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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

O CAVALINHO DE NATAL

O CAVALINHO DE NATAL Colaboração: José Francisco No Natal de 1942, ganhei de Papai Noel esse cavalinho de balanço. Quando fiz dois anos, em 1943, ganhei do meu tio e padrinho Izaias, o outro maior que era de gesso. O maior tinha rodinhas e andava, quando empurrado ou puxado e o menor só balançava. prestados. Mas o(a) bisneto (a) que chegar, o terá de presente. Na foto abaixo, Ana Paula Este ano, o de balanço faz 75 anos. Tendo sido usado por mim, por muitos sobrinhos, primos e pelos meus filhos e netos. Nesta outra o Luiz Marcelo. Nessa foto que estou com brinquedos, tinha 2 anos. O de Gesso quebrou depois de meus filhos, o usarem bastante. Mas o de madeira, levou um reforço de madeira por dentro, que preguei, após tirar o molde e mandar serrar numa carpintaria. Minha sobrinha neta Maria Luiza, teve oportunidade de balançar no cavalinho, quando aqui esteve. Agora ele está praticamente de repouso. Afinal são 75 anos de serviços

Antônio Alves Corrêa Netto - Dentista Antoninho concluiu, em 12 de dezembro de 1933, o curso de “Ciências e Letras” (atual 2º grau) no Colégio Pio Americano, onde foi aluno de Cândido Jucá Filho, que veio a ser mais tarde seu cunhado. Quando foram morar na a Rua Oswaldo Cruz, número 28, no bairro de Icaraí, entrou para a Faculdade Fluminense de Odontologia em Niterói e nessa época Antoninho dividia o quarto com Nilson, 11 anos mais novo. Ele ia, cheio de sono, mas ia. Nilson nunca o delatou, mas tinha desconfiança que o pai sabia de tudo, embora nunca tivesse falado nada a respeito. Antoninho formou-se em Odontologia, com 23 anos em 22 de dezembro de 1936 e já estava casado. Por volta de meia noite ele pulava a janela, para ir para o Cassino Icaraí e o Nilson fechava a janela. Não abriam a porta do quarto. De madrugada, por volta das 5 da manhã, ele batia na janela, o Nilson abria e ele ia dormir, mas por volta das 6 horas da manhã o pai o acordava e dizendo: “está na hora de levantar para ir para a Faculdade”. Na rua Santa Luíza, montou um consultório dentário na frente da casa e seu irmão Nilson era seu ajudante e protético. Mudou-se em 1944 para Itajubá e apresentou-se como voluntário para a Guerra, ingressando então como tenente para o corpo de saúde do Exército, na Fábrica de Armas de Itajubá, retornando para o Rio de Janeiro em 1956. Em 1961 foi transferido para Brasília onde ficou até 1971.

Almanaque nº 1