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Estudo produtividade em pdf. - Fesete

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FESETEProdutividade nas

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Gráfico 7Evolução dos custos laborais unitários(%)3,02,01,00,0-1,0-2,0-3,0-4,0-5,0-6,01996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004U.E. 25U.E. 15PortugalGréciaEspanhaIrlandaFonte: EurostatNotas:• Indicador do crescimento dos custos laborais unitários que relaciona os custos laboraisunitários com os níveis de produtividade alcançados, a nível global, ambas as variáveisa preços correntes. De salientar que os custos laborais unitários consideram o empregopor conta de outrém, enquanto que no cálculo da produtividade do trabalho é consideradoo emprego total, incluindo os trabalhadores por conta própria.• Valores provisionais para Irlanda, Espanha e Portugal – ano de 2004Considerando as médias europeias, verifica-se que as taxas de crescimento dos custos laborais unitáriose da produtividade do trabalho são mais próximas do que acontece no caso português. Importa referirque nos casos de Espanha e Irlanda, ao longo do período em análise houve sistematicamente aumentos donível de produtividade superiores aos aumentos dos custos laborais.Comparando com outras economias europeias, o factor trabalho continua a ser menos dispendioso quenos países europeus que pertenciam à União Europeia antes do alargamento de 2004. Contudo, estasituação já não se verifica relativamente aos países do Leste Europeu, quer aqueles que integraram aUnião, quer principalmente Roménia e Bulgária, que se assumem como países de mão-de-obra maisbarata neste momento.Esta concorrência europeia deverá à partida esbater-se ao longo do tempo, à medida que estes países seforem desenvolvendo e aproximando mais das médias europeias. Mais difícil de solucionar será aconcorrência que os países do Norte de África e da Ásia, com a China como principal actor neste campo,continuarão a proporcionar e que torna inviável a concorrência por parte das empresas nacionais combase unicamente nos custos laborais.28

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Como será conclusão recorrente ao longo deste estudo, e como mencionado em vários estudos e análisesrealizados, a estratégia a seguir pelos industriais portugueses tem de se basear em factores distintivos quenão o preço, uma vez que será cada vez mais difícil competir com países que mantém salários muito baixose condições de trabalho que não são compatíveis com os padrões europeus, não respeitando as normasda Organização Internacional do Trabalho (O.I.T.), nem mesmo os direitos humanos consagrados naCarta de Direitos Humanos das Nações Unidas, muitas vezes subscrita por esses mesmos países.Uma questão que também não deve ser negligenciada, pela influência que tem sobre as condições decompetitividade das empresas, tem a ver com o que se poderia designar como enquadramento externo donegócio. As exigências legais e fiscais associadas ao desenvolvimento da actividade das empresas, bemcomo as condições de acesso a matérias subsidiárias, nomeadamente energia, são importantes para odesempenho obtido pelas empresas. A recente evolução do preço do petróleo não pode deixar de seruma condicionante para as empresas, que vêm os seus custos intermédios aumentarem num momento emque a margem de manobra no que concerne a preços praticados é muito baixa, devido à forte concorrência.No que respeita ao mercado internacional, Espanha, França e Alemanha ocupam lugar de destaque emtermos dos destinos das exportações portuguesas. Tem-se, no entanto, verificado na última década umainversão de papéis entre Alemanha e Espanha, assumindo esta última um papel cada vez mais preponderante.De acordo com o Relatório Anual de 2004, do Banco de Portugal, o país vizinho era destino para 16,5%das exportações portuguesas no período 1996 – 2000, mas a previsão para 2004 apontava para 24,9%.França manteve a sua posição, enquanto a Alemanha passou de 19,8% (1996-2000) para 13,5% (previsão2004). Em conjunto, os três países representavam em 2004 52,4% dos destinos das exportações.Paralelamente, são também estes países que constituem os principais fornecedores do país, representandoem 2004, 52,9% das origens das importações, correspondendo 29,3% a bens e serviços oriundos deEspanha.Analisando a estrutura em termos de tipo de bens, interessa destacar a manutenção como principal grandesector exportador das I.T.V.C., que em 2003 representaram 21,6% das exportações e apenas 8% dototal de importações. A este respeito deverá analisar-se também a evolução em 2005 ao nível dasimportações, pois a liberalização total do comércio destes sectores a nível mundial levou a um fortecrescimento das importações de países de custos laborais mais baixos, o que poderá de alguma formaafectar o peso relativo que este sector tinha nas importações até aqui.29

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