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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

Os prazos a cumprir eram

Os prazos a cumprir eram exíguos. Um na Faculdade, outros para o trabalho, além do que os horários há tempos atrás, em uma residência eram cumpridos rigorosamente. Almoço, lanche da tarde, jantar e uma pequena ceia a noite. A rouparia, para lavar e passar era enorme. As Lavanderias prestadoras de serviço já existiam, mas a premência de entrega, por vezes não satisfaziam a necessidade, e em casa tinha que ser solucionado. E no tanque. Não existia máquina de lavar. O Ney Francisco, contava que muitas vezes, viu a Emília no tanque lavando muita roupa, mas feliz e satisfeita e cantarolando uma música assim: “Canta vagabundo, a tua desilusão, Canta a tua mágoa pelo mundo, Faz da tua dor, uma canção. Pra que chorar? Pra que, pra que? Se o nosso pranto ninguém vê, Se choras por alguém que não te quer, Esquece por favor, esta mulher, E vai cantando vagabundo, Atrás de um outro amor qualquer. Pra que chorar? Pra que, pra que? Se o nosso pranto ninguém vê, Se choras por alguém que não te quer, Esquece por favor, esta mulher, E vai cantando vagabundo, Atrás de um outro amor qualquer. E vai cantando vagabundo, Atrás de um outro amor qualquer”. Ouça o Áudio ... Áudio gravado por Fernandinho Lapagesse Depois de lavada a roupa, quem se encarregava de passá-las eram a D. Zezinha, e também a Conceição. Ela chegou a trabalhar na casa de meus pais, na época que moravam na Santa Luiza numero 43, minha mãe

que contou. Eu a conheci já quando trabalhava na casa da Avó Maricota. Então, essa simples recordação, é uma singela homenagem àquelas Era uma senhora mineira simpática, e sempre que passava em frente ao noventa, falava comigo quando estava na janela. E sempre perguntava e o Nilson? Está Bom? Gosto tanto do Nilson. Tinha sido um pouco babá do Nilson, quando pequeno. pessoas que foram o esteio do tio Antônio e da Avó Maricota, para que a logística, permitisse o funcionamento da engrenagem, a fim de atender a demanda “daquela turma” que tinha à tempo e à hora condições de participar do estudo, trabalho e lazer sempre com tudo a contento.

Almanaque nº 1
Peripecias 11
Peripécias 12