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do ainda permanecia

do ainda permanecia subordinado aos interesses metropolitanos nos anos que se seguiram. Diverge também de Macedo que qualificou de “sublime graça” a instalação da tipografia e a criação da biblioteca com doações particulares. Hipólito considerou que “[...] Estamos no caso de um ladrão de estrada que rouba ao passageiro todo o seu dinheiro e depois dá-lhe pequena porção, e diz-lhe que lhe faz um favor. Não há tal... Chamar a isto graça sublime é insultar a razão e o senso comum”. 21 Macedo respondeu “[...] com a modestia possivel àquelle Campeão da Liberdade, que depois se converteo em catavento”, que a causa dos problemas do Brasil não era o governo dos capitães generais, mas “[...] a má Economia Politica, e ruim Administração da Justiça”. Macedo ainda afirmara que os governadores da Bahia eram “todos limpos de mão”, mas que o Brasil experimentava o “Depotismo dos Ministros”, concluindo que “[...] o tal Hippolyto percebeo a força do argumento; e não vociferou mais contra o Governo Militar, como causador das dilapidações e Despotismos do Brazil”. 22 O fato é que a controvérsia entre Hipólito e Macedo ocorreu ainda em 1811. Isto posto, a crer na afirmação de O Velho Liberal do Douro, fica confirmada a primazia do Padre Macedo na redação da Idade d’Ouro, desde seu primeiro ano de funcionamento, sublinhado a colaboração eventual de um ou outro intelectual nesse periódico. Mas quem foi, então, o Padre Ignacio José de Macedo? O Velho Liberal do Douro, além de outras fontes, permitem reconstruir aspectos da biografia do primeiro jornalista da Bahia, desde a infância até sua morte em fevereiro de 1834. Nascido no Porto em 1774, Ignacio de Macedo seguiu para a Bahia em 1782, contando, então, oito anos de idade. 23 Pouco se conhece de suas origens familiares, mas Macedo se refere a Duarte Ribeiro de Macedo (Lisboa, 1618 – Alicante, 1680) como “nosso mui prezado tio”, indicando possível ligação familiar em relação ao magistrado e intelectual seiscentista. 24 Em relação a sua família, apuramos que o menino 21 Idem. 22 O Velho Liberal do Douro, n. 27, 1827, pp. 304-305. 23 SILVA, op. cit., 1859, Vol. 3, p. 209. Ver também: Vol. 17, 1883, p. 53. 24 O Velho Liberal do Douro, n. 49, 1827, p. 658. 230 | Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013

Macedo teve “huma irmã mais velha, que á noite me contava historietas para eu dormir, porque eu era um tanto estropetino, como ella dizia”. 25 Já na Bahia, seu pai era um homem de poucos recursos e isso impediu o filho de cursar os graus acadêmicos superiores, pois “(...) dinheiro e honras, que meu pai não teve. Conheci muito disto no Brazil (...) e ainda que fossem para lá vender cachaça descalços em huma taberna, quando casavão roião ás vezes as unhas com fome para mandar os filhos a Coimbra, e terem hum Doutorsinho, ou hum Fradinho em casa”. 26 O bem informado Alexandre de Mello Moraes afirma que Macedo “foi caixeiro de uma taberna em S. Gonçalo dos Campos da Cachoeira, depois donato e por fim ordenou-se frade no convento de S. Francisco da Bahia, e se tornou por seus talentos um homem notável”. 27 Suas primeiras poesias foram feitas no tempo de estudante, quando os dava “[...] a uma Brazileirinha (...) muito vaidoza aos doze annos, e perdida por versos, que a lisongevão”. 28 O próprio Macedo descreve aspectos da sua formação intelectual, afirmando que “[...] Fui educado por Jesuitas na minha infancia, percebia aos 18 annos os defeitos de toda a Theologia Ultramontana, reformei os meus Estudos antes de ser Lente de Letras Sagradas, intendi (sic) que meus primeiros Mestres não pensavam como eu”. 29 É curioso Macedo afirmar que foi educado por jesuítas, já que nasceu após a Congregação haver sido expulsa dos domínios da Coroa de Portugal. Ele, não obstante, explica isso: “[...] Nós conhecemos na Bahia dois, ou tres Jesuítas (...) que forão Mestres do Collegio; os quaes sabião latim muito bem, e Instituições Canonicas (...). Verdade que elles ensinavão a mocidade bem no Latim, e Ortografia, trivios, Quadrivios, &c.” 30 Macedo afirma que aprendeu a ler com a Deducção Chronologica e Analítica (1768), obra anti-jesuítica escrita por José de Seabra 25 O Velho Liberal do Douro, n. 33, 1833, p. 311 26 O Velho Liberal do Douro, n. 36, 1833, p. 341. 27 MORAES, Alexandre José Mello. Historia do Brasil-reino e Brasil-imperio. Rio de Janeiro: Typ. de Pinheiro, 1871. Vol. 1. p. 115. 28 O Velho Liberal do Douro, n. 37, 1834, p. 344. 29 O Velho Liberal do Douro, n. 4, 1833, p. 29. 30 O Velho Liberal do Douro, n.33, 1827, p. 384. Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013 | 231

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