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Estudo produtividade em pdf. - Fesete

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FESETEProdutividade nas

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Gráfico 62Qualificações100%80%60%40%20%0%X1 X2 X3 CAE 18 Y4 Y5 CAE 17 Z6 CAE 19Quadros superioresEncarregadosProfissionais QualificadosProfissionais Não QualificadosQuadros médiosProfissionais Altamente QualificadosProfissionais Semi QualificadosPraticantes/AprendizesNota: Valores para as CAE 17, 18 e 19 referem-se a 2002 (Fonte: MTSS, Base de Dados SISED)Uma nota que não pode deixar de ser considerada diz respeito ao Sistema Nacional de Certificação dasQualificações, uma vez que este é um mecanismo que não funciona ainda de forma consistente. Existemmuitas situações de não reconhecimento formal de competências profissionais que foram sendo adquiridasao longo de muitos anos de experiência, e tal traduz-se nos resultados obtidos ao nível dos sectores e dasempresas analisadas.No entanto, é importante ter noção de que estas competências adquiridas via prática são frequentementemuito específicas, por vezes centradas em operações particulares, o que começa a ser insuficiente, dadaa evolução dos sectores, quer do ponto de vista tecnológico, quer organizacional. Neste contexto, aformação contínua assume um papel preponderante, complementando o conhecimento tácito adquiridono posto de trabalho.Relativamente à Formação, todas as empresas realizaram acções de formação em 2004, abrangendodiversas áreas e recorrendo a diferentes fornecedores da mesma.De salientar que todas fazem uma avaliação positiva da formação efectuada, mas nenhuma reconhece queessa formação tenha tido um impacto visível sobre os níveis de produtividade, o que torna premente umaespecial atenção sobre a avaliação dos resultados da formação à posteriori. A designada avaliação denível 4 deverá ser realizada, e com rigor, de modo a que seja possível sensibilizar quer órgãos de gestão,quer trabalhadores para a importância da formação e rectificar aspectos que tenham resultado menosbem nas acções de formação anteriores. Esta avaliação é tanto mais importante se estivermos a falar deacções subsidiadas.70

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Na análise dos resultados, destacam-se as empresas X2 e Z6, por não possuírem uma área organizacionalespecífica dedicada à formação, o que sucede nas outras empresas, incluída nos respectivos departamentosde Recursos Humanos. A empresa X2, centrou a formação em duas áreas específicas – Informática(80%) e Produção, recorrendo para tal aos respectivos fornecedores dos produtos e equipamentos,sendo a única que obteve também alguma formação ao nível da Gestão/Finanças. A empresa de calçado,apostou igualmente na Produção e Informática, tendo privilegiado ainda as áreas da Qualidade e Comercial.No que concerne aos fornecedores da formação, para além da situação de X2, existem duas opçõesdistintas. As duas empresas de maior dimensão e com pessoal com um maior nível de antiguidade, X3 eY5 realizaram sobretudo formação interna, enquanto que as empresas X1, Y4 e Z6 recorreram aoscentros de formação sectoriais.Quadro 13 - Áreas de Formação 2004Gestão/ Finanças 17%Recursos Humanos 17%Qualidade 83%Higiene e Segurança 33%Comercial 67%Marketing 33%Informática 67%Produção 83%Outras 17%O enfoque da formação em 2004 foi para as áreas da Qualidade e da Produção, complementadas poruma aposta nas áreas Informática e Comercial. As duas primeiras muito centradas na fase produtiva, ecertamente muito ligadas a processos de modernização e de inovação que as empresas têm vindo aimplementar. E por esta razão entende-se também a atenção dedicada à Informática, uma vez que associadosa estes processos estão alterações ou adaptações dos sistemas de informação e comunicação utilizados.A aposta na área Comercial pode ter duas interpretações, provavelmente coexistentes nas várias empresas.Os processos de verticalização a jusante obrigam a que as empresas possuam nos seus quadros profissionaisligados à área comercial, o que por vezes é conseguido nestas empresas formando trabalhadores queanteriormente integravam a área produtiva.71

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