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Revista Criticartes 5 Ed

Revista Criticartes - Ano II, nº. 5 - 2016

Poesia

Poesia Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 Hoje não Lúcia Morais Luanda, Angola @: luciamorais89@hotmail.com E como dizer que acabou? Que o nosso amor terminou? Hoje não, hoje vou lembrar-te Da praia, do céu laranja e do gelado Talvez fiquemos colados aqui no passado. Hoje não, hoje vou mimar-te Para que fique em ti a certeza que foste feliz Pintar uma bela tatuagem, não essa dolorida cicatriz. Hoje não, hoje vou abraçar-te E procurar ficar assim o resto da vida Não há o que enganar eu sei que é batalha perdida. Hoje não, hoje vou beijar-te Para que fique em mim o sabor Porque não alimentaste esse amor? Hoje não, hoje vou amar-te Para que fique gravada a sensação Quem sabe nasce um perdão. Hoje não, hoje vou desculpar-me Para que actos de verdade Possam quem sabe salvar a amizade. Hoje não, hoje vou dizer-te Que ainda podemos dar certo Sim me escutarás se te dizer de coração aberto. Hoje não, não hoje. Sivaldo Cardoso Fontes Estância, SE @: sivaldoopoeta@hotmail.com Estância, terra do amor, Das amizades e das culturas, Dos imigrantes e dos teus filhos leais, Das tuas histórias tradicionais, Dos teus heróis, a coragem e bravura. És símbolo do amor, Das tradições e dos sonhos, Passados, melancólicos, Outros, porém risonhos, Dos que pisaram nesta terra abençoada. És o marco da nossa grande história Do teu passado coberto de glória, De grande valor na nossa Pátria Amada. Pátria dos guerreiros valentes! Das batalhas contra povos desumanos; Lutaste contra os poderes soberanos; Com o desejo de sermos independentes. Teu nome é honrado pelos teus filhos amados, Teu braço sempre foi mais firme e forte. És o valente leão do sul de Sergipe; Tua garra e teu punho, são elos entrelaçados. És força, és energia vital Formoso pelo heroísmo dos teus bravos guerreiros, Pela bondade dos teus filhos hospitaleiros, És infinito! És grande! Estância imortal! Estância berço da cultura! Felizes com a felicidade alheia. - 40 - www.revistacriticartes.blogspot.com.br

Poesia Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 Explosão Sollozo Teresinka Pereira Toledo, Ohio-USA @: tpereira@buckeye-express.com americano* A estrela que explodiu Luminosa e ardente Foi recolhida na Terra E cada átomo foi se instalar No ser humano. Viemos do céu E somos relâmpagos metálicos Permanecendo na Terra Que aprendemos a transformar. Algum dia explodiremos Outra vez E voltaremos para o Universo De onde viemos. Água Leomária Mendes Sobrinho Salvador, BA @: lea.sobrinho@gmail.com A água é essencial Para o banho, Para o ganho. Para energia é crucial. A água é magia sem cor Ao transformar-se em formosura. Muda o volume e a mistura. Não possui cheiro ou odor. A água não deixa marca. Sua sombra depois exala. Dos precipícios à montanha escala. Nenhum espírito abarca. - 41 - Mary Acosta Argentina @: poemasdemary@hotmail.com Cuando América llora Entristecen las lenguas milenarias Ante el curso abierto de la cruel indiferencia. Las flechas del hombre Penetran en el hombro de la sana inocencia, Intentando descartar Fortalezas desposeídas de futuro. Cuando América llora Gime el aire ante múltiples culpables, Que oxidan sus credos Goteados de remordimiento. Ante los altares de Dios Ángeles y demonios se disputan delirantes Como fieras en celo, a la pródiga tierra, La piel del tiempo en la sumisión del día, Y al hombre, como último pájaro Que busca amparo en la cima de la esperanza. Voces de América se arrodillan Sobre la selva hostil y sollozante, Y la humanidad enferma fluye A través de lenguas llagadas de injusticia. Siluetas infernales deforman las batallas, Partiendo suelos con los surcos del hombre. Detrás de vengadores se oculta la muerte Por antiguas revelaciones existenciales, Depredan rostros sin credo Exiliados hacia paralelas razones. América sangra por derrotas diluidas Sobre el cáliz de los delirios. Racimos de dolores, tatúan sus suplicas Frente al destino de pañuelos blancos. El vértice de la torturante quimera Punza olvidos entre los límites, Y brazos multiplicados rodean en cruz La figura de América, Inaugurando rosarios benditos En ofrenda por una aspirada libertad. * Primer premio “Jorge Luis Borges” (George Zanun Editores 2007) Del Libro La Republica de los Tristes. www.revistacriticartes.blogspot.com.br

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