Views
2 months ago

Revista Apólice #204

capa | XL Catlin

capa | XL Catlin ❙❙Daniela Murias, Aerospace, e Marcelo Zampronha, Client & Distribution Leader ta, resssaltando que enquanto a maioria do poder de decisão das empresas multinacionais do setor de seguros não está no Brasil, na XL Catlin isto não ocorre. No caso da companhia, mais de 80% dos negócios realizados aqui são decididos pelos executivos locais porque a equipe é muito experiente e tem larga autoridade e autonomia para tomar decisões. “As consultas internas a outras unidades têm uma finalidade também de benchmarking, de trazerem novas soluções que já existem fora do País”, explica Rodrigues, destacando outro grande ativo da XL Catlin: a ampla, variada e profunda inteligência de mercado global. “O fato de sermos uma empresa global não serve apenas para levar segurança ao cliente. Há todo um espectro de serviços por trás disso, porque as empresas querem entender como é o padrão de serviços ao redor do mundo”, menciona Zampronha, demonstrando que há a necessidade das empresas brasileiras que operam globalmente saberem, por exemplo, como funcionam as cobranças de impostos na Espanha, ou como funcionam as regras de emissão de apólice na China, ou o que é necessário fazer para garantir a cobertura para um cliente brasileiro no México. 20 Para que tudo isso funcione bem, a equipe interna necessita trabalhar integradamente em nível global e a plataforma de tecnologia operar de forma eficiente, para que seja possível encontrar todas as informações rapidamente. “A nossa identidade visual reflete isso. Uma das nossas propostas centrais de valor é manter a alta tecnologia e a inovação Linha do tempo XL CATLIN ao nosso lado para trabalhar com riscos complexos. Não é possível pensar de maneira tradicional quando se trata de riscos complexos”, ensina Zampronha. O símbolo da empresa, o fast fast forward, mostra que as soluções devem ser tratadas de forma rápida e consistente. “Em uma economia global e que se move cada vez mais rapidamente, não podemos seguir num ritmo dissonante dos nossos clientes”, explica Rodrigues. “Mesmo em grandes riscos, onde a análise tende a ser mais cadenciada e cuidadosa, é preciso atuar em linha com a necessidade do cliente, que é a de responder rapidamente aos seus problemas. Afinal, o seguro é o combustível do empreendedor, e ele não pode secar”, completa Zampronha. O DNA da XL Catlin não é apenas garantir os programas internacionais de empresas que queiram atuar no Brasil, mas também dar suporte às empresas brasileiras que querem ampliar suas operações para fora do país, com soluções de primeira linha. Cultura brasileira Os grandes corretores brasileiros estão seguindo nesta linha de comunicação eletrônica, com visualização dos negócios e troca real time. “Estamos focados nos corretores cujos clientes são as grandes corporações. Eles também

❙❙Ana Paula Boni, Responsabilidade Civil, Mauricio Giuntini, Marine, e Thisiani Martins, Diretoria Técnica estão se modernizando em busca de seu ‘placement’, com negócios colocados centralizadamente, o que tem gerado eficiência para o mercado”, avalia Rodrigues. As empresas continuam contratando os seguros tradicionais. Algumas delas tem aumentado os limites contratados porque as taxas estão mais acessíveis. “O impacto maior está na questão da infraestrutura, os seguros de riscos de engenharia e garantia de performance foram os mais impactados. Os demais continuam tendo crescimento levados pelo aumento da conscientização ou da sinistralidade, como é o caso de linhas financeiras e de D&O. Quem não contratava, passou a contratar, e quem já contratava, passou a pagar mais caro por isso”, explica Rodrigues. O impacto da crise, da desaceleração da economia e do corte de custos pode vir no sentido de piorar a qualidade do risco, com a queda do investimento em proteção. “Estamos muito atentos a isso. Aqui no Brasil possuímos uma estrutura voltada ao gerenciamento do risco dos nossos clientes, que faz a parte de inspeção e recomendação das proteções e mitigações. É preciso que os engenheiros estejam próximos, façam recomendações e verifiquem o cumprimento delas. “Temos este serviço tanto para Responsabilidade Civil quanto para Property e Marine”, esclarece Rodrigues. No fundo, este conjunto de ações acaba agregando economia ao segurado. O seguro de portos, chamado globalmente na XL Catlin de Marine Liabiliy, ainda deve ter um desenvolvimento bastante interessante no futuro próximo. A XL Catlin está investindo forte neste setor porque entende que este segmento do mercado de seguros ainda é incipiente e possui poucos players no Brasil. “O crescimento está sendo grande e aqui não percebemos nenhuma retração. Este é um segmento onde a crise pode claramente se converter em oportunidade”, revela Zampronha. A companhia tem feito constantes investimentos em ampliação de equipe, lançamento de novos produtos e adoção de práticas globais consagradas para a operação brasileira. “Este é um sinal de que o grupo entende o momento de crise no Brasil e continua investindo. Isto é natural em países emergentes com forte capacidade de recuperação, como é o caso do nosso país”, reflete Rodrigues. 21

clique aqui e confira a edição de novembro da revista jrs!
www .planetaseguro.com.br - Revista Seguro Total