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Revista Carta Premium - 4a edição (São Paulo, Brazil)

A nossa quarta edição traz diversas reportagens sobre cachaças, cervejas e vinhos premiados em 2017 no Brasil e no mundo, dicas para montagem de espaço de degustação, harmonização de prato com vinho, reportagens de campo de visitas a alambiques e muito mais!

A nossa quarta edição traz diversas reportagens sobre cachaças, cervejas e vinhos premiados em 2017 no Brasil e no mundo, dicas para montagem de espaço de degustação, harmonização de prato com vinho, reportagens de campo de visitas a alambiques e muito mais!

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Sob o DNA da Inovação<br />

A partir dessa <strong>edição</strong> consolidamos ainda mais o nosso trabalho<br />

especial de abordar de uma forma única, inovadora e completa o segmento<br />

de bebidas especiais no Brasil, ratificando nosso compromisso<br />

de aprimorar sempre e de contribuir com o desenvolvimento de um<br />

mercado de grande valia para o crescimento de nosso próprio País.<br />

Nos últimos dois meses intensificamos ainda mais as visitas a<br />

alambiques, cervejarias, vinícolas e eventos especiais, desde confrarias<br />

a feiras de negócios, nacionais e internacionais, indo realmente<br />

a campo para conhecer de perto o por quê do sucesso que vem sendo<br />

alcançado pelas bebidas brasileiras de excelência.<br />

As edições no formato revista full web (online, para download<br />

e leitura em smartphones e outras plataformas de acesso,<br />

e formato Facebook) da <strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong> passam agora a ser<br />

bimestrais, e com um tipo de abordagem com conteúdo editorial<br />

aprofundando os principais acontecimentos em destaque dos<br />

últimos dois meses, concursos, lançamentos e eventos de grande<br />

relevância e que em nosso cotidiano conturbado de profissionais<br />

da área poderiam passar despercebidos; sempre com reportagens<br />

completas e com a exclusividade e trabalho de apuração<br />

e inovação que marcam o nosso objetivo desde o lançamento do<br />

Portal em janeiro de 2016 ou desenvolvimento da revista em<br />

2013 como projeto de inovação acadêmica.<br />

Também a partir de outubro, o Portal e nossas redes sociais<br />

passam a ter um papel ainda mais especial na cobertura semanal<br />

dos acontecimentos para o setor profissional (bares, restaurantes,<br />

profissionais de A&B e produtores), antecipando aos cerca<br />

de 1.000 visitantes diários também temas, entrevistas e<br />

reportagens que se farão presentes nas próximas edições,<br />

abrindo ainda mais espaço para o próprio mercado profissional<br />

trazer as dicas essenciais para melhorias globais.<br />

Estamos ampliando ainda mais nossa cobertura jornalistica,<br />

de forma a que possamos realmente contribuir cada vez<br />

mais intensamente com o desenvolvime nto de um setor<br />

forte, ainda mais consolidado, inovador e profissional.<br />

Esperamos, dia a dia, reportagem a reportagem, entrevista<br />

a entrevista, consolidar esse nosso papel de veículo jornalístico<br />

pioneiro e referência no setor. E gradativamente,<br />

outras mudanças serão implantadas, como colunistas convidados,<br />

edições especiais bilíngües com envio para leitores<br />

internacionais, entre outras novidades.<br />

Como destaque dessa <strong>edição</strong>, indicamos nosso trabalho de<br />

campo ao visitar os alambiques das cachaças Companheira,<br />

no Paraná, Itupeva (Alambique JP), em <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>, e<br />

também a Canarinha, em Salinas; ou ainda umt trabalho<br />

de apuração em que juntamos mais de 100 lançamentos<br />

cervejeiros dos últimos meses.<br />

Um grande abraço a todos, ótima leitura e estamos à<br />

disposição: redacao@revistacartapremium.com.br<br />

Equipe <strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong><br />

CAPA: a foto principal da capa e<br />

outras em destaque na visita ao<br />

alambique da Companheira foram<br />

cedidas pelo excelente fotógrafo Juarez<br />

Soares. Conheça o trabalho em<br />

www.juarezsoaresfotografia.com<br />

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N<br />

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Compan<br />

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In Loco<br />

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In Loco<br />

Por onde<br />

estivemos?<br />

De Jandaia do Sul, no PR, passando por Itupeva em<br />

SP, e indo desvendar os segredos de Salinas, MG,<br />

quase na divisa com a Bahia, conhecemos de perto<br />

três alambiques e a aposta na cachaça como a grande<br />

bebida do momento, além do segredos de como<br />

aproveitar o novo “boom” de apreciação no mercado<br />

nacional e internacional<br />

atanel Bonicontro, engenheiro,<br />

reendedor e diretor da Cachaça<br />

heira (Juarez Soares Fotografia<br />

ww.juarezsoaresfotografia.com)<br />

Trabalho de campo é trabalho de<br />

campo, e só em campo para entender<br />

a importância de apurar in loco algumas<br />

informações.<br />

Passado pouco mais de um ano do<br />

lançamento da nossa primeira <strong>edição</strong>,<br />

a <strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong> tem intensificado o<br />

“pé na estrada”, não só para conhecer<br />

e apresentar os melhores produtos e<br />

produtores para um País que tem dimensões<br />

continentais, mas também<br />

para elucidar questões importantes<br />

e apontar tendências no mercado de<br />

bebidas especiais no Brasil, indicando<br />

oportunidades importantes para<br />

bares, restaurantes, hotéis e empreendimentos<br />

focados em alimentação<br />

fora do lar, bem como os melhores<br />

produtos para os próprios apreciadores<br />

de bebidas finas, que ainda deconhecem<br />

a maior parte, tamanha a<br />

gama de marcas existentes.<br />

Junho, julho e agosto foram meses de<br />

pegar estrada do Sul à divisa com o<br />

Nordeste, com foco na bebida de patente<br />

nacional que está conquistando<br />

o mundo: a cachaça. E não foram<br />

poucos os bons exemplos que conhecemos<br />

de perto.<br />

Triplamente dourada em 2016, com<br />

medalhas inéditas e importantes<br />

para o mercado brasileiro, a Cachaça<br />

Companheira, de Jandaia do<br />

Sul, no PR, foi, digamos, motivo de<br />

nossa visita com traje de gala.<br />

Terceira melhor bebida brasileira<br />

do gênero segundo o Ranking Cúpula<br />

da Cachaça, um dos mais disputados<br />

do País, e que terá nova<br />

apuração agora em 2018, a Companheira<br />

possui versões que já faturaram<br />

Medalha de Ouro no Concurso<br />

de Degustação às Cegas da Expocachaça,<br />

Medallha de Ouro e Prata<br />

no Spirits Selecion, concorrido concurso<br />

internacional do Mundial de<br />

Bruxelas, entre outras premiações,<br />

a Companheira fez uma pausa nesse<br />

ano nos concursos para inovar e<br />

finalizar seu projeto de um charmoso<br />

e requintado espaço de degustação<br />

no Alambique.<br />

O projeto segue à risca não só as oportunidades<br />

criadas com o turismo rural,<br />

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In Loco<br />

mas também a maior apreciação da cachaça como destilado<br />

superior e de excelência e também a procura cada vez maior<br />

dos profissionais de A&B por informações e conhecer de perto<br />

como é feita a bebida, como podem utilizá-la e as vantagens<br />

em relação a outros produtos.<br />

Amplo, moderno e aconchegante, com um mix variado de<br />

produtos capaz de agradar os mais exigentes apreciadores,<br />

o local une loja, espaço de degustação e também para<br />

workshops. Além disso, de forma agendada, permite a visitação<br />

técnica ao alambique, cujas instalações estão ao<br />

lado, roteiro no qual há a explicação de todo o processo de<br />

produção, desde a moagem da cana até o resultado final,<br />

engarrafamento, armazenagem e envelhecimento.<br />

“Nosso objetivo foi criar um espaço que pudesse enaltecer<br />

e valorizar cada vez mais nosso destilado brasileiro, um<br />

produto que ainda precisa e pode ser muito bem trabalhado<br />

não só pelos produtores, mas também pelos pontos<br />

de venda, de forma a desmistificá-lo e manter esse reposicionamento<br />

da forma que precisa ser entendido hoje:<br />

uma bebida superior. Assim como reconhecemos a tequila<br />

do México, a vodca da Rússia, precisamos quebrar<br />

essa barreira principalmente de forma interna de tratar<br />

a cachaça como bebida inferior. Em outros países<br />

já caminha bem esse reconhecimento e novo momento<br />

da bebida brasileira. Entretanto, mesmo lá<br />

fora, ainda é preciso separar caipirinha e cachaça,<br />

pois há uma confusão do drinque com o destilado<br />

com o qual é produzido e muitos pensam que o<br />

destilado base se chama caipirinha e não cachaça.<br />

Aqui o problema é o preconceito ainda existente<br />

dos consumidores, mas que vem perdendo espaço<br />

com o avanço das bebidas especiais e premiadas,<br />

como é o caso das nossas”, explica Sara de Brito<br />

Bonicontro, diretora executiva.<br />

O espaço pode ser entendido de duas formas.<br />

Por um lado, o institucional serve de vitrine para<br />

apresentar e aproximar a Companheira dos consumidores<br />

finais e profissionais. Por outro, reflete<br />

exatamente a tendência de consagrar a cachaça<br />

de qualidade dentro de um novo patamar, próximo<br />

do que ocorre, por exemplo, com o uísque<br />

ou vinhos finos, apoiando essa cultura da valorização.<br />

“Deveremos ter workshops indicando harmonização,<br />

cursos de mixologia, de degustação,<br />

entre outras atividades. Podemos trazer bartenders,<br />

proprietários de bares, restaurantes, hotéis,<br />

apreciadores, etc.”.<br />

Sara lembra que “adentrou” ao projeto do pai, sr.<br />

Natanael, em 2012 justamente para ‘arrumar a<br />

casa’ e pensar ações e posicionar a cachaça dentro<br />

desse novo patamar. Desde 2005 presente no<br />

mercado, a Companheira tem feito este percurso<br />

de reapresentação da cachaça entre os melhores<br />

destilados mundiais e esse continua sendo o foco<br />

da empresa.”Fizemos um caminho de apresentação<br />

externa e interna e agora estamos refazendo o<br />

caminho, reforçando essa imagem, para depois dar<br />

passos mais além tanto dentro quanto fora do País”.<br />

Um pouco mais do projeto<br />

Paulista do ABC, com sotaque meio salada mista entre<br />

o carioquês (onde morou), paranaense (onde mora<br />

atualmente) e até o paulistanês, a arquiteta Aline<br />

Mantovani foi a responsável por idealizar e transformar<br />

em realidade o projeto do alambique-loja-espaço<br />

de degustação da Companheira.<br />

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In Loco<br />

“Conheci a Raquel, filha do sr. Natanel,<br />

e a família desde quando era<br />

criança e morava no Rio de Janeiro.<br />

O sr. Natanel trabalhava no Rio de<br />

Janeiro e iniciamos amizade que temos<br />

até hoje. Seguimos nossos caminhos<br />

profissionais e anos atrás,<br />

quando eu estava morando em Maringá,<br />

a Raquel me convidou para fazer<br />

uma ‘reforminha’ aqui no alambique.<br />

A loja tinha na época apenas um<br />

30 m2. Fiz até o projeto de reforma,<br />

mas juntos avaliamos que no fundo<br />

seria ideal mesmo demolir e fazer<br />

algo novo, pensando em algo novo,<br />

bem diferenciado. Eu tive então que<br />

naturalmente me inteirar totalmente<br />

sobre o universo da cachaça. A Raquel<br />

já tinha feito alguns eventos no<br />

Rio, no Copacabana Palace e em outros<br />

empreendimentos, sempre destacando<br />

a bebida e a sua qualidade.<br />

Estive presente em um dos eventos,<br />

que teve a presença de um cachacier,<br />

que até me presenteou com um livro.<br />

Foi a partir daí que tive a real noção<br />

desse mercado e do que realmente o<br />

projeto deveria espelhar. Tornei-me<br />

ali também uma apreciadora, entendi<br />

que a’cachaça’ era uma bebida totalmente<br />

diferente da forma com que<br />

era tratada ainda no mercado, não<br />

era a ‘pinga’, era cachaça!”.<br />

Aline lembra que no projeto inicial,<br />

a proposta era que os visitantes não<br />

entrassem na loja, havia tudo sido<br />

pensado como ponto de venda. Mas,<br />

tudo mudou. Quanto mais conheceu<br />

a respeito da bebida e da proposta,<br />

mais entendeu o quanto precisava<br />

promover este contato com todo o<br />

valor agregado que cerca o produto.<br />

“Deixamos de lado essa ideia de apenas<br />

prateleiras simplesmente para<br />

exposição e venda do produto para<br />

criar um ambiente em que o visitante<br />

pudesse realmente adentrar a esse<br />

universo, quase um ambiente de exposição.<br />

É um epaço com charme,<br />

requinte e em que as pessoas podem<br />

sentir o prazer de estar ali e poder degustar<br />

algo diferenciado”.<br />

Em meio à finalização do projeto da<br />

Companheira, Aline já recebeu convte<br />

para criação de outro espaço gastronômico,<br />

comprovando a tendência, dessa<br />

vez para uma cervejaria artesanal.<br />

“Acredito sim que seja uma tendência,<br />

porque cria essa proximidade com o<br />

consumidor e permite a ele provar tudo o<br />

que está agregado a um produto de qualidade.<br />

O ambiente precisa estar realmente alinhado<br />

com a proposta do produto, promovendo reconhecimento<br />

e posicionamento”.<br />

Palavra de empreendedor<br />

Claro que em nossa visita também aproveitamos<br />

para dar uma palavrinha com o<br />

idealizador de tudo, o engenheiro químico<br />

Natanael Bonicontro, feliz com toda a receptividade<br />

e com a realização e consolidação<br />

do seu sonho.<br />

Natanael lembra que tudo nasceu desse<br />

desejo de fazer da cachaça um produto de<br />

dar orgulho, tirando a imagem negativa de<br />

uma bebida de qualidade inferior. “Se antes<br />

a proposta das cachaças era aquele alinhamento<br />

com o artesanal, que precisa sim se<br />

manter na esssência, com a rusticidade, é<br />

preciso deixar de lado a parte negativa da<br />

imagem, aquele barracão velho, cheio de<br />

poeira, com algumas teias de aranha, que<br />

só depõem contra os melhores produtos,<br />

etc. Nossa proposta é justamente a visão<br />

que precisa se ter hoje da cachaça: um produto<br />

elegante, moderno, nobre. Investimos<br />

nesse novo espaço aqui porque vemos a<br />

cachaça dessa forma, tanto que queremos<br />

transformar nosso alambique em um refinado<br />

local turistico. Nós já temos ótima visitação<br />

e queremos ainda mais incrementá-<br />

-la”, pontua. “Todos os clientes que<br />

vieram nos visitar, mesmo antes da<br />

inaguração oficial, fizeram questão de<br />

tirar fotos, selfies, pois se impressio-<br />

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In Loco<br />

Também multipremiada, a Itupeva mostrou à<br />

nossa reportagem alguns de seus segredos<br />

naram com o ambiente que traz sim o rústico, mas aliado<br />

ao requinte, o que ajuda a promover e consolidar a nova<br />

imagem que queremos propagar da cachaça”, completa.<br />

Ele lembra que a cachaça está em processo de mudança de<br />

concepção e de avaliação. “Muita gente não sabe ainda que<br />

existe cachaça muito melhor ou lado a lado com qualquer<br />

outro destilado no mundo. As cachaças que se popularizaram<br />

no Brasil em anos, décadas anteriores, não eram boas,<br />

não tinham valor agregado e não formaram uma boa imagem.<br />

Podemos fazer um paralelo com o vinho nacional, com<br />

a cerveja. Há todos os tipos de versões dessas bebidas, mas<br />

nem todas realmente são boas, têm valor agregado, muitos<br />

optam pelo baixo custo de produção e baixo valor de venda.<br />

E foram essas cachaças que acabaram abrindo o mercado<br />

lá fora, então também precisamos mudar a cultura aqui e<br />

no exterior, pois o gringo ainda vê a cachaça como bebida<br />

para fazer a caipirinha e não para degustar como faz com<br />

outros destilados. Quando conhecem um produto melhor,<br />

uma cachaça superior, eles se surpreendem tanto que não<br />

acham que é a mesma bebida”.<br />

Além dos países que já reconhecem e têm procurado este<br />

destilado excepcional brasileiro, como a Alemanha, China,<br />

EUA, Natanael destaca o crescimento e a ótima receptividade<br />

em Portugal. “Temos feito um trabalho de ‘formiguinha’<br />

por lá e a apreciação tem sido enorme! Nós somos pequenos<br />

então estamos buscando países que possamos atender à<br />

demanda. Por meio de um parceiro, fizemos a degustação<br />

em diversos bares e restaurantes, e estamos começando<br />

a comercializar regularmente. Também estamos caminhando<br />

nas vendas para os EUA”.<br />

Para Natanael, o destilado e o mercado de bebidas<br />

alcoólicas em geral, é uma ótima oportunidade para<br />

bons produtos. “Está no contexto de diversão, comemoração,<br />

apreciação, em um contexto social de<br />

alegria, de encontro. Por isso precisa corresponder<br />

a esta expectativa de brindar bons momentos. E de<br />

todos os destilados no mundo, parece que a cachaça<br />

é o destilado que tem maior oportunidade de crescimento,<br />

de conquista de novos patamares. Tanto que<br />

muitos produtores brasileiros já foram comprados<br />

ou integrados a grupos internacionais. Por outro<br />

outro lado, são estes grupos que acabam virando<br />

um entrave a nós, pequenos produtores, pois eles<br />

têm maior capilaridade de distribuição lá fora, incentivos,<br />

etc. Por exemplo: se nós engarrafássemos<br />

a cachaça em Portugal, pagaríamos 25% a menos de<br />

imposto. Mas quem tem engarrafor em Portugal? Só<br />

os grandes mesmo, que engarrafam em suas filiais<br />

ao redor do mundo”.<br />

Posicionamento dos bares<br />

Outro mudança de cultura que Natanael propõe é no<br />

consumo e no oferecimento em bares e restaurantes,<br />

que ainda adquirem os produtos pensando unicamente<br />

no preço e no quanto podem lucrar. “Alguns proprietários<br />

de bares e restaurantes ainda acreditam que o lucro<br />

está em comprar algo não tão bom por um preço bem<br />

barato e vendê-lo por um preço bem caro. Não vejo por<br />

esse lado. Ele precisa entender que se um cliente provar<br />

aquela bebida e realmente gostar ele vai provar não mais<br />

1, e sim mais 3, 5, até 10 doses, quem sabe optar por<br />

comprar a garrafa! E vai retornar para provar mais. A<br />

margem de lucro se torna muito mais viável. Outra coisa<br />

coisa que é preciso entender é o papel de cada um no<br />

consumo. Quem tem o dinheiro é o consumidor, quem<br />

tem o produto é o produtor. Ele é o ponto de união entre<br />

os dois e não adianta nos tempos de hoje colocar lucros<br />

absurdos intermediando a negociação. E o consumidor<br />

quer e busca produtos melhores. Então por que ele vai<br />

insistir em produtos que o consumidor já sabe que não<br />

tem valor agregado. O mercado quer coisa boa e pagará<br />

o preço de acordo com o que o produto representa. Preço<br />

por preço simplesmente, não se leva vantagem em os<br />

produtos de outros países”, conclui o executivo.<br />

Na questão novidades, a empresa está em vias de lançar<br />

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In Loco<br />

uma versão mais do que especial, a envelhecida por 12<br />

anos em carvalho . “Será uma linha bem seleta, com<br />

garrafas numeradas, que com certeza vai conquistar<br />

os paladares ainda mais exigentes e consolidar nosso<br />

posicionamento. Uma <strong>edição</strong> limitada, com apenas<br />

1.200 a 1.500 garrafas, com previsão já para 2018”,<br />

antecipa Sara.<br />

Mais informações sobre a Companheira estão no novo site<br />

da empresa: http://cachacacompanheira.com.br/ .<br />

No interior paulista<br />

Medalha Grande Ouro (equivalente a duplo ouro)<br />

na última <strong>edição</strong> do Concurso Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil, a Cachaça Itupeva é produzida pelo<br />

Alambique JP no Sítio Serra do Japi, na própria cidade<br />

homenageada em seu nome, há pouco menos<br />

de 1 hora da capital. Visitamos e conhecemos de perto<br />

o singular alambique que passo a passo quer dar o<br />

salto de se tornar presente em outras regiões do país<br />

e no exterior. Atualmente, o Alambique JP apresenta<br />

uma produção anual de 50 mil litros, com capacidade<br />

de expansão para 200 mil litros ano. A maior<br />

parte das vendas é realizada diretamente aos visitantes<br />

que vão ao empreendimento. “Com 69 anos no<br />

mercado, nossas cachaças tradicionais, JP Branca<br />

e Amarelinha, estão presentes em grande parte dos<br />

bares de Jundiaí, Cabreúva, Itupeva, Salto, etc. Nossa<br />

linha premium é mais recente. Entramos nesse<br />

segmento a apenas 3 anos e nossa produção ainda<br />

é pequena. No entanto, apostamos nesse segmento<br />

pois temos colhido bons frutos. O primeiro foi a premiação<br />

no Mundial de Bruxelas, com a Itupeva Armazenada<br />

em Umburana e mais recente, as quatro<br />

medalhas do concurso estadual, com nossa versão<br />

tradicional e as cachaças Itupeva, nas versões Umburana,<br />

Carvalho 5 Anos e Cristal”, destaca Fernando<br />

Tonoli, Engenheiro Agrônomo, Mestre em Microbiologia<br />

eresponsável técnico pela produção.<br />

Quem visita o local percebe a linha do Alambique JP<br />

é variada. A empresa tem bebidas mistas como Canelinha,<br />

Coquinhho, todos devidamente registrados<br />

e em processo de desenvolvimento de novas embalagens<br />

e rótulos, além de vinhos, tanto de mesa quanto<br />

finos. “A uva que usamos para os vinhos de mesa<br />

é produzida aqui mesmo em nossa propriedade. Já<br />

os vinhos finos são produzidos com uvas trazidas de<br />

Caxias do Sul, no RS”, explica o entrevistado.<br />

Ao fazer um balanço dos últimos cinco anos, Fernando,<br />

que também possui especialização em açúcar e álcool<br />

e assumiu a posição de inovação e a linha de frente dos<br />

produtos da empresa, lembra que o empreendimento tem<br />

aos poucos mudado o foco de venda de modo aacompanhar<br />

um novo posicionamento da cachaça no mercado. “Fazendo<br />

uma linha de tempo, nos últimos cinco anos crescemos<br />

pouco em produção, pois tínhamos o foco de venda na tradicional,<br />

com baixo valor agregado, e sua demanda vem<br />

caindo ano a ano, enquanto que as versões premium têm<br />

sua demanda aumentada cada vez mais. Há um perfil de<br />

transição do cliente que passou a apreciar e procurar as<br />

versões com maior valor agregado. A nossa Umburana, por<br />

exemplo, é comercializada por R$ 40 diretamente no alambique,<br />

enquanto nos pontos de venda pode alcançar R$ 80<br />

a garrafa. Já o litro de nossa tradicional branca pura vendemos<br />

a R$ 10. Se pensarmos em uma precificação de dose<br />

em um bar ou restaurante a R$ 15, R$ 20 a dose, o produto<br />

premium, que é o mais procurado hoje nos bares, se torna<br />

ainda mais atrativo para os empreendimentos, já que uma<br />

garrafa pode proporcionar em média 15 doses”, detalha.<br />

Um pouco de história<br />

O bisavô do produtor adquiriu a propriedade em 1925,<br />

mas o engenho existe desde 1890. No entanto, a fazenda<br />

mudou de cultura e decidiu apostar produção de café, porém<br />

foi acometida pela crise do café em 1929.<br />

Família Tonoli unida: irmãos, pai e avô com sua<br />

linha de cachaças premiadas<br />

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In Loco<br />

“Meu bisavô tinha um bom capital,<br />

mas a crise trouxe grandes perdas<br />

perdeu imóveis e outros bens para<br />

o banco. A única coisa que realmentese<br />

manteve foi a fazenda. A<br />

crise fez com que meu avô e seus irmãos<br />

buscassem outras formas de<br />

rendimento. Uma antiga olaria foi<br />

reativada, começaram a criar gado<br />

e cultivar outras culturas, como<br />

ameixa e uva. Em 1948 decidiram<br />

por reativar o alambique, que não<br />

parou mais de funcionar desde então,<br />

e no próximo ano completará<br />

70 anos de funcionamento ininterrupto.<br />

Em comemoração, lançaremos<br />

uma versão especialíssima em<br />

2018. Hoje produzimos na faixa de<br />

50 mil litros ano, e ainda ganhamos<br />

no volume e não propriamente<br />

no preço. Nossa ideia é transformar<br />

cada vez mais os produtos em<br />

especiais com valor agregado. No<br />

momento não queremos aumentar<br />

nossa produção, mais qualificar<br />

ainda mais a linha”.<br />

Com as medalhas e premiações conquistadas<br />

nos últimos anos, Fernando<br />

aponta que a intenção é ampliar cada<br />

vez mais a visibilidade da empresa.<br />

Se o bisavô foi um empreendedor,<br />

o avô e também o pai de Fernando<br />

souberam manter o DNA de empreendedorismo.<br />

O pai, formado em Engenharia Agrícola,<br />

foi responsável pela modernização<br />

da estrutura do alambique,<br />

otimizando todo o ciclo produtivo.<br />

“Da minha parte estou voltado agora<br />

ao ciclo qualitativo, tornando ainda<br />

melhores nossos produtos. A nossa<br />

cachaça tem um Q de empreendedorismo,<br />

de tradição, de cientificismo<br />

e de inovação”.<br />

Linha desejada<br />

Com 4 tonéis de 35 mil litros e 5 tonéis<br />

de 5 mil litros, todos de amendoim,<br />

a empresa está cada vez mais<br />

voltada ao armazenamento das suas<br />

cachaças, que ficam de 9 meses a 1<br />

ano armazenadas, ajudando a realçar<br />

ainda mais a qualidade, saboraroma<br />

que já têm.<br />

Para a linha premium, a empresa<br />

vem investindo na aquisição de barris<br />

de carvalho americano e umburana,<br />

todos de primeiro uso.<br />

Entre as novidades, a empresa está<br />

preparando o relançamento de sua<br />

cachaça de marca Japi, que foi a<br />

primeira utilizada. Outra novidade<br />

em desenvolvimento da empresa é<br />

uma linha especial de gim, seguindo<br />

a tendência de nova apreciação dessa<br />

bebida em todo o mundo<br />

Em 2015, a Itupeva empresa exportou<br />

cerca de 5 mil litros para Miami,<br />

com rótulo terceirizado, para<br />

uma empresa que queria justamente<br />

uma linha de produtos apenas<br />

para vender para fora do País.<br />

A Canarinha recebe em seu alambique visitantes<br />

nacionais e internacionais (veja a seguir)<br />

Outra cachaça bem conhecida do<br />

mercado, a Gavena também é produzida<br />

pelo Alambique JP. “Prezamos<br />

pela qualidade eo sensorial da<br />

cachaça. Produzimos uma bebida<br />

realmente suave e marcante, pontos<br />

importantes para o consumidor”,<br />

explica.<br />

A Itupeva pretende expandir as vendas<br />

no próprio local, tornando-se<br />

um ponto turístico ainda mais visitado.<br />

“Queremos construir um empório<br />

ao lado do alambique, aproveitando<br />

também para comercializar<br />

queijos, doces e outros produtos<br />

locais. Teremos um espaço para degustação<br />

e alguns atrativos para a<br />

família, como viveiros com pavões,<br />

marrecos, parquinho, entre outro”,<br />

finaliza.<br />

Saiba mais sobre o Alambique JP e<br />

seus produtos em<br />

http://www.sitioserradojapi.com.<br />

br/alambique/.<br />

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17


In Loco<br />

Visitantes de todo o País e internacionais vão “direto à<br />

fonte” comprar os produtos da Canarinha. Ao centro,<br />

Eilton, responsável pela marca<br />

Qualidade hereditária<br />

De <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong> também partimos para Salinas,<br />

Norte de MG, não muito distante da divisa com<br />

a Bahia.<br />

Em sua sua 16a <strong>edição</strong> e referência não só<br />

no Brasil mas como em todo mundo, o Festival<br />

Mundial da Cachaça da cidade, foi um dos<br />

motivos de nossa visita, para ver de perto esssa<br />

ligação tão forte entre tradição, produção e consumo<br />

desse destilado basileiro.<br />

Como a maioria dos alambiques não era tão<br />

próximo da cidade, escolhemos um em especial<br />

para fazer nossa visita, o da cachaça Canarinha.<br />

Seu responsável, o sr. Eilton, provém de uma<br />

família que parece ter nascido sob o propósito<br />

de criar verdadeiras receitas únicas na questão<br />

cachaça e elevar o produto aos melhores destilados<br />

mundiais: a família<br />

Santiago, dos lendários Anísio<br />

e Noé Santiago, que entre rótulos<br />

emblemáticos consagraram<br />

a reconhecida Havana e<br />

a própria Canarinha. Eilton<br />

Santiago Soares é filho de Noé<br />

Santiago, falecido em 2008,<br />

este por sua vez sobrinho de<br />

Anísio Santiago. A Havana é<br />

produzida em Salinas desde<br />

a década de 1940 e por Decreto<br />

Municipal é “Patrimônio<br />

Cultural Imaterial de Salinas”<br />

em razão de sua reconhecida<br />

história, qualidade e notoriedade<br />

no mercado brasileiro e<br />

no exterior.<br />

“Quem conhece a Canarinha<br />

sabe exatamente o que tem<br />

dentro da garrafa. É única<br />

no sabor, no jeito de fazer, na<br />

tradição. Todo ano, por exemplo,<br />

vem um pessoal do Rio e<br />

de Minas com seus garrafões<br />

para levar quase todo meu estoque,<br />

ultimamente tenho até<br />

restringido a venda pois senão<br />

não tenho como atender outros<br />

clientes. Cada um vem e<br />

quer levar 20 litros, assim até<br />

eu fico sem”, brinca o empreendedor.<br />

Seguindo a tradição, mistério<br />

e tudo que cerca a lenda da<br />

cachaça de Salinas, a Canarinha<br />

é bem artesanal, e começa<br />

aos poucos se estruturar<br />

para receber cada vez mais<br />

visitantes ávidos por conhecer<br />

cada detalhe de como se faz<br />

uma bebida especialíssima.<br />

Durante nossa visita, conhecemos<br />

de perto todo a produção, a<br />

rusticidade e a áurea de tradição<br />

no preparo. E tivemos oportunidade<br />

de uma rápida conversa<br />

com um apreciador internacional, o<br />

japonês Go Shukuguchi que trabalha<br />

no Bar Blen Blen Blen <strong>Brazil</strong>ian and<br />

All About Black Music, um gastropub<br />

na capital Tóquio, no Japão. Go<br />

é apreciador do destilado brasileiro e,<br />

claro, no bar não faltam rótulos como<br />

a Seleta, Germana, Maria Izabel,<br />

Claudionor e Leblon, e até as tradicionais<br />

Tatuzinho, Pitu e Velho Barreiro.<br />

“Destilado brasileiro pedem muito por<br />

lá. Não temos produto semelhante no<br />

Japão e sempre que posso venho buscar<br />

direto da fonte. <strong>São</strong> ótimos para<br />

surpreender nos drinques”, destaca.<br />

Eilton, que é presidente da<br />

Apacs (Associação dos Produtores<br />

Artesanais de Cachaça<br />

de Salinas), lembra que a principal<br />

característica da região é<br />

esse jeito singular na produção<br />

da bebida. “Além do processo<br />

que segue uma tradição de produção<br />

as melhores cachaças,<br />

que está no DNA da minha família,<br />

selecionamos bem tudo o<br />

que utilizamos, com cuidados<br />

especiais no plantio e na colheita<br />

da cana. Tudo para que<br />

o resultado final não só supere<br />

mas atenda à expectativa do<br />

que realmente vai ser encontrado<br />

dentro da garrafa”.<br />

A Canarinha completará agora<br />

em 2018 30 anos de mercado,<br />

hoje como uma das mais importantes<br />

marcas da região. Envelhecida<br />

em barris de bálsamo,<br />

outra característica da região, a<br />

Canarinha está entre as 20 melhores<br />

cachaças do Brasil segundo<br />

a segunda <strong>edição</strong> do Ranking<br />

Cúpula da Cachaça, tendo sido<br />

premiada também no ranking<br />

das revistas Vip e Playboy.<br />

Mais detalhes em https://www.facebook.com/cachacacanarinha/<br />

.<br />

18


19


Padrão Cinco Estrelas<br />

Charme em perfil<br />

“Há uma valorização da marca espelhada ao ambiente, pois oferecer um bom<br />

produto e ter serviço de qualidade são elementos básicos”<br />

2016 e comecei a fazer alguns<br />

trabalhos de arquitetura de<br />

interiores, decoração de apartamentos,<br />

casas , escritório,<br />

etc. As coisas simplesmente<br />

foram fluindo espontaneamente.<br />

Hoje trabalhamos<br />

com projetos arquitetônicos<br />

co-merciais e residenciais, interiores<br />

( decoração), urbanismo,<br />

paisagismo e também<br />

administração de obras, entre<br />

outros. Meu último projeto e<br />

administração de obras foi a<br />

loja do Alambique da Cachaça<br />

Companheira, o que, pra<br />

mim, foi um grande privilégio.<br />

Agora estamos no desenvolvimento<br />

de um novo projeto,<br />

um brewpub, onde além<br />

de vender a cerveja também<br />

se produz artesanalmente.<br />

Responsável pelo projeto do requintado<br />

espaço de degustação e loja do<br />

Alambique Companheira, a arquiteta<br />

Aline Mantovani traz dicas importantes<br />

de como criar ambientes que proporcioname<br />

prazer ao olhar e paladar.<br />

Acompanhe a seguir um entrevista<br />

completa<br />

<strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong>: Poderia comentar um<br />

pouco sobre sua formação profissional?<br />

Arquiteta Aline Mantovani: Formeime<br />

na Unicesumar em Maringá, em<br />

2011, realizei em Florianópolis no<br />

IPOG o MBA Gerenciamento de Ob-<br />

ras, Qualidade & Desempenho da<br />

Construção. Mudei então para o Rio<br />

de Janeiro no ano de 2013, onde trabalhei<br />

com a Projetos de Parques<br />

Urbanos/Fluviais durante três anos<br />

para o Governo do Estado. Neste<br />

período tive a oportunidade de fazer<br />

alguns cursos que foram muito importantes<br />

para mim, tais como: Projetos<br />

Paisagísticos, Parques Urbanos, MS<br />

Project (Programa de Gestão de Projetos).<br />

A Aline Mantovani Arquitetura<br />

surgiu naturalmente, sinceramente<br />

não foi nada planejado, voltei para<br />

a minha cidade, Maringá, no ano de<br />

C.P.: Poderia nos detalhar<br />

o projeto do Alambique Loja<br />

Companheira? Como foi o<br />

contato, qual o desafio proposto<br />

e o ponto de partida?<br />

Arquiterta Aline Mantovani:<br />

O objetivo era dar uma sofisticação<br />

no ambiente, mas<br />

sem perder a rusticidade, um<br />

ambiente despojado e ao mesmo<br />

tempo sofisticado. Muita<br />

gente adora o estilo rústico,<br />

mas não sabe que é possível<br />

introduzi-lo em uma casa de<br />

estilo moderno de forma har-<br />

20


Arquiteta Aline Mantovani<br />

21


Padrão Cinco Estrelas<br />

moniosa. Na verdade, a união do rústico e do moderno<br />

é uma das combinações mais bonitas, interessantes e<br />

originais em decoração. Tem-se ao mesmo tempo o aconchego<br />

e a intimidade do estilo rústico e a sofisticação do<br />

estilo moderno. Como por exemplo, as prateleiras de madeira<br />

contrastando harmoniosamente com a cerâmica em<br />

alto relevo, um dos elementos mais usados atualmente<br />

na decoração moderna. Além disso, a fita de led inclusa,<br />

também muito usada na arquitetura de requinte, ressaltou<br />

ainda mais as cores das bebidas.<br />

Temos também como exemplo o piso porcelanato cimentício,<br />

na área externa contrastando com os bancos produzidos<br />

através dos barris de carvalho, e com a própria<br />

madeira do pergolado, entre outros exemplos.<br />

Não podemos esquecer de citar nossa aposta no revestimento<br />

que simula o antigo “tijolinho”, muito utilizado<br />

antigamente, e que agora voltou com força total e<br />

está entre as maiores tendências no mundo inteiro, e<br />

que nos surpreendeu sobre como é fácil torná-lo harmônico<br />

com os mais variados tipos de revestimentos.<br />

Outro elemento que dá um toque maravilhoso de requinte<br />

é a luminária, confeccionada com as próprias<br />

garrafas do alambique, fixadas em uma chapa metálica,<br />

e usadas soquetes pequeninos e lâmpadas G9 de<br />

última geração para que alcançássemos o objetivo desejado.<br />

Essas misturas de detalhes rústicos e modernos<br />

incorpora o melhor dos dois estilos: o praticidade<br />

e conforto do segundo e o aconchego<br />

e intimidade do primeiro.<br />

Outra forma de trazer aspecto<br />

mais rústico é a utilização de<br />

uma iluminação mais indireta,<br />

dramática e pontual, com cores<br />

mais quentes e marcando determinados<br />

acabamentos, neste<br />

caso a cerâmica na cor branca<br />

com efeito 3D aplicada ao fundo<br />

das prateleiras de madeira onde<br />

abrigam as garrafas das bebidas,<br />

realçando ainda mais as diversas<br />

cores dos produtos.<br />

Outra intenção que o cliente<br />

tinha era de expor seus diversos<br />

prêmios e produtos transmitindo<br />

aos consumidores maiores detalhes<br />

e informações sobre o mundo<br />

do alambique. Sendo assim, surgiu<br />

a ideia de fazermos uma espécie<br />

de mural com um porcelanato<br />

retificado com aspecto de pedra<br />

iluminada por uma fita de led expondo<br />

seus principais prêmios, e<br />

ao redor deste uma grande área<br />

de vegetação, dando um charme a<br />

mais a essa exposição. Para expor-<br />

22


Padrão Cinco Estrelas<br />

mos os produtos e suas características,<br />

foram idealizadas três vitrines,<br />

uma exibindo as cachaças, outra os<br />

licores e por último os diversos kits<br />

de presentes. A intenção foi deixar<br />

a área externa agradável para que<br />

o cliente possa ver os produtos com<br />

calma, entender suas características,<br />

degustá-los e sentir-se a vontade na<br />

área de estar onde encontram-se os<br />

bancos, pergolado e trepadeiras que<br />

irão abraçar o ambiente.<br />

A respeito da fachada a idealizamos<br />

com linhas retas que remetem<br />

a simplicidade e objetividade<br />

do conceito do projeto. As linhas<br />

retas nos permitem uma ousadia<br />

maior quanto a harmonia entre os<br />

elementos da construção e elementos<br />

pontuais decorativos e acabamentos.<br />

Como podemos analisar<br />

na figura a seguir, mesclamos as<br />

linhas retas da arquitetura contemporânea<br />

, com a rusticidade da madeira<br />

do pergolado, o revestimento<br />

de tijolinhos, o metálico na cor preta,<br />

a vegetação do jardim vertical e<br />

o letreiro conforme a logomarca do<br />

alambique.<br />

Acredito que a poluição visual não<br />

chega a um projeto bem estudado e<br />

um traço mais simples e reto em sua<br />

conceituação. Além de colaborar<br />

na setorização dos ambientes, como<br />

aconteceu nesta obra: à esquerda<br />

encontra-se a área externa de estar,<br />

onde os visitantes podem através das<br />

vitrines conhecer e escolherem seu<br />

produto, podem visualizar o menu,<br />

degustar as bebidas, ter um bate-papo<br />

acomodado nos bancos, e à direita<br />

a área interna voltada para a funcionalidade<br />

do ambiente, acomodar os<br />

prêmios as bebidas, montagem dos<br />

kits e embalagens.<br />

C. P.: Por ser um ambiente também<br />

gastronômico, além de loja, quais os<br />

cuidados principais que nortearam<br />

seu trabalho? Qual o prazo total de<br />

execução até a entrega?<br />

Arquiteta Aline Mantovani: Na<br />

verdade, por enquanto ainda não é<br />

um espaço gastronômico, os proprietários<br />

estão estudando a<br />

possibilidade de eventualmente<br />

realizarem festival<br />

de food truck. Quanto<br />

a isso temos muito espaço<br />

disponível. Quanto<br />

aos prazos, a princípio<br />

a ideia era apenas reformar<br />

o espaço existente,<br />

que além de deteriorado<br />

estava pequeno para o<br />

atendimento e exposição<br />

dos produtos, que vem<br />

crescendo cada vez mais.<br />

Conforme nossas análises,<br />

constatamos que a estrutura<br />

não suportaria as<br />

modificações necessárias.<br />

Então começamos um<br />

novo estudo, prevendo a<br />

demolição do espaço antigo<br />

e a construção do novo,<br />

mas sem perder as raízes.<br />

A definição do projeto<br />

durou em cerca 2 meses,<br />

e a obra cerca de 4 meses.<br />

Foi um processo rápido ao<br />

meu ver diante da complexidade<br />

de alguns detalhes.<br />

C. P.: É um tipo de projeto<br />

ao qual já feito antes,<br />

seguiu alguma inspiração,<br />

ou realmente foi totalmente<br />

personalizado e<br />

criado por vocês?<br />

Arquiteta Aline Mantovani:<br />

Não, nunca tinha<br />

feito nada parecido, e também<br />

nunca vi nada parecido.<br />

O que aconteceu foi<br />

captar as necessidades do<br />

cliente, tornar o espaço<br />

funcional de acordo com<br />

suas precisões. As combinações<br />

dos revestimentos<br />

me inspirei bastante<br />

23


Padrão Cinco Estrelas<br />

no que tenho visto nos eventos de<br />

decoração que acontecem pelo País,<br />

inclusive na Casa Cor Rio 2016 foi<br />

bastante usado essa combinação: tijolinho,<br />

ferro preto torcido e madeira.<br />

As inspirações que tive e posso citar<br />

é a respeito da luminária principal e<br />

o banco feito do barril da cachaça. A<br />

luminária principal trata-se de uma<br />

luminária pendente, produzida com<br />

70 garrafas da própria cachaça, tive<br />

como inspiração um bar no bairro do<br />

Leblon no Rio de Janeiro chamado<br />

Stuzzi, que possui algumas garrafas<br />

com iluminação fixada no teto.<br />

Como queríamos desenvolver algo<br />

com maior requinte, foi feito uma<br />

chapa metálica fixada à laje, e nela<br />

as garrafas foram instaladas de forma<br />

uniforme. O fundo foi cortado para a<br />

circulação de ar, a lâmpada usada<br />

foi a G9 para ficar uma iluminação<br />

discreta, por serem pequeninas, e os<br />

soquetes foram presos por uma rolha,<br />

para dar sustentação. Foi um trabalho<br />

realmente minucioso. Mas graças a<br />

competência de nossos profissionais<br />

foi um sucesso!<br />

Os bancos feitos de através do barril da cachaça foi uma<br />

imagem semelhante que encontrei na internet, porém<br />

não me lembro a fonte, e a partir disso fomos conversando<br />

e testando com o marceneiro para chegarmos a<br />

um modelo ideal, pois é bem complexo trabalhar com<br />

esses barris, dependendo da forma que é cortado ele se<br />

desmancha por inteiro, foi um trabalho também muito<br />

bem feito.<br />

C.P.: Em sua visão, como especialista em ambientação<br />

e design, qual a importância de um alambique, de uma<br />

cervejaria ou vinícola investirem e apostarem em projetos<br />

como esse?<br />

Arquiteta Aline Mntovani: Com certeza há uma valorização<br />

da marca espelhada ao ambiente, pois oferecer um<br />

bom produto e ter serviço de qualidade são elementos<br />

básicos de um ambiente ligado a este ramo e não um diferencial.<br />

Aqueles estabelecimentos que oferecem somente<br />

isso aos seus clientes dificilmente se destacam no concorrido<br />

mercado de bebidas. A arquitetura, ao criar uma<br />

ambientação diferenciada com certeza ajuda o estabelecimento<br />

se destacar e atrair a clientela. A iluminação é um<br />

dos fatores importantes para tornar o ambiente aconchegante<br />

a iluminação com tons quentes (amarelo, laranja,<br />

vermelho), são muito indicadas para a conquista dos clientes.<br />

Isso porque esse tipo de iluminação proporciona<br />

excitação e sensação de alegria, encantando a clientela<br />

e fazendo com que ela permaneça mais tempo no local.<br />

24


Padrão Cinco Estrelas<br />

Clientes satisfeitos tendem a convidar<br />

outros conhecidos para poderem desfrutar<br />

da mesma experiência agradável<br />

que tiveram naquele ambiente. A decoração<br />

diferenciada é outro fator essencial,<br />

devemos sempre caminhar para<br />

o inusitado, inusitado não precisa ser<br />

algo revolucionário, são detalhes que<br />

fazem toda a diferença, como objetos<br />

personalizados, mobiliário confortável,<br />

e principalmente muita criatividade.<br />

Isso é o que faz as pessoas se encantarem,<br />

fazerem retratos, postarem nas<br />

redes sociais, divulgando o estabelecimento<br />

de forma gratuita, isso não é o<br />

máximo? Nos dias de hoje, na minha<br />

opinião, essa é uma das melhores formas<br />

de atrair os clientes. Os clientes,<br />

antes mesmo de irem ao local, já idealizam<br />

o seu espaço e se a realidade não<br />

for ao encontro com o esperado há uma<br />

quebra de confiança e a volta desse cliente<br />

ao estabelecimento não ocorrerá.<br />

C.P.: Então houve uma aposta nas<br />

cores também para identificação com<br />

logomarca e de objetos de complementação<br />

e de interior para alusão<br />

ao produto, como no caso de móveis<br />

e luminárias?<br />

Arquiteta Aline Mantovani: Sim,<br />

com certeza. Além de utilizarmos bastante<br />

a madeira, que remete às cores<br />

dos barris, as garrafas da própria<br />

cachaça que foi utilizada para fabricação<br />

da luminária, e barris de carvalho<br />

para fabricação dos moveis são<br />

exemplos disso. Foi usado também o<br />

letreiro localizado no jardim vertical<br />

da fachada, e também no portal colocamos<br />

um vidro com a estampa do<br />

brasão da cachaça.<br />

C.P.: Também em sua visão de especialista,<br />

como o ambiente interfere na<br />

atração ao consumidor? O aconchego<br />

oferecido, o requinte, etc. podem ser<br />

traduzidos no “sentir-se” bem e inspirar<br />

o consumo?<br />

Arquiteta Aline Mantovani: Sim,<br />

com certeza. O objetivo é que o cliente<br />

se sinta no universo da bebida.<br />

Por isso a criação de um ambiente<br />

quase que cenográfico, desenvolvendo<br />

móveis e objetos de decoração<br />

para encantar e atrair o cliente,<br />

diferentemente de lugares frios,<br />

cheios de prateleiras e sem conceitos,<br />

focados apenas em vender os<br />

produtos. A grande intenção é que<br />

os visitantes se sintam à vontade,<br />

se encantem pela história e essência<br />

da bebida, crie amizades, e adquira<br />

informações sobre a cachaça. Isso<br />

traz a sensação de entrar realmente<br />

neste mundo.<br />

C.P.: Na área de bebidas usamos<br />

muito o termo “harmonização” quando<br />

uma rótulo realmente complementa<br />

um determinado petisco ou<br />

prato. Podemos usar a acepção de<br />

harmonização também para<br />

um produto e loja que o comercializa<br />

ou ambiente em que<br />

ele está sendo degustado?<br />

Arquiteta Aline Mantovani:<br />

Harmonizar, nada mais é que<br />

a arte de combinar, é testar,<br />

combinando os sabores dos<br />

alimentos com as características<br />

das bebidas, buscando a<br />

parceria ideal para que essa<br />

seja uma experiência que inspire<br />

e agrade nossos sentidos.<br />

Na arquitetura acredito<br />

que também podemos usar<br />

esse termo na questão da<br />

harmonização dos diversos<br />

revestimentos utilizados, com<br />

texturas diferentes, com iluminações<br />

empregadas de formas<br />

inusitadas, combinando<br />

com a vegetação, pedras,<br />

gesso, entre outros elementos<br />

para que possamos obter um<br />

resultado final ideal.<br />

25


Padrão Cinco Estrelas<br />

C.P.: Poderia comentar a respeito do<br />

proejto desse brewpub em que está<br />

trabalhando agora, mesmo sem indicar<br />

a cervejaria? O Alambique Loja<br />

Companheira pode ajudar na inspiração<br />

desse novo desafio?<br />

Arquiteta Aline Mantovani: A cervejaria<br />

já está em construção. Infelizmente<br />

não participei deste projeto<br />

desde o início, os sócios proprietários<br />

contrataram outros profissionais<br />

e não estavam conseguindo<br />

chegar em uma fachada que agradasse<br />

a todos. Entrei apenas no estudo<br />

de fachada, e particularmente<br />

adorei o resultado. Sobre o projeto<br />

do alambique ter sido uma inspiração,<br />

acho que são propostas totalmente<br />

distintas. A cervejaria que<br />

seria mais um “brew pub”, pois irão<br />

também fabricar sua própria cerveja,<br />

pede uma decoração mais industrial,<br />

com materiais e texturas<br />

diferentes. O que eu posso dizer de<br />

semelhança entre os dois, é a ideia<br />

de projetar algo que venha atrair<br />

o público, através de um produto<br />

artesanal de qualidade, onde as<br />

pessoas irão se reunir para ter novas<br />

experiencias e principalmente<br />

celebrar a vida, me alegra muito.<br />

C.P. Poderia relacionar de cinco a dez<br />

dicas importantes, como um checklist,<br />

para que bares, restaurantes,<br />

bistrôs, alambiques, vinícolas e brewpubs<br />

que estão passando por reforma<br />

ou com projeto iniciado de cosntrução<br />

não esqueçam e tenham melhores resultados?<br />

Arquiteta Aline Mantovani:<br />

- No espaço dos clientes deve-se pensar<br />

nas crianças, idosos e deficientes<br />

físicos. Atualmente há leis e normas<br />

que devem ser seguidas em relação à<br />

isso (Norma Técnica NBR 9050).<br />

- Outro assunto importante é a<br />

escolha correta dos revestimentos<br />

dos pisos para segurança dos<br />

clientes, evitando pisos escorregadios<br />

especialmente nas rampas<br />

e escadas. Atenção também<br />

na escolha dos revestimentos de<br />

parede e teto para minimizar os<br />

ruídos inconvenientes.<br />

- Outro itens importantes são a ventilação,<br />

circulação de clientes e funcionários,<br />

cuidados com a visão que<br />

cada cliente terá tanto da área externa<br />

como da área interna. Ressaltando<br />

que ambientes mais sofisticados tem<br />

mais espaço entre as mesas.<br />

- Em relação a bares e restaurantes,<br />

se o objetivo é que o cliente<br />

permaneça muito tempo no recinto,<br />

atenção especial aos assentos<br />

e mesas, devem ser ergonômicos e<br />

aconchegantes.<br />

- A iluminação deve ser de prefe-rência<br />

mais difusa, que se espa-lha e não<br />

provoca sombras fortes, tornando assimo<br />

ambiente mais aconchegante.<br />

No que diz respeito à restaurantes, os<br />

pratos devem ser bem iluminados, e<br />

a iluminação que altera a cor dos alimentos<br />

deve ser evitada.<br />

- O ambiente deve ter decoração<br />

que chame a atenção,<br />

com detalhes que façam o<br />

cliente ter curiosidade em<br />

vê-los e se sinta cativado,<br />

para que além de indicar<br />

o estabelecimento torne-se<br />

um cliente frequente.<br />

C.P. É apreciadora de bebidas<br />

finas? Poderia citar um ou<br />

mais rótulos de cerveja artesanal,<br />

vinho ou cachaça fina<br />

que conheceu recentemente e<br />

recomenda?<br />

Arquiteta Aline Mantovani:<br />

Sim, acho fascinante<br />

e contagiante esse<br />

mundo! Quanto a cerveja<br />

artesanal sou declaradamente<br />

apaixonada<br />

pela belga Leffe Blond e<br />

Franziskaner uma cerveja<br />

de Trigo Alemã. Vi-nho<br />

o que eu posso dizer são<br />

minhas uvas prediletas:<br />

Malbec, Syrah e Pinot<br />

Noir. E cachaça, sou também<br />

declaradamente apaixonada<br />

pela Imburana da<br />

Companheira e gosto muito<br />

também da Claudionor.<br />

CONTATOS: https://pt-br.facebook.com/alinemantovaniarquitetura/,<br />

alinemantovaniarquitetura@<br />

gmail.com, (44) 99818-1250,<br />

26


27


<strong>Carta</strong> de apresentação<br />

Além da visita à Canarinha, nestes útimos meses conhecemos e conversamos com<br />

destaques especiais, de rótulos premiadíssimos a produtos inovadores<br />

Estande da Conffraria no Festival Mundial da<br />

Cachaça de Salinas<br />

Cachaça Sabinosa<br />

Salinas, MG<br />

Em nossa visita ao maior festival de<br />

cachaça do País, o festival de Salinas,<br />

fomos muito bem recepcionados no<br />

estande da Sabinosa, cujo produtor<br />

tem diversas outras marcas registradas<br />

como a Brinco de Ouro.<br />

“Temos cachaças, como a Sabinosa<br />

Ouro com até 25 anos de envelhecimento<br />

em bálsamo, ou ainda a<br />

Brinco de Ouro, com armazenamento<br />

por 8 anos. Atualmente comercializamos<br />

para todo o Brasil e é só nos<br />

fazer os pedidos para receber. Até<br />

chegamos a exportar, graças à qualidade<br />

excepcional de nossos produtos,<br />

mas nosso foco tem sido mesmo<br />

o mercado interno, já que o custo<br />

para vender á fora é muito alto”, diz<br />

Sabino Pinto. O nome de sua cachaça<br />

mais famosa é uma homenagem<br />

ao próprio produtor.<br />

Na linha da empresa também estão<br />

cachaças envelhecidas em Jequitibá.<br />

A versão em Sabinosa Bálsamo, tradicional<br />

madeira usada em Salinas, é<br />

o destaque, com 40% de teor alcoólico<br />

e muito aromática.<br />

“Na verdade, nossa linha é realmente<br />

bem variada, justamente para atender<br />

a todos os gostos”, finaliza o produtor.<br />

Mais informações da Sabinosa podem<br />

ser obtidas diretamente pelo telefone:<br />

(38) 3841-1589.<br />

Cachaça Sabiá<br />

Salinas, MG<br />

“Não consigo precisar se<br />

foi em 1929, 1930 ou até<br />

1931, mas foi justamente<br />

nessa época que meu<br />

avô começou produzir a<br />

Sabiá. Entretanto, como<br />

as vendas naquele época<br />

estavam muito difíceis<br />

ele parou a produção em<br />

1951. Foi nessa época que<br />

meu pai e meus tios assumiram<br />

a produção até os<br />

anos de 1970. Com a subida<br />

dos impostos, eles<br />

também decidiram parar.<br />

Foi na década de 1990 que<br />

eu retomei a Sabiá, reativando<br />

também o nome. O<br />

que mudou foi apenas o<br />

rótulo, claro, passou por<br />

uma modernização, na<br />

verdade dei só uma ‘penteada<br />

no rótulo’”, comenta<br />

Aldeir Xavier, produtor<br />

hoje à frente dos negócios.<br />

A Flor de Salinas é outra<br />

cachaça da linha do produtor.<br />

Enquanto a Sabiá<br />

está disponível também<br />

em versões no Bálsamo e<br />

a Flor de Salinas tem versões<br />

envelhecidas tanto no<br />

Bálsamo quanto na Umburana.<br />

A Sabiá é uma extra<br />

premium envelhecida por<br />

10 anos. Já a Flor de Salinas<br />

passa por seis anos<br />

de envelhecimento, três em<br />

cada madeira. “A Sabiá,<br />

por ter maior valor agre-<br />

28


gado, é bem consumida nas capitais,<br />

mais elitizada, enquanto a Flor de Salinas<br />

é uma linha mais acessível. Estamos<br />

incrementando cada vez mais<br />

nossa estrutura no alambique para<br />

virar um ponto turístico e de recepção<br />

aos visitantes nacionais e internacionais”.<br />

Mais informações e pedidos: (38) 9946-<br />

1044 - cachacasabia@hotmail.com<br />

Conffraria<br />

“A Conffraria é um projeto de dois<br />

anos onde iniciamos com o objetivo<br />

de trazer um produto novo para o<br />

mercado, em especial cachaça com<br />

misturas de sabor diferenciado, ou<br />

seja uma bebida mista para atender e<br />

muito bem o público jovem, que carece<br />

e tem grande apreço por este tipo<br />

de produto. Inicialmente começamos<br />

com a versão de canela, e em salinas<br />

lançamos a versão de banana. Outra<br />

novidade que reservamos a este festival<br />

foi o anúncio da nossa fábrica<br />

na cidade, para onde traremos toda<br />

a produção. Atualmente produzimos<br />

no Sul de Minas e engarrafamos em<br />

Brasília”, detalha Renato Abreu, diretor<br />

executivo.<br />

A mudança permitirá à empresa ampliar<br />

não só a produção,<br />

mas como estrategia também<br />

ampliar sua distribuição<br />

para todas as outras<br />

regiões do Brasil. “Nossos<br />

produtos estão presentes<br />

por enquanto mais<br />

em mercados de Brasília<br />

e Goiânia. Temos mais de<br />

50 distribuidores na região<br />

distribuindo o produto,<br />

que é uma bebida fina,<br />

sempre voltada mais às<br />

classes A&B, com embalagem<br />

diferenciada e com<br />

excelente valor agregado. A<br />

fábrica será totalmente automatizada,<br />

com produção<br />

bem maior, de 1.000 garrafas/hora”.<br />

Detalhes sobre a linha da<br />

empresa em: https://www.<br />

facebook.com/bebaconffraria/<br />

Cervejaria Kremer<br />

Morungaba, SP<br />

Químico de formação e<br />

mestre cervejeiro por opção,<br />

João Leite está a fren-<br />

29


te da cervejaria Kremer, que<br />

vem se tornando uma referência<br />

em cervejas e chopes<br />

especiais.<br />

O executivo trouxe para ela<br />

todo o know-how de uma<br />

grande cervejaria na qual<br />

trabalhou durante muitos<br />

anos. “Quando criamos a<br />

cervejaria, aproveitamos esse<br />

know-how de contato e distribuição,<br />

e de faze produtos de<br />

excelente aceitação no mercado,<br />

sempre com feed back<br />

próximo do consumidor”.<br />

O nome da cervejaria é em<br />

homenagem a Henrique Kremer,<br />

fundador da Cervejaria<br />

Bohemia, ao qual se atribui<br />

ter produzido a primeira cerveja<br />

do Brasil. “A criação da<br />

nossa cevejaria ocorreu em<br />

paralelo ao renascimento cervejeiro<br />

no País, então acompanhamos<br />

de perto e temos<br />

essa inovação no DNA. Lançamos<br />

primeiro uma versão<br />

de chope artesanal, depois<br />

mais 4 versões especiais do<br />

chope e depois desenvolvemos a linha<br />

de cervejas. Temos também na linha<br />

o ‘chope de vinho’, muito apreciado<br />

nas regiões Sul e Sudeste”, destaca o<br />

executivo.<br />

Ela lembra que que o jovem tem uma<br />

outra concepção tanto de cerveja<br />

quanto de chope. “É toda uma nova<br />

cultura onde ou você acompanha<br />

ou simplesmente não tem reconhecimento<br />

como produto para essa geração.<br />

Na Europa há tradição forte é<br />

do chope, enquanto no Brasil temos<br />

a tradição da cerveja. Isto porque o<br />

chope no País décadas atrás era algo<br />

elitizado. Choperias estavam disponiveis<br />

apenas em bares, muito pouco<br />

vendidas para consumidor final. Hoje<br />

você comercializa tanto direto pro<br />

consumidor final quanto para o bar<br />

vender o chope em growlers para esse<br />

consumidor final degustar em casa.<br />

Nós também entregamos na forma de<br />

delivery para consumidor final, mesmo<br />

um barril apenas de 15, 25, de 50<br />

l, não importa o tamanho do pedido”.<br />

Os chopes da empresa por exemplo<br />

são os mesmos oferecidos na famosa<br />

Cervejaria Munique, em <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>,<br />

e também da barbearia Corleone.<br />

Mais informações em http://www.<br />

kremercervejaria.com.br e também<br />

na página da empresa no facebook:<br />

https://www.facebook.com/kremercervejaria/<br />

.<br />

Visita cultural<br />

Salinas está bem ao Norte de Minas,<br />

praticamente na divisa com a Bahia,<br />

distante dos grandes centros consumidores<br />

e das grandes capitais... E<br />

é esse um dos seus encantos, uma<br />

típica cidade do interior onde todos<br />

têm muito orgulho de um produto<br />

local que encanta o mundo, a cachaça,<br />

e que também exporta carisma,<br />

receptividade e a essência de<br />

um produto qe realmente só poderia<br />

ser brasileiro.<br />

Em nossa visita tivemos por anfitrião<br />

Edilson Jardim Viana, sócio-<br />

30


-proprietário da Cachaça Premissa,<br />

uma das excelentes cachaças premiadas<br />

na região, docente do Professor<br />

no Instituto Federal do Norte<br />

de Minas, Campus Salinas, primeira<br />

instituição de ensino superior<br />

do País a lançar o curso Superior<br />

de Tecnologia em Produção de Cachaça.<br />

“<strong>São</strong> cerca de 70 produtores<br />

em Salinas e região, e a asssociação<br />

local, (Associação dos Produtores<br />

de Cachaça de Salinas) tem feito<br />

um excelente trabalho nos últimos<br />

anos inclusive de ‘certificado de<br />

procedência’, um verdadeiro ‘selo<br />

de origem’ origem, buscando, como<br />

ocorre na área dos vinhos, trazer<br />

ainda mais reconhecimento para a<br />

bebdia produzida aqui na região e<br />

desejada e já apreciada em todo o<br />

mundo”.<br />

A Premissa, por exemplo, é uma das<br />

cachaças da região que une justamente<br />

essa tradição de Salinas ao<br />

conhecimento técnico, pois provém<br />

de um longo trabalho de estudo do<br />

proprietário. “A qualidade de nossa<br />

cachaça não é do acaso, ele é resultado<br />

de muito estudo, apuração, de<br />

buscar realmente um produto de excelência,<br />

similar aos melhores destilados<br />

mundiais”.<br />

Chamou bastante a atenção em Salinas<br />

o fato das lojas-boutique - se<br />

assim podemos chamar - de cachaça<br />

e produtos locais. Mais uma vez<br />

a Premissa é um exemplo. Na loja<br />

da empresa, além de cervejas artesanais<br />

e da linha de produtos da<br />

Premissa e de parceiros, pudemos<br />

notar novamente a preocupação em<br />

espelhar uma nova imagem para a<br />

cachaça, mantendo sua essência<br />

rústica, sim, mas transmitindo a<br />

valorização que esse produto precisar<br />

ter para se consolidar como<br />

bebida superior.<br />

A produção na região de Salinas<br />

gira em torno de 5 milhões de litros<br />

por ano, mas não se engane,<br />

praticamente é inteiramente escoada,<br />

seja pelas vendas internas<br />

seja externas.<br />

A fim de transmitir, incentivar<br />

e pontuar toda<br />

essa nova cultura relacionada<br />

ao mundo da<br />

cachaça, há pouco mais<br />

de 6 anos Salinas oferece<br />

aos visitantes o Museu<br />

da Cachaça, que apesar<br />

e ter passado um tempo<br />

fechado, está novamente<br />

de portas abertas para<br />

recepcionar pessoas de<br />

todo o mundo. A iniciativa<br />

surgiu de uma parceria<br />

entre o Governo do<br />

Estado e a Prefeitura de<br />

Salinas, com apoio da<br />

Apacs. E claro, não deixamos<br />

de visitar o Museu,<br />

cuja estrutura permite<br />

percorrer a história<br />

da produção da bebida<br />

em Salinas e por todo o<br />

Brasil, indicar características<br />

da região, mostrar<br />

equipamentos antigos<br />

e trazer a opinião do<br />

mercado sobre o destilado<br />

de patente brasileira.<br />

Um dos grandes destaques<br />

é a espécie de um<br />

painel-prateleira de 9 metros<br />

de altura, com 1.750<br />

garrafas de cachaça produzidas<br />

na cidade mineira.<br />

O espaço também<br />

dispõe de cozinha, restaurante<br />

e estrutura para realização<br />

de negócios, além<br />

de shows e eventos.<br />

No final da visita, os visitantes<br />

podem passar por<br />

uma experiência sensorial<br />

e, calro, também adquirir<br />

os produtos. Vale muito<br />

à pena a visita! Confira<br />

nossos cliques exclusivos<br />

a seguir.<br />

31


32


33


Gran Première<br />

Du monde, del mundo,<br />

of the world<br />

Para incrementar as melhores cartas, uma lista de vinícolas<br />

brasileiras premiadas na França, no Chile e na Inglaterra<br />

Sempre repetimos e reiteramos, pois<br />

contra fatos não há argumentos: as<br />

bebidas brasileiras de qualidade concorrem<br />

sim com os melhores rótulos<br />

reconhecidos e produzidos nas principais<br />

regiões mundiais.<br />

Em meio a mais de 200 concorrentes,<br />

duas vinícolas nacionais conquistaram<br />

mais duas medalhas de<br />

ouro para o Brasil. Foi no Concurso<br />

Muscats du Monde, competição anual<br />

francesa, em sua 17 a <strong>edição</strong> no país europeu. A<br />

escolha dos rótulos vencedores foi feita por 55 juízes<br />

especialistas, de diferentes países, sendo metade<br />

deles franceses.<br />

Comemorando sua medalha dourada pelo segundo<br />

ano consecutivo, a Valduga teve mais uma vez o seu<br />

Casa Valduga RSV Moscatel no topo das avaliações.<br />

Refrescante e agradável, com um intenso aroma floral,<br />

esse rótulo premium é elaborado a partir de excelentes<br />

safras e maturado em caves subterrâneas.<br />

Apresenta perlage fino e duradouro. As uvas foram<br />

34


35


Gran Première<br />

cuidadosamente selecionadas através<br />

de colheita manual. Obtido das uvas<br />

Moscato Giallo, selecionadas manualmente,<br />

harmoniza muito bem com torta<br />

de limão, salada de frutas, sorvete e<br />

fondue de chocolate com frutas.<br />

A outra medalhista foi a Vinícola Peterlongo,<br />

com Ouro para o seu Peterlongo<br />

Presence Branco Moscatel.<br />

O rótulo recebeu também medalhas<br />

em diversos outros concursos, como<br />

o Vinus 2016 e o La Mujer Elige 2016.<br />

Límpido, com bom perlage e cremosidade<br />

ao paladar, tem acidez equilibrada<br />

e boa persistência. É elaborado<br />

pelo processo tipo Asti, com leveduras<br />

selecionadas e com controle de<br />

fermentação.<br />

Premiados no Chile!<br />

Considerada uma das mais importantes<br />

premiações do Chile e da<br />

América Latina e que já ocorre há 22<br />

anos, o Catad’Or Wine Awards elegeu<br />

também os melhores espumantes das<br />

Américas, avaliando rótulos de países<br />

como Brasil, Chile, Argentina, Uruguai,<br />

Peru, Bolívia, México, Canadá e<br />

Estados Unidos.<br />

Mais uma vez a Valduga esteve entre<br />

os destaques, conquistando duas Medalhas<br />

de Ouro: com o Casa Valduga<br />

130 Brut e com o Casa Valduga Gran<br />

Extra Brut.<br />

O Casa Valduga Brut 130 é um dos<br />

rótulos mais renomados da vinícola.<br />

Criado para homenagear os 130 anos<br />

da chegada da família Valduga ao<br />

Brasil, o espumante é elaborado pelo<br />

método tradicional, com uvas Chardonnay<br />

e Pinot Noir de safras especiais,<br />

e passa 36 meses em maturação<br />

na penumbra das caves subterrâneas.<br />

Possui perlage fascinante, coloração<br />

dourada e aromas que lembram<br />

frutas brancas, frutas secas como<br />

amêndoas e um leve tostado que proporciona<br />

elegância e complexidade à<br />

bebida. Seu paladar apresenta acidez<br />

equilibrada e notável cremosidade,<br />

característica encontrada nos melhores<br />

champagnes do mundo.<br />

Já o Casa Valduga Gran Extra Brut<br />

é um espumante rico, marcante e expressivo.<br />

<strong>São</strong> 60 meses de maturação<br />

que dão origem a uma bebida com<br />

excelente acidez, fantástica cremosidade,<br />

sabor amplo e intenso. Possui<br />

bouquet complexo, onde o caráter da<br />

evolução se expressa de forma única,<br />

remetendo a especiarias finas e notas<br />

de amêndoas e flores secas. É um espumante<br />

raro, de perfil único.<br />

Também receberam Medalha de Ouro<br />

os vinhos:<br />

- Club des Sommeliers (CDS) Moscatel,<br />

Merlot e Malbec Reserve. A marca<br />

Club des Sommeliers exclusiva do<br />

GPA (Grupo Pão de Açúcar, da Cia.<br />

Brasileira de Distribuição) é composta<br />

por mais de 90 rótulos de 11<br />

diferentes nacionalidades. A seleção,<br />

proveniente das melhores regiões<br />

vinícolas do mundo, é feita por um<br />

time de especialistas em vinho, liderado<br />

por Carlos Cabral, um dos mais<br />

importantes enófilo do Brasil. <strong>São</strong> vinhos<br />

para serem degustados no dia<br />

a dia. Tanto o site quanto a página<br />

no Facebook do Club des Sommeliers<br />

trazem dicas especiais sobre os<br />

36


Gran Première<br />

vinhos, harmonizações, origens e degustação.<br />

- Gazzaro Espumante Moscatel e Gazzaro<br />

Espumante Tradicional Natural<br />

Brut. A vinícola tem uma história<br />

centenária, que se iniciou com em<br />

1896, quando Pietro Gazzi, imigrante<br />

vindo da Itália, iniciou uma pequena<br />

produção de vinhos no Sul do Brasil.<br />

Já 1993, a família adquiriu estruturas<br />

que permitiram aumentar a<br />

produção de vinhos, surgindo assim<br />

a Vinícola Gazzaro. Em 2008, um<br />

grande passo marcou a trajetória: investimentos<br />

em tecnologia, estrutura<br />

e mão de obra qualificados levaram<br />

ao portfólio da Gazzaro a elaboração<br />

do vinho espumante Brut, Extra-Brut<br />

e Moscatel, nos métodos Charmat e<br />

Champenoise, tornando a empresa<br />

referência.<br />

- Victoria Geisse Espumante Extra<br />

Brut Vintage Gran Reserva, da Vinícola<br />

Geisse. Esse excepcional espumante,<br />

cujo nome homenageia<br />

os patriarcas da família, já que Victoria<br />

é o nome do navio que trouxe<br />

os Geisse da Alemanha até o Chile<br />

durante sua imigração, passa por<br />

24 meses de envelhecimento. Recentemente a<br />

Geisse foi destaque no Le Winery Guide, publicação<br />

sobre as viníciolas que são referência no<br />

Chile, na Argentina, em Portugal, no Brasil e<br />

no Uruguai. O guia avalia as vinícolas em mais<br />

de 170 pontos de forma independente e sem<br />

aviso prévio, para depois premiá-las e reconhecê-las<br />

em diversas categorias. A Geisse foi considerada<br />

“Melhor produtor de espumantes”.<br />

A vinícola Garibaldi foi outra brasileira premiada<br />

no evento, com a Medalha de Prata<br />

para o seu Garibaldi Espumante Chardonnay<br />

Brut, que já tinha levado recente Medalhas<br />

no Vitória Expovinhos, e também em<br />

concursos como Citadeles Du Vin, na França,<br />

e Enseada Tierra del Vino, no México.<br />

A história da Cooperativa Vinícola Garibaldi<br />

remonta a mais de 85 anos de existência<br />

já, e foram muitos muitos rótulos premiados<br />

produzidos pela cooperativa.<br />

De coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados,<br />

aspecto brilhante e ótima formação<br />

de perlage, esse espumante premiado apresenta<br />

aromas com notas de abacaxi, maçã e um toque<br />

de pão tostado. Ao paladar apresenta estrutura<br />

cremosa, acidez equilibrada e refrescante.<br />

37


Gran Première<br />

Na Inglaterra<br />

Considerada uma das mais<br />

prestigiadas competições<br />

mundiais, o International<br />

Wine Challenge (IWC), da<br />

Inglaterra, também premiou<br />

diversos rótulos brasileiros<br />

tanto com menções honrosas<br />

como medalhas de Prata<br />

e Bronze. Veja a lista completa<br />

abaixo:<br />

- Vinícola Aurora: menção<br />

honrosa para os rótulos Aurora<br />

Varietal Chardonnay<br />

2015, Espumante Aurora<br />

Moscatel Branco, e Aurora<br />

Reserva Merlot 2016. Também<br />

com história centenária,<br />

que remonta a 1875, com a<br />

chegada de imigrantes oriundos<br />

do norte da Itália, tem<br />

sede no coração de Bento<br />

Gonçalves, RS, e é considerada<br />

a maior cooperativa vinícola<br />

brasileira, com mais de<br />

1.100 famílias associadas.<br />

- Vinícola Enos: com uma<br />

linha especial de vinhos de<br />

boutique, também recebeu muitos elogios<br />

e a menção honrosa para os rótulos Enos<br />

Cabernet Franc Gran Reserva Safra Histórica<br />

2012 e Enos Tannat Gran Reserva<br />

Safra Histórica 2012. <strong>São</strong> vinhos elaborados<br />

com uvas colhidas a mão em vinhedos<br />

familiares na Serra Gaúcha e Campanha<br />

Gaúcha, com complexidade aromática,<br />

equilibrados, aveludados e com final persistente.<br />

produção limitada de apenas<br />

1000 garrafas de cada rótulo. Os vinhos<br />

passam por envelhecimento de 12 meses<br />

em barricas de carvalho americano (Cabernet<br />

Sauvignon e Tannat) e carvalho<br />

francês (Merlot), seguida de outros 12 meses<br />

de envelhecimento em garrafa nas caves.<br />

- Casa Valduga: menções honrosas para<br />

o Casa Valduga Identidade Pinot Noir Encruzilhada<br />

de Sul 2016, Casa Valduga<br />

130 Blanc de Blancs Brut, Casa Valduga<br />

130 Blanc de Noir Brut, e Casa Valduga<br />

Leopoldina Chardonnay 2016; Medalha<br />

de Prata para o Casa Valduga Raízes Cabernet<br />

Franc 2013 e Casa Valduga Raízes<br />

Gran Corte 2012.<br />

- Garibaldi: menção honrosa para Espumante<br />

Garibaldi Brut, Espumante Gari-<br />

baldi Brut Chardonnay e para o Espumante<br />

Garibaldi Moscatel Rosé;<br />

Medalha ede Bronze para o Espumante<br />

Garibaldi Moscatel.<br />

- Miolo: menção para o Family Vineyards<br />

Chardonnay 2016; Medalha<br />

de Bronze para o Miolo Cuvée Tradition<br />

2015.<br />

- Ponto Nero (Grupo Valduga): menção<br />

honrosa para o Ponto Nero Brut e<br />

para o Ponto Nero Brut Rosé; Medalha<br />

de Prata para o Ponto Nero Brut<br />

Blanc de Blancs.<br />

- Don Giovanni: Medalha de Bronze<br />

para o Espumante Don Giovanni<br />

Brut. A Don Giovanni está a apenas<br />

12 km do centro de Bento Gonçalves,<br />

em altitude de 720 m e tem uma história<br />

de elaboração de vinhos de mais<br />

de 40 anos. Com borbulhas finas e<br />

persistentes, esse rótulo apresenta<br />

cor amarelho palha com reflexos esverdeados,<br />

além de uma gama de aromas<br />

frutados e de envelhecimento.<br />

Remete à maçã, abacaxi, mamão, tostado<br />

e manteiga. Na boca demosntra<br />

bom equilíbrio de acidez, bom corpo<br />

e retrogosto agradável. Tempo de ma-<br />

38


Gran Première<br />

leveduras e pão tostado adocicado. No<br />

paladar inicialmente apresenta uma refrescância<br />

provocada pelo gás carbônico<br />

e a acidez do produto. No final é macio,<br />

suave e bastante equilibrado. Ótimo para<br />

acompanhar aperitivos leves, massas,<br />

pratos com frutos do mar e orientais.<br />

- Viapiana: Medalha de Bronze para o<br />

Viapiana Espumante Brut 575 dias e<br />

menção honrosa para o Viapiana Expressões<br />

Chardonnay 2014. O 575 Dias<br />

é um vinho premium excepcional e multipremiado.<br />

Elaborado a partir de 80%<br />

Chardonnay e 20% Riesling, passa por 9<br />

meses em carvalho francês, e apresenta<br />

575 dias de contato com leveduras.<br />

turação: 24 meses. Ao enoviajantes, a Don Giovanni<br />

oferece uma pousada exclusiva, de paenas 8 quartos,<br />

instalada em um casarão de 1930.<br />

- Jolimont: também da Serra Gaúcha, estabelecida<br />

em Canela, RS, recebeu Medalha de Bronze para o<br />

seu Espumante Moscatel. A vinícola Jolimont é a relização<br />

do sonho de um francês estabelecido na região<br />

em 1948, uma das pioneiras no Estado na produção<br />

de vinhos finos e artesanais. Com a qualidade superior<br />

das uvas colhidas e a quantidade limitada de<br />

garrafas por safra, a Jolimont se coloca em um grupo<br />

seleto, que elabora vinhos artesanais genuínos, puros<br />

e de qualidade internacional.<br />

- Castellamare: menção honrosa para o Vinho Branco<br />

Espumante Natural Brut Castellamare 2016 e para o<br />

Vinho Rose Moscatel Espumante Castellamare 2016;<br />

e medalhas de Bronze para o Vinho Rose Espumante<br />

Natural Brut Castellamare, para o Vinho Rose Espumante<br />

Natural Brut San Diego e para o Vinho Branco<br />

Moscatel Espumante Castellamare 2016. A Cooperativa<br />

<strong>São</strong> João, que produz os rótulos, foi fundada em<br />

1931, por um grupo de famílias descendentes de imigrantes<br />

italianos, com o objetivo de garantir a elaboração<br />

de suas uvas e valorizar a matéria-prima. Entre<br />

os destaques está o Espumante Castellamare Brut,<br />

elaborado com uvas Chardonnay pelo método Charmat.<br />

Apresenta coloração amarela com reflexos esverdeados.<br />

Seu aroma complexo, lembra frutas cítricas<br />

39


40<br />

Vinhedo da Maria M


Gran Première<br />

Especialmente<br />

NOSSOS!<br />

Evento no Rio põe à prova e em destaque excelentes<br />

vinícolas nacionais<br />

aria<br />

No final de julho, o Rio de Janeiro teve a <strong>edição</strong> do Vini Bra<br />

Expo 2017, evento pioneiro e especial voltado à valorização<br />

do vinho brasileiro nas diferentes expressões regionais.<br />

Vinícolas mineiras, goianas, paulista, catarinenses<br />

gaúchas e paranaenses marcaram presença no evento.<br />

No formato feira e festival, com concurso de degustação,<br />

o evento proporcionou experiências diferenciadas. Foi realizado<br />

nos jardins do Città Office Mall (Shopping Città<br />

America), e contou com presença de foodtrucks e gastronomia<br />

artesanal.<br />

O universo de vinícolas brasileiras é ainda um imenso<br />

campo ainda a ser explorado. Mesmo no caso das mais<br />

tradicionais e premiadas, muitas ainda não estão presentes<br />

na carta dos principais bares e restaurantes ou<br />

mesmo na mesa dos apreciadores, talvez ainda por uma<br />

divulgação pequena das marcas. Eventos como o Vini Bra<br />

Expo ajudam não a só a difundir a cultura do vinho de<br />

qualidade brasileiro, mas também a torná-lo mais conhecido<br />

e presente à mesa.<br />

E não foram poucas as vinícolas presentes: Abreu Garcia,<br />

Adolfo Lona, Aurora, Batalha, Casa Geraldo, Casa Valduga,<br />

Cattacini, Chandon, Czarnobay, Dal Pizzol, Dom Cândido,<br />

Don Abel, Garibaldi, Hermann, Hiragami, Larentis,<br />

Laurentia, Legado, Lidio Carraro, Luiz Porto, Malgarim,<br />

Maria Maria, Miolo, Pericó, Peruzzo, Pizzato, Quinta da<br />

Neve, Quinta do Seival, RAR, Rio Sol, Terranova, Vallontano,<br />

Valmarino, Villaggio Bassetti, Vinhetica, Vivelam,<br />

Zanotto, Barcarola, Casa Verrone, Cave Geisse, Éléphant<br />

Rouge, Era dos Ventos, Guaspari, Guatambu, Inconfidência,<br />

Pireneus, Primeira Estrada, Tabocas, Villaggio<br />

Conti e Zanlorenzi.<br />

Todos os vinhos degustados pelo público, também foram<br />

submetidos a avaliação por uma câmara julgadora<br />

composta por 12 degustadores<br />

do mais alto nível, que através<br />

de prova cega, escolheram<br />

os “Top 10”, sendo 4 espumantes,<br />

2 brancos e 4 tintos.<br />

Exemplos de excelência<br />

Muitas das vinícolas presentes<br />

se destacavam justamente pela<br />

questão exclusividade: pequenos<br />

lotes, safras singulares e rótulos<br />

artesanais e disputadíssimos.<br />

Já presente em empreendimentos<br />

de destaque, a Adolfo Lona<br />

foi uma das empresas expositoras<br />

que se destacou justamente<br />

pela linha de desejados<br />

espumantes. O empreendedor<br />

responsável, o enólogo Adolfo<br />

Lona, busca em cada rótulo trazer<br />

uma leitura mais objetiva,<br />

clara, moderna e lógica sobre a<br />

categoria, desde o Charmat, aos<br />

Champenoise e linha <strong>Premium</strong>.<br />

Quando Adolfo iniciou a produção<br />

de seus espumantes em<br />

Garibaldi, no RS, o fez numa<br />

adega especialmente preparada<br />

para elaborar pequenas quantidades,<br />

de forma artesanal, sem<br />

equipamentos sofisticados. Sua<br />

experiência de mais de trinta<br />

anos como diretor técnico de<br />

41


Gran Première<br />

uma grande vinícola foi decisiva para esta postura.<br />

Para ele, somente pequenos volumes de produção<br />

permitem garantir o nível de qualidade que o consumidor<br />

espera da marca.<br />

Entre os produtos da linha, destaque para o espumante<br />

Orus Rosé Pas Dosé, que tem um ciclo de<br />

produção de 24 meses, doze maturando sobre as<br />

leveduras onde ganha a complexidade aromática e<br />

gustativa que o tempo possibilita devido a autólises<br />

das leveduras, e doze envelhecendo com a rolha definitiva<br />

quando ganha sutileza, elegância e potência.<br />

É resultante de um assemblage de vinhos de 3 variedades:<br />

Chardonnay, que participa com seu frescor,<br />

Pinot Noir em rosado que agrega força, e uma<br />

pequena parcela de Merlot em rosado, que complementa<br />

com sua elegância amenizando a acidez. O<br />

longo ciclo de produção proporciona uma cor rosada<br />

dourada pálida caracterísitica deste tipo (conhecida<br />

como cor casca de cebola), aromas sutis, complexos,<br />

delicados e convidativos e um sabor longo, potente<br />

e marcante pela presença das uvas tintas em boa<br />

proporção.<br />

Recentemente a vinícola lançou a versão Orus Rosé<br />

Silvia 1972, uma homenagem ao ano em que se iniciou,<br />

não apenas a união do casal Adolfo e Silvia,<br />

mas também todo o amor e companheirismo que<br />

se mantêm até hoje. Trata-se de um espumante<br />

Nature elaborado exclusivamente com as uvas<br />

tintas Pinot Noir e Merlot ligeiramente maceradas,<br />

resultando em uma cor rosada extremamente<br />

pálida, um típico Rose Clair. Os aromas delicados<br />

e cativantes, além do sabor longo, marcante e<br />

soberbo, foram alcançados através dos 30 meses<br />

de maturação. A <strong>edição</strong> é limitada a apenas 1.000<br />

exemplares.<br />

Também com foco em vinhos excluivos, a Cattacini<br />

tem frente do projeto Luiz Carlos Gelli, um<br />

amante do vinho há anos e, graças a sua origem<br />

italiana, com forte ligação com tudo que envolve<br />

o tema. Ele criou uma linha de vinhos nacionais<br />

desenvolvidos com exclusividade segundo suas<br />

especificações. Na realidade a Cattacini produz<br />

vinhos de autor, que foram idealizados para um<br />

público de alto poder aquisitivo e formador de opinião<br />

e refletem o estilo da marca. <strong>São</strong> gastronômicos<br />

e apresentam uma relação custo-benefício<br />

atraente. Todos são produzidos em pequena escala<br />

e disponíveis apenas em restaurantes sofisticados<br />

e lojas especializadas. Para manter seu padrão,<br />

são armazenados em ambiente climatizado,<br />

tanto na origem quanto na cidade do Rio de Janeiro,<br />

onde está localizada a empresa. Em escala<br />

menor, são também são desenvolvidos alguns<br />

acessórios que visam proporcionar as melhores<br />

condições para o consumo das bebidas, como taças,<br />

tinas, bolsas de gelo, etc.<br />

Entre os destaques da empresa está o Quiron,<br />

cuja nova safra chegou ao mercado ainda nesse<br />

primeiro trimestre do ano. Resultado de um<br />

corte sui generis com as variedades Chardonnay<br />

(90%) e Sauvignon Blanc (10%), o Quíron 2015 é<br />

harmônico e gastronômico, se mostra ideal para<br />

acompanhar peixes, carnes brancas, alguns tipos<br />

de risotos, massas e queijos, além de pratos da<br />

culinária brasileira, francesa e contemporânea.<br />

As variedades que compõem o corte do Quíron<br />

foram cultivadas e vinificadas com práticas biodinâmicas.<br />

O vinho estagiou em barricas de carvalho<br />

francês Seguin Moreau.<br />

A mineira Luiz Porto Vinhos Finos também esteve<br />

presente no evento. Situada na Zona Cafeeira do<br />

42


Gran Première<br />

sul de Minas Gerais, conta com 15 hectares de vinhedos<br />

próprios, implantados em 2005, totalmente<br />

cultivados no inovador sistema de dupla poda<br />

ou inversão de ciclo. Através desta técnica, uvas de<br />

excelente qualidade são colhidas no inverno, época<br />

na qual as características climáticas das montanhas<br />

do sul de Minas permitem as melhores condições<br />

para o amadurecimento da uva – períodos<br />

secos e com temperaturas amenas e contrastantes<br />

entre dias e noites. Com cerca de 45 mil plantas<br />

provenientes da região de Bordeaux, na França, o<br />

vinhedo tem potencial para produzir mais de 55<br />

toneladas de uvas a cada inverno e 50 mil litros de<br />

vinho fino por ano.<br />

Moderna vinícola que associa espaço e tecnologia<br />

na elaboração de vinhos finos, conta com tanques<br />

em aço inox, barricas de carvalho francês e americano<br />

e todo maquinário importado da Itália, processando<br />

suas uvas totalmente, desde o vinhedo<br />

até o engarrafamento.<br />

Na linha tem destaque o Luiz Porto Chardonnay,<br />

um vinho brilhante, denso e amarelo dourado.<br />

Com destaque para harmonização para carnes<br />

brancas, aves, peixes com molho acentuado, nas<br />

sobremesas aquelas com menos açúcar, à base de<br />

cremes como flans e pudins ou a base de pêssegos<br />

e damasco, esse vinho combina sua concentração<br />

e o amadurecimento em carvalho. Com aroma rico<br />

de sensações como frutas em calda, amanteigado,<br />

especiarias, amêndoas, fumaça e chocolate bran-<br />

43


Gran Première<br />

co, é equilibrado, untuoso, com acidez<br />

marcante e grande concentração<br />

e persistência do sabor.<br />

Outra vinícola que chamou a atenção<br />

no evento foi a Malgarim, de <strong>São</strong><br />

Borja, no RS. Com vinhos tipo de<br />

boutique, a Malgarim Vinhos vem investindo<br />

em tecnologia para produzir<br />

um vinho diferenciado, no qual cada<br />

rótulo e garrafa levasse até seus apreciadores<br />

a história das Missões Gaúchas.<br />

A história da Malgarim Vinhos teve<br />

seu início no ano de 1870 na região<br />

da Quarta Colônia do Rio Grande do<br />

Sul com Dom Augusto Malgarim, com<br />

o passar das gerações e vários estudos<br />

de solo. Em 2001 a família Malgarim<br />

estabeleceu a Vinícola Quinta<br />

do Sino na cidade de <strong>São</strong> Borja, onde<br />

vem aprimorando seu legítimo “terroir<br />

missioneiro”.<br />

Robusto, o Tempranillo Safra 2015<br />

é um dos vinhos que mais se destacam<br />

na linha. Elaborado para apreciadores<br />

de vinhos encorpados, com<br />

estrutura marcante, com aromas de<br />

madeira, apresenta aromas complexos,<br />

frutas negras, chocolate e couro,<br />

e um sabor que remte a frutas vermelhas.<br />

O sul de Minas Gerais também foi<br />

representado pela Maria Maria Vinhos.<br />

Recém-premiada com Medalha<br />

de Bronze para o seu vinho<br />

Maria Maria Bel Sauvignon Blanc<br />

2015 no Decanter World Wine<br />

Awards 2017 , uma das principais<br />

premiações do mercado mundial, a<br />

história empresa remonta a pouco<br />

mais de uma década. Tudo começou<br />

no ano de 2006 quando Eduardo<br />

Junqueira Nogueira Junior,<br />

quinta geração de uma tradicional<br />

família de cafeicultores do Sul de<br />

Minas Gerais, sofreu um ataque<br />

cardíaco e precisou repensar seus<br />

hábitos alimentares. Seu médico<br />

receitou uma taça de vinho por dia.<br />

Dessa forma, teve a grande ideia<br />

de produzir seu próprio vinho. Foi<br />

nesta época que reencontrou Murillo<br />

Albuquerque Regina, o grande<br />

pioneiro e desenvolvedor da atividade<br />

na região, que o apresentou à<br />

questão da dupla poda ou poda invertida,<br />

viabilizando o seu projeto.<br />

As primeiras mudas de Syrah, Cabernet<br />

Sauvignon e Sauvignon Blanc<br />

foram encomendadas e no final de<br />

Ambiente da<br />

Vinícola Barcarola<br />

44


45


Gran Première<br />

amarelo palha com reflexos esverdeados, límpido e brilhante,<br />

apresenta aroma franco, característico, muito equilibrado<br />

entre fruta e vegetal, notas leves de arruda, grama molhada,<br />

mineral e maracujá. Em boca tem elegância e delicadeza, acidez<br />

agradável, frescor, sem arestas e sem amargor. Retrogosto<br />

agradável, bem como boa persistência.<br />

2009 plantadas na Fazenda Capetinga. As plantas<br />

se desenvolveram bem com destaque para a Syrah.<br />

A ideia ia além, não apenas produzir vinhos tintos,<br />

mas também brancos, rosês e espumantes. Em 2011<br />

foram plantadas as de Chardonnay, para a produção<br />

de espumantes.<br />

A ideia do nome Maria Maria veio através da amizade<br />

de Eduardo com Milton Nascimento, seu conterrâneo,<br />

em umas de suas frequentes visitas à Fazenda<br />

Capetinga, quando o parreiral estava sendo implantado.<br />

Milton brincou com Eduardo, ”Eduardinho do<br />

céu, você é doido. Nunca ouvi falar em plantar uvas<br />

aqui no Sul de Minas”. Desde aquele momento, o<br />

nome do projeto foi decidido.<br />

Outro ponto curioso em relação aos vinhos, é que<br />

cada vinho leva o nome de uma mulher ligadas à<br />

família. Na primeira safra, os vinhos se chamaram<br />

Agda (syrah 2013), bisavó de Eduardo, Ada (branco<br />

2013), tia avó de Eduardo, e Anne (rosê 2013), sua<br />

cunhada.<br />

O Sauvignon Blanc Bel Safra 2015 também já havia<br />

faturado a Medalha de Bronze no Decanter 2016 e<br />

é um rótulo especialíssimo. Branco com ótima cor,<br />

Também merecem destaque:<br />

- Vinícola Quinta da Neve: essa catarinense, foi a primeira<br />

empresa a investir e apostar na produção de vinhos finos de<br />

altitude em <strong>São</strong> Joaquim, serra de Santa Catarina. Entre os<br />

destaques está o seu Pinot Noir, de tonalidade rubí de média<br />

intensidade, que traz reflexos intensos e vivos. Os aromas de<br />

clima frio remetem às frutas silvestres e à cereja, emoldurados<br />

por elegantes notas de carvalho francês. A boca é vibrante<br />

e harmônica, com taninos de trama muito fina que enaltecem<br />

a fruta e firmam a estrutura. Termina limpo e com ótima persistência.<br />

- RAR: empresa de alimentos com queijos, azeites importados,<br />

vinhos e espumantes, de Vacaria, RS, mostrou produtos<br />

exclusivos como o Cuvée RAR, um espumante golden edition,<br />

produzido pelo método tradicional a partir da primeira e mais<br />

nobre prensagem da uva. A linha de vinhos da empresa é<br />

elaborada com uvas cultivadas a 1000 metros de altitude, situados<br />

na região de Campos de Cima da Serra.<br />

- Villagio Bassetti: também de <strong>São</strong> Joaquim, na fria Serra<br />

Catarinense, a Villaggio Bassetti tem vinhos nobres, obtidos<br />

através de muita tecnologia, trabalho e dedicação. Hoje são<br />

46


Gran Première<br />

cinco rótulos no portfólio premiado<br />

da vinícola, todos com novas safras.<br />

Entre os produtos especiais está o<br />

Selvaggio, elaborado com uvas Cabernet<br />

Sauvignon fermentadas por<br />

leveduras naturais. Provém de colheita<br />

seletiva e tardia, desengace,<br />

seleção manual de bagas, fermentação<br />

alcoólica com leveduras autóctones,<br />

fermentação malolática com<br />

bactérias autóctones em barrica de<br />

carvalho francês com permanência<br />

de 22 meses, estabilização natural e<br />

engarrafamento. Por safra, são apenas<br />

300 garrafas numeradas e personalizadas<br />

com o nome do cliente,<br />

escritos à mão. É oferecido ainda<br />

em embalagem especial, com saca-<br />

-rolhas com design exclusivo.<br />

- Vinhética: a jovem vinícola brasileira<br />

com sotaque francês nasceu<br />

há pouco mais de 2 anos,<br />

com pilares nos três eixos de desenvolvimento<br />

sustentável: ecologicamente<br />

correto, socialmente<br />

justo e economicamente viável.<br />

Seu nome provém da junção das<br />

palavras vinho e ética, e surgiu a<br />

partir do sonho do enólogo francês<br />

Gaspar Desurmont de produzir<br />

um vinho brasileiro com tradição<br />

francesa, em parceria com<br />

Jean Pierre Bernard, que é francês,<br />

mas divide seu tempo entre o<br />

Brasil e sua terra natal há mais<br />

de 45 anos, se entusiasmou com<br />

a ideia. Já presente nos mercados<br />

de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>, Rio de Janeiro,<br />

Gramado, Florianópolis e<br />

Curitiba, a Vinhética conta<br />

atualmente com vinhos<br />

como o Terroir de Rosé e<br />

Terroir de Rouge.<br />

- Vinhos Vivelam/Velho<br />

Amâncio: a Vinícola Velho<br />

Amâncio insere-se no conceito<br />

das pequenas casas<br />

vinícolas, com vinhedos próprios,<br />

pequenas produções e<br />

excelente qualidade. A partir<br />

de mudas importadas, a<br />

vinícola cultiva, pelo sistema<br />

de espaldeira, videiras<br />

de cepas nobres como Cabernet<br />

Sauvignon, Merlot,<br />

Pinot Noir, Malbec Shiraz e<br />

Chardonnay. Destaque para<br />

47


Gran Première<br />

a linha de espumantes Vivelam. Na linha Reserva,<br />

destaque para o Tinto Seco Pinot Noir, que maturou<br />

durante 90 dias em barricas de carvalho francês<br />

novas, com tostado de leve intensidade, sem,<br />

no entanto, perder os aromas característicos desta<br />

variedade, que é uma uva de difícil adaptação, mas<br />

que pode gerar vinhos finos e elegantes.<br />

- Barcarola: empresa familiar, situada no Vale<br />

dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS, também<br />

é uma vinicola boutique. Além dos produtos de<br />

excelência, é bem convidativa ao enoturismo. Está<br />

instalada na casa antiga da família situada junto<br />

aos vinhedos. Suas paredes são de cantaria e parte<br />

das dependências são subterrâneas, mantendo<br />

a temperatura ambiente em padrões perfeitos<br />

para a vinificação e o amaduramento dos vinhos.<br />

A proximidade com o vinhedo possibilita o imediato<br />

processo de elaboração , afastando qualquer<br />

possibilidade de oxidação das uvas. Ao visitar<br />

a Vinícola Barcarola as pessoas recebem atendimento<br />

personalizado pelos próprios proprietários,<br />

conhecem detalhes da produção, da história<br />

e tem a oportunidade de degustar os vinhos<br />

e espumantes de forma gratuita. A<br />

casa onde está o escritório e a butique<br />

da vinícola foi construída em 1913 e hoje<br />

é tombada pelo patrimônio histórico do<br />

município.<br />

- Casa Verrone: essa vinícola paulista, de<br />

<strong>São</strong> José do Rio Pardo, possui vinhedo<br />

cultivado na Serra da Mantiqueira, onde a<br />

altitude tem peso importante na qualidade<br />

final do produto. O solo apropriado, o<br />

clima favorável e as uvas especiais tornam<br />

nosso vinho uma bebida para quem aprecia<br />

uma linha de produtos de alta qualidade<br />

e diferenciados. No ano passado a Casa<br />

Verrone teve vinhos premiados na Grande<br />

Prova Vinhos do Brasil, entre eles um<br />

de seus rótulos foi eleito como o “Melhor<br />

Chardonnay”.<br />

- Vinho Clic/Éléphant Rouge: O Éléphant<br />

Rouge é um “vinho de garagem”, resultado<br />

de um projeto desenvolvido pelo sommelier<br />

Jean Claude Cara, no Brasil, em<br />

conjunto com a Vinícola Larentis, que<br />

produz suas uvas no Vale dos Vinhedos,<br />

RS. A safra 2011 do Elephant Rouge, por<br />

exemplo, apresenta um rubi intenso com<br />

traços violáceos, discretos aromas de frutas<br />

vermelhas pequenas, como framboesa,<br />

morango silvestre e groselha. Aromas<br />

de frutas vermelhas se destacam com o<br />

movimento da taça e se somam a aromas<br />

de ameixa, cassis e ao frescor do eucalipto.<br />

Pode ser encontrado pela distribuição<br />

em parceria coim a Vinho Clic (www.vinhoclic.com.br/).<br />

- Era dos Ventos: nasceu dos sonhos dos<br />

viticultores gaúchos Luís Henrique e Talise<br />

Zanini, que se juntaram a pedro Hermeto,<br />

do restaurante carioca Aprazível e ao empreendedor<br />

Álvaro Escher. Destaque para o<br />

Peverella Espumante. A Peverella foi a primeira<br />

variedade branca vitis vinífera a desembarcar<br />

no Brasil junto com os imigrantes<br />

italianos, no final do século XIX.<br />

- Vinícola Pireneus: com rótulos premia-<br />

48


dos produzidos Cerrado<br />

goiano com uvas europeias,<br />

a vinícola é um proejto do<br />

médico e sommelier Marcelo<br />

Souza. Entre os destaques<br />

está o vinho Bandeiras,<br />

produzido com a uva italiana<br />

Barbera. Esse vinho recebeu<br />

o nome em homenagem<br />

aos bandeirantes, que<br />

descobriram a região onde<br />

as uvas são cultivadas. Já o<br />

vinho Intrépido é produzido<br />

com uvas francesas syrah,<br />

e representa a iniciativa corajosa<br />

e pioneira em produzir<br />

vinhos na região.<br />

- Tabocas: essa vinícola capixaba,<br />

da cidade de Santa<br />

Teresa, é pioneira na região<br />

na elaboração de vinhos<br />

finos. Seu nome é em homenagem<br />

ao local em que<br />

se encontram os parreirais,<br />

o Vale do Tabocas. Tem o<br />

intuito de produzir vinhos<br />

diferenciados, em pequeno<br />

volume, e é um empreendimento<br />

do técnico em vitivinicultura,<br />

Vinicius Corbelini,<br />

que decidiu investir<br />

na uva francesa Cabernet<br />

Sauvignon.<br />

- Hermann: com know-how<br />

especial da tradição acentuado<br />

por serem proprietários<br />

de uma das maiores<br />

importadoras do País, a<br />

Decanter, nasceu em 2009,<br />

quando compraram uma<br />

propriedade com imensa<br />

vocação para o plantio de<br />

uvas viníferas em Pinheiro<br />

Machado, na Serra do Sudeste<br />

do RS. A vinícola tem<br />

em destaque a linha Lírica<br />

Crua, composta por rótulos<br />

elaborados pelo método champenoise:<br />

Lírica Brut e Lírica Crua. <strong>São</strong> espumantes<br />

multipremiados. Na linha de vinhos finos<br />

e premium estão o Matiz Alvarinho, Matiz<br />

Cabernet Sauvigon, Matiz Plural e Matiz<br />

Touriga Nacional.<br />

Vinícolas em destaque na reportagem<br />

• Adolfo Lona: www.adolfolona.com.br<br />

• Barcarola: www.vinicolabarcarola.com.br<br />

• Casa Verrone: www.casaverrone.com.br<br />

• Cattacini: www.cattacini.com.br<br />

• Era dos Ventos: www.eradosventos.com.br<br />

• Hermann: www.vinicolahermann.com.br/<br />

• Luiz Porto: www.luizportovinhosfinos.com<br />

• Malgarim: www.malgarimvinhos.com.br<br />

• Maria Maria: www.vinhosmariamaria.com.br<br />

• Pireneus:<br />

www.facebook.com/pireneus.vinhosvinhedos<br />

• RAR: www.rar.ind.br<br />

• Villagio Bassetti: www.villaggiobassetti.com.br<br />

• Vinhética: www.vinhetica.com<br />

• Vinho Clic/Éléphant Rouge:<br />

www.vinhoclic.com.br<br />

• Velho Amâncio: www.velhoamancio.com.br<br />

• Tabocas:<br />

http://valedotabocas.blogspot.com.br/ e<br />

www.facebook.com/vinsdegarage.valedotabocas<br />

Vinhos Espumantes<br />

1 o lugar: Luiz Porto Brut, Colheita de Inverno<br />

2 o lugar: Dal Pizzol Brut, Serra Gaúcha<br />

3 o lugar: Aurora Pinto Bandeira Extra Brut, IP<br />

Pinto Bandeira<br />

4 o lugar: Pizzato Fausto Brut Rosé, Serra Gaúcha<br />

5 o lugar: Vallontano LH Zanini Extra Brut 2012,<br />

Vale dos Vinhedos<br />

6 o lugar: Casa Geraldo Brut, Colheita de Inverno<br />

7 o lugar: Bueno Cuvée Prestige Brut 2011,<br />

Campanha Gaúcha<br />

8 o lugar: Legado Flair Brut, Campos Gerais<br />

9 o lugar: Garibaldi Chardonnay Brut, Serra<br />

Gaúcha<br />

10 o lugar: Salton Paradoxo Brut, Campanha<br />

Gaúcha<br />

Vinhos Brancos<br />

1 o lugar: Aurora Pinto Bandeira, Chardonnay<br />

2015, IP Pinto Bandeira<br />

2 o lugar: Clos Cattacini Trebbiano Romagnolo<br />

2015, Serra Gaúcha<br />

3 o lugar: Suzin Alecrim 2016, Vinhos de Altitude<br />

4 o lugar: Pericó Vigneto 2016, Vinhos de Altitude<br />

5 o lugar: Clos Cattacini Gewürtztraminer 2015,<br />

Serra Gaúcha (empate técnico)<br />

5 o lugar: Villaggio Bassetti Sauvignon Blanc<br />

2016, Vinhos de Altitude (empate técnico)<br />

Vinhos Tintos<br />

1 o lugar: Maria Maria Syrah 2015<br />

2 o lugar: Pericó Benedictum 2012<br />

3 o lugar: Legado Sfizio Merlot, Campos Gerais<br />

4 o lugar: Pizzato Concentus Gran Reserva 2013,<br />

Do Vale dos Vinhedos<br />

5 o lugar: Don Abel Tannat <strong>Premium</strong> 2013, S. Gaúcha<br />

6 o lugar: Don Abel Merlot <strong>Premium</strong> 2012, Serra<br />

Gaúcha<br />

7 o lugar: Helios NDN Malbec 2013<br />

8 o lugar: Helios Corcéis Tannat 2010, S. Gaúcha<br />

9 o lugar: Salton Desejo 2011, Serra Gaúcha<br />

10 o lugar: Bueno Paralelo 31, Campanha Gaúcha<br />

(empate técnico)<br />

10 o lugar: Dal Pizzol Enoteca 2014, Serra Gaúcha<br />

(empate técnico)<br />

Vinho do Público Vini Bra Expo 2017<br />

Vencedor: Villa Mosconi Brut, Sul de Minas Gerais<br />

Vinícola Revelação:<br />

Vencedor: Vinícola Legado, Campos Gerais,<br />

Campo Largo-PR<br />

Vinícola do Ano de 2017:<br />

Vencedor: Cooperativa Vinícola Aurora, Bento<br />

Gonçalves-RS<br />

49


Gran Première<br />

Sim! Eles precisam estar<br />

na sua carta<br />

Colecionadores de medalha inspiram o desejo de<br />

degustação de apreciadores de todo o mundo<br />

Entre os melhores concursos mundiais do<br />

mundo vinícola, o Decanter World Wine<br />

Awards, da prestigiada revista inglesa Decanter<br />

Magazine, é uma das maiores referências<br />

anuais dos vinhos que realmente<br />

estão conquistando o mundo.<br />

Anualmente mais de 15 mil rótulos participam<br />

da avaliação de mis de 200 especialistas<br />

de vinho de todo o mundo. Nesse<br />

ano foi realizada a 14 a <strong>edição</strong> do evento,<br />

sediado em Londres, no Reino Unido.<br />

E se no ano passado pela primeira vez uma<br />

vinícola brasileira tinha conquistado a disputadíssima<br />

e inédita Medalha de Ouro o<br />

nosso País, temos bastante o que comemorar<br />

também em 2017, já que o mesmo feito<br />

foi repetido: a Guaspari, localizada em<br />

Espirito Santo do Pinhal (SP), ganhou a<br />

sua segunda Medalha de Ouro, novamente<br />

com o rótulo Vista do Chá 2014 Syrah,<br />

dessa vez safra 2014, atingindo impressionantes<br />

95 pontos na avaliação.<br />

O Vista do Chá 2014 Syrah é um vinho<br />

relamente emblemático da Guaspari, com<br />

produção limitada a não mais que 4 mil<br />

garrafas ao ano. De cor rubi e aromas bem<br />

elegantes, o Vista do Cháque lembra frutas<br />

negras, sendo encorpado e equilibrado<br />

à boca. No seu processo de produção, as<br />

uvas são colhidas manualmente e maceradas<br />

a frio por sete dias e a fermentação<br />

é feita em cuba de inox, seguido pela fermentação<br />

malolática em barrica. O vinho<br />

passa por 20 meses em barricas de carvalho<br />

francês para então ser engarrafado.<br />

“Este vinho, de surpreendente personalidade, impressiona<br />

já à primeira vista, com sua cor forte e aroma<br />

elegante e profundo. Suas notas de café são uma característica<br />

do terroir da Vista do Chá. Intenso e concentrado,<br />

tem taninos sedutores e bem equilibrados”,<br />

já destaca Fabrizia Zucherato, diretora executiva da<br />

vinicola em entrevista à <strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong> em razão das<br />

últimas premiações recebidas.<br />

Nessa <strong>edição</strong> do evento, a Guaspari levou ainda Medalhas<br />

de Prata para o Vale da Pedra 2015, Vista da<br />

Serra Syrah 2014, e Vista do Bosque Viognier 2015.<br />

50


Gran Première<br />

Vale ressalta ainda que o Vista da<br />

Serra Syrah 2014 recebeu também<br />

uma Medalha de Prata na degustação<br />

mundial “Syrah du Monde 2017” que<br />

aconteceu em maio na França. Foi a<br />

segunda medalha de prata consecutiva<br />

alcançada pelo “Vista da Serra” no<br />

concurso, e em 2017 foi o único vinho<br />

brasileiro premiado.<br />

Sobre a Guaspari<br />

Como conta a executiva, a vinícola<br />

surgiu a partir da convergência de<br />

uma série de fatores: a paixão pelo<br />

vinho e por tudo o que ele representa<br />

(gastronomia, natureza, arte, famílias,<br />

amigos e gerações); a percepção<br />

de que Espírito Santo do Pinhal reúne<br />

características muito favoráveis<br />

à vinicultura; a vontade de colaborar<br />

com o desenvolvimento da região; e a<br />

visão empreendedora que fez perceber<br />

potencial para uma nova cultura<br />

em uma região tradicionalmente<br />

cafeeira. “Plantamos as primeiras<br />

parreiras em 2006, em caráter experimental<br />

numa área de seis hectares.<br />

Entre elas, estavam diversas variedades<br />

francesas, escolhidas pelas<br />

características do terroir da região.<br />

O primeiro vinho foi produzido em<br />

2008, de maneira artesanal. Foram<br />

apenas 30 garrafas, que apresentaram<br />

características positivas e nos<br />

animaram a prosseguir com o projeto<br />

de produzir vinho de qualidade<br />

internacional e assumir o desafio de<br />

colocar Espírito Santo do Pinhal no<br />

mapa dos grandes vinhos”.<br />

Não à toa, os vinhos da Guaspari estão<br />

presentes em empreendimentos de<br />

destaque como Piselli, Grupo Fasano,<br />

Adega Santiago, Hotel Emiliano, Hotel<br />

Copacabana Palace, Rodeio, Mani<br />

e Manioca, Lasai, Irajá, Capim Santo<br />

(Trancoso), Eataly, entre outros.<br />

Mais informações podem ser em www.<br />

vinicolaguaspari.com.br<br />

Conheça a lista dos outros seletos vinhos<br />

e vinícolas brasileiras premiados<br />

no Decanter 2017:<br />

• Peterlongo: Medalhas de Bronze para<br />

os vinhos Armando Memória Cabernet<br />

Sauvignon e também para o Presence<br />

Extra Brut, e também para o Elegance<br />

Nature.<br />

• Vinícola Aurora: Medalhas de Bronze<br />

para o seu Moscatel e para o Aurora<br />

Reserva Merlot 2016.<br />

• Casa Valduga: Medalha de Prata para<br />

o Leopoldina Chardonnay 2015; Recomendação<br />

(Menção Honrosa) para o<br />

130 Blanc de Noir Brut e para o RSV<br />

Brut; Medalhas de Bronze para Leopoldina<br />

Merlot 2013, para o Raízes Gran<br />

Corte 2012, o Identidade Gran Terroir<br />

Arinarnoa-Marsenlan-Merlot 2012 e<br />

para o Leopoldina Chardonnay 2016<br />

• Vinícola Garibaldi: Medalha de Bronze<br />

para o seu Chardonnay Brut.<br />

• Domno do Brasil (Grupo Valduga):<br />

Medalha de Prata para o Ponto Nero<br />

Moscatel; Recomendações para o Ponto<br />

Nero Blanc de Blancs Brut e Ponto<br />

Nero Brut, e Medalha de Bronze para<br />

o Ponto Nero Rosé Brut.<br />

• Maria Maria: Medalha de Bronze<br />

para o seu Sauvignon Blanc 2015.<br />

• Salton: Medalha de Bronze para o seu<br />

Brut, para o Salton Desejo 2011, e Menção<br />

Honrosda para o Salton Poética Rosé Brut.<br />

Em tempo:<br />

para nenhuma premiação ficar de<br />

lado, acompanhamos nestes últimos<br />

meses outras premiações para vinícolas<br />

brasileiras:<br />

Premiados no Citadelles Du Vin, realizado<br />

em Bordeaux, na França<br />

• Espumante Garibaldi Brut: Medalha<br />

de Ouro<br />

• Casa Valduga RSV Moscatel 2016:<br />

Medalha de Ouro<br />

• Casa Valduga Arte Brut 2015: Medalha<br />

de Prata<br />

• Espumante Garibaldi Moscatel Rose<br />

Premiados no Enseada Tierra del Vino,<br />

realizado na Universidad Autônoma<br />

de Baja Califonia, Tijuana, México<br />

- Espumante Garibaldi Moscatel <strong>Brazil</strong>:<br />

Medalha de Ouro<br />

- Espumante Garibaldi Brut Chardonnay:<br />

Medalha de Ouro<br />

51


Abbinare<br />

Um vinho no preparo, outro<br />

para a harmonização<br />

Tendo no currículo restaurantes especializados em cozinhas como a portuguesa,<br />

italiana e a espanhola, como o Olivença Cozinha Ibérica, o La Varenne e o<br />

Alfredo’s Gallery Alla Scrofa Roma, o chef curitibano Sidnei Valério, atualmente no<br />

Ravello Tratoria, traz dicas especiais de harmonização e também uma receita de<br />

fetuccine utilizando vinhos tanto no preparo quanto para acompanhamento, fechando<br />

um ciclo de deleite dos apreciadores<br />

“Primeiramente sempre levo em<br />

consideração a escolha do tipo<br />

de vinho para cada ocasião, se o<br />

clima está mais quente ou mais<br />

para o frio, para saber de vou<br />

para um tinto, um branco ou<br />

um rosé. Não que isso seja regra,<br />

mas sim gosto. E nada impede<br />

de se beber um bom vinho em<br />

qualquer estação. Após essa avaliação,<br />

vejo o que se vai harmonizar:<br />

peixe, carne, massas ou até<br />

mesmo um menu com os dois”,<br />

pontua Sidnei.<br />

O chef lembra que peixe com<br />

temperos mais leves podem ser<br />

acompanhados de um bom vinho<br />

branco, entretanto se for do<br />

tipo muqueca ou temperos mais<br />

marcantes já se pode subir pra<br />

um rosé ou até mesmo um tinto<br />

mais leve. “Quando se fala em<br />

carnes, risotos, pizzas já prefiro<br />

sim um tinto . Sou mais de vinhos<br />

novos, como os portugueses<br />

que estão em alta com seus<br />

vinhedos. Os sul-africanos, ou<br />

até mesmo os australianos estão<br />

impressionando”.<br />

Sidnei finaliza pontuando que é<br />

preciso não deixar de lado também<br />

a questão do custo-benefício.<br />

“Existem hoje vinhos impressionantes<br />

por preços sensacionais”<br />

Receita simples e harmonização<br />

descomplicada<br />

Seguindo a tendência do regionalismo,<br />

Sidnei indica uma boa receita de<br />

fettucine com harmonização a partir<br />

de rótulos de uma vinícola local, a<br />

paranaense Família Fardo, distante<br />

a apenas 23 km da capital paranaense,<br />

no município de Quatro Barras.<br />

A Fardo já conta com dez rótulos à<br />

disposição dos apreciadores.<br />

Foram dois vinhos escolhidos, um<br />

para uso entre os ingredientes, outro<br />

para acompanhamento.<br />

Leve, refrescante e frutado, o Malvasia,<br />

integrante da Linha Casa e primeiro<br />

vinho branco elaborado pela<br />

vinícola, tem entre as principais ca-<br />

52


Abbinare<br />

racterísticas uma explosão do aroma<br />

frutado, floral. O vinho apresenta cor<br />

alegre e límpida. O teor alcóolico é de<br />

12%. A temperatura ideal para o seu<br />

consumo é de 8 a 10 graus.<br />

Já para a harmonização à mesa a opção<br />

foi pelo Encontro Fiore, um vinho<br />

de corte, que traz a combinação das<br />

uvas Malbec e Malvasia.<br />

“É um vinho, como eu gosto de dizer,<br />

instigante, novo, único! Um<br />

tinto leve, com uma cor vermelha,<br />

muito viva, translúcida. Os aromas<br />

são florais e frutados, mas<br />

vão-se tornando complexos, à medida<br />

em que o vinho vai respirando<br />

na taça. No paladar, mostra um<br />

bom volume, boa acidez e<br />

ótima persistência”, como<br />

menciona Rogerio Dardeu,<br />

especialista em vinhos,<br />

com diversas publicações<br />

a respeito como o livro “Vinhos<br />

– uma festa dos sentidos”.<br />

Rogério mantém<br />

uma ótima página elucidativa<br />

e comentada sobre<br />

vinhos principalmente<br />

brasileiros no Facebook:<br />

“Vinhos Brasileiros por<br />

Rogerio Dardeau”. Entre<br />

as vinícolas visitadas por<br />

Rogério em 2017 estão a<br />

Fardo e a Franco Italiana.<br />

Enfim, vamos ao fettuccine!<br />

Ingredientes<br />

- 50 g de manteiga<br />

- 40 g de trigo<br />

- 200 ml de leite<br />

- Meia cebola bem picadinha<br />

- 100 g de Parmesão grana padano<br />

ralado ou o parmesão de sua<br />

preferência<br />

- 80 ml de vinho branco Malvasia<br />

Família Fardo<br />

“Em uma panela derreta a manteiga<br />

e frite a cebola para soltar o sabor<br />

em seguida acrescentar o trigo<br />

e deixe ele cozinhar um pouco até<br />

dar uma cor bem amarelada em<br />

seguida acrescentar o leite quente<br />

e mexa até dar um molho bem<br />

cremoso... Quanto mais deixar ele<br />

aquecer e mexer mais ele vai engrossar<br />

e para finalizar acrescente<br />

o parmesão e envolva nesse molho<br />

... Para realçar um pouco mais a<br />

sabor 80 ml de vinho branco da<br />

Família Fardo Malvasia. Cozinhe<br />

o fettuccine e envolva no molho e<br />

sirva em seguida. Se preferir, um<br />

mignon é uma ótima escolha para<br />

acompanhar”, destalha o chef.<br />

Contatos: Familia Fardo: Telefone: (41)<br />

3672-1693 / (41) 3672-4488 -www.familiafardo.com.br<br />

-https://www.facebook.com/vinicolafamiliafardo/<br />

.<br />

• Chef Sidnei Valério: (41) 99705-<br />

5372, e-mail chefsidnei@icloud.com<br />

e Facebook: https://www.facebook.<br />

com/sidnei.valerio.7<br />

53


Conta-Gotas<br />

E o universo<br />

não se retrai<br />

Em um rápido balanço dos últimos meses, a invasão de novos<br />

rótulos cervejeiros no mercado foi tão intensa que tivemos de criar<br />

uma seção exclusiva<br />

Menos de um ano depois de lançar as<br />

seis primeiras cervejas artesanais com<br />

a sua marca, a companhia centenária<br />

catarinense Hemmer acaba de duplicar<br />

o número de rótulos no seu portfólio.<br />

É um excelente exemplo do que<br />

antes há uma década atrás era exceção<br />

e agora passou a ser uma regra de<br />

mercado: supreender os apreciadores<br />

com novidades incessantes, rótulos<br />

exclusivos, receitas especialíssimas e<br />

produtos com qualidade superior.<br />

E se é tendência, bares e restaurantes<br />

precisam estar atentos e trabalhar<br />

ainda mais as sazonalidades e os lançamentos,<br />

isto porque os apreciadores<br />

são consumidores interessados,<br />

acompanham esses lançamentos que<br />

instigam com certeza a vontade de degustar.<br />

O modelo “confraria”, o qual<br />

muitos empreendimentos de referência<br />

estão incentivando e outros aderindo<br />

na forma de abrir espaço, é uma<br />

excelente oportunidade de promover<br />

uma carta, gerar novas demanda e<br />

aumentar a ocupação em dias ociosos.<br />

Um excelente exemplo<br />

Apesar da regionalidade, os produtos<br />

já estão disponíveis em alguns<br />

pontos de vendas e no e-commerce<br />

www.emporiohemmer.com.br, assim<br />

podem ser encomendados por<br />

estabelecimentos de todo o País.<br />

Os sete lançamentos que agora compõem<br />

o mix de 13 estilos são: Dunkel,<br />

Münich Helles, Bock, Brown Ale Chocolate,<br />

Oatmeal Stout, Australian<br />

Pale Ale e American Double IPA.<br />

Os novos rótulos chegam ao mercado<br />

ao mesmo tempo em que o<br />

sommelier Eli Junior - já entrevistado<br />

com exclusividade pela <strong>Carta</strong><br />

<strong>Premium</strong> -, que trabalha há muitos<br />

anos no segmento, também em<br />

Santa Catarina, assume a área de<br />

cervejas da marca. “O objetivo da<br />

Hemmer é diversificar o portfólio<br />

para ganhar mercado”, comenta<br />

o novo executivo.<br />

“Estou aqui porque acredito<br />

que, com o potencial e o<br />

know how de distribuição<br />

que tem, a companhia pode<br />

ser um divisor de águas na<br />

apresentação das cervejas<br />

artesanais para públicos<br />

de diversos Estados e com<br />

vários perfis”, comenta Eli.<br />

Como complemento de uma<br />

linha que já trazia os estilos<br />

tradicionais (os seis primeiros<br />

rótulos são Pilsen,<br />

Lager Extra, Weizen, IPA,<br />

String Golden Ale e Witbier),<br />

a Hemmer aposta também<br />

em novidades. Eli destaca<br />

a Oatmeal Stout (com adição<br />

de aveia) e a Brown Ale<br />

Chocolate (que leva nibs de<br />

cacau da Fazenda <strong>São</strong> José,<br />

que fica na Bahia). “<strong>São</strong> dois<br />

estilos que estão em ascensão<br />

e, em ambos, apostamos<br />

em receitas equilibradas,<br />

que trazem sabores inéditos<br />

com paladar agradável”, diz.<br />

A Hemmer é uma companhia<br />

catarinense com mais de 100<br />

anos de atividades, que iniciou<br />

sua trajetória com conservas<br />

e hoje atua com mais<br />

de 300 produtos em linha.<br />

<strong>São</strong> mais de 12 mil pontos de<br />

vendas no Brasil e em países<br />

da América Latina.<br />

54


Conta-Gotas<br />

Em terras catarinenses<br />

A premiada cervejaria Berghain apresentou sua<br />

American, com 6,2% de teor alcoólico e 55 IBUS<br />

(Dry Hopping de Centennial e Simcoe). A cervejaria<br />

de Timbó, SC, também tem entre seus<br />

destaques a Berghain Bitter, com baixo teor alcoólico<br />

(apenas 3,9%). Acompanhe a página da<br />

empresa em https://www.facebook.com/www.<br />

berghaincervejaria.com.br . Aos viajantes cervejeiros,<br />

a cervejeira tem um ótimo espaço para<br />

degustação. Veja mais na página da empresa<br />

no Facebook: https://www.facebook.com/www.<br />

berghaincervejaria.com.br<br />

Cervejaria Treze<br />

Acaba de apresentar ao mercado a<br />

Caipirinha Sour, trazendo as principais<br />

características sensoriais da<br />

tradicional bebida brasileira. Refrescante,<br />

apresenta o cítrico do limão<br />

Tahiti e o sabor do álcool perfeitamente<br />

equilibrado com a cachaça, além da<br />

acidez e dulçor esperado em qualquer<br />

boa Caipirinha. Com 7% de álcool e<br />

feita sem pasteurização, foi produzida<br />

em parceria com a Cervejaria Dádiva.<br />

Pode ser classificada como American<br />

Sour ou Wild Ale por conta da predominância<br />

ácida no paladar. O sabor de<br />

limão da cerveja será através do dry<br />

Hopping com os lúpulos Lemon Drop,<br />

Sorachi Ace, Citra e Centennial e<br />

cascas de limão Tahiti. A fermentação<br />

com Brettanomyces também ajuda na<br />

secura da cerveja.<br />

Saiba mais em: https://www.facebook.com/cervejariatreze/<br />

Cervejaria Tábuas<br />

A região de Campinas e cidades circunvizinhas<br />

está se tornando realmente um atrativo<br />

polo cervejeiro. Criada por cervejeiros caseiros,<br />

loucos por cervejas que surpreendem<br />

com muito sabor, malte e lúpulo, a Cervejaria<br />

Tábuas lançou recentemente a Seiva Double<br />

Stout. Com 7,6% de teor alcoólico, é uma<br />

bem escura e intensa. Foi feita para entregar<br />

bastante sabor dos maltes caramelizados e<br />

torrados, lembrando café e chocolate, com um<br />

corpo macio e amargor moderado. Na linha da<br />

empresa estão também a Estaca IPA, a Lenha<br />

Americana Pale Ale e a Moita IPA. Saiba mais<br />

em www.cervejariatabuas.com.br .<br />

Um pecado é não<br />

apreciar...<br />

Unindo-se aos outros “pecados” da linha<br />

da Mea Culpa - Avareza (American Lager),<br />

Preguiça (Witbier com camomila e Sorachi<br />

Ace), Gula (Golden Ale), Vaidade (American<br />

Pale Ale), Ira (Imperial IPA) e Luxúria (Imperial<br />

Stout) -, muitas com premiações em<br />

importantes concursos -, a Inveja é uma<br />

American Sour que segue a linha de uma<br />

juicy sour, azedinha e com muito sabor<br />

e aroma de lúpulo. Fundada em 2015, a<br />

Cervejaria Mea Culpa tem uma linha de<br />

produtos artesanais cheios de personalidade.<br />

A fábrica fica em Cotia, bem próxima à<br />

capital paulista. Visite o site da empresa:<br />

www.cervejameaculpa.com.br<br />

55


Conta-Gotas<br />

Aqui, nada se perde!<br />

<strong>São</strong> muitos, mas listamos os principais lançamentos cervejeiros dos<br />

últimos meses para apreciadores, colecionadores e principais bares e<br />

restaurantes renovarem a sua carta<br />

Bem-vinda,<br />

“vovó”!<br />

Para celebrar a união com<br />

a Cervejaria Zalaz, a Avós<br />

apresentou a Vó Zazá, uma<br />

India Black Lager, que une o<br />

aroma dos lúpulos Hallertau,<br />

com toque terroso e leve frutado,<br />

Cascade, com amargor<br />

característico, toque picante<br />

e levemente floral, e o Northern<br />

Brewerm, que apresenta<br />

perfil terroso e resinoso. A<br />

outra novidade é a Vó Joaquina,<br />

A Imortal, uma Double<br />

India Pale Lager com 8% ABV<br />

e 80 IBU, de cor âmbar, notas<br />

cítricas que lembra frutas<br />

tropicais com toque herbal<br />

provenientes dos lúpulos Citra<br />

e Simcoe. Conheça a linha<br />

completa da Avós, cujo pub<br />

proprio completou seis meses<br />

recentemente, em http://cervejaavos.com<br />

.<br />

Superpremium<br />

Com uma linha de cervejas mais do que especiais,<br />

cervejas com muita inspiração, a paulista Crazy Rocker<br />

Cervejaria apresentou a sua Pink Fluid, uma Witbier<br />

produzida com raspas de limão siciliano e hibiscus.<br />

Super-refrescante, cítrica, leve e de coloração rosada<br />

proveniente da adição de hibiscus. Entre os igredientes<br />

traz também semente de coentro, tem teor alcoólico de<br />

5,2%, sendo fornecida em garrafas de 500 ml. A Crazy<br />

Rocker Cervejaria foi criada em Campinas, interior de<br />

<strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>, com o propósito de oferecer ao mercado<br />

brasileiro cervejas de alta qualidade e muita personalidade,<br />

unindo a cerveja, o rock’n’roll e a comunicação.<br />

As cervejas Crazy Rocker encontram-se em lojas e bares<br />

especializadas em cervejas artesanais nas praças: <strong>São</strong><br />

<strong>Paulo</strong> Capital e interior, Rio de Janeiro, Belo Horizonte,<br />

Vitória, Salvador, Recife, Sergipe e Belém. Saiba mais<br />

em www.crazyrocker.com.br .<br />

Paulistânias desejadas<br />

A Cerveja Paulistânia, em parceria com ELA – formado<br />

por um grupo de mulheres apaixonadas por cerveja e<br />

criado para questionar o machismo no meio cervejeiro,<br />

lançou ainda no primeiro semestre a sua American<br />

Wheat, uma Ale americana que leva trigo na receita e<br />

que ficou disponível no Eataly Brasil, na capital paulista.<br />

Além disso, apresentou os novos rótulos da sua<br />

linha Craff: Paulistânia Pátio do Colégio, Paulistânia<br />

Caminho das Índias e Paulistânia Ipiranga. Informações<br />

em www.paulistania.com.br .<br />

56


Conta-Gotas<br />

‘Urbanizando’ o<br />

paladar<br />

<strong>São</strong> sempre muitas:<br />

– mais uma versão de sua American Wheat<br />

Ale Boo!, dessa vez a Maracujá, com lúpulo<br />

americano, trigo e maracujá. Com 4,4% de<br />

graduação alcoólica e 27 IBUs de amargor,<br />

apresenta coloração dourada, um pouco<br />

turca. Mas o Urbana Boo! Maracujágrande<br />

destaque é o aroma de maracujá que se<br />

destaca muito, bem como no sabor, se, ser<br />

enjoativa<br />

– relançamento da Antimatéria, uma Russian<br />

Imperial Stout em parceria com a Cervejaria<br />

Júpiter. A versão 2017 tem 11,1%<br />

de teor alcoólico e 60 IBU.<br />

– Jabronx, com o nome ”carinhoso” do<br />

bairro onde nasce: o Jabaquara. Trata-se<br />

de uma New England Double IPA, com uma<br />

carga bem alta de lúpulo (Citra, Mosaic e<br />

Azacca), nenhum malte caramelo (apenas<br />

aveia e trigo), água tratada com sais minerais<br />

e fermento Vermont da Bio 4.<br />

– Passado Negro, uma Imperial Smoked<br />

Porter, 10,8% ABV e 60 IBUs, que se<br />

destaca pelas notas de chocolate, café,<br />

defumado, além do álcool potente e bem<br />

inserido.<br />

Informações na página da empresa no Facebook:<br />

https://www.facebook.com/Urbana-<br />

Cervejaria .<br />

<strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>: terra de Praya!<br />

Criada por surfistas cariocas inspirados<br />

na beleza e nos mistérios do oceano, a<br />

Cervejaia Praya já desembarcou em terras<br />

paulistas. Em suas receitas, destaque para<br />

a escolhida para ser a marca registrada da<br />

empresa, a Witbier. Com a leveza da Pilsen<br />

e o sabor do trigo, as cervejas da empresa<br />

são oferecidas e em garrafas de 600 ml ou<br />

355 ml. Do tipo puro malte, não contém<br />

milho ou cereais na sua produção, apresenta<br />

teor alcoólico de 5,3% e 13 de IBU.<br />

Saiba mais em www.cervejapraya.com<br />

Para provar, degustar, apreciar<br />

e indicar<br />

Com pouquíssimo tempo de mercado, porém já com várias legiões de<br />

fãs. A Everbrew tem rótulos novos como a EverIPA, uma American<br />

IPA de maior amargor e com lúpulos adicionados em todas as etapas<br />

da produção, e a EverBlack, uma cerveja do tipo Black IPA com<br />

notas torradas, de café e uma carga de sabores cítricos de diversos<br />

lúpulos. Recentemente apresentou o segundo exemplar da sua linha<br />

Juicy, a Evermaine, com lúpulo Citra, levedura Conan, teor alcoólico<br />

de 7,4% e IBU de 60; e também a Evermass, a mais recente, uma<br />

Double NE IPA com Cryo Hop de Simcoe e os lúpulos EL Dorado +<br />

Amarillo. Acompanhe a página da empresa https://www.facebook.<br />

com/cervejariaeverbrew<br />

57


Conta-Gotas<br />

Ingrediente<br />

amazônico<br />

A Kalango apresentou a sua Kalango<br />

Cacau Stout(Amazônia), com 4,7%<br />

de teor alcoólico e IBU de 30. De cor<br />

preta e boa formação de espuma,<br />

aromática, remete à chocolate amargo.<br />

Tem ainda agradável cremosidade.<br />

Essa Dry-Stout, inspirada nas Stouts<br />

irlandesas, porém mais encorpada e<br />

mais redonda ao paladar, traz ao final<br />

de cada gole aquele sabor intenso dos<br />

grãos torrados de cacau nativo da<br />

Amazônia, bem como notas adocicadas<br />

de baunilha. Veja mais na página da<br />

empresa: https://www.facebook.com/<br />

KalangoCervejaria<br />

Do vinho à cerveja<br />

Apresentou a quarta <strong>edição</strong> da Barleywine<br />

safrada, parceria da empresa com o Empório<br />

Alto dos Pinheiros. Cerveja do tipo “de<br />

guarda” e diferenciada, remete a vinho, uvas<br />

brancas, álcool e caramelo. Outra novidade<br />

foi a Wäls Evita, produzida com o método<br />

Charmat (usado nos espumantes) e levedura<br />

Mystery Ale. Aproxima-se do vinho branco e<br />

champagne (sem usar uvas), com composto<br />

aromático misterioso que proporciona aromas<br />

surpreendentes; com notas de maracujá<br />

e lichia. Também foi apresentada a Wäls<br />

Session Haze, a nova Session Ipa, feita com a<br />

levedura Vermont. Informações: http://www.<br />

wals.com.br e veja também onde encontrar.<br />

Seja bem-vinda!<br />

Outra cerveja que também adentrou ao<br />

maior mercado gatronômico do País é<br />

a Forasteira, rótulo especial e premiado<br />

em 2017 da Cervejaria Campinas.<br />

Também oferecida em growlers de 2,4<br />

litros, feito de cerâmica ou inox com<br />

tampa de presilha, tem em destaque<br />

versões como a Forasteira American<br />

Lager, que foi inspirada em um personagem<br />

chamado Cory Coen, um cowboy<br />

que nasceu nos Estados Unidos em<br />

meados dos século XIX. A base do estilo<br />

é uma Czech <strong>Premium</strong> Pale Lager, o que<br />

seria a tradicional Pilsen fabricada na<br />

República Tcheca, mas com um lúpulo<br />

americano chamado Citra, que confere<br />

aroma cítrico e amargor na medida<br />

certa, remetendo a frutas como manga,<br />

melão e até pêssego. Sugestão de harmonização:<br />

camarão, caranguejo, lula<br />

frita, ostras, salames, e filé de frango.<br />

Também estão disponiveis as versões<br />

Amber Ale, Wheat e IPA. Informações:<br />

www.cervejariacampinas.com.br<br />

Juan Caloto<br />

A cervejaria apresentou um novo lote da sua Wild<br />

West IPA. Com 6,5% ABV, tem uma espuma de<br />

boa formação e persistência média. É uma cerveja<br />

muito aromática. Outro destaque da empresa é a<br />

Mi Nombre és Vinganza, uma NE IPA assemelhada<br />

a uma Sour. No seu aroma predomina maracujá,<br />

manga e abacaxi. Também apresentou a El Xerife<br />

Quer Hablar Con Usted, uma Double IPA com 77<br />

IBU e 8,2% de álcool, e a Cryo Operation, uma<br />

New England IPA com 7% Abv e 65 Ibus, feita em<br />

parceria com a cervejaria portuguesa Postscriptum<br />

e também com a Heróica do Brasil. Mais em<br />

https://www.facebook.com/JuanCaloto .<br />

58


Conta-Gotas<br />

Lançamentos incessantes<br />

Foram muitas as novidades apresentadas nos últimos meses:<br />

– Saison Printemps 2017: uma Saison com pêssego e refermentada em garrafa de<br />

375ml com Brettanomyces Bruxellensis.<br />

– Lucid Dream #2, a nova versão da NE APA, colaborativa ente a Cervejaria Dádiva<br />

e a Suricato Ales.<br />

– Spot: colaborativa entre a Cervejaria Dádiva e a Realli Insumos Cervejeiros,<br />

uma New England IPA com Cryo Hops, com 5,6% ABV e 45 IBU.<br />

– Dádiva EAP Blueberry Imperial Porter: uma Imperial Porter com blueberry,<br />

nibs de cacau e 10,3% ABV, em lata de 473 ml e chope.<br />

– Dádiva Odonata #4: um experimento em parceria com o especialista em<br />

bebidas Cesar Adames, uma Russian Imperial Stout feita com adição de malte<br />

defumado em folhas de tabaco e envelhecida em barrica de carvalho com rum.<br />

– Dádiva Odonata #5: um experimento em parceria com Mauricio Porto, envelhecida<br />

em barricas de Single Malt Scotch, que une o sabor adocicado da baunilha e a madeira<br />

provenientes das barricas, com notas de chocolate e café da própria cerveja<br />

– Dádiva Odonata #6: um experimento em parceria com Dinah Paula, é uma<br />

cerveja envelhecida por 3 meses em barricas de carvalho francês utilizados anteriormente<br />

para cachaça, o que imprimiu sabores e aromas únicos de baunilha<br />

na sua produção. Acompanhe a página da empresa no Facebook para conhecer<br />

estas e muitas outras novidades: https://www.facebook.com/cervejariadadiva/<br />

Parceria de<br />

especialistas<br />

Nascida da vontade de 4 amigos<br />

em criar cervejas fora do comum, a<br />

Trilha lançou sua primeira versão<br />

em garrafa, feita em parceria com a<br />

Dádiva: é a Status Quo, uma barley<br />

wine com 12,5% de muita personalidade.<br />

Ela pode ser encontrada<br />

nas cidades de Santos, <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>,<br />

<strong>São</strong> Caetano e Cascavel. Na página<br />

da empresa no Facebook há mais<br />

informações sobre as cervejas que<br />

fazem parte da linha: https://www.<br />

facebook.com/trilhacervejaria .<br />

Novos rótulos, novas receitas<br />

Apresentou as:<br />

– Lupulin: uma New England APA produzida para Tasting<br />

Room, com 4,5% de teor alcoólico;<br />

– Cerveja Guava: colaborativa com a Cervejaria Hocus<br />

Pocus, uma IPA com goiaba, frutada, equilibrada com teor<br />

de 7%;<br />

– Cerveja Boreas: uma IPA com Cryo Hops. Uma IPA com a<br />

intensidade dos lúpulos Citra, Simcoe e Mosaic concentrados<br />

pelo processo de criogenia, com 6,9% de teor alcoólico;<br />

– a Enigma Lover, S.Passion Lover (Southern Passion)<br />

e Lover #1: as duas primeiras são variedades de lúpulo,<br />

enquanto a Lover #1 é uma combinação de cinco lúpulos<br />

que já foram protagonistas de outros rótulos da serie.<br />

– Dogma Simcoe Lover: sem maltes caramelos em sua<br />

composição e com uma carga de 20G/L de lúpulo, uma<br />

IPA de 8,7% ABV e 80 IBU;<br />

– Back to Basics, uma West Coast IPA, resinosa, frutada,<br />

seca e com amargor marcante, com 7,8% ABV e 58 IBU.<br />

Mais em https://www.facebook.com/cervejariadogma/<br />

Excelente novidade<br />

Cervejaria cigana de Piracicaba, no interior paulista, a Hop Flyers<br />

apresentou a Free Fly, uma American IPA, com 6,3% e 66 IBU, muito<br />

aromática, cítrica e com amargor e refrescância na medida; resultado<br />

de um single hop de Mosaic, lúpulo americano, e, muito, mas muito dry<br />

hopping. Conheça mais sobre a cervejaria em https://www.facebook.<br />

com/cervejariahopflyers/<br />

59


Conta-Gotas<br />

Das panelas ao<br />

mercado<br />

Fundada em 2016 na cidade de Jundiaí,<br />

a Bersi Bier completou um ano<br />

de vida em agosto de 2017 e conta<br />

hoje com três rótulos no seu portfólio,<br />

porém a história da cervejaria começou<br />

um pouco antes.<br />

A paixão por cervejas artesanais fez<br />

com que Daniel Bersi, fundador da<br />

Bersi Bier, iniciasse sua produção<br />

caseira em 2013, no quintal de sua<br />

casa para consumo próprio e confraternizações<br />

com os amigos. Através<br />

da execução e aperfeiçoamento de diversas<br />

receitas e vendo possibilidades<br />

de investir no mercado em constante<br />

crescimento, o engenheiro de computação<br />

optou por se especializar cada<br />

vez mais e procurou ajuda do Instituto<br />

da Cerveja Brasil (ICB) em <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>,<br />

onde se formou na <strong>4a</strong> turma do curso<br />

Avançado de Tecnologia cervejeira e<br />

também recebeu consultoria para dar<br />

os primeiros passos no negócio. A Bersi<br />

Bier foi criada como uma cervejaria<br />

cigana (sem fábrica própria) e produz<br />

suas cervejas utilizando as instalações<br />

de fábricas parceiras.<br />

A cervejaria que começou com 2 rótulos<br />

de cerveja em agosto de 2016,<br />

uma American Pale Ale (Cadillac Ranch)<br />

e uma Belgian Golden Strong Ale<br />

(Volúpia), lançou recentemente o seu<br />

terceiro rótulo, uma India Pale Ale de<br />

nome HopFellas que tem agradado o<br />

gosto dos paladares mais exigentes.<br />

As cervejas vem ganhando espaço<br />

nos bares de Jundiaí e região e na cidade<br />

de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>.<br />

“Nós temos uma preocupação constante<br />

com a qualidade dos nossos<br />

produtos e procuramos desenvolver<br />

sempre receitas com ingredientes<br />

de qualidade e para que tenham um<br />

custo/benefício interessante para os<br />

consumidores”, comenta o engenheiro<br />

que promete novidades para o próximo<br />

ano. “É um mercado muito competitivo<br />

e temos que nos reinventar a<br />

todo momento. Estamos focando em<br />

construir um portfólio com rótulos de<br />

linha e consistentes para então fazer<br />

alguns estilos sazonais e mais extremos.<br />

Também pretendemos expandir para o interior do Estado de SP e para<br />

outros Estados futuramente mas para isso precisamos nos planejar melhor<br />

na parte de logística e buscar parcerias comerciais.”<br />

Os três rótulos da<br />

Bersi Bier disponíveis no mercado hoje são:<br />

A Cadillac Ranch, American Pale Ale com 35 IBU e 5,5% ABV, é uma<br />

cerveja que incorpora o verdadeiro espírito americano. Com coloração<br />

acobreada, médio amargor e sabores cítricos marcantes, ela traz em sua<br />

essência toda a inspiração da Rota 66.<br />

A Volúpia, Belgian Golden Strong Ale com 24 IBU e 8,5% ABV, é uma cerveja<br />

que se finge de inocente, mas que faz de tudo para te seduzir! Com<br />

perfume frutado, coloração dourada e sabor levemente picante, a Volúpia é<br />

surpreendentemente prazerosa e causa sensações inimagináveis.<br />

A HopFellas, American IPA com 55 IBU e 6,6% ABV, é uma cerveja<br />

que leva o conceito American IPA ao extremo. Com amargor marcante,<br />

porém equilibrado, ela traz o frescor dos lúpulos americanos e<br />

australianos, oferecendo aromas e sabores incríveis.<br />

Mais informações sobre a cervejaria e seus produtos em www.bersibier.com.br .<br />

60


Gran Première<br />

61


Conta-Gotas<br />

Cerveja com... bonsai e muito mais<br />

Com receitas bem diferenciadas e únicas, a Cervejaria Heroica é outra novidade<br />

bem interessante no mercado. Entre os destaques da cervejaria está a<br />

Kamikaze IPA, que leva broto de bonsai do pinheiro Kuromatsu na receita,<br />

com os perfumados lúpulos Centennial, Chinook e Amarillo, e a Supersonic<br />

Sourtonic, uma refrescante e leve sour (cerveja ácida) com pepino e zimbro<br />

do bonsai junípero, inspirada nas cervejas Sahti, um estilo centenário nórdico<br />

que leva aveia, centeio e utilizava os galhos do pé de zimbro como filtro,<br />

pegando o sabor do fruto. O aroma lembra gim tônica, já que a planta é o<br />

ingrediente principal da infusão do gim. A mais recente novidade da empresa<br />

é uma New England IPA com um lúpulo em pó vindo da Europa, produzido<br />

pelo método Cryo Hops, pelo qual se busca extrair um maior potencial de<br />

aromas e sabores. É a Cryo Hoperation, com 7% de teor alcoólico e amargor<br />

de 65 IBUs. Foi elaborada em parceria com a Postscriptum, de Portugal. Mais<br />

na página da empresa: https://www.facebook.com/cervejariaheroica .<br />

Novinha em folha!<br />

Recentemente apresentada aos apreciadores cervejeiros,<br />

a Borogodó aposta em ingredientes bem selecionados. Na<br />

linha, três rótulos excepcionais:<br />

- Bohemian Pilsener: leve e ótima para os dias mais quentes,<br />

com ABV de 4,6% e IBU 35;<br />

- American IPA: amargor característico e aroma de frutas<br />

tropicais, com ABV de 5,8% e IBU de 54.<br />

- E.S.B.: sabor marcante que equilibra o amargor do<br />

úpulo com o dulçor e complexidade do malte,com ABV de:<br />

5,2% e IBU de 40.<br />

A empresa participou recentemente do Degusta Beer And<br />

Food, na capital paulista, evento com mais de 400 rótulos de<br />

cervejas trazidas por importadoras e cervejarias artesanais.<br />

Mais sobre a cervejaria em: www.cervejariaborogodo.com.br .<br />

Da moqueca agora ao rollmops e<br />

também ao fried chicken<br />

O projeto Projeto Brasii, cujo nome significa malte em latim<br />

e pretende apresentar rótulos exclusivos para harmonização,<br />

lançou sua segunda e terceira cervejas. Com malte produzido<br />

especialmente pela Maltes Catarinense, a cerveja Brasii<br />

Rollmops é estilo Lichtenhainer, criada para harmonizar com<br />

a receita alemã de filé de sardinha defumado com conserva de<br />

cebola marinada em vinho Riesling, o Rollmops, que dá nome<br />

a esta <strong>edição</strong>. Já a terceira cerveja, também apresentada em<br />

2017, é a foi feita em parceria com a americana Against The<br />

Grain, com ingredientes que harmonizam com a famosa receita<br />

de frango frito do Kentucky. É uma amber ale, que leba<br />

ingredientes como tomilho, limão e pimenta caiena estão na<br />

composição. O idealizador do Brasii é o chef e beer sommelier<br />

Allan Cunha, um apaixonado pelo mundo das cervejas<br />

artesanais e que já teve a oportunidade de visitar quase 40<br />

países. A metodologia usada segue o princípio de desconstrução<br />

dos pratos. Saiba mais em http://brasii.com .<br />

62


Conta-Gotas<br />

Queridas importadas<br />

A Uniland está trazendo para o Brasil rótulos especiais da 3 Daughters<br />

Brewing, cervejaria de St. Petersburg, na Flórida, EUA, que<br />

já se tornou a maior d e sua região.<br />

<strong>São</strong> 5 rótulos em lata de 355ml:<br />

- 3 Daughters Bimini Twist IPA: não-filtrada, acobreada com aroma<br />

cítrico intenso e sabor de lúpulo floral equilibrado de malte doce. O<br />

aftertaste de lúpulo é persistente e limpo. IBU de 82 e ABV de 7%<br />

- 3 Daughters Awake Cofee Blonde Ale: com sabor intenso do café, é<br />

uma cerveja refrescante, maltada e de cor dourada. IBU 23; ABV 5%.<br />

- 3 Daughters ST. Pete Beach Blonde Ale: refrescante e brilhante,<br />

tem um sabor único com uma quantidade perfeita de lúpulo cítrico<br />

para equilibrar o dulçor do malte. IBU; 24; ABV 5%.<br />

- 3 Daughters Rod Bender Red Ale: uma American Amber Ale, com<br />

sabores intensos, leve amargor e um suave equilíbrio do malte torrado.<br />

IBU de 23 e ABV de 5,9%<br />

- 3 Daughters Stern Line Oatmeal Stout: corpo denso, cremoso e<br />

aveludado com um final seco. A aveia aumenta a consistência da<br />

cerveja deixando-a encorpada. Essa combinação de café torrado,<br />

chocolate meio amargo e flocos de aveia torrados, provoca um sabor<br />

profundo. IBU 34 e ABV 5,2%.<br />

Acompanhe mais novidades na página da Uniland: https://www.<br />

facebook.com/importadora.uniland/.<br />

Sem restrições<br />

As novidades da Cervejaria Mafiosa são as cervejas Lawless Pre Prohibition Porter e<br />

a Lawless Pre Prohibition Lager, inspiradas nas receitas realizadas nos Estados Unidos<br />

durante a Era da Lei Seca, na década de 1920, quando a fabricação, transporte,<br />

importação e consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica era proibido. A primeira<br />

leva 10% de flocos de milho em sua receita, lúpulo Cluster, variedade mais antiga<br />

nos EUA, e foi fermentada utilizando leveduras de baixa fermentação. Com 5,9% de<br />

graduação alcoólica e 24 IBUs, é uma cerveja leve, com alto drinkability, notas de chocolate<br />

e frutas secas no aroma e sabor de malte lembrando caramelo e chocolate meio<br />

amargo. Harmoniza muito bem com carnes de porco, sobremesas com chocolate,<br />

defumados e embutidos, queijos amarelos. Já a Lawless – Pre-Prohibition Lager também<br />

leva 10% de flocos de milho em sua receita e, além do tradicional lúpulo Cluster,<br />

muito usada na época, o Mt Hood, descendente dos lúpulos de Hallertau. Com 5,5%<br />

de graduação alcoólica e 38 IBUs, é uma lager clara e refrescante, com um amargor<br />

bem presente do lúpulo balanceando a doçura dos grãos. Harmoniza muito bem com<br />

comidinhas de boteco, aves, peixes e frutos do mar. Vai bem também com comidas<br />

apimentadas e queijos brancos maturados.<br />

Vale ainda destacar uma lançamento da Mafiosa a três mãos: a TripelBock 28, produzida<br />

para a comemoração da parceria da cervejaria com a Dádiva e a Avós, uma<br />

cerveja com levedura Lager e base Bock, e intensidade, que vai além de uma Doppel-<br />

Bock, com teor alcoólico de 12,9%.<br />

Informações tanto no site http://mafiosacervejaria.com.br quanto na página da empresa<br />

no Facebook: https://www.facebook.com/mafiosacervejaria.<br />

63


Conta-Gotas<br />

Desejada carioca<br />

A empresa, que participou recentemente<br />

de um interessante evento cervejeiro<br />

no Rio de Janeiro, o Rio Craft<br />

Beer Festival, apresentou ao mercado<br />

a Moonrock, uma NE Double IPA<br />

com muito lúpulo Simcoe em forma<br />

de extrato, flores e lupulina. Outra<br />

novidade apresentada pela empresa<br />

nos úlitmos meses foi a Waking Life<br />

Hocus Pocus, uma Russian Imperial<br />

Stout. Com 9,5% de álcool, ela leva<br />

em sua receita aveia e cacau, apresentando<br />

um aroma e sabor bem<br />

fortes de chocolate e da torra dos<br />

maltes, lembrando uma sobremesa.<br />

Vale ainda destacar a Red Potion<br />

uma Berliner Weisse, com adição de<br />

framboesas, amoras e morangos, e<br />

4,3% ABV. Na página da empresa no<br />

Facebook há postagens sobre todos<br />

os lançamentos: https://www.facebook.com/cervejariahocuspocus<br />

.<br />

No ABC paulista<br />

De Diadema, no chamado ABCD paulista,<br />

a Votus está sepre com novidades<br />

em sua linha. Um curiosidade:<br />

o nome da cervejaria significa “voto”<br />

em latim, remetendo à proposta da<br />

empresa de instigar as pessoas a<br />

conhecerem e emitirem a sua opinião.<br />

A Votus Nº014 New England IPA foi a<br />

mais recente novidade apresentada,<br />

uma IPA bem cremosa e com muito<br />

aroma e sabor de lúpulo. Com teor<br />

alcoóico de 7,0% e IBU de 52, harmoniza<br />

muito bem com queijos azuis,<br />

curry e preatos apimentados. É uma<br />

cerveja de visual bem turvo, assemelhando-se<br />

a cervejas de trigo alemãs<br />

(Heffeweizen), de corpo aveludado e<br />

cremoso, com deliciosos aromas tropicais,<br />

picantes, cítricos e florais mas<br />

com um pequeno toque de amargor, o<br />

suficiente para sentir o sabor e aroma<br />

dos lúpulos a cada gole. Conheça<br />

toda a linha completa em http://<br />

www.cervejavotus.com.br .<br />

Novinha no pedaço!<br />

Entre as novidades está a Capivari-Monos,<br />

uma Bourbon Imperial<br />

Stout. Nascida recentemente, a<br />

Cratera também tem na linha a<br />

APA Bororé-Colônia, uma American<br />

Pale Ale de coloração dourado<br />

claro, corpo médio e lupulagem<br />

moderada, compondo uma cerveja<br />

equilibrada e de alto drinkability.<br />

Os lúpulos de origem americana<br />

impõem aromas cítricos e florais,<br />

trazendo a sensação de refrescância,<br />

acentuado por um dryhop.<br />

Excelente cerveja para acompanhar<br />

churrascos e hambúrgueres.<br />

O nome da cerveja é uma homenagem<br />

a Área de Preservação Ambiental,<br />

existente no extremo sul<br />

da região de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>, de onde<br />

se originou o conceito da cervejaria.<br />

A Cratera foi criada pela<br />

combinação de paixão por cervejas<br />

especiais, exploração de novos<br />

sabores e aventura gustativa. O<br />

nome veio de uma alusão à “Cratera<br />

da Colônia”, local de impacto<br />

de um meteoro com 3,6 km de<br />

diâmetro, um dos 40 maiores do<br />

planeta, situado no extremo sul<br />

da cidade de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>. Informações:<br />

https://www.cervejariacratera.com.br/home<br />

64


Conta-Gotas<br />

Novidade na linha verde<br />

Seguindo todos os critérios de conservação ambiental, a<br />

Falke Bier tem sua produção focada em cervejas especiais<br />

e difusão da cultura cervejeira no Brasil e no mundo. Como<br />

novidade na linha, a Peregrinus APA, que resulta com a<br />

combinação dos lúpulos Mosaic e Equinox e 5g/L de Dry<br />

Hopping. Bem leve e refrescante, é aromática e aromática e<br />

de alto drinkability. Tem ABV de 5,4% e IBU 34. Fundada<br />

em 2004, a Falke Bier é uma cervejaria familiar, que nasceu<br />

da iniciativa dos irmãos Marco Antonio, Juliana e Ronaldo<br />

Falcone. Saiba mais em http://www.falkebier.com/<br />

Limitadíssima<br />

e com<br />

chocolate<br />

Além de lançar uma <strong>edição</strong><br />

exclusiva de uma Bock<br />

com chocolate no Festival<br />

Gastronômico de Pomerode<br />

(SC), também apresentou<br />

em 2017 a Schornstein<br />

Soul, uma American Lite<br />

Lager (cerveja mais leve),<br />

com aroma sutil de malte,<br />

de cor clara e colarinho<br />

branco e espumante, índice<br />

de amargor baixo (8,5 IBUs)<br />

e teor alcoólico também<br />

(3,4%), e a Schornstein Imperial<br />

IPA, com um aroma<br />

intenso de lúpulos americanos<br />

e ingleses, graças ao<br />

processo de dry hopping. A<br />

cor avermelhada antecipa o<br />

sabor forte e complexo. Essa<br />

última tem 80 IBUs e 8,4%<br />

de teor alcoólico. Mais em:<br />

www.schornstein.com.br .<br />

Colaborativa<br />

intercontinental<br />

De Ribeirão Preto, a Lund apresentou<br />

um novo lote da sua sazonal<br />

de inverno, a Lund Holz. Produzida<br />

no estilo English Barleywine é fruto<br />

de uma parceria com a portuguesa<br />

Post Scriptum Brewery, da cidade e<br />

Trofa, localizada no distrito de Porto.<br />

O rótulo traz em sua composição<br />

seis tipos de malte (Pilsen, Munich<br />

II, Melanoidina, Carahell, Carafa III e<br />

Carapils), chips de carvalho, uísque<br />

e uva passa em brassagem inédita<br />

entre os cervejeiros Evandro Zanini,<br />

da Cervejaria Lund, e Pedro Sousa,<br />

da Post Scriptum, realizada na fábrica de Ribeirão<br />

Preto neste ano. A cerveja de guarda foi maturada por<br />

três meses e apresenta corpo médio para alto, aroma<br />

com nuances de madeira, em cor marrom escuro,<br />

espuma bege claro e boa percepção de tosta de malte<br />

e álcool em evidência, ideal para ser degustada na estação<br />

com um cordeiro assado, faisão, porções condimentadas,<br />

massas com molho vermelho e sobremesas<br />

à base de chocolate amargo. Com <strong>edição</strong> limitada a<br />

1200 litros, a colaborativa será disponibilizada aos<br />

Estados de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong> (Capital, Interior e Vale), Rio de<br />

Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e<br />

Brasília, em versão chope e garrafa de 600 ml. Saiba<br />

mais em: www.cervejarialund.com.br<br />

65


Conta-Gotas<br />

Muito aguardados!<br />

Elaborada na região sul do País e batizada<br />

em homenagem à imperatriz do<br />

Brasil, que conquistou o coração de<br />

Dom Pedro I, a Cervejaria Leopoldina<br />

apresentou três novos rótulos: Bohemian<br />

Pilsner, Red Ale e Session Pale<br />

Ale, lançamentos que completam o<br />

portfólio da cervejaria junto aos outros<br />

cinco rótulos da marca: Old Strong<br />

Ale, IPA, Pilsner, Witbier e Weissbier.<br />

A Leopoldina Session Pale Ale, produzida<br />

com maltes especiais e lúpulo europeu,<br />

apresenta características de aromas<br />

e sabores frutados, além de muita<br />

refrescância. Com uma textura cremosa,<br />

é ideal para ser apreciada em temperaturas<br />

mais amenas e é uma bebida<br />

ideal para quem gosta de se aventurar<br />

em sabores mais amargos. Harmoniza<br />

com saladas, queijos leves e peixes.<br />

Já a Leopoldina Bohemian Pilsner,<br />

mais leve e com muito frescor. Do<br />

tipo pale Lager, de baixa fermentação<br />

e com uma bela coloração amarelo<br />

dourado. Seu aroma refrescante<br />

apresenta toques florais e sua textura<br />

leve oferece uma degustação prazerosa<br />

para os fãs de cervejas menos<br />

encorpadas. Acompanha bem embutidos<br />

e canapés diversos.<br />

A Red Ale chega para complementar a<br />

linha de cervejas especiais e é elaborada<br />

com um blend de maltes especiais<br />

e lúpulos do tipo East Kent Golding,<br />

tradicional da Inglaterra, país pioneiro<br />

desse tipo de cerveja. Uma cerveja de<br />

alta fermentação, com coloração<br />

avermelhada, a Red Ale se<br />

destaca pelas intensas notas<br />

maltadas e de toffee. Harmoniza<br />

com carnes vermelhas, massas,<br />

embutidos e queijos curados.<br />

Produzida pela Famiglia Valduga,<br />

a linha de cervejas especiais<br />

da Cervejaria Leopoldina conta<br />

com toda a expertise da família<br />

centenária, conhecida por produzir<br />

os mais renomados rótulos<br />

de vinhos e espumantes. A Cervejaria<br />

Leopoldina utiliza como<br />

base as principais escolas cervejeiras<br />

do mundo e são elaboradas<br />

com uma minuciosa seleção<br />

dos melhores maltes, lúpulos e<br />

leveduras, importados da Europa.<br />

Aliando tecnologia e qualidade,<br />

as cervejas mantêm um<br />

alto padrão de qualidade e agrada<br />

os paladares mais exigentes.<br />

Veja a linha completa na página<br />

da empresa: https://www.facebook.com/cervejarialeopoldina/<br />

66


67


Gran Première<br />

No Brasil e no mundo<br />

International Spirits Challenge, do Reino Unido, e Concurso de Qualidade<br />

da Cachaça da Unesp listam destilados brasileiros de excelência<br />

Cachaça<br />

Mazzaropi, de<br />

Taubaté, SP<br />

Em sua 12 a segunda <strong>edição</strong> e com viés<br />

bem técnico e científico, que marca esse<br />

novo panorama da cachaça brasileira, o<br />

Concurso de Qualidade da Cachaça da<br />

Unesp, Campus de Araraquara, traz anualmente<br />

uma lista de cachaças que estão<br />

se destacando entre as referências do mercado.<br />

Faz parte do Encontro da Cadeia<br />

Produtiva da Cachaça, realizado pela instituição<br />

desde 2005 e que vem contribuindo<br />

de forma bem significativa com diversos<br />

estudos, treinamentos, cursos e pesquisas<br />

para o desenvolvimento de destilados nacionais<br />

de qualidade superior.<br />

Desde 2013, o concurso ganhou proporções nacionais<br />

se consolidando entre os eventos que visam a<br />

melhoria e divulgação da cachaça. A análise sensorial<br />

é realizada através do Circuito de Degustação<br />

da Cachaça, que percorre diversos bares da<br />

cidade de Araraquara durante um mês, permitindo<br />

ao consumidor final eleger as campeãs de forma<br />

prática e também da mais próxima possível em se<br />

considerando os rótulos que serão encontrados<br />

nas cartas de diferentes empreendimentos.<br />

Para cada categoria, são eleitas as melhores aquelas com<br />

as melhores pontuações, incluindo design. A seguir as<br />

cachaças eleitas as melhores nessa <strong>edição</strong> do evento:<br />

68


69


Gran Première<br />

A Mazzaropi está presente em<br />

restaurantes como o Cão Véio,<br />

do chef Henrique Fogaça<br />

Categoria Envelhecida<br />

1ª Colocada: Sebastiana Tonéis de Carvalho. Produzida<br />

pelo Alambique Santa Rufina, no interior paulista,<br />

a Sebastiana é uma das, como podemos dizer,<br />

“cachaças campeãs olímpicas” dada as constantes<br />

medalhas recebidas nacional e internacionalmente<br />

nos principais concursos de destilados. Em visita ao<br />

alambique, conhecemos alguns de seus segredos, entre<br />

eles a aposta do sócio-fundador, Carlos Alberto<br />

Mattos, em unir tecnologia e tradição. No alambique,<br />

usam a destilação intermitente, que é a primeira técnica<br />

que foi inventada. Para se chegar na qualidade<br />

superior da bebida, foram visitados muitas destilarias<br />

internacionais que serviram de parâmetro para a produção,<br />

além da aposta em tecnologia de ponta, como<br />

a selação da leveduras utilizadas, obtidas em pesquisas,<br />

específicas para produção de cachaça. “Quando<br />

você degusta uma cachaça como essa alguns aromas<br />

aparecem mesmo na boca, tal qual na degustação de<br />

um bom vinho. A cachaça não é álcool, é um composto<br />

homogêneo, ou seja todas suas partes precisam ter<br />

sido elaboradas com cuidado. Estamos fazendo tudo<br />

muito bem feito, por isso nossas bebidas já receberam<br />

várias medalhas”, destacou Mattos durante a visita<br />

de nossa reportagem. O Alambique Santa Rufina<br />

fica na cidade de América Brasiliense.<br />

Acesse a página da empresa para mais informações:<br />

http://www.cachacasebastiana.com.br/ .<br />

2ª Colocada: Mazzaropi Tonéis de Carvalho Francês.<br />

Com uma produção que começou de forma despretensiosa,<br />

caseira, e apenas para consumo dos hóspedes<br />

e amigos do Hotel Fazenda Mazzaropi, em Taubaté<br />

(SP), essa cachaça é produzida na Fazenda<br />

Fortaleza, em <strong>São</strong> Luiz do Paraitinga (SP). De<br />

alta qualidade, ganhou reconhecimento através<br />

de diversas premiações e com sua inclusão nas<br />

cartas de cachaça dos mais renomados bares e<br />

restaurantes do País.<br />

Esse rótulo da Mazzaropi tem aroma que tende<br />

para o chocolate, amêndoa e café. É o resultado<br />

de um trabalho totalmente artesanal, desde a<br />

sua colheita, até o fim da destilação, sem adição<br />

de produtos químicos na fermentação, envelhecidas<br />

por no mínimo 18 meses.<br />

Por sua qualidade, a Mazzaropi foi uma das selecionadas<br />

para fazer parte da nova carta de bebidas<br />

do restaurante Cão Véio, comandado pelo<br />

chef Henrique Fogaça, um gastropub, com cervejas<br />

especiais e um cardápio que vai de petiscos<br />

ousados como o bolinho de arroz com pimenta<br />

dedo de moça (acompanhado de tomate picante)<br />

até sugestões como o Espírito de Porco, costela<br />

suína marinada na cachaça e no mel, assada em<br />

baixa temperatura (acompanhada de pimenta de<br />

maracujá).<br />

Completíssimo, incluindo receitas de drinques<br />

e notícias, o site da Mazzaropi traz indicações<br />

de cada um dos rótulos: http://www.cachacamazzaropi.com.br<br />

.<br />

3ª Colocada: produzida em Nova Aurora, Goiás,<br />

de forma bem artesanal, a Fazenda Velha<br />

já havia sido premiada na <strong>edição</strong> anterior do<br />

A Sabor da Estância também é<br />

colecionadora de troféus<br />

70


Gran Première<br />

evento. Tem diversas versões envelhecidas, algumas<br />

passando por até 8 anos em barris de carvalho. Há<br />

ainda versões envelhecidas em Jequitibá e outras<br />

madeiras. Mais informações estão disponíveis na<br />

página do Facebook da empresa: https://www.facebook.com/cachacafazendavelha<br />

.<br />

Categoria Ouro<br />

1ª Colocada: Sabor da Estância. Seguindo uma importante<br />

tradição familiar, essa cachaça, com sede instalada<br />

na Estância Turística de Santa Fé do Sul, no interior<br />

paulista, desde 1978, vem trazendo aos bons apreciadores<br />

de cachaça, um produto de alta qualidade, com<br />

aroma e paladar marcante da cachaça artesanal.<br />

É produzida a partir da cana-de-açúcar despalhada (sem<br />

queima do canavial), fermentada com leveduras de milho,<br />

destilada em alambique de cobre e armazenada em tonéis<br />

de madeiras nobres.<br />

Desde 2007 essa cachaça vem se consagrando nas primeiras<br />

colocações do Concurso da Unesp. <strong>São</strong> várias versões<br />

especiais, com diferentes tempos de envelhecimento.<br />

Um dos destaques é a Carvalho <strong>Premium</strong> Ouro, que<br />

passa por um ano de descanso em barris de jequitibá,<br />

além de mais 4 anos de maturação em barris de carvalho<br />

europeu. Na página da empresa no Facebook<br />

A cachaça Ouro 1 é estaque em todos eventos e concursos<br />

de que participa. Suas versões estão presentes em bares e<br />

restaurantes de alto padrão<br />

há ótimas indicações da linha de produtos da<br />

empresa, que destaca também ótimos licores.<br />

2ª Colocada: Cachaça Ouro 1. A Ouro 1 é outra<br />

campeã em várias premiações e concursos<br />

e se tornou presença especial nos principais<br />

eventos de cachaça do Brasil. Figurando<br />

também entre as melhores cachaças brasileiras,<br />

é produzida em Papagaios, no Estado de<br />

Minas Gerais e traz a assinatura do master<br />

blender Armando Del Bianco, responsável<br />

pela seleção dos barris.<br />

A empresa que, aposta constantemente em inovações<br />

e na qualidade superior de seus produtos,<br />

também lançou uma <strong>edição</strong> limitada envelhecida<br />

em carvalho e tem outros rótulos como<br />

a Ouro Mineiro e a Vida Boa. A linha completa<br />

está no site da empresa: http://www.ouro1.<br />

com.br . Com apenas 20% de teor alcoólico, a<br />

versão Vida Boa Mel e Limão é uma aguardente<br />

composto bem interessante para mixologia.<br />

3ª Colocada: Cachaça Catarina. Produzida<br />

pela Destilaria Vitória, em Dracena, no interior<br />

paulista, é fabricada artesanalmente sem<br />

quaisquer tipo de aditivos. A qualidade comprovada<br />

por concursos nacionais, internacionais<br />

e análises laboratoriais, como o próprio<br />

concurso da Unesp.<br />

A Destilaria Vitória nasceu em meados de 2006<br />

com o firme propósito de fabricar cachaça da mais<br />

alta qualidade, utilizando o padrão mineiro de produção.<br />

Localizada em uma das mais tradicionais e<br />

antigas propriedades do município, hoje uma nova<br />

71


Gran Première<br />

fronteira agrícola do ramo sucroalcoleiro,<br />

possui através de sua<br />

equipe de campo e indústria um<br />

rigoroso processo produtivo. As<br />

canas selecionadas são trazidas<br />

do campo onde são moídas e higienicamente<br />

processadas, desde<br />

o preparo do caldo, passando pela<br />

fermentação até a destilação.<br />

De cor dourada, a versão Ouro é<br />

recomendada para degustação<br />

pura, trazendo um interessante<br />

custo-benefício na precificação<br />

em bares e restaurantes de alto<br />

padrão, já que se assemelha<br />

aos melhores destilados. Possui<br />

suavidade e aromas ímpares. É<br />

descansada por no mínimo 1<br />

ano em amendoim e 1 ano em<br />

cabreúva. Conheça toda a linha<br />

de produtos em http://www.<br />

cachacacatarina.com.br .<br />

Categoria Prata<br />

1ª Colocada: Portal da Baracéia.<br />

Essa cachaça é de Taubaté,<br />

também do interior paulista,<br />

e vem se destacando como uma<br />

O Engenho da Barra Grande tem uma nova<br />

adega de tonéis, um local perfeito para<br />

envelhecer a cachaça, fresco e com bastante<br />

umidade, sempre aberto a visitas.<br />

referência em sua região. O almbique está sempre de portas<br />

abertas à visitação. Na página da empresa no Facebook estão<br />

informações do endereço, bem como sobre onde encontrar os<br />

produtos.<br />

2ª Colocada: Bico Doce. De Limeira, no interior paulista, a Bico<br />

Doce é uma cachaça requintada e elegante. É produzida com<br />

cana na própria fazenda, com cuidados manuais para que se<br />

tenha umas das melhores do Brasil. Seu alambique também<br />

sempre está de portas abertas à visitação. Informações sobre a<br />

empresa em https://www.facebook.com/pg/cachacabicodoce .<br />

3ª Colocada: Sabor da Estância. Aos interessados em como adquirir<br />

a linha de produtos, informações pelo fone (17) 3631 4780<br />

Categoria Garrafa Mais Bonita<br />

Categoria Envelhecida: Barra Grande Edição 150 anos. Há 4 gerações<br />

a produção artesanal da Cachaça Barra Grande é feita sem<br />

pressa e com todo carinho. O engenho é o único do Estado de <strong>São</strong><br />

<strong>Paulo</strong> que ainda funciona barra grande movido à roda d’água.<br />

No Engenho são fabricadas as Cachaças Barra Grande e Santo<br />

Grau Itirapuã. Pela Barra Grande há 4 rótulos a Barra Grande<br />

Branca (Jequitibá), a Barra Grande Ouro (Carvalho), a Barra<br />

Grande Retrô (Blend das duas madeiras) e a Edição Especial<br />

de 150 anos, que foi a Cachaça premiada no concurso da<br />

Unesp. Tudo é feito artesanalmente, com o cuidado e o carinho<br />

de tempos atrás. Desde a moenda movida por roda d’água, a<br />

fermentação natural com fubá, a destilação, até o descanso em<br />

tonéis de Jequitibá e Carvalho.<br />

Como em 1860 a água que vem do canal, move a roda, desperta<br />

as engrenagens da moenda, o caldo escorre pelas canaletas<br />

para as dornas de fermentação e no descanso da garapa come-<br />

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73


Gran Première<br />

ça o silencioso processo de fermentação.<br />

Após 24h o destino é alambique original de cobre onde é feita<br />

a destilação. Todo o processo de fabricação, envelhecimento<br />

e engarrafamento tem aprovação do Mistério da Agricultura.<br />

O Engenho da Barra Grande tem uma nova adega de tonéis,<br />

um local perfeito para envelhecer a cachaça, fresco e com<br />

bastante umidade. O local está sempre aberto às visitas.<br />

A <strong>edição</strong> especial premiada tem um lote único em comemoração<br />

aos 150 anos do Engenho, com apenas 1.500 garrafas. É<br />

uma cachaça envelhecida por 2 anos em tonel de Carvalho.<br />

Ainda na categoria de embalagens mais bonitas, a Ouro 1<br />

foi a premiada na Categoria Ouro, e a Bico Doce foi a cachaça<br />

em destaque na categoria Prata.<br />

Nesse ano, entre as premiações internacionais recebidas<br />

pela Tiê estão o título de “Melhor de Sua Categoria”<br />

no San Francisco World Spirits Competition; as<br />

Medalhas de Duplo Ouro e Prata no mesmo concurso;<br />

e a medalha de Bronze no Berlin International Spirits<br />

Competition.<br />

O nome da cachaça Tiê faz referência a um pássaro comum<br />

na região onde a cachaça é produzida, na Fazenda<br />

Guapiara, Aiuruoca, MG.<br />

A linha de produtos inclui duas principais versões da<br />

cachaça: a Tiê Prata e a Tiê Ouro. A primeira não passa<br />

por envelhecimento, sendo armazenada em dornas<br />

de inox. Límpida, incolor, de brilho intenso, extremamente<br />

adequada para ser consumida pura ou em coquetéis,<br />

tem sabores doce, ácido e umami, forte personalidade<br />

e graduação alcoólica de 42% vol. Combina<br />

perfeitamente com petiscos, caldos e frutos do mar. A<br />

Tiê Ouro atende ao público que aprecia o consumo do<br />

destilado amadeirado puro, mas também dá um toque<br />

marcante em coquetéis. Leve e aveludada, devido ao<br />

envelhecimento em tonéis de carvalho, tem composição<br />

aromática única. É suave e apresenta brilho intenso,<br />

que favorecem a percepção de sua qualidade. Entre<br />

as sugestões de harmonização estão pratos condimentados.<br />

Quem quiser adquirir os produtos da linha de<br />

cachaças Tiê, no site da empresa (www.cachacatie.<br />

com.br) há uma loja online própria.<br />

Do Brasil para o Reino Unido<br />

A última <strong>edição</strong> do International Spirits Challenge, em 22ª<br />

<strong>edição</strong>, destacou também bebidas brasileiras de primazia<br />

para o paladar. Referência européia para o segmento<br />

de destilados, o International Spirits Challenge é uma das<br />

mais respeitadas competições da área. Apenas para se ter<br />

ideia, para esta <strong>edição</strong> do evento foram cerca de 1.300 inscrições<br />

de bebidas de provenientes de 70 países diferentes.<br />

Entre os destaques das premiações está uma brasileira, a<br />

Cachaça Tiê, que a <strong>Carta</strong> <strong>Premium</strong> teve a grata satisfação<br />

de ser uma das primeiras revistas especializadas a entrevistar<br />

em razão da sua primeira premiação internacional<br />

conquistada quando a empresa tinha apenas três meses de<br />

mercado (reportagem disponível no Portal www.revistacartapremium.com.br).<br />

A Tiê a Medalha de Medalha de Prata para a sua versão<br />

Prata e também recebeu uma Medalha de Cachaça Bronze<br />

para a sua versão Ouro, concorrendo com os principais<br />

destilados do mundo inteiro, na Categoria “Rum e<br />

Espíritos de Cana”.<br />

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75


Gran Première<br />

Falando em premiações<br />

internacionais<br />

Em terras norte-americanas, destilados brasileiros consagram mais<br />

medalhas para nossas bebidas de excelência<br />

Considerado um dos principais concursos<br />

mundiais do segmento, e porta de<br />

entrada do mercado – e por que não do<br />

paladar norte-americano -, o disputadíssimo<br />

New York International Spirits Competition<br />

(NYISC), em sua oitava <strong>edição</strong>,<br />

reuniu cerca de 600 espíritos de todo o<br />

mundo em uma prova cega, na qual os<br />

produtos foram julgados por sua categoria<br />

de acordo também com o seu preço.<br />

Destaque no evento foram as premiações<br />

recebidas individualmente pela Cachaça<br />

Paratiana, considerada “Producer of the<br />

Year” e também para a Cachaça Sagati-<br />

ba Preciosa, considerada “Aged<br />

Cachaca of the Year”. Saiba um<br />

pouco mais dessas bebidas que<br />

mostram que quando fazemos<br />

com primazia, podemos concorrer<br />

com os melhores produtores<br />

mundiais:<br />

- Cachaça Paratiana: recebeu<br />

Medalhas de Ouro para a sua<br />

versão Prata e também para a<br />

sua versão Ouro. Consagrou-se<br />

também com uma importantíssima<br />

medalha para a sua versão<br />

Extra <strong>Premium</strong>. Ponto turístico e<br />

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77


Gran Première<br />

uma das cachaças de referência na tradicional<br />

região produtora de Paraty, RJ, a<br />

Paratiana reformou no final do ano passado<br />

o seu alambique, justamente para<br />

aprimoarar ainda mais a sua excelência<br />

que une a tradição na produção da bebida<br />

e também o que há de mais moderno<br />

em termos de tecnologia.<br />

A visitação ao alambique é um atrativo<br />

à parte na região. O tour também inclui<br />

o passeio pelo Museu da Cachaça quwe<br />

a empresa mantém, com mais de 3.000<br />

rótulos de todo o Brasil. Outras informações<br />

em www.cachacaparatiana.com.br<br />

ou pelo e-mail sac@cachacaparatiana.<br />

com.br .<br />

- Cachaça Tiê Ouro: com Medalha de<br />

Ouro para a sua versão Ouro e Medalha<br />

de Prata para sua versão Prata, a Tiê<br />

acaba de mudar sua imagem visual, com<br />

uma logotipia ainda mais chamativa, e<br />

está prestes a lançar uma novidade: uma<br />

aguardante composta com canela. Acompanhe<br />

a página da empresa no Facebook<br />

para mais novidades: https://www.facebook.com/cachacatie<br />

- Cachaça Sagatiba: levou Medalha de<br />

Ouro com seu rótulo Preciosa, além de<br />

Medalha de Prata para os rótulos Sagatiba<br />

Cristalina e Sagatiba Envelhecida.<br />

As premiações consagram ainda mais o<br />

prestígio internacional da bebida, que faz<br />

parte do reconhecido Gruppo Campari.<br />

Inovadora, a Sagatiba surgiu há cerca de<br />

13 anos justamente para marcar uma<br />

abordagem totalmente diferente para a<br />

categoria, com um posicionamento premium,<br />

visando a expansão da cachaça<br />

para mercados internacionais. Acesse o<br />

site e conheça mais sobre essa cachaça<br />

especial: http://sagatiba.com/ .<br />

- Cachaça Hof: a versão Hof Alma Da<br />

Serra foi condecorada com a Medalha de<br />

Prata. A microdestilaria boutique, conceito<br />

modelo de produtos em tiragem<br />

sempre limitadas e focados na qualidade<br />

superior, tem sede em Serra Negra,<br />

no interior paulista e seu alambique está<br />

também sempre aberto a visitações. Multipremiada,<br />

principalmente em concursos<br />

internacionais, a Alma da Serra está<br />

disponível na versão branca, premium,<br />

bidestilada na Micro destilaria HOF de<br />

forma tradicional e descansada naturalmente;<br />

e também na versão descansada<br />

em barril de carvalho francês para adquirir<br />

aroma suave, sabor amadeirado e cor<br />

opulenta. Toda a linha de produtos pode<br />

ser vista no site http://www.microdestilariahof.com.br<br />

.<br />

De Nova York para<br />

<strong>São</strong> Francisco<br />

Também com resultado divulgado no primeiro<br />

semestre desse ano, o San Francisco<br />

World Spirits Competition bateu<br />

recorde de inscrições: foram mais 2.200<br />

destilados competidores de todos os cantos<br />

do mundo. Destaque no evento são os<br />

chamados “Best of Class”, que representam<br />

os melhores exemplos de cada tipo<br />

de espírito. Na Categoria Cachaças, a Tiê<br />

Prata foi considerada a melhor do evento.<br />

Veja a seguir outras empresas medalhistas<br />

e as premiações recebidas:<br />

– Água de Arcanjo: Medalha de Prata para<br />

a versão Gold, e Medalha de Bronze para<br />

a sua versão Silver. A Água de Arcanjo é<br />

elaborada sob clima temperado, que resulta<br />

numa cana de alto teor de açúcar e,<br />

consequentemente, uma melhor fermentação<br />

do caldo de cana. Está também presente<br />

em diversos bares e restaurantes de<br />

Porto Alegre (RS), e principais cidades do<br />

interior do Estado gaúcho. E vale mencionar:<br />

você pode encontrá-la também<br />

em outros países onde a Água de Arcanjo<br />

já conquistou bartenders e apreciadores,<br />

não se espante em uma viagem à Ásia,<br />

por exemplo. Saiba mais sobre a empresa<br />

no site: http://aguadearcanjo.com.br .<br />

- Cachaça Batista: Medalha de Prata para<br />

a versão Prata. Produzida na Fazenda<br />

Boa Sorte, em Sacramento, MG, a Batista<br />

foi cuidadosamente pensada para<br />

78


Gran Première<br />

paladares bem exigentes. Artesanal, segue<br />

um rigoroso controle de qualidade<br />

em todas as etapas. Ela é produzida em<br />

uma das melhores regiões do Brasil para<br />

o plantio e cultivo da cana de açúcar.<br />

Modernas técnicas de fermentação e operação<br />

do alambique, administradas por<br />

profissionais especializados, garantem a<br />

excelência do produto. <strong>São</strong> duas linhas<br />

de produtos: a cachaça Batista Prata que<br />

é descansada em tanques de aço inox,<br />

e a Batista Ouro, que é um blend fruto<br />

de cachaças armazenadas em barris de<br />

carvalho e tonéis jequitibá. No site da empresa<br />

h´pa mais informaçções e também<br />

sugestões especiais de drinques: http://<br />

cachacabatista.com.br.<br />

- Cambéba: Medalha de Prata para a sua<br />

versão envelhecida orgânica, o Alambique<br />

Cambéba está localizado em pleno<br />

Cerrado Goiano, à margem da rodovia<br />

entre Brasília e Goiânia, a apenas 71 km<br />

da capital federal. Além das bebidas de<br />

excelência e orgânica – entre muitos outros<br />

diferenciais que poderiam ser ressaltados<br />

– o refinado bistrô da empresa, com<br />

certificado de excelência pelo TripAdvisor,<br />

conta com o chef de cuisine formado na<br />

renomada escola parisiense Le Cordon<br />

Bleu, que prepara pratos especiais, claro,<br />

para harmonização com algumas das<br />

cachaças elaboradas pela empresa. As<br />

versões, todas orgânicas, envelhecidas 10<br />

anos no carvalho. A família tem história<br />

na produção da bebida, seguindo e mantendo<br />

uma tradição de mais de dois séculos.<br />

Os produtos são tão bem referendados<br />

que a empresa conta com sucursal<br />

internacional nos EUA, para onde escoa<br />

mais de 90% da produção. Para mais informações,<br />

segue endereço da página da<br />

empresa no Facebook: https://www.facebook.com/cambebadobrasil<br />

.<br />

- Cachaça Espírito XVI: Medalha de Prata<br />

para a versão Envelhecida e Medalha de<br />

Prata a sua versão Brancaproduzida no<br />

Brasil, faz parte do grupo internacional<br />

Ambrabev, com sede em Kentucky, EUA,<br />

que também fabrica a Vodca Boteco. Ambos<br />

os produtos são voltados unicamente<br />

ao mercado internacional. Informações<br />

em https://www.espiritoxvi.com e e https://brian-snead-f579.squarespace.<br />

com/ .<br />

- Cachaça Gouveia Brasil: Medalha de<br />

Prata para o Licor Fino de Cachaça e<br />

Medalha de Prata para a sua versão <strong>Premium</strong>.<br />

Com sede em Turvolândia, em<br />

79


Gran Première<br />

MG, o Alambique Gouveia Brasil vem<br />

acumulando Medalhas em todos os concursos<br />

de que participa. A produção já<br />

remonta há mais de um século de tradição,<br />

lá pelos idos do ano de 1900, quando<br />

o pequeno produtor Alfredo Vieira Gouveia<br />

começou a elaborar cachaça para<br />

os amigos. Pouquíssimo tempo depois, a<br />

bebida já conquistava vizinhos e um grupo<br />

de alemães que estava na região para<br />

construir uma ponte. O responsável pelas<br />

receiras de sucesso da Gouveia Brasil é o<br />

premiadíssimo masterblender Armando<br />

Del Bianco. Informações completas e detalhadas<br />

em https://www.gouveiabrasil.<br />

com/ .<br />

- Cachaça Lorena: com Medalha de Prata<br />

para a versão envelhecida, é produzida<br />

há 21 anos na Fazenda Berro D’Água, no<br />

Município de Morro da Garça, localizada<br />

no coração de Minas Gerais, cidade muito<br />

citada nas obras de Guimarães Rosa.<br />

Elaborada seguindo as melhores práticas<br />

de produção aliadas a uma técnica aprimorada<br />

na arte da qualidade, é armazenada<br />

por anos em tonéis de carvalho. Já<br />

a versão Reserva Especial é produto da<br />

seleção de tonéis com cachaças de<br />

várias idades, criada num trabalho<br />

de sensibilidade sensorial, onde<br />

participam da bebida somente tonéis<br />

com cachaça realmente superior.<br />

Acesse o site o conheça mais<br />

sobre a bebida: http://www.cachacalorena.com.br/<br />

.<br />

- Cachaça Novo Fogo: com Medalha<br />

de Ouro para a versão Amburana,<br />

Medalha de Prata para a versão Silver<br />

e também para a versão envelhecida,<br />

é outra cachaça com foco exclusuivo<br />

no mercado internacional,<br />

que n]ao é comercializada no Brasil.<br />

Quem fabrica a cachaça é o Almbique<br />

Porto Morretes, considerado o<br />

melhor do País segundo o Ranking<br />

Cúpula da Cachaça. Informaçõeses<br />

sobre a Novo Fogo em http://www.<br />

novofogo.com/; informações sobre a<br />

Porto Morretes em sua página: https://cachaca.portomorretes.com.<br />

br , que conta com loja online.<br />

- Paratiana: Medalha de Duplo Ouro para<br />

a versão Prata e Medalha de Prata para a<br />

versão Ouro. Informações em: http://www.<br />

cachacaparatiana.com.br/<br />

- Sagatiba: Medalha de Prata para a versão<br />

envelhecida e Medalha de Bronze para<br />

a versão branca. A Sagatiba possui duas<br />

fanpages no Facebook, uma internacional e<br />

também uma em português: respectivamente<br />

https://www.facebook.com/Sagatiba/ e<br />

https://www.facebook.com/SagatibaBrasil<br />

– Soledade: Medalha de Prata para a versão<br />

Umburana e Medalha de Bronze para a<br />

versão jequitibá. Aniversariante especial em<br />

2017, a Fazenda Soledade iniciou a produção<br />

de cachaça em 1977 já com a vocação para<br />

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81


Gran Première<br />

produtos de altíssima qualidade. Incorpora<br />

ao cuidado da produção artesanal tecnologias<br />

que asseguram patamares cada<br />

vez mais elevados de qualidade. Ao mesmo<br />

tempo, preserva técnicas tradicionais<br />

de produção artesanal, respeitando as<br />

práticas ambientalmente responsáveis.<br />

A versão Umburana traz uma suavidade<br />

e doçura típicas da madeira, que reduz a<br />

acidez da cachaça, trazendo notas adocicadas<br />

para seu sabor e aroma. O armazenamento<br />

em barris de Umburana traz<br />

sabores e aromas que lembram a canela,<br />

o babaçu, amêndoas, cravo e couro. Tem<br />

um toque amargo ligeiro com aspecto e<br />

textura licorosa. Conheça toda a linha de<br />

produtos em: http://www.cachacafazendasoledade.com.br<br />

.<br />

– Tiê: Medalha de Duplo Ouro para a<br />

versão Prata e Medalha de Prata para a<br />

versão Ouro. No site da empresa há informações<br />

completíssimas sobre cada uma<br />

das versões da bebida, além de uma loja<br />

online para compras: http://www.cachacatie.com.br/<br />

.<br />

– Yaguara: Medalha de Duplo Ouro para<br />

a versão branca e Medalha de Prata para<br />

a versão Ouro. Artesanal e orgânica, a<br />

Yaguara é destilada em pequenos lotes.<br />

Com o know-how artesanal de 5 gerações,<br />

é um blend original da tradicional<br />

receita da família Meneghel, uma bebida<br />

moderna, concebida para colocar a cachaça<br />

onde ela merece, entre as melhores<br />

bebidas do mundo e como base perfeita<br />

para excelentes coquetéis. A versão<br />

Blue da empresa (um blend) descansa 10<br />

meses em tanques de inox, sendo envelhecidas<br />

em carvalho europeu por 5 ou<br />

6 anos.Já a versão Ouro é produzida a<br />

partir de cachaça envelhecida em carvalho<br />

americano por um ano, passando em<br />

seguida por mais um ano em cabreuva.<br />

POara finalizar, recebe um blend de cachaça<br />

envelhecida em amburana por um<br />

ano. Já a versão branca fica no mínimo<br />

por 8 meses descansando em inox. No<br />

site da empresa há informações bem detalhadas:<br />

http://cachacayaguara.com.br<br />

- Vodka Kalvelage: produto superpremium<br />

brasileiro e já premiado em diversas<br />

competições internaiconais, a<br />

Kalvelage também foi premiada na competição,<br />

com a Medalha de Prata para a<br />

versão Vibe. saiba mais sobre essa vodca<br />

de destaque brasileira em: http://www.<br />

vodkakalvelage.com.br/.<br />

Ainda pelos EUA<br />

Outra competição realizada em terras<br />

norte-americanas foi o RumXP International<br />

Tasting Competition, concurso<br />

de degustação do Miami<br />

Rum Fest and Trade Expo, que<br />

também reuniu uma vasta seleção<br />

de espíritos de países como<br />

a Suécia, Dinamarca, México,<br />

EUA e, claro, Brasil, entre outros.<br />

Foram três dias de sessões<br />

de degustação às cegas cuidadosamente<br />

organizadas por jurados<br />

especialistas e também por consumidores.<br />

Três cachaças brasileiras se destacaram:<br />

– Cachaça Velho Barreiro: levou<br />

o prêmio “Best In Class”, considerada<br />

assim a melhor da categoria.<br />

Fabricada pela Indústrias<br />

Reunidas de Bebidas Tatuzinho<br />

- 3 Fazendas, originalmente fundada<br />

em 1950 na cidade de Piracicaba,<br />

interior de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>,<br />

a marca Velho Barreiro aposta<br />

desde 2005 em produtos premium.<br />

Em 2011, de forma a pontuar<br />

como empresa inovadora no<br />

setor, lançou a Velho Barreiro<br />

Diamond, uma cachaça ‘Top <strong>Premium</strong>’,<br />

criada a partir do ‘blend’<br />

82


Gran Première<br />

de cachaça tradicional de alambique com<br />

a autêntica Velho Barreiro, armazenadas<br />

em barris de carvalho e tonéis de jequitibá-rosa<br />

respectivamente, dando origem<br />

também à cachaça em <strong>edição</strong> especial<br />

Diamond, cravejada com 212 diamantes,<br />

revelando-se a cachaça mais cara do<br />

mundo e feita sob encomenda. No ano de<br />

2012, a linha Diamond, buscando a excelência,<br />

ganhou mais quatro versões que<br />

levam pedras preciosas: Safira, Rubi, Esmeralda<br />

e Brilhante, mantendo sua elegante<br />

garrafa Axel produzida na França.<br />

Mais em: http://www.tatuzinho.com.br .<br />

– Paratiana Ouro, que levou Medalha de<br />

Ouro, soman do mais uma premiação<br />

internacional para essa empresa de referência.<br />

Na página da empresa no Facebook<br />

com frequência são publicadas<br />

novidades: https://www.facebook.com/<br />

paratianaparaty .<br />

– Werneck Gold: também levou uma medalha<br />

dourada. Focada em produtos (cachaças e licores) de alta<br />

qualidade que proporcionem prazer degustativo e que proporcionem<br />

aos nossos parceiros (distribuidores e importadores)<br />

uma boa rentabilidade a longo prazo, a Werneck tem sede<br />

em Rio das Flores, no RJ. Entre as versões disponíveis estão<br />

a Ouro, a Prata e a Tradicional, além do licor fino de laranja<br />

Licorelle. Também premiada em outros concurso em 2017, a<br />

Werneck tem uma lista de distribuidores em seu site: http://<br />

www.cachacawerneck.com .<br />

Para não deixar nenhuma condecoração de<br />

lado<br />

Ainda consideando as premiações do primeiro semestre de<br />

2017, vale mencionar o World Spirits Awards, no qual a Cachaça<br />

Pitu Prata, com 90 pontos, recebeu a Medalha de Ouro.<br />

Tradicionalíssima cachaça brasileira, a Pitú foi fundada em<br />

1938 na cidade de Vitória de Santo Antão, pelos senhores Joel<br />

Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Morais e José Ferrer de<br />

Morais. No início, trabalhava com a fabricação de vinagre e bebidas<br />

à base de maracujá e jenipapo, além do engarrafamento<br />

de aguardente. Hoje, a Pitú é líder no Nordeste e segundo lugar<br />

no mercado nacional.<br />

Na linha de produtos premium da empresa está a Pitú Vitoriosa,<br />

envelhecida por 5 anos em barris de carvalho francês,<br />

83


Gran Première<br />

adquirindo assim um sabor aveludado<br />

com notas de especiarias, coco queimado,<br />

baunilha, caramelo e amêndoas e<br />

uma coloração amadeirada. Em seguida,<br />

a bebida é transferida para barris de carvalho<br />

americano, onde ocorre o aprimoramento<br />

da qualidade sensorial através do<br />

refinamento e harmonização de cor e aromas,<br />

acrescentando toques de baunilha,<br />

coco, amêndoas, canela e ameixa. Vale<br />

destacar ainda a Pitú Gold, aguardente<br />

100% envelhecida, em barris de carvalho<br />

americano, onde permanece até atingir<br />

seu sabor inconfundível e sua coloração<br />

dourada. Límpida, brilhante, deixa um<br />

sabor consistente de frutas no paladar.<br />

Informaçoes completas sobre a linha em:<br />

http://www.pitu.com.br/ .<br />

Não podemos deixar de lado também outra<br />

importantíssima avaliação, a do International<br />

Taste & Quality Institute referência<br />

mundial na avaliação de bebidas<br />

de sabor superior. Para receber a certificação<br />

Golden Star of the Superior Taste<br />

Award, as cachaças são avaliadas por<br />

um júri com a participação de representantes<br />

das mais prestigiadas instituições<br />

de culinária e associações de sommeliers<br />

europeias.<br />

Confira os premiados e as estrelas recebidas:<br />

– Alambique Cambéba: 2 estrelas para a<br />

Cachaça Cambéba Envelhecida 1 ano e 3<br />

Estrelas para a Cachaça Cambéba Envelhecida<br />

3 anos. Informações em http://<br />

www.cambeba.com.br .<br />

– Alambique Paratiana: 2 estrelas para a<br />

Cachaça Paratiana Ouro. Conheça também<br />

mais detalhes da empresa no site:<br />

http://www.cachacaparatiana.com.br .<br />

– Cachaça Artesanal Tellura: 2 estrelas<br />

para as cachaças Tellura Amburana e<br />

Tellura Jequitibá. O alambique produtor<br />

tem sede no Rio de Janeiro. Produzida artesanalmente<br />

em alambiques de cobre, a<br />

Cachaça Tellura é originada da fermentação<br />

alcoólica com leveduras selecionadas<br />

do mosto do caldo de cana de açúcar. No<br />

processo de destilação é realizada a separação<br />

rigorosa das frações de cabeça,<br />

coração e cauda, sendo só aproveitado o<br />

coração de maneira a se obter um produto<br />

dentro do padrão físico-químico de<br />

qualidade internacional. Após a destilação,<br />

a cachaça branca fica por quatro meses<br />

descansando em Barris de Jequitibá<br />

Rosa, período necessário para as reações<br />

químicas que conferem uma melhora significativa<br />

no aroma, cor e sabor do produto<br />

final. Informações em destaque sobre<br />

a empresa em: https://www.facebook.<br />

com/alambiquetellura .<br />

– Cachaça Segredo de Araxá: 2 estrelas<br />

para a Cachaça Segredo de Araxá Diamond.<br />

É produzida pela Chicrala Agroindustrial<br />

- que também produz os rótulos<br />

Carnaval Ouro e Carnaval Prata - empresa<br />

sediada na cidade de Araxá, Estado<br />

de Minas Gerais, às margens da BR<br />

452, Km 301. Araxá é uma cidade turística,<br />

conhecida pela qualidade de suas<br />

águas, seu clima especial e sua singular<br />

gastronomia. A Chicrala Agroindustrial<br />

foi fundada em 1998 e tem como missão<br />

produzir cachaça artesanal utilizando as<br />

melhores técnicas disponíveis, de acordo<br />

com rigorosos padrões de higiene e qualidade,<br />

preservando a tradição da cachaça<br />

mineira sem gerar agressão ao meio ambiente.<br />

Na produção da cachaça são utilizadas<br />

canas colhidas e moídas no mesmo<br />

dia e leveduras selecionadas na fermentação.<br />

A destilação é feita em alambiques<br />

de cobre aquecidos a vapor. Todo o processo<br />

de produção é cercado de cuidados<br />

que asseguram a obtenção de uma<br />

cachaça tecnicamente perfeita, de acordo<br />

com os padrões estabelecidos pelo<br />

Ministério da Agricultura. A produção é<br />

envelhecida em tonéis de Carvalho e jequitibá,<br />

em ambiente com temperatura,<br />

luminosidade e umidade adequadas. A<br />

84


Gran Première<br />

versão Diamond da cachaça premiada é<br />

armazenada em toneis de carvalho por<br />

12 anos. Informações em destaque em:<br />

http://www.cachacasegredodearaxa.<br />

com.br/ .<br />

– Cia. Muller: 3 estrelas para a Reserva<br />

51 Carvalho Americano; 2 estrelas para<br />

a Reserva Rara, Reserva Singular e também<br />

para a Reserva Única. Todas as cachaças<br />

da linha Reserva 51 passam por<br />

cuidadoso processo de produção desde a<br />

preparação do solo e seleção das variedades e mudas de cana<br />

de açúcar, passando pelo processo de dupla filtragem, até o<br />

engarrafamento, garantindo um produto de altíssima qualidade.<br />

Além disso, as cachaças são envelhecidas em barris de carvalho<br />

americano, com diferentes variedades de finalização. Informações<br />

sobre a linha completa em: https://www.facebook.<br />

com/Reserva51 .<br />

Monde Selection<br />

Organizado dsde 1961, o Monde Selection, todos os anos, reúne<br />

70 especialistas internacionais, que degustam e testam, de<br />

forma totalmente independente,produtos oriundos do mundo<br />

inteiro.<br />

Na <strong>edição</strong> 2017 foram avaliados 2.965 produtos de 89 países,<br />

que receberam o equivalente a medalhas a duplo ouro, de<br />

ouro, prata e bronze. Destilado, licores, vinhos, cervejas, produtos<br />

alimentícios e tabaco estiveram na lista de avaliações.<br />

Entre os jurados estavam chefs de renomados restaurantes do<br />

Guia Michelin, membros da Academia Francesa de Culinária,<br />

especialistas da indústria de bebidas, professores e doutores<br />

de diversas universidades da Europa, enológos, mestres sommeliers,<br />

consultores da área de alimentação, dentre outros.<br />

Neste ano, a cerimônia de premiação foi realizada em Malta,<br />

no Mediterrâneo.<br />

A Pitú foi a brasileira com premiação em destaque na <strong>edição</strong><br />

2017 do evento, com Medalha de Ouro no evento.<br />

Outra competição internacional com resultados divulgados foi<br />

o Spirits Tasting Competition do WSWA (Wine & Spirits Wholesalers<br />

of America), que realiziou em 2017 o seu 74o. encontro<br />

e exposição anual. A Espirito XVI, versão Cavalheiro, da Ambrabev,<br />

produzida em um pequeno alambique no Rio de Janeiro,<br />

também recebeu a Medalha de Duplo Ouro. A empresa<br />

recebeu ainda Medalhas de Prata para Espirito XVI Cachaça<br />

Dourado e também para a versão tradicional da Espirito XVI.<br />

Outro destilado brasileiro com medalhas no evento, porém<br />

neste caso com comercialização no Brasil, foi a Ypióca, que<br />

recebeu Prata tanto para sua versão Ouro quanto para a versão<br />

Crystal. A primeira é armazenada em tonéis de bálsamo,<br />

enquando a Crystal é acondicionada em barris de freijó para<br />

descanso.<br />

A Ypióca é considerada a cachaça mais antiga ainda em produção<br />

no Brasil. A empresa surgiu com a vinda de Dario Telles<br />

de Menezes de Portugal em 1843. Ele e sua família desembarcaram<br />

no Ceará e logo adquiriram uma propriedade a 38 km<br />

da capital e a 6 km da Vila de Maranguape, entre a serra da<br />

Aratanha e a de Maranguape, local conhecido pelo nome de<br />

Ypióca, que em tupi-guarani significa terra-roxa. Os primeiros<br />

85


Gran Première<br />

uma Medalha de Prata. Essas duas medalhas consagraram<br />

a Batista como “Produtor de Cachaça do Ano”, segundo<br />

o concurso.<br />

cultivos estavam dando prejuízo e Dario Telles de Menezes resolveu<br />

produzir cachaça, já que havia trazido de Portugal um pequeno<br />

alambique com a capacidade de produção de 30 litros por dia.<br />

Inicialmente, em 1844, foi preparado, utilizando-se apenas enxada,<br />

um hectare para o plantio da cana. Em 1846 foi destilado o<br />

primeiro litro de cachaça Ypióca. Atualmente a marca pertence ao<br />

Grupo Diageo, que tem lançado diversas versões sofisiticadas da<br />

bebida, como a Ypióca Cinco Chaves, um blend criado com cachaças<br />

raras e de alta qualidade, que combina aromas diferentes da<br />

castanheira, com o mel e o caramelo do carvalho.<br />

Do outro lado do mundo, na Austrália, o Melborne International<br />

Beverage Competition também destacaou cachaças brasileiras<br />

entre os destilados mais em avaliados.<br />

A cachaça Batista Ouro, por exemplo, foi consagrada com uma<br />

importante Medalha de Ouro. Já a Cachaça Batista Prata levou<br />

Em tempo... recém-divulgado!<br />

Não podemos também deixar de mencionar os resultados<br />

da 48ª <strong>edição</strong> do International Wine & Spirit Competition,<br />

que ocorreu no finalzinho de julho, no Vintners’ Hall em<br />

Londres, no Reino Unido, competição que ajuda a consagrar<br />

algumas das melhores bebidas mundiais.<br />

Com cerca de 90 países participantes e cerca de 400 avaliadores<br />

especialistas em nível global, o evento contou com<br />

medalhistas brasileiras.<br />

A Cachaça Batista uma Medalha de Bronze, com o rótulo<br />

Prata, mesmo Medalha alcançada pela Pitú com a versão<br />

Branca Pura. A Sagatiba também teve uma Medalha de<br />

Bronze, com o rótulo Sagatiba Preciosa, mas levou também<br />

duas Medalhas de Prata, uma com sua versão envelhecida<br />

e outra para a sua versão cristalina.<br />

De Américo Brasiliense, no interior paulista, o Alambique<br />

Santa Rufina recebeu duas Medalhas de Prata, uma para<br />

o rótulo Cuatro e outra para a Sebastiana Duas Barricas,<br />

esta última sua versão extrapremium, lançada ano<br />

passado envelhecida por no mínimo três anos, passando<br />

primeiro 18 meses em barril de castanheira brasileira e<br />

depois mais 18 meses em barril de carvalho americano.<br />

Saiba mais sobre os produtos da empresa em: http://<br />

www.cachacasebastiana.com.br/ .<br />

Destaque nas premiações do evento também para o<br />

Alambique Santa Isabel, que recebeu nada menos que<br />

três Medalhas de Prata, para as versões Aquarela, Jaqueira<br />

e Ouro. A cachaça Princesa Isabel é produzida na<br />

Fazenda Tupã, às margens do Rio Doce, em uma região<br />

rica pela cultura de cacau e natureza exuberante. O rigor<br />

no controle de todo o processo produtivo - sempre de<br />

forma sustentável - confere à Princesa Isabel os aromas e<br />

sabores de um destilado superior. Frutada, com aromas<br />

equilibrados e bem suave, é perfeita para drinques e especial<br />

para caipirinha. Informações completas em: www.<br />

cachacaprincesaisabel.com.br/ .<br />

Também foi premiado no evento com Medalha de Prata o bitter<br />

Underberg Brasilberg, produzido com ervas amazônicas e<br />

consagradas no mundo. Escuro, e aroma predominantemente<br />

herbáceo, é adocicado, aromático, com notas ligeiramente<br />

frutadas. Moderadamente amargo, aromático,<br />

apresenta fim de boca ligeiramente adocicado. No<br />

site da empresa estão intessantes receitas de drinques:<br />

http://www.brasilberg.com/ .<br />

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87


Gran Première<br />

Muito bem pontuadas<br />

Concurso às cegas da Expocachaça e do Concurso Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil foram ponto alto de premiações e indicações dos<br />

melhores destilados e bebidas mistas nacionais<br />

Totalmente natural e sem conservantes, a Caipirinha Pronta da Brunholi<br />

foi destaque premiado na Expocachaça<br />

Premiada com Medalha de Prata na Categoria “Descansadas<br />

em Madeira (sem interferência na cor)” na Expocachaa<br />

2017, a Villa Brunholi é mais que apenas uma<br />

produtora de bebidas: tornou-se um destino turístico<br />

paulista com um atrativo complexo localizado no bairro<br />

de Caxambu, em Jundiaí (cerca de 30 minutos de <strong>São</strong><br />

<strong>Paulo</strong>), que abrange o Museu do Vinho, a Adega, o Família<br />

Brunholi Restaurante e uma vinícola.<br />

O Museu, por exemplo, que comemora 15 anos em 2017,<br />

foi montado por iniciativa da família Brunholi com a colaboração<br />

de outras famílias tradicionais descendentes dos<br />

imigrantes italianos que se instalaram na região, como<br />

Fontebasso, Bronzeri, Marquezin e Spiandorelo. No espaço<br />

podem ser vistos utensílios originais usados para a<br />

produção de vinhos.<br />

Licores, cachaça, caipirinha pronta, vinhos, suco de uva,<br />

vinagres, e também massas frescos e molhos, tudo de pro-<br />

dução própria, com a receita da família<br />

há anos, são outros destaques para os<br />

visitantes. E não faltam ainda cervejas<br />

gourmet regionais, compotas, doces e<br />

azeites, entre outros produtos.<br />

“A história da nossa família começou<br />

em 1889 quando meus bisavós vieram<br />

da Itália para o Brasil. Eles compraram<br />

um sítio onde está instalada a<br />

propriedade até hoje. O negócio foi passado<br />

para meu avô, depois meu pai, a<br />

seguir para mim e agora também com<br />

meu filho. Mantemos até hoje dentro da<br />

propriedade um museu que conta toda<br />

essa história de colonização italiana. É<br />

um atrativo bem interessante aos visitantes”,<br />

conta <strong>Paulo</strong> Brunholi, CEO.<br />

Mas voltando à Expocachaça, premiações<br />

recebidas e novidades apresentadas<br />

pela empresa, na visita ao estande<br />

da Brunholi conhecemos seu principal<br />

destaque no evento, a Caipirinha Pronta<br />

Brunholi, elaborada com a combinação<br />

perfeita de cachaça, limão, açúcar<br />

e gelo. Ela é resultado não só da aposta<br />

em uma linha de cachaças de alta qualidade<br />

da empresa, mas também da busca<br />

incessante por inovação e excelência.<br />

“Eu sou apaixonado por cachaça. Aprecio<br />

um bom vinho, está nas minhas origens,<br />

mas tenho uma queda particular<br />

pela cachaça. Sou brasileiro, não posso<br />

dizer que sou italiano por causa das<br />

minhas origens. Assim, quando falamos<br />

em cachaça eu creio que ela realmente<br />

consegue traduzir o que é o Brasil, um<br />

pouco de nossa essência. Não há bebida<br />

nacional mais brasileira do que a cachaça”,<br />

acrescenta.<br />

88


89


Gran Première<br />

A Brunholi começou há pouco mais de dois anos a elaboração<br />

da sua própria cachaça. E a caipirinha pronta<br />

especial da empresa é o resultado de um verdadeiro licor<br />

de cachaça com limão que passou a ser produzido<br />

primeiramente. “Desse licor de cachaça fomos aperfeiçoando<br />

até chegar na fórmula ideal, depois de muitas<br />

adaptações e testes”.<br />

Químico e hoteleiro formado, <strong>Paulo</strong> pontua que um dos<br />

diferenciais do produto é o fato de só apresentar oxidação<br />

após 18 meses sem conservação em geladeira. Pela<br />

sua qualidade e sabor que realmente remete ao produto<br />

fresco, recém-preparado, um dos objetivos da empresa<br />

já é focar o mercado externo. “República Dominicana e<br />

Reino Unido são dois países-alvo para nosso produto.<br />

Focamos tanto no mercado interno quanto externo. No<br />

que se refere ao mercado nacional há ainda certa uma<br />

resistência na questão dos produtos prontos, devido ao<br />

fato de a maioria anteriormente existente e difundida no<br />

mercado ter um sabor muito artificial. Queremos romper<br />

essa má impressão com esse produto<br />

que desenvolvemos, que apesar de pronto<br />

para o consumo, remete inteiramente na<br />

qualidade e no paladar a um produto fresco,<br />

elaborado com os melhores ingredientes.<br />

É fácil fazer um teste, colocando nosso<br />

produto lado lado com a mesma montagem<br />

para um recém-preparado, todos ficam na<br />

dúvida qual é o pronto e o feito naquele<br />

momento tamanha é a similaridade. É um<br />

produto 100% natural, o mais próximo,<br />

possível do real”, esclarece.<br />

Feita com um blend de cachaças de alambique<br />

de primeira qualidade, a caipirinha<br />

pronta da Brunholi oferece um interessante<br />

custo-benefício e já está presente na carta<br />

de empreendimentos da região de Jundiaí e<br />

Campinas como os hotéis Ibis. “Um turista<br />

estrangeiro que chega ao empreendimento<br />

já tem à disposição no quarto, por exemplo,<br />

a caipirinha para beber e também prontíssima<br />

para levar para casa como presente,<br />

ajudando assim a difundir ainda mais nosso<br />

drinque nacional”.<br />

Apresentado em garrafas de 750 ml com<br />

design especial, e 20,5% de teor alcoólico,<br />

está disponível em diversos pontos de venda<br />

do Estado. A lista atualizada está disponível<br />

no site www.caipirinhabrunholi.com.<br />

br. “Estamos finalizando outros produtos<br />

que deveremos lançar nos próximos meses,<br />

sempre destacando a brasilidade. “Poderão<br />

ser produtos como bebidas mistas com frutas<br />

como banana, açaí, entre outros”, finaliza<br />

o empreendedor.<br />

Mais informações podem ser obtidas diretamente<br />

no site da empresa, no www.<br />

brunholi.com.br .<br />

Qualidade e inovação que<br />

vem do Sul<br />

Medalhista de Ouro na Categoria Extra<br />

<strong>Premium</strong> (Armazenada Acima de 3 ANos)<br />

na Expocachaça 2017, o Alambique Bel<br />

Vedere também colheu ótimos resultados<br />

para sua aposta em bebidas mistas.<br />

“Nós tínhamos um estoque grande de cachaça<br />

que sentíamos um certa dificuldade<br />

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91


Gran Première<br />

em escoar, a cachaça pura propriamente<br />

dita. Então procuramos envelhecer a cachaça<br />

para agregar valor e buscar um produto<br />

alternativo. Isso há 10, 12 anos atrás. Entretanto,<br />

naquele momento eu já sentia que<br />

a bebida doce, que as bebidas mistas adocicadas<br />

tinham ótima aceitação com o público.<br />

Na época era muito comum por exemplo<br />

encontrar nos pontos de venda o Keep<br />

Cooler, com ótima aceitação dos jovens.<br />

Foi quando imaginamos que poderíamos<br />

ter um produto que ajudasse a introduzir o<br />

consumidor à cachaçã, mais suave, porém<br />

sempre algo pronto, prático, natural, totalmente<br />

sem conversantes e que não tivesse o<br />

contraponto daquele sabor artifical comum<br />

às bebidas similiares. Apostamos então<br />

no limão para ir em busca desse primeiro<br />

produto. Fomos de ‘sola’ naquele pior para<br />

conseguir fazer dar certo. Se tivéssemos<br />

sucesso com o de limão acreditávamos que<br />

as próximas seriam um pouquinho mais fáceis”,<br />

conta Luiz Antônio Scarton, diretor da<br />

Bel Vedere.<br />

A empresa trabalhou por cerca de três anos<br />

sem vender uma garrafa sequer, fazendo,<br />

descartando, provando, guardando, reiniciando<br />

todo o processo até atingir uma fórmula<br />

ideal e diferenciada. “Foi quando lançamos<br />

nossa caipirinha pronta, que está até<br />

hoje no mercado, há cerca de 8 anos e tem<br />

uma aceitação incrível. Nunca tivemos um<br />

retorno sequer negativo em qualquer um de<br />

nossos pontos de venda. Apesar de não ter<br />

conservantes, ela não estraga. Com o tempo<br />

muda um pouquinho a coloração,<br />

acentuando ainda mais o<br />

seu sabor, sem oxidar. Temos até<br />

clientes hoje que pedem a ‘caipirinha<br />

envelhecida’ (risos), quando<br />

na verdade é uma das capirinhas<br />

nossas feitas e engarrafadas há<br />

um tempo um pouco maior só”,<br />

explica o entrevistado.<br />

A técnica própria desenvolvida<br />

pela empresa foi replicada em outros<br />

produtos e a Bel Vedere lançou<br />

também a versão de uva há<br />

pouco mais de 4 anos. “Hoje nosso<br />

volume de vendas desse produto<br />

é bem maior do que da cachaça,<br />

porém, por nossa cachaça ser<br />

um produto premium bem reconhecido<br />

por todo o mercado, claro<br />

a cachaça tem um faturamento<br />

bem maior”, analisa Scarton.<br />

Seguindo a aposta na brasilidade,<br />

a empresa está em vias de apresentar<br />

um novo produto nessa linha<br />

de bebidas mistas, que utiliza<br />

como ingrediente o butiá, fruto de<br />

uma plameira típica em algumas<br />

regiões do Rio Grande do Sul, Argentina<br />

e Uruguai, mas que também<br />

é cultvada em Minas, por<br />

exemplo. “Será um produto bem<br />

regional, já que essa palmeira é<br />

de clima frio e tradicional apenas<br />

em algumas localidades gaúchas.<br />

O butiá é uma espécie de coco que<br />

você come até chegar na amêndoa<br />

e o sabor se assemelha a de um<br />

pequi”, antecipa o produtor.<br />

Durante a Expocachaça a capirinha<br />

de uva foi um sucesso e vendeu<br />

mais do que o produto tradicional<br />

da empresa feito de limão.<br />

“O público consumidor de nossas<br />

caipirinhas já supera o público<br />

cativo de nossas cachaças. Entretanto,<br />

não trabalhamos com<br />

grande volume, trabalhamos com<br />

qualidade, seja para cachaça, seja<br />

para nossas caipirinhas. Preferimos<br />

o público mais exigente,<br />

que é mais fiel. O grande<br />

problemas que enfrentamos<br />

é um preconceito existente<br />

no que se refere às bebidas<br />

mistas, principalmente caipirinha<br />

prontas, pois quando<br />

alguém vem provar ele já<br />

92


Gran Première<br />

vem desconfiado, espeando algo<br />

artificial. Depois que prova a surpresa<br />

é tamanha que o cliente<br />

não acredita que é um produto<br />

pronto, fornecido direto para o<br />

consumo. Os bartenders se convenceram<br />

que qualidade se vende<br />

sim, e preferem os produtos que<br />

trazem valor agregado às suas<br />

receitas. É nisso que apostamos.<br />

Mas hoje estamos no trabalho<br />

principalmente em convencer o<br />

consumidor final que vale a pena<br />

esses produtos prontos especiais<br />

e naturais”, finaliza.<br />

Informações mais detalhadas sobre<br />

a Bel Vedere e indicações de<br />

lançamentos estão disponíveis<br />

na página da empresa no Facebook:<br />

https://pt-br.facebook.<br />

com/AlambiqueBelVedere .<br />

Magia mineira<br />

Outra empresa que entrevistamos<br />

com exclusividade na Expocachaça<br />

foi a Magos de Minas,<br />

que surgiu, como explica seu<br />

diretor, por acidente. “Eu sou<br />

biólogo professor universitário<br />

e atuava como pesquisador em<br />

uma área ligada à Genética e<br />

Bioinformática, quando um<br />

tio meu mencionou o interesse<br />

em trabalhar com cachaça,<br />

principalmente cachaça orgânica,<br />

questionando-me se seria<br />

possível. Fiz a pesquisa de<br />

área para ele, elucidei todo o<br />

processo, pesquisa o melhor<br />

tipo de cultivo, informações<br />

da região, entre outras coisa,<br />

mas nada muito aprofundado,<br />

orientando que procurasse um<br />

engenheiro agrônomo. Há cerca<br />

de uns três anos atrás esse<br />

tio montou o canavial e aposentou<br />

e iria iniciar a prodção,<br />

porém teve um infarto fulminante<br />

e infelizmente veio a falecer.<br />

Do meu lado, eu nunca<br />

tinha despertado o interesse<br />

por produzir cachaça, mas fiquei<br />

sensibilizado. Aconteceu<br />

que meu primo, que também<br />

não tinha interesse, trouxe um verdadeiro<br />

‘MacGyver’ para ajudar na<br />

reforma do sítio que meu tio havia<br />

deixado, era um daqueles caras que<br />

resolvem e fazem tudo, que tinha tido<br />

contato com um produtor de cachaça<br />

e começou a nos indicar que seria interessante<br />

reativar o projeto deixado,<br />

que tinha mercado para cachaça boa.<br />

Minha família também tem fazenda<br />

e esse rapaz acabando convencendo<br />

meu pai, que ficou apaixonado pela<br />

ideia. E em um momento de férias<br />

que tive me comprometi com meu<br />

pai a estudar realmente a viabilidade<br />

do negócio. Foi aí que encontrei o<br />

curso da Cana Brasil, fiz o programa,<br />

fiz o estágio para operar o alambique.<br />

E foi já na primeira aula que levei o<br />

primeiro tapa na cara: vi que aquilo<br />

era bem científico, era biologia pura,<br />

e que meu preconceito com cachaça<br />

acabara ali mesmo. Notei que muitos<br />

pecavam justamente na área que<br />

eu era especialista, biossegurança,<br />

biotecnologia e me interessei ainda<br />

mais no negócio. Depois de boas pesquisas,<br />

comprovei a viabilidade do<br />

negócio, tinha base científica, tinha<br />

93


Gran Première<br />

mercado e era uma boa oportunidade. Foi<br />

aí que decidi conciliar o negócio com minha<br />

área acadêmcia, pois estava cursando<br />

meu doutorado. Nascia assim a Magos<br />

de Minas”, detalha Fabiano Augusto Assunção<br />

Silva, diretor executivo.<br />

Atualmente a Magos de Minas produz em<br />

um parceiro, selecionando os melhores<br />

lotes, todos de acordo com um rigoroso<br />

padrão estabelecido. “Selecionamos um<br />

fabricante que tem um ótimo conceito no<br />

mercado, uma capacidade de fornecimento<br />

e a possibilidade de continuidade do<br />

negócio. Após separados os lotes, colocamos<br />

a cachaça para envelhecer em barris<br />

de carvalho e umburana. O meu foco<br />

hoje é atingir o público internacional com<br />

um blend único e marcante. A pessoa é<br />

fisgada pelo carvalho e surpreendida pela<br />

umburana. Nosso produto é uma cachaça<br />

de entrada para o público internacional,<br />

apreciador de destilados”, complementa.<br />

Fabiano também presta consultoria no setor<br />

e tem notado a mudança de perfil tanto do<br />

consumidor estrangeiro quanto do brasileiro.<br />

“O público de fora conheceu a cachaça<br />

pela nossa caipirinha. Ele não bebia cachaça<br />

bebia caipirinha e as cachaças que iam<br />

para fora não eram tão palatáveis para degustação<br />

pura, como é o caso de brandy, de um<br />

bourbon, de um um destilado especial. Hoje,<br />

com apelo gastronômico e produtos de valor<br />

agregado, a cachaça envelhecida brasileira já<br />

se posiciona como um interessante destilado de<br />

consumo mundial. O mesmo tem ocorrido no<br />

mercado interno. O qualitativo tem substituído<br />

o quantitativo, como no caso da cerveja artesanal.<br />

Hoje a cachaça de coluna tem seu lugar, e<br />

foi importante na abertura do mercado externo,<br />

mas também a cachaça de alambique já tem<br />

também o seu lugar e está sendo importante na<br />

consolidação da bebida brasileira. No mercado<br />

há consumidores para todo o tipo de cachaça.<br />

O importante é o produtor ter um portfólio de<br />

cachaças variadas para oferecer. Somos desti-<br />

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97


Gran Première<br />

A Capim Cheiroso comemorou a dupla<br />

premiação na Expocachaça 2107<br />

larias, somos fabricantes de bebidas, temos<br />

de ter portfólio amplo. No caso da Magos de<br />

Minas, temos seis versões hoje de cachaça e<br />

também bebidas mistas”.<br />

Como muitos produtores a Magos de Minas<br />

começou praticamente a venda no<br />

porta a porta, ou melhor, consumidor a<br />

consumidor, mantendo sempre o aspecto<br />

artesanal. Ainda hoje são produzidos<br />

apenas 500 litros por mês, estratégia da<br />

empresa para manter uma demanda bem<br />

selecionada, mas os produtos já podem<br />

ser encontrados em empreendimentos de<br />

Belo Horizonte, na Cachaçaria Nacional<br />

e Distribuidora Savana (com envios para<br />

todo o Brasil).<br />

Fabiano finaliza lembrando que hoje vê<br />

um choque entre a nova e a antiga geração<br />

na produção de cachaças. “A antiga<br />

tem resistência principalmente à inovação,<br />

são mais presos ao tradicionalismo, o<br />

que é importante para manter a qualidade<br />

do produto. Já a nova geração quer muito<br />

manter e melhorar ainda mais essa qualidade,<br />

vislumbra os produtos de excelência,<br />

não deixando de lado melhorias<br />

para produção de bebidas superiores,<br />

e muitas dessas melhorias provêm de<br />

embasamento cientifico, de pesquisa,<br />

de análise. Com as melhorias também<br />

se eliminam custos produtivos, ganha-se<br />

em qualidade sensorial, quantidade<br />

de produção, controles de biossegurança.<br />

É importante conciliar.<br />

Pode-se fazer um paralelo novamente<br />

com a cerveja artesanal, onde agora<br />

é o pessoal mais velho na produção<br />

que está pegando informações com<br />

o pessoal mais novo e quem ganha<br />

com isso o mercado. Conhecimento e<br />

qualidade técnica acabam com muito<br />

misticismo. E falo isso também como<br />

consultor, pois em diversas oportunidades<br />

os maiores problemas que identifiquei<br />

eram técnicos e interferiam na<br />

qualidade do produto final. É preciso<br />

substituir algumas manias, quebrar<br />

alguns tabus. Manga com leite não vai<br />

te matar. É preciso pensar em crescimento,<br />

em profissionalização. Quem<br />

está entrando no mercado já percebe<br />

isso”.<br />

E a linha de bebidas mistas da empresa<br />

já estará pensada, provavelmente<br />

para 2019. “Estamos explorando os<br />

melhores ingredientes, pesquisando<br />

como manter a estabilização do sabor,<br />

do aroma, se garrafa âmbar em<br />

vez da cristal para preservar melhor,<br />

etc. Novidades virão!”.<br />

Para saber mais sobre a Magos de Minas,<br />

visite o site: http://magosdeminas.com.br/site/<br />

.<br />

Aposta no artesanal<br />

sim, mas na qualidade<br />

superior<br />

Também medalhista na Expocachaça<br />

2017, a Capim Cheiroso começou<br />

com uma produção terceirizada através<br />

da parceria com um produtor<br />

local que produz uma cachaça de<br />

alta qualidade. Entretanto a cana<br />

era da própria Capim Cheiroso,<br />

rigorosamente selecionada, específica<br />

para a região, resultando<br />

em uma cachaça de excelência, a<br />

qual era armazenada pela empresa<br />

em barris para envelhecimento.<br />

“Em 2013 o proprietário, sr. Adão<br />

Conrado, resolveu construir a<br />

sua própria indústria, tamanho<br />

o resultado de apreciação que<br />

já tinha da sua cachaça e a demanda<br />

gerada e com o própósito<br />

de gerar ainda mais valor ao seu<br />

produto. Hoje o parque industrial<br />

é bem moderno, totalmente otimizado,<br />

sempre pensando não só na<br />

qualidade do produto, mas também<br />

na segurança e conforto das<br />

pessoas que trabalham em todo<br />

o processo”, destaca Valdirene<br />

Neves, gerente técnica e de produção<br />

da empresa, que atua também<br />

como consultora na área.<br />

Com investimentos de R$ 250 mil<br />

reais para montar o parque fabril<br />

próprio em operação desde 2014,<br />

que possibilitou à empresa ampliar<br />

o volume, atualmente com capacidade<br />

de 40 mil litros/ano, mas que<br />

ainda pode ser ainda dobrada, a<br />

Capim Cheiroso comemora as medalhas<br />

recebidas na Expocachaça<br />

2017: Medalha de Prata na categoria<br />

Descansadas em Madeira (Sem<br />

Interferência na Cor) e Prata também<br />

na Categoria Armazenadas<br />

em Carvalho Francês.<br />

“Na verdade, atualmente temos<br />

na linha três versões da<br />

nossa cachaça: a Caipira, que<br />

é uma cachaça descansada em<br />

tanques de inox após destilada,<br />

para harmonização quími-<br />

98


Gran Première<br />

ca (popularmente conhecido como ‘amaciar a<br />

bebida’); a Cristal, que após destilada fica seis<br />

meses para harmonização acondicionada inox<br />

e mais um ano no jequitibá, trazendo um sabor<br />

de madeira bem suave, quase imperceptível,<br />

esta mesmo que recebeu Medalha de Ouro na<br />

Edição 2016 do Concurso Mundial de Bruxelas,<br />

graças à sua qualidade sensorial, e neste ano a<br />

Medalha de Prata no mesmo concurso; por fim<br />

temos a Cachaça Capim Cheiroso Topázio, que<br />

passa por seis meses em inox, um ano no jequitibá<br />

e um ano no carvalho francês, que traz<br />

para os apreciadores um sabor sensorial mais<br />

adocicado, com aromas de amêndoas, chocolate,<br />

de baunilha, entre outras característica de<br />

um bom barril”.<br />

O atendimento abrange todo o Brasil, mas também<br />

agora está mirando o mercado externo.<br />

“Estamos preparados para a qualquer momento<br />

iniciarmos as vendas para outros países”, esclarece<br />

a porta-voz.<br />

Curiosidade: presente em bares e restaurantes<br />

finos da capital paulista, a Capim Cheiroso<br />

surgiu do sonho do sr. Adão que queria fazer<br />

algo bem diferente que ficasse na família. “O<br />

nome surgiu enquanto meu pai e minha mãe<br />

olhavam para uma lagoa e um capim ao redor.<br />

Tiveram a inspiração e decidiram que levaria<br />

esse nome, já que é forte e marcante”, conta<br />

Cristina Irene Conrado, também diretora e filha<br />

do proprietário.<br />

Valdirene como consultora na área desenvolve diversas<br />

receitas, como por exemplo alguns produtos<br />

da Taberna de Minas que também estavam presentes<br />

no evento: caipirinha pronta, licor de amarula,<br />

bebida mista com cravo e canela, entre outros. “A<br />

Capim Cheiroso também deve seguir por essa área<br />

e lançar em um futuro próximo a sua linha de bebidas<br />

mistas, inicialmente com uma produção terceirada”,<br />

finaliza.<br />

Informações completas sobre a linha da Capim<br />

Cheiroso estão no site: http://www.cachacacapimcheiroso.com.br<br />

.<br />

Lista incrível de<br />

indicações e comprovações<br />

Como a a lista de produtos de excelência premiados<br />

na Expocachaça e no Concurso Mundial de<br />

Bruxelas <strong>edição</strong> Brasil é bem ampla - uma ótima<br />

dica para incrementar a carta com produtos selecionadíssimos<br />

- trazemos a seguir um resumo indicando<br />

cada uma das empresas premiadas e suas<br />

bebidas excepcionais, de uma forma prática.<br />

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Gran Première<br />

Premiados na Expocachaça e<br />

Mundial de Bruxelas Edição Brasil<br />

Cachaça 3 Fortuna<br />

Muçum<br />

Rio Grande do Sul<br />

PREMIAÇÃO:<br />

Medalha de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

A 3Fortuna é uma cachaça<br />

artesanal sempre presente<br />

nos principais eventos do<br />

País, como o recente Expointer,<br />

no RS. Com volume<br />

alcoólico de 40%, a versão<br />

envelhecida em barris de<br />

carvalho recebeu a Medalha<br />

de Prata na última <strong>edição</strong><br />

da Expocachaça 2017.<br />

Em recente entrevista na<br />

Expointer, realizada em Esteio,<br />

no RS, considerada a<br />

maior feira a céu aberto da<br />

América Latina, José Carlos<br />

Fortuna, proprietário da<br />

Cachaçaria 3 Fortuna, lembrou<br />

que os destilados tradicionais<br />

são os mais famosos<br />

entre o público e que os<br />

clientes procuram mesmo é<br />

aquele produto que já possui<br />

espaço no mercado.<br />

Novidades: a empresa deverá<br />

apresentar em 2018<br />

uma cachaça extra premium,<br />

que completará no<br />

próximo ano 20 anos de<br />

envelhecimento.<br />

Onde encontrar:<br />

Contatos: (51) 9268-9298<br />

https://www.cachacarianacional.com.br/<br />

http://savanacachacas.<br />

com.br/<br />

https://cachacariaoriginal.<br />

com<br />

A Tentatora<br />

Ouro Preto - MG<br />

PREMIAÇÃO:<br />

Medalha de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

Produzida pela mesma<br />

empresa da Milagre de Minas,<br />

com mais de 40 anos<br />

de história, a Tentadora é<br />

outra criação especial da<br />

produtora Cida Zurlo (Maria<br />

Aparecida Zurlo), reconhecida<br />

por suas cachaças<br />

especiais, farmacêutica<br />

e botânica que também<br />

aposta em produtos como<br />

licores.<br />

A versão premiada, branca,<br />

pura, com volume alcoólico<br />

de 42% passa por<br />

descanso em 8 meses em<br />

jequitibá branco e o produto<br />

também está disponvel<br />

tanto na Cachaçaria Nacional<br />

quanto na Savanas<br />

Cachaças, além da Americanas.com.<br />

Também está disponível a<br />

versão Ouro, armazenada<br />

em tonéis de jequitibá<br />

branco, carvalho e amburana<br />

durante seis meses<br />

cada.<br />

Informações:<br />

milagredeminas@terra.<br />

com.br<br />

www.milagredeminas.com.br<br />

(31)3551-1429 e (31)<br />

3551-5531<br />

Água de Arcanjo<br />

Maquiné - RS<br />

PREMIAÇÃO:<br />

Medalha de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

A Água de Arcanjo é uma<br />

cachaça especial de alambique<br />

produzida artesanalmente,<br />

sem o uso de agrotóxicos<br />

com graduação<br />

alcoólica de 40%.<br />

A versão Prata (Silver),<br />

branca, cristalina, pura,<br />

tem sabor suave diferenciado<br />

devido ao processo<br />

de destilação fracionada.<br />

É uma cachaça jovem, que<br />

descansa em barris de aço<br />

inox após a produção.<br />

A garrafa possui um design<br />

diferenciado, italiano, no<br />

formato da asa de um anjo,<br />

remetendo ao nome da<br />

marca e transparecendo o<br />

requinte do produto.<br />

Também está disponível<br />

a versão Ouro (Golden),<br />

envelhecida em barris de<br />

carvalho por 2 anos, com<br />

uma coloração dourada especial.<br />

Nos últimos anos os<br />

produtos da empresa receberam<br />

diversas premiações<br />

internacionais.<br />

Onde encontrar:<br />

No site da empresa há<br />

uma loja online que facilita<br />

a compra dos produtos,<br />

com entregas para todo o<br />

Brasil:<br />

http://aguadearcanjo.com.<br />

br/cachacas/<br />

Alambique Brasil<br />

Ortigueira - PR<br />

PREMIAÇÃO:<br />

Duas Medalhas de Prata<br />

na Expocachaça 2017<br />

Produzidas pela Cachaçaria<br />

Serra do Cadeado, as<br />

cachaças branca pura e<br />

a versão envelhecida em<br />

madeiras brasileiras foram<br />

Prata esse ano na Expocachaça.<br />

A empresa nasceu obstinada<br />

em produzir bebidas<br />

de qualidade, investindo<br />

muito em insumos de excelência,<br />

equipamentos<br />

de ponta, mão de obra<br />

treinada e em técnicas<br />

avançadas de produção e<br />

higiene. Além das cachaças,<br />

bebidas mistas fazem<br />

parte da linha, todas<br />

diferenciadas em termos<br />

de sabor e apresentação<br />

das embalagens.<br />

A Prata é descansada em<br />

dornas de inox e está disponível<br />

em garrafas de 50,<br />

160 e 700 ml. Já a Ouro,<br />

também fornecida nas<br />

mesmas embalagens, é<br />

envelhecida em tonéis de<br />

Amburana e Carvalho, e<br />

leva a assinatura do famoso<br />

masterblender Armando<br />

Del Bianco.<br />

Informações e onde comprar:<br />

www.cachacariaserradocadeado.com.br<br />

Alambique de Minas<br />

Bola Da Vez<br />

Engenho da Cana<br />

Nossa Rainha<br />

Ouro Branco - MG<br />

PREMIAÇÃO:<br />

1 Ouro e 1 Prata no<br />

Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil e 3 Medalhas<br />

de Prata na Expocachaça<br />

O Engenho da Cana é um<br />

colecionador de medalhas.<br />

Somente considerando estes<br />

dois concursos da reportagem<br />

em 2017 foram<br />

4 Pratas para as cachaças<br />

Alambique de Minas armazenadas<br />

em madeira brasileira,<br />

Engenho da Cana<br />

Branca Pura e Nossa Rainha<br />

também armazenada<br />

em madeira brasileira, e a<br />

Medalha de Ouro para o<br />

rótulo Bola da Vez, no Concurso<br />

Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil.<br />

A Engenho da Cana trabalha<br />

apenas com o coração,<br />

que é a parte nobre da<br />

destilação. Todos os resíduos<br />

são utilizados como<br />

fonte de energia ou adubo,<br />

de forma que a fabricação<br />

seja sustentável e ecologicamente<br />

correta.<br />

A medalhista de Ouro Bola da<br />

Vez é uma cachaça armazenada<br />

por 2 anos em barris de<br />

Amendoim, conferindo um sabor<br />

suave e macio ao beber.<br />

Informações e pedidos:<br />

http://www.cachacaengenhodacana.com.br<br />

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Amarogutta<br />

Faria Lemos - MG<br />

Medalha de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

Bebida mista da classe dos<br />

bitters aperitivos composta<br />

por 19 ervas, cascas, raízes e<br />

sementes amargas e aromáticas,<br />

infusionadas em cachaça,<br />

o Amarogutta é um produto<br />

equilibrado, destinado a ser<br />

tomado em shots, em temperatura<br />

ambiente ou gelado, e<br />

ainda como complemento na<br />

composição de drinques.<br />

Tem graduação alcoólica de<br />

35%, sendo fornecido em<br />

garrafas de 1 l. É produzido<br />

pela Destom, empresa com<br />

diversas cachaças premiadas<br />

e inovadora na área,<br />

que há poucos anos lançou<br />

a Spiral Drinkmaker, cachaça<br />

desenvolvida especialmente<br />

para drinques, e recentemente<br />

apresentou ao mercado<br />

a Bruta, cachaça com<br />

graduação alcoólica de 48%,<br />

para concorrer na faixa de<br />

bebida encorpadas, além da<br />

bebidas mista Honey Hunter,<br />

composta à base de mel.<br />

Mais informações:<br />

https://www.facebook.com/<br />

amarogutta/<br />

Onde encontrar:<br />

www.cachacaexpress.<br />

com.br / www.cachacariauniversitaria.com.br<br />

/ www.<br />

cachacarianacional.com.br<br />

/ www.limaodistribuidora.<br />

com.br / www.savanacachacas.com.br/<br />

Barra Velha<br />

Campos - RJ<br />

Medalha de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

A Barra Velha é produzida<br />

pelo Alambique do Leley, e<br />

levou medalha de Ouro na<br />

Categoria Decansada em<br />

Madeira. Produzida artesanalmente,<br />

sem agrotóxicos,<br />

com cana 100% orgânica,<br />

está disponível nas versões<br />

envelhecida em barril de<br />

balsámo, de cor branca; a<br />

de três anos envelhecida<br />

em barril de carvalho, com<br />

coloração amarelo claro, e a<br />

premium, também envelhecida<br />

em barril de carvalho com<br />

coloração amarelo ouro.<br />

Além dos prêmios que já<br />

recebeu nos últimos anos,<br />

a Barra Velha vem conquistando<br />

o mercado internacional.<br />

Apenas para se<br />

ter ideia, em 2015 600 garrafas<br />

foram para a cidade<br />

de Aberdeen, na Escócia,<br />

país reconhecido mundialmente<br />

pelo apreço e produção<br />

de bons destilados.<br />

“Tenho muito orgulho de trazer<br />

para Campos esta medalha<br />

de ouro. Estamos sempre<br />

em busca da excelência<br />

e este resultado certifica um<br />

trabalho de uma vida”, comentou<br />

Odirlei Carlos H. Caetano,<br />

o Leley, em entrevista<br />

a um jornal local a respeito<br />

da premiação recebida.<br />

Informações: www.facebook.<br />

com/barravelhacampos<br />

(22) 2747-4999.<br />

Bassi<br />

Santa Mariana - PR<br />

Medalha de Ouro no Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil e Medalha de Prata<br />

na Expocachaça 2017<br />

Colecionadora anual de<br />

medalhas nacionais e internacionais,<br />

a Bassi foi<br />

criada em 1980 por <strong>Paulo</strong><br />

Bassi e seus filhos, inicialmente<br />

como um hobby,<br />

remetendo à tradição das<br />

melhores cachaças artesanais:<br />

produziam apenas<br />

para consumo próprio e<br />

para presentear amigos e<br />

parentes. Com o passar<br />

dos anos, as pessoas começaram<br />

a reconhecer a<br />

qualidade de suas cachaças,<br />

fazendo com que os<br />

fundadores viessem a aumentar<br />

a produção em razão<br />

de uma demanda que<br />

estava surgindo.<br />

A versão Bálsamo, medalhista<br />

de ouro no Concurso<br />

de Bruxelas, tem graduação<br />

alcoólica de 41%, descansando<br />

na madeira por<br />

um ano.<br />

“Trabalhamos com foco na<br />

qualidade, com técnicas<br />

clássicas, complementadas<br />

com as novas técnicas<br />

do mercado (inovações)”,<br />

explica Evandro Silva Eto,<br />

sócio-proprietário.<br />

Onde encontrar: (43) 3531-<br />

1435, comercial@cachacabassi.com.br,<br />

www.cachacabassi.com.br<br />

.<br />

Batista<br />

Sacramento - MG<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Criada em 1943 por José<br />

Batista, um produtor de<br />

melado e rapadura que,<br />

na crise durante a Segunda<br />

Guerra, se arriscou em<br />

produzir a cachaça como<br />

alternativa, a Batista segue<br />

um novo caminho de sucesso<br />

desde 2008 quando<br />

apresentou sua nova fábrica,<br />

e desde então vem<br />

acumulando prêmios nacionais<br />

e internacionais.<br />

A versão premiada é Batista<br />

Prata, bebida super-refinada,<br />

armazenada em tanques de<br />

aço inox, que possui aroma<br />

intenso com notas frutadas<br />

e também de chocolate<br />

branco, com álcool e acidez<br />

equilibrados. Harmoniza<br />

muito bem com queijos minas<br />

e canastra, petiscos de<br />

frutos do mar, sendo excelente<br />

também para o preparo<br />

de drinques, especialmente<br />

aqueles com limão.<br />

Para Bruno Zille, porta-voz<br />

da empresa o sucesso atual<br />

do produto ser dá pelo<br />

fato de que público hoje<br />

está ávido por produtos de<br />

melhor nível, de qualidade<br />

superior.<br />

Informações e onde comprar:<br />

http://cachacabatista.<br />

com.br/home/<br />

https://www.facebook.com/<br />

CachacaBatista/<br />

Bel Vedere<br />

Pestana - RS<br />

2 Medalhas de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

Um dos rótulos do Alambique<br />

Bel Vedere premiados<br />

na Expocachaça<br />

2017 é a Pergaminho,<br />

uma cachaça extra premium<br />

artesanal, com 12<br />

anos de fabricação, sendo<br />

9 armazenados em<br />

barril de carvalho americano.<br />

Apresenta teor<br />

alcoólico de 38% e harmoniza<br />

com carnes vermelhas,<br />

caças de pena e<br />

de pelo, assados, caldeiradas,<br />

cozidos, feijoada e<br />

chocolate meio amargo.<br />

A outra versão premiada<br />

é a Extra <strong>Premium</strong> da empresa.<br />

Ambos os produtos<br />

provêm de cana madura,<br />

cortada no ponto maximo<br />

de doçura e maturação, o<br />

que deixa a cachaça suave<br />

e fazendo com que se<br />

sobressaia em relação ao<br />

paladar. O alambique Bel<br />

Vedere nasceu com o intuito<br />

de focar no mercado<br />

internacional.<br />

Informações e pedidos:<br />

https://www.facebook.com/<br />

AlambiqueBelVedere/<br />

www.cachacarianacional.<br />

com.br - www.cachacariaoriginal.com.br<br />

www.savanacachacas.<br />

com.br<br />

www.lojasabordafonte.<br />

com.br<br />

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Cachaça Bem me Quer<br />

Pitangui - MG<br />

Medalha Grand Gold (Ouro<br />

Duplo) no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil 2017<br />

A história da Bem Me Quer<br />

remonta à Fazenda Santo<br />

Antônio das Pitangueiras,<br />

cuja sede, um casarão<br />

construído em 1715, foi totalmente<br />

restaurada pelo casal<br />

José Otávio de Carvalho<br />

Lopes e Rosana Romano.<br />

Havia na fazenda um espaço<br />

de lazer e um pequeno e antigo<br />

Alambique. Quando acontecia<br />

alguma comemoração<br />

que reunia a família, eram<br />

fabricados cerca de 6 litros<br />

de cachaça. Essa cachaça,<br />

nomeada cachaça Romana,<br />

virou uma tradição das reuniões<br />

até que o pequeno e antigo<br />

Alambique não dava mais<br />

conta de fabricar o necessário.<br />

Foi, então construído o<br />

Alambique Santíssima, que<br />

passou a produzir duas marcas<br />

diferenciadas: a Cachaça<br />

Santa Romana e a Cachaça<br />

Bem Me Quer. A qualidade foi<br />

tão alta que ambas as marcas<br />

já saíram com o “selo”:<br />

padrão exportação.<br />

Hoje, já um sucesso de público<br />

e vendas no mundo<br />

todo, as cachaças Bem Me<br />

Quer brilham, também, em<br />

nosso exigente e disputado<br />

mercado nacional.<br />

Informações detalhadas:<br />

www.cachacabemmequer.<br />

com.br<br />

Cachaça Bento Albino<br />

Maquiné - RS<br />

1 Medalha Duplo Ouro no<br />

Mundial de Bruxelas Edição<br />

Brasil 2017 e 3 Medalhas<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Uma lista especial de produtos<br />

premiados:<br />

- Bento Albino em Amburana:<br />

essa medalhista de<br />

prata é envelhecida por<br />

três anos em barris de amburana,<br />

madeira brasileira<br />

que traz excepcionais características<br />

aromáticas e<br />

de sabor refinado à bebida.<br />

- Bento Albino Extra <strong>Premium</strong><br />

Carvalho: especialíssima,<br />

essa versão passa por<br />

6 anos de envelhecimento<br />

em barril de carvalho.<br />

- Bento Albino Licor de Banana:<br />

também medalhista<br />

de prata na Degustação às<br />

Cegas da Expocachaça, e<br />

produzido a partir da cachaça<br />

prata bidestilada.<br />

- Bento Albino Prata Pura:<br />

descansada em pipas de inox<br />

por mais de três anos, traz<br />

uma hamonização perfeita de<br />

seus ingredientes. Também<br />

recebeu a Medalha de Prata<br />

na Expocachaça 2017.<br />

A Bento Albino é produzida<br />

na cidade de Maquiné no<br />

RS, que desde o inicio do<br />

século passado ficou famosa<br />

por sua cachaça.<br />

Informações: www.bentoalbino.com.br<br />

Brasilberg Casa Underberg<br />

Rio de Janeiro - RJ<br />

Medalha de Prata no Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil 2017<br />

O bitter Underberg Brasilberg,<br />

produzido com ervas<br />

amazônicas e consagradas<br />

no mundo tem uma<br />

história de pioneirismo.<br />

Dr. Paul Underberg, neto<br />

do fundador da empresa<br />

Underberg, era um homem<br />

cosmopolita apaixonado<br />

por descobrir e conhecer<br />

novas culturas.<br />

O que mais o fascinava<br />

era o poder de cura das<br />

ervas e plantas da região<br />

amazônica. Em 1933, ele<br />

se estabeleceu no Rio<br />

de Janeiro e começou a<br />

produzir o Underberg do<br />

Brasil. Era uma bebida<br />

brasileira sem igual que<br />

se tornou rapidamente<br />

um grande sucesso e o<br />

aperitivo favorito da sociedade<br />

carioca.<br />

Conhecida hoje como “Brasilberg”,<br />

a bebida entrou<br />

em cena na gastronomia<br />

da Alemanha.<br />

De cor marrom escuro e<br />

aroma predominantemente<br />

herbáceo, é adocicado,<br />

aromático, com notas ligeiramente<br />

frutadas. Moderadamente<br />

amargo, aromático,<br />

apresenta fim de boca<br />

ligeiramente adocicado.<br />

Informações: http://www.<br />

brasilberg.com<br />

Brunholi<br />

Jundiaí - SP<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017 - Categoria<br />

Descansada em Madeira<br />

(Sem Interferência na Cor)<br />

Tanto produtora de bebidas e<br />

quanto um atrativo complexo<br />

turístico, o Villa Brunholi está<br />

localizado no bairro de Caxambu,<br />

em Jundiaí (cerca de<br />

30 m de <strong>São</strong> <strong>Paulo</strong>).<br />

Licores, cachaça, caipirinha<br />

pronta, vinhos, suco<br />

de uva, vinagres, e também<br />

massas frescos e<br />

molhos, tudo de produção<br />

própria, com a receita da<br />

família há anos, são outros<br />

destaques para os visitantes.<br />

E não faltam ainda cervejas<br />

gourmet regionais,<br />

compotas, doces e azeites,<br />

entre outros produtos.<br />

Um dos destaques é a Caipirinha<br />

Pronta Brunholi,<br />

elaborada com a combinação<br />

perfeita de cachaça,<br />

limão, açúcar e gelo.<br />

Além da cachaça premiada,<br />

tem destaque a linha de espumantes,<br />

como o Amábile,<br />

vinho frisante produzido unicamente<br />

com uvas da variedade<br />

Moscato. De excelente<br />

equilíbrio, açúcar e acidez, é<br />

leve e jovial. Tem um final<br />

de boca refrescante e macio,<br />

com retrogosto típico da<br />

variedade. Harmonização é<br />

indicada com sobremesas.<br />

Informações: www.brunholi.com.br<br />

Cachaça Buchmann<br />

Ivoti - RS<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

<strong>São</strong> muitos cuidados na<br />

produção da Cachaça<br />

Buchmann, apresentada<br />

em versões 12 anos e ainda<br />

em 2017 a versão 15<br />

anos, principalmente no<br />

que se refere à questão<br />

ambiental. A Buchmann<br />

adota o sistema orgânico,<br />

a colheita e a seleção são<br />

feitos manualmente, sem<br />

queimadas e a cana de<br />

açúcar vai para o engenho<br />

no mesmo dia do corte. E<br />

em seguida, uma vez retirada<br />

a seiva da cana, todo<br />

o bagaço é levada ao forno<br />

que alimenta o alambique.<br />

Não há qualquer uso<br />

de agrotóxico, reiterando o<br />

processo totalmente sustentável<br />

da bebida.<br />

Com teor alcoólico de<br />

39,5% e classificada como<br />

extra premium, o produto é<br />

envelhecido em carvalho<br />

francês. A “safra” provém<br />

de uma seleção especial<br />

feita em 2002, reservada<br />

e guardada em seus barris<br />

dentro de uma adega<br />

construída especialmente<br />

para ela, seguindo os<br />

mais rigorosos processos<br />

de envelhecimento como o<br />

controle de umidade e temperaturas.<br />

Informações:<br />

ww.casabuchmann.com.br<br />

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Cachaças Bylaardt<br />

Luiz Alves - SC<br />

1 Medalha de Ouro Duplo e<br />

2 de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

Em 1943 a Família Van<br />

Den Bylaardt, começa a<br />

produzir a sua primeira cachaça<br />

envelhecida em barril<br />

de carvalho. Hoje, três<br />

gerações depois, a empresa<br />

tem um mix de produtos<br />

composto por aguardentes,<br />

licores e a tradicional<br />

cachaça artesanal envelhecida<br />

no carvalho.<br />

Estreante na maior feira da<br />

América Latina e em um<br />

dos principais e mais tradicionais<br />

concursos anuais<br />

de destilados, a Bylaardt<br />

faturou de cara três<br />

medalhas, ressaltando e<br />

qualidade da sua linha de<br />

produtos.<br />

As versões premiadas apresentam<br />

38% de teor alcoólico.<br />

Descendentes de holandeses,<br />

os proprietários têm<br />

um alambique aberto às visitações,<br />

sejam visitas individuais<br />

ou em grupo. No<br />

armazém, por exemplo, há<br />

um charmoso espaço de<br />

degustação.<br />

Baldes de carvalho e minibarris<br />

também estão disponíveis<br />

para venda na linha<br />

de produtos.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://cachacasbylaardt.<br />

com.br/<br />

Cachaça Cabaré<br />

(Engenho Dom Tápparo)<br />

Cachaças Dom Tapparo<br />

Mirassol - SP<br />

1 Medalha Grande Ouro, 1<br />

Medalha de Ouro e 2 de Prata<br />

no Mundial de Bruxelas<br />

Brasil 2017, 1 Medalha de<br />

Ouro na Expocachaça 2017<br />

Fundado na década de<br />

1970, o Engenho Dom<br />

Tápparo se tornou sinônimo<br />

de cachaças e bebidas<br />

finas e premium, fornecidas<br />

em garrafas charmosas.<br />

Um dos maiores destaques<br />

é o seu rótulo Cabaré, uma<br />

cachaça extra premium envelhecida<br />

por 15 anos em<br />

barris de carvalho, bebida<br />

que recebeu a Medalha no<br />

Concurso de Degustação<br />

às Cegas da Expocachaça.<br />

Já as versões Dom Tápparo<br />

são envelhecidas em barris de<br />

carvalho europeu e americano<br />

e outras madeiras como amburana,<br />

jequitibá e amendoim. A<br />

linha completa tem disponíveis<br />

as versões branca, envelhecida,<br />

premium, extrapremium 10<br />

anos, extrapremium 12 anos e<br />

extrapremium 15 anos. A linha<br />

de licores da Dom Tápparo<br />

também impressiona pelo toque<br />

artesanal a todas as receitas.<br />

<strong>São</strong> mais de 20 sabores,<br />

que vão dos mais conhecidos<br />

chocolate, curaçau e menta a<br />

frutas tropicais como banana<br />

e abacaxi; até as receitas tradicionais<br />

mineiras de jabuticaba,<br />

figo e jenipapo.<br />

Informações: http://www.<br />

domtapparo.com.br/<br />

Cachaça Maria João<br />

Santa Rosa - RS<br />

PREMIAÇÃO: Medalha de<br />

Ouro na Expocachaça<br />

A versão premiada na<br />

Expocachaça 2017 é a<br />

envelhecida em madeira<br />

brasileira, a Amburana.<br />

Com tonalidade amarelo<br />

dourado intenso, faz homenagem<br />

e referência à típica<br />

cor da pele brasileira. A bebida<br />

é envelhecida por um<br />

ano em barris de Amburana<br />

para agregar aroma e<br />

sabor de especiarias (canela,<br />

cravo e pimenta), defumado,<br />

entre outras. Refinado, é<br />

um destilado especial para<br />

consumo puro ou que pode<br />

enriquecer a carta de drinques<br />

do empreendimento.<br />

Outro destaque da empresa<br />

é a Maria João Coqueteleira,<br />

especial para drinques, coquetéis<br />

e batidas. Após um<br />

ano de descanso em dornas<br />

de inox, proporciona<br />

um destilado suave e com<br />

aroma frutado. A bebida é<br />

ideal para a elaboração da<br />

brasileiríssima Caipirinha.<br />

Tanto no site quanto na página<br />

do Facebook da empresa<br />

há diversas informações<br />

sobre distribuidores,<br />

estabelecimentos com os<br />

produtos na carta e um breve<br />

histórico da Maria João.<br />

Informações: http://cachacariamariajoao.com.br/<br />

https://www.facebook.com/<br />

cachacariamariajoao<br />

Cachaça 7 Madeiras<br />

Cachaça Leandro Batista<br />

Cachaças Weber Haus<br />

(Weber Haus) - Ivoti, RS<br />

3 Medalhas de Grande<br />

Ouro (equivalente Ouro<br />

Duplo) no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas - Edição<br />

Brasil, 1 Medalha de Ouro<br />

e 2 de Prata no mesmo<br />

concurso, 1 Medalha de<br />

Prata na Expocachaça<br />

Não foram poucas as premiações<br />

recebidas pela<br />

Weber Haus considerando<br />

apenas esses dois concursos.<br />

A tradicional marca de<br />

cachaças, premiada nacional<br />

e internacionalmente recebeu<br />

medalhas para suas<br />

versões premium, extra premium,<br />

prata orgânica e envelhecidas<br />

em barris de bálsamo<br />

ou madeira brasileira,<br />

além do licor de cachaça.<br />

Um dos principais destaques<br />

é a Cachaça 7 Madeiras,<br />

um mix de Cachaças<br />

com Volume alcoólico de<br />

38%, com bebidas otidas<br />

do envelhecimento em Bálsamo,<br />

Carvalho Francês,<br />

Carvalho Americano, Grápia,<br />

Cabriuva, Amburana<br />

e Canela Sassafrás. Leve,<br />

macia, de aroma e sabor<br />

bem adocicados, apresenta<br />

pouca acidez, pouca ardência,<br />

sendo bem aveludada.<br />

Informações: http://www.<br />

weberhaus.com.br/ e https://www.facebook.com/<br />

pg/cachacariaweberhaus<br />

Cachaça Vira Copos<br />

Rio Manso - MG<br />

Medalha de Ouro no Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

A Vira Copos é uma cachaça<br />

de alambique, produzida<br />

artesanalmente<br />

disponível em versões<br />

envelhecidas em barris de<br />

carvalho e jequitibá.<br />

A cana-de-açúcar utilizada<br />

na produção é plantada<br />

na Fazenda Vira Copos. A<br />

análise do solo, a seleção<br />

da variedade da cana e a<br />

colheita obedecem a critérios<br />

rigorosos na busca da<br />

melhoria do produto. Seu<br />

plantio é feito de maneira<br />

correta e com controle de<br />

rastreabilidade.<br />

A cana colhida manualmente,<br />

sem queimadas,<br />

passa por rigorosa seleção<br />

e limpeza. Já a moagem<br />

acontece num intervalo<br />

de no máximo 24 horas<br />

após a colheita. O caldo é<br />

coado e decantado para a<br />

eliminação de sujidades e<br />

bagacilhos.<br />

A versão Ouro é armazenada<br />

em barris de Carvalho<br />

e tonéis de Jequitibá<br />

por um período de 2 anos.<br />

Já a Prata é armazenada<br />

por um período de 1 ano<br />

em tonéis de Jequitibá,<br />

tendo como resultado uma<br />

cor translúcida.<br />

Informações: http://cachacaviracopos.com.br/plus/<br />

106


107


Cachaça Cafundó<br />

da Serra<br />

Lauro Muller - SC<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Cachaça 100% artesanal,<br />

a Cafundó da Serra segue<br />

a tradição e insere-se na<br />

lista das melhores cachaças<br />

catarinenses.<br />

É produzida na propriedade<br />

da Família Godinho, a<br />

12 km da Serra do Rio do<br />

Rastro. A Família Godinho<br />

trabalha há quase trinta<br />

anos com produção de cachaça.<br />

O produto segue números<br />

cuidados na produção,<br />

começando pelo canavial<br />

próprio, e passando por<br />

todas as rigorosas etapas<br />

do processo produtivo,<br />

cuidados que se refletem<br />

na imagem, no aroma e no<br />

paladar.<br />

A marca Cafundó da Serra<br />

foi lançada em 2004 e<br />

tem colecionado várias<br />

medalhas. A sua versão<br />

branca, pura, foi a Medalhista<br />

de Prata no Concurso<br />

de Degustação às<br />

Cegas da Expocachaça<br />

2017.<br />

Informações detalhadas:<br />

https://www.facebook.com/<br />

cafundodaserra/<br />

Cachaça Caialua<br />

Formosa - GO<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida nos campos<br />

da Fazenda Ibiporança,<br />

está disponível nas versões<br />

Prata, medalhista<br />

no Concurso de Degustação<br />

às Cegas da Expocachaça<br />

2017, descansada<br />

em reservatórios de inox<br />

e também na versão Formosa,<br />

armazenada em<br />

barris de carvalho francês<br />

por três anos, uma<br />

excepcional cachaça extra<br />

premium.<br />

Com 40% de graduação<br />

alcoólica e neutra, a Caialua<br />

Prata é excepcional pra<br />

elaboração de drinques,<br />

sendo fornecida em garrafas<br />

de 750 ml.<br />

Faz parte da Associação<br />

Goiana dos Produtores<br />

de Cachaça de Alambique<br />

(AGOPCAL), que reúne<br />

os mestres alambiqueiros<br />

comprometidos com a<br />

“Paixão de Alambique” e se<br />

posiciona no mercado com<br />

produtos de comprovada<br />

qualidade fisicoquímica e<br />

sensorial, elaborados com<br />

o devido respeito aos consumidores.<br />

Informações: http://www.<br />

caialua.com/<br />

Cachaça Cana Bacana<br />

Garuva - SC<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Com graduação alcoólica<br />

de 40%, a Cana Bacana<br />

Prata é um produto<br />

da Multidrink, empresa<br />

que nasceu da tradição<br />

de produzir bebidas nas<br />

famílias Bonelli e Nandi,<br />

imigrantes italianos<br />

que chegaram ao Brasil<br />

nos finais do século XIX<br />

e produziam vinhos e vinagre.<br />

Com a tradição<br />

brasileira de produzir cachaça<br />

logo adaptaram-se<br />

ao processo. Posteriormente<br />

foram incluídos os<br />

conhaques, licores e coquetéis<br />

em seu processo<br />

de produção artesanal e<br />

familiar. Em 1993 um de<br />

seus descendentes constitui<br />

a empresa MultiDrink<br />

do Brasil Ltda e inicia a<br />

produção em escala industrial.<br />

A linha da empresa hoje<br />

é bem diversificada, atendendo<br />

às necessidades<br />

de empreendimentos de<br />

todos os portes. Estão disponíveis<br />

gins, runs, uísque,<br />

arac, vodca, cachaça, steinhaeger,<br />

grappa, aguardentes,<br />

conhaques, entre<br />

outros produtos.<br />

Informações: Mais detalhes<br />

e pedidos em http://<br />

multidrink.ind.br .<br />

Cachaça Capim Cheiroso<br />

Santa Bárbara, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata no Concurso<br />

Mundial de Bruxelas - Edição<br />

Brasil e 2 de Prata Na<br />

Expocachaça<br />

Conheça a linha premiada<br />

da Capim Cheiroso:<br />

- Cristal: descansada por<br />

seis meses em inox e armazenada<br />

por mais 12 meses<br />

em tonéis de jequitibá.<br />

Elegante para ser degustada<br />

pura ou em caipirinhas<br />

e batidas caprichadas.<br />

- Topázio: descansada por<br />

seis meses em inox e armazenada<br />

por mais 12 meses<br />

em tonéis de jequitibá<br />

e carvallho. O armazenamento<br />

em tonéis de carvalho<br />

confere à Topázio corpo<br />

e maciez, fazendo dela<br />

uma excelente cachaça<br />

para ser degustada pura.<br />

- Topázio Edição Especial:<br />

amadurecida durante<br />

seis meses em recipientes<br />

de aço inoxidável, armazenada<br />

por 12 meses<br />

em tonéis de jequitibá e<br />

aprimorada por três anos<br />

em tonéis de carvalho. É<br />

uma cachaça sofisticada,<br />

aveludada e de sabor requintado,<br />

que revela toda<br />

sua personalidade quando<br />

degustada pura. Informações:<br />

https://www.<br />

facebook.com/pg/cachacacapimcheiroso<br />

Cachaça Capotira<br />

Vargem Grande - MA<br />

Medalha de Prata da<br />

Expocachaça<br />

Fabricada artesanalmente<br />

em alambique de cobre e<br />

armazenada em barris de<br />

carvalho e grápia, de sabor<br />

e aroma especial, trazendo<br />

à bebida um requinte<br />

peculiar, a Capotira levou<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017.<br />

A Capotira, nome de origem<br />

indígena e que significa<br />

“flor do mato”, é elaborada<br />

na Fazenda Baixinha,<br />

no coração dos Cocais no<br />

Estado do Maranhão. O<br />

canavial usado para a produção<br />

está localizado em<br />

terras baixas entre matas<br />

de babaçuais, sendo cultivada<br />

com as mais avançadas<br />

técnicas e cuidados<br />

ambientais e com responsabilidade<br />

social.<br />

É uma cachaça de sabor e<br />

aroma especial e pode ser<br />

apreciada pura, na forma<br />

de shots, on the rocks, ou<br />

ainda em coquetéis.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/cachacacapotira/<br />

108


Cachaça Caraçuipe<br />

Campo Alegre - AL<br />

Medalha de Ouro na<br />

Expocachaça 2017 para<br />

versão envelhecida em<br />

Carvalho francês<br />

Primeiro lugar de sua categoria<br />

no Concurso de<br />

Degustação às Cegas da<br />

Expocachaça 2017, a Caraçuípe<br />

Ouro é um produto<br />

premium, que nasce<br />

do envelhecimento nos<br />

barris de carvalho europeu.<br />

Sua produção acontece<br />

em ambiente controlado,<br />

monitorado pelo<br />

Ministério da Agricultura.<br />

Esta cachaça harmoniza<br />

e equilibra diferentes<br />

componentes, adquirindo<br />

a tonalidade amarelada,<br />

apurando o seu aroma e<br />

propriedades.<br />

Na linha da empresa<br />

está também a Caraçuipe<br />

Prata, um produto<br />

diferenciado, que resulta<br />

da maturação em tonéis<br />

de madeira neutra, que<br />

garantem transparência<br />

e sabor único. Uma cachaça<br />

branca que traz<br />

toda a tradição e história<br />

do engenho.<br />

O nome Caraçuípe faz é<br />

uma homenagem ao antigo<br />

engenho adquirido pela<br />

familia em 1933, cuja produção<br />

foi retomada nas últimas<br />

décadas. http://www.<br />

engenhocaracuipe.com.br<br />

Cachaça Carvalheira<br />

Recife - PE<br />

Medalha de Ouro no<br />

Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil 2017<br />

A origem da Cachaça Carvalheira<br />

remonta a` Quinta<br />

da Carvalheira, em Portugal,<br />

uma pequena propriedade<br />

repleta de carvalho,<br />

árvore que emprestou seu<br />

nome ao local e à família<br />

que se tornou reconhecida<br />

por fornecer matéria-prima<br />

de excelente qualidade para<br />

produção de barris para envelhecimento<br />

de bebidas.<br />

Com graduação alcoólica de<br />

38%, a versão Tradicional<br />

Extra <strong>Premium</strong> é envelhecida<br />

por 5 anos em barris de<br />

carvalho, excelente para ser<br />

consumida pura ou nos mais<br />

variados drinques. Destaque<br />

também para a versão<br />

Alambique, armazenada<br />

em barris de freijó; Reserva<br />

Especial Porto Recife, envelhecida<br />

cinco anos em barris<br />

de carvalho, composta com<br />

infusão de passas de frutas<br />

regionais; Reserrva Especial<br />

Canela, elhecida cinco<br />

anos em barris de carvalho,<br />

composta com extrato natural<br />

de canela; e Reserva<br />

Especial Raízes, envelhecida<br />

cinco anos em barris de<br />

carvalho, composta com infusão<br />

de raízes aromáticas.<br />

Informações: http://www.<br />

carvalheira.com.br<br />

Cachaça Casa Bucco<br />

Bento Gonçalves - RS<br />

Medalha de Ouro para a<br />

versão em Amburana e<br />

Prata para a versão carvalho<br />

no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

As cachaças da Casa Bucco<br />

são elaboradas a partir<br />

de cana produzida na propriedade<br />

da empresa, certificada<br />

100% como orgânica.<br />

Além disso, a Bucco realiza<br />

um trabalho integrado com<br />

a comunidade local de forma<br />

sustentável, apoiando o<br />

turismo em suas atividades.<br />

O micro-clima do Vale do<br />

Rio das Antas (terroir) se<br />

caracteriza pelo cultivo em<br />

área de montanha, com característica<br />

de solo pedregoso<br />

de origem basáltica<br />

vulcânica, de boa fertilidade,<br />

com clima quente no<br />

verão e boa intensidade de<br />

chuvas, excelente para o<br />

cultivo da cana.<br />

O cultivo da cana, na Casa<br />

Bucco é de forma orgânica,<br />

sem a adição de fertilizantes<br />

químicos, pesticidas<br />

ou herbicidas. O<br />

manejo do canavial é feito<br />

com capina manual. A colheita<br />

se dá manualmente,<br />

sem queima das folhas,<br />

seguindo para a moagem<br />

que sempre é feita no<br />

mesmo dia do corte.<br />

Informações: http://www.<br />

casabucco.com.br/<br />

Cachaça Cipó da Serra<br />

Taverna de Minas Armazenada<br />

Carvalho 12 meses<br />

Taverna de Minas Carvalho<br />

Frances e Americano<br />

Taverna de Minas Jequitibá<br />

Lagoa Santa - MG<br />

1 Medalha de Grande Ouro<br />

(Ouro Duplo) e 2 Medalhas<br />

de Ouro no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil e 1 Medalha de Prata<br />

na Expocachaça 2017<br />

A Cipó da Serra, medalista<br />

de Ouro, é elaborada<br />

nos mais altos padrões<br />

de qualidade, uma cachaça<br />

artesanal de primeira<br />

qualidade. De cor dourada,<br />

aromas característicos<br />

de baunilha e coco, sabor<br />

doce e bouquet complexo<br />

aromático, com sabores<br />

intensos de amêndoas,<br />

tostadas da madeira e taninos.<br />

Passa por uma ano<br />

armazenada armazenada<br />

em Carvalho, Amburana e<br />

Bálsamo.<br />

É produzida no Alambique<br />

Escola Taverna de Minas,<br />

multipremiado, que também<br />

tem destaque as versões:<br />

- Taverna de Minas Armazenada<br />

Carvalho 12 meses<br />

(medalhista Grande Ouro),<br />

- Taverna de Minas Carvalho<br />

Frances e Americano<br />

(medalhista de Ouro),<br />

- Taverna de Minas Jequitibá<br />

(medalhista de Prata).<br />

Informações: http://www.tavernademinas.com.br/<br />

Cachaça Claudionor<br />

Januária - MG<br />

Medalha de Prata da Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida na cidade mineira<br />

de Januária, onde é envelhecida<br />

em tonéis de Umburana,<br />

provém de uma tradição<br />

da região na produção<br />

deste destilado de patente<br />

nacional. É um blend de<br />

produtores da região.<br />

Com teor alcoólico de 48%,<br />

remete à cachaça brasileira<br />

à moda antiga, forte,<br />

com muito gosto de cana.<br />

Transparente, apesar do<br />

envelhecimento por um<br />

ano, apresenta aroma e<br />

corpo bem equilibrados.<br />

Essa foi uma das cachaças<br />

que levou a região a ser conhecida<br />

no início por “terra<br />

da cachaça”, posto perdido<br />

posteriormente para Salinas.<br />

Vendida inicialmente em garrafões,<br />

passou a ser rotulada<br />

e engarrafada em 1925, com<br />

o nome de Januária, depis<br />

como Claudionor fazendo<br />

referência ao produto mais<br />

reconhecido da localidade.<br />

Onde encontrar:<br />

www.facebook.com/CachacaClaudionor<br />

www.cachacaexpress.com.br<br />

www.cachacarianacional.<br />

com.br<br />

www.amburana.com<br />

www.espiritodacachaca.<br />

com.br<br />

www.imigrantesbebidas.com.br<br />

109


Cachaça Coisa Nossa<br />

Santa Teresa - ES<br />

Medalha Ouro para a versão<br />

Amburana e Medalha<br />

de Prata para a Bálsamo<br />

no Concurso Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

Um alambique de família italiana,<br />

com mais de 60 anos<br />

de existência, e que fica no<br />

Distrito de Várzea Alegre, no<br />

Município de Santa Teresa,<br />

ES, é o responsável por essa<br />

cachaça especial. Unindo a<br />

tradição das melhores bebidas<br />

de alambiques à métodos<br />

modernos de produção,<br />

desde 2004 o alambique utiliza<br />

um método diferenciado<br />

de produção, com pesquisas<br />

laboratoriais e bioquímicos<br />

para selecionar leveduras da<br />

própria cana, optando pelas<br />

mais produtivas e resistentes.<br />

Além disso, utiliza barris<br />

de madeiras nativas ao invés<br />

de importados, resultando<br />

em baixa acidez da cachaça,<br />

que por sua vez agrada a todos<br />

os gostos.<br />

As versões envelhecidas<br />

acompanham entradas<br />

como um vinagrete de frutos<br />

do mar, saladas e sopas,<br />

enquanto a Cachaça<br />

Coisa Nossa Branca harmoniza<br />

com petiscos tais<br />

como torresmo frito, ostras<br />

ao limão e caldinhos.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://cachacacoisanossa.<br />

com.br/<br />

Cachaça Coluninha<br />

Coluna - MG<br />

Medalha de Ouro no Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil 2017 para a versão<br />

em Carvalho e Amburana<br />

A Coluninha é fabricada<br />

artesanalmente, desde a<br />

plantação da cana até o<br />

engarrafamento. É totalmente<br />

isenta de aditivos<br />

químicos e por isso recebeu<br />

o Selo de Certificação<br />

Orgânica - IMA.<br />

Depois da alambicagem<br />

é armazenada em dornas<br />

de carvalho, amburana,<br />

jequitibá e jatobá. É envelhecida<br />

no mínimo por<br />

dois anos.<br />

Após o envelhecimento a<br />

Coluninha é engarrafada<br />

em diversos modelos de<br />

garrafas tais como garrafas<br />

de vidro, cerâmica e garrafas<br />

revestidas em couro.<br />

Pode ser encontrada nos<br />

tradicionais supermercados,<br />

bares, restaurantes e<br />

delicatessen.<br />

A Cachaça Coluninha é fabricada<br />

desde 1988 e destaca-se<br />

no mercado pela<br />

qualidade do sabor, aroma<br />

e suavidade<br />

Informações: http://www.<br />

coluninha.com.br<br />

Cachaça Coqueiro<br />

Paraty - RJ<br />

3 Medalhas de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

Considerada a legítima cachaça<br />

de Paraty, célebre<br />

centro produtor de cachaça<br />

do mundo, a Coqueiro provém<br />

da Fazenda Cabral, no<br />

Engenho D’Água, a 7 quilômetros<br />

do Bairro Histórico.<br />

Sua produção remonta à<br />

década de 1940 e mantém<br />

um excelente padrão de<br />

qualidade graças às suas<br />

virtudes químicas e sensoriais<br />

de destilado de grande<br />

pureza, fascinante aroma e<br />

insuperável sabor.<br />

É produzida por Eduardo<br />

Mello, herdeiro de uma sabedoria<br />

nascida no século<br />

XVIII, quando seus ancestrais<br />

já destilavam a alma da<br />

cana de açúcar. Alambiqueiro<br />

de talento, apaixonado<br />

pelo ofício de inventar cachaça,<br />

que aprendeu com o seu<br />

pai, o mestre Antônio Mello,<br />

e com o seu avô, o legendário<br />

José Mello, criador de pingas<br />

eternas, Eduardo Mello<br />

é estudioso, dedicado, se<br />

empenhando, a cada dia, no<br />

aprimoramento da Coqueiro.<br />

A Coqueiro é resultado<br />

do “coração” do destilo, o<br />

meio da destilação, desprezados<br />

a “cabeça” (início)<br />

e o “rabo” (final, cauda,<br />

água fraca) da destilação.<br />

Informações: http://www.<br />

cachacacoqueiro.com.br/<br />

Da Chica Maçã e Canela<br />

(bebida mista)<br />

Porto Alegre - RS<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

As cachaças e bebidas<br />

mistas Da Chica provém<br />

de cachaças selecionadas<br />

da premiada cachaçaria<br />

Weber Haus, que elabora,<br />

desde 1948, cachaças de<br />

qualidade a partir de canaviais<br />

orgânicos e de um<br />

rigoroso processo de produção<br />

que garante o equilíbrio<br />

entre a tradição e a<br />

tecnologia.<br />

Premiada internacionalmente,<br />

a cachaça orgânica<br />

Weber Haus é a base<br />

da qualidade Da Chica,<br />

cujos ingredientes — ervas,<br />

frutas e raízes —<br />

são cuidadosamente selecionados<br />

e reservados<br />

em tanques de inox em<br />

infusão com cachaça por<br />

um tempo adequado.<br />

Também estão disponíveis<br />

versões com adição de<br />

abacaxi, butiá, café, gengibre,<br />

damasco, hortelã, pimenta<br />

e mel, entre outras,<br />

todas que podem ressaltar,<br />

enriquecer e ampliar a elaboração<br />

e o consumo de<br />

drinques nos empreendimentos.<br />

INFORMAÇÕES: https://<br />

www.chicachaca.com<br />

Cachaça Doministro<br />

Alexânia - GO<br />

Medalha de Prata da Expocachaça<br />

2017<br />

Por que essa cachaça leva<br />

esse nome? Carlos Átila,<br />

proprietário do Alambique,<br />

foi ministro do Tribunal de<br />

Contas da União durante<br />

mais de uma década,<br />

quando também já era<br />

produtor rural no Estado<br />

de Goiás e produzia, em<br />

pequena escala, a cachaça<br />

destinada a consumo<br />

próprio e a presentear<br />

os amigos – muitos dos<br />

quais a elogiavam e com<br />

freqüência perguntavam<br />

quando receberiam mais<br />

uma garrafa da “cachaça<br />

do ministro”.<br />

Ao aposentar-se do TCU,<br />

confiante na boa qualidade<br />

do produto, Carlos Átila<br />

decidiu consolidar e formalizar<br />

sua produção e comercialização.<br />

E o nome,<br />

criado pelos amigos, virou<br />

marca – Cachaça Doministro.<br />

A versão Prata (branca<br />

pura) medalhista no Concurso<br />

2017 da Expochaça<br />

passa por armazenamento<br />

em tonéis de jequitibá rosa.<br />

Já a Tradicional repousa<br />

em dornas de aço antes do<br />

engarrafamento.<br />

Onde encontrar: http://<br />

www.cachacadoministro.<br />

com.br<br />

110


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Cachaça Dose Clássica<br />

Aracruz - ES<br />

Medalha Ouro para a<br />

versão Cristal no Concurso<br />

Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil<br />

A cachaça Dose Clássica<br />

tem uma fórmula exclusiva,<br />

baseada na seleção<br />

de leveduras especiais.<br />

Essas leveduras adicionadas<br />

ao mosto da cana,<br />

além acelerar a fermentação,<br />

reduz e equilibra a<br />

acidez além de produzir<br />

um sabor e aroma únicos,<br />

caracterísito das grandes<br />

cachaças puramente brasileiras.<br />

O mosto fermentado será<br />

destilado em alambiques<br />

de cobre para dar maior<br />

limpidez, transparência<br />

e brilho à cachaça, que<br />

passa por uma etapa de<br />

filtração, para, somente<br />

depois, ser armazenada<br />

em barris de castanha-<br />

-do-pará ou de aço inox<br />

por um período. Assim, a<br />

cachaça Dose Clássica<br />

fica com sabor equilibrado<br />

e macio.<br />

O rótulo premiado foi a versão<br />

Cristal, límpida, equilibrada,<br />

versátil, fácil de<br />

misturar e excelente para<br />

a preparação de drinques<br />

variados.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://www.doseclassica.<br />

com.br/<br />

Cachaça Engenho D’Ouro<br />

Paraty - RJ<br />

Medalha de Prata no Mundial<br />

de Bruxelas e 1 Medalha<br />

de Prata e 1 de Bronze<br />

na Expocachaça 2017<br />

A Cachaça Engenho<br />

D’Ouro nasceu a partir<br />

de um sonho acalentado<br />

por 20 anos por Francisco<br />

Carneiro, que começou<br />

a produzir cachaça,<br />

por lazer, como um hobby,<br />

a partir de 1999,<br />

marcado e inspirado<br />

pela tradição de mais de<br />

300 anos de história da<br />

cachaça de Paraty. A bebida<br />

obtida despertou a<br />

atenção da família, dos<br />

amigos e apreciadores<br />

por suas características<br />

sensoriais e de agradável<br />

sabor, que com o<br />

tempo foi se aprimorando<br />

e conquistando prêmios<br />

nacionais e internacionais<br />

de qualidade,<br />

atraindo cada vez mais<br />

apreciadores.<br />

Na linha estão:<br />

• Cachaça Prata<br />

• Cachaça Carvalho<br />

<strong>Premium</strong><br />

• Cachaça Jequitibá<br />

• Azuladinha<br />

• Caramelada<br />

• Gabriela<br />

• Arac<br />

Informações: http://www.<br />

engenhodouro.com.br/<br />

Cachaça Escorrega<br />

Campo Alegre - AL<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida na Fazenda Escorrega,<br />

Engenho Caraçuipe,<br />

a Cachaça Escorrega<br />

possui três modalidades:a<br />

Tradicional, a Gold, e a versão<br />

recém-premiada Mel e<br />

Limão, uma bebida mista<br />

feita através do equilíbrio entre<br />

o doce e o cítrico com um<br />

teor alcoólico mais reduzido<br />

que a cachaça convencional.<br />

Com 19% de graduação<br />

alcoólica, a Escorrega Mel<br />

e Limão se torna uma bebida<br />

suave que pode ser<br />

degustada em temperatura<br />

ambiente, mas ficará ainda<br />

mais especial se estiver<br />

gelada. Pode ser apreciada<br />

como a bebida da noite,<br />

como um digestivo, ou<br />

como base para coquetéis.<br />

A Cachaça Escorrega, concebida<br />

através dos processos<br />

mais criteriosos de produção,<br />

possui o tradicional da cachaça<br />

tipicamente brasileira.<br />

Em sua versão Gold, a cachaça<br />

Escorrega é armazenada<br />

em barris da exótica<br />

madeira de jequitibá vermelha<br />

durante um ano e meio,<br />

adquirindo um sabor único.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/escorregamelelimao/<br />

http://www.engenhocaracuipe.com.br/<br />

Cachaça Fogo da Cana<br />

Braço do Trombudo - SC<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

É produzida pela Destilaria<br />

Rex, cujas instalações são<br />

equipadas com o que há de<br />

mais moderno para garantir<br />

o processo artesanal. O<br />

controlado corte da cana,<br />

as dornas de fermentação<br />

em inox, os alambiques de<br />

cobre e os barris de carvalho<br />

americano novos, proporcionam<br />

produto final de<br />

grande diferencial.<br />

Ideal para drinques e batidas<br />

graças a sua leveza,<br />

a versão premiada (branca<br />

pura) foi criada para satisfazer<br />

as pessoas “que procuram<br />

o espírito alegre e<br />

o swing brasileiro em uma<br />

bebida quente e saborosa”,<br />

como explicam os produtores<br />

da bebida.<br />

Também estão disponíveis<br />

as versões extra premium,<br />

premium e ouro, sendo<br />

as versões envelhecidas<br />

acondicionadas em barris<br />

novos de carvalho americano<br />

e fornecidas em garrafas<br />

com design especial.<br />

http://www.fogodacana.<br />

com.br<br />

Cachaça Germana<br />

Nova União - MG<br />

2 Medalhas de Prata da<br />

Expocachaça 2017<br />

A Germana, uma das marcas<br />

mais premiadas do<br />

País, tem uma linha bem<br />

diversificada.<br />

Um dos rótulos premiados<br />

foi a versão Heritage,<br />

com graduação alcoólica<br />

de 40% Vol e envelhecida<br />

por 10 anos. O nome<br />

Heritage significa legado,<br />

tradição e orgulho da família.<br />

É envelhecida em<br />

barris de carvalho Francês<br />

e em barris de bálsamo<br />

brasileiro. O resultado<br />

é uma cor âmbar escuro,<br />

uma sinfonia de Cachaça<br />

e madeira com notas muito<br />

especiais de frutas.<br />

A outra versão premiada<br />

é a Soul, descansada por<br />

seis meses em tanques<br />

especiais de aço inox<br />

sem a influência de madeira.<br />

Cristalina e absolutamente<br />

pura, é um produto<br />

nobre que encanta<br />

o nariz e boca com sua<br />

nota de cana-de-açúcar.<br />

Para ser degustado puro<br />

como um shot, também<br />

ideal para Caipirinhas e<br />

coquetéis. Para beber<br />

pura, deve ser conservada<br />

dentro do freezer.<br />

Onde encontrar: http://cachacagermana.com/<br />

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Cachaça Gogó da Ema<br />

<strong>São</strong> Sebastião - AL<br />

Medalha Ouro para Gogó<br />

da Ema Tradicional no<br />

Concurso de Bruxelas e<br />

Medalha de Prata para a<br />

na Expocachaça<br />

Com um nome que homenageia<br />

uma palmeira típica de<br />

Alagoas, o Alambique Gogó<br />

da Ema vem de uma tradição<br />

familiar de mais de 50 anos<br />

no cultivo da cana-de-açúcar.<br />

O processo de fabricação<br />

obedece aos melhores<br />

padrões de qualidade, sendo<br />

destilada artesanalmente em<br />

alambique de cobre<br />

A Cachaça Gogó da Ema<br />

Tradicional apresenta aroma<br />

fino e intenso com notas de<br />

canela, sabor encorpado,<br />

acidez equilibrada e persistente,<br />

o produto acompanha<br />

muito bem petiscos, caldinhos<br />

e frutos do mar.<br />

Já a Sublime é a mais top<br />

linha da Gogó da Ema.<br />

Resultado obtido após um<br />

longo período de dez anos<br />

de envelhecimento em tonéis<br />

de madeiras nobres<br />

(jequitibá rosa e bálsamo).<br />

Uma cachaça macia, de<br />

corpo médio, com aromas<br />

cítricos e florais.<br />

De cor ouro, apresenta<br />

40% de teor alcólico.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://www.cachacagogodaema.com.br<br />

Guaaja Tiquira<br />

Santo Amaro do<br />

Amanhão - MA<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Destilado ancestral 100%<br />

brasileiro extraído da raiz<br />

da mandioca, ainda hoje<br />

processado por artesãos<br />

e microprodutores de forma<br />

rudimentar, a tiquira<br />

é ainda desconhecida em<br />

quase todo o Brasil e também<br />

no exterior. É outra<br />

bebida de patente nacional,<br />

com enormes perspectivas<br />

de crescimento<br />

no mercado externo.<br />

Com teor alcoólico de<br />

40ºC, a Guaaja Tiquira está<br />

disponível nas versões:<br />

• Guaaja Prata: de teor alcoólico<br />

de 40º C, é produzida<br />

em moderno processo<br />

de destilagem, trifiltrada;<br />

• Guaaja Armazenada,<br />

uma tiquira de 12 meses<br />

de guarda armazenada em<br />

barris de umburana, produzida<br />

em edições anuais<br />

limitadas;<br />

• Guaaja bitter: embalagem<br />

de 50 ml; angostura<br />

apropriada para composição<br />

de drinques e uso<br />

culinário.<br />

Informações: www.guaajatiquira.com<br />

Cachaça Guaraciaba<br />

Campo Alegre - AL<br />

Medalha de Prata no Concurso<br />

de Bruxelas e 2 Medalhas<br />

de Prata na Expocachaça<br />

Na produção da Guaraciana,<br />

a cana é cortada<br />

em seu estágio mais doce<br />

sem queima, passa pela<br />

moenda para retirada do<br />

caldo, em seguida esse caldo<br />

sofre uma fermentação<br />

que dura de 24 a 36 horas<br />

e após esse período o caldo<br />

fermentado é destilado<br />

em alambiques de cobre<br />

resultando no produto final<br />

que é a “cachaça”, a qual<br />

é armazenada em dornas<br />

de madeira por um período<br />

que varia de 6 meses a 1<br />

ano para que possa ser engarrafada<br />

e comercializada.<br />

A empresa têm investido<br />

em cursos e melhoria de<br />

estrutura produtiva a fim de<br />

produzir uma cachaça de<br />

qualidade gerando emprego<br />

e renda para a região.<br />

Entre as versões premiadas,<br />

destaque para a<br />

<strong>Premium</strong>, uma mistura de<br />

safras armazenadas com<br />

média de 8 anos de envelhecimento<br />

em tonéis de<br />

Umburana com 38% de<br />

teor alcoólico. É um blend<br />

de sabor e aroma únicos,<br />

amadeirada e sofisticada.<br />

http://cachacaguaraciaba.<br />

com.br/home<br />

Cachaça Harmonie<br />

Schnaps<br />

Harmonia - RS<br />

PREMIAÇÃO: 2 Medalha<br />

Ouro no Mundial de Bruxelas<br />

e 1 Medalha de Prata<br />

na Expocachaça 2017<br />

A linha da Hamonie Schnaps<br />

tem produtos para<br />

atender aos paladares<br />

mais exigentes.<br />

Entre os produtos premiados<br />

nos últimos anos está<br />

a Ouro, acondicionada<br />

no mínimo por dois anos<br />

em madeiras nobres que<br />

envolve carvalho, grápia,<br />

louro e cabriúva, resultando<br />

em um blend harmônico<br />

que confere refinada qualidade,<br />

com aromas leves. O<br />

teor alcoólico é de 38%.<br />

Já a versão Prata é uma cachaça<br />

suave, conseqüência<br />

dos rigorosos padrões de<br />

qualidade dentro dos quais é<br />

roduzida. É ideal para ser apreciada<br />

em caipirinhas, batidas<br />

(coquetel) ou em degustação<br />

pura e gelada. Foi medalhista<br />

de Ouro no Concurso de Bruxelas<br />

Edição Brasil.<br />

O destaque da empresa é<br />

a versão envelhecida na<br />

madeira brasileira amburana,<br />

que levou medalhas<br />

tanto na Expocachaça<br />

(Prata) quanto no Mundial<br />

de Bruxelas (Ouro)<br />

http://www.harmonieschnaps.com.br<br />

Cachaça Heats Brasil<br />

Paraíso - SC<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Grande Ouro para a<br />

versão Jequitibá, 1 Medalha<br />

de Ouro para a<br />

versão Amendoim e uma<br />

de Prata para a Clássica<br />

no Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil, 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

para a versão pura<br />

A Heats Brasil é uma<br />

marca da HB Agroindústria.<br />

É uma cachaça produzida<br />

para consumidores<br />

exigentes, artesanal,<br />

feita em alambiques de<br />

cobre e sofisticada. Apresenta<br />

notas amadeiradas<br />

na versão Ouro, envelhecida<br />

em tonéis de Carvalho,<br />

ou notas marcantes<br />

na na versão Tradicional,<br />

uma cachaça translúcida,<br />

envelhecida em tonéis de<br />

Jequitibá.<br />

Aos profissionais de bar,<br />

no site da empresa há excelentes<br />

receitras de drinques<br />

para incrementar a<br />

carta do empreendimento.<br />

Onde encontrar: http://heatsbrazil.com/site/<br />

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Cachaça Ibituruna<br />

Governador Valadares - MG<br />

Medalha Prata no Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

Com premiações internacionais<br />

importantes no<br />

currículo, como a Medalha<br />

de Bronze nos EUA<br />

durante o San Fracisco<br />

World Spirits Competition<br />

2015, a Ibituruna nasceu<br />

do sinho de Norberto Luiz<br />

de Almeida.<br />

Vindo de Cataguases na<br />

Zona da Mata de Minas<br />

Gerais, Norberto comprou<br />

a extensão de terra hoje<br />

conhecida como Fazenda<br />

Itatinga, onde começou<br />

com a cultura de fumo,<br />

café e cana. Em 1946, Nilo<br />

Luiz de Almeida, seu filho,<br />

fundou o alambique da Fazenda<br />

Itatinga e começou<br />

a produzir cachaça que era<br />

comercializada com o rótulo<br />

Tinga.<br />

Em 1981, Expedito Almeida,<br />

neto do empreendedor,<br />

assumiu o Alambique<br />

e desde então mantém a<br />

tradição de produção de<br />

cachaça de alta qualidade.<br />

A versão premiada foi a<br />

armazenada em carvalho,<br />

suave, ótima para ser degustada<br />

pura.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://www.cachacaibituruna.com.br/<br />

Cachala do Imperador<br />

Santo Amaro - SC<br />

1 Medalha de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida nas montanhas<br />

de Caldas da Imperatriz,<br />

a Cachaça do Imperador<br />

respeita as tradições seculares<br />

das cachaças de qualidade.<br />

Tem o nome, como<br />

homenagem a Dom Pedro<br />

II, que visitou Caldas da<br />

Imperatriz em 1845.<br />

A Cachaça do Imperador é<br />

um destilado do mosto do<br />

caldo de cana, fermentado<br />

naturalmente e armazenado<br />

em barris de madeira<br />

nobre. A cana utilizada na<br />

fabricação é de variedade<br />

selecionada, cultivada organicamente<br />

nas montanhas<br />

graníticas próximo à<br />

Serra do Tabuleiro.<br />

Depois de destilada, a<br />

Cachaça do Imperador<br />

segue para o processo de<br />

envelhecimento, onde vai<br />

ganhar sua textura e sabor<br />

especial, pois é armazenada<br />

e descançada em barris<br />

de carvalho europeu,<br />

considerados os melhores<br />

do mundo, e dessa forma<br />

ganha um visual dourado e<br />

um sabor inigualável.<br />

Tem sabor sofisticado, feito<br />

especialmente para os requintados<br />

apreciadores da arte.<br />

Informações: www.cachacadoimperador.com.br/<br />

Cachaça Itupeva<br />

Itupeva - SP<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Grande Ouro no Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil para a versão Umburana<br />

A produção de cachaça no<br />

Sítio Serra do Japi, próximo<br />

da capital paulista, começou<br />

em 1890 com o Senhor<br />

Luiz Petena, antigo proprietário<br />

do sítio. Em 1925<br />

a propriedade foi vendida<br />

para o imigrante italiano<br />

Cyrineo Tonoli, o qual desativou<br />

o alambique e dedicou-se<br />

ao cultivo de café.<br />

Após a crise do café em 1930,<br />

os filhos do senhor Cyrineo<br />

começaram a buscar outras<br />

atividades para o sustento da<br />

família. Então, em 1948, os<br />

irmãos Danilo, Ciro, Antenor,<br />

Teodomiro e Lélio Tonoli, reativaram<br />

o alambique do sítio<br />

e deram início a produção de<br />

Aguardente de Cana JAPI.<br />

No dia 17 de julho de 1966 foi<br />

oficialmente aberta a Indústria<br />

e Comércio de Bebidas<br />

Tonoli, a primeira indústria da<br />

cidade de Itupeva.<br />

Hoje o senhor Danilo, seu<br />

filho Cyrineo e seu neto<br />

Fernando trabalham juntos,<br />

aliando tradição e inovação<br />

para a produção de cachaças<br />

de altíssima qualidade.<br />

www.sitioserradojapi.com.<br />

br/alambique<br />

Cachaça Jeceaba<br />

Jeceaba - MG<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

A idealização do engenho<br />

da Jeceaba é fruto de uma<br />

antiga paixão de Roger<br />

Sejas pela bebida (a Cachaça)<br />

que encontrou na<br />

família Dutra apoio necessário<br />

para levar adiante um<br />

sonho e, na Fazenda Bela<br />

Vista, erguer o Alambique,<br />

sem pretensão de ser o<br />

maior, porém, com a preocupação<br />

de estar entre<br />

os melhores produtores do<br />

Brasil e do mundo.<br />

Para atingir esta excelência,<br />

a produção é supervisionada<br />

única e exclusivamente pela<br />

família, trabalho este sintetizado<br />

na pessoa do simpático<br />

Dedé (André Magno), que<br />

checa desde a plantação<br />

própria da cana, o seu trato<br />

e cuidadoso manejo, até o<br />

controle criterioso dos métodos<br />

de fabricação artesanal,<br />

passando pelo zeloso e paciente<br />

desenvolvimento natural<br />

de um fermento da própria<br />

Fazenda Bela Vista com<br />

um aroma encantador, finalizando<br />

com a seleção daquilo<br />

que é conhecido como o “coração<br />

do destilado”.<br />

INFORMAÇÕES: http://<br />

www.cachacajeceaba.<br />

com.br/<br />

Cachaça Lambe Lambe<br />

<strong>São</strong> <strong>Paulo</strong> - SP<br />

1 Medalha Ouro para a versão<br />

Moreninha no Mundial<br />

de Bruxelas<br />

Uma cachaça que de tão<br />

única tem o seu próprio bar<br />

ou um bar que de tão convidativo<br />

tem a sua própria<br />

cachaça?<br />

Premiada com a recente<br />

Medalha de Ouro no Concurso<br />

Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil, a Cachaça<br />

Lambe-Lambe Moreninha<br />

é um blend especial de<br />

Amburana e Carvalho,<br />

escolhido especialmente<br />

para consagrar a alma do<br />

Lambe Lambe, um restaurante<br />

aconchegante que<br />

se tornou referência na<br />

capital e que tem em destaque<br />

o destilado brasileiro<br />

na carta.<br />

<strong>São</strong> três cachaças na linha<br />

personalizadíssima<br />

e produzidas em parceria<br />

com a Cachaça Wiba:<br />

Branquinha, Moreninha<br />

e 42 graus.<br />

Cada uma delas na sua<br />

característica distinta, as<br />

três seguem um método de<br />

produção e filtragem especial<br />

para garantir personalidade<br />

excepcional.<br />

Onde encontrar: https://<br />

www.facebook.com/lambelambegastronomia/<br />

116


117


Licor de Cachaça, Creme<br />

e Amora MA& MA<br />

Mirasssol - SP<br />

Medalha Ouro no Mundial<br />

de Buxelas Edição Brasil<br />

Parceria de sucesso entre<br />

o Engenho Dom Tápparo<br />

e as cantoras sertanejas<br />

Maiara & Maraisa, o Licor<br />

Creme de Amora MA & MA<br />

faz parte da linha de produtos<br />

assinada da empresa,<br />

na qual está o bitter Ratinho<br />

e a cachaça Cabaré,<br />

dos cantores Leonardo e<br />

Eduardo Costa.<br />

O engenho tem hoje com<br />

mais de 40 variedades de<br />

produtos entre cachaças,<br />

licores, coquetéis, caipirinha<br />

e bitter.<br />

A produção da cachaça<br />

Dom Tápparo é inteiramente<br />

realizada na<br />

propriedade da família,<br />

desde o plantio da cana,<br />

moagem, destilação e envelhecimento.<br />

O envelhecimento,<br />

parte essencial<br />

para o sabor da bebida, é<br />

feito em barris de Carvalho<br />

Europeu e Americano<br />

e outras madeiras como<br />

Amburana e Amendoim.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://domtapparo.com.br/<br />

Cachaça Lucas Batista<br />

Itabrito - MG<br />

PREMIAÇÃO:<br />

1 Medalha de Ouro na<br />

Expocachaça 2017<br />

Cachaça produzida artesanalmente,<br />

em alambique<br />

de cobre tipo Capêlo,<br />

do século 19, a Lucas Batista<br />

funciona em moenda<br />

ainda funciona à base<br />

de roda d’água. Com<br />

fermento natural, é produzida<br />

estandardizada,<br />

de baixa acidez e sabor<br />

agradável.<br />

Por sua alta qualidade<br />

possui a certificação<br />

Ampaq. Pura, armazenada<br />

por um ano em toneis<br />

de inox, o que lhe<br />

garante apenas o sabor<br />

da cana de açúcar, tornando-a<br />

excelente para<br />

elaboração de caipirinhas<br />

e coquetéis.<br />

A empresa oferece ainda<br />

a opção de cachaças<br />

personalizadas, tanto<br />

para eventos quanto<br />

para linha assinada de<br />

bares, hotéis e restaurantes.<br />

Informações: http://www.<br />

cachacaacuruy.com.br/<br />

Cachaça Matuta<br />

Areia, PB<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Instalado em um município<br />

que “respira tradição”<br />

e que faz parte do “Caminho<br />

dos Engenhos” do<br />

Estado, a Cachaça Matuta<br />

é fabricada sob um rígido<br />

controle de qualidade<br />

no Engenho Vaca Brava.<br />

É destilada em alambiques<br />

do tipo “chaleira de<br />

cobre’, “como antigamente”,<br />

num processo lento<br />

e caprichoso, resultando<br />

assim num produto de<br />

sabor suave e um buquê<br />

incomparável.<br />

Conhecida como “Caminho<br />

dos Engenhos”, esta rota<br />

cruza antigos casarões<br />

e engenhos de cana-de-<br />

-açúcar da região do Brejo<br />

Paraibano, microrregião do<br />

agreste da Paraíba formada<br />

por cidades minúsculas<br />

como Areia, Bananeiras,<br />

Pilões, Serraria e Alagoa<br />

Grande.<br />

O engenho da Matuta está<br />

aberto a visitação todos os<br />

dias em horário comercial.<br />

Lá também se pode acompanhar<br />

todo o processo de<br />

fabricação.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/cmatuta/<br />

Cachaça Melicana<br />

Despacho - MG<br />

1 Medalha de Ouro e uma<br />

Medalha Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Com sede em Bom Despacho,<br />

no centro-oeste mineiro,<br />

em uma região onde as<br />

pessoas apreciam uma boa<br />

prosa e uma boa cachaça,<br />

a Melicana nasceu da ideia<br />

do empresário Carlos José<br />

de Assis, um grande apreciador<br />

da aguardente de<br />

mel, que resolveu produzi-<br />

-la especialmente para seu<br />

consumo. Exigente em tudo<br />

que faz, com a aguardente<br />

de mel não foi diferente,<br />

passou a trabalhar incessantemente<br />

até que alcançasse<br />

a qualidade ideal<br />

para seu paladar.<br />

Após produzir o destilado<br />

de mel, Carlos resolveu<br />

fazer também o de cana<br />

de açúcar, usando os mesmos<br />

critérios de qualidade<br />

conseguiu assim fazer um<br />

produto que agradava aos<br />

amigos que por ali passavam<br />

para dar uma bicadinha<br />

e opinar na qualidade.<br />

Mais tarde viu naquela ideia<br />

a oportunidade de um negócio<br />

e resolveu formalizar<br />

legalmente seus produtos.<br />

INFORMAÇÕES: http://<br />

www.cachacariamelicana.<br />

com.br/<br />

Cachaça Moendão<br />

Gaspar, SC<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

As cachaças produzidas<br />

pela empresa tem um sabor<br />

único devido à detalhada<br />

produção artesanal,<br />

a qual começa pela plantação<br />

de cana, moagem,<br />

fermentação, destilação,<br />

envelhecimento e engarrafamento,<br />

chegando ao<br />

consumidor final passando<br />

por todas as etapas em um<br />

processo criterioso cheio<br />

de detalhes e segredos na<br />

produção.<br />

O barril de carvalho é capaz<br />

de modificar a bebida<br />

ao longo do tempo, o envelhecimento<br />

da cachaça<br />

é uma prática que modifica<br />

a qualidade. Durante o<br />

envelhecimento, o álcool<br />

presente na cachaça extrai<br />

compostos da madeira<br />

e o ar que passa entre as<br />

frestas do barril e através<br />

da porosidade da madeira<br />

tem a função de modificar<br />

os compostos da bebida, e<br />

assim é formado um novo<br />

buquê aromático, mais<br />

complexo e intenso.<br />

Na linha da empresa estão<br />

versões envelhecidas por<br />

6 e 10 anos em barril de<br />

carvalho.<br />

Onde encontrar: http://<br />

www.moendao.com.br/<br />

118


Cachaça Morro Vermelho<br />

Carmo da Mata - MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

Produzida artesanalmente<br />

no Estado de Minas<br />

Gerais, famoso mundialmente<br />

por suas cachaças,<br />

a cachaça Morro Vermelho<br />

segue cuidadosamente<br />

sua receita original que<br />

vem sendo passada de<br />

geração em geração.<br />

Destilada em alambiques<br />

de cobre e armazenada<br />

em tonéis de jequitibá,<br />

preza pela qualidade,<br />

sendo ideal para se beber<br />

pura ou com gelo, em<br />

coquetéis ou, ainda, na<br />

famosa caipirinha.<br />

A versão premiada da<br />

empresa foi a envelhecida<br />

em madeira brasileira,<br />

que já havia sido premiada<br />

anteriormente em outros<br />

concurso. Apresenta teor<br />

alcoólico de 42% e está<br />

disponívelemer versões<br />

envelhecidas em carvalho<br />

e jequitibá rosa. Pela sua<br />

excelência, o produto é<br />

exportado para Alemanha,<br />

Holanda e Bélgica.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://www.cachacamv.<br />

com.br<br />

Cachaça Ouro Mineiro<br />

Papagaios - MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

A cachaça Ouro Mineiro é<br />

produzida pela mesma empresa<br />

da premiada e referência<br />

Cachaça Ouro 1.<br />

Com teor alcoólico de<br />

42% e fornecida em garrafa<br />

âmbar, tem aroma em<br />

que se destaca a cana de<br />

açúcar. No paladar seu<br />

apresenta médio corpo,<br />

macio, com excelente acidez,<br />

equilibrado. A região<br />

onde é produzida tem<br />

condições especialmente<br />

propícias ao plantio e cultivo<br />

da cana.<br />

Em seu processo de produção,<br />

a cana é cortada<br />

de modo e em tempos<br />

corretos sem o uso de<br />

queimadas, coisas que só<br />

o mineiro criado e nascido<br />

na roça consegue fazer<br />

bem feito. O processo de<br />

fermentação é natural,<br />

sendo o fermento à base<br />

de leveduras naturais. É<br />

armazenada durante 10<br />

meses em tonéis de Umburana.<br />

Informações:<br />

ouro1.com.br<br />

http://www.<br />

Cachaça Paratiana<br />

Paraty, RJ<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017 1 Medalha<br />

de Prata no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

Caracterizada por seu aroma<br />

marcante e sabor diferenciado,<br />

a Paratiana vem de um<br />

engenho localizado em um<br />

antigo casarão cercado pela<br />

Mata Atlântica e por uma<br />

bela cachoeira em Paraty, no<br />

RJ. O local recebe centenas<br />

de visitantes diariamente.<br />

Entre as versões especialíssimas<br />

da bebida estão:<br />

• Cachaça Paratiana Ouro,<br />

envelhecida em barris de<br />

Carvalho;<br />

• Cachaça Paratiana Prata,<br />

envelhecida em barris de<br />

Jequitibá;<br />

• Cachaça Labareda, envelhecida<br />

em barris de Umburana<br />

e Jequitibá;<br />

• Aguardente Composta<br />

Gabriela, com cravo e canela,<br />

produto bem tradicional<br />

da região;<br />

• Cachaça Mulatinha: pura,<br />

para quem aprecia o puro<br />

sabor da cachaça e ideal<br />

para fazer drinques.<br />

A versão premiada, a Ouro<br />

Extra <strong>Premium</strong>, provém de<br />

uma safra selecionada, sendo<br />

envelhecida em tonéis de<br />

carvalho e foi feita especialmente<br />

para comemorar os<br />

500 anos da cachaça.<br />

Informações: http://www.<br />

cachacaparatiana.com.br<br />

Cachaça Pardin<br />

<strong>São</strong> <strong>Paulo</strong> - SP<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Com assinatura do master<br />

blender Marcelo Pardin,<br />

a cachaça que leva seu<br />

sobrenome tem sede na<br />

capital paulista, diferenciado<br />

não só pelo design<br />

especial das garrafas, mas<br />

também desde a produção<br />

e conteúdo, é claro.<br />

Lançada recentemente já<br />

nasceu premiada: a versão<br />

Ouro levou Medalha de<br />

Prata na Categoria Armazenada<br />

em Madeiras Brasileiras<br />

durante o Concurso<br />

de Degustação da Expocachaça<br />

2017.<br />

Com produção totalmente<br />

artesanal, seu produtor<br />

fez vários cursos na área<br />

da cachaça e destilados,<br />

tanto para se buscar as<br />

melhores combinações,<br />

quanto para realmente<br />

atender os mais exigentes<br />

consumidores, estudando<br />

as melhores técnicas desde<br />

o plantio da cana até o<br />

envelhecimento.<br />

INFORMAÇÕES: https://<br />

www.facebook.com/cachacaPARDIN<br />

Cachaça Pedra Branca<br />

Paraty, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

O Alambique Pedra Branca<br />

está localizado no Vale da<br />

Pedra Branca, local de natureza<br />

preservada em uma<br />

das mais belas regiões de<br />

Paraty. É produzida com<br />

os tradicionais métodos de<br />

fabricação artesanal nos<br />

mais modernos equipamentos<br />

do mercado.<br />

A versão premiada com<br />

Medalha de Prata na<br />

Expocachaça 2017 é armazenada<br />

em tonéis de<br />

carvalho francês. É uma<br />

cachaça especial, nobre,<br />

com aroma frutado e sabor<br />

amadeirado característicos<br />

do carvalho.<br />

Outro destaque da empresa<br />

é a Cachaça Pedra<br />

Branca Prata, armazenada<br />

em tonéis de amendoim,<br />

uma cachaça suave, com<br />

leve e discreto sabor amadeirado,<br />

mantendo o aroma<br />

da cana. Licores também<br />

estão disponíveis na<br />

linha, bem como bebidas<br />

mistas.<br />

Contatos: www.cachacapedrabranca.com<br />

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Cachaça Porto Vianna<br />

MEI Cachaça e Jabuticaba<br />

(Grupo Gouveia Brasil)<br />

Turvolândia - MG<br />

1 Medalha de Ouro e 1 Medalha<br />

de Bronze na Expocachaça<br />

2017<br />

Tendo nas suas fórmulas<br />

de sucesso e premiadas a<br />

alquimia de Armando Del<br />

Bianco, uma das maiores<br />

autoridades em destilados<br />

de cana do País, o Grupo<br />

Gouveia Brasil oferece<br />

bebidas marcantes, bem<br />

estruturadas e surpreendentes,<br />

que agradam<br />

aos paladares mais sofisticados.<br />

Inclusive os<br />

femininos, até então mais<br />

resistentes a esse tipo<br />

de destilado. Um blend<br />

de sensibilidade e equilíbrio.<br />

Há mais de 100<br />

anos, na pequena Turvolândia,<br />

no Sul de Minas<br />

Gerais, os Gouveia<br />

Vieira se reuniam para<br />

prosear sobre as coisas<br />

da vida e celebrá-la. De<br />

pai para filho, um destilado<br />

ainda sem nome<br />

embalava todas aquelas<br />

rodas.<br />

Na terceira geração da família,<br />

o publicitário e músico<br />

Roberto Brasil resolveu<br />

transformar toda aquela<br />

tradição em uma grife. Informações:<br />

https://www.<br />

gouveiabrasil.com/<br />

Cachaça Prazer de Minas<br />

Esmeralda - MG<br />

3 Medalhas de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida em Esmeraldas,<br />

nas Minas Gerais, em modernas<br />

instalações, unindo<br />

tradição à tecnologia, com<br />

total higiene juntas, a Prazer<br />

de Minas tem entre os<br />

seus destaques a versão<br />

Celebration, 10 anos envelhecida<br />

em barris de carvalho,<br />

com sabor e qualidade<br />

diferenciados.<br />

Com teor alcoólico de<br />

39%, representa o Instituto<br />

Estrada Real, Instituto que<br />

busca a valorização do patrimônio<br />

histórico-cultural,<br />

estimulando o turismo, a<br />

preservação e revitalização<br />

dos entornos das antigas<br />

Estradas Reais remanescentes<br />

do Brasil Imperial.<br />

Toda a cana-de-açúcar<br />

utilizada na fabricação da<br />

Cachaça é plantada na<br />

própria Fazenda Prazer de<br />

Minas.<br />

Também estão disponíveis<br />

a versão branca, cristal,<br />

cachaça envelhecida<br />

em barril de jequitibá, em<br />

como outras envelhecidas<br />

por 2, 4 e 5 anos no carvalho<br />

tanto americando quanto<br />

francês.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/PrazerdeMinas/<br />

Cachaça Primeira de Minas<br />

Faria Lemos, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Inspirada na tradição mineira<br />

da produção de cachaças<br />

artesanais de alta<br />

qualidade, a Primeira de<br />

Minas possui personalidade<br />

única, sendo produzida<br />

a partir de antigas receitas<br />

de fermentos aliadas<br />

a processos modernos de<br />

produção.<br />

Leve e suave, a evrsão<br />

premiada apresenta um<br />

sutil toque amadeirado, podendo<br />

ser degustada pura<br />

ou no preparo de drinques.<br />

A versão premiada na Expocachaça<br />

foi a envelhecida<br />

em madeira brasileira.<br />

Há versões envelhecidas<br />

também em tonéis de<br />

Amendoim, Umburana e<br />

Carvalho.<br />

Pode ser encontrada facilmente<br />

em e-commerces<br />

como a Cachaçaria Nacional,<br />

a Cachaça Express, a<br />

Cachaçaria Original, Cachaça<br />

Universitária e Savana<br />

Cachaças.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/primeirademinas/<br />

Cachaça Princesa Isabel<br />

Linhares - ES<br />

3 Medalhas Prata na Expocachaça<br />

2017 e uma Medalha<br />

de Prata no Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

As versões premiadas em<br />

abos os Concursos são:<br />

- Princesa Isabel envelhecida<br />

em madeira brasileira;<br />

- Princesa Isabel envelhecida<br />

em Carvalho Francês;<br />

- Princesa Isabel Jaqueira,<br />

- Princesa Isabel Aquarela.<br />

A Princesa Isabel é produzida<br />

na Fazenda Tupã, às<br />

margens do Rio Doce, em<br />

uma região rica pela cultura<br />

de cacau e natureza exuberante.<br />

Foi pensada neste<br />

contexto de brasilidade e<br />

alegria; é frutada, com aromas<br />

equilibrados e bem suave,<br />

perfeita para drinques<br />

e especial para caipirinha.<br />

O processo produtivo inicia<br />

no campo com o cultivo das<br />

variedades de cana RB7515<br />

e RB5453, perfeitamente<br />

adaptadas às nossas terras<br />

e condições climáticas. Com<br />

colheita manual da cana,<br />

sem queimada, o transporte<br />

para o alambique é feito com<br />

todo o cuidado de segurança<br />

e higiene. O caldo é extraído<br />

em engenho apropriado no<br />

prazo máximo de 12 horas,<br />

garantindo sua qualidade.<br />

https://www.cachacaprincesaisabel.com.br/<br />

Cachaça Prosa Mineira<br />

Paraty, MG<br />

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017 e 1 Medalha de Prata<br />

no Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil<br />

A cachaça Prosa Mineira<br />

tem a sua origem na cidade<br />

de Santa Rita de Caldas,<br />

região sul de Minas<br />

Gerais, a 456 km de Belo<br />

Horizonte e a 1.162 metros<br />

de altitude.<br />

Com um sabor único,<br />

atendendo aos mais exigentes<br />

paladares, sempre<br />

foi a bebida preferida<br />

da região. Essa escolha<br />

remete aos tempos da<br />

colonização onde os<br />

agricultores e tropeiros,<br />

depois da lida diária ou<br />

para rebater o frio rigoroso<br />

do inverno na região,<br />

usavam a cachaça para<br />

aquecer e relaxar numa<br />

animada roda de viola<br />

com os amigos.<br />

Apresenta um novo conceito<br />

aos apreciadores da<br />

bebida, deixando de lado<br />

a bebida popular e forte,<br />

apresentando-se como<br />

uma cachaça refinada produzida<br />

com matéria-prima<br />

selecionada, voltada para<br />

ocasiões especiais.<br />

Contatos: http://www.cachacaprosamineira.com.br/<br />

122


Cachaça Quinta das<br />

Castanheiras<br />

Camanducaia, MG<br />

2 Medalhas de Prata na<br />

Expocachaça<br />

Na região da Serra da<br />

Mantiqueira, o alambique<br />

da Quinta das<br />

Castanheiras alia as<br />

tradições mineiras com<br />

a mais alta tecnologia<br />

e controle de qualidade<br />

para a produção de uma<br />

bebida singular.<br />

No local são produzidas<br />

cachaças do mais alto<br />

padrão, com cuidados<br />

especiais desde o plantio<br />

até o processo de armazenamento<br />

em inox ou<br />

tonéis de madeira de Jequitibá,<br />

Carvalho Francês<br />

e Amburana, onde<br />

apenas o “coração”, parte<br />

nobre da destilação, é<br />

utilizado, proporcionando<br />

assim bebidas que<br />

carregam a alma de todo<br />

o sabor e requinte da<br />

cachaça, com sabores e<br />

aromas únicos.<br />

Os produtos podem ser<br />

adquiridos na loja virtual<br />

do site da empresa, mas<br />

fazem parte também dos<br />

mais renomados restaurantes<br />

que apostam em<br />

estabelecimentos.<br />

INFORMAÇÕES: www.cachacaquintadascastanheiras.com<br />

Cachaça Rainha do Vale<br />

Belo Vale - MG<br />

PREMIAÇÃO: 2<br />

A Rainha do Vale é uma<br />

cachaça de alambique,<br />

produzida com muita dedicação,<br />

aliando as melhores<br />

tradições mineiras à tecnologia<br />

atual.<br />

De canas selecionadas<br />

é extraído o caldo que<br />

é fermentado de forma<br />

natural e destilado em<br />

alambique de cobre.<br />

Assim é obtida uma<br />

cachaça pura que é armazenada<br />

em tonéis de<br />

Carvalho (Cachaça Rainha<br />

do Vale variedade<br />

Ouro), Jequitibá (Cachaça<br />

Rainha do Vale<br />

variedade Clássica) e<br />

Inox (Cachaça Rainha<br />

do Vale variedade Prata).<br />

O adequado armazenamento,<br />

proporciona<br />

à bebida maciez e suavidade.<br />

Seu processo de produção<br />

é submetido a um minucioso<br />

e constante trabalho de<br />

pesquisa, visando atender<br />

ao requinte do consumidor<br />

mais exigente. Toda a<br />

cana-de-açúcar utilizada<br />

na fabricação da Cachaça<br />

é plantada na própria Fazenda<br />

Prazer de Minas.<br />

Informações: http://www.<br />

rainhadovale.com.br/<br />

Cachaça Rafazenda<br />

Xanxerê, SC<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

O nome “Refazenda”, enquanto<br />

cachaça artesanal<br />

produzida em alambique,<br />

significa refazer o que o<br />

avô deste produtor, o Sr.<br />

Luiz Bordin, na década de<br />

1950, fazia com maestria<br />

numa propriedade rural do<br />

interior do Rio Grande do<br />

Sul, na época pertencente<br />

ao município de Erechim,<br />

hoje Jacutinga do Sul.<br />

Criado na casa de seu<br />

avô até os 8 anos de idade,<br />

ficou registrado na sua<br />

memória a lida de uma<br />

cantina onde se produzia<br />

bom vinho, grapa e cachaça,<br />

com todas as suas<br />

nuances da manipulação<br />

e do cheiro característicos<br />

desse ambiente. A geração<br />

sucessora de seu avô, seu<br />

pai e tios migrou para a<br />

cidade e abandonou totalmente<br />

as práticas rurais e<br />

principalmente da produção<br />

de vinho e cachaça.<br />

Ao recomeçar essa prática,<br />

resgata-se esse elo cultural<br />

rompido por uma geração<br />

inteira mas que deixara<br />

marcas na memória e<br />

talvez na genética de uma<br />

geração seguinte, que agora<br />

começava a ser refeita.<br />

Informações: https://www.<br />

cachacarefazenda.com.br<br />

Cachaça Rein (Cachaçaria<br />

Flor da Cana)<br />

Luiz Alves - SC<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

Fundada em 1938, pela família<br />

Rech, a Flor da Cana<br />

Cachaçaria é a produtora<br />

da Cachaça Rein de Melado<br />

de Cana, que já foi premiada<br />

em vários concursos<br />

pelo Brasil.<br />

A versão premiada na<br />

Expocachaça 2017 foi a<br />

armazenada em barril de<br />

carvalho, mas na inha também<br />

está disponível a Prata,<br />

pura, cristalina.Há ainda<br />

versões envelhecidas<br />

por 2, 5 e 12 anos e ainda<br />

bebida mistas nos saboes<br />

pêssego, gengibre, canela,<br />

banana, abacaxi e coco.<br />

Curiosidade: a cidade de<br />

Luiz Alvez tem mais de 10<br />

alambiques ao redor, masa<br />

região já teve quase 3 vezes<br />

mais do que isso, é um<br />

local onde há tradição na<br />

produção de cachaça artesanal.<br />

Juntos os produtos<br />

locais produzem cerca de<br />

1 milhão de litros por mês,<br />

abastecendo os mercados<br />

de Santa Catarina e Paraná.<br />

Alguns produtores<br />

deixam a bebida curtir por<br />

até 15 anos, o que deixa<br />

a cachaça com sabor diferenciado.<br />

INFORMAÇÕES: http://flordacanacachacaria.com.br/<br />

Cachaça Reserva do<br />

Nosco<br />

Resende, RJ<br />

1 Medalha Grande Ouro<br />

(equivalente a ouro duplo)<br />

e 1 de Prata no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil e 2<br />

Medalhas de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Produzida em Engenheiro<br />

Passos, Distrito de Resende,<br />

RJ, na antiga fazenda<br />

de café Valparaiso, que em<br />

1916 foi comprada por Erik<br />

Nordskog (Nosco), um empresário<br />

norueguês, a cachaça<br />

Reserva do Nosco é<br />

produzida através de uma<br />

fermentação toda natural,<br />

com as leveduras extraídas<br />

da própria cana da fazenda,<br />

ou seja, que fazem<br />

parte do próprio terroir da<br />

fazenda, tal qual a cana,<br />

100% colhida no local.<br />

Na linha estão a cachaça<br />

branca (prata ), uma cachaça<br />

extra premium (5 anos) e<br />

uma cachaça extra premium<br />

Reserva Especial (9 anos) em<br />

embalagem especial e <strong>edição</strong><br />

limitada (200 garrafas).<br />

Entre a principais premiações<br />

já recebidas em 2017<br />

está a Medalha Grande<br />

Ouro (equivalente a duplo<br />

ouro) no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas, <strong>edição</strong> Brasil,<br />

para a sua versão Reserva<br />

Especial Carvalho Francês.<br />

https://www.facebook.com/<br />

CachacaReservaDoNosco/<br />

123


Cachaça Sanhaçu<br />

Chã Grande - Pernambuco<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Ouro no MUndial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

A Sanhaçu é a primeira cachaça<br />

orgânica certificada<br />

de Pernambuco. A família<br />

Barreto Silva cuida de todas<br />

as etapas da produção para<br />

fazer uma bebida de alta<br />

qualidade e sabor, buscando<br />

sempre harmonia com<br />

a natureza e o mínimo de<br />

impacto ambiental.<br />

Armazenada em barris<br />

como Freijó, Carvalho e<br />

Umburana, a Sanhaçu surgiu<br />

quando a família adquiriu<br />

em 1993 um sítio em<br />

Chã Grande, totalmente improdutivo,<br />

sem água e sem<br />

energia elétrica. Começou<br />

então a fazer um trabalho<br />

diferente e inovador para a<br />

época: agroflorestamento e<br />

agricultura orgânica.<br />

Alguns anos depois a família<br />

ajudou a incentivar<br />

as duas primeiras feiras<br />

de produtos orgânicos de<br />

PE. Em 2006 resolveram<br />

investir em algo que fosse<br />

orgânico, com maior valor<br />

agregado, com menor<br />

perecibilidade e excelente<br />

até para o consumo próprio.<br />

Foi assim que surgiu<br />

a ideia de fazer a Sanhaçu<br />

um ano depois.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://www.sanhacu.com.br<br />

Cachaça Santa Rosa<br />

Valença - RJ<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas<br />

de Prata Na Expocachaça<br />

De produção longíqua, a<br />

história da Santa Rosa,<br />

cachaça produzida na<br />

Fazenda Santa Rosa,<br />

localizada em Valença,<br />

RJ, inicia-se no ano de<br />

1871. Foi neste ano que<br />

Vito Pentagna importou<br />

de um castelo da Inglaterra<br />

um engenho completo,<br />

e deu inicio à produção.<br />

O local onde é produzida<br />

e um atrativo à parte.<br />

Há três gerações a família<br />

Pentagna Guimarães<br />

mantém intacta e extremamente<br />

bem conservada<br />

a fazenda. O casarão<br />

preserva sua construção<br />

original, os mobiliários da<br />

época e o engenho ainda<br />

é movido por uma roda<br />

d’água de oito metros de<br />

altura. A Cachaça Santa<br />

Rosa é a única do Brasil<br />

produzida em alambique<br />

de cobre que é 100%<br />

isento de resíduos deste<br />

metal, furfurol ou óleo<br />

fúsel.<br />

A produção média anual da<br />

Cachaça Santa Rosa é de<br />

120 mil litros.<br />

Informações: http://www.<br />

santarosa.com.br/<br />

Cachaça Santa Terezinha<br />

Vila Velha, ES<br />

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas<br />

de Ouro na Expocachaça<br />

A Cachaça Santa Terezinha<br />

é cuidadosamente feita da<br />

mesma forma desde 1943,<br />

quando de sua fundação:<br />

num tanque, mistura-se uma<br />

parte de caldo de cana ao<br />

natural, com uma parte igual<br />

de caldo fervido, acrescentando-se<br />

uma braçada de<br />

bagaço tostado e um punhado<br />

de fubá de milho. Para<br />

conseguir a temperatura correta,<br />

esquenta-se uma pedra<br />

de bom tamanho e joga-se<br />

dentro da mistura. Durante<br />

essa geração, recomenda-<br />

-se queimar folhas de tangerina<br />

ou laranja, numa fogueira<br />

vizinha. Depois de quatro<br />

ou cinco dias, temos o fermento<br />

já pronto para ser distribuído<br />

nos grandes tanques<br />

de garapa. Mais cinco dias,<br />

a garapa vira mosto e entra<br />

pela boca do alambique feito<br />

em cobre, refrigerado com<br />

água corrente, e através<br />

de processo tradicional, se<br />

transforma no destilado alcoólico<br />

de cana de açúcar.<br />

Exaltando a cultura local e<br />

nacional, com rótulos e embalagens<br />

desenvolvidas por<br />

artistas plásticos como Hélio<br />

Coelho e Haroldo Bussotti,<br />

onde o carnaval e o<br />

congo são homenageados.<br />

http://cachacasantaterezinha.com.br/site/<br />

Cachaça Santiago do Norte<br />

(Cachaçaria Victória)<br />

Rondonópolis - MT<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Ouro no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

A Santiago do Norte é produzida<br />

pela Cachaçaria Victoria,<br />

cuja historia se inicia<br />

quando Giovanni Nicolodi<br />

chegou ao Brasil em 1878,<br />

natural da região trentina, Tirol<br />

italiano com os filhos, Teresa,<br />

Giovanni e Beniamino.<br />

A família viveu por 20 anos<br />

na cidade de Bento Gonçalves<br />

no RS, colônia para a<br />

qual foi destinado.<br />

Em 1903, A família migrou<br />

para Ibirubá, então distrito<br />

de Cruz Alta. Lá adquiriu<br />

novas terras e iniciou novas<br />

atividades como a produção<br />

da cachaça.<br />

Giovanni e seu filho Beniamino,<br />

inicialmente fabricaram<br />

a cachaça artesanalmente,<br />

não chegando a<br />

registrar e comercializar o<br />

produto. Fabricavam para<br />

o consumo e muitas vezes<br />

distribuíam o excedente<br />

aos parentes e amigos.<br />

Por algumas décadas e talvez<br />

por três gerações, a fabricação<br />

da cachaça continuou<br />

como uma tradição na família<br />

Nicolodi, passando de pai<br />

para filho. De Giovanni para<br />

Beniamino e mais tarde para<br />

seu filho Albino Nicolodi.<br />

INFORMAÇÕES: cachacariavictoria.com.br<br />

Cachaça Santo Grau<br />

Itirapuã, SP<br />

PREMIAÇÃO: 2 Medalhas<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Marca premium de cachaças<br />

que integra o grupo<br />

Natique, a Santo Grau é<br />

produzida na Fazenda Barra<br />

Grande, no engenho da<br />

Santo Grau Itirapuã, um<br />

dos mais antigos do Brasil.<br />

O processo é completamente<br />

artesanal e a fermentação<br />

natural, fruto do<br />

fubá de milho, produzido<br />

no engenho, desde 1860.<br />

Este é um dos grandes segredos:<br />

a paixão e o cuidado<br />

das pessoas que produzem<br />

a cachaça, do plantio<br />

da cana ao seu copo.<br />

Entre os destaques da linha<br />

está a Santo Grau<br />

Solera, que apresenta um<br />

toque amadeirado no paladar,<br />

característica que favorece.<br />

É envelhecida em<br />

barricas de carvalho que<br />

originalmente descansavam<br />

vinho espanhol. <strong>São</strong><br />

tonéis extremamente valorizados<br />

no envelhecimento<br />

de bebidas nobres, muito<br />

usados, por exemplo, nos<br />

melhores single malts escoceses,<br />

sob a denominação<br />

de envelhecidos em<br />

cherry oak casks.<br />

Contatos: https://www.facebook.com/CachacaSantoGrau/<br />

124


Steinhaeger Schuss<br />

(Grupo Thoquino)<br />

<strong>São</strong> João da Barra - RJ<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

O Steinhaeger Schuss é<br />

uma bebida destilada, de<br />

origem alemã, extraída<br />

das bagas de zimbro e<br />

possui a originalidade e<br />

a pureza da receita tradicional.<br />

Pode ser consumido<br />

puro, gelado e com<br />

chope.<br />

É produzido pelo Grupo<br />

Thoquino, com mais<br />

de 100 anos de histório.<br />

A empresa nasceu em<br />

1908, na cidade de <strong>São</strong><br />

João da Barra, Norte do<br />

estado do Rio de Janeiro,<br />

como Indústrias de Bebidas<br />

Joaquim Thomaz de<br />

Aquino Filho.<br />

O fundador, Joaquim<br />

Thomaz, com a ajuda da<br />

esposa Maria Júlia, desenvolveu<br />

a fabricação do<br />

Cognac de Alcatrão da Noruega.<br />

O casal teve 23 filhos<br />

que também ajudaram<br />

na construção da empresa<br />

e na venda do Conhaque,<br />

produto que se tornaria a<br />

base da empresa familiar<br />

e passaria a se chamar<br />

Conhaque de Alcatrão <strong>São</strong><br />

João da Barra, homenageando<br />

assim, a cidade onde<br />

tudo começou.<br />

Informações detalhadas:<br />

http://thoquino.com.br<br />

Cachaça Sebastiana<br />

Américo Brasiliense, SP<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas<br />

de Ouro no Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

2017 e 3 Medalhas de Prata<br />

na Expocachaça<br />

Com as recentes Medalha<br />

de Prata no Berlin International<br />

Spirits Competition<br />

2017, Medalha de Ouro no<br />

Concurso de Bruxelas Edição<br />

Brasil 2017 e Primeiro<br />

Lugar na Categoria Envelhecidas<br />

no XII Concurso<br />

de Qualidade da Cachaça,<br />

alem das Medalhas de Prata<br />

na Expocachaça 2017, a<br />

Sebastiana está entre os<br />

melhores destilados mundiais.<br />

A Cachaça é produzida<br />

pelo Alambique Santa<br />

Rufina, no interior pauista.<br />

Um dos grandes destaques<br />

da empresa é a Sebastiana<br />

Duas Barricas,<br />

lançada há pouco mais de<br />

1 ano. É produto superpremium.<br />

Envelhecida por<br />

três anos, essa cachaça<br />

passa inicialmente 18 meses<br />

em barril de castanheira<br />

brasileira e segue para<br />

mais 18 meses em barril de<br />

carvalho americano. O estilo<br />

de maturação é o mesmo<br />

utilizado em destilarias<br />

de uísques. E os diferenciais<br />

não estão só nessa<br />

formulação especial.<br />

Informações: http://www.<br />

cachacasebastiana.com.br/<br />

Cachaça Serafina<br />

Cianorte, PR<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha de<br />

Ouro no Mundiald e Bruzelas<br />

Edição Brasil e 1 Medalha de<br />

Prata na Expocachaça<br />

Medalha de Ouro no importante<br />

Concurso Mundial<br />

de Bruxelas - Edição Brasil,<br />

com sua versão Ouro<br />

Armazenada em Carvalho<br />

e Amburana, e Prata na<br />

Expocachça 2017 com a<br />

versão em madeira brasileira,<br />

a Serafina surgiu de<br />

uma prazerosa história de<br />

uma cachaça produzida<br />

para consumo próprio e de<br />

seus amigos, há mais de<br />

50 anos. O seu sabor autêntico<br />

sabor foi descoberto<br />

por Augusto Franzato,<br />

em 1962, num vilarejo em<br />

Cianorte, interior do estado<br />

Paraná, quando este senhor<br />

havia adotado a cana<br />

para o sustento da família.<br />

A inquietude e capacidade<br />

autodidata fizeram Franzato<br />

criar e combinar a bebida<br />

legitimamente brasileira<br />

com os mais exigentes paladares.<br />

Após 40 anos, seu filho<br />

Marco incorpora a receita<br />

de sucesso do pai para<br />

criar uma das mais modernas<br />

destilarias no País na<br />

Fazenda Dom Augusto, em<br />

Cianorte.<br />

https://cachacaserafina.<br />

com.br/<br />

Cachaça Serigote<br />

(Petronius Beverages)<br />

Caxias do Sul, RS<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

Com produtos presentes RS,<br />

SC, SP e GO, a Petronius<br />

Beverages é um projeto familiar<br />

qu resgata a história de<br />

seis gerações de produtores<br />

de bebidas no Brasil. Dirigida<br />

pelos sócios Emílio Kunz,<br />

Júlio Cesar Kunz e Augusto<br />

Kunz, foi fundada há 3 anos,<br />

mas é fruto de uma paixão<br />

familiar que começou muito<br />

antes, em 1846, ainda na<br />

Alemanha, quando Johann<br />

Philipp Kunz deixou o pequeno<br />

vilarejo de Bierkenfeld,<br />

na Prússia, e veio ao Brasil.<br />

Os primeiros antepassados<br />

foram responsáveis pelas<br />

primeiras receitas de destilados<br />

que levaram o nome da<br />

família.<br />

A Cachaça Serigote, recentemente<br />

premiada com<br />

Medalha de Prata no 15º<br />

Concurso Mundial de Bruxelas<br />

- Edição Brasil, provém<br />

de toda essa tradição.<br />

O nome é uma expressão<br />

regional do Rio Grande<br />

do Sul para lombilho, uma<br />

peça da sela (arreio) usada<br />

pelos gaúchos antigos.<br />

Continha duas partes mais<br />

altas que davam sustentação<br />

e conforto ao cavaleiro.<br />

Informações: http://www.<br />

serigote.com.br/<br />

Cachaça Soledade<br />

Nova Friburgo, RJ<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

Reconhecida entre as melhores<br />

empresas de destilados<br />

do Brasil, a Fazenda<br />

Soledade produz cachaças<br />

com mestria suaves e<br />

equilibradas desde 1977,<br />

valorizando sempre os sabores<br />

e aromas originais<br />

da cana.<br />

A versão premiada da<br />

empresa, armazenada<br />

em Bálsamo, revela sabores<br />

e aromas marcantes<br />

trazidos pelo envelhecimento<br />

nessa madeora,<br />

que é muito aromática.<br />

Na degustação, traz uma<br />

sensação duradoura de<br />

especiarias, com um toque<br />

de pimenta, típico<br />

do armazenamento em<br />

barris de Bálsamo. Muito<br />

apreciada em shots, especialmente<br />

pelos aficionados<br />

desta madeira. Revela<br />

também ser uma fina<br />

opção nos coquetéis por<br />

se destacar sempre como<br />

marcante e afirmativa,<br />

tanto nos sabores como<br />

nos aromas.<br />

Também estão disponíveis<br />

as versões Ipê, Umburana<br />

e Jequitibá.<br />

Contatos: http://www.cachacafazendasoledade.<br />

com.br/<br />

125


Cachaça Souza Paiol<br />

Pitagui, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

Criada em 1998, a Souza<br />

Paiol é uma empresa mineira<br />

quase que sinônimo<br />

na fabricação de cigarros<br />

de palha. Com produtos<br />

totalmente naturais, os ingredientes<br />

não recebem<br />

nenhum tipo de mistura<br />

adicional, sendo selecionados<br />

e inspecionados minuciosamente<br />

nas etapas de<br />

aquisição, refino e preparo<br />

para a utilização final.<br />

A Souza Paiol mantém o<br />

processo de fabricação artesanal<br />

da autêntica cachaça<br />

mineira, aliado a novos<br />

recursos tecnológicos de<br />

controle e melhoria de qualidade.<br />

Todas as etapas de<br />

produção são rigorosamente<br />

controladas, desde a escolha<br />

correta do tipo de cana,<br />

a época e o modo certo do<br />

corte, a colheita, a moagem,<br />

fermentação e a destilação.<br />

A fermentação é natural,<br />

sem aditivos químicos.<br />

Oferece a versão Prata,<br />

que é uma cachaça natural,<br />

a versão Ouro, que é<br />

armazenada por 3 anos em<br />

tonéis de madeiras mistas<br />

(carvalho e bálsamo) e a<br />

versão Amburana, que é<br />

armazenada por 3 anos em<br />

tonéis de Amburana.<br />

Informações detalhadas:<br />

www.souzapaiol.com.br<br />

Cachaça Spézia<br />

Luiz Alves, SC<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalhas<br />

de Ouro e 1 de Prata na<br />

Expocachaça 2017<br />

A cidade de Luiz Alves,<br />

em SC, é conhecida como<br />

a “capital catarinense da<br />

cachaça artesanal”, e<br />

guarda traços da colonização<br />

europeia de imigrantes<br />

alemães, italianos<br />

e portugueses. <strong>São</strong> mais<br />

de 10 alambiques presentes<br />

na região.<br />

Entre as versões disponíveis<br />

da Spézia está<br />

a Ouro, armazenada<br />

em Barril de Carvalho,<br />

que concede ao produto<br />

maior suavidade e um<br />

sabor único. Com teor<br />

alcoólico de 38%, de cor<br />

amarelo claro e baixa<br />

viscosidade, apresenta<br />

aroma suavemente amadeirado,<br />

sabor adocidado<br />

(bem característico<br />

das cachaças na região<br />

onde é produzida).<br />

Outro destaque da empresa<br />

é a versão Reserva Especial,<br />

uma extra premium<br />

envelhecida por 15 anos<br />

em barril de carvalho.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/cachacaspezia/<br />

Cachaça Terra Forte<br />

Belo Horizonte, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata no Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

para a versão armazenada<br />

em Bálsamo<br />

Com cachaças de excelente<br />

qualidade e licores<br />

especiais, a Terra Forte<br />

teve sua versão envelhecida<br />

em bálsamo premiada<br />

na Expocachaça 2017, no<br />

Concurso de degustação<br />

às cegas.<br />

Também conhecido como<br />

Cabreúva-vermelha, o Bálsamo<br />

é excelente para a<br />

conservação da cachaça.<br />

Seu aroma bastante característico<br />

oferece uma qualidade<br />

química e sensorial<br />

à bebida, acrescentando<br />

cor e sabor diferenciado. É<br />

uma madeira que requer um<br />

acompanhamento minucioso<br />

do ponto certo de armazenamento.<br />

Está entre as opções<br />

de madeiras utilizadas pela<br />

Terra Forte na produção de<br />

uma cachaça apreciada entre<br />

as melhores de Minas.<br />

Na linha de licores da empresa<br />

estão versões com<br />

frutos tipicos de Minas e<br />

do Cerrado, em 32 sabores<br />

como pequi, jabuticaba, jenipapo,<br />

murici, mangaba,<br />

araticum e tamarindo.<br />

www.cachacaterraforte.<br />

com.br e https://www.facebook.com/pg/cachacaterraforte<br />

Cachaça Tiara<br />

Barra Longa, MG<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

A Tiara começou a ser<br />

produzida em 1940, na<br />

antiga Fazenda Santa<br />

Cruz, em Barra Longa,<br />

MG pelo Sr. Benjamim<br />

Siqueira, homem determinado<br />

e empreendedor<br />

que passou o segredo<br />

de como elaborar uma<br />

cachaça de qualidade de<br />

geração para geração.<br />

Com a demanda do mercado<br />

atual foi necessário<br />

inovar a marca.<br />

Já na 3ª geração, e com<br />

75 anos, a Tiara mantém<br />

as mesmas tradições de<br />

um produto tipicamente<br />

brasileiro, assim como futebol<br />

e carnaval. Seu objetivo<br />

é ser uma empresa<br />

reconhecida no mercado<br />

interno e externo pela qualidade<br />

superior.<br />

A produção da Cachaça<br />

Tiara carrega segredos<br />

de uma produção familiar<br />

que vão desde a plantação<br />

da cana-de-açucar até o<br />

engarrafamento. A destilação<br />

ocorre em alambique<br />

100% de cobre.<br />

INFORMAÇÕES: https://<br />

www.cachacatiara.com/<br />

Cachaça Turmalina<br />

Areia, PE<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Em Areia, no Brejo Paraibano,<br />

a 130 km de João<br />

Pessoa, está o Engenho<br />

Cachoeira, produtor da<br />

bebida, que remete ao<br />

período colonial, com 110<br />

hectares e construções do<br />

início do Século XX, além<br />

demais de 60.000 m 2 de<br />

Mata Atlântica totalmente<br />

preservada.<br />

De altíssima qualidade,<br />

é produzida a partir de<br />

canas rigorosamente selecionadas,<br />

fermentadas<br />

naturalmente, destiladas<br />

em alambiques de cobre e<br />

armazenadas em barris de<br />

madeiras nobres.<br />

Para produzir a Turmalina<br />

da Serra, o Engenho Cachoeira<br />

cultiva sua própria<br />

cana-de-açucar, que é rigorosamente<br />

selecionada<br />

manualmente, transportada<br />

em lombo de burro e<br />

fermentada naturalmente.<br />

O mosto fermentado é<br />

destilado em alambiques<br />

de cobre, para depois ser<br />

armazenadoss em barris<br />

de freijó, jequitibá ou carvalho<br />

francês.<br />

Contatos: http://turmalinadaserra.com.br<br />

126


127


União Carvalheira<br />

Vassouras, RJ<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata na Expocachaça<br />

para a versão Banana<br />

A cachaça União Carvalheira,<br />

que leva o nome da<br />

família produtora, é produzida<br />

há quase 40 anos na<br />

fazenda União Carvalheira,<br />

que fica estrategicamente<br />

localizada entre Mendes,<br />

Vassouras e Barra do Piraí.<br />

O rótulo é estampado por um<br />

trem, paixão do empreendedor<br />

Nelinho, tanto que ele<br />

possui em sua própria fazenda<br />

uma mini-ferrovia construída<br />

por ele com direito a túnel<br />

e ponte na qual é possível<br />

andar a bordo de uma Maria<br />

Fumaça bitola 60 cm modelo<br />

4.0, equipada com motor à<br />

diesel de 2 cilindros.<br />

O processo de produção<br />

da cachaça é totalmente<br />

artesanal, sendo o produto<br />

envelhecido em tonéis de<br />

carvalho. A fazenda produz<br />

60 mil litros de cachaça<br />

anualmente. <strong>São</strong> oferecidas<br />

duas variações com<br />

sabores: banana e café.<br />

Na fazenda são produzidos<br />

também deliciosos doces e<br />

licores com destaque para<br />

o delicioso licor de leite. A<br />

cachaça União Carvalheira<br />

é exportada hoje para a Alemanha<br />

e para a Holanda.<br />

Informações: (24) 2471-<br />

2377 e (24) 98112-7503<br />

Unser Schnaps<br />

Presidente Lucena, RS<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Ouro no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil e 1<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

Figurando entre as melhores<br />

cachaças do Sul do<br />

Brasil e com projetos de<br />

expansão de vendas para<br />

todo o Brasil, a Unser Schnaps<br />

é um produto singular<br />

da família de Enzweiler,<br />

que vem produzindo cachaça<br />

desde 1855, e passando<br />

essa tradição de pai<br />

para filhos.<br />

A cidade na qual está instalado<br />

o alambique, município<br />

de Presidente Lucena,<br />

cidade de colonização<br />

alemã, integra a chamada<br />

“Rota Romântica “, que<br />

leva até Nova Petrópolis e<br />

Gramado.<br />

Entre as versões disponíveis<br />

está a pura, neutra, e<br />

a envelhecida por mais de<br />

10 anos em barris de carvalho,<br />

muito suave. Ambas<br />

são produzidas com leveduras<br />

selecionadas.<br />

Informações: https://www.<br />

facebook.com/unserschnaps<br />

Velho Alambique<br />

Santa Tereza, RS<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

de Prata no Mundial de<br />

Bruxelas Edição Brasil<br />

Com produtos orgânicos, a<br />

Cachaça Velho Alambique<br />

recebeu mais uma premiação<br />

em 2017, a Medalha de<br />

Prata no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil<br />

para o seu rótulo Velho<br />

Alambique Amburana.<br />

Fundada em 2001 com as<br />

Famílias Remus e Bettinelli,<br />

a Velho Alambique<br />

tem um direcionamento<br />

único: oferecer produtos<br />

de qualidade para paladares<br />

exigentes e refinados.<br />

Na linha da empresa estão<br />

a Cachaça Extra <strong>Premium</strong><br />

Cenário, a Cachaça<br />

<strong>Premium</strong> Velho Alambique<br />

(opções porcelana e “locomotiva”)<br />

e Cachaça Prata<br />

Velho Alambique.<br />

A Cenário, principal destaque,<br />

é um blend de<br />

cachaça envelhecida em<br />

três madeiras (Carvalho,<br />

Grápia e Angico). A mistura<br />

das madeiras deixa<br />

marcante a suavidade<br />

aromática do Carvalho<br />

e ao mesmo tempo tem<br />

a pegada mais seca da<br />

Grápia e Angico.<br />

Informações: www.velhoalambique-rs.com.br<br />

Vitoriosa (Pitú)<br />

Urussanga, SC<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

Grande Ouro (equivalente<br />

a ouro duplo) no Concurso<br />

Mundial de Bruxelas Edição<br />

Brasil<br />

Do tipo extra premium, a<br />

cachaça Vitoriosa foi desenvolvida<br />

para comemorar<br />

o 75º aniversário da<br />

Pitú. É envelhecida por 5<br />

anos em barris de carvalho<br />

francês e, em seguida,<br />

transferida para barris<br />

de carvalho americano,<br />

para o aprimoramento da<br />

qualidade de seu sabor e<br />

coloração. O primeiro lote<br />

teve apenas 2 mil garrafas<br />

numeradas.<br />

Com graduação alcoólica<br />

de 39%, no paladar percebe-se<br />

toques de canela<br />

e ameixa que jutam-se<br />

ao aroma final. No copo<br />

percebe-se o perfume da<br />

madeira e também todas<br />

as variações de tom devido<br />

ao seu amadurecimento<br />

em barris.<br />

Mais informações: http://<br />

www.pituvitoriosa.com.br/<br />

Werneck<br />

Rio das Flores, RJ<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

Ouro no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas Edição Brasil e<br />

1 Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017<br />

A Werneck Reserva Especial<br />

é armazenada por cerca<br />

de 1 ano em tonéis de Jequitibá<br />

e em sequência mais<br />

6 a 8 meses em barris de<br />

Carvalho. Cristalina, límpida<br />

e de brilho intenso, tem uma<br />

tonalidade amarelo bem claro<br />

com nuances esverdeadas.<br />

Fina e complexa, apresenta<br />

um aroma equilibrado<br />

entre o frutado cítrico e o<br />

floral. Tem uma personalidade<br />

única. Na boca é muito<br />

suave, aveludada e persistente,<br />

mostrando notas de<br />

frutas maduras, amêndoas<br />

e cacau. Fim de boca enxuto.<br />

Teor alcoólico 40%.<br />

Já a Werneck Safira Régia<br />

é uma Extra <strong>Premium</strong><br />

resultante de um blend de<br />

barris de carvalho com 4 e<br />

5 anos, produzida em lote<br />

único e exclusivo assinado<br />

pelo Mestre Cachaceiro<br />

Eli Werneck e pelo Master<br />

Blender Agostinho Novo.<br />

Produzida em alambique<br />

de cobre sob rigoroso controle,<br />

a Werneck também<br />

está disponível nas versões<br />

Ouro, Prata e Tradicional.<br />

www.facebook.com/cachacawerneck/<br />

128


Cachaça Wruck<br />

Luis Alves, SC<br />

1 Medalha de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

A Cachaça Wruck iniciou<br />

suas atividades em 1938,<br />

primeiramente produzindo<br />

apenas o açúcar mascavo.<br />

No de 1942 o fundador<br />

Otto Wruck pensou em fazer<br />

cachaça, que mais tarde<br />

se tornaria o carro chefe<br />

da empresa até o os dias<br />

de hoje.<br />

Incolor e cristalina, a cachaça<br />

sai do alambique<br />

e segue para tonel de<br />

carvalho importado onde<br />

permanece aproximadamente<br />

no mínimo 2 anos<br />

envelhecendo,em seguida<br />

é transferido para as barricas<br />

de carvalho com capacidades<br />

variadas de 200<br />

a 225 litros. Nessa fase, o<br />

tempo de contato da cachaça<br />

com a madeira por<br />

no mínimo 5 anos, provoca<br />

reações no aroma, cor e<br />

sabor, reconhecidos por<br />

seus seus apreciadores.<br />

Após o envelhecimento a<br />

cachaça é filtrada e engarrafada<br />

em embalagens<br />

especiais de vidro, cerâmica<br />

e madeira, sendo<br />

despachadas para todo<br />

Brasil e também para todo<br />

o mundo.<br />

Informações: www.cachacawruck.com.br/<br />

Cachaça Xanadu<br />

Blumenau, SC<br />

1 Medalha de Ouro na Expocachaça<br />

2017<br />

O nome da linha foi direcionado<br />

a história da cidade<br />

perdida de Xanadu, cidade<br />

lendária, onde tudo é leite<br />

e mel, perfeita, considerada<br />

o “Novo Éden”, um Vale<br />

oculto onde no meio da cidade<br />

estavam os frutos da<br />

vida, capazes de prolongar<br />

a vida de quem comesse e<br />

degustasse.<br />

A Xanadu é produzida<br />

apenas com o coração do<br />

caldo da cana, sendo esta<br />

sua porção mais nobre.<br />

O processo de envelhecimento<br />

ocorre em barris de<br />

madeira selecionadas, por<br />

isso a maciez, aroma e sabor<br />

conquistam os paladares<br />

mais exigentes desde o<br />

primeiro gole.<br />

Destaque para a Linha Madeiras,<br />

na qual as cachaças<br />

são armazenadas por anos<br />

em barris de Carvalho, Castanheira,<br />

Bálsamo ou Jequitibá,<br />

o que confere sabor diferenciado<br />

À bebida, já que<br />

este processo a torna mais<br />

macia e aveludada. É uma<br />

série especial e limitada,<br />

desenvolvida para aqueles<br />

que apreciam cachaças de<br />

qualidade premium.<br />

Informações: www.xanadu.<br />

com.br/<br />

Cachaça Ypióca 160<br />

(Grupo Diageo)<br />

Maranguape, CE<br />

PREMIAÇÃO: 1 Medalha<br />

Ouro no Concurso Mundial<br />

de Bruxelas Edição<br />

Brasil<br />

A Ypióca 160 é <strong>edição</strong> comemorativa<br />

alusiva aos<br />

160 anos da cachaca Ypióca,<br />

sendo produzida com<br />

malte e que se consagrou<br />

na linha da empresa pelas<br />

diversas premiações recebidas,<br />

nacional e internacionalmente.<br />

Extrapremium, envelhecida<br />

por no mínimo seis<br />

anos em barris de carvalho,<br />

apresenta graduaão<br />

alcoólica de 39%. Apresenta<br />

notas de café, ameixa e<br />

banana seca na desgustação.<br />

O nome Ypióca vem do<br />

tupi-guarani e significa<br />

“terra roxa”, uma alusão<br />

ao tipo de terra que é extremamente<br />

fértil e propícia<br />

para o cultivo da cana-de-<br />

-açúcar.<br />

www.ypiocafogosanto.<br />

com.br<br />

NOTA DA REDAÇÃO<br />

Em meio a essa lista de mais de 100<br />

marcas, só não conseguimos alguns<br />

contatos ou informações com algumas<br />

empresas premiadas em ambos<br />

os concursos. Mas seguem abaixo as<br />

informações que levantamos, completando<br />

essa lista de premiados no<br />

Mundial de Bruxelas e na Expocachaça<br />

2017:<br />

• Cachaça 1532 (Casa do Engenho):<br />

Medalha de Ouro no undial de Bruxelas<br />

Edição Brasil e Medalha de Prata<br />

na Expocachaça 2017. Contato:<br />

http://www.casadoengenho.com.br .<br />

• Cachaça Engenho Real (de Goiás):<br />

Medalha de Prata na Expocachaça<br />

2017. E-mail engenhoreal1@gmail.<br />

com, fone (64) 3495 3059 .<br />

• Cachaça Lukana (Alambique Portal<br />

de Minas): Medalha de Prata na Expocachaça.<br />

Fone: (31) 9957.2417 .<br />

• Cachaça Nobre: Medalha de Prata<br />

no Mundial de Bruxelas. Não encontramos<br />

informações do produtor.<br />

• Cachaça Pátria Amada: Medalha de<br />

Prata na Expocachaça 2017. Informações<br />

https://www.facebook.com/<br />

patriaamadacachacanobre/<br />

• Cachaça Velha Aroreira: Medalha de<br />

Prata na Expocachaça. Informações:<br />

http://www.velhaaroeira.com.br/<br />

• Cachaça Velho Pilho: Medalha de<br />

Prata na Expocachaça 2017. http://<br />

www.velhopilho.com.br/<br />

• Cachaça Vereda: Medalha de Prata<br />

na Expocachaça. Não encontramos<br />

informações do produtor por existirem<br />

homônimos.<br />

129


Gran Première<br />

Em tempo<br />

Encantando o mundo, as recentes medalhas dos destilados brasileiros no<br />

Spirits Selection 2017<br />

Em meio a uma concorrência de quase<br />

1.200 rótulos, entre os quais destilados<br />

de cana como o rum, o Spirits<br />

Selection 2017, realizado em Serena,<br />

no Chile, é considerado um dos mais,<br />

se não a mais prestigiada competição<br />

anual de destilados e teve produtores<br />

brasileiros de cachaças alcançando<br />

merecidas medalhas de ouro e prata.<br />

<strong>São</strong> bebidas que, apesar de não alcançarem<br />

o topo da premiação, a<br />

Medalha Grand Gold, se destacaram<br />

mais uma vez pela sua excelência,<br />

concorrendo lado a lado com destilados<br />

tradicionais e bebidas premium<br />

dos melhores países produtores.<br />

Conheça a seguir um a um os premiados<br />

e algumas informações importante,<br />

para não deixá-los de fora<br />

da sua carta premiada. Na próxima<br />

<strong>edição</strong> traremos entrevistas especiais<br />

e informações detalhadas das bebidas<br />

e de cada um dos produtores.<br />

Medalhistas de Ouro!<br />

• Cachaça Coqueiro: recebeu duas<br />

medalhas de ouro, uma para a versão<br />

Ouro 2014 e outra para a versão<br />

Prata. É produzida por Eduardo<br />

Mello, herdeiro de uma tradição na<br />

produção nascida no século<br />

XVIII, quando seus ancestrais<br />

já destilavam a alma da<br />

cana de açúcar. Informações:<br />

http://www.cachacacoqueiro.<br />

com.br/<br />

• Cachaça Santa Romana Carvalho:<br />

produzido pelo Alambique<br />

Santíssima, responsável<br />

por outras marcas premiadas<br />

como a Bem me Quer apresenta<br />

teor alcoólico de 40%. Contatos:<br />

http://cachacabemmequer.com.br/<br />

• Cachaça Guaraciaba: com<br />

premiações também na Expocacachaça<br />

e Mundial de Bruxelas<br />

Edição Brasil 2017, sua versão<br />

<strong>Premium</strong> é uma mistura de<br />

safras armazenadas com média<br />

de 8 anos de envelhecimento em<br />

tonéis de Umburana com 38%<br />

de teor alcoólico. É um blend de<br />

sabor e aroma únicos, amadeirada<br />

e sofisticada. Saiba mais<br />

em http://cachacaguaraciaba.<br />

com.br/home.<br />

• Cachaça Serafina: Medalha de<br />

Ouro também no importante<br />

Concurso Mundial de Bruxelas<br />

– Edição Brasil, com sua versão<br />

Ouro Armazenada em Carvalho<br />

e Amburana, se destaca pelos<br />

aromas frutados que remetem<br />

à ameixa, é redonda e tem acidez<br />

e percepção alcoólica equilibrada.<br />

Informações: https://<br />

cachacaserafina.com.br/<br />

130


Gran Première<br />

• Cachaça da Quinta, armazenada em inox<br />

(branca, pura): densa e límpida, é uma cachaça<br />

fina, intensa e persistente. Remete ao caldo<br />

da cana, com notas frutadas. Leve e equilibrada,<br />

é macia, com retrogosto de frutas, gogoem<br />

harmonia geral. Saiba mais em: http://www.<br />

cachacadaquinta.com.br<br />

• Gogó Da Ema: produzida e envasada na Fazenda<br />

Recanto, localizada no município de <strong>São</strong><br />

Sebastião, região Agreste do estado de Alagoas,<br />

a Gogó da Ema acumula medalhas nos mais<br />

diferentes concursos anualmente. Conheça<br />

mais: http://www.cachacagogodaema.com.br/<br />

• Heats Brasil: Há dois anos no mercado, a HB<br />

Agroindústria, produtora das cachaças Heats<br />

Brasil e Seiva da Cana, vem se notabilizando<br />

pela excelência dos produtos e também pela<br />

produção, com capacidade para 200 mil litros<br />

de cachaça por ano, porém sem perder a essência<br />

que envolve a verdadeira cachaça de alambique.<br />

www.heatsbrazil.com<br />

• Porto do Vianna: novidade da Gouveia Brasil,<br />

uma das únicas brasileiras a levar a medalha<br />

Grand Gold em 2016, é uma homenagem à região<br />

onde nasceu a bebida. Mais na página da<br />

empresa no Facebook: https://www.facebook.<br />

com/pg/gouveiabrasil<br />

• Sagatiba Cachaça Envelhecida:<br />

pertencente ao Grupo Campari, a<br />

Sagatiba Envelhecida é fermentada<br />

com uma levedura única, destilada<br />

em alambique de cobre e envelhecida<br />

por, pelo menos, dois anos em<br />

barris de carvalho americano, com<br />

torrefação intensa (ex-Bourbon).<br />

Isso permite que o líquido penetre<br />

na madeira, extraindo mais sabor,<br />

aroma e cor. Mais em: http://sagatiba.com<br />

• Cachaça Paratiana: levou nada<br />

menos que três medalhas de ouro<br />

para as versões Ouro, Ouro Extra<br />

<strong>Premium</strong> e Paratiana Prata. Informações:<br />

http://www.cachacaparatiana.com.br/<br />

• Brasilberg: é um bitter especialíssimo,<br />

da Underberg Brasilberg,<br />

produzido com ervas amazônicas.<br />

Informações: http://www.brasilberg.com<br />

Medalhistas de Prata!<br />

• Cachaça Santo Grau Coronel Xavier<br />

Chaves Século XVIII (Cachaça):<br />

é elaborada no engenho mais<br />

antigo do Brasil ainda em funcionamento,<br />

segundo a Embratur, que<br />

data de 1755 e que pertenceu ao<br />

irmão mais velho de Tiradentes,<br />

o padre Domingos da Silva Xavier.<br />

Informações em: https://www.facebook.com/CachacaSantoGrau/<br />

.<br />

• Cachaça Werneck Reserva Especial:<br />

também Medalha de Ouro no Concours<br />

Mondial de Bruxelles – Edição<br />

Brasil 2017, a Werneck Reserva Especial<br />

é armazenada por cerca de 1<br />

ano em tonéis de Jequitibá e em sequência<br />

mais 6 a 8 meses em barris<br />

de Carvalho. Cristalina, límpida e de<br />

brilho intenso,tem uma tonalidade<br />

amarelo bem claro com nuances esverdeadas.<br />

Para mais informações:<br />

www.cachacawerneck.com<br />

• Dose Clássica série Cristal:<br />

Situada no município de<br />

Aracruz, Estado do Espírito<br />

Santo, a empresa utiliza<br />

como fertilizante compostos<br />

orgânicos da própria cana,<br />

vinhoto e bagaço. Todo o<br />

processo de produção é feito<br />

de forma artesanal e<br />

com a mais alta qualidade.<br />

É armazenada em barris de<br />

castanha-do-pará ou de aço<br />

inox por um período, ficando<br />

assim com sabor equilibrado<br />

e macio. Mais em: www.<br />

doseclassica.com.br<br />

• Ypióca: recebeu Prata nas<br />

versões 160 e também para<br />

a Brasilizar Ouro Reserva<br />

Especial, esta última uma<br />

cachaça envelhecida um<br />

ano em barris de carvalho, o<br />

que a torna suave e complexa<br />

em seus aromas e sabores.<br />

Ideal para ser saboreada<br />

pura ou em caipirinhas<br />

e drinques especiais. Saiba<br />

mais em: http://www.ypiocafogosanto.com.br/<br />

• Jungle Gin: nascido e criado<br />

nas montanhas de Minas<br />

Gerais, combina botânicos<br />

altamente selecionados às<br />

águas cristalinas de nascentes<br />

intocadas, nos tradicionais<br />

alambiques de cobre<br />

da região. É produzido em<br />

pequenos lotes, cada garrafa<br />

é engarrafada e numerada<br />

pelas mãos de seus criadores.<br />

Informações completas:<br />

https://www.junglegin.<br />

com.br .<br />

• Heats <strong>Brazil</strong>, versão Ouro.<br />

acompanhe a página da<br />

empresa no Facebook: https://www.facebook.com/<br />

heatsbrazil<br />

131


Gran Première<br />

Around the beer<br />

world<br />

As premiações para as cervejeiras brasileiras na Argentina, Alemanha, Austrália e<br />

também no Reino Unido<br />

World Beer Awards 2017<br />

Recém-divulgado no final de setembro,<br />

o World Beers Awards teve uma<br />

excepcional participação de empresas<br />

brasileiras. O evento, que tem estapas<br />

nacionais e cuja final foi realizada<br />

em Londres nesse ano, é considerado<br />

uma das principais competições<br />

internacionais no segmento. Confira<br />

a seguir a lista de empresas brasileiras<br />

premiadas (informações obtdas<br />

diretamente no site http://www.<br />

worldbeerawards.com/ ). Importante:<br />

como sabemos a importância não<br />

só de conhecer a lista de premiadas,<br />

mas saber detalhes de quem são e os<br />

seus diferenciais, na próxima <strong>edição</strong><br />

traremos entrevistas exclusivas com<br />

os destaques.<br />

Dark Beer - Barley Wine<br />

Vendedora do país: Backer, com a<br />

Cabral<br />

Medalha de Ouro: SUD, com Barleywine<br />

English Barleywine<br />

Medalha de Prata: Baden Baden, com<br />

a Red Ale<br />

Dark Beer - Belgian Style Dubbe<br />

vencedora do país: Wäls, com a Dubbe<br />

Dark Bier - Belgian Style Strong<br />

Medalha de Prata: Wäls, com a Quadruppel<br />

Dark Bier - Black IPA<br />

Vencedora do país: Backer, com a Las<br />

mafiosas Corleone<br />

Medalha de Prata: Cerveja Daoravida,<br />

com a [78]<br />

Dark Bier - English Brown Ale<br />

Medalha de Ouro: Votus, com a 004<br />

Dark Bier - Strong<br />

Vencedora do país: Bohemia, com a<br />

Wee Heavy<br />

Flavoured - Chocolate & Coffee<br />

Vencedora do país: Dama Bier, com a Fellas<br />

Medalha de Ouro: Colorado, com a<br />

Demoiselle<br />

Medalha de Prata: Baden Baden, com<br />

a Kaffee<br />

Flavoured - Fruit & Vegetable<br />

Vencedora do país: Lohn Bier, com a<br />

Catharina Sour Uva<br />

Medalha de Ouro: Capapreta, com a<br />

Porter Berry Raspberry Porter<br />

Medalha de Prata: Colorado, com a<br />

Nassau<br />

132


Gran Première<br />

Medalha de Bronze: Dádiva, com a<br />

Pink Lemonade Berliner Weisse<br />

Herb & Spice - Herb & Spice<br />

Vencedora do país: Lohn Bier, com a<br />

Carvoeira<br />

Medalha de Prata: Cevada Pura, com<br />

a Belgian Tripel<br />

Flavoured - Honey & Maple<br />

Medalha de Ouro: Colorado, para a<br />

Appia<br />

Flavoured - Smoke<br />

Vencedora do país: Königs Bier, com<br />

a Rauchbier<br />

Flavoured - Wood Aged<br />

Vencedora do país: Baden Baden,<br />

com a Stout Wood Aged<br />

Vencedora do país: Backer (Três Lobos),<br />

com a Bravo<br />

Medalha de Ouro: Dama Bier, para<br />

Reserva 6<br />

Medalha de Ouro: Cevada Pura, com<br />

a Wooden Rocket<br />

Medalha de Prata: Baden Baden, com<br />

a IPA Wood Aged<br />

Medalha de Prata: Colorado, com a<br />

Ithaca Wood Aged<br />

Medalha de Bronze: Colorado, com a<br />

Guanabara Wood Aged<br />

Lager - Alcohol-Free<br />

Vencedora do país: Schin, com a Zero<br />

Alcool<br />

Lager - Amber / Vienna<br />

Vencedora do país: Bohemia, com a<br />

Imperial<br />

Medalha de Ouro: Bierland, com a<br />

Vienna<br />

Medalha de Prata: Lohn Bier, com a<br />

Viena<br />

Medalha de Bronze: Hausen Bier,<br />

com a Vienna<br />

Lager - Bock<br />

Vencedora do país: Hausen Bier Bock<br />

Medalha de Ouro: Baden Baden Bock<br />

Lager - Czech Style Pale<br />

Vencedora do país: Búzios, com a Armação<br />

Medalha de Ouro: Wäls, com a Bohemian<br />

Pilsner<br />

Lager - Dark<br />

Vencedora do país: Hausen Bier<br />

Dunkel<br />

Medalha de Ouro: Buzios Manguinhos<br />

Lager - German Style Pale<br />

Vencedora do país: Hausen Bier Pilsen<br />

Medalha de Ouro: Cevada Pura German<br />

Pilsen<br />

Medalha de Prata: Eisenbahn Pilsen<br />

Medalha de Prata: Cevada Pura Lemondrop<br />

Lager - Strong<br />

Vencedora do país Votus: 003<br />

Pale Beer - Altbier<br />

Vencedora do país Krug Bier: Skank<br />

Medalha de Ouro: Eisenbahn Altbier<br />

Pale Beer - Amber<br />

Vencedora do País Cevada Pura Irish<br />

Red ALE<br />

Medalha de ouro: Leuven Red Ale<br />

Pale Beer - Barley Wine<br />

Medalha de Bronze: Lohn Bier Barley<br />

Wine<br />

Pale Beer - Belgium Style Ale<br />

Vencedora do país: Sunset Brew, com<br />

a Sunset Saison<br />

Pale Beer - Belgium Style Blonde<br />

Vencedora do país: Bierland, com a<br />

Belgian Blond Ale<br />

Medalha de Prata: AlphaBier, com a<br />

Belgian Blond Ale<br />

Pale Beer - Belgium Style Strong<br />

Vencedora do país: Lohn Bier, com a<br />

Quadruppel<br />

Pale Beer - Belgium Style Tripel<br />

Vencedora do país: Wäls, com a Trippel<br />

Pale Beer - Biére De Garde / Saison<br />

Vencedora do país: Canudos Belgian<br />

Saison<br />

Pale Beer - Bitter Over 5%<br />

Vencedora do país: Capapreta, com a<br />

English Pale Ale Extra Special Bitter<br />

Pale Beer - Cream Ales<br />

Vencedora do país: Colorado Murica<br />

Pale Beer - Golden<br />

Vencedora do País: Cervejaria O Motim,<br />

com a Hell de Janeiro Hoppy Lager<br />

Pale Beer - Imperial / Douple IPA<br />

Vencedora do país: Wäls, com a Niobium<br />

Medalha de Ouo: Leuven, com a IPA<br />

Dragon<br />

Pale Beer - Kölsch<br />

Vencedora do país: Eisenbahn: Kölsch<br />

Pale Beer - Pale Ale<br />

Vencedora do país: Ekäut, com a APA<br />

1817<br />

Medalha de Ouro: Wäls Verano<br />

Medalha de Prata: Lohn Bier Pale Ale<br />

Medalha de Bronze: Bohemia 838<br />

Pale Ale<br />

Medalha de Bronze: Colorado Frangó<br />

Pale Beer - Session IPA<br />

Vencedora do país: Colorado Eugênia<br />

Medalha de Ouro: Cevada Pura Session<br />

Tropical IPA<br />

Medalha de Prara: Wäls Session Citra<br />

Speciality - Experimental<br />

Vencedora do país: Maniacs Nitro IPA<br />

Medalha de Ouro: Dádiva 3 Wild<br />

Strong Golden Ale<br />

Medalha de Prata: Lohn Bier Trippel<br />

Speciality - Gluten Free<br />

Vencedora do país: Krug Bier Submissão<br />

133


Speciality - Rye<br />

Vencedora do país: Dama Bier Tupi<br />

Speciality - Flavoured Stout / Porter<br />

Vencedora do país: Ekäut: Coffee<br />

Stout<br />

Medalha de Ouro: Sunset Brew, com<br />

a Sunset Russian Imperial Stout<br />

Speciality - Imperial Stout<br />

Vencedora do país: Colorado, com a<br />

Ithaca<br />

Medalha de Ouro: Bierland Imperial<br />

Stout<br />

Medalha de Prata: Bohemia Stout<br />

Speciality - Stout<br />

Vencedora do país: O Motim, com a<br />

Dubhlinn Irish Dry Stout<br />

Medalha de Ouro: Monka Brewing,<br />

com a Monkey Business Export Stout<br />

Medalha de Prata, com a Brotas Dry Stout<br />

Speciality - Sweet / Milk / Oatmeal<br />

Stout<br />

Vencedora do país: Cevada Pura Oatmeal<br />

Stout<br />

Wheat Beer - Bavarian Hefeweiss<br />

Vencedora do país: Baden Baden<br />

Weiss<br />

Medalha de Ouro: Eisenbahn Weizenbier<br />

Medalha de Prata: Bohemia 14 Weiss<br />

Medalha de Bronze: Hausen Bier Weiss<br />

Medalha de Bronze: Königs Bier Weizen<br />

Wheat Beer - Belgium Style Witbier<br />

Vencedora do país: Búzios, com a Brigitte<br />

Medalha de Ouro: Leuven Witbier<br />

Medalha de Prata: Baden Baden Witbier<br />

Wheat Beer - Strong<br />

Vencedora do país: Eisenbahn Weizenbock<br />

South Beer Cup<br />

Em sua sétima <strong>edição</strong> e conhecido<br />

como a “Copa Libertadores” da Cerveja,<br />

o South Beer Cup foi realizado<br />

no final do primeiro semestre, em em<br />

Mar del Plata, na Argentina. Das 81<br />

medalhas distribuídas, o Brasil faturou<br />

nada menos do que 43!<br />

Em 2017 o concurso recebeu mais de<br />

1.400 amostras de cerveja de toda a<br />

América do Sul, que foram avaliadas<br />

por um time de jurados de renome internacional.<br />

Entre as brasileiras, destaque especial<br />

para a Lohn Bier, que foi considerada a<br />

“Melhor Cervejaria da América do Sul”<br />

pelo número de premiações recebidas.<br />

Na próxima <strong>edição</strong> aproveitaremos<br />

o ensejo do Mondial de La Bière, no<br />

RJ, agora em outubro, para trazer entrevistas<br />

especiais e videoentrevistas<br />

com as cervejarias premiadas nestes<br />

três últimos concursos. Veja a seguir<br />

a lista de brasileiras condecoradas no<br />

South Beer Cup 2017:<br />

Categoria Alternative Fermentables<br />

Medalha de Ouro para a Colorado Appia<br />

Categoria American Ale<br />

Medalha de Prata para Formosa Meretriz<br />

Categoria American India Pale Ale<br />

Medalha de Prata para a Avós, com a<br />

Vó Maria a Baixinha Porreta<br />

Medalha de Bronze para a Ekäut IPA<br />

Categoria American Red Ale<br />

Medalha de Bronze para a Heilige<br />

Double Red Ale<br />

Categoria Belgian/French Ale<br />

Medalha de Prata: Motim Canudos<br />

Categoria Belgian Pale/Blonde Ale<br />

Medalha de Ouro: Gram Bier Pecado<br />

Medalha de Prata: Bierland Belgian<br />

Blond Ale<br />

Medalha de Bronze: Three Monkeys<br />

Categoria Belgian Strong Ale<br />

Medalha de Ouro: Lohn Quadruppel<br />

Medalha de Prata: Wäls Dubbel<br />

Medalha de Bronze: Wäls Trippel<br />

Categoria Bock and Dark Lager<br />

Medalha de Prata: Brotas Schwarzbier<br />

Medalha de Bronze: Coruja Strix<br />

Categoria Brown/Black Ale<br />

Medalha de Prata: Roleta Russa<br />

Categoria Coffee/Chocolate Beer<br />

Medalha de Ouro: Von Borstel Kaffee Bier<br />

Medalha de Bronze: Noi Cioccolato<br />

134


Categoria European Amber Lager<br />

Medalha de Ouro: Formosa <strong>Premium</strong><br />

Lager<br />

Medalha de Prata: Königs Bier Rauchbier<br />

Categoria Fruit Beer<br />

Medalha de Bronze: Königs Sour Mossa<br />

Categoria German Wheat<br />

Medalha de Prata: Dama Bier Weiss<br />

Medalha deBronze: Bierland Weizen<br />

Categoria India Pale Ale<br />

Medalha de Prata: Nói Amara Imperial<br />

IPA<br />

Categoria Irish Ale<br />

Medalha de Prata: Kairós Baleeira<br />

Categoria Light Lager<br />

Medalha de Prata: Cervejaria Santa<br />

Catarina, com a Saint Bier Pilsen<br />

Medalha de Bronze: Cervejaria Avós,<br />

com a Vó Maria e seu Lado Zen<br />

Categoria Light Hybrid Beer<br />

Medalha de Ouro: Mafiosa A Noiva<br />

American Wheat<br />

Medalha de Prata: Redcor Ryequeoparta<br />

Medalha de Bronze:Patrona Game<br />

Over Rye IPA<br />

Categoria Other Ger