Revista Carta Premium - 4a edição (São Paulo, Brazil)

revistacartapremium

A nossa quarta edição traz diversas reportagens sobre cachaças, cervejas e vinhos premiados em 2017 no Brasil e no mundo, dicas para montagem de espaço de degustação, harmonização de prato com vinho, reportagens de campo de visitas a alambiques e muito mais!

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Sob o DNA da Inovação

A partir dessa edição consolidamos ainda mais o nosso trabalho

especial de abordar de uma forma única, inovadora e completa o segmento

de bebidas especiais no Brasil, ratificando nosso compromisso

de aprimorar sempre e de contribuir com o desenvolvimento de um

mercado de grande valia para o crescimento de nosso próprio País.

Nos últimos dois meses intensificamos ainda mais as visitas a

alambiques, cervejarias, vinícolas e eventos especiais, desde confrarias

a feiras de negócios, nacionais e internacionais, indo realmente

a campo para conhecer de perto o por quê do sucesso que vem sendo

alcançado pelas bebidas brasileiras de excelência.

As edições no formato revista full web (online, para download

e leitura em smartphones e outras plataformas de acesso,

e formato Facebook) da Carta Premium passam agora a ser

bimestrais, e com um tipo de abordagem com conteúdo editorial

aprofundando os principais acontecimentos em destaque dos

últimos dois meses, concursos, lançamentos e eventos de grande

relevância e que em nosso cotidiano conturbado de profissionais

da área poderiam passar despercebidos; sempre com reportagens

completas e com a exclusividade e trabalho de apuração

e inovação que marcam o nosso objetivo desde o lançamento do

Portal em janeiro de 2016 ou desenvolvimento da revista em

2013 como projeto de inovação acadêmica.

Também a partir de outubro, o Portal e nossas redes sociais

passam a ter um papel ainda mais especial na cobertura semanal

dos acontecimentos para o setor profissional (bares, restaurantes,

profissionais de A&B e produtores), antecipando aos cerca

de 1.000 visitantes diários também temas, entrevistas e

reportagens que se farão presentes nas próximas edições,

abrindo ainda mais espaço para o próprio mercado profissional

trazer as dicas essenciais para melhorias globais.

Estamos ampliando ainda mais nossa cobertura jornalistica,

de forma a que possamos realmente contribuir cada vez

mais intensamente com o desenvolvime nto de um setor

forte, ainda mais consolidado, inovador e profissional.

Esperamos, dia a dia, reportagem a reportagem, entrevista

a entrevista, consolidar esse nosso papel de veículo jornalístico

pioneiro e referência no setor. E gradativamente,

outras mudanças serão implantadas, como colunistas convidados,

edições especiais bilíngües com envio para leitores

internacionais, entre outras novidades.

Como destaque dessa edição, indicamos nosso trabalho de

campo ao visitar os alambiques das cachaças Companheira,

no Paraná, Itupeva (Alambique JP), em São Paulo, e

também a Canarinha, em Salinas; ou ainda umt trabalho

de apuração em que juntamos mais de 100 lançamentos

cervejeiros dos últimos meses.

Um grande abraço a todos, ótima leitura e estamos à

disposição: redacao@revistacartapremium.com.br

Equipe Carta Premium

CAPA: a foto principal da capa e

outras em destaque na visita ao

alambique da Companheira foram

cedidas pelo excelente fotógrafo Juarez

Soares. Conheça o trabalho em

www.juarezsoaresfotografia.com

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N

emp

Compan

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In Loco

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In Loco

Por onde

estivemos?

De Jandaia do Sul, no PR, passando por Itupeva em

SP, e indo desvendar os segredos de Salinas, MG,

quase na divisa com a Bahia, conhecemos de perto

três alambiques e a aposta na cachaça como a grande

bebida do momento, além do segredos de como

aproveitar o novo “boom” de apreciação no mercado

nacional e internacional

atanel Bonicontro, engenheiro,

reendedor e diretor da Cachaça

heira (Juarez Soares Fotografia

ww.juarezsoaresfotografia.com)

Trabalho de campo é trabalho de

campo, e só em campo para entender

a importância de apurar in loco algumas

informações.

Passado pouco mais de um ano do

lançamento da nossa primeira edição,

a Carta Premium tem intensificado o

“pé na estrada”, não só para conhecer

e apresentar os melhores produtos e

produtores para um País que tem dimensões

continentais, mas também

para elucidar questões importantes

e apontar tendências no mercado de

bebidas especiais no Brasil, indicando

oportunidades importantes para

bares, restaurantes, hotéis e empreendimentos

focados em alimentação

fora do lar, bem como os melhores

produtos para os próprios apreciadores

de bebidas finas, que ainda deconhecem

a maior parte, tamanha a

gama de marcas existentes.

Junho, julho e agosto foram meses de

pegar estrada do Sul à divisa com o

Nordeste, com foco na bebida de patente

nacional que está conquistando

o mundo: a cachaça. E não foram

poucos os bons exemplos que conhecemos

de perto.

Triplamente dourada em 2016, com

medalhas inéditas e importantes

para o mercado brasileiro, a Cachaça

Companheira, de Jandaia do

Sul, no PR, foi, digamos, motivo de

nossa visita com traje de gala.

Terceira melhor bebida brasileira

do gênero segundo o Ranking Cúpula

da Cachaça, um dos mais disputados

do País, e que terá nova

apuração agora em 2018, a Companheira

possui versões que já faturaram

Medalha de Ouro no Concurso

de Degustação às Cegas da Expocachaça,

Medallha de Ouro e Prata

no Spirits Selecion, concorrido concurso

internacional do Mundial de

Bruxelas, entre outras premiações,

a Companheira fez uma pausa nesse

ano nos concursos para inovar e

finalizar seu projeto de um charmoso

e requintado espaço de degustação

no Alambique.

O projeto segue à risca não só as oportunidades

criadas com o turismo rural,

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In Loco

mas também a maior apreciação da cachaça como destilado

superior e de excelência e também a procura cada vez maior

dos profissionais de A&B por informações e conhecer de perto

como é feita a bebida, como podem utilizá-la e as vantagens

em relação a outros produtos.

Amplo, moderno e aconchegante, com um mix variado de

produtos capaz de agradar os mais exigentes apreciadores,

o local une loja, espaço de degustação e também para

workshops. Além disso, de forma agendada, permite a visitação

técnica ao alambique, cujas instalações estão ao

lado, roteiro no qual há a explicação de todo o processo de

produção, desde a moagem da cana até o resultado final,

engarrafamento, armazenagem e envelhecimento.

“Nosso objetivo foi criar um espaço que pudesse enaltecer

e valorizar cada vez mais nosso destilado brasileiro, um

produto que ainda precisa e pode ser muito bem trabalhado

não só pelos produtores, mas também pelos pontos

de venda, de forma a desmistificá-lo e manter esse reposicionamento

da forma que precisa ser entendido hoje:

uma bebida superior. Assim como reconhecemos a tequila

do México, a vodca da Rússia, precisamos quebrar

essa barreira principalmente de forma interna de tratar

a cachaça como bebida inferior. Em outros países

já caminha bem esse reconhecimento e novo momento

da bebida brasileira. Entretanto, mesmo lá

fora, ainda é preciso separar caipirinha e cachaça,

pois há uma confusão do drinque com o destilado

com o qual é produzido e muitos pensam que o

destilado base se chama caipirinha e não cachaça.

Aqui o problema é o preconceito ainda existente

dos consumidores, mas que vem perdendo espaço

com o avanço das bebidas especiais e premiadas,

como é o caso das nossas”, explica Sara de Brito

Bonicontro, diretora executiva.

O espaço pode ser entendido de duas formas.

Por um lado, o institucional serve de vitrine para

apresentar e aproximar a Companheira dos consumidores

finais e profissionais. Por outro, reflete

exatamente a tendência de consagrar a cachaça

de qualidade dentro de um novo patamar, próximo

do que ocorre, por exemplo, com o uísque

ou vinhos finos, apoiando essa cultura da valorização.

“Deveremos ter workshops indicando harmonização,

cursos de mixologia, de degustação,

entre outras atividades. Podemos trazer bartenders,

proprietários de bares, restaurantes, hotéis,

apreciadores, etc.”.

Sara lembra que “adentrou” ao projeto do pai, sr.

Natanael, em 2012 justamente para ‘arrumar a

casa’ e pensar ações e posicionar a cachaça dentro

desse novo patamar. Desde 2005 presente no

mercado, a Companheira tem feito este percurso

de reapresentação da cachaça entre os melhores

destilados mundiais e esse continua sendo o foco

da empresa.”Fizemos um caminho de apresentação

externa e interna e agora estamos refazendo o

caminho, reforçando essa imagem, para depois dar

passos mais além tanto dentro quanto fora do País”.

Um pouco mais do projeto

Paulista do ABC, com sotaque meio salada mista entre

o carioquês (onde morou), paranaense (onde mora

atualmente) e até o paulistanês, a arquiteta Aline

Mantovani foi a responsável por idealizar e transformar

em realidade o projeto do alambique-loja-espaço

de degustação da Companheira.

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In Loco

“Conheci a Raquel, filha do sr. Natanel,

e a família desde quando era

criança e morava no Rio de Janeiro.

O sr. Natanel trabalhava no Rio de

Janeiro e iniciamos amizade que temos

até hoje. Seguimos nossos caminhos

profissionais e anos atrás,

quando eu estava morando em Maringá,

a Raquel me convidou para fazer

uma ‘reforminha’ aqui no alambique.

A loja tinha na época apenas um

30 m2. Fiz até o projeto de reforma,

mas juntos avaliamos que no fundo

seria ideal mesmo demolir e fazer

algo novo, pensando em algo novo,

bem diferenciado. Eu tive então que

naturalmente me inteirar totalmente

sobre o universo da cachaça. A Raquel

já tinha feito alguns eventos no

Rio, no Copacabana Palace e em outros

empreendimentos, sempre destacando

a bebida e a sua qualidade.

Estive presente em um dos eventos,

que teve a presença de um cachacier,

que até me presenteou com um livro.

Foi a partir daí que tive a real noção

desse mercado e do que realmente o

projeto deveria espelhar. Tornei-me

ali também uma apreciadora, entendi

que a’cachaça’ era uma bebida totalmente

diferente da forma com que

era tratada ainda no mercado, não

era a ‘pinga’, era cachaça!”.

Aline lembra que no projeto inicial,

a proposta era que os visitantes não

entrassem na loja, havia tudo sido

pensado como ponto de venda. Mas,

tudo mudou. Quanto mais conheceu

a respeito da bebida e da proposta,

mais entendeu o quanto precisava

promover este contato com todo o

valor agregado que cerca o produto.

“Deixamos de lado essa ideia de apenas

prateleiras simplesmente para

exposição e venda do produto para

criar um ambiente em que o visitante

pudesse realmente adentrar a esse

universo, quase um ambiente de exposição.

É um epaço com charme,

requinte e em que as pessoas podem

sentir o prazer de estar ali e poder degustar

algo diferenciado”.

Em meio à finalização do projeto da

Companheira, Aline já recebeu convte

para criação de outro espaço gastronômico,

comprovando a tendência, dessa

vez para uma cervejaria artesanal.

“Acredito sim que seja uma tendência,

porque cria essa proximidade com o

consumidor e permite a ele provar tudo o

que está agregado a um produto de qualidade.

O ambiente precisa estar realmente alinhado

com a proposta do produto, promovendo reconhecimento

e posicionamento”.

Palavra de empreendedor

Claro que em nossa visita também aproveitamos

para dar uma palavrinha com o

idealizador de tudo, o engenheiro químico

Natanael Bonicontro, feliz com toda a receptividade

e com a realização e consolidação

do seu sonho.

Natanael lembra que tudo nasceu desse

desejo de fazer da cachaça um produto de

dar orgulho, tirando a imagem negativa de

uma bebida de qualidade inferior. “Se antes

a proposta das cachaças era aquele alinhamento

com o artesanal, que precisa sim se

manter na esssência, com a rusticidade, é

preciso deixar de lado a parte negativa da

imagem, aquele barracão velho, cheio de

poeira, com algumas teias de aranha, que

só depõem contra os melhores produtos,

etc. Nossa proposta é justamente a visão

que precisa se ter hoje da cachaça: um produto

elegante, moderno, nobre. Investimos

nesse novo espaço aqui porque vemos a

cachaça dessa forma, tanto que queremos

transformar nosso alambique em um refinado

local turistico. Nós já temos ótima visitação

e queremos ainda mais incrementá-

-la”, pontua. “Todos os clientes que

vieram nos visitar, mesmo antes da

inaguração oficial, fizeram questão de

tirar fotos, selfies, pois se impressio-

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In Loco

Também multipremiada, a Itupeva mostrou à

nossa reportagem alguns de seus segredos

naram com o ambiente que traz sim o rústico, mas aliado

ao requinte, o que ajuda a promover e consolidar a nova

imagem que queremos propagar da cachaça”, completa.

Ele lembra que a cachaça está em processo de mudança de

concepção e de avaliação. “Muita gente não sabe ainda que

existe cachaça muito melhor ou lado a lado com qualquer

outro destilado no mundo. As cachaças que se popularizaram

no Brasil em anos, décadas anteriores, não eram boas,

não tinham valor agregado e não formaram uma boa imagem.

Podemos fazer um paralelo com o vinho nacional, com

a cerveja. Há todos os tipos de versões dessas bebidas, mas

nem todas realmente são boas, têm valor agregado, muitos

optam pelo baixo custo de produção e baixo valor de venda.

E foram essas cachaças que acabaram abrindo o mercado

lá fora, então também precisamos mudar a cultura aqui e

no exterior, pois o gringo ainda vê a cachaça como bebida

para fazer a caipirinha e não para degustar como faz com

outros destilados. Quando conhecem um produto melhor,

uma cachaça superior, eles se surpreendem tanto que não

acham que é a mesma bebida”.

Além dos países que já reconhecem e têm procurado este

destilado excepcional brasileiro, como a Alemanha, China,

EUA, Natanael destaca o crescimento e a ótima receptividade

em Portugal. “Temos feito um trabalho de ‘formiguinha’

por lá e a apreciação tem sido enorme! Nós somos pequenos

então estamos buscando países que possamos atender à

demanda. Por meio de um parceiro, fizemos a degustação

em diversos bares e restaurantes, e estamos começando

a comercializar regularmente. Também estamos caminhando

nas vendas para os EUA”.

Para Natanael, o destilado e o mercado de bebidas

alcoólicas em geral, é uma ótima oportunidade para

bons produtos. “Está no contexto de diversão, comemoração,

apreciação, em um contexto social de

alegria, de encontro. Por isso precisa corresponder

a esta expectativa de brindar bons momentos. E de

todos os destilados no mundo, parece que a cachaça

é o destilado que tem maior oportunidade de crescimento,

de conquista de novos patamares. Tanto que

muitos produtores brasileiros já foram comprados

ou integrados a grupos internacionais. Por outro

outro lado, são estes grupos que acabam virando

um entrave a nós, pequenos produtores, pois eles

têm maior capilaridade de distribuição lá fora, incentivos,

etc. Por exemplo: se nós engarrafássemos

a cachaça em Portugal, pagaríamos 25% a menos de

imposto. Mas quem tem engarrafor em Portugal? Só

os grandes mesmo, que engarrafam em suas filiais

ao redor do mundo”.

Posicionamento dos bares

Outro mudança de cultura que Natanael propõe é no

consumo e no oferecimento em bares e restaurantes,

que ainda adquirem os produtos pensando unicamente

no preço e no quanto podem lucrar. “Alguns proprietários

de bares e restaurantes ainda acreditam que o lucro

está em comprar algo não tão bom por um preço bem

barato e vendê-lo por um preço bem caro. Não vejo por

esse lado. Ele precisa entender que se um cliente provar

aquela bebida e realmente gostar ele vai provar não mais

1, e sim mais 3, 5, até 10 doses, quem sabe optar por

comprar a garrafa! E vai retornar para provar mais. A

margem de lucro se torna muito mais viável. Outra coisa

coisa que é preciso entender é o papel de cada um no

consumo. Quem tem o dinheiro é o consumidor, quem

tem o produto é o produtor. Ele é o ponto de união entre

os dois e não adianta nos tempos de hoje colocar lucros

absurdos intermediando a negociação. E o consumidor

quer e busca produtos melhores. Então por que ele vai

insistir em produtos que o consumidor já sabe que não

tem valor agregado. O mercado quer coisa boa e pagará

o preço de acordo com o que o produto representa. Preço

por preço simplesmente, não se leva vantagem em os

produtos de outros países”, conclui o executivo.

Na questão novidades, a empresa está em vias de lançar

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In Loco

uma versão mais do que especial, a envelhecida por 12

anos em carvalho . “Será uma linha bem seleta, com

garrafas numeradas, que com certeza vai conquistar

os paladares ainda mais exigentes e consolidar nosso

posicionamento. Uma edição limitada, com apenas

1.200 a 1.500 garrafas, com previsão já para 2018”,

antecipa Sara.

Mais informações sobre a Companheira estão no novo site

da empresa: http://cachacacompanheira.com.br/ .

No interior paulista

Medalha Grande Ouro (equivalente a duplo ouro)

na última edição do Concurso Mundial de Bruxelas

Edição Brasil, a Cachaça Itupeva é produzida pelo

Alambique JP no Sítio Serra do Japi, na própria cidade

homenageada em seu nome, há pouco menos

de 1 hora da capital. Visitamos e conhecemos de perto

o singular alambique que passo a passo quer dar o

salto de se tornar presente em outras regiões do país

e no exterior. Atualmente, o Alambique JP apresenta

uma produção anual de 50 mil litros, com capacidade

de expansão para 200 mil litros ano. A maior

parte das vendas é realizada diretamente aos visitantes

que vão ao empreendimento. “Com 69 anos no

mercado, nossas cachaças tradicionais, JP Branca

e Amarelinha, estão presentes em grande parte dos

bares de Jundiaí, Cabreúva, Itupeva, Salto, etc. Nossa

linha premium é mais recente. Entramos nesse

segmento a apenas 3 anos e nossa produção ainda

é pequena. No entanto, apostamos nesse segmento

pois temos colhido bons frutos. O primeiro foi a premiação

no Mundial de Bruxelas, com a Itupeva Armazenada

em Umburana e mais recente, as quatro

medalhas do concurso estadual, com nossa versão

tradicional e as cachaças Itupeva, nas versões Umburana,

Carvalho 5 Anos e Cristal”, destaca Fernando

Tonoli, Engenheiro Agrônomo, Mestre em Microbiologia

eresponsável técnico pela produção.

Quem visita o local percebe a linha do Alambique JP

é variada. A empresa tem bebidas mistas como Canelinha,

Coquinhho, todos devidamente registrados

e em processo de desenvolvimento de novas embalagens

e rótulos, além de vinhos, tanto de mesa quanto

finos. “A uva que usamos para os vinhos de mesa

é produzida aqui mesmo em nossa propriedade. Já

os vinhos finos são produzidos com uvas trazidas de

Caxias do Sul, no RS”, explica o entrevistado.

Ao fazer um balanço dos últimos cinco anos, Fernando,

que também possui especialização em açúcar e álcool

e assumiu a posição de inovação e a linha de frente dos

produtos da empresa, lembra que o empreendimento tem

aos poucos mudado o foco de venda de modo aacompanhar

um novo posicionamento da cachaça no mercado. “Fazendo

uma linha de tempo, nos últimos cinco anos crescemos

pouco em produção, pois tínhamos o foco de venda na tradicional,

com baixo valor agregado, e sua demanda vem

caindo ano a ano, enquanto que as versões premium têm

sua demanda aumentada cada vez mais. Há um perfil de

transição do cliente que passou a apreciar e procurar as

versões com maior valor agregado. A nossa Umburana, por

exemplo, é comercializada por R$ 40 diretamente no alambique,

enquanto nos pontos de venda pode alcançar R$ 80

a garrafa. Já o litro de nossa tradicional branca pura vendemos

a R$ 10. Se pensarmos em uma precificação de dose

em um bar ou restaurante a R$ 15, R$ 20 a dose, o produto

premium, que é o mais procurado hoje nos bares, se torna

ainda mais atrativo para os empreendimentos, já que uma

garrafa pode proporcionar em média 15 doses”, detalha.

Um pouco de história

O bisavô do produtor adquiriu a propriedade em 1925,

mas o engenho existe desde 1890. No entanto, a fazenda

mudou de cultura e decidiu apostar produção de café, porém

foi acometida pela crise do café em 1929.

Família Tonoli unida: irmãos, pai e avô com sua

linha de cachaças premiadas

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In Loco

“Meu bisavô tinha um bom capital,

mas a crise trouxe grandes perdas

perdeu imóveis e outros bens para

o banco. A única coisa que realmentese

manteve foi a fazenda. A

crise fez com que meu avô e seus irmãos

buscassem outras formas de

rendimento. Uma antiga olaria foi

reativada, começaram a criar gado

e cultivar outras culturas, como

ameixa e uva. Em 1948 decidiram

por reativar o alambique, que não

parou mais de funcionar desde então,

e no próximo ano completará

70 anos de funcionamento ininterrupto.

Em comemoração, lançaremos

uma versão especialíssima em

2018. Hoje produzimos na faixa de

50 mil litros ano, e ainda ganhamos

no volume e não propriamente

no preço. Nossa ideia é transformar

cada vez mais os produtos em

especiais com valor agregado. No

momento não queremos aumentar

nossa produção, mais qualificar

ainda mais a linha”.

Com as medalhas e premiações conquistadas

nos últimos anos, Fernando

aponta que a intenção é ampliar cada

vez mais a visibilidade da empresa.

Se o bisavô foi um empreendedor,

o avô e também o pai de Fernando

souberam manter o DNA de empreendedorismo.

O pai, formado em Engenharia Agrícola,

foi responsável pela modernização

da estrutura do alambique,

otimizando todo o ciclo produtivo.

“Da minha parte estou voltado agora

ao ciclo qualitativo, tornando ainda

melhores nossos produtos. A nossa

cachaça tem um Q de empreendedorismo,

de tradição, de cientificismo

e de inovação”.

Linha desejada

Com 4 tonéis de 35 mil litros e 5 tonéis

de 5 mil litros, todos de amendoim,

a empresa está cada vez mais

voltada ao armazenamento das suas

cachaças, que ficam de 9 meses a 1

ano armazenadas, ajudando a realçar

ainda mais a qualidade, saboraroma

que já têm.

Para a linha premium, a empresa

vem investindo na aquisição de barris

de carvalho americano e umburana,

todos de primeiro uso.

Entre as novidades, a empresa está

preparando o relançamento de sua

cachaça de marca Japi, que foi a

primeira utilizada. Outra novidade

em desenvolvimento da empresa é

uma linha especial de gim, seguindo

a tendência de nova apreciação dessa

bebida em todo o mundo

Em 2015, a Itupeva empresa exportou

cerca de 5 mil litros para Miami,

com rótulo terceirizado, para

uma empresa que queria justamente

uma linha de produtos apenas

para vender para fora do País.

A Canarinha recebe em seu alambique visitantes

nacionais e internacionais (veja a seguir)

Outra cachaça bem conhecida do

mercado, a Gavena também é produzida

pelo Alambique JP. “Prezamos

pela qualidade eo sensorial da

cachaça. Produzimos uma bebida

realmente suave e marcante, pontos

importantes para o consumidor”,

explica.

A Itupeva pretende expandir as vendas

no próprio local, tornando-se

um ponto turístico ainda mais visitado.

“Queremos construir um empório

ao lado do alambique, aproveitando

também para comercializar

queijos, doces e outros produtos

locais. Teremos um espaço para degustação

e alguns atrativos para a

família, como viveiros com pavões,

marrecos, parquinho, entre outro”,

finaliza.

Saiba mais sobre o Alambique JP e

seus produtos em

http://www.sitioserradojapi.com.

br/alambique/.

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In Loco

Visitantes de todo o País e internacionais vão “direto à

fonte” comprar os produtos da Canarinha. Ao centro,

Eilton, responsável pela marca

Qualidade hereditária

De São Paulo também partimos para Salinas,

Norte de MG, não muito distante da divisa com

a Bahia.

Em sua sua 16a edição e referência não só

no Brasil mas como em todo mundo, o Festival

Mundial da Cachaça da cidade, foi um dos

motivos de nossa visita, para ver de perto esssa

ligação tão forte entre tradição, produção e consumo

desse destilado basileiro.

Como a maioria dos alambiques não era tão

próximo da cidade, escolhemos um em especial

para fazer nossa visita, o da cachaça Canarinha.

Seu responsável, o sr. Eilton, provém de uma

família que parece ter nascido sob o propósito

de criar verdadeiras receitas únicas na questão

cachaça e elevar o produto aos melhores destilados

mundiais: a família

Santiago, dos lendários Anísio

e Noé Santiago, que entre rótulos

emblemáticos consagraram

a reconhecida Havana e

a própria Canarinha. Eilton

Santiago Soares é filho de Noé

Santiago, falecido em 2008,

este por sua vez sobrinho de

Anísio Santiago. A Havana é

produzida em Salinas desde

a década de 1940 e por Decreto

Municipal é “Patrimônio

Cultural Imaterial de Salinas”

em razão de sua reconhecida

história, qualidade e notoriedade

no mercado brasileiro e

no exterior.

“Quem conhece a Canarinha

sabe exatamente o que tem

dentro da garrafa. É única

no sabor, no jeito de fazer, na

tradição. Todo ano, por exemplo,

vem um pessoal do Rio e

de Minas com seus garrafões

para levar quase todo meu estoque,

ultimamente tenho até

restringido a venda pois senão

não tenho como atender outros

clientes. Cada um vem e

quer levar 20 litros, assim até

eu fico sem”, brinca o empreendedor.

Seguindo a tradição, mistério

e tudo que cerca a lenda da

cachaça de Salinas, a Canarinha

é bem artesanal, e começa

aos poucos se estruturar

para receber cada vez mais

visitantes ávidos por conhecer

cada detalhe de como se faz

uma bebida especialíssima.

Durante nossa visita, conhecemos

de perto todo a produção, a

rusticidade e a áurea de tradição

no preparo. E tivemos oportunidade

de uma rápida conversa

com um apreciador internacional, o

japonês Go Shukuguchi que trabalha

no Bar Blen Blen Blen Brazilian and

All About Black Music, um gastropub

na capital Tóquio, no Japão. Go

é apreciador do destilado brasileiro e,

claro, no bar não faltam rótulos como

a Seleta, Germana, Maria Izabel,

Claudionor e Leblon, e até as tradicionais

Tatuzinho, Pitu e Velho Barreiro.

“Destilado brasileiro pedem muito por

lá. Não temos produto semelhante no

Japão e sempre que posso venho buscar

direto da fonte. São ótimos para

surpreender nos drinques”, destaca.

Eilton, que é presidente da

Apacs (Associação dos Produtores

Artesanais de Cachaça

de Salinas), lembra que a principal

característica da região é

esse jeito singular na produção

da bebida. “Além do processo

que segue uma tradição de produção

as melhores cachaças,

que está no DNA da minha família,

selecionamos bem tudo o

que utilizamos, com cuidados

especiais no plantio e na colheita

da cana. Tudo para que

o resultado final não só supere

mas atenda à expectativa do

que realmente vai ser encontrado

dentro da garrafa”.

A Canarinha completará agora

em 2018 30 anos de mercado,

hoje como uma das mais importantes

marcas da região. Envelhecida

em barris de bálsamo,

outra característica da região, a

Canarinha está entre as 20 melhores

cachaças do Brasil segundo

a segunda edição do Ranking

Cúpula da Cachaça, tendo sido

premiada também no ranking

das revistas Vip e Playboy.

Mais detalhes em https://www.facebook.com/cachacacanarinha/

.

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Padrão Cinco Estrelas

Charme em perfil

“Há uma valorização da marca espelhada ao ambiente, pois oferecer um bom

produto e ter serviço de qualidade são elementos básicos”

2016 e comecei a fazer alguns

trabalhos de arquitetura de

interiores, decoração de apartamentos,

casas , escritório,

etc. As coisas simplesmente

foram fluindo espontaneamente.

Hoje trabalhamos

com projetos arquitetônicos

co-merciais e residenciais, interiores

( decoração), urbanismo,

paisagismo e também

administração de obras, entre

outros. Meu último projeto e

administração de obras foi a

loja do Alambique da Cachaça

Companheira, o que, pra

mim, foi um grande privilégio.

Agora estamos no desenvolvimento

de um novo projeto,

um brewpub, onde além

de vender a cerveja também

se produz artesanalmente.

Responsável pelo projeto do requintado

espaço de degustação e loja do

Alambique Companheira, a arquiteta

Aline Mantovani traz dicas importantes

de como criar ambientes que proporcioname

prazer ao olhar e paladar.

Acompanhe a seguir um entrevista

completa

Carta Premium: Poderia comentar um

pouco sobre sua formação profissional?

Arquiteta Aline Mantovani: Formeime

na Unicesumar em Maringá, em

2011, realizei em Florianópolis no

IPOG o MBA Gerenciamento de Ob-

ras, Qualidade & Desempenho da

Construção. Mudei então para o Rio

de Janeiro no ano de 2013, onde trabalhei

com a Projetos de Parques

Urbanos/Fluviais durante três anos

para o Governo do Estado. Neste

período tive a oportunidade de fazer

alguns cursos que foram muito importantes

para mim, tais como: Projetos

Paisagísticos, Parques Urbanos, MS

Project (Programa de Gestão de Projetos).

A Aline Mantovani Arquitetura

surgiu naturalmente, sinceramente

não foi nada planejado, voltei para

a minha cidade, Maringá, no ano de

C.P.: Poderia nos detalhar

o projeto do Alambique Loja

Companheira? Como foi o

contato, qual o desafio proposto

e o ponto de partida?

Arquiterta Aline Mantovani:

O objetivo era dar uma sofisticação

no ambiente, mas

sem perder a rusticidade, um

ambiente despojado e ao mesmo

tempo sofisticado. Muita

gente adora o estilo rústico,

mas não sabe que é possível

introduzi-lo em uma casa de

estilo moderno de forma har-

20


Arquiteta Aline Mantovani

21


Padrão Cinco Estrelas

moniosa. Na verdade, a união do rústico e do moderno

é uma das combinações mais bonitas, interessantes e

originais em decoração. Tem-se ao mesmo tempo o aconchego

e a intimidade do estilo rústico e a sofisticação do

estilo moderno. Como por exemplo, as prateleiras de madeira

contrastando harmoniosamente com a cerâmica em

alto relevo, um dos elementos mais usados atualmente

na decoração moderna. Além disso, a fita de led inclusa,

também muito usada na arquitetura de requinte, ressaltou

ainda mais as cores das bebidas.

Temos também como exemplo o piso porcelanato cimentício,

na área externa contrastando com os bancos produzidos

através dos barris de carvalho, e com a própria

madeira do pergolado, entre outros exemplos.

Não podemos esquecer de citar nossa aposta no revestimento

que simula o antigo “tijolinho”, muito utilizado

antigamente, e que agora voltou com força total e

está entre as maiores tendências no mundo inteiro, e

que nos surpreendeu sobre como é fácil torná-lo harmônico

com os mais variados tipos de revestimentos.

Outro elemento que dá um toque maravilhoso de requinte

é a luminária, confeccionada com as próprias

garrafas do alambique, fixadas em uma chapa metálica,

e usadas soquetes pequeninos e lâmpadas G9 de

última geração para que alcançássemos o objetivo desejado.

Essas misturas de detalhes rústicos e modernos

incorpora o melhor dos dois estilos: o praticidade

e conforto do segundo e o aconchego

e intimidade do primeiro.

Outra forma de trazer aspecto

mais rústico é a utilização de

uma iluminação mais indireta,

dramática e pontual, com cores

mais quentes e marcando determinados

acabamentos, neste

caso a cerâmica na cor branca

com efeito 3D aplicada ao fundo

das prateleiras de madeira onde

abrigam as garrafas das bebidas,

realçando ainda mais as diversas

cores dos produtos.

Outra intenção que o cliente

tinha era de expor seus diversos

prêmios e produtos transmitindo

aos consumidores maiores detalhes

e informações sobre o mundo

do alambique. Sendo assim, surgiu

a ideia de fazermos uma espécie

de mural com um porcelanato

retificado com aspecto de pedra

iluminada por uma fita de led expondo

seus principais prêmios, e

ao redor deste uma grande área

de vegetação, dando um charme a

mais a essa exposição. Para expor-

22


Padrão Cinco Estrelas

mos os produtos e suas características,

foram idealizadas três vitrines,

uma exibindo as cachaças, outra os

licores e por último os diversos kits

de presentes. A intenção foi deixar

a área externa agradável para que

o cliente possa ver os produtos com

calma, entender suas características,

degustá-los e sentir-se a vontade na

área de estar onde encontram-se os

bancos, pergolado e trepadeiras que

irão abraçar o ambiente.

A respeito da fachada a idealizamos

com linhas retas que remetem

a simplicidade e objetividade

do conceito do projeto. As linhas

retas nos permitem uma ousadia

maior quanto a harmonia entre os

elementos da construção e elementos

pontuais decorativos e acabamentos.

Como podemos analisar

na figura a seguir, mesclamos as

linhas retas da arquitetura contemporânea

, com a rusticidade da madeira

do pergolado, o revestimento

de tijolinhos, o metálico na cor preta,

a vegetação do jardim vertical e

o letreiro conforme a logomarca do

alambique.

Acredito que a poluição visual não

chega a um projeto bem estudado e

um traço mais simples e reto em sua

conceituação. Além de colaborar

na setorização dos ambientes, como

aconteceu nesta obra: à esquerda

encontra-se a área externa de estar,

onde os visitantes podem através das

vitrines conhecer e escolherem seu

produto, podem visualizar o menu,

degustar as bebidas, ter um bate-papo

acomodado nos bancos, e à direita

a área interna voltada para a funcionalidade

do ambiente, acomodar os

prêmios as bebidas, montagem dos

kits e embalagens.

C. P.: Por ser um ambiente também

gastronômico, além de loja, quais os

cuidados principais que nortearam

seu trabalho? Qual o prazo total de

execução até a entrega?

Arquiteta Aline Mantovani: Na

verdade, por enquanto ainda não é

um espaço gastronômico, os proprietários

estão estudando a

possibilidade de eventualmente

realizarem festival

de food truck. Quanto

a isso temos muito espaço

disponível. Quanto

aos prazos, a princípio

a ideia era apenas reformar

o espaço existente,

que além de deteriorado

estava pequeno para o

atendimento e exposição

dos produtos, que vem

crescendo cada vez mais.

Conforme nossas análises,

constatamos que a estrutura

não suportaria as

modificações necessárias.

Então começamos um

novo estudo, prevendo a

demolição do espaço antigo

e a construção do novo,

mas sem perder as raízes.

A definição do projeto

durou em cerca 2 meses,

e a obra cerca de 4 meses.

Foi um processo rápido ao

meu ver diante da complexidade

de alguns detalhes.

C. P.: É um tipo de projeto

ao qual já feito antes,

seguiu alguma inspiração,

ou realmente foi totalmente

personalizado e

criado por vocês?

Arquiteta Aline Mantovani:

Não, nunca tinha

feito nada parecido, e também

nunca vi nada parecido.

O que aconteceu foi

captar as necessidades do

cliente, tornar o espaço

funcional de acordo com

suas precisões. As combinações

dos revestimentos

me inspirei bastante

23


Padrão Cinco Estrelas

no que tenho visto nos eventos de

decoração que acontecem pelo País,

inclusive na Casa Cor Rio 2016 foi

bastante usado essa combinação: tijolinho,

ferro preto torcido e madeira.

As inspirações que tive e posso citar

é a respeito da luminária principal e

o banco feito do barril da cachaça. A

luminária principal trata-se de uma

luminária pendente, produzida com

70 garrafas da própria cachaça, tive

como inspiração um bar no bairro do

Leblon no Rio de Janeiro chamado

Stuzzi, que possui algumas garrafas

com iluminação fixada no teto.

Como queríamos desenvolver algo

com maior requinte, foi feito uma

chapa metálica fixada à laje, e nela

as garrafas foram instaladas de forma

uniforme. O fundo foi cortado para a

circulação de ar, a lâmpada usada

foi a G9 para ficar uma iluminação

discreta, por serem pequeninas, e os

soquetes foram presos por uma rolha,

para dar sustentação. Foi um trabalho

realmente minucioso. Mas graças a

competência de nossos profissionais

foi um sucesso!

Os bancos feitos de através do barril da cachaça foi uma

imagem semelhante que encontrei na internet, porém

não me lembro a fonte, e a partir disso fomos conversando

e testando com o marceneiro para chegarmos a

um modelo ideal, pois é bem complexo trabalhar com

esses barris, dependendo da forma que é cortado ele se

desmancha por inteiro, foi um trabalho também muito

bem feito.

C.P.: Em sua visão, como especialista em ambientação

e design, qual a importância de um alambique, de uma

cervejaria ou vinícola investirem e apostarem em projetos

como esse?

Arquiteta Aline Mntovani: Com certeza há uma valorização

da marca espelhada ao ambiente, pois oferecer um

bom produto e ter serviço de qualidade são elementos

básicos de um ambiente ligado a este ramo e não um diferencial.

Aqueles estabelecimentos que oferecem somente

isso aos seus clientes dificilmente se destacam no concorrido

mercado de bebidas. A arquitetura, ao criar uma

ambientação diferenciada com certeza ajuda o estabelecimento

se destacar e atrair a clientela. A iluminação é um

dos fatores importantes para tornar o ambiente aconchegante

a iluminação com tons quentes (amarelo, laranja,

vermelho), são muito indicadas para a conquista dos clientes.

Isso porque esse tipo de iluminação proporciona

excitação e sensação de alegria, encantando a clientela

e fazendo com que ela permaneça mais tempo no local.

24


Padrão Cinco Estrelas

Clientes satisfeitos tendem a convidar

outros conhecidos para poderem desfrutar

da mesma experiência agradável

que tiveram naquele ambiente. A decoração

diferenciada é outro fator essencial,

devemos sempre caminhar para

o inusitado, inusitado não precisa ser

algo revolucionário, são detalhes que

fazem toda a diferença, como objetos

personalizados, mobiliário confortável,

e principalmente muita criatividade.

Isso é o que faz as pessoas se encantarem,

fazerem retratos, postarem nas

redes sociais, divulgando o estabelecimento

de forma gratuita, isso não é o

máximo? Nos dias de hoje, na minha

opinião, essa é uma das melhores formas

de atrair os clientes. Os clientes,

antes mesmo de irem ao local, já idealizam

o seu espaço e se a realidade não

for ao encontro com o esperado há uma

quebra de confiança e a volta desse cliente

ao estabelecimento não ocorrerá.

C.P.: Então houve uma aposta nas

cores também para identificação com

logomarca e de objetos de complementação

e de interior para alusão

ao produto, como no caso de móveis

e luminárias?

Arquiteta Aline Mantovani: Sim,

com certeza. Além de utilizarmos bastante

a madeira, que remete às cores

dos barris, as garrafas da própria

cachaça que foi utilizada para fabricação

da luminária, e barris de carvalho

para fabricação dos moveis são

exemplos disso. Foi usado também o

letreiro localizado no jardim vertical

da fachada, e também no portal colocamos

um vidro com a estampa do

brasão da cachaça.

C.P.: Também em sua visão de especialista,

como o ambiente interfere na

atração ao consumidor? O aconchego

oferecido, o requinte, etc. podem ser

traduzidos no “sentir-se” bem e inspirar

o consumo?

Arquiteta Aline Mantovani: Sim,

com certeza. O objetivo é que o cliente

se sinta no universo da bebida.

Por isso a criação de um ambiente

quase que cenográfico, desenvolvendo

móveis e objetos de decoração

para encantar e atrair o cliente,

diferentemente de lugares frios,

cheios de prateleiras e sem conceitos,

focados apenas em vender os

produtos. A grande intenção é que

os visitantes se sintam à vontade,

se encantem pela história e essência

da bebida, crie amizades, e adquira

informações sobre a cachaça. Isso

traz a sensação de entrar realmente

neste mundo.

C.P.: Na área de bebidas usamos

muito o termo “harmonização” quando

uma rótulo realmente complementa

um determinado petisco ou

prato. Podemos usar a acepção de

harmonização também para

um produto e loja que o comercializa

ou ambiente em que

ele está sendo degustado?

Arquiteta Aline Mantovani:

Harmonizar, nada mais é que

a arte de combinar, é testar,

combinando os sabores dos

alimentos com as características

das bebidas, buscando a

parceria ideal para que essa

seja uma experiência que inspire

e agrade nossos sentidos.

Na arquitetura acredito

que também podemos usar

esse termo na questão da

harmonização dos diversos

revestimentos utilizados, com

texturas diferentes, com iluminações

empregadas de formas

inusitadas, combinando

com a vegetação, pedras,

gesso, entre outros elementos

para que possamos obter um

resultado final ideal.

25


Padrão Cinco Estrelas

C.P.: Poderia comentar a respeito do

proejto desse brewpub em que está

trabalhando agora, mesmo sem indicar

a cervejaria? O Alambique Loja

Companheira pode ajudar na inspiração

desse novo desafio?

Arquiteta Aline Mantovani: A cervejaria

já está em construção. Infelizmente

não participei deste projeto

desde o início, os sócios proprietários

contrataram outros profissionais

e não estavam conseguindo

chegar em uma fachada que agradasse

a todos. Entrei apenas no estudo

de fachada, e particularmente

adorei o resultado. Sobre o projeto

do alambique ter sido uma inspiração,

acho que são propostas totalmente

distintas. A cervejaria que

seria mais um “brew pub”, pois irão

também fabricar sua própria cerveja,

pede uma decoração mais industrial,

com materiais e texturas

diferentes. O que eu posso dizer de

semelhança entre os dois, é a ideia

de projetar algo que venha atrair

o público, através de um produto

artesanal de qualidade, onde as

pessoas irão se reunir para ter novas

experiencias e principalmente

celebrar a vida, me alegra muito.

C.P. Poderia relacionar de cinco a dez

dicas importantes, como um checklist,

para que bares, restaurantes,

bistrôs, alambiques, vinícolas e brewpubs

que estão passando por reforma

ou com projeto iniciado de cosntrução

não esqueçam e tenham melhores resultados?

Arquiteta Aline Mantovani:

- No espaço dos clientes deve-se pensar

nas crianças, idosos e deficientes

físicos. Atualmente há leis e normas

que devem ser seguidas em relação à

isso (Norma Técnica NBR 9050).

- Outro assunto importante é a

escolha correta dos revestimentos

dos pisos para segurança dos

clientes, evitando pisos escorregadios

especialmente nas rampas

e escadas. Atenção também

na escolha dos revestimentos de

parede e teto para minimizar os

ruídos inconvenientes.

- Outro itens importantes são a ventilação,

circulação de clientes e funcionários,

cuidados com a visão que

cada cliente terá tanto da área externa

como da área interna. Ressaltando

que ambientes mais sofisticados tem

mais espaço entre as mesas.

- Em relação a bares e restaurantes,

se o objetivo é que o cliente

permaneça muito tempo no recinto,

atenção especial aos assentos

e mesas, devem ser ergonômicos e

aconchegantes.

- A iluminação deve ser de prefe-rência

mais difusa, que se espa-lha e não

provoca sombras fortes, tornando assimo

ambiente mais aconchegante.

No que diz respeito à restaurantes, os

pratos devem ser bem iluminados, e

a iluminação que altera a cor dos alimentos

deve ser evitada.

- O ambiente deve ter decoração

que chame a atenção,

com detalhes que façam o

cliente ter curiosidade em

vê-los e se sinta cativado,

para que além de indicar

o estabelecimento torne-se

um cliente frequente.

C.P. É apreciadora de bebidas

finas? Poderia citar um ou

mais rótulos de cerveja artesanal,

vinho ou cachaça fina

que conheceu recentemente e

recomenda?

Arquiteta Aline Mantovani:

Sim, acho fascinante

e contagiante esse

mundo! Quanto a cerveja

artesanal sou declaradamente

apaixonada

pela belga Leffe Blond e

Franziskaner uma cerveja

de Trigo Alemã. Vi-nho

o que eu posso dizer são

minhas uvas prediletas:

Malbec, Syrah e Pinot

Noir. E cachaça, sou também

declaradamente apaixonada

pela Imburana da

Companheira e gosto muito

também da Claudionor.

CONTATOS: https://pt-br.facebook.com/alinemantovaniarquitetura/,

alinemantovaniarquitetura@

gmail.com, (44) 99818-1250,

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Carta de apresentação

Além da visita à Canarinha, nestes útimos meses conhecemos e conversamos com

destaques especiais, de rótulos premiadíssimos a produtos inovadores

Estande da Conffraria no Festival Mundial da

Cachaça de Salinas

Cachaça Sabinosa

Salinas, MG

Em nossa visita ao maior festival de

cachaça do País, o festival de Salinas,

fomos muito bem recepcionados no

estande da Sabinosa, cujo produtor

tem diversas outras marcas registradas

como a Brinco de Ouro.

“Temos cachaças, como a Sabinosa

Ouro com até 25 anos de envelhecimento

em bálsamo, ou ainda a

Brinco de Ouro, com armazenamento

por 8 anos. Atualmente comercializamos

para todo o Brasil e é só nos

fazer os pedidos para receber. Até

chegamos a exportar, graças à qualidade

excepcional de nossos produtos,

mas nosso foco tem sido mesmo

o mercado interno, já que o custo

para vender á fora é muito alto”, diz

Sabino Pinto. O nome de sua cachaça

mais famosa é uma homenagem

ao próprio produtor.

Na linha da empresa também estão

cachaças envelhecidas em Jequitibá.

A versão em Sabinosa Bálsamo, tradicional

madeira usada em Salinas, é

o destaque, com 40% de teor alcoólico

e muito aromática.

“Na verdade, nossa linha é realmente

bem variada, justamente para atender

a todos os gostos”, finaliza o produtor.

Mais informações da Sabinosa podem

ser obtidas diretamente pelo telefone:

(38) 3841-1589.

Cachaça Sabiá

Salinas, MG

“Não consigo precisar se

foi em 1929, 1930 ou até

1931, mas foi justamente

nessa época que meu

avô começou produzir a

Sabiá. Entretanto, como

as vendas naquele época

estavam muito difíceis

ele parou a produção em

1951. Foi nessa época que

meu pai e meus tios assumiram

a produção até os

anos de 1970. Com a subida

dos impostos, eles

também decidiram parar.

Foi na década de 1990 que

eu retomei a Sabiá, reativando

também o nome. O

que mudou foi apenas o

rótulo, claro, passou por

uma modernização, na

verdade dei só uma ‘penteada

no rótulo’”, comenta

Aldeir Xavier, produtor

hoje à frente dos negócios.

A Flor de Salinas é outra

cachaça da linha do produtor.

Enquanto a Sabiá

está disponível também

em versões no Bálsamo e

a Flor de Salinas tem versões

envelhecidas tanto no

Bálsamo quanto na Umburana.

A Sabiá é uma extra

premium envelhecida por

10 anos. Já a Flor de Salinas

passa por seis anos

de envelhecimento, três em

cada madeira. “A Sabiá,

por ter maior valor agre-

28


gado, é bem consumida nas capitais,

mais elitizada, enquanto a Flor de Salinas

é uma linha mais acessível. Estamos

incrementando cada vez mais

nossa estrutura no alambique para

virar um ponto turístico e de recepção

aos visitantes nacionais e internacionais”.

Mais informações e pedidos: (38) 9946-

1044 - cachacasabia@hotmail.com

Conffraria

“A Conffraria é um projeto de dois

anos onde iniciamos com o objetivo

de trazer um produto novo para o

mercado, em especial cachaça com

misturas de sabor diferenciado, ou

seja uma bebida mista para atender e

muito bem o público jovem, que carece

e tem grande apreço por este tipo

de produto. Inicialmente começamos

com a versão de canela, e em salinas

lançamos a versão de banana. Outra

novidade que reservamos a este festival

foi o anúncio da nossa fábrica

na cidade, para onde traremos toda

a produção. Atualmente produzimos

no Sul de Minas e engarrafamos em

Brasília”, detalha Renato Abreu, diretor

executivo.

A mudança permitirá à empresa ampliar

não só a produção,

mas como estrategia também

ampliar sua distribuição

para todas as outras

regiões do Brasil. “Nossos

produtos estão presentes

por enquanto mais

em mercados de Brasília

e Goiânia. Temos mais de

50 distribuidores na região

distribuindo o produto,

que é uma bebida fina,

sempre voltada mais às

classes A&B, com embalagem

diferenciada e com

excelente valor agregado. A

fábrica será totalmente automatizada,

com produção

bem maior, de 1.000 garrafas/hora”.

Detalhes sobre a linha da

empresa em: https://www.

facebook.com/bebaconffraria/

Cervejaria Kremer

Morungaba, SP

Químico de formação e

mestre cervejeiro por opção,

João Leite está a fren-

29


te da cervejaria Kremer, que

vem se tornando uma referência

em cervejas e chopes

especiais.

O executivo trouxe para ela

todo o know-how de uma

grande cervejaria na qual

trabalhou durante muitos

anos. “Quando criamos a

cervejaria, aproveitamos esse

know-how de contato e distribuição,

e de faze produtos de

excelente aceitação no mercado,

sempre com feed back

próximo do consumidor”.

O nome da cervejaria é em

homenagem a Henrique Kremer,

fundador da Cervejaria

Bohemia, ao qual se atribui

ter produzido a primeira cerveja

do Brasil. “A criação da

nossa cevejaria ocorreu em

paralelo ao renascimento cervejeiro

no País, então acompanhamos

de perto e temos

essa inovação no DNA. Lançamos

primeiro uma versão

de chope artesanal, depois

mais 4 versões especiais do

chope e depois desenvolvemos a linha

de cervejas. Temos também na linha

o ‘chope de vinho’, muito apreciado

nas regiões Sul e Sudeste”, destaca o

executivo.

Ela lembra que que o jovem tem uma

outra concepção tanto de cerveja

quanto de chope. “É toda uma nova

cultura onde ou você acompanha

ou simplesmente não tem reconhecimento

como produto para essa geração.

Na Europa há tradição forte é

do chope, enquanto no Brasil temos

a tradição da cerveja. Isto porque o

chope no País décadas atrás era algo

elitizado. Choperias estavam disponiveis

apenas em bares, muito pouco

vendidas para consumidor final. Hoje

você comercializa tanto direto pro

consumidor final quanto para o bar

vender o chope em growlers para esse

consumidor final degustar em casa.

Nós também entregamos na forma de

delivery para consumidor final, mesmo

um barril apenas de 15, 25, de 50

l, não importa o tamanho do pedido”.

Os chopes da empresa por exemplo

são os mesmos oferecidos na famosa

Cervejaria Munique, em São Paulo,

e também da barbearia Corleone.

Mais informações em http://www.

kremercervejaria.com.br e também

na página da empresa no facebook:

https://www.facebook.com/kremercervejaria/

.

Visita cultural

Salinas está bem ao Norte de Minas,

praticamente na divisa com a Bahia,

distante dos grandes centros consumidores

e das grandes capitais... E

é esse um dos seus encantos, uma

típica cidade do interior onde todos

têm muito orgulho de um produto

local que encanta o mundo, a cachaça,

e que também exporta carisma,

receptividade e a essência de

um produto qe realmente só poderia

ser brasileiro.

Em nossa visita tivemos por anfitrião

Edilson Jardim Viana, sócio-

30


-proprietário da Cachaça Premissa,

uma das excelentes cachaças premiadas

na região, docente do Professor

no Instituto Federal do Norte

de Minas, Campus Salinas, primeira

instituição de ensino superior

do País a lançar o curso Superior

de Tecnologia em Produção de Cachaça.

São cerca de 70 produtores

em Salinas e região, e a asssociação

local, (Associação dos Produtores

de Cachaça de Salinas) tem feito

um excelente trabalho nos últimos

anos inclusive de ‘certificado de

procedência’, um verdadeiro ‘selo

de origem’ origem, buscando, como

ocorre na área dos vinhos, trazer

ainda mais reconhecimento para a

bebdia produzida aqui na região e

desejada e já apreciada em todo o

mundo”.

A Premissa, por exemplo, é uma das

cachaças da região que une justamente

essa tradição de Salinas ao

conhecimento técnico, pois provém

de um longo trabalho de estudo do

proprietário. “A qualidade de nossa

cachaça não é do acaso, ele é resultado

de muito estudo, apuração, de

buscar realmente um produto de excelência,

similar aos melhores destilados

mundiais”.

Chamou bastante a atenção em Salinas

o fato das lojas-boutique - se

assim podemos chamar - de cachaça

e produtos locais. Mais uma vez

a Premissa é um exemplo. Na loja

da empresa, além de cervejas artesanais

e da linha de produtos da

Premissa e de parceiros, pudemos

notar novamente a preocupação em

espelhar uma nova imagem para a

cachaça, mantendo sua essência

rústica, sim, mas transmitindo a

valorização que esse produto precisar

ter para se consolidar como

bebida superior.

A produção na região de Salinas

gira em torno de 5 milhões de litros

por ano, mas não se engane,

praticamente é inteiramente escoada,

seja pelas vendas internas

seja externas.

A fim de transmitir, incentivar

e pontuar toda

essa nova cultura relacionada

ao mundo da

cachaça, há pouco mais

de 6 anos Salinas oferece

aos visitantes o Museu

da Cachaça, que apesar

e ter passado um tempo

fechado, está novamente

de portas abertas para

recepcionar pessoas de

todo o mundo. A iniciativa

surgiu de uma parceria

entre o Governo do

Estado e a Prefeitura de

Salinas, com apoio da

Apacs. E claro, não deixamos

de visitar o Museu,

cuja estrutura permite

percorrer a história

da produção da bebida

em Salinas e por todo o

Brasil, indicar características

da região, mostrar

equipamentos antigos

e trazer a opinião do

mercado sobre o destilado

de patente brasileira.

Um dos grandes destaques

é a espécie de um

painel-prateleira de 9 metros

de altura, com 1.750

garrafas de cachaça produzidas

na cidade mineira.

O espaço também

dispõe de cozinha, restaurante

e estrutura para realização

de negócios, além

de shows e eventos.

No final da visita, os visitantes

podem passar por

uma experiência sensorial

e, calro, também adquirir

os produtos. Vale muito

à pena a visita! Confira

nossos cliques exclusivos

a seguir.

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Gran Première

Du monde, del mundo,

of the world

Para incrementar as melhores cartas, uma lista de vinícolas

brasileiras premiadas na França, no Chile e na Inglaterra

Sempre repetimos e reiteramos, pois

contra fatos não há argumentos: as

bebidas brasileiras de qualidade concorrem

sim com os melhores rótulos

reconhecidos e produzidos nas principais

regiões mundiais.

Em meio a mais de 200 concorrentes,

duas vinícolas nacionais conquistaram

mais duas medalhas de

ouro para o Brasil. Foi no Concurso

Muscats du Monde, competição anual

francesa, em sua 17 a edição no país europeu. A

escolha dos rótulos vencedores foi feita por 55 juízes

especialistas, de diferentes países, sendo metade

deles franceses.

Comemorando sua medalha dourada pelo segundo

ano consecutivo, a Valduga teve mais uma vez o seu

Casa Valduga RSV Moscatel no topo das avaliações.

Refrescante e agradável, com um intenso aroma floral,

esse rótulo premium é elaborado a partir de excelentes

safras e maturado em caves subterrâneas.

Apresenta perlage fino e duradouro. As uvas foram

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Gran Première

cuidadosamente selecionadas através

de colheita manual. Obtido das uvas

Moscato Giallo, selecionadas manualmente,

harmoniza muito bem com torta

de limão, salada de frutas, sorvete e

fondue de chocolate com frutas.

A outra medalhista foi a Vinícola Peterlongo,

com Ouro para o seu Peterlongo

Presence Branco Moscatel.

O rótulo recebeu também medalhas

em diversos outros concursos, como

o Vinus 2016 e o La Mujer Elige 2016.

Límpido, com bom perlage e cremosidade

ao paladar, tem acidez equilibrada

e boa persistência. É elaborado

pelo processo tipo Asti, com leveduras

selecionadas e com controle de

fermentação.

Premiados no Chile!

Considerada uma das mais importantes

premiações do Chile e da

América Latina e que já ocorre há 22

anos, o Catad’Or Wine Awards elegeu

também os melhores espumantes das

Américas, avaliando rótulos de países

como Brasil, Chile, Argentina, Uruguai,

Peru, Bolívia, México, Canadá e

Estados Unidos.

Mais uma vez a Valduga esteve entre

os destaques, conquistando duas Medalhas

de Ouro: com o Casa Valduga

130 Brut e com o Casa Valduga Gran

Extra Brut.

O Casa Valduga Brut 130 é um dos

rótulos mais renomados da vinícola.

Criado para homenagear os 130 anos

da chegada da família Valduga ao

Brasil, o espumante é elaborado pelo

método tradicional, com uvas Chardonnay

e Pinot Noir de safras especiais,

e passa 36 meses em maturação

na penumbra das caves subterrâneas.

Possui perlage fascinante, coloração

dourada e aromas que lembram

frutas brancas, frutas secas como

amêndoas e um leve tostado que proporciona

elegância e complexidade à

bebida. Seu paladar apresenta acidez

equilibrada e notável cremosidade,

característica encontrada nos melhores

champagnes do mundo.

Já o Casa Valduga Gran Extra Brut

é um espumante rico, marcante e expressivo.

São 60 meses de maturação

que dão origem a uma bebida com

excelente acidez, fantástica cremosidade,

sabor amplo e intenso. Possui

bouquet complexo, onde o caráter da

evolução se expressa de forma única,

remetendo a especiarias finas e notas

de amêndoas e flores secas. É um espumante

raro, de perfil único.

Também receberam Medalha de Ouro

os vinhos:

- Club des Sommeliers (CDS) Moscatel,

Merlot e Malbec Reserve. A marca

Club des Sommeliers exclusiva do

GPA (Grupo Pão de Açúcar, da Cia.

Brasileira de Distribuição) é composta

por mais de 90 rótulos de 11

diferentes nacionalidades. A seleção,

proveniente das melhores regiões

vinícolas do mundo, é feita por um

time de especialistas em vinho, liderado

por Carlos Cabral, um dos mais

importantes enófilo do Brasil. São vinhos

para serem degustados no dia

a dia. Tanto o site quanto a página

no Facebook do Club des Sommeliers

trazem dicas especiais sobre os

36


Gran Première

vinhos, harmonizações, origens e degustação.

- Gazzaro Espumante Moscatel e Gazzaro

Espumante Tradicional Natural

Brut. A vinícola tem uma história

centenária, que se iniciou com em

1896, quando Pietro Gazzi, imigrante

vindo da Itália, iniciou uma pequena

produção de vinhos no Sul do Brasil.

Já 1993, a família adquiriu estruturas

que permitiram aumentar a

produção de vinhos, surgindo assim

a Vinícola Gazzaro. Em 2008, um

grande passo marcou a trajetória: investimentos

em tecnologia, estrutura

e mão de obra qualificados levaram

ao portfólio da Gazzaro a elaboração

do vinho espumante Brut, Extra-Brut

e Moscatel, nos métodos Charmat e

Champenoise, tornando a empresa

referência.

- Victoria Geisse Espumante Extra

Brut Vintage Gran Reserva, da Vinícola

Geisse. Esse excepcional espumante,

cujo nome homenageia

os patriarcas da família, já que Victoria

é o nome do navio que trouxe

os Geisse da Alemanha até o Chile

durante sua imigração, passa por

24 meses de envelhecimento. Recentemente a

Geisse foi destaque no Le Winery Guide, publicação

sobre as viníciolas que são referência no

Chile, na Argentina, em Portugal, no Brasil e

no Uruguai. O guia avalia as vinícolas em mais

de 170 pontos de forma independente e sem

aviso prévio, para depois premiá-las e reconhecê-las

em diversas categorias. A Geisse foi considerada

“Melhor produtor de espumantes”.

A vinícola Garibaldi foi outra brasileira premiada

no evento, com a Medalha de Prata

para o seu Garibaldi Espumante Chardonnay

Brut, que já tinha levado recente Medalhas

no Vitória Expovinhos, e também em

concursos como Citadeles Du Vin, na França,

e Enseada Tierra del Vino, no México.

A história da Cooperativa Vinícola Garibaldi

remonta a mais de 85 anos de existência

já, e foram muitos muitos rótulos premiados

produzidos pela cooperativa.

De coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados,

aspecto brilhante e ótima formação

de perlage, esse espumante premiado apresenta

aromas com notas de abacaxi, maçã e um toque

de pão tostado. Ao paladar apresenta estrutura

cremosa, acidez equilibrada e refrescante.

37


Gran Première

Na Inglaterra

Considerada uma das mais

prestigiadas competições

mundiais, o International

Wine Challenge (IWC), da

Inglaterra, também premiou

diversos rótulos brasileiros

tanto com menções honrosas

como medalhas de Prata

e Bronze. Veja a lista completa

abaixo:

- Vinícola Aurora: menção

honrosa para os rótulos Aurora

Varietal Chardonnay

2015, Espumante Aurora

Moscatel Branco, e Aurora

Reserva Merlot 2016. Também

com história centenária,

que remonta a 1875, com a

chegada de imigrantes oriundos

do norte da Itália, tem

sede no coração de Bento

Gonçalves, RS, e é considerada

a maior cooperativa vinícola

brasileira, com mais de

1.100 famílias associadas.

- Vinícola Enos: com uma

linha especial de vinhos de

boutique, também recebeu muitos elogios

e a menção honrosa para os rótulos Enos

Cabernet Franc Gran Reserva Safra Histórica

2012 e Enos Tannat Gran Reserva

Safra Histórica 2012. São vinhos elaborados

com uvas colhidas a mão em vinhedos

familiares na Serra Gaúcha e Campanha

Gaúcha, com complexidade aromática,

equilibrados, aveludados e com final persistente.

produção limitada de apenas

1000 garrafas de cada rótulo. Os vinhos

passam por envelhecimento de 12 meses

em barricas de carvalho americano (Cabernet

Sauvignon e Tannat) e carvalho

francês (Merlot), seguida de outros 12 meses

de envelhecimento em garrafa nas caves.

- Casa Valduga: menções honrosas para

o Casa Valduga Identidade Pinot Noir Encruzilhada

de Sul 2016, Casa Valduga

130 Blanc de Blancs Brut, Casa Valduga

130 Blanc de Noir Brut, e Casa Valduga

Leopoldina Chardonnay 2016; Medalha

de Prata para o Casa Valduga Raízes Cabernet

Franc 2013 e Casa Valduga Raízes

Gran Corte 2012.

- Garibaldi: menção honrosa para Espumante

Garibaldi Brut, Espumante Gari-

baldi Brut Chardonnay e para o Espumante

Garibaldi Moscatel Rosé;

Medalha ede Bronze para o Espumante

Garibaldi Moscatel.

- Miolo: menção para o Family Vineyards

Chardonnay 2016; Medalha

de Bronze para o Miolo Cuvée Tradition

2015.

- Ponto Nero (Grupo Valduga): menção

honrosa para o Ponto Nero Brut e

para o Ponto Nero Brut Rosé; Medalha

de Prata para o Ponto Nero Brut

Blanc de Blancs.

- Don Giovanni: Medalha de Bronze

para o Espumante Don Giovanni

Brut. A Don Giovanni está a apenas

12 km do centro de Bento Gonçalves,

em altitude de 720 m e tem uma história

de elaboração de vinhos de mais

de 40 anos. Com borbulhas finas e

persistentes, esse rótulo apresenta

cor amarelho palha com reflexos esverdeados,

além de uma gama de aromas

frutados e de envelhecimento.

Remete à maçã, abacaxi, mamão, tostado

e manteiga. Na boca demosntra

bom equilíbrio de acidez, bom corpo

e retrogosto agradável. Tempo de ma-

38


Gran Première

leveduras e pão tostado adocicado. No

paladar inicialmente apresenta uma refrescância

provocada pelo gás carbônico

e a acidez do produto. No final é macio,

suave e bastante equilibrado. Ótimo para

acompanhar aperitivos leves, massas,

pratos com frutos do mar e orientais.

- Viapiana: Medalha de Bronze para o

Viapiana Espumante Brut 575 dias e

menção honrosa para o Viapiana Expressões

Chardonnay 2014. O 575 Dias

é um vinho premium excepcional e multipremiado.

Elaborado a partir de 80%

Chardonnay e 20% Riesling, passa por 9

meses em carvalho francês, e apresenta

575 dias de contato com leveduras.

turação: 24 meses. Ao enoviajantes, a Don Giovanni

oferece uma pousada exclusiva, de paenas 8 quartos,

instalada em um casarão de 1930.

- Jolimont: também da Serra Gaúcha, estabelecida

em Canela, RS, recebeu Medalha de Bronze para o

seu Espumante Moscatel. A vinícola Jolimont é a relização

do sonho de um francês estabelecido na região

em 1948, uma das pioneiras no Estado na produção

de vinhos finos e artesanais. Com a qualidade superior

das uvas colhidas e a quantidade limitada de

garrafas por safra, a Jolimont se coloca em um grupo

seleto, que elabora vinhos artesanais genuínos, puros

e de qualidade internacional.

- Castellamare: menção honrosa para o Vinho Branco

Espumante Natural Brut Castellamare 2016 e para o

Vinho Rose Moscatel Espumante Castellamare 2016;

e medalhas de Bronze para o Vinho Rose Espumante

Natural Brut Castellamare, para o Vinho Rose Espumante

Natural Brut San Diego e para o Vinho Branco

Moscatel Espumante Castellamare 2016. A Cooperativa

São João, que produz os rótulos, foi fundada em

1931, por um grupo de famílias descendentes de imigrantes

italianos, com o objetivo de garantir a elaboração

de suas uvas e valorizar a matéria-prima. Entre

os destaques está o Espumante Castellamare Brut,

elaborado com uvas Chardonnay pelo método Charmat.

Apresenta coloração amarela com reflexos esverdeados.

Seu aroma complexo, lembra frutas cítricas

39


40

Vinhedo da Maria M


Gran Première

Especialmente

NOSSOS!

Evento no Rio põe à prova e em destaque excelentes

vinícolas nacionais

aria

No final de julho, o Rio de Janeiro teve a edição do Vini Bra

Expo 2017, evento pioneiro e especial voltado à valorização

do vinho brasileiro nas diferentes expressões regionais.

Vinícolas mineiras, goianas, paulista, catarinenses

gaúchas e paranaenses marcaram presença no evento.

No formato feira e festival, com concurso de degustação,

o evento proporcionou experiências diferenciadas. Foi realizado

nos jardins do Città Office Mall (Shopping Città

America), e contou com presença de foodtrucks e gastronomia

artesanal.

O universo de vinícolas brasileiras é ainda um imenso

campo ainda a ser explorado. Mesmo no caso das mais

tradicionais e premiadas, muitas ainda não estão presentes

na carta dos principais bares e restaurantes ou

mesmo na mesa dos apreciadores, talvez ainda por uma

divulgação pequena das marcas. Eventos como o Vini Bra

Expo ajudam não a só a difundir a cultura do vinho de

qualidade brasileiro, mas também a torná-lo mais conhecido

e presente à mesa.

E não foram poucas as vinícolas presentes: Abreu Garcia,

Adolfo Lona, Aurora, Batalha, Casa Geraldo, Casa Valduga,

Cattacini, Chandon, Czarnobay, Dal Pizzol, Dom Cândido,

Don Abel, Garibaldi, Hermann, Hiragami, Larentis,

Laurentia, Legado, Lidio Carraro, Luiz Porto, Malgarim,

Maria Maria, Miolo, Pericó, Peruzzo, Pizzato, Quinta da

Neve, Quinta do Seival, RAR, Rio Sol, Terranova, Vallontano,

Valmarino, Villaggio Bassetti, Vinhetica, Vivelam,

Zanotto, Barcarola, Casa Verrone, Cave Geisse, Éléphant

Rouge, Era dos Ventos, Guaspari, Guatambu, Inconfidência,

Pireneus, Primeira Estrada, Tabocas, Villaggio

Conti e Zanlorenzi.

Todos os vinhos degustados pelo público, também foram

submetidos a avaliação por uma câmara julgadora

composta por 12 degustadores

do mais alto nível, que através

de prova cega, escolheram

os “Top 10”, sendo 4 espumantes,

2 brancos e 4 tintos.

Exemplos de excelência

Muitas das vinícolas presentes

se destacavam justamente pela

questão exclusividade: pequenos

lotes, safras singulares e rótulos

artesanais e disputadíssimos.

Já presente em empreendimentos

de destaque, a Adolfo Lona

foi uma das empresas expositoras

que se destacou justamente

pela linha de desejados

espumantes. O empreendedor

responsável, o enólogo Adolfo

Lona, busca em cada rótulo trazer

uma leitura mais objetiva,

clara, moderna e lógica sobre a

categoria, desde o Charmat, aos

Champenoise e linha Premium.

Quando Adolfo iniciou a produção

de seus espumantes em

Garibaldi, no RS, o fez numa

adega especialmente preparada

para elaborar pequenas quantidades,

de forma artesanal, sem

equipamentos sofisticados. Sua

experiência de mais de trinta

anos como diretor técnico de

41


Gran Première

uma grande vinícola foi decisiva para esta postura.

Para ele, somente pequenos volumes de produção

permitem garantir o nível de qualidade que o consumidor

espera da marca.

Entre os produtos da linha, destaque para o espumante

Orus Rosé Pas Dosé, que tem um ciclo de

produção de 24 meses, doze maturando sobre as

leveduras onde ganha a complexidade aromática e

gustativa que o tempo possibilita devido a autólises

das leveduras, e doze envelhecendo com a rolha definitiva

quando ganha sutileza, elegância e potência.

É resultante de um assemblage de vinhos de 3 variedades:

Chardonnay, que participa com seu frescor,

Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma

pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa

com sua elegância amenizando a acidez. O

longo ciclo de produção proporciona uma cor rosada

dourada pálida caracterísitica deste tipo (conhecida

como cor casca de cebola), aromas sutis, complexos,

delicados e convidativos e um sabor longo, potente

e marcante pela presença das uvas tintas em boa

proporção.

Recentemente a vinícola lançou a versão Orus Rosé

Silvia 1972, uma homenagem ao ano em que se iniciou,

não apenas a união do casal Adolfo e Silvia,

mas também todo o amor e companheirismo que

se mantêm até hoje. Trata-se de um espumante

Nature elaborado exclusivamente com as uvas

tintas Pinot Noir e Merlot ligeiramente maceradas,

resultando em uma cor rosada extremamente

pálida, um típico Rose Clair. Os aromas delicados

e cativantes, além do sabor longo, marcante e

soberbo, foram alcançados através dos 30 meses

de maturação. A edição é limitada a apenas 1.000

exemplares.

Também com foco em vinhos excluivos, a Cattacini

tem frente do projeto Luiz Carlos Gelli, um

amante do vinho há anos e, graças a sua origem

italiana, com forte ligação com tudo que envolve

o tema. Ele criou uma linha de vinhos nacionais

desenvolvidos com exclusividade segundo suas

especificações. Na realidade a Cattacini produz

vinhos de autor, que foram idealizados para um

público de alto poder aquisitivo e formador de opinião

e refletem o estilo da marca. São gastronômicos

e apresentam uma relação custo-benefício

atraente. Todos são produzidos em pequena escala

e disponíveis apenas em restaurantes sofisticados

e lojas especializadas. Para manter seu padrão,

são armazenados em ambiente climatizado,

tanto na origem quanto na cidade do Rio de Janeiro,

onde está localizada a empresa. Em escala

menor, são também são desenvolvidos alguns

acessórios que visam proporcionar as melhores

condições para o consumo das bebidas, como taças,

tinas, bolsas de gelo, etc.

Entre os destaques da empresa está o Quiron,

cuja nova safra chegou ao mercado ainda nesse

primeiro trimestre do ano. Resultado de um

corte sui generis com as variedades Chardonnay

(90%) e Sauvignon Blanc (10%), o Quíron 2015 é

harmônico e gastronômico, se mostra ideal para

acompanhar peixes, carnes brancas, alguns tipos

de risotos, massas e queijos, além de pratos da

culinária brasileira, francesa e contemporânea.

As variedades que compõem o corte do Quíron

foram cultivadas e vinificadas com práticas biodinâmicas.

O vinho estagiou em barricas de carvalho

francês Seguin Moreau.

A mineira Luiz Porto Vinhos Finos também esteve

presente no evento. Situada na Zona Cafeeira do

42


Gran Première

sul de Minas Gerais, conta com 15 hectares de vinhedos

próprios, implantados em 2005, totalmente

cultivados no inovador sistema de dupla poda

ou inversão de ciclo. Através desta técnica, uvas de

excelente qualidade são colhidas no inverno, época

na qual as características climáticas das montanhas

do sul de Minas permitem as melhores condições

para o amadurecimento da uva – períodos

secos e com temperaturas amenas e contrastantes

entre dias e noites. Com cerca de 45 mil plantas

provenientes da região de Bordeaux, na França, o

vinhedo tem potencial para produzir mais de 55

toneladas de uvas a cada inverno e 50 mil litros de

vinho fino por ano.

Moderna vinícola que associa espaço e tecnologia

na elaboração de vinhos finos, conta com tanques

em aço inox, barricas de carvalho francês e americano

e todo maquinário importado da Itália, processando

suas uvas totalmente, desde o vinhedo

até o engarrafamento.

Na linha tem destaque o Luiz Porto Chardonnay,

um vinho brilhante, denso e amarelo dourado.

Com destaque para harmonização para carnes

brancas, aves, peixes com molho acentuado, nas

sobremesas aquelas com menos açúcar, à base de

cremes como flans e pudins ou a base de pêssegos

e damasco, esse vinho combina sua concentração

e o amadurecimento em carvalho. Com aroma rico

de sensações como frutas em calda, amanteigado,

especiarias, amêndoas, fumaça e chocolate bran-

43


Gran Première

co, é equilibrado, untuoso, com acidez

marcante e grande concentração

e persistência do sabor.

Outra vinícola que chamou a atenção

no evento foi a Malgarim, de São

Borja, no RS. Com vinhos tipo de

boutique, a Malgarim Vinhos vem investindo

em tecnologia para produzir

um vinho diferenciado, no qual cada

rótulo e garrafa levasse até seus apreciadores

a história das Missões Gaúchas.

A história da Malgarim Vinhos teve

seu início no ano de 1870 na região

da Quarta Colônia do Rio Grande do

Sul com Dom Augusto Malgarim, com

o passar das gerações e vários estudos

de solo. Em 2001 a família Malgarim

estabeleceu a Vinícola Quinta

do Sino na cidade de São Borja, onde

vem aprimorando seu legítimo “terroir

missioneiro”.

Robusto, o Tempranillo Safra 2015

é um dos vinhos que mais se destacam

na linha. Elaborado para apreciadores

de vinhos encorpados, com

estrutura marcante, com aromas de

madeira, apresenta aromas complexos,

frutas negras, chocolate e couro,

e um sabor que remte a frutas vermelhas.

O sul de Minas Gerais também foi

representado pela Maria Maria Vinhos.

Recém-premiada com Medalha

de Bronze para o seu vinho

Maria Maria Bel Sauvignon Blanc

2015 no Decanter World Wine

Awards 2017 , uma das principais

premiações do mercado mundial, a

história empresa remonta a pouco

mais de uma década. Tudo começou

no ano de 2006 quando Eduardo

Junqueira Nogueira Junior,

quinta geração de uma tradicional

família de cafeicultores do Sul de

Minas Gerais, sofreu um ataque

cardíaco e precisou repensar seus

hábitos alimentares. Seu médico

receitou uma taça de vinho por dia.

Dessa forma, teve a grande ideia

de produzir seu próprio vinho. Foi

nesta época que reencontrou Murillo

Albuquerque Regina, o grande

pioneiro e desenvolvedor da atividade

na região, que o apresentou à

questão da dupla poda ou poda invertida,

viabilizando o seu projeto.

As primeiras mudas de Syrah, Cabernet

Sauvignon e Sauvignon Blanc

foram encomendadas e no final de

Ambiente da

Vinícola Barcarola

44


45


Gran Première

amarelo palha com reflexos esverdeados, límpido e brilhante,

apresenta aroma franco, característico, muito equilibrado

entre fruta e vegetal, notas leves de arruda, grama molhada,

mineral e maracujá. Em boca tem elegância e delicadeza, acidez

agradável, frescor, sem arestas e sem amargor. Retrogosto

agradável, bem como boa persistência.

2009 plantadas na Fazenda Capetinga. As plantas

se desenvolveram bem com destaque para a Syrah.

A ideia ia além, não apenas produzir vinhos tintos,

mas também brancos, rosês e espumantes. Em 2011

foram plantadas as de Chardonnay, para a produção

de espumantes.

A ideia do nome Maria Maria veio através da amizade

de Eduardo com Milton Nascimento, seu conterrâneo,

em umas de suas frequentes visitas à Fazenda

Capetinga, quando o parreiral estava sendo implantado.

Milton brincou com Eduardo, ”Eduardinho do

céu, você é doido. Nunca ouvi falar em plantar uvas

aqui no Sul de Minas”. Desde aquele momento, o

nome do projeto foi decidido.

Outro ponto curioso em relação aos vinhos, é que

cada vinho leva o nome de uma mulher ligadas à

família. Na primeira safra, os vinhos se chamaram

Agda (syrah 2013), bisavó de Eduardo, Ada (branco

2013), tia avó de Eduardo, e Anne (rosê 2013), sua

cunhada.

O Sauvignon Blanc Bel Safra 2015 também já havia

faturado a Medalha de Bronze no Decanter 2016 e

é um rótulo especialíssimo. Branco com ótima cor,

Também merecem destaque:

- Vinícola Quinta da Neve: essa catarinense, foi a primeira

empresa a investir e apostar na produção de vinhos finos de

altitude em São Joaquim, serra de Santa Catarina. Entre os

destaques está o seu Pinot Noir, de tonalidade rubí de média

intensidade, que traz reflexos intensos e vivos. Os aromas de

clima frio remetem às frutas silvestres e à cereja, emoldurados

por elegantes notas de carvalho francês. A boca é vibrante

e harmônica, com taninos de trama muito fina que enaltecem

a fruta e firmam a estrutura. Termina limpo e com ótima persistência.

- RAR: empresa de alimentos com queijos, azeites importados,

vinhos e espumantes, de Vacaria, RS, mostrou produtos

exclusivos como o Cuvée RAR, um espumante golden edition,

produzido pelo método tradicional a partir da primeira e mais

nobre prensagem da uva. A linha de vinhos da empresa é

elaborada com uvas cultivadas a 1000 metros de altitude, situados

na região de Campos de Cima da Serra.

- Villagio Bassetti: também de São Joaquim, na fria Serra

Catarinense, a Villaggio Bassetti tem vinhos nobres, obtidos

através de muita tecnologia, trabalho e dedicação. Hoje são

46


Gran Première

cinco rótulos no portfólio premiado

da vinícola, todos com novas safras.

Entre os produtos especiais está o

Selvaggio, elaborado com uvas Cabernet

Sauvignon fermentadas por

leveduras naturais. Provém de colheita

seletiva e tardia, desengace,

seleção manual de bagas, fermentação

alcoólica com leveduras autóctones,

fermentação malolática com

bactérias autóctones em barrica de

carvalho francês com permanência

de 22 meses, estabilização natural e

engarrafamento. Por safra, são apenas

300 garrafas numeradas e personalizadas

com o nome do cliente,

escritos à mão. É oferecido ainda

em embalagem especial, com saca-

-rolhas com design exclusivo.

- Vinhética: a jovem vinícola brasileira

com sotaque francês nasceu

há pouco mais de 2 anos,

com pilares nos três eixos de desenvolvimento

sustentável: ecologicamente

correto, socialmente

justo e economicamente viável.

Seu nome provém da junção das

palavras vinho e ética, e surgiu a

partir do sonho do enólogo francês

Gaspar Desurmont de produzir

um vinho brasileiro com tradição

francesa, em parceria com

Jean Pierre Bernard, que é francês,

mas divide seu tempo entre o

Brasil e sua terra natal há mais

de 45 anos, se entusiasmou com

a ideia. Já presente nos mercados

de São Paulo, Rio de Janeiro,

Gramado, Florianópolis e

Curitiba, a Vinhética conta

atualmente com vinhos

como o Terroir de Rosé e

Terroir de Rouge.

- Vinhos Vivelam/Velho

Amâncio: a Vinícola Velho

Amâncio insere-se no conceito

das pequenas casas

vinícolas, com vinhedos próprios,

pequenas produções e

excelente qualidade. A partir

de mudas importadas, a

vinícola cultiva, pelo sistema

de espaldeira, videiras

de cepas nobres como Cabernet

Sauvignon, Merlot,

Pinot Noir, Malbec Shiraz e

Chardonnay. Destaque para

47


Gran Première

a linha de espumantes Vivelam. Na linha Reserva,

destaque para o Tinto Seco Pinot Noir, que maturou

durante 90 dias em barricas de carvalho francês

novas, com tostado de leve intensidade, sem,

no entanto, perder os aromas característicos desta

variedade, que é uma uva de difícil adaptação, mas

que pode gerar vinhos finos e elegantes.

- Barcarola: empresa familiar, situada no Vale

dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS, também

é uma vinicola boutique. Além dos produtos de

excelência, é bem convidativa ao enoturismo. Está

instalada na casa antiga da família situada junto

aos vinhedos. Suas paredes são de cantaria e parte

das dependências são subterrâneas, mantendo

a temperatura ambiente em padrões perfeitos

para a vinificação e o amaduramento dos vinhos.

A proximidade com o vinhedo possibilita o imediato

processo de elaboração , afastando qualquer

possibilidade de oxidação das uvas. Ao visitar

a Vinícola Barcarola as pessoas recebem atendimento

personalizado pelos próprios proprietários,

conhecem detalhes da produção, da história

e tem a oportunidade de degustar os vinhos

e espumantes de forma gratuita. A

casa onde está o escritório e a butique

da vinícola foi construída em 1913 e hoje

é tombada pelo patrimônio histórico do

município.

- Casa Verrone: essa vinícola paulista, de

São José do Rio Pardo, possui vinhedo

cultivado na Serra da Mantiqueira, onde a

altitude tem peso importante na qualidade

final do produto. O solo apropriado, o

clima favorável e as uvas especiais tornam

nosso vinho uma bebida para quem aprecia

uma linha de produtos de alta qualidade

e diferenciados. No ano passado a Casa

Verrone teve vinhos premiados na Grande

Prova Vinhos do Brasil, entre eles um

de seus rótulos foi eleito como o “Melhor

Chardonnay”.

- Vinho Clic/Éléphant Rouge: O Éléphant

Rouge é um “vinho de garagem”, resultado

de um projeto desenvolvido pelo sommelier

Jean Claude Cara, no Brasil, em

conjunto com a Vinícola Larentis, que

produz suas uvas no Vale dos Vinhedos,

RS. A safra 2011 do Elephant Rouge, por

exemplo, apresenta um rubi intenso com

traços violáceos, discretos aromas de frutas

vermelhas pequenas, como framboesa,

morango silvestre e groselha. Aromas

de frutas vermelhas se destacam com o

movimento da taça e se somam a aromas

de ameixa, cassis e ao frescor do eucalipto.

Pode ser encontrado pela distribuição

em parceria coim a Vinho Clic (www.vinhoclic.com.br/).

- Era dos Ventos: nasceu dos sonhos dos

viticultores gaúchos Luís Henrique e Talise

Zanini, que se juntaram a pedro Hermeto,

do restaurante carioca Aprazível e ao empreendedor

Álvaro Escher. Destaque para o

Peverella Espumante. A Peverella foi a primeira

variedade branca vitis vinífera a desembarcar

no Brasil junto com os imigrantes

italianos, no final do século XIX.

- Vinícola Pireneus: com rótulos premia-

48


dos produzidos Cerrado

goiano com uvas europeias,

a vinícola é um proejto do

médico e sommelier Marcelo

Souza. Entre os destaques

está o vinho Bandeiras,

produzido com a uva italiana

Barbera. Esse vinho recebeu

o nome em homenagem

aos bandeirantes, que

descobriram a região onde

as uvas são cultivadas. Já o

vinho Intrépido é produzido

com uvas francesas syrah,

e representa a iniciativa corajosa

e pioneira em produzir

vinhos na região.

- Tabocas: essa vinícola capixaba,

da cidade de Santa

Teresa, é pioneira na região

na elaboração de vinhos

finos. Seu nome é em homenagem

ao local em que

se encontram os parreirais,

o Vale do Tabocas. Tem o

intuito de produzir vinhos

diferenciados, em pequeno

volume, e é um empreendimento

do técnico em vitivinicultura,

Vinicius Corbelini,

que decidiu investir

na uva francesa Cabernet

Sauvignon.

- Hermann: com know-how

especial da tradição acentuado

por serem proprietários

de uma das maiores

importadoras do País, a

Decanter, nasceu em 2009,

quando compraram uma

propriedade com imensa

vocação para o plantio de

uvas viníferas em Pinheiro

Machado, na Serra do Sudeste

do RS. A vinícola tem

em destaque a linha Lírica

Crua, composta por rótulos

elaborados pelo método champenoise:

Lírica Brut e Lírica Crua. São espumantes

multipremiados. Na linha de vinhos finos

e premium estão o Matiz Alvarinho, Matiz

Cabernet Sauvigon, Matiz Plural e Matiz

Touriga Nacional.

Vinícolas em destaque na reportagem

• Adolfo Lona: www.adolfolona.com.br

• Barcarola: www.vinicolabarcarola.com.br

• Casa Verrone: www.casaverrone.com.br

• Cattacini: www.cattacini.com.br

• Era dos Ventos: www.eradosventos.com.br

• Hermann: www.vinicolahermann.com.br/

• Luiz Porto: www.luizportovinhosfinos.com

• Malgarim: www.malgarimvinhos.com.br

• Maria Maria: www.vinhosmariamaria.com.br

• Pireneus:

www.facebook.com/pireneus.vinhosvinhedos

• RAR: www.rar.ind.br

• Villagio Bassetti: www.villaggiobassetti.com.br

• Vinhética: www.vinhetica.com

• Vinho Clic/Éléphant Rouge:

www.vinhoclic.com.br

• Velho Amâncio: www.velhoamancio.com.br

• Tabocas:

http://valedotabocas.blogspot.com.br/ e

www.facebook.com/vinsdegarage.valedotabocas

Vinhos Espumantes

1 o lugar: Luiz Porto Brut, Colheita de Inverno

2 o lugar: Dal Pizzol Brut, Serra Gaúcha

3 o lugar: Aurora Pinto Bandeira Extra Brut, IP

Pinto Bandeira

4 o lugar: Pizzato Fausto Brut Rosé, Serra Gaúcha

5 o lugar: Vallontano LH Zanini Extra Brut 2012,

Vale dos Vinhedos

6 o lugar: Casa Geraldo Brut, Colheita de Inverno

7 o lugar: Bueno Cuvée Prestige Brut 2011,

Campanha Gaúcha

8 o lugar: Legado Flair Brut, Campos Gerais

9 o lugar: Garibaldi Chardonnay Brut, Serra

Gaúcha

10 o lugar: Salton Paradoxo Brut, Campanha

Gaúcha

Vinhos Brancos

1 o lugar: Aurora Pinto Bandeira, Chardonnay

2015, IP Pinto Bandeira

2 o lugar: Clos Cattacini Trebbiano Romagnolo

2015, Serra Gaúcha

3 o lugar: Suzin Alecrim 2016, Vinhos de Altitude

4 o lugar: Pericó Vigneto 2016, Vinhos de Altitude

5 o lugar: Clos Cattacini Gewürtztraminer 2015,

Serra Gaúcha (empate técnico)

5 o lugar: Villaggio Bassetti Sauvignon Blanc

2016, Vinhos de Altitude (empate técnico)

Vinhos Tintos

1 o lugar: Maria Maria Syrah 2015

2 o lugar: Pericó Benedictum 2012

3 o lugar: Legado Sfizio Merlot, Campos Gerais

4 o lugar: Pizzato Concentus Gran Reserva 2013,

Do Vale dos Vinhedos

5 o lugar: Don Abel Tannat Premium 2013, S. Gaúcha

6 o lugar: Don Abel Merlot Premium 2012, Serra

Gaúcha

7 o lugar: Helios NDN Malbec 2013

8 o lugar: Helios Corcéis Tannat 2010, S. Gaúcha

9 o lugar: Salton Desejo 2011, Serra Gaúcha

10 o lugar: Bueno Paralelo 31, Campanha Gaúcha

(empate técnico)

10 o lugar: Dal Pizzol Enoteca 2014, Serra Gaúcha

(empate técnico)

Vinho do Público Vini Bra Expo 2017

Vencedor: Villa Mosconi Brut, Sul de Minas Gerais

Vinícola Revelação:

Vencedor: Vinícola Legado, Campos Gerais,

Campo Largo-PR

Vinícola do Ano de 2017:

Vencedor: Cooperativa Vinícola Aurora, Bento

Gonçalves-RS

49


Gran Première

Sim! Eles precisam estar

na sua carta

Colecionadores de medalha inspiram o desejo de

degustação de apreciadores de todo o mundo

Entre os melhores concursos mundiais do

mundo vinícola, o Decanter World Wine

Awards, da prestigiada revista inglesa Decanter

Magazine, é uma das maiores referências

anuais dos vinhos que realmente

estão conquistando o mundo.

Anualmente mais de 15 mil rótulos participam

da avaliação de mis de 200 especialistas

de vinho de todo o mundo. Nesse

ano foi realizada a 14 a edição do evento,

sediado em Londres, no Reino Unido.

E se no ano passado pela primeira vez uma

vinícola brasileira tinha conquistado a disputadíssima

e inédita Medalha de Ouro o

nosso País, temos bastante o que comemorar

também em 2017, já que o mesmo feito

foi repetido: a Guaspari, localizada em

Espirito Santo do Pinhal (SP), ganhou a

sua segunda Medalha de Ouro, novamente

com o rótulo Vista do Chá 2014 Syrah,

dessa vez safra 2014, atingindo impressionantes

95 pontos na avaliação.

O Vista do Chá 2014 Syrah é um vinho

relamente emblemático da Guaspari, com

produção limitada a não mais que 4 mil

garrafas ao ano. De cor rubi e aromas bem

elegantes, o Vista do Cháque lembra frutas

negras, sendo encorpado e equilibrado

à boca. No seu processo de produção, as

uvas são colhidas manualmente e maceradas

a frio por sete dias e a fermentação

é feita em cuba de inox, seguido pela fermentação

malolática em barrica. O vinho

passa por 20 meses em barricas de carvalho

francês para então ser engarrafado.

“Este vinho, de surpreendente personalidade, impressiona

já à primeira vista, com sua cor forte e aroma

elegante e profundo. Suas notas de café são uma característica

do terroir da Vista do Chá. Intenso e concentrado,

tem taninos sedutores e bem equilibrados”,

já destaca Fabrizia Zucherato, diretora executiva da

vinicola em entrevista à Carta Premium em razão das

últimas premiações recebidas.

Nessa edição do evento, a Guaspari levou ainda Medalhas

de Prata para o Vale da Pedra 2015, Vista da

Serra Syrah 2014, e Vista do Bosque Viognier 2015.

50


Gran Première

Vale ressalta ainda que o Vista da

Serra Syrah 2014 recebeu também

uma Medalha de Prata na degustação

mundial “Syrah du Monde 2017” que

aconteceu em maio na França. Foi a

segunda medalha de prata consecutiva

alcançada pelo “Vista da Serra” no

concurso, e em 2017 foi o único vinho

brasileiro premiado.

Sobre a Guaspari

Como conta a executiva, a vinícola

surgiu a partir da convergência de

uma série de fatores: a paixão pelo

vinho e por tudo o que ele representa

(gastronomia, natureza, arte, famílias,

amigos e gerações); a percepção

de que Espírito Santo do Pinhal reúne

características muito favoráveis

à vinicultura; a vontade de colaborar

com o desenvolvimento da região; e a

visão empreendedora que fez perceber

potencial para uma nova cultura

em uma região tradicionalmente

cafeeira. “Plantamos as primeiras

parreiras em 2006, em caráter experimental

numa área de seis hectares.

Entre elas, estavam diversas variedades

francesas, escolhidas pelas

características do terroir da região.

O primeiro vinho foi produzido em

2008, de maneira artesanal. Foram

apenas 30 garrafas, que apresentaram

características positivas e nos

animaram a prosseguir com o projeto

de produzir vinho de qualidade

internacional e assumir o desafio de

colocar Espírito Santo do Pinhal no

mapa dos grandes vinhos”.

Não à toa, os vinhos da Guaspari estão

presentes em empreendimentos de

destaque como Piselli, Grupo Fasano,

Adega Santiago, Hotel Emiliano, Hotel

Copacabana Palace, Rodeio, Mani

e Manioca, Lasai, Irajá, Capim Santo

(Trancoso), Eataly, entre outros.

Mais informações podem ser em www.

vinicolaguaspari.com.br

Conheça a lista dos outros seletos vinhos

e vinícolas brasileiras premiados

no Decanter 2017:

• Peterlongo: Medalhas de Bronze para

os vinhos Armando Memória Cabernet

Sauvignon e também para o Presence

Extra Brut, e também para o Elegance

Nature.

• Vinícola Aurora: Medalhas de Bronze

para o seu Moscatel e para o Aurora

Reserva Merlot 2016.

• Casa Valduga: Medalha de Prata para

o Leopoldina Chardonnay 2015; Recomendação

(Menção Honrosa) para o

130 Blanc de Noir Brut e para o RSV

Brut; Medalhas de Bronze para Leopoldina

Merlot 2013, para o Raízes Gran

Corte 2012, o Identidade Gran Terroir

Arinarnoa-Marsenlan-Merlot 2012 e

para o Leopoldina Chardonnay 2016

• Vinícola Garibaldi: Medalha de Bronze

para o seu Chardonnay Brut.

• Domno do Brasil (Grupo Valduga):

Medalha de Prata para o Ponto Nero

Moscatel; Recomendações para o Ponto

Nero Blanc de Blancs Brut e Ponto

Nero Brut, e Medalha de Bronze para

o Ponto Nero Rosé Brut.

• Maria Maria: Medalha de Bronze

para o seu Sauvignon Blanc 2015.

• Salton: Medalha de Bronze para o seu

Brut, para o Salton Desejo 2011, e Menção

Honrosda para o Salton Poética Rosé Brut.

Em tempo:

para nenhuma premiação ficar de

lado, acompanhamos nestes últimos

meses outras premiações para vinícolas

brasileiras:

Premiados no Citadelles Du Vin, realizado

em Bordeaux, na França

• Espumante Garibaldi Brut: Medalha

de Ouro

• Casa Valduga RSV Moscatel 2016:

Medalha de Ouro

• Casa Valduga Arte Brut 2015: Medalha

de Prata

• Espumante Garibaldi Moscatel Rose

Premiados no Enseada Tierra del Vino,

realizado na Universidad Autônoma

de Baja Califonia, Tijuana, México

- Espumante Garibaldi Moscatel Brazil:

Medalha de Ouro

- Espumante Garibaldi Brut Chardonnay:

Medalha de Ouro

51


Abbinare

Um vinho no preparo, outro

para a harmonização

Tendo no currículo restaurantes especializados em cozinhas como a portuguesa,

italiana e a espanhola, como o Olivença Cozinha Ibérica, o La Varenne e o

Alfredo’s Gallery Alla Scrofa Roma, o chef curitibano Sidnei Valério, atualmente no

Ravello Tratoria, traz dicas especiais de harmonização e também uma receita de

fetuccine utilizando vinhos tanto no preparo quanto para acompanhamento, fechando

um ciclo de deleite dos apreciadores

“Primeiramente sempre levo em

consideração a escolha do tipo

de vinho para cada ocasião, se o

clima está mais quente ou mais

para o frio, para saber de vou

para um tinto, um branco ou

um rosé. Não que isso seja regra,

mas sim gosto. E nada impede

de se beber um bom vinho em

qualquer estação. Após essa avaliação,

vejo o que se vai harmonizar:

peixe, carne, massas ou até

mesmo um menu com os dois”,

pontua Sidnei.

O chef lembra que peixe com

temperos mais leves podem ser

acompanhados de um bom vinho

branco, entretanto se for do

tipo muqueca ou temperos mais

marcantes já se pode subir pra

um rosé ou até mesmo um tinto

mais leve. “Quando se fala em

carnes, risotos, pizzas já prefiro

sim um tinto . Sou mais de vinhos

novos, como os portugueses

que estão em alta com seus

vinhedos. Os sul-africanos, ou

até mesmo os australianos estão

impressionando”.

Sidnei finaliza pontuando que é

preciso não deixar de lado também

a questão do custo-benefício.

“Existem hoje vinhos impressionantes

por preços sensacionais”

Receita simples e harmonização

descomplicada

Seguindo a tendência do regionalismo,

Sidnei indica uma boa receita de

fettucine com harmonização a partir

de rótulos de uma vinícola local, a

paranaense Família Fardo, distante

a apenas 23 km da capital paranaense,

no município de Quatro Barras.

A Fardo já conta com dez rótulos à

disposição dos apreciadores.

Foram dois vinhos escolhidos, um

para uso entre os ingredientes, outro

para acompanhamento.

Leve, refrescante e frutado, o Malvasia,

integrante da Linha Casa e primeiro

vinho branco elaborado pela

vinícola, tem entre as principais ca-

52


Abbinare

racterísticas uma explosão do aroma

frutado, floral. O vinho apresenta cor

alegre e límpida. O teor alcóolico é de

12%. A temperatura ideal para o seu

consumo é de 8 a 10 graus.

Já para a harmonização à mesa a opção

foi pelo Encontro Fiore, um vinho

de corte, que traz a combinação das

uvas Malbec e Malvasia.

“É um vinho, como eu gosto de dizer,

instigante, novo, único! Um

tinto leve, com uma cor vermelha,

muito viva, translúcida. Os aromas

são florais e frutados, mas

vão-se tornando complexos, à medida

em que o vinho vai respirando

na taça. No paladar, mostra um

bom volume, boa acidez e

ótima persistência”, como

menciona Rogerio Dardeu,

especialista em vinhos,

com diversas publicações

a respeito como o livro “Vinhos

– uma festa dos sentidos”.

Rogério mantém

uma ótima página elucidativa

e comentada sobre

vinhos principalmente

brasileiros no Facebook:

“Vinhos Brasileiros por

Rogerio Dardeau”. Entre

as vinícolas visitadas por

Rogério em 2017 estão a

Fardo e a Franco Italiana.

Enfim, vamos ao fettuccine!

Ingredientes

- 50 g de manteiga

- 40 g de trigo

- 200 ml de leite

- Meia cebola bem picadinha

- 100 g de Parmesão grana padano

ralado ou o parmesão de sua

preferência

- 80 ml de vinho branco Malvasia

Família Fardo

“Em uma panela derreta a manteiga

e frite a cebola para soltar o sabor

em seguida acrescentar o trigo

e deixe ele cozinhar um pouco até

dar uma cor bem amarelada em

seguida acrescentar o leite quente

e mexa até dar um molho bem

cremoso... Quanto mais deixar ele

aquecer e mexer mais ele vai engrossar

e para finalizar acrescente

o parmesão e envolva nesse molho

... Para realçar um pouco mais a

sabor 80 ml de vinho branco da

Família Fardo Malvasia. Cozinhe

o fettuccine e envolva no molho e

sirva em seguida. Se preferir, um

mignon é uma ótima escolha para

acompanhar”, destalha o chef.

Contatos: Familia Fardo: Telefone: (41)

3672-1693 / (41) 3672-4488 -www.familiafardo.com.br

-https://www.facebook.com/vinicolafamiliafardo/

.

• Chef Sidnei Valério: (41) 99705-

5372, e-mail chefsidnei@icloud.com

e Facebook: https://www.facebook.

com/sidnei.valerio.7

53


Conta-Gotas

E o universo

não se retrai

Em um rápido balanço dos últimos meses, a invasão de novos

rótulos cervejeiros no mercado foi tão intensa que tivemos de criar

uma seção exclusiva

Menos de um ano depois de lançar as

seis primeiras cervejas artesanais com

a sua marca, a companhia centenária

catarinense Hemmer acaba de duplicar

o número de rótulos no seu portfólio.

É um excelente exemplo do que

antes há uma década atrás era exceção

e agora passou a ser uma regra de

mercado: supreender os apreciadores

com novidades incessantes, rótulos

exclusivos, receitas especialíssimas e

produtos com qualidade superior.

E se é tendência, bares e restaurantes

precisam estar atentos e trabalhar

ainda mais as sazonalidades e os lançamentos,

isto porque os apreciadores

são consumidores interessados,

acompanham esses lançamentos que

instigam com certeza a vontade de degustar.

O modelo “confraria”, o qual

muitos empreendimentos de referência

estão incentivando e outros aderindo

na forma de abrir espaço, é uma

excelente oportunidade de promover

uma carta, gerar novas demanda e

aumentar a ocupação em dias ociosos.

Um excelente exemplo

Apesar da regionalidade, os produtos

já estão disponíveis em alguns

pontos de vendas e no e-commerce

www.emporiohemmer.com.br, assim

podem ser encomendados por

estabelecimentos de todo o País.

Os sete lançamentos que agora compõem

o mix de 13 estilos são: Dunkel,

Münich Helles, Bock, Brown Ale Chocolate,

Oatmeal Stout, Australian

Pale Ale e American Double IPA.

Os novos rótulos chegam ao mercado

ao mesmo tempo em que o

sommelier Eli Junior - já entrevistado

com exclusividade pela Carta

Premium -, que trabalha há muitos

anos no segmento, também em

Santa Catarina, assume a área de

cervejas da marca. “O objetivo da

Hemmer é diversificar o portfólio

para ganhar mercado”, comenta

o novo executivo.

“Estou aqui porque acredito

que, com o potencial e o

know how de distribuição

que tem, a companhia pode

ser um divisor de águas na

apresentação das cervejas

artesanais para públicos

de diversos Estados e com

vários perfis”, comenta Eli.

Como complemento de uma

linha que já trazia os estilos

tradicionais (os seis primeiros

rótulos são Pilsen,

Lager Extra, Weizen, IPA,

String Golden Ale e Witbier),

a Hemmer aposta também

em novidades. Eli destaca

a Oatmeal Stout (com adição

de aveia) e a Brown Ale

Chocolate (que leva nibs de

cacau da Fazenda São José,

que fica na Bahia). “São dois

estilos que estão em ascensão

e, em ambos, apostamos

em receitas equilibradas,

que trazem sabores inéditos

com paladar agradável”, diz.

A Hemmer é uma companhia

catarinense com mais de 100

anos de atividades, que iniciou

sua trajetória com conservas

e hoje atua com mais

de 300 produtos em linha.

São mais de 12 mil pontos de

vendas no Brasil e em países

da América Latina.

54


Conta-Gotas

Em terras catarinenses

A premiada cervejaria Berghain apresentou sua

American, com 6,2% de teor alcoólico e 55 IBUS

(Dry Hopping de Centennial e Simcoe). A cervejaria

de Timbó, SC, também tem entre seus

destaques a Berghain Bitter, com baixo teor alcoólico

(apenas 3,9%). Acompanhe a página da

empresa em https://www.facebook.com/www.

berghaincervejaria.com.br . Aos viajantes cervejeiros,

a cervejeira tem um ótimo espaço para

degustação. Veja mais na página da empresa

no Facebook: https://www.facebook.com/www.

berghaincervejaria.com.br

Cervejaria Treze

Acaba de apresentar ao mercado a

Caipirinha Sour, trazendo as principais

características sensoriais da

tradicional bebida brasileira. Refrescante,

apresenta o cítrico do limão

Tahiti e o sabor do álcool perfeitamente

equilibrado com a cachaça, além da

acidez e dulçor esperado em qualquer

boa Caipirinha. Com 7% de álcool e

feita sem pasteurização, foi produzida

em parceria com a Cervejaria Dádiva.

Pode ser classificada como American

Sour ou Wild Ale por conta da predominância

ácida no paladar. O sabor de

limão da cerveja será através do dry

Hopping com os lúpulos Lemon Drop,

Sorachi Ace, Citra e Centennial e

cascas de limão Tahiti. A fermentação

com Brettanomyces também ajuda na

secura da cerveja.

Saiba mais em: https://www.facebook.com/cervejariatreze/

Cervejaria Tábuas

A região de Campinas e cidades circunvizinhas

está se tornando realmente um atrativo

polo cervejeiro. Criada por cervejeiros caseiros,

loucos por cervejas que surpreendem

com muito sabor, malte e lúpulo, a Cervejaria

Tábuas lançou recentemente a Seiva Double

Stout. Com 7,6% de teor alcoólico, é uma

bem escura e intensa. Foi feita para entregar

bastante sabor dos maltes caramelizados e

torrados, lembrando café e chocolate, com um

corpo macio e amargor moderado. Na linha da

empresa estão também a Estaca IPA, a Lenha

Americana Pale Ale e a Moita IPA. Saiba mais

em www.cervejariatabuas.com.br .

Um pecado é não

apreciar...

Unindo-se aos outros “pecados” da linha

da Mea Culpa - Avareza (American Lager),

Preguiça (Witbier com camomila e Sorachi

Ace), Gula (Golden Ale), Vaidade (American

Pale Ale), Ira (Imperial IPA) e Luxúria (Imperial

Stout) -, muitas com premiações em

importantes concursos -, a Inveja é uma

American Sour que segue a linha de uma

juicy sour, azedinha e com muito sabor

e aroma de lúpulo. Fundada em 2015, a

Cervejaria Mea Culpa tem uma linha de

produtos artesanais cheios de personalidade.

A fábrica fica em Cotia, bem próxima à

capital paulista. Visite o site da empresa:

www.cervejameaculpa.com.br

55


Conta-Gotas

Aqui, nada se perde!

São muitos, mas listamos os principais lançamentos cervejeiros dos

últimos meses para apreciadores, colecionadores e principais bares e

restaurantes renovarem a sua carta

Bem-vinda,

“vovó”!

Para celebrar a união com

a Cervejaria Zalaz, a Avós

apresentou a Vó Zazá, uma

India Black Lager, que une o

aroma dos lúpulos Hallertau,

com toque terroso e leve frutado,

Cascade, com amargor

característico, toque picante

e levemente floral, e o Northern

Brewerm, que apresenta

perfil terroso e resinoso. A

outra novidade é a Vó Joaquina,

A Imortal, uma Double

India Pale Lager com 8% ABV

e 80 IBU, de cor âmbar, notas

cítricas que lembra frutas

tropicais com toque herbal

provenientes dos lúpulos Citra

e Simcoe. Conheça a linha

completa da Avós, cujo pub

proprio completou seis meses

recentemente, em http://cervejaavos.com

.

Superpremium

Com uma linha de cervejas mais do que especiais,

cervejas com muita inspiração, a paulista Crazy Rocker

Cervejaria apresentou a sua Pink Fluid, uma Witbier

produzida com raspas de limão siciliano e hibiscus.

Super-refrescante, cítrica, leve e de coloração rosada

proveniente da adição de hibiscus. Entre os igredientes

traz também semente de coentro, tem teor alcoólico de

5,2%, sendo fornecida em garrafas de 500 ml. A Crazy

Rocker Cervejaria foi criada em Campinas, interior de

São Paulo, com o propósito de oferecer ao mercado

brasileiro cervejas de alta qualidade e muita personalidade,

unindo a cerveja, o rock’n’roll e a comunicação.

As cervejas Crazy Rocker encontram-se em lojas e bares

especializadas em cervejas artesanais nas praças: São

Paulo Capital e interior, Rio de Janeiro, Belo Horizonte,

Vitória, Salvador, Recife, Sergipe e Belém. Saiba mais

em www.crazyrocker.com.br .

Paulistânias desejadas

A Cerveja Paulistânia, em parceria com ELA – formado

por um grupo de mulheres apaixonadas por cerveja e

criado para questionar o machismo no meio cervejeiro,

lançou ainda no primeiro semestre a sua American

Wheat, uma Ale americana que leva trigo na receita e

que ficou disponível no Eataly Brasil, na capital paulista.

Além disso, apresentou os novos rótulos da sua

linha Craff: Paulistânia Pátio do Colégio, Paulistânia

Caminho das Índias e Paulistânia Ipiranga. Informações

em www.paulistania.com.br .

56


Conta-Gotas

‘Urbanizando’ o

paladar

São sempre muitas:

– mais uma versão de sua American Wheat

Ale Boo!, dessa vez a Maracujá, com lúpulo

americano, trigo e maracujá. Com 4,4% de

graduação alcoólica e 27 IBUs de amargor,

apresenta coloração dourada, um pouco

turca. Mas o Urbana Boo! Maracujágrande

destaque é o aroma de maracujá que se

destaca muito, bem como no sabor, se, ser

enjoativa

– relançamento da Antimatéria, uma Russian

Imperial Stout em parceria com a Cervejaria

Júpiter. A versão 2017 tem 11,1%

de teor alcoólico e 60 IBU.

– Jabronx, com o nome ”carinhoso” do

bairro onde nasce: o Jabaquara. Trata-se

de uma New England Double IPA, com uma

carga bem alta de lúpulo (Citra, Mosaic e

Azacca), nenhum malte caramelo (apenas

aveia e trigo), água tratada com sais minerais

e fermento Vermont da Bio 4.

– Passado Negro, uma Imperial Smoked

Porter, 10,8% ABV e 60 IBUs, que se

destaca pelas notas de chocolate, café,

defumado, além do álcool potente e bem

inserido.

Informações na página da empresa no Facebook:

https://www.facebook.com/Urbana-

Cervejaria .

São Paulo: terra de Praya!

Criada por surfistas cariocas inspirados

na beleza e nos mistérios do oceano, a

Cervejaia Praya já desembarcou em terras

paulistas. Em suas receitas, destaque para

a escolhida para ser a marca registrada da

empresa, a Witbier. Com a leveza da Pilsen

e o sabor do trigo, as cervejas da empresa

são oferecidas e em garrafas de 600 ml ou

355 ml. Do tipo puro malte, não contém

milho ou cereais na sua produção, apresenta

teor alcoólico de 5,3% e 13 de IBU.

Saiba mais em www.cervejapraya.com

Para provar, degustar, apreciar

e indicar

Com pouquíssimo tempo de mercado, porém já com várias legiões de

fãs. A Everbrew tem rótulos novos como a EverIPA, uma American

IPA de maior amargor e com lúpulos adicionados em todas as etapas

da produção, e a EverBlack, uma cerveja do tipo Black IPA com

notas torradas, de café e uma carga de sabores cítricos de diversos

lúpulos. Recentemente apresentou o segundo exemplar da sua linha

Juicy, a Evermaine, com lúpulo Citra, levedura Conan, teor alcoólico

de 7,4% e IBU de 60; e também a Evermass, a mais recente, uma

Double NE IPA com Cryo Hop de Simcoe e os lúpulos EL Dorado +

Amarillo. Acompanhe a página da empresa https://www.facebook.

com/cervejariaeverbrew

57


Conta-Gotas

Ingrediente

amazônico

A Kalango apresentou a sua Kalango

Cacau Stout(Amazônia), com 4,7%

de teor alcoólico e IBU de 30. De cor

preta e boa formação de espuma,

aromática, remete à chocolate amargo.

Tem ainda agradável cremosidade.

Essa Dry-Stout, inspirada nas Stouts

irlandesas, porém mais encorpada e

mais redonda ao paladar, traz ao final

de cada gole aquele sabor intenso dos

grãos torrados de cacau nativo da

Amazônia, bem como notas adocicadas

de baunilha. Veja mais na página da

empresa: https://www.facebook.com/

KalangoCervejaria

Do vinho à cerveja

Apresentou a quarta edição da Barleywine

safrada, parceria da empresa com o Empório

Alto dos Pinheiros. Cerveja do tipo “de

guarda” e diferenciada, remete a vinho, uvas

brancas, álcool e caramelo. Outra novidade

foi a Wäls Evita, produzida com o método

Charmat (usado nos espumantes) e levedura

Mystery Ale. Aproxima-se do vinho branco e

champagne (sem usar uvas), com composto

aromático misterioso que proporciona aromas

surpreendentes; com notas de maracujá

e lichia. Também foi apresentada a Wäls

Session Haze, a nova Session Ipa, feita com a

levedura Vermont. Informações: http://www.

wals.com.br e veja também onde encontrar.

Seja bem-vinda!

Outra cerveja que também adentrou ao

maior mercado gatronômico do País é

a Forasteira, rótulo especial e premiado

em 2017 da Cervejaria Campinas.

Também oferecida em growlers de 2,4

litros, feito de cerâmica ou inox com

tampa de presilha, tem em destaque

versões como a Forasteira American

Lager, que foi inspirada em um personagem

chamado Cory Coen, um cowboy

que nasceu nos Estados Unidos em

meados dos século XIX. A base do estilo

é uma Czech Premium Pale Lager, o que

seria a tradicional Pilsen fabricada na

República Tcheca, mas com um lúpulo

americano chamado Citra, que confere

aroma cítrico e amargor na medida

certa, remetendo a frutas como manga,

melão e até pêssego. Sugestão de harmonização:

camarão, caranguejo, lula

frita, ostras, salames, e filé de frango.

Também estão disponiveis as versões

Amber Ale, Wheat e IPA. Informações:

www.cervejariacampinas.com.br

Juan Caloto

A cervejaria apresentou um novo lote da sua Wild

West IPA. Com 6,5% ABV, tem uma espuma de

boa formação e persistência média. É uma cerveja

muito aromática. Outro destaque da empresa é a

Mi Nombre és Vinganza, uma NE IPA assemelhada

a uma Sour. No seu aroma predomina maracujá,

manga e abacaxi. Também apresentou a El Xerife

Quer Hablar Con Usted, uma Double IPA com 77

IBU e 8,2% de álcool, e a Cryo Operation, uma

New England IPA com 7% Abv e 65 Ibus, feita em

parceria com a cervejaria portuguesa Postscriptum

e também com a Heróica do Brasil. Mais em

https://www.facebook.com/JuanCaloto .

58


Conta-Gotas

Lançamentos incessantes

Foram muitas as novidades apresentadas nos últimos meses:

– Saison Printemps 2017: uma Saison com pêssego e refermentada em garrafa de

375ml com Brettanomyces Bruxellensis.

– Lucid Dream #2, a nova versão da NE APA, colaborativa ente a Cervejaria Dádiva

e a Suricato Ales.

– Spot: colaborativa entre a Cervejaria Dádiva e a Realli Insumos Cervejeiros,

uma New England IPA com Cryo Hops, com 5,6% ABV e 45 IBU.

– Dádiva EAP Blueberry Imperial Porter: uma Imperial Porter com blueberry,

nibs de cacau e 10,3% ABV, em lata de 473 ml e chope.

– Dádiva Odonata #4: um experimento em parceria com o especialista em

bebidas Cesar Adames, uma Russian Imperial Stout feita com adição de malte

defumado em folhas de tabaco e envelhecida em barrica de carvalho com rum.

– Dádiva Odonata #5: um experimento em parceria com Mauricio Porto, envelhecida

em barricas de Single Malt Scotch, que une o sabor adocicado da baunilha e a madeira

provenientes das barricas, com notas de chocolate e café da própria cerveja

– Dádiva Odonata #6: um experimento em parceria com Dinah Paula, é uma

cerveja envelhecida por 3 meses em barricas de carvalho francês utilizados anteriormente

para cachaça, o que imprimiu sabores e aromas únicos de baunilha

na sua produção. Acompanhe a página da empresa no Facebook para conhecer

estas e muitas outras novidades: https://www.facebook.com/cervejariadadiva/

Parceria de

especialistas

Nascida da vontade de 4 amigos

em criar cervejas fora do comum, a

Trilha lançou sua primeira versão

em garrafa, feita em parceria com a

Dádiva: é a Status Quo, uma barley

wine com 12,5% de muita personalidade.

Ela pode ser encontrada

nas cidades de Santos, São Paulo,

São Caetano e Cascavel. Na página

da empresa no Facebook há mais

informações sobre as cervejas que

fazem parte da linha: https://www.

facebook.com/trilhacervejaria .

Novos rótulos, novas receitas

Apresentou as:

– Lupulin: uma New England APA produzida para Tasting

Room, com 4,5% de teor alcoólico;

– Cerveja Guava: colaborativa com a Cervejaria Hocus

Pocus, uma IPA com goiaba, frutada, equilibrada com teor

de 7%;

– Cerveja Boreas: uma IPA com Cryo Hops. Uma IPA com a

intensidade dos lúpulos Citra, Simcoe e Mosaic concentrados

pelo processo de criogenia, com 6,9% de teor alcoólico;

– a Enigma Lover, S.Passion Lover (Southern Passion)

e Lover #1: as duas primeiras são variedades de lúpulo,

enquanto a Lover #1 é uma combinação de cinco lúpulos

que já foram protagonistas de outros rótulos da serie.

– Dogma Simcoe Lover: sem maltes caramelos em sua

composição e com uma carga de 20G/L de lúpulo, uma

IPA de 8,7% ABV e 80 IBU;

– Back to Basics, uma West Coast IPA, resinosa, frutada,

seca e com amargor marcante, com 7,8% ABV e 58 IBU.

Mais em https://www.facebook.com/cervejariadogma/

Excelente novidade

Cervejaria cigana de Piracicaba, no interior paulista, a Hop Flyers

apresentou a Free Fly, uma American IPA, com 6,3% e 66 IBU, muito

aromática, cítrica e com amargor e refrescância na medida; resultado

de um single hop de Mosaic, lúpulo americano, e, muito, mas muito dry

hopping. Conheça mais sobre a cervejaria em https://www.facebook.

com/cervejariahopflyers/

59


Conta-Gotas

Das panelas ao

mercado

Fundada em 2016 na cidade de Jundiaí,

a Bersi Bier completou um ano

de vida em agosto de 2017 e conta

hoje com três rótulos no seu portfólio,

porém a história da cervejaria começou

um pouco antes.

A paixão por cervejas artesanais fez

com que Daniel Bersi, fundador da

Bersi Bier, iniciasse sua produção

caseira em 2013, no quintal de sua

casa para consumo próprio e confraternizações

com os amigos. Através

da execução e aperfeiçoamento de diversas

receitas e vendo possibilidades

de investir no mercado em constante

crescimento, o engenheiro de computação

optou por se especializar cada

vez mais e procurou ajuda do Instituto

da Cerveja Brasil (ICB) em São Paulo,

onde se formou na 4a turma do curso

Avançado de Tecnologia cervejeira e

também recebeu consultoria para dar

os primeiros passos no negócio. A Bersi

Bier foi criada como uma cervejaria

cigana (sem fábrica própria) e produz

suas cervejas utilizando as instalações

de fábricas parceiras.

A cervejaria que começou com 2 rótulos

de cerveja em agosto de 2016,

uma American Pale Ale (Cadillac Ranch)

e uma Belgian Golden Strong Ale

(Volúpia), lançou recentemente o seu

terceiro rótulo, uma India Pale Ale de

nome HopFellas que tem agradado o

gosto dos paladares mais exigentes.

As cervejas vem ganhando espaço

nos bares de Jundiaí e região e na cidade

de São Paulo.

“Nós temos uma preocupação constante

com a qualidade dos nossos

produtos e procuramos desenvolver

sempre receitas com ingredientes

de qualidade e para que tenham um

custo/benefício interessante para os

consumidores”, comenta o engenheiro

que promete novidades para o próximo

ano. “É um mercado muito competitivo

e temos que nos reinventar a

todo momento. Estamos focando em

construir um portfólio com rótulos de

linha e consistentes para então fazer

alguns estilos sazonais e mais extremos.

Também pretendemos expandir para o interior do Estado de SP e para

outros Estados futuramente mas para isso precisamos nos planejar melhor

na parte de logística e buscar parcerias comerciais.”

Os três rótulos da

Bersi Bier disponíveis no mercado hoje são:

A Cadillac Ranch, American Pale Ale com 35 IBU e 5,5% ABV, é uma

cerveja que incorpora o verdadeiro espírito americano. Com coloração

acobreada, médio amargor e sabores cítricos marcantes, ela traz em sua

essência toda a inspiração da Rota 66.

A Volúpia, Belgian Golden Strong Ale com 24 IBU e 8,5% ABV, é uma cerveja

que se finge de inocente, mas que faz de tudo para te seduzir! Com

perfume frutado, coloração dourada e sabor levemente picante, a Volúpia é

surpreendentemente prazerosa e causa sensações inimagináveis.

A HopFellas, American IPA com 55 IBU e 6,6% ABV, é uma cerveja

que leva o conceito American IPA ao extremo. Com amargor marcante,

porém equilibrado, ela traz o frescor dos lúpulos americanos e

australianos, oferecendo aromas e sabores incríveis.

Mais informações sobre a cervejaria e seus produtos em www.bersibier.com.br .

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Gran Première

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Conta-Gotas

Cerveja com... bonsai e muito mais

Com receitas bem diferenciadas e únicas, a Cervejaria Heroica é outra novidade

bem interessante no mercado. Entre os destaques da cervejaria está a

Kamikaze IPA, que leva broto de bonsai do pinheiro Kuromatsu na receita,

com os perfumados lúpulos Centennial, Chinook e Amarillo, e a Supersonic

Sourtonic, uma refrescante e leve sour (cerveja ácida) com pepino e zimbro

do bonsai junípero, inspirada nas cervejas Sahti, um estilo centenário nórdico

que leva aveia, centeio e utilizava os galhos do pé de zimbro como filtro,

pegando o sabor do fruto. O aroma lembra gim tônica, já que a planta é o

ingrediente principal da infusão do gim. A mais recente novidade da empresa

é uma New England IPA com um lúpulo em pó vindo da Europa, produzido

pelo método Cryo Hops, pelo qual se busca extrair um maior potencial de

aromas e sabores. É a Cryo Hoperation, com 7% de teor alcoólico e amargor

de 65 IBUs. Foi elaborada em parceria com a Postscriptum, de Portugal. Mais

na página da empresa: https://www.facebook.com/cervejariaheroica .

Novinha em folha!

Recentemente apresentada aos apreciadores cervejeiros,

a Borogodó aposta em ingredientes bem selecionados. Na

linha, três rótulos excepcionais:

- Bohemian Pilsener: leve e ótima para os dias mais quentes,

com ABV de 4,6% e IBU 35;

- American IPA: amargor característico e aroma de frutas

tropicais, com ABV de 5,8% e IBU de 54.

- E.S.B.: sabor marcante que equilibra o amargor do

úpulo com o dulçor e complexidade do malte,com ABV de:

5,2% e IBU de 40.

A empresa participou recentemente do Degusta Beer And

Food, na capital paulista, evento com mais de 400 rótulos de

cervejas trazidas por importadoras e cervejarias artesanais.

Mais sobre a cervejaria em: www.cervejariaborogodo.com.br .

Da moqueca agora ao rollmops e

também ao fried chicken

O projeto Projeto Brasii, cujo nome significa malte em latim

e pretende apresentar rótulos exclusivos para harmonização,

lançou sua segunda e terceira cervejas. Com malte produzido

especialmente pela Maltes Catarinense, a cerveja Brasii

Rollmops é estilo Lichtenhainer, criada para harmonizar com

a receita alemã de filé de sardinha defumado com conserva de

cebola marinada em vinho Riesling, o Rollmops, que dá nome

a esta edição. Já a terceira cerveja, também apresentada em

2017, é a foi feita em parceria com a americana Against The

Grain, com ingredientes que harmonizam com a famosa receita

de frango frito do Kentucky. É uma amber ale, que leba

ingredientes como tomilho, limão e pimenta caiena estão na

composição. O idealizador do Brasii é o chef e beer sommelier

Allan Cunha, um apaixonado pelo mundo das cervejas

artesanais e que já teve a oportunidade de visitar quase 40

países. A metodologia usada segue o princípio de desconstrução

dos pratos. Saiba mais em http://brasii.com .

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Conta-Gotas

Queridas importadas

A Uniland está trazendo para o Brasil rótulos especiais da 3 Daughters

Brewing, cervejaria de St. Petersburg, na Flórida, EUA, que

já se tornou a maior d e sua região.

São 5 rótulos em lata de 355ml:

- 3 Daughters Bimini Twist IPA: não-filtrada, acobreada com aroma

cítrico intenso e sabor de lúpulo floral equilibrado de malte doce. O

aftertaste de lúpulo é persistente e limpo. IBU de 82 e ABV de 7%

- 3 Daughters Awake Cofee Blonde Ale: com sabor intenso do café, é

uma cerveja refrescante, maltada e de cor dourada. IBU 23; ABV 5%.

- 3 Daughters ST. Pete Beach Blonde Ale: refrescante e brilhante,

tem um sabor único com uma quantidade perfeita de lúpulo cítrico

para equilibrar o dulçor do malte. IBU; 24; ABV 5%.

- 3 Daughters Rod Bender Red Ale: uma American Amber Ale, com

sabores intensos, leve amargor e um suave equilíbrio do malte torrado.

IBU de 23 e ABV de 5,9%

- 3 Daughters Stern Line Oatmeal Stout: corpo denso, cremoso e

aveludado com um final seco. A aveia aumenta a consistência da

cerveja deixando-a encorpada. Essa combinação de café torrado,

chocolate meio amargo e flocos de aveia torrados, provoca um sabor

profundo. IBU 34 e ABV 5,2%.

Acompanhe mais novidades na página da Uniland: https://www.

facebook.com/importadora.uniland/.

Sem restrições

As novidades da Cervejaria Mafiosa são as cervejas Lawless Pre Prohibition Porter e

a Lawless Pre Prohibition Lager, inspiradas nas receitas realizadas nos Estados Unidos

durante a Era da Lei Seca, na década de 1920, quando a fabricação, transporte,

importação e consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica era proibido. A primeira

leva 10% de flocos de milho em sua receita, lúpulo Cluster, variedade mais antiga

nos EUA, e foi fermentada utilizando leveduras de baixa fermentação. Com 5,9% de

graduação alcoólica e 24 IBUs, é uma cerveja leve, com alto drinkability, notas de chocolate

e frutas secas no aroma e sabor de malte lembrando caramelo e chocolate meio

amargo. Harmoniza muito bem com carnes de porco, sobremesas com chocolate,

defumados e embutidos, queijos amarelos. Já a Lawless – Pre-Prohibition Lager também

leva 10% de flocos de milho em sua receita e, além do tradicional lúpulo Cluster,

muito usada na época, o Mt Hood, descendente dos lúpulos de Hallertau. Com 5,5%

de graduação alcoólica e 38 IBUs, é uma lager clara e refrescante, com um amargor

bem presente do lúpulo balanceando a doçura dos grãos. Harmoniza muito bem com

comidinhas de boteco, aves, peixes e frutos do mar. Vai bem também com comidas

apimentadas e queijos brancos maturados.

Vale ainda destacar uma lançamento da Mafiosa a três mãos: a TripelBock 28, produzida

para a comemoração da parceria da cervejaria com a Dádiva e a Avós, uma

cerveja com levedura Lager e base Bock, e intensidade, que vai além de uma Doppel-

Bock, com teor alcoólico de 12,9%.

Informações tanto no site http://mafiosacervejaria.com.br quanto na página da empresa

no Facebook: https://www.facebook.com/mafiosacervejaria.

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Conta-Gotas

Desejada carioca

A empresa, que participou recentemente

de um interessante evento cervejeiro

no Rio de Janeiro, o Rio Craft

Beer Festival, apresentou ao mercado

a Moonrock, uma NE Double IPA

com muito lúpulo Simcoe em forma

de extrato, flores e lupulina. Outra

novidade apresentada pela empresa

nos úlitmos meses foi a Waking Life

Hocus Pocus, uma Russian Imperial

Stout. Com 9,5% de álcool, ela leva

em sua receita aveia e cacau, apresentando

um aroma e sabor bem

fortes de chocolate e da torra dos

maltes, lembrando uma sobremesa.

Vale ainda destacar a Red Potion

uma Berliner Weisse, com adição de

framboesas, amoras e morangos, e

4,3% ABV. Na página da empresa no

Facebook há postagens sobre todos

os lançamentos: https://www.facebook.com/cervejariahocuspocus

.

No ABC paulista

De Diadema, no chamado ABCD paulista,

a Votus está sepre com novidades

em sua linha. Um curiosidade:

o nome da cervejaria significa “voto”

em latim, remetendo à proposta da

empresa de instigar as pessoas a

conhecerem e emitirem a sua opinião.

A Votus Nº014 New England IPA foi a

mais recente novidade apresentada,

uma IPA bem cremosa e com muito

aroma e sabor de lúpulo. Com teor

alcoóico de 7,0% e IBU de 52, harmoniza

muito bem com queijos azuis,

curry e preatos apimentados. É uma

cerveja de visual bem turvo, assemelhando-se

a cervejas de trigo alemãs

(Heffeweizen), de corpo aveludado e

cremoso, com deliciosos aromas tropicais,

picantes, cítricos e florais mas

com um pequeno toque de amargor, o

suficiente para sentir o sabor e aroma

dos lúpulos a cada gole. Conheça

toda a linha completa em http://

www.cervejavotus.com.br .

Novinha no pedaço!

Entre as novidades está a Capivari-Monos,

uma Bourbon Imperial

Stout. Nascida recentemente, a

Cratera também tem na linha a

APA Bororé-Colônia, uma American

Pale Ale de coloração dourado

claro, corpo médio e lupulagem

moderada, compondo uma cerveja

equilibrada e de alto drinkability.

Os lúpulos de origem americana

impõem aromas cítricos e florais,

trazendo a sensação de refrescância,

acentuado por um dryhop.

Excelente cerveja para acompanhar

churrascos e hambúrgueres.

O nome da cerveja é uma homenagem

a Área de Preservação Ambiental,

existente no extremo sul

da região de São Paulo, de onde

se originou o conceito da cervejaria.

A Cratera foi criada pela

combinação de paixão por cervejas

especiais, exploração de novos

sabores e aventura gustativa. O

nome veio de uma alusão à “Cratera

da Colônia”, local de impacto

de um meteoro com 3,6 km de

diâmetro, um dos 40 maiores do

planeta, situado no extremo sul

da cidade de São Paulo. Informações:

https://www.cervejariacratera.com.br/home

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Conta-Gotas

Novidade na linha verde

Seguindo todos os critérios de conservação ambiental, a

Falke Bier tem sua produção focada em cervejas especiais

e difusão da cultura cervejeira no Brasil e no mundo. Como

novidade na linha, a Peregrinus APA, que resulta com a

combinação dos lúpulos Mosaic e Equinox e 5g/L de Dry

Hopping. Bem leve e refrescante, é aromática e aromática e

de alto drinkability. Tem ABV de 5,4% e IBU 34. Fundada

em 2004, a Falke Bier é uma cervejaria familiar, que nasceu

da iniciativa dos irmãos Marco Antonio, Juliana e Ronaldo

Falcone. Saiba mais em http://www.falkebier.com/

Limitadíssima

e com

chocolate

Além de lançar uma edição

exclusiva de uma Bock

com chocolate no Festival

Gastronômico de Pomerode

(SC), também apresentou

em 2017 a Schornstein

Soul, uma American Lite

Lager (cerveja mais leve),

com aroma sutil de malte,

de cor clara e colarinho

branco e espumante, índice

de amargor baixo (8,5 IBUs)

e teor alcoólico também

(3,4%), e a Schornstein Imperial

IPA, com um aroma

intenso de lúpulos americanos

e ingleses, graças ao

processo de dry hopping. A

cor avermelhada antecipa o

sabor forte e complexo. Essa

última tem 80 IBUs e 8,4%

de teor alcoólico. Mais em:

www.schornstein.com.br .

Colaborativa

intercontinental

De Ribeirão Preto, a Lund apresentou

um novo lote da sua sazonal

de inverno, a Lund Holz. Produzida

no estilo English Barleywine é fruto

de uma parceria com a portuguesa

Post Scriptum Brewery, da cidade e

Trofa, localizada no distrito de Porto.

O rótulo traz em sua composição

seis tipos de malte (Pilsen, Munich

II, Melanoidina, Carahell, Carafa III e

Carapils), chips de carvalho, uísque

e uva passa em brassagem inédita

entre os cervejeiros Evandro Zanini,

da Cervejaria Lund, e Pedro Sousa,

da Post Scriptum, realizada na fábrica de Ribeirão

Preto neste ano. A cerveja de guarda foi maturada por

três meses e apresenta corpo médio para alto, aroma

com nuances de madeira, em cor marrom escuro,

espuma bege claro e boa percepção de tosta de malte

e álcool em evidência, ideal para ser degustada na estação

com um cordeiro assado, faisão, porções condimentadas,

massas com molho vermelho e sobremesas

à base de chocolate amargo. Com edição limitada a

1200 litros, a colaborativa será disponibilizada aos

Estados de São Paulo (Capital, Interior e Vale), Rio de

Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e

Brasília, em versão chope e garrafa de 600 ml. Saiba

mais em: www.cervejarialund.com.br

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Conta-Gotas

Muito aguardados!

Elaborada na região sul do País e batizada

em homenagem à imperatriz do

Brasil, que conquistou o coração de

Dom Pedro I, a Cervejaria Leopoldina

apresentou três novos rótulos: Bohemian

Pilsner, Red Ale e Session Pale

Ale, lançamentos que completam o

portfólio da cervejaria junto aos outros

cinco rótulos da marca: Old Strong

Ale, IPA, Pilsner, Witbier e Weissbier.

A Leopoldina Session Pale Ale, produzida

com maltes especiais e lúpulo europeu,

apresenta características de aromas

e sabores frutados, além de muita

refrescância. Com uma textura cremosa,

é ideal para ser apreciada em temperaturas

mais amenas e é uma bebida

ideal para quem gosta de se aventurar

em sabores mais amargos. Harmoniza

com saladas, queijos leves e peixes.

Já a Leopoldina Bohemian Pilsner,

mais leve e com muito frescor. Do

tipo pale Lager, de baixa fermentação

e com uma bela coloração amarelo

dourado. Seu aroma refrescante

apresenta toques florais e sua textura

leve oferece uma degustação prazerosa

para os fãs de cervejas menos

encorpadas. Acompanha bem embutidos

e canapés diversos.

A Red Ale chega para complementar a

linha de cervejas especiais e é elaborada

com um blend de maltes especiais

e lúpulos do tipo East Kent Golding,

tradicional da Inglaterra, país pioneiro

desse tipo de cerveja. Uma cerveja de

alta fermentação, com coloração

avermelhada, a Red Ale se

destaca pelas intensas notas

maltadas e de toffee. Harmoniza

com carnes vermelhas, massas,

embutidos e queijos curados.

Produzida pela Famiglia Valduga,

a linha de cervejas especiais

da Cervejaria Leopoldina conta

com toda a expertise da família

centenária, conhecida por produzir

os mais renomados rótulos

de vinhos e espumantes. A Cervejaria

Leopoldina utiliza como

base as principais escolas cervejeiras

do mundo e são elaboradas

com uma minuciosa seleção

dos melhores maltes, lúpulos e

leveduras, importados da Europa.

Aliando tecnologia e qualidade,

as cervejas mantêm um

alto padrão de qualidade e agrada

os paladares mais exigentes.

Veja a linha completa na página

da empresa: https://www.facebook.com/cervejarialeopoldina/

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Gran Première

No Brasil e no mundo

International Spirits Challenge, do Reino Unido, e Concurso de Qualidade

da Cachaça da Unesp listam destilados brasileiros de excelência

Cachaça

Mazzaropi, de

Taubaté, SP

Em sua 12 a segunda edição e com viés

bem técnico e científico, que marca esse

novo panorama da cachaça brasileira, o

Concurso de Qualidade da Cachaça da

Unesp, Campus de Araraquara, traz anualmente

uma lista de cachaças que estão

se destacando entre as referências do mercado.

Faz parte do Encontro da Cadeia

Produtiva da Cachaça, realizado pela instituição

desde 2005 e que vem contribuindo

de forma bem significativa com diversos

estudos, treinamentos, cursos e pesquisas

para o desenvolvimento de destilados nacionais

de qualidade superior.

Desde 2013, o concurso ganhou proporções nacionais

se consolidando entre os eventos que visam a

melhoria e divulgação da cachaça. A análise sensorial

é realizada através do Circuito de Degustação

da Cachaça, que percorre diversos bares da

cidade de Araraquara durante um mês, permitindo

ao consumidor final eleger as campeãs de forma

prática e também da mais próxima possível em se

considerando os rótulos que serão encontrados

nas cartas de diferentes empreendimentos.

Para cada categoria, são eleitas as melhores aquelas com

as melhores pontuações, incluindo design. A seguir as

cachaças eleitas as melhores nessa edição do evento:

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Gran Première

A Mazzaropi está presente em

restaurantes como o Cão Véio,

do chef Henrique Fogaça

Categoria Envelhecida

1ª Colocada: Sebastiana Tonéis de Carvalho. Produzida

pelo Alambique Santa Rufina, no interior paulista,

a Sebastiana é uma das, como podemos dizer,

“cachaças campeãs olímpicas” dada as constantes

medalhas recebidas nacional e internacionalmente

nos principais concursos de destilados. Em visita ao

alambique, conhecemos alguns de seus segredos, entre

eles a aposta do sócio-fundador, Carlos Alberto

Mattos, em unir tecnologia e tradição. No alambique,

usam a destilação intermitente, que é a primeira técnica

que foi inventada. Para se chegar na qualidade

superior da bebida, foram visitados muitas destilarias

internacionais que serviram de parâmetro para a produção,

além da aposta em tecnologia de ponta, como

a selação da leveduras utilizadas, obtidas em pesquisas,

específicas para produção de cachaça. “Quando

você degusta uma cachaça como essa alguns aromas

aparecem mesmo na boca, tal qual na degustação de

um bom vinho. A cachaça não é álcool, é um composto

homogêneo, ou seja todas suas partes precisam ter

sido elaboradas com cuidado. Estamos fazendo tudo

muito bem feito, por isso nossas bebidas já receberam

várias medalhas”, destacou Mattos durante a visita

de nossa reportagem. O Alambique Santa Rufina

fica na cidade de América Brasiliense.

Acesse a página da empresa para mais informações:

http://www.cachacasebastiana.com.br/ .

2ª Colocada: Mazzaropi Tonéis de Carvalho Francês.

Com uma produção que começou de forma despretensiosa,

caseira, e apenas para consumo dos hóspedes

e amigos do Hotel Fazenda Mazzaropi, em Taubaté

(SP), essa cachaça é produzida na Fazenda

Fortaleza, em São Luiz do Paraitinga (SP). De

alta qualidade, ganhou reconhecimento através

de diversas premiações e com sua inclusão nas

cartas de cachaça dos mais renomados bares e

restaurantes do País.

Esse rótulo da Mazzaropi tem aroma que tende

para o chocolate, amêndoa e café. É o resultado

de um trabalho totalmente artesanal, desde a

sua colheita, até o fim da destilação, sem adição

de produtos químicos na fermentação, envelhecidas

por no mínimo 18 meses.

Por sua qualidade, a Mazzaropi foi uma das selecionadas

para fazer parte da nova carta de bebidas

do restaurante Cão Véio, comandado pelo

chef Henrique Fogaça, um gastropub, com cervejas

especiais e um cardápio que vai de petiscos

ousados como o bolinho de arroz com pimenta

dedo de moça (acompanhado de tomate picante)

até sugestões como o Espírito de Porco, costela

suína marinada na cachaça e no mel, assada em

baixa temperatura (acompanhada de pimenta de

maracujá).

Completíssimo, incluindo receitas de drinques

e notícias, o site da Mazzaropi traz indicações

de cada um dos rótulos: http://www.cachacamazzaropi.com.br

.

3ª Colocada: produzida em Nova Aurora, Goiás,

de forma bem artesanal, a Fazenda Velha

já havia sido premiada na edição anterior do

A Sabor da Estância também é

colecionadora de troféus

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Gran Première

evento. Tem diversas versões envelhecidas, algumas

passando por até 8 anos em barris de carvalho. Há

ainda versões envelhecidas em Jequitibá e outras

madeiras. Mais informações estão disponíveis na

página do Facebook da empresa: https://www.facebook.com/cachacafazendavelha

.

Categoria Ouro

1ª Colocada: Sabor da Estância. Seguindo uma importante

tradição familiar, essa cachaça, com sede instalada

na Estância Turística de Santa Fé do Sul, no interior

paulista, desde 1978, vem trazendo aos bons apreciadores

de cachaça, um produto de alta qualidade, com

aroma e paladar marcante da cachaça artesanal.

É produzida a partir da cana-de-açúcar despalhada (sem

queima do canavial), fermentada com leveduras de milho,

destilada em alambique de cobre e armazenada em tonéis

de madeiras nobres.

Desde 2007 essa cachaça vem se consagrando nas primeiras

colocações do Concurso da Unesp. São várias versões

especiais, com diferentes tempos de envelhecimento.

Um dos destaques é a Carvalho Premium Ouro, que

passa por um ano de descanso em barris de jequitibá,

além de mais 4 anos de maturação em barris de carvalho

europeu. Na página da empresa no Facebook

A cachaça Ouro 1 é estaque em todos eventos e concursos

de que participa. Suas versões estão presentes em bares e

restaurantes de alto padrão

há ótimas indicações da linha de produtos da

empresa, que destaca também ótimos licores.

2ª Colocada: Cachaça Ouro 1. A Ouro 1 é outra

campeã em várias premiações e concursos

e se tornou presença especial nos principais

eventos de cachaça do Brasil. Figurando

também entre as melhores cachaças brasileiras,

é produzida em Papagaios, no Estado de

Minas Gerais e traz a assinatura do master

blender Armando Del Bianco, responsável

pela seleção dos barris.

A empresa que, aposta constantemente em inovações

e na qualidade superior de seus produtos,

também lançou uma edição limitada envelhecida

em carvalho e tem outros rótulos como

a Ouro Mineiro e a Vida Boa. A linha completa

está no site da empresa: http://www.ouro1.

com.br . Com apenas 20% de teor alcoólico, a

versão Vida Boa Mel e Limão é uma aguardente

composto bem interessante para mixologia.

3ª Colocada: Cachaça Catarina. Produzida

pela Destilaria Vitória, em Dracena, no interior

paulista, é fabricada artesanalmente sem

quaisquer tipo de aditivos. A qualidade comprovada

por concursos nacionais, internacionais

e análises laboratoriais, como o próprio

concurso da Unesp.

A Destilaria Vitória nasceu em meados de 2006

com o firme propósito de fabricar cachaça da mais

alta qualidade, utilizando o padrão mineiro de produção.

Localizada em uma das mais tradicionais e

antigas propriedades do município, hoje uma nova

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Gran Première

fronteira agrícola do ramo sucroalcoleiro,

possui através de sua

equipe de campo e indústria um

rigoroso processo produtivo. As

canas selecionadas são trazidas

do campo onde são moídas e higienicamente

processadas, desde

o preparo do caldo, passando pela

fermentação até a destilação.

De cor dourada, a versão Ouro é

recomendada para degustação

pura, trazendo um interessante

custo-benefício na precificação

em bares e restaurantes de alto

padrão, já que se assemelha

aos melhores destilados. Possui

suavidade e aromas ímpares. É

descansada por no mínimo 1

ano em amendoim e 1 ano em

cabreúva. Conheça toda a linha

de produtos em http://www.

cachacacatarina.com.br .

Categoria Prata

1ª Colocada: Portal da Baracéia.

Essa cachaça é de Taubaté,

também do interior paulista,

e vem se destacando como uma

O Engenho da Barra Grande tem uma nova

adega de tonéis, um local perfeito para

envelhecer a cachaça, fresco e com bastante

umidade, sempre aberto a visitas.

referência em sua região. O almbique está sempre de portas

abertas à visitação. Na página da empresa no Facebook estão

informações do endereço, bem como sobre onde encontrar os

produtos.

2ª Colocada: Bico Doce. De Limeira, no interior paulista, a Bico

Doce é uma cachaça requintada e elegante. É produzida com

cana na própria fazenda, com cuidados manuais para que se

tenha umas das melhores do Brasil. Seu alambique também

sempre está de portas abertas à visitação. Informações sobre a

empresa em https://www.facebook.com/pg/cachacabicodoce .

3ª Colocada: Sabor da Estância. Aos interessados em como adquirir

a linha de produtos, informações pelo fone (17) 3631 4780

Categoria Garrafa Mais Bonita

Categoria Envelhecida: Barra Grande Edição 150 anos. Há 4 gerações

a produção artesanal da Cachaça Barra Grande é feita sem

pressa e com todo carinho. O engenho é o único do Estado de São

Paulo que ainda funciona barra grande movido à roda d’água.

No Engenho são fabricadas as Cachaças Barra Grande e Santo

Grau Itirapuã. Pela Barra Grande há 4 rótulos a Barra Grande

Branca (Jequitibá), a Barra Grande Ouro (Carvalho), a Barra

Grande Retrô (Blend das duas madeiras) e a Edição Especial

de 150 anos, que foi a Cachaça premiada no concurso da

Unesp. Tudo é feito artesanalmente, com o cuidado e o carinho

de tempos atrás. Desde a moenda movida por roda d’água, a

fermentação natural com fubá, a destilação, até o descanso em

tonéis de Jequitibá e Carvalho.

Como em 1860 a água que vem do canal, move a roda, desperta

as engrenagens da moenda, o caldo escorre pelas canaletas

para as dornas de fermentação e no descanso da garapa come-

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73


Gran Première

ça o silencioso processo de fermentação.

Após 24h o destino é alambique original de cobre onde é feita

a destilação. Todo o processo de fabricação, envelhecimento

e engarrafamento tem aprovação do Mistério da Agricultura.

O Engenho da Barra Grande tem uma nova adega de tonéis,

um local perfeito para envelhecer a cachaça, fresco e com

bastante umidade. O local está sempre aberto às visitas.

A edição especial premiada tem um lote único em comemoração

aos 150 anos do Engenho, com apenas 1.500 garrafas. É

uma cachaça envelhecida por 2 anos em tonel de Carvalho.

Ainda na categoria de embalagens mais bonitas, a Ouro 1

foi a premiada na Categoria Ouro, e a Bico Doce foi a cachaça

em destaque na categoria Prata.

Nesse ano, entre as premiações internacionais recebidas

pela Tiê estão o título de “Melhor de Sua Categoria”

no San Francisco World Spirits Competition; as

Medalhas de Duplo Ouro e Prata no mesmo concurso;

e a medalha de Bronze no Berlin International Spirits

Competition.

O nome da cachaça Tiê faz referência a um pássaro comum

na região onde a cachaça é produzida, na Fazenda

Guapiara, Aiuruoca, MG.

A linha de produtos inclui duas principais versões da

cachaça: a Tiê Prata e a Tiê Ouro. A primeira não passa

por envelhecimento, sendo armazenada em dornas

de inox. Límpida, incolor, de brilho intenso, extremamente

adequada para ser consumida pura ou em coquetéis,

tem sabores doce, ácido e umami, forte personalidade

e graduação alcoólica de 42% vol. Combina

perfeitamente com petiscos, caldos e frutos do mar. A

Tiê Ouro atende ao público que aprecia o consumo do

destilado amadeirado puro, mas também dá um toque

marcante em coquetéis. Leve e aveludada, devido ao

envelhecimento em tonéis de carvalho, tem composição

aromática única. É suave e apresenta brilho intenso,

que favorecem a percepção de sua qualidade. Entre

as sugestões de harmonização estão pratos condimentados.

Quem quiser adquirir os produtos da linha de

cachaças Tiê, no site da empresa (www.cachacatie.

com.br) há uma loja online própria.

Do Brasil para o Reino Unido

A última edição do International Spirits Challenge, em 22ª

edição, destacou também bebidas brasileiras de primazia

para o paladar. Referência européia para o segmento

de destilados, o International Spirits Challenge é uma das

mais respeitadas competições da área. Apenas para se ter

ideia, para esta edição do evento foram cerca de 1.300 inscrições

de bebidas de provenientes de 70 países diferentes.

Entre os destaques das premiações está uma brasileira, a

Cachaça Tiê, que a Carta Premium teve a grata satisfação

de ser uma das primeiras revistas especializadas a entrevistar

em razão da sua primeira premiação internacional

conquistada quando a empresa tinha apenas três meses de

mercado (reportagem disponível no Portal www.revistacartapremium.com.br).

A Tiê a Medalha de Medalha de Prata para a sua versão

Prata e também recebeu uma Medalha de Cachaça Bronze

para a sua versão Ouro, concorrendo com os principais

destilados do mundo inteiro, na Categoria “Rum e

Espíritos de Cana”.

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75


Gran Première

Falando em premiações

internacionais

Em terras norte-americanas, destilados brasileiros consagram mais

medalhas para nossas bebidas de excelência

Considerado um dos principais concursos

mundiais do segmento, e porta de

entrada do mercado – e por que não do

paladar norte-americano -, o disputadíssimo

New York International Spirits Competition

(NYISC), em sua oitava edição,

reuniu cerca de 600 espíritos de todo o

mundo em uma prova cega, na qual os

produtos foram julgados por sua categoria

de acordo também com o seu preço.

Destaque no evento foram as premiações

recebidas individualmente pela Cachaça

Paratiana, considerada “Producer of the

Year” e também para a Cachaça Sagati-

ba Preciosa, considerada “Aged

Cachaca of the Year”. Saiba um

pouco mais dessas bebidas que

mostram que quando fazemos

com primazia, podemos concorrer

com os melhores produtores

mundiais:

- Cachaça Paratiana: recebeu

Medalhas de Ouro para a sua

versão Prata e também para a

sua versão Ouro. Consagrou-se

também com uma importantíssima

medalha para a sua versão

Extra Premium. Ponto turístico e

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77


Gran Première

uma das cachaças de referência na tradicional

região produtora de Paraty, RJ, a

Paratiana reformou no final do ano passado

o seu alambique, justamente para

aprimoarar ainda mais a sua excelência

que une a tradição na produção da bebida

e também o que há de mais moderno

em termos de tecnologia.

A visitação ao alambique é um atrativo

à parte na região. O tour também inclui

o passeio pelo Museu da Cachaça quwe

a empresa mantém, com mais de 3.000

rótulos de todo o Brasil. Outras informações

em www.cachacaparatiana.com.br

ou pelo e-mail sac@cachacaparatiana.

com.br .

- Cachaça Tiê Ouro: com Medalha de

Ouro para a sua versão Ouro e Medalha

de Prata para sua versão Prata, a Tiê

acaba de mudar sua imagem visual, com

uma logotipia ainda mais chamativa, e

está prestes a lançar uma novidade: uma

aguardante composta com canela. Acompanhe

a página da empresa no Facebook

para mais novidades: https://www.facebook.com/cachacatie

- Cachaça Sagatiba: levou Medalha de

Ouro com seu rótulo Preciosa, além de

Medalha de Prata para os rótulos Sagatiba

Cristalina e Sagatiba Envelhecida.

As premiações consagram ainda mais o

prestígio internacional da bebida, que faz

parte do reconhecido Gruppo Campari.

Inovadora, a Sagatiba surgiu há cerca de

13 anos justamente para marcar uma

abordagem totalmente diferente para a

categoria, com um posicionamento premium,

visando a expansão da cachaça

para mercados internacionais. Acesse o

site e conheça mais sobre essa cachaça

especial: http://sagatiba.com/ .

- Cachaça Hof: a versão Hof Alma Da

Serra foi condecorada com a Medalha de

Prata. A microdestilaria boutique, conceito

modelo de produtos em tiragem

sempre limitadas e focados na qualidade

superior, tem sede em Serra Negra,

no interior paulista e seu alambique está

também sempre aberto a visitações. Multipremiada,

principalmente em concursos

internacionais, a Alma da Serra está

disponível na versão branca, premium,

bidestilada na Micro destilaria HOF de

forma tradicional e descansada naturalmente;

e também na versão descansada

em barril de carvalho francês para adquirir

aroma suave, sabor amadeirado e cor

opulenta. Toda a linha de produtos pode

ser vista no site http://www.microdestilariahof.com.br

.

De Nova York para

São Francisco

Também com resultado divulgado no primeiro

semestre desse ano, o San Francisco

World Spirits Competition bateu

recorde de inscrições: foram mais 2.200

destilados competidores de todos os cantos

do mundo. Destaque no evento são os

chamados “Best of Class”, que representam

os melhores exemplos de cada tipo

de espírito. Na Categoria Cachaças, a Tiê

Prata foi considerada a melhor do evento.

Veja a seguir outras empresas medalhistas

e as premiações recebidas:

– Água de Arcanjo: Medalha de Prata para

a versão Gold, e Medalha de Bronze para

a sua versão Silver. A Água de Arcanjo é

elaborada sob clima temperado, que resulta

numa cana de alto teor de açúcar e,

consequentemente, uma melhor fermentação

do caldo de cana. Está também presente

em diversos bares e restaurantes de

Porto Alegre (RS), e principais cidades do

interior do Estado gaúcho. E vale mencionar:

você pode encontrá-la também

em outros países onde a Água de Arcanjo

já conquistou bartenders e apreciadores,

não se espante em uma viagem à Ásia,

por exemplo. Saiba mais sobre a empresa

no site: http://aguadearcanjo.com.br .

- Cachaça Batista: Medalha de Prata para

a versão Prata. Produzida na Fazenda

Boa Sorte, em Sacramento, MG, a Batista

foi cuidadosamente pensada para

78


Gran Première

paladares bem exigentes. Artesanal, segue

um rigoroso controle de qualidade

em todas as etapas. Ela é produzida em

uma das melhores regiões do Brasil para

o plantio e cultivo da cana de açúcar.

Modernas técnicas de fermentação e operação

do alambique, administradas por

profissionais especializados, garantem a

excelência do produto. São duas linhas

de produtos: a cachaça Batista Prata que

é descansada em tanques de aço inox,

e a Batista Ouro, que é um blend fruto

de cachaças armazenadas em barris de

carvalho e tonéis jequitibá. No site da empresa

h´pa mais informaçções e também

sugestões especiais de drinques: http://

cachacabatista.com.br.

- Cambéba: Medalha de Prata para a sua

versão envelhecida orgânica, o Alambique

Cambéba está localizado em pleno

Cerrado Goiano, à margem da rodovia

entre Brasília e Goiânia, a apenas 71 km

da capital federal. Além das bebidas de

excelência e orgânica – entre muitos outros

diferenciais que poderiam ser ressaltados

– o refinado bistrô da empresa, com

certificado de excelência pelo TripAdvisor,

conta com o chef de cuisine formado na

renomada escola parisiense Le Cordon

Bleu, que prepara pratos especiais, claro,

para harmonização com algumas das

cachaças elaboradas pela empresa. As

versões, todas orgânicas, envelhecidas 10

anos no carvalho. A família tem história

na produção da bebida, seguindo e mantendo

uma tradição de mais de dois séculos.

Os produtos são tão bem referendados

que a empresa conta com sucursal

internacional nos EUA, para onde escoa

mais de 90% da produção. Para mais informações,

segue endereço da página da

empresa no Facebook: https://www.facebook.com/cambebadobrasil

.

- Cachaça Espírito XVI: Medalha de Prata

para a versão Envelhecida e Medalha de

Prata a sua versão Brancaproduzida no

Brasil, faz parte do grupo internacional

Ambrabev, com sede em Kentucky, EUA,

que também fabrica a Vodca Boteco. Ambos

os produtos são voltados unicamente

ao mercado internacional. Informações

em https://www.espiritoxvi.com e e https://brian-snead-f579.squarespace.

com/ .

- Cachaça Gouveia Brasil: Medalha de

Prata para o Licor Fino de Cachaça e

Medalha de Prata para a sua versão Premium.

Com sede em Turvolândia, em

79


Gran Première

MG, o Alambique Gouveia Brasil vem

acumulando Medalhas em todos os concursos

de que participa. A produção já

remonta há mais de um século de tradição,

lá pelos idos do ano de 1900, quando

o pequeno produtor Alfredo Vieira Gouveia

começou a elaborar cachaça para

os amigos. Pouquíssimo tempo depois, a

bebida já conquistava vizinhos e um grupo

de alemães que estava na região para

construir uma ponte. O responsável pelas

receiras de sucesso da Gouveia Brasil é o

premiadíssimo masterblender Armando

Del Bianco. Informações completas e detalhadas

em https://www.gouveiabrasil.

com/ .

- Cachaça Lorena: com Medalha de Prata

para a versão envelhecida, é produzida

há 21 anos na Fazenda Berro D’Água, no

Município de Morro da Garça, localizada

no coração de Minas Gerais, cidade muito

citada nas obras de Guimarães Rosa.

Elaborada seguindo as melhores práticas

de produção aliadas a uma técnica aprimorada

na arte da qualidade, é armazenada

por anos em tonéis de carvalho. Já

a versão Reserva Especial é produto da

seleção de tonéis com cachaças de

várias idades, criada num trabalho

de sensibilidade sensorial, onde

participam da bebida somente tonéis

com cachaça realmente superior.

Acesse o site o conheça mais

sobre a bebida: http://www.cachacalorena.com.br/

.

- Cachaça Novo Fogo: com Medalha

de Ouro para a versão Amburana,

Medalha de Prata para a versão Silver

e também para a versão envelhecida,

é outra cachaça com foco exclusuivo

no mercado internacional,

que n]ao é comercializada no Brasil.

Quem fabrica a cachaça é o Almbique

Porto Morretes, considerado o

melhor do País segundo o Ranking

Cúpula da Cachaça. Informaçõeses

sobre a Novo Fogo em http://www.

novofogo.com/; informações sobre a

Porto Morretes em sua página: https://cachaca.portomorretes.com.

br , que conta com loja online.

- Paratiana: Medalha de Duplo Ouro para

a versão Prata e Medalha de Prata para a

versão Ouro. Informações em: http://www.

cachacaparatiana.com.br/

- Sagatiba: Medalha de Prata para a versão

envelhecida e Medalha de Bronze para

a versão branca. A Sagatiba possui duas

fanpages no Facebook, uma internacional e

também uma em português: respectivamente

https://www.facebook.com/Sagatiba/ e

https://www.facebook.com/SagatibaBrasil

– Soledade: Medalha de Prata para a versão

Umburana e Medalha de Bronze para a

versão jequitibá. Aniversariante especial em

2017, a Fazenda Soledade iniciou a produção

de cachaça em 1977 já com a vocação para

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81


Gran Première

produtos de altíssima qualidade. Incorpora

ao cuidado da produção artesanal tecnologias

que asseguram patamares cada

vez mais elevados de qualidade. Ao mesmo

tempo, preserva técnicas tradicionais

de produção artesanal, respeitando as

práticas ambientalmente responsáveis.

A versão Umburana traz uma suavidade

e doçura típicas da madeira, que reduz a

acidez da cachaça, trazendo notas adocicadas

para seu sabor e aroma. O armazenamento

em barris de Umburana traz

sabores e aromas que lembram a canela,

o babaçu, amêndoas, cravo e couro. Tem

um toque amargo ligeiro com aspecto e

textura licorosa. Conheça toda a linha de

produtos em: http://www.cachacafazendasoledade.com.br

.

– Tiê: Medalha de Duplo Ouro para a

versão Prata e Medalha de Prata para a

versão Ouro. No site da empresa há informações

completíssimas sobre cada uma

das versões da bebida, além de uma loja

online para compras: http://www.cachacatie.com.br/

.

– Yaguara: Medalha de Duplo Ouro para

a versão branca e Medalha de Prata para

a versão Ouro. Artesanal e orgânica, a

Yaguara é destilada em pequenos lotes.

Com o know-how artesanal de 5 gerações,

é um blend original da tradicional

receita da família Meneghel, uma bebida

moderna, concebida para colocar a cachaça

onde ela merece, entre as melhores

bebidas do mundo e como base perfeita

para excelentes coquetéis. A versão

Blue da empresa (um blend) descansa 10

meses em tanques de inox, sendo envelhecidas

em carvalho europeu por 5 ou

6 anos.Já a versão Ouro é produzida a

partir de cachaça envelhecida em carvalho

americano por um ano, passando em

seguida por mais um ano em cabreuva.

POara finalizar, recebe um blend de cachaça

envelhecida em amburana por um

ano. Já a versão branca fica no mínimo

por 8 meses descansando em inox. No

site da empresa há informações bem detalhadas:

http://cachacayaguara.com.br

- Vodka Kalvelage: produto superpremium

brasileiro e já premiado em diversas

competições internaiconais, a

Kalvelage também foi premiada na competição,

com a Medalha de Prata para a

versão Vibe. saiba mais sobre essa vodca

de destaque brasileira em: http://www.

vodkakalvelage.com.br/.

Ainda pelos EUA

Outra competição realizada em terras

norte-americanas foi o RumXP International

Tasting Competition, concurso

de degustação do Miami

Rum Fest and Trade Expo, que

também reuniu uma vasta seleção

de espíritos de países como

a Suécia, Dinamarca, México,

EUA e, claro, Brasil, entre outros.

Foram três dias de sessões

de degustação às cegas cuidadosamente

organizadas por jurados

especialistas e também por consumidores.

Três cachaças brasileiras se destacaram:

– Cachaça Velho Barreiro: levou

o prêmio “Best In Class”, considerada

assim a melhor da categoria.

Fabricada pela Indústrias

Reunidas de Bebidas Tatuzinho

- 3 Fazendas, originalmente fundada

em 1950 na cidade de Piracicaba,

interior de São Paulo,

a marca Velho Barreiro aposta

desde 2005 em produtos premium.

Em 2011, de forma a pontuar

como empresa inovadora no

setor, lançou a Velho Barreiro

Diamond, uma cachaça ‘Top Premium’,

criada a partir do ‘blend’

82


Gran Première

de cachaça tradicional de alambique com

a autêntica Velho Barreiro, armazenadas

em barris de carvalho e tonéis de jequitibá-rosa

respectivamente, dando origem

também à cachaça em edição especial

Diamond, cravejada com 212 diamantes,

revelando-se a cachaça mais cara do

mundo e feita sob encomenda. No ano de

2012, a linha Diamond, buscando a excelência,

ganhou mais quatro versões que

levam pedras preciosas: Safira, Rubi, Esmeralda

e Brilhante, mantendo sua elegante

garrafa Axel produzida na França.

Mais em: http://www.tatuzinho.com.br .

– Paratiana Ouro, que levou Medalha de

Ouro, soman do mais uma premiação

internacional para essa empresa de referência.

Na página da empresa no Facebook

com frequência são publicadas

novidades: https://www.facebook.com/

paratianaparaty .

– Werneck Gold: também levou uma medalha

dourada. Focada em produtos (cachaças e licores) de alta

qualidade que proporcionem prazer degustativo e que proporcionem

aos nossos parceiros (distribuidores e importadores)

uma boa rentabilidade a longo prazo, a Werneck tem sede

em Rio das Flores, no RJ. Entre as versões disponíveis estão

a Ouro, a Prata e a Tradicional, além do licor fino de laranja

Licorelle. Também premiada em outros concurso em 2017, a

Werneck tem uma lista de distribuidores em seu site: http://

www.cachacawerneck.com .

Para não deixar nenhuma condecoração de

lado

Ainda consideando as premiações do primeiro semestre de

2017, vale mencionar o World Spirits Awards, no qual a Cachaça

Pitu Prata, com 90 pontos, recebeu a Medalha de Ouro.

Tradicionalíssima cachaça brasileira, a Pitú foi fundada em

1938 na cidade de Vitória de Santo Antão, pelos senhores Joel

Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Morais e José Ferrer de

Morais. No início, trabalhava com a fabricação de vinagre e bebidas

à base de maracujá e jenipapo, além do engarrafamento

de aguardente. Hoje, a Pitú é líder no Nordeste e segundo lugar

no mercado nacional.

Na linha de produtos premium da empresa está a Pitú Vitoriosa,

envelhecida por 5 anos em barris de carvalho francês,

83


Gran Première

adquirindo assim um sabor aveludado

com notas de especiarias, coco queimado,

baunilha, caramelo e amêndoas e

uma coloração amadeirada. Em seguida,

a bebida é transferida para barris de carvalho

americano, onde ocorre o aprimoramento

da qualidade sensorial através do

refinamento e harmonização de cor e aromas,

acrescentando toques de baunilha,

coco, amêndoas, canela e ameixa. Vale

destacar ainda a Pitú Gold, aguardente

100% envelhecida, em barris de carvalho

americano, onde permanece até atingir

seu sabor inconfundível e sua coloração

dourada. Límpida, brilhante, deixa um

sabor consistente de frutas no paladar.

Informaçoes completas sobre a linha em:

http://www.pitu.com.br/ .

Não podemos deixar de lado também outra

importantíssima avaliação, a do International

Taste & Quality Institute referência

mundial na avaliação de bebidas

de sabor superior. Para receber a certificação

Golden Star of the Superior Taste

Award, as cachaças são avaliadas por

um júri com a participação de representantes

das mais prestigiadas instituições

de culinária e associações de sommeliers

europeias.

Confira os premiados e as estrelas recebidas:

– Alambique Cambéba: 2 estrelas para a

Cachaça Cambéba Envelhecida 1 ano e 3

Estrelas para a Cachaça Cambéba Envelhecida

3 anos. Informações em http://

www.cambeba.com.br .

– Alambique Paratiana: 2 estrelas para a

Cachaça Paratiana Ouro. Conheça também

mais detalhes da empresa no site:

http://www.cachacaparatiana.com.br .

– Cachaça Artesanal Tellura: 2 estrelas

para as cachaças Tellura Amburana e

Tellura Jequitibá. O alambique produtor

tem sede no Rio de Janeiro. Produzida artesanalmente

em alambiques de cobre, a

Cachaça Tellura é originada da fermentação

alcoólica com leveduras selecionadas

do mosto do caldo de cana de açúcar. No

processo de destilação é realizada a separação

rigorosa das frações de cabeça,

coração e cauda, sendo só aproveitado o

coração de maneira a se obter um produto

dentro do padrão físico-químico de

qualidade internacional. Após a destilação,

a cachaça branca fica por quatro meses

descansando em Barris de Jequitibá

Rosa, período necessário para as reações

químicas que conferem uma melhora significativa

no aroma, cor e sabor do produto

final. Informações em destaque sobre

a empresa em: https://www.facebook.

com/alambiquetellura .

– Cachaça Segredo de Araxá: 2 estrelas

para a Cachaça Segredo de Araxá Diamond.

É produzida pela Chicrala Agroindustrial

- que também produz os rótulos

Carnaval Ouro e Carnaval Prata - empresa

sediada na cidade de Araxá, Estado

de Minas Gerais, às margens da BR

452, Km 301. Araxá é uma cidade turística,

conhecida pela qualidade de suas

águas, seu clima especial e sua singular

gastronomia. A Chicrala Agroindustrial

foi fundada em 1998 e tem como missão

produzir cachaça artesanal utilizando as

melhores técnicas disponíveis, de acordo

com rigorosos padrões de higiene e qualidade,

preservando a tradição da cachaça

mineira sem gerar agressão ao meio ambiente.

Na produção da cachaça são utilizadas

canas colhidas e moídas no mesmo

dia e leveduras selecionadas na fermentação.

A destilação é feita em alambiques

de cobre aquecidos a vapor. Todo o processo

de produção é cercado de cuidados

que asseguram a obtenção de uma

cachaça tecnicamente perfeita, de acordo

com os padrões estabelecidos pelo

Ministério da Agricultura. A produção é

envelhecida em tonéis de Carvalho e jequitibá,

em ambiente com temperatura,

luminosidade e umidade adequadas. A

84


Gran Première

versão Diamond da cachaça premiada é

armazenada em toneis de carvalho por

12 anos. Informações em destaque em:

http://www.cachacasegredodearaxa.

com.br/ .

– Cia. Muller: 3 estrelas para a Reserva

51 Carvalho Americano; 2 estrelas para

a Reserva Rara, Reserva Singular e também

para a Reserva Única. Todas as cachaças

da linha Reserva 51 passam por

cuidadoso processo de produção desde a

preparação do solo e seleção das variedades e mudas de cana

de açúcar, passando pelo processo de dupla filtragem, até o

engarrafamento, garantindo um produto de altíssima qualidade.

Além disso, as cachaças são envelhecidas em barris de carvalho

americano, com diferentes variedades de finalização. Informações

sobre a linha completa em: https://www.facebook.

com/Reserva51 .

Monde Selection

Organizado dsde 1961, o Monde Selection, todos os anos, reúne

70 especialistas internacionais, que degustam e testam, de

forma totalmente independente,produtos oriundos do mundo

inteiro.

Na edição 2017 foram avaliados 2.965 produtos de 89 países,

que receberam o equivalente a medalhas a duplo ouro, de

ouro, prata e bronze. Destilado, licores, vinhos, cervejas, produtos

alimentícios e tabaco estiveram na lista de avaliações.

Entre os jurados estavam chefs de renomados restaurantes do

Guia Michelin, membros da Academia Francesa de Culinária,

especialistas da indústria de bebidas, professores e doutores

de diversas universidades da Europa, enológos, mestres sommeliers,

consultores da área de alimentação, dentre outros.

Neste ano, a cerimônia de premiação foi realizada em Malta,

no Mediterrâneo.

A Pitú foi a brasileira com premiação em destaque na edição

2017 do evento, com Medalha de Ouro no evento.

Outra competição internacional com resultados divulgados foi

o Spirits Tasting Competition do WSWA (Wine & Spirits Wholesalers

of America), que realiziou em 2017 o seu 74o. encontro

e exposição anual. A Espirito XVI, versão Cavalheiro, da Ambrabev,

produzida em um pequeno alambique no Rio de Janeiro,

também recebeu a Medalha de Duplo Ouro. A empresa

recebeu ainda Medalhas de Prata para Espirito XVI Cachaça

Dourado e também para a versão tradicional da Espirito XVI.

Outro destilado brasileiro com medalhas no evento, porém

neste caso com comercialização no Brasil, foi a Ypióca, que

recebeu Prata tanto para sua versão Ouro quanto para a versão

Crystal. A primeira é armazenada em tonéis de bálsamo,

enquando a Crystal é acondicionada em barris de freijó para

descanso.

A Ypióca é considerada a cachaça mais antiga ainda em produção

no Brasil. A empresa surgiu com a vinda de Dario Telles

de Menezes de Portugal em 1843. Ele e sua família desembarcaram

no Ceará e logo adquiriram uma propriedade a 38 km

da capital e a 6 km da Vila de Maranguape, entre a serra da

Aratanha e a de Maranguape, local conhecido pelo nome de

Ypióca, que em tupi-guarani significa terra-roxa. Os primeiros

85


Gran Première

uma Medalha de Prata. Essas duas medalhas consagraram

a Batista como “Produtor de Cachaça do Ano”, segundo

o concurso.

cultivos estavam dando prejuízo e Dario Telles de Menezes resolveu

produzir cachaça, já que havia trazido de Portugal um pequeno

alambique com a capacidade de produção de 30 litros por dia.

Inicialmente, em 1844, foi preparado, utilizando-se apenas enxada,

um hectare para o plantio da cana. Em 1846 foi destilado o

primeiro litro de cachaça Ypióca. Atualmente a marca pertence ao

Grupo Diageo, que tem lançado diversas versões sofisiticadas da

bebida, como a Ypióca Cinco Chaves, um blend criado com cachaças

raras e de alta qualidade, que combina aromas diferentes da

castanheira, com o mel e o caramelo do carvalho.

Do outro lado do mundo, na Austrália, o Melborne International

Beverage Competition também destacaou cachaças brasileiras

entre os destilados mais em avaliados.

A cachaça Batista Ouro, por exemplo, foi consagrada com uma

importante Medalha de Ouro. Já a Cachaça Batista Prata levou

Em tempo... recém-divulgado!

Não podemos também deixar de mencionar os resultados

da 48ª edição do International Wine & Spirit Competition,

que ocorreu no finalzinho de julho, no Vintners’ Hall em

Londres, no Reino Unido, competição que ajuda a consagrar

algumas das melhores bebidas mundiais.

Com cerca de 90 países participantes e cerca de 400 avaliadores

especialistas em nível global, o evento contou com

medalhistas brasileiras.

A Cachaça Batista uma Medalha de Bronze, com o rótulo

Prata, mesmo Medalha alcançada pela Pitú com a versão

Branca Pura. A Sagatiba também teve uma Medalha de

Bronze, com o rótulo Sagatiba Preciosa, mas levou também

duas Medalhas de Prata, uma com sua versão envelhecida

e outra para a sua versão cristalina.

De Américo Brasiliense, no interior paulista, o Alambique

Santa Rufina recebeu duas Medalhas de Prata, uma para

o rótulo Cuatro e outra para a Sebastiana Duas Barricas,

esta última sua versão extrapremium, lançada ano

passado envelhecida por no mínimo três anos, passando

primeiro 18 meses em barril de castanheira brasileira e

depois mais 18 meses em barril de carvalho americano.

Saiba mais sobre os produtos da empresa em: http://

www.cachacasebastiana.com.br/ .

Destaque nas premiações do evento também para o

Alambique Santa Isabel, que recebeu nada menos que

três Medalhas de Prata, para as versões Aquarela, Jaqueira

e Ouro. A cachaça Princesa Isabel é produzida na

Fazenda Tupã, às margens do Rio Doce, em uma região

rica pela cultura de cacau e natureza exuberante. O rigor

no controle de todo o processo produtivo - sempre de

forma sustentável - confere à Princesa Isabel os aromas e

sabores de um destilado superior. Frutada, com aromas

equilibrados e bem suave, é perfeita para drinques e especial

para caipirinha. Informações completas em: www.

cachacaprincesaisabel.com.br/ .

Também foi premiado no evento com Medalha de Prata o bitter

Underberg Brasilberg, produzido com ervas amazônicas e

consagradas no mundo. Escuro, e aroma predominantemente

herbáceo, é adocicado, aromático, com notas ligeiramente

frutadas. Moderadamente amargo, aromático,

apresenta fim de boca ligeiramente adocicado. No

site da empresa estão intessantes receitas de drinques:

http://www.brasilberg.com/ .

86


87


Gran Première

Muito bem pontuadas

Concurso às cegas da Expocachaça e do Concurso Mundial de Bruxelas

Edição Brasil foram ponto alto de premiações e indicações dos

melhores destilados e bebidas mistas nacionais

Totalmente natural e sem conservantes, a Caipirinha Pronta da Brunholi

foi destaque premiado na Expocachaça

Premiada com Medalha de Prata na Categoria “Descansadas

em Madeira (sem interferência na cor)” na Expocachaa

2017, a Villa Brunholi é mais que apenas uma

produtora de bebidas: tornou-se um destino turístico

paulista com um atrativo complexo localizado no bairro

de Caxambu, em Jundiaí (cerca de 30 minutos de São

Paulo), que abrange o Museu do Vinho, a Adega, o Família

Brunholi Restaurante e uma vinícola.

O Museu, por exemplo, que comemora 15 anos em 2017,

foi montado por iniciativa da família Brunholi com a colaboração

de outras famílias tradicionais descendentes dos

imigrantes italianos que se instalaram na região, como

Fontebasso, Bronzeri, Marquezin e Spiandorelo. No espaço

podem ser vistos utensílios originais usados para a

produção de vinhos.

Licores, cachaça, caipirinha pronta, vinhos, suco de uva,

vinagres, e também massas frescos e molhos, tudo de pro-

dução própria, com a receita da família

há anos, são outros destaques para os

visitantes. E não faltam ainda cervejas

gourmet regionais, compotas, doces e

azeites, entre outros produtos.

“A história da nossa família começou

em 1889 quando meus bisavós vieram

da Itália para o Brasil. Eles compraram

um sítio onde está instalada a

propriedade até hoje. O negócio foi passado

para meu avô, depois meu pai, a

seguir para mim e agora também com

meu filho. Mantemos até hoje dentro da

propriedade um museu que conta toda

essa história de colonização italiana. É

um atrativo bem interessante aos visitantes”,

conta Paulo Brunholi, CEO.

Mas voltando à Expocachaça, premiações

recebidas e novidades apresentadas

pela empresa, na visita ao estande

da Brunholi conhecemos seu principal

destaque no evento, a Caipirinha Pronta

Brunholi, elaborada com a combinação

perfeita de cachaça, limão, açúcar

e gelo. Ela é resultado não só da aposta

em uma linha de cachaças de alta qualidade

da empresa, mas também da busca

incessante por inovação e excelência.

“Eu sou apaixonado por cachaça. Aprecio

um bom vinho, está nas minhas origens,

mas tenho uma queda particular

pela cachaça. Sou brasileiro, não posso

dizer que sou italiano por causa das

minhas origens. Assim, quando falamos

em cachaça eu creio que ela realmente

consegue traduzir o que é o Brasil, um

pouco de nossa essência. Não há bebida

nacional mais brasileira do que a cachaça”,

acrescenta.

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Gran Première

A Brunholi começou há pouco mais de dois anos a elaboração

da sua própria cachaça. E a caipirinha pronta

especial da empresa é o resultado de um verdadeiro licor

de cachaça com limão que passou a ser produzido

primeiramente. “Desse licor de cachaça fomos aperfeiçoando

até chegar na fórmula ideal, depois de muitas

adaptações e testes”.

Químico e hoteleiro formado, Paulo pontua que um dos

diferenciais do produto é o fato de só apresentar oxidação

após 18 meses sem conservação em geladeira. Pela

sua qualidade e sabor que realmente remete ao produto

fresco, recém-preparado, um dos objetivos da empresa

já é focar o mercado externo. “República Dominicana e

Reino Unido são dois países-alvo para nosso produto.

Focamos tanto no mercado interno quanto externo. No

que se refere ao mercado nacional há ainda certa uma

resistência na questão dos produtos prontos, devido ao

fato de a maioria anteriormente existente e difundida no

mercado ter um sabor muito artificial. Queremos romper

essa má impressão com esse produto

que desenvolvemos, que apesar de pronto

para o consumo, remete inteiramente na

qualidade e no paladar a um produto fresco,

elaborado com os melhores ingredientes.

É fácil fazer um teste, colocando nosso

produto lado lado com a mesma montagem

para um recém-preparado, todos ficam na

dúvida qual é o pronto e o feito naquele

momento tamanha é a similaridade. É um

produto 100% natural, o mais próximo,

possível do real”, esclarece.

Feita com um blend de cachaças de alambique

de primeira qualidade, a caipirinha

pronta da Brunholi oferece um interessante

custo-benefício e já está presente na carta

de empreendimentos da região de Jundiaí e

Campinas como os hotéis Ibis. “Um turista

estrangeiro que chega ao empreendimento

já tem à disposição no quarto, por exemplo,

a caipirinha para beber e também prontíssima

para levar para casa como presente,

ajudando assim a difundir ainda mais nosso

drinque nacional”.

Apresentado em garrafas de 750 ml com

design especial, e 20,5% de teor alcoólico,

está disponível em diversos pontos de venda

do Estado. A lista atualizada está disponível

no site www.caipirinhabrunholi.com.

br. “Estamos finalizando outros produtos

que deveremos lançar nos próximos meses,

sempre destacando a brasilidade. “Poderão

ser produtos como bebidas mistas com frutas

como banana, açaí, entre outros”, finaliza

o empreendedor.

Mais informações podem ser obtidas diretamente

no site da empresa, no www.

brunholi.com.br .

Qualidade e inovação que

vem do Sul

Medalhista de Ouro na Categoria Extra

Premium (Armazenada Acima de 3 ANos)

na Expocachaça 2017, o Alambique Bel

Vedere também colheu ótimos resultados

para sua aposta em bebidas mistas.

“Nós tínhamos um estoque grande de cachaça

que sentíamos um certa dificuldade

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Gran Première

em escoar, a cachaça pura propriamente

dita. Então procuramos envelhecer a cachaça

para agregar valor e buscar um produto

alternativo. Isso há 10, 12 anos atrás. Entretanto,

naquele momento eu já sentia que

a bebida doce, que as bebidas mistas adocicadas

tinham ótima aceitação com o público.

Na época era muito comum por exemplo

encontrar nos pontos de venda o Keep

Cooler, com ótima aceitação dos jovens.

Foi quando imaginamos que poderíamos

ter um produto que ajudasse a introduzir o

consumidor à cachaçã, mais suave, porém

sempre algo pronto, prático, natural, totalmente

sem conversantes e que não tivesse o

contraponto daquele sabor artifical comum

às bebidas similiares. Apostamos então

no limão para ir em busca desse primeiro

produto. Fomos de ‘sola’ naquele pior para

conseguir fazer dar certo. Se tivéssemos

sucesso com o de limão acreditávamos que

as próximas seriam um pouquinho mais fáceis”,

conta Luiz Antônio Scarton, diretor da

Bel Vedere.

A empresa trabalhou por cerca de três anos

sem vender uma garrafa sequer, fazendo,

descartando, provando, guardando, reiniciando

todo o processo até atingir uma fórmula

ideal e diferenciada. “Foi quando lançamos

nossa caipirinha pronta, que está até

hoje no mercado, há cerca de 8 anos e tem

uma aceitação incrível. Nunca tivemos um

retorno sequer negativo em qualquer um de

nossos pontos de venda. Apesar de não ter

conservantes, ela não estraga. Com o tempo

muda um pouquinho a coloração,

acentuando ainda mais o

seu sabor, sem oxidar. Temos até

clientes hoje que pedem a ‘caipirinha

envelhecida’ (risos), quando

na verdade é uma das capirinhas

nossas feitas e engarrafadas há

um tempo um pouco maior só”,

explica o entrevistado.

A técnica própria desenvolvida

pela empresa foi replicada em outros

produtos e a Bel Vedere lançou

também a versão de uva há

pouco mais de 4 anos. “Hoje nosso

volume de vendas desse produto

é bem maior do que da cachaça,

porém, por nossa cachaça ser

um produto premium bem reconhecido

por todo o mercado, claro

a cachaça tem um faturamento

bem maior”, analisa Scarton.

Seguindo a aposta na brasilidade,

a empresa está em vias de apresentar

um novo produto nessa linha

de bebidas mistas, que utiliza

como ingrediente o butiá, fruto de

uma plameira típica em algumas

regiões do Rio Grande do Sul, Argentina

e Uruguai, mas que também

é cultvada em Minas, por

exemplo. “Será um produto bem

regional, já que essa palmeira é

de clima frio e tradicional apenas

em algumas localidades gaúchas.

O butiá é uma espécie de coco que

você come até chegar na amêndoa

e o sabor se assemelha a de um

pequi”, antecipa o produtor.

Durante a Expocachaça a capirinha

de uva foi um sucesso e vendeu

mais do que o produto tradicional

da empresa feito de limão.

“O público consumidor de nossas

caipirinhas já supera o público

cativo de nossas cachaças. Entretanto,

não trabalhamos com

grande volume, trabalhamos com

qualidade, seja para cachaça, seja

para nossas caipirinhas. Preferimos

o público mais exigente,

que é mais fiel. O grande

problemas que enfrentamos

é um preconceito existente

no que se refere às bebidas

mistas, principalmente caipirinha

prontas, pois quando

alguém vem provar ele já

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Gran Première

vem desconfiado, espeando algo

artificial. Depois que prova a surpresa

é tamanha que o cliente

não acredita que é um produto

pronto, fornecido direto para o

consumo. Os bartenders se convenceram

que qualidade se vende

sim, e preferem os produtos que

trazem valor agregado às suas

receitas. É nisso que apostamos.

Mas hoje estamos no trabalho

principalmente em convencer o

consumidor final que vale a pena

esses produtos prontos especiais

e naturais”, finaliza.

Informações mais detalhadas sobre

a Bel Vedere e indicações de

lançamentos estão disponíveis

na página da empresa no Facebook:

https://pt-br.facebook.

com/AlambiqueBelVedere .

Magia mineira

Outra empresa que entrevistamos

com exclusividade na Expocachaça

foi a Magos de Minas,

que surgiu, como explica seu

diretor, por acidente. “Eu sou

biólogo professor universitário

e atuava como pesquisador em

uma área ligada à Genética e

Bioinformática, quando um

tio meu mencionou o interesse

em trabalhar com cachaça,

principalmente cachaça orgânica,

questionando-me se seria

possível. Fiz a pesquisa de

área para ele, elucidei todo o

processo, pesquisa o melhor

tipo de cultivo, informações

da região, entre outras coisa,

mas nada muito aprofundado,

orientando que procurasse um

engenheiro agrônomo. Há cerca

de uns três anos atrás esse

tio montou o canavial e aposentou

e iria iniciar a prodção,

porém teve um infarto fulminante

e infelizmente veio a falecer.

Do meu lado, eu nunca

tinha despertado o interesse

por produzir cachaça, mas fiquei

sensibilizado. Aconteceu

que meu primo, que também

não tinha interesse, trouxe um verdadeiro

‘MacGyver’ para ajudar na

reforma do sítio que meu tio havia

deixado, era um daqueles caras que

resolvem e fazem tudo, que tinha tido

contato com um produtor de cachaça

e começou a nos indicar que seria interessante

reativar o projeto deixado,

que tinha mercado para cachaça boa.

Minha família também tem fazenda

e esse rapaz acabando convencendo

meu pai, que ficou apaixonado pela

ideia. E em um momento de férias

que tive me comprometi com meu

pai a estudar realmente a viabilidade

do negócio. Foi aí que encontrei o

curso da Cana Brasil, fiz o programa,

fiz o estágio para operar o alambique.

E foi já na primeira aula que levei o

primeiro tapa na cara: vi que aquilo

era bem científico, era biologia pura,

e que meu preconceito com cachaça

acabara ali mesmo. Notei que muitos

pecavam justamente na área que

eu era especialista, biossegurança,

biotecnologia e me interessei ainda

mais no negócio. Depois de boas pesquisas,

comprovei a viabilidade do

negócio, tinha base científica, tinha

93


Gran Première

mercado e era uma boa oportunidade. Foi

aí que decidi conciliar o negócio com minha

área acadêmcia, pois estava cursando

meu doutorado. Nascia assim a Magos

de Minas”, detalha Fabiano Augusto Assunção

Silva, diretor executivo.

Atualmente a Magos de Minas produz em

um parceiro, selecionando os melhores

lotes, todos de acordo com um rigoroso

padrão estabelecido. “Selecionamos um

fabricante que tem um ótimo conceito no

mercado, uma capacidade de fornecimento

e a possibilidade de continuidade do

negócio. Após separados os lotes, colocamos

a cachaça para envelhecer em barris

de carvalho e umburana. O meu foco

hoje é atingir o público internacional com

um blend único e marcante. A pessoa é

fisgada pelo carvalho e surpreendida pela

umburana. Nosso produto é uma cachaça

de entrada para o público internacional,

apreciador de destilados”, complementa.

Fabiano também presta consultoria no setor

e tem notado a mudança de perfil tanto do

consumidor estrangeiro quanto do brasileiro.

“O público de fora conheceu a cachaça

pela nossa caipirinha. Ele não bebia cachaça

bebia caipirinha e as cachaças que iam

para fora não eram tão palatáveis para degustação

pura, como é o caso de brandy, de um

bourbon, de um um destilado especial. Hoje,

com apelo gastronômico e produtos de valor

agregado, a cachaça envelhecida brasileira já

se posiciona como um interessante destilado de

consumo mundial. O mesmo tem ocorrido no

mercado interno. O qualitativo tem substituído

o quantitativo, como no caso da cerveja artesanal.

Hoje a cachaça de coluna tem seu lugar, e

foi importante na abertura do mercado externo,

mas também a cachaça de alambique já tem

também o seu lugar e está sendo importante na

consolidação da bebida brasileira. No mercado

há consumidores para todo o tipo de cachaça.

O importante é o produtor ter um portfólio de

cachaças variadas para oferecer. Somos desti-

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Gran Première

A Capim Cheiroso comemorou a dupla

premiação na Expocachaça 2107

larias, somos fabricantes de bebidas, temos

de ter portfólio amplo. No caso da Magos de

Minas, temos seis versões hoje de cachaça e

também bebidas mistas”.

Como muitos produtores a Magos de Minas

começou praticamente a venda no

porta a porta, ou melhor, consumidor a

consumidor, mantendo sempre o aspecto

artesanal. Ainda hoje são produzidos

apenas 500 litros por mês, estratégia da

empresa para manter uma demanda bem

selecionada, mas os produtos já podem

ser encontrados em empreendimentos de

Belo Horizonte, na Cachaçaria Nacional

e Distribuidora Savana (com envios para

todo o Brasil).

Fabiano finaliza lembrando que hoje vê

um choque entre a nova e a antiga geração

na produção de cachaças. “A antiga

tem resistência principalmente à inovação,

são mais presos ao tradicionalismo, o

que é importante para manter a qualidade

do produto. Já a nova geração quer muito

manter e melhorar ainda mais essa qualidade,

vislumbra os produtos de excelência,

não deixando de lado melhorias

para produção de bebidas superiores,

e muitas dessas melhorias provêm de

embasamento cientifico, de pesquisa,

de análise. Com as melhorias também

se eliminam custos produtivos, ganha-se

em qualidade sensorial, quantidade

de produção, controles de biossegurança.

É importante conciliar.

Pode-se fazer um paralelo novamente

com a cerveja artesanal, onde agora

é o pessoal mais velho na produção

que está pegando informações com

o pessoal mais novo e quem ganha

com isso o mercado. Conhecimento e

qualidade técnica acabam com muito

misticismo. E falo isso também como

consultor, pois em diversas oportunidades

os maiores problemas que identifiquei

eram técnicos e interferiam na

qualidade do produto final. É preciso

substituir algumas manias, quebrar

alguns tabus. Manga com leite não vai

te matar. É preciso pensar em crescimento,

em profissionalização. Quem

está entrando no mercado já percebe

isso”.

E a linha de bebidas mistas da empresa

já estará pensada, provavelmente

para 2019. “Estamos explorando os

melhores ingredientes, pesquisando

como manter a estabilização do sabor,

do aroma, se garrafa âmbar em

vez da cristal para preservar melhor,

etc. Novidades virão!”.

Para saber mais sobre a Magos de Minas,

visite o site: http://magosdeminas.com.br/site/

.

Aposta no artesanal

sim, mas na qualidade

superior

Também medalhista na Expocachaça

2017, a Capim Cheiroso começou

com uma produção terceirizada através

da parceria com um produtor

local que produz uma cachaça de

alta qualidade. Entretanto a cana

era da própria Capim Cheiroso,

rigorosamente selecionada, específica

para a região, resultando

em uma cachaça de excelência, a

qual era armazenada pela empresa

em barris para envelhecimento.

“Em 2013 o proprietário, sr. Adão

Conrado, resolveu construir a

sua própria indústria, tamanho

o resultado de apreciação que

já tinha da sua cachaça e a demanda

gerada e com o própósito

de gerar ainda mais valor ao seu

produto. Hoje o parque industrial

é bem moderno, totalmente otimizado,

sempre pensando não só na

qualidade do produto, mas também

na segurança e conforto das

pessoas que trabalham em todo

o processo”, destaca Valdirene

Neves, gerente técnica e de produção

da empresa, que atua também

como consultora na área.

Com investimentos de R$ 250 mil

reais para montar o parque fabril

próprio em operação desde 2014,

que possibilitou à empresa ampliar

o volume, atualmente com capacidade

de 40 mil litros/ano, mas que

ainda pode ser ainda dobrada, a

Capim Cheiroso comemora as medalhas

recebidas na Expocachaça

2017: Medalha de Prata na categoria

Descansadas em Madeira (Sem

Interferência na Cor) e Prata também

na Categoria Armazenadas

em Carvalho Francês.

“Na verdade, atualmente temos

na linha três versões da

nossa cachaça: a Caipira, que

é uma cachaça descansada em

tanques de inox após destilada,

para harmonização quími-

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Gran Première

ca (popularmente conhecido como ‘amaciar a

bebida’); a Cristal, que após destilada fica seis

meses para harmonização acondicionada inox

e mais um ano no jequitibá, trazendo um sabor

de madeira bem suave, quase imperceptível,

esta mesmo que recebeu Medalha de Ouro na

Edição 2016 do Concurso Mundial de Bruxelas,

graças à sua qualidade sensorial, e neste ano a

Medalha de Prata no mesmo concurso; por fim

temos a Cachaça Capim Cheiroso Topázio, que

passa por seis meses em inox, um ano no jequitibá

e um ano no carvalho francês, que traz

para os apreciadores um sabor sensorial mais

adocicado, com aromas de amêndoas, chocolate,

de baunilha, entre outras característica de

um bom barril”.

O atendimento abrange todo o Brasil, mas também

agora está mirando o mercado externo.

“Estamos preparados para a qualquer momento

iniciarmos as vendas para outros países”, esclarece

a porta-voz.

Curiosidade: presente em bares e restaurantes

finos da capital paulista, a Capim Cheiroso

surgiu do sonho do sr. Adão que queria fazer

algo bem diferente que ficasse na família. “O

nome surgiu enquanto meu pai e minha mãe

olhavam para uma lagoa e um capim ao redor.

Tiveram a inspiração e decidiram que levaria

esse nome, já que é forte e marcante”, conta

Cristina Irene Conrado, também diretora e filha

do proprietário.

Valdirene como consultora na área desenvolve diversas

receitas, como por exemplo alguns produtos

da Taberna de Minas que também estavam presentes

no evento: caipirinha pronta, licor de amarula,

bebida mista com cravo e canela, entre outros. “A

Capim Cheiroso também deve seguir por essa área

e lançar em um futuro próximo a sua linha de bebidas

mistas, inicialmente com uma produção terceirada”,

finaliza.

Informações completas sobre a linha da Capim

Cheiroso estão no site: http://www.cachacacapimcheiroso.com.br

.

Lista incrível de

indicações e comprovações

Como a a lista de produtos de excelência premiados

na Expocachaça e no Concurso Mundial de

Bruxelas edição Brasil é bem ampla - uma ótima

dica para incrementar a carta com produtos selecionadíssimos

- trazemos a seguir um resumo indicando

cada uma das empresas premiadas e suas

bebidas excepcionais, de uma forma prática.

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Gran Première

Premiados na Expocachaça e

Mundial de Bruxelas Edição Brasil

Cachaça 3 Fortuna

Muçum

Rio Grande do Sul

PREMIAÇÃO:

Medalha de Prata na

Expocachaça 2017

A 3Fortuna é uma cachaça

artesanal sempre presente

nos principais eventos do

País, como o recente Expointer,

no RS. Com volume

alcoólico de 40%, a versão

envelhecida em barris de

carvalho recebeu a Medalha

de Prata na última edição

da Expocachaça 2017.

Em recente entrevista na

Expointer, realizada em Esteio,

no RS, considerada a

maior feira a céu aberto da

América Latina, José Carlos

Fortuna, proprietário da

Cachaçaria 3 Fortuna, lembrou

que os destilados tradicionais

são os mais famosos

entre o público e que os

clientes procuram mesmo é

aquele produto que já possui

espaço no mercado.

Novidades: a empresa deverá

apresentar em 2018

uma cachaça extra premium,

que completará no

próximo ano 20 anos de

envelhecimento.

Onde encontrar:

Contatos: (51) 9268-9298

https://www.cachacarianacional.com.br/

http://savanacachacas.

com.br/

https://cachacariaoriginal.

com

A Tentatora

Ouro Preto - MG

PREMIAÇÃO:

Medalha de Prata na

Expocachaça 2017

Produzida pela mesma

empresa da Milagre de Minas,

com mais de 40 anos

de história, a Tentadora é

outra criação especial da

produtora Cida Zurlo (Maria

Aparecida Zurlo), reconhecida

por suas cachaças

especiais, farmacêutica

e botânica que também

aposta em produtos como

licores.

A versão premiada, branca,

pura, com volume alcoólico

de 42% passa por

descanso em 8 meses em

jequitibá branco e o produto

também está disponvel

tanto na Cachaçaria Nacional

quanto na Savanas

Cachaças, além da Americanas.com.

Também está disponível a

versão Ouro, armazenada

em tonéis de jequitibá

branco, carvalho e amburana

durante seis meses

cada.

Informações:

milagredeminas@terra.

com.br

www.milagredeminas.com.br

(31)3551-1429 e (31)

3551-5531

Água de Arcanjo

Maquiné - RS

PREMIAÇÃO:

Medalha de Prata na

Expocachaça 2017

A Água de Arcanjo é uma

cachaça especial de alambique

produzida artesanalmente,

sem o uso de agrotóxicos

com graduação

alcoólica de 40%.

A versão Prata (Silver),

branca, cristalina, pura,

tem sabor suave diferenciado

devido ao processo

de destilação fracionada.

É uma cachaça jovem, que

descansa em barris de aço

inox após a produção.

A garrafa possui um design

diferenciado, italiano, no

formato da asa de um anjo,

remetendo ao nome da

marca e transparecendo o

requinte do produto.

Também está disponível

a versão Ouro (Golden),

envelhecida em barris de

carvalho por 2 anos, com

uma coloração dourada especial.

Nos últimos anos os

produtos da empresa receberam

diversas premiações

internacionais.

Onde encontrar:

No site da empresa há

uma loja online que facilita

a compra dos produtos,

com entregas para todo o

Brasil:

http://aguadearcanjo.com.

br/cachacas/

Alambique Brasil

Ortigueira - PR

PREMIAÇÃO:

Duas Medalhas de Prata

na Expocachaça 2017

Produzidas pela Cachaçaria

Serra do Cadeado, as

cachaças branca pura e

a versão envelhecida em

madeiras brasileiras foram

Prata esse ano na Expocachaça.

A empresa nasceu obstinada

em produzir bebidas

de qualidade, investindo

muito em insumos de excelência,

equipamentos

de ponta, mão de obra

treinada e em técnicas

avançadas de produção e

higiene. Além das cachaças,

bebidas mistas fazem

parte da linha, todas

diferenciadas em termos

de sabor e apresentação

das embalagens.

A Prata é descansada em

dornas de inox e está disponível

em garrafas de 50,

160 e 700 ml. Já a Ouro,

também fornecida nas

mesmas embalagens, é

envelhecida em tonéis de

Amburana e Carvalho, e

leva a assinatura do famoso

masterblender Armando

Del Bianco.

Informações e onde comprar:

www.cachacariaserradocadeado.com.br

Alambique de Minas

Bola Da Vez

Engenho da Cana

Nossa Rainha

Ouro Branco - MG

PREMIAÇÃO:

1 Ouro e 1 Prata no

Mundial de Bruxelas

Edição Brasil e 3 Medalhas

de Prata na Expocachaça

O Engenho da Cana é um

colecionador de medalhas.

Somente considerando estes

dois concursos da reportagem

em 2017 foram

4 Pratas para as cachaças

Alambique de Minas armazenadas

em madeira brasileira,

Engenho da Cana

Branca Pura e Nossa Rainha

também armazenada

em madeira brasileira, e a

Medalha de Ouro para o

rótulo Bola da Vez, no Concurso

Mundial de Bruxelas

Edição Brasil.

A Engenho da Cana trabalha

apenas com o coração,

que é a parte nobre da

destilação. Todos os resíduos

são utilizados como

fonte de energia ou adubo,

de forma que a fabricação

seja sustentável e ecologicamente

correta.

A medalhista de Ouro Bola da

Vez é uma cachaça armazenada

por 2 anos em barris de

Amendoim, conferindo um sabor

suave e macio ao beber.

Informações e pedidos:

http://www.cachacaengenhodacana.com.br

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Amarogutta

Faria Lemos - MG

Medalha de Prata na

Expocachaça 2017

Bebida mista da classe dos

bitters aperitivos composta

por 19 ervas, cascas, raízes e

sementes amargas e aromáticas,

infusionadas em cachaça,

o Amarogutta é um produto

equilibrado, destinado a ser

tomado em shots, em temperatura

ambiente ou gelado, e

ainda como complemento na

composição de drinques.

Tem graduação alcoólica de

35%, sendo fornecido em

garrafas de 1 l. É produzido

pela Destom, empresa com

diversas cachaças premiadas

e inovadora na área,

que há poucos anos lançou

a Spiral Drinkmaker, cachaça

desenvolvida especialmente

para drinques, e recentemente

apresentou ao mercado

a Bruta, cachaça com

graduação alcoólica de 48%,

para concorrer na faixa de

bebida encorpadas, além da

bebidas mista Honey Hunter,

composta à base de mel.

Mais informações:

https://www.facebook.com/

amarogutta/

Onde encontrar:

www.cachacaexpress.

com.br / www.cachacariauniversitaria.com.br

/ www.

cachacarianacional.com.br

/ www.limaodistribuidora.

com.br / www.savanacachacas.com.br/

Barra Velha

Campos - RJ

Medalha de Ouro na Expocachaça

2017

A Barra Velha é produzida

pelo Alambique do Leley, e

levou medalha de Ouro na

Categoria Decansada em

Madeira. Produzida artesanalmente,

sem agrotóxicos,

com cana 100% orgânica,

está disponível nas versões

envelhecida em barril de

balsámo, de cor branca; a

de três anos envelhecida

em barril de carvalho, com

coloração amarelo claro, e a

premium, também envelhecida

em barril de carvalho com

coloração amarelo ouro.

Além dos prêmios que já

recebeu nos últimos anos,

a Barra Velha vem conquistando

o mercado internacional.

Apenas para se

ter ideia, em 2015 600 garrafas

foram para a cidade

de Aberdeen, na Escócia,

país reconhecido mundialmente

pelo apreço e produção

de bons destilados.

“Tenho muito orgulho de trazer

para Campos esta medalha

de ouro. Estamos sempre

em busca da excelência

e este resultado certifica um

trabalho de uma vida”, comentou

Odirlei Carlos H. Caetano,

o Leley, em entrevista

a um jornal local a respeito

da premiação recebida.

Informações: www.facebook.

com/barravelhacampos

(22) 2747-4999.

Bassi

Santa Mariana - PR

Medalha de Ouro no Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil e Medalha de Prata

na Expocachaça 2017

Colecionadora anual de

medalhas nacionais e internacionais,

a Bassi foi

criada em 1980 por Paulo

Bassi e seus filhos, inicialmente

como um hobby,

remetendo à tradição das

melhores cachaças artesanais:

produziam apenas

para consumo próprio e

para presentear amigos e

parentes. Com o passar

dos anos, as pessoas começaram

a reconhecer a

qualidade de suas cachaças,

fazendo com que os

fundadores viessem a aumentar

a produção em razão

de uma demanda que

estava surgindo.

A versão Bálsamo, medalhista

de ouro no Concurso

de Bruxelas, tem graduação

alcoólica de 41%, descansando

na madeira por

um ano.

“Trabalhamos com foco na

qualidade, com técnicas

clássicas, complementadas

com as novas técnicas

do mercado (inovações)”,

explica Evandro Silva Eto,

sócio-proprietário.

Onde encontrar: (43) 3531-

1435, comercial@cachacabassi.com.br,

www.cachacabassi.com.br

.

Batista

Sacramento - MG

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Criada em 1943 por José

Batista, um produtor de

melado e rapadura que,

na crise durante a Segunda

Guerra, se arriscou em

produzir a cachaça como

alternativa, a Batista segue

um novo caminho de sucesso

desde 2008 quando

apresentou sua nova fábrica,

e desde então vem

acumulando prêmios nacionais

e internacionais.

A versão premiada é Batista

Prata, bebida super-refinada,

armazenada em tanques de

aço inox, que possui aroma

intenso com notas frutadas

e também de chocolate

branco, com álcool e acidez

equilibrados. Harmoniza

muito bem com queijos minas

e canastra, petiscos de

frutos do mar, sendo excelente

também para o preparo

de drinques, especialmente

aqueles com limão.

Para Bruno Zille, porta-voz

da empresa o sucesso atual

do produto ser dá pelo

fato de que público hoje

está ávido por produtos de

melhor nível, de qualidade

superior.

Informações e onde comprar:

http://cachacabatista.

com.br/home/

https://www.facebook.com/

CachacaBatista/

Bel Vedere

Pestana - RS

2 Medalhas de Ouro na Expocachaça

2017

Um dos rótulos do Alambique

Bel Vedere premiados

na Expocachaça

2017 é a Pergaminho,

uma cachaça extra premium

artesanal, com 12

anos de fabricação, sendo

9 armazenados em

barril de carvalho americano.

Apresenta teor

alcoólico de 38% e harmoniza

com carnes vermelhas,

caças de pena e

de pelo, assados, caldeiradas,

cozidos, feijoada e

chocolate meio amargo.

A outra versão premiada

é a Extra Premium da empresa.

Ambos os produtos

provêm de cana madura,

cortada no ponto maximo

de doçura e maturação, o

que deixa a cachaça suave

e fazendo com que se

sobressaia em relação ao

paladar. O alambique Bel

Vedere nasceu com o intuito

de focar no mercado

internacional.

Informações e pedidos:

https://www.facebook.com/

AlambiqueBelVedere/

www.cachacarianacional.

com.br - www.cachacariaoriginal.com.br

www.savanacachacas.

com.br

www.lojasabordafonte.

com.br

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Cachaça Bem me Quer

Pitangui - MG

Medalha Grand Gold (Ouro

Duplo) no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil 2017

A história da Bem Me Quer

remonta à Fazenda Santo

Antônio das Pitangueiras,

cuja sede, um casarão

construído em 1715, foi totalmente

restaurada pelo casal

José Otávio de Carvalho

Lopes e Rosana Romano.

Havia na fazenda um espaço

de lazer e um pequeno e antigo

Alambique. Quando acontecia

alguma comemoração

que reunia a família, eram

fabricados cerca de 6 litros

de cachaça. Essa cachaça,

nomeada cachaça Romana,

virou uma tradição das reuniões

até que o pequeno e antigo

Alambique não dava mais

conta de fabricar o necessário.

Foi, então construído o

Alambique Santíssima, que

passou a produzir duas marcas

diferenciadas: a Cachaça

Santa Romana e a Cachaça

Bem Me Quer. A qualidade foi

tão alta que ambas as marcas

já saíram com o “selo”:

padrão exportação.

Hoje, já um sucesso de público

e vendas no mundo

todo, as cachaças Bem Me

Quer brilham, também, em

nosso exigente e disputado

mercado nacional.

Informações detalhadas:

www.cachacabemmequer.

com.br

Cachaça Bento Albino

Maquiné - RS

1 Medalha Duplo Ouro no

Mundial de Bruxelas Edição

Brasil 2017 e 3 Medalhas

de Prata na Expocachaça

2017

Uma lista especial de produtos

premiados:

- Bento Albino em Amburana:

essa medalhista de

prata é envelhecida por

três anos em barris de amburana,

madeira brasileira

que traz excepcionais características

aromáticas e

de sabor refinado à bebida.

- Bento Albino Extra Premium

Carvalho: especialíssima,

essa versão passa por

6 anos de envelhecimento

em barril de carvalho.

- Bento Albino Licor de Banana:

também medalhista

de prata na Degustação às

Cegas da Expocachaça, e

produzido a partir da cachaça

prata bidestilada.

- Bento Albino Prata Pura:

descansada em pipas de inox

por mais de três anos, traz

uma hamonização perfeita de

seus ingredientes. Também

recebeu a Medalha de Prata

na Expocachaça 2017.

A Bento Albino é produzida

na cidade de Maquiné no

RS, que desde o inicio do

século passado ficou famosa

por sua cachaça.

Informações: www.bentoalbino.com.br

Brasilberg Casa Underberg

Rio de Janeiro - RJ

Medalha de Prata no Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil 2017

O bitter Underberg Brasilberg,

produzido com ervas

amazônicas e consagradas

no mundo tem uma

história de pioneirismo.

Dr. Paul Underberg, neto

do fundador da empresa

Underberg, era um homem

cosmopolita apaixonado

por descobrir e conhecer

novas culturas.

O que mais o fascinava

era o poder de cura das

ervas e plantas da região

amazônica. Em 1933, ele

se estabeleceu no Rio

de Janeiro e começou a

produzir o Underberg do

Brasil. Era uma bebida

brasileira sem igual que

se tornou rapidamente

um grande sucesso e o

aperitivo favorito da sociedade

carioca.

Conhecida hoje como “Brasilberg”,

a bebida entrou

em cena na gastronomia

da Alemanha.

De cor marrom escuro e

aroma predominantemente

herbáceo, é adocicado,

aromático, com notas ligeiramente

frutadas. Moderadamente

amargo, aromático,

apresenta fim de boca

ligeiramente adocicado.

Informações: http://www.

brasilberg.com

Brunholi

Jundiaí - SP

Medalha de Prata na Expocachaça

2017 - Categoria

Descansada em Madeira

(Sem Interferência na Cor)

Tanto produtora de bebidas e

quanto um atrativo complexo

turístico, o Villa Brunholi está

localizado no bairro de Caxambu,

em Jundiaí (cerca de

30 m de São Paulo).

Licores, cachaça, caipirinha

pronta, vinhos, suco

de uva, vinagres, e também

massas frescos e

molhos, tudo de produção

própria, com a receita da

família há anos, são outros

destaques para os visitantes.

E não faltam ainda cervejas

gourmet regionais,

compotas, doces e azeites,

entre outros produtos.

Um dos destaques é a Caipirinha

Pronta Brunholi,

elaborada com a combinação

perfeita de cachaça,

limão, açúcar e gelo.

Além da cachaça premiada,

tem destaque a linha de espumantes,

como o Amábile,

vinho frisante produzido unicamente

com uvas da variedade

Moscato. De excelente

equilíbrio, açúcar e acidez, é

leve e jovial. Tem um final

de boca refrescante e macio,

com retrogosto típico da

variedade. Harmonização é

indicada com sobremesas.

Informações: www.brunholi.com.br

Cachaça Buchmann

Ivoti - RS

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

São muitos cuidados na

produção da Cachaça

Buchmann, apresentada

em versões 12 anos e ainda

em 2017 a versão 15

anos, principalmente no

que se refere à questão

ambiental. A Buchmann

adota o sistema orgânico,

a colheita e a seleção são

feitos manualmente, sem

queimadas e a cana de

açúcar vai para o engenho

no mesmo dia do corte. E

em seguida, uma vez retirada

a seiva da cana, todo

o bagaço é levada ao forno

que alimenta o alambique.

Não há qualquer uso

de agrotóxico, reiterando o

processo totalmente sustentável

da bebida.

Com teor alcoólico de

39,5% e classificada como

extra premium, o produto é

envelhecido em carvalho

francês. A “safra” provém

de uma seleção especial

feita em 2002, reservada

e guardada em seus barris

dentro de uma adega

construída especialmente

para ela, seguindo os

mais rigorosos processos

de envelhecimento como o

controle de umidade e temperaturas.

Informações:

ww.casabuchmann.com.br

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Cachaças Bylaardt

Luiz Alves - SC

1 Medalha de Ouro Duplo e

2 de Prata na

Expocachaça 2017

Em 1943 a Família Van

Den Bylaardt, começa a

produzir a sua primeira cachaça

envelhecida em barril

de carvalho. Hoje, três

gerações depois, a empresa

tem um mix de produtos

composto por aguardentes,

licores e a tradicional

cachaça artesanal envelhecida

no carvalho.

Estreante na maior feira da

América Latina e em um

dos principais e mais tradicionais

concursos anuais

de destilados, a Bylaardt

faturou de cara três

medalhas, ressaltando e

qualidade da sua linha de

produtos.

As versões premiadas apresentam

38% de teor alcoólico.

Descendentes de holandeses,

os proprietários têm

um alambique aberto às visitações,

sejam visitas individuais

ou em grupo. No

armazém, por exemplo, há

um charmoso espaço de

degustação.

Baldes de carvalho e minibarris

também estão disponíveis

para venda na linha

de produtos.

Informações detalhadas:

http://cachacasbylaardt.

com.br/

Cachaça Cabaré

(Engenho Dom Tápparo)

Cachaças Dom Tapparo

Mirassol - SP

1 Medalha Grande Ouro, 1

Medalha de Ouro e 2 de Prata

no Mundial de Bruxelas

Brasil 2017, 1 Medalha de

Ouro na Expocachaça 2017

Fundado na década de

1970, o Engenho Dom

Tápparo se tornou sinônimo

de cachaças e bebidas

finas e premium, fornecidas

em garrafas charmosas.

Um dos maiores destaques

é o seu rótulo Cabaré, uma

cachaça extra premium envelhecida

por 15 anos em

barris de carvalho, bebida

que recebeu a Medalha no

Concurso de Degustação

às Cegas da Expocachaça.

Já as versões Dom Tápparo

são envelhecidas em barris de

carvalho europeu e americano

e outras madeiras como amburana,

jequitibá e amendoim. A

linha completa tem disponíveis

as versões branca, envelhecida,

premium, extrapremium 10

anos, extrapremium 12 anos e

extrapremium 15 anos. A linha

de licores da Dom Tápparo

também impressiona pelo toque

artesanal a todas as receitas.

São mais de 20 sabores,

que vão dos mais conhecidos

chocolate, curaçau e menta a

frutas tropicais como banana

e abacaxi; até as receitas tradicionais

mineiras de jabuticaba,

figo e jenipapo.

Informações: http://www.

domtapparo.com.br/

Cachaça Maria João

Santa Rosa - RS

PREMIAÇÃO: Medalha de

Ouro na Expocachaça

A versão premiada na

Expocachaça 2017 é a

envelhecida em madeira

brasileira, a Amburana.

Com tonalidade amarelo

dourado intenso, faz homenagem

e referência à típica

cor da pele brasileira. A bebida

é envelhecida por um

ano em barris de Amburana

para agregar aroma e

sabor de especiarias (canela,

cravo e pimenta), defumado,

entre outras. Refinado, é

um destilado especial para

consumo puro ou que pode

enriquecer a carta de drinques

do empreendimento.

Outro destaque da empresa

é a Maria João Coqueteleira,

especial para drinques, coquetéis

e batidas. Após um

ano de descanso em dornas

de inox, proporciona

um destilado suave e com

aroma frutado. A bebida é

ideal para a elaboração da

brasileiríssima Caipirinha.

Tanto no site quanto na página

do Facebook da empresa

há diversas informações

sobre distribuidores,

estabelecimentos com os

produtos na carta e um breve

histórico da Maria João.

Informações: http://cachacariamariajoao.com.br/

https://www.facebook.com/

cachacariamariajoao

Cachaça 7 Madeiras

Cachaça Leandro Batista

Cachaças Weber Haus

(Weber Haus) - Ivoti, RS

3 Medalhas de Grande

Ouro (equivalente Ouro

Duplo) no Concurso Mundial

de Bruxelas - Edição

Brasil, 1 Medalha de Ouro

e 2 de Prata no mesmo

concurso, 1 Medalha de

Prata na Expocachaça

Não foram poucas as premiações

recebidas pela

Weber Haus considerando

apenas esses dois concursos.

A tradicional marca de

cachaças, premiada nacional

e internacionalmente recebeu

medalhas para suas

versões premium, extra premium,

prata orgânica e envelhecidas

em barris de bálsamo

ou madeira brasileira,

além do licor de cachaça.

Um dos principais destaques

é a Cachaça 7 Madeiras,

um mix de Cachaças

com Volume alcoólico de

38%, com bebidas otidas

do envelhecimento em Bálsamo,

Carvalho Francês,

Carvalho Americano, Grápia,

Cabriuva, Amburana

e Canela Sassafrás. Leve,

macia, de aroma e sabor

bem adocicados, apresenta

pouca acidez, pouca ardência,

sendo bem aveludada.

Informações: http://www.

weberhaus.com.br/ e https://www.facebook.com/

pg/cachacariaweberhaus

Cachaça Vira Copos

Rio Manso - MG

Medalha de Ouro no Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

A Vira Copos é uma cachaça

de alambique, produzida

artesanalmente

disponível em versões

envelhecidas em barris de

carvalho e jequitibá.

A cana-de-açúcar utilizada

na produção é plantada

na Fazenda Vira Copos. A

análise do solo, a seleção

da variedade da cana e a

colheita obedecem a critérios

rigorosos na busca da

melhoria do produto. Seu

plantio é feito de maneira

correta e com controle de

rastreabilidade.

A cana colhida manualmente,

sem queimadas,

passa por rigorosa seleção

e limpeza. Já a moagem

acontece num intervalo

de no máximo 24 horas

após a colheita. O caldo é

coado e decantado para a

eliminação de sujidades e

bagacilhos.

A versão Ouro é armazenada

em barris de Carvalho

e tonéis de Jequitibá

por um período de 2 anos.

Já a Prata é armazenada

por um período de 1 ano

em tonéis de Jequitibá,

tendo como resultado uma

cor translúcida.

Informações: http://cachacaviracopos.com.br/plus/

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Cachaça Cafundó

da Serra

Lauro Muller - SC

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Cachaça 100% artesanal,

a Cafundó da Serra segue

a tradição e insere-se na

lista das melhores cachaças

catarinenses.

É produzida na propriedade

da Família Godinho, a

12 km da Serra do Rio do

Rastro. A Família Godinho

trabalha há quase trinta

anos com produção de cachaça.

O produto segue números

cuidados na produção,

começando pelo canavial

próprio, e passando por

todas as rigorosas etapas

do processo produtivo,

cuidados que se refletem

na imagem, no aroma e no

paladar.

A marca Cafundó da Serra

foi lançada em 2004 e

tem colecionado várias

medalhas. A sua versão

branca, pura, foi a Medalhista

de Prata no Concurso

de Degustação às

Cegas da Expocachaça

2017.

Informações detalhadas:

https://www.facebook.com/

cafundodaserra/

Cachaça Caialua

Formosa - GO

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Produzida nos campos

da Fazenda Ibiporança,

está disponível nas versões

Prata, medalhista

no Concurso de Degustação

às Cegas da Expocachaça

2017, descansada

em reservatórios de inox

e também na versão Formosa,

armazenada em

barris de carvalho francês

por três anos, uma

excepcional cachaça extra

premium.

Com 40% de graduação

alcoólica e neutra, a Caialua

Prata é excepcional pra

elaboração de drinques,

sendo fornecida em garrafas

de 750 ml.

Faz parte da Associação

Goiana dos Produtores

de Cachaça de Alambique

(AGOPCAL), que reúne

os mestres alambiqueiros

comprometidos com a

“Paixão de Alambique” e se

posiciona no mercado com

produtos de comprovada

qualidade fisicoquímica e

sensorial, elaborados com

o devido respeito aos consumidores.

Informações: http://www.

caialua.com/

Cachaça Cana Bacana

Garuva - SC

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Com graduação alcoólica

de 40%, a Cana Bacana

Prata é um produto

da Multidrink, empresa

que nasceu da tradição

de produzir bebidas nas

famílias Bonelli e Nandi,

imigrantes italianos

que chegaram ao Brasil

nos finais do século XIX

e produziam vinhos e vinagre.

Com a tradição

brasileira de produzir cachaça

logo adaptaram-se

ao processo. Posteriormente

foram incluídos os

conhaques, licores e coquetéis

em seu processo

de produção artesanal e

familiar. Em 1993 um de

seus descendentes constitui

a empresa MultiDrink

do Brasil Ltda e inicia a

produção em escala industrial.

A linha da empresa hoje

é bem diversificada, atendendo

às necessidades

de empreendimentos de

todos os portes. Estão disponíveis

gins, runs, uísque,

arac, vodca, cachaça, steinhaeger,

grappa, aguardentes,

conhaques, entre

outros produtos.

Informações: Mais detalhes

e pedidos em http://

multidrink.ind.br .

Cachaça Capim Cheiroso

Santa Bárbara, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata no Concurso

Mundial de Bruxelas - Edição

Brasil e 2 de Prata Na

Expocachaça

Conheça a linha premiada

da Capim Cheiroso:

- Cristal: descansada por

seis meses em inox e armazenada

por mais 12 meses

em tonéis de jequitibá.

Elegante para ser degustada

pura ou em caipirinhas

e batidas caprichadas.

- Topázio: descansada por

seis meses em inox e armazenada

por mais 12 meses

em tonéis de jequitibá

e carvallho. O armazenamento

em tonéis de carvalho

confere à Topázio corpo

e maciez, fazendo dela

uma excelente cachaça

para ser degustada pura.

- Topázio Edição Especial:

amadurecida durante

seis meses em recipientes

de aço inoxidável, armazenada

por 12 meses

em tonéis de jequitibá e

aprimorada por três anos

em tonéis de carvalho. É

uma cachaça sofisticada,

aveludada e de sabor requintado,

que revela toda

sua personalidade quando

degustada pura. Informações:

https://www.

facebook.com/pg/cachacacapimcheiroso

Cachaça Capotira

Vargem Grande - MA

Medalha de Prata da

Expocachaça

Fabricada artesanalmente

em alambique de cobre e

armazenada em barris de

carvalho e grápia, de sabor

e aroma especial, trazendo

à bebida um requinte

peculiar, a Capotira levou

Medalha de Prata na Expocachaça

2017.

A Capotira, nome de origem

indígena e que significa

“flor do mato”, é elaborada

na Fazenda Baixinha,

no coração dos Cocais no

Estado do Maranhão. O

canavial usado para a produção

está localizado em

terras baixas entre matas

de babaçuais, sendo cultivada

com as mais avançadas

técnicas e cuidados

ambientais e com responsabilidade

social.

É uma cachaça de sabor e

aroma especial e pode ser

apreciada pura, na forma

de shots, on the rocks, ou

ainda em coquetéis.

Informações: https://www.

facebook.com/cachacacapotira/

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Cachaça Caraçuipe

Campo Alegre - AL

Medalha de Ouro na

Expocachaça 2017 para

versão envelhecida em

Carvalho francês

Primeiro lugar de sua categoria

no Concurso de

Degustação às Cegas da

Expocachaça 2017, a Caraçuípe

Ouro é um produto

premium, que nasce

do envelhecimento nos

barris de carvalho europeu.

Sua produção acontece

em ambiente controlado,

monitorado pelo

Ministério da Agricultura.

Esta cachaça harmoniza

e equilibra diferentes

componentes, adquirindo

a tonalidade amarelada,

apurando o seu aroma e

propriedades.

Na linha da empresa

está também a Caraçuipe

Prata, um produto

diferenciado, que resulta

da maturação em tonéis

de madeira neutra, que

garantem transparência

e sabor único. Uma cachaça

branca que traz

toda a tradição e história

do engenho.

O nome Caraçuípe faz é

uma homenagem ao antigo

engenho adquirido pela

familia em 1933, cuja produção

foi retomada nas últimas

décadas. http://www.

engenhocaracuipe.com.br

Cachaça Carvalheira

Recife - PE

Medalha de Ouro no

Mundial de Bruxelas

Edição Brasil 2017

A origem da Cachaça Carvalheira

remonta a` Quinta

da Carvalheira, em Portugal,

uma pequena propriedade

repleta de carvalho,

árvore que emprestou seu

nome ao local e à família

que se tornou reconhecida

por fornecer matéria-prima

de excelente qualidade para

produção de barris para envelhecimento

de bebidas.

Com graduação alcoólica de

38%, a versão Tradicional

Extra Premium é envelhecida

por 5 anos em barris de

carvalho, excelente para ser

consumida pura ou nos mais

variados drinques. Destaque

também para a versão

Alambique, armazenada

em barris de freijó; Reserva

Especial Porto Recife, envelhecida

cinco anos em barris

de carvalho, composta com

infusão de passas de frutas

regionais; Reserrva Especial

Canela, elhecida cinco

anos em barris de carvalho,

composta com extrato natural

de canela; e Reserva

Especial Raízes, envelhecida

cinco anos em barris de

carvalho, composta com infusão

de raízes aromáticas.

Informações: http://www.

carvalheira.com.br

Cachaça Casa Bucco

Bento Gonçalves - RS

Medalha de Ouro para a

versão em Amburana e

Prata para a versão carvalho

no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

As cachaças da Casa Bucco

são elaboradas a partir

de cana produzida na propriedade

da empresa, certificada

100% como orgânica.

Além disso, a Bucco realiza

um trabalho integrado com

a comunidade local de forma

sustentável, apoiando o

turismo em suas atividades.

O micro-clima do Vale do

Rio das Antas (terroir) se

caracteriza pelo cultivo em

área de montanha, com característica

de solo pedregoso

de origem basáltica

vulcânica, de boa fertilidade,

com clima quente no

verão e boa intensidade de

chuvas, excelente para o

cultivo da cana.

O cultivo da cana, na Casa

Bucco é de forma orgânica,

sem a adição de fertilizantes

químicos, pesticidas

ou herbicidas. O

manejo do canavial é feito

com capina manual. A colheita

se dá manualmente,

sem queima das folhas,

seguindo para a moagem

que sempre é feita no

mesmo dia do corte.

Informações: http://www.

casabucco.com.br/

Cachaça Cipó da Serra

Taverna de Minas Armazenada

Carvalho 12 meses

Taverna de Minas Carvalho

Frances e Americano

Taverna de Minas Jequitibá

Lagoa Santa - MG

1 Medalha de Grande Ouro

(Ouro Duplo) e 2 Medalhas

de Ouro no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil e 1 Medalha de Prata

na Expocachaça 2017

A Cipó da Serra, medalista

de Ouro, é elaborada

nos mais altos padrões

de qualidade, uma cachaça

artesanal de primeira

qualidade. De cor dourada,

aromas característicos

de baunilha e coco, sabor

doce e bouquet complexo

aromático, com sabores

intensos de amêndoas,

tostadas da madeira e taninos.

Passa por uma ano

armazenada armazenada

em Carvalho, Amburana e

Bálsamo.

É produzida no Alambique

Escola Taverna de Minas,

multipremiado, que também

tem destaque as versões:

- Taverna de Minas Armazenada

Carvalho 12 meses

(medalhista Grande Ouro),

- Taverna de Minas Carvalho

Frances e Americano

(medalhista de Ouro),

- Taverna de Minas Jequitibá

(medalhista de Prata).

Informações: http://www.tavernademinas.com.br/

Cachaça Claudionor

Januária - MG

Medalha de Prata da Expocachaça

2017

Produzida na cidade mineira

de Januária, onde é envelhecida

em tonéis de Umburana,

provém de uma tradição

da região na produção

deste destilado de patente

nacional. É um blend de

produtores da região.

Com teor alcoólico de 48%,

remete à cachaça brasileira

à moda antiga, forte,

com muito gosto de cana.

Transparente, apesar do

envelhecimento por um

ano, apresenta aroma e

corpo bem equilibrados.

Essa foi uma das cachaças

que levou a região a ser conhecida

no início por “terra

da cachaça”, posto perdido

posteriormente para Salinas.

Vendida inicialmente em garrafões,

passou a ser rotulada

e engarrafada em 1925, com

o nome de Januária, depis

como Claudionor fazendo

referência ao produto mais

reconhecido da localidade.

Onde encontrar:

www.facebook.com/CachacaClaudionor

www.cachacaexpress.com.br

www.cachacarianacional.

com.br

www.amburana.com

www.espiritodacachaca.

com.br

www.imigrantesbebidas.com.br

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Cachaça Coisa Nossa

Santa Teresa - ES

Medalha Ouro para a versão

Amburana e Medalha

de Prata para a Bálsamo

no Concurso Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

Um alambique de família italiana,

com mais de 60 anos

de existência, e que fica no

Distrito de Várzea Alegre, no

Município de Santa Teresa,

ES, é o responsável por essa

cachaça especial. Unindo a

tradição das melhores bebidas

de alambiques à métodos

modernos de produção,

desde 2004 o alambique utiliza

um método diferenciado

de produção, com pesquisas

laboratoriais e bioquímicos

para selecionar leveduras da

própria cana, optando pelas

mais produtivas e resistentes.

Além disso, utiliza barris

de madeiras nativas ao invés

de importados, resultando

em baixa acidez da cachaça,

que por sua vez agrada a todos

os gostos.

As versões envelhecidas

acompanham entradas

como um vinagrete de frutos

do mar, saladas e sopas,

enquanto a Cachaça

Coisa Nossa Branca harmoniza

com petiscos tais

como torresmo frito, ostras

ao limão e caldinhos.

Informações detalhadas:

http://cachacacoisanossa.

com.br/

Cachaça Coluninha

Coluna - MG

Medalha de Ouro no Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil 2017 para a versão

em Carvalho e Amburana

A Coluninha é fabricada

artesanalmente, desde a

plantação da cana até o

engarrafamento. É totalmente

isenta de aditivos

químicos e por isso recebeu

o Selo de Certificação

Orgânica - IMA.

Depois da alambicagem

é armazenada em dornas

de carvalho, amburana,

jequitibá e jatobá. É envelhecida

no mínimo por

dois anos.

Após o envelhecimento a

Coluninha é engarrafada

em diversos modelos de

garrafas tais como garrafas

de vidro, cerâmica e garrafas

revestidas em couro.

Pode ser encontrada nos

tradicionais supermercados,

bares, restaurantes e

delicatessen.

A Cachaça Coluninha é fabricada

desde 1988 e destaca-se

no mercado pela

qualidade do sabor, aroma

e suavidade

Informações: http://www.

coluninha.com.br

Cachaça Coqueiro

Paraty - RJ

3 Medalhas de Prata na

Expocachaça 2017

Considerada a legítima cachaça

de Paraty, célebre

centro produtor de cachaça

do mundo, a Coqueiro provém

da Fazenda Cabral, no

Engenho D’Água, a 7 quilômetros

do Bairro Histórico.

Sua produção remonta à

década de 1940 e mantém

um excelente padrão de

qualidade graças às suas

virtudes químicas e sensoriais

de destilado de grande

pureza, fascinante aroma e

insuperável sabor.

É produzida por Eduardo

Mello, herdeiro de uma sabedoria

nascida no século

XVIII, quando seus ancestrais

já destilavam a alma da

cana de açúcar. Alambiqueiro

de talento, apaixonado

pelo ofício de inventar cachaça,

que aprendeu com o seu

pai, o mestre Antônio Mello,

e com o seu avô, o legendário

José Mello, criador de pingas

eternas, Eduardo Mello

é estudioso, dedicado, se

empenhando, a cada dia, no

aprimoramento da Coqueiro.

A Coqueiro é resultado

do “coração” do destilo, o

meio da destilação, desprezados

a “cabeça” (início)

e o “rabo” (final, cauda,

água fraca) da destilação.

Informações: http://www.

cachacacoqueiro.com.br/

Da Chica Maçã e Canela

(bebida mista)

Porto Alegre - RS

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

As cachaças e bebidas

mistas Da Chica provém

de cachaças selecionadas

da premiada cachaçaria

Weber Haus, que elabora,

desde 1948, cachaças de

qualidade a partir de canaviais

orgânicos e de um

rigoroso processo de produção

que garante o equilíbrio

entre a tradição e a

tecnologia.

Premiada internacionalmente,

a cachaça orgânica

Weber Haus é a base

da qualidade Da Chica,

cujos ingredientes — ervas,

frutas e raízes —

são cuidadosamente selecionados

e reservados

em tanques de inox em

infusão com cachaça por

um tempo adequado.

Também estão disponíveis

versões com adição de

abacaxi, butiá, café, gengibre,

damasco, hortelã, pimenta

e mel, entre outras,

todas que podem ressaltar,

enriquecer e ampliar a elaboração

e o consumo de

drinques nos empreendimentos.

INFORMAÇÕES: https://

www.chicachaca.com

Cachaça Doministro

Alexânia - GO

Medalha de Prata da Expocachaça

2017

Por que essa cachaça leva

esse nome? Carlos Átila,

proprietário do Alambique,

foi ministro do Tribunal de

Contas da União durante

mais de uma década,

quando também já era

produtor rural no Estado

de Goiás e produzia, em

pequena escala, a cachaça

destinada a consumo

próprio e a presentear

os amigos – muitos dos

quais a elogiavam e com

freqüência perguntavam

quando receberiam mais

uma garrafa da “cachaça

do ministro”.

Ao aposentar-se do TCU,

confiante na boa qualidade

do produto, Carlos Átila

decidiu consolidar e formalizar

sua produção e comercialização.

E o nome,

criado pelos amigos, virou

marca – Cachaça Doministro.

A versão Prata (branca

pura) medalhista no Concurso

2017 da Expochaça

passa por armazenamento

em tonéis de jequitibá rosa.

Já a Tradicional repousa

em dornas de aço antes do

engarrafamento.

Onde encontrar: http://

www.cachacadoministro.

com.br

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Cachaça Dose Clássica

Aracruz - ES

Medalha Ouro para a

versão Cristal no Concurso

Mundial de Bruxelas

Edição Brasil

A cachaça Dose Clássica

tem uma fórmula exclusiva,

baseada na seleção

de leveduras especiais.

Essas leveduras adicionadas

ao mosto da cana,

além acelerar a fermentação,

reduz e equilibra a

acidez além de produzir

um sabor e aroma únicos,

caracterísito das grandes

cachaças puramente brasileiras.

O mosto fermentado será

destilado em alambiques

de cobre para dar maior

limpidez, transparência

e brilho à cachaça, que

passa por uma etapa de

filtração, para, somente

depois, ser armazenada

em barris de castanha-

-do-pará ou de aço inox

por um período. Assim, a

cachaça Dose Clássica

fica com sabor equilibrado

e macio.

O rótulo premiado foi a versão

Cristal, límpida, equilibrada,

versátil, fácil de

misturar e excelente para

a preparação de drinques

variados.

Informações detalhadas:

http://www.doseclassica.

com.br/

Cachaça Engenho D’Ouro

Paraty - RJ

Medalha de Prata no Mundial

de Bruxelas e 1 Medalha

de Prata e 1 de Bronze

na Expocachaça 2017

A Cachaça Engenho

D’Ouro nasceu a partir

de um sonho acalentado

por 20 anos por Francisco

Carneiro, que começou

a produzir cachaça,

por lazer, como um hobby,

a partir de 1999,

marcado e inspirado

pela tradição de mais de

300 anos de história da

cachaça de Paraty. A bebida

obtida despertou a

atenção da família, dos

amigos e apreciadores

por suas características

sensoriais e de agradável

sabor, que com o

tempo foi se aprimorando

e conquistando prêmios

nacionais e internacionais

de qualidade,

atraindo cada vez mais

apreciadores.

Na linha estão:

• Cachaça Prata

• Cachaça Carvalho

Premium

• Cachaça Jequitibá

• Azuladinha

• Caramelada

• Gabriela

• Arac

Informações: http://www.

engenhodouro.com.br/

Cachaça Escorrega

Campo Alegre - AL

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Produzida na Fazenda Escorrega,

Engenho Caraçuipe,

a Cachaça Escorrega

possui três modalidades:a

Tradicional, a Gold, e a versão

recém-premiada Mel e

Limão, uma bebida mista

feita através do equilíbrio entre

o doce e o cítrico com um

teor alcoólico mais reduzido

que a cachaça convencional.

Com 19% de graduação

alcoólica, a Escorrega Mel

e Limão se torna uma bebida

suave que pode ser

degustada em temperatura

ambiente, mas ficará ainda

mais especial se estiver

gelada. Pode ser apreciada

como a bebida da noite,

como um digestivo, ou

como base para coquetéis.

A Cachaça Escorrega, concebida

através dos processos

mais criteriosos de produção,

possui o tradicional da cachaça

tipicamente brasileira.

Em sua versão Gold, a cachaça

Escorrega é armazenada

em barris da exótica

madeira de jequitibá vermelha

durante um ano e meio,

adquirindo um sabor único.

Informações: https://www.

facebook.com/escorregamelelimao/

http://www.engenhocaracuipe.com.br/

Cachaça Fogo da Cana

Braço do Trombudo - SC

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

É produzida pela Destilaria

Rex, cujas instalações são

equipadas com o que há de

mais moderno para garantir

o processo artesanal. O

controlado corte da cana,

as dornas de fermentação

em inox, os alambiques de

cobre e os barris de carvalho

americano novos, proporcionam

produto final de

grande diferencial.

Ideal para drinques e batidas

graças a sua leveza,

a versão premiada (branca

pura) foi criada para satisfazer

as pessoas “que procuram

o espírito alegre e

o swing brasileiro em uma

bebida quente e saborosa”,

como explicam os produtores

da bebida.

Também estão disponíveis

as versões extra premium,

premium e ouro, sendo

as versões envelhecidas

acondicionadas em barris

novos de carvalho americano

e fornecidas em garrafas

com design especial.

http://www.fogodacana.

com.br

Cachaça Germana

Nova União - MG

2 Medalhas de Prata da

Expocachaça 2017

A Germana, uma das marcas

mais premiadas do

País, tem uma linha bem

diversificada.

Um dos rótulos premiados

foi a versão Heritage,

com graduação alcoólica

de 40% Vol e envelhecida

por 10 anos. O nome

Heritage significa legado,

tradição e orgulho da família.

É envelhecida em

barris de carvalho Francês

e em barris de bálsamo

brasileiro. O resultado

é uma cor âmbar escuro,

uma sinfonia de Cachaça

e madeira com notas muito

especiais de frutas.

A outra versão premiada

é a Soul, descansada por

seis meses em tanques

especiais de aço inox

sem a influência de madeira.

Cristalina e absolutamente

pura, é um produto

nobre que encanta

o nariz e boca com sua

nota de cana-de-açúcar.

Para ser degustado puro

como um shot, também

ideal para Caipirinhas e

coquetéis. Para beber

pura, deve ser conservada

dentro do freezer.

Onde encontrar: http://cachacagermana.com/

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Cachaça Gogó da Ema

São Sebastião - AL

Medalha Ouro para Gogó

da Ema Tradicional no

Concurso de Bruxelas e

Medalha de Prata para a

na Expocachaça

Com um nome que homenageia

uma palmeira típica de

Alagoas, o Alambique Gogó

da Ema vem de uma tradição

familiar de mais de 50 anos

no cultivo da cana-de-açúcar.

O processo de fabricação

obedece aos melhores

padrões de qualidade, sendo

destilada artesanalmente em

alambique de cobre

A Cachaça Gogó da Ema

Tradicional apresenta aroma

fino e intenso com notas de

canela, sabor encorpado,

acidez equilibrada e persistente,

o produto acompanha

muito bem petiscos, caldinhos

e frutos do mar.

Já a Sublime é a mais top

linha da Gogó da Ema.

Resultado obtido após um

longo período de dez anos

de envelhecimento em tonéis

de madeiras nobres

(jequitibá rosa e bálsamo).

Uma cachaça macia, de

corpo médio, com aromas

cítricos e florais.

De cor ouro, apresenta

40% de teor alcólico.

Informações detalhadas:

http://www.cachacagogodaema.com.br

Guaaja Tiquira

Santo Amaro do

Amanhão - MA

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Destilado ancestral 100%

brasileiro extraído da raiz

da mandioca, ainda hoje

processado por artesãos

e microprodutores de forma

rudimentar, a tiquira

é ainda desconhecida em

quase todo o Brasil e também

no exterior. É outra

bebida de patente nacional,

com enormes perspectivas

de crescimento

no mercado externo.

Com teor alcoólico de

40ºC, a Guaaja Tiquira está

disponível nas versões:

• Guaaja Prata: de teor alcoólico

de 40º C, é produzida

em moderno processo

de destilagem, trifiltrada;

• Guaaja Armazenada,

uma tiquira de 12 meses

de guarda armazenada em

barris de umburana, produzida

em edições anuais

limitadas;

• Guaaja bitter: embalagem

de 50 ml; angostura

apropriada para composição

de drinques e uso

culinário.

Informações: www.guaajatiquira.com

Cachaça Guaraciaba

Campo Alegre - AL

Medalha de Prata no Concurso

de Bruxelas e 2 Medalhas

de Prata na Expocachaça

Na produção da Guaraciana,

a cana é cortada

em seu estágio mais doce

sem queima, passa pela

moenda para retirada do

caldo, em seguida esse caldo

sofre uma fermentação

que dura de 24 a 36 horas

e após esse período o caldo

fermentado é destilado

em alambiques de cobre

resultando no produto final

que é a “cachaça”, a qual

é armazenada em dornas

de madeira por um período

que varia de 6 meses a 1

ano para que possa ser engarrafada

e comercializada.

A empresa têm investido

em cursos e melhoria de

estrutura produtiva a fim de

produzir uma cachaça de

qualidade gerando emprego

e renda para a região.

Entre as versões premiadas,

destaque para a

Premium, uma mistura de

safras armazenadas com

média de 8 anos de envelhecimento

em tonéis de

Umburana com 38% de

teor alcoólico. É um blend

de sabor e aroma únicos,

amadeirada e sofisticada.

http://cachacaguaraciaba.

com.br/home

Cachaça Harmonie

Schnaps

Harmonia - RS

PREMIAÇÃO: 2 Medalha

Ouro no Mundial de Bruxelas

e 1 Medalha de Prata

na Expocachaça 2017

A linha da Hamonie Schnaps

tem produtos para

atender aos paladares

mais exigentes.

Entre os produtos premiados

nos últimos anos está

a Ouro, acondicionada

no mínimo por dois anos

em madeiras nobres que

envolve carvalho, grápia,

louro e cabriúva, resultando

em um blend harmônico

que confere refinada qualidade,

com aromas leves. O

teor alcoólico é de 38%.

Já a versão Prata é uma cachaça

suave, conseqüência

dos rigorosos padrões de

qualidade dentro dos quais é

roduzida. É ideal para ser apreciada

em caipirinhas, batidas

(coquetel) ou em degustação

pura e gelada. Foi medalhista

de Ouro no Concurso de Bruxelas

Edição Brasil.

O destaque da empresa é

a versão envelhecida na

madeira brasileira amburana,

que levou medalhas

tanto na Expocachaça

(Prata) quanto no Mundial

de Bruxelas (Ouro)

http://www.harmonieschnaps.com.br

Cachaça Heats Brasil

Paraíso - SC

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Grande Ouro para a

versão Jequitibá, 1 Medalha

de Ouro para a

versão Amendoim e uma

de Prata para a Clássica

no Mundial de Bruxelas

Edição Brasil, 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

para a versão pura

A Heats Brasil é uma

marca da HB Agroindústria.

É uma cachaça produzida

para consumidores

exigentes, artesanal,

feita em alambiques de

cobre e sofisticada. Apresenta

notas amadeiradas

na versão Ouro, envelhecida

em tonéis de Carvalho,

ou notas marcantes

na na versão Tradicional,

uma cachaça translúcida,

envelhecida em tonéis de

Jequitibá.

Aos profissionais de bar,

no site da empresa há excelentes

receitras de drinques

para incrementar a

carta do empreendimento.

Onde encontrar: http://heatsbrazil.com/site/

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Cachaça Ibituruna

Governador Valadares - MG

Medalha Prata no Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

Com premiações internacionais

importantes no

currículo, como a Medalha

de Bronze nos EUA

durante o San Fracisco

World Spirits Competition

2015, a Ibituruna nasceu

do sinho de Norberto Luiz

de Almeida.

Vindo de Cataguases na

Zona da Mata de Minas

Gerais, Norberto comprou

a extensão de terra hoje

conhecida como Fazenda

Itatinga, onde começou

com a cultura de fumo,

café e cana. Em 1946, Nilo

Luiz de Almeida, seu filho,

fundou o alambique da Fazenda

Itatinga e começou

a produzir cachaça que era

comercializada com o rótulo

Tinga.

Em 1981, Expedito Almeida,

neto do empreendedor,

assumiu o Alambique

e desde então mantém a

tradição de produção de

cachaça de alta qualidade.

A versão premiada foi a

armazenada em carvalho,

suave, ótima para ser degustada

pura.

Informações detalhadas:

http://www.cachacaibituruna.com.br/

Cachala do Imperador

Santo Amaro - SC

1 Medalha de Ouro na Expocachaça

2017

Produzida nas montanhas

de Caldas da Imperatriz,

a Cachaça do Imperador

respeita as tradições seculares

das cachaças de qualidade.

Tem o nome, como

homenagem a Dom Pedro

II, que visitou Caldas da

Imperatriz em 1845.

A Cachaça do Imperador é

um destilado do mosto do

caldo de cana, fermentado

naturalmente e armazenado

em barris de madeira

nobre. A cana utilizada na

fabricação é de variedade

selecionada, cultivada organicamente

nas montanhas

graníticas próximo à

Serra do Tabuleiro.

Depois de destilada, a

Cachaça do Imperador

segue para o processo de

envelhecimento, onde vai

ganhar sua textura e sabor

especial, pois é armazenada

e descançada em barris

de carvalho europeu,

considerados os melhores

do mundo, e dessa forma

ganha um visual dourado e

um sabor inigualável.

Tem sabor sofisticado, feito

especialmente para os requintados

apreciadores da arte.

Informações: www.cachacadoimperador.com.br/

Cachaça Itupeva

Itupeva - SP

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Grande Ouro no Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil para a versão Umburana

A produção de cachaça no

Sítio Serra do Japi, próximo

da capital paulista, começou

em 1890 com o Senhor

Luiz Petena, antigo proprietário

do sítio. Em 1925

a propriedade foi vendida

para o imigrante italiano

Cyrineo Tonoli, o qual desativou

o alambique e dedicou-se

ao cultivo de café.

Após a crise do café em 1930,

os filhos do senhor Cyrineo

começaram a buscar outras

atividades para o sustento da

família. Então, em 1948, os

irmãos Danilo, Ciro, Antenor,

Teodomiro e Lélio Tonoli, reativaram

o alambique do sítio

e deram início a produção de

Aguardente de Cana JAPI.

No dia 17 de julho de 1966 foi

oficialmente aberta a Indústria

e Comércio de Bebidas

Tonoli, a primeira indústria da

cidade de Itupeva.

Hoje o senhor Danilo, seu

filho Cyrineo e seu neto

Fernando trabalham juntos,

aliando tradição e inovação

para a produção de cachaças

de altíssima qualidade.

www.sitioserradojapi.com.

br/alambique

Cachaça Jeceaba

Jeceaba - MG

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

A idealização do engenho

da Jeceaba é fruto de uma

antiga paixão de Roger

Sejas pela bebida (a Cachaça)

que encontrou na

família Dutra apoio necessário

para levar adiante um

sonho e, na Fazenda Bela

Vista, erguer o Alambique,

sem pretensão de ser o

maior, porém, com a preocupação

de estar entre

os melhores produtores do

Brasil e do mundo.

Para atingir esta excelência,

a produção é supervisionada

única e exclusivamente pela

família, trabalho este sintetizado

na pessoa do simpático

Dedé (André Magno), que

checa desde a plantação

própria da cana, o seu trato

e cuidadoso manejo, até o

controle criterioso dos métodos

de fabricação artesanal,

passando pelo zeloso e paciente

desenvolvimento natural

de um fermento da própria

Fazenda Bela Vista com

um aroma encantador, finalizando

com a seleção daquilo

que é conhecido como o “coração

do destilado”.

INFORMAÇÕES: http://

www.cachacajeceaba.

com.br/

Cachaça Lambe Lambe

São Paulo - SP

1 Medalha Ouro para a versão

Moreninha no Mundial

de Bruxelas

Uma cachaça que de tão

única tem o seu próprio bar

ou um bar que de tão convidativo

tem a sua própria

cachaça?

Premiada com a recente

Medalha de Ouro no Concurso

Mundial de Bruxelas

Edição Brasil, a Cachaça

Lambe-Lambe Moreninha

é um blend especial de

Amburana e Carvalho,

escolhido especialmente

para consagrar a alma do

Lambe Lambe, um restaurante

aconchegante que

se tornou referência na

capital e que tem em destaque

o destilado brasileiro

na carta.

São três cachaças na linha

personalizadíssima

e produzidas em parceria

com a Cachaça Wiba:

Branquinha, Moreninha

e 42 graus.

Cada uma delas na sua

característica distinta, as

três seguem um método de

produção e filtragem especial

para garantir personalidade

excepcional.

Onde encontrar: https://

www.facebook.com/lambelambegastronomia/

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Licor de Cachaça, Creme

e Amora MA& MA

Mirasssol - SP

Medalha Ouro no Mundial

de Buxelas Edição Brasil

Parceria de sucesso entre

o Engenho Dom Tápparo

e as cantoras sertanejas

Maiara & Maraisa, o Licor

Creme de Amora MA & MA

faz parte da linha de produtos

assinada da empresa,

na qual está o bitter Ratinho

e a cachaça Cabaré,

dos cantores Leonardo e

Eduardo Costa.

O engenho tem hoje com

mais de 40 variedades de

produtos entre cachaças,

licores, coquetéis, caipirinha

e bitter.

A produção da cachaça

Dom Tápparo é inteiramente

realizada na

propriedade da família,

desde o plantio da cana,

moagem, destilação e envelhecimento.

O envelhecimento,

parte essencial

para o sabor da bebida, é

feito em barris de Carvalho

Europeu e Americano

e outras madeiras como

Amburana e Amendoim.

Informações detalhadas:

http://domtapparo.com.br/

Cachaça Lucas Batista

Itabrito - MG

PREMIAÇÃO:

1 Medalha de Ouro na

Expocachaça 2017

Cachaça produzida artesanalmente,

em alambique

de cobre tipo Capêlo,

do século 19, a Lucas Batista

funciona em moenda

ainda funciona à base

de roda d’água. Com

fermento natural, é produzida

estandardizada,

de baixa acidez e sabor

agradável.

Por sua alta qualidade

possui a certificação

Ampaq. Pura, armazenada

por um ano em toneis

de inox, o que lhe

garante apenas o sabor

da cana de açúcar, tornando-a

excelente para

elaboração de caipirinhas

e coquetéis.

A empresa oferece ainda

a opção de cachaças

personalizadas, tanto

para eventos quanto

para linha assinada de

bares, hotéis e restaurantes.

Informações: http://www.

cachacaacuruy.com.br/

Cachaça Matuta

Areia, PB

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

2017

Instalado em um município

que “respira tradição”

e que faz parte do “Caminho

dos Engenhos” do

Estado, a Cachaça Matuta

é fabricada sob um rígido

controle de qualidade

no Engenho Vaca Brava.

É destilada em alambiques

do tipo “chaleira de

cobre’, “como antigamente”,

num processo lento

e caprichoso, resultando

assim num produto de

sabor suave e um buquê

incomparável.

Conhecida como “Caminho

dos Engenhos”, esta rota

cruza antigos casarões

e engenhos de cana-de-

-açúcar da região do Brejo

Paraibano, microrregião do

agreste da Paraíba formada

por cidades minúsculas

como Areia, Bananeiras,

Pilões, Serraria e Alagoa

Grande.

O engenho da Matuta está

aberto a visitação todos os

dias em horário comercial.

Lá também se pode acompanhar

todo o processo de

fabricação.

Informações: https://www.

facebook.com/cmatuta/

Cachaça Melicana

Despacho - MG

1 Medalha de Ouro e uma

Medalha Prata na Expocachaça

2017

Com sede em Bom Despacho,

no centro-oeste mineiro,

em uma região onde as

pessoas apreciam uma boa

prosa e uma boa cachaça,

a Melicana nasceu da ideia

do empresário Carlos José

de Assis, um grande apreciador

da aguardente de

mel, que resolveu produzi-

-la especialmente para seu

consumo. Exigente em tudo

que faz, com a aguardente

de mel não foi diferente,

passou a trabalhar incessantemente

até que alcançasse

a qualidade ideal

para seu paladar.

Após produzir o destilado

de mel, Carlos resolveu

fazer também o de cana

de açúcar, usando os mesmos

critérios de qualidade

conseguiu assim fazer um

produto que agradava aos

amigos que por ali passavam

para dar uma bicadinha

e opinar na qualidade.

Mais tarde viu naquela ideia

a oportunidade de um negócio

e resolveu formalizar

legalmente seus produtos.

INFORMAÇÕES: http://

www.cachacariamelicana.

com.br/

Cachaça Moendão

Gaspar, SC

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

As cachaças produzidas

pela empresa tem um sabor

único devido à detalhada

produção artesanal,

a qual começa pela plantação

de cana, moagem,

fermentação, destilação,

envelhecimento e engarrafamento,

chegando ao

consumidor final passando

por todas as etapas em um

processo criterioso cheio

de detalhes e segredos na

produção.

O barril de carvalho é capaz

de modificar a bebida

ao longo do tempo, o envelhecimento

da cachaça

é uma prática que modifica

a qualidade. Durante o

envelhecimento, o álcool

presente na cachaça extrai

compostos da madeira

e o ar que passa entre as

frestas do barril e através

da porosidade da madeira

tem a função de modificar

os compostos da bebida, e

assim é formado um novo

buquê aromático, mais

complexo e intenso.

Na linha da empresa estão

versões envelhecidas por

6 e 10 anos em barril de

carvalho.

Onde encontrar: http://

www.moendao.com.br/

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Cachaça Morro Vermelho

Carmo da Mata - MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

Produzida artesanalmente

no Estado de Minas

Gerais, famoso mundialmente

por suas cachaças,

a cachaça Morro Vermelho

segue cuidadosamente

sua receita original que

vem sendo passada de

geração em geração.

Destilada em alambiques

de cobre e armazenada

em tonéis de jequitibá,

preza pela qualidade,

sendo ideal para se beber

pura ou com gelo, em

coquetéis ou, ainda, na

famosa caipirinha.

A versão premiada da

empresa foi a envelhecida

em madeira brasileira,

que já havia sido premiada

anteriormente em outros

concurso. Apresenta teor

alcoólico de 42% e está

disponívelemer versões

envelhecidas em carvalho

e jequitibá rosa. Pela sua

excelência, o produto é

exportado para Alemanha,

Holanda e Bélgica.

Informações detalhadas:

http://www.cachacamv.

com.br

Cachaça Ouro Mineiro

Papagaios - MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

2017

A cachaça Ouro Mineiro é

produzida pela mesma empresa

da premiada e referência

Cachaça Ouro 1.

Com teor alcoólico de

42% e fornecida em garrafa

âmbar, tem aroma em

que se destaca a cana de

açúcar. No paladar seu

apresenta médio corpo,

macio, com excelente acidez,

equilibrado. A região

onde é produzida tem

condições especialmente

propícias ao plantio e cultivo

da cana.

Em seu processo de produção,

a cana é cortada

de modo e em tempos

corretos sem o uso de

queimadas, coisas que só

o mineiro criado e nascido

na roça consegue fazer

bem feito. O processo de

fermentação é natural,

sendo o fermento à base

de leveduras naturais. É

armazenada durante 10

meses em tonéis de Umburana.

Informações:

ouro1.com.br

http://www.

Cachaça Paratiana

Paraty, RJ

Medalha de Prata na Expocachaça

2017 1 Medalha

de Prata no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

Caracterizada por seu aroma

marcante e sabor diferenciado,

a Paratiana vem de um

engenho localizado em um

antigo casarão cercado pela

Mata Atlântica e por uma

bela cachoeira em Paraty, no

RJ. O local recebe centenas

de visitantes diariamente.

Entre as versões especialíssimas

da bebida estão:

• Cachaça Paratiana Ouro,

envelhecida em barris de

Carvalho;

• Cachaça Paratiana Prata,

envelhecida em barris de

Jequitibá;

• Cachaça Labareda, envelhecida

em barris de Umburana

e Jequitibá;

• Aguardente Composta

Gabriela, com cravo e canela,

produto bem tradicional

da região;

• Cachaça Mulatinha: pura,

para quem aprecia o puro

sabor da cachaça e ideal

para fazer drinques.

A versão premiada, a Ouro

Extra Premium, provém de

uma safra selecionada, sendo

envelhecida em tonéis de

carvalho e foi feita especialmente

para comemorar os

500 anos da cachaça.

Informações: http://www.

cachacaparatiana.com.br

Cachaça Pardin

São Paulo - SP

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

Prata na Expocachaça

2017

Com assinatura do master

blender Marcelo Pardin,

a cachaça que leva seu

sobrenome tem sede na

capital paulista, diferenciado

não só pelo design

especial das garrafas, mas

também desde a produção

e conteúdo, é claro.

Lançada recentemente já

nasceu premiada: a versão

Ouro levou Medalha de

Prata na Categoria Armazenada

em Madeiras Brasileiras

durante o Concurso

de Degustação da Expocachaça

2017.

Com produção totalmente

artesanal, seu produtor

fez vários cursos na área

da cachaça e destilados,

tanto para se buscar as

melhores combinações,

quanto para realmente

atender os mais exigentes

consumidores, estudando

as melhores técnicas desde

o plantio da cana até o

envelhecimento.

INFORMAÇÕES: https://

www.facebook.com/cachacaPARDIN

Cachaça Pedra Branca

Paraty, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

2017

O Alambique Pedra Branca

está localizado no Vale da

Pedra Branca, local de natureza

preservada em uma

das mais belas regiões de

Paraty. É produzida com

os tradicionais métodos de

fabricação artesanal nos

mais modernos equipamentos

do mercado.

A versão premiada com

Medalha de Prata na

Expocachaça 2017 é armazenada

em tonéis de

carvalho francês. É uma

cachaça especial, nobre,

com aroma frutado e sabor

amadeirado característicos

do carvalho.

Outro destaque da empresa

é a Cachaça Pedra

Branca Prata, armazenada

em tonéis de amendoim,

uma cachaça suave, com

leve e discreto sabor amadeirado,

mantendo o aroma

da cana. Licores também

estão disponíveis na

linha, bem como bebidas

mistas.

Contatos: www.cachacapedrabranca.com

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Cachaça Porto Vianna

MEI Cachaça e Jabuticaba

(Grupo Gouveia Brasil)

Turvolândia - MG

1 Medalha de Ouro e 1 Medalha

de Bronze na Expocachaça

2017

Tendo nas suas fórmulas

de sucesso e premiadas a

alquimia de Armando Del

Bianco, uma das maiores

autoridades em destilados

de cana do País, o Grupo

Gouveia Brasil oferece

bebidas marcantes, bem

estruturadas e surpreendentes,

que agradam

aos paladares mais sofisticados.

Inclusive os

femininos, até então mais

resistentes a esse tipo

de destilado. Um blend

de sensibilidade e equilíbrio.

Há mais de 100

anos, na pequena Turvolândia,

no Sul de Minas

Gerais, os Gouveia

Vieira se reuniam para

prosear sobre as coisas

da vida e celebrá-la. De

pai para filho, um destilado

ainda sem nome

embalava todas aquelas

rodas.

Na terceira geração da família,

o publicitário e músico

Roberto Brasil resolveu

transformar toda aquela

tradição em uma grife. Informações:

https://www.

gouveiabrasil.com/

Cachaça Prazer de Minas

Esmeralda - MG

3 Medalhas de Ouro na Expocachaça

2017

Produzida em Esmeraldas,

nas Minas Gerais, em modernas

instalações, unindo

tradição à tecnologia, com

total higiene juntas, a Prazer

de Minas tem entre os

seus destaques a versão

Celebration, 10 anos envelhecida

em barris de carvalho,

com sabor e qualidade

diferenciados.

Com teor alcoólico de

39%, representa o Instituto

Estrada Real, Instituto que

busca a valorização do patrimônio

histórico-cultural,

estimulando o turismo, a

preservação e revitalização

dos entornos das antigas

Estradas Reais remanescentes

do Brasil Imperial.

Toda a cana-de-açúcar

utilizada na fabricação da

Cachaça é plantada na

própria Fazenda Prazer de

Minas.

Também estão disponíveis

a versão branca, cristal,

cachaça envelhecida

em barril de jequitibá, em

como outras envelhecidas

por 2, 4 e 5 anos no carvalho

tanto americando quanto

francês.

Informações: https://www.

facebook.com/PrazerdeMinas/

Cachaça Primeira de Minas

Faria Lemos, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

2017

Inspirada na tradição mineira

da produção de cachaças

artesanais de alta

qualidade, a Primeira de

Minas possui personalidade

única, sendo produzida

a partir de antigas receitas

de fermentos aliadas

a processos modernos de

produção.

Leve e suave, a evrsão

premiada apresenta um

sutil toque amadeirado, podendo

ser degustada pura

ou no preparo de drinques.

A versão premiada na Expocachaça

foi a envelhecida

em madeira brasileira.

Há versões envelhecidas

também em tonéis de

Amendoim, Umburana e

Carvalho.

Pode ser encontrada facilmente

em e-commerces

como a Cachaçaria Nacional,

a Cachaça Express, a

Cachaçaria Original, Cachaça

Universitária e Savana

Cachaças.

Informações: https://www.

facebook.com/primeirademinas/

Cachaça Princesa Isabel

Linhares - ES

3 Medalhas Prata na Expocachaça

2017 e uma Medalha

de Prata no Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

As versões premiadas em

abos os Concursos são:

- Princesa Isabel envelhecida

em madeira brasileira;

- Princesa Isabel envelhecida

em Carvalho Francês;

- Princesa Isabel Jaqueira,

- Princesa Isabel Aquarela.

A Princesa Isabel é produzida

na Fazenda Tupã, às

margens do Rio Doce, em

uma região rica pela cultura

de cacau e natureza exuberante.

Foi pensada neste

contexto de brasilidade e

alegria; é frutada, com aromas

equilibrados e bem suave,

perfeita para drinques

e especial para caipirinha.

O processo produtivo inicia

no campo com o cultivo das

variedades de cana RB7515

e RB5453, perfeitamente

adaptadas às nossas terras

e condições climáticas. Com

colheita manual da cana,

sem queimada, o transporte

para o alambique é feito com

todo o cuidado de segurança

e higiene. O caldo é extraído

em engenho apropriado no

prazo máximo de 12 horas,

garantindo sua qualidade.

https://www.cachacaprincesaisabel.com.br/

Cachaça Prosa Mineira

Paraty, MG

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas

de Prata na Expocachaça

2017 e 1 Medalha de Prata

no Mundial de Bruxelas

Edição Brasil

A cachaça Prosa Mineira

tem a sua origem na cidade

de Santa Rita de Caldas,

região sul de Minas

Gerais, a 456 km de Belo

Horizonte e a 1.162 metros

de altitude.

Com um sabor único,

atendendo aos mais exigentes

paladares, sempre

foi a bebida preferida

da região. Essa escolha

remete aos tempos da

colonização onde os

agricultores e tropeiros,

depois da lida diária ou

para rebater o frio rigoroso

do inverno na região,

usavam a cachaça para

aquecer e relaxar numa

animada roda de viola

com os amigos.

Apresenta um novo conceito

aos apreciadores da

bebida, deixando de lado

a bebida popular e forte,

apresentando-se como

uma cachaça refinada produzida

com matéria-prima

selecionada, voltada para

ocasiões especiais.

Contatos: http://www.cachacaprosamineira.com.br/

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Cachaça Quinta das

Castanheiras

Camanducaia, MG

2 Medalhas de Prata na

Expocachaça

Na região da Serra da

Mantiqueira, o alambique

da Quinta das

Castanheiras alia as

tradições mineiras com

a mais alta tecnologia

e controle de qualidade

para a produção de uma

bebida singular.

No local são produzidas

cachaças do mais alto

padrão, com cuidados

especiais desde o plantio

até o processo de armazenamento

em inox ou

tonéis de madeira de Jequitibá,

Carvalho Francês

e Amburana, onde

apenas o “coração”, parte

nobre da destilação, é

utilizado, proporcionando

assim bebidas que

carregam a alma de todo

o sabor e requinte da

cachaça, com sabores e

aromas únicos.

Os produtos podem ser

adquiridos na loja virtual

do site da empresa, mas

fazem parte também dos

mais renomados restaurantes

que apostam em

estabelecimentos.

INFORMAÇÕES: www.cachacaquintadascastanheiras.com

Cachaça Rainha do Vale

Belo Vale - MG

PREMIAÇÃO: 2

A Rainha do Vale é uma

cachaça de alambique,

produzida com muita dedicação,

aliando as melhores

tradições mineiras à tecnologia

atual.

De canas selecionadas

é extraído o caldo que

é fermentado de forma

natural e destilado em

alambique de cobre.

Assim é obtida uma

cachaça pura que é armazenada

em tonéis de

Carvalho (Cachaça Rainha

do Vale variedade

Ouro), Jequitibá (Cachaça

Rainha do Vale

variedade Clássica) e

Inox (Cachaça Rainha

do Vale variedade Prata).

O adequado armazenamento,

proporciona

à bebida maciez e suavidade.

Seu processo de produção

é submetido a um minucioso

e constante trabalho de

pesquisa, visando atender

ao requinte do consumidor

mais exigente. Toda a

cana-de-açúcar utilizada

na fabricação da Cachaça

é plantada na própria Fazenda

Prazer de Minas.

Informações: http://www.

rainhadovale.com.br/

Cachaça Rafazenda

Xanxerê, SC

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

O nome “Refazenda”, enquanto

cachaça artesanal

produzida em alambique,

significa refazer o que o

avô deste produtor, o Sr.

Luiz Bordin, na década de

1950, fazia com maestria

numa propriedade rural do

interior do Rio Grande do

Sul, na época pertencente

ao município de Erechim,

hoje Jacutinga do Sul.

Criado na casa de seu

avô até os 8 anos de idade,

ficou registrado na sua

memória a lida de uma

cantina onde se produzia

bom vinho, grapa e cachaça,

com todas as suas

nuances da manipulação

e do cheiro característicos

desse ambiente. A geração

sucessora de seu avô, seu

pai e tios migrou para a

cidade e abandonou totalmente

as práticas rurais e

principalmente da produção

de vinho e cachaça.

Ao recomeçar essa prática,

resgata-se esse elo cultural

rompido por uma geração

inteira mas que deixara

marcas na memória e

talvez na genética de uma

geração seguinte, que agora

começava a ser refeita.

Informações: https://www.

cachacarefazenda.com.br

Cachaça Rein (Cachaçaria

Flor da Cana)

Luiz Alves - SC

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

Fundada em 1938, pela família

Rech, a Flor da Cana

Cachaçaria é a produtora

da Cachaça Rein de Melado

de Cana, que já foi premiada

em vários concursos

pelo Brasil.

A versão premiada na

Expocachaça 2017 foi a

armazenada em barril de

carvalho, mas na inha também

está disponível a Prata,

pura, cristalina.Há ainda

versões envelhecidas

por 2, 5 e 12 anos e ainda

bebida mistas nos saboes

pêssego, gengibre, canela,

banana, abacaxi e coco.

Curiosidade: a cidade de

Luiz Alvez tem mais de 10

alambiques ao redor, masa

região já teve quase 3 vezes

mais do que isso, é um

local onde há tradição na

produção de cachaça artesanal.

Juntos os produtos

locais produzem cerca de

1 milhão de litros por mês,

abastecendo os mercados

de Santa Catarina e Paraná.

Alguns produtores

deixam a bebida curtir por

até 15 anos, o que deixa

a cachaça com sabor diferenciado.

INFORMAÇÕES: http://flordacanacachacaria.com.br/

Cachaça Reserva do

Nosco

Resende, RJ

1 Medalha Grande Ouro

(equivalente a ouro duplo)

e 1 de Prata no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil e 2

Medalhas de Prata na Expocachaça

2017

Produzida em Engenheiro

Passos, Distrito de Resende,

RJ, na antiga fazenda

de café Valparaiso, que em

1916 foi comprada por Erik

Nordskog (Nosco), um empresário

norueguês, a cachaça

Reserva do Nosco é

produzida através de uma

fermentação toda natural,

com as leveduras extraídas

da própria cana da fazenda,

ou seja, que fazem

parte do próprio terroir da

fazenda, tal qual a cana,

100% colhida no local.

Na linha estão a cachaça

branca (prata ), uma cachaça

extra premium (5 anos) e

uma cachaça extra premium

Reserva Especial (9 anos) em

embalagem especial e edição

limitada (200 garrafas).

Entre a principais premiações

já recebidas em 2017

está a Medalha Grande

Ouro (equivalente a duplo

ouro) no Concurso Mundial

de Bruxelas, edição Brasil,

para a sua versão Reserva

Especial Carvalho Francês.

https://www.facebook.com/

CachacaReservaDoNosco/

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Cachaça Sanhaçu

Chã Grande - Pernambuco

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Ouro no MUndial de

Bruxelas Edição Brasil

A Sanhaçu é a primeira cachaça

orgânica certificada

de Pernambuco. A família

Barreto Silva cuida de todas

as etapas da produção para

fazer uma bebida de alta

qualidade e sabor, buscando

sempre harmonia com

a natureza e o mínimo de

impacto ambiental.

Armazenada em barris

como Freijó, Carvalho e

Umburana, a Sanhaçu surgiu

quando a família adquiriu

em 1993 um sítio em

Chã Grande, totalmente improdutivo,

sem água e sem

energia elétrica. Começou

então a fazer um trabalho

diferente e inovador para a

época: agroflorestamento e

agricultura orgânica.

Alguns anos depois a família

ajudou a incentivar

as duas primeiras feiras

de produtos orgânicos de

PE. Em 2006 resolveram

investir em algo que fosse

orgânico, com maior valor

agregado, com menor

perecibilidade e excelente

até para o consumo próprio.

Foi assim que surgiu

a ideia de fazer a Sanhaçu

um ano depois.

Informações detalhadas:

http://www.sanhacu.com.br

Cachaça Santa Rosa

Valença - RJ

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas

de Prata Na Expocachaça

De produção longíqua, a

história da Santa Rosa,

cachaça produzida na

Fazenda Santa Rosa,

localizada em Valença,

RJ, inicia-se no ano de

1871. Foi neste ano que

Vito Pentagna importou

de um castelo da Inglaterra

um engenho completo,

e deu inicio à produção.

O local onde é produzida

e um atrativo à parte.

Há três gerações a família

Pentagna Guimarães

mantém intacta e extremamente

bem conservada

a fazenda. O casarão

preserva sua construção

original, os mobiliários da

época e o engenho ainda

é movido por uma roda

d’água de oito metros de

altura. A Cachaça Santa

Rosa é a única do Brasil

produzida em alambique

de cobre que é 100%

isento de resíduos deste

metal, furfurol ou óleo

fúsel.

A produção média anual da

Cachaça Santa Rosa é de

120 mil litros.

Informações: http://www.

santarosa.com.br/

Cachaça Santa Terezinha

Vila Velha, ES

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas

de Ouro na Expocachaça

A Cachaça Santa Terezinha

é cuidadosamente feita da

mesma forma desde 1943,

quando de sua fundação:

num tanque, mistura-se uma

parte de caldo de cana ao

natural, com uma parte igual

de caldo fervido, acrescentando-se

uma braçada de

bagaço tostado e um punhado

de fubá de milho. Para

conseguir a temperatura correta,

esquenta-se uma pedra

de bom tamanho e joga-se

dentro da mistura. Durante

essa geração, recomenda-

-se queimar folhas de tangerina

ou laranja, numa fogueira

vizinha. Depois de quatro

ou cinco dias, temos o fermento

já pronto para ser distribuído

nos grandes tanques

de garapa. Mais cinco dias,

a garapa vira mosto e entra

pela boca do alambique feito

em cobre, refrigerado com

água corrente, e através

de processo tradicional, se

transforma no destilado alcoólico

de cana de açúcar.

Exaltando a cultura local e

nacional, com rótulos e embalagens

desenvolvidas por

artistas plásticos como Hélio

Coelho e Haroldo Bussotti,

onde o carnaval e o

congo são homenageados.

http://cachacasantaterezinha.com.br/site/

Cachaça Santiago do Norte

(Cachaçaria Victória)

Rondonópolis - MT

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Ouro no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

A Santiago do Norte é produzida

pela Cachaçaria Victoria,

cuja historia se inicia

quando Giovanni Nicolodi

chegou ao Brasil em 1878,

natural da região trentina, Tirol

italiano com os filhos, Teresa,

Giovanni e Beniamino.

A família viveu por 20 anos

na cidade de Bento Gonçalves

no RS, colônia para a

qual foi destinado.

Em 1903, A família migrou

para Ibirubá, então distrito

de Cruz Alta. Lá adquiriu

novas terras e iniciou novas

atividades como a produção

da cachaça.

Giovanni e seu filho Beniamino,

inicialmente fabricaram

a cachaça artesanalmente,

não chegando a

registrar e comercializar o

produto. Fabricavam para

o consumo e muitas vezes

distribuíam o excedente

aos parentes e amigos.

Por algumas décadas e talvez

por três gerações, a fabricação

da cachaça continuou

como uma tradição na família

Nicolodi, passando de pai

para filho. De Giovanni para

Beniamino e mais tarde para

seu filho Albino Nicolodi.

INFORMAÇÕES: cachacariavictoria.com.br

Cachaça Santo Grau

Itirapuã, SP

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas

de Prata na Expocachaça

2017

Marca premium de cachaças

que integra o grupo

Natique, a Santo Grau é

produzida na Fazenda Barra

Grande, no engenho da

Santo Grau Itirapuã, um

dos mais antigos do Brasil.

O processo é completamente

artesanal e a fermentação

natural, fruto do

fubá de milho, produzido

no engenho, desde 1860.

Este é um dos grandes segredos:

a paixão e o cuidado

das pessoas que produzem

a cachaça, do plantio

da cana ao seu copo.

Entre os destaques da linha

está a Santo Grau

Solera, que apresenta um

toque amadeirado no paladar,

característica que favorece.

É envelhecida em

barricas de carvalho que

originalmente descansavam

vinho espanhol. São

tonéis extremamente valorizados

no envelhecimento

de bebidas nobres, muito

usados, por exemplo, nos

melhores single malts escoceses,

sob a denominação

de envelhecidos em

cherry oak casks.

Contatos: https://www.facebook.com/CachacaSantoGrau/

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Steinhaeger Schuss

(Grupo Thoquino)

São João da Barra - RJ

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

O Steinhaeger Schuss é

uma bebida destilada, de

origem alemã, extraída

das bagas de zimbro e

possui a originalidade e

a pureza da receita tradicional.

Pode ser consumido

puro, gelado e com

chope.

É produzido pelo Grupo

Thoquino, com mais

de 100 anos de histório.

A empresa nasceu em

1908, na cidade de São

João da Barra, Norte do

estado do Rio de Janeiro,

como Indústrias de Bebidas

Joaquim Thomaz de

Aquino Filho.

O fundador, Joaquim

Thomaz, com a ajuda da

esposa Maria Júlia, desenvolveu

a fabricação do

Cognac de Alcatrão da Noruega.

O casal teve 23 filhos

que também ajudaram

na construção da empresa

e na venda do Conhaque,

produto que se tornaria a

base da empresa familiar

e passaria a se chamar

Conhaque de Alcatrão São

João da Barra, homenageando

assim, a cidade onde

tudo começou.

Informações detalhadas:

http://thoquino.com.br

Cachaça Sebastiana

Américo Brasiliense, SP

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas

de Ouro no Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

2017 e 3 Medalhas de Prata

na Expocachaça

Com as recentes Medalha

de Prata no Berlin International

Spirits Competition

2017, Medalha de Ouro no

Concurso de Bruxelas Edição

Brasil 2017 e Primeiro

Lugar na Categoria Envelhecidas

no XII Concurso

de Qualidade da Cachaça,

alem das Medalhas de Prata

na Expocachaça 2017, a

Sebastiana está entre os

melhores destilados mundiais.

A Cachaça é produzida

pelo Alambique Santa

Rufina, no interior pauista.

Um dos grandes destaques

da empresa é a Sebastiana

Duas Barricas,

lançada há pouco mais de

1 ano. É produto superpremium.

Envelhecida por

três anos, essa cachaça

passa inicialmente 18 meses

em barril de castanheira

brasileira e segue para

mais 18 meses em barril de

carvalho americano. O estilo

de maturação é o mesmo

utilizado em destilarias

de uísques. E os diferenciais

não estão só nessa

formulação especial.

Informações: http://www.

cachacasebastiana.com.br/

Cachaça Serafina

Cianorte, PR

PREMIAÇÃO: 1 Medalha de

Ouro no Mundiald e Bruzelas

Edição Brasil e 1 Medalha de

Prata na Expocachaça

Medalha de Ouro no importante

Concurso Mundial

de Bruxelas - Edição Brasil,

com sua versão Ouro

Armazenada em Carvalho

e Amburana, e Prata na

Expocachça 2017 com a

versão em madeira brasileira,

a Serafina surgiu de

uma prazerosa história de

uma cachaça produzida

para consumo próprio e de

seus amigos, há mais de

50 anos. O seu sabor autêntico

sabor foi descoberto

por Augusto Franzato,

em 1962, num vilarejo em

Cianorte, interior do estado

Paraná, quando este senhor

havia adotado a cana

para o sustento da família.

A inquietude e capacidade

autodidata fizeram Franzato

criar e combinar a bebida

legitimamente brasileira

com os mais exigentes paladares.

Após 40 anos, seu filho

Marco incorpora a receita

de sucesso do pai para

criar uma das mais modernas

destilarias no País na

Fazenda Dom Augusto, em

Cianorte.

https://cachacaserafina.

com.br/

Cachaça Serigote

(Petronius Beverages)

Caxias do Sul, RS

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

Com produtos presentes RS,

SC, SP e GO, a Petronius

Beverages é um projeto familiar

qu resgata a história de

seis gerações de produtores

de bebidas no Brasil. Dirigida

pelos sócios Emílio Kunz,

Júlio Cesar Kunz e Augusto

Kunz, foi fundada há 3 anos,

mas é fruto de uma paixão

familiar que começou muito

antes, em 1846, ainda na

Alemanha, quando Johann

Philipp Kunz deixou o pequeno

vilarejo de Bierkenfeld,

na Prússia, e veio ao Brasil.

Os primeiros antepassados

foram responsáveis pelas

primeiras receitas de destilados

que levaram o nome da

família.

A Cachaça Serigote, recentemente

premiada com

Medalha de Prata no 15º

Concurso Mundial de Bruxelas

- Edição Brasil, provém

de toda essa tradição.

O nome é uma expressão

regional do Rio Grande

do Sul para lombilho, uma

peça da sela (arreio) usada

pelos gaúchos antigos.

Continha duas partes mais

altas que davam sustentação

e conforto ao cavaleiro.

Informações: http://www.

serigote.com.br/

Cachaça Soledade

Nova Friburgo, RJ

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

Reconhecida entre as melhores

empresas de destilados

do Brasil, a Fazenda

Soledade produz cachaças

com mestria suaves e

equilibradas desde 1977,

valorizando sempre os sabores

e aromas originais

da cana.

A versão premiada da

empresa, armazenada

em Bálsamo, revela sabores

e aromas marcantes

trazidos pelo envelhecimento

nessa madeora,

que é muito aromática.

Na degustação, traz uma

sensação duradoura de

especiarias, com um toque

de pimenta, típico

do armazenamento em

barris de Bálsamo. Muito

apreciada em shots, especialmente

pelos aficionados

desta madeira. Revela

também ser uma fina

opção nos coquetéis por

se destacar sempre como

marcante e afirmativa,

tanto nos sabores como

nos aromas.

Também estão disponíveis

as versões Ipê, Umburana

e Jequitibá.

Contatos: http://www.cachacafazendasoledade.

com.br/

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Cachaça Souza Paiol

Pitagui, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

Criada em 1998, a Souza

Paiol é uma empresa mineira

quase que sinônimo

na fabricação de cigarros

de palha. Com produtos

totalmente naturais, os ingredientes

não recebem

nenhum tipo de mistura

adicional, sendo selecionados

e inspecionados minuciosamente

nas etapas de

aquisição, refino e preparo

para a utilização final.

A Souza Paiol mantém o

processo de fabricação artesanal

da autêntica cachaça

mineira, aliado a novos

recursos tecnológicos de

controle e melhoria de qualidade.

Todas as etapas de

produção são rigorosamente

controladas, desde a escolha

correta do tipo de cana,

a época e o modo certo do

corte, a colheita, a moagem,

fermentação e a destilação.

A fermentação é natural,

sem aditivos químicos.

Oferece a versão Prata,

que é uma cachaça natural,

a versão Ouro, que é

armazenada por 3 anos em

tonéis de madeiras mistas

(carvalho e bálsamo) e a

versão Amburana, que é

armazenada por 3 anos em

tonéis de Amburana.

Informações detalhadas:

www.souzapaiol.com.br

Cachaça Spézia

Luiz Alves, SC

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas

de Ouro e 1 de Prata na

Expocachaça 2017

A cidade de Luiz Alves,

em SC, é conhecida como

a “capital catarinense da

cachaça artesanal”, e

guarda traços da colonização

europeia de imigrantes

alemães, italianos

e portugueses. São mais

de 10 alambiques presentes

na região.

Entre as versões disponíveis

da Spézia está

a Ouro, armazenada

em Barril de Carvalho,

que concede ao produto

maior suavidade e um

sabor único. Com teor

alcoólico de 38%, de cor

amarelo claro e baixa

viscosidade, apresenta

aroma suavemente amadeirado,

sabor adocidado

(bem característico

das cachaças na região

onde é produzida).

Outro destaque da empresa

é a versão Reserva Especial,

uma extra premium

envelhecida por 15 anos

em barril de carvalho.

Informações: https://www.

facebook.com/cachacaspezia/

Cachaça Terra Forte

Belo Horizonte, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata no Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

para a versão armazenada

em Bálsamo

Com cachaças de excelente

qualidade e licores

especiais, a Terra Forte

teve sua versão envelhecida

em bálsamo premiada

na Expocachaça 2017, no

Concurso de degustação

às cegas.

Também conhecido como

Cabreúva-vermelha, o Bálsamo

é excelente para a

conservação da cachaça.

Seu aroma bastante característico

oferece uma qualidade

química e sensorial

à bebida, acrescentando

cor e sabor diferenciado. É

uma madeira que requer um

acompanhamento minucioso

do ponto certo de armazenamento.

Está entre as opções

de madeiras utilizadas pela

Terra Forte na produção de

uma cachaça apreciada entre

as melhores de Minas.

Na linha de licores da empresa

estão versões com

frutos tipicos de Minas e

do Cerrado, em 32 sabores

como pequi, jabuticaba, jenipapo,

murici, mangaba,

araticum e tamarindo.

www.cachacaterraforte.

com.br e https://www.facebook.com/pg/cachacaterraforte

Cachaça Tiara

Barra Longa, MG

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

A Tiara começou a ser

produzida em 1940, na

antiga Fazenda Santa

Cruz, em Barra Longa,

MG pelo Sr. Benjamim

Siqueira, homem determinado

e empreendedor

que passou o segredo

de como elaborar uma

cachaça de qualidade de

geração para geração.

Com a demanda do mercado

atual foi necessário

inovar a marca.

Já na 3ª geração, e com

75 anos, a Tiara mantém

as mesmas tradições de

um produto tipicamente

brasileiro, assim como futebol

e carnaval. Seu objetivo

é ser uma empresa

reconhecida no mercado

interno e externo pela qualidade

superior.

A produção da Cachaça

Tiara carrega segredos

de uma produção familiar

que vão desde a plantação

da cana-de-açucar até o

engarrafamento. A destilação

ocorre em alambique

100% de cobre.

INFORMAÇÕES: https://

www.cachacatiara.com/

Cachaça Turmalina

Areia, PE

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

2017

Em Areia, no Brejo Paraibano,

a 130 km de João

Pessoa, está o Engenho

Cachoeira, produtor da

bebida, que remete ao

período colonial, com 110

hectares e construções do

início do Século XX, além

demais de 60.000 m 2 de

Mata Atlântica totalmente

preservada.

De altíssima qualidade,

é produzida a partir de

canas rigorosamente selecionadas,

fermentadas

naturalmente, destiladas

em alambiques de cobre e

armazenadas em barris de

madeiras nobres.

Para produzir a Turmalina

da Serra, o Engenho Cachoeira

cultiva sua própria

cana-de-açucar, que é rigorosamente

selecionada

manualmente, transportada

em lombo de burro e

fermentada naturalmente.

O mosto fermentado é

destilado em alambiques

de cobre, para depois ser

armazenadoss em barris

de freijó, jequitibá ou carvalho

francês.

Contatos: http://turmalinadaserra.com.br

126


127


União Carvalheira

Vassouras, RJ

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata na Expocachaça

para a versão Banana

A cachaça União Carvalheira,

que leva o nome da

família produtora, é produzida

há quase 40 anos na

fazenda União Carvalheira,

que fica estrategicamente

localizada entre Mendes,

Vassouras e Barra do Piraí.

O rótulo é estampado por um

trem, paixão do empreendedor

Nelinho, tanto que ele

possui em sua própria fazenda

uma mini-ferrovia construída

por ele com direito a túnel

e ponte na qual é possível

andar a bordo de uma Maria

Fumaça bitola 60 cm modelo

4.0, equipada com motor à

diesel de 2 cilindros.

O processo de produção

da cachaça é totalmente

artesanal, sendo o produto

envelhecido em tonéis de

carvalho. A fazenda produz

60 mil litros de cachaça

anualmente. São oferecidas

duas variações com

sabores: banana e café.

Na fazenda são produzidos

também deliciosos doces e

licores com destaque para

o delicioso licor de leite. A

cachaça União Carvalheira

é exportada hoje para a Alemanha

e para a Holanda.

Informações: (24) 2471-

2377 e (24) 98112-7503

Unser Schnaps

Presidente Lucena, RS

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Ouro no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil e 1

Medalha de Prata na Expocachaça

2017

Figurando entre as melhores

cachaças do Sul do

Brasil e com projetos de

expansão de vendas para

todo o Brasil, a Unser Schnaps

é um produto singular

da família de Enzweiler,

que vem produzindo cachaça

desde 1855, e passando

essa tradição de pai

para filhos.

A cidade na qual está instalado

o alambique, município

de Presidente Lucena,

cidade de colonização

alemã, integra a chamada

“Rota Romântica “, que

leva até Nova Petrópolis e

Gramado.

Entre as versões disponíveis

está a pura, neutra, e

a envelhecida por mais de

10 anos em barris de carvalho,

muito suave. Ambas

são produzidas com leveduras

selecionadas.

Informações: https://www.

facebook.com/unserschnaps

Velho Alambique

Santa Tereza, RS

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

de Prata no Mundial de

Bruxelas Edição Brasil

Com produtos orgânicos, a

Cachaça Velho Alambique

recebeu mais uma premiação

em 2017, a Medalha de

Prata no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição Brasil

para o seu rótulo Velho

Alambique Amburana.

Fundada em 2001 com as

Famílias Remus e Bettinelli,

a Velho Alambique

tem um direcionamento

único: oferecer produtos

de qualidade para paladares

exigentes e refinados.

Na linha da empresa estão

a Cachaça Extra Premium

Cenário, a Cachaça

Premium Velho Alambique

(opções porcelana e “locomotiva”)

e Cachaça Prata

Velho Alambique.

A Cenário, principal destaque,

é um blend de

cachaça envelhecida em

três madeiras (Carvalho,

Grápia e Angico). A mistura

das madeiras deixa

marcante a suavidade

aromática do Carvalho

e ao mesmo tempo tem

a pegada mais seca da

Grápia e Angico.

Informações: www.velhoalambique-rs.com.br

Vitoriosa (Pitú)

Urussanga, SC

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

Grande Ouro (equivalente

a ouro duplo) no Concurso

Mundial de Bruxelas Edição

Brasil

Do tipo extra premium, a

cachaça Vitoriosa foi desenvolvida

para comemorar

o 75º aniversário da

Pitú. É envelhecida por 5

anos em barris de carvalho

francês e, em seguida,

transferida para barris

de carvalho americano,

para o aprimoramento da

qualidade de seu sabor e

coloração. O primeiro lote

teve apenas 2 mil garrafas

numeradas.

Com graduação alcoólica

de 39%, no paladar percebe-se

toques de canela

e ameixa que jutam-se

ao aroma final. No copo

percebe-se o perfume da

madeira e também todas

as variações de tom devido

ao seu amadurecimento

em barris.

Mais informações: http://

www.pituvitoriosa.com.br/

Werneck

Rio das Flores, RJ

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

Ouro no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição Brasil e

1 Medalha de Prata na Expocachaça

2017

A Werneck Reserva Especial

é armazenada por cerca

de 1 ano em tonéis de Jequitibá

e em sequência mais

6 a 8 meses em barris de

Carvalho. Cristalina, límpida

e de brilho intenso, tem uma

tonalidade amarelo bem claro

com nuances esverdeadas.

Fina e complexa, apresenta

um aroma equilibrado

entre o frutado cítrico e o

floral. Tem uma personalidade

única. Na boca é muito

suave, aveludada e persistente,

mostrando notas de

frutas maduras, amêndoas

e cacau. Fim de boca enxuto.

Teor alcoólico 40%.

Já a Werneck Safira Régia

é uma Extra Premium

resultante de um blend de

barris de carvalho com 4 e

5 anos, produzida em lote

único e exclusivo assinado

pelo Mestre Cachaceiro

Eli Werneck e pelo Master

Blender Agostinho Novo.

Produzida em alambique

de cobre sob rigoroso controle,

a Werneck também

está disponível nas versões

Ouro, Prata e Tradicional.

www.facebook.com/cachacawerneck/

128


Cachaça Wruck

Luis Alves, SC

1 Medalha de Ouro na Expocachaça

2017

A Cachaça Wruck iniciou

suas atividades em 1938,

primeiramente produzindo

apenas o açúcar mascavo.

No de 1942 o fundador

Otto Wruck pensou em fazer

cachaça, que mais tarde

se tornaria o carro chefe

da empresa até o os dias

de hoje.

Incolor e cristalina, a cachaça

sai do alambique

e segue para tonel de

carvalho importado onde

permanece aproximadamente

no mínimo 2 anos

envelhecendo,em seguida

é transferido para as barricas

de carvalho com capacidades

variadas de 200

a 225 litros. Nessa fase, o

tempo de contato da cachaça

com a madeira por

no mínimo 5 anos, provoca

reações no aroma, cor e

sabor, reconhecidos por

seus seus apreciadores.

Após o envelhecimento a

cachaça é filtrada e engarrafada

em embalagens

especiais de vidro, cerâmica

e madeira, sendo

despachadas para todo

Brasil e também para todo

o mundo.

Informações: www.cachacawruck.com.br/

Cachaça Xanadu

Blumenau, SC

1 Medalha de Ouro na Expocachaça

2017

O nome da linha foi direcionado

a história da cidade

perdida de Xanadu, cidade

lendária, onde tudo é leite

e mel, perfeita, considerada

o “Novo Éden”, um Vale

oculto onde no meio da cidade

estavam os frutos da

vida, capazes de prolongar

a vida de quem comesse e

degustasse.

A Xanadu é produzida

apenas com o coração do

caldo da cana, sendo esta

sua porção mais nobre.

O processo de envelhecimento

ocorre em barris de

madeira selecionadas, por

isso a maciez, aroma e sabor

conquistam os paladares

mais exigentes desde o

primeiro gole.

Destaque para a Linha Madeiras,

na qual as cachaças

são armazenadas por anos

em barris de Carvalho, Castanheira,

Bálsamo ou Jequitibá,

o que confere sabor diferenciado

À bebida, já que

este processo a torna mais

macia e aveludada. É uma

série especial e limitada,

desenvolvida para aqueles

que apreciam cachaças de

qualidade premium.

Informações: www.xanadu.

com.br/

Cachaça Ypióca 160

(Grupo Diageo)

Maranguape, CE

PREMIAÇÃO: 1 Medalha

Ouro no Concurso Mundial

de Bruxelas Edição

Brasil

A Ypióca 160 é edição comemorativa

alusiva aos

160 anos da cachaca Ypióca,

sendo produzida com

malte e que se consagrou

na linha da empresa pelas

diversas premiações recebidas,

nacional e internacionalmente.

Extrapremium, envelhecida

por no mínimo seis

anos em barris de carvalho,

apresenta graduaão

alcoólica de 39%. Apresenta

notas de café, ameixa e

banana seca na desgustação.

O nome Ypióca vem do

tupi-guarani e significa

“terra roxa”, uma alusão

ao tipo de terra que é extremamente

fértil e propícia

para o cultivo da cana-de-

-açúcar.

www.ypiocafogosanto.

com.br

NOTA DA REDAÇÃO

Em meio a essa lista de mais de 100

marcas, só não conseguimos alguns

contatos ou informações com algumas

empresas premiadas em ambos

os concursos. Mas seguem abaixo as

informações que levantamos, completando

essa lista de premiados no

Mundial de Bruxelas e na Expocachaça

2017:

• Cachaça 1532 (Casa do Engenho):

Medalha de Ouro no undial de Bruxelas

Edição Brasil e Medalha de Prata

na Expocachaça 2017. Contato:

http://www.casadoengenho.com.br .

• Cachaça Engenho Real (de Goiás):

Medalha de Prata na Expocachaça

2017. E-mail engenhoreal1@gmail.

com, fone (64) 3495 3059 .

• Cachaça Lukana (Alambique Portal

de Minas): Medalha de Prata na Expocachaça.

Fone: (31) 9957.2417 .

• Cachaça Nobre: Medalha de Prata

no Mundial de Bruxelas. Não encontramos

informações do produtor.

• Cachaça Pátria Amada: Medalha de

Prata na Expocachaça 2017. Informações

https://www.facebook.com/

patriaamadacachacanobre/

• Cachaça Velha Aroreira: Medalha de

Prata na Expocachaça. Informações:

http://www.velhaaroeira.com.br/

• Cachaça Velho Pilho: Medalha de

Prata na Expocachaça 2017. http://

www.velhopilho.com.br/

• Cachaça Vereda: Medalha de Prata

na Expocachaça. Não encontramos

informações do produtor por existirem

homônimos.

129


Gran Première

Em tempo

Encantando o mundo, as recentes medalhas dos destilados brasileiros no

Spirits Selection 2017

Em meio a uma concorrência de quase

1.200 rótulos, entre os quais destilados

de cana como o rum, o Spirits

Selection 2017, realizado em Serena,

no Chile, é considerado um dos mais,

se não a mais prestigiada competição

anual de destilados e teve produtores

brasileiros de cachaças alcançando

merecidas medalhas de ouro e prata.

São bebidas que, apesar de não alcançarem

o topo da premiação, a

Medalha Grand Gold, se destacaram

mais uma vez pela sua excelência,

concorrendo lado a lado com destilados

tradicionais e bebidas premium

dos melhores países produtores.

Conheça a seguir um a um os premiados

e algumas informações importante,

para não deixá-los de fora

da sua carta premiada. Na próxima

edição traremos entrevistas especiais

e informações detalhadas das bebidas

e de cada um dos produtores.

Medalhistas de Ouro!

• Cachaça Coqueiro: recebeu duas

medalhas de ouro, uma para a versão

Ouro 2014 e outra para a versão

Prata. É produzida por Eduardo

Mello, herdeiro de uma tradição na

produção nascida no século

XVIII, quando seus ancestrais

já destilavam a alma da

cana de açúcar. Informações:

http://www.cachacacoqueiro.

com.br/

• Cachaça Santa Romana Carvalho:

produzido pelo Alambique

Santíssima, responsável

por outras marcas premiadas

como a Bem me Quer apresenta

teor alcoólico de 40%. Contatos:

http://cachacabemmequer.com.br/

• Cachaça Guaraciaba: com

premiações também na Expocacachaça

e Mundial de Bruxelas

Edição Brasil 2017, sua versão

Premium é uma mistura de

safras armazenadas com média

de 8 anos de envelhecimento em

tonéis de Umburana com 38%

de teor alcoólico. É um blend de

sabor e aroma únicos, amadeirada

e sofisticada. Saiba mais

em http://cachacaguaraciaba.

com.br/home.

• Cachaça Serafina: Medalha de

Ouro também no importante

Concurso Mundial de Bruxelas

– Edição Brasil, com sua versão

Ouro Armazenada em Carvalho

e Amburana, se destaca pelos

aromas frutados que remetem

à ameixa, é redonda e tem acidez

e percepção alcoólica equilibrada.

Informações: https://

cachacaserafina.com.br/

130


Gran Première

• Cachaça da Quinta, armazenada em inox

(branca, pura): densa e límpida, é uma cachaça

fina, intensa e persistente. Remete ao caldo

da cana, com notas frutadas. Leve e equilibrada,

é macia, com retrogosto de frutas, gogoem

harmonia geral. Saiba mais em: http://www.

cachacadaquinta.com.br

• Gogó Da Ema: produzida e envasada na Fazenda

Recanto, localizada no município de São

Sebastião, região Agreste do estado de Alagoas,

a Gogó da Ema acumula medalhas nos mais

diferentes concursos anualmente. Conheça

mais: http://www.cachacagogodaema.com.br/

• Heats Brasil: Há dois anos no mercado, a HB

Agroindústria, produtora das cachaças Heats

Brasil e Seiva da Cana, vem se notabilizando

pela excelência dos produtos e também pela

produção, com capacidade para 200 mil litros

de cachaça por ano, porém sem perder a essência

que envolve a verdadeira cachaça de alambique.

www.heatsbrazil.com

• Porto do Vianna: novidade da Gouveia Brasil,

uma das únicas brasileiras a levar a medalha

Grand Gold em 2016, é uma homenagem à região

onde nasceu a bebida. Mais na página da

empresa no Facebook: https://www.facebook.

com/pg/gouveiabrasil

• Sagatiba Cachaça Envelhecida:

pertencente ao Grupo Campari, a

Sagatiba Envelhecida é fermentada

com uma levedura única, destilada

em alambique de cobre e envelhecida

por, pelo menos, dois anos em

barris de carvalho americano, com

torrefação intensa (ex-Bourbon).

Isso permite que o líquido penetre

na madeira, extraindo mais sabor,

aroma e cor. Mais em: http://sagatiba.com

• Cachaça Paratiana: levou nada

menos que três medalhas de ouro

para as versões Ouro, Ouro Extra

Premium e Paratiana Prata. Informações:

http://www.cachacaparatiana.com.br/

• Brasilberg: é um bitter especialíssimo,

da Underberg Brasilberg,

produzido com ervas amazônicas.

Informações: http://www.brasilberg.com

Medalhistas de Prata!

• Cachaça Santo Grau Coronel Xavier

Chaves Século XVIII (Cachaça):

é elaborada no engenho mais

antigo do Brasil ainda em funcionamento,

segundo a Embratur, que

data de 1755 e que pertenceu ao

irmão mais velho de Tiradentes,

o padre Domingos da Silva Xavier.

Informações em: https://www.facebook.com/CachacaSantoGrau/

.

• Cachaça Werneck Reserva Especial:

também Medalha de Ouro no Concours

Mondial de Bruxelles – Edição

Brasil 2017, a Werneck Reserva Especial

é armazenada por cerca de 1

ano em tonéis de Jequitibá e em sequência

mais 6 a 8 meses em barris

de Carvalho. Cristalina, límpida e de

brilho intenso,tem uma tonalidade

amarelo bem claro com nuances esverdeadas.

Para mais informações:

www.cachacawerneck.com

• Dose Clássica série Cristal:

Situada no município de

Aracruz, Estado do Espírito

Santo, a empresa utiliza

como fertilizante compostos

orgânicos da própria cana,

vinhoto e bagaço. Todo o

processo de produção é feito

de forma artesanal e

com a mais alta qualidade.

É armazenada em barris de

castanha-do-pará ou de aço

inox por um período, ficando

assim com sabor equilibrado

e macio. Mais em: www.

doseclassica.com.br

• Ypióca: recebeu Prata nas

versões 160 e também para

a Brasilizar Ouro Reserva

Especial, esta última uma

cachaça envelhecida um

ano em barris de carvalho, o

que a torna suave e complexa

em seus aromas e sabores.

Ideal para ser saboreada

pura ou em caipirinhas

e drinques especiais. Saiba

mais em: http://www.ypiocafogosanto.com.br/

• Jungle Gin: nascido e criado

nas montanhas de Minas

Gerais, combina botânicos

altamente selecionados às

águas cristalinas de nascentes

intocadas, nos tradicionais

alambiques de cobre

da região. É produzido em

pequenos lotes, cada garrafa

é engarrafada e numerada

pelas mãos de seus criadores.

Informações completas:

https://www.junglegin.

com.br .

• Heats Brazil, versão Ouro.

acompanhe a página da

empresa no Facebook: https://www.facebook.com/

heatsbrazil

131


Gran Première

Around the beer

world

As premiações para as cervejeiras brasileiras na Argentina, Alemanha, Austrália e

também no Reino Unido

World Beer Awards 2017

Recém-divulgado no final de setembro,

o World Beers Awards teve uma

excepcional participação de empresas

brasileiras. O evento, que tem estapas

nacionais e cuja final foi realizada

em Londres nesse ano, é considerado

uma das principais competições

internacionais no segmento. Confira

a seguir a lista de empresas brasileiras

premiadas (informações obtdas

diretamente no site http://www.

worldbeerawards.com/ ). Importante:

como sabemos a importância não

só de conhecer a lista de premiadas,

mas saber detalhes de quem são e os

seus diferenciais, na próxima edição

traremos entrevistas exclusivas com

os destaques.

Dark Beer - Barley Wine

Vendedora do país: Backer, com a

Cabral

Medalha de Ouro: SUD, com Barleywine

English Barleywine

Medalha de Prata: Baden Baden, com

a Red Ale

Dark Beer - Belgian Style Dubbe

vencedora do país: Wäls, com a Dubbe

Dark Bier - Belgian Style Strong

Medalha de Prata: Wäls, com a Quadruppel

Dark Bier - Black IPA

Vencedora do país: Backer, com a Las

mafiosas Corleone

Medalha de Prata: Cerveja Daoravida,

com a [78]

Dark Bier - English Brown Ale

Medalha de Ouro: Votus, com a 004

Dark Bier - Strong

Vencedora do país: Bohemia, com a

Wee Heavy

Flavoured - Chocolate & Coffee

Vencedora do país: Dama Bier, com a Fellas

Medalha de Ouro: Colorado, com a

Demoiselle

Medalha de Prata: Baden Baden, com

a Kaffee

Flavoured - Fruit & Vegetable

Vencedora do país: Lohn Bier, com a

Catharina Sour Uva

Medalha de Ouro: Capapreta, com a

Porter Berry Raspberry Porter

Medalha de Prata: Colorado, com a

Nassau

132


Gran Première

Medalha de Bronze: Dádiva, com a

Pink Lemonade Berliner Weisse

Herb & Spice - Herb & Spice

Vencedora do país: Lohn Bier, com a

Carvoeira

Medalha de Prata: Cevada Pura, com

a Belgian Tripel

Flavoured - Honey & Maple

Medalha de Ouro: Colorado, para a

Appia

Flavoured - Smoke

Vencedora do país: Königs Bier, com

a Rauchbier

Flavoured - Wood Aged

Vencedora do país: Baden Baden,

com a Stout Wood Aged

Vencedora do país: Backer (Três Lobos),

com a Bravo

Medalha de Ouro: Dama Bier, para

Reserva 6

Medalha de Ouro: Cevada Pura, com

a Wooden Rocket

Medalha de Prata: Baden Baden, com

a IPA Wood Aged

Medalha de Prata: Colorado, com a

Ithaca Wood Aged

Medalha de Bronze: Colorado, com a

Guanabara Wood Aged

Lager - Alcohol-Free

Vencedora do país: Schin, com a Zero

Alcool

Lager - Amber / Vienna

Vencedora do país: Bohemia, com a

Imperial

Medalha de Ouro: Bierland, com a

Vienna

Medalha de Prata: Lohn Bier, com a

Viena

Medalha de Bronze: Hausen Bier,

com a Vienna

Lager - Bock

Vencedora do país: Hausen Bier Bock

Medalha de Ouro: Baden Baden Bock

Lager - Czech Style Pale

Vencedora do país: Búzios, com a Armação

Medalha de Ouro: Wäls, com a Bohemian

Pilsner

Lager - Dark

Vencedora do país: Hausen Bier

Dunkel

Medalha de Ouro: Buzios Manguinhos

Lager - German Style Pale

Vencedora do país: Hausen Bier Pilsen

Medalha de Ouro: Cevada Pura German

Pilsen

Medalha de Prata: Eisenbahn Pilsen

Medalha de Prata: Cevada Pura Lemondrop

Lager - Strong

Vencedora do país Votus: 003

Pale Beer - Altbier

Vencedora do país Krug Bier: Skank

Medalha de Ouro: Eisenbahn Altbier

Pale Beer - Amber

Vencedora do País Cevada Pura Irish

Red ALE

Medalha de ouro: Leuven Red Ale

Pale Beer - Barley Wine

Medalha de Bronze: Lohn Bier Barley

Wine

Pale Beer - Belgium Style Ale

Vencedora do país: Sunset Brew, com

a Sunset Saison

Pale Beer - Belgium Style Blonde

Vencedora do país: Bierland, com a

Belgian Blond Ale

Medalha de Prata: AlphaBier, com a

Belgian Blond Ale

Pale Beer - Belgium Style Strong

Vencedora do país: Lohn Bier, com a

Quadruppel

Pale Beer - Belgium Style Tripel

Vencedora do país: Wäls, com a Trippel

Pale Beer - Biére De Garde / Saison

Vencedora do país: Canudos Belgian

Saison

Pale Beer - Bitter Over 5%

Vencedora do país: Capapreta, com a

English Pale Ale Extra Special Bitter

Pale Beer - Cream Ales

Vencedora do país: Colorado Murica

Pale Beer - Golden

Vencedora do País: Cervejaria O Motim,

com a Hell de Janeiro Hoppy Lager

Pale Beer - Imperial / Douple IPA

Vencedora do país: Wäls, com a Niobium

Medalha de Ouo: Leuven, com a IPA

Dragon

Pale Beer - Kölsch

Vencedora do país: Eisenbahn: Kölsch

Pale Beer - Pale Ale

Vencedora do país: Ekäut, com a APA

1817

Medalha de Ouro: Wäls Verano

Medalha de Prata: Lohn Bier Pale Ale

Medalha de Bronze: Bohemia 838

Pale Ale

Medalha de Bronze: Colorado Frangó

Pale Beer - Session IPA

Vencedora do país: Colorado Eugênia

Medalha de Ouro: Cevada Pura Session

Tropical IPA

Medalha de Prara: Wäls Session Citra

Speciality - Experimental

Vencedora do país: Maniacs Nitro IPA

Medalha de Ouro: Dádiva 3 Wild

Strong Golden Ale

Medalha de Prata: Lohn Bier Trippel

Speciality - Gluten Free

Vencedora do país: Krug Bier Submissão

133


Speciality - Rye

Vencedora do país: Dama Bier Tupi

Speciality - Flavoured Stout / Porter

Vencedora do país: Ekäut: Coffee

Stout

Medalha de Ouro: Sunset Brew, com

a Sunset Russian Imperial Stout

Speciality - Imperial Stout

Vencedora do país: Colorado, com a

Ithaca

Medalha de Ouro: Bierland Imperial

Stout

Medalha de Prata: Bohemia Stout

Speciality - Stout

Vencedora do país: O Motim, com a

Dubhlinn Irish Dry Stout

Medalha de Ouro: Monka Brewing,

com a Monkey Business Export Stout

Medalha de Prata, com a Brotas Dry Stout

Speciality - Sweet / Milk / Oatmeal

Stout

Vencedora do país: Cevada Pura Oatmeal

Stout

Wheat Beer - Bavarian Hefeweiss

Vencedora do país: Baden Baden

Weiss

Medalha de Ouro: Eisenbahn Weizenbier

Medalha de Prata: Bohemia 14 Weiss

Medalha de Bronze: Hausen Bier Weiss

Medalha de Bronze: Königs Bier Weizen

Wheat Beer - Belgium Style Witbier

Vencedora do país: Búzios, com a Brigitte

Medalha de Ouro: Leuven Witbier

Medalha de Prata: Baden Baden Witbier

Wheat Beer - Strong

Vencedora do país: Eisenbahn Weizenbock

South Beer Cup

Em sua sétima edição e conhecido

como a “Copa Libertadores” da Cerveja,

o South Beer Cup foi realizado

no final do primeiro semestre, em em

Mar del Plata, na Argentina. Das 81

medalhas distribuídas, o Brasil faturou

nada menos do que 43!

Em 2017 o concurso recebeu mais de

1.400 amostras de cerveja de toda a

América do Sul, que foram avaliadas

por um time de jurados de renome internacional.

Entre as brasileiras, destaque especial

para a Lohn Bier, que foi considerada a

“Melhor Cervejaria da América do Sul”

pelo número de premiações recebidas.

Na próxima edição aproveitaremos

o ensejo do Mondial de La Bière, no

RJ, agora em outubro, para trazer entrevistas

especiais e videoentrevistas

com as cervejarias premiadas nestes

três últimos concursos. Veja a seguir

a lista de brasileiras condecoradas no

South Beer Cup 2017:

Categoria Alternative Fermentables

Medalha de Ouro para a Colorado Appia

Categoria American Ale

Medalha de Prata para Formosa Meretriz

Categoria American India Pale Ale

Medalha de Prata para a Avós, com a

Vó Maria a Baixinha Porreta

Medalha de Bronze para a Ekäut IPA

Categoria American Red Ale

Medalha de Bronze para a Heilige

Double Red Ale

Categoria Belgian/French Ale

Medalha de Prata: Motim Canudos

Categoria Belgian Pale/Blonde Ale

Medalha de Ouro: Gram Bier Pecado

Medalha de Prata: Bierland Belgian

Blond Ale

Medalha de Bronze: Three Monkeys

Categoria Belgian Strong Ale

Medalha de Ouro: Lohn Quadruppel

Medalha de Prata: Wäls Dubbel

Medalha de Bronze: Wäls Trippel

Categoria Bock and Dark Lager

Medalha de Prata: Brotas Schwarzbier

Medalha de Bronze: Coruja Strix

Categoria Brown/Black Ale

Medalha de Prata: Roleta Russa

Categoria Coffee/Chocolate Beer

Medalha de Ouro: Von Borstel Kaffee Bier

Medalha de Bronze: Noi Cioccolato

134


Categoria European Amber Lager

Medalha de Ouro: Formosa Premium

Lager

Medalha de Prata: Königs Bier Rauchbier

Categoria Fruit Beer

Medalha de Bronze: Königs Sour Mossa

Categoria German Wheat

Medalha de Prata: Dama Bier Weiss

Medalha deBronze: Bierland Weizen

Categoria India Pale Ale

Medalha de Prata: Nói Amara Imperial

IPA

Categoria Irish Ale

Medalha de Prata: Kairós Baleeira

Categoria Light Lager

Medalha de Prata: Cervejaria Santa

Catarina, com a Saint Bier Pilsen

Medalha de Bronze: Cervejaria Avós,

com a Vó Maria e seu Lado Zen

Categoria Light Hybrid Beer

Medalha de Ouro: Mafiosa A Noiva

American Wheat

Medalha de Prata: Redcor Ryequeoparta

Medalha de Bronze:Patrona Game

Over Rye IPA

Categoria Other German Wheat/

Rye Beer

Medalha de Prata: Walfänger

Categoria Pilsner

Medalha de Ouro para a Motim Hell

de Janeiro

Medalha de Prata para a Brüder Pilsen

Medalha de Bronze para a Avós Pilsner

Categoria Porter

Medalha de Ouro: Tupiniquim Monjolo

Imperial Porter

Categoria Session India Pale Ale

Medalha de Bronze: Bragantina

Categoria Smoke/Wood-Aged Beer

Medalha de Ouro: Backer Bravo

Medalha de Prata: Wals Quadruppel

Barrel Aged Bourbon

Categoria Sour Ale

Medalha de Prata: Dama Maresia

Categoria Spice/Herb/Vegetale Beer

Medalha de Prata: Lohn Carvoeira

Categoria Stout

Medalha de Ouro: SÜD Oatmeal

Medalha de Prata: Saint Bier

Categoria Witbier

Medalha de Bronze: SÜD

Australian International

Beer Awards

Excelentes rótulos brasileiros também

foram destaque em mais um

concurso internacional, com resultado

divulgado o finalzinho de maio: o

Australian International Beer Awards,

que ocorreu em Melbourne. Foram

mais de 2 mil cervejas inscritas

de 358 cervejarias e 36 países representados.

Doze cervejarias brasileiras conquistaram

33 medalhas. Confira a seguir

a lista de premiadas:

Medalhas de Prata

- Bamberg, de Votorantim, SP: rótulos

Camila Camila e Rauchbier;

– Blauer Berg, de Timbó, SC: rótulo

Headspace.

– Cerveja Blumenau, de Blumenau,

SC: cerveja 1850 Barley Wine

– Itajahy, de Itajaí, SC: cerveja Octoporter

Robust Porter

– Redcor Cervejas, de Maringá, PR:

rótulo Pumpkinstein

Medalhas de Bronze

• Backer, de Belo Horizonte, MG: cervejas

Backer Cabral, Las Mafiosas

Corleone, Bravo e Reserva do Proprietário

• Baden Baden, de Campos do Jordão,

SP: rótulos Cristal, 1999, e Stout

Wood Aged – Wood Aged

• Bamberg, de Votorantim, SP: cerveja

Altbier, e Sepultura Ale

• Bohemia, do Rio de Janeiro, RJ: rótulo

Aura Lager

• Cervejaria Búzios, de Búzios, RJ:

cerveja Brigitte.

• Cerveja Blumenau, de Blumenau,

SC: cerveja Frida Blond Ale Blonde

• Cervejaria Colorado, Ribeirão Preto,

SP: Colorado Eugênia, Colorado Guanabara

Wood Aged, Colorado Ithaca e

Colorado Nassau

• DeBron Bier, de Jaboatão dos Guararapes:

rótulos DeBron Bangüê Amburana

Aged, DeBron Bangüê Barrel

Aged, DeBron Bangüê Cachaça Oak

Aged, DeBron Imperial Stout Cacahuatl,

e DeBron Weizen

• Itajahy, Itajaí, SC: cerveja Maré

Gose

• Cervejaria Redcor, Maringá, PR: rótulo

Ryequeoparta

• Cervejaria Wäls, de Belo Horizonte,

MG: Wäls Barrel Wheat, Wäls Dubbel,

Wäls Fruit Vintage, e Wäls Quadruppel

Barrel Aged Bourbon

European Beer Star

Também figurando como um dos

principais concursos cervejeiros do

mundo, o European Beer Star, da

Alemanha, divulgou em setembro a

premiação dada às cervejarias brasileiras.

Confira a seguir. Detalhes das

cervejarias estarão presentes em entrevistas

também na próxima ediçao.

Medalhas de Ouro

- Baden Baden Bock

- Dama Pilsen

- Eisenbahn Weizenbock

Medalhas de Prata

- Baden Baden Celebration Inverno

- Brotas Schwarzbier

Medalhas de Bronze

- Bamberg Rauchbier

- Bamberg Schwarzbier

- Bierland Russian Imperial Stout

- Lohn Bier Carvoeira

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