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Revista Criticartes 5 Ed

Revista Criticartes - Ano II, nº. 5 - 2016

ENTREVISTA

ENTREVISTA Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 que se faça presente na vida brasileira e mundial por incontáveis anos. Inúmeras antologias foram produzidas a partir de iniciativas de nossos Presidentes, Diretores e Membros, em instâncias Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais. Contudo, somente agora retomou-se a proposta de uma obra, em formato de Coletânea, proposta pelo Imortal Vladimir Cunha Santos, Vice- Presidente da ALB/RS. Em 2015, por ocasião de encontro com um dos Diretores da Editora Alternativa de Porto Alegre, ao participarmos do evento de lançamento de outra antologia pela Alternativa lançada, com preponderância de escritores da ALB/Amazonas, presidida pela escritora, Imortal, Dra. Silvia Carvalho, conseguimos delinear a obra que atenderá integralmente o questionamento levantado pela Revista Criticartes. Trata-se da Coletânea Imortais, de publicação anual, a qual objetiva ampliar a visibilidade dos escritores Membros da ALB. A Coordenação de lançamento da campanha publicitária de adesões elegeu novembro/2016 para difusão do Projeto. Objetiva-se reunir, ano após ano, os aproximados 8.600 Membros, considerando-se 900 jovens ‘escritores potenciais’ identificados por concursos literários escolares ou por indicações de seus professores, fundamentados em trabalhos em sala de aula, no âmbito da Secretaria de Educação do Estado de Roraima, tanto da capital quanto do interior, passando a integrarem, estes jovens, a ALB/Estudantil de Roraima. Projeto este, desenvolvido em conjunto pelas Direções escolares e a Presidência da ALB, dentro das próprias escolas, em atendimento ao Projeto Piloto da ALB. No primeiro volume da Coletânea Imortais, como procedimento usual em antologias, participarão, prioritariamente, Presidentes, escritores Membros e seus convidados, precipuamente aqueles que confirmarem em tempo suas adesões. O volume I contará com não mais de 150 autores, estimandose máximas 300 páginas, com uma tidiscriminadamente, encontrar-se-á, a civilização em seu estágio inicial de fraternidade à sincronicidade de exigência a um viver em comunhão, sob a premissa efetiva e assertiva de serem todos os seres iguais. Os pensamentos, sonhos, filosofias e ideais são o que demais concreto os seres possuem. Todas as conquistas e edificações humanas iniciam nos sonhos e pensamentos. São os escritores, aqueles que mais se exercitam na arte de sonhar e pensar criativamente. Logo, a ALB sonha com a produção de livros, poesias e filmes, com efetivo caráter contributivo à condução da humanidade. A partir de visões claras que possam modificar, para melhor, os sistemas e o próprio Mundo. “O grande sonho da ALB, quando de sua criação, fora reunir os escritores brasileiros em torno de uma entidade que os convida e os incentiva a exporem-se um pouco mais, dedicando parte de suas escritas e competências literárias a possibilidades resolutivas dos grandes problemas Nacionais e Mundiais.” Imprimindo à escrita, um traço útil, de maior frequência com nosso tempo, realidade e mais comprometida com o futuro da Humanidade. Uma escrita Criticoevolucionista ou Criticomaturacional, denotando compromisso e responsabilidade humana, política e social, em comunhão com os sofrimentos e necessidades humanocivilizatórias. Utilizando-se de pequenas contribuições em análises e geração de alternativas sugestivas e criativas à resolução e equação de problematizações conjuntas sociais. Isto, sem perda da escrita que forma, informa, alegra, inspira e sistematiza. Alimenta a criatividade, acalma, distrai e orienta, também indispensáveis ao equilíbrio e sustentação psicoemocional pessoal e social. Criticartes: A ALB possui um repositório literário com as obras dos membros para acesso? Existe esse repositório online? Mário Carabajal: Essa meta compõe também nossos objetivos. Iniciamos esse trabalho. Os autores Membros da ALB enviavam exemplares para o nosso Departamento de Registros Históricos Documentais em Brasília, objetivando-se reunir em uma biblioteca as obras de Membros da ALB. Contudo, após alguns anos, os livros foram doados. A maior possibilidade transformadora de um livro encontra-se em sua disponibilização aos leitores. Assim se fez com todos os livros enviados para o acervo da ALB em Brasília. Atualmente, estuda-se, com um de nossos webdesign do Departamento de Tecnologias da ALB, uma forma facilitada e automática de nossos Membros disponibilizarem suas obras através do Site Oficial da organização. Um mapa mundial deve ser colocado no Site, onde pontos com links apontarão para nossas Seccionais. Ao serem estas acessadas, conduzirão os visitantes à História da Seccional, Diretoria e Membros, seus patronos e obras, inclusive à livraria da ALB, com possibilidades de aquisição das obras. Criticartes: Em linhas gerais, como está o desenvolvimento da produção literária da ALB em todo o país? Existe uma coletânea ou antologia com a produção dos membros de todo o Brasil? Mário Carabajal: Isso já aconteceu ou há previsão? Nas bases da filosofia de fundação da ALB, os sonhos ocupam lugar ímpar, preponderante e de supremacia ao demais. Assim, a produção literária da ALB encontra-se em plena e infinita construção. Sonhando-se com uma academia - 10 - www.revistacriticartes.blogspot.com.br

ENTREVISTA Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 ragem de 10 mil exemplares. Participam, observem-se, Membros da ALB e Convidados. Logo, os Membros que convidem escritores externos à ALB, estarão paralelamente fazendo suas indicações à Cadeiras Vitalícias nas respectivas instâncias de suas residências. Espera-se uma g r a n d e a d e s ã o i n i c i a l p o r Presidentes, Diretores e Membros da ALB. Ainda, em resposta ao questionamento da Revista Criticartes, a ALB acredita que todos os seres, independentemente de suas formações, contem com potenciais latentes, prontos a aflorarem, desde que estimulados, como o faz a escritora Imortal, doutora em Filosofia Univérsica, Pérola Bensabath, ao organizar volumes anuais, em regime de coautoria, revelando centenas de excepcionais escritores, sem perda de maior visibilidade também àqueles já consagrados que participam do Movimento Literário Brasileiro Elos Literários. Ou, como o faz a escritora brasileira, Imortal Apolônia Gastaldi, Presidente da ALB/SC – Ibirama e Microrregional do Alto Vale Itajaí – Presidente do Conselho Estadual da ALB/SC e Membro do Conselho Superior Nacional da ALB, ao lado do Professor Doutor, Miguel Simão, Presidente Fundador daquela Seccional Est adual Autônoma, ao fomentarem, orientar e acompanhar produções solo dos escritores Membros, inclusive de escritores ‘crianças, jovens e adolescentes’. A ALB/SC – Ibirama, presidida pela Imortal Apolônia Gastaldi, pelo terceiro ano seguido, em 2016, promove o Terceiro Encontro de Academias, Escritores e Poetas de Santa Catarina. Ainda, como o faz anualmente o escritor Imortal, Dr. Carlos Venttura, com a obra bilíngue A era das palavras, oportunizando visibilidade internacional àqueles que participam desta belíssima e profícua Coletânea. Não obstante, também o escritor Imortal, Dr. Mauro Demarch tem oportunizado grande visibilidade a escritores novos e consagrados, através da Coletânea Encontro de Escritores, reunindo escritores nacionais e internacionais. Também a ALB/Brasília – DF, sob a presidência da Imortal, Dra. Vânia Diniz, tem produzido anuários e antologias. Agora, busca-se reunir os Membros da ALB na obra que se traduzirá no pensamento da organização, sob o sugestivo título designativo de seus Membros ‘Imortais’, estendendo-se aos escritores ‘Convidados’ por nossos confrades e confreiras. Criticartes: O que é ser um poeta verdadeiramente? Qualquer pessoa que faz versos é um poeta? Mário Carabajal: Em meu ver e entender, sem a pretensão de encerrar a questão, ser poeta, não significa escrever versos bem ou mal. O verso deve expressar sentimento e sensibilidade. Também exige uma mensagem que resulte em evolução do ser, sociedade, humanidade, harmonizando-o com a natureza. “Ser poeta denota uma condição de vida, esta, no comportamento, no humor, na forma encontrada à resolução de problemas. Ser poeta, em minha ‘pretensa’ análise, ultrapassa os limites das palavras, ganhando significado mesmo em um traço, um ângulo, uma curva”. Um pensamento! Uma contemplação! Um simples sorrir ou olhar, puro, com ódio, envergonhado ou de altivez. O poeta pode não ser humano, como um movimento de galhos, folhas ou ondas do mar. Está no som, textura. Necessitando, tais instâncias surreais do ‘Ser Poeta’, serem capitadas e decodificadas em linguagem poética convencional. Ser poeta pode ultrapassar limites e delimitações, regras e convenções. Na poesia a pró- - 11 - pria matéria, astros e animais se comunicam, jamais são sacrificados e até mesmo falam através do autor. Cantos se calam para dar lugar a simples sons em poesias expressos pelo ar. Ser Poeta, humano, de livro na mão, em comunhão com a gramática e academia, sem críticas e ironia, aplausos! O poeta é todo ser que utiliza a forma poética, em versos, observadas a beleza e a estética, para transmitir suas análises da natureza e impressões emocionais, em todo seu esplendor, espanto e admiração, dúvidas e conclusões, alegrias e tristezas, amor e ódio, anseios, medos, saudades... O verdadeiro poeta vive sua poesia. Admiro e respeito muito os poetas, por se fazerem a própria expressão ‘pura, sábia e artística’ da luz do pensamento emotivo humano. No entanto, atrevo-me aconselhá-los serem um pouco menos rigorosos consigo. Isto, por observar-se nos poetas, um desgaste pessoal muito profundo, como resultado de vidas e mentes que se entregam e se consomem pela própria arte poética e exercício reflexivo filosófico. Criticartes: Quais foram os autores que o influenciaram em sua produção literária? Mário Carabajal: Quando criança, eu lia tudo o que encontrava. Mas foi Olavo Bilac, aos 9 anos, por incentivos da professora Margarida, na quarta série, meu primeiro autor. Minha mamãe (Manuela Cacilda), me presentou posteriormente com um dos livros de Bilac. Contudo, só adquiri o hábito de ler, de fato, salvo livros de disciplinas escolares, aos 17 anos, quando no Rio de Janeiro, na Fortaleza de São João, um grande amigo, tenente Moura, convidou-me para organizar a biblioteca dos oficiais. Livros empilhados e empoeirados, onde ‘sozinho’ sentia-me acompanhado por centenas de autores e suas filosofias. Não conseguia colocar um só livro na prateleira, em sua ordem, sem antes aventurar-me em suas páginas. Isto em 1977. O conhecimento e liberdade, propostos pelos livros, fazem com que os leitores acabem por www.revistacriticartes.blogspot.com.br

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