nas opções Gold e Silver,

a embalagem é no formato da asa

de um anjo, remetendo ao nome da

marca e transparecendo o requinte

do produto. O consumidor visualiza,

não apenas um produto de qualidade,

mas sim um item que, após

o consumo, ainda possa ser guardado,

até mesmo como objeto de decoração.

Aproveitamos a feira para

fazer uma ação diferenciada com a

degustação. Criamos a brincadeira

de Roleta onde o cliente com R$

5,00 rodava a roleta. Dependendo

da sorte ou azar, o cliente poderia

não só degustar mas também levar

de brinde o copinho shot de 50 ml de

vidro. Foi uma ação divertida!”, explica

a diretora Patrícia Neres. “Estamos

com um produto novo de 500

ml para ser lançado até o final deste

ano. Mercado mais jovem, público

com perfil de consumo para festas

e presentes”, finaliza. Pedidos: contato@aguadearcanjo.com.br

e www.

aguadearcanjo.com.br .

95


Acontece

Poço da Pedra, BA

“Nosso principal produto na feira foi a cachaça armazenada

em bálsamo por 8 anos. Por ser uma bebida bem

aceita pelos admiradores de cachaça, ela imprime uma

linda cor dourada na taça, tem um sabor e aroma marcantes,

é intensa e persistente ao nariz, a acidez é baixa

e equilibrada. Além da cachaça armazenada em barris

de Jequitibá Rosa também já existente em nossa carta,

apresentamos na Expocachaça a cachaça armazenada

em barris de umburana. É uma aposta da Poço da

Pedra, uma vez que é uma madeira muito admirada e

bem aceita por todos”, enfatiza Juliana Souza, gerente

comercial da empresa. Presente em empreendimentos

como Restaurante Sal Gastronomia em São Paulo, capital,

Cachaçaria Macaúva em Analândia, SP, Bendito

Empório em Goiânia, Rei da Cachaça em Rio de Janeiro,

Distribuidora Savana em Belo Horizonte, e Companhia

da Cachaça em Salvador, a empresa está prestes a lançar

novidades. “Estamos cuidadosamente trabalhando

na preparação de um blend comemorativo em uma edição

especial de 10 anos”, conclui. Informações: pocodapedra@grupovaldirsaraiva.com.br

e http://www.grupovaldirsaraiva.com.br/cachacapocodapedra/

.

Cachaça

Imigrante, SC

“A cachaça Imigrante esteve presente

na Expocachaça 2018 com

duas linhas de produtos: a Imigrante

Ouro, que é armazenada em

barril de carvalho, bebida refinada

com paladar abaunilhado e de uma

leveza incomparável, e a Imigrante

Prata, que é armazenada em aço

inox, com um aroma e paladar frutado

e suave. Ambas superaram

as expectativas em aprovação nos

mais diversos paladares. São feitas

com cana de açúcar cultivada

no Valle da Uva Goethe no Sul, de

Santa Catarina, o que influencia

muito em seu sabor incomparável.

É uma bebida que vai trazer

experiencias inimagináveis aos

clientes de bares e restaurantes,

pois a mesma é um acompanhamento

perfeito para

diversos pratos e aperitivos,

proporcionando uma clientela

fiel e sofisticada”, comenta

Ricardo Sorato, administrador.

“Podemos perceber que

o setor vem crescendo dia

após dia, temos um mercado

muito promissor. Tivemos

uma feira muito bem organizada

e com um público bem

diversificado. Podemos notar

também que os jovens de 18

a 30 anos já estão mudando

seus conceitos sobre este

maravilhoso destilado tipicamente

brasileiro”, esclarece.

Informações completas: contato@cachacaimigrante.com.

br e http://cachacaimigrante.com.br

.

96


Acontece

Casa Bucco, RS

De qualidade difenciadada, a Cachaça Casa Bucco Extra Premium

envelhecida 12 anos foi o grande destaque da empresa no evento

pela qualidade diferenciada dos produtos Casa Bucco. “Mostramos

também a repaginação da embalagem da cachaça Calor Brasilis,

a qual a mesma se destina para o segmento da coquetelaria

e exportação”, aponta Moacir Menegotto, proprietário. A destilaria

da Casa Bucco fica aberta a visitações todos os dias do ano, das

9h as 17:30h. A empresa possui uma pousada localizada junto ao

alambique com o diferencial do open bar de cachaças e caipirinhas

para o hóspede. Mais informações: casabucco@casabucco.com.br e

http://www.casabucco.com.br .

Cachaça Tiziu, RJ

Produto da empresa Tonel e Pinga, que mantém o e-commerce

Rei da Cachaça (www.reidacachaca.com.br), a marca Tiziu é

produzida em Salinas, MG, em parceria com o mesmo alambique

que faz a famosa Cachaça Sabiá. “Com apenas 1 ano

de existência, a nossa cachaça participou de dois importantes

concursos em 2018: o Concurso Mundial de Bruxelas, no qual

ganhou 2 medalhas, uma de Prata com a versão Virgem e uma

Grand Gold (Duplo Ouro) com a versão única; e a Degustação

às Cegas da Expocachaça, na qual a Virgem foi a única cachaça

da sua categoria, Brancas Puras, a ganhar Medalha de

Ouro. Ótimo motivo para os profissionais de bares e restaurantes

incluir os nosso produtos na carta dos empreendimentos”,

explica Tito Sérgio de Almeida Moraes, diretor. “Com 47% de

álcool, a Virgem descansa de 6 a 12 meses em aço inox, que lhe

confere um toque de maciez incrível, surpreendendo a todos

que a degustam pura, na caipirinha ou em outros coquetéis”,

complementa.

97


Acontece

Casa Buchmann, RS

Medalhista de Ouro de sua categoria

no Concurso de Degustação

às Cegas da Expocachaça

2018, essa cachaça foi lançada

no mercado em 2016. “A suavidade,

a leveza e o sabor inconfundível

da Buchmann 12 anos

a tornam única. Por longos 12

anos, ela ficou descansanda em

barris da mais nobre das madeiras,

o carvalho francês, utilizado

no envelhecimento dos

melhores destiladoso.

Um ano após seu lançamento

já foi agraciada

com a Medalha de Prata

na Expocachaça. o Ouro

agora recebido nos torna

ainda mais referência

nacional no universo das

cachaças de excelência”,

explica Fabio C. Buchmann,

diretor comercial.

“A nossa sede é um ótimo

local para apreciar uma

cachaça de qualidade e

também para apreciar as

belezas naturais da cidade

de Ivoti,uma cidade

acolhedora e que conta

com um grande número

de atrações turísticas e

uma ótima infraestrutura

de hospedagem”,

convida o porta-voz. Pedidos:

casabuchmanncachacaria@gmail.com

e

https://www.casabuchmann.com.br

.

Harmonie Schnaps, RS

Com sede no interior do Vale do Caí, a 70 km de Porto Alegre, a Cachaçaria

Harmonie Schnaps recebeu a Medalha de Prata com sua versão Prata

no Concurso de Degustação às Cegas da Expocachaça. “Os produtos,

cachaças e licores são elaborados pela minha família, que foi pioneira

em produzir cachaça artesanal na região. São mais de quatro décadas de

amor nessa produção, que começou na década de 1940 e foi retomada em

2004. A Harmonie Schnaps sempre investiu na qualidade, nos detalhes e

no requinte do mais puro destilado. Sua produção é de forma artesanal,

com máximo de 30 mil litros por ano. O processo produtivo tem um rigoroso

controle de qualidade, que inicia na lavoura da cana e vai até a venda

final”, detalha o próprietário Leandro Augusto Hilgert. Nossa versão

premiada é feita em um alambique de cobre, pequeno, com a separação

correta das três partes (cabeça, coração e calda) e isso faz com que ela

se destaque tanto nas premiações, as quais, por sua vez, fazem a gente

acreditar e continuar elaborando um produto de qualidade e aumentando

a paixão pelo que se faz. A qualidade dela é superior, a cachaça tem um

toque diferente aveludado, ao degustar ela proporciona uma maciez sem

agressão”, esclarece. Outras informações: contato@harmonieschnaps.

com.br e http://www.harmonieschnaps.com.br .

98


Acontece

Sanhaçu, PE

“De total drinkability”: assim

resume o especialista

Rafael Guimarães, do

DrinkIt, MG, a apreciação

pela Sanhaçu Freijó, que

recebeu a Medalha de Prata

no Concurso de Degustação

às Cegas da Expocachaça

2018. “Dizer que

o freijó é dessas madeiras

que não passam cor nem

muitas notas de madeira

para a cachaça é um absurdo

quando se fala dessa

delícia. É uma cachaça de

absoluta personalidade e

pedigree único. Sensacional

pura ou numa tradicional

caipirinha. Fico só imaginando

como ficaria nessas

caipirinhas exóticas que se

fazem pelo Brasil”, prossegue

o degustador. Apostando

em produtos orgânicos,

a Sanhaçu também é

uma empresa sustentável

e foi o primeiro engenho do

Brasil a se tornar movido

a energia solar ainda em

2015. Em 2018 a empresa

também lançou a Sanhaçu

Origem, uma cachaça com

47% de de teor alcoólico e

que não passa por nenhuma

madeira. “Ela tem esse

nome porque é dela que se

originam todas as outras

Sanhaçus (Freijó, Carvalho

e Umburana), pois antes de

elas irem para os seus respectivos

tonéis, elas um dia

já foram a Origem”, comenta

Elk Barreto Silva, diretora

Comercial. Onde e como

adquirir: elk@sanhacu.

com.br e http://www.sanhacu.com.br

.

99


Acontece

Cachaça Decisão, MG

“A participação na Expocachaça é muito importante

para sabermos as opiniões do público consumidor e

as novidades do mercado. Por que nosso produto deveria

ser inserido na carta dos empreendimentos? Por

manter todas as características da tradicional cachaça

mineira artesanal. A Decisão Prata, por exemplo, é

bem marcante, com todo perfume do caldo de cana. Já

a Decisão Ouro oferece toda a suavidade e o sabor do

bálsamo”, destaca Marco Túlio Oliveira, gerente comercial.

Informações: comercial@cachacadecisao.com.br e

http://www.cachacadecisao.com.br .

Destom, MG

“Nossa destilaria hoje é referência em tecnologia, aliando as

antigas receitas de produção da cachaça mineira com avançados

processos tecnológicos, capazes de reproduzir cachaça de

alta qualidade em alto volume, mantendo as características de

pequenas e tradicionais destilarias mineiras. É um verdadeiro

modelo de sustentabilidade e tecnologia pois nada se perde, o

bagaço da cana é usado para alimentação do gado; a vinhaça

na alimentação e como fertilizante para o canavial e pastagens;

as frações de cabeça e calda são redestiladas em coluna

para produção de álcool combustível para uso nos carros da

fazenda; o uso de água para resfriamento é racionalizado por

sistemas modernos e automatizados”, destaca Pablo Silva Melgaço,

diretor. “Nesta edição da Expocachaça fomos agraciados

por medalhas em todos os produtos inscritos, o que nos deixou

extremamente feliz, pois reflete nosso zelo pela qualidade em

nossa produção.

A cachaça 1000 Montes 3AOB, com Medalha de Prata, tem um

grande diferencial em trazer um blend de 3 tostas de carvalho

americano de primeiro uso, madeira esta que ainda é pouco

utilizada na cachaça. É uma cachaça leve com notas de coco

caramelizado, amêndoas e mel que harmoniza bem com pratos

de carnes vermelhas. Já a Banabee é uma bebida mista de banana,

mel e canela, um equilíbrio perfeito pois a especiaria se

apresenta suave mas faz um balanço do dulçor. Uma coquetel

pronto, bastante versátil, podendo ser consumida tanto durante

o dia à beira da piscina ou na noite em festas. Acreditamos

que a premiação foi o reconhecimento de nosso trabalho

focado em qualidade e produtos inovadores”, conclui Pablo.

Informações: contato@cachacaspiral.com.br e http://www.cachacaspiral.com.br

e http://drinkmaker.com.br .

100


Acontece

Hof, SP

“Profissionais de bares, restaurantes deveriam ter a linha

de produtos da Hof Microdestilaria pela sua exclusividade e

alta qualidade, além de permitir uma imensa variedade de

coquetéis. Praticamente todos os produtos em nossa linha já

foram laureados com medalhas em concursos nacionais e internacionais

de qualidade em bebidas destiladas. Colocamos

no concurso de Degustação às Cegas nossa cachaça Alma da

Serra, envelhecida em barris de carvalho americano, como

teste para nossa certificação de que ela se mantém um produto

top de linha. Já havíamos ganho nossa primeira medalha

em 2014 (Concours Mondial de Bruxelles). No ano seguinte

esta cachaça foi escolhida pelo júri da Revista VIP como a melhor

cachaça premiada, tendo ainda recebido uma Medalha

de Prata no New York Spirits Competition, dos EUA, no ano

passado. A Medalha de Prata recebida demonstra que com o

passar do tempo mantemos a alta qualidade de nossos produtos.

A segunda bebida que colocamos pela primeira vez à

prova foi a nossa Sortilégio, uma bebida composta, quase um

bitter, resultado de uma infusão da melhor cachaça da casa,

com frutas secas, ervas e especiarias. A Medalha de Prata

recebida ao final da prova também nos deixa orgulhosos pois

assim praticamente todas as bebidas já foram reconhecidas

pela sua qualidade”, detalha Martin Braunholz, proprietário

e Master Distiller da empresa. Informações e vendas:

hof@microdestilariahof.com.br e http://www.microdestilariahof.com.br

.

Guaajá Tiquira, MA

Destilado fino obtido a partir da mandioca, a Guaajá

Tiquira chegou ao mercado em 2015. Neste ano recebeu

Medalha de Prata na Expocachaça 2018 com sua

versão armazenada em amburana. “Os bartenders devem

ter esse destilado primeiramente por ele ser de alta

qualidade e de fato 100% original do Brasil, de sabor

único e inigualável, sendo ótimo também para o preparo

de drinques. Ela é uma bebida muito equilibrada, onde

você percebe qual a madeira na qual ela ficou armazenada

mas que ainda manteve o sabor original do destilado.

Apreciamos muito a surpresa de todos quando

descobrem, através de nosso produto, a Guaaja Tiquira,

que o Brasil possui esse destilado anterior a cachaça inclusive

e que até então era tida como o destilado brasileiro”,

explica Margot Stinglwagner, proprietária. Outras

informações: contato@guaajatiquira.com e http://www.

guaajatiquira.com/br .

101


Acontece

Cachaça Jeceaba,

MG

Durante a Expocachaça 2018, o

destaque no estande da empresa

foi a Cachaça Jeceaba Premium.

“É recomendada aos bares e restaurantes

por ser um produto trabalhado

para isso: sua garrafa e o

rótulo asseguram um tratamento

diferenciado para se postar como

produto Premium. São apenas

1.200 litros a cada 2 anos. O produto

tem um brilho consistente;

um dourado magnetizante e um

aroma consagrado fruto de um

blend de madeiras. São 2 anos em

jequitibá e 2 anos em carvalho europeu

que garantem uma complexidade

e maturidade do sabor.

A madeira é um componente para

uma degustação aveludada, preservando

um aroma do melaço;

um retrogosto inebriante para não

deixar esquecer da excelência do

produto.

Uma aposta elegante para clientes

com bom gosto e especiais. Também

aproveitamos e lançamos a

Cachaça Jeceaba Clássica, um

produto armazenado apenas em

inox, sem passagem por madeira.

Garantimos que o produto que

nasce com qualidade - apenas o

coração do destilado - tem personalidade.

É ideal para drinques

ou mesmo para bebê-la in natura,

para os puristas”, detalha Roger

Sejas, socio-diretor. Informações:

cachacajeceaba@cachacajeceaba.

com.br e http://www.cachacajeceaba.com.br

.

Bem me Quer, MG

Medalha de Ouro na Expocachaça

2018, a cachaça premium Bem Me

Quer Amburana, novidade da empresa

foi a única do seu gênero a

obter a a medalha dourada na sua

categoria. Untuosa, perfumada,

com aromas frutados que se estendem

para o paladar, harmoniza

com sobremesas e sorvetes, entre

outras opções. Sua cor é amarelo

palha. “Nossas cachaças oferecem

qualidade internacional e são reconhecidas

e apreciadas no mundo

todo. Produzidas com o máximo do

cuidado e toda a tradição de uma

região famosa pela fabricação dessa

bebida tão apreciada, elas estão

presentes também no mercado

nacional. Também aproveitamos o

evento para lançar a Cachaça Premium

Bem Me Quer Carvalho, Cachaça

Bem me Quer Carvalho 42%

e Cachaça Santa Romana Edição

Limitada (1.000 garrafas com números

de série)”, destaca Manuela

Romano Lopes, diretora de marketing.

“Nossa história começou há

mais de 30 anos, em um cenário

histórico: a Fazenda Santo Antônio

das Pitangueiras, cuja sede, um

casarão construído em 1715, foi

totalmente restaurada pelo casal

José Otávio de Carvalho Lopes e

Rosana Romano, proprietários da

Fazenda e da marca. A qualidade

das bebidas foi tão alta e seu

sabor tão delicioso que ambas as

marcas já saíram com o “selo” padrão

exportação, e logo foram direcionadas

para o mercado externo”,

finaliza. Outras informações:

: contato@alambiquesantissima.

com.br e http://www.alambiquesantissima.com.br

.

102


Acontece

Cachaça Patuá, MG

“Estamos localizados em Betim, MG, em um sítio que

é de nossa família há mais de 40 anos. Na prova de

Degustação às Cegas na Expocachaça, além da análise

química, as cachaças concorrentes (quase 300 rótulos)

passaram pela análise sensorial de 17 jurados extremamente

capacitados. Nossa cachaça é feita dentro dos

melhores padrões de qualidade, e depois de destilada

passa por um refinado e estudado processo de envelhecimento.

A cachaça Patuá Amburana (Medalha de

Prata no evento) é envelhecida em barris de Amburana

por, no mínimo, seis meses. É uma cachaça macia,

com aroma suave e sabor levemente adocicado e frutado,

com toque de especiarias que remetem à madeira

amarelada. Possui baixa acidez e teor alcoólico ameno.

Harmoniza muito bem com queijos mais encorpados,

carnes vermelhas e assados em geral, além de casar

super bem com o tradicional torresmo de barriga, claro!

Também indicada para a degustação pura, ou na forma

de caipiuva com uvas vermelhas. A medalha nos deixou

extremamente honrados e mostra que nosso trabalho

está no caminho certo”, destaca Walter Carlos Brössel,

proprietário. Informações e pedidos: walter@cachacapatua.com.br

e http://www.cachacapatua.com.br .

Nectar do Cerrado, MG

“O Engenho Néctar do Cerrado iniciou sua produção

no ano de 2003, na cidade de Monte Alegre de

Minas, MG. É uma cachaça artesanal de alta qualidade,

produzida e armazenada em toneis de amburana,

bálsamo, castanheira e jequitibá. A Cachaça

Néctar do Cerrado Castanheira já recebeu três

premiações Prata durante a Expocachaça nos anos

de 2014, 2016 e 2018. É produzida com cana selecionada

e segue todo o padrão de alta qualidade

na produção, desde a moagem, passando pela fermentação

até a destilação. São poucos engenhos

que trabalham com a castanheira, madeira que se

aproxima muito do carvalho. Tem sabor suave, com

notas de flor de laranjeira, levemente adocicada, podendo

ser harmonizada inclusive com um pavê de

castanha do pará com chocolate. Durante o evento

também fizemos um teste com o licor Flor do Cerrado,

feito com a cachaça Néctar do Cerrado, nos

sabores Banana, Café, Canela, Chocolate, Maracujá

e Pequi. Todos foram muito bem aprovados”, explica

Walter Vieira da Cunha, administrador. Informações:

nectardocerrado@yahoo.com.br e https://

www.facebook.com/pg/cachacanectardocerrado

103


Acontece

Cachaça Terra Forte, MG

A Cachaçaria Terra Forte é uma empresa familiar,

de pequeno porte, que iniciou suas

atividades em 2000 e está sediada no município

de Presidente Juscelino, MG. “Procuramos

aliar qualidade e sabor com a sustentabilidade

do meio ambiente. Nossa produção

de alimentos orgânicos é mais do que a produção

sem uso de agrotóxicos. É o resultado

de um sistema de produção agrícola que

busca manejar de forma equilibrada o solo e

demais recursos naturais, conservando-os a

longo prazo e mantendo a harmonia desses

elementos entre si e com os seres humanos”,

enfatiza, Ronaldo Soares Guimarães, sócio

gerente. “Elaborados artesanalmente, com a

utilização de matérias primas selecionadas e

sem aditivos químicos, os produtos Terra Forte

trazem consigo a qualidade dos produtos

em sintonia com a natureza. Nossa cachaça

premiada esse ano foi a envelhecida em toneis

de carvalho. E aproveitamos para lançar

um novo produto: aproveitou para lançar um

novo produto: queijo artesanal”. Informações

e pedidos: contato@cachacaterraforte.com.br

e http://www.cachacaterraforte.com.br .

Engenho da Cana, MG

A empresa conta com uma linha de produtos que

abrange quatro marcas: Engenho da Cana, Nossa

Rainha, Alambique de Minas e Bola da Vez, além de

outras marcas de terceiros produzidas e comercializadas,

como é o caso da Cachaça De La Vega, já

ranqueada entre as 250 melhores do País segundo o

último Ranking Cúpula da Cachaça na fase de voto

popular. “O produto que mais chamou a atenção de

nosso linha foi a cachaça Alambique de Minas Ouro.

Por ser um blend (amburana e carvalho), essa cachaça

cai no gosto de diferentes públicos, sendo um

ótimo produto para se trabalhar”. Conheça a linha

completa da empresa no site www.cachacaengenhodacana.com.br

ou mais informações pelo e-mail contato@engenhodacana.com.br

.

104


Acontece

Santo Mel, SP

A empresa recebeu uma Medalha de

Prata na Expocachaça 2018 na Categoria

Bebidas Mistas com a sua

Cambu Santo. “Ela mistura a pureza

da cachaça com o sabor único

do Cambuci, através de um concentrado

do fruto típico que provém dos

plantios agroecológicos do Alto da

Serra do Mar, na Mata Atlântica. O

diferencial é a forma como é produzida,

que além de realçar o sabor da

fruta controla a acidez da cachaça.

Acredito que esse prêmio se deve à

alta qualidade da cachaça Cambu

Santo, feita com ingredientes sele-

cionados, e seu sabor único em sua categoria.

Somos uma empresa estabelecida

no mercado há mais de três anos, com

novas ideias voltadas à conservação do

meio ambiente, utilizando produtos naturais,

sem adição de conservantes e estabilizantes

em nossos produtos. Tanto

o Santo Mel quanto o Cambu Santo harmonizam

bem com frutas cítricas, sendo

excelentes opções para produção de drinques

variados e sem adição de açúcar”,

pontua Vinicius Martins de Lima, diretor

comercial. Informações: contato@cachacasantomel.com.br

e https://www.facebook.com/pg/bebidasantomel

.

Prazer de Minas, MG

“A Cachaça Prazer de Minas é produzida

unindo a tradição mineira à

tecnologia. Em canaviais próprios,

sem queima, a cana de açúcar é

selecionada, cortada, lavada e esmagada

em moendas gerando um

puro suco, que é fermentado, de

forma natural, em dornas de aço

inoxidável e em sala climatizada.

São usadas “leveduras selecionadas”,

livres de aditivos químicos,

gerando uma fermentação de

baixa acidez. A Prazer de Minas é

uma das primeiras a utilizar esta

tecnologia. Nossa cachaça premiada

no Expocachaça 2018 (Medalha

de Prata) foi a Prazer de Minas

Luxo, uma premium envelhecida

em barris de carvalho europeu. Ela

harmoniza muito bem com queijos

maturados mais suaves e peixe. A

conquista dos jurados pode pode

ter vindo do aroma que lembra a

baunilha e coco, tendo uma baixa

acidez”, finaliza. Outras informações:

cachacaprazerdeminas@

yahoo.com.br e https://www.cachacaprazerdeminas.com.br

.

105


Acontece

Bento Albino

Maquiné, RS

Medalha de Prata no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição Brasil

2018 com sua versão Amburana, a

Bento Albino é uma cachaça artesanal

produzida na cidade gaúcha

de Maquiné, RS, numa região na

qual, desde o inicio do século passado,

ficou famosa por suas aguardentes.

Um dos principais personagens

deste período foi o tropeiro

Bento Albino, homenageado pela

empresa no nome do produto.

Linha de produtos: Cachaça Bento

Albino Extra Premium (envelhecida

por 6 anos em barris de carvalho),

Cachaça Bento Albino Ouro

(cachaça premium, envelhecida 3

anos em barris de carvalho), Cachaça

Bento Albino Prata (descansada

em pipas de inox por mais

de 3 anos), Cachaça Bento Albino

Amburana (envelhecida por 1 ano

em barris de Amburana). A empresa

tem ainda uma ampla linha de

licores: chocolare, canela, banana,

entre outras versões). Durante a

Expocachaça lançou ainda o licor

fino de laranja com cachaça Bento

Albino Ouro.

Destaque: Cachaça Bento Albino

Amburana

“É uma cachaça com sabor equilibrado

e levemente adstringente”,

destaca Luzia Rodrigues de Abreu,

diretora.

Mais informações:

https://www.bentoalbino.com.br

e no facebook e

https://www.facebook.com/pg/

bentoalbino .

106


Destilaria Rech

Luiz Alves, SC

A história de Destilaria Rech se iniciou em 24 de

março de 1938 com o sr. Roberto Rech, que a principio

fabricava pequenas quantidades de cachaça

a partir do escorrimento do açúcar mascavo que

a família produzia. Com o passar dos anos, a demanda

da cachaça ficou maior e seu filho Pedro

Roberto Rech, em 1950, tomou a frente e começou

a produzir maiores quantidades. Em 1975, Osmar

Rech Filho, de Pedro, foi quem, assumiu a frente e

foi crescendo ainda mais a produção da cachaça.

Já em 2004, Osmar e seu Filho Odilson registraram

a sua primeira marca que seria a Sacca (do latim

“Saccharum”, que significa cana-de-açúcar ).

“Agora em 2018, já na quarta geração com o Odilson

Rech na frente da destilaria, completamos 80

anos desde seu primeiro registro. Claro, por todos

estes anos passamos dificuldades com a entrada

das indústrias, competindo em preços desonrosos,

mas a qualidade sempre prevaleceu. E hoje podemos

dizer com orgulho que completamos oito décadas

de historia, tradição e qualidade desde o nosso

fundador, sempre mantendo a essência de trabalhar

com primazia, que foi assim que conseguimos

nos manter erguidos”, comenta o atual diretor e

responsável da Destilaria, Odilson Rech.

Destaque:

SACCA PRATA

“A nossa medalhista de Prata 2018 é um destilado

feito a partir do melado de cana, um destilado feito

com o coração. Destilamos a cachaça e separamos

ela em três etapas cabeça, coração e calda, sendo

apenas utilizado o coração da cachaça que onde

fica a melhor parte, assim permanecendo sempre

uma bebida com alta qualidade. Ela tem

uma características das aguardentes que seria o

cheiro e o paladar mais adocicado e mais leve que

vem do melado de cana, mas não se enganam que

ele é um destilado com 38% vol alcoólico. Pode ser

apreciada pura como um aperitivo, ou em preparações

de drinques’, finaliza o diretor.

Onde Comprar: informações sobre vendas no site

www.destilariarech.com.br .

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Acontece

Cachaça Sagrada

Bom Jesus do Amparo, MG

“O rico vocabulário mineiro tem uma expressão muito

popular que é a de ‘comer rezando’, para se referir

àquelas comidas que levam o paladar ao verdadeiro

êxtase. Quando dois mineiros, bons conhecedores e

apreciadores de cachaça, exigentes no paladar e sonhadores,

resolveram produzir a própria cachaça,

queriam que fosse daquelas de ‘beber rezando’. Começava

ali uma verdadeira saga que passaria pela fase

das pesquisas, da busca de um local próximo a produtores

das melhores canas; da construção de instalações

perfeitas para se produzir uma aguardente de

primeira qualidade; até a contratação de especialistas

em moagem e no tratamento do mosto e destilação;

tudo sob o rigoroso controle de qualidade e higiene,

obedecendo rigorosamente aos padrões da legislação.

Depois de muito trabalho e esforços, tudo deu certo.

Assim, nascia a Sagrada, uma bebida para ser cultuada.

Seu nome faz uma alusão ao antigo hábito tradicional

– quase sagrado - de se tomar uma dose de

cachaça. Também é uma homenagem respeitosa à cidade

mineira onde ela é produzida, e ao seu padroeiro

Bom Jesus do Amparo. E os dois mineiros sonhadores

mantém a promessa de seguirem religiosamente a receita

para a produção da melhor aguardente”, conta

Hermany de Pinho Tavares, sócio-proprietário.

Além das versões Ouro (envelhecida em carvalho),

Prata (descansada em jequitibá) e Pura (descansada

em inox), a empresa aproveitou a Expocachaça para

lançar uma versão envelhecida em amburana. “Comercializamos

todo o lote levado para a feira e só não

vendemos mais porque não tinham no momento”, destaca

o empreendedor.

Linha de produtos atual: Cachaça Sgrada Ouro (em

Carvalho), Cachaça Sagrada Amburana, Cachaça Sagrada

Prata e Cachaça Sagrada Pura.

“A Cachaça Sagrada é nova. Iniciamos a produção em

outubro de 2016, assim que terminamos a construção

da fábrica. Esta cachaça premiada já refere-se ao

nosso segundo lote, o que nos permitiu corrigir alguns

erros cometidos na primeira. Os equipamentos já haviam

sido ajustados e utilizados, assim como usamos

cana somente da propriedade, ao invés da primeira

que chegamos a trabalhar também com cana de terceiros.

A harmonização foi mais fácil o que permitiu

também um melhor blend”, conclui Hermany.

Onde Comprar: (31) 3048-2303, vendas@cachacasagrada.com.br

e no site https://cachacasagrada.com.br .

Destaque:

Cachaça Sagrada Ouro

(Medalha de Prata na Expocachaça 2018 na

Categoria Madeiras Diversas)

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Acontece

Melicana

Bom Despacho, MG

Na Expocachaça 2018, a Melicana lançou 3 produtos:

a Cachaça Pura Arte Castanheira, a Pura Arte 3 madeiras

e Cachaça Pura Arte Amburana, dois dos quais

mal chegaram ao mercado e já conquistaram a Medalha

de Prata no Concurso de Degustação às Cegas.

A Melicana é um alambique de produção artesanal,

localizado em Bom Despacho, região de Cerrado no

centro-oeste mineiro, lugar onde as pessoas apreciam

uma boa prosa, boa culinária e uma boa cachaça.

O idealizador é Carlos José de Assis, um mineiro de

nascença e com o dom de artesão, que tem em suas

raízes o esmero de fazer bem feito tudo que se propõe.

Apreciador da aguardente de mel, destilado feito

somente do puro mel de abelha, resolveu ele mesmo

produzir o destilado especialmente para seu consumo.

Com o sucesso do destilado de mel, Carlos resolveu

fazer também a aguardente de cana. Aos hoje

estão na linha da empresa, que nasceu 2004.

Linha de produtos: Cachaça tradicional, Cachaça armazenada

em amburana, três madeiras (castanheira, amburana

e bálsamo) e as aguardentes de mel e melado (rum

mineiro) que, após ser produzido, vão repousar em toneis

de madeira para dar personalidade ao seu sabor. “Para

nós foi maravilhoso receber a medalha de prata com as

cachaças no seu lançamento”, pontua Lélida Maria Cardoso

de Oliveira Assis, gerente administrativo.

Destaque: Lançamentos

As novidades recém-apresentadas pela empresa, a Pura

Arte 3 Madeiras e Pura Arte Castanheira são produtos

feitos com o coração da cachaça, envelhecidos em tonéis

700 litros de primeiro uso por 2 anos conferindo um sabor

elegante e aroma marcante à bebida. “Ainda em 2018

lançaremos uma versão extra premium”.

Mais informações: comercialmelicana@gmail.com, (37)

99107-8141, Facebook www.facebook.com/cachacariamelicana

e www.cachacariamelicana.com.br .

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Acontece

Alambique Brasil

Ortigueira, PR

A marca Alambique Brasil e também Orticana fazem parte da

linha da Cachaçaria Serra do Cadeado, localizada em Ortigueira,

interior do PR, aos pés da Serra do Cadeado, um local de

terras férteis, natureza preservada e águas límpidas. Ortigueira

é conhecida como a Capital do Mel, sendo a maior produtora

do Estado. A cachaçaria faz parte de um grupo empresarial,

com mais de 25 anos, com empresas no setor de serviços ara o

varejo e turismo.

Com instalações amplas e modernas, a Cachaçaria Serra do

Cadeado está equipada com os melhores equipamentos para

a produção de cachaça artesanal. São moendas, alambiques,

dornas, barris de maturação, engarrafadoras e muitos outros

equipamentos comandados por mão de obra capacitada e treinada

pelos melhores especialistas em produção de cachaças,

garantindo o padrão de qualidade. “A marca do nosso produto é

tratada com produtos de nossa empresa é tratada com carinho

e respeito, pois leva a imagem do nosso País no peito, para os 4

cantos do mundo. Na Expocachaça, todas nossas cachaças fizeram

sucesso, modéstia à parte. Os visitantes acharam nossa

Cachaça Alambique Brasil Ouro Amburana bem diferenciada,

confirmando as duas premiações em 1 ano no mercado recebidas

com esse produto: Medalha de Prata na Expocachaça 2017

e Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas Edição

Brasil”, destaca Ludmila Nogueira Marioto.

Linha de produtos: Cachaça Alambique Brasil Prata (descansada

em dornas de inox), Cachaça Alambique Brasil Ouro (descansada

8 meses em tonéis novos de Amburana), bebida mista

Alambique Brasil Mel e Limão, bebida mista Alambique Brasil

Mel, Limão e Pimenta, bebida mista Alambique Brasil Jabuticaba,

bebida mista Alambique Brasil Açaí, Cachaça Orticana

(descansada em dornas de inox). “Também lançamos mais 2

cachaças: a Carvalho e a Blend (Carvalho com Amburana)”,

finaliza a porta-voz..

Destaque: Alambique Brasil Mel e Limão

“Nossa cachaça de Mel, Limão e Pimenta foi unanimidade e recorde

em vendas no evento, para simplesmente deixar os apreciadores

literalmente de boca aberta, mesmo que ao convencer

pessoas que não são apreciadoras de cachaça, bebidas mistas

ou pessoas que não bebem bebidas alcoólicas e, ao experimentar,

ficavam surpresos e sempre acabavam levando e agora pedindo

pelo Mercado Online. Para barmans e chefs de cozinha

ótimo produtos para ‘viajarem’ em suas receitas”, finaliza.

Mais informações: (71) 9.9619-9705, contato@cachacaalambiquebrasil.com.br

e no site https://www.cachacariaserradocadeado.com.br

.

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Acontece

Cachaça Vale do Sol

Siqueira Campos, PR

“A Expocachaça foi nossa primeira

grande feira e uma excelente

oportunidade para se

obter uma resposta rápida das

pessoas vindas de várias partes

do Brasil que verdadeiramente

apreciam uma boa cachaça, as

quais não estavam habituadas a

degustar uma bebida orgânica,

que no nosso caso foi sentido realmente

como um diferencial. As

trocas de informações e conhecimentos

com outros produtores

foi um ponto forte do evento,

pois mesmo em alguns cursos

não há essa troca de informações

técnica. O evento é, no nosso

ponto de vista, uma vitrine

para colocar nossos produtos

entres os que já estão no mercado

e ser também ser reconhecido

como produto de qualidade.

os. Somos novatos (apenas qua-

tro anos de empresa) no ramo

de cachaças. Sendo assim, foi,

de certa forma, um lançamento

de nossos produtos que muitos

não conheciam ou quem já tinha

ouvido falar e pode comprovar a

qualidade e o sabor de nossos

produtos produzidos nas terras

vermelhas no Paraná”, apresenta

Sandro Ribeiro Coutinho, sócio-Proprietário”

Linha de produtos atual: “Temos

a Cachaça Prata, descansada

por 1 ano, e a Ouro, envelhecida

por 6 meses em barril de Carvalho

europeu. Todas as pessoas

que passavam em frente ao nosso

estande e viam nosso logo e o

símbolo de Orgânico e vinha até

nós perguntar a diferença das

cachaças normais para a nossa

orgânica e toda vez explicávamos

que a nossa não usa nenhum

tipo de defensivo agrícola

na plantação e manutenção da

cana e que o processo é totalmente

isento de produtos químicos,

talvez esse foi um diferencial

que as pessoas notaram,

além, é claro, do sabor, aroma

na hora da degustação”.

DESTAQUE: VISITAÇÃO

“Nós estamos abertos a visitação,

qualquer pessoa pode vir

conhecer nossa chácara e nosso

alambique durante todos os

dias da semana. Não possuímos

hospedagem em nossa Chácara

mas nossa cidade possui alguns

hotéis e pousadas que permitem

ao visitante fique mais tempo.

Estamos localizados a 300 metros

da PR 424 e a 1,5 km da

PR 092 e a 500 metros do Aeroporto

de Siqueira Campos. Chegando

próximos, nas rodovias,

o visitante irá encontrar placas

indicando nossa localização facilitando

o acesso. Temos nossa

localização no Google Maps

como Vale do Sol Orgânicos.

Até dezembro teremos, além do

Alambique, uma Gruta de Nossa

Senhora das Graças para que

o visitante/viajante possa orar

para que sua viagem transcorra

sem problemas” finaliza.

Onde Comprar: informações

pelo fne (43) 3571-1827, facebook

https://www.facebook.

com/cachacavaledosolorganicos

e e-mail produtosvaledosol@hotmail.com

.

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Acontece

Âmago da Tradição

Botelhos, MG

Fundados no início dos anos de 1990, os Engenhos

Acauã, produtores da Cachaça Âmago da Tradição,

produzem artesanalmente uma bebida de alta

qualidade para atender um mercado crescente e de

consumidores de paladar cada vez mais sofisticado.

Certificada pela Associação Mineira de Produtores

de Cachaça de Qualidade (AMPAQ). Seguindo todos

os princípios que regem a fabricação, utiliza cana

cultivada sem a utilização de defensivos e sem queima,

além do corte e moagem sempre realizados no

mesmo dia. “Acreditamos que nossa cachaça deva

fazer parte da carta de bares e restaurantes justamente

por prezarmos uum produto puro e sem

artifícios, ou seja, cachaça de verdade”, destaca

Marcos Tadeu de Oliveira Coimbra, gerente comer-

cial. “Nesse exato momento, estamos levando a termo a

duplicação de produção, aumentando a área de fábrica e

triplicando as áreas de canaviais”, finaliza.

Linha de produtos: Cachaça Âmago da Tradição Ouro,

Cachaça Âmago da Tradição Prata, Cachaça Âmago da

Tradição Premium (Linha Comemorativa 20 anos).

Destaque: Cachaça Âmago da Tradição Premium

Com teor alcoólico de 40%, é envelhecida exclusivamente

em tonéis de bálsamo. Na degustação, traz um maltado

específico de anos de envelhecimento e uma sensação de

suavidade que confirma a essência de uma das melhores

Cachaças do Brasil.

Mais informações: https://cachacaamagodatradicao.

com.br, (35) 3741-5304 e cachacaamago@gmail.com .

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Acontece

Meu Garoto

Belém, PA

A história da Meu Garoto começa em um bar, no Boteco

Meu Garoto, na região central de Belém, há 20 anos. Era

onde o produtor Leo Porto inventava receitas de cachaças

artesanais com sabores diferentes. Até que ele teve

a ideia de preparar a infusão de cachaça com a flor do

jambu, uma erva típica do Pará. A receita rendeu tantos

elogios que logo a Cachaça de Jambu Meu Garoto virou

o carro-chefe do boteco. Hoje a cachaça de jambu já ganhou

o Brasil e o mundo, chamando a atenção de personalidades

como Alex Atala, Jamie Oliver, entre outros

profissionais e bartenders que a utilizam em diversos

pratos e drinques. “Na Expocachaça, nossa Cachaça com

Jambu tradicional chamou a atenção tanto de visitantes

quanto de expositores. Já a versão Jambucy com Açaí

fez bastante sucesso também com aqueles que queriam

experimentar algo mais suave, sem abrir mão do efeito do

jambu. Incluir a cachaça Meu Garoto em sua carta, é oferecer

uma experiencia alcoólica única aos seus clientes,

pois além da dormência na boca, o jambu também proporciona

um efeito que atiça o paladar”, destaca o porta-

-voz Marcos Antônio Ferreira do Patrocínio.

A aceitação do produto é tão boa que já faz parte das cartas

de empreendimentos famosos, a Casa da Cachaça e o

Bar da Cachaça, no RJ; em São Paulo, nos restaurantes

D.O.M, Dalva e Dito e também na Combu - Produtos da

Amazônia; Em Minas Gerais, na Cachaçaria Nacional,

Ponto das Bebidas e a própria Distribuidora Savana; Em

Manaus, Amazônia Sanae Takeda; No Rio Grande do Sul

no restaurante Sabor do Pará e no Bar Irmãos Titton.

“Nossa bebida foi uma atração a parte na Expocachaça,

recebemos todo tipo de público, eles provavam a mágica

do jambu e retornavam com mais pessoas, para partilhar

com elas essa sensação quase indescritível”, finaliza.

Linha de produtos: Cachaça Mista com Jambu Meu Garoto

(tradicional), Cachaça Jambu Gourmet Meu Garoto

(mais concentrada), e a linah Jambucy, que leva frutas da

Amazônia (Castanha do Pará, Cupuaçu, Bacuri e Açaí).

Destaque: Cachaça Jambu Gourmet Meu Garoto

Ideal para receitas, a Cachaça Jambu Gourmet Meu Garoto

é mais concentrada do que a Cachaça de Jambu

convencional. Perfeita para deixar os pratos e até os drinques

com um toque especial direto da Amazônia.

Mais informações: (91) 3222-9866, leoporto111@hotmail.com.br

e no site www.cachacameugaroto.com.br .

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Acontece

Cachaça Moendão

Gaspar, SC

“Nossa historia iniciou-se em 1890, em uma época onde o único meio

de sobrevivência da família Schmitt era a criação de animais, plantação

de milho, batata doce, feijão e a tão preciosa cana, cuja plantação

era de grande escala. Então, Pedro Schmitt Junior com intenção

de aumentar sua renda, criou seu próprio negócio, montando um

alambique para produzir cachaça artesanal. Foi um grande sucesso,

superando suas expectativas. Com isso se especializou na produção e

ensinou seu filho, José Francisco Schmitt que, com muita dedicação

passou suas experiências para os seus filhos e netos. Em 1988 nasce

a mais nova loja da família criada por Carlos Rogério Schmitt, local

onde hoje esta localizada a Cachaçaria Moendão, totalmente formal

e legalizada pelo MAPA. A certificação da qualidade de nossos produtos

se dá através de anos de experiência em produção de cachaça

artesanal, hoje em sua 4a. geração, conquistando os paladares mais

apurados e ganhando premiações nos maiores concursos de cachaça

do mundo”, destaca porta-voz da empresa.

Linha de produtos: Cachaça Moendão Prata, Cachaça Moendão Ouro,

Cachaças de Frutas (banana,

gengibre, pêssego, abacaxi,

canela, coco, entre outras).

Destaque: Cachaças premiadas

na Expocachaça 2018

“Foram duas bebidas premiadas

este ano. A cachaça

Moendão ouro Envelhecida

4,6 anos em barris de

carvalho, que ganhou pela

segunda vez a Medalha de

Prata na categoria Carvalho

Francês, e a Cachaça

Moendão ouro Reserva 10

anos, envelhecida em Carvalho

Americano, que levou

a Medalha de ouro. Harmonizam

muito bem com:

carnes vermelhas, feijoada,

pimentas, queijos, castanhas,

torresmos e para os

paladares mais adocicados,

chocolates e avelãs.

Nossa cachaça é produzida

totalmente de forma artesanal,

cheia de detalhes e

segredos oriundos da experiência

na produção, e em

nenhum momento são utilizados

processos químicos.

Acreditamos que a premiação

é fruto da dedicação e

do trabalho contínuo e prazeroso

e de estarmos sempre

investindo em barris de

carvalho e aperfeiçoando

nosso alambique, produzindo

assim uma das melhores

cachaças do mundo”.

Mais informações: www.moendao.com.br

e pelo fone

(47) 3332-0444.

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Acontece

Cachaça Colombina

Botelhos, MG

Com quase 100 anos de história, a Colombina

surgiu em 1920 e é uma das referência de

alambiques na Estrada Real, considerada hoje a

maior rota turística do País, com mais de 1.630

quilômetros de extensão, passando por Minas

Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ela abrange

dois caminhos: o “Caminho Velho”, que rumava

até Paraty, e o “Caminho Novo” que passou a ter

destino final no Rio de Janeiro.

Durante a Expocachaça 2018, a Colombina recebeu

a Medalha de Prata na categoria Brancas Puras no

Concurso de Degustação às Cegas.

Linha de produtos: Cachaça Colombina Cristal,

Colombina 3 anos (paróis de jatobá), a Colombina

Chita (blend de Cachaças Envelhecidas em Jatobá),

Cachaça Colombina 10 anos (jatobá).

Dica: aos apreciadores paulistanos, a Cachaça Colombina

Cristal teve lançamento oficial em São Paulo, no

restaurante Rota do Acarajé, no início desse segundo

semestre.

DESTAQUE: CACHAÇA COLOMBINA CRISTAL

“Como a avaliação para a Expocachaça é às cegas, podemos

destacar primeiramente o aspecto visual cristalino

e a densidade com excelente retenção nas paredes do

copo. Os aromas são adocicados e lembram os da cana e

da fermentação no engenho. Os sabores são aveludados,

com memória de castanhas e chocolate, baixa percepção

alcoólica e elevado drinkability’”, finaliza Luciano.

Mais informações: (44) 99156-7778

comercial@cachacacolombina.com.br, www.cachacacolombina.com.br

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Acontece

Cachaça Tellura

Campos dos Goytacazes, RJ

De renome e qualidade reconnhecidos internacionalmente, a cachaça

Tellura está presente em empreendimentos de referência por todo o Brasil,

como a Academia da Cachaça e o Assador Rio, Churrascaria Fogo de

Chão, Restaurante Restaurante Lasai, Hotel Copacabana Palace, Hotel

Hilton Barrra, Hotel Windsor Miramar Hotel Laghetto Styles e Hotel MGallery

Santa Teresa, Empório Rocco e Armazém Santa Therezinha. Neste

ano a Tellura Amburana levou a Medalha de Prata na Categoria Madeiras

Brasileiras no Concurso de Degustação às Cegas da Expocachaça.

“O fundador da cachaça Tellura vem de família ligada ao setor sucroalcoleiro

e sua paixão pela cana surgiu na sua infância, quando seus avós

labutavam na Fazenda Abadia, em Campos do Goytacazes. A Tellura foi

fundada em 2015.Desde o início do planejamento da empresa, nos preocupamos

em oferecer o melhor produto para nossos clientes. Pelo fato dos

fundadores serem apreciadores de cachaça, o rigor em qualidade sempre

foi primordial. Desta forma, foi contratado um mestre alambiqueiro extremamente

qualificado de Minas Gerais com mais de 10 anos de experiência

no mercado. Nosso diferencial é que temos um processo totalmente

verticalizado, sendo estreitamente controlado por nossa equipe de colaboradores,

que seguem uma política de excelência. Geramos assim, um produto

de qualidade superior, avaliando e controlando nosso principal insumo

desde o início de todo plantio e produção: corte 100% manual com

despalha, sem queima, sem arraste de sujidades e materiais grosseiros;

mosto fermentativo totalmente

natural sem adição de produtos

químicos e laboratório próprio

de controle de qualidade” detalha

Fernanda Almeida Ferreira

da Silva, porta-voz da Tellura.

Linha de produtos atual: Cachaça

Tellura Prata, Cachaça

Tellura Jequitibá e Cachaça

Tellura Amburana.

PRODUTO EM DESTAQUE:

TELLURA AMBURANA

“É uma cachaça com 40% de

teor alcoólico, armazenada por

no mínimo 2 anos em tonéis

da madeira Amburana, acondicionada

para servir ao consumidor

final em uma garrafa de

670 ml fabricada na Colômbia

e com design moderno. Sua cor

é amarelo-ouro e intensa, seu

aroma amadeirado com toque

de canela e apresenta sabor levemente

adocicado com notas

de baunilha, que confere à característica

peculiar da madeira.

É ideal para degustações, acompanha

pratos como churrasco e

feijoada, tornando-se mais leve

e suave quando é levemente resfriada.

Acreditamos que a bebida

conquistou o reconhecimento

dos jurados pela qualidade do

produto em oferecer um sabor

marcante, com notas bem definidas,

sem perder sua suavidade”,

finaliza Fernanda.

Onde Comprar: (22) 3015-7435

e no site http://tellura.com.br .

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Acontece

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Acontece

Unna Cachaça

Camanducaia, MG

Durante a Expocachaça a Unna

apresentou a versão Unna Cachaça

Ouro WS, um blend diferenciado

e elegante, que inclui

carvalho americano em duas

tostas diferentes (Spiral Cut

Barrel tosta 4 e Barrica Small

Batch tosta 2), a tradição do

carvalho francês, a brasilidade

da amburana e a surpresa

do eucalipto. O teor alcoólico

é de 40%. Além disso, também

foi lançado a Doçura de Minas

Ouro e Doçura de Minas Prata,

que mal chegou ao mercado e já

faturou medalhas.

“A Expochaça é a vitrine mundial

da cachaça, e nossa participação

foi muito positiva, o público

gostou muito dos nossos

lançamentos”, comenta Jovino

Ferrari Jr, sócio-proprietário.

A Unna Cachaça WS Ouro já

pode ser encontrada nas lojas

online da Cachaçaria Nacional

(www.cachacarianacional.

com.br), Savana Distribuidora

(http://savanacachacas.com.

br), Drink It (Aeroporto de

Confins), Loja Eu Amo Cachaça

em Brasília (http://euamocachaca.com.br),

no Mercado

Livre, entre outros lugares.

Mais informações: www.unnacachaça.com.br

, Instagran

#unnacachaça

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Acontece

Dom Tápparo

Mirassol, SP

Uma história brasileira: “Em 1970 meu avô José

Tapparo comprou o sítio em que cultivava café. No

ano de 1978 ele resolveu produzir cachaça para o

consumo e para presentear alguns amigos, porém

a cachaça ficou tão boa que as pessoas começaram

a procurar a cachaça para comprar. Devido a essa

procura ele viu no ramo uma oportunidade de negócio.

No outro ano, 1979, produziu 5.000 litros de

cachaça. No começo só produzia a cachaça branca,

depois começou a envelhecer o produto em tonéis

para agregar no sabor. Mais tarde, iniciou a produção

de derivados: bitter, licor (com os sabores de

cereja, cacau e menta) e cachaça com sabor (com

os sabores de abacaxi, coco e canela). Algum tempo

depois, entrou na empresa o filho Ademilson,

e, mais recentemente os netos (terceira geração da

família): Bruno, Giovanni e Breno”, conta Breno Tapparo,

hoje diretor de produção do Engenho Dom

Tápparo. “Nossa ótima qualidade, pode ser comprovada

pelas várias premiações recebidas”.

Linha de produtos: bitters, licores, bebida mista

como caipirinha pronta, coquetéis alcoólicos, Cachaça

Cabaré Prata, Cachaça Cabaré Ouro, Cachaça Cabaré

Extra Premium, Cachaça Dom Tapparo Ouro, Cachaça

Dom Tapparo Premium, Cachaça Favo de mel,

Cachaça Dom Tapparo Extra Premium, Dom Tápparo

Jequitibá, Dom Tápparo Amburana, entre outros produtos.

“Recentemente, lançamos o Coquetel Alcoólico

de Coco assinado pela famosa dupla sertaneja Zé Neto

e Cristiano”, acrescenta o diretor.

Destaque: Cachaça Extra Premium Dom Tápparo

Essa Cachaça foi Medalha de Ouro no Concurso de

Degustação às Cegas da Expocachaça 2018. “Ela é

envelhecida em tonéis de carvalho americano que inclusive

já foi premiada com a Medalha Gran Ouro no

Concours Mondial de Bruxelles. A cachaça é produzida

com qualidade e tradição familiar. O carvalho americano

dá à cachaça cor caramelo, paladar suave com

o peculiar gosto do carvalho americano. É um produto

que agrada muito o paladar pela maciez e pelo aroma

especial”, finaliza Breno.

Mais informações: (17) 3253-4449, vendas@domtapparo.com.br

e http://www.domtapparo.com.br .

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Acontece

Matuta

Areia, PB

Há 15 anos no mercado, a Matuta

tem como sócio fundador

Aurélio Leal Freire Júnior, um

profissional que faz parte da

quinta geração de uma família

produzindo cachaça de alambique,

que nasceu no ramo vendo

o seu pai fabricar cachaça.

Aliando tradição de família e

com o olhar sempre atento às

inovações do setor, a empresa

preza pela alta qualidade na

preparação de sua linha de produtos,

e hoje é uma das maiores

produtoras do País.

“A Matuta está presente em diversos

supermercados, bares,

restaurantes em todo o País,

como por exemplo na rede Atacadão

e Assaí. Para o segundo semestre

estaremos lançando

um produto premium,

uma cachaça envelhecida

em barris de carvalho por

2 anos”, destaca Claudia

Germana Azevedo Leal

Freire, sócio-proprietária.

Linha de produtos atual:

Matuta Cristal e Matuta Umburana,

ambas em garrafas

de vidro e em lata, inclusive

sendo a primeira e única

cachaça de alambique nessa

versão.

Produto em Destaque:

Cachaça Matuta Cristal

Medalha de Prata na Categoria

Brancas Puras no Concurso

de Degustação às Cegas

da Expocachaça 2018,

além da Medalha de Prata

em 2017, a Matuta Cristal é

elaborada a partir de cana

crua e selecionada, moída

com no máximo 24 horas

após o corte, e leva fermento

natural. “Segue a receita de

gerações da família, destilada

lentamente e caprichosamente

em alambiques de

cobre, o que garante um resultado

de um sabor suave e

buquê adocicado característico

das cachaças paraibanas”,

enfatiza Claudia .

Onde comprar: contatos pelo

Facebook www.facebook.

com/pg/cmatuta e pelo email

venda@matuta.com.br

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Acontece

Ouro1

Papagaio, MG

“A Engenho Brasil XXI surgiu

há 9 anos, no sul de Minas Gerais,

a partir de uma paixão de

seu diretor pelo nobre destilado

de cana. Depois transferiu a

produção para a região centro-

-oeste de Minas, em Papagaios,

onde se encontra localizada atualmente.

Todos os produtos são

de qualidade superior e é esse

o motivo pelo qual deve constar

nas melhores cartas de cachaça

do Brasil”, enfatiza Hamilton

José Correa Medeiros, master

blender da empresa.

Ele lembra que a cachaça brasileira

passa por um momento sem

igual, com novas tendências,

experimentos, harmonização e

glamourização. “Tudo isso pede

uma nova gama de produtos, e

a Engenho Brasil XXI trabalhará sempre para desenvolver

novidades e produzir os melhores destilados do

mundo, espalhando o verdadeiro espírito mineiro em

todos os cantos do Brasil”.

Linha de produtos: Cachaça Ouro 1 Edição Especial, Ouro

1 Velha, Ouro 1 Boa Vida, Ouro 1 Prata, Ouro Mineiro.

Destaque: Ouro 1 Edição Especial (extra premium)

“A cachaça premiada na Expocachaça 2018 concorreu no

quesito envelhecimento em barril de carvalho europeu por

3 anos (mínimo). Previamente analisada, cada barril dessa

Ouro 1 Edição Especial teve a atenção e o cuidado durante

5 anos em nossos locais de envelhecimento. A temperatura,

a umidade e o extremo cuidado ao fazer cada mistura

proporcionam um sabor leve, único, abaunilhado aveludado

que harmoniza com grelhados e uma truta flambada

na cachaça. Acredito que, apesar de 44° de graduação alcoólica,

o diferencial foi a maciez e acidez equilbrada que

conquistou o paladar”, esclarece Hamilton.

Mais informações: http://www.ouro1.com.br, ouro1@

ouro1.com.br, (11) 3313-3542.

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Acontece

Quinta das Castanheiras

Camunducaia, MG

Há 3 anos produzindo cachaças

finas de alambique e gins, a

Quinta das Castanheiras também

já acumula diversas premiações

no seu currículo. Entre

os destaques e novidades, estão

produtos perzonalizados, produzidos

sob encomenda e especialmente

para empreendimentos

de gastronomia. A cachaça

Sugar Cane Soul, produzida

para o Cateto, bar na capital

paulista, é um batch limitado

de 150 garrafas numeradas,

blendando 4 madeiras com características

sensoriais únicas.

Além de da possibilidade de disponbilização

para consumo em

doses, no evento de lançamento

foi possível conhecer todo o

potencial e versatilidade para a

mixologia.

“Nossa Destilaria fica próxima a

Monte Verde, cidade turística próxima

do Distrito de Camanducaia.

Recebemos visitações agendadas”,

explica Dinah Ribeiro de Paula,

socio-propritária.

Linha de produtos: Cachaça

Quinta das Castanheiras Ouro

(amburana e também em carvalho

francês), Quinta das Castanheiras

Prata (versões clássica e

jequitibá, respectivamente medalhas

de Prata e Ouro no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição Brasil

2018), Doçura de Minas Ouro

e Doçura de Minas Prata. As cachaças

Pardin 3 Madeiras,Unna

Ouro e o Jungle Gin (Medalha

Gran Ouro no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição Brasil 2018)

também são produzidas no alambique

Quinta das Castanheiras.

DESTAQUE: DOÇURA DE

MINAS PRATA

Medalha de Prata no Concurso

de Degustação às Cegas da Expocachaça

2018, é é um blend

de cachaça branca safra 2016 e

2017 com um leve toque de bálsamo

e jequitibá. “Acreditamos

que os jurados aprovaram a acidez

equilibrada e os aromas de

cachaça branca que remetem a

cana e ao herbal do bálsamo e

floral do jequitibá. Perfeita para

tomar pura ou drinquess como

a caipirinha”, detalhe Dinah.

Informações: (11) 98963-7880

quinta.castanheiras@gmail.com

e pelo Facebook www.facebook.

com/quintadascastanheiras .

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Acontece

Bandarra

Salinas, MG

Exportada para a Alemanha

desde 1999, e também para

França e Suíça desde 2001, a

Cachaça Bandarra é produzida

em alambiques de cobre,

no mais alto padrão de qua-

lidade, preservando os moldes

artesanais e toda a tradição

da região de Salinas. O armazenamento

é feito em tonéis

feitos com as madeiras brasileiras

Jequitibá e Bálsamo

respectivamente por

diferentes períodos

que variam entre 36 a

60 meses.

Após o envelhecimento

é preparado um

blend (mistura) conferindo

ao destilado a

cor ouro, aroma especial,

além de um sabor

suave e agradável

tanto para quem aprecia

degustá-la pura

quanto para o preparo

da famosa caipirinha

e diversos outros coquetéis.

Linha de produtos: a

Bandarra está disponível

unicamente na

envelhecida em tonéis

feitos com as madeiras

brasileiras Jequitibá e

Bálsamo, respectivamente

por diferentes

períodos que variam

entre 36 a 60 meses.

Mais informações:

Na web: http://bandarra.com.br

No Facebook: https://

www.facebook.com/

pg/bandarracachaca/

No Instagram: https://www.instagram.com/cachacabandarra/

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Famigerada

Mato Verde, MG

For Export

A Famigerada é uma cachaça artesanal

elaborada em Mato Verde, no

norte de Minas Gerais, em um sítio

entre os municípios de Januária e

Salinas, dois famigerados polos de

produção de excelentes cachaças.

Combinando as mais recentes e

modernas técnicas de controle de

qualidade com os conhecimentos

empíricos do sertanejo, a empresa

adota práticas sustentáveis desde

o manejo da cana-de-açúcar até a

utilização de leveduras caipiras na

fermentação, o que gera uma bebida

complexa que resgata as peculiares

qualidades do privilegiado

terroir da Serra Geral.

As cachaças são feitas por gente

que desde cedo vive em volta de engenho,

moendo cana, bebendo garapa

e aprendendo a arte dos velhos

mestres de alambique, incluindo o

mestre alambiqueiro da empresa

que cresceu na fazenda e produz

cachaça há mais de 40 anos.

A Famigerada atualmente possui

dois tipos de cachaças, a Bruta

(uma cachaça concebida para servir

como base de alto padrão para coquetéis

como a caipirinha) e a Mansa,

que é envelhecida por dois anos

em tonéis de jequitibá rosa. Ambas

são produzidas a partir da cana

Java, variedade de cana-de-açúcar

autóctone da região da Serra Geral,

que necessita de um cuidado maior

durante o seu cultivo.

O processo é feito pacientemente,

sem pressa, para que o melhor

da destilação brote aos poucos no

alambique, utilizando na sua composição

as águas cristalinas da Serra

Geral. Com isso, a bebida atinge

uma qualidade sensorial e gustativa

que eleva a Famigerada ao nível

das melhores cachaças premium.

O projeto da Famigerada teve início

em 2009, quando Haroldo Narciso

decidiu destilar sua própria cachaça

a partir de sua nova formação,

deixando uma carreira já consolidada

em televisão onde trabalhava

como diretor de arte. Depois de escolher

a cana adequada e plantar o

canavial, estruturou o alambique e

começou a produção em Mato Verde.

Após a primeira etapa concluída,

montou uma engarrafadora e

distribuidora em São Paulo, quando

finalmente lançou a Famigerada

em 2017. Em 2018, João Paulo

Araújo, ex executivo da Ambev, entrou

como sócio para completar o

time e estruturar a empresa para

exportação. João Paulo fez a sua

carreira no mercado de vinhos e

destilados, onde se especializou

no varejo via e-commerce, criando

uma plataforma especializada, que

foi adquirida pela Ambev em 2016.

Com um DNA jovem e inovador, a

Famigerada planeja conquistar o

paladar de iniciantes e iniciados,

através do mercado de coquetelaria,

que vem crescendo mundialmente.

Para isso, o time de marketing

vem trabalhando com criatividade

no brand, aproximando a marca

do estilo de vida do consumidor

moderno, que ainda não descobriu

todo o potencial da cachaça. A ideia

dos sócios Haroldo Narciso e João

Paulo Araújo é conquistar o mercado

mundial com uma cachaça de

extrema qualidade, utilizando como

base o profissionalismo e know-how

da vodca e do uísque. Porém, como

comenta João Paulo Araújo, a ideia

é roubar share da vodka no mercado

brasileiro, que hoje representa

7% das vendas totais de destilados.

A cachaça é uma bebida muito mais

nobre e versátil para ser utilizada

como base para coquetéis, porém,

o mercado brasileiro ainda explora

muito pouco essa sua vertente,

sendo a caipirinha o único drink conhecido

por ser feito com ela.

Hoje a Famigerada está presente

em diversos restaurantes e bares

de renome em São Paulo e pretende

expandir a sua distribuição

para diversos países.

Informações:Rua Planeta, 91, Belenzinho,

São Paulo (SP), Tel. (11) 2213-

8267 e www.famigerada.com.br

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Etiqueta

“CUIDADOS

DO CAMPO AO COPO!”

Conversamos com Bruno Zille, engenheiro de Alimentos, a caminho de

duas décadas de experiênca na produção e padronização de cachaças

de alto nivel, e atualmente é gerente técnico da Cachaça Batista

mundialmente. Aqui no Brasil, vê

se nos últimos 3 anos avanço considerável

de produtores de gim”.

O proprietário da Cachaça Batista, Marco Antônio Afonso da Mota (à esquerda) com o gerente técnico,

Bruno Zille (à direita).

Cachaça

“Há dez anos, acredito que presenciei

o início da demanda crescente

por bebidas de melhor nível. Vinhos

e destilados internacionais de

alto padrão chegaram primeiro e na

sequência a cachaça. Investidores,

empresários de sucesso em outros

negócios e produtores já estabelecidos

iniciaram trabalho voltado

para melhoria no produto, seja

na qualidade, seja na embalagem.

Aquele estigma de inferioridade da

cachaça começou a ruir e pessoas

ávidas por novidades e dispostas

a novas experiências descobriram

que uma cachaça de bom nível

pode ser superior a qualquer outro

destilado no mundo. Infelizmente,

o setor sofre com a falta de união,

de informação das pessoas que levam

o produto ao consumidor e de

apoio governamental. Assim, essa

curva de crescimento da cachaça

deveria estar mais alta, inclusive

internacionalmente. Outros destilados,

como tequila e gim, estão

avançando muito mais rápido

Produtores

“Não é segredo nenhum. Como qualquer

outro produto, deve-se buscar

informações técnicas, investir no

conhecimento de profissionais capacitados.

O índice de fábricas que

possuem funcionários nível superior

ou especializado é assustadoramente

baixo. Muitos produtores ainda enxergam

um consultoria como despesa.

Na produção da cachaça de alambique

a maior desinformação que

tem efeito negativo no produto final

é relacionado à higiene do processo.

Adotar procedimentos adequados

em todas etapas desde o canavial até

o envase fatalmente trará melhorias.

Como diz o amigo, professor e técnico

sensorial Renato Frascino: são

cuidados do campo ao copo!”

Consumidor

“Ultimamente, com os grupos de

mídias sociais, notam-se muitos

destes consumidores apreciadores

e apaixonados ativos diariamente.

Ali se tem a sensação de que aquela

ou esta marca está fazendo muito

sucesso. São pessoas conhecedoras

dos produtos e estudam todos

tipos e experimentam marcas dife-

138


Etiqueta

rentes. Minha visão pessoal é que

se trata de falsa impressão, porque

o grande público continua precisando

de ser informado, ser convencido

de experimentar o novo,

quebrar paradigmas. Este pessoal

está mais exigente e dispostos a

pagar mais por produtos melhor

nível em geral. A cachaça tem que

conquistar a parcela dela o quantos

antes. Esta exigência desse

consumidor é justamente o que o

levará a comprar uma cachaça melhor

ou pedir um drinque feito de

determinada cachaça de bom nível

e não a mais barata”.

Bares

“A maioria dos estabelecimentos

ainda está presa a ‘cartas comerciais’,

com 3 ou 4 rótulos industriais,

4 ou 5 marcas mais conhecidas

de alambiques. Poucos

diversificam e regionalizam, fazem

um trabalho de experiência com

seu cliente. Um detalhe é certo ao

meu ver: quem se ‘rende’ a trabalhar

a cachaça certamente não

se arrepende. O consumidor que

experimenta novos sabores e sensações

em uma dose de cachaça

- sabendo assim mais informações

como sua origem, sua madeira, ou

que percebe o nível de satisfação

que um drinque pode proporcionar

- vai repetir a experiência.

Terroir?

“Esse termo terroir está mais discutido

ultimamente e até polêmico

porque divide opiniões. No

meu ponto de vista, o conceito se

aplica para a cachaça quase que

totalmente. Cada vez mais o consumidor

repara o lote e safra das

cachaças porque tem diferenças

sensoriais. O terroir é formado por

aspectos ambientais e humanos e

determinado por fatores típicos de

cada região. Características ambientais

do solo, relevo, altitude e

temperatura da região, quantidade

e regularidade de luz solar, incidência

de chuva, vento e umidade;

e características relativas à atuação

do ser humano na elaboração

do produto contribui para dar ao

produto uma especificidade única.

No vinho, estes aspectos determinam

a melhor variedade de uva

para ser cultivada dentro daquele

contexto específico e para descobrir

qual cepa produziria o vinho

de melhor qualidade naquele local

(trecho adaptado, original: “Você

sabe o que é Terroir”; Revista Adega,

fevereiro de 2016).

Na cachaça, a variedade da cana

possui influencia pouco expressiva

ou desconhecida. No entanto, o

conjunto de microorganismos específicos

presentes naquele micro-

-ambiente e na cana influenciam

no resultado sensorial. Portanto,

a principal diferença entre o conceito

de terroir no vinho e na cachaça

é que no vinho a variedade

e cultivo da uva tem influencia

sensorial mais óbvia e estudada

que na cachaça. Um detalhe é

certo: a cachaça produzida com

caldo de cana não tratado, especialmente

nas fábricas que usam

fermento natural ou indígena, tem

influência das condições ambientais

de microclima e solo do local

no resultado sensorial do produto.

Outro aspecto do terroir que influencia

no resultado são as práticas

adotadas na produção, que

variam conforme fatores humanos

de cada região. No contexto da cachaça,

práticas de fermentação e

de operação do alambique podem

ser específicos de cada região e,

também, influenciam no produto

final. Vale ressaltar que, tais práticas

e aspectos humanos ou culturais

regionais estão em extinção

junto com produtores mais velhos.

Antigamente a arte de produzir a

cachaça era mais familiar, de pai

para filho ou parentes.

Coquetelaria

O setor deve dar mais atenção para

este ponto, especialmente, pelo

momento da coquetelaria. O trabalho

é sempre levar informação

ao consumidor. Fazer ele experimentar

drinques com cachaça de

boa qualidade. O proprietário ou

gerente do bar tem que colaborar

também, acreditar no potencial.

O segundo passo é convencer de

usar cachaças de melhor padrão

nos drinques.

Contatos do entrevistado: brunozille@gmail.com

.

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Etiqueta

“NÃO HÁ DÚVIDAS

DE QUE CONTAMOS COM PRODUTOS NACIONAIS

AO MESMO NÍVEL DE OUTRAS BEBIDAS IMPORTADAS”

Mestre em Ciências Biológicas, com Doutorado em Enologia pela

Universidad de La Rioja (Espanha), Cauré Barbosa , em entrevista

exclusiva à Carta Premium, analisa o momento atual do mercado

de bebidas finas brasileiro. Confira na íntegra a seguir:

Revista Carta Premium: Um pouco

sobre você:

Consultor Cauré Barbosa Portugal:

Tenho 39 anos e sou Bacharel

e Mestre em Ciências Biológicas.

Realizei meu Doutorado (2012) em

Enologia pela Universidad de La

Rioja (Espanha), onde comecei a

me adentrar no mundo das bebidas,

com foco nos aspectos de fermentação

e análise sensorial. Posteriormente,

de regresso ao Brasil,

concluí meu Pós-Doutorado (2016)

na Universidade de São Paulo

com um projeto exclusivo dedicado

a fermentações e tipicidade

em cachaça. Atualmente, sou diretor

executivo da Smart Yeast. O

nome quer dizer “levedura esperta”

e faz referência à nossa proposta

de trabalho: atuar com pesquisa

e consultoria e propor o design de

bebidas fermentadas e destiladas

com base no processo fermentativo.

Nossa inovação consiste no

isolamento e seleção de leveduras

customizadas a partir de cada

processo como marca de diferenciação.

Ou seja, nós entregamos

“marca”, partindo do princípio de

que podemos modular o produto a

partir da base. Trabalhamos com

produtos como cachaça, cerveja

e vinhos e buscamos informação

desde a base, realizando análises

sensoriais técnicas para encontrar

melhores propostas, adequação de

processo, composição de blends e

harmonizações.

C.P.: Como vê hoje o mercado de

bebidas finas no Brasil e as transformações

por que passamos?

Cauré: A meu ver, nos últimos

anos experimentamos uma notável

decolagem e amadurecimento no

mercado de bebidas finas no Brasil.

As pesquisas na área aumentaram

em grande medida e muitos

resultados inéditos têm sido revelados

para a realidade nacional.

No entanto, creio que em todos os

segmentos, ainda carecemos de

uma identidade própria, sendo que

o tal processo de “gourmetização”

está claramente presente, mas

em grande medida ainda carece

de conteúdo. De forma geral, essa

mudança no cenário brasileiro

vem gerando um público cada vez

mais informado e ávido por novidades,

e creio que isto tem impulsionado

produtores a se reinventarem

constantemente e em um

ritmo acelerado. Nesse contexto, a

cachaça revela-se como um fantástico

estudo de caso, mas trata-se

de um setor onde predomina a informalidade

e ainda aparece como

um destilado que carrega estigmas

de inferioridade. Vale ressaltar

que o segmento da cachaça vem

140


Etiqueta

passando por um turbilhão atualmente.

Profissionais de diferentes

áreas têm se empenhado na tarefa

de trazer a cachaça para um novo

patamar, mas em grande medida

essa “revolução” acaba restrita a

pequenos grupos. De qualquer forma,

hoje é possível notar o quanto

avançamos na melhoria de processos

e adequação de propostas de

produtos com altíssima qualidade

que já estão conquistando os mais

exigentes paladares. Hoje, podemos

celebrar a diversidade e os

(muitos) sabores únicos do autêntico

destilado brasileiro.

C.P.: Bares, pubs, bistrôs e restaurantes

ainda resistem à uma

abertura maior em suas cartas às

bebidas finas brasileiras?

Cauré: O salto de qualidade e as

transformações notórias no mercado

de bebidas finas brasileiras muitas

vezes permanecem restritos às

suas unidades de produção e a um

petit comité. No caso dos vinhos e –

ainda mais evidente – da cachaça,

ainda há muito por explorar quanto

aos aspectos regionais a importância

desse contexto com a própria

identidade dos produtos. Geografia

é sabor e a qualidade peculiar dessas

bebidas deveria ser melhor explorada

quanto ao caráter de seu local

de proveniência e marcada pelas

influências do território. Atualmente

o consumidor busca conteúdo por

trás de um rótulo, mas para isso,

é preciso que deixemos de buscar

referências fora e tratarmos de nos

reinventar a partir de nosso próprio

contexto histórico e natural.

C.P.: Como os apreciadores e os

consumidores veem cachaça ou

sobre as bebidas nacionais de uma

forma geral? Há ainda um tabu a

ser vencido?

Caurê: Infelizmente, ainda mantemos

uma nítida necessidade de

nos espelharmos em experiências

e resultados de outros países, muitos

já com tradições seculares na

produção de bebidas fermentadas

e destiladas. Por outro lado, hoje

observa-se todo mundo tentando

fazer de tudo: cachaça, bebida mista,

rum, vodca, gim, uísque, etc. A

experimentação é fantástica,

mas acabamos deixando

de lado o trabalho de base,

ou seja, a construção de

uma identidade. A cachaça,

por exemplo, passa hoje não

por um processo de reinvenção,

mas de redescobrimento.

Submersa nos mais

complexos biomas brasileiros

e fazendo aflorar as mais

diversas expressões de território

e tipicidade, a cachaça

141


Etiqueta

finalmente vem encontrando

sua identidade

e polindo sua forma. No

entanto, esses resultados

alcançados ainda

não chegaram em sua

plenitude ao consumidor

final. Há produtos

fantásticos disponíveis

hoje no mercado, mas

sua apreciação, seu

serviço, assim como as

propostas de harmonização

e mixologia ainda

carecem de amadurecimento.

C.P.: Você analisa que

hoje o mercado nacional supre a

necessidade de produtos importados?

Temos por exemplo gins

nacionais que se equivalem aos

melhores encontrados em outros

países?

Cauré Portugal: Não há dúvidas

de que atualmente contamos com

produtos nacionais ao mesmo nível

de outras bebidas importadas.

No entanto, o polimento de uma

identidade própria a esses produtos

ainda permanece restrito a

poucos. Em outras palavras, não

se trata de imitar “à altura” outras

bebidas estrangeiras, mas de imprimirmos

nossas próprias marcas

ao que podemos fazer de melhor.

Para que isto seja possível,

os produtores devem olhar para

as próprias realidades regionais,

seus elementos naturais e trazer

propostas com diferenciação, sim,

mas sobretudo com tipicicadade.

Enquanto tentarmos simular modelos,

apenas teremos um grande

acúmulo de rótulos, confusão do

consumidor e nenhum ganho de

identidade.

C.P.: Poderia nos indicar rótulos

de bebidas nacionais que se equivalem

a excelentes bebidas de referência

mundiais pela primazia e

qualidade?

Cauré: Prefiro não “dar nome aos

142


Etiqueta

bois”, pois seria uma grande injustiça.

Dispomos hoje, por exemplo,

de uma paleta de cores incríveis

de vinhos produzidos não

somente no Sul, mas também no

Sudeste e no Nordeste brasileiro.

No caso da cachaça, essa experiência

pode ser ainda mais instigante

e o consumidor pode encontrar

uma variedade de aromas, de

Norte a Sul, de Leste a Oeste. Hoje

podemos saborear produtos brasileiros

diferenciados e de altíssima

qualidade, fruto do trabalho dedicado

de produtores, possibilitando

experiências sensoriais surpreendentes

ao consumidor.

C.P.: O cliente hoje é mais exigente

e está mais acostumado a selecionar

as bebidas que julgue melhores?

É mais difícil hoje “enganar”

um consumidor?

Cauré: (Também) não há dúvidas

de que hoje o consumidor

está ávido por diversidade e informação,

sendo que muitos não

vão em busca apenas de rótulos,

mas desejam conteúdo. Atualmente,

contamos com tecnologia

e ferramentas que minimizam as

possibilidades de fraudes mas,

sobretudo, o consumidor vem

se educando e já consegue discriminar

produtos de boa qualidade.

Por outro lado, comprova-

-se que esse movimento também

gera um “batalhão de especialistas”

e muita gente não necessariamente

capacitada também

atua como formador de opinião.

O importante nesse cenário é

saber prospectar devidamente a

informação.

C.P.: Acompanhamos algumas

de suas apresentações na Expocachaça,

porém ainda notamos a

baixa adesão de donos de bares e

empreendimentos de gastronomia

de Belo Horizonte. Eventos como

a Expocachaça e workshops com

degustação orientada ou treinamentos

sobre bebidas podem ajudar

estes empreendedores de que

forma?

Cauré: Minhas apresentações junto

à Carreta Alambique-Escola

(Truckvan) durante a ExpoCachaça

2018 vieram trazer uma nova

possibilidade, não somente a produtores,

mas ao público em geral.

Grande parte dos consumidores

ainda está ávida por educação e

gostaria de reconhecer esse conteúdo

ao frequentar restaurantes,

bares, bistrôs e cafeterias. Os

workshops realizados durante o

evento tiveram o intuito de trazer o

público para uma imersão a cada

produto apresentado, sua história,

seu local de origem, as pessoas por

trás dele... sua proposta de valor.

Finalmente, através de uma abordagem

educativa, aproximamos os

assistentes e os conduzimos por

um passeio sensorial, uma degustação

orientada para completar

essa experiência personalizada.

Percebo que hoje a possibilidade

desse conteúdo chega a escassos

recintos e pouquíssimos profissionais

estão devidamente capacitados

a fazer esse elo com propriedade

com o consumidor final.

Contamos hoje com produtos incríveis

no mercado, mas que infelizmente

acabam por “morrer na

praia” pela falta de abertura dos

locais e pela quase inexistência de

preparo dos profissionais e prestadores

de serviço do setor.

C.P.: Como vê esse novo momento

também da coquetelaria nacional?

É uma boa oportunidade para se

trabalhar ainda mais o destilado

brasileiro?

Cauré: Da mesma forma, a disponibilidade

de produtos de excelência

exibe incríveis paletas de

cores para a arte da mixologia. A

exploração das diferentes caraterísticas

e elementos regionais,

aliada às inúmeras possibilidades

de madeiras brasileiras utilizadas

para o envelhecimento

de cachaça, compõe um universo

ainda muito pouco explorado,

mas que oferece uma riqueza incrível

de aromas e sabores. Poucos

profissionais exploram essas

possibilidades hoje e, sem dúvida,

há combinações das mais

inusitadas a serem destrinchadas

por mãos hábeis da alta coquetelaria

nacional.

C.P.: Você oferece trabalho de

consultoria para bares, restaurantes,

e bistrôs interessados

em avaliar ou até renovar sua

carta de drinques?

Cauré: Atualmente trabalho

com treinamentos técnicos, desde

a pesquisa para elaboração

de cartas customizadas até o

treinamento para qualificação

de pessoal prestador de serviço.

Além disso, realizo análise sensorial

técnica dessas bebidas, o

que ajuda muito na hora de propor

harmonizações, ou mesmo

para que os colaboradores de

um restaurante, por exemplo,

possam fazer abordagens corretas

junto aos clientes.

Os treinamentos de análise sensorial

também fazem parte de

minhas abordagens. Constituem

uma ferramenta muito valiosa

para a capacitação apropriada

dos profissionais envolvidos e

para o próprio público apreciador,

que sempre está à procura

de informação e conteúdo.

Contatos do especiaista e consultor

Cauré Barbosa:

(19) 982644658 e caure.portugal@gmail.com

.

143


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Etiqueta

TAÇA DUPLA

O campeão e o vice-campeão da décima edição do

X Concurso Brasileiro de Sommelier falaram à nossa

Reportagem. Ambos representaram o Brasil no Concurso

Pan-Americano de Sommeliers, no qual o País

ficou entre os 10 melhores do continente!

Diego Arrebola

Perfil: Novamente eleito como o

“Melhor Sommelier do Brasil”, o

agora tricampeão (2012, 2016 e

2018) é sommelier consultor da

EntreCopos Consultoria e Eventos.

Aos 37 anos, atua na área

desde 2004 e ficou em sexto lugar

no Concurso Pan-Americano de

Sommelier, realizado no Canadá.

É certificado pela Court of Master

Sommeliers Américas, além da

única certificação no Brasil pela

Association de la Sommellerie Internationale.

Revista Carta Premium: Como

está hoje o mercado de alimentação

fora do lar e o de bebidas em

especial?

Sommelier e Consultor Diego

Arrebola: Vejo o mercado, como

sempre, com seus altos e baixos.

Sempre há espaço para novos negócios,

até porque sempre temos

negócios encerrando suas atividades.

O mercado atrai pessoas

com os mais variados históricos,

mas não perdoa quem não atua de

forma profissional e pragmática. A

gourmetização é algo que vem em

ondas; determinados produtos e

ingredientes ganham grande destaque

e chamam a atenção, até

o ponto de saturação, quando a

qualidade perde espaço para o marketing

e o discurso. Permanecem,

então, muitas das mudanças de

hábito implementadas, e tendem

a sobreviver os negócios mais autênticos

e profissionais, que foram

eficientes em cativar seu público.

C.P.: Quais as necessidades ou

até virtudes para um bar ou restaurante

ter uma carta de bebidas

saudável?

Diego: É fundamental entender a

demanda e necessidade do público,

e formatar uma seleção de bebidas

que seja comercial. Sempre

é interessante oferecer bebidas,

em especial vinhos, diferenciados,

fora da caixa, mas é importante

entender se haverá interesse

do público, e se haverá uma

força de venda capaz de apresentar

e explicar estes produtos.

Isto posto, é imprescindível ser

criativo, não ficando restrito apenas

as marcas amplamente conhecidas,

mas oferecendo alternativas;

temos um papel também

na educação do consumidor, pois

melhores consumidores são melhores

compradores, e enriquecem

o mercado como um todo. Não alcançaremos

isso oferecendo, sempre,

mais do mesmo.

C.P.: Quem é ou precisa ser o sommelier

atualmente?

Diego: Já é uma tendência em muitos

mercados mais maduros que o

sommelier vá além da venda e serviço

de vinhos. O sommelier moderno

é um gestor, cuidando de um setor

que pode responder por uma fatia

expressiva do faturamento da empresa,

e especificamente no salão

assume, cada vez mais, uma função

de anfitrião e storyteller, utilizando

em conjunto seus conhecimentos

bebidas, gastronomia, harmoniza-

145


Etiqueta

ção, história e cultura geral para

melhor transmitir ao público os

conceitos e princípios por trás da

proposta do restaurante. A fim de

cumprir com isso tudo, o sommelier

moderno deve estar em constante

atualização, estudando e degustando,

acompanhando as novidades do

mercado; deve também dar a devida

atenção ao aprendizado daquilo eu

envolve sua função de gestor, como

finanças, administração e uso de

ferramentas e softwares de gestão.

Além, é claro, do aprendizado de

idiomas, fundamental para o estudo

e atualização, além da comunicação

com outros profissionais.

C.P.: Há uma tendência cada vez

maior de uma profissionalização

da área? Tem crescido a demanda?

Diego: Não vejo a questão da profissionalização

da área como uma

tendência, mas como uma necessidade.

O sucesso caminha lado a

lado com a profissionalização. Observo

que há demanda por serviço

de vinhos e bebidas mais qualificado,

mas infelizmente tem diminuído

a demanda dos estabelecimentos

por estes profissionais, que de

forma míope, são vistos como caros

por muito proprietários. A nossa

alta carga tributária, e a constante

pressão do público por preços

melhores e margens menores dificulta,

pois deixa pouco espaço de

manobra para a justa remuneração

de um profissional altamente

qualificado. Acabamos, então, com

profissionais de qualificação mediana

assumindo posições que demandariam

profissionais de mais

alto nível, e isso gera no empresariado

uma visão de que aquele é

um profissional dispensável. Estamos

em um momento onde, se

não houver um alinhamento de expectativa

de proprietários e gestores

em relação aos profissionais de

vinhos e bebidas, no que concerne

ao equilíbrio entre remuneração

e demandas, podemos acabar sofrendo

um retrocesso na qualidade

de nossos profissionais, pois

faltará o estímulo para que novos

abracem a profissão, e busquem

uma formação de excelência. Não

existe almoço grátis; o serviço de

excelência precisa de uma excelente

remuneração. Ponto.

C.P: Nesses últimos dez anos que

acompanhou o mercado, notou

alguma mudança mesmo que pequena

de postura em relação aos

rótulos nacionais? O processo de

“premiuminização” ou “gourmetização”,

bem como o maior apreço

ao artesanal e regional, interferiu

positivamente para mudar essa

imagem?

Diego: Minha opinião é que foi o

contrário, resultou em vinhos com

sobrepreço, onde o discurso acaba

sendo mais importante do que

o produto. O mercado se constrói

pela base, e precisamos muito

mais do simples bem feito do que

do premium ou do gourmet. O

crescimento do artesanal e regional

também tem seus méritos, mas

também acaba, muitas vezes, com

vinhos ruins ou defeituosos sendo

“perdoados” em nome de uma dita

tipicidade.

C.P.: Alguma tendência no mundo

vinícola nacional ou internacional?

Diego: Talvez as mais fortes tendências

recentes dizem respeito

sobretudo ao preço, e sua relação

com a qualidade. Temos consumidores,

em todas as faixas de

renda, cada vez mais cientes do

valor intrínseco de um bom vinho,

e cada vez menos dispostos

a desembolsar valores irreais por

uma garrafa. Isso vale (tanto) para

consumidores de menor renda,

que demandam vinhos baratos,

mas pressionam por qualidade,

e (quanto) para consumidores de

maior renda, que não demonstram

mais disposição em gastar grandes

somas por vinhos famosos e consagrados,

algo que fica evidente

em situações como a queda no interesse

pela compra de Bordeaux.

C.P.: No Brasil, no caso do espumante

nacional, por exemplo,

ainda há um grande desconhecimento

a respeito da alta qualidade

ou preconceito quanto ao produto

brasileiro em geral, e por isso ele

não tem presença marcante nas

cartas?

Diego: Discordo dessa observação

em relação ao espumante. Mesmo

consumidores que têm ainda

grande preconceito contra o vinho

nacional já reconhecem nossos espumantes

como produtos de qualidade,

e são raras as cartas de

bons restaurantes que não contam

com espumantes nacionais. Mas

nos vinhos tranquilos temos, sim,

um problema, causado não só pelo

preconceito do consumidor, mas

também pela equivocada tentativa

de alguns produtores, que buscam

produzir vinhos com estilo semelhante

aos chilenos e argentinos,

tão bem sucedidos aqui. Os resultados,

obviamente, não são os

melhores, pois simplesmente não

temos clima adequado para isso.

Como resultado, tentamos competir

com vinhos que são, naquela

categoria específica, superiores

aos nossos. Apenas a adaptação

de nossa vitivinicultura às nossas

condições climáticas reais, e a melhor

educação de consumidores e

vendedores a respeito, permitirá a

mudança desse cenário.

C.P.: A época de final de ano é

também de renovação de muitas

cartas, tendo em vista no Brasil a

chegada do verão e a alta temporada

de festas e eventos. O que levar

em conta para escolher o rótulo

certo para um empreendimento?

Diego: A regra aqui é que não há

regra. Cada carta, cada realidade,

cada seleção de vinhos e bebidas

terá seu caminho a ser traçado,

considerando o público, proposta

do estabelecimento, histórico

de vendas, relações com fornecedores,

e muitos outros pontos.

Isso reforça a grande necessidade

que estabelecimentos que levam

o vinho a sério tenham bons

sommeliers em sua equipe, como

funcionários ou consultores, mas

pessoas que saibam identificar e

responder as necessidades do estabelecimento.

146


Etiqueta

C.P.: Atua como consultor?

Diego: Sim, hoje atuo como consultor,

educador e palestrante em Entre-

Copos, com minha sócia e parceira,

Gabriele Frizon. Entre as atividades

que realizamos, podemos destacar a

organização e apresentação de eventos,

workshops e palestras; consultoria

para restaurantes e bares, na

seleção de fornecedores, treinamento

de equipes e elaboração de cartas de

vinhos e bebidas; eventos corporativos,

em diversos formatos, conforme

a demanda do cliente, além de consultoria

para importadores, com serviços

de seleção de marcas, análise

de porfólio e construção de marcas

no mercado nacional. O central aqui

é que somos experientes, e conhecemos

profundamente nosso mercado,

então, temos plenas condições de

atender qualquer tipo de demanda,

mesmo que não esteja aqui elencada.

Contatos do profissional e da Entrecopos:

(19) 99220-9008 e

contato@entrecopos.com.br .

147


Etiqueta

“Uma carta tem que ter vinhos para todos os

gostos e bolsos e o estabelecimento tem

que ter boas taças e bons profissionais para

cuidar dos clientes”

Paulo Limarque

Perfil: segundo colocado na edição

2018 do Concurso Brasileiro

de Sommeliers, 12o lugar no Pan-

-Americano, é formado pela ABS

(Associação Brasileira de Sommeliers)

e detém o Nível 3 da WSET

(Wine Spirts Education Trust). “Eu

era barman e trabalhava num bar

onde ficavam os vinhos brancos,

espumantes e champagnes. Comecei

a estudar porque não sabia o

que era o que, mas como vinho não

dá pra estudar pouco, mergulhei

nesse universo e me apaixonei, e

estou estudando até hoje e acho

que não paro nunca mais”.

Revista Carta Premium: Nesses

últimos dez anos que acompanhou

o mercado, notou alguma mudança

mesmo que pequena de postura

em relação aos rótulos nacionais?

Sommelier Paulo Limarque: É claro!

Os clientes já procuram vinhos

nacionais, principalmente quando

vão beber espumantes. Quanto

ao artesanal as pessoas estão

cada dia mais querendo provar e

saber sobre.

C.P.: Mas há um grande desconhecimento

a respeito da alta

qualidade ou preconceito quanto

ao vinho brasileiro em geral, e por

isso ele não tem presença marcante

nas cartas? Ainda é mais comum

encontrarmos mais vinhos

chilenos, argentinos e europeus

do que brasileiros nas cartas de

bares e restaurantes nacionais?

Paulo: O problema é preço. Os

vinhos brasileiros de qualidade

equivalente a de um (bom) chileno

ou argentino têm o mesmo

preço ou são mais carso. Acho

que também uma coisa que acontece

é investimento em profissionais.

O Chile e a Argentina levam

todo ano diversos sommeliers

para visitar as regiões vinícolas.

No Brasil isso é coisa rara, rara

mesmo. Então o próprio profissional

do mundo do vinho não

conhece ou conhece pouco do

vinho brasileiro, salvo exceções.

Quanto à qualidade, cada dia

mais surpreendente a qualidade

dos vinhos brasileiros. Os brancos

são maravilhosos e os espumantes

brigam com qualquer

região do mundo. São frescos,

cheios é muito finos. Acho que o

mercado do vinho brasileiro é realmente

muito inspirador e está

crescendo a passos largos.

C.P.: Têm notado alguma tendência

no mundo vinícola nacional ou

internacional?

Paulo: A tendência são vinhos naturais,

orgânicos e biodinâmicos,

isso no mundo, mas isso também

tem um custo maior e no Brasil

isso fica quase abusivo.

C.P.: O que é essencial ao profissional

sommelier ou o que ele não

pode nunca deixar de lado para um

trabalho de primazia?

Paulo: Primeiramente quem quer

ser sommelier precisa saber que vai

ter que ter várias horas de sono perdidas

estudando em cima de livros

e mais livros. E sinto muito em dizer

que isso não acaba, sempre vai

ser preciso estudar e estudar, e faz

parte de ser sommelier. Então, se

vai entrar nessa profissão, prepare-

-se para estudar por no mínimo 10

anos. Uma dica? Apaixone-se pela

profissão. Não pode nunca deixar de

receber as pessoas com a satisfação

que se tem no início. Nós fazemos a

noite ou uma simples refeição num

momento inesquecível, é assim que

tem que ser. Quanto às dificuldades,

é muito difícil estudar vinho no Brasil

por causa do preço das garrafas,

dos cursos e dos livros. É preciso degustar

e provar bebidas de todo lugar

do mundo, abrir o leque de informações.

Um curso que é muito bom

e barato é o da ABS, indico.

C.P.: Sommeliers com formação e

experientes têm realmente ganhado

mais espaço e valorização no merca-

148


Etiqueta

do, tem crescido a demanda, ou ainda é preciso uma

mudança de postura no setor? Poderia fazer uma

comparação com uma década atrás com o atual?

Paulo Limarque: Isso é um assunto complicado.

Os profissionais da área que se qualificam demais

acabam saindo dos restaurantes porque não se

tem a valorização que se tem na Europa ou nos

EUA. Mas também tem muitos profissionais novos

se qualificando cada dia mais. Atualmente não se

compara com dez anos atrás. Não se tinham taças

apropriadas nem em bons restaurantes (salvo exceções),

por exemplo. Hoje em dia todos sabem a

importância desses detalhes que já foram tratados

como frescura. Inclusive o conhecimento dos clientes

só faz aumentar, o que é maravilhoso.

C.P.: E como está agora o mercado de alimentação

fora do lar?

Paulo Limarque: Então, o Brasil está num momento

muito difícil e o Rio de Janeiro também. Mas

o Rio está muito melhor nos últimos anos, restaurantes

novos abrindo e os profissionais se qualificando

cada dia mais. Estamos passando por esse

momento gastronômico que está crescendo, mas

precisamos melhorar nossa imagem fora e trazer

turistas. Portugal há alguns anos atrás estava em

crise, e investiu em turismo e melhorou muito essa

parte de gourmetização e hoje os restaurantes em

terras lusitanas vivem cheios, com estrelas Michelin

e crescendo cada dia mais.

C.P.: O que um empreendedor nunca pode deixar

de lado, principalmente na questão serviço, carta

de bebidas e cardápio em geral?

Paulo Limarque: Hoje se fala muito de custo-benefício,

e é difícil conciliar isso. Geralmente o custo

não tem benefício. Nossa profissão é achar esse

custo-benefício e apresentar ao cliente. Então uma

carta tem que ter vinhos para todos os gostos e

bolsos e o estabelecimento tem que ter boas taças,

e bons profissionais para cuidar dos clientes e ter

os cuidados necessários com os vinhos, armazenamento

e temperatura de serviço.

C.P.: A época de final de ano é também de renovação

de muitas cartas. Como escolher um bom

rótulo? Poderia enumerar algumas dicas para o

empreendedor?

Paulo Limarque: Principalmente você tem que conhecer

seu cliente. Então (pode avaliar):

1. custo-benefício;

2. pensar no que se tem no cardápio;

3. diversidade;

4. focar no vinho do tipo da sua culinária. Exemplo,

culinária italiana, vinhos italianos em maior evidência;

5. acompanhar um pouco das estações do ano

6. rótulos conhecidos em meio de rótulos novos;

7. fazer uma carta que comporte ao restaurante;

8. prestar atenção aos rótulos naturais;

9. sair da mesmice sem constranger o cliente; onde só

você saiba tudo que tem na carta;

10. você faz a carta pro cliente e não pra você!

C.P.: Como apreciador e especialista na de bebidas finas,

poderia citar rótulos de outras bebidas nacionais que conheceu

e representam a boa qualidade do produto brasileiro?

Paulo: O gim está na moda no mundo inteiro, temos um

chamado Amázzoni que já até ganhou prêmio como melhor

do mundo em uma categoria. As cachaças estão cada dia

melhores, falando de artesanais é um sucesso, poderia ficar

falando sobre cachaças até amanhã. A cerveja que está me

deixando cada dia mais empolgado é a Praya. Sensacional!

Contatos do profissional:

(21) 2323-6919, contato@donadesiree.com.br e paulolimarque@yahoo.com.br

.

149


In praesentia

TODOS POR

UM SÓ ESPÍRITO

Confrarias ajudam a promover a cultura de apreciação do bom destilado

brasileiro e se tornam opção de eventos regulares para bares e restaurantes

Em uma rápida consulta ao Wikipédia

em português - uma década e

pouco atrás faríamos o mesmo com

o Dicionário Aurélio -, fica mais

fácil entender a atuação hoje das

confrarias: “É um grupo de pessoas

que se associa em torno de interesses

ou objetivos comuns, seja

o mesmo ofício, a mesma profissão,

modo de vida ou religiosos ou espirituais.

(...) Hoje é comum o uso do

termo confraria para associações

de pessoas com interesses comuns,

como as confrarias gastronômicas,

confrarias do vinho ou da cerveja

ou ainda outros objetivos”.

Além das bebidas citadas, são comuns

confrarias do uísque, do

charuto e muitas outros itens de

consumo, ou melhor, de apreciação

comentada. Além de prazeroso,

dividir a mesa ou a degustação

com outros apreciadores, é sempre

um encontro que proporciona enriquecimento

cultural e até mais:

um mesa de discussão e também

negócios.

Nos últimos anos, temos acompanhado

o crescimento das confrarias

relacionadas à cachaça, destilado

brasileiro que vem assumindo

nova posição no século XXI e há

um bom tempo deixou para trás

a estigma de ser uma bebidas de

qualidade inferior, posicionando-

-se entre os melhores destilados

mundiais. Não à toa, a Europa

conta com uma confraria especializada

em cachaça desde 2008,

com sede em Madrid, na Espanha,

e subsede em Lausanne, na Suíça.

Vale destacar ainda que este ano,

em Londres, no Reino Unido, foi

realizado o Cachaça Festivals UK,

e no ano passado ocorreu o London

Caipirinha Festival.

Entre os exemplos das Confrarias

realizadas pelo País está a Confraria

Paulista da Cachaça, fundada

há pouco mais de três anos, mas

que já promoveu mais 24 encontros

abertos ao público em geral,

nos quais os presentes tem a oportunidade

de provar algumas das

melhores marcas de cachaça brasileiras,

muitas exportadas e premiadas

em concursos de destilados

dos EUA, Inglaterra, Bélgica,

Alemanha, etc.

“A confraria Paulista existe desde

2014. Nossa primeira reunião foi

março 2015 no Bar Valadares, com

4 apenas confrades fundadores.

Hoje temos 22 confrades. Nosso

objetivo é ampliar o conhecimento

das pessoas sobre cachaça, colaborando

para reduzir o preconceito

e distorções de visão sobre o destilado

nacional”, destaca o presidente

da Confraria, Alexandre Bertin.

Se para o consumidor a importância

das confrarias como incentivadoras

da cultura e disseminadora

de conhecimentos sobre produtos

refinados e de alto valor agregado,

para os empreendedores e gestores

de bar e restaurante, as confrarias

também são opções estratégicas

de eventos que podem ajudar a

aumentar índices de ocupação das

mesas e ampliar receitas.

“No nosso caso, fazemos nossas

reuniões abertas bimestralmente,

cada vez num bar diferente, justamente

para que seja possível aos

donos e frequentadores diferentes

terem conhecimento e contato com

a cultura da cachaça. Consideramos

muito também a parceria dos

bares e restaurantes que abrem

espaço para a Confraria e raramente

repetimos o local. Para isso

contamos com a ajuda de todos e

estamos à disposição para qualquer

local que queira ter nossos

eventos lá”.

150


In praesentia

No caso da Confraria Paulista,

muitos dos encontros têm entrada

gratuita, ou são cobrados

valores bem atrativos para degustação

ilimitada das bebidas.

E entre um brinde e outro, claro,

amplia-se aquela vontade de um

bom prato para harmonizar, um

bom petisco ou porção, ou até

um bom drinque. É neste ponto

que o empreendimento que

recebe o evento consegue unir o

aprazível ao aumento de receita,

além de poder demonstrar toda

a sua infraestrutura e conquistar

novos frequentadores.

“Os bares e restaurantes estão,

assim como todos os comerciantes,

em busca de novos clientes.

Eu pessoalmente acho extremamente

interessante para todos

abrirem exceções no seu funcionamento

padrão para receber

confrarias porque gera fluxo de

pessoas novas e também imagem

positiva nesse novo publico. E

sempre, todos têm dias de baixo

movimento, onde nós temos condição

de levar pessoas para consumir

lá. Cada caso é avaliado

por ambas as partes, mas acho

muito interessante para todos.

Fazemos amizade com todos da

casa. Receber a confraria é um

dia de festa e confraternização,

que inclui todos os envolvidos no

serviço”, pontua Bertin.

Apenas como exemplos, em São

Paulo vários bares receberam

eventos da confraria, a maioria

com média de 100 pessoas passando

pelo encontro: Cervejaria

Nacional, Barnaldo Lucrecia,

Bar Baiao de Dois, Valadares,

Genuíno, Bar das Batidas, Delirium,

Mocotó, Praça São Lourenço,

Barbirô.

151


In praesentia

Tem Confraria no meu Estado?

Selecionamos as páginas de algumas confrarias pelo País e

também fora dele para ajudar a incentivar essa importante

cultura. Em cada página são mensalmente publicados importantes

eventos da área e datas das próximas reuniões:

SÃO PAULO

Confraria Paulista da Cachaça:

https://www.facebook.com/confrariapaulistadacachaca/

PARANÁ

Confraria Paranaense da Cachaça:

https://www.facebook.com/pg/confrariaparanaensedacachaca

RIO DE JANEIRO

Confraria de Cachaça Copo Furado:

https://www.facebook.com/ConfrariaDeCachacaCopoFuradoDeRioDeJaneiro/

- Confraria da Cachaça Ratos de Barril:

https://www.facebook.com/Confraria-da-

-Cacha%C3%A7a-Ratos-de-Barril-225267114165739/

RIO GRANDE DO SUL

Confraria Gaúcha da Cachaça:

https://www.facebook.com/confrariagauchadacachaca

GOIÁS

Confraria Goiana da Cachaça:

https://www.facebook.com/Confraria-Goiana-

-da-Cachaça-637903326597762

PARAÍBA

Confraria Paraibana da Cachaça:

https://www.facebook.com/ConfrariaParaibanaDaCachaca

MINAS GERAIS

Confraria Mineira da Cachaça

https://www.facebook.com/confala

PERNAMBUCO

Confraria Pernambucana dos Apreciadores da

Cachaça de Alambique:

https://www.facebook.com/copeaca

BAHIA

Confraria da Cachaça Paulo Afonso

https://www.facebook.com/copeaca

OUTRAS

Confraria Mulheres da Cachaça (interestadual):

https://www.facebook.com/convidaconfraria

Confraria Europeia da Cachaça (internacional):

https://www.facebook.com/pg/Confraria-Européia-da-Cachaça-216324815050435

Confraria da Cachaça do Brasil (assoiação de

produtores e degustadores)

https://www.facebook.com/pg/confrariadacachacadobrasiloficial

DICA:

Os roteiros vinícolas são comuns, e estão surgindo

também roteiros de visitas a alambiques,

entre eles do Roteiro da Cachaça, em Pirassununga,

SP. Veja em:

https://www.facebook.com/roteirodacachaca

ou no site http://roteirodacachaca.com.br/

152


153


In praesentia

A DIFERENÇA QUE FAZ UMA

BEBIDA DE QUALIDADE

Conversamos com Michel Ferreira, bartender de Porto Alegre que venceu um recente

concurso de coquetelaria com cachaça

No finalzinho de agosto, em parceria

com a também gaúcha escola de

coquetelaria Art Flair Bartenders,

que completa 10 anos agora em

2018, a Cachaça Água de Arcanjo

promoveu I Torneio Coquetelaria e

Drinques com Cachaça, reunindo

diversos profissionais de bar não

só brasileiros, mas de outros países,

que puderem compartilhar

ideias criativas, trocar informações

sobre a importância da cachaça na

coquetelaria e também foram desafiados

a criar um drinque original

que pudesse servir de inspiração a

outros bartenders por todo o País.

Concorreram ao todo 9 participantes

entre os quais um peruano,

um venezuelano, um uruguaio e

um colombiano, que foram avaliados

por 5 jurados: César Queiroz,

da Art Flair Escola de Bartenders;

Everson da House, da Wine Distribuidora

de Bebidas Finas; Edison

Dias, do Requinte Eventos e professor

de coquetelaria; Joel Michels

da Maisson Forestier, e Patricia

Neres, empresária e diretora da

D’Arcanjo. O vencedor do concurso

foi o bartender Michel Ferreira,

com seu drinque Elaborate e uma

Coquetel Caipirinha de Morango.

Em segundo lugar ficaram Anderson

Martins, com o drinque Nelson

Mandela e Adiba, e em terceiro o

venezuelano Alfredo Ortega, com o

drinque Veneluzia e uma Caipirinha

de Maracujá e Gengibre.

Conversamos com exclusividade

com o Michel para saber um pouco

mais de sua história na área

e trazer sua visão sobre o setor.

Confira a seguir:

Michel Ferreira, bartender

“Apesar da coqueteleira ainda

não ser muito explorada aqui no

Estado do Rio Grande do Sul,

Da esquerda para direita Anderson Martins, Michel Ferreira, César Queiroz e Alfredo Ortega.

154


In praesentia

para mim é uma honra fazer parte

dessa profissão.

Sou natural de uma pequena cidade

do Estado Alagoas, chamada

Piaçabuçu, onde termina o Rio São

Francisco.

Eu comecei trabalhar de garçom

em um restaurante japonês de um

amigo meu.

Depois de um tempo, ele me falou

sobre uma suposta necessidade de

uma barman com experiência no

espaço do bar. Procurei um curso

nas redes sociais para me capacitar

e encontrei a Escola de Bartender

Art flair, do professor César

(Porto Alegre). Lá aprendi muito

sobre a coqueteleira e além disso,

comecei a amar cada vez mais

essa profissão.

Graças ao curso e a minha busca

para aprender mais, o restaurante

teve um crescimento cerca de

40% das vendas de bebidas no bar

onde trabalho. (Hoje) trabalho em

um dos melhores restaurantes de

Porto Alegre, o Danjou Lámen &

Izakaya.

A formação me ajudou muito a distinguir

bem os sabores dos destilados.

Antes, eram todos iguais.

Hoje vejo muito bem a diferença

que faz uma bebida de qualidade.

Eu ainda não tinha conhecido o

mercado de cachaça de alta qualidade.

Eu e meu amigo (chefe) ficamos

apaixonados pela cachaça Água de

Arcanjo. Excelente em tudo.

Sabemos que um bom bartender

faz drinques com qualquer tipo de

bebidas. Mas quando a bebida não

tem qualidade não tem como ficar

excelente”.

Concurso

“Eu sou uma pessoa muito detalhista.

Então pensei em cada ingredientes

e detalhes.

Queria fazer um drinque com uma

boa apresentação, aparência, sabor

diferenciado, com bom aroma

e uma decoração que chamasse a

atenção de todos.

Fazer um drinque que leve o

apreciador a tomar até a última

gota não é fácil. Fiquei muito encantado

com a total qualidade da

cachaça Água de Arcanjo.

Acredito que uma boa cachaça entra

com 40% da qualidade do coquetel.

Consegui ser campeão do

torneio finalizando com uma deliciosa

caipirinha de morango com

Cachaça Prata Água de Arcanjo.

Depois do que ganhei o torneio,

consegui mais credibilidades na

empresa onde trabalho, além da

admiração das pessoas.

Fico feliz com esse reconhecimento

nesse ramo ainda não

muito valorizado no Brasil.

Venho buscando mais me aprimorar

a cada dia.

E isso só me faz amar mais ainda

o que faço”.

Drinque de campeão

Conheça a receita do Elaborate,

do bartender Michel Ferreira

• 60 ml de suco de abacaxi

pérola

• 50 ml de cachaça Água de Arcanjo

Golden (envelhecida)

• 30 ml de Limão Taiti

• 1 morango fatiado

• Canela da China doce

• 2 colheres de sopa de açúcar.

Preparo: Gelar a taça Martini e

colocar na borda canela doce.

Colocar todos ingredientes (menos

o morango fatiado e a canela)

na coqueteleira com 4 pedras

de gelo em cubos. Agitar bem, e

servir na taça.

Colocar as fatias de morangos

dentro da taça e decorar com

uma rodela de limão decorado

em vários braços.

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como leitores profissionais de decisão

nesses empreendimentos, entre eles

proprietários, gerentes, chefias de A&B,

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