Views
10 months ago

REVISTA_DO_INSTITUTO_GEOGRAFICO_E_HISTOR

Sampaio, que também

Sampaio, que também exerciam a atividade e professor com a “vida de consulto”. Na representação afirmou que “[...] O Direito Patrio não he, Senhor, e nem deve ser monopólio do jurista”. Com quinze meses de salários atrasados, Portella, natural de Lisboa, vivia numa cidade “[...] em que não tem hum só parente, e amigos muito poucos”. 5 Em meio a sua batalha “[...] O medo que o actual Governador D. Fernando José de Portugal mostra sem disfarce ter de todo o homem constituído em dignidade, e com jurisdição, dá ansa (sic) a estes despotas para opprimirem o Povo de V.A. e qualquer capitão mor, ou Ministro he hum régulo insubordinado á Lei, e á razão”. 6 Após combater os “novos despotismos” na capitania da Bahia, Gonçalo Vicente Portella retornaria para Portugal em fins de maio de 1822, na galera São Gualter, junto com o Major Antonio José Ozório da Fonseca de Pina Leitão. 7 O nome de Diogo Soares da Silva Bivar também aparece ligado a Idade d’Ouro, pois Inocêncio da Silva afirmou que “Ouvi que fora por muito tempo redactor juntamente com o P. Ignacio José de Macedo, da Idade d’Ouro”. 8 É possível que Bivar, eventualmente, tenha colaborado com o periódico, mas preso no forte do Barbalho, dificilmente poderia ser o editor ou redator de um jornal, conforme Berbert de Castro já observara. Bivar tomou parte, não obstante, na redação da revista As Variedades, considerada a primeira do Brasil, publicada em 1812. Diogo Soares da Silva e Bivar era conhecido pedreiro-livre, 9 havendo criado a 13 de maio de 1802, na Vila de Abrantes, em Portugal, a Sociedade Tubuciana. 10 O prestígio de Bivar seria, contudo, minado 5 AHU, Bahia, Catálogo Eduardo Castro. Cx.110, Docs. 21572-21574. 6 Idem. 7 Diario do Governo, n. 126. Quinta-feira, 30 de maio de 1822. Lisboa: Imprensa Nacional, p. 2. 8 SILVA, Innocencio Francisco da. Diccionario Bibliographico Portuguez. Lisboa: Imprensa Nacional, 1860, Tomo II, p. 175-176. Ver também, Tomo IX, 1870, p. 129-130. 9 MARQUES, A. H. de Oliveira. História da maçonaria em Portugal. Das origens ao triunfo. Lisboa: Editorial Presença, 1990, Vol. 1, p. 351. 10 Supplemento à Gazeta de Lisboa n. XXXIII. Sexta-feira 20 de agosto de 1802. p.3 e 4. Havendo-se estabelecido na Villa de Abrantes huma Sociedade Litteraria, denominada Tubuciana, a diligencias de Diogo Soares da Silva e Bivar, pessoa bem conhecida da mesma Villa, a qual fez a sua abertura no dia 13 de Maio de 1802, por ser o dos 224 | Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013

após a invasão napoleônica, pelo auxílio que prestou as tropas de Junot. O cronista José Acursio das Neves registrou que no dia 24 de novembro de 1807 entrou Junot em Abrantes com seu exército, ordenando [...] imediatamente ao juiz de fora José Macedo Ferreira Pinto que lhe fizesse aprontar 12 mil rações e 12 mil pares de sapatos, com a cominação de impor uma contribuição à terra de 300 mil cruzados novos, e o tratou tão asperamente que este digno magistrado logo na noite seguinte evitou com a fuga os resultados que podiam seguir-se. Ficando vago por este motivo aquele emprego, Junot, depois que tomou o governo do reino, o conferiu a um moço [Diogo Soares de Bivar], filho da mesma terra, que se não tinha habilitado nem frequentado as aulas da Universidade, querendo por esta forma mostrar-se agradecido a seu pai, Rodrigo Soares de Bivar, em cuja casa se aquartelara, pelas grandes despesas que fez na sua hospedagem. Até para o vestir lhe deu camisas! 11 Acursio das Neves pode ser assinalado como um cronista parcial e de pouco rigor, mas, afastado o perigo de invasão francesa, a denúncia contra Bivar tramitou sob a acusação de crime de inconfidência. 12 Seu Annos de S. A. R. Q Principe Regente N. S.; e tendo a mesma Sociedade formado hum Plano de Estatutos para o seu bom regime e governo económico, foi S.A. R. servido, por Aviso de 31 de Julho, dito, expedido pela sua Secretaria d’Estado dos Negócios da Real Fazenda, não só dar lhe a sua Regia Approvação, mas ordenar que se possa fazer público por meio do Prelo. O mesmo Senhor foi servido, por Decreto de 21 de Julho dito, fazer mercê ao referido Diogo Soares da Silva e Bivar do Habito da Ordem de Christo,em attenção aos muitos e relevantes serviços feitos por seu Pai Rodrigo Soares da Silva e Bivar, tanto na Guerra de 1762, como na próxima passada. GUER- RA, Luís Bivar. “A Academia Tubuciana e os seus membros”. In: A historiografia portuguesa anterior a Herculano, Academia Portuguesa da História, Lisboa, 1977, p. 463-490. Programma da Sociedade Litteraria Tubucciana de 15 de Janeiro de 1803 / [Diogo Soares da Silva e Bivar]. Lisboa : Regia Off. Typ., 1803. 11 NEVES, José Acúrcio das. História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal. Lisboa: na Off. de Simão Thaddeo Ferreira, 1810-1811. Tomo I, cap. XVI. 12 Arquivo Nacional no Rio de Janeiro. Secretaria de Estado do Ministério do Reino. Fundo: Negócios de Portugal (n. 59), Caixa 659, pacote 01 (1782-1809) Certidão de Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013 | 225

  • Page 1 and 2:

    ISSN 1516-344x REVISTA DO INSTITUTO

  • Page 3 and 4:

    REVISTA DO INSTITUTO GEOGRÁFICO E

  • Page 6:

    © 2013 Instituto Geográfico e His

  • Page 10 and 11:

    Édison Carneiro and Ruth Landes Au

  • Page 12:

    GALERIA DE FOTOGRAFIAS 337 ESPAÇO

  • Page 16 and 17:

    levantamento dos elementos e caract

  • Page 18 and 19:

    Paulo Lachenmayer, OSB, abordando a

  • Page 23 and 24:

    Aproximações entre as crônicas m

  • Page 25 and 26:

    começo de uma nova configuração

  • Page 27 and 28:

    O modo de vida e a palavra de São

  • Page 29 and 30:

    A crônica no Mosteiro de São Bent

  • Page 31 and 32:

    Todos os fólios são rubricados no

  • Page 33 and 34:

    Os paes e sobretudo as mães aponta

  • Page 35 and 36:

    cronologia do livro é apresentada

  • Page 37 and 38:

    si, que não querem confessar que n

  • Page 39 and 40:

    O maestro Sílvio Barbato e o últi

  • Page 41 and 42:

    ça, magistralmente apresentadas pe

  • Page 43 and 44:

    poeta, também brasiliense, Renato

  • Page 45:

    em: http://www.cultura.gov.br/site/

  • Page 48 and 49:

    Há algum tempo venho fazendo uma r

  • Page 50 and 51:

    Isto é uma definição de polític

  • Page 52 and 53:

    Na nossa história tem o registro d

  • Page 55 and 56:

    O II Congresso Afro-Brasileiro e a

  • Page 57 and 58:

    Um aspecto pioneiro no Congresso, c

  • Page 59 and 60:

    mandei buscar, a tradução e a ort

  • Page 61 and 62:

    chave. Em 1935, viajou com Carneiro

  • Page 63 and 64:

    Quando se avalia a inclusão de tai

  • Page 65 and 66:

    epresentativos das melhores qualida

  • Page 67 and 68:

    Depois, em 1938, esteve na Bahia a

  • Page 69 and 70:

    Iniciada, muito cedo, Aninha, depoi

  • Page 71 and 72:

    trabalho sobre os quitutes trazidos

  • Page 73 and 74:

    da cita argumentos de Aninha no seu

  • Page 75 and 76:

    no Taboão e na Baixa dos Sapateiro

  • Page 77 and 78:

    Édison Carneiro and Ruth Landes Au

  • Page 79 and 80:

    O apoio de Carneiro ao longo da car

  • Page 81 and 82:

    zer rebeliões contra o governo rac

  • Page 83 and 84:

    ção democrática” ensaios e teo

  • Page 85 and 86:

    incorpora suas ideias do matriarcad

  • Page 87 and 88:

    mundo moderno” (Cole 2003: 91*).

  • Page 89 and 90:

    triarcado também; num artigo de 19

  • Page 91 and 92:

    como uma boa autoridade e colega, e

  • Page 93 and 94:

    contato intelectual” em vez de se

  • Page 95 and 96:

    a Landes de criar um produto final

  • Page 97 and 98:

    dioso e escritor... o fato era que

  • Page 99 and 100:

    na tradição Nagô e nos terreiros

  • Page 101 and 102:

    Carneiro, Édison. Religiões Negra

  • Page 103 and 104:

    Price, David H. Threatening Anthrop

  • Page 105 and 106:

    Acessado no National Anthropologica

  • Page 107 and 108:

    Maria Quitéria nas palavras de Mar

  • Page 109 and 110:

    era chamada Maria, e não Mary como

  • Page 111 and 112:

    A tela de 1920, de Domenico Failutt

  • Page 113 and 114:

    Foi o 95 th Rifles que continuou o

  • Page 115 and 116:

    foram capturados. Quem sabe, o Bake

  • Page 117 and 118:

    Detalhe do Baker com a Coroa Imperi

  • Page 119:

    SIQUEIRA, Vera Beatriz et alii. Cas

  • Page 122 and 123:

    impulsionados pela crescente e indi

  • Page 124 and 125:

    opeia [...]. Sem dúvida a mais ric

  • Page 126 and 127:

    cunvizinhança. Economicamente, o d

  • Page 128 and 129:

    essa sim definitiva, que, infelizme

  • Page 130 and 131:

    Notadamente, no caso da vila de Cac

  • Page 132 and 133:

    XIX, estes sofreram e ainda sofrem

  • Page 134 and 135:

    que a contaminao, foi ultimamente o

  • Page 136 and 137:

    suas agoas. O prejuízo público qu

  • Page 138 and 139:

    De igual modo, pode ser observado e

  • Page 140 and 141:

    GOMES, Fernando; MONTEIRO, Márcia.

  • Page 142 and 143:

    The attack of Nassau to the Recônc

  • Page 144 and 145:

    D. Pedro da Silva de Sampaio, 5 out

  • Page 146 and 147:

    conjunto, sendo necessário, portan

  • Page 148 and 149:

    seja, fugiram derrotados para Perna

  • Page 150 and 151:

    Clero Com / procissoes na See, e la

  • Page 152 and 153:

    DOCUMENTO 2 - Cod. CXVI/ 2-3 a fol.

  • Page 154 and 155:

    nouas cabeças ou Inda de passar a

  • Page 156 and 157:

    DOCUMENTO 3 - Cod. CXVI/ 2-3 a fol.

  • Page 158 and 159:

    agradeseo muito o tornarem em sy; n

  • Page 160 and 161:

    muita Comtta; ficamos Senhores do c

  • Page 162 and 163:

    por Certidão / De como não oue (s

  • Page 165 and 166:

    Irmão Paulo Lachenmayer, OSB: A ar

  • Page 167 and 168:

    UFBA, a capa da primeira edição d

  • Page 169 and 170:

    de São Bento. Passei a ter em mão

  • Page 171 and 172:

    movimento católico patrocinou uma

  • Page 173 and 174: Prevaleceu a hierarquia, e Irmão P
  • Page 175 and 176: O monge alemão também prestou ser
  • Page 177 and 178: O pioneirismo da TV Itapoan Sérgio
  • Page 179 and 180: Canal 6, e a TV Jornal do Commérci
  • Page 181 and 182: A Bahia passa a integrar hoje [19/1
  • Page 183 and 184: O canal baiano, além de alterar co
  • Page 185 and 186: forasteiro, um desses migrantes que
  • Page 187 and 188: De outra feita, uma garota-propagan
  • Page 189 and 190: Desenvolvendo um forte trabalho de
  • Page 191 and 192: audiência voltar a ser a segunda m
  • Page 193: chega a 250, dos 417 municípios ba
  • Page 197 and 198: Rumo ao bicentenário do Dois de Ju
  • Page 199 and 200: na autorização do IGHB para que a
  • Page 201 and 202: O Dois de Julho: A imprensa como pr
  • Page 203 and 204: ção de uma Junta Provisória de G
  • Page 205 and 206: cavo e nos subúrbios distantes. Os
  • Page 207 and 208: lhos de europeus. Baianos eram, nes
  • Page 209 and 210: O Independente Constitucional era t
  • Page 211 and 212: que era homem ocupadíssimo, reclam
  • Page 213 and 214: o Idade D’ Ouro do Brasil por con
  • Page 215 and 216: nominava de aristocrática e democr
  • Page 217: sem periodicidade que circulavam um
  • Page 220 and 221: Na primeira página do meu texto es
  • Page 222 and 223: and intellectual life in the Captai
  • Page 226 and 227: castigo foi o degredo na região do
  • Page 228 and 229: ciudad de Bahia se instaló tambien
  • Page 230 and 231: do ainda permanecia subordinado aos
  • Page 232 and 233: e Silva, a quem conheceu na Bahia.
  • Page 234 and 235: Sua história literária se inicia
  • Page 236 and 237: primeira, uma carta destinada a D.
  • Page 238 and 239: jão felizes”. 48 O próprio Mace
  • Page 240 and 241: zitana e editor de textos clássico
  • Page 242 and 243: os erros na administração colonia
  • Page 244 and 245: nascer nobre para ter infatuações
  • Page 246 and 247: Ora, o Sr. Hypolito anda ha muitos
  • Page 248 and 249: io, e deixando facécias; que fez L
  • Page 250 and 251: juramento que haviamos dado de nos
  • Page 252 and 253: do Rio de Janeiro à Bahia por Jos
  • Page 254 and 255: cos, e aquelle vasto Continente nã
  • Page 256 and 257: As tesouras censorias de 1828 e a g
  • Page 258 and 259: Tive a sorte de encontrar o “Velh
  • Page 260 and 261: Quem me conhece sabe que eu fui par
  • Page 262 and 263: de Macedo, ou Colleção do Velho L
  • Page 264 and 265: The pedagogy of order in Bahia - tr
  • Page 266 and 267: AHU datados de 1802, encontram-se e
  • Page 268 and 269: Razão” o que na verdade cooperou
  • Page 270 and 271: Ao se queixar ao Imperador (a 14 de
  • Page 272 and 273: legitimados na mesma ocasião que V
  • Page 274 and 275:

    do o cargo de Corte Imperial na Tip

  • Page 276 and 277:

    ceto uma curiosa menção a um moti

  • Page 278 and 279:

    dem [maçônica?], mormente dos que

  • Page 280 and 281:

    Jamais deveremos consentir, que as

  • Page 282 and 283:

    Contudo, dias depois, 29 Vicente Mo

  • Page 284 and 285:

    Apesar de oriunda da pena de outra

  • Page 286 and 287:

    . N. 13, 26 de março de 1824. Disp

  • Page 289:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 292 and 293:

    ção, bafejada por ares republican

  • Page 295 and 296:

    Bernardino José de Sousa Arno Wehl

  • Page 297 and 298:

    minação definitiva. As variaçõe

  • Page 299 and 300:

    fora posta em prática por Gilberto

  • Page 301:

    a “Casa da Memória Nacional” o

  • Page 304 and 305:

    O Instituto disseminou a Atualizaç

  • Page 306 and 307:

    Compôs o quadro reputacional de v

  • Page 308 and 309:

    de nos legar uma coleção de artig

  • Page 310 and 311:

    versidade Federal da Bahia, em 1946

  • Page 312 and 313:

    culdade de Direito, no verde campus

  • Page 315 and 316:

    Décimo primeiro presidente Mons. M

  • Page 317 and 318:

    Pároco de brotas Durante dois anos

  • Page 319 and 320:

    terceiro centenário da proclamaç

  • Page 321 and 322:

    Posteriormente, figurou, como repre

  • Page 323 and 324:

    Da sua vida acadêmica merecem regi

  • Page 325 and 326:

    Foram poucos os historiadores que,

  • Page 327 and 328:

    A ermida pequenina e branca, erguid

  • Page 329:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 332 and 333:

    243-274, 1976-77 BARBOSA, Manoel de

  • Page 335:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 338 and 339:

    Monsenhor Barbosa na solenidade de

  • Page 341:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 344 and 345:

    por uma onda de corrupção incontr

  • Page 347 and 348:

    Relatório da Biblioteca Ruy Barbos

  • Page 349:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 352 and 353:

    Junho 28 - Mesa Redonda “A Impren

  • Page 355:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 358 and 359:

    Efetivos Adélia Maria Marelim Adem

  • Page 360 and 361:

    João Bosco Soares dos Santos João

  • Page 362 and 363:

    Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti Ve

  • Page 364 and 365:

    Fátima Alves Tostes Fernando Abott

  • Page 367:

    Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 15-

  • Page 370 and 371:

    sugeridas pelos Pareceristas, só s

  • Page 372 and 373:

    das fontes. Citações - Devem ser

  • Page 374 and 375:

    Disponível em: . Acesso em: 14 ago

  • Page 377:

    Aquisição de exemplares e endere

2016-05-29_a_tarde
o-jornal-da-cidade-online-edicao-05-2014
o-jornal-da-cidade-online-edicao-03-2014
2016-05-30_a_tarde
Um serviço de doações que não beneficia quem precisa e repassa
Folha CIDADE BAIXA.indd - Jornal Folha Cidade Baixa
Desastre: fogo consome Parque da Chapada Diamantina Confusão ...
clique aqui para ver a matéria no jornal da metrópole - Metro1
Texas - GUIA DE TURISMO - Personal Brasil Turismo
O que é aço doce? Salvador - Bahia Vem aí o ... - Villares Metals
2013 15 anos - Fundação Cultural do Estado da Bahia
I Os donos da história - Fundação Biblioteca Nacional
FBPoliticasCulturais_Cidades
Prefeito restaura censura em Salvador - Revista Metrópole
Flash Campinas 45