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Relatório de Sustentabilidade Medical 2017

Publicado em 25 de abril de 2018

Sinistralidade, 30 As despesas assistenciais assim como as receitas de contraprestações das operadoras têm sido impactadas pela recessão econômica existente no país desde 2014. Em setembro/2017, considerando para o cálculo os 12 meses anteriores, as operadoras de planos de saúde tiveram uma sinistralidade de 84,8%. A sinistralidade mede a relação entre os gastos com assistência médico-hospitalar (eventos cobertos) e a receita de contraprestações da operadora em um determinado período. Em 2017, os contratos coletivos da Medical registraram uma sinistralidade de 90%, já os contratos individuais fecharam com 70%. No geral da carteira houve redução em relação a 2016. Na gestão de custos assistenciais, são adotadas ações como otimização na negociação com fornecedores, criação de pacotes para cirurgias com órtese e prótese, acompanhamento pelo Espaço Saúde a pacientes complexos em domicílio e programas para pacientes crônicos, monitoramento de reinternações, e, para uma prestação de serviço padronizada, implantação de protocolos clínicos na área hospitalar e pronto atendimento. Porém, vale ressaltar a influência da Variação do Custo Médico- Hospitalar (VCMH) que onera a assistência médica acima da inflação geral (IPCA). De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a variação dos custos médico-hospitalares (VCMH) foi de 20,4% para o período de 12 meses, encerrado em dezembro de 2016. A VCMH se manteve superior à variação da inflação geral (IPCA) que foi de 6,3% para o mesmo período*. O índice de reajuste para os planos individuais neste ano de 2017, determinado pela Agência Nacional de Saúde (ANS), foi de 13,55%. Os planos coletivos são reajustados pela análise da sinistralidade. (em milhões) 2015 2016 2017 Despesa assistencial 103,339 114,508 125,372 Receita contraprestações 119,033 131,727 147,436 Sinistralidade 87% 87% 85% Consultas Pronto Atendimento 6% Composição da Despesa Assistencial Outros Terapias procedimentos 5% ambulatoriais 4% Consultas eletivas 18% Exames 20% Internações 47% Fonte: Publicações IESS - 36º edição do Conjuntura Saúde Suplementar e Variação de Custos Médico-Hospitalares ed. Set/17 *Até o fechamento deste relatório não havia atualização da data base 2017 Relatório de Sustentabilidade 2017 30

Produção Assistencial, 31 + 0,7% na quantidade de CONSULTAS ELETIVAS* + 7% na quantidade de EXAMES* - 0,78% na quantidade de INTERNAÇÕES* + 6% na quantidade de CONSULTAS EM PRONTO ATENDIMENTO* 387.692 CONSULTAS ELETIVAS realizadas em 2017 797.666 EXAMES solicitados em 2017 6.190 INTERNAÇÕES em 2017 134.671 CONSULTAS NO PRONTO ATENDIMENTO em 2017 custo médio de R$59,00 por consulta são solicitados em média 2 exames por consulta eletiva com um custo médio de R$68,00 8% dos beneficiários internaram em 2017, com um valor médio de R$9.783,54 por internação. Em 2016, o gasto médio foi de R$8.797,73 62% dos beneficiários utilizaram o pronto atendimento durante o ano de 2017, registrando uma média de 3 consultas médicas por beneficiário utilização de 5 consultas por beneficiário no ano totalizando R$127,00 para cada atendimento em consultório Aumento de 11,% nas contas médicas de internação gasto médio de R$55,00 em cada atendimento *Comparativo com 2016 Relatório de Sustentabilidade 2017 31

Relatório de Sustentabilidade 2017/2018
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