Relatório_Acidentes Mortais em GIFs 2013.pdf

pyro1973

Relatório encomendado pelo Ministério da Administração Interna (MAI) ao Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais - ADAI/LAETA do
Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade de Coimbra, com o fim de apurar as causas que levaram aos acidentes que provocaram a morte a 9 bombeiros.

Universidade de Coimbra Os Incêndios Florestais de 2013

de 430 mil hectares e 340 mil hectares em 2005, naqueles que são ainda os dois piores anos desde que há

registo em Portugal.

Na Figura 1 mostra‐se um mapa de Portugal Continental com a localização dos incêndios cuja área

foi superior a 10 hectares. Como se pode ver a incidência dos maiores incêndios ocorreu principalmente no

interior norte e centro do País.

Figura 1 – Mapa de Portugal com os perímetros dos principais incêndios florestais ocorridos em Portugal Continental em 2013.

(Fonte ICNF).

Na Figura 2 mostra‐se a evolução diária do número de incêndios e da área ardida em Portugal

Continental, desde 1 de fevereiro até 30 de setembro de 2013. O número diário de incêndios foi inferior a

cem ocorrências por dia até meados de junho, tendo tido depois alguns picos para valores da ordem de 200

ocorrências, estabilizando mais tarde em valores da ordem de 100 ocorrências até o dia 10 de agosto, tendo

a partir desta data disparado para valores superiores a 300 ocorrências diárias, tendo‐se mantido nessa

ordem até 8 de setembro. Com a queda de alguma precipitação nessa data, o número de ocorrências baixou,

tendo voltado a subir ao longo do mês, sem atingir os níveis de agosto e decaindo a partir do dia 20, para

valores residuais.

Os valores da área ardida por dia acompanham em boa medida a evolução anterior. Foram crescendo

desde valores insignificantes, no início do ano, até valores da ordem das centenas de hectares em julho,

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