*Agosto/2019 - Revista Biomais 34

jota.2016
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NOTAS

GRAFENO PARA BIOCOMBUSTÍVEL

Uma equipe da Universidade de Tsukuba introduziu um novo procedimento

de coleta de energia e moléculas orgânicas de algas usando grafeno

nanoporoso e espumas de grafeno poroso. A inovação tem um grande potencial

para a aplicação de biocombustíveis, vitaminas e produtos químicos mais

limpos, baratos e eficientes. O processo acontece através do desenvolvimento

de um sistema reutilizável que pode evaporar a água a uma taxa elevada sem

a necessidade de centrifugação ou compressão. O método para remover a

água da biomassa de algas não danifica os compostos frágeis a serem colhidos.

Diferentemente de métodos anteriores que dependem de centrifugação

mecânica ou compressão, esta abordagem utiliza irradiação solar e materiais

de suporte nanoestruturados reutilizáveis. Este novo material desenvolvido

protege a biomassa do superaquecimento enquanto captura mais energia do

sol para evaporar a água.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

USINAS NA SÉRVIA

O governo da Sérvia está implementando

um projeto financiado para a construção

de instalações de aquecimento movidas

a biomassa em cidades e municípios. As

usinas de aquecimento a biomassa, cujo

projeto é financiado pelo banco KfW,

deverão ser entregues em 2019 e 2020. Segundo

o diretor do Escritório de Gestão de

Investimentos Públicos, Marko Blagojevic, o

projeto prevê a substituição de caldeiras e a

construção de pequenas usinas de aquecimento

movidas a biomassa, cujo objetivo

é aquecer as instalações públicas. De todas

as fontes de energia renováveis na Sérvia,

a biomassa tem o maior potencial, e o país

aumentará consideravelmente a parcela de

energia que recebe das fontes renováveis

nos próximos anos, graças à biomassa.

BIOGÁS EM ATERROS

O Estado do Rio de Janeiro inaugurou duas usinas de biogás em aterros

sanitários. Localizadas nos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica, o objetivo

das usinas é gerar energia limpa do lixo produzido nos aterros. A expectativa

é que o biogás produzido nas usinas seja comercializado para veículos e

para a indústria. O biogás produzido nas usinas também deverá abastecer a

usina térmica da Gás Verde S.A., empresa responsável pelo empreendimento.

A usina de Seropédica produzirá em torno de 200 mil m3 (metros cúbicos)

diários, sendo 73 milhões de m3 de gás natural renovável. Já a usina de Nova

Iguaçu produzirá 9,5 mil m3 de biogás, que serão responsáveis por gerar até

150 mil MW/h (megawatts/hora) de energia elétrica limpa.

Foto: divulgação

10 www.REVISTABIOMAIS.com.br

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