Views
5 years ago

Caderno de Resumos (PDF) - Sociedade Brasileira de Estomatologia

Caderno de Resumos (PDF) - Sociedade Brasileira de Estomatologia

o paciente passou a ser

o paciente passou a ser acompanhado bimensalmente, para verificar a velocidade da reparação óssea e o melhor momento para a retirada do tumor. Depois de 24 meses de proservação houve neoformação da base mandibular e grande parte da área lítica foi preenchida por osso. No entanto a saúde do paciente se agravou e não sendo possível a completa enucleação do tumor, uma vez que o paciente necessita de ambiente hospitalar para tal procedimento. 23-Título: NEOPLASIAS BASALÓIDES DA PARÓTIDA: APRESENTAÇÃO DE 2 CASOS CLÍNICOS Autores: Luiz Alcino Monteiro GUEIROS; Marcelo Brum CORRÊA; Guillermo Martinez MATA; Ricardo Della COLETTA; Márcio Ajudarte LOPES INTRODUÇÃO. Adenoma e adenocarcinoma de células basais de parótida são tumores raros. Muito embora suas características histopatológicas sejam bem estabelecidas, a apresentação clínica destas lesões pode ser variável e tornar difícil a suspeita clínica de malignidade. CASO 1: paciente masculino, 48 anos, procurou o Orocentro – FOP/ Unicamp apresentando aumento de volume assintomático na região parotídea direita com 10 anos de evolução. O paciente foi submetido a uma punção aspirativa por agulha fina (PAAF), e o diagnóstico foi compatível com uma neoplasia de células basalóides (adenoma /adenocarcinoma de células basais ou carcinoma adenóide cístico). A avaliação da peça cirúrgica revelou o diagnóstico de adenocarcinoma de células basais. CASO 2: paciente feminino 39 anos, procurou atendimento no Hospital dos Fornecedores de Cana – Piracicaba/SP, com queixa de aumento de volume em parótida direita com 2 anos de evolução. Foi realizada uma PAAF guiada por ultra-som, com diagnóstico de adenoma pleomorfo. A paciente foi submetida a parotidectomia total e a avaliação da peça cirúrgica estabeleceu o diagnóstico de adenoma de células basais. CONCLUSÕES: O diagnóstico clínico diferencial de lesões benignas e malignas de parótida, embora importante, mostra-se limitado em algumas ocasiões. Lesões de células basalóides são incomuns, e seu comportamento pode ser variável, independente da presença de malignidade. Ressalta-se a importância da PAAF no auxílio do diagnóstico e orientação quanto à conduta terapêutica. 24-Título: SIALOLITÍASE ASSINTOMÁTICA - ATÍPICA, PARA CÁLCULO DE GRANDE PROPORÇÃO: CASO CLÍNICO Autores: Marilia Heffer CANTISANO; Débora Aparecida Vianna SIQUEIRA*; Vitor Marcello de ANDRADE ; Ruth TramontaniRAMOS Sialolitíase representa a obstrução do sistema excretor de uma glândula salivar por elementos calcificados denominados sialolitos ou cálculos, resultantes da estase salivar decorrente de atresia ou irregularidades dos ductos glandulares, que favorecem o alojamento de restos celulares e bacterianos com posterior depósito de minerais. Sua maior incidência na glândula submandibular provavelmente é devido às características anatômicas e fisiológicas da própria glândula cuja saliva é mais alcalina e apresenta maior concentração de cálcio e fósforo além de maior quantidade de mucina. Freqüentemente observa-se relato de dor e tumefação local podendo estar associada a sialodenite. Este trabalho tem por objetivo relatar um caso clínico de sialolitíase desenvolvido em ducto de glândula submandibular do lado esquerdo. Paciente do sexo masculino de 45 anos de idade, leucoderma, compareceu à Clínica de Estomatologia queixando-se de aumento gengival e sangramento do lado direito da boca, com história médica e odontológica sem relevância. Ao exame físico, intrabucal de rotina, além de hiperplasia gengival em rebordo superior direito foi observado aumento de volume no lado esquerdo de assoalho bucal, de limites precisos, consistência firme, mucosa íntegra, coloração normal e assintomático. Radiografias periapical, XV Congresso Brasileiro de Estomatologia 24 oclusal e panorâmica revelaram imagem radiopaca estendendo-se do elemento 34 ao elemento 37 e, posteriormente realizada remoção cirúrgica do sialolito. Podese concluir que as características clínicas e imagens convencionais foram suficientes para elucidação diagnóstica. 25-Título: ADENOCARCINOMA DE CÉLULAS CLARAS EM PALATO Autores: Thaís ACQUAFREDA*; Desirée CAVALCANTI*; Sérgio CURY; Bianca FREO; Décio dos Santos PINTO JUNIOR O adenocarcinoma de células claras é uma neoplasia maligna rara que acomete principalmente glândulas salivares menores em mulheres entre a quinta e a sétima década de vida. Paciente do gênero feminino, 73 anos, leucoderma, procurou o serviço de Estomatologia, queixandose de aumento de volume em palato, impedindo a utilização de prótese, há cerca de um ano. Ao exame intrabucal observou-se presença de lesão mista exofítica e ulcerada na região posterior direita de palato duro, com cerca de 50 mm de diâmetro. Com hipótese diagnóstica de adenocarcinoma e carcinoma mucoepidermóide, foi realizada biópsia incisional e o espécime encaminhado para análise histopatológica. O exame revelou fragmento de neoplasia maligna de origem epitelial arranjada em ninhos e cordões de células com citoplasma claro, núcleo excêntrico, arredondado e hipercromático, cuja forma variava de poligonal a arredondada e que exibiam discreto pleomorfismo. O estroma era formado por tecido conjuntivo denso, exibindo discreto infiltrado inflamatório mononuclear disperso e vasos sangüíneos de tamanhos variados em meio ao tecido. As células claras demonstraram ser ricas em glicogênio, devido a positividade para coloração PAS, mas não para PAS com diastase e imunoreativas apenas para a CK7. Diante do quadro histopatológico, o diagnóstico foi de adenocarcinoma de células claras. A paciente foi encaminhada para tratamento oncológico, onde foi submetida à radioterapia e quimioterapia, com posterior ressecção cirúrgica da lesão. No momento, encontra-se em proservação e apresenta quadro clínico satisfatório. 26-Título: CISTO ODONTOGÊNICO ORTOQUERATINI-ZADO: RELATO DE CASO CLÍNICO Autores: Rodrigo Dias NASCIMENTO; José Roberto SÁ-LIMA; Fernando Vagner RALDI; Maria Aparecida Neves JARDINI; Luiz Eduardo Blumer ROSA Paciente R.G., 28 anos, gênero masculino, leucoderma, apresentou-se com aumento de volume assintomático em mandíbula, na região dos dentes 33, 34 e 35 que, por sua vez, responderam positivamente ao teste térmico de vitalidade. Os exames de imagem revelaram lesão radiolúcida na região de parasínfise e corpo mandibular esquerdo, com deslocamento das raízes dos dentes 33, 34 e 35, além do canal mandibular para a região basilar. O paciente foi submetido à punção aspirativa, cujo resultado foi negativo para líquido, e à biópsia incisional. O material coletado foi enviado a um laboratório de patologia diagnóstica particular, cujo laudo revelou lesão compatível com queratocisto odontogênico. Assim sendo, o paciente foi submetido à cirurgia de enucleação com curetagem marginal, evoluindo sem intercorrências no pós-operatório. O material coletado durante a cirurgia de enucleação foi encaminhado para outro laboratório, especializado em patologia bucal, que verificou tratar-se de lesão cística revestida por epitélio ortoqueratinizado. Tais achados foram, portanto, compatíveis com diagnóstico de cisto odontogênico ortoqueratinizado, retificando o resultado obtido na biópsia incisional. Atualmente, o paciente encontra-se em controle clínico e imageológico há 24 meses, sendo possível verificar a reparação óssea da loja cirúrgica.

27-Título: ODONTOMA COMPLEXO ASSOCIADO A CISTO DENTÍGERO NO SEIO MAXILAR Autores: Marcelo Augusto Oliveira de SALES; Marcelo Gusmão Paraíso CAVALCANTI Transformações císticas em lesões tumorais são relatadas na literatura embora tais condições sejam pouco visíveis clinicamente. Nestas situações, imagens radiográficas são decisórias na avaliação das patologias, tendo a tomografia computadorizada papel crucial no processo de diagnóstico. Paciente T.W, gênero masculino, 31 anos, apresentando ao exame radiográfico panorâmico e periapical massa radiopaca sólida em região de elementos dentários 17 e 18, com extensão para seio maxilar. Ao exame físico não foram observados sinais clínicos e/ou sintomatologia dolorosa, ausência de história médica significativa, aumento de volume vestibular com deformação em fundo de sulco na região de molares superiores direito. Ao exame de TC (imagens axiais, coronais e sagitais), verificou-se imagem hiperdensa extendendo-se de rebordo alveolar a terço médio de seio maxilar, associada à área hipodensa em região superior de seio maxilar, com extensão para assoalho orbitário e seio etmoidal, contendo área hiperdensa focal no seu interior. Baseado nas características radiográficas e no tamanho da lesão foi sugerida a hipótese diagnóstica de lesão fibroóssea benigna (displasia fibrosa, fibroma ossificante). Durante a cirurgia foram visualizadas duas lesões distintas no interior do seio maxilar que foram removidas completamente. O exame histopatológico revelou odontoma complexo associado a um cisto dentígero em seio maxilar esquerdo. São discutidos no presente trabalho os aspectos tomográficos relevantes, bem como o uso de técnicas de computação gráfica como auxiliar para o diagnóstico diferencial. 28-Título: FIBROMA ODONTOGÊNICO CENTRAL TIPO OMS – RELATO DE CASO Autores: Juliana Lucena SCHUSSEL; Paulo Henrique BRAZ- SILVA; Kívia Linhares FERRAZZO; Flávia SUKEKAVA; Élio SHINOHARA Fibroma odontogênico central é uma neoplasia benigna rara, correspondendo a 0,1% dos tumores odontogênicos de maxila e mandíbula. Radiograficamente se assemelha à lesão endodôntica com bordos bem definidos podendo apresentar áreas de radiopacidade mistas. É assintomática, com crescimento lento e expansivo. Pode ser derivada de tecido mesenquimal de origem dentária. O objetivo deste trabalho é relatar um caso desta lesão e ressaltar a importância do diagnóstico diferencial. Paciente do sexo feminino, leucoderma, 54 anos, procurou atendimento com queixa de mobilidade no dente 25. Ao exame intra-oral observou-se coloração normal de mucosa, sem aumento de volume e mobilidade acentuada no dente 25, sem sensibilidade à palpação. O exame radiográfico mostrou extensa perda óssea, do dente 22 ao 26, tendo como limite superior o soalho do seio maxilar. A TC mostrou reabsorção das paredes vestibular e palatina entre os dentes 24 e 26, com comprometimento do soalho de seio maxilar nesta região. Foi realizada biópsia incisional. O exame histopatológico apresentou tecido conjuntivo frouxo com ilhas e cordões de epitélio odontogêncico, positivas para AE1/AE3 na reação de imunoistoquímica.O diagnóstico final foi de fibroma odontogênico central tipo OMS. A remoção total da lesão foi feita juntamente com a extração dos elementos 26 e 27. Em casos de lesões periapicais de origem nãoendodôntica, o fibroma odontogênico central, apesar de raro, deve ser considerado pelo clínico, e confirmado por exame histopatológico, para que o diagnóstico precoce garanta maior sucesso de tratamento. 29-Título: FIBROMAS ORAIS MÚLTIPLOS SUGERINDO SÍNDROME AUTOSSÔMICA DOMINANTE. XV Congresso Brasileiro de Estomatologia 25 Autores: Marcio Augusto de OLIVEIRA*; Janaina Braga MEDINA; Flávia Caló de Aquino XAVIER*; Marina Helena Cury Gallottini de MAGALHÃES; Karem López ORTEGA Paciente DLF, sexo masculino, 22 anos de idade, raça branca, buscou atendimento odontológico para diagnóstico e tratamento de lesões em lábio inferior. Na anamnese relatou tireoidectomia aos 15 anos de idade, em decorrência de tumor maligno. A história familar revelou ocorrência de neoplasia maligna de tireóide no pai. Ao exame físico extrabucal verificamos a presença de macrocefalia e lesões papulomatosas em face, predominantemente na região perinasal. O lábio inferior apresentava diversas pápulas de pequenas dimensões que por vezes confluíam assumindo um aspecto de placa pouco elevada. O exame físico intrabucal evidenciou inúmeras pápulas esbranquiçadas em dorso de língua e gengiva marginal e inserida. Em mucosa jugal bilateral estavam presentes placas nodulares róseas com cerca de 2 cm de extensão. Foram realizadas biópsias em três regiões diferentes: lábio, mucosa jugal e gengiva inserida. As características histológicas revelaram fragmento de mucosa revestido por epitélio pavimentoso estratificado hiperparaqueratinizado, exibindo superfície papilomatosa e exuberante acantose. A história médica, as características clínicas e o aspecto histológico das lesões de boca sugerem o diagnóstico de síndrome de Cowden. 30-Título: PÁPULA FIBROSA EM GENGIVA Autores: Patricia Leite de Godoi Adachi RICARDO*; Cesário Antônio DUARTE; Décio dos Santos PINTO JÚNIOR O fibroma odontogênico periférico é uma lesão incomum que faz parte do grupo de tumores odontogênicos derivados do ectomesênquima, considerado a contraparte nos tecidos moles do fibroma odontogênico central (intra-ósseo). Clinicamente apresenta-se como uma massa gengival firme que não pode ser diferenciada de outras lesões gengivais fibrosas mais comuns. O presente trabalho relata o caso de um homem de 50 anos, leucoderma que apresentou uma lesão papular localizada em região interpapilar dos dentes 11 e 12. As hipóteses clínicas foram de granuloma periférico de células gigantes x fibroma ossificante periférico x granuloma piogênico. Ao exame histopatológico a lesão consistia em feixes entrelaçados de tecido conjuntivo denso bastante celularizado. De permeio a este tecido observaram-se ilhas e cordões de epitélio odontogênico além de material calcificado semelhante à dentina. Foram realizadas reações de imunoistoquímica para citoqueratinas AE 1/3 com marcação positiva nas ilhas epiteliais. Diante destes dados o diagnóstico foi de fibroma odontogênico periférico. O tratamento para este tipo de lesão consiste em excisão cirúrgica e o prognóstico é favorável. 31-Título: NEUROMA TRAUMÁTICO ASSOCIADO A CÉLULAS GANGLIONARES MATURAS (PSEUDOGAN-GLIONEUROMA) DA CAVIDADE ORAL. Autores: Michele Gassen KELLERMANN*; Mario Jose Gonzalez Sobrinho ROMAÑACH ; Lucielma Salmito Soares PINTO; Ricardo Della COLETTA; Jorge Jacks JUNIOR O neuroma traumático é uma lesão não neoplásica derivada de tecido nervoso, que se desenvolve após um trauma ou cirurgia. Apresenta-se clinicamente como nódulo de superfície plana, geralmente associado à dor ou parestesia. Os locais mais afetados são a mucosa labial, língua e área do forame mentoniano. O tumor consiste em uma proliferação desorganizada de feixes nervosos dentro de um estroma de tecido conjuntivo fibroso. A associação com células ganglionares maturas é pouco freqüente, sendo assim denominado de pseudoganglioneuroma. Relatamos o caso de uma paciente do sexo feminino, 42 anos de idade, que apresentava um aumento de volume solitário e dolorido na

TEP 2011 - Sociedade Brasileira de Pediatria
Nov-Dez - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
TEP 2010 - Sociedade Brasileira de Pediatria
Download da versão PDF - Sociedade Brasileira de Cirurgia ...
Mai-Jun - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Português - Sociedade Brasileira de Hepatologia
Set-Out - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Set-Out - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Jan-Fev - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
RJ - 66 Congresso Brasileiro de Cardiologia - Sociedade Brasileira ...
Panorama doloroso no estado do Rio - Sociedade Brasileira de ...
Jul-Ago - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Download da versão PDF - Sociedade Brasileira de Cirurgia ...
Nov-Dez - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Nov/Dez - Sociedade Brasileira de Reumatologia
to download PDF in portuguese - Sociedade Brasileira de ...
JORNAL BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA - Sociedade Brasileira ...
caderno de resumo ii simpósio de história do maranhão oitocentista
Caderno de resumos - Faculdade de Ciências Sociais - UFG
Download da versão PDF - Sociedade Brasileira de Cirurgia ...
Vacinação em - Sociedade Brasileira de Hepatologia
Osteoartrite - Sociedade Brasileira de Reumatologia
1989 - Sociedade Brasileira de Psicologia
Boletim SBH Abril/2013 - Sociedade Brasileira de Hepatologia
Cirrose biliar primária - Sociedade Brasileira de Hepatologia
GED Rev Suplemento Hepatotoxicidade - Sociedade Brasileira de ...
de nutrição em pediatria - Sociedade Brasileira de Pediatria
Mai-Jun - Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Mai/Jun - Sociedade Brasileira de Oftalmologia